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SP004 - Processo saúde-doença e equidade
Atividade prática
Nome e sobrenome(s): FABIO HENRIQUE SANTANA TREVISAN
Usuário: BRSPMSP5389862
Data: 28/05/2024
Caso prático- Aplicado
A gripe A (H1N1) foi uma pandemia causada por uma variante do vírus Influenza A (subtipo H1N1), que surgiu em 2009. As denominações para a gripe A (H1N1) usadas por vários meios de comunicação podem causar confusão, uma vez que houve outras pandemias no passado. Por essa razão, esse vírus foi oficialmente conhecido pela Organização Mundial de Saúde como Vírus H1N1/09, referindo-se ao ano de seu aparecimento. Essa nova cepa do vírus é conhecida como gripe suína (nome dado inicialmente), gripe americana (proposta pela Organização Mundial de Saúde Animal) e nova gripe (proposta pela União Europeia), nomes que têm sido objeto de várias controvérsias. No dia 30 de abril de 2009, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu denominá-la gripe A (H1N1). 
Esta é uma descrição do vírus: a letra A designa a família dos vírus da gripe humana e da de alguns animais, como porcos e pássaros, e as letras H e N (Hemaglutininas e Neuraminidases) correspondem às proteínas na superfície do vírus que o caracterizam.
A gripe H1N1 foi classificada pela OMS como nível de alerta seis, chamando-a de "pandemia". Para classificar uma doença nesse nível, deve haver o aparecimento de surtos comunitários (causados localmente sem a presença de uma pessoa infectada da região do surto inicial). No entanto, esse nível de alerta não define a gravidade da doença causada pelo vírus, mas, sim, sua extensão geográfica.
Como se aplicam os níveis de prevenção primária, secundária e terciária no caso desse tipo de doença transmissível?
Resposta:
O papel da atenção primária na prevenção da H1N1 é de suma importância, pois o controle de doenças se for bem executado pela atenção primária não precisa se estender para a atenção secundária ou terciária. O papel que exerce a atenção primária em determinadas doenças é imprescindível para não desenvolver a doença, cabendo a participação de toda a equipe de profissionais de saúde em conjunto com a comunidade evitando superlotação em hospitais, filas e atendimentos de má qualidade, diminuindo gastos do estado com internações, medicamentos e insumos. Em resumo a Prevenção Primária centra-se na promoção de práticas de higiene, como lavar as mãos regularmente, cobrir o nariz e boca ao tossir e espirrar, evitar tocas os olhos, nariz e boca e, além disso, a vacinação pode ser um método eficaz para prevenir a infecção.
A Atenção Secundária atua no atendimento ambulatorial especializado como suporte à atenção primária a saúde e em casos que não são de urgência e emergência. É interpretada por muitos como nível de média complexidade. 
A prevenção secundária envolve a identificação precoce dos sintomas e o tratamento imediato dos pacientes infectados para limitar a propagação da doença. A quarentena e o isolamento dos pacientes infectados devem ser utilizados para conter a propagação do vírus.
O terceiro nível de prevenção concentra-se no tratamento de complicações associadas à doença, como infecções pulmonares, no controle dos sintomas respiratórios e no apoio a outros órgãos que possam ser afetados pela doença.
Quais são os grupos de pacientes mais suscetíveis nos quais se deve priorizar o atendimento?
Resposta:
Os pacientes mais suscetíveis e prioritários para atendimento incluem: Os grupos de risco como idosos e pessoas com condições médicas crônicas; Gestantes e crianças pequenas; Profissionais de saúde; Indivíduos com sistemas imunológicos comprometidos; Pessoas em contato próximo com grupos de alto risco; Populações vulneráveis em termos socioeconômicos;
Para a gripe suína, há períodos de manifestação inicial da doença. Aplique o Modelo de Leavell e Clark para essa doença.
Resposta:
Existem cincos fases distintas da gripe H1N1. A primeira fase, pré-patogênese, refere-se à presença do vírus H1N1 e ao seu potencial de causar doenças. A segunda fase, chamada patogênese, ocorre quando o vírus causa o aparecimento de sintomas semelhantes aos da gripe. A terceira fase, chamada de doença, ocorre quando o paciente apresenta sintomas mais graves, como pneumonia. A quarta fase, chamada de incapacidade, ocorre quando o paciente apresenta perda da função pulmonar, o que pode levar a complicações como insuficiência respiratória. E por fim, a quinta fase, a morte, pode ocorrer devido a complicações da gripe, como insuficiência respiratória ou sepse. 
Então vem o modelo proposto por Leavell e Clark, na atenção primária na gripe H1N1, vai atuar como medida de proteção específica na prevenção das doenças na promoção da saúde e vai atuar, por exemplo, na orientação para os pacientes e familiares, quanto ao meio ambiente, nutrição, educação, moradia, recreação adequada, higiene, melhorias nas condições sanitárias e meio ambiente. Já a prevenção secundária atua no diagnóstico e tratamento precoce e limitações da invalidez e evitar a morte, evitando a propagação das doenças. E por fim, a prevenção terciária vai atuar na reabilitação seja física, psicológica e social.
REFERÊNCIAS:
Tavares, Beirigo, A. P., da Silva Pereira. (2018). Influenza A (H1N1). Sabios-Revista De Saúde E Biologia, 12, 53-57.
MINISTÉRIO da Saúde. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt2488_21_10_2011.html. Acesso em: 27 mai. 2024.
 BIBLIOTECA Virtual em Saúde MS. Disponível em:https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_enfrentamento_influenza_2009.pdf. Acesso em: 28 mai. 2024.
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