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A integração de bases de dados permite qualificar a vigilância e estimar subnotificação. Na sífilis congênita, diferentes sistemas contêm fragmentos complementares: registros de casos e tratamento (vigilância de agravos), nascidos vivos (características materno- infantis) e óbitos fetais/neonatais (desfechos graves). Para estimar subnotificação de sífilis congênita e qualificar desfechos, assinale a abordagem de vinculação de dados mais adequada. Você acertou! A. Vinculação probabilística de dados, informações combinadas e técnicas de blocagem, deduplicação e revisão manual. A abordagem que realiza vinculação probabilística multissistema (entre vigilância de agravos, nascidos vivos e óbitos fetais/neonatais), utilizando chaves compostas (nome da mãe, datas, município), blocagem, deduplicação e revisão clerical, é a mais indicada porque maximiza a identificação de correspondências verdadeiras em contextos de dados imperfeitos (variações de grafia, campos faltantes), integrando ocorrência, desfecho e características materno- infantis. A vinculação exclusivamente determinística por um único identificador é frágil diante de erros de digitação ou ausências. As propostas que evitam vinculação e se limitam a comparar totais ou usar proporções de óbitos não permitem estimar subnotificação individual nem qualificar fluxos. A vinculação restrita a informações laboratoriais ignora eventos vitais essenciais para o desfecho da sífilis congênita. Resposta incorreta. B. Vinculação determinística exclusiva pelo número da declaração de nascido vivo, evitando uso de outros identificadores. A abordagem que realiza vinculação probabilística multissistema (entre vigilância de agravos, nascidos vivos e óbitos fetais/neonatais), utilizando chaves compostas (nome da mãe, datas, município), blocagem, deduplicação e revisão clerical, é a mais indicada porque maximiza a identificação de correspondências verdadeiras em contextos de dados imperfeitos (variações de grafia, campos faltantes), integrando ocorrência, desfecho e características materno- infantis. A vinculação exclusivamente determinística por um único identificador é frágil diante de erros de digitação ou ausências. As propostas que evitam vinculação e se limitam a comparar totais ou usar proporções de óbitos não permitem estimar subnotificação individual nem qualificar fluxos. A vinculação restrita a informações laboratoriais ignora eventos vitais essenciais para o desfecho da sífilis congênita. Resposta incorreta. C. Estimativa indireta pela proporção de óbitos fetais no sistema de mortalidade, desvinculada de registros individuais. A abordagem que realiza vinculação probabilística multissistema (entre vigilância de agravos, nascidos vivos e óbitos fetais/neonatais), utilizando chaves compostas (nome da mãe, datas, município), blocagem, deduplicação e revisão clerical, é a mais indicada porque maximiza a identificação de correspondências verdadeiras em contextos de dados imperfeitos (variações de grafia, campos faltantes), integrando ocorrência, desfecho e características materno- infantis. A vinculação exclusivamente determinística por um único identificador é frágil diante de erros de digitação ou ausências. As propostas que evitam vinculação e se limitam a comparar totais ou usar proporções de óbitos não permitem estimar subnotificação individual nem qualificar fluxos. A vinculação restrita a informações laboratoriais ignora eventos vitais essenciais para o desfecho da sífilis congênita. Resposta incorreta. D. Comparação dos totais anuais de casos notificados e de nascidos vivos, distanciando-se de técnicas de record linkage. A abordagem que realiza vinculação probabilística multissistema (entre vigilância de agravos, nascidos vivos e óbitos fetais/neonatais), utilizando chaves compostas (nome da mãe, datas, município), blocagem, deduplicação e revisão clerical, é a mais indicada porque maximiza a identificação de correspondências verdadeiras em contextos de dados imperfeitos (variações de grafia, campos faltantes), integrando ocorrência, desfecho e características materno- infantis. A vinculação exclusivamente determinística por um único identificador é frágil diante de erros de digitação ou ausências. As propostas que evitam vinculação e se limitam a comparar totais ou usar proporções de óbitos não permitem estimar subnotificação individual nem qualificar fluxos. A vinculação restrita a informações laboratoriais ignora eventos vitais essenciais para o desfecho da sífilis congênita. Resposta incorreta. E. Vinculação apenas entre vigilância de agravos e sistema laboratorial, desconsiderando nascidos vivos e mortalidade. A abordagem que realiza vinculação probabilística multissistema (entre vigilância de agravos, nascidos vivos e óbitos fetais/neonatais), utilizando chaves compostas (nome da mãe, datas, município), blocagem, deduplicação e revisão clerical, é a mais indicada porque maximiza a identificação de correspondências verdadeiras em contextos de dados imperfeitos (variações de grafia, campos faltantes), integrando ocorrência, desfecho e características materno- infantis. A vinculação exclusivamente determinística por um único identificador é frágil diante de erros de digitação ou ausências. As propostas que evitam vinculação e se limitam a comparar totais ou usar proporções de óbitos não permitem estimar subnotificação individual nem qualificar fluxos. A vinculação restrita a informações laboratoriais ignora eventos vitais essenciais para o desfecho da sífilis congênita.