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UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS – ICHS PROGRAMA NACIONAL DE FORMAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA – PNAP/UAB BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro Disciplina : Planejamento Governamental Nome da Atividade : AD 2 Nome do Aluno : José Vitor da Silva Polo : Bom Jesus do Itabapoana Matrícula :21213110055 Resumo da Unidade IV – Plano de desenvolvimento no Brasil Para que o Brasil pudesse se desenvolver, foram apresentados planos que visavam, na sua maioria a diminuição dos desequilíbrios do país e que também, pudesse impulsionasse a economia. Esses planos, tiveram um processo de planejamento incessante nos seus inícios, contribuindo para estabilizar a economia. Esees mesmos planos se tornaram importantes para o desenvolvimento e crescimento do país, após a Segunda Guerra Mundial. O primeiro plano executado, que teve duração de cinco anos, foi o Plano Especial de Obras Públicas e Aparelhamento da Defesa Nacional, e seus objetivos eram iniciar as indústrias básicas,e as de siderurgia é um exemplo; a realização de obras públicas; e a busca da defesa nacional do Brasil, através de meios que dessem sustentação à ordem e segurança. O Plano tinha, de forma complementar, o objetivo de equilibrar as receitas e as despesas públicas correntes. Também se caracterizou pela vinculação de verbas especiais, desde que não desequilibrassem o orçamento e interferissem nos objetivos principais. As indústrias de base e de transporte foram os setores que mais se benefiaram com os recursos do Plano Especial, destacando a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e a Fábrica Nacional de Motores. Tendo como objetivo a garantia, através da elaboração de um orçamento especial, da realização de obras públicas que fossem prioritárias e também o incentivo das indústrias básicas, foi criado o Plano de Obras e Equipamentos (POE), que teve duração de dois anos. O POE visava uma integração maior das suas ações, fato ausente no Plano Especial de Obras Públicas e Aparelhamento da Defesa Nacional. Portanto,não ocorreu um esquema global de projetos que seriam realizados, com comparações de resultados, como também não se melhorou o controle físico AD 2 -Planejamento Governamental 2024.1 das obras executadas, mantendo-se, apenas, o controle orçamentário, onde, na prática o POE se comportou como uma extensão do Plano Especial. O Plano SALTE, de caráter plurissetorial, foi o primeiro plano a ter aprovação prévia do Congresso Nacional, e foi criado na tentativa de dar coordenação aos gastos públicos. Caracterizou- se na tentativa de integrar a iniciativa privada nas atuações do governo, através de estímulos de financiamento, mas não direcionava as metas que o setor privado deveria cumprir. Através de recursos do orçamento, das dotações consignadas na Constituição e de recursos orindos de empréstimos internos e externos, o plano baseou-se na melhoria da saúde, alimentação, transporte e energia. Foi um plano elaborado sem diagnósticos científicos baseados na análise da realidade e da economia do Brasil, considerado o maior desastre na tentativa de se instituir um plano no país, com uma realidade puramente teórica e eficácia executiva alguma. O Plano de Metas, que veio logo após, foi eficiente em seu planejamento governamental o que possibilitou a sua execução em todo país. As metas, que tiveram a sua elaboração com a finalidade que o governo as alcançassem, tiveram a participação de uma comissão brasileira com os Estados Unidos, e que chegou a conclusão que o País necessitava, para o seu desenvolvimento econõmico,de investimentos privados e projetos. Criou-se, então, o Conselho de Desenvolvimento, primeiro órgão central de planejamento pernamente constituído no país, e subordinado diretamente ao Presidente da República, onde o Plano de Desenvolvimento Econômico, que obtinha 30 metas, sendo distribuídas em quatro setores, o seu produto imediato. O Presidente Jânio Quadros, assumiu a presidência com o crescimento do PIB,, na casa dos 7% anuais, mas por outro lado, com uma inflação batendo 180%, queda de 1,6% das exportações e aumento de 3,8% das importações, índices aferidos no mesmo período. Diante disso, Jânio Quadros não cria o COPLAN (Comissão Nacional de Planejamento), no sexto ano de execução do Plano de Metas, desconsiderando a existência do Conselho Nacional de Desenvolvimento , criado pelo Presidente Juscelino Kubitschek.Vale ressaltar, que os estados pressionaram o governo Federal, através do Encontro dos Governadores, a participarem de forma efetiva, diferente de anos anteriores, da elaboração do Plano. Durante o período do Parlamentarismo no Brasil, após Jânio Quadros renunciar, Celso Furtado, economista, ocupou o cargo de Ministro Extraordinário para o Planejamento, e antes que o regime parlementarista terminasse, foi anunciado o Plano Trienal de Desenvolvimento Econômico e Social, o Plano Trienal, que tinha como objetivos: a manutenção da taxa de crescimento, normatização da inflação, reforma na base administrativa, inspecionar a balança de importação e crescer a exportação. O plano Trienal contribuiu para uma proposta de intensificação dos esforços de planejamento, mas não conseguiu a promoção do desenvolvimento e o combate à inflação. O Presidente Castello Branco, implantou o Plano de Ação Econômica do Governo (PAEG), que tinha uma uma posição menos reformista, libral, de propostas ortodoxas, mas com o governo não abrindo mão de interferir na economia, usando como justificativa, as deficiências do sistema de preços. Juntamente com o Plano Decenal de Desenvolvimento Econômico e Social, teve a intenção de dar celeridade ao crescimento interno, reduzir preços altos e desigualdade de renda no país, obter controle sobre as importações e buscar aumentar os exportações, fazer com que a geração de empregos ganhesse estímulo. O sistema habitacional foi impulsionado com a criação BNH (Banco Nacional de Habitação), e estímulos à construção civil. O Plano Estratégico de Desenvolvimento, que surgiu posteriormente, adotou estudos e coerência para administrar o instrumento de política econômica e adaptação da máquina administrativa. O PED caracterizava-se por uma visão de fortalecer o setor privado, diminuir a inflação e ampliação da capacidade de compra do indivíduo. O I Plano Nacional de Desenvolvimento, foi executado nos dois anos finais do Governo do Presidente Emílio Garrastazu Médici, juntamente com II Orçamento Plurianual de Investimentos. O I PND, foi implantado durante o “milagre econômico brasileiro”, com crescimento de 11,2% ao ano, tendo como finalidade maior transformar o Brasil em uma potência mundial, através de investimentos em empresas, visando a consolidação da economia interna, a construção de hidrelétricas, a promoção através da Usina de Angra dos Reis, do ingresso na área nuclear, pesquisas e investimentos na área espacial, impulsionamento da mineração, na comunicação, visando uma autonomia em caso de escassez de energia, como a crise do Petróleo, em 1973. Também foi dado ênfase à indústria automobilística, além de uma busca de integração com a da Amazônia e Nordeste, com destaque para a construção da rodovia transamazônica, através do PIN, Programa de Integração Nacional. A inflação se elevou juntamente com o crescimento, surgindo o II Plano Nacional de Desenvolvimento (II PND), que tinha o objetivo de diminuir o desequilíbrio das contas públicas, buscando diversificar as exportações e substituir as importações. Antes da implantação do II PND,que foi em 1975, a OPEP, Organização dos Países Exportadores de Petróleo, no final de 1973, induziu a primeira crise do Petróleo, elevandoo valor do barril em até 4 vezes, além da redução da produção, fazendo com que em 1974, no início do Governo Geisel, a balança comercial Brasileira contabilizava um déficit de 4,690 bilhões de dólares. A economia brasileira passa por perído difícil, com inflação alta e baixo crescimento econômico, que vai do final do último governo militar de João Figueiredo, em 1984, até ao Governo de Fernando Collor de Melo, que sofreu impeachment em setembro de 1992, passando pelo governo Sarney, de 1985 a 1990. Esse período ficou conhecido como a “década perdida”, que teve um aumento significativo da dívida externa brasileira, que em 1970 era de 6, 2 bilhões de dólares, e passou para 64, 2 bilhões de dólares em 1982, e em 1994, a renda per capita brasileira era o mesmo nível registrado em 1980. Durante esse período, o Brasil conheceu seis planos que buscavam estabilizar a economia, 4 no governo Sarney (Plano Cruzado, Plano Cruzado II, Plano Bresser e Plano Verão) e dois no Governo Collor (os Planos Collor I e II). Mas foi em 1994, com a implantação do Plano Real, que teve seuu início, de forma progressiva em 1993, que o Brasil conseguiu sua estabilidade e econômica, após seis planos fracassados e o planejamento governamental encontrou condições favoráveis à sua retomada. Após o estudo da Unidade, podemos concluir que o país, na busca de reduzir os desequilíbrios entre as pessoas e as regiões, institucionalizou o planejamento como ação contínua e integrada à definição de políticas públicas, onde o País, depois de tantos planos, sejam econômicos ou de desenvolvimento, se adapta às mudanças e mostra a força da nação. Resumo da Unidade V – A estrutura do Planejamento Governamental O Planejamento Governamental era de orientação normativa, onde sua formulação, sua execução e acompanhamento, eram realizados sem que os indivíduos e a sociedade representada participassem. O Congresso Nacional não tinha poder de aprovação dos planos econômicos no período militar e os parlamentares só examinavam os orçamentos, sem a possibilidade de alteração. No processo de governar, a questão econômica se sobressaía ao considerar o planejamento como instrumento de aplicaçao dos recursos, não levando em consideração as condições sociais, ambientais e tecnológicas. Podemos verificar, nesse sentido, exemplo que foi observado na Constituição nos campos das políticas agrícola, urbana, da criança e do adolescente, da saúde, entre outras. No Capítulo II – Da Política Urbana, o artigo 29, inciso XII, ao referir-se às normas de organização municipal, dispõe sobre a cooperação das associações representativas no planejamento municipal. A Constituição, fixa em seu artigo 174, que a economia será regulada pelo Estado e o terá como agente normativo. O planejamento, também será função do Estado, e será determinante para o setor de governo e indicativo para o setor privado. O artigo 174, ainda nos mostra, através do § 1º, “[...] estabelecerá as diretrizes e bases do planejamento do desenvolvimento nacional equilibrado, o qual incorporará e compatibilizará os planos nacionais e regionais de desenvolvimento”. Em maio de 2000, foi sancionada a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que estabelece, no entendimento do Tesouro Nacional, as normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal, com ações de prevenção de riscos e correção de desvios que possam prejudicar o equilíbrio das contas públicas, com destaque para o planejamento, o controle, a transparência e a responsabilização como premissas básicas. A Constituição de 1988, no que se refere ao Planejamento Governamental, teve a inteção de que o Plano Plurianual, O PPA, fosse integrado ao orçamento, e tornou obrigatória a sua adoção, assim como a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA) pelos diversos níveis de governo. O PPA anuncia os dispositos que LDO e a LOA devem estar alinhados.Podemos observar, que o termo programa está diretamente relacionado à identificação e mensuração do problema, e não existe nos manuais produzidos, para orientação de como se elaborar um PPA, como afirma Garcia (2000), uma definição, de forma razoável para esse termo, reconhecendo o autor, não se tratando de tarefa fácil para resolver. A organização do Governo Federal foi alterada, para que o novo modelo de planejamento, orçamento e gestão, fosse implantado. O ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão é fruto da fusão dos Ministérios de Planejamento e Orçamento, e do Ministério da Administração Federal e Reforma do Esatdo. O ciclo de gestão do PPA compreende a elaboração, implantação dos programas que nele estão constituídos, monitoramento, avaliação e revisão. A elaboração do PPA será seguida pela discussão no Poder Legislativo, que aprovando, será iniciada a sua implantação, sendo fundamental, desde quando foi elaborado, a clareza do seu modelo de gestão. Vejamos, então, as etapas de elaboração do PPA: A elaboração é o processo de construção da base estratégica e de definição dos Programas e ações, por intermédio dos quais se materializará a ação do governo. O PPA elaborado sea de projeto de lei pelo poder executivo, para discussão com o poder legislativo; a implantação é a operacionalização do Plano aprovado, através de seus programas, em que a disponibilização de recursos, por meio dos orçamentos anuais, tem caráter fundamental; o monitoramento consiste no processo de acompanhamento da execução das ações doPrograma, que visa obter informações que subsidiem as decisões, bem como a identificação e correção dos problemas; a avaliação consiste em acompanhar os resultados pretendidos com o PPA e do processo usado para alcançá-lo. A avaliação do PPA, vai buscar avaliar em até que ponto as estratégias adotadas e as políticas públicas desenvolvidas, que dão suporte para a elaboração dos programas que integram o Plano, atendem aos anseios da população; a revisão é o processo de adequação do Plano às mudanças internas e externas da conjuntura política, social e econômica, alterando,excluindo ou incluindo programas; a revisão do PPA é resultado dos processos de monitoramento e avaliação. O Decreto-Lei, no 200, de 25 de fevereiro de 1967, instituiu o planejamento como sistema. É considerado uma atividade-meio, que se organiza de forma horizontal, em sistemas, funcionando através de subordinação técnica, ao passo que as atividades fim que tem por destino o público ou o consumidor, organizam-se no sentido de atingi- los, ou seja, e forma vertical. O órgão central e quando couber, o respectivo órgão setorial, é responsável pelas orientações normativas e da supervisão das unidades de planejamento e orçamento das entidades vinculadas ou subordinadas aos Ministérios e órgãos setoriais. Concluimos que o planejamento, como sistema de articulação e integração, é importante. Observamos a sua capacidade de formulação e da modernização da gestão, através de novos mecanismos. Também, constatamos a importância da Constituição de 1988, que teve grande relevância para que a sociedade ampliasse a sua participação na elaboração dos planos. Resumo da Unidade VI – Práticas Participativas na Gestão e no Planejamento Distinguir abordagens pragmáticas, em que a participação é vista como meio para aumentar a eficiência, abordagem de caráter político e emancipatório, em que a participação é vista como meio para alterar as relações de poder na sociedade, na perpectiva de maior equidade e justiça social, é o caminho para compreender a participação social e suas diferentes significações. A abordagem pragmática decorre de que alguns segmentos assumiram, como um mero conjunto de regras, sem considerar os condicionamentos sociais e econômicos, a concepção de democracia, ao mesmo tempo que as temáticas da governabilidade e da eficácia administrativa,foram privilegiadas. Essa abordagem está vinculada ao modelo da Administração Pública gerencial. Como auxiliar da boa gestão, a partcipação tem papel de coadjuvante. A sociedade entra em cena como contribuinte/beneficiária, cliente ou consumidara, onde os governates estão no foco. Os temas da democratização do poder, bem como o da ampliação das esferas de decisão do governo e da sociedade, não estão presentes nessa abordagem. Esses mecanismos de participação, são baseados, como um recurso produtivo, no engajamento da população, como forma de preenchimento de um vácuo, que foi deixado pela retirada do Estado dos serviços de proteção social. Nos discursos e dispositos legais, encontramos a abordagem, que permite que ONGs (Organizações não governamentais), possam ser contratadas para complementar a Administração Pública.Apresentadas como a materialização da publicialização, as Oss (Organizações Sociais), foram criadas, especialmente na recente reforma do aparelho de Estado no Brasil. Para introduzir a abordagem emancipatória da gestão participativa,recorremos à Demo (1993), através das suas considerações, e que também, tem se mostrado um dos mais preocupados com o tema da participação, na perspectiva da emancipação, que é considerada um antídoto contra a tendência histórica de dominação e exclusão social que caracteriza a sociedade do nosso país. Foram inclídas práticas participativas na gestão de políticas públicas, na Constituição Federal de 1988, fundamentadas nos princípios da descentralização, municipalização e participação da sociedade civil. Ficou estabelecido, que o desenvolvimento das políticas sociais, acontecessem de modo democrático, e que, através de seus representantes, a sociedade participe dos órgãos e dos espaços que delimitam as diretrizes das políticas, assim como do planejamento, controle e supervisão dos planos, programas e projetos. A partir da promulgação da Constituição de 1988, surgem os conselhos de políticas públicas, que são estruturas híbridas, ou seja, formas organizacionais que envolvem a partilha de espaços de deliberação entre as representações estatais e as das organizações da sociedade civil. Os processos de discussão pública sobre o orçamento municipal, são os orçamentos participativos (OPs), onde o gestor compartilha com a sociedade as decisões sobre parte do orçamento público, baseando-se nas Leis Orgânicas Municipais. É apresentado, no texto, um desenvolvimento do PES, enfatizando as suas potencialidades participativas, onde a possibilidade, e até mesmo as vantagens de processos participativos estejam implícitas no PES, no seu método, esse aspecto não é mencionado. A transparência da gestão pública, a participação democrática dos servidores na condução dos seus organismos e a reconstrução do setor público, passam necessariamente pela ação intensiva na formação de recursos humanos. Foram introduzidas, duas adaptações, no método original, para adaptar o propósito original do PES às condições de planejamento de um Governo eleito que já tem as suas diretrizes, com as diretivas dos órgãos e instituições.Foi necessário, com isso, a redefinição do desenho da “identificação de problema”e introduzir, no método, as diretivas. Para compreender o pressuposto necessário e orgânico da função governar – a necessidade executiva – o PEP (Planejamento Estratégico Participativo), através de momentos de representatividade,estabelece a participação democrática, permitindo a ação executiva sobre as deliberações do plano, sem comprometer a sondagem constante e o monitoramento contínuo da própria execução dos planos, que possibilita a incorporação das movimentações situacionais dos atores e processos. Nada vai adiantar adotar uma linguagem e as palavras do planejamento estratégico e participativo, caso não aconteça vontade política para dispor dos meios necessários na organização, para garantir que haverá acompanhamento constante da conjuntura, as ações redesenhadas e a busca dos objetivos planejados. O plano mostra a sua eficácia ou não, é no dia adia, no cotidiano, e que para isso ocorra, as práticas de trabalho e as culturas organizacionais, em forma de departamentos e verticais, devem ser combatidas duramente. Não é uma questão ideológica, mas participativa também, a participação como categoria que organiza o Estado. Concluímos que os conselhos de políticas e orçamentos participativos é proposição de métodos do planejamento estratégico participativo, que tem o PES, como principal referência, e que as potencialidades são desenvolvidas. A participação do cidadão e de suas organizações, é um momento importante na democracia. Os conselhos deliberativos, vinculados à políticas sociais, é uma forma considerável entre o setor público e a população.. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: MISOCZKY, Maria Ceci Araujo; GUEDES, Paulo. Planejamento e programação na administração pública – 2. ed. reimp. – Florianópolis: Departamento de Ciências da Administração / UFSC; [Brasília] : CAPES : UAB, 2012. ISBN 9788579881275 Disciplina : Planejamento Governamental Nome da Atividade : AD 2 Nome do Aluno : José Vitor da Silva Polo : Bom Jesus do Itabapoana Matrícula :21213110055 Resumo da Unidade IV – Plano de desenvolvimento no Brasil Para que o Brasil pudesse se desenvolver, foram apresentados planos que visavam, na sua maioria a diminuição dos desequilíbrios do país e que também, pudesse impulsionasse a economia. Esses planos, tiveram um processo de planejamento incessant... O primeiro plano executado, que teve duração de cinco anos, foi o Plano Especial de Obras Públicas e Aparelhamento da Defesa Nacional, e seus objetivos eram iniciar as indústrias básicas,e as de siderurgia é um exemplo; a realização de obras pú... Tendo como objetivo a garantia, através da elaboração de um orçamento especial, da realização de obras públicas que fossem prioritárias e também o incentivo das indústrias básicas, foi criado o Plano de Obras e Equipamentos (POE), que teve dura... O Plano SALTE, de caráter plurissetorial, foi o primeiro plano a ter aprovação prévia do Congresso Nacional, e foi criado na tentativa de dar coordenação aos gastos públicos. Caracterizou-se na tentativa de integrar a iniciativa privada nas atu... O Plano de Metas, que veio logo após, foi eficiente em seu planejamento governamental o que possibilitou a sua execução em todo país. As metas, que tiveram a sua elaboração com a finalidade que o governo as alcançassem, tiveram a participação... O Presidente Jânio Quadros, assumiu a presidência com o crescimento do PIB,, na casa dos 7% anuais, mas por outro lado, com uma inflação batendo 180%, queda de 1,6% das exportações e aumento de 3,8% das importações, índices aferidos no mesmo pe... Durante o período do Parlamentarismo no Brasil, após Jânio Quadros renunciar, Celso Furtado, economista, ocupou o cargo de Ministro Extraordinário para o Planejamento, e antes que o regime parlementarista terminasse, foi anunciado o Plano Trien... O Presidente Castello Branco, implantou o Plano de Ação Econômica do Governo (PAEG), que tinha uma uma posição menos reformista, libral, de propostas ortodoxas, mas com o governo não abrindo mão de interferir na economia, usando como justificativ... O Plano Estratégico de Desenvolvimento, que surgiu posteriormente, adotou estudos e coerência para administrar o instrumento de política econômica e adaptação da máquina administrativa. O PED caracterizava-se por uma visão de fortalecer o setor ... O I Plano Nacional de Desenvolvimento, foi executado nos dois anos finais do Governo do Presidente Emílio Garrastazu Médici, juntamente com II Orçamento Plurianual de Investimentos. O I PND, foi implantado durante o “milagre econômico brasileiro... A economia brasileira passa por perído difícil, com inflação alta e baixo crescimento econômico, que vai do final do último governo militar de JoãoFigueiredo, em 1984, até ao Governo de Fernando Collor de Melo, que sofreu impeachment em setemb... Após o estudo da Unidade, podemos concluir que o país, na busca de reduzir os desequilíbrios entre as pessoas e as regiões, institucionalizou o planejamento como ação contínua e integrada à definição de políticas públicas, onde o País, depois de... Resumo da Unidade V – A estrutura do Planejamento Governamental O Planejamento Governamental era de orientação normativa, onde sua formulação, sua execução e acompanhamento, eram realizados sem que os indivíduos e a sociedade representada participassem. O Congresso Nacional não tinha poder de aprovação dos p... Em maio de 2000, foi sancionada a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que estabelece, no entendimento do Tesouro Nacional, as normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal, com ações de prevenção de riscos e cor... A Constituição de 1988, no que se refere ao Planejamento Governamental, teve a inteção de que o Plano Plurianual, O PPA, fosse integrado ao orçamento, e tornou obrigatória a sua adoção, assim como a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei ... O ciclo de gestão do PPA compreende a elaboração, implantação dos programas que nele estão constituídos, monitoramento, avaliação e revisão. A elaboração do PPA será seguida pela discussão no Poder Legislativo, que aprovando, será iniciada a sua... O Decreto-Lei, no 200, de 25 de fevereiro de 1967, instituiu o planejamento como sistema. É considerado uma atividade-meio, que se organiza de forma horizontal, em sistemas, funcionando através de subordinação técnica, ao passo que as atividade... Concluimos que o planejamento, como sistema de articulação e integração, é importante. Observamos a sua capacidade de formulação e da modernização da gestão, através de novos mecanismos. Também, constatamos a importância da Constituição de 1988,... Resumo da Unidade VI – Práticas Participativas na Gestão e no Planejamento Distinguir abordagens pragmáticas, em que a participação é vista como meio para aumentar a eficiência, abordagem de caráter político e emancipatório, em que a participação é vista como meio para alterar as relações de poder na sociedade, na per... Para introduzir a abordagem emancipatória da gestão participativa,recorremos à Demo (1993), através das suas considerações, e que também, tem se mostrado um dos mais preocupados com o tema da participação, na perspectiva da emancipação, que... Concluímos que os conselhos de políticas e orçamentos participativos é proposição de métodos do planejamento estratégico participativo, que tem o PES, como principal referência, e que as potencialidades são desenvolvidas. A participação do cida... REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: MISOCZKY, Maria Ceci Araujo; GUEDES, Paulo. Planejamento e programação na administração pública – 2. ed. reimp. – Florianópolis: Departamento de Ciências da Administração / UFSC; [Brasília] : CAPES : UAB, 2012. ISBN 9788579881275