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Material: Instrumento de Avaliação da Maturidade da Gestão (MEG), 21ª edição — FNQ (2017). Apresenta metodologia de diagnóstico com ênfase no ciclo PDCL; passo a passo de avaliação; tabelas de pontuação; fatores para Fundamentos e Temas; mudanças da 20ª para 21ª edição; glossário e referências.

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MODELO DE
EXCELÊNCIA DA
GESTÃO® (MEG) 
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO 
DA MATURIDADE DA GESTÃO
21ª EDIÇÃO
PR
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ID
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21ª Edição | Abril/2017
Válida a partir de 03/04/2017
© 2017 FNQ – Fundação Nacional da Qualidade – 
Todos os direitos reservados
Proibida a reprodução total ou parcial desta 
publicação sem o prévio consentimento, por escrito, 
da FNQ
FNQ – Fundação Nacional da Qualidade
Instrumento de Avaliação da Maturidade da Gestão 
São Paulo, 2017
PR
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ID
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21ª EDIÇÃO
ISBN 978-85-8139-058-1
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO 
DA MATURIDADE DA GESTÃO
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO
21ª Edição - 88 páginas
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE
MODELO DE EXCELÊNCIA DA GESTÃO® (MEG)
PR
OIB
ID
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© 2017 FNQ – Fundação Nacional da 
Qualidade – Todos os direitos reservados
Proibida a reprodução total ou parcial desta 
publicação sem o prévio consentimento, por 
escrito, da FNQ
FNQ – Fundação Nacional da Qualidade
Instrumento de Avaliação da Maturidade da 
Gestão | São Paulo, 2017
ISBN 978-85-8139-058-1
REALIZAÇÃO
 Tel.: 55 11 5509-7700
www.fnq.org.br
SUGESTÕES 
Envie sua sugestão ou crítica pelo 
Fale Conosco em www.fnq.org.br
COORDENAÇÃO 
Vanessa Costa
PRODUÇÃO 
Folie Comunicação
EDIÇÃO
Marisa Meliani (MTb 20435)
PROJETO GRÁFICO E 
DIREÇÃO DE ARTE 
PaulaLyn Carvalho
EDIÇÃO FINAL E REVISÃO
Folie Comunicação
ILUSTRAÇÃO CAPA 
Fernando Carvall / Estúdio Saci
IMPRESSÃO: Margraf
TIRAGEM: 2.000 exemplares
Capa Couché Fosco Certificado 210g/m3 e 
Miolo Couché Fosco Certificado 115g/m3 
AGRADECIMENTO
A FNQ agradece a todos os que 
contribuíram para tornar possível 
esta publicação, enviando críticas 
e sugestões para a melhoria deste 
guia. Agradecimento especial aos 
voluntários membros da Banca 
Examinadora, Núcleos de Estudos 
Técnicos Critérios de Excelência, Rede 
QPC e Temáticos, assim como aos 
participantes da Consulta Pública.
PRESIDENTE EXECUTIVO
Jairo Martins
GERENTE DE PORTFÓLIO, 
OPERAÇÕES E CONHECIMENTO
Marcos Bardagi
NÚCLEO DE ESTUDO TÉCNICO 
CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA
COORDENADORA TÉCNICA
Maria Cristina Alexandre Costa
RELATOR
Antonio Tadeu Pagliuso
MEMBROS
Alexandre Carrasco
Carlos Eduardo Assmann
Cesarino Carvalho Junior
Fábio Pacheco Muniz de Souza e Castro 
Ivana Mara Rodrigues da Silva
Márcio Eduardo Buck
Marcos Augusto de Vasconcellos
Marcus Vinicius Cotrim Árabe
Pedro Carlos Resende Junior
Rafael Scucuglia
Silvana Hoffmann
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PREFÁCIO Esta 21ª edição do Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) – Instrumento
de Avaliação da Maturidade da Gestão apresenta uma nova metodologia 
de diagnóstico, com ênfase no ciclo PDCL e objetivo de simplificar seu 
entendimento e implementação nas organizações. 
Resumidamente, o novo MEG traz inovações importantes, que visam 
incorporar as mais recentes e emergentes questões relacionadas à gestão 
no Brasil e no mundo, e, ao mesmo tempo, representar uma mudança 
significativa na forma de propor o Modelo. Agora, os Fundamentos da 
Gestão para Excelência estão concentrados em oito, desdobrando-se 
diretamente em Temas, que, por sua vez, se abrem em Processos, para os 
quais são indicadas as ferramentas mais adequadas de abordagem.  
No intuito de facilitar ainda mais a adoção do MEG, a FNQ criou uma 
identidade visual nova, com interatividade, que estimula o engajamento de 
todos e o sentimento de que cada um pode fazer a sua parte — vendo-se 
representado no Modelo e podendo adaptá-lo às circunstâncias específicas 
de sua organização. Para mais detalhes sobre os Fundamentos, consulte o 
Guia de Referência da Gestão para Excelência, outra publicação lançada 
recentemente pela FNQ, complementar a este material. 
Neste Instrumento de Avaliação, você encontra o passo a passo para 
analisar a maturidade da gestão na sua organização em relação ao MEG, 
as tabelas baseadas no Sistema de Pontuação do Modelo e os fatores 
determinantes para alcançar a excelência nos Fundamentos e Temas. 
Há ainda uma breve explanação sobre as principais mudanças realizadas 
entre a 20ª e a 21ª edições, além do Glossário de Termos e as Referências 
Bibliográficas utilizadas pelo Núcleo Técnico da FNQ, em seus esforços de 
reunir o melhor conteúdo nos mais diversos subcampos da gestão. 
A FNQ completou 25 anos em 2016 e segue incansável em sua Missão de 
contribuir para que as melhores práticas de gestão sejam disseminadas 
no Brasil, em empresas de todos os portes e áreas de atuação, sejam elas 
do setor privado ou público. Temos a certeza de que o leitor encontrará 
nesta versão inovadora do MEG a ferramenta ideal para acompanhá-lo na 
jornada a patamares cada vez mais altos de resultados. 
Boa leitura!
Marcos Bardagi 
Gerente de Portfólio, Operações 
e Conhecimento da FNQ
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sumário
Sobre a Fundação 
Nacional da Qualidade 10
Modelo de Excelência 
da Gestão® (MEG) 
(Uma Visão Sistêmica da Gestão 
Organizacional)
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Fundamentos da 
Gestão para Excelência
Diagrama do Ciclo da Gestão
Processos e Resultados
Diagrama do MEG
13
14
14
12
cap1
cap2
Como utilizar este 
Instrumento 18
Caminho para 
a Excelência 19
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cap4
Tabelas de 
Avaliação 38
Faixas de 
Pontuação 
Global 68
cap5
Principais Novidades 
da 21ª Edição 74
Glossário de Termos
Índice Remissivo
77
85
Principais Referências 
Bibliográficas 82
cap3
Perfil da 
Organização 22
Quadro de Fundamentos, 
Temas e Pontuações 26
Sistema de Avaliação 28
Determinação 
da Pontuação 32
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Sobre a Fundação 
Nacional da Qual idade
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Modelo de Excelência 
da Gestão® (MEG) 
(Uma Visão Sistêmica da Gestão Organizacional)
11
Fundamentos da 
Gestão para Excelência
Diagrama do MEG
Diagrama do 
C ic lo da Gestão
Processos e Resul tados
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SOBRE A 
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE
Criada em 1991, por um grupo de representantes dos setores público e privado, a 
Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) procura gerar valor às organizações e outras 
partes interessadas, por meio do apoio à busca permanente da excelência. 
Para tanto, dissemina o Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) como instrumento 
essencial voltado ao desenvolvimento da competitividade, sustentabilidade, ética e 
inovação nas organizações, e promove anualmente o mais importante reconhecimento 
à qualidade dos processos e do desempenho da gestão no País. 
No papel de agente do desenvolvimento socioeconômico, a FNQ atua por meio de uma 
abrangente rede de parceiros, dinâmica e aberta, engajada no estudo, desenvolvimento, 
compartilhamento e disseminação do conhecimento sobre a excelência da gestão.
Nesse sentido, ela organiza e apoia grupos de estudos, núcleos de conhecimento, 
capacitações, fóruns de debates, seminários, congressos, publicações técnicas e 
temáticas, além de manter o Portal da FNQ (www.fnq.org.br), que disponibiliza recursos 
para o aprendizado, tais como: cursos virtuais, publicações eletrônicas, videoteca, 
Comunidade de Boas Práticas, artigos e entrevistas, entre outros produtos e serviços.
Como estratégia de atuação, a FNQ permanece atenta às transformações no mundo 
e no ambiente de negócios, com o intuito de incorporá-las a seus conceitos, serviços 
e práticas, e para que a sua base de conhecimento corresponda à ampliação de seus 
objetivos e realizações na busca da melhoria da produtividade das organizações e da 
competitividade do País.
A proposta de atualização permanente da Fundação resulta, entre outras iniciativas, na 
revisão periódica dos Fundamentos da Excelência e de seu Instrumento de Avaliação, tal 
como se apresentam neste documento.
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INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados10
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MODELO DE EXCELÊNCIA DA GESTÃO® (MEG)
UMA VISÃO SISTÊMICA DA GESTÃO ORGANIZACIONAL
Para a FNQ, a excelência em uma organização está 
relacionada à suacapacidade de perseguir seus 
propósitos, em completa harmonia com os complexos 
ecossistemas com os quais interage e dos quais 
depende, sendo um alvo móvel. Se em algum instante 
crermos tê-la alcançado, este é o momento em que a 
teremos perdido. 
O Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) reflete a 
experiência, o conhecimento e o trabalho de pesquisa de 
diversas organizações, públicas e privadas, universidades 
e especialistas do Brasil e do exterior, estando baseado 
em oito Fundamentos da Gestão para Excelência, que se 
desdobram em temas e seus respectivos processos, que, 
por sua vez, produzem os resultados.
No MEG, os Fundamentos da Gestão para Excelência 
(ver pág.13) são expressos em características tangíveis 
e mensuráveis quantitativa ou qualitativamente. Seu 
Sistema de Pontuação possibilita a avaliação do grau de 
maturidade da gestão, dos processos e resultados.
Com o objetivo de facilitar o entendimento de conteúdos 
relacionados ao MEG, e reproduzir de forma lógica a 
condução de temas essenciais de uma organização, no 
capítulo que apresenta as Tabelas de Avaliação (pág. 37), 
os processos solicitados estão agrupados por Temas que 
garantem à organização uma melhor compreensão de 
seu sistema gerencial, além de proporcionar uma visão 
sistêmica da gestão, do mercado e do cenário local ou 
global onde ela atua e se relaciona.
Analisar e responder adequadamente a avaliação, 
seguindo a lógica do PDCL1 — do inglês: Plan (planejar), 
Do (realizar), Check (verificar), Learn (aprender) —, auxiliam 
a organização a alinhar seus recursos; identificar pontos 
fortes e oportunidades para melhoria; aprimorar a 
comunicação, a produtividade e a efetividade de suas 
ações; e alcançar os objetivos estratégicos. 
Como resultado, a organização avança em direção à 
excelência da gestão e gera valor aos clientes e acionistas, 
à sociedade e outras partes interessadas, o que contribui 
para a sua sustentabilidade e perenidade. Conforme 
descrito na publicação Guia de Referência da Gestão 
para Excelência, o MEG deve ser considerado como um 
modelo de referência em gestão organizacional2, cuja 
principal característica é ser um Modelo Integrador.
1 Adaptação realizada pela FNQ, 
desde 2003, do ciclo PDCA (do 
inglês: PLAN - DO - CHECK - ACT / Plan-
Do-Check-Adjust), que é um método 
interativo de gestão de quatro 
passos, utilizado para o controle e 
a melhoria contínua de processos 
e produtos. É também conhecido 
como o círculo/ciclo/roda de Deming 
ou ciclo de Shewhart. 
2 Modelos de referência à gestão: 
modelos padronizados e genéricos, 
que desempenham um papel de 
referência para os tomadores de 
decisão a respeito de práticas a 
serem empregadas nas operações e 
processos organizacionais. (PAGLIUSO, 
CARDOSO e SPIEGEL. Gestão 
Organizacional: o desafio na construção 
do modelo de gestão. 2010)
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Na figura abaixo, temos a representação gráfica do MEG, 
baseada no Tangram — quebra-cabeça de sete peças de 
origem chinesa, do século IX d.C. Ao utilizar o MEG como 
seu modelo de referência, a organização deve adaptá-lo 
(remontá-lo) na melhor forma que defina seu modelo de 
gestão. A figura simboliza um modelo de relacionamento 
entre a organização, considerada como um sistema 
adaptável gerador de produtos e informações, e seu 
ambiente organizacional e tecnológico, além do próprio 
ambiente externo. 
O descritivo da figura admite algumas interpretações. 
Entre elas, a que melhor representa o MEG é a seguinte: 
Considerando o Desenvolvimento Sustentável 
e o Compromisso com as Partes Interessadas, a 
Liderança Transformadora, a partir do Pensamento 
Sistêmico, define como as estratégias e planos devem ser 
implementados e materializados, por meio da Orientação 
por Processos e com Adaptabilidade, resultando em 
Geração de Valor para a própria organização e partes 
interessadas. A partir disso, a organização busca evoluir 
por meio do Aprendizado Organizacional e Inovação, 
que permeiam o sistema promovendo a excelência.
Uma organização é considerada excelente 
quando atende de forma equilibrada a todos 
os Fundamentos da Gestão para Excelência, 
com um grau de maturidade elevado de seu 
sistema de gestão.
O Modelo de Gestão vem sendo discutido em mais de 
100 países, sendo que a FNQ representa o Brasil nesse 
movimento, considerando os grandes temas atuais que 
impactam positiva e negativamente as organizações e, 
por consequência, a sociedade. O principal desafio da 
FNQ, ao longo de mais de duas décadas de existência, 
renova-se regularmente para “adaptar” seu Modelo 
à realidade brasileira, de forma que as organizações 
públicas e privadas possam tê-lo como referência na 
estruturação de seus processos, projetando suas ações a 
fim de que elas próprias possam evoluir e contribuir para 
o desenvolvimento do País. 
DIAGRAMA DO MEG
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INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados12
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FUNDAMENTOS DA GESTÃO PARA EXCELÊNCIA
Os Fundamentos da Gestão para Excelência são um 
conjunto de valores e princípios que revelam padrões 
culturais internalizados nas organizações Classe Mundial* 
e reconhecidos internacionalmente, expressos por meio 
de seus processos e consequentes resultados. 
Cabe ressaltar que os Fundamentos não são aspectos 
isolados da gestão, mas sim inter-relacionados, o que 
FUNDAMENTO CONCEITO
PENSAMENTO 
SISTÊMICO
Compreensão e tratamento das relações de interdependência e seus efeitos entre os diversos 
componentes que formam a organização, bem como entre estes e o ambiente com o qual interagem.
COMPROMISSO 
COM AS PARTES 
INTERESSADAS
Estabelecimento de pactos com as partes interessadas e suas inter-relações com as estratégias e 
processos numa perspectiva de curto e longo prazos.
APRENDIZADO 
ORGANIZACIONAL E 
INOVAÇÃO
Busca e alcance de novos patamares de competência para a organização e sua força de trabalho, 
por meio da percepção, reflexão, avaliação e compartilhamento de conhecimentos, promovendo um 
ambiente favorável à criatividade, experimentação e implementação de novas ideias capazes de gerar 
ganhos sustentáveis para as partes interessadas.
ADAPTABILIDADE Flexibilidade e capacidade de mudança em tempo hábil frente a novas demandas das partes 
interessadas e alterações no contexto.
LIDERANÇA 
TRANSFORMADORA
Atuação dos líderes de forma ética, inspiradora, exemplar e comprometida com a excelência, 
compreendendo os cenários e tendências prováveis do ambiente e dos possíveis efeitos sobre a 
organização e suas partes interessadas, no curto e longo prazos; mobilizando as pessoas em torno de 
valores, princípios e objetivos da organização; explorando as potencialidades das culturas presentes; 
preparando líderes e pessoas; e interagindo com as partes interessadas.
DESENVOLVIMENTO 
SUSTENTÁVEL
Compromisso da organização em responder pelos impactos de suas decisões e atividades, na 
sociedade e no meio ambiente, e de contribuir para a melhoria das condições de vida, tanto atuais 
quanto para as gerações futuras, por meio de um comportamento ético e transparente.
ORIENTAÇÃO POR 
PROCESSOS
Reconhecimento de que a organização é um conjunto de processos, que precisam ser entendidos de 
ponta a ponta e considerados na definição das estruturas: organizacional, de trabalho e de gestão. Os 
processos devem ser gerenciados visando à busca da eficiência e da eficácia nas atividades, de forma 
a agregar valor para a organização e as partes interessadas.
GERAÇÃO DE VALOR
Alcance de resultados econômicos, sociais e ambientais, bem como de resultados dos processos que 
os potencializam, em níveis de excelência e que atendam às necessidades e expectativas das partes 
interessadas.
caracteriza o MEG como um modelo verdadeiramente 
holístico. Nele, os Fundamentos são apresentados em 
características tangíveis, mensuráveis quantitativa 
ou qualitativamente, por meio de processos e seus 
respectivos resultados.
* Expressão utilizada para caracterizar uma organizaçãoconsiderada entre 
as melhores do mundo em gestão organizacional.
Os Fundamentos da Gestão para Excelência, assim como seus conceitos, estão descritos a seguir: 
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PROCESSOS E RESULTADOS
� Abrangência para áreas, partes interessadas, processos
ou produtos, devendo considerar também os riscos
inerentes a cada um.
� Avaliação adequada ao ciclo de aplicação, objetivando
seu aperfeiçoamento e visando ao aumento da
eficiência ou eficácia. Inovações podem demonstrar sua
maturidade, criando formas diferentes de estruturação,
execução ou controle nos mesmos.
� Produção de resultados relevantes para a organização,
com tendências de melhoria e em níveis de
competitividade adequados às estratégias e ao modelo
de negócio, atendendo aos compromissos com as
partes interessadas.
DIAGRAMA DO CICLO DA GESTÃO
A base conceitual do Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) incorpora o Ciclo PDCL1 
— do inglês: Plan (planejar), Do (realizar), Check (verificar), Learn (aprender) —, como 
sugerido no Diagrama do Ciclo da Gestão abaixo:
PLANEJAR EXECUTAR 
VERIFICAR 
(comparar com o padrão)APRENDER
PLANEJAR EXECUTAR 
VERIFICAR 
(comparar com o padrão)APRENDER
PLANEJAR EXECUTAR 
VERIFICAR 
(comparar com o padrão)APRENDER
Cabe destacar que os processos incorporam mais de um Fundamento, 
visto que eles se inter-relacionam numa perspectiva holística.
Como descrito anteriormente, os Fundamentos da 
Gestão para Excelência são materializados no sistema de 
gestão de uma organização, por meio de um conjunto 
de processos de natureza gerencial, inter-relacionados e 
coerentes com os valores e princípios organizacionais. 
Na estruturação dos processos devem ser consideradas as 
seguintes características:
� Padrões formalmente documentados ou não
(dependem da maturidade e da relação da cultura
organizacional com a obtenção de resultados), aplicados
de maneira sistemática, com a definição de responsáveis,
métodos, periodicidade e respectivos controles para
orientar seu funcionamento e monitorar sua aplicação.
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INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados14
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O Diagrama do Ciclo da Gestão considera, em seu movimento, que a definição dos 
processos e de seus padrões está presente na organização de forma sistemática. Os 
processos, com abrangência adequada ao perfil da organização, são sistematicamente 
implementados e executados a partir de um planejamento, e verificados quanto ao 
cumprimento dos padrões planejados, promovendo decisões que podem abranger: 
ações corretivas ou preventivas, visando a sua melhoria, ou ainda simplesmente 
nenhuma decisão, pois o processo está sendo realizado de forma satisfatória. A esse 
primeiro ciclo, convencionalmente, denominamos de Ciclo de Controle.
Já o segundo ciclo, denominado Ciclo de Aprendizado, considera que, quando um 
processo necessita de alterações nos seus padrões, identificadas no Ciclo de Controle, 
sua avaliação deve ser realizada de forma integrada com os demais processos da 
organização, sendo que as decisões considerarão melhorias e inovações nos padrões. 
Dessa forma, promove-se o aprendizado e a integração do sistema gerencial. Ressalta-se 
ainda que, apesar dessa diferenciação, nos dois momentos é possível identificar o ciclo 
PDCL (ver quadro abaixo), sendo que a principal diferença está na abrangência em que é 
realizada a análise.
CICLO PDCL
A etapa de Planejamento (P) envolve atividades, 
processos de projeto ou padronização para definição de 
resultados e sistemas — incluindo produtos, indicadores 
de desempenho, objetivos, metas, planos, projetos, 
processos, padrões, ativos tangíveis ou intangíveis (por 
exemplo, equipamentos, informações) e outros recursos 
dos ambientes interno e externo — estruturados 
conforme as necessidades e expectativas das diferentes 
partes interessadas.
A etapa de Verificação (C) envolve atividades ou 
processos de medição ou avaliação de resultados 
e sistemas — incluindo produtos, indicadores de 
desempenho, objetivos, metas, planos, projetos, 
processos, ativos tangíveis ou intangíveis e outros 
recursos dos ambientes interno e externo — conforme 
requisitos explícitos ou implícitos das diferentes partes 
interessadas, bem como referenciais comparativos 
(competitivos ou cooperativos). 
A etapa de Execução (D) envolve realização de 
atividades ou processos para geração de valor, seja nos 
negócios com clientes e mercados, nos relacionamentos 
com fornecedores, no retorno econômico-financeiro 
aos controladores, na qualidade de vida profissional 
e pessoal da força de trabalho, ou também na 
responsabilidade socioambiental com a sociedade e 
gerações futuras.
A etapa de Aprendizado (L) envolve atividades ou 
processos de melhorias corretivas ou preventivas, 
para solução, respectivamente de problemas reais 
ou potenciais, incluindo inovações, aperfeiçoamento 
contínuo (kaizen), rupturas de paradigmas (breakthrough), 
ou mesmo decisões de não interferência (por exemplo, 
manutenção de condições estatisticamente estáveis ou 
em níveis aceitáveis de desempenho/excelência). 
É importante ressaltar que o Ciclo PDCL, além de naturalmente apropriado para a organização em âmbito global, pode ser 
igualmente aplicado para a realização de processos operacionais, conforme ilustrado no Diagrama do Ciclo da Gestão (por 
exemplo: produção e fornecimento de bens e serviços, aplicações financeiras e investimentos em novos negócios, seleção 
e qualificação de colaboradores, implantação de projetos socioambientais), bem como para a gestão de qualquer conjunto 
de processos (por exemplo: auditorias, benchmarking, tratamento de reclamações, recall e formulação de estratégias).
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cap2
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Como ut i l i zar este 
I nst rumento
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Na Aval iação 
da Matur idade 
da Gestão
Na candidatura 
ao Processo de 
Reconhecimento 
da FNQ (ex-PNQ)
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Caminho para 
a Excelência
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COMO UTILIZAR ESTE INSTRUMENTO
A organização que utiliza o MEG na construção ou 
aprimoramento de sua gestão e, consequentemente, 
de seu sistema de melhoria contínua, obtém uma 
avaliação que permite identificar os Pontos Fortes e as 
Oportunidades para Melhoria desse sistema, propiciando 
a elaboração de planos de ação mais assertivos.
Para tanto, antes de utilizar este Instrumento, considere as 
seguintes informações: 
 � Os 8 Fundamentos da Gestão para Excelência são 
desdobrados em 24 Temas, 117 questões relativas 
a 59 Processos e 7 Grupos de Resultados, que 
formam a base para o Instrumento de Avaliação. 
 � Cada um dos Fundamentos apresenta solicitações 
específicas que permitem um rico exercício de 
reflexão sobre a gestão. 
 � Assim, ao analisar as afirmativas contidas no capítulo 
Tabelas de Avaliação (pág. 37), aplica-se um 
quadro de avaliação que ajudará na identificação 
das lacunas existentes em relação ao Modelo, bem 
como dos aspectos que potencializam os processos 
e respectivos resultados.
 � Vale destacar que a definição do Perfil da 
Organização, como atividade inicial deste 
Instrumento, permite alinhar a visão sobre a 
organização para todas as pessoas. 
 � Faz parte dessa descrição a distribuição dos 
1.000 pontos pelos Fundamentos e Temas, de 
acordo com a importância de cada um para o 
negócio, respeitando os máximos e mínimos 
predeterminados para cada Fundamento, mantendo 
550 pontos para os Fundamentos de 1 a 7, e 450 
pontos para o Fundamento 8. 
 � Após a descrição, é necessário preencher as 
Tabelas de Avaliação, refletindo sobre o grau de 
maturidade do sistema de gestão e seus resultados, 
mapeados por meio dos 8 Fundamentos, 
considerando o ciclo PDCL.
Esse exercício também pode ser realizado com 
o apoio da FNQ, no programa denominado 
Autoavaliação Assistida. Para mais 
informações, acesse fnq.org.br
NA CANDIDATURA AO PROCESSO DE 
RECONHECIMENTO DA FNQ® (EX-PNQ)
No caso de uma candidatura ao Processo de Reconhecimentoda FNQ, ex-Prêmio 
Nacional da Qualidade® (PNQ), consulte a publicação Instruções para Candidatura para 
conhecer os detalhes sobre formas de inscrição, sistema de pontuação válido para a 
edição em que pretende se candidatar, prazos e outras informações importantes.
A candidatura ao Processo de Reconhecimento possibilita uma avaliação externa e 
independente, realizada por uma Banca de Avaliadores formada por especialistas 
capacitados pela FNQ. Mais detalhes em fnq.org.br
NA AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO
cap2
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados18
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CAMINHO PARA A EXCELÊNCIA
Uma organização em busca da excelência passa por etapas e diferentes níveis de 
maturidade em seus processos. O caminho apresenta marcos relevantes que definem os 
estágios de maturidade para o sistema de gestão da organização. A figura abaixo mostra 
esse caminho, representado na curva de evolução de maturidade e seus respectivos 
estágios. Para auxiliar na identificação do estágio de maturidade atual da gestão de 
uma organização, a FNQ disponibiliza em seu portal o Software de Diagnóstico, com 
questões de múltipla escolha que, ao serem preenchidas, indicarão tal estágio.
A excelência é um horizonte, 
uma busca contínua. Não há 
como permanecer no ponto em 
que pensamos tê-la alcançado. 
O Instrumento de Avaliação está alicerçado na 
publicação Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) – 
Guia de Referência da Gestão para Excelência, editado 
pela FNQ. A Fundação disponibiliza publicações que 
contribuem com as organizações na identificação do 
nível em que se encontram, sempre alinhadas ao MEG. 
Também estabelece parcerias para avaliações especiais 
de Micro e Pequenas Empresas, a exemplo do MPE Brasil, 
desenvolvido com o Sebrae e acessível por meio de 
software de autoavaliação disponível no portal da FNQ.
1 Excelente
2 Consolidado
4 Inicial
3 Em 
 Desenvolvimento
NÍVEL DE MATURIDADE
ESFORÇO
Figura: Evolução e estágios de maturidade da gestão
CLASSE 
MUNDIAL
1 Excelente: organizações com um sistema 
de gestão bastante evoluído, demonstrando 
excelência no desempenho, competitividade e 
pleno atendimento às necessidades das partes 
interessadas.
2 Consolidado: organizações num estágio robusto 
de evolução da gestão, demonstrando resultados, 
competitividade e atendimento às expectativas 
das partes interessadas.
3 Em Desenvolvimento: organizações 
cujo sistema de gestão está em evolução, 
demonstrando competitividade e atendimento 
às expectativas de partes interessadas em vários 
resultados.
4 Inicial: organizações em estágios iniciais de 
evolução do seu sistema de gestão e começando 
a medir e perceber melhorias nos seus resultados.
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cap3
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Per f i l da Organização 22
Quadro de 
Fundamentos, Temas 
e Pontuações
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Sis tema de Aval iação
28
Determinação da 
Pontuação 32
21
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cap3
P1. DESCRIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO
A) INSTITUIÇÃO, PROPÓSITOS E PORTE DA 
ORGANIZAÇÃO
(1) Denominação simplificada da organização
(2) Forma de atuação
 � Autarquia, órgão público, empresa de capital aberto, 
empresa de capital fechado, fundação, instituto etc., 
ou unidade autônoma de algum desses.
 � Informar a estrutura societária, de mantenedores 
ou de governo, indicando forma de controle 
(conselhos de acionistas, sócios, mantenedores, 
instituidores, instâncias de governo, diretoria 
corporativa ou outros).
 � No caso de unidade autônoma, informar a 
denominação e a forma de atuação da organização 
controladora, e a denominação de eventuais 
organizações em níveis intermediários. Informar 
também, neste caso, o relacionamento institucional 
com a controladora, indicando as porcentagens de 
sua força de trabalho e da receita bruta global em 
relação à controladora.
(3) Data de instituição da organização 
Informar pequeno histórico da origem da organização, 
mencionando apenas datas e fatos relevantes (fundação, 
criação, aquisições, fusões, desmembramentos, 
incorporações, separações, alteração de controle 
acionário, troca do principal executivo etc.). 
(4) Descrição do negócio 
Destacar a natureza atual das atividades da 
organização ou atividade-fim (missão básica). Informar 
o setor de atuação: 
Exemplos: construção civil, montadora de automóveis, 
serviços de saúde, serviços de software, turismo, terceiro 
setor, concessionária de serviços públicos, administração 
pública, ensino particular. 
(5) Informações sobre o porte da organização 
Usar informações pertinentes ao setor: 
Exemplos: faturamento, número de clientes, número de 
transações comerciais, quantidade de instalações, volumes 
produzidos.
(6) Propósito ou Legado 
Apresentar os propósitos organizacionais que 
extrapolam a elaboração e comercialização de 
produtos.
B) MODELO DE NEGÓCIO
(1) Proposta de Valor 
Apresentar, de forma resumida, a proposta de valor da 
organização para seus clientes.
(2) Principais produtos da organização 
Sumarizar os principais produtos produzidos 
e disponibilizados aos clientes, relacionados 
diretamente à atividade-fim da organização 
(compatibilizar com os tipos de clientes informados 
no item D, alínea 3, descritos na sequência deste 
documento).
(3) Processos da Cadeia de Valor 
Informar quais são os processos e fornecer uma 
descrição sucinta da finalidade de cada um.
Nota: A organização necessita informar os processos de 
responsabilidade própria ou corporativa, como no caso 
de uma unidade autônoma. Os processos irão suportar a 
visão da implementação dos Fundamentos na gestão da 
organização. 
(4) Principais equipamentos, instalações e tecnologias, 
utilizados pela organização 
(5) Competências Essenciais 
Apresentar as principais competências essenciais da 
organização.
PERFIL DA ORGANIZAÇÃO
O Perfil da Organização serve para resumir o modelo de negócio, visando delimitar o escopo da avaliação e ajustar 
o Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) às especificidades da empresa. Propicia uma visão geral da organização 
e inclui informações sobre a natureza das atividades, propósitos, partes interessadas e redes de relacionamento, 
produtos, processos, concorrência e ambiente competitivo, histórico da busca da excelência, estrutura organizacional 
e grau de importância de cada Fundamento da Gestão para Excelência para a organização.
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C) QUADRO RESUMO DE PARTES INTERESSADAS, 
REDES DE ATUAÇÃO E PARCEIROS
(1) Descrição sucinta, na forma de quadro, das principais 
partes interessadas (tradicionais e não tradicionais), 
contendo as colunas:
 � Denominação da parte interessada, incluindo 
subdivisões por tipo, quando aplicável
 � Principais interlocutores ou representantes
 � Principais necessidades e expectativas
(2) Descrição sucinta, na forma de quadro, das principais 
redes em que a organização atua ou que atuam 
dentro dela, contendo as colunas:
 � Denominação da rede
 � Principais interlocutores ou representantes, quando 
existirem
 � Principais propósitos da rede
 � Forma de atuação da organização na rede
(3) Descrição sucinta, na forma de quadro, dos principais 
parceiros, contendo as colunas:
 � Denominação do parceiro
 � Principais objetivos comuns associados
 � Principais competências compartilhadas
D) DETALHES SOBRE PARTES INTERESSADAS
Informar, caso integrem o quadro de partes interessadas e 
na denominação utilizada pela organização, as seguintes 
partes interessadas:
(1) Sócios, mantenedores ou instituidores
 � Composição da sociedade ou identificação dos 
membros mantenedores ou instituidores da 
organização.
 � Denominação da instância controladora imediata, 
integrante da administração à qual a organização se 
subordina (conselho de administração da sociedade 
anônima ou de sócios de empresa limitada, diretoria 
corporativa da unidade autônoma, órgão do governo 
acionista da empresa públicaou controlador do órgão 
da administração pública, conselho de mantenedores 
da organização sem fins lucrativos etc.).
(2) Força de trabalho
 � Composição da força de trabalho, incluindo 
quantidade de pessoas por regime jurídico de 
vínculo (empregados, servidores, voluntários, 
cooperados, empregados de terceiros sob a 
coordenação direta da organização, temporários, 
autônomos, comissionados, sócios ou outro regime).
 � Informar os percentuais da força de trabalho por 
nível de escolaridade e de chefia ou gerencial.
(3) Clientes
 � Principais mercados-alvo nos ramos de atuação 
da organização e, caso haja, principais segmentos 
desses mercados nos quais se encontram os 
clientes-alvo. Incluir eventuais delimitações 
territoriais, estratégicas ou compulsórias, dos 
mercados-alvo.
 � Denominação dos principais tipos, caso existam, 
de clientes, em cada segmento de mercado, e 
os principais produtos colocados. Exemplos de 
denominação de clientes: consumidores, usuários, 
compradores, contratantes, contribuintes, cidadão, 
sociedade — quando beneficiária direta do 
produto — e outros beneficiários diretos dos 
produtos fornecidos.
Nota: No caso de unidades autônomas, deve-se incluir 
como um tipo de cliente as outras unidades da mesma 
organização controladora, que também sejam beneficiárias 
significativas de seus produtos, para qualquer finalidade.
 � Citar as organizações que atuam entre a organização 
e seus clientes (exemplos: distribuidores, 
revendedores ou representantes), informando em 
(C3) aquelas consideradas parceiras.
(4) Fornecedores 
 � Denominação dos principais tipos de fornecedores 
que compõem a cadeia de suprimento imediata 
da organização. Quando aplicável, incluir também 
a sociedade, os próprios clientes e as unidades 
do mesmo controlador, sempre que se tratar de 
fornecedores de importantes matérias-primas ou 
insumos contínuos, para a organização realizar 
sua Missão. Citar os principais produtos, matérias-
primas e serviços por eles fornecidos, e os valores ou 
percentuais aproximados de aquisições de cada tipo. 
No caso de fornecedores do mesmo controlador, 
cujos valores de aquisição sejam repassados 
indiretamente, informar o montante aproximado 
referente a estes, nem que sejam computados por 
meio de valores contábeis provenientes de rateios, 
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P2. CONCORRÊNCIA E AMBIENTE COMPETITIVO
taxas ou operações similares. Informar eventuais tipos 
de fornecedores considerados parceiros em (C3).
 � Eventuais particularidades e limitações no 
relacionamento com fornecedores.
 � Informar, quando existir e representar 
comparativamente ao total da força de trabalho 
mais de 5%, a quantidade de empregados de 
terceiros, sem coordenação direta da organização 
candidata, e as principais atividades executadas por 
eles, quando essas atividades estiverem associadas 
aos processos.
(5) Sociedade 
 � Denominação dos principais órgãos reguladores do 
mercado ou setor em que a organização atua.
 � Principais comunidades com as quais a organização 
se relaciona.
 � Mencionar os principais impactos negativos 
potenciais que os produtos, processos e instalações 
da organização causam na sociedade como um 
todo e nas comunidades, desde o projeto até a 
disposição final.
 � Descrever os passivos ambientais da organização e 
sua situação, ou declarar inexistência.
 � Informar a quantidade de estagiários e aprendizes na 
organização.
E) VALORES, PRINCÍPIOS E DIRETRIZES 
ORGANIZACIONAIS 
Informar, resumidamente, os principais valores, 
princípios éticos, diretrizes, declarações como Missão 
e Visão, elementos da cultura ou quaisquer outras 
informações que permitam entender o arcabouço 
que fundamenta a atuação da organização.
A) AMBIENTE COMPETITIVO
(1) Informar se há algum tipo de concorrência direta 
de produtos similares, fornecidos por outras 
organizações, ou concorrência indireta, por meio 
da aquisição ou produção de produtos ou soluções 
equivalentes, por parte dos clientes, em qualquer 
outra fonte alternativa que não seja a própria 
organização, para alcançar os mesmos benefícios. 
Citar as organizações concorrentes e sua natureza 
(pública, privada, nacional ou internacional etc.). Na 
impossibilidade de caracterizar a concorrência direta 
ou indireta, informar as possíveis consequências 
diretas da perda de eficiência, de toda ou de 
parte da organização.
Exemplos: elevação de preços ou desabastecimento em 
mercados cativos; intensificação da demanda reprimida – 
filas; aumento de denúncias, processos ou liminares; perda 
de atratividade para investimentos públicos; perda da razão 
de existir ou de partes da Missão; terceirização de atividades 
ineficientes; perda ou recusa de clientes; perda de valor da 
organização; encerramento de atividades, intervenção de 
órgãos reguladores etc.
(2) Informar a parcela de mercado da organização e dos 
seus principais concorrentes (se organização atuante 
em mercado competitivo).
(3) Citar os principais fatores que diferenciam a 
organização perante concorrentes ou congêneres 
no setor.
(4) Principais mudanças que estão ocorrendo no 
ambiente competitivo, que possam afetar o mercado 
ou a natureza das atividades.
B) DESAFIOS ESTRATÉGICOS
(1) Principais desafios ou barreiras em relação à 
manutenção ou ao aumento da competitividade.
Exemplos: alteração da Missão ou abrangência de atuação, 
entrada em novos mercados ou novos segmentos, 
mudanças de controle ou de estrutura de gestão, 
adequação a novas exigências da sociedade, captação 
de recursos para investimento e implementação de 
estratégias específicas.
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nos últimos três anos, referentes aos requisitos legais, 
regulamentares, éticos, ambientais, contratuais ou 
outros, declarando a inexistência, se for o caso. Omitir 
os conflitos trabalhistas com empregados, que não 
sejam coletivos, desde que não estejam relacionados 
com a saúde e a segurança no trabalho.
(3) Outros aspectos peculiares da organização.
P4. HISTÓRICO DA BUSCA DA EXCELÊNCIA
P6. PONTUAÇÕES MÁXIMAS PARA A ORGANIZAÇÃO
(1) Apresentar o organograma com os nomes dos 
responsáveis pelas áreas, processos ou funções 
e quantidade de pessoas, informando o local de 
lotação, se existir mais de um endereço de instalação. 
Destacar quem faz parte da direção. Se a organização 
for uma unidade autônoma, o organograma deve 
conter os principais vínculos com a organização 
controladora e com as demais unidades.
(1) Requisitos legais e regulamentares no ambiente 
da organização, incluindo os relativos à saúde 
ocupacional, à segurança e à proteção ambiental, e os 
que interferem ou restringem a gestão econômico-
financeira e dos processos da organização.
(2) Eventuais sanções ou conflitos de qualquer natureza 
envolvendo obrigações de fazer ou não fazer, com 
decisão pendente ou transitada em julgado imposta 
(2) Incluir lista ou quadro com os nomes das principais 
equipes, temporárias ou permanentes, formadas 
por pessoas de diferentes áreas para apoiar, planejar 
ou realizar a gestão (comitês, comissões, grupos de 
trabalho, times etc.), destacando, se houver, qualquer 
representante de parte interessada, indicando o nome 
dos coordenadores.
Esta tabela visa adaptar o Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) à realidade da 
organização. Ela será utilizada no capítulo Sistema de Avaliação para determinar a 
pontuação obtida pela organização em cada Fundamento e Tema, em decorrência da 
avaliação dos fatores relativos a Processos e Resultados.
Nota: Preencher, no Quadro de Fundamentos (na página a seguir), em múltiplos de 5, as Pontuações 
Máximas para a organização ser avaliada, considerando informações de seu Perfil e estratégias, 
respeitando os Limites Máximos e Mínimos de Escolha.
(1) Descrever a cronologia e os fatos mais relevantes da jornada da organização em busca da excelência, 
principalmente nos últimos 10 anos ou menos.
P5. ESTRUTURAORGANIZACIONAL
P3. ASPECTOS RELEVANTES
(2) Estabelecimento, ampliação ou reconfiguração de 
parcerias ou alianças estratégicas.
(3) Estágio da introdução de novas tecnologias 
importantes, incluindo as da gestão.
(4) Apresentar as principais estratégias, respectivos 
indicadores de desempenho, metas de curto, médio e 
longo prazos, e, quando pertinentes, respectivos RPIs 
(Requisitos das Partes Interessadas) e RCs (Referenciais 
Comparativos).
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fundamento limite mínimo
possível de escolha
limite máximo
possível de escolha
pontuação definida 
pela organização
1. PENSAMENTO SISTÊMICO 25 65
Alinhamento 10 30
Tomada de Decisão 15 35
2. COMPROMISSO COM AS PARTES INTERESSADAS 85 185
Requisitos das Partes Interessadas 10 30
Relacionamento com as Partes Interessadas 10 30
Clientes 25 45
Fornecedores 15 35
Força de Trabalho 25 45
3. APRENDIZADO ORGANIZACIONAL E INOVAÇÃO 45 125
Aperfeiçoamento 10 30
Competências Essenciais 10 30
Gestão do Conhecimento 15 35
Inovação 10 30
4. ADAPTABILIDADE 25 65
Capacidade de Mudar 15 35
Flexibilidade 10 30
5. LIDERANÇA TRANSFORMADORA 70 170
Valores e Princípios 10 30
Governança 15 35
Cultura Organizacional 10 30
Olhar para o Futuro 25 45
Sucessão 10 30
6. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 45 105
Econômico-financeiro 15 35
Ambiental 15 35
Social 15 35
7. ORIENTAÇÃO POR PROCESSOS 45 105
Informações Organizacionais 15 35
Gestão por Processos 20 40
Produtos 10 30
TOTAL - PROCESSOS 550
8. GERAÇÃO DE VALOR 450
Geração de resultados econômico-financeiros 70 110
Geração de resultados ambientais 30 70
Geração de resultados sociais 30 70
Geração de resultados relativos aos clientes 70 110
Geração de resultados relativos à força de trabalho 50 90
Geração de resultados relativos aos fornecedores 20 60
Geração de resultados dos produtos e processos 40 80
TOTAL – RESULTADOS 450
TOTAL – GERAL 1000
QUADRO DE FUNDAMENTOS, TEMAS E PONTUAÇÕES
para adaptação do modelo ao perfil e estratégias da organização
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FUNDAMENTO/ TEMA MOTIVO
Para os Itens cuja Pontuação Máxima para a Organização for o Limite Mínimo Possível de Escolha, informar o Motivo, 
preenchendo um quadro no formato, a seguir, e inserindo tantas linhas quantas forem necessárias.
QUADRO DE MOTIVOS DE PONTUAÇÕES MÍNIMAS AUFERIDAS
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SISTEMA DE AVALIAÇÃO
Nessa dimensão são avaliados os fatores agrupados nas quatro etapas — PLANEJAR, REALIZAR, VERIFICAR e APRENDER 
— para cada um dos Fundamentos de 1 a 7. De forma resumida, explica-se:
O Sistema de Avaliação visa determinar o nível de maturidade da gestão da organização 
para os Fundamentos e Temas agrupados em duas dimensões: a Dimensão Processos 
relacionada a sete Fundamentos, e a Dimensão Geração de Valor relacionada a um 
Fundamento. A avaliação da Dimensão Processos é realizada levando em conta as quatro 
etapas do PDCL.
DIMENSÃO PROCESSOS
PLANEJAR 
Esses fatores referem-se à abordagem adotada pela 
organização na concepção dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, considerando os requisitos 
necessários e incluindo eventuais particularidades, de 
forma adequada, proativa e integrada, orientada para o 
alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Esses fatores referem-se à implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, contínua e ágil, 
atendendo aos padrões estabelecidos, demonstrando o 
alcance do propósito planejado.
VERIFICAR 
Estes fatores referem-se à adoção de monitoração 
sobre os processos estabelecidos, na qual os padrões, a 
eficiência e a eficácia são controlados, com a finalidade 
de avaliar o alcance do propósito planejado, sinalizando 
o progresso, o sucesso, os problemas e as oportunidades 
de melhoria.
APRENDER 
Esses fatores referem-se à incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle dos processos 
propostos, por meio do aperfeiçoamento e inovação na 
abordagem adotada pela organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o alcance do propósito 
planejado.
No quadro da próxima página, são detalhados cada um 
dos Fatores de Avaliação dos Processos. 
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Fatores de Avaliação dos Processos
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PLANEJAR (P)
ADEQUAÇÃO: concepção dos processos, com o 
estabelecimento de padrões, objetivos e metas 
para o alcance do propósito pertinente. 
PROATIVIDADE: capacidade da organização de 
antecipação aos problemas, quando da concepção 
dos processos, por meio dos padrões, objetivos e 
metas para o alcance do propósito pertinente. 
INTEGRAÇÃO: definida pela organização quando 
da concepção dos processos, considerando 
seu perfil, valores e princípios organizacionais, 
padrões, objetivos e metas para o alcance do 
propósito pertinente, o inter-relacionamento 
entre processos e a cooperação entre áreas e 
partes interessadas pertinentes.
REALIZAR (D)
ABRANGÊNCIA: escopo na implementação dos 
processos, considerando os padrões, objetivos e 
metas para a consecução do propósito pertinente, 
alcançando, conforme necessário, áreas, unidades, 
partes interessadas, produtos, segmentos, riscos, 
dentre outros. 
CONTINUIDADE: ciclos temporais demonstrados 
na constância da execução dos processos, por 
meio dos padrões, objetivos e metas, como forma 
de alcançar o propósito pertinente. 
AGILIDADE: capacidade de resposta dos processos 
em atender a eventuais mudanças conjunturais ou 
das solicitações dos Fundamentos identificados no 
planejamento, permitindo adaptação dos padrões, 
objetivos e metas, e tomada de decisão para 
alcançar o propósito pertinente.
VERIFICAR (C)
CONTROLE DOS PADRÕES: métodos de controle 
identificados nos processos, como forma de 
monitorar a correta execução dos padrões 
planejados para o alcance do propósito pertinente. 
CONTROLE DA EFICIÊNCIA: métodos de 
controle identificados nos processos, como 
forma de monitorar a adequada utilização 
dos recursos planejados. 
CONTROLE DA EFICÁCIA: métodos de controle 
identificados nos processos, como forma de 
monitorar o alcance do propósito pertinente.
APRENDER (L)
APERFEIÇOAMENTO: incorporação de melhorias 
produzidas nos processos, por meio dos 
padrões, objetivos e metas, resultante ou não 
dos controles estabelecidos, para o alcance da 
finalidade planejada. 
INOVAÇÃO: incorporação de melhorias 
produzidas nos processos, por meio dos 
padrões, objetivos e metas, resultante ou não 
dos controles estabelecidos, capazes de mudar o 
patamar competitivo.
Além disso, devem ser considerados também os níveis de maturidade da 
organização em relação aos Processos, correlacionados com o ciclo PDCL.
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Níveis de Maturidade dos Processos
cap3
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NÍVEIS DE MATURIDADE
Etapa Inicial Em desenvolvimento Consolidado Excelência
P
Existem padrões 
estruturados, mas com 
lacunas importantes 
quanto ao alcance de 
sua finalidade.
Existem padrões 
estruturados, mas com 
lacunas importantes 
quanto à proatividade 
ou à integração.
Os padrões 
estruturados são 
suficientes, proativos e 
integrados, alcançando 
suas finalidades. 
Pode haver pequenas 
lacunas.
Os padrões 
estruturados são 
suficientes, proativos e 
integrados, alcançando 
suas finalidades.
D
A execução ocorre, 
de forma geral, de 
acordo com os padrões 
estabelecidos.
A execução ocorre 
de acordo com os 
padrões estabelecidos, 
mas existem lacunas 
importantes de 
abrangência ou 
continuidade ou 
agilidade.
A execução ocorre de 
acordo com os padrões 
estabelecidos, mas 
podem existir pequenas 
lacunas de agilidade.
A execução é 
abrangente, contínua 
e ágil. 
C
Os controles 
estabelecidos 
monitoram os padrões 
ainda com lacunas 
importantes.
Os controles 
estabelecidos são 
suficientes para 
monitoramento dos 
padrões.Os controles 
monitoram os 
padrões e permitem a 
verificação da eficiência 
e eficácia, quando 
aplicável. Podem existir 
pequenas lacunas.
Os controles monitoram 
os padrões e permitem 
a verificação da 
eficiência e eficácia, 
quando aplicável.
L
O aperfeiçoamento é 
pontual. 
As melhorias decorrem 
do processo de 
aprendizado ou 
controles estabelecidos, 
ainda com lacunas 
importantes.
O aprendizado é 
responsável por 
melhorias de grande 
importância para o 
Modelo de Negócio da 
organização.
O aprendizado é 
responsável por 
melhorias de grande 
importância para o 
Modelo de Negócio 
da organização. Há 
melhoria (inovação) 
que mudou seu 
patamar competitivo.
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Nessa dimensão são avaliados os fatores RELEVÂNCIA, MELHORIA, COMPETITIVIDADE e COMPROMISSO para o 
Fundamento Geração de Valor.
DIMENSÃO GERAÇÃO DE VALOR
RELEVÂNCIA 
Esse fator refere-se à existência de um conjunto de 
resultados estratégicos e operacionais esperados, 
demonstrados por indicadores correspondentes, 
suficientes para avaliar a solicitação do Grupo de 
Resultados, considerando as estratificações necessárias.
MELHORIA 
Esse fator refere-se à demonstração de melhoria 
contínua ou estabilização em nível aceitável, isto é, 
em nível suficientemente competitivo ou cumprindo 
compromissos com requisitos de parte interessada, 
ou ambos, de forma compatível com as estratégias, 
considerando pelo menos os últimos três ciclos ou 
exercícios, para os resultados estratégicos e operacionais 
esperados no Grupo de Resultados.
COMPETITIVIDADE 
Esse fator refere-se à demonstração, pelo menos no 
último ciclo ou exercício, de níveis de desempenho 
equivalentes ou superiores a referenciais comparativos 
pertinentes para os resultados estratégicos e 
operacionais no Grupo de Resultados, comparáveis no 
setor ou no mercado.
COMPROMISSO 
Esse fator refere-se à demonstração, pelo menos no 
último ciclo ou exercício, de alcance ou superação de 
níveis de desempenho ou de melhorias esperadas, 
associados a requisitos de partes interessadas para os 
resultados estratégicos e operacionais, no Grupo de 
Resultados, que expressem esses requisitos.
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INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados32
RESTRIÇÕES
1. Caso seja indicado que a organização NÃO REALIZA a Etapa D (REALIZAR) 
de um processo cuja Etapa P (PLANEJAR) está em nível INICIAL, as demais 
etapas serão consideradas também como NÃO REALIZA.
2. Caso seja indicado que a organização NÃO REALIZA ou está em nível 
INICIAL na Etapa C (VERIFICAR) de um processo, a Etapa L (APRENDER) está 
limitada ao nível INICIAL.
3. Caso seja indicado que a organização está no nível EM DESENVOLVIMENTO 
na Etapa C (VERIFICAR) de um processo, a Etapa L (APRENDER) está limitada 
ao mesmo nível.
4. Caso seja indicado que a organização está no nível CONSOLIDADO na Etapa 
C (VERIFICAR) de um processo, a Etapa L (APRENDER) está limitada ao 
mesmo nível.
5. Caso seja indicado que a organização está em nível INICIAL na Etapa P 
(PLANEJAR) de um processo, as demais etapas estão limitadas ao nível EM 
DESENVOLVIMENTO.
DETERMINAÇÃO DA PONTUAÇÃO
DIMENSÃO PROCESSOS
O método para pontuação da Dimensão Processos é constituído pelos seguintes passos: 
a. Selecionar na tabela relativa a cada Fundamento e respectivo Tema a indicação 
da célula que melhor descreve o nível de maturidade de cada processo para cada 
uma das etapas do PDCL, considerando o descritivo dos Níveis de Maturidade 
e respectivos Fatores de Avaliação, assim como as Restrições indicadas no 
quadro abaixo.
b. O nível de maturidade de cada etapa do PDCL será a média aritmética dos 
percentuais selecionados para essa etapa.
c. O nível de maturidade do Tema será a média aritmética dos percentuais de cada 
uma das etapas do PDCL.
d. A pontuação final do Tema será o percentual do nível de maturidade 
multiplicado pela pontuação atribuída ao tema QUADRO DE FUNDAMENTOS, 
TEMAS E PONTUAÇÕES.
e. A pontuação final do Fundamento será o somatório das pontuações dos 
respectivos Temas.
O método para a determinação da pontuação apresenta uma diferenciação entre a 
pontuação da Dimensão Processos e a Dimensão Geração de Valor.
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FUNDAMENTO, TEMA, 
PROCESSO
CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
PLANEJAR REALIZAR VERIFICAR APRENDER
PENSAMENTO 
SISTÊMICO
NÃ
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A 0 25 50 75 100 0 25 50 75 100 0 25 50 75 100 0 25 50 75 100
B 0 25 50 75 100 0 25 50 75 100 0 25 50 75 100 0 25 50 75 100
C 0 25 50 75 100 0 25 50 75 100 0 25 50 75 100 0 25 50 75 100
D 0 25 50 75 100 0 25 50 75 100 0 25 50 75 100 0 25 50 75 100
E 0 25 50 75 100 0 25 50 75 100 0 25 50 75 100 0 25 50 75 100
NÍVEL DE MATURIDADE DE 
CADA ETAPA DO PDCL (%) 60% 65% 65% 55%
NÍVEL DE MATURIDADE DO 
TEMA (%) 61,25%
PONTUAÇÃO DO TEMA 18,38
33
EXEMPLO
Como forma de facilitar o entendimento da determinação da pontuação para a 
Dimensão Processos, segue o exemplo:
FUNDAMENTO: 
PENSAMENTO SISTÊMICO
TEMA: 
TOMADA DE DECISÃO
PONTUAÇÃO ATRIBUÍDA AO TEMA: 
30 PONTOS
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cap3
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados34
Para cada Grupo de Resultados, selecionar, em cada um dos fatores, a indicação que melhor representa a posição da 
organização, considerando o Quadro Indicativo dos Níveis de Maturidade abaixo, conforme descrito a seguir:
DIMENSÃO GERAÇÃO DE VALOR
a. Escolher o Grupo de Resultados que se deseja avaliar.
b. Selecionar no Quadro Indicativo a melhor indicação 
do nível de maturidade, considerando as Restrições, 
conforme a sequência:
 � Selecionar a coluna que melhor representa o nível 
de maturidade do conjunto de resultados esperados 
(estratégicos e operacionais).
 � Selecionar a Linha que melhor representa o nível 
de maturidade para o conjunto de resultados 
estratégicos.
 � A interseção dos dois eixos (coluna/linha) representará 
o nível de maturidade do fator.
c. Selecionar na Tabela relativa à Geração de Valor a 
célula que melhor descreve o nível de maturidade 
para cada um dos fatores do Grupo de Resultados 
que se está avaliando.
d. O nível de maturidade do Grupo de Resultados será 
a média aritmética dos percentuais de cada um dos 
fatores de avaliação.
e. A pontuação final do Grupo de Resultados será o 
percentual do nível de maturidade multiplicado 
pela pontuação atribuída ao grupo no QUADRO DE 
FUNDAMENTOS, TEMAS E PONTUAÇÕES.
f. A pontuação final do Fundamento será o somatório 
das pontuações dos respectivos Grupos de 
Resultados.
INDICADORES ESTRATÉGICOS E OPERACIONAIS
NENHUM PELO MENOS UM MUITOS (≥30%) MAIORIA (≥50%)
QUASE TODOS OU TODOS 
(≥70%)
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S NENHUM NENHUM INICIAL INICIAL INICIAL INICIAL
PELO MENOS UM - INICIAL INICIAL EM 
DESENVOLVIMENTO
EM 
DESENVOLVIMENTO
MUITOS (≥30%) - INICIAL EM 
DESENVOLVIMENTO CONSOLIDADO CONSOLIDADO
MAIORIA (≥50%) - INICIAL EM 
DESENVOLVIMENTO CONSOLIDADO EXCELENTE
QUASE TODOS OU 
TODOS (≥70%) - INICIAL EM 
DESENVOLVIMENTO CONSOLIDADO EXCELENTE
QUADRO INDICATIVO DOS NÍVEIS DE MATURIDADE
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35
RESTRIÇÕES
1. FATOR RELEVÂNCIA: caso a estratificação seja menos do que quase todos, o 
nível de RELEVÂNCIA será no máximo EM DESENVOLVIMENTO. 
2. O nível de RELEVÂNCIA será limitador para os demais fatores (Melhoria, 
Competitividade e Compromisso).
3. FATOR COMPETITIVIDADE: caso não tenha liderança em pelo menos um 
resultado estratégico, o nível de competitividade será no máximo EM 
DESENVOLVIMENTO. 
4. FATORCOMPETITIVIDADE: caso não tenha referencial de excelência em pelo 
menos um resultado estratégico, o nível de competitividade será no máximo 
CONSOLIDADO.
EXEMPLO
Como forma de facilitar o entendimento da determinação da pontuação para a 
dimensão Geração de Valor, segue o exemplo:
GERAÇÃO 
DE VALOR
 
FATORES (RESULTADOS)
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2. GERAÇÃO DE 
RESULTADOS AMBIENTAIS 0 25 50 75 100 0 25 50 75 100 0 25 50 75 100 0 25 50 75 100 56,25% 28,12
FUNDAMENTO: 
GERAÇÃO DE VALOR
GRUPO DE RESULTADOS: 
GERAÇÃO DE RESULTADOS AMBIENTAIS
NOTA ATRIBUÍDA AO GRUPO DE RESULTADOS: 
50 PONTOSPR
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cap4
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Tabelas de Aval iação
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Faixas de 
Pontuação Global 68
Pensamento 
Sistêmico
Compromisso com as 
Par tes I nteressadas
Aprendizado 
Organizacional 
e I novação
Adaptabi l idade
Liderança 
Transformadora
Desenvolvimento 
Sustentável
Orientação por 
Processos
G eração de Valor
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CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
PENSAMENTO SISTÊMICO
PLANEJAR 
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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1. Estruturação do modelo de gestão
2. Definição dos indicadores estratégicos
3. Correlação dos indicadores estratégicos com os indicadores de processos
4. Atuação de forma cooperada junto às redes
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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5. Definição das informações críticas para o negócio
6. Definição das informações comparativas pertinentes para apoiar a tomada
de decisão
7. Tomada de decisão, com envolvimento de pessoas de diferentes níveis e
processos
8. Comunicação das decisões tomadas
9. Acompanhamento das decisões tomadas
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
PONTUAÇÃO DO FUNDAMENTO
PENSAMENTO SISTÊMICO
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados38
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CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
PENSAMENTO SISTÊMICO
PLANEJAR 
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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1. Estruturação do modelo de gestão
2. Definição dos indicadores estratégicos
3. Correlação dos indicadores estratégicos com os indicadores de processos
4. Atuação de forma cooperada junto às redes
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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5. Definição das informações críticas para o negócio
6. Definição das informações comparativas pertinentes para apoiar a tomada 
de decisão
7. Tomada de decisão, com envolvimento de pessoas de diferentes níveis e 
processos
8. Comunicação das decisões tomadas
9. Acompanhamento das decisões tomadas
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
PONTUAÇÃO DO FUNDAMENTO
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COMPROMISSO COM AS PARTES INTERESSADAS
CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
COMPROMISSO COM AS PARTES INTERESSADAS
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Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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1. Priorização das partes interessadas
2. Identificação das necessidades e expectativas das partes interessadas
3. Tradução das necessidades e expectativas das partes interessadas em 
requisitos de desempenho4. Comunicação do nível de atendimento definido às partes interessadas
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
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S 5. Monitoramento dos canais de relacionamento
6. Tratamento de solicitações, reclamações e sugestões, formais e informais
7. Comunicação com as partes interessadas
8. Interação da liderança com as partes interessadas
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados40
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CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
COMPROMISSO COM AS PARTES INTERESSADAS
PLANEJAR 
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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1. Priorização das partes interessadas
2. Identificação das necessidades e expectativas das partes interessadas
3. Tradução das necessidades e expectativas das partes interessadas em 
requisitos de desempenho
4. Comunicação do nível de atendimento definido às partes interessadas
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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S 5. Monitoramento dos canais de relacionamento
6. Tratamento de solicitações, reclamações e sugestões, formais e informais
7. Comunicação com as partes interessadas
8. Interação da liderança com as partes interessadas
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
COMPROMISSO COM AS PARTES INTERESSADAS
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Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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9. Desenvolvimento do mercado com foco nos clientes-alvo
10. Divulgação de produtos, incluindo os riscos envolvidos
11. Avaliação da imagem
12. Avaliação da marca
13. Relacionamento com clientes, incluindo acompanhamento das transações
14. Avaliação da satisfação e insatisfação
15. Fidelização dos clientes
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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16. Seleção de fornecedores
17. Desenvolvimento de fornecedores, incluindo fomento a sua 
responsabilidade social e ambiental
18. Avaliação do desempenho dos fornecedores
19. Acompanhamento da implementação de melhorias, incluindo inovações e 
otimização de custo
20. Comprometimento da força de trabalho dos fornecedores que atuam na 
organização com seus valores e princípios
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
COMPROMISSO COM AS PARTES INTERESSADAS
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados42
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CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
COMPROMISSO COM AS PARTES INTERESSADAS
PLANEJAR 
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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9. Desenvolvimento do mercado com foco nos clientes-alvo
10. Divulgação de produtos, incluindo os riscos envolvidos
11. Avaliação da imagem
12. Avaliação da marca
13. Relacionamento com clientes, incluindo acompanhamento das transações
14. Avaliação da satisfação e insatisfação
15. Fidelização dos clientes
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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16. Seleção de fornecedores
17. Desenvolvimento de fornecedores, incluindo fomento a sua 
responsabilidade social e ambiental
18. Avaliação do desempenho dos fornecedores
19. Acompanhamento da implementação de melhorias, incluindo inovações e 
otimização de custo
20. Comprometimento da força de trabalho dos fornecedores que atuam na 
organização com seus valores e princípios
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃODO TEMA
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CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
COMPROMISSO COM AS PARTES INTERESSADAS
PLANEJAR 
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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21. Recrutamento e seleção da força de trabalho
22. Preparação das pessoas para o exercício de suas funções e sua integração à 
cultura organizacional
23. Promoção do desenvolvimento integral da força de trabalho, incluindo a 
avaliação da eficácia dos programas de desenvolvimento
24. Avaliação de desempenho das pessoas e das equipes
25. Remuneração, reconhecimento e incentivos da força de trabalho
26. Tratamento dos perigos e riscos relacionados à saúde e à segurança
27. Promoção da qualidade de vida, da satisfação e do comprometimento da 
força de trabalho
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
PONTUAÇÃO DO FUNDAMENTO
COMPROMISSO COM AS PARTES INTERESSADAS
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados44
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CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
COMPROMISSO COM AS PARTES INTERESSADAS
PLANEJAR 
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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21. Recrutamento e seleção da força de trabalho
22. Preparação das pessoas para o exercício de suas funções e sua integração à 
cultura organizacional
23. Promoção do desenvolvimento integral da força de trabalho, incluindo a 
avaliação da eficácia dos programas de desenvolvimento
24. Avaliação de desempenho das pessoas e das equipes
25. Remuneração, reconhecimento e incentivos da força de trabalho
26. Tratamento dos perigos e riscos relacionados à saúde e à segurança
27. Promoção da qualidade de vida, da satisfação e do comprometimento da 
força de trabalho
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
PONTUAÇÃO DO FUNDAMENTO
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APRENDIZADO ORGANIZACIONAL E INOVAÇÃO
CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
APRENDIZADO ORGANIZACIONAL E INOVAÇÃO
PLANEJAR 
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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1. Realização de diagnóstico organizacional, identificando os pontos fortes e
as lacunas existentes na gestão da organização
2. Implementação das melhorias
3. Avaliação da eficácia das melhorias implementadas
4. Compartilhamento das melhorias, incluindo disseminação dos ganhos e
registro das lições aprendidas
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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5. Definição das competências essenciais atuais
6. Definição das competências essenciais futuras
7. Desenvolvimento das competências essenciais
8. Definição das oportunidades para melhorar o posicionamento competitivo
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados46
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CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
APRENDIZADO ORGANIZACIONAL E INOVAÇÃO
PLANEJAR
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamentoe inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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1. Realização de diagnóstico organizacional, identificando os pontos fortes e 
as lacunas existentes na gestão da organização
2. Implementação das melhorias
3. Avaliação da eficácia das melhorias implementadas
4. Compartilhamento das melhorias, incluindo disseminação dos ganhos e 
registro das lições aprendidas
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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5. Definição das competências essenciais atuais
6. Definição das competências essenciais futuras
7. Desenvolvimento das competências essenciais
8. Definição das oportunidades para melhorar o posicionamento competitivo
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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APRENDIZADO ORGANIZACIONAL E INOVAÇÃO
CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
APRENDIZADO ORGANIZACIONAL E INOVAÇÃO
PLANEJAR 
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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9. Identificação dos conhecimentos mais importantes para a organização 
realizar sua Missão e implantar suas estratégias
10. Desenvolvimento dos conhecimentos mais importantes
11. Retenção do conhecimento, incluindo métodos para atrair e reter pessoas 
e parceiros
12. Proteção do conhecimento
13. Utilização dos conhecimentos, incluindo seu compartilhamento
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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14. Indução da inovação
15. Desenvolvimento da inovação, incluindo as competências orientadas para 
a inovação
16. Implantação da inovação
17. Medição, incluindo a avaliação dos resultados obtidos pelas inovações
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
PONTUAÇÃO DO FUNDAMENTO
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados48
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CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
APRENDIZADO ORGANIZACIONAL E INOVAÇÃO
PLANEJAR 
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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9. Identificação dos conhecimentos mais importantes para a organização 
realizar sua Missão e implantar suas estratégias
10. Desenvolvimento dos conhecimentos mais importantes
11. Retenção do conhecimento, incluindo métodos para atrair e reter pessoas 
e parceiros
12. Proteção do conhecimento
13. Utilização dos conhecimentos, incluindo seu compartilhamento
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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14. Indução da inovação
15. Desenvolvimento da inovação, incluindo as competências orientadas para 
a inovação
16. Implantação da inovação
17. Medição, incluindo a avaliação dos resultados obtidos pelas inovações
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
PONTUAÇÃO DO FUNDAMENTO
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ADAPTABILIDADE
CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
ADAPTABILIDADE
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Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
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Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
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Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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1. Definição da mudança necessária
2. Identificação das barreiras para a mudança
3. Definição das competências necessárias para a mudança
4. Comunicação da mudança para as partes interessadas pertinentes
5. Implantação das mudanças
NÍVELDE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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6. Revisão das estratégias e metas em tempo adequado às mudanças de 
contexto
7. Revisão dos processos em tempo adequado às mudanças das estratégias e 
metas e necessidades das partes interessadas
8. Revisão dos produtos em tempo adequado às mudanças das estratégias e 
metas e necessidades das partes interessadas
9. Definição da organização do trabalho, considerando o estímulo à resposta 
rápida e a autonomia da força de trabalho na tomada de decisão
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
PONTUAÇÃO DO FUNDAMENTO
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados50
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CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
ADAPTABILIDADE
PLANEJAR 
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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1. Definição da mudança necessária
2. Identificação das barreiras para a mudança
3. Definição das competências necessárias para a mudança
4. Comunicação da mudança para as partes interessadas pertinentes
5. Implantação das mudanças
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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6. Revisão das estratégias e metas em tempo adequado às mudanças de 
contexto
7. Revisão dos processos em tempo adequado às mudanças das estratégias e 
metas e necessidades das partes interessadas
8. Revisão dos produtos em tempo adequado às mudanças das estratégias e 
metas e necessidades das partes interessadas
9. Definição da organização do trabalho, considerando o estímulo à resposta 
rápida e a autonomia da força de trabalho na tomada de decisão
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
PONTUAÇÃO DO FUNDAMENTO
51
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LIDERANÇA TRANSFORMADORA
CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
LIDERANÇA TRANSFORMADORA
PLANEJAR 
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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IS 1. Definição de valores, princípios e diretrizes organizacionais
2. Definição de padrões de conduta para assegurar relacionamento ético 
com as partes interessadas
3. Comunicação de valores, princípios e padrões de conduta para as partes 
interessadas pertinentes
4. Engajamento da força de trabalho quanto aos valores e princípios, aos 
padrões de conduta e às diretrizes organizacionais
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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5. Estruturação da governança a partir de seus princípios básicos de 
Transparência, Equidade, Prestação de Contas (accountability) e 
Responsabilidade Corporativa
6. Identificação dos riscos, incluindo sua classificação e integração
7. Monitoramento do tratamento dos riscos
8. Conformidade com os requisitos legais, regulamentares, padrões e 
diretrizes organizacionais
9. Prestação de contas das ações da direção ao Conselho e às partes 
interessadas
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados52
PR
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CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
LIDERANÇA TRANSFORMADORA
PLANEJAR 
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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IS 1. Definição de valores, princípios e diretrizes organizacionais
2. Definição de padrões de conduta para assegurar relacionamento ético 
com as partes interessadas
3. Comunicação de valores, princípios e padrões de conduta para as partes 
interessadas pertinentes
4. Engajamento da força de trabalho quanto aos valores e princípios, aos 
padrões de conduta e às diretrizes organizacionais
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVELDE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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5. Estruturação da governança a partir de seus princípios básicos de 
Transparência, Equidade, Prestação de Contas (accountability) e 
Responsabilidade Corporativa
6. Identificação dos riscos, incluindo sua classificação e integração
7. Monitoramento do tratamento dos riscos
8. Conformidade com os requisitos legais, regulamentares, padrões e 
diretrizes organizacionais
9. Prestação de contas das ações da direção ao Conselho e às partes 
interessadas
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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LIDERANÇA TRANSFORMADORA
CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
LIDERANÇA TRANSFORMADORA
PLANEJAR 
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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L 10. Mapeamento da cultura atual, incluindo identificação dos aspectos 
culturais favoráveis e adversos
11. Definição da cultura desejada
12. Definição dos planos de ação de mudança cultural
13. Avaliação da efetividade da mudança cultural
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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14. Análise do ambiente externo e suas tendências
15. Análise do ambiente interno, incluindo a avaliação dos ativos intangíveis
16. Definição das estratégias e metas de curto e longo prazos, considerando 
os requisitos das partes interessadas, a produtividade da organização, o 
desenvolvimento sustentável e o legado para as gerações futuras
17. Desdobramento das metas de curto e longo prazos dos indicadores de 
desempenho, considerando os referenciais comparativos pertinentes e os 
requisitos das partes interessadas
18. Monitoramento dos planos de ação e seus recursos
19. Análise do desempenho organizacional, considerando requisitos de partes 
interessadas, referenciais comparativos pertinentes e variáveis do ambiente 
externo
20. Acompanhamento das decisões tomadas para alcance do desempenho 
planejado
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados54
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CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
LIDERANÇA TRANSFORMADORA
PLANEJAR 
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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L 10. Mapeamento da cultura atual, incluindo identificação dos aspectos 
culturais favoráveis e adversos
11. Definição da cultura desejada
12. Definição dos planos de ação de mudança cultural
13. Avaliação da efetividade da mudança cultural
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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14. Análise do ambiente externo e suas tendências
15. Análise do ambiente interno, incluindo a avaliação dos ativos intangíveis
16. Definição das estratégias e metas de curto e longo prazos, considerando 
os requisitos das partes interessadas, a produtividade da organização, o 
desenvolvimento sustentável e o legado para as gerações futuras
17. Desdobramento das metas de curto e longo prazos dos indicadores de 
desempenho, considerando os referenciais comparativos pertinentes e os 
requisitos das partes interessadas
18. Monitoramento dos planos de ação e seus recursos
19. Análise do desempenho organizacional, considerando requisitos de partes 
interessadas, referenciais comparativos pertinentes e variáveis do ambiente 
externo
20. Acompanhamento das decisões tomadas para alcance do desempenho 
planejado
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
LIDERANÇA TRANSFORMADORA
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Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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21. Definição de competências das lideranças
22. Seleção de pessoas com potencialde liderança e sucessores
23. Desenvolvimento de líderes atuais e potenciais
24. Avaliação dos líderes atuais e potenciais e de sucessores
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
PONTUAÇÃO DO FUNDAMENTO
LIDERANÇA TRANSFORMADORA
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados56
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CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
LIDERANÇA TRANSFORMADORA
PLANEJAR 
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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21. Definição de competências das lideranças
22. Seleção de pessoas com potencial de liderança e sucessores
23. Desenvolvimento de líderes atuais e potenciais
24. Avaliação dos líderes atuais e potenciais e de sucessores
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
PONTUAÇÃO DO FUNDAMENTO
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CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
PLANEJAR 
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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O 1. Definição dos requisitos de desempenho econômico-financeiro
2. Elaboração do orçamento quanto a receitas, despesas e investimentos
3. Otimização de custos
4. Acompanhamento econômico-financeiro, incluindo as externalidades
5. Monitoramento do orçamento, incluindo o controle fiscal
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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6. Monitoramento dos requisitos de desempenho ambiental
7. Prevenção dos impactos ambientais, incluindo prevenção da poluição e 
uso de tecnologias limpas
8. Definição das formas de atuação quanto aos grandes temas mundiais
9. Promoção do engajamento das partes interessadas quanto às questões 
ambientais
10. Cumprimento da legislação ambiental aplicável
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados58
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O
CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
PLANEJAR 
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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O 1. Definição dos requisitos de desempenho econômico-financeiro
2. Elaboração do orçamento quanto a receitas, despesas e investimentos
3. Otimização de custos
4. Acompanhamento econômico-financeiro, incluindo as externalidades
5. Monitoramento do orçamento, incluindo o controle fiscal
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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6. Monitoramento dos requisitos de desempenho ambiental
7. Prevenção dos impactos ambientais, incluindo prevenção da poluição e 
uso de tecnologias limpas
8. Definição das formas de atuação quanto aos grandes temas mundiais
9. Promoção do engajamento das partes interessadas quanto às questões 
ambientais
10. Cumprimento da legislação ambiental aplicável
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
PLANEJAR 
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidadespara melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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11. Monitoramento dos requisitos de desempenho social
12. Acessibilidade a produtos, processos, informações e instalações
13. Avaliação da imagem perante a sociedade
14. Desenvolvimento de ações e projetos sociais
15. Estímulo ao voluntariado e à inclusão social
16. Mitigação dos impactos sociais
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
PONTUAÇÃO DO FUNDAMENTO
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados60
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CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
PLANEJAR 
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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11. Monitoramento dos requisitos de desempenho social
12. Acessibilidade a produtos, processos, informações e instalações
13. Avaliação da imagem perante a sociedade
14. Desenvolvimento de ações e projetos sociais
15. Estímulo ao voluntariado e à inclusão social
16. Mitigação dos impactos sociais
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
PONTUAÇÃO DO FUNDAMENTO
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CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
ORIENTAÇÃO POR PROCESSOS
PLANEJAR 
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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IS
1. Compatibilização da infraestrutura com o crescimento do negócio e da 
demanda por informações e comunicação
2. Implantação dos sistemas de informação e comunicação desenvolvidos
3. Avaliação da satisfação dos usuários dos serviços de informação e 
comunicação
4. Estabelecimento de requisitos de segurança da informação
5. Tratamento dos riscos à segurança da informação
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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6. Mapeamento dos processos
7. Definição dos requisitos aplicáveis aos processos da cadeia de valor
8. Análise dos processos, considerando a eficiência, eficácia e produtividade 
dos mesmos
9. Melhoria dos processos, considerando os métodos para reduzir a 
variabilidade, aumentar a confiabilidade e a ecoeficiência
10. Gerenciamento do desempenho dos processos da cadeia de valor, 
incluindo padronização e controle
11. Análise da estrutura organizacional, incluindo o planejamento do quadro 
de pessoal, próprio e terceiro, e novas modalidades de trabalho
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
ORIENTAÇÃO POR PROCESSOS
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados62
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CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
ORIENTAÇÃO POR PROCESSOS
PLANEJAR 
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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IS
1. Compatibilização da infraestrutura com o crescimento do negócio e da 
demanda por informações e comunicação
2. Implantação dos sistemas de informação e comunicação desenvolvidos
3. Avaliação da satisfação dos usuários dos serviços de informação e 
comunicação
4. Estabelecimento de requisitos de segurança da informação
5. Tratamento dos riscos à segurança da informação
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DOTEMA
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6. Mapeamento dos processos
7. Definição dos requisitos aplicáveis aos processos da cadeia de valor
8. Análise dos processos, considerando a eficiência, eficácia e produtividade 
dos mesmos
9. Melhoria dos processos, considerando os métodos para reduzir a 
variabilidade, aumentar a confiabilidade e a ecoeficiência
10. Gerenciamento do desempenho dos processos da cadeia de valor, 
incluindo padronização e controle
11. Análise da estrutura organizacional, incluindo o planejamento do quadro 
de pessoal, próprio e terceiro, e novas modalidades de trabalho
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
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ORIENTAÇÃO POR PROCESSOS
CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
ORIENTAÇÃO POR PROCESSOS
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Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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12. Identificação de oportunidades de desenvolvimento de novos produtos
13. Elaboração do projeto do produto, incluindo testes, validação, 
incorporação de novas tecnologias
14. Desenvolvimento de produtos, incluindo acompanhamento do projeto e 
lançamento
15. Acompanhamento dos indicadores dos produtos desenvolvidos 
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
PONTUAÇÃO DO FUNDAMENTO
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CICLO PDCL / NÍVEIS DE MATURIDADE
ORIENTAÇÃO POR PROCESSOS
PLANEJAR 
Abordagem adotada pela 
organização na concepção 
dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, 
considerando os requisitos 
necessários e suas eventuais 
particularidades, de forma adequada, 
proativa e integrada, orientada para 
o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR 
Implementação dos processos 
propostos, de forma abrangente, 
contínua e ágil, atendendo 
aos padrões estabelecidos, 
demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR 
Monitoração sobre os processos 
estabelecidos, na qual os padrões, 
a eficiência e a eficácia são 
controlados, com a finalidade de 
avaliar o alcance do propósito 
planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as 
oportunidades para melhoria.
APRENDER 
Incorporação da experiência 
adquirida na execução e controle 
dos processos propostos, por meio 
do aperfeiçoamento e inovação 
na abordagem adotada pela 
organização, buscando ajustar, 
alterar ou reformulá-los para o 
alcance do propósito planejado.
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12. Identificação de oportunidades de desenvolvimento de novos produtos
13. Elaboração do projeto do produto, incluindo testes, validação, 
incorporação de novas tecnologias
14. Desenvolvimento de produtos, incluindo acompanhamento do projeto e 
lançamento
15. Acompanhamento dos indicadores dos produtos desenvolvidos 
NÍVEL DE MATURIDADE DE CADA ETAPA DO PDCL (%)
NÍVEL DE MATURIDADE DO TEMA (%)
PONTUAÇÃO DO TEMA
PONTUAÇÃO DO FUNDAMENTO
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GERAÇÃO DE VALOR
FATORES (RESULTADOS)
RELEVÂNCIA 
Existência de um 
conjunto de resultados 
estratégicos e operacionais 
esperados, demonstrados 
por indicadores 
correspondentes, 
suficientes para avaliar a 
solicitação do Grupo de 
Resultados, considerando as 
estratificações necessárias.
MELHORIA
Demonstração de melhoria 
contínua ou estabilização em 
nível aceitável, isto é, nível 
suficientemente competitivo 
ou cumprindo compromisso 
com requisito de parte 
interessada, ou ambos, de 
forma compatível com as 
estratégias, considerando 
pelo menos os últimos três 
ciclos ou exercícios, para os 
resultados estratégicos e 
operacionais no Grupo de 
Resultados.
COMPETITIVIDADE
Demonstração, no último 
ciclo ou exercício, de 
níveis de desempenho 
equivalentes ou superiores 
a referenciais comparativos 
pertinentes para os 
resultados estratégicos e 
operacionais, no Grupo de 
Resultados, comparáveis no 
setor ou no mercado.
COMPROMISSO
Demonstração, no último 
ciclo ou exercício, de 
alcance ou superação de 
níveis de desempenho ou 
de melhorias esperadas, 
associados a requisitos de 
partes interessadas para os 
resultados estratégicos e 
operacionais no Grupo de 
Resultados, que expressem 
esses requisitos.
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1. Geração de resultados econômico-financeiros 
2. Geração de resultados ambientais
3. Geração de resultados sociais
4. Geração de resultados relativos aos clientes
5. Geração de resultados relativos à força de trabalho
6. Geração de resultados relativos aos fornecedores
7. Geração de resultados dos produtos e processos
GERAÇÃO DE VALOR
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados66
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GERAÇÃO DE VALOR
FATORES (RESULTADOS)
RELEVÂNCIA 
Existência de um 
conjunto de resultados 
estratégicos e operacionais 
esperados, demonstrados 
por indicadores 
correspondentes, 
suficientes para avaliar a 
solicitação do Grupo de 
Resultados, considerando as 
estratificações necessárias.
MELHORIA
Demonstração de melhoria 
contínua ou estabilização em 
nível aceitável, isto é, nível 
suficientemente competitivo 
ou cumprindo compromisso 
com requisito de parte 
interessada, ou ambos, de 
forma compatível com as 
estratégias, considerando 
pelo menos os últimos três 
ciclos ou exercícios, para os 
resultados estratégicos e 
operacionais no Grupo de 
Resultados.
COMPETITIVIDADE
Demonstração, no último 
ciclo ou exercício, de 
níveis de desempenho 
equivalentes ou superiores 
a referenciais comparativos 
pertinentes para os 
resultados estratégicos e 
operacionais, no Grupo de 
Resultados, comparáveis no 
setor ou no mercado.
COMPROMISSO
Demonstração, no últimociclo ou exercício, de 
alcance ou superação de 
níveis de desempenho ou 
de melhorias esperadas, 
associados a requisitos de 
partes interessadas para os 
resultados estratégicos e 
operacionais no Grupo de 
Resultados, que expressem 
esses requisitos.
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1. Geração de resultados econômico-financeiros 
2. Geração de resultados ambientais
3. Geração de resultados sociais
4. Geração de resultados relativos aos clientes
5. Geração de resultados relativos à força de trabalho
6. Geração de resultados relativos aos fornecedores
7. Geração de resultados dos produtos e processos
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cap4
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados68
FAIXAS DE PONTUAÇÃO GLOBAL
As faixas de pontuação global são um indicativo do nível de maturidade alcançado pela gestão de uma organização. 
A soma da pontuação dos oito Fundamentos gera a pontuação global da organização, que se enquadra em uma das 
seguintes faixas:
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MATURIDADE
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PONTUAÇÃO DESCRIÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO PONTUAÇÃO
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9
�� A concepção de todos os processos está integrada, com proatividade 
e padronização. 
�� A execução dos processos é totalmente abrangente, continuada e ágil.
�� Os processos são controlados sistematicamente conforme o planejado, 
considerando sua eficiência e eficácia.
�� O processo de aprendizado é responsável por aperfeiçoamentos 
contínuos para todos os processos em todos os Fundamentos, com 
muitas inovações.
�� Praticamente todos os indicadores de desempenho estratégicos e 
operacionais, necessários para avaliar as melhorias, a competitividade 
e o cumprimento de compromissos com os requisitos das partes 
interessadas, estão presentes.
�� A melhoria dos resultados é demonstrada em praticamente todos 
os resultados.
�� Praticamente todos os resultados comparáveis demonstram 
competitividade, estando alguns em nível de liderança no setor ou no 
mercado, e alguns em nível de excelência.
�� Praticamente todos os resultados relativos ao atendimento de 
necessidades e expectativas das partes interessadas demonstram esse 
atendimento.
851 – 1000
8
�� A concepção de todos os processos está integrada, com proatividade e 
padronização para quase todos. 
�� A execução dos processos é quase totalmente abrangente, 
continuada e ágil.
�� Quase todos os processos são controlados sistematicamente conforme o 
planejado, considerando sua eficiência e eficácia.
�� O processo de aprendizado é responsável por aperfeiçoamentos 
contínuos para quase todos os processos em todos os Fundamentos, com 
muitas inovações.
�� Praticamente todos os indicadores de desempenho estratégicos e 
quase todos os operacionais, necessários para avaliar as melhorias, a 
competitividade e o cumprimento de compromissos com os requisitos 
das partes interessadas, estão presentes. 
�� A melhoria dos resultados é demonstrada em quase todos os resultados, 
incluindo todos os estratégicos. 
�� Quase todos os resultados comparáveis demonstram competitividade, 
incluindo quase todos os estratégicos, estando alguns em nível de 
liderança no setor ou no mercado. 
�� Quase todos os resultados relativos ao atendimento de necessidades e 
expectativas das partes interessadas demonstram esse atendimento.
751 – 850
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MATURIDADE
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7
�� A concepção de quase todos os processos está integrada, com 
proatividade e padronização. 
�� A execução dos processos é quase totalmente abrangente, continuada e 
com agilidade para a maioria.
�� A maioria dos processos é controlada sistematicamente conforme o 
planejado, considerando sua eficiência e eficácia.
�� O processo de aprendizado é responsável por aperfeiçoamentos 
contínuos para a maioria dos processos em todos os Fundamentos, com 
muitas inovações.
�� Praticamente todos os indicadores de desempenho estratégicos e 
a maioria dos operacionais, necessários para avaliar as melhorias, a 
competitividade e o cumprimento de compromissos com os requisitos 
das partes interessadas, estão presentes. 
�� A melhoria dos resultados é demonstrada em quase todos os resultados, 
incluindo quase todos estratégicos. 
�� A maioria dos resultados comparáveis demonstra competitividade, 
incluindo estratégicos, estando muitos poucos em nível de liderança no 
setor ou no mercado. 
�� A maioria dos resultados relativos ao atendimento de necessidades e 
expectativas das partes interessadas demonstra esse atendimento.
651 – 750
6
�� A concepção da maioria dos processos está integrada, com proatividade 
e padronização. 
�� A execução dos processos é abrangente para a maioria deles, continuada 
e com agilidade.
�� A maioria dos processos é controlada sistematicamente conforme o 
planejado, considerando sua eficiência.
�� O processo de aprendizado é responsável por aperfeiçoamentos 
contínuos para a maioria dos processos em todos os Fundamentos, com 
algumas inovações.
�� Quase todos os indicadores de desempenho estratégicos e a maioria dos 
operacionais, necessários para avaliar as melhorias, a competitividade 
e o cumprimento de compromissos com os requisitos das partes 
interessadas, estão presentes. 
�� A melhoria dos resultados é demonstrada na maioria dos resultados, 
incluindo quase todos os estratégicos. 
�� A maioria dos resultados comparáveis demonstra competitividade, 
incluindo os estratégicos.
�� A maioria dos resultados relativos ao atendimento de necessidades e 
expectativas das partes interessadas demonstra esse atendimento.
551 – 650
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INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados70
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�� A concepção da maioria dos processos está integrada, com proatividade, 
sendo que muitos se encontram padronizados. 
�� A execução dos processos é abrangente e continuada para a maioria 
deles e com agilidade para muitos.
�� A maioria dos processos é controlada conforme o planejado, 
considerando sua eficiência e, em muitos, a eficácia.
�� O processo de aprendizado é responsável por aperfeiçoamentos 
contínuos para a maioria dos processos em quase todos os Fundamentos.
�� A maioria dos indicadores de desempenho estratégicos e operacionais, 
necessários para avaliar as melhorias, a competitividade e o cumprimento 
de compromissos com os requisitos das partes interessadas, 
estão presentes. 
�� A melhoria dos resultados é demonstrada na maioria dos resultados, 
incluindo a maioria dos estratégicos.
�� A maioria dos resultados comparáveis demonstra competitividade. 
�� Muitos dos resultados relativos ao atendimento de necessidades e 
expectativas das partes interessadas demonstram esse atendimento.
451 – 550
4
�� A concepção de muitos dos processos está integrada, com proatividade 
e padronização. 
�� A execução dos processos é abrangente para muitos deles, de maneira 
continuada e com agilidade.
�� Muitos dos processos são controlados conforme o planejado, 
considerando sua eficiência.
�� O processo de aprendizado é responsável por aperfeiçoamentos 
contínuos para muitos dos processos na maioria dos Fundamentos.
�� A maioria dos indicadores de desempenho estratégicos e muitos dos 
operacionais, necessários para avaliar as melhorias, a competitividade 
e o cumprimento de compromissoscom os requisitos das partes 
interessadas, estão presentes. 
�� A melhoria dos resultados é demonstrada para muitos resultados, 
incluindo alguns estratégicos.
�� Muitos dos resultados comparáveis demonstram competitividade. 
�� Muitos dos resultados relativos ao atendimento de necessidades e 
expectativas das partes interessadas demonstram esse atendimento.
351 – 450
3
�� A concepção de muitos dos processos está integrada e 
estão padronizados. 
�� A execução dos processos é abrangente e continuada para alguns deles.
�� Muitos dos processos são controlados conforme o planejado.
�� O processo de aprendizado é responsável por aperfeiçoamentos 
esporádicos para alguns dos processos em muitos dos Fundamentos.
�� Muitos dos indicadores de desempenho estratégicos e operacionais, 
necessários para avaliar as melhorias, a competitividade e o cumprimento 
de compromissos com os requisitos das partes interessadas, 
estão presentes. 
�� A melhoria dos resultados é demonstrada para alguns resultados. 
�� Alguns dos resultados comparáveis demonstram competitividade. 
�� Alguns dos resultados relativos ao atendimento de necessidades e 
expectativas das partes interessadas demonstram esse atendimento.
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MATURIDADE
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�� A concepção de alguns dos processos está integrada, sem padronização. 
�� A execução dos processos é abrangente para alguns deles, mas sem 
continuidade.
�� Alguns dos processos são controlados conforme o planejado.
�� O processo de aprendizado é responsável por aperfeiçoamentos 
esporádicos para alguns dos processos em poucos dos Fundamentos.
�� Alguns dos indicadores de desempenho estratégicos e alguns 
operacionais necessários para avaliar as melhorias estão presentes.
�� A melhoria dos resultados é demonstrada para um ou outro resultado. 
�� Nenhum dos resultados comparáveis demonstra competitividade. 
�� Nenhum dos resultados relativos ao atendimento de necessidades e 
expectativas das partes interessadas demonstra esse atendimento.
151 -250
1
�� A concepção dos processos está em início de uso. 
�� A execução dos processos não é abrangente e é esporádica.
�� O controle começa a ser estabelecido.
�� O aperfeiçoamento, quando existe, é pontual e esporádico.
�� Somente alguns indicadores de desempenho operacionais necessários 
para avaliar as melhorias estão presentes. 
�� A melhoria dos resultados operacionais vem sendo demonstrada para 
alguns resultados. 
�� Nenhum dos resultados comparáveis demonstra competitividade. 
�� Nenhum dos resultados relativos ao atendimento de necessidades e 
expectativas das partes interessadas demonstra esse atendimento. 
0 – 150
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Pr inc ipa is Novidades 
da 21ª Edição
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Glossár io de Termos
77
Pr inc ipa is Referências 
B ib l iográf icas
Í ndice Remiss ivo
82
85
73
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INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados74
ASPECTO 
ALTERADO
FOCO DA 
ALTERAÇÃO 20ª EDIÇÃO 21ª EDIÇÃO
Publicação Criação de 
publicação 
específica sobre 
o Modelo de 
Excelência da 
Gestão® (MEG)
Critérios de Excelência – Avaliação e Diagnóstico da 
Gestão Organizacional
�� MODELO DE EXCELÊNCIA DA GESTÃO® (MEG) 
- Guia de Referência da Gestão para Excelência 
(1ª edição)
�� MODELO DE EXCELÊNCIA DA GESTÃO® (MEG) 
- Instrumento de Avaliação da Maturidade da 
Gestão (21ª edição)
Fundamentos 
da Gestão 
para 
Excelência 
Quantidade e 
melhoria das 
descrições 
de cada 
Fundamento
13 FUNDAMENTOS: 
PENSAMENTO SISTÊMICO; ATUAÇÃO EM REDE; 
APRENDIZADO ORGANIZACIONAL; INOVAÇÃO; 
AGILIDADE; LIDERANÇA TRANSFORMADORA; 
OLHAR PARA O FUTURO; CONHECIMENTO SOBRE 
CLIENTES E MERCADOS; RESPONSABILIDADE 
SOCIAL; VALORIZAÇÃO DAS PESSOAS E DA 
CULTURA; DECISÕES FUNDAMENTADAS; 
ORIENTAÇÃO POR PROCESSOS; GERAÇÃO DE 
VALOR
8 FUNDAMENTOS:
PENSAMENTO SISTÊMICO; COMPROMISSO 
COM AS PARTES INTERESSADAS; APRENDIZADO 
ORGANIZACIONAL E INOVAÇÃO; ADAPTABILIDADE; 
LIDERANÇA TRANSFORMADORA; 
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL; ORIENTAÇÃO 
POR PROCESSOS; GERAÇÃO DE VALOR
Critérios 
e Itens de 
Avaliação
Lógica do 
desdobramento 
dos 
Fundamentos
Os Fundamentos eram desdobrados em processos, 
que posteriormente eram agrupados por afinidade, 
dando origem aos Itens de Avaliação e estes eram 
agrupados em Critérios.
Os Fundamentos são desdobrados em Temas e 
posteriormente em processos, eliminando-se dessa 
forma os Critérios e Itens.
Diagrama 
do MEG
Criação de nova 
Figura alinhada 
à revisão e 
simplificação 
do MEG, assim 
como sua lógica
sociedade
Processos Simplificação As solicitações para cada Item de Avaliação estão 
expressas em: Processos Gerenciais, Complementos 
para Excelência, Evidências Requeridas e 
Orientações.
As solicitações para cada Tema estão expressas 
em Processos. Nesse sentido, foram eliminadas 
as expressões: processos gerenciais e práticas 
de gestão.
PRINCIPAIS NOVIDADES DA 21ª EDIÇÃO
A principal força indutora de melhorias na 21ª edição foi a busca da 
simplificação efetiva, assim como o reforço de temas relevantes para hoje e 
para o futuro, como Sustentabilidade, Gerações Futuras, entre outros.
Também fez parte da revisão desta publicação a manutenção do Modelo de 
Excelência da Gestão® (MEG) com foco adaptativo, em que a organização 
define os aspectos da gestão mais relevantes ao seu Perfil, antes de utilizá-lo 
para se avaliar; o olhar mais atento à cultura da organização; a revisão completa 
dos Fundamentos da Gestão para Excelência, nos processos e sistema de 
avaliação. Além disso, houve um conjunto de mudanças estruturais, as quais se 
destacam a seguir:
Confira as iniciativas 
de melhoria contínua 
e de inovação 
presentes nesta 
publicação
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ASPECTO 
ALTERADO
FOCO DA 
ALTERAÇÃO 20ª EDIÇÃO 21ª EDIÇÃO
Sistema de 
Avaliação
Revisão 
Completa
DIMENSÃO PROCESSOS GERENCIAIS
Nessa dimensão são avaliados os fatores ENFOQUE, 
APLICAÇÃO, APRENDIZADO e INTEGRAÇÃO para 
cada Item dos Critérios de 1 a 7.
ENFOQUE: Esse fator refere-se à abordagem 
adotada pela organização na concepção de 
práticas de gestão que visam atender aos 
processos gerenciais propostos pelas questões do 
Item, incluindo suas particularidades e eventuais 
complementos para a excelência, de forma proativa, 
ágil e contínua e orientada por padrões gerenciais.
APLICAÇÃO: Esse fator refere-se ao escopo de 
abrangência das práticas de gestão relativas 
aos processos gerenciais requeridos no Item, 
ao controle aplicado sobre os seus padrões 
gerenciais e à apresentação de algumas evidências, 
quando requeridas.
APRENDIZADO: Esse fator refere-se ao 
aperfeiçoamento, exemplaridade demonstrada 
e inovação incorporada nas práticas de gestão 
relativas aos processos gerenciais requeridos 
no Item.
INTEGRAÇÃO: Esse fator refere-se ao inter-
relacionamento com outras práticas, à cooperação 
entre as áreas e com partes interessadas e à 
coerência com valores, princípios, estratégias e 
objetivos, na realização das práticas de gestão 
relativas aos processos gerenciais requeridos 
no Item.
DIMENSÃO RESULTADOS ORGANIZACIONAIS
Nessa dimensão são avaliados os fatores 
RELEVÂNCIA, MELHORIA, COMPETITIVIDADE e 
COMPROMISSO para cada Item do Critério 8.
RELEVÂNCIA: Esse fator refere-se à existência 
de um conjunto de resultados estratégicos e 
operacionais, demonstrados por indicadores 
correspondentes, suficientes para avaliar a 
solicitação do Item.
MELHORIA: Esse fator refere-se à demonstração 
de melhoria contínua ou estabilização em nível 
aceitável, isto é, nível suficientemente competitivo 
ou cumprindo compromisso com requisito de 
parte interessada, ou ambos, de forma compatível 
com as estratégias, considerando pelo menos os 
últimos três ciclos ou exercícios, para os resultados 
estratégicos e operacionais esperados no Item.
COMPETITIVIDADE: Esse fator refere-se à 
demonstração, noúltimo ciclo ou exercício, de 
níveis de desempenho equivalentes ou superiores 
a referenciais comparativos pertinentes para os 
resultados estratégicos e operacionais esperados 
no Item, comparáveis no setor ou no mercado.
COMPROMISSO: Esse fator refere-se à 
demonstração, no último ciclo ou exercício, de 
alcance ou superação de níveis de desempenho ou 
de melhorias esperadas, associados a requisitos de 
partes interessadas para os resultados estratégicos 
e operacionais esperados no Item, que expressem 
esses requisitos.
DIMENSÃO PROCESSOS
Nessa dimensão são avaliados os fatores agrupados 
em PLANEJAR, REALIZAR, VERIFICAR e APRENDER 
para cada um dos Fundamentos de 1 a 7. De forma 
resumida têm-se:
PLANEJAR (P): Esses fatores referem-se à 
abordagem adotada pela organização na 
concepção dos processos propostos e no 
estabelecimento de padrões, considerando os 
requisitos necessários e eventuais particularidades, 
de forma adequada, proativa e integrada, orientada 
para o alcance do propósito pertinente.
REALIZAR (D): Esses fatores referem-se à 
implementação dos processos propostos, de 
forma abrangente, contínua e ágil, atendendo aos 
padrões estabelecidos, demonstrando o alcance do 
propósito planejado.
VERIFICAR (C): Estes fatores referem-se à adoção 
de monitoração sobre os processos estabelecidos, 
na qual os padrões, a eficiência e a eficácia são 
controlados com a finalidade de avaliar o alcance 
do propósito planejado, sinalizando o progresso, 
o sucesso, os problemas e as oportunidades 
de melhoria.
APRENDER (L): Esses fatores referem-se à 
incorporação da experiência adquirida na 
execução e controle dos processos propostos, 
por meio do aperfeiçoamento e inovação na 
abordagem adotada pela organização, buscando 
ajustar, alterar ou reformulá-los para o alcance do 
propósito planejado.
DIMENSÃO GERAÇÃO DE VALOR
Nessa dimensão são avaliados os fatores RELEVÂNCIA, 
MELHORIA, COMPETITIVIDADE e COMPROMISSO 
para o Fundamento Geração de Valor.
RELEVÂNCIA: Esse fator refere-se à existência 
de um conjunto de resultados estratégicos e 
operacionais esperados, demonstrados por 
indicadores correspondentes, suficientes para 
avaliar a solicitação do Grupo de Resultados, 
considerando as estratificações necessárias.
MELHORIA: Esse fator refere-se à demonstração 
de melhoria contínua ou estabilização em nível 
aceitável, isto é, nível suficientemente competitivo 
ou cumprindo compromisso com requisito de parte 
interessada, ou ambos, de forma compatível com as 
estratégias, considerando pelo menos os últimos três 
ciclos ou exercícios, para os resultados estratégicos e 
operacionais esperados no Grupo de Resultados.
COMPETITIVIDADE: Esse fator refere-se à 
demonstração, no último ciclo ou exercício, de 
níveis de desempenho equivalentes ou superiores 
a referenciais comparativos pertinentes para os 
resultados estratégicos e operacionais, no Grupo de 
Resultados, comparáveis no setor ou no mercado.
COMPROMISSO: Esse fator refere-se à 
demonstração, no último ciclo ou exercício, de 
alcance ou superação de níveis de desempenho ou 
de melhorias esperadas, associados a requisitos de 
partes interessadas para os resultados estratégicos 
e operacionais, no Grupo de Resultados, que 
expressem esses requisitos.
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cap5
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados76
ASPECTO 
ALTERADO
FOCO DA 
ALTERAÇÃO 20ª EDIÇÃO 21ª EDIÇÃO
Determinação 
da Pontuação
Revisão 
completa
Sistema baseado nas seguintes etapas:
(1) Escolha do Percentual Preliminar do Fator
(2) Estabelecimento das Faixas Restritivas
(3) Determinação do Percentual do Fator
(4) Cálculo do Percentual Final de um Item
(5) Cálculo da Pontuação de um Item
Sistema subdividido para a dimensão Processos e 
Geração de Valor, baseado nas seguintes etapas:
PROCESSOS:
(1) Selecionar na tabela relativa a cada 
Fundamento e respectivo Tema a indicação 
da célula que melhor descreve o nível de 
maturidade de cada processo para cada uma 
das etapas do PDCL.
(2) O nível de maturidade de cada Etapa do 
PDCL será a média aritmética dos percentuais 
selecionados para essa etapa.
(3) O nível de maturidade do Tema será a média 
aritmética dos percentuais de cada uma das 
etapas do PDCL.
(4) A pontuação final do Tema será o percentual 
do nível de maturidade multiplicado pela 
pontuação atribuída ao tema QUADRO DE 
FUNDAMENTOS, TEMAS E PONTUAÇÕES.
(5) A pontuação final do Fundamento 
será o somatório das pontuações dos 
respectivos temas.
GERAÇÃO DE VALOR:
(1) Escolher o Grupo de Resultados que se 
deseja avaliar.
(2) Selecionar no Quadro Indicativo a melhor 
indicação do nível de maturidade.
(3) Selecionar na Tabela relativa a Geração de 
Valor a célula que melhor descreve o nível 
de maturidade para cada um dos fatores do 
Grupo de Resultados que se está avaliando.
(4) O nível de maturidade do Grupo de Resultados 
será a média aritmética dos percentuais de 
cada um dos fatores de avaliação.
(5) A pontuação final do Grupo de Resultados 
será o percentual do nível de maturidade 
multiplicado pela pontuação atribuída ao 
grupo no QUADRO DE FUNDAMENTOS, TEMAS 
E PONTUAÇÕES.
(6) A pontuação final do Fundamento será o 
somatório das pontuações dos respectivos 
Grupos de Resultados.
Faixas de 
Pontuação 
Global
Revisão 
completa
Lógica alinhada aos Fatores de Avaliação para os 
processos gerenciais e resultados organizacionais.
Lógica alinhada ao PDCL e Níveis de Maturidade 
da Gestão para os Processos e aos fatores para a 
Geração de Valor.
Glossário Revisto — —
Principais 
Referências 
Bibliográficas
Revisto e 
ampliado
— —
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ACESSIBILIDADE 
Propiciar a acessibilidade significa 
facilitar o acesso aos produtos, 
processos, informações ou instalações da 
organização a pessoas com necessidades 
especiais que a sociedade ou a própria 
organização, por razões humanitárias, 
reconhecem que tenham limitações para 
deles se beneficiarem.
ACESSIBILIDADE DE PRODUTOS 
Possibilitar que pessoas, internas 
e externas, com deficiências ou 
necessidades diferenciadas, possam 
acessar os produtos da organização, 
quando pertinente.
ACESSIBILIDADE DE PROCESSOS 
Possibilitar que pessoas com deficiências 
ou necessidades diferenciadas possam 
exercer atividades produtivas na 
organização, quando pertinente.
ACESSIBILIDADE ÀS INFORMAÇÕES 
Possibilitar que pessoas, internas e 
externas, possam acessar as informações 
quando necessário, respeitando os 
aspectos referentes à confidencialidade.
ACESSIBILIDADE ÀS INSTALAÇÕES 
Possibilitar que pessoas, internas 
e externas, com deficiências ou 
necessidades diferenciadas, possam 
acessar as instalações da organização 
quando necessário, quando pertinente.
ASPECTOS CULTURAIS 
Características que diferenciam uma 
organização e sua força de trabalho, e a 
tornam única.
ATIVOS INTANGÍVEIS 
Bens e direitos não palpáveis, 
reconhecidos pelas partes interessadas 
como “patrimônio” da organização e 
considerados relevantes para determinar 
o seu valor. 
Exemplos: marca, patentes, sistemas e 
processos
ATRIBUTO 
Característica de um objeto, evento 
ou fenômeno que está em estudo. 
Pode não ser mensurável (exemplo: 
beleza). Especificamente para sistemas 
de medição, atributo refere-se ao que 
se convencionava chamar de classes 
de indicadores: satisfação, insatisfação, 
fidelidade, sistema de trabalho, segurança, 
qualidade de vida, entre outros.
CADEIA DE SUPRIMENTO 
Fluxo de informações e de produtos, que 
vai do fornecedor ao cliente, tendo como 
contrapartida os fluxos financeiros.
CADEIA DE VALOR 
Conjunto de atividades que uma 
organização realiza para criar valor para 
as partes interessadas. Inclui processos 
relativos às operações principais do 
negócio e operações de apoio.
CLIENTE 
Organização, pessoa ou entidade que 
se beneficia de um produto, objeto da 
organização. 
Exemplos: consumidor, usuário, 
comprador, varejista, distribuidor 
ou representante (quando utiliza o 
produto da organizaçãocomo insumo), 
beneficiário, sociedade (quando recebe 
produtos da organização) e outros.
CLIENTE–ALVO 
Organização, pessoa ou entidade que 
tem maior possibilidade de fazer negócio 
com a organização e se beneficiar de 
um produto, objeto da organização, e 
que representa foco de interesse para 
o fornecimento de produtos. Pode 
abranger cliente atual da organização, da 
concorrência, potencial e ex-cliente.
COMPETÊNCIAS 
Conjunto de conhecimentos, habilidades, 
comportamentos e aptidões relacionadas 
às pessoas.
COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS 
Conjunto de habilidades e tecnologias 
que permite a uma organização oferecer 
um determinado benefício às partes 
interessadas (adaptado de C.K. Prahalad). 
Uma competência essencial é identificada 
quando gera valor percebido pelo cliente, 
provoca diferenciação entre concorrentes 
e possui capacidade de expansão.
Os conceitos e definições, aqui apresentados, apenas 
procuram refletir o significado de alguns termos 
utilizados nesta publicação, ou seja, não há pretensão de 
normalizar a terminologia.
GLOSSÁRIO DE TERMOS
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cap5
CONHECIMENTOS MAIS IMPORTANTES 
São aqueles que se destacam e são 
utilizados para que a organização 
possa realizar sua Missão. Podem incluir 
conhecimentos relativos a clientes 
e mercados, produtos, processos, 
tecnologias, pessoas, fornecedores, 
relacionamentos, articulações e memória 
organizacional. A classificação dos 
conhecimentos é importante para definir 
os seus tipos e propósitos, e fundamental 
para identificar os que são os mais 
importantes. Os critérios de classificação 
podem incluir pertinência, valor, 
confiabilidade, propósito, redundância, 
grau de incerteza ou outros parâmetros.
CONTROLADOR 
Pessoa física ou jurídica que detém o 
controle da organização, seja em termos 
de cotas de capital, como, por exemplo, 
os acionistas, os proprietários ou sócios, 
seja em outros termos jurídicos, como, 
por exemplo, instituidores, mantenedores 
e patrocinadores.
CULTURA ORGANIZACIONAL 
Conjunto de pressupostos criados, 
desenvolvidos ou descobertos, num 
processo de aprendizagem coletiva, 
ou seja, uma teia de significados tecida 
pelas próprias pessoas (adaptado de 
Clifford Geertz). Além disso, é o modo 
de percepção da realidade, do fazer, do 
espírito da organização e dos modelos 
mentais das pessoas que a compõem. 
Ela é formada por práticas, símbolos, 
hábitos, rituais, comportamentos, valores 
éticos e morais, além de princípios, 
crenças, políticas internas e externas, 
sistemas, jargões e clima organizacional. 
A cultura organizacional envolve artefatos 
(padrões de comportamento), valores 
compartilhados (crenças) e pressupostos 
(valores, verdades).
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 
Aquele que atende às necessidades 
do presente, sem comprometer 
a possibilidade de as gerações 
futuras atenderem as suas próprias. 
A convergência entre os propósitos 
econômicos, ambientais e sociais, que 
privilegiam a conservação e a perenidade 
dos mesmos, constitui a base do 
desenvolvimento sustentável.
DIREÇÃO 
Grupo de dirigentes responsável pelo 
desempenho da organização.
DIRETRIZES 
Orientações, guias, premissas definidas 
pelo Conselho de Administração ou 
instância controladora para orientar o 
negócio e as estratégias da organização.
ECOEFICIÊNCIA 
Entrega de bens e serviços com 
preços competitivos, que satisfazem 
as necessidades humanas e trazem 
qualidade de vida, reduzindo impactos 
ambientais desses bens e serviços e de 
seus processos produtivos, em todo o 
ciclo de vida, para um nível, no mínimo, 
em linha com a capacidade estimada de a 
Terra suportar.
Nota: Os sete elementos básicos nas 
práticas das organizações que operam 
de forma ecoeficiente são:
 � redução do consumo de materiais 
com bens e serviços;
 � redução do consumo de energia 
com bens e serviços;
 � redução da dispersão de 
substâncias tóxicas;
 � intensificação da reciclagem de 
materiais;
 � maximização do uso sustentável 
dos recursos naturais;
 � extensão da durabilidade dos 
produtos;
 � agregação de valor aos bens e 
serviços.
ECOSSISTEMA 
Elementos, vivos ou não vivos, orgânicos 
ou inorgânicos, que mantêm uma 
relação de interdependência contínua e 
estável, para formar um todo unificado 
que realiza trocas de matéria e energia, 
interna e externamente. É considerado 
como a unidade ecológica. O conjunto de 
todos os ecossistemas do planeta forma 
a biosfera, ou seja, a parte do planeta que 
abriga a vida.
EFICIÊNCIA 
Relação entre os resultados alcançados e 
os recursos utilizados.
EFICÁCIA 
Extensão na qual as atividades planejadas 
são realizadas e os resultados planejados 
alcançados.
ENGAJAMENTO DAS PARTES 
INTERESSADAS 
Atividade realizada para criar 
oportunidades de diálogo entre a 
organização e uma ou mais de suas 
partes interessadas visando fornecer 
uma base sólida para as decisões da 
organização (NBR 26000:2010).
ESTRATÉGIA 
Caminho escolhido para concentrar 
esforços, no sentido de alcançar os 
objetivos da organização e realizar 
sua Visão.
EXTERNALIDADES 
Efeitos sociais, ambientais e econômicos, 
que envolvem a imposição involuntária 
de custos ou de benefícios sobre 
terceiros, sem que estes tenham 
oportunidade de participar da decisão. Há 
dois tipos de externalidades: 
 � a negativa, como, por exemplo 
a poluição do ar causada por uma 
organização; 
 � e a positiva, como o estímulo à 
economia regional por resultado da 
existência dessa mesma organização.
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FORÇA DE TRABALHO 
Profissionais que trabalham sob a 
coordenação direta da organização. 
Exemplos: empregados, temporários, 
autônomos, voluntários, terceiros e 
outros.
FORNECEDOR 
Organização, pessoa ou entidade que 
fornece um produto para a organização. 
Exemplos: produtor, distribuidor 
ou representante (quando fornece 
serviço de comercialização), varejista, 
comerciante, prestador de serviço, 
profissional liberal, sociedade (quando 
fornece produtos da coletividade).
GERAÇÕES FUTURAS 
Gerações que ainda não nasceram e cuja 
qualidade de vida dependerá das ações 
empreendidas no presente.
GOVERNANÇA 
Segundo o Instituto Brasileiro de 
Governança Corporativa (IBGC) é 
o sistema pelo qual as empresas e 
demais organizações são dirigidas, 
monitoradas e incentivadas, envolvendo 
os relacionamentos entre sócios, 
conselho de administração, diretoria, 
órgãos de fiscalização e controle e 
demais partes interessadas. As boas 
práticas de governança corporativa 
convertem princípios básicos em 
recomendações objetivas, alinhando 
interesses com a finalidade de preservar 
e otimizar o valor econômico de longo 
prazo da organização, facilitando seu 
acesso a recursos e contribuindo para a 
qualidade da gestão da organização, sua 
longevidade e o bem comum. Tem como 
princípios básicos:
Transparência – Consiste no desejo de 
disponibilizar para as partes interessadas as 
informações que sejam de seu interesse e não 
apenas aquelas impostas por disposições de 
leis ou regulamentos. Não deve restringir-se 
ao desempenho econômico-financeiro, 
contemplando também os demais fatores 
(inclusive intangíveis) que norteiam a ação 
gerencial e que condizem à preservação e à 
otimização do valor da organização.
Equidade – Caracteriza-se pelo tratamento 
justo e isonômico de todos os sócios e demais 
partes interessadas, levando em consideração 
seus direitos, deveres, necessidades, interesses 
e expectativas. 
Prestação de Contas (accountability) – Os 
agentes de governança devem prestar contas 
de sua atuação de modo claro, conciso, 
compreensível e tempestivo, assumindo 
integralmente as consequências de seus 
atos e omissões e atuando com diligência e 
responsabilidade no âmbito dos seus papeis.
Responsabilidade Corporativa – Os agentes 
de governança devem zelar pela viabilidade 
econômico-financeira das organizações, 
reduzir as externalidades negativas de seus 
negócios e suas operaçõese aumentar as 
positivas, levando em consideração, no seu 
modelo de negócios, os diversos capitais 
(financeiro, manufaturado, intelectual, 
humano, social, ambiental, reputacional etc.) 
no curto, médio e longo prazos. 
INDICADORES 
Também denominados “indicadores 
de desempenho”, são informações 
quantitativas ou fatos relevantes que 
expressam o desempenho de um 
produto ou processo, em termos de 
eficiência, eficácia ou nível de satisfação, e 
que, em geral, permitem acompanhar sua 
evolução ao longo do tempo. 
Exemplos: índice de lucratividade, 
índice de satisfação de clientes, taxa de 
gravidade de acidentes, manutenção 
de certificação independente, prêmio 
de reconhecimento criterioso.
INOVAÇÃO 
Características originais, diferenciadas ou 
incomuns, desenvolvidas e incorporadas 
em produtos e processos da organização, 
com valor percebido pelas partes 
interessadas. É definida pela seguinte 
equação: Inovação = Ideia + Ação + 
Resultados, sendo: 
 � (i) ideia está relacionada com a 
invenção que é essencial, mas ainda não 
é uma inovação. Esta só ocorre depois 
de cumpridas as outras duas etapas; 
 � (ii) ação compreende as decisões 
e atividades de desenvolvimento e 
implementação da ideia; 
 � (iii) resultados devem ser positivos 
para controladores e demais partes 
interessadas, com responsabilidade 
social e por um prazo razoável, 
isto é, que apresentem benefícios 
por algum período de tempo, até 
que a inovação seja aperfeiçoada ou 
substituída por outra.
LEGADO 
Algo transmitido ou adquirido, mas não 
como herança. É algo deixado para um 
todo (planeta, sociedade, comunidade, 
organização, área) e não somente para 
uma pessoa.
LIÇÕES APRENDIDAS 
Conhecimento obtido a partir da vivência 
de experiências, possibilitando a geração 
de modificação de um comportamento 
individual ou coletivo, seja este no 
nível estratégico, tático ou operacional 
da organização. As lições aprendidas 
contemplam tanto as boas práticas e 
iniciativas, assim como as experiências 
que não deram certo.
MERCADO 
Ambiente onde ocorre a competição 
de agentes econômicos por clientes, 
oportunidades ou recursos de qualquer 
natureza. 
Exemplos: mercado de consumidores, 
mercado financeiro, mercado acionário, 
mercado de capitais, mercado de 
trabalho, mercado de fornecimento, 
mercado de crédito de carbono, 
mercado de oportunidades de atuação 
social etc.
METAS 
Níveis de desempenho pretendidos para 
determinado período de tempo.
MISSÃO 
Razão de ser de uma organização. 
Compreende as necessidades sociais 
às quais ela atende e o seu foco 
fundamental de atividades.
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cap5
MODALIDADES DE TRABALHO 
Inclui a definição da forma com que o 
trabalho será realizado. 
Exemplos: próprio, terceirizado ou uma 
combinação, por times, home office etc.
MODELO DE GESTÃO 
Representação da realidade que descreve 
as relações entre diferentes elementos 
da gestão (costumes, valores, processos, 
ferramentas e sistemas que orientam 
a gestão) de uma organização e tem a 
capacidade de predizer o impacto nas 
modificações desses elementos (Pagliuso, 
Cardoso e Spigel). De forma mais simples, 
maneira como a organização se organiza, 
em termos de processos e atividades, 
para realizar o seu Modelo de Negócio.
MODELO DE NEGÓCIO 
Concepção estratégica da forma 
de atuação da organização. Pode 
compreender definições como produtos 
a fabricar, local de instalação das suas 
unidades, seleção de mercados-alvo e 
clientes-alvo, escolha de parceiros, forma 
de relacionamento com fornecedores 
e distribuidores e outros aspectos 
considerados relevantes para o sucesso 
do negócio.
ORGANIZAÇÃO 
Companhia, corporação, firma, órgão, 
instituição ou empresa, ou uma unidade 
destas, pública ou privada, sociedade 
anônima, limitada ou com outra forma 
estatutária, que tem funções e estruturas 
administrativas próprias e autônomas, 
com ou sem finalidade de lucro, de porte 
pequeno, médio ou grande.
PADRÃO 
Regras de funcionamento dos processos. 
Essas regras podem ser encontradas na 
forma de políticas, princípios, normas 
internas, procedimentos, rotinas ou 
normas administrativas, fluxogramas, 
comportamentos coletivos ou qualquer 
meio que permita orientar a execução 
dos processos.
PARTE INTERESSADA 
Organização, pessoa ou entidade que 
afeta ou é afetada pelas atividades 
de uma organização. A maioria das 
organizações apresenta as seguintes 
classes de partes interessadas: 
clientes, força de trabalho, acionistas, 
mantenedores ou proprietários, 
fornecedores e sociedade. A quantidade 
e a denominação das partes interessadas 
podem variar em razão do perfil da 
organização.
PROCESSO 
Conjunto de atividades inter-relacionadas 
ou interativas que transformam insumos 
(entradas) em produtos (saídas). 
PRODUTIVIDADE 
Resultado daquilo que é produtivo, ou 
seja, do que se produz, do que é rentável. 
É a relação entre os meios, recursos 
utilizados e a produção final. É o resultado 
da capacidade de produzir, de gerar um 
produto, fruto do trabalho, associado à 
técnica e ao capital empregado.
PRODUTO 
Resultado de atividades ou processos. 
Considerar que: o termo “produto” pode 
incluir mercadorias, serviços, soluções, 
ferramentas, materiais, equipamentos, 
informações etc., ou uma combinação 
desses elementos. Um produto pode 
ser tangível (por exemplo, mercadorias 
ou serviços) ou intangível (por exemplo, 
conhecimento ou conceito), ou uma 
combinação; e um produto pode ser 
intencional (por exemplo, para colocar 
no mercado ou para consumo interno) 
ou não intencional (por exemplo, um 
subproduto indesejável).
QUALIDADE 
Totalidade de características de 
uma entidade (atividade, processo 
ou produto), organização, ou uma 
combinação destes, que lhes confere 
capacidade de satisfazer as necessidades 
explícitas e implícitas dos clientes e 
demais partes interessadas.
REDE 
Conjunto de organizações, pessoas ou 
elementos interligados.
REFERENCIAL COMPARATIVO 
PERTINENTE 
Informação quantitativa, considerada 
como uma referência apropriada para 
permitir avaliar o nível de competitividade 
de um resultado alcançado, no mercado 
ou no setor de atuação, considerando as 
estratégias da organização.
Nota: referenciais comparativos 
pertinentes podem incluir resultados 
de concorrentes, de organizações 
consideradas relevantes para 
comparação ou uma referência no 
tema comparado, de organizações 
congêneres em mercados mais 
exigentes ou mais desenvolvidos, 
índices ou médias relevantes, resultados 
de vice-líderes ou outros líderes e 
resultados considerados referenciais de 
excelência no mundo, levantados no 
mercado, no setor de atuação ou fora 
dele, ou qualquer outra informação 
que permita avaliar se o nível de 
um resultado é competitivo, está na 
liderança ou é referencial de excelência.
REFERENCIAL DE EXCELÊNCIA 
Resultado, organização, processo ou 
produto considerado entre os melhores 
do mundo em uma classe.
REQUISITO 
Necessidade ou expectativa que é 
declarada, geralmente implícita ou 
obrigatória (NBR ISO 14001:2015). É um 
atributo especificado.
REQUISITO DE PARTE INTERESSADA 
Tradução mensurável de necessidade 
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ou expectativa, implícita ou explícita, de 
parte interessada. Também chamados de 
“requisitos de desempenho relativos às 
partes interessadas”, podem ser expressos 
por meio de mecanismos que permitam a 
sua avaliação precisa, como, por exemplo, 
metas compromissadas a serem atingidas 
ou superadas, limites regulamentares ou 
normativos, alcance de determinados 
níveis de competitividade, de liderança 
ou de excelência, melhoria de níveis de 
resultados e outros.
Nota: o nível de desempenho associado 
a requisito de parte interessada é 
aquele estabelecido para monitorar 
o atendimento ao requisito, incluindo 
a forma de metas que o mensurem. 
O nível de um requisito desse tipo 
pode ser estabelecido diretamente 
por parte interessada, paraexpressar 
quantitativamente uma necessidade ou 
expectativa (por exemplo, 1% de itens 
defeituosos admissíveis pelo cliente em 
um lote entregue, 10% de investimentos 
em novos produtos esperados pelo 
controlador). Pode também ser 
estabelecido pela própria organização, 
ao traduzir necessidades e expectativas 
qualitativas das partes interessadas em 
requisitos (por exemplo, rapidez no 
atendimento, aumento da rentabilidade, 
oportunidade de desenvolvimento 
profissional), determinando um nível 
de atendimento a ser alcançado (por 
exemplo, tempo máximo de espera em 
fila, um nível mínimo de rentabilidade, 
um nível de investimento mínimo 
em capacitação, um nível de redução 
de acidentes a ser perseguido, um 
nível de aumento de satisfação a 
ser buscado) e comunicado à parte 
interessada. Qualquer que seja a forma 
de expressão do requisito, espera-se 
que a organização seja capaz de obter e 
demonstrar a satisfação dos principais 
anseios das partes interessadas. Além 
disso, pode haver casos em que uma 
parte interessada expresse necessidades 
e expectativas em nome de outra parte 
(por exemplo, uma agência reguladora 
pode estabelecer o pronto atendimento 
de reclamações dos consumidores; 
o controlador pode estabelecer 
um nível mínimo de acidentes a ser 
perseguido; a regulamentação pode 
estabelecer limites a serem observados 
nas relações com o trabalhador). 
Pode haver, também, casos de limites 
teóricos estabelecidos em projeto 
ou determinados por instituições de 
normalização.
SETOR DE ATUAÇÃO 
Ramo de atividade que caracteriza 
o ambiente operacional em que a 
organização atua. 
Exemplos: farmacêutico, metalúrgico, 
saúde, hoteleiro, financeiro, construção 
civil, telefonia, elétrico, saneamento 
ambiental, transporte, comércio, 
atacadista, publicitário etc.
SUCESSÃO 
Rito de transferência do poder e do 
capital entre a atual geração dirigente e 
a que virá dirigir. O conceito também se 
aplica ao conhecimento, ou seja, rito de 
transferência do conhecimento detido por 
uma pessoa ou grupo para os que virão.
TECNOLOGIAS LIMPAS 
Novos processos industriais ou mesmo 
processos industriais já existentes, porém 
alterados, com o objetivo de reduzir os 
impactos ambientais, o consumo de 
matérias-primas e o consumo energético 
utilizado durante o ciclo produtivo.
VALORES E PRINCÍPIOS 
ORGANIZACIONAIS 
Aspectos fundamentais em torno dos 
quais se estrutura a organização. Eles 
representam a cultura e as convicções 
dominantes, as crenças básicas, aquilo em 
que a maioria das pessoas da organização 
acredita. São elementos motivadores 
que direcionam as ações das pessoas na 
organização, contribuindo para a unidade 
e a coerência do trabalho. Sinalizam o 
que se persegue em termos de padrão 
de comportamento de toda a equipe na 
busca da excelência.
VISÃO 
Estado que a organização deseja atingir 
no futuro. A explicitação da Visão busca 
propiciar um direcionamento para a 
organização.
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cap5
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INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DA GESTÃO – Todos os direitos reservados84
PR
OIB
ID
O R
EP
RO
DUÇÃ
O
A
ACESSIBILIDADE — Págs. 60, 77
APRENDIZADO — Págs.10, 12, 13, 15, 
26, 30, 37, 46, 48, 68, 69, 70, 71, 74, 75
AVALIAÇÃO — Págs. 5, 10, 11, 13, 14, 
15, 17, 18, 19, 21, 22, 25, 28, 29, 32, 34, 
37, 42, 44, 46, 48, 54, 56, 60, 62, 74,75, 
76, 81, 82
C
CADEIA DE SUPRIMENTO — 
Págs. 23, 77
CADEIA DE VALOR — Págs. 22, 
62, 77
CANDIDATURA AO PROCESSO DE 
RECONHECIMENTO DA FNQ® — 
Págs. 17, 18
CLASSE MUNDIAL — Págs. 13, 19
CLIENTE (S) — Págs. 11, 15, 22, 23, 24, 
26, 42, 66, 74, 77, 78, 79, 80, 81
CLIENTES-ALVO — Págs. 23, 42, 80
CLIMA — Pág. 78
CONHECIMENTO — Págs. 10, 11, 26, 
48, 74, 77, 78, 79, 80, 81, 84
CONTROLADOR (ES) — Págs. 15, 22, 
23, 25, 78, 79, 81
CONTROLE — Págs. 11, 14, 15, 22, 
24, 28, 29, 39, 41, 43, 45, 47, 49, 51, 52, 
53, 55, 57, 58, 59, 61, 62, 63, 65, 71, 75, 
78, 79
COOPERAÇÃO — Págs. 29, 75
D
DESEMPENHO — Págs. 10, 15, 19, 25, 
31, 40, 42, 44, 54, 58, 60, 62, 67, 68, 69, 
70, 71, 75, 78, 79, 81, 82, 
DESENVOLVIMENTO 
SUSTENTÁVEL — Págs. 12, 13, 26, 37, 
54, 58, 60, 74, 78 
DETERMINAÇÃO DA PONTUAÇÃO 
— 21, 32, 33, 35, 76
DIMENSÃO PROCESSOS — Págs. 
28, 32, 33, 75, 76
DIMENSÃO GERAÇÃO DE VALOR 
— Págs. 28, 31, 32, 34, 35, 75
E
ECOEFICIÊNCIA — Págs. 62, 78
ECOSSISTEMA — Págs. 11, 78
EFICÁCIA — Págs.13, 14, 28, 29, 30, 
39, 41, 43, 44, 45, 46, 47, 49, 51, 53, 55, 
57, 59, 61, 62, 63, 65, 68, 69, 70, 75, 
78, 79 
EFICIÊNCIA — Págs. 13, 14, 24, 28, 29, 
30, 39, 41, 43, 45, 47, 49, 51, 53, 55, 57, 
59, 61, 62, 63, 65, 68, 69, 70, 75, 78, 79
EQUIDADE — Pág. 52, 79 
ESTRATÉGIA — Págs. 10, 12, 13, 14, 
15, 24, 25, 26, 31, 48, 50, 54, 67, 75, 
78, 80
ÉTICA — Págs. 10, 13 
F
FAIXAS DE PONTUAÇÃO — Págs. 
7, 37, 68, 76
FATORES DE AVALIAÇÃO — Págs. 
28, 29, 32, 34, 76
FIDELIDADE — Pág. 77 
FORÇA DE TRABALHO — Págs. 22, 
23, 24, 42, 50, 52
FORNECEDOR (ES) — Págs. 23, 
77, 80 
FUNDAMENTOS DA GESTÃO PARA 
EXCELÊNCIA — Págs. 5, 6, 9, 11, 12, 
13, 14, 18, 74
G
GOVERNANÇA — Págs. 26, 52, 
79, 83 
GUIA DE REFERÊNCIA DA GESTÃO 
PARA EXCELÊNCIA — Págs. 5, 11, 
19, 74
I
IMAGEM — Págs. 42, 60
IMPACTOS AMBIENTAIS — Págs. 
58, 78, 81
INDICADORES — Págs. 15, 25, 31, 
34, 38, 54, 64, 66, 68, 69, 70, 71, 75, 77, 
79, 82
INFORMAÇÕES — Págs. 12, 15, 18, 
22, 24, 25, 26, 38, 60, 62, 77, 79, 80, 83
INOVAÇÃO — Págs. 10, 12, 13, 26, 
28, 29, 30, 37, 39, 41, 43, 45, 46, 47, 48, 
49, 51, 53, 55, 57, 59, 61, 63, 65, 74, 75, 
79, 82, 83
INSATISFAÇÃO — Págs. 42, 77
INTEGRAÇÃO — Págs. 15, 29, 30, 44, 
52, 75
INTER-RELACIONAMENTO — Págs. 
29, 75
INVESTIMENTOS — Págs. 15, 24, 
58, 81
L
LIDERANÇA — Págs. 12, 13, 26, 35, 
37, 40, 52, 54, 56, 68, 69, 74, 80, 81
LÍDERES — Págs. 13, 56, 80, 84
M
MARCA — Págs. 42, 77 
MATURIDADE DA GESTÃO — Págs. 
5, 11, 17, 18, 19, 28, 68, 74, 76 
MERCADO — Págs. 11, 23, 24, 31, 42, 
67, 68, 69, 75, 79, 80
MERCADOS-ALVO — Págs. 23, 80
METAS — Págs. 15, 25, 29, 50, 54, 
79, 81 
MISSÃO — Págs. 10, 40, 75, 77, 83
MODELO DE EXCELÊNCIA DA 
GESTÃO® — Págs. 5, 10, 11, 14, 19, 22, 
25, 74, 82
MODELO DE NEGÓCIO — Págs. 14, 
22, 30, 79, 80
MONITORAMENTO — Págs. 40, 52, 
54, 56, 58, 60
N
NÍVEIS DE DESEMPENHO — Págs. 
31, 67, 75, 79 
NÍVEIS DE MATURIDADE — Págs. 
19, 29, 30, 33, 34, 39, 41, 43, 45, 47, 49, 
51, 53, 55, 57, 59, 61, 63, 65, 77
ÍNDICE REMISSIVO
85
PR
OIB
ID
O R
EP
RO
DUÇÃ
O
cap5cap5
O
OPERACIONAL — Págs. 79, 81
ORÇAMENTO — Pág. 58
P
PARCEIROS — Págs. 10, 23, 24, 48, 80 
PARCERIAS — Págs. 19, 25
PARTE INTERESSADA — Págs. 10, 
11, 12, 13, 14, 15, 19, 22, 23, 25, 26, 29, 
31, 37, 40, 42, 43, 44, 50, 52, 54, 58, 
67, 68, 69, 70, 71, 74, 75, 75, 77, 78, 79, 
80, 81
PDCL — Págs. 5, 11, 14, 15, 18, 28, 29, 
32, 33, 38, 39, 40, 41, 42, 43, 44, 45, 46, 
47, 48, 49, 50, 51, 52, 53, 54, 55, 56, 57, 
58, 59, 60, 61, 62, 63, 64, 65, 76
PERFIL DA ORGANIZAÇÃO — Págs. 
7, 15, 18, 21, 22, 80
PLANOS DE AÇÃO — Págs. 18, 
50, 54
PONTUAÇÃO DO FUNDAMENTO 
— Págs. 38, 44, 48, 50, 56, 60, 64, 67
PONTUAÇÃO DO TEMA — Págs. 
33, 38, 40, 42, 44, 46, 48, 50, 52, 54, 
56, 58, 60, 62, 64
PONTUAÇÕES — Págs. 7, 21, 25, 26, 
27, 32, 34, 76 
PRINCÍPIOS — Págs. 13, 14, 24, 26, 
29, 42, 52, 75, 78, 79, 80, 81, 82
PROCESSO — Págs. 5, 6, 9, 10, 11, 12, 
13, 14, 15, 17, 18, 19, 22, 23, 24, 25, 26, 
28, 29, 30, 32, 33, 37, 38, 39, 40, 41, 42, 
44, 45, 46, 47, 48, 49, 50, 51, 52, 53, 54, 
55, 56, 57, 58, 59, 60, 61, 62, 63, 64, 65, 
66, 68, 69, 70, 71, 74, 75, 76, 77, 78, 79, 
80, 81
PRODUTO — Págs. 10, 11, 12, 14, 15, 
22, 23, 24, 26, 29, 42, 50, 60, 64, 66, 77, 
78, 79, 80, 81
PROJETO — Págs. 15, 24, 64, 81
Q
QUADRO DE FUNDAMENTOS — 
Págs. 7, 21, 25, 26, 32, 34, 76
QUADRO DE MOTIVOS — Pág. 27
QUALIDADE — Págs. 10, 79, 80, 84 
QUALIDADE DE VIDA — Págs. 15, 
44, 77, 78, 79
R
RECLAMAÇÕES — Págs. 15, 40, 81
REDE — Págs. 10, 23, 74, 80, 84 
REFERENCIAL COMPARATIVO — 
Pág. 80
REFERENCIAL DE EXCELÊNCIA — 
Págs. 35, 80
REQUISITOS LEGAIS — Págs. 25, 52 
RESPONSABILIDADE 
SOCIOAMBIENTAL — Pág. 15
RESTRIÇÕES — Págs. 32, 34, 35
RESULTADO — Págs. 5, 6, 9, 11, 13, 
14, 15, 18, 19, 25, 26, 30, 31, 34, 35, 48, 
66, 67, 68, 69, 70, 71, 75, 76, 78, 79, 
80, 81
S
SATISFAÇÃO — Págs. 42, 44, 62, 77, 
79, 81 
SETOR — Págs. 10, 22, 24, 31, 67, 
68, 69
SETOR DE ATUAÇÃO — Págs. 22, 
80, 81
SISTEMA — Págs. 11, 12, 15, 18, 76, 
79, 82
SISTEMA DE AVALIAÇÃO — Págs. 
21, 25, 28, 74, 75
SISTEMA DE GESTÃO — Págs. 12, 
14, 18, 19, 83
SISTEMA DE PONTUAÇÃO — Págs. 
5, 11, 18
SISTEMA DE TRABALHO — Pág. 77
SOCIEDADE — Págs. 11, 12, 13, 15, 
23, 24, 60, 77, 79, 80, 83, 84
T
TABELAS DE AVALIAÇÃO — Págs. 7, 
11, 18, 25, 32, 34, 37, 38, 76
TEMAS — Págs. 5, 7, 11, 12, 18, 21, 26, 
28, 32, 34, 58, 74, 76
TRANSPARÊNCIA — Pág. 79
V
VALORES — Págs. 13, 14, 23, 24, 26, 
29, 42, 52, 75, 78, 80, 81 
VISÃO — Págs. 18, 22, 81
VISÃO SISTÊMICA — Págs. 6, 9, 11
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PR
OIB
ID
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DUÇÃ
O
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OIB
ID
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