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manual_de_hidrologia_basica

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Tabela 13 Velocidades Médias V (km/h) .................................................................... 83 
Tabela 14 Acréscimo de Precipitações Efetivas......................................................... 99 
Tabela 15 Relação entre Precipitações e Duração de Chuvas .................................. 105 
Tabela 16 Relação de Precipitações do Posto de Goiânia ........................................ 107 
 
 
Tabela 17 Posto Pluviográfico de Referência Representativo de 98 Postos de Brasil - 
Metodologia A............................................................................................ 114 
Tabela 18 Posto Pluviográfico de Referência Representativo de 98 Postos de Brasil - 
Metodologia B............................................................................................ 115 
Tabela 19 Posto Pluviográfico de Referência -Baixada Santista - Metodologia A...... 116 
Tabela 20 Posto Pluviográfico de Referência - Baixada Santista – Metodologia B .... 117 
Tabela 21 Posto Pluviográfico de Referência – Posto de Goiânia – Metodologia A... 119 
Tabela 22 Posto Pluviográfico de Referência – Posto de Goiânia – Metodologia B... 120 
Tabela 23 Composição de Cálculo............................................................................. 126 
Tabela 24 Coeficiente de Escoamento Superficial / Run – off.................................... 128 
Tabela 25 Coeficiente de Deflúvio para Algumas Superfícies Típicas ....................... 129 
 
 
SUMÁRIO 
APRESENTAÇÃO .......................................................................................................... 3 
LISTA DE ILUSTRAÇÕES.............................................................................................. 5 
1. INTRODUÇÃO ....................................................................................................... 9 
2. O CICLO HIDROLÓGICO ...................................................................................... 13 
3. TEMPO DE RECORRÊNCIA ................................................................................ 17 
4. RELAÇÃO ENTRE NÍVEIS D’ÁGUA E DESCARGA DE PROJETO...................... 23 
5. MÉTODOS ESTATÍSTICOS .................................................................................. 27 
5.1. Transposição de Dados............................................................................... 29 
5.2. Validade ...................................................................................................... 29 
5.3. Método de Gumbel...................................................................................... 31 
5.4. Método de Hazen ........................................................................................ 36 
5.5. Método de Log Pearson Tipo III (LP-III) ...................................................... 42 
5.6. Estatística de Volumes de Enchentes ......................................................... 49 
6. MÉTODO DO HIDROGRAMA UNITÁRIO SINTÉTICO ......................................... 51 
6.1. Generalidades ............................................................................................. 53 
6.2. Validade ...................................................................................................... 54 
6.3. Chuva de Projeto......................................................................................... 55 
6.3.1. Relação Precipitação-Duração-Freqüência...................................... 55 
6.3.2. Simultaneidade das Chuvas............................................................. 58 
6.3.3. Distribuição da Chuva em Área........................................................ 67 
6.3.4. Distribuição da Chuva no Tempo ..................................................... 70 
6.4. Relação Chuva-Deflúvio.............................................................................. 71 
6.4.1. Curva de Mockus ............................................................................. 71 
6.4.2. Chuvas Antecedentes ...................................................................... 76 
 
 
6.4.3. Infiltração Mínima ............................................................................. 78 
6.5. Hidrograma Unitário Triangular ................................................................... 79 
6.5.1. Tempo de Concentração .................................................................. 79 
6.5.2. Conformação do Hidrograma Unitário .............................................. 95 
6.5.3. Composição do Hidrograma Total .................................................... 98 
6.6. Métodos de Cálculo..................................................................................... 102 
6.6.1. Chuvas de Projeto............................................................................ 102 
6.6.2. Expressão da Chuva do Eng° Otto Pfafstetter ................................. 102 
6.6.3. Cálculo dos Deflúvios ....................................................................... 108 
6.6.4. Composição do Hidrograma............................................................. 111 
7. MÉTODO RACIONAL ............................................................................................ 121 
7.1. Generalidades ............................................................................................. 123 
7.2. Coeficiente de Escoamento Superficial ....................................................... 128 
BIBLIOGRAFIA............................................................................................................... 131 
 
9 
 
11 -- IINNTTRROODDUUÇÇÃÃOO 
 
 
11 
 
1 INTRODUÇÃO 
Este Manual de Hidrologia Básica para Estruturas de Drenagem tem por objetivo principal 
a apresentação dos métodos e procedimentos a serem usados no dimensionamento dos 
dispositivos de drenagem envolvendo, entre outros, as obra-de-arte correntes (bueiros e 
galerias), as obras de drenagem superficial (sarjetas, valetas, canaletas etc), além da 
fixação das seções de vazão das obras-de-arte especiais (pontes e viadutos). 
Nele estão incluídos os processos usualmente adotados pelos projetistas de drenagem 
rodoviária, quando se trata de travessias de talvegues, naturais ou artificiais, assim como 
o projeto dos dispositivos destinados à coleta, condução e lançamento dos deflúvios 
superficiais, de modo a evitar a erosão da plataforma da rodovia e garantir a segurança 
do tráfego durante as precipitações mais significativas. 
O projeto de revisão do Manual, ora elaborado, procurou a consolidação dos critérios e 
dos métodos de cálculo usuais, cuja larga aplicação permitiu o seu próprio 
aprimoramento. 
Em razão da universalização do uso de programas computacionais, obteve-se, ainda, 
com o abandono da utilização de ábacos, monogramas e tabelas, uma sensível redução 
das matérias tratadas no Manual primitivo, resultando um documento bem menos 
volumoso. 
Por último, cabe observar que foram retiradas do texto do Manual as equações e tabelas 
das “Equações de Chuva”, originariamente apresentadas na obra “Chuvas Intensas no 
Brasil”, de autoria do Eng° Otto Pfafstetter (2a edição, patrocinada pelo Ministério do 
Interior – Departamento Nacional de Obras de Saneamento). Com isso, não está sendo 
recomendado o seu desuso; ao contrário, sua utilização é indicada em diversos 
momentos, deixando-se de representá-las apenas por economia de espaço. 
 
 
 
13 
 
22 –– OO CCIICCLLOO HHIIDDRROOLLÓÓGGIICCOO 
 
 
15 
 
2 O CICLO HIDROLÓGICO 
No dimensionamento das estruturas de drenagem das rodovias, é de grande importância 
a consideração dos fatores de risco de superação e do grau de degradação que possam 
ocorrer devido a longas exposições da estrada