Prévia do material em texto
Instruções de Uso ANTARES INSTRUÇÕES DE USO Fabricado por IBRAMED Indústria Brasileira de Equipamentos Médicos LTDA ANVISA nº10360310037 21 de Maio de 2024 2ª edição _Rev02_AN SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO ................................................... 3 1.1 INTRODUÇÃO ................................................... 3 1.2 CEFAI - CENTRO DE ESTUDOS E FORMAÇÃO AVANÇADA IBRAMED ........................................ 3 1.3 PRÉFACIO ......................................................... 4 1.4 DESCRIÇÃO DO PRODUTO ................................. 5 1.5 DESEMPENHO ESSENCIAL ................................. 5 2 RESPONSABILIDADE DE USO DE EQUIPAMENTOS ELETROMÉDICOS ................................................. 6 2.1 RESTRIÇÃO DE USO DOS EQUIPAMENTOS ELETROMÉDICOS .............................................. 6 3 ENTENDENDO DA SIMBOLOGIA, ABREVIATURAS E ROTULAGEM ...................................................... 7 3.1 DEFINIÇÃO DE SÍMBOLOS ................................. 7 3.2 LISTA DE FIGURAS ............................................ 9 3.3 LISTA DE ABREVIATURAS ................................ 12 3.4 ENTENDENDO A ROTULAGEM .......................... 12 3.5 RÓTULOS E ETIQUETAS ................................... 13 3.5.1 EQUIPAMENTO ............................................. 13 3.5.1.1 ROTULAGEM SUPERIOR .............................. 13 3.5.1.2 ROTULAGEM FRONTAL ................................ 13 3.5.1.3 ROTULAGEM POSTERIOR ............................ 13 3.5.2 APLICADORES ............................................. 14 4 CUIDADOS ......................................................... 20 4.1 TRANSPORTE .................................................. 20 4.2 ARMAZENAMENTO ........................................... 20 4.2.1 ARMAZENAMENTO DO EQUIPAMENTO ............ 20 4.2.2 ARMAZENAMENTO DOS APLICADORES (PROBE/CLUSTER) ...................................... 20 4.3 LIMPEZA DO EQUIPAMENTO............................. 21 4.3.1 LIMPEZA DO EQUIPAMENTO E DOS CABOS DOS APLICADORES ..................................... 21 4.3.2 LIMPEZA DOS APLICADORES (PROBE/ CLUSTER) ................................................... 21 4.4 MÉTODO DE ESTERILIZAÇÃO .......................... 21 5 ACESSÓRIOS ..................................................... 22 5.1 ACESSÓRIOS QUE ACOMPANHAM O EQUIPAMENTO ................................................ 22 5.2 ACESSÓRIOS DE REPOSIÇÃO ........................... 23 5.3 ACESSÓRIOS OPCIONAIS VENDIDOS SEPARADAMENTE ............................................ 24 5.4 PARTES APLICADAS ........................................ 25 6 INSTALAÇÃO ...................................................... 26 6.1 ESPECIFICAÇÕES DO SISTEMA ........................ 26 6.1.1 DIMENSÕES ............................................... 26 6.1.2 DESCRIÇÃO ELÉTRICA DO EQUIPAMENTO...... 26 6.1.3 CONFORMIDADE REGULAMENTAR ................. 26 6.2 ESPECIFICAÇÕES DOS APLICADORES .............. 27 6.3 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ............................ 31 6.4 CÁLCULO AUTOMÁTICO DO TEMPO DE TRATAMENTO .................................................. 35 6.5 DISTÂNCIA NOMINAL DE PERIGO OCULAR (DNPO) .......................................................... 36 6.6 MODO DE OPERAÇÃO DO ANTARES .................. 37 SUMÁRIO 6.7 COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA ............ 38 6.7.1 ORIENTAÇÕES SOBRE A COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA .................................... 38 6.7.2 INTERFERÊNCIA ELETROMAGNÉTICA POTENCIAL ................................................. 38 6.8 CUIDADOS COM O SEU EQUIPAMENTO ............. 48 6.9 INSTALAÇÃO DO EQUIPAMENTO ....................... 48 6.10 UTILIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO PREVISTO PELO FABRICANTE .......................................... 49 6.11 SINAL SONORO .............................................. 49 7 RESPONSABILIDADE DO USO DO EQUIPAMENTO ELETROMÉDICO ................................................. 50 7.1 INDICAÇÕES ................................................. 50 7.2 CONTRAINDICAÇÕES ...................................... 51 7.3 PRECAUÇÕES E REAÇÕES ADVERSAS ............... 51 7.4 PRECAUÇÕES DE SEGURANÇA ......................... 53 7.5 ESPECIFICAÇÕES DOS ÓCULOS DE PROTEÇÃO CONTRA LUZ LASER ........................................ 56 7.6 PROTEÇÃO DOS OLHOS ................................... 57 7.7 ADVERTÊNCIAS .............................................. 58 7.8 PREVENÇÕES .................................................. 58 7.8.1 INSPEÇÕES PREVENTIVAS ............................ 58 7.9 PERFIL DO PACIENTE E USUÁRIO ..................... 59 7.10 PERFIL DO USUÁRIO ....................................... 59 7.11 CONDIÇÕES DE USO ....................................... 60 8 ESPECIFICAÇÕES DA MODALIDADE ..................... 61 8.1 INFORMAÇÕES SOBRE A TERAPIA DE LUZ ANTARES ........................................................ 61 8.2 ACESSÓRIOS OPCIONAIS USADOS NA TERAPIA 64 8.3 ORIENTAÇÃO SOBRE OS APLICADORES ............ 66 8.4 ÁREAS DE TRATAMENTO .................................. 66 8.5 PREPARAR O PACIENTE PARA A TERAPIA ......... 67 8.6 TÉCNICAS DE APLICAÇÃO COM OS ACESSÓRIOS OPCIONAIS .................................................... 67 8.6.1 POSICIONAMENTO DAS PROBES ................... 67 8.6.2 POSICIONAMENTO DOS CLUSTERS PEQUENOS 68 8.6.3 POSICIONAMENTO DOS CLUSTERS GRANDES 69 8.7 FINALIZANDO A TERAPIA ................................ 70 9 COMANDOS, INDICAÇÕES E CONEXÕES DO EQUIPAMENTO ................................................... 71 9.1 VISTAS DO EQUIPAMENTO ............................... 71 9.2 INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO ............................ 73 10 PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO ........................ 75 10.1 COMO PREPARAR O EQUIPAMENTO .................. 75 10.2 TROCA DE PROBE OU CLUSTER ........................ 76 10.3 PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO .................... 76 10.3.1 INSERÇÃO DA SENHA DE SEGURANÇA .......... 77 10.3.2 UTILIZAÇÃO NÃO AUTORIZADA .................... 78 10.3.3 ACESSO AO MENU ....................................... 79 10.3.4 TROCA DE SENHA ........................................ 79 10.3.5 RECUPERAÇÃO DE SENHA ............................ 80 10.3.6 ACESSO A TELA IDIOMA .............................. 80 10.3.7 ACESSO À HOME .......................................... 80 SUMÁRIO 10.3.8 TELA INFO ................................................... 81 10.3.9 CHECK DE EMISSÃO DE LUZ ......................... 81 10.3.10 CHECK DE EMISSÃO DURANTE O TRATAMENTO 83 10.4 BOTOEIRA DE EMERGÊNCIA............................. 84 10.5 UTILIZANDO OS PRESETS ............................... 84 10.6 PRESETS DISPONÍVEIS ................................... 87 10.7 PROTOCOLOS PARTICULARES .......................... 96 10.7.1 COMO SALVAR UM PROTOCOLO .................... 96 10.7.2 COMO CARREGAR UM PROTOCOLO SALVO ..... 98 10.7.3 COMO SALVAR PROTOCOLOS PARTICULARES COM APLICADORES DIFERENTES ................. 98 10.8 SELEÇÃO MANUAL ........................................... 99 10.8.1 APLICADOR PROBE (LASER OU LED) ............. 99 10.8.2 APLICADOR CLUSTER LED ...........................102 10.8.3 APLICADOR CLUSTER LED E LASER ..............105 10.8.3.1 COMPRIMENTOS DE ONDA 450 NM, 525NM OU 630 NM ..............................................106 10.8.3.2 COMPRIMENTOS DE ONDA 808 NM .............106 10.9 CONECTOR DE INTERTRAVAMENTO REMOTO ....108 10.10 MENSAGENS DE PROTEÇÃO ............................109 10.10.1 BOTOEIRA DE EMERGÊNCIA ........................109 10.10.2 EQUIPAMENTO SEM APLICADOR ..................110 10.10.3 EXPOSIÇÃO INADVERTIDA À LUZ .................110 10.10.4 FALHA NO VENTILADOR ..............................111 10.10.5 FALHA NO AUTO TESTE ...............................111 11 PROTEÇÃO AMBIENTAL ......................................112 11.1 RISCOS DE CONTAMINAÇÃO ..........................112 11.2 INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS ...........................112 12 RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS ..............................113 12.1TABELA DE POSSÍVEIS PROBLEMAS ................113 12.2 TROCANDO O FUSÍVEL DE PROTEÇÃO .............114 13 MANUTENÇÃO, ASSISTÊNCIA TÉCNICA E GARANTIA ........................................................115 13.1 MANUTENÇÃO ................................................115 13.2 ASSISTÊNCIA TÉCNICA ..................................115 13.3 TERMO DE GARANTIA .....................................116 14 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .........................118 3 Somos uma empresa originalmente brasileira produtora de equipamentos para as áreas de reabilitação física, estética e medicina estética. Toda a nossa linha de produtos é concebida a partir dos mais atuais conceitos científicos relacionados a diversos tipos de tratamentos. Agregando o mais alto valor tecnológico e muita qualidade para que os resultados possam ser observados pelos diferentes profissionais usuários durante os procedimentos realizados junto aos pacientes. A IBRAMED conta com consultores clínicos altamente capacitados a ministrarem cursos e treinamentos sobre os mais diversos temas de interesse do profissional. O CEFAI, (Centro de Estudos e Formação Avançada IBRAMED) colabora com essa prática abordando temas diversos e ao mesmo tempo desenvolvendo mais aplicabilidades terapêuticas para os diversos equipamentos, assim agregamos valor a nossos produtos, por meio da produção e transmissão de conhecimento. Os equipamentos IBRAMED contêm mais do que tecnologia, contém conhecimento! Cientificidade é o diferencial, é valor agregado para efetivamente aproveitar benefícios, garantir segurança ao paciente e deste modo potencializar resultados. A IBRAMED desenvolve produtos com suporte científico dos mais recentes estudos publicados nos mais importantes periódicos científicos das áreas biológicas, saúde e exatas. O acesso a esse conhecimento é garantido via CEFAI (Centro de Estudos e Formação Avançada IBRAMED) cujo objetivo é fornecer suporte técnico-científico e literatura atualizada sobre as terapias e suas aplicabilidades, sempre respeitando os critérios clínicos de escolha de tratamentos. O CEFAI considera fundamental o desenvolvimento pessoal e profissional de todos os seus parceiros e clientes e em função disso convida estudantes e profissionais das áreas de reabilitação física, estética, fisioterapia dermato- funcional e medicina estética a participarem de seus cursos livres, workshops e dos melhores cursos de Pós-Graduação Lato Sensu nas áreas de reabilitação física e estética. 1 - APRESENTAÇÃO 1.1 INTRODUÇÃO 1.2 CEFAI - CENTRO DE ESTUDOS E FORMAÇÃO AVANÇADA IBRAMED 4 Atenção especial é dada aos interessados em visitar a nossa estrutura. Estaremos ao seu lado para apoio incondicional para o seu desenvolvimento profissional. Estamos à disposição para atendê-los! Contato – cefai@conexaocefai.com.br www.conexaocefai.com.br Agradecemos, IBRAMED – Questão de respeito! Estas instruções de uso permitem ao usuário o eficiente uso do ANTARES. Os usuários devem ler, entender e seguir as informações contidas nestas instruções de uso para cada modalidade de tratamento disponível, bem como as indicações, contraindicações, advertências e precauções. As especificações e orientações contidas nestas instruções de uso estão em vigor na data de sua publicação. Estas instruções podem ser atualizadas a qualquer momento, a critério do fabricante. Visite nosso site para atualizações. 1 - APRESENTAÇÃO 1.3 PRÉFACIO 5 1 - APRESENTAÇÃO O ANTARES é um equipamento microcontrolado de terapia de fotobiomodulação desenvolvido para a utilização em diferentes áreas da saúde e estética. O ANTARES possui possibilidade de operação com aplicadores únicos (probes) e aplicadores maiores (clusters) que oferecem uma nova dimensão da Terapia de Luz. O tratamento com o ANTARES não é térmico, não é invasivo e nem ablativo. A fotobiomodulação através da terapia com laser de baixa potência (LLLT - Low Level Laser Therapy) ou por LED (Light Emmitting Diode), pode modular vários processos biológicos otimizando a produção de ATPs (Adenosina trifosfato), fornecendo energia às células. O equipamento foi desenvolvido para ser utilizado por médicos, fisioterapeutas, esteticistas, biomédicos ou por quaisquer profissionais da área da saúde, profissionais de serviço de saúde ou profissionais de serviço de interesse para saúde, devidamente habilitados segundo legislação e/ou conselho de classe vigente do país. Devido as constantes modificações nas legislações dos Conselhos Federais e Regionais de cada profissional é necessário que o usuário verifique quais procedimentos estão regularizados. Durante a correta utilização do equipamento e realização das manutenções periódicas, conforme descritas nestas instruções de uso, as saídas de Laser e LED não podem variar mais que 20%. 1.4 DESCRIÇÃO DO PRODUTO 1.5 DESEMPENHO ESSENCIAL 6 2 - RESPONSABILIDADE DE USO DE EQUIPAMENTOS ELETROMÉDICOS 2.1 RESTRIÇÃO DE USO DOS EQUIPAMENTOS ELETROMÉDICOS O equipamento foi desenvolvido para ser utilizado por médicos, fisioterapeutas, esteticistas, biomédicos ou por quaisquer profissionais da área da saúde, profissionais de serviço de saúde ou profissionais de serviço de interesse para saúde, devidamente habilitados segundo legislação e/ou conselho de classe vigente do país. Devido as constantes modificações nas legislações dos Conselhos Federais e Regionais de cada profissional é necessário que o usuário verifique quais procedimentos estão regularizados. O profissional devidamente licenciado será responsável pelo uso e operação do equipamento. A IBRAMED não faz representações referentes a leis e regulamentações federais, estaduais ou locais que possam se aplicar ao uso e operação de qualquer equipamento eletromédico. O uso de equipamentos eletromédicos deve seguir as normas locais, estaduais e federais de cada país. O profissional devidamente licenciado, assume total e pleno compromisso em contatar as agências certificadoras locais para determinar qualquer credencial requerida por lei para o uso clínico e operação deste equipamento. 7 3 - ENTENDENDO DA SIMBOLOGIA, ABREVIATURAS E ROTULAGEM 3.1 DEFINIÇÃO DE SÍMBOLOS Frágil, manuseie com cuidado. Este lado para cima. Mantenha longe da chuva. Não use se a embalagem estiver danificada. Consulte as instruções de uso para o uso correto do produto. Limites de temperatura para armazenagem e transporte em graus Celsius (° C). Número de série. Nome e endereço do fabricante. Não se deve sentar sobre o equipamento. Sinal geral de proibição. Símbolo geral de advertência. Advertência, eletricidade.Empilhamento máximo: (Equipamento/Aplicador). Equipamento CLASSE II. NA CAIXA DE TRANSPORTE Selo de certificação brasileira. NO EQUIPAMENTO 8 3 - ENTENDENDO DA SIMBOLOGIA, ABREVIATURAS E ROTULAGEM Volts em corrente alternada. Rede Elétrica em corrente alternada. Referir-se ao manual/livreto de instruções. Nota: Siga as instruções para utilização. Radiação não ionizante. Selo de certificação brasileira. Limitação de umidade. Limitação de pressão atmosférica.Indica: Desligado (sem tensão elétrica de alimentação). Indica: Ligado (com tensão elétrica de alimentação). Proteção nociva de água ou material particulado. Parte aplicada tipo BF. NOS APLICADORES Símbolo de perigo, cuidado radiação LASER Símbolo de perigo, cuidado radiação LED. Conector de Intertravamento Remoto. Parada de Emergência LASER. 9 3 - ENTENDENDO DA SIMBOLOGIA, ABREVIATURAS E ROTULAGEM 3.2 LISTA DE FIGURAS Imagem 1. Gráfico das irradiâncias espectrais relativas em função do comprimento de onda de cada emissor do LED RGB. ...........29 Imagem 2. Gráfico das irradiâncias espectrais relativas em função do comprimento de onda dos LED’s com emissões centradas em 410, 450, 590, 630 e 850 nm. ............30 Imagem 3. Óculos protetor contra luz e calor para uso do operador e paciente. Imagem meramente ilustrativa. ............................57 Imagem4. Curva de absorção dos principais cromóforos da pele. ................................61 Imagem 5. Profundidade de acordo com o comprimento de onda. ............................61 Imagem 6. Lei de Arndt Schulz (janela terapêutica). ....62 Imagem 7. Posicionamento da probe para aplicação facial.....................................................67 Imagem 8. Posicionamento da probe para aplicação corporal. ................................................68 Imagem 9. Posicionamento do cluster pequeno para aplicação facial. ......................................68 Imagem 10. Posicionamento do cluster pequeno para aplicação corporal. ..................................69 Imagem 11. A e B, posicionamento do cluster grande para aplicação corporal. ...........................69 Imagem 12. Vista Frontal .........................................71 Imagem 13. Vista Posterior ........................................71 Imagem 14. Vista Superior ........................................72 Imagem 15. Vista Inferior ..........................................72 Imagem 16. As figuras A e B mostram as mensagens de apresentação do equipamento; C, Auto Teste; D, inserção de senha de segurança. .77 Imagem 17. Senha de segurança padrão. ....................78 Imagem 18. Exemplo de tela inicial do equipamento (Home). ................................................78 Imagem 19. Tela do Menu. .........................................79 Imagem 20. Tela para alteração de senha de segurança. 79 Imagem 21. Visualização da senha atual. .....................80 Imagem 22. Exemplo de tela inicial do equipamento (Home). ................................................80 Imagem 23. Exemplo de tela inicial do equipamento (Home). ................................................81 Imagem 24. Tela de Check de Emissão. ......................81 Imagem 25. A, posicionamento da probe; B, posicionamento do Cluster Pequeno; C, posicionamento do Cluster Grande. ...........82 Imagem 26. Emissão OK. ..........................................82 Imagem 27. Tela de Falha na Emissão. ........................83 Imagem 28. A, check de emissão LASER; B, check de emissão LED. .........................................83 10 3 - ENTENDENDO DA SIMBOLOGIA, ABREVIATURAS E ROTULAGEM Imagem 29. Botoeira de Emergência. ..........................84 Imagem 30. Tela inicial da Probe 1 - LED RGB. .............84 Imagem 31. A, B e C presets disponíveis em Estética para a Probe 1 - LED RGB. .......................85 Imagem 32. Parâmetros do comprimento de onda 450 nm para o preset Acne 2C. .......................86 Imagem 33. Parâmetros do comprimento de onda 630 nm para o preset Acne 2C. .......................86 Imagem 34. Tela de emissão da radiação LED do preset Acne 2C. Observe o símbolo de emissão. ...87 Imagem 35. Tela inicial do equipamento (Home) da Probe 4 - LASER 808 nm. ........................96 Imagem 36. Tela de entrada dos protocolos particulares. ..........................................96 Imagem 37. Tela de programação dos protocolos particulares. ..........................................97 Imagem 38. Tela de inserção de dose para o protocolo particular. ..............................................97 Imagem 39. Tela de visualização de protocolo particular salvo. ...................................................98 Imagem 40. Tela de execução com parâmetros salvos. .98 Imagem 41. Tela de parâmetros salvos em outro aplicador. ...............................................99 Imagem 42. Tela de parâmetros salvos em outro aplicador. ...............................................99 Imagem 43. Tela modo contínuo. .............................. 100 Imagem 44. Tela modo pulsado. ............................... 100 Imagem 45. Exemplo de inserção de energia total. Observe que o tempo de emissão é calculado automaticamente. ................... 101 Imagem 46. Tela de emissão da radiação LASER. Observe o símbolo de emissão. ............... 102 Imagem 47. Tela inicial do Cluster grande 3 - LED RGB, LED 590 nm e LED 850 nm. ........... 102 Imagem 48. Tela de seleção de comprimento de onda e modo de emissão de energia: contínuo ou pulsado. ......................................... 103 Imagem 49. Modo pulsado. ...................................... 103 Imagem 50. Exemplo de inserção de densidade de energia. Observe que o tempo de emissão é calculado automaticamente. ................ 104 Imagem 51. Tela de emissão da radiação LED. Observe símbolo de emissão. .............................. 104 Imagem 52. Tela inicial do Cluster pequeno 1 - LED RGB e LASER 808 nm. ........................... 105 Imagem 53. Tela de seleção de comprimento de onda e modo de emissão de energia: contínuo ou pulsado. ......................................... 105 Imagem 54. Modo pulsado. .................................... 106 Imagem 55. Modo contínuo comprimento de onda 808 nm ......................................................106 Imagem 56. Modo pulsado comprimento de onda 808 11 3 - ENTENDENDO DA SIMBOLOGIA, ABREVIATURAS E ROTULAGEM nm.... ................................................. 106 Imagem 57. Exemplo de inserção de densidade de energia. Observe que o tempo de emissão é calculado automaticamente. ................ 107 Imagem 58. Tela de emissão da radiação LED. Observe o símbolo de emissão. ........................... 108 Imagem 59. Esquema de funcionamento da chave NF. . 108 Imagem 60. Tela de ativação do Interlock (ON). ......... 109 Imagem 61. Tela de botoeira de emergência acionada. 109 Imagem 62. Aviso de equipamento sem aplicador. ...... 110 Imagem 63. Tela de intertravamento remoto acionado. 110 Imagem 64. Tela de falha no ventilador...................... 111 Imagem 65. Tela de falha no auto teste. ................... 111 Imagem 66. A) Removendo a tampa protetora e a gaveta dos fusíveis; B) substituindo os fusíveis de proteção e C) reposicionando a gaveta dos fusíveis. ............................ 114 12 LASER LLLT LED AlGaAs W WpK mW J J/cm² V nm μs s min h Hz A ATP λ Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation Low Level Laser Therapy Diodo emissor de luz (Light Emmitting Diode) Arseneto de Gálio Alumínio (Aluminium gallium arsenide) Watts Potência de pico Miliwatts (1 x 10-3 Watts) Joule Joule por centímetro quadrado Volts Nanômetro (1 x 10-9 metros) Microssegundo Segundo Minuto Hora Hertz (pulso por segundo) Amperes Trifosfato de adenosina (Adenosine triphosphate) Lambda 3 - ENTENDENDO DA SIMBOLOGIA, ABREVIATURAS E ROTULAGEM 3.3 LISTA DE ABREVIATURAS 3.4 ENTENDENDO A ROTULAGEM EQUIPAMENTO CAUTION= CUIDADO CHECK = VERIFICAR DATE= DATA DO NOT OPEN= NÃO ABRA MODEL= MODELO RISK OF ELECTRIC SHOCK= RISCO DE CHOQUE ELÉTRICO APLICADORES: EMITTING= EMITINDO LASER START= INICIAR LASER LED START= INICIAR LED START= INICIAR 13 3.5 RÓTULOS E ETIQUETAS 3 - ENTENDENDO DA SIMBOLOGIA, ABREVIATURAS E ROTULAGEM 3.5.1 Equipamento 3.5.1.1 Rotulagem Superior 3.5.1.2 Rotulagem Frontal 3.5.1.3 Rotulagem Posterior 14 3 - ENTENDENDO DA SIMBOLOGIA, ABREVIATURAS E ROTULAGEM 3.5.2 Aplicadores Probe 1 - LED RGB Probe 2 - LED 850 nm 15 3 - ENTENDENDO DA SIMBOLOGIA, ABREVIATURAS E ROTULAGEM Probe 3 - LASER 660 nm Probe 4 - LASER 808 nm 16 3 - ENTENDENDO DA SIMBOLOGIA, ABREVIATURAS E ROTULAGEM Probe 5 - LASER 904 nm Probe 7 - LED 590 nm 17 3 - ENTENDENDO DA SIMBOLOGIA, ABREVIATURAS E ROTULAGEM Cluster Pequeno 1 - LED RGB e LASER 808 nm Cluster Pequeno 2 - LED 630 nm e LED 850 nm 18 3 - ENTENDENDO DA SIMBOLOGIA, ABREVIATURAS E ROTULAGEM Cluster Grande 1 - LED 590 nm, LED 630 nm e LED 850 nm Cluster Grande 2 - LED 410 nm, LED 450 nm e LED 630 nm 19 3 - ENTENDENDO DA SIMBOLOGIA, ABREVIATURAS E ROTULAGEM Cluster Grande 3 - LED RGB, LED 590 nm e LED 850 nm nm 20 • Instale o aparelho sobre uma superfície firme e plana. • Não bloqueie a ventilação. • Evite ambientes úmidos, quentes e empoeirados. • Não introduzaobjetos nos orifícios do dispositivo. • Faixa de temperatura durante o transporte e armazenamento: 5 - 50° C/ 41 - 122° F. • Faixa de umidade durante o transporte e armazenamento: 10 - 85%. O ANTARES é enviado com os acessórios ao cliente em uma caixa. Ao receber, inspecionar a caixa, o equipamento e acessórios para visualizar possíveis danos. Em caso de danos, mantenha todos os materiais de transporte, incluindo a embalagem e entre em contato com o agente responsável pela entrega da unidade. Todas as reclamações relativas a danos durante o transporte devem ser apresentadas diretamente a eles. O fabricante não será responsável por qualquer dano durante o transporte, não realizará ajustes a menos que uma reclamação formal adequada for apresentada pelo receptor contra o transportador. A caixa na qual o seu ANTARES foi entregue foi especialmente concebida para proteger o equipamento durante o transporte. Guarde a embalagem de transporte no caso de precisar retornar seu equipamento para manutenção. Sugerimos que guarde a embalagem durante todo o período de garantia. 4 - CUIDADOS • Evite ambientes úmidos, quentes e empoeirados. • Certifique- se que a área em torno do aplicador e do cabo de alimentação elétrica está livre. • Faixa de temperatura durante o transporte e armazenamento: 5 - 50° C/ 41 - 122° F. • Faixa de umidade durante o transporte e armazenamento: 10 - 85%. • Armazene os aplicadores em local seco, apropriado e protegido de agressões ambientais para sua maior durabilidade. 4.1 TRANSPORTE 4.2 ARMAZENAMENTO 4.2.1 Armazenamento do equipamento 4.2.2 Armazenamento dos aplicadores (Probe/ Cluster) 21 4.3 LIMPEZA DO EQUIPAMENTO 4.3.1 Limpeza do equipamento e dos cabos dos aplicadores 4.3.2 Limpeza dos aplicadores (Probe/Cluster) Limpeza e desinfecção sempre devem ser feitas com o plugue do cabo de alimentação elétrica desligado da tomada de rede. 4 - CUIDADOS • Desligue o equipamento da fonte de alimentação, limpe com um pano limpo umedecido com água e sabão antibacteriano suave. • O procedimento de limpeza deve ser realizado sempre que necessário. A IBRAMED sugere a limpeza semanal do equipamento e cabos. Os aplicadores devem ser limpos após cada sessão de tratamento. • Não coloque o equipamento, aplicadores e cabos em líquidos. • Após a terapia remova os resíduos. • Limpe os aplicadores com pano limpo umedecido com água e sabão antibacteriano suave, seque com papel toalha descartável. • Não coloque os aplicadores em líquidos. • O procedimento de limpeza deve ser realizado sempre que necessário. A IBRAMED sugere a limpeza das ponteiras após cada sessão de tratamento. 4.4 MÉTODO DE ESTERILIZAÇÃO • Não é necessário esterilizar nenhuma parte ou peça para o uso deste equipamento. 22 O ANTARES da IBRAMED contém acessórios concebidos para satisfazer os requisitos de compatibilidade eletromagnética. 5 - ACESSÓRIOS 5.1 ACESSÓRIOS QUE ACOMPANHAM O EQUIPAMENTO QUANTIDADE CÓDIGO DESCRIÇÃO DO ITEM 1 03017006 CABO PP FEMEA IEC - 2 X 0.75 X 1500MM 2 03026109 ÓCULOS DE PROTEÇÃO OPERADOR – 200 NM – 1200 NM 1 03029100 SUPORTE APLICADOR PROBE PARA GABINETE SAFIRA V2.0 1 03049122 CABO CONECTOR INTERLOCK 1 11027089 FOLDER DE INSTRUCOES SUPORTE PROBE SAFIRA BIOCOMPATIBILIDADE dos materiais em contato com o paciente de acordo com a norma (ISO 10993-1): A IBRAMED declara que o Acrílico e ABS são materiais utilizados nos aplicadores Probe/Cluster do equipamento não ocasionam reações alérgicas e possuem biocompatibilidade. Os aplicadores devem ser utilizados somente em contato com a superfície do tecido íntegro, respeitando-se um tempo limite de duração deste contato de 24 horas. Peles reativas e/ou hipersensíveis podem ser mais suscetíveis à reações de contato, como hiperemia, prurido e erupções cutâneas, caso isso ocorra, suspenda o uso do acessório e procure assistência de um profissional habilitado. 23 A utilização de acessórios, cabos, probes e clusters diferentes daqueles para os quais o equipamento foi projetado podem degradar significativamente o desempenho das emissões e da imunidade. Sendo assim, NÃO UTILIZAR acessórios, cabos, probes e clusters do equipamento ANTARES em outros equipamentos ou sistemas eletromédicos ou acessórios danificados. Os acessórios, cabos, probes e clusters descritos nestas instruções de uso são projetados e fabricados pela IBRAMED para uso somente com o equipamento ANTARES. 5 - ACESSÓRIOS 5.2 ACESSÓRIOS DE REPOSIÇÃO Os acessórios de reposição são projetados para uso com o ANTARES. Ao fazer o pedido, fornecer os respectivos códigos, descrição e quantidade desejada. O uso de acessórios, cabos, probes e clusters que não os destinados para este equipamento específico podem degradar significativamente o desempenho das emissões e imunidade. Não use acessórios danificados ou cabos, probes e clusters do ANTARES em outros equipamentos ou sistemas eletromédicos. 24 5 - ACESSÓRIOS 5.3 ACESSÓRIOS OPCIONAIS VENDIDOS SEPARADAMENTE O ANTARES da IBRAMED apresenta acessórios opcionais que são vendidos separadamente e concebidos para satisfazer os requisitos de compatibilidade eletromagnética. Apesar dos aplicadores serem necessários e imprescindíveis para o funcionamento do equipamento estes são vendidos separadamente à escolha do cliente. Os clusters e probes foram concebidos para satisfazer as exigências de compatibilidade eletromagnética. QUANTIDADE CÓDIGO DESCRIÇÃO - 01001022 APLICADOR PROBE P1 - RGB - 01001023 APLICADOR PROBE P2 - 850 - 01001024 * APLICADOR PROBE P3 - 660 - 01001025 * APLICADOR PROBE P4 - 808 - 01001026 APLICADOR PROBE P5 - 904 - 01001046 APLICADOR PROBE 7 - 590 - 01001017 APLICADOR CLUSTER P1 – RGB – 808 - 01001018 APLICADOR CLUSTER P2 – 630 – 850 - 01001019 APLICADOR CLUSTER G1 – 590 – 630 – 850 - 01001020 APLICADOR CLUSTER G2 – 410 – 450 – 630 - 01001021 APLICADOR CLUSTER G3 – RGB – 590 – 850 * Nota: As Probes 3 e 4 acompanham munhequeira para ILIB como brinde. 25 5 - ACESSÓRIOS 5.4 PARTES APLICADAS PARTE APLICADA: Parte do ANTARES que em utilização normal necessariamente entra em contato físico com o paciente para que o equipamento ou o sistema realize sua função. Partes aplicadas Partes aplicadas PROBE 1 PROBE 2 PROBE 3 PROBE 4 PROBE 5 PROBE 7 CLUSTER PEQUENO 1 CLUSTER PEQUENO 2 CLUSTER GRANDE 1 CLUSTER GRANDE 2 CLUSTER GRANDE 3 26 Largura: Profundidade: Altura: Peso líquido: Peso bruto: Versão do firmware: Entrada: Potência de Entrada: Fusíveis: Classe Elétrica: Proteção elétrica: Modo de Operação: 100–240 V~ 50/60 Hz 150 VA 5A 250V~(20AG) Ação rápida, capacidade de ruptura 50A CLASSE II TIPO BF Operação Contínua 27,0 cm ±5% 10.7 in 29,4 cm ±5% 11.6 in 11,4 cm ±5% 4.5 in 1,850 Kg ± 5% 2,500 Kg ± 5% LA02_V05_AN IEC 60601-1 IEC 60601-1-2 IEC 60601-1-6 IEC 60601-1-9 IEC 60601-2-22 IEC 60601-2-57 Faixa de temperatura durante o transporte e armazenamento: 5 - 50°C / 41 - 122°F. Faixa de temperatura operacional: 5 - 35 °C / 41- 95 °F. Faixa de umidade operacional: 10 - 85% Faixa de pressão atmosférica: 61 - 102 kPa Faixa de umidade durante o transporte e armazenamento: 10 - 85% 6 - INSTALAÇÃO 6.1 ESPECIFICAÇÕES DO SISTEMA 6.1.1 Dimensões 6.1.2 Descrição Elétrica do Equipamento 6.1.3 Conformidade Regulamentar 27 6 - INSTALAÇÃO 6.2 ESPECIFICAÇÕES DOS APLICADORES Aplicador Comprimento de onda (nm) ± 2% Fonte geradora de luz Potência de saída (mW) ± 20% Potência total (W) ± 20% Área de contato (cm²) ±10% Densidade de potência (W/cm²) ± 20% Divergência do feixe (rad) ±10% Duração do pulso (s) ± 20% Probe 1 - LED RGB 450 LED 300 0,30 2,93 0,10 2,00 0,5 a 25x10-6525 100 0,10 0,03 2,00 630 150 0,15 0,05 2,00 Probe 2 - LED 850 nm 850 LED 200 0,20 0,50 0,40 1,57 0,5 a 25x10-6 Probe 3 - LASER 660 nm 660 LASER 180 0,18 0,07 2,57 0,35 0,5 a 25x10-6 Probe 4 - LASER 808 nm 808 LASER 180 0,18 0,07 2,570,70 0,5 a 25x10-6 Probe 5 - LASER 904 nm 904 LASER 70 0,07 0,07 1,00 0,44 100x10-9 Probe 7 - LED 590 nm 590 LED 150 0,15 0,50 0,30 1,57 0,5 a 25x10-6 28 6 - INSTALAÇÃO Aplicador λ (nm) ± 2% Fonte geradora de luz Potência de saída (mW)/ LED ± 20% Potência total (W) ± 20% Área de contato (cm²) ±10% Densidade de potência (W/ cm²) ± 20% Divergência do feixe (rad) ±10% Duração do pulso (s) ± 20% Cluster P1 - LED RGB e LASER 808 nm 450 3 LED 250 0,75 20 0,038 2,00 0,5 a 25x10-6 525 100 0,30 0,015 2,00 630 150 0,45 0,023 2,00 808 4 LASER 180 0,72 0,07 2,57 1,57 Cluster P2 - LED 630 nm e LED 850 nm 630 5 LED 250 1,25 20 0,063 1,40 0,5 a 25x10-6 850 4 LED 300 1,20 0,06 1,57 Cluster G1 - LED 590 nm, LED 630 nm e LED 850 nm 590 13 LED 200 2,60 80 0,033 2,18 0,5 a 25x10-6 630 300 3,90 0,049 1,40 850 500 6,50 0,081 1,57 Cluster G2 - LED 410 nm, LED 450 nm e LED 630 nm 410 13 LED 500 6,50 80 0,081 1,19 0,5 a 25x10-6450 300 3,90 0,049 2,62 630 300 3,90 0,049 1,40 Cluster G3 - LED RGB, LED 590 nm e LED 850 nm 450 9 LED 450 4,05 80 0,050 2,00 0,5 a 25x10-6 525 150 1,35 0,017 2,00 630 300 2,70 0,034 2,00 590 150 1,35 0,017 2,18 850 350 3,15 0,039 1,57 29 6 - INSTALAÇÃO IRRADIÂNCIA ESPECTRAL RELATIVA Imagem 1. Gráfico das irradiâncias espectrais relativas em função do comprimento de onda de cada emissor do LED RGB. Emissores LED RGB Emissor Irradiância espectral Blue Irradiância em 450 nm ± 2% (máximo de emissão) = 0,10 W.m-2 ± 20% Green Irradiância em 525 nm ± 2% (máximo de emissão) = 0,03 W.m-2 ± 20% Red Irradiância em 630 nm ± 2% (máximo de emissão) = 0,03 W.m-2 ± 20% 30 6 - INSTALAÇÃO IRRADIÂNCIA ESPECTRAL RELATIVA Imagem 2. Gráfico das irradiâncias espectrais relativas em função do comprimento de onda dos LED’s com emissões centradas em 410, 450, 590, 630 e 850 nm. Emissores LED Emissor Irradiância Espectral LED 410 nm Irradiância em 410 nm ± 2% (máximo de emissão) = 0,081 W.m-2 ± 20% LED 450 nm Irradiância em 450 nm ± 2% (máximo de emissão) = 0,049 W.m-2 ± 20% LED 590 nm Irradiância em 590 nm ± 2% (máximo de emissão) = 0,017 W.m-2 ± 20% LED 630 nm Irradiância em 630 nm ± 2% (máximo de emissão) = 0,050 W.m-2 ± 20% LED 850 nm Irradiância em 850 nm ± 2% (máximo de emissão) = 0,081 W.m-2 ± 20% 31 6 - INSTALAÇÃO 6.3 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Probe 1 - LED RGB Fonte geradora de luz: LED RGB. Comprimento de onda: • 630 nm; Potência variável de 100 mW e 150 mW ±20%. • 525 nm; Potência de 100 mW ±20%. • 450 nm; Potência variável de 100 mW, 150 mW, 200 mW, 250 mW e 300 mW ±20%. Densidade de energia ajustável: 1 a 100 J/cm2 ±20% Área de contato: 2,93 cm² ±10% Modos de emissão: Contínuo ou Pulsado Frequência: 1 a 25 (com incremento de 1 Hz), 100, 250, 1000, 2500, 5000, 6000, 7000, 8000, 9000, 10000, 15000 e 20000 Hz ±5%. Probe 2 - LED 850 nm Fonte geradora de luz: LED. Comprimento de onda: • 850 nm; Potência variável de 100 mW, 150 mW e 200 mW ±20%. Densidade de energia ajustável: 1 a 15 J/cm2 ±20% Área de contato: 0,5 cm²; ±10% Modos de emissão: Contínuo ou Pulsado. Frequência: 1 a 25 (com incremento de 1 Hz), 100, 250, 1000, 2500, 5000, 6000, 7000, 8000, 9000, 10000, 15000 e 20000 Hz ±5%. Probe 3 - LASER 660 nm Fonte geradora de luz: LASER. Comprimento de onda: • 660 nm; Potência variável de 40 mW até 180 mW ±20% com steps de 20 mW. Energia total ajustável: 1 a 15 J ±20% Área de contato: 0,07 cm²; ±10% Modos de emissão: Contínuo ou Pulsado. Frequência: 1 a 25 (com incremento de 1 Hz), 100, 250, 1000, 2500, 5000, 6000, 7000, 8000, 9000, 10000, 15000 e 20000 Hz ±5%. Probe 4 - LASER 808 nm Fonte geradora de luz: LASER. Comprimento de onda: • 808 nm; Potência variável de 40 mW até 180 mW ±20% com steps de 20 mW. 32 6 - INSTALAÇÃO Energia total ajustável: 1 a 15 J ±20% Área de contato: 0,07 cm²; ±10% Modos de emissão: Contínuo ou Pulsado Frequência: 1 a 25 (com incremento de 1 Hz), 100, 250, 1000, 2500, 5000, 6000, 7000, 8000, 9000, 10000, 15000 e 20000 Hz ±5%. Probe 5 - LASER 904 nm Fonte geradora de luz: LASER. Comprimento de onda: • 904 nm; Potência média de 70 mW ±20%; potência de pico 70WpK. Energia total ajustável: 1 a 15 J ±20% Área de contato: 0,07 cm²; ±10% Modos de emissão: Pulsado Frequência: 10 kHz Probe 7 - LED 590 nm Fonte geradora de luz: LED. Comprimento de onda: • 590 nm; Potência variável de 50 mW, 100 mW e 150 mW ±20% com steps de 50 mW. Densidade de energia ajustável: 1 a 100 J/cm2 ±20% Cluster Pequeno 1 - LED RGB e LASER 808 nm Fonte geradora de luz: LED RGB. Comprimento de onda: • 630 nm; Potência: 3 LEDs de 150 mW; Potência total: 450 mW ±20%. • 525 nm; Potência: 3 LEDs de 100 mW; Potência total: 300 mW ±20%. • 450 nm; Potência: 3 LEDs de 250 mW; Potência total: 750 mW ±20%. Densidade de energia ajustável: 1 a 100 J/cm2 ±20% Área de contato: 20 cm² ±10% Modos de emissão: Contínuo ou Pulsado Frequência: 1 a 25 (com incremento de 1 Hz), 100, 250, 1000, 2500, 5000, 6000, 7000, 8000, 9000, 10000, 15000 e 20000 Hz ±5%. Fonte geradora de luz: LASER. Comprimento de onda: • 808 nm; Potência: 4 emissores LASER; Potência variável de 40 mW até 180 mW com steps de 20 mW; Área de contato: 0,5 cm²; ±10% Modos de emissão: Contínuo ou Pulsado. 33 6 - INSTALAÇÃO Potência total: 160 mW até 720 mW ±20%. Energia total ajustável: 1 a 15 J ±20% Área de contato: 20 cm²; ±10% Modos de emissão: Contínuo ou Pulsado Frequência: 1 a 25 (com incremento de 1 Hz), 100, 250, 1000, 2500, 5000, 6000, 7000, 8000, 9000, 10000, 15000 e 20000 Hz ±5%. Cluster Pequeno 2 - LED 630 nm e LED 850 nm Fonte geradora de luz: LED. Comprimento de onda: • 630 nm; Potência: 5 LEDs de 250 mW; Potência total: 1250 mW ±20%. • 850 nm; Potência: 4 LEDs de 300 mW; Potência total: 1200 mW ±20%. Densidade de energia ajustável: 1 a 100 J/cm2 ±20% Área de contato: 20 cm² ±10% Modos de emissão: Contínuo ou Pulsado Frequência: 1 a 25 (com incremento de 1 Hz), 100, 250, 1000, 2500, 5000, 6000, 7000, 8000, 9000, 10000, 15000 e 20000 Hz ±5%. Cluster Grande 1 - LED 590, LED 630 e LED 850 nm Fonte geradora de luz: LED. Comprimento de onda: • 590 nm; Potência: 13 LEDs de 200 mW; Potência total: 2600 mW ±20%. • 630 nm; Potência: 13 LEDs de 300 mW; Potência total: 3900 mW ±20%. • 850 nm; Potência: 13 LEDs de 500 mW; Potência total: 6500 mW ±20%. Densidade de energia ajustável: 1 a 100 J/cm2 ±20% Área de contato: 80 cm² ±10% Modos de emissão: Contínuo ou Pulsado Frequência: 1 a 25 (com incremento de 1 Hz), 100, 250, 1000, 2500, 5000, 6000, 7000, 8000, 9000, 10000, 15000 e 20000 Hz ±5%. Cluster Grande 2 - LED 410, LED 450 e LED 630 nm Fonte geradora de luz: LED. Comprimento de onda: • 410 nm; Potência: 13 LEDs de 500 mW; Potência total: 6500 mW ±20%. • 450 nm; Potência: 13 LEDs de 300 mW; 34 6 - INSTALAÇÃO Potência total: 3900 mW ±20%. • 630 nm; Potência: 13 LEDs de 300 mW; Potência total: 3900 mW ±20%. Densidade de energia ajustável: 1 a 100 J/cm2 ±20% Área de contato: 80 cm² ±10% Modos de emissão: Contínuo ou Pulsado Frequência: 1 a 25 (com incremento de 1 Hz), 100, 250, 1000, 2500, 5000, 6000, 7000, 8000, 9000, 10000, 15000 e 20000 Hz ±5%. Cluster Grande 3 - LED RGB, LED 590 e LED 850 nm Fonte geradora de luz: LED RGB. Comprimento de onda: • 630 nm; Potência: 9 LEDs de 300 mW; Potência total: 2700 mW ±20%. • 525 nm; Potência: 9 LEDs de 150 mW; Potência total: 1350 mW ±20%. • 450 nm; Potência: 9 LEDs de 450 mW; Potência total: 4050 mW ±20%. Densidade de energia ajustável: 1 a 100 J/cm2 ±20% Área de contato: 80 cm² ±10% Modos de emissão: Contínuo ou Pulsado Frequência: 1 a 25 (com incremento de 1 Hz), 100, 250, 1000, 2500, 5000, 6000, 7000, 8000, 9000, 10000, 15000 e 20000 Hz ±5%. Fonte geradora de luz: LED. Comprimento de onda: • 590 nm; Potência: 9 LEDs de 150 mW; Potência total: 1350 mW ±20%. • 850 nm; Potência: 9 LEDs de 350 mW; Potência total: 3150 mW ±20%. Densidade de energia ajustável: 1 a 100 J/cm2 ±20% Área de contato: 80 cm² ±10% Modos de emissão: Contínuo ou Pulsado. Frequência: 1 a 25(com incremento de 1 Hz), 100, 250, 1000, 2500, 5000, 6000, 7000, 8000, 9000, 10000, 15000 e 20000 Hz ±5%. 35 6 - INSTALAÇÃO Exemplo Probe LASER: Suponha um tratamento no qual pretende-se entregar 2 joules de energia com uma probe laser ajustada para emitir 40 mW de potência luminosa. A relação entre energia (E), potência (P) e tempo (t) é: Rearranjando a expressão: ±10% O tempo de tratamento será 50 segundos. Exemplo Probe LED: Suponha um tratamento no qual pretende-se entregar 3 J/ cm² de dose de energia com uma probe LED ajustada para emitir 0,015 w/cm² de densidade de potência. 6.4 CÁLCULO AUTOMÁTICO DO TEMPO DE TRATAMENTO A relação entre dose de energia (D), densidade de potência (I) e tempo é: Rearranjando a expressão: ±10% O tempo de tratamento será 3 minutos e 20 segundos. Obs: Para tempos >10 minutos o valor de incerteza é de ± 20%. O ANTARES não deve ser usado muito próximo ou empilhado com outro equipamento. Caso isso seja necessário, recomenda-se que o equipamento ou sistema seja observado para verificar a operação normal na configuração na qual será utilizado. 36 6 - INSTALAÇÃO Aplicador DNPO em metros Probe 1 - LED RGB 20 Probe 2 - LED 850 nm 20 Probe 3 - LASER 660 nm 20 Probe 4 - LASER 808 nm 20 Probe 5 - LASER 904 nm 20 Probe 7 - LED 590 nm 20 Cluster pequeno 1 - LED RGB e LASER 808 nm 20 Cluster pequeno 2 - LED 630 nm e LED 850 nm 20 Cluster grande 1 - LED 590 nm, LED 630 nm e LED 850 nm 20 Cluster grande 2 - LED 410 nm, LED 450 nm e LED 630 nm 20 Cluster grande 3 - LED RGB, LED 590 nm e LED 850 nm 20 6.5 DISTÂNCIA NOMINAL DE PERIGO OCULAR (DNPO) 37 6 - INSTALAÇÃO 6.6 MODO DE OPERAÇÃO DO ANTARES Contínuo e Pulsado. RELAÇÃO FREQUÊNCIA/LARGURA DE PULSO DO MODO PULSADO Frequência (Hz) Largura de pulso (s) Intervalo entre os pulsos (s) 1 0,5 0,5 2 0,25 0,25 3 0,17 0,17 4 0,125 0,125 5 0,1 0,1 6 0,08 0,08 7 0,07 0,07 8 0,06 0,06 9 0,056 0,056 10 0,05 0,05 11 0,045 0,045 12 0,042 0,042 13 0,038 0,038 14 0,036 0,036 15 0,033 0,033 16 0,031 0,031 17 0,029 0,029 18 0,028 0,028 19 0,026 0,026 Frequência (Hz) Largura de pulso (s) Intervalo entre os pulsos (s) 20 0,025 0,025 21 0,024 0,024 22 0,023 0,023 23 0,022 0,022 24 0,021 0,021 25 0,02 0,02 100 0,005 0,005 250 0,002 0,002 1000 0,0005 0,0005 2500 0,0002 0,0002 5000 0,0001 0,0001 6000 0,000083 0,000083 7000 0,000071 0,000071 8000 0,000063 0,000063 9000 0,000056 0,000056 10000 0,00005 0,00005 15000 0,000033 0,000033 20000 0,000025 0,000025 38 6.7 COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA Quanto aos limites para perturbação eletromagnética, o Antares é um equipamento eletromédico que pertence ao Grupo 1 Classe A. A conexão simultânea do paciente ao Antares e a um equipamento cirúrgico de alta frequência pode resultar em queimaduras no local de aplicação do (PROBE/CLUSTER) e possível dano ao aparelho. A operação a curta distância (1 metro, por exemplo) de um equipamento de terapia por ondas curtas ou micro-ondas pode produzir instabilidade na saída do aparelho. Para prevenir interferências eletromagnéticas, sugerimos que se utilize um grupo de rede elétrica para o Antares e um outro grupo separado para os equipamentos de ondas curtas ou micro-ondas. Sugerimos ainda que o paciente, o Antares e cabos de conexão sejam instalados a pelo menos 3 metros dos equipamentos de terapia por ondas curtas ou micro-ondas. 6.7.1 Orientações sobre a compatibilidade eletromagnética 6.7.2 Interferência eletromagnética potencial 6 - INSTALAÇÃO Não está previsto o uso desta unidade em locais onde exista risco de explosão, tais como departamentos de anestesia, ou na presença de uma mistura anestésica inflamável com ar, oxigênio ou óxido nitroso. O uso de cabos, eletrodos e outros acessórios de outros fabricantes e/ou diferentes daqueles especificados neste manual, bem como a substituição de componentes internos do Antares pode resultar em aumento das emissões ou diminuição da imunidade do equipamento. O Antares foi desenvolvido para ser utilizado por médicos, fisioterapeutas, esteticistas, biomédicos ou por quaisquer profissionais da área da saúde, profissionais de serviço de saúde ou profissionais de serviço de interesse para saúde, devidamente habilitados segundo legislação e/ ou conselho de classe vigente do país. O Antares pode causar rádio interferência ou interromper operações de equipamentos nas proximidades. Poderá ser necessário adotar procedimentos de mitigação, tais como reorientação ou realocação do equipamento ou a blindagem do local. Equipamentos de comunicação por radiofrequência, móveis ou portáteis, podem causar interferência e afetar o funcionamento do Antares. 39 Equipamentos eletromédicos requerem atenção especial em relação à compatibilidade eletromagnética e devem ser instalados e colocados em serviço de acordo com as informações sobre compatibilidade eletromagnética fornecidas nas tabelas a seguir. Equipamentos de comunicação por radiofrequência (RF) portáteis e móveis podem afetar equipamentos eletromédicos. O uso de acessórios não listados nestas instruções de uso pode resultar em aumento das emissões ou diminuição da imunidade do ANTARES, exceto quando os acessórios forem fornecidos ou vendidos pela IBRAMED - Indústria Brasileira de Equipamentos Médicos LTDA como peças de reposição para componentes internos ou externos. 6 - INSTALAÇÃO 40 Diretrizes e declaração do fabricante – emissões eletromagnéticas O Antares é destinado ao uso no ambiente eletromagnético especificado abaixo. Convém que o comprador ou usuário do Antares garanta que este seja utilizado em tal ambiente. Ensaio de emissões Conformidade Ambiente eletromagnético - diretrizes Emissões de RF CISPR 11 Grupo 1 O ANTARES utiliza energia de RF apenas para suas funções internas. Portanto, suas emissões de RF são muito baixas e provavelmente não causarão qualquer interferência em equipamentos eletrônicos nas proximidades. Emissões de RF CISPR 11 Classe A O ANTARES é apropriado para uso em consultórios médicos, consultórios dentários, clínicas, instalações de cuidados limitados, centros cirúrgicos livres, centros de parto livre, unidades múlltiplas de tratamentos em hospitais (salas de emergência, quartos de pacientes, salas de cirurgias, salas de cuidados intensivos, exceto próximos à EQUIPAMENTOS EM cirúrgicos de AF, fora de salas blindadas de RF de SISTEMA EM para ressonância magnética por imagem. Se for utilizado em um ambiente residencial (para o qual normalmente é requerida a IEC/CISPR 11, Classe B), este equipamento pode não oferecer proteção adequada a serviços de comunicação por radiofrequência. O usuário pode precisar tomar medidas de mitigação, como realocar ou reorientar o equipamento. Emissões de harmônicas IEC 61000-3-2 Classe A Emissões devido à flutuação de tensão/ cintilação IEC 61000-3-3 Em Conformidade Os equipamentos eletromédicos exigem uma atenção especial em relação à compatibilidade eletromagnética (EMC) e devem ser instalados e operados de acordo com as informações EMC fornecidas nas tabelas a seguir: 6 - INSTALAÇÃO 41 Diretrizes e declaração do fabricante – imunidade eletromagnética O equipamento eletromédico ANTARES é destinado ao uso no ambiente eletromagnético especificado abaixo. Convém que o comprador ou o usuário do equipamento eletromédico ANTARES garanta que este seja utilizado em tal ambiente. Ensaio de imunidade Nível de Ensaio IEC 60601 Nível de Conformidade Ambiente eletromagnético - orientações Descarga eletrostática(ESD) IEC 61000-4-2 ± 8 kV por contato ± 2 kV, ± 4 kV, ± 8 kV e ± 15 kV pelo ar ± 8 kV por contato ± 2 kV, ± 4 kV, ± 8 kV e ± 15 kV pelo ar Convém que os pisos sejam de madeira, concreto ou cerâmica. Se os pisos estiverem recobertos por material sintético, convém que a umidade relativa seja de pelo menos 30%. Transiente elétrico rápido IEC 61000-4-4 ± 2 kV / 100 kHz para linhas dealimentação elétrica ± 1 kV / 100 kHz para linhas de entrada / saída ±2 kV / 100 kHz para linhas de alimentação elétrica ± 1 kV / 100 kHz para linhas de entrada / saída Convém que a qualidade da alimentação de rede elétrica seja típica de um ambiente hospitalar ou comercial. Surtos IEC 61000-4-5 ±0,5 kV, ± 1 kV linha(s) a linha(s) ± 0,5 kV, ± 1kV e ± 2 kV linhas(s) para terra ±0,5 kV, ± 1 kV linha(s) a linha(s) ± 0,5 kV, ± 1kV e ± 2 kV linhas(s) para terra Convém que a qualidade da alimentação de rede elétrica seja típica de um ambiente hospitalar ou comercial. 6 - INSTALAÇÃO 42 Ensaio de imunidade Nível de Ensaio IEC 60601 Nível de Conformidade Ambiente eletromagnético - diretrizes Quedas de tensão, interrupções curtas e variações de tensão nas linhas de entrada da alimentação elétrica IEC 61000-4-11 0% UT 0,5 ciclo A 0°, 45°, 90°, 135°, 180°, 225°, 270° e 315° 0% UT 1 ciclo e 70% UT, 25/30 ciclos Monofásico: a 0° 0% UT 250/300 ciclos 0% UT 0,5 ciclo A 0°, 45°, 90°, 135°, 180°, 225°, 270° e 315° 0% UT 1 ciclo e 70% UT, 25/30 ciclos Monofásico: a 0° 0% UT 250/300 ciclos Convém que a qualidade da alimentação de rede elétrica seja típica de um ambiente hospitalar ou comercial. Se o usuário do equipamento eletromédico ANTARES precisar de funcionamento contínuo durante interrupções de alimentação de rede elétrica, é recomendável que o equipamento eletromédico ANTARES seja alimentado por uma fonte contínua ou uma bateria. Campo magnético gerado pela frequência de rede elétrica (50/60 Hz) IEC 61000-4-8 30 A/m 30 A/m Se houver distorção da imagem, pode ser necessário posicionar o equipamento eletromédico ANTARES mais longe das fontes de campos magnéticos na frequência da rede de alimentação ou instalar blindagem magnética. Convém que o campo magnético na frequência da rede de alimentação seja medido no local destinado da instalação para garantir que seja suficientemente baixo. NOTA: UT é a tensão de rede c.a anterior à aplicação do nível de ensaio. 6 - INSTALAÇÃO 43 Diretrizes e declaração do fabricante – imunidade eletromagnética O ANTARES é destinado ao uso no ambiente eletromagnético especificado abaixo. Convém que o comprador ou o usuário do ANTARES garanta que este seja utilizado em tal ambiente. Ensaio de imunidade Nível de Ensaio IEC 60601 Nível de Conformidade Ambiente eletromagnético - diretrizes RF Conduzida IEC 61000-4-6 3 V 150 kHz até 80 MHz 6 V em bandas ISM entre 150 kHz até 80 MHz 80% AM a 1 kHz 3 V 6 V Não convém que o equipamento de comunicação por RF móveis ou portáteis sejam utilizados a distâncias menores em relação à qualquer parte do ANTARES, incluindo cabos, do que a distância de separação recomendada calculada pela equação aplicável à frequência do transmissor. Distância de separação recomendada: d= 1,2 P 150 kHz até 80 MHz d= 1,2 P 80MHz a 800 MHz d= 2,3 P 800MHz a 2,7 GHz onde P é o nível máximo declarado da potência de saída do transmissor em watts (W), de acordo com o fabricante do transmissor e d é a distância de separação recomendada em metros (m). Convém que a intensidade de campo proveniente de transmissores de RF, determinada por uma vistoria eletromagnética do campoa, seja menor do que o nível de conformidade para cada faixa de frequênciab. Pode ocorrer interferência na vizinhança dos equipamentos marcados com o seguinte símbolo: RF Irradiada IEC 61000-4-3 3 V/m 80 MHz até 2,7 GHz 80% AM a 1 kHz 3 V/m 6 - INSTALAÇÃO 44 Orientação e declaração do fabricante – imunidade eletromagnética NOTA 1: A 80 MHz e 800 MHz, maior faixa de frequência é aplicável. NOTA 2: Estas diretrizes podem não ser aplicáveis em todas as situações. A propagação eletromagnética é afetada pela absorção e reflexão de estruturas, objetos e pessoas. aA intensidade de campo proveniente de transmissores fixos, tais como estações base de rádio para telefones (celulares ou sem fio) e rádios móveis de solo, radioamador, transmissões de rádio AM e FM e transmissões de TV, não pode ser prevista teoricamente com precisão. Para avaliar o ambiente eletromagnético gerado pelos transmissores fixos de RF, convém que uma vistoria eletromagnética do campo seja considerada. Se a intensidade de campo medida no local no qual o ANTARES será utilizado exceder o NÍVEL DE CONFORMIDADE aplicável para RF definido acima, convém que o ANTARES seja observado para que se verifique se está funcionando normalmente. Se um desempenho anormal for detectado, medidas adicionais podem ser necessárias, tais como reorientação ou realocação do ANTARES. bAcima da faixa de frequência de 150 KHz a 80 MHz, convém que a intensidade de campo seja menos que 3 V/m. 6 - INSTALAÇÃO 45 Distâncias de separação recomendadas entre equipamentos de comunicação por RF móveis ou portáteis e o ANTARES O ANTARES é destinado para uso em ambiente eletromagnético no qual as perturbações por irradiação por RF são controladas. O comprador ou usuário do ANTARES pode ajudar a prevenir interferências eletromagnéticas mantendo a distância mínima entre os equipamentos de comunicação por RF móveis ou portáteis (transmissores) e o ANTARES, como recomendado abaixo, de acordo com a potência máxima de saída do equipamento de comunicação. Nível máximo declarado da potência de saída do transmissor w Distância de separação recomendada de acordo com a frequência do transmissor m 150 kHz a 80 MHz d = 1,2 P 80 MHz a 800 MHz d = 1,2 P 800 MHz a 2,7 GHz d = 2,3 P 0,01 0,12 0,12 0,23 0,1 0,37 0,37 0,74 1 1,2 1,2 2,3 10 3,7 3,7 7,4 100 12 12 23 Para transmissores com um nível máximo declarado de potência de saída não listada acima, a distância de separação recomendada d em metros (m) pode ser determinada utilizando-se a equação aplicável à frequência do transmissor, onde P é a potência máxima declarada de saída do transmissor em watts (W), de acordo com o fabricante do transmissor. NOTA 1: A 80 MHz e 800 MHz, a distância de separação para a maior faixa de frequência é aplicada. NOTA 2: Estas diretrizes podem não ser aplicáveis a todas as situações. A propagação eletromagnética é afetada pela absorção e reflexão de estruturas, objetos e pessoas. 6 - INSTALAÇÃO 46 6 - INSTALAÇÃO IMUNIDADE a campos na proximidade de equipamentos de comunicação sem fio por RF Especificações de ensaio para IMUNIDADE INTERFACE DE GABINETE a equipamentos de comunicações sem fio por RF Frequência de ensaio (MHz) Banda a (MHz) Serviço a Modulação Nível de ensaio de imunidade (V/m) 385 380 - 390 TETRA 400 Modulação de pulso b 18 Hz 27 450 430 - 470 GMRS 460, FRS 460 FM c desvio de ± 5 kHz senoidal de 1 kHz 28 710 704 - 787 Banda LTE 13, 17 Modulação de pulso b 217 Hz 9745 780 810 800 - 960 GSM 800/900, TETRA 800, iDEN 820, CDMA 850, Banda LTE 5 Modulação de pulso b 18 Hz 28 870 930 47 6 - INSTALAÇÃO Frequência de ensaio (MHz) Banda a (MHz) Serviço a Modulação Nível de ensaio de imunidade (V/m) 1720 1700 - 1990 GSM 1800; CDMA 1900; GSM 1900; DECT; Banda LTE 1, 3, 4, 25; UMTS Modulação de pulso b 217 Hz 28 1845 1970 2450 2400 - 2570 Bluetooth, WLAN, 802.11 b/g/n, RFID 2450, Banda LTE 7 Modulação de pulso b 217 Hz 28 5240 5100 - 5800 WLAN 802.11 a/n Modulação de pulso b 217 Hz 95500 5785 NOTA Se for necessário, para alcançar o NÍVEL DE ENSAIO DE IMUNIDADE, a distância entre a antena transmissora e o EQUIPAMENTO EM ou SISTEMA EM pode ser reduzida a 1 m. A distância de ensaio de 1 m é permitida pela ABNT NBR IEC 61000-4-3. a Para alguns serviços, somente as frequências de transmissão do terminal estão incluídas. b A portadora deve ser modulada usando-se um sinal de onda quadrada de ciclo de serviço de 50 %. c Como uma alternativa à modulação FM, modulação de pulso de 50 % a 18 Hz pode ser usada, pois embora não represente uma modulação real, isso seria o pior caso. 48 1. Conecte o cabo de alimentação elétrica BIPOLAR na parte de trás do ANTARES e na rede elétrica (100-240 V~50/60Hz). 2. Certifique-se que a área em torno do cabo de alimentação está livre. 3. Conecte o cabo do aplicador probe/cluster nas conexões corretas. 4. Ligue seu equipamento. • Não apoie sobre tapetes, almofadas ou outras superfícies fofas que obstruam a ventilação. • Evite locais úmidos, quentes e empoeirados. • Posicione o cabo de rede elétrica de modo que fique livre, fora de locais onde possa ser pisoteado, e não coloque qualquer objeto sobre ele. • Não introduza objetos nos orifícios do equipamento e não apoie recipientes com líquido. • O equipamento não necessita ser utilizado em locais blindados. • Posicione o equipamento de maneira que seja fácil de operar o dispositivo de desligamento. 6.8 CUIDADOS COM O SEU EQUIPAMENTO O equipamento nunca deve ser utilizado em ambientes rico em oxigênio. 6.9 INSTALAÇÃO DO EQUIPAMENTO DENTRO DO EQUIPAMENTO EXISTEM TENSÕES PERIGOSAS. NUNCA ABRA O EQUIPAMENTO. 6 - INSTALAÇÃO 49 Antes de ligar o ANTARES se certifique de que: A tensão e frequência de rede elétrica do local do estabelecimento onde o aparelho será instalado são iguais à descrita na etiqueta de característica de tensão e potência de rede localizada na parte traseira do equipamento. Para prevenir choques elétricos, não utilizar o plugue do aparelho com um cabo de extensão, ou outros tipos de tomada a não ser que os terminais se encaixem completamente no receptáculo. 6.10 UTILIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO PREVISTO PELO FABRICANTE A correta instalação do equipamento previne riscos de segurança. 6 - INSTALAÇÃO 6.11 SINAL SONORO Um sinal sonoro será emitido nas seguintes situações: • Ao ligar o equipamento. • Inserir a senha (correta ou incorreta). • Ao realizar o Check de Emissão (Falha na emissão ou Emissão Ok) • Acionamento das teclas. • Durante o tratamento (primeiro bip após 3 segundos e bips restantes a cada 5 segundos de tratamento). Caso o tempo de tratamento seja 2 segundos, haverá um bip no tempo de 1 segundo. • Final do tratamento (3 bips). • Mensagens de proteção. 50 7 - RESPONSABILIDADE DO USO DO EQUIPAMENTO ELETROMÉDICO 7.1 INDICAÇÕES Na área da estética, fisioterapia dermatofuncional, biomedicina estética e medicina estética: • Tratamento da acne. • Tratamento de áreas hiperpigmentadas. • Rejuvenescimento facial. • Cicatrização pós-cirurgia plástica. • Lipólise. Na acupuntura: • Laserpuntura. Na podologia: • Cicatrização de feridas. • Tratamento de Onicomicose. Na dermatologia: • Psoríase. • Alopecia. • Terapia fotodinâmica. • Controle de herpes labial e vaginal. Na reabilitação o ANTARES é comumente indicado para: • Tratamento de artrites. • Tratamento de artroses. • Tratamento para paralisia facial. • Tratamento da síndrome do túnel do carpo. • Tratamento de epicondilite. • Tratamento de tendinite. • Processos cicatriciais. • Estímulo da microcirculação. • Redução de edemas. • Regeneração do tecido musculoesquelético. • Aumento da circulação local. • Alivio de dor muscular e articular. • Relaxamento muscular. • Alivio de espasmos musculares. • Alivio da dor e rigidez leves relacionadas com as artrites. • Recuperação muscular após exercício. • Aumento de performance muscular na atividade física. 51 7.2 CONTRAINDICAÇÕES 7 - RESPONSABILIDADE DO USO DO EQUIPAMENTO ELETROMÉDICO • Uso do equipamento sem óculos de proteção para o usuário e para o paciente; • Apontar diretamente para os olhos de pessoas ou animais; • Aplicar sobre os olhos. • Sobre áreas onde houve injeções de esteroides nas últimas 2-3 semanas; • Para alívio da dor local sintomática sem etiologia conhecida; • Sobre os nervos dos seios carotídeos, particularmente em pacientes com sensibilidade alterada ao reflexo do seio carotídeo; • No pescoço sobre a região de tireoide; • Sobre ou próximo de lesões cancerígenas; • Em pacientes com suspeita ou diagnóstico de epilepsia fotossensível; • Sobre ou perto de centros de crescimento ósseo até que osso tenha terminado seu crescimento; • Áreas com tendência para hemorragias após trauma agudo ou fratura; • Sobre o abdome durante a gravidez. • Não aplicar sobre tatuagens e áreas pigmentadas. 7.3 PRECAUÇÕES E REAÇÕES ADVERSAS • Para evitar reflexão da luz verifique se o acoplamento da área de contato do aplicador com a pele está adequado durante todo o tratamento. • O equipamento não deve ser posicionado de maneira que seja difícil operar o dispositivo de desligamento. • O equipamento não deve ser posicionado de maneira que seja difícil de operar o dispositivo de emergência. • Em caso de uso com potências altas em pacientes com fototipos altos, pode resultar em sensação de aquecimento local, com riscos de lesões superficiais na pele, como queimaduras superficiais. • A utilização da energia máxima permitida pelo equipamento, pode resultar em efeitos inibitórios sobre o metabolismo celular, quando não desejado. • A escolha do comprimento de onda incorreto para o tratamento pode resultar em efeitos fisiológicos indesejados, risco de lesões superficiais na pele (como, por exemplo, queimaduras superficiais, devido ao uso de potências elevadas em fototipos mais altos), além de ineficácia do tratamento. • Verificar o fototipo do paciente e se o local possui alguma mancha pigmentada ou tatuagem. 52 7 - RESPONSABILIDADE DO USO DO EQUIPAMENTO ELETROMÉDICO • A utilização da energia máxima permitida pelo equipamento, pode resultar em efeitos inibitórios como a inibição do metabolismo celular; e intervalos maiores podem resultar em ineficácia no tratamento. • Para se obter o resultado com o tratamento é necessária a deposição de determinada quantidade de energia, se esta deposição for interrompida antes do término do tempo de aplicação, não será entregue ao tecido a quantidade de energia necessária para o tratamento, isso pode resultar em ineficácia no tratamento. O tratamento somente é considerado completo quando o tempo de deposição da quantidade de energia pré-ajustada pelo usuário é finalizado. • Em caso de interrupção da emissão de luz durante o tratamento, o tempo restante para a deposição total da energia deverá ser completado, porém não sendo necessário reiniciar o tempo total da aplicação no mesmo local de tratamento. Para facilitar este mecanismo, o equipamento apresenta a função de pausar a deposição de energia e retomar em seguida, por meio do botão de acionamento presente no aplicador, mantendo a programação pré- estabelecida e o tempo restante para a deposição total da energia. • Quando utilizado o preset do equipamento, nomeado como “Terapia fotodinâmica”, poderá ocorrer a sensação de ardor pela interação da luz com o fotossensibilizador O equipamento deve passar por manutenção periódica anual para minimizar desgastes ou corrosões que possam reduzir suas propriedades mecânicas dentro do seu período de vida útil. CALIBRAÇÃO empregado, dependendo da resposta individual de cada paciente. • Caso o paciente não informe o usuário que faz uso de medicamentos que podem interagir com a luz, esses pacientes podem experimentar uma reação semelhante a uma erupção cutânea, devido a sensibilidade a luz causada pelo uso do medicamento. Para evitar este risco sugere- se que o profissional realize uma avaliação detalhada do paciente antes da aplicação. O uso de fototerapia em pacientes que são mais sensíveis a luz e/ou que utilizam medicamentos fotossensíveis apenas deve ser realizado com prescrição médica. • Recomenda-se a utilização de luvas de látex para manuseio do equipamento e que se evite o contato diretamente com cabos do equipamento e aplicadores durante a execução do tratamento. 53 As instruções de precaução encontradas nesta seção e ao longo destas instruções de uso são indicadas por símbolos específicos. É necessário entender esses símbolos e suas definições antes de operar este equipamento e antes da sessão de terapia. Texto com o indicador “AVISO” refere-se a infrações de segurança em potencial que podem causar ferimentos gravese danos ao equipamento. 7 - RESPONSABILIDADE DO USO DO EQUIPAMENTO ELETROMÉDICO 7.4 PRECAUÇÕES DE SEGURANÇA Fumaça do LASER pode conter partícula de tecido vivo. Texto com indicador “ATENÇÃO” refere-se a necessidade de consultar as instruções de uso. Texto com o indicador “ADVERTÊNCIA” refere-se a infrações de segurança em potencial que podem causar lesões menores a moderadas ou danos ao equipamento. Texto com o indicador “PERIGO” refere-se a infrações de segurança em potencial que representam uma ameaça imediata à vida e resultam em morte ou ferimentos graves. O uso de fototerapia em pacientes que são mais sensíveis a luz e/ou que utilizam medicamentos fotossensíveis apenas deve ser realizado com prescrição médica. 54 • Ler, compreender e praticar as instruções de precaução e operação. Observe os rótulos de precaução e operacionais colocados na unidade. • Não opere esta unidade em um ambiente onde outros equipamentos intencionalmente irradiam energia eletromagnética de forma desprotegida. • Esta unidade deve ser transportada e armazenada a temperaturas entre 5° C e 50° C (41° F e 122° F). Evite ambientes úmidos e empoeirados. • O equipamento não deve ser empilhado e/ou colocado próximo a outro equipamento. • Verifique os cabos e os conectores antes de cada utilização. • Não use objetos pontiagudos, como um lápis ou caneta para operar os botões na interface com o operador, pois pode danificá-lo. • Segure o aplicador com cuidado. O uso inadequado do aplicador pode afetar adversamente suas características. • O ANTARES não é projetado para impedir a infiltração de água ou outros líquidos. A infiltração de água ou outros líquidos pode causar o mau funcionamento dos componentes internos do sistema e, portanto, promover um risco de dano ao paciente. 7 - RESPONSABILIDADE DO USO DO EQUIPAMENTO ELETROMÉDICO • Desconecte o plugue da tomada quando não for utilizado durante longos períodos de tempo. • Para se proteger contra o risco de incêndio, use apenas fusíveis de reposição do mesmo tipo e classificação. • Antes do tratamento do paciente é necessário conhecer os procedimentos operacionais para cada modo de tratamento disponíveis, bem como, as indicações, contraindicações, advertências e precauções. Consulte outros recursos para obter informações adicionais sobre as aplicações do ANTARES. • Para evitar choque elétrico, desligue o equipamento da fonte de alimentação antes de realizar qualquer procedimento de manutenção. • Deve-se utilizar luvas de látex para manusear o equipamento. • O tratamento com o ANTARES não deve ser aplicado sobre ou próximo a lesões cancerígenas. 55 • Pacientes com um dispositivo de neuroestimulação ou marca-passo implantado não devem ser tratados ou devem estar distantes de qualquer diatermia de ondas curtas, diatermia de micro-ondas, terapia de ultrassom terapêutico ou terapia a laser em qualquer lugar de seu corpo. A energia de diatermia (ondas curtas, micro-ondas, ultrassom e laser) pode ser transferida através do sistema de neuroestimulação implantado, pode causar danos nos tecidos e pode resultar em ferimentos graves ou morte. Dano, ferimento ou morte podem ocorrer durante a terapia com diatermia mesmo que o sistema implantado esteja desligado. • Não está previsto o uso destas unidades em locais onde exista risco de explosão, tais como departamentos de anestesia ou na presença de uma mistura anestésica inflamável com ar, oxigênio ou óxido nitroso. 7 - RESPONSABILIDADE DO USO DO EQUIPAMENTO ELETROMÉDICO Há RISCO de fogo e/ou explosão quando a saída do LASER/ LED for utilizada na presença de materiais inflamáveis, soluções ou gases, ou em um meio ambiente rico em oxigênio. As altas temperaturas produzidas durante a utilização normal do equipamento a Laser podem inflamar certos materiais, como, por exemplo, lã de algodão, quando saturados com oxigênio. Os solventes de adesivos e soluções inflamáveis utilizadas para limpeza e desinfecção devem ter tempo para evaporar antes que o equipamento a laser seja utilizado. Deve-se prestar atenção ao perigo de ignição de gases endógenos. 56 7.5 ESPECIFICAÇÕES DOS ÓCULOS DE PROTEÇÃO CONTRA LUZ LASER 7 - RESPONSABILIDADE DO USO DO EQUIPAMENTO ELETROMÉDICO Aplicador Fonte geradora de LASER/LED Faixa de proteção (nm) Taxa de transmissão na radiação de interesse (%) Probe 1 - LED RGB LED 450 LED 525 LED 630 380 a 780 < 2,1% da intensidade inicial Probe 2 - LED 850 nm LED 850 780 a 1200 < 1,5% da intensidade inicial Probe 3 - LASER 660 nm LASER 660 380 a 780 < 2,1% da intensidade inicial Probe 4 - LASER 808 nm LASER 808 780 a 1200 < 1,5% da intensidade inicial Probe 5 - LASER 904 nm LASER 904 780 a 1200 < 1,5% da intensidade inicial Probe 7 - LED 590 nm LED 590 380 a 780 < 2,1% da intensidade inicial Cluster pequeno 1 - LED RGB e LASER 808 nm LED 450 LED 525 LED 630 380 a 780 < 2,1% da intensidade inicial LASER 808 780 a 1200 < 1,5% da intensidade inicial Cluster pequeno 2 - LED 630 nm e 850 nm LED 630 380 a 780 < 2,1% da intensidade inicial LED 850 780 a 1200 < 1,5% da intensidade inicial Cluster grande 1 - LED 590 nm, LED 630 nm e 850 nm LED 590 LED 630 380 a 780 < 2,1% da intensidade inicial LED 850 780 a 1200 < 1,5% da intensidade inicial Cluster grande 2 - LED 410 nm, LED 450 nm e LED 630 nm LED 410 LED 450 LED 630 380 a 780 < 2,1% da intensidade inicial Cluster grande 3 - LED RGB, LED 590 nm e LED 850 nm LED 450 LED 525 LED 630 LED 590 380 a 780 < 2,1% da intensidade inicial LED 850 780 a 1200 < 1,5% da intensidade inicial 57 7.6 PROTEÇÃO DOS OLHOS 7 - RESPONSABILIDADE DO USO DO EQUIPAMENTO ELETROMÉDICO A utilização de óculos de proteção é obrigatória para paciente, operador, pessoal de manutenção e qualquer pessoa que estiver no ambiente com o equipamento em operação. Nota: Óculos de proteção que acompanham o equipamento: Imagem 3. Óculos protetor contra luz e calor para uso do operador e paciente. Imagem meramente ilustrativa. Existem óculos de proteção que profissional e paciente devem usar. Os óculos de proteção são especialmente desenvolvidos para oferecer o máximo de proteção ao terapeuta e ao paciente. A armação é de material resistente a choques mecânicos, proporcionando ainda ótima ventilação e conforto. A durabilidade destes óculos é bastante longa. Tomando simples medidas como descritas neste capítulo, estes óculos duram anos. Estes óculos são projetados para proteger os olhos contra luz e calor. Faça uma inspeção visual em seus óculos, verificando se a lente não está trincada ou lascada. Se estiver suja, lave com água e sabão com cuidado para não riscá-la. Verifique também a armação. Ela deve ser ventilada e encaixar confortavelmente na face. Se necessário leve-a na ótica de sua cidade para ajustes. Ao término do tratamento, guarda-lo em sua caixa original. Não coloque peso sobre eles. A não utilização ou o uso de óculos inadequados para o paciente e terapeuta podem resultar em danos oculares. Quando trabalhamos com um equipamento emissor de LASER classe 3B ou classe 4B e LED Grupo de Risco 2 sempre será necessário o uso de óculos para proteção dos olhos. 58 7.7 ADVERTÊNCIAS Para o ajuste da dosimetria a ser utilizada com o dispositivo, deve-se levar em consideração o fototipo do paciente e o objetivo terapêutico. O ajuste inadequado da dosimetria pode resultar em lesões na pele do paciente, como queimaduras superficiais. A não utilização ou o uso de óculos inadequados para o paciente e terapeuta podem resultar em danos oculares. 7 - RESPONSABILIDADE DO USO DO EQUIPAMENTO ELETROMÉDICO 7.8 PREVENÇÕES 7.8.1 Inspeções preventivas Antes de iniciar a terapia o Usuário/Operador deve verificar as conexões dos cabos, probe/cluster além da qualidade e integridade dos acessórios que acompanham o ANTARES, bem como os acessórios que sejam adquiridos separadamente, a fim de detectar desgastes e avarias que possam influenciar no tratamento. Este equipamento é bloqueadopor senha de segurança para evitar o uso não autorizado. 59 7.9 PERFIL DO PACIENTE E USUÁRIO 7 - RESPONSABILIDADE DO USO DO EQUIPAMENTO ELETROMÉDICO 7.10 PERFIL DO USUÁRIO • Pacientes com distúrbios estéticos faciais e/ou corporais que estejam de acordo com as indicações de uso do dispositivo. • Pacientes que foram submetidos a cirurgias plásticas ou reparadoras. • Pacientes que busquem tratamento podal que estejam de acordo com as indicações de uso do dispositivo. • Pacientes que busquem tratamento por acupuntura a laser. • Pacientes que possuam doenças dermatológicas faciais e/ ou corporais que estejam de acordo com as indicações de uso do dispositivo. • Pacientes diagnosticados com distúrbios dolorosos musculoesqueléticos faciais e/ou corporais que estejam de acordo com as indicações de uso do dispositivo. • Os pacientes devem ter idade mínima de 12 anos, abaixo desta idade, o equipamento somente deve ser utilizado sob indicação médica ou fisioterapêutica. • Os pacientes devem ter mais de 35 kg, abaixo deste peso somente deve ser utilizado sob indicação médica ou fisioterapêutica. • Pacientes devem ter nível de consciência preservado. • O uso de equipamentos eletromédicos se restringe a um médico, aos fisioterapeutas ou ainda aos profissionais da saúde devidamente licenciados. • O equipamento não necessita de treinamento especializado, porém o usuário do equipamento deve ler, compreender e praticar as instruções de precaução e operação. • Conhecer as limitações e perigos associados ao uso de LASER / LED e observar os rótulos de precaução e operacionais fixados na unidade. • O usuário deve seguir as informações contidas nas instruções de uso para cada modalidade de tratamento disponível, bem como as indicações, contraindicações, advertências e precauções. • O usuário deve ter preservado ou corrigido as habilidades (uso de óculos; dispositivo auditivo). • O usuário deve utilizar óculos de proteção e assegurar que o paciente também faça uso dos óculos de proteção durante a aplicação. • O usuário deve ter íntegras suas funções cognitivas. • O usuário deve ter íntegras as funções motoras necessárias para o manuseio do equipamento. 60 7 - RESPONSABILIDADE DO USO DO EQUIPAMENTO ELETROMÉDICO 7.11 CONDIÇÕES DE USO • Partes do corpo ou tipo de tecido no qual se aplica ou com o qual se interage: áreas do tronco, cabeça, face, membros superior e inferior. A luz, de acordo com seu comprimento de onda, interage com a pele e estruturas imediatamente abaixo como tela subcutânea, tendão, nervo e ou músculo. • O equipamento ANTARES é um equipamento CLASSE A GRUPO I projetado para o uso em clínicas, ambulatórios ou consultórios. • Caso o usuário opte pelo uso do dispositivo de INTERLOCK (Intertravamento remoto) ele deverá instalar uma chave tipo NF, contato normalmente fechado na porta do ambiente onde será utilizado o equipamento. A instalação deverá ser realizada por técnicos especializados. • A interface é de funções de simples operação. • A interface do equipamento não exige nenhuma capacidade ou recursos especiais. • A interface do equipamento não exige treinamento, apenas o entendimento das instruções de uso. • A rotulagem segue as exigências normativas aplicáveis e toda a simbologia contida na embalagem e rotulagem está descrita nas instruções de uso. • O equipamento pode ser utilizado mais de uma vez ao dia e todos os dias da semana ou menos. A frequência de uso depende do distúrbio a ser tratado e do objetivo terapêutico com o tratamento. • O aplicador que entrará em contato com o paciente deverá ser posicionado sobre o tecido alvo, a pele íntegra não é condição essencial, em casos de solução de continuidade, o aplicador deverá ser protegido com papel filme (PVC). O equipamento foi desenvolvido para ser utilizado por médicos, fisioterapeutas, esteticistas, biomédicos ou por quaisquer profissionais da área da saúde, profissionais de serviço de saúde ou profissionais de serviço de interesse para saúde, devidamente habilitados segundo legislação e/ ou conselho de classe vigente do país. Devido as constantes modificações nas legislações dos Conselhos Federais e Regionais de cada profissional é necessário que o usuário verifique quais procedimentos estão regularizados. 61 8 - ESPECIFICAÇÕES DA MODALIDADE 8.1 INFORMAÇÕES SOBRE A TERAPIA DE LUZ ANTARES Os efeitos do LASER/LED consistem na irradiação sobre um tecido com um determinado comprimento de onda, o qual será absorvido por componentes celulares (cromóforos ou fotorreceptores), e, assim, irá promover reações fotoquímicas específicas, com respostas biológicas diferentes de acordo com o comprimento de onda utilizado e a densidade de energia utilizada. O fenômeno de FOTOBIOMODULAÇÃO é esta utilização da luz sobre o tecido, que pode resultar em um estimulo ou uma inibição de acordo com os parâmetros utilizados. Estrato córneo Epiderme Derme Hipoderme Medida (nm) Pr of un di da de d e pe ne tr aç ão ( m m ) Imagem 4. Curva de absorção dos principais cromóforos da pele. Imagem 5. Profundidade de acordo com o comprimento de onda. O comprimento de onda está relacionado com a profundidade de atuação, e, deverá ser escolhido conforme o objetivo terapêutico desejado, ou seja, de acordo com o coeficiente de absorção do cromóforo alvo e de acordo com a profundidade do tecido alvo. O LASER/LED com o comprimento de onda vermelho é indicado para lesões superficiais, sendo escolhido principalmente para reparo tecidual (cicatrização) e aumento da vascularização 62 8 - ESPECIFICAÇÕES DA MODALIDADE LEI DE ARNDT-SCHULTZ-DOSIMETRIA Em medicina, quando se utiliza um tratamento medicamentoso, é indispensável a utilização da dose ideal para atingir determinado efeito. A lei de Arndt-Schulz afirma que existe apenas uma janela terapêutica estreita na qual você pode realmente ativar uma resposta celular utilizando conjuntos precisos de parâmetros, ou seja, baixas doses tem efeito de bioestimulação e altas doses possuem efeito inibitório. O desafio reside em encontrar combinações apropriadas de tempo de tratamento e irradiância para alcançar efeitos ótimos no tecido alvo. Na prática, se a intensidade da luz (irradiância) é menor do que o valor do limiar fisiológico para um determinado tecido alvo, não produz efeitos fotoestimulatórios mesmo quando o tempo de irradiação é prorrogado. Além disso, efeitos fotoinibitórios podem ocorrer ao usar altas densidades de energia. Portanto, o tempo de tratamento ideal deve ser adaptado de acordo com as condições do tecido. Imagem 6. Lei de Arndt Schulz (janela terapêutica). A Lei de Arndt-Schultz descreve: Baixa estimulação excita, muitas vezes provoca uma forte reação. Alta estimulação inibe, estímulo moderadamente forte normalmente inibe e inverte o efeito. Bioestimulação Bioinibição Repouso (Dose ou Fluência) >10 J/cm2 sanguínea, enquanto que, o infravermelho, é mais profundo e mais utilizado para reparos neurais, analgesia imediata e temporária. Considerando o espectro eletromagnético, os comprimentos de onda (ou cor de luz) mais empregados para realizar a fototerapia de baixa intensidade estão na faixa do vermelho (de 630 a 700 nm). 63 8 - ESPECIFICAÇÕES DA MODALIDADE TERMOS COMUNS PARA TERAPIA DE LUZ • COMPRIMENTO DE ONDA - o comprimento de onda é o componente fundamental para a obtenção de uma terapia eficaz. Diferentes comprimentos de onda atuam em diferentes cromófogos, e é um dos fatores determinantes na profundidade de penetração da luz no tecido-alvo. • PROBE LASER - conjunto portátil com um diodo LASER. • PROBE LED - conjunto portátil com um diodo LED. • CLUSTER - conjunto portátil de diodos LASER e/ou LEDs. • MODO CONTÍNUO - a emissão da Luz não é interrompida durante o tempo de tratamento. • MODO PULSADO - É a razão entre o tempo ligado “ciclo ativo” e desligado durante o tratamento. • FREQUÊNCIA – Expressa em Hz (ciclos por segundo). • DOSE, FLUÊNCIAOU DENSIDADE DE ENERGIA – é a quantidade de energia aplicada no tecido em relação à área sobre a qual a energia é aplicada. A unidade de medida é J/cm2 (Joule por centímetro quadrado). • ENERGIA TOTAL – Pode ser definida como a quantidade de Luz depositada no tecido tratado. A unidade de medida é J (Joule). Pode ser calculada multiplicando a potência de saída (em Watts) pelo tempo de irradiação (em segundos) – informa a quantidade de energia depositada no tecido ao final da irradiação. • POTÊNCIA – é a taxa com que uma quantidade de energia é transmitida ao tecido, ou seja, é a relação entre a energia aplicada e o tempo que leva para ela ser aplicada. A unidade é W (Watt ou J/s), ou ainda em mW (miliwatt). • IRRADIÂNCIA, INTENSIDADE OU DENSIDADE DE POTÊNCIA – é a razão com que a potência é dissipada numa certa área de tecido, ou a quantidade de energia por segundo aplicada numa certa área. • TEMPO DE TRATAMENTO - É o tempo necessário para a deposição da energia e se relaciona com a potência do equipamento e com a área de contato da probe ou do cluster. • ÁREA DE TRATAMENTO - Área de tecido tratado pelo LASER e/ou LED. É a área utilizada para calcular a dose. • TAMANHO DO FOCO OU SPOT – é a área do aplicador expressa em cm2 (centímetro quadrado). 64 8 - ESPECIFICAÇÕES DA MODALIDADE Os parafusos do conector devem ser fixados firmemente no equipamento. 8.2 ACESSÓRIOS OPCIONAIS USADOS NA TERAPIA EXEMPLO PROBE P1 - LED RGB Etiqueta de especificação da probe Botão de acionamento da emissão e pausa da emissão LED indicativo de emissão Abertura de emissão Na terapia de fotobiomodulação por meio do Antares, pode ser utilizado para aplicação tanto as probes, quanto os clusters. Cada probe e cluster do Antares apresentam comprimentos de onda diferentes, com variadas disposições de leds. Essas informações encontram-se descritas no item 6.3, Especificações Técnicas. 65 EXEMPLO CLUSTER PEQUENO Botão de acionamento da emissão e pausa da emissão LED indicativo de emissão Abertura de emissão Abertura de emissão 8 - ESPECIFICAÇÕES DA MODALIDADE EXEMPLO CLUSTER GRANDE Abertura de emissão Abertura de emissão Botão de acionamento da emissão e pausa da emissão LED indicativo de emissão 66 8.3 ORIENTAÇÃO SOBRE OS APLICADORES 8 - ESPECIFICAÇÕES DA MODALIDADE • Para o tratamento de lesões abertas, assegure-se de envolver o aplicador com filme plástico de PVC transparente antes de iniciar o tratamento. Isto evita a contaminação do aplicador e reduz o risco de infecção cruzada, porém o filme plástico não poderá ficar sobre a ventilação dos aplicadores clusters. • Não é necessário proteger a pele do local a ser tratado ou a pele próxima ao tratamento, porém é necessário proteger os olhos do operador e do paciente, o uso dos óculos de proteção é indispensável. Em caso de contraindicações não realize a aplicação. • Não são esperadas alterações nos parâmetros de saída do equipamento após sua fabricação. • A duração do pulso e o limite do comprimento de onda curto, dos aplicadores probe e cluster devem ser verificados através de um osciloscópio e espectro fotômetro, a cada 12 meses na IBRAMED ou em postos autorizados, porém caso a probe ou cluster venha a sofrer queda, a calibração/verificação deverá ser realizada antes do reuso do aplicador. • Evite que o cabo do aplicador utilizado fique em contato com o paciente durante o tratamento. 8.4 ÁREAS DE TRATAMENTO Áreas do tronco, cabeça, face, membros superior e inferior. A luz, de acordo com seu comprimento de onda, interage com a pele e estruturas imediatamente abaixo como tela subcutânea, tendão, nervo e ou músculo. A aplicação pode ser realizada nas áreas de tratamento acima citadas. A área de tratamento deve ser levada em consideração para a escolha do tipo de aplicador opcional (Probe, Cluster Pequeno ou Cluster Grande). Independente da área de tratamento, a saída máxima de radiação óptica a ser considerada para a aplicação é a saída por área de contato da probe ou cluster. A saída máxima de radiação óptica na área de contato de cada aplicador com o paciente está descrita no item 6.2 das Instruções de Uso, intitulado “Especificações dos Aplicadores”. 67 8.5 PREPARAR O PACIENTE PARA A TERAPIA 8 - ESPECIFICAÇÕES DA MODALIDADE 8.6 TÉCNICAS DE APLICAÇÃO COM OS ACESSÓRIOS OPCIONAISSugerimos que os procedimentos de preparo do paciente e colocação dos aplicadores sejam feitos após ligar o equipamento e antes de programá-lo. • O paciente deve ser posicionado confortavelmente segundo orientação (posição sentada ou deitada). • Deve-se respeitar a distância mínima de 20 cm entre o operador/paciente e o equipamento durante o tratamento. • Examinar a pele e limpar a área de tratamento, limpar a área com água e sabão neutro, clorexidina alcóolica a 0,5% ou álcool 70% de uso medicinal. • Após a limpeza da pele é necessário aguardar que o produ- to utilizado evapore, não trazendo riscos ao paciente. • Limpar a probe ou cluster antes e depois de cada sessão de terapia, conforme as orientações de limpeza dos aplicadores descritas na nestas instruções de uso. • É importante também, após cada aplicação, limpar a lente do aplicador com algodão levemente umedecido em sabão antibacteriano suave. • Examinar a pele novamente após o tratamento. • O preparo adequado da pele do paciente para a terapia de luz permite que maior energia do feixe de luz atinja as áreas alvo específicas e reduz o risco de irritação da pele. 8.6.1 Posicionamento das probes Para a técnica de aplicação posicione a probe em contato com a pele sem pressioná-la. Observe a forma correta de manuseio. Exemplos de posicionamentos da probe estão demonstrados nas figuras 7 e 8. Imagem 7. Posicionamento da probe para aplicação facial. 68 8 - ESPECIFICAÇÕES DA MODALIDADE Imagem 8. Posicionamento da probe para aplicação corporal. 8.6.2 Posicionamento dos Clusters Pequenos Para a técnica de aplicação posicione o cluster pequeno em contato com a pele sem pressioná-lo. Observe a forma correta de manuseio. Exemplos de posicionamentos do cluster pequeno estão demonstrados nas figuras 9 e 10. Imagem 9. Posicionamento do cluster pequeno para aplicação facial. NOTA: Imagens meramente ilustrativas. 69 8 - ESPECIFICAÇÕES DA MODALIDADE Imagem 10. Posicionamento do cluster pequeno para aplicação corporal. 8.6.3 Posicionamento dos Clusters Grandes Para a técnica de aplicação posicione o cluster grande em contato com a pele sem pressioná-lo. Observe a forma correta de manuseio. Exemplos de posicionamentos do cluster grande estão demonstrados na figura 11. Imagem 11. A e B, posicionamento do cluster grande para aplicação corporal. A B 70 8 - ESPECIFICAÇÕES DA MODALIDADE 8.7 FINALIZANDO A TERAPIA Ao finalizar a terapia o usuário deve realizar as seguintes orientações: • Após o término da terapia ocorrerá um aviso sonoro e o equipamento retornará para a opção disponível na tela de seleção da dose, em seguida, pressione o interruptor de alimentação ligado/desligado para a posição desligado para desligar o equipamento. • Para interromper a terapia antes que o tempo finalize o usuário deverá pressionar a tecla prontidão no visor do equipamento, em seguida, pressionar o interruptor de alimentação ligado/desligado para a posição desligado para desligar o equipamento. • Examine a pele do paciente novamente após o tratamento. • Desligue o equipamento da fonte de alimentação e realize o processo de limpeza e armazenamento do equipamento e de seus aplicadores, de acordo com as orientações contidas nestas instruções de uso. 71 9 - COMANDOS, INDICAÇÕES E CONEXÕES DO EQUIPAMENTO 9.1 VISTAS DO EQUIPAMENTO Imagem 12. Vista Frontal Imagem 13. Vista Posterior 1 2 3 4 5 6 7 8 72 Imagem 15. Vista Inferior 9 - COMANDOS, INDICAÇÕES E CONEXÕES DO EQUIPAMENTO NOMENCLATURA: 1- Interruptor de alimentação ligado/desligado. 2- Caixa de fusível de proteção. 3- Conector do cabode alimentação elétrica. 4- Grades de ventilação. 5- Conexão de saída dos aplicadores. 6- Botoeira de emergência. 7- Conexão do intertravamento remoto. 8- Encaixe dos parafusos dos conectores dos aplicadores. 9- Visor de toque. 10- Receptor para check da emissão de luz infravermelha. 11- Indicador luminoso da condição “equipamento ligado”. 12- Número de série. Imagem 14. Vista Superior 9 11 10 12 4 73 9 - COMANDOS, INDICAÇÕES E CONEXÕES DO EQUIPAMENTO 9.2 INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO Antes de usar e operar o EQUIPAMENTO leia e aprenda os símbolos do display e do equipamento. MENU: permite que o usuário acesse 4 diferentes ícones: Home; Troca de senha; Idioma; e Interlock. HOME: permite que o usuário retorne a tela inicial. TROCA DE SENHA: permite ao usuário redefinir a senha atual. IDIOMA: permite a seleção do idioma: Português, Espanhol ou Inglês. INFORMAÇÃO: direciona o usuário para informações adicionais. LIGHT EMISSION: emissão efetiva de radiação LED. LASER EMISSION: emissão efetiva de radiação LASER. MODO CONTÍNUO: modo de operação onde a dose total de energia luminosa é entregue de maneira contínua. MODO PULSADO: modo de operação onde a dose total de energia luminosa é entregue, porém de maneira fracionada, sendo o tempo de emissão da luz o dobro do tempo para o modo contínuo. DISPONÍVEL: permite que o equipamento entre em estado de prontidão para emissão de radiação LED ou LASER. PRONTIDÃO: habilita o acionamento do botão no aplicador para emissão de radiação LED ou LASER. Funciona também como STOP: interrompe o tratamento e retorna o tempo carregado no ajuste de densidade de energia (J/cm²) ou energia total (J). 74 DECREMENTO: tecla para diminuir os parâmetros durante a programação: frequência; potência; densidade de energia (J/cm²) ou energia total (J). INCREMENTO: tecla para aumentar os parâmetros durante a programação: frequência; potência; densidade de energia (J/cm²) ou energia total (J). RETROCEDER: tecla para retornar à telas de programação anteriores. AVANÇAR: tecla para avançar para a próxima tela de programação. CRIAR PROTOCOLO PARTICULAR: tecla para criar um protocolo particular após o usuário selecionar em qual dos 20 campos disponíveis deseja salvar os parâmetros previamente ajustados. SALVAR: tecla para salvar parâmetros previamente ajustados em protocolos particulares. CARREGAR: tecla para carregar os parâmetros salvos do protocolo particular selecionado para a utilização. CHECK: tecla para iniciar a verificação do(s) comprimento(s) de onda do aplicador conectado. INTERLOCK ON/OFF: Tecla para habilitar/ desabilitar a função de Intertravamento Remoto (interlock). SELEÇÃO DO COMPRIMENTO DE ONDA: Teclas para habilitar o comprimento de onda desejado para o tratamento. Os comprimentos de onda disponíveis para uso variam de acordo com o aplicador. 9 - COMANDOS, INDICAÇÕES E CONEXÕES DO EQUIPAMENTO 75 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO 10.1 COMO PREPARAR O EQUIPAMENTO B A Conecte o cabo de alimentação elétrica no equipamento (A) e à fonte de alimentação elétrica na parede (B). Conecte a probe ou cluster selecionado no equipamento (C). C Nota: Cabo de alimentação que acompanha o equipamento: Plascotec Brasil - Cabo PP redondo 300V/500V 70°C 2 x 0,75mm² 247 NM 53 C5 / NBR NM 247-5 INMETRO 002187/2016. 76 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO 10.3 PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Para substituir a probe ou o cluster NÃO é necessário desligar o equipamento. Basta desconectar o aplicador usado e conectar outra probe ou cluster. Na sequência, o equipamento pedirá o check de emissão, realize o procedimento como descrito no item 10.3.9 Os parafusos do conector da probe ou cluster devem ser fixados firmemente no equipamento. 10.2 TROCA DE PROBE OU CLUSTER Recomenda-se a utilização de luvas de látex para realizar a programação e manuseio do equipamento. Verifique se o cabo de alimentação está conectado a uma rede elétrica. Verifique se o aplicador está conectado no equipamento. Nunca posicione o equipamento sobre superfícies nas quais seja difícil o acesso ao interruptor de alimentação ligado/ desligado. Pressione o interruptor de alimentação ligado/ desligado para a posição ligado. Em seguida, o visor mostrará a mensagem de apresentação e o auto teste por alguns segundos (Imagem 16), seguido pela tela de inserção de senha de segurança do ANTARES (Imagem 16). A Recomenda-se a instalação de ar-condicionado na sala de tratamento. Sugere-se manter a temperatura entre 15 - 25°C e a umidade relativa do ar inferior a 80%. 77 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Imagem 16. As figuras A e B mostram as mensagens de apresentação do equipamento; C, Auto Teste; D, inserção de senha de segurança. B C Nota: O interruptor de alimentação ligado/desligado isola eletricamente seus circuitos da rede de alimentação elétrica. 10.3.1 Inserção da Senha de segurança Digite a SENHA de segurança padrão (1234) (Imagem 17) para acessar a tela inicial do equipamento (Imagem 18). Os campos destinados a senha permitem somente a utilização de números. Para alterar a senha padrão consulte as orientações descritas na página 79. D 78 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Imagem 17. Senha de segurança padrão. 10.3.2 Utilização não Autorizada O equipamento ANTARES é protegido contra utilização não autorizada mediante senha de acesso a utilização. A senha de acesso deve ser fornecida somente a pessoal habilitado a operação do equipamento. Imagem 18. Exemplo de tela inicial do equipamento (Home). O ANTARES possui opções de presets (sugestões de valores pré-ajustados) para as áreas de Estética, Reabilitação e Laserpuntura. As áreas disponíveis são habilitadas na tela inicial de acordo com o aplicador conectado. Através do ícone Particular é possível criar e acessar protocolos particulares. Em Seleção manual o modo de programação é livre. A tela disponibiliza também os ícones Menu e Info para ajustes e informações adicionais. Para ter acesso, basta o usuário pressionar o ícone desejado. 1 2 3 4 79 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Selecionando o ícone Menu, é possível alterar a senha; alterar o idioma; ativar (ON)/desativar (OFF) a função interlock ou retornar a tela Home (Imagem 19). Imagem 19. Tela do Menu. 10.3.3 Acesso ao Menu 10.3.4 Troca de Senha Para trocar a senha de segurança, basta pressionar a tecla Alteração de Senha. Digite a senha padrão na linha (Old) (se já houve alteração anterior, digite a última senha Imagem 20. Tela para alteração de senha de segurança. programada). Em seguida digite a nova senha (New) e na próxima linha repita a nova senha para confirmação na linha (Seta) (Imagem 20). Pressione para voltar ao Menu. 80 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Caso a senha alterada seja esquecida, na tela de Inserção de senha de segurança, pressione 5 vezes sobre a palavra password. A senha atual será disponibilizada abaixo do campo de inserção (Imagem 21). Basta inseri-la no campo adequado para entrar na tela de programação. 10.3.5 Recuperação de Senha Imagem 21. Visualização da senha atual. 10.3.6 Acesso a Tela Idioma O ícone idioma permite selecionar: Português, Espanhol ou Inglês. Para alteração pressione o idioma desejado. Em seguida, o sistema será reiniciado no idioma selecionado. Caso não deseje alterar o idioma, pressione o ícone com o idioma atual para voltar ao Menu. 10.3.7 Acesso à Home Imagem 22. Exemplo de tela inicial do equipamento (Home). O ícone Home permite que o usuário retorne a tela inicial (Imagem 22). 1 2 3 4 81 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO 10.3.8 Tela Info O ícone INFO disponibiliza acesso ao QR code do manual de instruções do equipamento e ao site da empresa (Imagem 23).Pressione Home para voltar à tela inicial. Imagem 23. Exemplo de tela inicial do equipamento (Home). 10.3.9 Check de Emissão de Luz O ANTARES possui um sistema de verificação para que a emissão de radiação LED/LASER do aplicador a ser utilizado seja validadaantes do uso. Sempre que o equipamento é ligado ou o aplicador é reconectado ou substituído será necessário realizar o Check de Emissão uma única vez antes da utilização. A Tela para realizar o Check de Emissão (Imagem 24) é habilitada quando o usuário acessa uma das teclas: Estética, Reabilitação, Laserpuntura, Particular ou Seleção Manual (dependendo do aplicador que está conectado). Imagem 24. Tela de Check de Emissão. 82 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Use os óculos de proteção e posicione o aplicador probe/ cluster em contato com o receptor Check localizado na parte superior do ANTARES (Imagem 25). Imagem 25. A, posicionamento da probe; B, posicionamento do Cluster Pequeno; C, posicionamento do Cluster Grande. Acione a tecla Check para iniciar a verificação. O aplicador probe/cluster emitirá automaticamente e de forma rápida todos os comprimentos de onda disponíveis. Após a verificação uma mensagem de “Emissão Ok” (Imagem 26) será apresentada e o equipamento entrará na opção selecionada anteriormente: Estética, Reabilitação, Laserpuntura, Particular ou Seleção manual (dependendo do aplicador que está conectado) para utilização. Imagem 26. Emissão OK. Nota 1: Caso a mensagem de “Falha na Emissão” (Imagem 27) seja apresentada, reposicione o aplicador e repita a operação. Se a mensagem persistir, procure os postos autorizados técnicos ou a assistência técnica da IBRAMED. A B C Nota 2: Imagens meramente ilustrativas. 83 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Imagem 27. Tela de Falha na Emissão. 10.3.10 Check de Emissão durante o Tratamento Imagem 28. A, check de emissão LASER; B, check de emissão LED. Após acionar a saída de emissão de luz LED/LASER (como descrito nos itens de Programando o Equipamento) a emissão de radiação LED/LASER pode ser verificada durante todo o tempo de disparo. Basta posicionar o aplicador probe/cluster em contato com o receptor Check localizado na parte superior do ANTARES e aparecerá no display a mensagem : Laser OK ou Led OK indicando que o equipamento está emitindo radiação LASER/ LED (Imagem 28). A B 8 100 00 02 35 15 750 00 06 35 84 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO 10.4 BOTOEIRA DE EMERGÊNCIA O ANTARES possui uma botoeira de emergência no painel frontal do equipamento. Esta botoeira é do tipo destravamento por rotação, ou seja, após acionada ela permanece neste estado até que se rotacione o botão no sentido horário. Ao acionar esta botoeira, a alimentação dos aplicadores é desligada, uma mensagem de proteção é exibida no painel do equipamento e um sinal sonoro é emitido. Desligando a botoeira de emergência o equipamento reinicia. Imagem 29. Botoeira de Emergência. 10.5 UTILIZANDO OS PRESETS Imagem 30. Tela inicial da Probe 1 - LED RGB. O ANTARES possui opções de presets (sugestões de valores pré-ajustados) para as áreas de Estética, Reabilitação e Laserpuntura. As áreas disponíveis são habilitadas de acordo com o aplicador conectado. Usaremos como exemplo a Probe 1 - LED RGB, porém o passo a passo será o mesmo para qualquer aplicador do equipamento. Após o reconhecimento da probe pelo software o visor mostrará a tela inicial com as áreas disponíveis para o uso dos presets (Imagem 30). Selecione a área de acordo com o tratamento que deseja realizar 85 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Neste exemplo optamos por Estética (Imagem 31). A tela apresentará os presets disponíveis, utilize avançar ou retroceder para percorrer todos os presets caso necessário. Imagem 31. A, B e C presets disponíveis em Estética para a Probe 1 - LED RGB. Selecione o preset com o tratamento desejado. Por exemplo: Acne 2C. Os parâmetros serão carregados automaticamente na tela de execução do preset selecionado (Imagem 32). Obs: Os parâmetros dos tratamentos aparecem como default e podem ser alterados pelo usuário. Porém, a alteração não é salva na memória do equipamento. Para criar e salvar protocolos personalizados, o equipamento disponibilizará 20 entradas para protocolos particulares, como descrito na página 94. A B C 86 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Imagem 32. Parâmetros do comprimento de onda 450 nm para o preset Acne 2C. Neste caso, o preset selecionado é composto por dois comprimentos de onda: 450 nm e 630 nm. Os parâmetros visualizados correspondem ao comprimento de onda que estiver com a cor ativa na parte superior, neste caso o 450 nm (Imagem 32). Basta pressionar o comprimento de onda 630 nm para visualizar os parâmetros correspondentes. Observe que agora o 630 nm está com a cor ativa (Imagem 33). Antes de iniciar o tratamento coloque e posicione os óculos de proteção para o paciente e terapeuta. Agora pressione prontidão para deixar a energia disponível para emissão. Neste local surgirá o ícone disponível que indica pronto para o disparo. Posicione a probe sobre a área de tratamento e pressione o botão no corpo da probe. Imagem 33. Parâmetros do comprimento de onda 630 nm para o preset Acne 2C. Obs: Os presets que possuem dois ou três comprimentos de onda iniciarão o tratamento pelo comprimento de onda de menor valor, independente de qual comprimento esteja selecionado para visualização dos parâmetros. 4 100 00 01 57 15 150 00 04 53 87 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Durante todo o tempo de disparo, um sinal sonoro e o símbolo no visor: laser emission caso o aplicador probe/ cluster seja LASER ou led emission caso o aplicador probe/ cluster seja LED, indicarão a emissão de radiação LASER ou LED respectivamente (Imagem 34). Durante a emissão, o tratamento poderá ser pausado através do botão no corpo do aplicador probe/cluster. Imagem 34. Tela de emissão da radiação LED do preset Acne 2C. Observe o símbolo de emissão. Ao final do tempo de tratamento o equipamento desliga a emissão automaticamente. Para voltar novamente à tela inicial pressione Home. 10.6 PRESETS DISPONÍVEIS Probe 1 - LED RGB Estética Acne Acne 2C Cicatrização de acne Equimose Fotoregeneração de pele Fotorejuvenescimento Fototerapia capilar Fototerapia capilar 2C Onicomicose TFD Pós-cirurgia plástica Rosácea Terapia fotodinâmica Reabilitação Cicatrização de pele Herpes Queimaduras Úlceras não contaminadas 15 150 00 04 50 88 Probe 2 - LED 850 nm Estética Cicatriz hipertrófica Drenagem linfática Hipercromia Pós-cirurgia plástica Reabilitação Artrite (profunda) Artrite (superficial) Dor crônica Drenagem linfática Epicondilite lateral Lesão ligamentar (aguda) Lesão ligamentar (crônica) Pontos gatilhos Estiramento muscular (agudo) Estiramento muscular (crônico) Síndrome do túnel do carpo Tendinopatia (profunda) Tendinopatia (superficial) Probe 3 - LASER 660 nm Estética Cicatrização de acne Fotoregeneração de pele Fototerapia capilar Rosácea Terapia fotodinâmica Reabilitação Cicatrização de pele Herpes Queimaduras Úlceras não contaminadas Laserpuntura Convencional Frequências de Nogier Frequências de Reininger Frequências de Bahr Frequências S ILIB 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO 89 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Probe 4 - LASER 808 nm Estética Cicatriz hipertrófica Drenagem linfática Hipercromia Reabilitação Artrite (profunda) Artrite (superficial) Dor crônica Drenagem linfática Epicondilite lateral Lesão ligamentar (aguda) Lesão ligamentar (crônica) Pontos gatilhos Estiramento muscular (agudo) Estiramento muscular (crônico) Síndrome do túnel do carpo Tendinopatia (profunda) Tendinopatia (superficial) Laserpuntura Convencional Frequências de Nogier Frequências de Reininger Frequências de Bahr Frequências S ILIB Probe 5 - LASER 904 nm Reabilitação Artrite (profunda) Artrite (superficial) Dor crônica Drenagem linfática Epicondilite lateral Lesão ligamentar (aguda) Lesão ligamentar (crônica) Pontos gatilhos Estiramento muscular (agudo) Estiramento muscular (crônico) Reparo ósseo Síndrome do túnel do carpo Tendinopatia (profunda) Tendinopatia (superficial) Laserpuntura Convencional 90 Probe 7 - LED 590 nm Reabilitação Cicatrização de Pele -Fase Inicial Cicatrização de Pele - Fase Avançada Estética Flacidez de Pele Rejuvenecimento Facial 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO 91 Cluster Pequeno 1 - LED RGB e LASER 808 nm Estética Acne Acne 2C Acne 3C Celulite Celulite 2C Cicatrização de acne Cicatriz hipertrófica Equimose Equimose 2C Fotoregeneração de pele Fotoregeneração de pele 2C Fotorejuvenescimento Fototerapia capilar Fototerapia capilar 2C Hipercromia Hipercromia 2C Lipólise Lipólise 2C Onicomicose TFD Pós-cirurgia plástica Pós-cirurgia plástica 2C Rosácea Rosácea 2C Rosácea 3C Terapia fotodinâmica Reabilitação Artrite (profunda) Artrite (superficial) Cicatrização de pele Cicatrização de pele 2C Dor crônica Drenagem linfática Epicondilite lateral Herpes Herpes 2C Lesão ligamentar (aguda) Lesão ligamentar (crônica) Pontos gatilhos Pré e pós atividade física Queimaduras Queimaduras 2C Estiramento muscular (agudo) Estiramento muscular (crônico) Síndrome do túnel do carpo Tendinopatia (profunda) Tendinopatia (superficial) Úlceras não contaminadas 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO 92 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Cluster Pequeno 2 - LED 630 nm e LED 850 nm Estética Fotoregeneração de pele Fotoregeneração de pele 2C Fotorejuvenescimento Fototerapia capilar Hipercromia Hipercromia 2C Lipólise Lipólise 2C Pós-cirurgia plástica Pós-cirurgia plástica 2C Rosácea Rosácea 2C Terapia fotodinâmica Reabilitação Artrite (profunda) Artrite (superficial) Cicatrização de pele Cicatrização de pele 2C Dor crônica Drenagem linfática Epicondilite lateral Herpes Herpes 2C Lesão ligamentar (aguda) Lesão ligamentar (crônica) Pontos gatilhos Pré e pós atividade física Queimaduras Queimaduras 2C Estiramento muscular (agudo) Estiramento muscular (crônico) Síndrome do túnel do carpo Tendinopatia (profunda) Tendinopatia (superficial) Úlceras não contaminadas 93 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Cluster Grande 1 - LED 590 nm, LED 630 nm e LED 850 nm Estética Celulite Celulite 2C Celulite 3C Cicatrização de acne Cicatriz hipertrófica Drenagem linfática Flacidez de pele 3C Fotoregeneração de pele Fotoregeneração de pele 2C Fotorejuvenescimento Fotorejuvenescimento 2C Fotorejuvenescimento 3C Fototerapia capilar Hipercromia Hipercromia 2C Lipólise Lipólise 2C Pós-cirurgia plástica Pós-cirurgia plástica 2C Remodelamento de colágeno Rosácea Rosácea 2C Terapia fotodinâmica Reabilitação Artrite (profunda) Artrite (superficial) Cicatrização de pele Cicatrização de pele 2C Cicatrização de pele 3C Dor crônica Drenagem linfática Epicondilite lateral Herpes Herpes 2C Lesão ligamentar (aguda) Lesão ligamentar (crônica) Pontos gatilhos Pré e pós atividade física Queimaduras Queimaduras 2C Queimaduras 3C Estiramento muscular (agudo) Estiramento muscular (crônico) Síndrome do túnel do carpo Tendinopatia (profunda) Tendinopatia (superficial) Úlceras não contaminadas 94 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Cluster Grande 2 - LED 410 nm, LED 450 nm e LED 630 nm Estética Acne Acne 2C Celulite Cicatrização de acne Controle microbiano Fotodescontaminação 2C Fotoregeneração de pele Fotorejuvenescimento Fototerapia capilar Lipólise Pós-cirurgia plástica Rosácea Terapia fotodinâmica Reabilitação Cicatrização de pele Herpes Inibição bacteriana Queimaduras Úlceras não contaminadas 95 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Cluster Grande 3 - LED RGB, LED 590 nm E LED 850 nm Estética Acne Acne 2C Acne 3C Celulite Celulite 2C Celulite 3C Cicatrização de acne Cicatriz hipertrófica Drenagem linfática Equimose Equimose 2C Flacidez de pele 3C Fotoregeneração de pele Fotoregeneração de pele 2C Fotorejuvenescimento Fotorejuvenescimento 2C Fotorejuvenescimento 3C Fototerapia capilar Fototerapia capilar 2C Hipercromia Hipercromia 2C Lipólise Lipólise 2C Onicomicose TFD Pós-cirurgia plástica Pós-cirurgia plástica 2C Remodelamento de colágeno Rosácea Rosácea 2C Rosácea 3C Terapia fotodinâmica Reabilitação Artrite (profunda) Artrite (superficial) Cicatrização de pele Cicatrização de pele 2C Cicatrização de pele 3C Dor crônica Drenagem linfática Epicondilite lateral Herpes Herpes 2C Lesão ligamentar (aguda) Lesão ligamentar (crônica) Pontos gatilhos Pré e pós atividade física Queimaduras Queimaduras 2C Queimaduras 3C Estiramento muscular (agudo) Estiramento muscular (crônico) Síndrome do túnel do carpo Tendinopatia (profunda) Tendinopatia (superficial) Úlceras não contaminadas 96 10.7 PROTOCOLOS PARTICULARES 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO O ANTARES oferece a possibilidade de criar e salvar protocolos personalizados. O usuário poderá programar até 20 protocolos particulares no equipamento. Usaremos como exemplo a Probe 4 - LASER 808 nm, porém o passo a passo será o mesmo para qualquer aplicador do equipamento. Nota: É possível gravar somente um comprimento de onda por protocolo particular. Após o reconhecimento da probe pelo software pressione o ícone Particular na tela inicial (Home) (Imagem 35). Imagem 35. Tela inicial do equipamento (Home) da Probe 4 - LASER 808 nm. Através das teclas decremento e incremento selecione em qual dos 20 campos disponíveis deseja salvar o protocolo particular e pressione ícone criar protocolo particular para criá-lo (Imagem 36). Imagem 36. Tela de entrada dos protocolos particulares. Agora, defina os parâmetros desejados. O passo a passo de programação dos parâmetros está descrito nas páginas 97 a 106. Por exemplo: Modo de emissão: Contínuo (Cont) Potência: 100 mW (Imagem 37) 10.7.1 Como salvar um protocolo 1 97 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Imagem 37. Tela de programação dos protocolos particulares. Em seguida pressione o ícone avançar para seguir para a próxima tela. Defina a energia total em J (Joules) ou a densidade de energia (J/cm²) desejada. O passo a passo da programação dos parâmetros está descrito nas páginas 96 a 103. Por exemplo: Dose: 6 J (Imagem 38) Imagem 38. Tela de inserção de dose para o protocolo particular. Pressione ícone save para salvar os parâmetros programados. O protocolo particular foi salvo e o tratamento já pode ser iniciado. Para visualizar o protocolo particular salvo, basta pressionar a tecla Particular na tela inicial (Home) e selecionar o número correspondente através das teclas decremento ou incremento. Note que abaixo do campo com o número do protocolo salvo aparecem os parâmetros definidos, assim como o aplicador cujo protocolo particular foi salvo (Imagem 39). 6 100 00 01 00 Cont 100 98 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Imagem 39. Tela de visualização de protocolo particular salvo. Para carregar o protocolo salvo pressione o ícone load. A tela com os parâmetros salvos estará disponível para execução (Imagem 40). Imagem 40. Tela de execução com parâmetros salvos. 10.7.2 Como carregar um protocolo salvo 10.7.3 Como salvar protocolos particulares com aplicadores diferentes É possível salvar protocolos particulares com diferentes aplicadores, porém atente-se para não salvar parâmetros novos sobre protocolos existentes acidentalmente. O ícone inativo load pode significar que o protocolo está “vazio” ou que já foi preenchido com valores de outro aplicador, neste caso além do ícone inativo, também aparecerão os parâmetros que foram definidos para aquele número de protocolo (figura 41). 1 Probe 4 808 nm 100 mW Cont 6J 6 100 00 01 00 99 Selecione um número de protocolo particular “vazio” ou se desejar redefina os parâmetros para aquele número de protocolo através do ícone criar protocolo particular. Imagem 41. Tela de parâmetros salvos em outro aplicador. 10.8 SELEÇÃO MANUAL 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Através da tecla SELEÇÃO MANUAL o usuário tem acesso ao modo de programação livre. A seguir demonstramos através de exemplos o passo a passo de programação. Nota: Não é possível programar mais de um comprimento de onda por aplicação. 10.8.1 Aplicador Probe (Laser ou LED) Suponha que você tenha conectado ao equipamento a probe de LASER ou LED desejada. Usaremos como exemplo a Probe3 - LASER 660 nm. Após o reconhecimento da probe pelo software o visor mostrará a tela inicial (Home) (Imagem 42) pressione a tecla de SELEÇÃO MANUAL. Imagem 42. Tela de parâmetros salvos em outro aplicador. 1 Probe 4 808 nm 100 mW Cont 6J 100 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Selecione o modo de emissão: contínuo ou pulsado. Modo contínuo Modo pulsado Imagem 43. Tela modo contínuo. Caso a opção selecionada seja o modo contínuo, determine com as teclas decremento ou incremento somente a potência (mW) (figura 43). Caso a opção selecionada seja o modo pulsado determine a frequência de pulso (Hz) e a potência (mW) desejada (figura 44). Por exemplo: Modo: Pulsado Frequência: 20 Hz Potência: 100 mW Imagem 44. Tela modo pulsado. Cont 40 20 100 101 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Em seguida pressione avançar para seguir para a próxima tela. Usando as teclas decremento ou incremento insira a energia total em J (Joules) desejada para o tratamento no caso de probe LASER ou a densidade de energia (J/cm²) caso a probe seja LED. O ajuste de energia total ou da densidade de energia é acompanhado pelo cálculo automático do tempo necessário para a deposição da energia. Por exemplo: Dose: 8 J Imagem 45. Exemplo de inserção de energia total. Observe que o tempo de emissão é calculado automaticamente. Antes de iniciar o tratamento coloque e posicione os óculos de proteção para o paciente e terapeuta. Agora pressione prontidão para deixar a energia disponível para emissão. Neste local surgirá o ícone disponível que indica livre para o disparo. Posicione a probe sobre a área de tratamento e pressione o botão no corpo da probe. Durante todo o tempo de disparo, um sinal sonoro e o símbolo no visor: laser emission caso a probe seja LASER ou light emission, caso a probe seja LED, indicando a emissão de radiação LASER ou LED respectivamente (Imagem 46). Durante a emissão, o tratamento poderá ser pausado através do botão no corpo da probe. 8 100 00 02 40 102 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Imagem 46. Tela de emissão da radiação LASER. Observe o símbolo de emissão. Ao final do tempo de tratamento o equipamento desliga a emissão automaticamente. Para voltar novamente a tela de configuração de parâmetros pressione retroceder. 10.8.2 Aplicador Cluster LED Suponha que você tenha conectado ao equipamento o cluster de LED desejado. Usaremos como exemplo o Cluster grande 3 - LED RGB, LED 590 nm e LED 850 nm. Após o reconhecimento do cluster pelo software o visor mostrará a tela inicial (Home) (Imagem 47) pressione o ícone de SELEÇÃO MANUAL. Imagem 47. Tela inicial do Cluster grande 3 - LED RGB, LED 590 nm e LED 850 nm. Pressione a tecla com o comprimento de onda desejado: 450 nm, 525 n, 590 nm, 630 n, 850 nm e selecione o modo de emissão: contínuo ou pulsado. Por exemplo: Comprimento de onda: 630 nm Modo: contínuo Modo pulsado Modo contínuo 8 100 00 02 35 103 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Imagem 48. Tela de seleção de comprimento de onda e modo de emissão de energia: contínuo ou pulsado. A potência é fixa e sempre aparecerá como default no campo destinado, não sendo possível realizar alteração. Caso a opção selecionada seja o modo pulsado, determine com as teclas decremento ou incremento a frequência de pulso (Hz) desejada (Imagem 49). Imagem 49. Modo pulsado. Em seguida pressione avançar para seguir para a próxima tela. Usando as teclas incremento ou decremento insira a densidade de energia (J/cm²) desejada (Imagem 50). O ajuste da densidade de energia é acompanhado pelo cálculo automático do tempo necessário para a deposição da energia. Por exemplo: Dose: 6 J/cm² Cont 2700 1 2700 104 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Imagem 50. Exemplo de inserção de densidade de energia. Observe que o tempo de emissão é calculado automaticamente. Antes de iniciar o tratamento coloque e posicione os óculos de proteção para o paciente e terapeuta. Agora pressione prontidão para deixar a energia disponível para emissão. Neste local surgirá o ícone disponível que indica prontidão para o disparo. Posicione o cluster sobre a área de tratamento e pressione o botão no corpo do cluster. Durante todo o tempo de disparo, um sinal sonoro e o símbolo led emission no visor indicarão a emissão de radiação LED (Imagem 51). Durante a emissão, o tratamento poderá ser pausado através do botão no corpo do cluster. Imagem 51. Tela de emissão da radiação LED. Observe símbolo de emissão. 6 2700 00 02 57 6 2700 00 02 54 105 Ao final do tempo de tratamento o equipamento desliga a emissão automaticamente. Para voltar novamente a tela de configuração de parâmetros pressione retroceder. 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO 10.8.3 Aplicador Cluster LED e LASER Suponha que você tenha conectado ao equipamento o Cluster pequeno 1 - LED RGB e LASER 808 nm. Após o reconhecimento do cluster pelo software o visor mostrará a tela inicial (Home) (Imagem 52) pressione a tecla de SELEÇÃO MANUAL. Imagem 52. Tela inicial do Cluster pequeno 1 - LED RGB e LASER 808 nm. Pressione a tecla com o comprimento de onda desejado: 450 nm, 525 nm, 630 nm, 808 nm e selecione o modo de emissão: contínuo ou pulsado (Imagem 53). Por exemplo: Comprimento de onda: 450 nm Modo: Contínuo. Modo pulsado Modo contínuo Imagem 53. Tela de seleção de comprimento de onda e modo de emissão de energia: contínuo ou pulsado. Cont 750 106 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO 10.8.3.1 Comprimentos de onda 450 nm, 525nm ou 630 nm A potência é fixa e sempre aparecerá como default no campo destinado, não sendo possível realizar alteração. Caso a opção selecionada seja o modo pulsado, determine com as teclas decremento ou incremento a frequência de pulso (Hz) desejada (figura 54). Imagem 54. Modo pulsado. 10.8.3.2 Comprimentos de onda 808 nm Caso a opção selecionada seja o modo contínuo, determine com as teclas decremento ou incremento somente a potência (mW) (figura 60). Caso a opção selecionada seja o modo pulsado determine a frequência de pulso (Hz) e a potência (mW) desejada (Imagens 55 e 56). Imagem 55. Modo contínuo comprimento de onda 808 nm. Imagem 56. Modo pulsado comprimento de onda 808 nm. 1 750 Cont 40 1 40 107 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Em seguida pressione avançar para seguir para a próxima tela. Usando as teclas decremento ou incremento insira a densidade de energia (J/ cm²) desejada no caso de radiação LED ou a energia total em J (Joules) desejada no caso de radiação LASER (Imagem 57). O ajuste de densidade de energia ou de energia total é acompanhado pelo cálculo automático do tempo necessário para a deposição da energia. Por Exemplo: Dose: 15 J/ cm². Imagem 57. Exemplo de inserção de densidade de energia. Observe que o tempo de emissão é calculado automaticamente. Agora pressione prontidão para deixar a energia disponível para emissão. Neste local surgirá o ícone disponível que indica livre para o disparo. Posicione o cluster sobre a área de Antes de iniciar o tratamento coloque e posicione os óculos de proteção para o paciente e terapeuta. Durante todo o tempo de disparo, um sinal sonoro e o símbolo no visor: laser emission caso a probe seja LASER ou led emission caso a probe seja LED, indicarão a emissão de radiação LASER ou LED respectivamente (figura 58). Durante a emissão, o tratamento poderá ser pausado através do botão no corpo do cluster. tratamento e pressione o botão no corpo do cluster. 15 750 00 06 39 108 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO Ao final do tempo de tratamento o equipamento desliga a emissão automaticamente. Para voltar novamente a tela de configuração de parâmetros pressione retroceder. 10.9 CONECTOR DE INTERTRAVAMENTO REMOTO O ANTARES possui um dispositivo de intertravamento remoto (opcional). Trata-se de um sistema de segurança que evita a exposição inadvertida do LASER/LED sobre alguém que venha aabrir a porta do local durante o tratamento. Para instalação, que deverá ser realizada por técnicos especializados, o usuário necessita de uma chave tipo NF (Imagem 59), contato normalmente FECHADO. A chave deverá ser ligada ao cabo do conector de interlock e instalada na porta. Conecte o conector de interlock ao equipamento, e ative a função “Interlock ON” através da tela Menu (Imagem 60). Quando a porta for aberta o contato da chave irá se abrir, fazendo com que o ANTARES interrompa a emissão de LASER/LED. Quando a porta for novamente fechada o equipamento operará normalmente. Imagem 59. Esquema de funcionamento da chave NF. Imagem 58. Tela de emissão da radiação LED. Observe o símbolo de emissão. 15 750 00 06 35 109 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO A ausência do sistema de intertravamento remoto, corretamente posicionado, não interrompe a emissão LASER caso outras pessoas entrem no local de tratamento, podendo resultar em emissão indesejada direcionada à região dos olhos de pessoas que não estejam utilizando os óculos de proteção. 10.10 MENSAGENS DE PROTEÇÃO Integrado ao equipamento ANTARES, existem dispositivos que verificam situações inadequadas. Trata- se de um mecanismo de segurança a fim de evitar danos ao equipamento e riscos ao paciente. 10.10.1 Botoeira de Emergência Se a botoeira de emergência estiver acionada irá surgir a tela de emergência. Para sair dessa tela, rotacione o botão de emergência no sentido contrário para reiniciar o equipamento. Imagem 61. Tela de botoeira de emergência acionada. Imagem 60. Tela de ativação do Interlock (ON). 110 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO 10.10.2 Equipamento sem aplicador Se o equipamento estiver sem o aplicador ou com algum problema de reconhecimento na conexão, ao ligar o equipamento irá surgir a tela: Imagem 62. Aviso de equipamento sem aplicador. Conecte o aplicador desejado ou/e verifique a conexão. Caso o aviso se mantenha, procure os postos autorizados técnicos ou a assistência técnica da IBRAMED. 10.10.3 Exposição Inadvertida à Luz Caso o usuário esteja usando o sistema de intertravamento remoto e durante o tratamento alguém abra a porta do local (clínica por exemplo), o tratamento será interrompido e irá surgir a tela: Imagem 63. Tela de intertravamento remoto acionado. Ao fechar a porta novamente o equipamento retorna a tela de execução com os parâmetros que haviam sido préviamente carregados. Obs: O tempo também retornará ao cálculo inicial. 111 10 - PROGRAMANDO O EQUIPAMENTO 10.10.4 Falha no Ventilador O equipamento e os aplicadores Clusters possuem ventilador integrado internamente para resfriamento do sistema de hardware. Caso o ventilador do equipamento ou do aplicador Cluster pare de funcionar, irá surgir a tela: Imagem 64. Tela de falha no ventilador. Reinicie o equipamento. Se a falha estiver no ventilador do equipamento a mensagem acima será apresentada antes da tela de inserção de senha, se a falha estiver no ventilador do aplicador Cluster a mensagem acima será apresentada quando houver emissão de radiação LASER ou LED. Caso o aviso se mantenha, procure os postos autorizados técnicos ou a assistência técnica da IBRAMED. 10.10.5 Falha no Auto Teste O ANTARES realiza um auto teste automático para verificação do funcionamento elétrico sempre que o equipamento é ligado. Caso o auto teste verifique alguma falha no funcionamento elétrico, o equipamento não será inicializado e irá surgir a tela: Imagem 65. Tela de falha no auto teste. Reinicie o equipamento, caso o aviso se mantenha, procure os postos autorizados técnicos ou a assistência técnica da IBRAMED. 112 11 - PROTEÇÃO AMBIENTAL O ANTARES é um equipamento eletrônico e possui metais pesados como o chumbo. Sendo assim, existem riscos de contaminação ao meio ambiente associados à eliminação deste equipamento e seus acessórios ao final de suas vidas úteis. O ANTARES, suas partes e acessórios não devem ser eliminados como resíduos urbanos. Contate o distribuidor local ou a IBRAMED para informações de como retornar o equipamento ao fabricante para o correto descarte. 11.1 RISCOS DE CONTAMINAÇÃO O equipamento e suas partes consumíveis devem ser eliminados, ao fim da vida útil, de acordo com normas federais e/ou estaduais e/ou locais de cada país. O ANTARES não deve ter contato com materiais biológicos que possam sofrer degradação advinda da influência de bactérias, plantas, animais e afins. O ANTARES deve passar por manutenção periódica anual (calibração)como especificado pelo fabricante nestas instruções de uso para minimizar desgastes ou corrosões que possam reduzir suas propriedades mecânicas dentro do seu período de vida útil. O período de vida útil do ANTARES depende dos cuidados do usuário e da forma como é realizado o manuseio do equipamento. O usuário deve respeitar as instruções referentes a limpeza e armazenamento do equipamento, dos cabos e dos acessórios contidos nestas instruções de uso. 11.2 INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS 113 O que pode inicialmente parecer um problema nem sempre é realmente um defeito. Portanto, antes de pedir assistência técnica, verifique os itens descritos na tabela abaixo: PROBLEMAS SOLUÇÃO O equipamento não liga 1. • O cabo de alimentação está devidamente conectado? Caso não esteja, é preciso conectá-lo. Verifique também a tomada de rede na parede. O equipamento não liga 2. Você verificou o fusível de proteção? Verifique se não há mau contato. Verifique também se o valor está correto como indicado nas instruções de uso. O equipamento aponta “Falha na Emissão” durante o Check de Emissão. • Você posicionou adequadamente o aplicador sobre o receptor CHECK? Reposicione o aplicador e repita a operação. O equipamento está ligado, mas não executa a função. • Você seguiu corretamente as recomendações das instruções de uso do equipamento? Verifique e refaça os passos indicados no item sobre controles, indicadores e conexões; e no item instruções de operação. 12 - RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS 12.1 TABELA DE POSSÍVEIS PROBLEMAS 114 12 - RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS 12.2 TROCANDO O FUSÍVEL DE PROTEÇÃO Na parte traseira do ANTARES encontra-se um fusível de proteção. Para trocá-lo, certifique-se que o equipamento está desenergizado e com auxílio de uma chave de fenda pequena, remova a tampa protetora, remova a gaveta e desconecte o fusível. Faça a substituição e reposicione a gaveta no local. Imagem 66. A) Removendo a tampa protetora e a gaveta dos fusíveis; B) substituindo os fusíveis de proteção e C) reposicionando a gaveta dos fusíveis. Dentro do equipamento existem tensões perigosas. Nunca abra o equipamento. A B C 115 Sugerimos que o usuário faça uma inspeção, calibração e manutenção preventiva na IBRAMED ou nos postos autorizados técnicos a cada 12 meses de utilização do equipamento. Como fabricante, a IBRAMED se responsabiliza pelas características técnicas e segurança do equipamento somente nos casos onde a unidade foi utilizada de acordo com as instruções de uso contidas no manual do proprietário, onde manutenção, reparos e modificações tenham sido efetuados pela fábrica ou agentes expressamente autorizados; e onde os componentes que possam ocasionar riscos de segurança e funcionamento do equipamento tenham sido substituídos em caso de avaria, por peças de reposição originais. Não assumimos nenhuma responsabilidade por reparos efetuados sem nossa explícita autorização por escrito. ESTE EQUIPAMENTO TEM VIDA ÚTIL DE 5 (cinco) ANOS. Nunca realizar manutenção com o equipamento em uso. 13 - MANUTENÇÃO, ASSISTÊNCIA TÉCNICA E GARANTIA Qualquer dúvida ou problema de funcionamento com o seu equipamento entre em contato com o departamento de pós- vendas da IBRAMED através do telefone +55 19 3817 9633 ou acesse o site www.ibramed.com.br para obter os dados e contatos telefônicos dos postos técnicos autorizados. 13.1 MANUTENÇÃO 13.2 ASSISTÊNCIA TÉCNICA Toda manutenção deve seguir os cuidados quanto à exposiçãoà radiação LASER. Nunca efetue reparações não autorizadas em quaisquer circunstâncias. CUIDADO: Utilização dos controles ou ajustes ou execução de outros procedimentos não especificados aqui podem resultar em exposi- ção à radiação perigosa. 116 O usuário deve fazer a inspeção e manutenção preventiva do equipamento somente na IBRAMED ou nos postos técnicos autorizados. A IBRAMED não se responsabiliza por manutenção, reparos e modificações que tenham sido efetuados por fábricas ou agentes expressamente não autorizados. MANUTENÇÃO - Nenhuma modificação neste equipamento é permitida. - Uma modificação não autorizada pode influenciar na segurança de utilização deste equipamento. - Nunca efetue reparações não autorizadas em quaisquer circunstâncias. 13 - MANUTENÇÃO, ASSISTÊNCIA TÉCNICA E GARANTIA Autorização de Funcionamento da Empresa: 103.603-1 Responsável Técnico: Fábio Alexandre Pinto. CREA-SP: 5070211625 13.3 TERMO DE GARANTIA 1) O seu produto IBRAMED é garantido contra defeitos de fabricação, se consideradas as condições estabelecidas por este manual, por 18 meses corridos divididos da seguinte forma: a) 03 (três) primeiros meses: Garantia Legal; b) 15 (quinze) meses restantes: Garantia adicional concedida pela IBRAMED - GARANTIA CONTRATUAL. c) Aplicadores: garantia de 6 meses. 2) O período de garantia contará a partir da data aquisição (data em que a nota fiscal de venda for emitida), ainda que o adquirente, posteriormente, venha a transferir o equipamento a terceiros. A garantia compreenderá a substituição de peças e a mão de obra no reparo de defeitos constatados como sendo de fabricação. 3) A GARANTIA LEGAL e a ADICIONAL/CONTRATUAL deixará de ter validade nos seguintes casos abaixo especificados: • Quando o número de identificação (Nº de série) do equipamento for retirado ou alterado; • Quando ficar constatado que o equipamento e/ou seus acessórios sofreram queda, molhadura, ou maus tratos; • Quando ficar constatado que o lacre do equipamento foi violado, ou se caracterizado que o equipamento sofreu alterações/modificações ou consertos por técnicos não credenciados pela IBRAMED; • Quando na instalação ou uso do equipamento não forem observadas as especificações e recomendações das instruções 117 de uso contidas neste manual; • Por defeitos advindos de acidentes ou agentes naturais (descargas atmosféricas p. ex); • Quando o equipamento for ligado a sistema elétrico com voltagem imprópria e/ou sujeita a flutuações excessivas ou sobrecargas; • Em casos de acidentes de transporte. 4) No período de GARANTIA LEGAL (três primeiros meses a partir da compra), a IBRAMED se responsabiliza pelo transporte do equipamento para assistência técnica no caso de defeitos de fabricação, porém há necessidade de prévio contato com o departamento de pós - vendas da empresa que, por sua vez, orientará o cliente sobre a melhor forma de remessa do produto, local para onde o mesmo deverá ser enviado, e emissão de autorização do transporte. 5) Caso não seja constatado nenhum defeito no equipamento remetido à assistência técnica dentro do período de GARANTIA LEGAL, todas as despesas tidas como o transporte do mesmo serão repassadas aos clientes. 6)COBERTURA NO PERÍODO DE GARANTIA LEGAL (03 MESES): • Defeitos de fabricação do equipamento e de seus acessórios não sujeitos à desgaste natural (Ver item 9 abaixo); • Transporte do equipamento para conserto (mediante prévia autorização da IBRAMED); 7)COBERTURA NO PERÍODO DE GARANTIA ADICIONAL/ 13 - MANUTENÇÃO, ASSISTÊNCIA TÉCNICA E GARANTIA CONTRATUAL (15 MESES): • Defeitos de fabricação do equipamento e de seus acessórios não sujeitos à desgaste natural (ver item 9 abaixo); 8) No período de GARANTIA ADICIONAL/CONTRATUAL, a IBRAMED não se responsabiliza pelo transporte do equipamento para assistência técnica, assim como também não se responsabiliza por qualquer custo e/ou reembolso de despesas tidas como o transporte. 9) Tanto no período de GARANTIA LEGAL quanto no período de GARANTIA ADICIONAL/CONTRATUAL, não há cobertura sobre peças sujeitas ao desgaste natural tais como botões de comando, teclas de controle, cabos de conexão ao paciente, suportes e gabinetes dos equipamentos e etc... 10) Nenhuma revenda e/ou assistência técnica possuem autorização para alterar as condições aqui mencionadas ou assumir compromissos em nome da IBRAMED. • Nenhuma parte do equipamento deve passar por assistência ou manutenção durante a utilização com um paciente. • Nenhuma modificação neste equipamento é permitida. 118 14 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Adamskaya N, Dungel P, Mittermayr R, Hartinger J, Feichtinger G, Wassermann K, Redl H, van Griensven M. Light therapy by blue LED improves wound healing in an excision model in rats. Injury. 2011 Sep;42(9):917-21. Almeida P, Lopes-Martins RA, De Marchi T, et al. Red (660 nm) and infrared (830 nm) low-level laser therapy in skeletal muscle fatigue in humans: what is better?. Lasers Med Sci. 2012 Mar;27(2):453-8. Andrade FS, Clark RM, Ferreira ML. Effects of low-level laser therapy on wound healing. Rev Col Bras Cir. 2014 Mar- Apr;41(2):129-33. Avci P1, Gupta A, Sadasivam M, Vecchio D, Pam Z, Pam N, Hamblin MR. Low-level laser (light) therapy (LLLT) in skin: stimulating, healing, restoring. Semin Cutan Med Surg. 2013 Mar;32(1):41-52. Avci P1, Nyame TT, Gupta GK, Sadasivam M, Hamblin MR. Lowlevel laser therapy for fat layer reduction: a comprehensive review. Lasers Surg Med. 2013 Aug;45(6):349-57. Avram MR, Rogers NE. The use of low-level light for hair growth: part I. J Cosmet Laser Ther. 2009 Jun;11(2):110-7. Aziz-Jalali MH1, Tabaie SM, Djavid GE. Comparison of Red and Infrared Low-level Laser Therapy in the Treatment of Acne Vulgaris. Indian J Dermatol. 2012 Mar;57(2):128-30. Barolet D. Light-emitting diodes (LEDs) in dermatology. Semin Cutan Med Surg. 2008 Dec;27(4):227-38. Beckmann KH, Meyer-Hamme G, Schröder S. Low level laser therapy for the treatment of diabetic foot ulcers: a critical survey. Evid Based Complement Alternat Med. 2014. Bonatti S, Hochman B, Tucci-Viegas VM, Furtado F, Pinfildi CE, Pedro AC, Ferreira LM. In vitro effect of 470 nm LED (Light Emitting Diode) in keloid fibroblasts. Acta Cir Bras. 2011 Feb;26(1):25-30. Chang WD, Lee CL, Lin HY, Hsu YC, Wang CJ, Lai PT. A Meta-analysis of Clinical Effects of Low-level Laser Therapy on Temporomandibular Joint Pain. J Phys Ther Sci. 2014 Aug;26(8):1297-300. Chen C, Hou WH, Chan ES, Yeh ML, Lo HL. Phototherapy for treating pressure ulcers. Cochrane Database Syst Rev. 2014 Jul 11;7. Chen YJ, Wang YH, Wang CZ, Ho ML, Kuo PL, Huang MH, Chen 119 14 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CH. Effect of low level laser therapy on chronic compression of the dorsal root ganglion. PLoS One. 2014 Mar 4;9(3). Choi M, Kim JE, Cho KH, Lee JH. In vivo and in vitro analysis of low level light therapy: a useful therapeutic approach for sensitive skin. Lasers Med Sci. 2013 Nov;28(6):1573-9. Dias SB, Fonseca MV, Dos Santos NC, et al. Effect of GaAIAs low-level laser therapy on the healing of human palate mucosa after connective tissue graft harvesting: randomized clinical trial. Lasers Med Sci. 2014 Nov 6. Duarte I, Cunha JA, Bedrikow RB, Lazzarini R. What is the most common phototherapy prescription for psoriasis: NBUVB or PUVA? Prescription behavior. An Bras Dermatol. 2009 Jul;84(3):244-8. Dungel P, Hartinger J, Chaudary S, Slezak P, et al. Low level light therapy by LED of different wavelength induces angiogenesis and improves ischemic wound healing. Lasers Surg Med. 2014 Oct 31. Elm CM1, Wallander ID, Endrizzi B, Zelickson BD. Efficacy of multiple diode laser system for body contouring. Lasers Surg Med.2011 Feb;43(2):114-21. Forman Taub A, Friedman A. Laser lipolysis with a 980 nm diode laser. J Drugs Dermatol. 2010 May;(9)58-61. Fukuda TY, Tanji MM, Silva SR, Sato MN, Plapler H. Infrared low-level diode laser on inflammatory process modulation in mice: pro- and anti-inflammatory cytokines.Lasers Med Sci. 2013 Sep;28(5):1305-13. Fusakul Y, Aranyavalai T, Saensri P, Thiengwittayaporn S. Low-level laser therapy with a wrist splint to treat carpal tunnel syndrome: a double-blinded randomized controlled trial. Lasers Med Sci. 2014 May;29(3):1279-87. Fushimi T, Inui S, Nakajima T, Ogasawara M, Hosokawa K, Itami S. Green light emitting diodes accelerate wound healing: characterization of the effect and its molecular basis in vitro and in vivo. Wound Repair Regen. 2012 Mar-Apr;20(2):226- 35. Gold MH, Andriessen A, Biron J, Andriessen H. Clinical Efficacy of Self- applied Blue Light Therapy for Mild-to-Moderate Facial Acne. J Clin Aesthet Dermatol. 2009 Mar;2(3):44-50. Gold MH. Cellulite - an overview of non-invasive therapy with energy-based systems. J Dtsch Dermatol Ges. 2012 Aug;10(8):553-8. 120 14 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Grundmann SA1, Beissert S. Modern aspects of phototherapy for atopic dermatitis. J Allergy (Cairo). 2012. Gupta A, Keshri GK, Yadav A, et al. Superpulsed (Ga-As, 904 nm) low-level laser therapy (LLLT) attenuates inflammatory response and enhanceshealing of burn wounds. J Biophotonics. 2014 Sep. Gupta AK, Lyons DC, Abramovits W. Low-level laser/light therapy for androgenetic alopecia. Skinmed. 2014 May- Jun;12(3):145-7. Hawkins D, Abrahamse H. Phototherapy — a treatment modality for wound healing and pain relief. African Journal of Biomedical Research, Vol. 10 (2007); Ibadan Biomedical Communications Group. Issa MC, Manela-Azulay M. Photodynamic therapy: a review of the literature and image documentation. An Bras Dermatol. 2010 Jul-Aug;85(4):501-11. Ivandic BT, Ivandic T. Low-level laser therapy improves vision in a patient with retinitis pigmentosa. Photomed Laser Surg. 2014 Mar;32(3):181-4. Jackson RF, Dedo DD, Roche GC, Turok DI, Maloney RJ. Low-level laser therapy as a non-invasive approach for body contouring: a randomized, controlled study. Lasers Surg Med. 2009 Dec;41(10):799-809. Jackson RF, Stern FA, Neira R, Ortiz-Neira CL, Maloney J. Application of low-level laser therapy for noninvasive body contouring. Lasers Surg Med. 2012 Mar;44(3):211-7. Jacson RF, Roche GC, Shanks SC. A double-blind, placebocontrolled randomized trial evaluating the ability of low-level laser therapy to improve the appearance of cellulite. Lasers Surg Med. 2013 Mar;45(3):141-7. Javad T, Hashmi MD, James DC,et al. Effect of Pulsing in Low-Level Light Therapy. Lasers Surg Med. Aug 2010; 42(6): 450–466. Jimenez JJ, Wikramanayake TC, Bergfeld W, et al. Efficacy and safety of a low-level laser device in the treatment of male and female pattern hair loss: a multicenter,randomized, sham device-controlled, double-blind study. Am J Clin Dermatol. 2014 Apr;15(2):115-27. Joensen J, Ovsthus K, Reed RK, Hummelsund S, Iversen VV, Lopes-Martins RA, Bjordal JM. Skin penetration time-profiles for continuous 810 nm and Superpulsed 904 nm lasers in a 121 14 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS rat model. Photomed Laser Surg. 2012 Dec;30(12):688-94. Kang Y, Rabie AB, Wong RW. A review of laser applications in orthodontics. Int J Orthod Milwaukee. 2014 Spring;25(1):47- 56. Kim H, Choi JW, Kim JY, Shin JW, Lee SJ, Huh CH. Low-level light therapy for androgenetic alopecia: a 24-week, randomized, double-blind, sham device-controlled multicenter trial. Dermatol Surg. 2013 Aug;39(8):1177-83. Kim JM, Kim NH, Tian YS, Lee AY. Light-emitting diodes at 830 and 850 nm inhibit melanin synthesis in vitro. Acta Derm Venereol. 2012 Nov;92(6):675-80. Kingsley JD, Demchak T, Mathis R. Low-level laser therapy as a treatment for chronic pain. Front Physiol. 2014 Aug 19;5:306. Lanzafame RJ, Blanche RR, Bodian AB, et al. The growth of human scalp hair mediated by visible red light laser and LED sources in males. Lasers Surg Med. 2013 Oct;45(8):487-95. Lanzafame RJ, Blanche RR, Chiacchierini RP, Kazmirek ER, Sklar JA. The growth of human scalp hair in females using visible red light laser and LED sources. Lasers Surg Med. 2014 Oct;46(8):601-7. Lazovic M1, Ilic-Stojanovic O, Kocic M, Zivkovic V, Hrkovic M, Radosavljevic. N. Placebo-controlled investigation of lowlevel laser therapy to treat carpal tunnel syndrome. Photomed Laser Surg. 2014 Jun;32(6):336-44. Leclère FM, Trelles M, Moreno-Moraga J, Servell P, Unglaub F, Mordon SR. 980-nm laser lipolysis (LAL): About 674 procedures in 359 patients. J Cosmet Laser Ther. 2012 Apr;14(2):67-73. Lee SY, You CE, Park MY. Blue and red light combination LED phototherapy for acne vulgaris in patients with skin phototype IV. Lasers Surg Med. 2007 Feb;39(2):180-8. Li FJ, Zhang JY, Zeng XT, Guo Y. Low-level laser therapy for orthodontic pain: a systematic review. Lasers Med Sci. 2014 Sep 26. Lopes-Martins RA. Tendinitis, an open avenue for low-level laser therapy. Photomed Laser Surg. 2014 Jul;32(7):369- 70. Madani AS, Ahrari F, Nasiri F, Abtahi M, Tunér J. Low-level laser therapy for management of TMJ osteoarthritis. Cranio. 122 14 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 2014 Jan;32(1):38-44. McRae E, Boris J. Independent evaluation of low-level laser therapy at 635 nm for non-invasive body contouring of the waist, hips, and thighs. Lasers Surg Med. 2013 Jan;45(1):1-7. Melo MD, Pompeo KD, Brodt GA, Baroni BM, da Silva Junior DP, Vaz MA. Effects of neuromuscular electrical stimulation and low-level laser therapy on the muscle architecture and functional capacity in elderly patients with knee osteoarthritis: a randomized controlled trial. Clin Rehabil. 2014 Sep 26. Munck A, Gavazzoni MF, Trüeb RM. Use of low-level laser therapy as monotherapy or concomitant therapy for male and female androgenetic alopecia. Int J Trichology. 2014 Apr;6(2):45-9. Nesioonpour S, Akhondzadeh R, Mokmeli S, et al. Does low-level laser therapy enhance the efficacy of intravenous regional anesthesia? Pain Res Manag. 2014 Jun 19. Nestor MS, Zarraga MB, Park H. Effect of 635nm Low-level Laser Therapy on Upper Arm Circumference Reduction: A Double-blind, Randomized, Sham-controlled Trial. J Clin Aesthet Dermatol. 2012 Feb;5(2):42-8. Ruaro JA, Fréz AR, Ruaro MB, Nicolau RA. Low-level laser therapy to treat fibromyalgia. Lasers Med Sci (2014) 29:1815–1819 Tin SS, Wiwanitkit V. Low-level laser therapy for androgenic alopecia. Int J Trichology. 2014 Oct;6(4):189. Vallone F, Benedicenti S, Sorrenti E, Schiavetti I, Angiero F. Effect of diode laser in the treatment of patients with nonspecific chronic low back pain: a randomized controlled trial. Photomed Laser Surg. 2014 Sep;32(9):490-4. 123 Instruções de Uso ONDAS CURTAS INSTRUÇÕES DE USO Fabricado por IBRAMED Indústria Brasileira de Equipamentos Médicos EIRELI ANVISA nº 00000000000 0ª edição (Rev. 00/00) FOTO DO EQUIPAMENTO Instruções de Uso IBRAMED Indústria Brasileira de Equipamentos Médicos LTDA Av. Dr. Carlos Burgos, 2800 - Jd. Itália 13901-080 - Amparo - SP - Brasil +55 19 3817 9633 www.ibramed.com.br ibramed@ibramed.com.br