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CENTRO DE DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA MECÂNICA 
RENAULT DUSTER 1.6 16V 
Mecânica 2000 apresenta, neste volume, o 
manual de manutenção do Renault Duster 1.6 
16V equipado com o sistema de injeção Valeo V42. 
O Renault Duster chegou ao mercado no início de 
2012 com o propósito de ser o principal 
concorrente da Ford Ecosport e tem sido, desde 
então, um bom rival. Ele é disponibilizado em 
duas opções de motorização e tração, um 2.0 4x4 
e um 1.64x2. 
Detentor de um bom espaço interno, ele possui 
um painel de instrumentos com boa visibilidade, 
embora seja de relativa simplicidade, muito 
semelhante aos utilizados no Logan e Sandero. O 
interior do veículo é praticamente todo montado 
em plásticos de texturas diferentes. A alavanca de 
câmbio possui corpo longo, melhorando a 
ergonomia do motorista, pois os bancos também 
possuem posição elevada do assento. 
O Renault Duster 1.6 cilindradas 16 Válvulas é 
equipado com o motor K4M. Esse motor equipa 
também os Renault Clio, Sandero, Scenic e Logan, 
o que facilita sua reparação, devido ao longo 
período em que esses veículos da marca francesa 
se apresentam no mercado. Mais uma vantagem 
desse motor é a grande gama de peças de 
reposição. Entretanto, há novidades na 
manutenção desse veículo. 
Uma delas está no sistema de partida a frio, que 
possui um bico injetor próprio para injetar o 
combustível na flauta, no momento em que for 
necessário. Outro detalhe é que, para se alcançar a 
correia dentada, é necessário desmontar vários 
componentes como, por exemplo, o suporte do 
coxim, tomando trabalhosa a manutenção do 
veículo. 
Por esses e outros motivos, a Mecânica 2000 
decidiu desvendar os segredos desse veículo, e 
apresenta todos os procedimentos de montagem e 
desmontagem para sua reparação e manutenção. 
O sistema elétrico é apresentado no manual, por 
intermédio de diagramas, localização e identi­
ficação de conectores, componentes, terminais e 
chicotes, tudo isso para permitir uma ampla 
visualização e compreensão. A injeção eletrônica 
aborda todas as características do sistema, com 
destaque para o passo-a-passo dos testes dos 
sensores e atuadores. 
A Mecânica 2000 agradece seus clientes, 
colaboradores, parceiros e amigos que tomam 
realidade a produção deste grande projeto. 
Bons serviços! 
Equipe Mecânica 2000 
Corpo editorial 
Reollzoção 
Parceria 
Direção geral: Marcley Lazarini 
Desenvolvimento técnico: 
Alysson Ramos - Francilene Mendes - Rodrigo Bekerman 
Programação visual: Gil Braz 
Fotos: Gil Braz - Solano Soares 
Capa: Pedro Bonneau 
Revisão ortográfica: Cleimara Lott 
Desenhos técnicos: Emerson Neves 
Colaboração: Solano Soares 
CENTRO DE DESENVOLVIMENTO 
DE TECNOLOGIA MECÂNICA 
Av. Sebastião de Brito, 215 - D. Clara 
31260-000 - Belo Horizonte- MG 
Televendas - (31) 3123-0700 
www.mecanica2000.com.br 
(GEDORE)~ KLANN~ I TEf/111111/TI/K Í 
Apoio 
AR CONDICk)HAD() AUTOMOT1VO 
(ll lndebrás 
• 
o 
BOXTOP 
Tf:CNOlOG IA. EM fLEVAÇÂO •• 
SCHADEK 
e GAUSS 
I - - I ... :w 
MTE· THOMSON 
Filtros 
T~c#il. 
A qualidade que é lfder. 
,.-------
r-"\ 
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,...--._ 
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,.--, 
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r--. 
r--. 
1"1 
/'. 
,--.. 
(\ 
2 ~------------------------------------------------------------~~ ,-------. 
Indica 
CQ I Rcha técnica 
FICHA TÉCNICA DO VEÍCUL0 ........................................................................................................................ 8 
MANUTENÇÃO PERIÓDICA PREVENTIVA ........................................................................................................ g 
CHECK-LIST ................................................................................................................................................... lQ 
CQ I Sistemas MeciJnlcos 
CORREIA DENTADA. .................................................................................................................................... 13 
REMOÇÃO DA CORREIA DENTADA ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 13 
INSTALAÇÃO DA CORREIA DENTADA. ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 15 
BOMBA D'ÁGUA. .......................................................................................................................................... 19 
REMOÇÃO DA BOMBA D ' ÁGUA ......................................................................................................... 19 
INSTALAÇÃO DA BOMBA D'ÁGUA,,,,,,,,,,,,,,, ....................................................................................... 20 
BOMBA DE ÓLEO ......................................................................................................................................... 22 
REMOÇÃO DA BOMBA DE ÓLEO ........................................................... ,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,, .................. 22 
INSTALAÇÃO DA BOMBA DE ÓLEo .......... ,, .. ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,, ....................................................... 24 
CABEÇOTE. ......................... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, .......................................................................................... 27 
REMOÇÃO DO CABEÇOTE E SUA JUNTA .............................................................................................. 27 
INSPEÇÃO DO CABEÇOTE ................................................................................................................ 30 
INSTALAÇÃO DO CABEÇOTE ,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,.,,,,, ................................................................................. 31 
FREIOS ... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ......................................................... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ......... 34 
DIAGRAMA DO SISTEMA DE FREIOS Renault Duster .................................................................... 34 
INSPEÇÃO NO DISCO DE FREIO ................................................................................................. 34 
REMOÇÃO DO DISCO DE FREIO ................................................................................................. 36 
INSPEÇÃO DAS PASTILHAS E INSTALAÇÃO DO CONJUNTO ........................................................... 36 
FREIOS TRASEIROS ..... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,.,,,,.,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ......... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,, ...... 37 
INSPEÇÃO E REMOÇÃO DAS SAPATAS DE FREIO ......................................................................... 37 
MONTAGEM DO CONJUNTO NO VEÍCULO .................................................................................... 39 
EMBREAGEM,,,, .. ,., ............ ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, .......... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, 40 
REMOÇAO DA EMBREAGEM,,,,.,,,,,,,,,,.,,,,,,,,.,,,,,,.,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ....................... 40 
INSTALAÇÃO DA EMBREAGEM ••• ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,.,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, .. ,,,,, ................ 44 
SISTEMA DE ARREFECIMENTO,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,,,,, ... ,, .. ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,, ................. 47 
DESCRIÇÃO················"'''''''''''''''''''''''''''"'''''''''"''''''''''''''''''"'''"'''''''''"''''''''''''"''''''''''''''"''""' 47 
ESQUEMA DO SISTEMA DE ARREFECIMENTO DO MOTOR ..................................................................... 47 
SUBSTITUIÇÃO DO FILTRO DE AR ............................................................................................................... 49 
SUBSTITUIÇÃO DO FILTRO DE CABINE ...... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,, ....... 50 
SUBSTITUIÇÃO DO FILTRO DE COMBUSTÍVEL ............................... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,, ............................. 51 
SUBSTITUIÇÃO DO FILTRO DE ÓLEO .........................................................................................,,,,,,,,,,,,,,,,, 52 
TORQUES DE APERTO ................................................................ ,,,,,,,,,, ........................................... ,,,,,,,,,,.,, 53 
FERRAMENTAS UTILIZADAS ....................................................................................................................... 54 
INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO UTILIZADOS ........... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,, .. ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, .......... 55 
@ I Alternador e Motor de parUda 
ALTERNADOR VALEO 14V /lOOA ....................................................................... ,,,,,,,,,.,,,,.,,,,,,, .................... 57 
TESTE DO SISTEMA DE CARGA,,.,,,,,,,,,, ........................................................................... ,,,,,.,,,,.,,,,,, 57 
SISTEMA DE CARGA - REMOÇÃO DO ALTERNADOR ............................................................................. 59 
INSPEÇÃO E TESTES DOS COMPONENTES .... ,, .... ,,,,,,,.,,,,,,,, ................................................................ 61 
1. CORREIA····""''"'''"'''"''""'''"''"'''"''""'''"'''"''''''"'"''"''''''''"''''"''''''''''''"'''''''''"'''"''''''''' 61 
2. ROLAMENTOS ......................................... ,,,.,,,,.,,,,,,,.,,.,,,,.,,,.,,,,.,,,,,,.,,,,,,,, ............................... 61 
3. ANÉIS COLETORES .................................................................................................................. 61 
4.ESTATOR ................................................................................................................................. 62 
5. SISTEMA RETIFICADOR ............................................................................................................ 63 
DIODOS POSITIVOS ............................................................................................................. 63 
DIODOS NEGATIVOs ............................................................................................................ 64 
MONTAGEM DO ALTERNADOR ............................................................................................................ 65 
3 
t(A lndlce 
@ Alternador e Motor de parUda 
MOTOR DE PARTIDA VALEO 12V ................................................................................................................. 68 
TESTE NO SISTEMA DE PARTIDA ....................................................................................................... 68 
REMOÇÃO DO MOTOR DE PARTIDA .................................................................................................... 69 
INSPEÇÕES DOS COMPONENTES ....................................................................................................... 70 
1. ESCOVAS ............................................................................................................................... 70 
2. INDUZIDO .............................................................................................................................. 70 
3 . SOLENOIDE ............................................................................................................................ 70 
4 . MANCAL ANTERIOR ................................................................................................................. 71 
S. MANCAL POSTERIOR ............................................................................................................... 71 
MONTAGEM DO MOTOR DE PARTIDA .............................................................................................. 72 
TESTE NA BANCADA GAUSS ............................................................................................................. 73 
@ I Sistemas elétrlcos 
CAIXA DE RELÉS E FUSÍVEIS DO VÃO DO MOTOR (CVM) ........................................................................... 75 ,....-. 
COMPONENTES E SUAS LOCALIZAÇÕES ............................................................................................. 75 
DESCRIÇÃO DOS FUSÍVEIS, MAXI-FUSÍVEIS E RELÉS DA CVM .............................................................. 75 
DETALHE DOS COMPONENTES DA CVM .............................................................................................. 75 
CAIXA DE FUSÍVEIS DO PAINEL (CP) .......................................................................................................... 76 
COMPONENTES E SUAS LOCALIZAÇÕES ............................................................................................ 76 
LOCALIZAÇÃO DA CAIXA DE FUSÍVEIS DO PAINEL ............................................................................. 76 
DESCRIÇÃO DOS FUSÍVEIS DA CP .................................................................................................... 76 
DETALHE DOS COMPONENTES DA CP ................................................................................................ 76 
MÓDULO DE CONFORTO (MCF) ................................................................................................................... 77 
LOCALIZAÇÃO DO MÓDULO DE CONFORTO ........................................................................................ 77 
PINAGEM DOS CONECTORES DO MCF ................................. ............................................................... 77 
DIAGRAMA DO MÓDULO DE CONFORTO ............................................................................................ 78 
CONECTORES AUXILIARES ......................................................................................................................... 79 
PONTOS DE ATERRAMENTO ............................................................................................................................ 83 
CHICOTES ELÉTRICOS ................................................................................................................................... 86 ~ 
PAINEL DE INSTRUMENTOS ....................................................................................................................... 87 
INDICADORES DO PAINEL ................................................................................................................ 87 
DIAGRAMA DO PAINEL DE INSTRUMENTOS ........................................................................................ 88 
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DAS LÂMPADAS ............................................................................................. 89 
ESPECIFICAÇÕES DAS lÂMPADAS DO FAROL ..................................................................................... 89 
ESPECIFICAÇÕES DAS lÂMPADAS DA LANTERNA ................................................................................ 89 
DIAGRAMA DOS FARÓIS ALTO E BAIXO .............................................................................................. 90 
@ I Diagramas elétrlcos 
DIAGRAMA DO INTERRUPTOR DE MÚLTIPLA FUNÇÃO ......................................................................................... 91 
DIAGRAMA DO COMUTADOR DE IGNIÇÃO, ALTERNADOR E MOTOR DE PARTIDA .................................................... 92 
DIAGRAMA DA BUZINA E BUZINA DO ALARME .................................................................................................. 93 
TOMADA 12v •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 93 
DIAGRAMA DO !MOBILIZADOR ....................................................................................................................... 93 
DIAGRAMA DO AR-CONDICIONADO E DA VENTILAÇÃO INTERNA ......................................................................... 95 
DIAGRAMA DAS LUZES DE FREIO .................................................................................................................... 96 
DIAGRAMA DAS LUZES DE POSIÇÃO E PLACA ................................................................................................... 97 
4 
lndlce 
CQ I Diagramaselétricos 
DIAGRAMA DOS FARÓIS DE NEBLINA,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ............................................................................................ 97 
DIAGRAMA DAS TRAVAS ELÉTRICAS ........................................ .......................................................................... 98 
DIAGRAMA DAS LUZES DE DIREÇÃO E ADVERTÊNCIA .......................................................................................... 99 
DIAGRAMA DO MÓDULO ABS ....................................................................... ...................................................... 100 
DIAGRAMA DO AIR BAG .................................................................................................................................... 101 
DIAGRAMA DO DESEMBAÇADOR DO VIDRO TRASEIRO ......................................................................................... 101 
DIAGRAMA DO RÁDIO ...................................................................................................................................... 102 
DIAGRAMA ELÉTRICO DO SISTEMA DE ARREFECIMENT0 ...... ,,,,,,,,,,,,,,,, ................................................................ 103 
DIAGRAMA DOS LIMPADORES E DO LAVADOR DO PARA- BRISA .............................................................................. 104 
DIAGRAMA DOS RETROVISORES ELÉTRICOS ....................................................................................................... 105 
DIAGRAMA DOS VIDROS ELÉTRICOS ............... ............................................................................................ ........ 106 
DIAGRAMA DAS LUZES DE RÉ ............................... ............................................................................................ 107 
CQ I ln/eção eletr8nica 
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, .................................... ,,,,,,,,,,,,,, ....................... 109 
ESQUEMA DO SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO ............................................................................................. 109 
DIAGRAMA ELÉTRICO DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL ................................................................................ 110 
SISTEMA DE PARTIDA A FRIO- SPF .............................................................................................................. 113 
ESQUEMA DO SISTEMA DE PARTIDA A FRIO """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""113 
DIAGRAMA ELÉTRICO DO SISTEMA DE PARTIDA A FRIO .......................................................................... 113 
ESQUEMA DA INJEÇÃO ELETRÔNICA VALEO V42 ............................................................................................ 114 
LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES DA INJEÇÃO NO VEÍCULO ...................................................................... 115 
DIAGRAMA DO CONECTOR DE DIAGNÓSTICOS ................................................................................. .. ........... 120 
TABELA DE CÓDIGOS DE DEFEITO DO SISTEMA DE INJEÇÃ0 ......................................................................... 120 
PINAGEM DO MÓDULO DE COMAND0 ............................................................................................................ . 122 
PINAGEM DOS CONECTORES A, B E C DO MÓDULO DE COMANDO ............................................................ 122 
DESCRIÇÃO DOS PINOS '""''''''"'""''''''"""'''' ' "''''''''''"'''"'''''''''"''""""'"''""""""""'"""""'''"'""'122 
TESTES PASSO A PASS0 ................................................................................................................................... . 124 
1. MÓDULO DE COMANDO - MC .................................................. , .................................................. . 124 
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAIS DOS CONECTORES ................................................... 124 
SINTOMAS EM CASO DE FALHAS ..................................................................................................... 125 
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 ..................................................................................................... 125 
TESTE 1 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃ0 .............................................................................................. 126 
TESTE 2 - ATERRAMENT0 ................................................................................................................ 127 
2. SENSORES DE OXIGÊNIO- HEGO 1 E 2 ....................................................................................... 129 
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAIS DOS CONECTORES ................................................... 129 
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃO .................................................................................................... 129 
TESTE 1 - RESPOSTA DINÂMICA DE TENSÃO DOS SENSORES HEGO 1 E HEGO 2 .................................. 130 
TESTE 2 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO DOS SENSORES HEGO 1 E HEGO 2 ............................................ 131 
TESTE 3- RESISTÊNCIA ELÉTRICA DOS SENSORES HEGO 1 E HEGO 2 ................................................ 131 
3. SENSOR DE TEMPERATURA DO LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO - ECT ............................................ 132 
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR .......................................................... 132 
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃO .................................................................................................... 132 
TABELA DE VALORES CARACTERÍSTICOS DO SENSOR ECT .......................... .. ...................................... 133 
TESTE 1 -RESPOSTA DINÂMICA DE TENSÃ0 .................................................................................... 133 
TESTE 2 - RESISTÊNCIA ELÉTRICA .................................................................................................. 134 
TESTE 3- TENSÃO DE ALIMENTAÇÃo .............................................................................................. 134 
4. SENSOR DE TEMPERATURA DO AR ADMITIDO- ACT ............................................................................ 135 
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR ............................................................. 135 
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃO ....................................................................................................... 135 
TABELA DE VALORES CARACTERÍSTICOS DO SENSOR ACT ..................................................................... 136 
TESTE 1- RESPOSTA DINÂMICA DE TENSÃ0 ...................................................................................... 136 
TESTE 2 - RESISTÊNCIA ELÉTRICA .................................................................................................... 137 
TESTE 3- TENSÃO DE ALIMENTAÇÃo ................................................................................................ 138 
5 
t(A Índice 
S. SENSOR DE PRESSÃO ABSOLUTA- MAP •••••••••••••••••••••••.••.••••••••••••••••••••••••••••••••.•••••••••••••••••••••.• 139 
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR •••••••••••••••••••••••••..••••••••••••••••.•••••••••••• 139 
TABELA DE VALORES CARACTERÍSTICOS DO SENSOR MAP •••••••••••••••••••.••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 139 
SINTOMAS EM CASO DE FALHAS ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 140 
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃO ·······························································································140 
TESTE 1 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO ························································································140 
TESTE 2 - RESPOSTA DINÂMICA DE PRESSÃ0 ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 141 
6. BORBOLETA MOTORIZADA- ETC •••••••••.••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.••• 142 
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 142RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 ••••••••••••••••••••••••••••••••.•••••••••••••••••••••••••••••••••••••..••••••••••••••••••••••• 142 
TESTE 1 - RESPOSTA DINÂMICA DOS POTENCIÔMETROS·····························································143 
TESTE 2- TENSÃO DE ALIMENTAÇÃ0 ••••••••••••••••••••••••••.••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 143 
7. SENSOR DE POSIÇÃO DA ÁRVORE DE MANIVELAS- CKP ........................................................ 145 
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR ·····················································145 
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 145 
TESTE 1 -RESPOSTA DINÂMICA DE FREQUÊNCIA •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.••• 146 
-
TESTE 2- TENSÃO DE RESISTÊNCIA ELÉTRICA .............•.........................................•..... .............. 146 r--. 
8. SENSOR DE DETONAÇÃO- KS ............................................................................................... 147 ~ 
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 147 
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃO ······························································································147 ,.--, 
TESTE 1 - RESPOSTA DE TENSÃO ······························································································147 
9. ELETROINJETORES- INJ ······································································································148 
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 148 
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃO ······························································································148 
TESTE 1 - RESISTÊNCIA ELÉTRICA ····························································································149 
TESTE 2 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃ0·························································································149 
TESTE 3- PULSOS DE ATERRAMENT0 •••••••••••••••••.•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 150 
10. BOBINAS DE IGNIÇÃO- BIG ·······························································································151 
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 151 
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 152 
TESTE 1 - RESISTÊNCIA ELÉTRICA ····························································································152 
TESTE 3- TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO ······························································••••••••••••••••••••••••••152 
TESTE 3 - PULSOS DE ATERRAMENTO ························································································154 
11. SENSOR DE POSIÇÃO DO PEDAL DO ACELERADOR- SPA ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.••• 155 
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR. •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 155 
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 155 
TESTE 1 -RESPOSTA DINÂMICA DE TENSÃ0··············································································156 
TESTE 2 -TENSÃO DE ALIMENTAÇÃ0 •••••••••••••••••••••••.••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 156 
TESTE 3 - RESISTÊNCIA ELÉTRICA ····························································································157 
12. ELETROVÁLVULA DE PURGA DO CÂNISTER- CANP •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 158 
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR ••••••••••••••••••••••••••••••••• ••••••••••••• ••••••• 158 ;--, 
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 ••••••••••••••••••••••••••••••••••.•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 158 
TESTE 1 - ESTANQUEIDADE DA CANP •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 159 ,--.. 
TESTE 2 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO ......................................................................................... 159 
13. BOMBA DE COMBUSTÍVEL- SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL SAC .................... 160 
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR ..................................................... 160 
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 160 
CIRCUITO HIDRÁULICO DE ALIMENTAÇÃO DOS CILINDROS DO MOTOR ........................................... 161 
TESTE 1- TENSÃO DE ALIMENTAÇÃ0 ......................................................................................... 161 
TESTE 2- VAZÃO DA BOMBA COM A LINHA DE RECALQUE SUBMETIDA A PRESSÃO ATMOSFÉRICA ........ 162 
TESTE 3- PRESSÃO DA LINHA DE ALIMENTAÇÃ0 .......................................................................... 163 
14. SISTEMA DE PARTIDA A FRIO- SPF ..................................................................................... 164 
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAIS DOS CONECTORES ............................................... 164 
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 .............................................................................................. 165 
TESTE 1- RESPOSTA DINÂMICA- FUNCIONAMENTO DO SISTEMA ................................................. 165 
TESTE 2- TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO DA BOMBA DE GASOLINA- BPF ............................................ 167 
TESTE 3- TESTE DE ALIMENTAÇÃO DO ELETROINJETOR DE PARTIDA A FRI0 ................................... 168 
TABELA DE VALORES IDEAIS ................................................................................................................ 169 
DIAGRAMA ELÉTRICO DA INJEÇÃO VALEO V42 ....................................................................................... 170 
@ I Teste seus conhecimentos 
AVALIAÇÃ0 .............................................................. ,,,,,,,,,, .. ,,,,,,,,,,,,, .. ,, .................................................... 172 
6 ~----------------------------------------------------~ 
ELEVADORES AUTOMOTIVOS 
AUTO LUBRIFICADOS A ÓLEO 
a.i 
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co 
l.L 
EBP 2700 
EBP 4200 
Reservatórios de óleo nas 
bases das duas colunas. 
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QUALIDADE I INOVAÇÃO I SEGURANÇA www.boxtop.com.br 
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t?a Ficha técnica 
Tipo 
Alimentação 
Número de cilindros 
Número de válvulas por cilindro 
Ordem de ignição 
Diâmetro do cilindro 
Curso do pistão 
Cilindradas 
Taxa de compressão 
Potência do motor 
Torque 
Acionamento da distribuição 
Tipo 
Relação de transmissão 
Tipo de tração 
Dianteira 
Traseira 
Tipo 
Dianteiros 
Traseiros 
Fluido 
Freio de estacionamento 
Tipo 
Diâmetro de giro 
Especificação Pneus 
Especificação Rodas 
Capacidade 
Em ordem de marcha 
FICHA TÉCNICA - RENAULT DUSTER 1.6 16V 
Motor 
Transversal , dianteiro 
lnjeção eletrônica M.P.F.I. 
4 em linha 
4 
1-3-4-2 
79,5 mm 
80,5 mm 
1598 cm3 
9,8:1 
110 cv a 5750 rpm (gasolina) 
115 cv a 5750 rpm (etanol) 
15,1 kgfm a 3750 rpm (gasolina) 
15,5 kgfm a 3750 rpm (etanol) 
Por correia 
Transmissão 
Suspensão 
Manual de 5 velocidades 
18 marcha 
28 marcha 
38 marcha 
48 marcha 
58 marcha 
Em marcha a ré 
4x2 Dianteira 
3,73:1 
2,05:1 
1,32:1 
0,97:1 
0,82:1 
3,55:1 
Independente, tipo McPherson, com triângulos inferiores, 
amortecedores hidráulicos telescópicos com molas 
helicoidais, montada em um subchassi 
Semi-independente com barra estabilizadora,molas heli­
coidais e amortecedores hidráulicos telescópicos verticais 
Freios 
Dois circuitos em X, de acionamento hidráulico 
Disco ventilado de 269 mm de diâmetro 
Freio com tambor de 228 mm de diâmetro 
DOT4 
Comando atuante nas rodas traseiras, 
acionado por meio de cabo. 
Sistema de direção 
Pinhão e cremalheira, com assistência hidráulica 
10,7 m 
Rodas e Pneus 
Capacidade do porta-malas 
Peso 
Radiais 215/65 R16 
Aço estampado 
475 L 
Carga útil (5 passageiros mais bagagem) 
1202 kg 
497 kg 
Motor de partida 
Alternador 
Sistema elétrico 
Valeo 12V 
Valeo 14V, 100A 
-
8 ~--------------------------------------------------------------~-
Ficha técnica I Manutenção periódica preventiva 
,----.. 
Dimensões externas 
("""' Comprimento total 4315 mm 
Largura carroceria 1822 mm 
r-
Altura 1690 mm 
~ Altura em relação ao solo 210mm 
Distância entre eixos 2673 mm ,----.. 
r- Capacidades de lubrificantes e fluidos 
Cárter 
4,8 L (com filtro de óleo) 
,..---., 
4 ,0 L (sem filtro de óleo) 
Tanque de combustível 50 L 
Sistema de arrefecimento 6,0 L 
~ 
Manutenção periódica preventiva 
Serviços a serem executados I Revisões a cada 10.000 km ou 1 ano 18 28 38 48 58 68 ?· a• ga1oa 
Alinhamento e balanceamento: verificar • • • • • • • • • • 
Carroçaria e parte inferior do veiculo: verificar quanto a eventuais avarias, danos • • • • • • • • • • na pintura e na proteção contra corrosão. 
Cárter do motor: limpeza do sistema de ventilação do cárter do motor. • • • • • • • • • • 
Controle de equipamentos de segurança: extintor, cintos de segurança, sistema de • • • • • • • • • • iluminação interna e externa, comandos elétricos dos vidros, portas e limpadores. 
Controle do sistema de ignição/injeção: com utilização de equipamento de • • • • • • • • • • autodiagnóstico. 
Correia dentada da distribuição: verificar o estado e o funcionamento do tensor • • • • • • • • • • automático. 
Correia dentada da distribuição: substituir. • 
Correia Micro-V: verificar. • • • • • • • • • • 
Dobradiças, limitadores e fechaduras das portas e capô do motor: verificar. • • • • • • • • • • 
Embreagem: regulagem do curso do pedal da embreagem. • • • • • • • • • • 
Filtro de ar: substituir. • • 
Filtro de combustível: substituir. • • • • • • • •• • 
Filtro de óleo do motor: substituir. • • • • • • • • • • 
Freio de estacionamento: verificar e regular, se necessário. • • • • • • • • • • 
Freios: verificar quanto ao desgaste das pastilhas e discos. • • • • • • • • • • 
Freios: verificar quanto ao desgaste das lonas e tambores. • • • • • • • • • • 
Guarnições e protetores de pó: verificar o estado, posicionamento e eventuais vazamentos. • • • • • 
Liquido de arrefecimento: substituir. • 
Liquido de freio: substituir. • 
Óleo do motor: substituir. • • • • • • • • • • 
Pneus e rodas: verificar estado, perfil e pressão (incluindo estepe). • • • • • • • • • • 
Restabelecimento dos níveis: líquido do arrefecimento, freios, direção hidráulica, • • • • • • • • • • r-- lavador do para-brisa, embreagem hidráulica. 
,......-. Substituição de amortecedores: substituir. • • 
Teste de emissões de poluentes: efetuar o teste verificando os valores de funciona- • • • r- mento do motor e o estado dos componentes relacionados à emissões de poluentes. 
Transmissão: verificar o nível de óleo e completar, se necessário. • • • • • • • • • • 
Velas de ignição: substituir. • • 
Verificação visual do estado: tubulações (escapamento, alimentação de combustível , • • • • • • • • • • freios), tubulações flexíveis do sistema dos freios. 
9 
t?a Check-llst 
Manutenção Preventiva: você e seu cliente só têm a ganhar. 
Informe os dados do cliente 11 Informe os dados do veículo 
Nome: 11 Marca: 
End: 11 Modelo: 
Tel: I Placa: 
E-mail: 11 Km: II Ano: c.:.__::__:_::_:__-=======:; 
Verificações 
Direção Arrefecimento D 0 Ok 
Volante e coluna D 0 Ok DI~ Nível do líquido incorreta 
D I~ Folgas excessivas ID I~ Ausência de aditivo 
D I~ Danificado ou com funcionamento deficiente lO ~~~~va=z=a=m=e=n=to=s=========== 
Equipamentos obrigatórios Correias auxiliares D 0 Ok 
Limpador e lavador de para-brisa O 0 Ok D I~ Conservação/ fixação deficiente 
D I~ Inexistente I Pneus e rodas 
D I~ Danificado ou com funcionamento deficiente I Estado geral de fixação das rodas D 0 Ok 
Extintor de incêndio O 0 Ok DI~ Falta um ou mais parafusos de fixação I 
O I~ Validade vencida 10 I~ Exist. De trincas ou amassamentos na parte externa I 
Buzina O 0 Ok DI~ Corrosão acentuada I 
D I~ Inexistente I Desgastes da banda de rodagem D 0 Ok 
DI~ Funcionamento deficiente 10 I~ Pneu(s) com pronf. de sulco inf. a 1 ,6mm 
Cintos de segurança O 0 Ok Sinalizações 
DI~ Inexistente ou quantidade insuficiente I Luz indicadora de direção (setas) D 0 Ok 
Triângulo de segurança O 0 Ok DI~ Uma ou mais não funcionam 
D I~ Inexistente I Luz de freio D 0 Ok 
Estepe O 0 Ok DI~ Uma ou mais não funcionam 
D I~ Fixação deficiente I Luz indicadora de posição D 0 Ok 
Freios DI~ Uma ou mais não funcionam 
Reservatorio do líquido de freio D 0 Ok Luz de ré D 0 Ok 
DI~ Falta estanqueidade ID '-'=l~,c.:N~a""-o::_f.:.=u~n~ci~o!.!:na~ _________ _j 
D I~ Nível do líquido insuficiente I Suspensão 
Freio de estacionamento O 0 Ok Amortecedores D 0 Ok 
D I~ Danificado ou com funcionamento deficiente 10 I~ Conservação/ fixação deficientes 
Gerenciamente Eletrônico D '-'=1~='--V-'-'a""z,a~m~e~n~to~de~fl~ui~d~o _____ _ _ _ 
Carga e Bateria O 0 Ok Bandejas, braços e pivô D 0 Ok 
D I~ Tensão da bateria inadequada 10 I~ Conservação/ fixação deficientes 
DI~ Tensão do alternador inadequada 10 ~.:1~=<-=--F~ol~g~as~ex~c~e~s~si~v~as~----=-=------=====---
Gerenciamento eletronico 0 0 Ok Dados da Oficina 
DI~ Anomalia acesa quando existente li=l ~N~o~m~e~:==============~ 
Iluminação ;:::1 ~Eê=n~d=:==============~ 
Te I: Lâmpadas dos faróis principais D 0 Ok 
DI~ Uma ou mais não funcionam 1 LI ~E=--.!!m~a!.'!il ,_: ---:::::------=----====-__j 
Lâmpadas de ilumin da placa traseira O 0 Ok Observações 
D 
M 
D 
c 
D 
D 
v 
I~ Funcionamento deficiente 
Motor e Climatização -
o to r 0 0 0k 
I~ Vazamento de óleo 
li matização 0 0 0k 
I~ Funcionamento do ar quente irregular 
I~ Funcionamento do ar frio irregular 
I I 
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As correias são utilizadas em dois formatos: a 
correia micro-V e a correia dentada. A correia 
micro-V exerce a função de movimentar 
dispositivos auxiliares que não necessitam 
sincronismo, como o alternador, o compressor do 
ar-condicionado e a bomba da direção hidráulica. 
A correia dentada tem a função de manter o 
sincronismo entre a árvore de manivelas e o 
comando de válvulas, garantindo o exato 
cumprimento dos ciclos de trabalho do motor. 
Como todo componente mecânico, as correias 
sofrem desgaste natural de funcionamento, 
devendo ser substituídas conforme a especifi­
cação do veículo. 
Especificação técnica GATESTensor da correia micro-V 
T39163 
Remoção da correia dentDda 
l.lnstale a ferramenta de ancoragem do motor; 
2.Desloque as mangueiras do sistema de 
alimentação de combustível e do cânister fixas ao 
suporte do motor; 
3.Remova os cinco parafusos 16 milímetros de 
fixação do suporte do motor, e retire-o; (Fig.l) 
Especificação técnica GI'JES 
Correia micro-V 
6PK1822 
Especificação técnica GATES 
Correia dentada 
40850X27XS 
Fig.l - Remoção do suporte do motor 
~~-------------------------------------------------------------- 13 
DUSTER 1.6 16V- Sistemas Mecânicos -Correia dentada 
4.Utilize chave 13 milímetros para remover os três 
parafusos e as duas porcas de fixação da cobertura 
superior da correia dentada; (Fig.2) 
Fig.2 - Remoção da cobertura superior da correia dentada 
5.Retire a cobertura superior; 
6.Utilize chave 15 milímetros com cabo de força 
articulado para deslocar a correia micro-V das 
polias, girando o parafuso do tensor no sentido 
horário; 
7 .Desloque a correia micro-V; 
8.Instale a ferramenta de travamento do volante 
do motor para possibilitar a posterior remoção da 
polia da árvore de manivelas; (Raven 151008) 
A ferramenta de travamento do 
'"""'--"""""volante do motor é instalada no 
alojamento do sensor de posição da 
árvore de manivelas. (Fig.3) 
Fig.3 - Ferramenta de travamento do volante 
do motor instalada 
9.Desaperte o parafuso da polia da árvore de 
manivelas com chave 18 milímetros; (Fig.4) 
... 
Fig.4 - Desaperto do parafuso da polia da 
árvore de manivelas 
10.Retire, em seguida, o parafuso e a polia; 
11.Remova a ferramenta de travamento do 
volante do motor; 
12.Com auxílio de chave 8 milímetros remova os 
quatro parafusos de fixação da cobertura inferior 
da correia dentada, e remova-a; 
13.Utilize chave de fenda para remover as tampas 
de proteção dos eixos comandos de válvulas; (Fig.S) 
Fig.S - Remoção das tampas de proteção dos eixos 
comandos de válvulas 
14.Instale novamente o parafuso de fixação da 
engrenagem da árvore de manivelas; 
15.Gire a árvore de manivelas através de seu 
parafuso 18 milímetros, até que os rasgos dos 
eixos dos comandos de válvulas estejam 
alinhados na horizontal, porém desalinhados 
para baixo em relação ao centro; (Fig.6) 
Fig.6 - Posicionamento dos eixos 
14 '---------------------------------------------------------------~-
~ ... DUSTER 1.6 16V- Sistemas Mecânicos- Correia dentada . , .................................................................................... . 
16.Encaixe a ferramenta específica de sincroni­
zação dos eixos comandos de válvulas; (Fig.7) 
(Raven 151001) 
Fig. 7 - Instalação da ferramenta de sincronização 
Caso a ferramenta não se encaixe, 
gire novamente os eixos até encon­
trar a posição adequada. 
lnsttlloçõo do correio denttldo 
Inspecione a correia dentada e seu 
tensor quanto a possíveis desgastes 
excessivos, fissuras na correia ou 
mau funcionamento do tensor. Tais condições 
implicam na imediata substituição do conjunto. 
l.Trave novamente o volante do motor com a 
ferramenta específica; 
2.Retire o parafuso 18 milímetros de fixação da 
árvore de manivelas, e a ferramenta de travamento; 
3.Certifique-se de que a chaveta da engrenagem da 
árvore de manivelas esteja voltada para cima; (Fig. 9) 
Fig.9 - Correta posição da engrenagem da 
árvore de manivelas 
17.Com chave 13 milímetros remova a porca de 
fixação do tensor da correia dentada, e retire-o; 
(Fig.S) 
Fig.8 - Remoção do tensor da correia dentada 
18.Retire a correia dentada. 
4.Selecione e instale o tensor da correia dentada 
no veículo, atento a sua correta posição de 
encaixe; 
S.Apenas encoste sua porca; 
6.Selecione e instale a correia dentada; 
Posicione a correia adequadamente. 
Inicialmente posicione-a em tomo 
da engrenagem da árvore de mani­
velas, passe-a pela engrenagem da bomba 
d'água, contorne internamente a polia auxiliar, 
passe externamente pelas duas polias dentadas 
dos comandos de válvulas e, por fim, contorne o 
seu tensor. (Fig.10) 
Fig. lO- Disposição da correia dentada 
Polia do comando Polia do comando 
de válvulas de descarga de válvulas de admissão 
n;a~-z~ 
Tensor da 
Engrenagem da 
árvore de manivelas 
--------------------------------------------------------------~ 15 
tsa DUSTER 1.6 16V ·Sistemas Mecânicos ·Correia dentada •• 
~~~--------------------------------------------------------~~ 
7 .Ajuste a tensão da correia. Com chave 
hexagonal 6 milímetros, gire o tensor, no sentido 
anti-horário, até que o ponteiro indicador de 
tensão esteja sobre a cavidade em "U" na sua base; 
nesse ponto, aperte a porca de fixação do tensor; 
(Fig.ll) 
Fig.ll · Ajuste da tensão da correia 
8.Aplique torque de 27,00 ± 1,35 Newton-metros 
à porca; 
9.Instale a cobertura inferior da correia dentada; 
10.Trave novamente o volante do motor, e instale 
a polia da árvore de manivelas; (Fig.12) 
Fig.12 ·Instalação da polia da átvore de manivelas 
11.Aperte seu parafuso e aplique torque de 40 ± 2 
Newton-metros ao mesmo acrescido de torque 
angular de 145,00 ± 7,25 graus; 
12.Retire a ferramenta de sincronização dos 
comandos e instale novas tampas; 
13.1nstale a cobertura superior da correia 
dentada; 
14.Instale também o suporte do motor; 
15.Aplique torque de 62,0 ± 3,1 Newton-metros 
aos parafusos e porcas; 
16.Remova a ferramenta de ancoragem do motor; 
17 .Reposicione as mangueiras do sistema de 
alimentação de combustível e do cânister; 
18.Instale a correia micro-V; 
A correia micro-V deve incorporar as 
polias: da árvore de manivelas, do 
compressor do ar condicionado, do 
alternador, da bomba da direção hidráulica, da 
polia auxiliar e do seu tensor. (Fig.13) 
Fig.13 ·Disposição da correia micro-V 
Bombada 
direção hidráulica 
Tensor da 
Polia dentada 
da árvore de manivelas 
Polia auxiliar 
Compressor do 
ar-condicionado 
19 .Por fim, instale os demais componentes. 
Série Veículos - Série Motores Otto - Série Motores Diesel 
Série Especial - Série Eletroeletrônica 
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DICAS PARA UMA TROCA PERFEITA 
Redução do nível de líquido no 
sistema de arrefecimento 
Aparência: Vazamentos, umidades 
e goteiras. 
Problema: Mangueiras mal encaixadas, 
abraçadelras com folgas e/ou sem o 
torque correto, rachaduras no bocal da mangueira e trinca no 
bocal do radiador. 
Soluçio: Substitua as mangueias antes de romper. 
É recomendada a troca das abraçadeiras a cada troca de 
mangueiras. Aplique o torque correto na abraçadeira. 
Dano por calor 
Aparência: Dilatação/Inchaço. 
A borracha fica com a consistência 
pegajosa ao toque, como cola. Perda de 
borracha de superfície, os fios têxteis 
ficam expostos. 
Problema: Com as altas temperaturas do motor e do líquido de 
arrefecimento, é ocasionado o rompimento da mangueira. 
Solução: Substitua as mangueiras antes de romper. Use sempre a 
mistura correta do aditivo de radiador+ água. 
Dano por abrasão 
Aparência: Fios têxteis expostos. 
Problema: Ocorre quando a mangueira 
entra em atrito com partes fixas do motor. 
As mangueiras Gates são construídas 
100% de acordo com os projetas das 
mon ras, e não evem ter cantata com outras partes do motor. 
Soluçlio: Substitua as mangueiras antes de romper. 
Em uma emergência, você pode usar sobrecapa, usando um 
pedaço cortado de uma outra mangueira. 
Dano por óleo/derivados 
de petróleo 
Aparência: Dilatação/Inchaço. A borracha 
fica mole, com bolhas e com consistência 
pegajosa ao toque, como cola. 
Problema: Derivados de petróleo reagem 
quimicamente com os compostos de borracha, enfraquecendo 
sua estrutura. Isso faz com que as camadas da mangueira se 
despreendam, causando bolhas e o rompimento prematuro da 
mangueira. 
Soluçlio: Substitua as mangueiras antes de romper. Corrija a 
origem do vazamento de óleo. 
Observação:Use somente detergentes neutros para limpeza 
do motor. 
Dano por ozônio 
Aparência: Pequenas rachaduras na 
cobertura da mangueira. 
Problema: A alta concentração de ozônio 
dentro do compartimento do motor 
ataca diretamente os componentes 
de borracha. Pequenas rachaduras ocorrem principalmente em 
curvas e locais de fixação. Através destas rachaduras, os gases 
penetram e reduzem a vida útil da mangueira. 
Soluçio: Substitua as mangueiras antes de romper. As 
mangueiras Gates são fabricadas em um composto de EPDM, 
resistente ao ozônio. 
Dicas e cuidados para instalação 
Nunca substitua a mangueira com o motor aquecido ou com o líquido no sistema. 
Deve ser aplicada a proporção correta da mistura de água + aditivo de radiador (propileno glicol e etileno 
glicol) para garantir a vida útil da mangueira e dos componentes do sistema de arrefecimento. 
Para remover a mangueira do bocal 
do rad iador, solte a abraçadeira e 
gire a mangueira ao redor do bocal. 
Se ainda assim a mangueira não se 
soltar, use uma lâmina para cortar. 
Importante: Cuidado para não 
quebrar o bocal do radiador durante 
a remoção da mangueira. 
Faça a limpeza do 
bocal removendo 
todas as impurezas. 
Se necessário, usar 
detergente neutro. 
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Uso de ferramentas 
adequadas: para 
a braçadeiras com sistema 
mola (de pressão), usar 
alicate-abraçadeira . 
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é porque 
tem Gates. ~ 
~=::. 
Certifique-se de 
que a magueira 
está perfeitamente 
encaixada na 
posição correta do 
bocal do radiador e 
a abraçadeira bem 
fi xada. 
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o 
A bomba d'água é a responsável por gerar um 
fluxo e fazer circular o líquido de arrefecimento 
pelo motor, bloco e cabeçote, até atingir o 
radiador, onde ocorre a troca de calor com o ar 
externo. O motor do Duster está equipado com 
uma bomba do tipo centrífuga, instalada no bloco 
e acionada pela correia dentada. O não 
funcionamento da bomba d'água interrompe o 
fluxo do líquido de arrefecimento, comprome­
tendo o funcionamento de todo o sistema e 
colocando em risco a própria durabilidade do 
motor, uma vez que o líquido de arrefecimento 
não circulará por ele e não será resfriado no 
radiador, provocando superaquecimento. Por 
isso, é importante ficar atento a vazamentos, 
ruídos e estado da correia de acionamento da 
bomba d'água. 
PJ Remoção d11 bombtl d'6gu11 
l.Drene o líquido de arrefecimento; 
Retire a tampa do reservatório do 
líquido de arrefecimento para 
acelerar a drenagem do líquido. 
2.Utilize alicate bomba d'água para soltar a 
abraçadeira da mangueira inferior do radiador, e 
desconecte-a; (Fig.l) 
Fig.l - Drenagem do líquido de arrefecimento 
3.Aguarde o escoamento completo do líquido de 
arrefecimento; 
4.Conecte novamente a mangueira do radiador e 
ajuste a abraçadeira; 
DUSTER 1.6 16V- Sistemas Mecânicos- Bomba d'água 
&pecificação técnica SCHADEK 
Bomba d'água 
SCH N° 20.160·1 
S.Remova a correia dentada. Veja os procedi­
mentos no item: "Remoção da correia dentada"; 
Seja precavido ao retirar a bomba 
d'água, pois parte do líquido de 
arrefecimento permanece retido aí e 
poderá escoar. 
6.Remova o parafuso 10 milímetros e os outros 
sete parafusos 8 milímetros de fixação da bomba 
d'água, e retire-a; (Fig.2) 
Fig.2 - Remoção da bomba d'água 
7 .Remova sua junta de vedação. 
(]-------------------------------------------- 19 
DUSTER 1.616V- Sistemas Mecânicos- Bomba d'ág.::::ua:...._-=:::..--------------..iiiiiiii------,_..,.-
p] InsiDiação da bomba d•6gua 
Limpe a região em tomo do aloja­
mento da bomba. 
l.Selecione a nova junta de vedação e instale-a no 
veículo; (Fig.3) 
Fig.3 - Instalação da junta de vedação da bomba 
2.Instale a bomba d'água; 
3.Aperte seus parafusos, e aplique torque de 
11,00 ± 0,55 Newton-metros; 
4.1nstale a correia dentada e os demais 
componentes, conforme procedimentos apresen­
tados no item "Instalação da correia dentada"; 
5.Abasteça o sistema de arrefecimento na 
proporção de 40% de aditivo e 60% de água. 
Série Motores Diesel 
A força dos motores diesel 
nas páginas da Mecânica 2000 
Apresentam abordagens exclusivas 
sobre as características dos sistemas 
de alimentação com 
gerenciamento eletrônico 
(onde aplicável). 
'----
20 ~------------------------------------------------------------------r"~ 
PROBLEMAS MAIS COMUNS RELACIONADOS 
,--.... A QUEDA DE PRESSÃO DE ÓLEO SCHADEK 
NOS MOTORES BV E PRINCIPALMENTE 16V 
PROBLEMA SOLUÇÃO 
Válvula de Retenção ou de Segurança Substituir o Filtro de óleo 
,... do filtro de óleo com defeito 
,.--..;. 
r---
:r--
r"""'-
r---
,......., 
Entradas de ar pelo sistema 
Válvula de Retenção do cabeçote 
Viscosidade do óleo incorreta 
Carbonizações no sistema 
Impurezas no interior do tubo de 
sucção 
Folga dos mancais incorreta 
Desgastes do cabeçote 
Desgastes dos Tuchos Hidráulicos 
Não utilizar cola 
Observar pela vareta do óleo, com o motor em 
funcionamento e com o óleo quente, se o óleo 
está espumando. Se estiver, significa que está 
tendo entrada de ar. Verificar então se a base 
do pescador está empenada ou com uso de 
cola, se existem possíveis fissuras no bloco ou 
cabeçote. 
Verificar se há válvula de retenção no cabeçote 
e se está em perfeito funcionamento, caso 
contrário substitua-a. 
Substituir o óleo e utilizar o especificado pelo 
fabricante. 
Efetuar a limpeza completa e detalhada no 
sistema. 
Recomenda-se trocar o tubo de sucção 
sempre que trocar a bomba de óleo. 
Ajustar as folgas corretamente dentro do 
especificado. 
Fazer a retífica completa do cabeçote. 
Efetuar a troca dos tuchos gastos 
(é recomendado que todos sejam trocados). 
Não se deve usar cola na aplicação da bomba 
de óleo ou do tubo de sucção, utilizar somente 
a junta que acompanha o produto. 
ATENÇÃO: Muito cuidado com problemas relacionados à combustivel adulterado, 
pois o mesmo vem prejudicando e condenando muitos motores no pais. 
BOMBAS DE ÓLEO, BOMBAS D'ÁGUA, REPAROS E ACESSÓRIOS AUTOMOTIVOS. 
g -
~ 
Fone: (15) 3262 3112 • www.schadek.com.br • sac@schadek.com.br 
-SCHAE;!EK 
DUSTER 1.616V- Sistemas Mecânicos- Bomba de óleo 
~====~==~:2=:==========~~==~========~·~ 
O sistema de lubrificação é responsável por 
fornecer óleo às peças móveis do motor para 
reduzir o atrito entre elas, minimizar a geração de 
calor e filtrar as impurezas geradas durante o 
rJ Remoção do bombo de 61eo 
1.Drene todo o óleo presente no cárter. Posicione 
um coletor de óleo sob o cárter, e remova o bujão 
de dreno com chave 5/16 polegadas; (Fig.1) 
Fig.l- Drenagem do óleo do motor 
2.Aguarde o escoamento completo do óleo; 
3.A seguir, instale novamente o bujão de dreno e 
aperte-o; 
4.Remova os três parafusos 13 milímetros que 
fixam o eixo da homocinética ao cárter; 
S.Remova também o parafuso 13 milímetros que 
fixa o cárter ao suporte do compressor do ar 
condicionado; 
funcionamento do motor. A bomba de óleo, um 
dos componentes desse sistema, é a responsável 
pelo fluxo de lubrificante no interior do motor. 
Esse óleo em circulação lubrifica e auxilia na 
refrigeração dos principais componentes internos 
do motor, tais como: pistões, comando de 
válvulas, árvore de manivelas, anéis, dentre 
outros. A bomba de óleo presente no Duster é uma 
bomba de engrenagens, que está posicionada na 
parte inferior do bloco, e ela é acionada pela 
árvore de manivelas através de corrente. A 
substituição da bomba de óleo se faz necessária 
quando houver baixa pressão na linha de 
recalque,vazamentos de óleo pelo retentor ou 
ruídos excessivos. 
Especificação técnica SCHADEK 
Bomba de óleo 
SCH N° 1 0.272 
6.Solte o parafuso 10 milímetros que fixa o 
suporte da mangueira do sistema de arrefecimen­
to ao cárter; 
?.Utilize chave 13 milímetros para soltar os 
quatro parafusos que fixam o cárter à caixa de 
marchas; (Fig.2) 
Fig.2 - Remoção dos parafusos de fixação do cárter 
à caixa de marchas 
8. Utilize chave 8 milímetros para remover os 
vinte parafusos que fixam o cárter ao bloco do 
motor conforme a sequência indicada; (Fig.3) 
22 
-------------------------------------------------------------------------------~ 
!lil!il'li"íí! 
SCHADEK -
Fig.3 - Sequência de desaperto dos parafusos de 
fixação do cárter 
13 17 
20 
16 12 
5 
2 • 
4 
.. 3 
6 10 
18 
19 15 11 
14 
9 .Desloque o cárter com auxílio de uma alavanca; 
Para remover completamente o 
cárter é necessário o deslocamento 
da travessa da suspensão do lado 
direito do veículo. 
10.Para tal, remova a porca 18 milímetros de 
,..--..,. fixação do pivô da suspensão à manga de eixo, e 
em seguida, desloque-o; (Fig.4) 
FigA - Remoção da porca do pivô da suspensão 
11 . Utilize chaves 16 milímetros e hexagonal 5 
milímetros para remover a porca de fixação do 
tirante da barra estabilizadora à torre da 
suspensão; 
12.Desloque o tirante; 
13.Remova a porca 13 milímetros de fixação do 
tirante da suspensão à carroçaria do veículo; 
14.Com chave 18 milímetros, remova o parafuso 
que fixa a travessa da suspensão à carroçaria; 
(Fig.S) 
DUSTER 1.6 16V. Sistemas Mecânicos- Bomba de óleo 
Fig.S - Remoção do parafuso da travessa da suspensão 
15.Remova os dois parafusos 16 e o parafuso 18 
milímetros que fixa a travessa menor à carroçaria, 
e retire-a; 
16.Feito isso, desloque um pouco a travessa da 
suspensão, do lado direito do veículo, logo abaixo 
do cárter; (Fig.6) 
Fig.6 - lado direito da suspensão deslocado 
17.Em seguida, retire o cárter e sua junta; 
18.Utilize chaves 10 e 13 milímetros para 
remover os dois parafusos de fixação da bomba 
de óleo ao bloco do motor; 
19.Remova a bomba de óleo depois de soltá-la da 
corrente de acionamento; (Fig. 7) 
Fig. 7 - Remoção da bomba de óleo 
~~--------------------------------------~-----------------J 23 
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Mecânicos - Bomba de óleo 
mentos. 
Caso seja necessária alguma manu­
tenção na corrente de acionamento 
da bomba de óleo, siga tais procedi-
20.Remova a correia dentada. Consulte os 
procedimentos no item "Remoção da correia 
dentada"; 
2l.Solte o parafuso 18 milímetros de fixação da 
engrenagem e remova-a; (Fig.8) 
Fig.8 - Remoção da engrenagem da árvore de manivelas 
22.Remova os seis parafusos de fixação da tampa 
fixa ao bloco do motor com chave 8 milímetros e 
remova-a; (Fig. 9) 
PJ Instalação da bomba de 61eo 
Limpe adequadamente os compo­
nentes que serão reinstalados no 
veículo e a região do alojamento da 
bomba no bloco do motor, removendo 
quaisquer resquícios de junta e impurezas 
existentes, que possam comprometer o bom 
funcionamento da bomba de óleo. 
l.Selecione a nova bomba de óleo, e instale-a no 
veículo; 
24 
Antes da instalação da nova bomba 
de óleo, preencha-a com óleo novo 
para motor. 
-.. 
SCHADEK -
Fig.9- Tampa fixa ao bloco do motor 
23.E retire a corrente. 
Ao reinstalar a corrente, siga os 
procedimentos na ordem inversa de 
sua remoção, atento apenas ao fato 
de aplicar junta líquida na superfície de conta to 
da tampa que será fixada ao bloco do motor. 
(Fig. lO) 
Fig. lO - Aplicação de junta líquida na tampa 
2.Encaixe a bomba na sua corrente de aciona­
mento, e fixe-a com seus parafusos; (Fig. li) 
Fig.ll- Instalação da bomba de óleo 
-SCHADEK 
Certifique-se de que a corrente 
--"'-'"i.-l..oo'll esteja devidamente encaixada nas 
engrenagens da bomba de óleo e da 
árvore de manivelas. 
3.Aplique torque de 22,0 ± 1,1 Newton-metros 
aos parafusos da bomba de óleo; 
4.Encaixe a nova junta no cárter e leve-o para ser 
instalado no veículo; (Fig.12) 
Fig.12- Instalação da junta no cárter 
O fabricante recomenda a substitui­
ção da junta sempre que o cárter for 
removido. 
S.Instale o cárter; 
6.Aperte seus parafusos conforme a sequência 
indicada; (Fig.13) 
Fig.13- Sequência de aperto dos parafusos de 
fixação do cárter 
12' 8 
5 9 
16 
tW 
19 • 
15 14 ' 11 7 3 2 6 10 
18 
?.Aplique um pré-torque de 8,0 ± 0,4 Newton­
metros aos parafusos, seguidos de um torque de 
14,0 ± 0,7 Newton-metros sempre obedecendo a 
sequência; 
8.Aplique pré-torque de 8,0 ± 0,4 Newton­
metros, seguidos de um torque de 44,0 ± 2,2 
Newton-metros aos parafusos de fixação do cárter 
à caixa de marchas; 
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Mecânicos - Bomba de óleo 
9 .Instale novamente os parafusos de fixação da 
travessa da suspensão: o parafuso de fixação da 
travessa à carroçaria e a travessa menor com seus 
três parafusos; 
10.Instale o pivô da suspensão e sua porca de 
fixação; 
ll.Fixe o tirante da suspensão à carroçaria e o 
tirante da barra estabilizadora à torre da 
suspensão; 
12.Por fim, abasteça o motor com 4,0 litros de 
novo óleo, sem a substituição do filtro. Com a 
substituição do filtro, a capacidade do sistema é 
de4,8litros; (Fig.14) 
Fig.14 - Abastecimento do motor 
Segundo especificações do fabri­
cante, recomenda-se a utilização do 
óleo sintético SAE 10W40. 
13.Aguarde por aproximadamente 3 minutos 
para que o óleo escoe completamente para dentro 
do motor; verifique o nível do óleo, e complete-o, 
se necessário. 
25 
Sabó. O maior 
portfólio do Brasil 
para o maior herói 
dos clientes. 
Não tem pra ninguém. O portfólio mais completo 
de retentores, juntas e mangueiras do Brasil é 
Sabó. Só que não basta ser maior, tem que ser 
melhor. Por isso, a qual idade é reconhecida no 
Brasil e no mundo. Mas, a Sabó sabe que não 
pode parar, e que para estar sempre salvando 
o dia do cl iente junto com você, tem que inovar 
com superlançamentos o ano inteiro. 
TECNOLOG IA DA PERFEIÇÃ O 
CD 
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IJ www.facebook.com/sabogrupo www.twitter.com/sabogrupo Iii) www.youtube.com/sabogrupo w w w. s a b o g r ou p . co m . b r 
o 
o 
o 
o 
o 
r-
) 
o 
80368 
Especificação técnica SABÓ 
Parafusos do cabeçote 
78498 
O cabeçote, devido a sua construção, é o compo­
nente responsável por conduzir a entrada e saída 
de ar e combustível dos cilindros localizados no 
bloco. Nele está alojado o sistema de acionamento 
das válvulas, as próprias válvulas, além da 
superfície superior da câmara de combustão. O 
cabeçote é instalado sobre o bloco. Entre a 
superfície superior do bloco e a superfície inferior 
do cabeçote é posicionada ajunta do cabeçote. Ela 
tem a função de assegurar a estanqueidade das 
câmaras de combustão, bem como a continuidade 
dos circuitos de arrefecimento e de lubrificação do 
bloco do motor para o cabeçote, isolando-os 
adequadamente. Os parafusos usados para fixar o 
cabeçote ao bloco do motor exigem aperto com 
torque angular. A vedação entre o cabeçote e a 
tampa de válvulas é feita por junta líquida 
resistente a altas temperaturas. Alguns dos 
indícios de possível problema com a junta do 
cabeçote são: perda de compressão do motor, 
redução do nível do fluido de arrefecimento ou do 
lubrificante e superaquecimento do motor. Sua 
avaria pode provocar a perda considerável de 
potência do motor, e até mesmo danos mecânicos 
graves. Em geral, a substituição da junta é 
requerida nas manutenções que exigem a 
remoção do cabeçote, ou em caso de identificação 
de sintomas operacionais como os apresentados. 
O Duster é equipado com tuchos hidráulicos e possuem a chamada "regulagem automática", 
que dispensam ajuste ou regulagem. Os tuchos mecânicos devem ser regulados com folga 
predeterminada pelo fabricante, através do calibrador de lâminas. Já os tuchos hidráulicos, 
diferentemente dos tuchos mecânicos, eliminam esta folga, pois funcionamcom a pressão e o fluxo do 
óleo. 
PJ Remoção do cabeçote e sua juntll 
l.Desconecte os cabos da bateria com chave 10 
milímetros, e desloque-os; 
2.Retire o parafuso 13 milímetros de fixação da 
bateria, e remova-a do veículo; 
3.Remova também o apoio da bateria; 
4.Desconecte o tubo de sucção de ar do conjunto 
filtro de ar e solte os parafusos fixadores do 
conjunto com chave Torx T25; 
S.Desconecte a mangueira de aeração da tampa 
de válvulas, e em seguida, retire o conjunto filtro 
de ar; (Fig.1) 
~~-------------------------------------------------------------J 27 
DUSTER 1.6 16V- Sistemas Mecânicos- Ca te 
6.Remova os dois parafusos 10 milímetros de 
fixação do suporte das mangueiras de arrefeci­
mento ao cabeçote; 
?.Retire o suporte; 
8.Desconecte as mangueiras do sistema de 
arrefecimento com auxílio de alicate bomba 
d'água, e desloque-as; 
9.Desconecte também o terminal elétrico do 
sensor de temperatura do líquido de arrefeci­
mento (ECT); 
10.Solte os dez parafusos 8 milímetros que fixam 
a carcaça da válvula termostática ao cabeçote; 
1l.Remova a carcaça e sua junta; (Fig.2) 
Fig.2 - Remoção da carcaça da válvula termostática 
12.Remova a correia dentada e drene o líquido de 
arrefecimento. Se necessário, consulte os 
procedimentos nos itens "Correia dentada" e 
"Bomba d'água". 
13.Desaperte as duas porcas 13 milímetros de 
fixação do protetor do tubo distribuidor de 
combustível, e remova-o; (Fig.3) 
Fig.3 - Remoção do protetor do tubo 
distribuidor de combustível 
14.Solte os terminais elétricos do injetor de 
partida a frio, da borboleta motorizada (ETC), do 
sensor de pressão absoluta (MAP) e do sensor de 
temperatura do ar (ACT); (Figs.4 e 5) 
Fig.4 - Remoção do terminal do injetor de partida a frio 
Fig.S - Remoção do terminal do ACT 
15.Desconecte também os terminais das bobinas 
de ignição, dos eletroinjetores e do sensor de 
detonação (KS); 
16.Remova os dois parafusos fixadores do tubo 
distribuidor de combustível com chave 8 
milímetros, e desloque-o; (Fig.6) 
Fig.6 - Remoção do tubo distribuidor de combustível 
17 .Desaperte os oito parafusos 8 milímetros de 
fixação do coletor de admissão; 
18.Utilize chave 8 milímetros para soltar os 
parafusos fixadores das bobinas de ignição; 
19 .Remova as bobinas; 
20.Remova o coletor de admissão; (Fig. 7) 
H ~------------------------------------------------------~~~ 
Fig. 7 - Remoção do coletor de admissão 
2l.Utilize chave E8 para soltar os dois parafusos 
de fixação da caixa do filtro de ar, e desloque-a da 
borboleta motorizada; (Fig.8) 
Fig.8 - Deslocamento da caixa do filtro de ar 
22.Retire a tampa do decantador de óleo, para 
isso, solte os oito parafusos 8 milímetros 
conforme a sequência indicada; (Fig. 9) 
Fig. 9 - Sequência de desaperto dos parafusos da 
tampa do decantador de óleo 
23.Em seguida, remova a caixa do filtro de ar; 
24.Remova os cinco parafusos do defletor de calor 
com chave 8 milímetros, e retire-o; 
25.Remova os dois parafusos 13 milímetros e a 
porca 16 milímetros que fixam o tubo primário ao 
coletor de escapamento; 
26.Remova a ferramenta de ancoragem do motor; 
DUSTER 1.6 16V- Sistemas Mecânicos-
27.Desaperte os 24 parafusos 8 milímetros de fixação 
da tampa de válvulas na sequência correta; (Fig.10) 
Fig. lO- Sequência de desaperto dos parafusos de 
fixação da tampa de válvulas 
28.Remova a ferramenta de travamento dos 
comandos de válvulas; 
29. Utilize chave 8 milímetros para soltar os dois 
parafusos de fixação da alça de içamento do 
motor, no lado do volante do motor, e retire-a; 
30.Retire a tampa de válvulas com auxílio de uma 
espátula; 
._-... ... 
Observe as referências nos coman­
dos de válvulas, para não confundir 
no momento da instalação. (Fig.11) 
Fig.ll - Referências nos eixos comandos de válvulas 
3l.Remova os eixos comandos de válvulas; 
32.Retire todos os balancins; (Fig.12) 
Fig.12- Remoção dos balancins 
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Mecânicos - Ca ote 
Conserve os balancins em local 
IAJ~[!g .. l limpo para evitar possíveis conta­
minações. 
33.Utilize saquete E12 e cabo de força para 
desapertar os dez parafusos fixadores do 
cabeçote, conforme a sequência de desaperto; 
(Fig.13) 
Fig.13- Sequência de desaperto dos parafusos de 
fixação do cabeçote 
34.Retire os parafusos do cabeçote; 
Optou-se pela remoção do cabeçote 
vinculado ao coletor de escapamen­
to devido ao difícil acesso aos para-
fusos que fixam tais componentes. 
Pl lnspeção do cabeçote 
Ao substituir a junta do cabeçote é 
recomendado inspecionar a planici­
dade das faces de contato do 
cabeçote e do bloco. O empeno admissível é de 
0,06 milímetros. Se a incerteza do calibrador 
for 0,01 milímetro, o limite superior da zona de 
conformidade é 0,05 milímetros. A lâmina de 
cinco centésimos de milímetro é, portanto, 
adequada para essa medição. 
l.Apoie a régua de fio (KI..-0140-76) de forma 
perpendicular à superfície do cabeçote; 
2.Tente inserir a lâmina de cinco centésimos de 
milímetro entre a régua e o cabeçote; (Fig.15) 
pi'CICI!Ciknenl s 1" . - h CORREIO e a amma na o passar em nen u-
~ ma posição, significa que o resul-
tado base é inferior a cinco centési­
mos. Nesse caso a superfície desse cabeçote está 
em conformidade. 
35.Solte o conector do sensor de oxigênio CHEGO 1); 
36.Remova cuidadosamente o cabeçote do motor 
juntamente com o coletor de escapamento; 
37.Por fim, retire ajunta do cabeçote. (Fig.14) 
Fig.14 - Remoção da junta do cabeçote 
Inspecione o seu estado: junta 
queimada indica alguma deficiência 
no sistema de arrefecimento; junta 
com problema de vedação é indício de desvio 
de planicidade na superfície do cabeçote e/ ou 
do bloco. 
fique A junta removida não deve ser 
reutilizada. No instante em que são 
aplicados os torques aos parafusos, 
a junta se deforma, moldando-se àquela 
posição específica, e não se assentará 
adequadamente noutra posição. 
Fig.lS- lnspeção do cabeçote 
3.Da mesma forma, inspecione a face do bloco. 
Se a lâmina não passar, significa 
que a planicidade está em confor­
midade. O que ocorre nesse caso. 
30 '---------------------------------------------------------------~--
rJ Instalação do cabeçote 
--~"""' 
Os resíduos de junta e outras 
impurezas devem ser removidos 
das superfícies do cabeçote e do 
bloco, e também dos orifícios dos parafusos, 
sem deixar que entrem nas galerias de água e 
de óleo. 
l.Selecione a nova junta do cabeçote, e instale-a 
no bloco do motor; 
~--liill"'l 
Atenha-se à sua correta posição de 
instalação, indicada pela guia 
presente no bloco do motor, à qual 
deve se encaixar ao seu respectivo orifício na 
junta. 
2.1nstale o cabeçote; (Fig.16) 
Fig.16- Instalação do cabeçote 
Evite movimentos bruscos para não 
danificar os anéis guias. 
3.Selecione os novos parafusos do cabeçote; 
Os parafusos do cabeçote devem ser 
substituídos. Eles se deformam no 
momento da aplicação do torque e 
não devem ser reutilizados. 
4.Lubrifique a rosca do novo parafuso com um fio 
de óleo novo, e o insira no seu alojamento; 
S.Repita o procedimento para os demais 
parafusos; 
6.Aperte os parafusos, de forma gradual, 
iniciando do centro para as extremidades, 
seguindo a sequência apresentada; Na primeira 
etapa, aperte os parafusos com torque de 20 ± 1 
Newton-metros. A seguir, aplique torque angular 
em mais duas etapas de 120 ± 6 graus em todos os 
parafusos; (Fig.17) 
Fig.17 - Sequência de aperto dos parafusos de 
fixação do cabeçote 
?.Instale os balancins; 
8.1nstale os eixos comandos de válvulas; (Fig.18) 
Fig.18 - Instalação dos eixos comandos de válvulas 
9 .Lubrifique os eixos comandos de válvulas e os 
tuchos hidráulicos; 
10.Aplique junta líquida para altas temperaturas 
na borda de contato do cabeçote; (Fig.19) 
Fig.19 - Aplicação de junta líquida na borda 
de contato do cabeçote 
~-------------------------------------------------------------J 31 
l~~~=dD~U~ST~E~R~1 -~6 ~16~V~-S~Is=w;m=as~M=~~nl~co;s·· ~C~a~~t~e ................................ ~~~-~~;~~;;~;~;:;~~............ ... ... ----
cabeçote. 
Não aplique excessivamente a 
junta, sob o risco de obstruir as 
galerias internas de lubrificação do 
11.1nstale a tampa de válvulas, apenas encos­
tando seus parafusos; 
12.Aperte seus parafusos com pré-torque de 8,0 ± 
0,4 Newton-metros seguindo a sequência de 
aperto; (Fig.20) 
Fig.20 - Sequência de aperto dos parafusos de 
fixação da tampa de válvulas 
13.Em seguida, aplique torque de 15,00 ± 0,75 
Newton-metros aos parafusos de 1 a 12, 14 a 19, 
21 e 24; E por fim, desaperte os parafusos 13, 20, 
22 e 23, e aperte-os novamente com 15,00 ± 0,75 
Newton-metros; 
14.1nstale o defletor de calor; 
15.Fixe também o coletor de escapamento ao tubo 
primário; 
16.Posicione a caixa do filtro de ar em seu devido 
alojamento; 
17.Aplique junta líquida para altas temperaturas 
na superfície da tampa de válvulas, sobre a qual se 
assentará a tampa do decantador de óleo; 
18.1nstale a tampa do decantador de óleo; 
19.Aplique torque de 10,0 ± 0,5 Newton-metros 
aos seus parafusos conforme a sequência 
indicada; (Fig.21) 
I 
Fig.21- Sequência de aperto dos parafusos da 
tampa do decantador de óleo 
20.Encaixe a caixa do filtro de ar à borboleta 
motorizada e em seguida, fixe-a à tampa do 
decantador de óleo por meio de seus parafusos; 
21 .Instale a ferramenta de travamento dos 
comandos de válvulas e a alça de içamento do 
motor; 
22.1nstale também a ferramenta de ancoragem do 
motor; 
23 .Instale o coletor de admissão; 
24.1nstale as bobinas de ignição; (Fig.22) 
25.Reconecte o terminal elétrico do sensor de 
detonação e instale o tubo distribuidor de 
combustível; (Fig.23) 
Fig.23 - Instalação do terminal do sensor de detonação 
26.Instale os terminais elétricos dos eletroinje­
tores, das bobinas de ignição, do sensor de 
temperatura do ar, do sensor de pressão absoluta 
do ar, da borboleta motorizada e do injetor de 
partida a frio; 
27.1nstale o protetor do tubo distribuidor de 
combustível; 
28.1nstale os demais componentes: a carcaça da 
válvula termostática com suas mangueiras, o 
conjunto filtro de ar, a bateria, a correia dentada, 
entre outros; 
29.Por fim, abasteça o sistema de arrefecimento 
na proporção de 40% de aditivo e 60% de água. 
\..J 
n 
r--\ 
.--..... 
----.. 
r--
r--
Mangueira 
do filtro de ar. 
Mais um 
lançamento 
da Sabó 
soprando 
a seu favor. 
55161 ~ FIAT 
55162 FIAT 
55163 FIAT 
55164 FIAT 
55165 G.M. 
55166 G.M. 
55167 G.M. 
Motor Flat Are 1.3L BV: Florlno (mod. Uno) 03107 
Motor Fira 1.3 L 8V MPI: Uno 041 ... 
Motor Flre 1.0L BV: Uno 02106 
Motor Flat Fn 1.011.3L 16V: 
Palio I Palio Weekend I Slena 01103 
Motor Flat Flre 1.4L BV: Flex Palio lldea I 
Palio Weekend I Slena I Strada 20061 ... 
Motor Flat Fn 1.0L BV: Palio 01104 
Motor Flre Flex 1.0L 8V: Palio 20061 ... ; Uno 06106 
Motor Are 1.3L BV: Palio 03106 I Palio Weekend I 
Slena I Strada 03105 
Motor G.M.1.6L 8V: Celta 01102; Motor 1.6L BV.MPFI: 
Corsa Classic 03/041 Corsa Pick-up 96103; 
Motor 1.011.6L BV.MPFI: Corsa 96102 
Motor G.M. 1.6L BV. Celta 01102; 
Motor 1.011.6L BV.MPFI: Corsa 96102; 
Motor 1.6LBV.MPFI: Corsa Claaslc 031041 
Corsa Plck-up 1111103 
Motor G.M. 1.011 .6L VHC: Celta I 
Corsa Classlc 031081 Prisma 200712008 
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Mangueira do Filtro de Ar 
Mangueira do Filtro de Ar 
Mangueira do Filtro de Ar 
(com Sensor) 
Mangueira do Filtro de AI 
(com Bocal para Sensor) 
Mangueira do Filtro de Ar 
(sem Bocal para Sensor) 
"' ~ 
50017371 
467811767 
517458681 
5503232 
551801981 
467811717 
90466213 
90411727 
93396087 
IaliJ/lJM 
TECNOLOGIA DA PERFEIÇÃO 
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DUSTER 1.6 16V- Sistemas Mecânicos- Freios 
O conjunto de freios que equipa o Renault Duster é de acionamento hidráulico com duplo circuito 
distribuído em diagonal. O sistema utiliza disco ventilado de diâmetro externo 269 milímetros e espessura 
mínima de aproximadamente 19,8 milímetros nas rodas dianteiras. Nas rodas traseiras, utiliza tambor, 
cujo diâmetro externo é de 260,5 milímetros e o interno é de 228 milímetros. O sistema utiliza também 
servofreio, com assistência a vácuo. O freio de estacionamento possui acionamento mecânico, atuante nas 
rodas traseiras, e o fluido de freio utiliza a especificação DOT 4. 
Diagrama do sistema de freios do Renault Duster 
PJ lnspeção no disco de freio 
1.Realize inicialmente a inspeção visual de todo o 
conjunto, procurando por vazamentos de fluido 
ou alguma falha grave, como quebra ou trinca de 
algum componente; 
2.A seguir, inspecione detalhadamente o disco 
ventilado quanto a sua espessura; 
A tolerância dimensional para a 
A11111rD~~- espessura do disco dianteiro novo, 
definida pelo fabricante, é 22,50 ± 
0,25 milímetros. O limite inferior da tolerância é 
22,25 milímetros e o limite superior da tolerância 
é 22,75 milímetros. 
estacionamento 
~ 
fique A espessura m1mma do disco, 
considerando o seu desgaste natural, 
é 19,80 ± 0,25 milímetros. O limite 
inferior da tolerância é 19,55 milímetros e o limite 
superior é 20,05 milímetros. 
Se utilizarmos um paquímetro com 
incerteza de 0,05 milímetros, a zona 
de conformidade do disco desgas­
tado é determinada somando-se 0,05 milímetros 
ao limite inferior da tolerância (19,55 milíme­
tros). Portanto, o resultado base da medição deve 
ser maior ou igual a 19,60 milímetros. 
34 ~----------------------------------------------------------~~ 
3.Realize a medição encaixando o paquímetro no 
disco. Ajuste os bicos à superfície do disco e faça a 
leitura da indicação; (Fig.1) 
Fig. I- Medição da espessura do disco de freio 
4.0 resultado base da primeira medição é 22,10 
milímetros; 
S.Realize outra medição a 180 graus da primeira; 
6.0 resultado base da segunda medição é, 
também, 22,10 milímetros; (Fig.2) 
Comparando o resultado base com a 
zona de conformidade podemos 
concluir que a espessura do disco está 
dentro da especificação do fabricante. Nesta 
condição poderá ser reutilizado. 
Os resultados das medições da 
espessura do disco devem ser 
expressos como: RM1 = RM2 = 
22,10 ± O,OSmm. 
7 .Agora, inspecione o disco quanto ao empeno; 
8.Para realizar estas medições, utilize o relógio 
comparador; 
Segundo especificação do fabricante, 
a tolerância máxima do empeno do 
disco é 0,100 ± 0,039 milímetros, ou 
seja, o limite inferior da tolerância é 0,061 
milímetros e o limite superior é O, 139 milímetros. 
DUSTER 1.616V- Sistemas Mecãnicos- Freios 
Se utilizarmos um relógio compa­
rador com incerteza de 0,013 
milímetros, a zona de conformi­
dade do disco empenado é determinada 
subtraindo-se 0,013 milímetros do limite 
superior da tolerância (O, 139 milímetros). 
Portanto, o resultado base da medição deve ser 
menor ou igual a O, 126 milímetros. 
9.Fixe a base magnética na suspensão do veículo. 
Posicione o apalpador na faixa externa do disco, que 
é mais suscetível a empenas, e zere o relógio; (Fig.3) 
Fig.3 - Instalação do relógio comparador 
10.Gire o disco de freio lentamente, por duas 
voltas completas, e faça a leitura da indicação do 
ponteiro; 
1l.Nessa medição observe que a variação do 
ponteiro no relógio ficou entre O e 10, ou seja, o 
empeno foi menor que O, 100 milímetros. 
Comparando o resultado com a zona 
de conformidade, conclui-se que o 
empeno do disco está dentro da 
especificação do fabricante. 
O resultado da medição é, portanto: 
RM < 0,100mm. 
Porém, é recomendável que se 
realize outras duas medições: na 
faixa central e na faixa interna do 
disco, para certificar-se de sua boa condição. 
pnMIICirneneo s d d. ~ . r'I.DI);;tle to as as me rçoes estiverem em 
I' iV conformidade, o disco poderá ser 
reutilizado. 
Em caso de necessidade de troca do 
disco, faça a substituição do disco do 
lado oposto, simultaneamente, para 
que suas espessuras fiquem equivalentes e 
produzam o mesmo deslocamento dos êmbolos 
das pinças, quando solicitados. 
---------------------------------------------------------------J 35 
DUSTER 1.6 16V ·Sistemas Mecânicos· Freios 
PJ Remoção do disco de freio 
!.Remova os dois parafusos de fixação da pinça de 
freio com auxílio de chaves 13 e 16 milimetros; (Fig.4) 
Fig.4 - Remoção da pinça de freio 
2.Desloque a pinça; 
Pendure a pinça na suspensão para 
._-... ...... não danificar o conduíte de freio; 
3.Remova as pastilhas; 
4.Utilize soquete 18 milímetros para remover os 
dois parafusos de fixação do suporte da pinça de 
freio; (Fig.5) 
Fig.S - Remoção do suporte da pinça 
5.Retire o suporte; 
6.Solte os dois parafusos de fixação do disco de 
freio com chave Torx T40, e remova o disco. (Fig.6) 
Fig.6 - Remoção do disco de freio 
lnspeção das pastilhas e insiDiação do conjunto 
1.Instale o disco de freio; 
2.Aplique torque de 14,0 ± 0,7 Newton-metros 
aos seus parafusos; 
3.Instale o suporte da pinça de freio, e aplique 
torque de 105,00 ± 5,25 Newton-metros aos seus 
parafusos; (Fig.?) 
Fig. 7 - Instalação do suporte da pinça de freio 
4.Na sequência, faça a medição das pastilhas; 
A espessura mínima do material de 
·.;;.;;.;;_,M atrito é 2,00 ± 0,25 milímetros, ou 
seja, os limites de tolerância estão 
compreendidos entre 1,75 milímetros e 2,25 
milímetros. 
Se utilizarmos o paquímetro com 
_ _ ""'" incerteza de 0,05 milímetros para 
realizar a medição, a zona de 
conformidade é obtida somando-se essa 
incerteza ao limite inferior da tolerância 1,75 
milímetros. Portanto, a zona de conformidade 
será maior ou igual a 1,80 milímetros. 
S.Ajuste a vareta de medição de profundidade do 
paquímetro ao material de atrito da pastilha e 
faça a leitura da indicação; (Fig.8) 
36 '-----------------------------------------------------------~~ 
Fig.8 - Medição da espessura das pastilhas 
6.0 resultado base obtido é 9,80 milímetros; 
Ao comparar o resultado base com a 
- .... -......, zona de conformidade certificamos 
que a espessura da pastilha está 
dentro da especificação e, portanto, ela pode ser 
reaproveitada. 
O resultado da medição deve ser 
~-.-. expresso da seguinte forma: RM = 
9,80 ± 0,05 mm. 
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Mecânicos - Frnios 
Como a pastilha já apresenta 
!A1-!!9~· desgaste, sugere-se que se faça uma 
nova revisão brevemente. Pastilhas 
com espessura inferior a 1,80 milímetros devem 
ser substituídas. 
?.Instale as pastilhas de freio; (Fig.9) 
Fig. 9 - Instalação das pastilhas 
8.Instale a pinça e aperte seus parafusos com 
torque de 35,00 ± 1,75 Newton-metros. 
Freios traseiros ·lnspeção e remoção das sapatos de freio 
LSolte cuidadosamente a tampa de proteção do 
rolamento do cubo de roda com auxílio de 
martelo e saca pino, e posteriormente, uma 
alavanca; (Fig.1) 
Fig.l - Remoção da tampa de proteção do 
rolamento do cubo de roda 
2.Desaperte a porca de fixação do cubo de roda 
com chave 36 milímetros e cabo de força, e retire-a; 
3.Retire cautelosamente o tambor de freio; 
(Fig.2) 
Fig.2 - Remoção do tambor de freio 
4.A seguir, realize a inspeção do material de atrito 
das lonas das sapatas de freio; 
·~!~I A tolerância dimensional da espes­
., sura do material de atrito das lonas 
das sapatas novas, definida pelo 
fabricante, é 5,00 ± 0,25 milímetros. O limite 
inferior da tolerância é 4, 75 milímetros e o 
limite superior da tolerância é 5,25 milímetros. 
------------------------------------------------------------~ 37 
A espessura mínima admissível para 
- ... - ........... o material de atrito das lonas das 
sapatas de freio, segundo o 
fabricante, é 2,00 ± 0,25 milímetros, ou seja, os 
limites de tolerância estão compreendidos 
entre 1, 75 milímetros e 2,25 milímetros. 
Se utilizarmos o paquímetro com 
___ ......., incerteza de 0,05 milímetros para 
realizar a medição, a zona de 
conformidade é obtida somando-se essa 
incerteza ao limite inferior da tolerância 1,75 
milímetros. Portanto, a zona de conformidade 
será maior ou igual a 1,80 milímetros. 
5.Ajuste o paquímetro à sapata e efetue a leitura 
da indicação; (Fig.3) 
Fig.3 - Medição da espessura do material 
de atrito da lona da 
6.0 resultado base da medição é 4,80 milímetros; 
(Fig.4) 
Fig.4 - Espessura encontrada 
Analisando o resultado base, pode­
mos concluir que a espessura do 
material de atrito da lona da sapata 
está dentro da especificação do fabricante. 
Nesta condição a sapata poderá ser reutilizada. 
O resultado da medição da espes­
sura do material de atrito da lona da 
sapata deve ser expresso como: RM 
= 4,80 ± 0,05 mm. 
7.Utilize um alicate universal para retirar a trava 
da sapata primária, a mola e o pino de retenção; 
S.Solte a mola do regulador automático com 
auXIlio de um gancho; (Fig.5) 
Fig.S - Remoção da mola do regulador automático 
9.Com o mesmo gancho, remova a mola de 
retomo inferior das sapatas de freio; (Fig.6) 
Fig.6 - Remoção da mola de retorno inferior das sapatas 
10.Remova a sapata primária; 
11.Retire a trava, a mola e o pino de retenção da 
sapata secundária; 
12.Desloque a sapata do espelho de freio, retire a 
mola de retomo superior, e solte o regulador 
automático com sua mola traseira; (Fig. 7) 
Fig. 7 - Remoção do regulador automático 
13.Solte o cabo do freio de estacionamento da 
sapata, e retire-a. 
38 '-----------------------------------------------------------~~ 
-
FJ Montagem do conjunto no veiculo 
LFaça a limpeza de todo o conjunto. lnspecione 
visualmente as peças quanto a trincas e desgaste 
excessivo; 
2.Monte o regulador automático com sua mola 
traseira na sapata secundária; (Fig.8) 
Fig.8 - Montagem do regulador automático 
na sapata secundária 
3.Encaixe na sapata também a mola de retomo 
superior e, em seguida, o cabo do freio 
estacionamento; 
4.Fixe-a ao espelho de freio; (Fig. 9) 
Fig.9- Travamento da sapata 
5.Encaixe a mola de retomo superior na sapata 
primária, e posicione a sapata no espelho de freio; 
6.lnstale a mola de retomo inferior às sapatas; 
Fique atento ao correto posiciona­
~ti!BJ~· mento do cabo do freio de estacio­
namento. Ele deve passar pela 
frente do seu alojamento. (Fig.1 O) 
Fig. lO- Correto posicionamento do cabo 
do freio de estacionamento 
DUSTER 1.616V- Sistemas Mecânicos- Freios #(# 
?.Trave a sapata primária ao espelho de freio; 
8.Encaixe na sapata, a alavanca e a mola do 
regulador automático, encaixando a extremidade 
da mola com auxílio de um gancho; 
Caso necessário, regule as lonas das 
sapatas através da porca dentada de 
ajuste. Com auXI1io de uma chave de 
fenda, aperte a porca no sentido anti-horário 
para abrir as sapatas. (Fig.ll) 
9.Verifique o correto encaixe e funcionamento do 
regulador automático das sapatas de freio; 
10.Teste o funcionamento do sistema: por 
algumas vezes, acione e solte o freio de 
estacionamento, e observe simultaneamente a 
sincronia dos movimentos do conjunto; 
Este modelo de sapata é dotado de 
uma haste auto ajustáveL Ao pisar 
sucessivamente no pedal de freio, o 
pinhão de ajuste se encarrega de regular 
automaticamente a distância entre as lonas e o 
tambor. 
1 Llnstale o tambor de freio; 
12.lnstale a porca do cubo de roda, e aplique 
torque de 175,00 ± 8, 75 Newton-metros; (Fig.12) 
Fig.12- Instalação da porca de fixação do cubo de roda 
13.Por fim, instale a tampa de proteção do 
rolamento do cubo de roda. 
39 
DUSTER 1.6 16V- Sistemas mecânicos- Embreagem 
O sistema de embreagem tem a função de acoplar e desacoplar o motor à caixa de marchas, permitindo a 
transferência do torque do motor às rodas do veículo. O sistema presente no Duster é composto pelo disco 
de embreagem, chapa de pressão (platô) e atuador hidráulico. A substituição da embreagem é 
recomendada quando houver endurecimentoexcessivo do pedal, dificuldade na mudança de marchas ou 
"patinação". E sempre que houver a necessidade de substituir algum componente do sistema de 
embreagem, deve-se substituir todo o conjunto. 
~ Remoção da embreagem 
l.Desconecte os cabos da bateria com chave 10 
milímetros, e desloque-os; 
2.Retire o parafuso 13 milímetros de fixação da 
bateria, e remova-a do veículo; 
3.Remova também o apoio da bateria; (Fig.1) 
Fig.l - Remoção do apoio da bateria 
4.Desconecte o tubo de sucção de ar do conjunto 
filtro de ar e solte os parafusos fixadores o 
conjunto com chave Torx T25; 
S.Desconecte a mangueira de aeração da tampa 
de válvulas, e em seguida, retire o conjunto filtro 
de ar; (Fig.2) 
Fig.2 - Desconexão da mangueira de aeração 
da de válvulas 
6.Remova a cobertura do para-choque; 
Posicione um coletor de fluidos abai­
xo do veículo para drenar o fluido do 
sistema de arrefecimento. 
?.Utilize alicate bomba d'água para soltar a 
abraçadeira da mangueira inferior do radiador, e 
desconecte-a; 
8.Aguarde o escoamento completo do líquido de 
arrefecimento; 
9.Conecte novamente a mangueira do radiador e 
ajuste a abraçadeira; 
10.Remova os dois parafusos 10 milímetros de 
fixação do suporte das mangueiras de arrefeci­
mento ao cabeçote; (Fig.3) 
Fig.3 - Remoção do suporte das mangueiras do 
sistema de arrefecimento 
11.Retire o suporte; 
12.Desconecte as mangueiras do sistema de 
arrefecimento com auxílio de alicate bomba 
d'água, e desloque-as; 
13.Desconecte também o terminal elétrico do 
sensor de temperatura do líquido de arrefeci­
mento (ECT); 
14.Solte os dez parafusos 8 milímetros que fixam 
a carcaça da válvula termostática ao cabeçote; 
(FigA) 
Fig.4 - Remoção da carcaça da válvula termostática 
15.Remova a carcaça e sua junta; 
16.Desconecte o terminal elétrico do sensor de 
posição da árvore de manivelas ( CKP); 
17.Solte os parafusos 10 milímetros que fixam o 
sensor CKP, e retire-o; (Fig.S) 
Fig.S · Remoção do CKP 
18.Desconecte o terminal elétrico do sensor de 
velocidade (VSS); (Fig.6) 
Fig.6 - Remoção do terminal elétrico do VSS 
DUSTER 1.616V- Sistemas mecânicos- Embreagem 
--.::o..~:-
19. Utilize chave de fenda para soltar os cabos de 
seleção das marchas fixos ao conjunto seletor de 
mudança de marchas; (Fig. 7) 
Fig. 7 - Remoção dos cabos de seleção das marchas 
20.Em seguida, desprenda os cabos da caixa de 
marchas e desloque-os; 
21.Remova os sete parafusos superiores de 
fixação da caixa de marchas com chave 13 
milímetros; 
22.1nstale a ferramenta específica de ancoragem 
do motor; 
23.No lado dianteiro esquerdo, trave o cubo de 
roda com a ferramenta específica; (KL-0115) 
24.Utilize saquete 30 milímetros e cabo de força 
para remover a porca da homocinética; (Fig.8) 
Fig.8 - Remoção da porca da homocinética 
25.Retire a ferramenta de travamento do cubo de 
roda; 
26.Remova a porca 18 milímetros de fixação do 
pivô da suspensão à manga de eixo, e em seguida, 
desloque-o; (Fig.9) 
~~------------------------------------------------------------~ 41 
Fig.9- Remoção da porca do pivô da suspensão 
27.Com aUXIlio de chaves Torx T30 e 16 milíme­
tros, desaperte a porca do terminal da barra de 
direção; 
28.Utilize um extrator de juntas articuladas para 
desacoplar o terminal de direção; (Fig.10) 
Fig. lO- Extração do pivô do terminal da barra de direção 
29.Remova a porca do terminal, e desloque-o; 
30.Desloque a manga de eixo, desacoplando o 
semieixo da homocinética do cubo de roda; 
31.Remova os dois parafusos de fixação do leque à 
travessa da suspensão com auxílio de chaves 21 
milímetros, e retire o leque; 
32.Remova a porca 13 milímetros de fixação do 
tirante da suspensão à carroçaria do veículo; 
33.Utilize chaves 16 milímetros e hexagonal 5 
milímetros para remover a porca de fixação do 
tirante da barra estabilizadora à torre da 
suspensão; (Fig.ll) 
Fig.ll- Remoção da porca do tirante da barra estabilizadora 
34.Desloque o tirante; 
35.Repita os procedimentos da desmontagem da 
suspensão dianteira no lado direito do veículo; 
36.Com saquete 18 milímetros, remova os dois 
parafusos de fixação do suporte pendular inferior 
que fixa a caixa de marchas à travessa da 
suspensão, e retire-o; (Fig.12) 
Fig.l2- Remoção do suporte pendular inferior 
37.Posicione adequadamente o macaco telescó­
pico sob a travessa de suspensão para apoiá-la; 
(KL-0145-10) 
38.Remova a travessa da suspensão. Para isso, 
remova os dois parafusos 21 milímetros de 
fixação à barra da direção hidráulica; os 4 
parafusos 16 e os 2 parafusos 18 milímetros que 
fixam as travessas menores; o parafuso 1 O e os 
dois parafusos 13 milímetros que fixam a 
tubulação do ar condicionado à travessa; e por 
fim, os dois parafusos 18 milímetros que fixam a 
travessa à carroçaria; (Fig.13) 
Fig.l3- Remoção do parafuso de fixação da tubulação 
do ar condicionado à travessa da suspensão 
Remova a trava que fixa o conden­
sador ao para-choque e utilize de 
abraçadeira plástica para prender o 
condensador ao para-choque para evitar a sua 
queda ao remover a travessa da suspensão. 
(Fig.14) 
42 '-------~------------------------------------------------------~~ 
Fig.14 - Remoção da trava que fixa o condensador 
ao para-choque 
39.Desça cautelosamente a travessa de suspensão 
apoiada no macaco telescópico; (Fig.15) 
Fig.lS- Remoção da travessa da suspensão 
40.Desconecte o terminal elétrico do interruptor 
de ré; 
4l.Remova os dois parafusos 13 milímetros que 
fixam a tubulação da direção hidráulica à caixa de 
marchas; 
42.Com alicate de bico, solte a trava e remova o 
tubo da embreagem hidráulica; (Fig.16) 
Fig.l6- Remoção do tubo da embreagem hidráulica 
43.Solte o terminal de aterramento preso à caixa 
de marchas, com chave 13 milímetros; (Fig.17) 
Fig.l7- Remoção do aterramento preso à caixa de marchas 
44.Remova o parafuso 10 milímetros que fixa o 
suporte da mangueira do sistema de arrefeci­
mento à caixa de marchas; (Fig.18) 
Fig.l8- Remoção do parafuso do suporte da 
mangueira do sistema de arrefecimento 
45.Remova os três parafusos 13 milímetros que 
fixam o suporte da homocinética à caixa; (Fig.l9) 
Fig.l9- Remoção do suporte da homocinética 
~~------------------------------------------------------_J ~ 
DUSTER 1.616V- Sistemas mecânicos- Embreagem 
46.Posicione novamente o macaco telescópico 
para sustentar a caixa de marchas; 
4 7 .Retire a porca e os quatro parafusos inferiores 
13 milímetros que fixam o cárter à caixa de 
marchas; 
48.Remova o suporte superior de fixação da caixa 
de marchas. Para isso, retire todos os seus 
parafusos e porcas com auxílio de chaves 16 e 18 
milímetros; (Fig.20) 
Fig.20 - Remoção do suporte superior de 
da caixa de marchas 
-..,,......._.~-
Pl lnstolação da embreagem 
1.Instale o conjunto composto pelo disco de em­
breagem e o platô. Encoste seus parafusos 
fixadores, sem apertá-los completamente; 
2.Insira a ferramenta de centralização no orifício 
cêntrico do disco; 
3.Aperte os parafusos de forma alternada e grada­
tiva, tomando cuidado para não descentralizar o 
disco; 
4.Aplique torque de 20 ± 1 Newton-metros aos 
parafusos de fixação do platô; (Fig.22) 
Fig.22 - Aperto dos parafusos do platô 
S.Retire a ferramenta de centralização e certifi­
que-se se a embreagem está corretamente alin­
hada; (Fig.23) 
49. Utilize uma espátula para desencaixar a caixa 
de marchas cuidadosamente; 
SO.Desça o macaco e retire a caixa de marchas; 
(Fig.21) 
Sl.Solte os seis parafusos 11 milímetros de 
fixação da chapa de pressão e remova-a 
juntamente com o disco de embreagem. 
Fig.23 - Embreagem alinhada 
6.Leve a caixa de marchas sobre o macaco teles­
cópico para instalá-la no veículo; 
7 .Eleve e guie com cuidado o macaco com a caixa, 
até alojá-la adequadamente, alinhando a 
extremidade da árvore primária ao centro do 
volante do motor; 
Evite movimentos bruscos. Posi­
cione a caixa de marchas correta­
mente em seu alojamento, tomando 
os devidos cuidados para que a árvore primária 
seja introduzida no orifício dodisco, sem 
danificá-lo. 
44 ~----------------------------------------------------------~~ 
8.Encoste os parafusos de fixação da caixa de 
marchas; (Fig.24) 
Fig.24 - Instalação da caixa de marchas 
9 .Retire o macaco telescópico; 
10.Instale o suporte superior de fixação da caixa 
de marchas, e aplique torque de 105,00 ± 5,25 
Newton-metros aos seus parafusos; 
11.Instale o conector do interruptor de ré; 
(Fig.25) 
Fig.25 - Instalação do conector do interruptor de ré 
12.Fixe a tubulação da direção hidráulica á caixa; 
(Fig.26) 
Fig.26 - Fixação da tubulação da direção hidráulica à caixa 
13.Instale o aterramento à caixa de marchas; 
DUSTER 1.6 16V- Sistemas mecânicos- Embreagem 
14.Instale o tubo da embreagem hidráulica; 
15.Aplique torque de 44,0 ± 2,2 Newton-metros 
aos parafusos fixadores da caixa; 
16.Fixe o suporte da homocinética à caixa; 
17.Instale a travessa da suspensão; 
18.Instale também os demais componentes da 
suspensão em ambos os lados do veículo: o leque, 
o terminal da barra estabilizadora, o terminal da 
direção, o pivô da suspensão; 
19.Aplique torque de 62,0 ± 3,1 Newton-metros 
aos parafusos de fixação do leque à travessa; 
(Fig.27) 
Fig.27 - Aperto do leque 
20.Retire a abraçadeira plástica e reinstale a trava 
de fixação do condensador ao para-choque; 
21.Instale o suporte pendular inferior; (Fig.28) 
Fig.28 - Instalação do suporte pendular inferior 
22.Instale a porca da homocinética; 
23.Instale os cabos de seleção das marchas e o 
terminal elétrico do sensor de velocidade (VSS); 
24.Instale o sensor de posição da árvore de 
manivelas (CKP) e seu terminal elétrico; 
25.Por fim, instale a carcaça da válvula 
termostática com suas mangueiras, o conjunto 
filtro de ar, a bateria e a cobertura do para­
choque. 
~~-----------------------------------------------------------J 45 
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Nos veículos automotivos, o sistema de arrefecimento é 
encarregado de manter a temperatura no ponto ideal. 
Quando o sistema opera nessa condição, o motor tem 
melhor desempenho, maior durabilidade, maior 
economia de combustível, menor desgaste e atrito entre 
os seus componentes, menor emissão de poluentes, e 
necessitará, com menos frequência, de manutenção. O 
sistema de arrefecimento do Renault Duster é fechado, 
ou seja, ele troca calor com o meio externo por meio de 
um radiador, baixando a temperatura do líquido para 
que seja novamente aproveitado. O sistema também é 
pressurizado, o que contribui para reduzir as perdas por 
evaporação, e faz com que a eficiência do sistema seja 
., Esquema do sistema de arrefecimento do motor 
DUSTER 1.6 16V- Sistemas Mecânicos- Sistema de arrefecimento 
maior. A circulação do líquido de arrefecimento no 
motor é realizada pela bomba d'água, que é uma bomba 
centrífuga, localizada na parte lateral direita do bloco 
do motor. Acionada pela correia dentada, a bomba 
proporciona velocidade de circulação ao líquido. O 
líquido é composto por água e aditivos com 
propriedades lubrificantes, antioxidantes e inibidores 
de corrosão em meio aquoso; a concentração da 
mistura, segundo recomendação do fabricante, é de 35 
a 50% de aditivo, complementando com água potável. 
O sistema tem capacidade para, aproximadamente, 6,0 
litros. 
Especificação técnica 
MTE-THOMSON 
Válvula termostática 
VT438.89 
N° Componente 
11 Reservatório de expansão 
fi Sensor de temperatura ECT 
IJ Mangueira inferior do radiador 
1191 Mangueira superior do radiador 
IJ Radiador 
IJ Eletroventilador 
IJ Carcaça da válvula termostática 
IJ Bomba d'água 
EJ Trocador de calor interno 
~~------------------------------------------------------------~ 47 
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o 
o 
n 
o 
o 
o 
n 
n 
'-
DUSTER 1.6 16V- Sistemas mecânicos -Substituição de filtros 
Especificação técnicaTECFIL 
l.Solte a presilha de borracha e desconecte o tubo 
de sucção de ar do conjunto filtro de ar; (Fig.l) 
Fig.l- Remoção do tubo de sucção de ar 
2.Desconecte a mangueira de aeração da tampa 
de válvulas; 
3.Solte os parafusos fixadores do alojamento do 
filtro de ar com chave Torx T25, e remova-o; (Fig.2) 
Fig.2 - Remoção dos parafusos fixadores do 
alojamento do ffitro 
Filtro de ar 
ART5051 
4.Retire o filtro do seu alojamento; 
S.Selecione o novo filtro de ar; 
6.Insira-o em seu alojamento, e fixe o conjunto, 
apertando seus parafusos; (Fig.3) 
Fig.3 - Encaixe do ffitro de ar em seu alojamento 
7 .Instale o tubo de sucção de ar; 
8.Por fim, instale a mangueira de aeração da 
tampa de válvulas. (FigA) 
Fig.4 - Instalação da mangueira de aeração da 
tampa de válvulas 
DUSTER 1.616V- Sistemas mecânicos- Substituição de filtros 
I4JI!JI~I O filtro de cabine está localizado no 
l• interior do veículo do lado do 
passageiro, logo abaixo do porta­
luvas. (Fig.l) 
Fig.l - Alojamento do filtro de cabine 
l.Utilize chave Torx T20 para remover os três 
parafusos de fixação da tampa do alojamento do 
filtro; 
2.Retire a tampa; 
3.Em seguida, remova o filtro; (Fig.2) 
Especificação técnica TECFIL 
Filtro de cabine 
ACP820 
Fig.2- Remoção do filtro de cabine 
Inspecione o estado em que se 
encontra o filtro. É recomendada a 
substituição do filtro com muita 
poeira e sujeira retida. 
4.Selecione um novo filtro de cabine; 
S.Encaixe-o adequadamente em seu alojamento, 
atento ao seu lado correto de instalação; 
6.Finalmente, instale a tampa. 
~ ~----------------------------------------------------~-r-"\ 
f "rtfe'c:#il Especificação técnicaTECFIL 
Filtro de combustível 
GIS0/7 
A linha de combustível deve estar 
.._-.,..... despressurizada. 
1.Dê partida no motor, solte o terminal elétrico da 
bomba de combustível, e aguarde que o motor 
desligue por falta de combustível; (Fig.1) 
Fig.l · Remoção do tenninal elétrico da bomba de combustível 
2.Desligue a chave de ignição e reconecte o 
terminal elétrico da bomba; 
3.Utilize alicate para combustível para soltar as 
mangueiras presas ao filtro; (Fig.2) (KL-0121-38) 
DUSTER 1.616V ·Sistemas mecânicos· Substituição de filtros 
Fig.2 - Remoção das mangueiras presas ao filtro 
4.Remova o filtro de combustível; 
S.Selecione o novo filtro de combustível; 
6.Instale-o no veículo, fixando a ele as manguei­
ras. (Fig.3) 
Fig.3 - Instalação do filtro de combustível 
Observe a seta de indicação do 
fluxo de combustível. Ela deve 
indicar o sentido da esquerda para a 
direita do veículo. (FigA) 
FigA - Seta indicando o sentido do fluxo de 
combustível no filtro 
DUSTER 1.6 16V- Sistemas mecânicos- Substituição de filtros 
PSL77 
.., c:#il 
PSL77 
FilHW DE óLEO 
!.Desaperte as duas porcas 13 milímetros de 
fixação do protetor do tubo distribuidor de 
combustível, e remova-o; (Fig.l) 
Fig.l - Protetor do tubo distnbuidor de combustível 
2.Remova o filtro de óleo com auxílio de 
ferramenta adequada; 
3.Selecione o novo filtro de óleo; 
Lubrifique a borracha do filtro com 
óleo novo. 
Especificação técnicaTECFIL 
Filtro de óleo 
PSL77 
4.Instale o filtro; (Fig.2) 
Fig.2 - Novo filtro de óleo instalado 
Aperte o filtro apenas com a força 
da mão. 
S.E por fim, instale o protetor do tubo distribuidor 
de combustível. 
51 ~------------------------------------------------------------~~( GEDORE) W DUSTER 1.616V - Sistemas Mecânicos- Torques de aperto 
PJ Tabela de forques de aperto 
PIDNCIPAISTORQUESDEAPERTO 
Descrição 
Bujão de dreno do cárter 
Parafuso da alça de içamento (lado do volante do motor) 
Parafuso da polia dentada da árvore de manivelas 
Parafuso da polia auxiliar da correia dentada 
Parafuso da polia auxiliar da correia micro-V 
Parafuso de fixação do aterramento à caixa de marchas 
Parafuso do tensor da correia micro-V 
Parafuso superior do tirante da suspensão 
Parafusos da bomba d'água 
Parafusos da bomba de óleo 
Parafusos da cobertura superior da correia dentada 
Parafusos da pinça de freio 
Parafusos da tampa de válvulas 
Parafusos da tampa do decantador de óleo 
Parafusos de fixação da borboleta motorizada 
Parafusos de fixação da caixa de marchas 
Parafusos de fixação da carca~ da válvula termostática 
Parafusos de fixação da roda · 
Parafusos de fixação da travessa da suspensão dianteira 
Parafusos de fixação do cárter à caixa de marchas 
Parafusos de fixação do cárter ao bloco do motor 
Parafusos de fixação do disco de freio 
Parafusos de fixação do leque à travessa da suspensão 
Parafusos de fixação do platô 
Parafusos do cabeçote do motor 
Parafusos do coletor de admissão 
Parafusos do defletor de calor 
Parafusos do suporte da pinça de freio 
Parafusos do suporte superior da caixa de marchas 
Parafusos do tubo distribuidor de combustível 
Parafusos dos suportes do motor 
Parafusos inferiores de fixação do amortecedor 
Porca de fixação do cubo de roda traseiro 
Porca de regulagem do terminal de direção 
Porca do tensor da correia dentada 
Porca do terminal de direção 
Porca superior do amortecedor 
Porcas de fixação do coletor de escape ao cabeçote 
Velas de ignição 
Valores (Nm) 
25,00 ± 1,25 
11,00 ± 0,55 
(40 ± 2) + (145,00 ± 7,25)" 
45,00 ± 2,25 
21,00 ± 1,05 
21,00 ± 1,05 
21,00 ± 1,05 
21,00 ± 1,05 
11 ,00 ± 0,55 
22,0 ± 1,1 
41,00 ± 2,05 
35,00 ± 1,75 
(8,0 ± 0,4) + (15,00 ± O, 75) 
10,0 ± 0,5 
13,00 ± 0,65 
44,0 ± 2,2 
11,00 ± 0,55 
105,00 ± 5,25 
1 05,00 ± 5,25 
(8,0 ± 0,4) + (44,0 ± 2,2) 
(8,0 ± 0,4) + (14,0 ± 0,7) 
14,0 ± 0,7 
62,0 ± 3,1 
20 ± 1 
(20 ± 1) + (120 ± 6)" 
+ (120 ± 6)" 
9,00 ± 0,45 
12,0 ± 0,6 
105,00 ± 5,25 
105,00 ± 5,25 
21,00 ± 1,05 
62,0 ± 3,1 
105,00 ± 5,25 
175,00 ± 8,75 
50,0 ± 2,5 
27,00 ± 1,35 
37,00 ± 1,85 
21,00±1,05 
23,00 ± 1,15 
25,00 ± 1,25 
~--------------------------------------------------------------~ 53 
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Mecânicos - Ferramentas utilizadas ( GEDORE) W 
FerramentDs utilizadas na realização de procedlmentDs neste manual 
Martelo tipo bola 
Gedore: 8601-200 
Jogo de soquetes 
Gedore: 019 PMZ 
Gedore: 4420-01 
Ferramenta para ancoragem 
do motor 
\ 
t 
Extra to r de juntas articuladas 
KLANN: KL-0163-1 
Paquímetro universal 
Digimess 
TorcoFlex-k 
Gedore: 3550-20 
Jogo de chaves combinada 
Gedore: 1 B-26M 
Ex1ensão flexível imantada 
Gedore: 450 
Ferramenta de centralização 
do disco de embreagem 
Cabo arúculado 
KLANN: KL-4007-311 
Micrômetro 0-25 mm 
Digimess 
Alicate de corte diagonal 
Gedore: 8314-16010X 
Talhadeira-Punção-Saca-pino 
Gedore: VK 245 
Jogo de soquetes torx 32 peças 
KLANN: KL-4041-300K 
Macaco telescópico universal 
KLANN: KL.0145-10 
Ferramenta para travar cubo de roda 
KLANN: KL-0115 
Calibrador de lãminas 
0,05 - 1,00 mm 
Chave de fenda simples 
Gedore: 150-5/16x6" 
Carro de ferramenta 
Gedore: 1580 
Jogo de soquetes sextavado 
KLANN: KL-4021-300K 
Ferramenta para sincronização 
dos eixos comandos de válvulas 
Raven: 151001 
Goniômetro para torque angular 
Scanner automotivo - Rasther III 
Tecnomotor 
54 '------------------------------------------------------------------,...--. 
(GEDORE)~ DUSTER 1.6 16V - Sistemas Mecânicos - Instrumentos de medição 
.. .-. ;~ 
SISTEMAS MECANICOS · ~~ 
Instrumentos de medição utilizados ·.:· :~~ 
lll Rel6glo comparador 
Instrumento 
Relógio comparador analógico 
Mostrador com indicação 0-100 
Paquimetro 
Paquímetro de titânio 
Torquimetro 
Multímetro 
Função 
Tensão DC 
Resistência 
Torquímetro de estalo 
Cálculo da incerteza de medição (IM): 
·-
Graduação (mm) 
0,01 
Graduação (mm) 
0,05 
Capacidade 
8-300 Nm 
Capacidade 
600,0 mV a 1000,0 V 
600,0 na 1000,0 kO 
Sendo a incerteza (Accuracy) definida por Accuracy = %Acc + Nacc; 
U a leitura da indicação e R a resolução do instrumento, temos: 
IM = ± (Fl + F2) unidade 
onde: Fl = %Acc x U 
F2 = NaccxR 
Instrumento 
Manômetro analógico 
Calibrador de laminas 
Capacidade 
O- 300 psi 
Força de medição 
mãxima (N) 
1,4 
Faixa de medição 
(mm) 
o- 150 
Graduação 
(Nm) 
2 a 10 
Resolução 
0,1 mVa 1 V 
0,1 na 1 kO 
Graduação 
(psi) 
5 
Incerteza (mm) 
± 0,013 
Incerteza (mm) 
± 0,05 
Incerteza ("'o) 
5% 
Incerteza 
2,0% + 3 
3,0% + 5 
Incerteza ("'o) 
5% 
\\\I! Jj , 
~L----------------------------------------------------------- ,~, 
Cálculo da incerteza de medição (IM): .. -
A resolução (R) do calibrador é determinada subtraindo-se o valor encontrado para a folga medida, do 
valor da lâmina imediatamente superior. 
E a incerteza da medição é igual a R/5. 
~~---------------------------------------------------------J 55 
• Velas de Ignição • 
• Correias V, Poly V e Sincronizadoras • 
Atuador de Marcha Lenta • Bico lnjetor • Bomba de Combustível • Retificador • Diodo 
Equipamento de Teste • Fita Isolante • Módulo de Ignição • Palheta • Regulador de 
Voltagem • Sensor de Detonação • Sensor de Fase • Medidor de Fluxo de Ar • Sensor de 
Posição da Borboleta • Sensor de Rotação • Sensor MAP • Sonda Lambda 
) 
c 
') 
o 
r; 
Ir--"\ 
r 
C) 
êGAUSS 
AlternadorVALEO 14V/100A 
Regulador de tensão GA 984 
Placa retificadora GA1885 
êGAUSS 
®GAUSS 
DUSTER 1.6 16V- Sistemas Elétricos- Alternador 
Teste do sistema de cargo 
correta; 
Utilize o volt-amperímetro VA 600 
GAUSS conectado aos cabos da 
bateria, observando a polaridade 
l.Instale inicialmente os cabos do voltímetro; (Fig. 1) 
Fig. l-Cabos do voltímetro instalados 
2.Certifique-se da tensão na bateria que deve ser 
de aproximadamente 12,5 volts; (Fig. 2) 
Fig. 2-Certificação da tensão para execução do teste 
r. 
3.Em seguida instale os cabos de potência; (Fig. 3) 
~CJ-J~----------------------------------------------------__, 57 
J 
OUSTER 1.6 16V - Sistemas Elétricos - Alternador 
Fig. 3-Cabos de potência instalados 
4.Instale a pinça amperimétrica e fazendo a 
medição pelo cabo positivo, realizando assim, 
uma melhor leitura da corrente. Observe o sentido 
correto, indicado pela seta. O sentido é da saída 
do alternador para a bateria; (Fig.4) · 
Fig. 4-Indicação da instalação correta da pinça amperimétrica 
S.Pinçainstalada; (Fig. 5) 
Fig. 5-Pinça instalada 
6.Dê a partida no motor; 
?.Logo que o motor entra em funcionamento é 
observado um aumento da intensidade da 
corrente, pelo regulador de tensão, compensando 
o desgaste no momento da partida; (Fig. 6) 
I 
êGAUSS 
Fig. 6-Corrente alta após partida 
Volt·Amperlmetro VA 
8. Após isso, a corrente diminui sua intensidade, 
mantendo os componentes do sistema de injeção, 
ignição, bomba de combustível, entre outros; 
(Fig.?) 
Fig. 7 -Queda na corrente após funcionamento 
Volt·Amperlmetro VA 
A 
f®GAUSS 
Observe que em baixa rotação o 
~JfJJ.a regulador de tensão do alternador 
limita a tensão gerada em 14,0 
volts; (Fig. 8) 
9 .Mantenha a rotação do motor próxima de 3.000 
rpm; 
Fig. 8-Manutenção da tensão em 14 volts 
Aplique alta carga, semelhante à 
capacidade máxima do alternador; 
~ ~---------------------------------------------------r~ 
®GAUSS 
10.A carga aplicada, em tomo de 100 amperes 
está em conformidade com a capacidade máxima 
do alternador; (Fig. 9). 
Fig. 9-Carga compatível com o alternador 
1l.Faça, agora, o teste com os próprios consumi­
dores do veículo; 
12.Acenda as lanternas, os faróis alto e baixo, e a 
ventilação interna mais o ar-condicionadoque, ao 
serem acionados comandam o eletroventilador, e 
observe, nos visores do volt/amperímetro que a 
cada consumidor ligado o amperímetro acusa 
maior intensidade da corrente elétrica, isto é, 
Slstem11 de CIITJII • RemllfãD do 11ltem11dor 
O alternador está localizado na 
parte superior direita do veículo, 
entre a bomba da direção hidráulica 
e o compressor do ar condicionado. 
1.Desconecte o cabo negativo da bateria; 
2.Remova a capa do pára-choque; (Fig. 11) 
DUSTER 1.616V- Sistemas Elétricos -Alternador 
quando a pinça amperimétrica estiver instalada 
no cabo positivo da bateria, sendo esta a função 
do regulador de tensão; (Fig. 10) 
Fig. lO-Aumento da corrente em função dos consumidores 
Volt·Amperlmetro VA 
A 
13.Quando a alta carga é retirada e os consumi­
dores desligados, a corrente e a tensão retomam 
aos valores iniciais; 
14.Remova os cabos e retire o volt/amperímetro; 
Se forem obtidos esses resultados, 
significa que o sistema de carga está 
perfeito. Caso contrário, o alterna-
dor deve ser removido para manutenção. 
3.Remova o conjunto do farol direito para facilitar 
o acesso ao alternador; (Fig. 12) 
Fig. 12-Remoção do conjunto do farol do lado direito 
4.Eleve o veículo; 
S.Com chave 15 milímetros e extensão longa 
acione o tensionador no sentido horário para 
remover a correia do alternador; (Fig. 13) 
~~-----------------------------------------------------------J 59 
DUSTER 1.6 16V • Sistemas Elétricos • Alternador 
Fig. 13-Movimentação do tensionador para 
remoção da correi,;;a_..._,,...... 
6.Utilize cabo de força articulado e soquete longo 
13 milímetros para tirar o torque e remover os 
parafusos externos do compressor do ar-condicio­
nado; (Fig. 14) 
,, 
~ 
Fig. 14-Retirando o torque dos parafusos do 
compressor do ar condicionado 
7.Em seguida remova os parafusos internos do 
compressor; 
8.Desloque o compressor; 
9.Com chave combinada 13 milímetros, retire o 
torque dos parafusos de fixação do alternador; 
(Fig. 15) 
Fig. 15-Retirando torque dos parafusos 
de fixação do alternador 
10.Em seguida utilize catraca com soquete para 
deslocá-los; (Fig. 16) 
êGAUSS 
Fig. 16-Finalizando a remoção com soquete e catraca 
(Fig. 17) 
O parafuso inferior não sai inteira­
mente, para isso existe um recorte 
no suporte inferior do alternador. 
Fig. 17-Recorte no suporte inferior do alternador 
11.Abaixe o veículo; 
12.Remova as porcas e retire o suporte de prote­
ção da flauta dos bicos injetores; (Fig. 18) 
Fig. 18-Remoção da proteção da flauta dos bicos injetores 
13.Desloque a flauta com seus injetores; 
~ '-------------------------------------------------------------~-,.....--. 
®GAUSS 
14.Retire também os parafusos do suporte de 
proteção da flauta; (Fig. 19) 
Fig. 19-Remoção dos parafusos de fixação da 
proteção da flauta 
1S.Solte os parafusos de fixação do tubo de óleo 
da direção hidráulica para movimentá-lo. 
16.Remova o conector do alternador; 
17.Com chave 13 milímetros retire a porca que 
fixa o cabo B+; 
18.Utilize espátula metálica para deslocar o 
alternador; (Fig. 20) 
Fig. 20-Utilização de espátula para deslocar o alternador 
I'!] lnspeçilo e testes dos componentes 
1.Correla 
---....... 
A correia não deve ter desgaste 
excessivo, trincas, perda de borra-
cha e nem estar ressecada; 
2.Rolamentos 
--"' 
Os rolamentos não devem apresen­
tar folgas e nem ruídos excessivos; 
DUSTER 1.6 16V • Sistemas Elétricos • Alternador 
19.Remova o alternador; (Fig. 21) 
Fig. 21-Deslocamento e remoção do alternador 
Desmonte completamente o alter­
nador e lave seus componentes, 
secando-os em seguida para reali­
zação da montagem. 
3. Anlls coletores 
a.O diâmetro dos anéis coletores é de 14,0 milí­
metros aproximadamente; 
Substitua o rotor em caso de qual­
quer desgaste nos anéis. 
~------------------------------------------------------------ 61 
DUSTER 1.6 16V • Sistemas Elétricos • Alternador 
b.Meça, com um multímetro, a resistência do 
enrolamento de campo -rotor; (Fig. 22) 
Fig. 22-Valor de resistência do enrolamento 
proc:eclmento Deve ser de aproximadamente 2, 7 
~ r/ Ohms; 
c.Faça o teste de isolamento entre o enrolamento 
e a armadura metálica; (Fig. 23) 
Fig. 23-Teste de isolamento 
d.Se o valor apresentado estiver muito acima do 
especificado, próximo de zero Ohm ou em 
contato com a armadura metálica que envolve o 
enrolamento, substitua o rotor; 
li. Estator 
--, ..... l;jililll 
As extremidades das bobinas do 
estator devem estar separadas e 
isoladas umas das outras para 
execução dos testes. 
.__..., 
®GAUSS 
Utilize o multímetro na função teste 
de resistência, com sinal sonoro . 
a.Retire as soldas e separe as pontas das bobinas 
do estator; 
b.Faça o teste de continuidade entre as espiras do 
enrolamento do estator; (Fig.24) 
Fig. 24-Teste entre as bobinas do estator 
A extremidade de cada bobina deve 
ter continuidade apenas com sua 
outra extremidade; 
proc:eclmento Se houver continuidade, o sinal 
CORIIIO~ sonoro é emitido e a resistência 
indicada deve ser próxima de zero; 
b. Faça o teste de isolamento do estator em rela­
ção à sua armadura metálica; (Fig. 25) 
Fig. 25-Teste de isolamento 
Não deve haver continuidade; 
u '-------------------------------------------------------------~-r----
êGAUSS 
Se os testes não apresentarem esses 
resultados, o estator deverá ser 
._-.. .... substituído. 
5.Slstemo retlflcodor 
Utilize o multímetro para realizar o 
teste dos diodos; 
a.Selecione a função teste de diodo; 
O visor indicará aproximadamente 
3 volts. Tensão a ser aplicada nos 
diodos durante o teste; (Fig. 26) 
Fig. 26-Tensão para testes nos diodos 
Dlodos positivos 
__ .... 
Esses diodos estão fixados na placa 
de alumínio, que é devidamente 
isolada da carcaça; (Fig. 27) 
Fig. 27-Placa retificadora positiva 
DUSTER 1.6 16V • Sistemas Elétrlcos • AHemador 
a.Encoste a ponta de prova preta no metal da pla­
ca e a vermelha na haste isolada do diodo; (Fig. 28) 
Fig. 28-Teste nos diodos positivos no sentido de condução 
proaKimento Deve ser apresentado um valor 
~ r/ próximo de 0,5 volt; (Fig. 29) 
Fig. 29-Valor correto do diodo 
b.Inverta as pontas de prova e repita o procedi­
mento anterior; 
c. O visor deve indicar 3 volts; (Fig. 30) 
Fig. 30-Valor apresentado no sentido de bloqueio 
Os diodos positivos devem ser subs­
tituídos em conjunto. 
~~------------------------------------------------------------ ~ 
DUSTER 1.6 16V • Sistemas Elétricos • Alternador 
Esse procedimento deve ser reali­
zado em todos os diodos positivos; 
Diodos negativos 
____ ,.. Esses diodos estão fixados no man­
cai posterior; (Fig. 31) 
Fig. 31-Mancal posterior com diodos fixados 
a.Encoste a ponta de prova vermelha no mancai e 
a preta na haste isolada do díodo; (Fig. 32) 
Fig. 32-Testes nos diodos negativos no sentido de condução 
prociiCirnlnto Deve ser apresentado um valor 
L"'WIIHII1illãl• .. \~ próximo de 0,5 volt; 
Esse procedimento deve ser rea­
--. ..,.......,,.., lizado em todos os diodos negati­
vos; 
®GAUSS 
b.Inverta as pontas de prova e repita o procedi­
mento anterior; (Fig. 33) 
Fig. 33-Pontas de provas invertidas 
Fig. 34-Valor apresentado com as pontas invertidas 
---.. .-u. 
Os diodos negativos podem ser subs­
tituídos individualmente. 
Os diodos geralmente podem estar 
em curto-circuito ou em circuito 
aberto, caso os resultados dos testes 
forem diferentes dos apresentados. 
64 ~----------------------------------------------------------~-
®GAUSS 
P'J Montogem do alternador 
l.Leve os rolamentos, o rotor e o mancai anterior 
para instalá-los na prensa; 
2.Apóie o mancai com segurança na prensa e 
encaixe, manualmente, o rolamento; 
3.Instale a ferramenta para pressionar o 
rolamento; (Fig. 35) 
Fig. 35-Jnstalação do rolamento anterior com 
ferramenta de pressão 
4.Apóie com segurança o rotor na prensa; 
S.Acople uma ferramenta vazada, com diâmetro 
igual semelhante à pista interna do rolamento; 
(Fig. 36) 
Fig. 36-lnstalação dorolamento posterior 
6.Acione a prensa e instale o rolamento; 
7.De volta a bancada, apóie o mancai anterior na 
morsa, e instale o retentor do rolamento e aperte 
seus parafusos com chave Torx T20; 
8.Encaixe manualmente o rotor; 
9.Reposicione o conjunto na morsa e prenda-o 
pelo rotor; 
lO .Instale a polia e a porca; 
ll.Encoste a porca com cabo de força e saquete 24 
milímetros; 
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Elélricos -Alternador 
12.Aplique torque de 70 Nm; (Fig. 37) 
Fig. 37-Torque aplicado de 70 Nm 
13.Em seguida fixe o conjunto na morsa pela 
polia; 
14.0bserve a marca à tinta feita no momento da 
desmontagem e o furo guia no mancai, para 
instalação correta do estator; (Fig. 38) 
Fig. 38-Referências no estator e no mancai anterior 
--::...;;;;..-li.ol"'l 
rência. 
Esta marca foi feita para facilitar e 
simplificar a montagem, já que o 
estator não possui nenhuma refe-
lS.Encaixe o estator manualmente; 
16.Instale os parafusos de fixação do estator e 
aperte-os com chave tipo canhão 8 milímetros; 
(Fig. 39) 
---------------------------------------------------------------- 65 
DUSTER 1.6 16V • Sistemas Elétrlcos • Alternador 
Fig. 39-Fixação dos parafusos do estator 
17 .Reaperte com chave combinada; 
18.Em seguida encaixe também o mancai 
posterior, observando o seu pino guia com o furo 
guia do mancai anterior; 
19.Instale os parafusos de fixação dos mancais e 
aperte-os; 
20.Instale o conjunto retificador com seus 
parafusos isolados, e aperte-os com chave tipo 
canhão 7 milímetros; (Fig. 40) 
Fig. 40-Instalação do retificador com seus parafusos 
21.Reaperte os parafusos com chave combinada; 
~--........ 
·- -... ...... 
As escovas novas possuem aproxi­
madamente 12,0 milímetros de 
comprimento. 
O comprimento mínimo deve ser 
superior a 5,0 milímetros; 
22.Instale a capa-trava das escovas; 
23. Com as escovas já recuadas instale o regulador 
de tensão e aperte seus parafusos; (Fig. 41) 
®GAUSS 
Fig. 41-Instalação do regulador de tensão com as 
escovas travadas 
24.Após o aperto dos parafusos do regulador de 
tensão, pressione a proteção plástica para baixo 
até ouvir o "click" liberando das escovas; (Fig. 42) 
Fig. 42-Pressão para liberação das escovas 
25.Una todos os terminais do conjunto retificador, 
utilizando alicate de bico; (Fig. 43) 
Fig. 43-Fixação dos terminais de todo o conjunto retificador 
26. Utilize solda e um soldador para fixar os termi­
nais do estator ao conjunto retificador; (Fig. 44) 
66 ~--------------------------------------------------------------~-
®GAUSS 
Fig. 44-Soldagem dos terminais 
27 .Instale a tampa de proteção plástica exercendo 
sobre ela uma leve pressão para baixo; 
28.Leve o alternador para a bancada de testes; 
29 .Fixe o alternador na bancada; 
30.Feche a tampa de segurança da correia; 
31.Em seguida instale o cabo negativo na carcaça; 
32.Instale o cabo positivo no borne B +; 
33.Instale o cabo da lâmpada no pino 1 borne do 
alternador; 
34.Ligue o interruptor do painel da máquina; 
35.Ligue em seguida a chave que alimenta os 
cabos da bateria; 
A tensão da bateria é 12,7 volts; 
A corrente é zero ampere; 
36.Ligue a chave de acionamento do motor da 
bancada; 
~-... 
A tensão produzida é 14,3 volts; 
A baixa corrente elétrica indica a 
alimentação do próprio alternador 
e também a recarga da bateria da 
bancada; (Fig. 45) 
Fig. 45-Tensão de trabalho e baixa corrente de consumo 
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Elétrlcos - Alternador 
37.Aplique alta carga, compatível com a capaci­
dade do alternador, por meio da alavanca da 
bancada; 
Observe que a corrente ultrapassa um pouco os 
100 amperes; (Fig. 46) 
Fig. 46-Corrente alta aplicada ----
A tensão sofre uma queda em 
virtude desta alta carga; 
38.Ao liberar a alavanca, a corrente e a tensão 
retornam aos valores iniciais; (Fig. 4 7) 
Fig. 47-Valores anteriores retornam 
39 .Desligue os interruptores da bancada; 
40.Remova os cabos elétricos; 
41.Retire a correia, remova o alternador e leve-o 
até a bancada; 
42.0 alternador já pode ser instalado no veículo. 
lnstolação do alternador no veículo 
Os procedimentos de instalação do alternador no 
veículo devem ser realizados na ordem inversa da 
remoção. 
------------------------------------------------------------------~ 67 
DUSTER 1.6 16V • Sistemas Elétricos • Motor de partida '-"'----
Motor de partida VALEO 12 Volts 
~ Sistema de partida 
Teste do sistema de partida 
L Teste, inicialmente, se a bateria está funcionan­
do corretamente; 
Instale o multímetro, conectando suas garras nos 
terminais da bateria, obedecendo à polarização, e 
ligue-o em seguida selecionando a função: tensão 
contínua (VDC) ; 
proceciRienlo A tensão no display deve ser de, a pro­
CORREIO~ ximadamente, 12,5 Volts. (Fig. 1) 
Fig. l-Tensão para executar o teste 
I] 10 ' 
I(. I) 
O motor de partida localiza-se por 
trás do motor, abaixo do coletor 
de descarga, na parte central. 
2.Retire a tampa da CP (central de fusíveis do 
painel) , e retire o fusível F2 de 5 amperes para que 
o veículo não entre em funcionamento; (Fig. 2) 
Fig. 2-Remoção do fus ível 
3.Dê partida no motor por 10 segundos, ininter­
ruptamente; 
Durante a partida, a tensão da 
bateria deve ser superior a 10,5 
Volts, indicando que o sistema está 
em perfeito funcionamento. (Fig. 3) 
68 '---------------------------------------------------------------~-
Fig. 3-Tensão durante a partida 
• • n9 · t I.U !l 
rJ Remoção do do motor de pDrUda 
L Desconecte o cabo negativo da bateria; 
2.Retire manualmente a cinta plástica que fixa a 
mangueira do filtro de ar e remova o conjunto 
completo; 
3.Com chave 13 milímetros, retire o torque dos 
parafusos de fixação do motor de partida; (Fig. 4) 
Fig. 4-Remoção dos parafusos do motor de partida 
4.Utilizando catraca e soquete 13 milímetros 
termine de removê-los; 
S.Eleve o veículo; 
6.Com catraca e soquete longo 10 milímetros, 
remova a porca de fixação do cabo 30; (Fig. 5) 
Fig. 5-Desligando o cabo 30 
DUSTER 1.6 16V- Sistemas Elélricos- Motor de partida 
Se isso não ocorrer, verifique as 
condições dos cabos de aterra­
menta , no compartimento do 
motor, com relação a possíveis oxidações ou 
ferrugens que podem ocasionar mau contato 
com a carroçaria e com o motor de combustão. 
Se não houver irregularidades remova o motor 
de partida para ser inspecionado, pois pode 
estar nele o inconveniente. 
4.Recoloque o fusível e a tampa da CVM em seus 
respectivos lugares; 
S.Desligue o multímetro e desconecte as garras de 
provas. 
7.Com chave tipo canhão 8 milímetros remova a 
porca de fixação do borne 50; (Fig. 6) 
Fig. 6-Desligando o cabo 50 
8.Remova o motor de partida; 
9 .Fixe-o em uma morsa para a desmontagem. 
Desmonte completamente o motor de partida, 
lave todos os seus componentes, com exceção do 
impulsor de partida e do solenóide, e seque-os, 
em seguida, para realização da montagem. 
/ 69 
DUSTER 1.6 16V- Sistemas Elétricos- Motor de partida 
PJ inspeçiio dos componentes 
t.Escovas 
As escovas novas possuem aproxi­
madamente 13,0 milímetros de 
comprimento. 
2.lnduzido 
Utilize o multímetro na escala de resistência e 
sinal sonoro. 
Verifique a eficiência do sinal sonoro unindo as 
duas pontas de provas. 
a.Meça a continuidade entre as espiras do enrola­
mento; (Fig. 7) 
b.Meça o isolamento entre o coletor e a armadura 
metálica; (Fig. 8) 
Qualquer desgaste na face do 
coletor, interrupção entre as espiras 
do enrolamento ou curto--circuito 
entre o coletor e a armadura metálica, 
substitua o induzido. 
O impulsor de partida é fixado no 
eixo do induzido, portanto, em caso 
de defeito, deve ser substituído o 
conjunto completo. 
3.Solenoide 
a.Meça a resistência entre as bobinas de retenção 
e de chamada; (Fig. 9) 
Fig. 9-Medida de resistência entre bobinas 
b.Meça a resistência entre a bobina de retenção e 
a carcaça; (Fig. 1 O) 
Fig. lO-Teste entre retenção e a carcaça 
c.Finalmente, meça a resistência entre a bobina 
de chamada e a carcaça; (Fig. 11) 
70 ~--------------------------------------------------------------~-Fig. 11-Teste entre chamada e a carcaça 
Se houver interrupção, em quais­
quer dos testes, ou resistência de 
zero Ohm, substitua o solenóide. 
d.Instale garras tipo jacaré, substituindo as 
pontas de provas; 
e.Instale-as nos bornes 30 e 30a; (Fig. 12) 
Fig. 12-Garras entre os bornes 30 e 30a 
f.Prenda uma garra de alimentação de 12 volts ao 
borne 30a; (Fig. 13) 
Fig. 13-Borne 30a energizado 
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Eiélrlcos - Motor de partida 
g.Instale a mola de retrocesso e o êmbolo; 
h.Feche o circuito, alimentando o borne 50; 
JlfOGICimento O solenóide deve atrair o êmbolo, 
CORREJO~ fechando a ponte de conta to 
interna e acionando o sinal sonoro. 
(Fig. 14) 
Fig. 14-Solenoide energizado e êmbolo atraído 
i.Desconecte os cabos de alimentação e as garras 
do multímetro; 
j.Desligue o multímetro. 
tt.Mancal anterior 
._-... .... 
A bucha de bronze poroso no 
mancai anterior não deve ter folga 
excessiva . Se isso ocorrer, o 
movimento do induzido pode ser comprome­
tido. Em caso de desgaste, substitua-a. 
s.Mancal posterior 
O rolamento de roletes, fixado no 
~'-!!!J~R mancai, não deve ter folga exces­
siva. Isso também pode compro­
meter o movimento do induzido. Se isso ocor­
rer substitua o rolamento. 
--~-----------------------------------------------------------J l1 
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Elétricos - Motor de partida 
rJ Montagem do matar de partida 
Antes de iniciar a montagem, 
lubrifique o impulsor de partida, 
com uma fina camada de graxa, o 
êmbolo, o rolamento do mancai posterior e o 
eixo do induzido. 
1.Prenda o mancai posterior na morsa; 
2.Instale a alavanca de acionamento no êmbolo; 
3.Acople a alavanca de acionamento à guia do 
impulsor de partida; 
4.Insira o conjunto, induzido e impulsor no 
mancai; (Fig. 15) 
Fig. 15-Conjunto sendo instalado no mancai 
S.Em seguida, encaixe o vedador plástico entre a 
carcaça e o solenóide; 
6.Instale a mola no êmbolo; 
?.Encaixe o solenóide e prenda seus parafusos 
com chave torx T20; 
8.Instale a carcaça observando sua referência 
inferior; (Fig. 16) 
Fig. 16-Referência inferior na carcaça 
9.Utilizando chave de fenda fina, instale o 
mancal/porta-escovas; (Fig. 17) 
Fig.17-Instalação do mancai porta-escovas 
10.Ligue o cabo das escovas ao solenóide, instale a 
porca e aperte com chave combinada 13 
milímetros; 
ll.Em seguida, encaixe os parafusos da carcaça e 
aperte-os com chave tipo canhão 7 milímetros; 
(Fig.18) 
Fig. 18-Fixação do mancai porta-escovas 
12.Confirme o aperto de porca e parafusos; 
13.Estão concluídos os procedimentos. 
• 
72 ~--------------------------------------------------------------~-
rJ Teste no boncodo GAUSS 
l.Fixe o motor de partida à bancada de teste; (Fig. 19) 
Fig. 19-Motor de partida pronto para os testes 
2.Prenda o cabo negativo a sua carcaça; 
3.Aplique 12 volts no bome 50 do solenóide; (Fig. 
20) 
Fig. 20-Borne 50 alimentado com 12 volts 
proceclmento O impulsor de partida deve apenas 
CORREJO V" avançar. (Fig. 21) 
Fig. 21-Impulsor de partida apenas avançado 
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Elétricos - Motor de partida 
4.Em seguida, aplique, 12 volts no terminal 30a; 
(Fig. 22) 
Fig. 22-Borne 30a com alimentação 12 volts 
procac1mento O motor de partida deve apenas girar. 
COIRTO~ (Fig. 23) 
Fig. 23-Motor de partida apenas girando 
S.Instale o cabo positivo no terminal30 do motor 
de partida; (Fig. 24) 
Fig. 24-Cabo positivo no borne 30 do solenoide 
---------------------------------------------------------------- n 
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Elétrlcos - Motor de partida 
6.Aplique novamente 12 volts no terminal 50 do 
solenóide; (Fig. 25) 
Fig. 25-Borne 50 novamente alimentado 
5 títulos 
que abordam a tecnologia 
de injeção e ignição: 
Conheça os conceitos técnicos 
e científicos da eletrônica 
embarcada nos veículos 
com injeção eletrônica. 
O induzido do motor de partida 
deve girar e, simultaneamente, 
fazer avançar o impulsor de 
partida; (Fig. 26) 
Fig. 26-Motor de partida funciona perfeitamente 
?.Retire os cabos de alimentação; 
8.Leve o motor de partida para ser instalado no 
veículo, na ordem inversa da sua remoção . 
• v a 
•Estudo de Sensores e Atuadores 
·Estudo de Sistemas Eletroeletrônicos 
•Estudo de Eletricidade Básica 
•Estudo de lnjeção Eletrônica 
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74 '-------------------------------------------------------------------~ 
~ Componentes e suas localizações 
A caixa de relés e fusíveis está localizada na parte 
esquerda do vão do motor. 
Localização da caixa de relés e fusíveis 
Descrição dos fusíveis da CVM 
Fusível Amperes Aplicação 
F1 Vazio 
F2 25 Alimentação (via linha 30) do relé principal e do relé da bomba 
de combustível 
F3 Vazio 
F4 Vazio 
Detalhe dos componentes da CVM 
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos- CVM 
Descrição dos maxi-fusíveis da CVM 
Fusível Amperes Aplicação 
M.F01 25 Módulo do ABS 
M.F02 50 Módulo do ABS 
M.F03 40 Alimentação dos relés de 1' e 2' velocidades do 
eletroventilador 
M.F04 60 Alimentação do fusíveis F28, F29, F30, F31 e F36 da CP 
M.F05 60 Comutador de ignição 
Descrição dos relés da CVM 
Relé Aplicação 
R1 Relé da bomba de partida a frio 
R2 Vazio 
R3 Relé da buzina do alarme 
R4 Relé dos faróis de neblina 
R5 Relé principal do sistema da ventilação interna e do 
ar-condicionado 
R6 Relé da principal da injeção 
R? Relé da bomba de combustível 
R8 Relé da 1' velocidade do eletroventilador 
R9 Relé do compressor do ar-condicionado 
R10 Relé da 2' velocidade do eletroventilador 
75 
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos- CP 
rJ Componentes e suas localizações 
A caixa de fusíveis está localizada à esquerda do 
painel. 
Localização da caixa de fusíveis do painel 
Descrição dos fusíveis da CP 
Fusível Ampéres Aplicação 
F1 20 Limpador do para·brisa I Alimentação (via linha 15) do MCF 
F2 5 Painel de instrumentos I Alimentação (via linha 15) do MC e da 
bobina do relé da bomba de combustível 
F3 10 Luzes de freio 
F4 10 !mobilizador I Conector de diagnóstico I Alimentação (via linha 
15) do MCF 
F5 ao FB Vazio 
F9 10 Farol baixo esquerdo I Luz indicadora de farol baixo no painel 
de instrumentos 
F10 10 Farol baixo direito 
F11 10 Farol alto esquerdo I Luz indicadora de farol alto no painel de 
instrumentos 
Detalhe dos componentes da CP 
F12 
F13 
F14 
F15 
F16 
F17 
F18 
F19 
F20 
F21 
F22 
F23 
F24 e F25 
F26 
F27 
F28 
F29 
F30 
F31 
F32 
F33 ao F35 
F36 
F37 
F38 
F39 
10 Farol alto direito 
30 Vidros elétricos traseiros I Alimentação da bobina do relé de 
inibição dos vidros elétricos traseiros 
30 Vidros elétricos dianteiros 
10 Alimentação (via linha 15) do módulo do ABS 
15 Não utilizado 
15 Buzina 
10 Luzes de posição esquerdas 
10 Luzes de posição direitas I Luzes de placa 
Vazio ,.--. 
5 Luz indicadora do desembaçador traseiro no painel de instru-
mentos 
Vazio 
15 Não-utilizado ~ 
Vazio 
5 Alimentação (via linha 15) do módulo do air bag 
20 Luzes de ré I Limpador traseiro 
15 Alimentação das luzes de cortesia via MCF I Sistema de áudio 
Conector de diagnóstico I Alimentação (via linha 30) do MCF I 
..--, 
15 
I mobilizador ,___ 
20 Alimentação (via linha 30) do MCF 
15 Faróis de neblina I Luz indicadora das luzes de neblina no 
painel de instrumentos 
30 Desembaçador traseiro 
Vazio 
30 Sistema da ventilação interna e ar·condicionado 
5 Retrovisores elétricos r-' 
15 Tomada 12V I Sistema de áudio 
!""""""'. 
10 Alimentação da bobina do relé do sistema do ventilação interna 
e do ar-condicionado 
76 ~------------------------------------------------------~ 
,.----., 
M6dulo de conforto e sua localização 
O módulo de conforto está fixado na parte inferior 
esquerda do painel. 
Localização do módulo de conforto 
Conector A do módulo de conforto (MCF) 
Pinagem do conector A do MCF 
Pino Fio/Cor Aplicação 
1 ao 4 Vazio 
s BG/BR Painel de instrumentos (A 15) 
6 MR!BR Painel deinstrumentos (A22) I Módulo do air bag (40) I 
MC (8-K1) I (A13) Sistema de áudio I (28) Módulo do 
A8S 
7 cz IMF (B·A4) I Bomba do lavador (2) 
8 CZ/BR Comando das travas elétricas (8 1) 
9 ao 14 Vazio 
1S AZIBR Comando das travas elétricas (A 1) I Comando da ventilação 
intema e ar-condicionado (A?) I Comando do desembaçador 
traseiro (A 1) I Comando das luzes de advertência (1) I Siste-
ma de áudio (A1) /I nterruptor de inibição dos sensores de 
ré (A 1 ) I Luz do porta-luvas ( 1 ) 
16 BR !mobilizador (4) 
17 VD/BR Comando das travas elétricas (A3) 
18 e 19 Vazio 
20 BG/BR Painel de instrumentos (812) 
21 Vazio 
DUSTER 1.6 16V ·Sistemas elétricos • MCF #(I 
22 AM/BR Alimentação (linha 15) via fusível F4 da CP 
23 MR/BR Módulo do air bag (37) 
24 BG IMF(8-A1) 
25 Vazio 
26 RS/BR IMF (A-A?) 
27 Vazio 
28 VD/BR IMF (A-AS) 
29 Vazio 
30 RS/BR Interruptor do capô (8) / Interruptor do porta-malas (2) I 
Interruptores das portas TE e TD (1) 
31 Vazio 
32 RS/BR Painel de instrumentos (A 1) 
33 MRIBR Comando das luzes de advertência (8) 
34 BG/BR Módulo de comando (A-84) I MóduloA8S (17) I Módulo do 
air bag (9) I Conector de diagnósticos (7) 
35 BR Comando da bobina do relé da buzina do alarme (2) 
36 CZ/BR Módulo de comando (8-D2) 
37 Vazio 
38 BG/BR Módulo de comando (A-82) I Painel de instrumentos (A21) 
39 Vazio 
40 MRIBR Interruptores das portas DE e DD (1) 
Conector B do módulo de conforto (MCF) 
Pinagem do conector B do MCF 
Pino Fio/Cor Aplicação 
A1 PR TO? 
A2 RS/BR Luz do teto dianteira e traseira (2) 
RS Luz do porta-malas (4) 
A3 VM Alimentação (linha 30) via fusível F29 da CP 
A4 BR IMF (8-A6) 
AS MR!AM Alimentação (linha 15) via fusível F1 da CP 
AS MR Limpador do para-brisa (2) 
A? Vazio 
A8 BG Comando das luzes de advertência (2) I Luz de direção DD 
(1)/Luz de direção TD (4) I Luz de direção lateral D (1) 
A9 RS Luz de direção DE (1) I Luz de direção TE (4)/ Luz de 
direção lateral E (1) 
77 
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos- MCF 
81 8G 
82 VD 
Trava elétrica DO (3) I Trava elétrica TE (3) I Trava elétrica 
TO (3) I Trava elétrica do porta-malas (3) 
Trava elétrica DO (t) /Trava elétrica TE (1) /Trava elétrica 
TO (1)/ Trava elétrica DE (1) /Trava elétrica do porta-malas 
(1) 
rJ Diagrama do m6dulo de conforto 
Caixa de fusíveis do painel 
VM 
Bateria 
Comando de destravamento das portas traseiras esquerda e »--- BG 
direita, porta dianteira direita e tampa do porta-malas 
Comando de travamento das portas e tampa do porta-malas »--- vo 
Comando de destravamento da porta dianteira direita »------ cz 
(4) !mobilizador»---------------- BR 
o 
Módulo de 
comando 
(CAOt ) 
CZ~CZ/BR 
------+-----------BG/BR 
L-----« (A21 ) Painel de instrumentos 
83 VM 
B4 cz 
85 VM 
86 VM 
Módulo de conforto 
Alimentação (linha 30) via fusível F30 da CP 
Trava elétrica DE (1) 
Luz do porta-malas (1) I Luzes do teto dianteira e traseira (4) 
Alimentação (linha 30) via fusível F28 da CP 
MRIBR -«::ornando de acionamento das luzes de advertência 
RS/BR « Sinal dos interruptores do capô, das portas traseiras 
e do porta-malas 
MRIBR ----« Sinal do interruptores das portas dianteiras 
VD/BR --« Comando de acionamento das luzes indicadoras 
de direção diretas 
RS/BR --« Comando de acionamento das luzes indicadoras 
de direção esquerdas 
BG -« Comando de acionamento das luzes de advertência 
e indicadoras de direção direitas 
RS -« Comando de acionamento das luzes de advertência ,..........., 
e indicadoras de direção esquerdas 
BR --« Sistema dos limpadores e lavador do para-brisa 
MR --« Sistema dos limpadores e lavador do para-brisa 
BG --« Sistema dos limpadores e lavador do para-brisa 
CZ --« Sistema dos limpadores e lavador do para-brisa 
BR ------« Comando da bobina do relé da 
buzina do alarme 
BG/BR ---« (7) Conector de diagnósticos I (A-84) Módulo de 
comando I (17) Módulo doABS I 
(9) Módulo do air bag 
MRIBR ---« (A22) Painel de instrumentos I (B·K1) Módulo de 
comando I (28) Módulo do ABS I (40) Módulo do 
airbag 
------« Comando de travamento das portas 
CZ/BR ----« Comando de destravamento das portas 
RS ---« Comando das luzes do teto e do porta-malas 
---------« (37) Módulo do air bag 
BG/BR ---« Comando da luz indicadora de portas abertas 
no painel de instrumentos 
BG/BR ----« Comando da luz indicadora das luzes de 
advertência no painel de instrumentos 
RS/BR ---« Comando da luz indicadora do imobilizador 
no painel de instrumentos 
AZIBR -----« (A 1) Comando do desembaçador traseiro I 
(A7) Comando da ventilação interna e ar­
concicionado I (1) Comando das luzes de 
advertência I (A 1) Sistema de áudio I 
(A 1) Comando central das travas elétricas I 
(A1) Interruptor de desativação dos 
sensores de ré 
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reparadores 
do Brasil 
78 
de treinamento. 
111111111111.111ecanica2000.co111.br 
Conector auxiliar- CA01 
O CAO 1 está fixado dentro da caixa de relés e fusíveis do vão do motor. 
Localização do CAOl Detalhe do CAOl 
Conector fêmea 
~~ Conector auxlllar- CA02 
O CA02 está fixado na longarina esquerda, atrás do para-choque dianteiro. 
Localização do CA02 Detalhe do CA02 
Conector macho 
Conector fêmea 
Conector auxlllar- CA03 
O CA03 está fixado na parte superior da coluna esquerda. 
Localização do CA03 Detalhe do CA03 
~::::~ 
~::::~ 
Conector macho 
~--!!~ 
Conector fêmea 
79 
DUSTER 1.616V- Sistemas elétricos- Conectores auxiliares 
rJ Conector ouxlllor- CA04 
O CA04 está fixado ao suporte do módulo de conforto na parte 
inferior esquerda do painel. 
Localização do CA04 Detalhe do CA04 
D Conector ouxlllor- CAOS 
O CAOS encontra-se fixado próximo ao CA04. 
Localização do CAOS Detalhe do CAOS 
rJ Conector owcillor - CA06 
O CA06 está localizado na parte inferior da coluna direita. 
Localização do CA06 Detalhe do CA06 
Conector macho 
Conector fêmea 
10 • ~ 
~~~~!~~::~ 
Conector macho 
~ ~ : ·=··=··=··=··=·+·=··=··=· 
~-·:··:·t·:··:·t·:· ·=·-~ 
Conector fêmea 
r:tnl 
~~;;; ;.:.;;.: .: -. . -... -. -- ------ --...... -.-
20 
Conector macho 
~ ~ :. ·=· ·=· ·=· ·=· ·=· + ·=· .:. : 
r::-1 ______.:- -:··:·t ·:··:·t ·:··=· . 
l.2!.r -Conector fêmea 
80 ~----------------------------------------------------------~~ 
DUSTER 1.616V- Sistemas elétricos- Conectores auxiliares 
., Conector auxiliar- CA07 
O CA07está fixado abaixo do porta-luvas. 
Localização do CA07 Detalhe do CA07 
Conector macho 
Conector fêmea 
PJ Conector auxiliar- CAOS 
O CAOS encontra-se fixado na coluna central esquerda. 
Localização do CAOS Detalhe do CAOS 
Conector macho 
• Conector auxiliar- CA09 
O CA09 está fixado na coluna direita. 
Localização do CA09 Detalhe do CA09 
Conector macho 
81 
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos- Conectores auxiliares 
I"J Conector auxiliar· CA10 
O CAl O está localizado atrás do para-choque traseiro. 
Localização do CAlO Detalhe do CAlO 
Conector fêmea 
- . mecan1ca 
2000 
Automotlve 
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82 ~--------------------------------------------------------------~-
O TOl está fixado no vão do motor, próximo a 
bateria. Ele interliga o borne negativo da bateria à 
carroçaria do veículo. 
Aterramento TOl 
Conector Ado MC (G3, G4, H1 e H4) 
O T02 está fixado ao suporte da bateria. 
Aterramento T02 
Motor do eletroventilador (2) 
Sensor do nível do reservatório da BPF (2) 
BPF(2) 
O T03 está fixado atrás do bloco do farol 
esquerdo. 
DUSTER 1.6 16V ·Sistemas elétricos ·Pontos de aterramento 
Aterramento T03 
Buzina esquerda e direita (2) 
Limpador do para-brisa (1) 
Interruptor do reservatório do fluido de freio (2) 
Interruptor do capô (A) 
Luz indicadora de direção lateral esquerda (2) 
Farolesquerdo(3) 
Farol de neblina esquerdo e direito (2) 
Relé dos faróis de neblina (2) 
Relé da ventilação interna e ar-condicionado (85) 
O T04 está fixado atrás do bloco do farol direito. 
Aterramento T04 
Farol direito (3)Luz indicaora de direção lateral direita (2) 
O TOS encontra-se fixado no vão do motor, 
próximo ao módulo do ABS. 
83 
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos- Pontos de aterramento 
Aterramento TOS 
Módulo doABS (13 e 38) 
O T06 está fixado ao lado esquerdo do suporte da 
coluna de direção. 
Aterramento T06 
ConectorB do painel de instrumentos (1 O e 24) 
Tomada 12V (3) 
Conector Ado IMF (A6) 
Conector B do IMF (B3 e B5) 
Interruptor do pedal da embreagem (1) 
Interruptor do sensor de ré (A2 e B3) 
Comando do desembaçador traseiro (B2) 
Relé de inibição dos vidros elétricos traseiros (3) 
Luzes de teta dianteira e traseira (3) 
Comando dos vidros dianteiros da porta DE (84) 
Comando dos vidros traseiros da porta DE (B4) 
Interruptor de inibição dos vidros traseiros (82) 
O T07 está fixado ao lado direito do suporte da 
coluna de direção. 
Aterramento T07 
Conector B do módulo de conforto (A 1) 
Conector Ado painel de instrumentos (7) 
Conector B do sistema de áudio (12) 
Comando da ventilação interna e do ar-condicionado 
(A6) 
Conector de diagnóstico (5) 
I mobilizador (2) 
O TOS está fixado debaixo do console contral. 
Aterramento TOS 
Módulo do ai r bag (6) 
O T09 está fixado ao suporte do painel, próximo à 
coluna direita. 
Aterramento T09 
84 ~------------------------------------------------------------~~ 
Comando dos retrovisores elétricos (9) 
Motor do ventilador interno (2) 
Comando das luzes de advertência (5 e 6) 
Conector de diagnóstico (4) 
Comando das travas elétricas (A2) 
Interruptor do porta-luvas (1) 
Comando do vidro elétrico DO (A2) 
O TIO se encontra fixado do lado esquerdo do 
porta- malas. 
Aterramento TlO 
Interruptores das portas DE, DO, TE e TO (2) 
Limpador traseiro (3) 
Módulo dos sensores de estacionamento (5) 
Desembaçadortraseiro (2) 
r- Luz de placa esquerda (2) 
Brake light ( 4) 
Lanterna esquerda (3) 
Trava elétrica do porta-malas (1) 
SAC(6) 
O Tll se encontra fixado do lado direito do porta­
malas. 
• • 1agram SIS 
DUSTER 1.6 16V ·Sistemas elétricos ·Pontos de aterramento 
Aterramento Tll 
Luz de placa direita (2) 
Lanterna direita (3) 
O T12 está fixado na caixa de roda traseira direita. 
Ele evita a existência de arco-voltaico próximo a 
linha de combustível. 
Aterramento T12 
mas de injeção ele rônica 
Diagramas elétricos são sempre 
essenciais em toda oficina. 
-----------------------------------------------------------' 85 
DUSTER 1.6 16V - Sistemas elétricos -Chicotes elétricos 
Módulo dos sensores de estacionamento 
Alerta sonoro de auxílio de estacionamento 
Luz do porta-malas 
Aterramento T1 O 
Lanternas 
Conector auxiliar CA 1 O 
Sensores de estacionamento 
Brakelight 
Desembaçador traseiro 
Limpador traseiro 
Trava elétrica do porta-malas 
Luzes de placa 
Interruptor do porta-malas 
Bomba do lavador do para-brisa 
Aterramento T05 
Módulo doABS 
Interruptor do reservatório do fluido de freio 
Motor do limpador do para-brisa 
Aterramento T03 
Sensor da roda dianteira esquerda 
Luz indicadora de direção lateral esquerda 
Caixa de fusíveis do painel (CP) 
Módulo de conforto (MCF) 
Conector auxiliar CAOS 
Conector auxiliar CA04 
Interruptor do pedal da embreagem 
Interruptor do pedal de freio 
Sensor do pedal do acelerador (SPA) 
Aterramento T06 
Conector Ado painel de instrumentos 
Conector Ado IMF 
Conector C do I M F 
Conector B do IMF 
Módulo do i mobilizador 
Sensor o nível do reservatório de partida a frio 
BPF 
Conector D+ do alternador 
B+ do alternador 
Compressor do ar-condicionado 
Eletroinjetores 
Sensor de detonação (KS) 
Aterramento T02 
Módulo de comando (MC) 
Bobina de ignição (BIG) 
Sensor de pressão absoluta (MAP) 
Borboleta motorizada (ETC) 
•• 
86 ~----------------------------------------------------------~ 
rJ Painel de Instrumentos 
Indicador de baixo nível de combustível no 
reservatório de partida a frio 
Indicador do sistema de injeção eletrônica 
Indicador do desembaçador traseiro 
Indicador dos faróis baixos 
Indicador de baixo nível do reservatório de 
freio e freio de estacionamento acionado 
Indicador das luzes de direção 
Indicador do air bag 
Indicador do sistema de controle de 
poluição 
Indicador do imobilizador 
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos - Painel de instrumentos 
Indicador de anomalias no sistema do ABS 
Indicador dos faróis alto 
Indicador de baixa pressão do óleo do motor 
Indicador de anomalias no sistema de 
carga 
Indicador de temperatura elevada do 
líquido de arrefecimento do motor 
Indicador de portas abertas 
Indicador de parada obrigatória do veículo 
Indicador dos faróis de neblina dianteiros 
Série Veículos - Série Motores Otto - Série Motores Diesel 
Série Especial- Série Eletroeletrônica 
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87 
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos- Painel de instrumentos 
, Diagrama do painel de Instrumentos 
Módulo de 
comando 
OEQJ 
k3> 
Interruptor de 
pressão do 
óleo 
01D 
~VD 
~ .. PR l 
Sensor de nível do 
1 
T02 "f 
reservatório da BPF 
(3) Módulo do ABS ~>------------- RS 
(29) Módulo do ABS ~ RS 
(B-87) IMF ~!>--------------
CZJBR ----------« Sistema de carga e partida 
VD/BR K (7) Módulo do air bag 
BG/BR ----------<K Sistema dos faróis alto e baixo 
VD/BR ----------<K Sistema dos faróis alto e baixo 
AZ/BR -------« Sistema das luzes de posição e placa 
MR K Sinal de temperatura da água 
BG/BR K Sinal do sensor do nível de combustível do tanque 
RS/BR --« Aterramento do sensor do nível de combustível do tanque 
vo ----------« Sistema das luzes de neblina 
BR --------« Sistema do desembaçador traseiro 
RS/BR Sistema das luzes de freio 
MRIBR ---« (A13) Sistema de áudio I (B-K1) Módulo de comando 
(40) Módulo do air bag I (28) Módulo do 
ABS I (A6) Módulo de conforto 
@] 
[ITJ (CHAVE) 
AM~AM~4 
@8] 
VM/BR~VM 
Caixa de fusíveis L CVM l ~ 
do painel ,. 
VM 
VM 
. Painel de ' "'W' ro1 8 
. Caixa de relés e fusíveis 
Instrumentos ~ atena do vão do motor 
....... -----~ 
~!!! ~ ! .! ! ! ~! ~ 
r.:-:::1~ •••••••••• ~ r:::-:-1 
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sintomas apresentados com o veículo 
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e o acompanhamento das falhas via scanner. 
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88 ~-----------------------------------------------------------------
DUSTER 1.6 16V - Sistemas elétricos- Especificações técnicas das lâmpadas 
Ao substituir as lâmpadas utilize sempre lâmpadas anti-ultravioletas para não 
degradar o vidro plástico dos faróis 
Fique atento sempre às especificações técnicas de cada lâmpada. 
~ Especificações das 18mpadas do farol 
Farol direito 
Especificação 
H7 12V- 55W 
H112V- 55W 
PY21W 
W5W 
Farol alto 
Farol baixo 
Descrição 
Luzes indicadoras de direção 
Luzes de posição 
da lanterna 
Especificação 
PY21W 
P2115W 
P21W 
H4 12V-60/55W 
Descrição 
Luzes indicadoras de direção 
Luzes de freio e posição 
Luzes de ré 
89 
DUSTER 1.6 16V - Sistemas elétricos - Especificações técnicas das lâmpadas .. -.~------------------------------------------------------------------~- ,. PJ Diagrama dos (Dr61s alto e baixo 
Painel de 
instrumentos 
Interruptor de 
múltipla função Caixa de relés e fusíveis 
do vão do motor 
Série Motores Diesel 
A força dos motores diesel 
nas páginas da Mecânica 2000 
Apresentam abordagens exclusivas 
sobre as características dos sistemas 
de alimentação com 
gerenciamento eletrônico 
(onde aplicável). 
VM 
VM 
90 ~------------------------------------------------------------~ 
Diagrama do Interruptor de múlUpla função 
Sistema do air bag RS 
Sistemada buzina cz 
Sistema das luzes de neblina BR 
Sistema dos faróis alto e baixo ~ cz 
Sistema dos faróis alto e baixo BG 
Sistema das luzes de posição e placa 1\l. 
Sistema das luzes indicadoras ~ VD/BR 
de direção e advertência 
Sistema das luzes indicadoras RS/BR 
de direção e advertência 
(A23) Painel de instrumentos MRIBR 
Caixa de relés e fusíveis do vão do motor 
Detalhe do IMF 
Conector C 
Interruptor de 
múltipla função 
DUSTER 1.616V- Sistemas elétricos- Diagramas elétricos 
VD Sistema do air bag 
BG Sistema do limpador do para-brisa 
e bomba do lavador 
BR Sistema do limpador do para-brisa 
e bomba do lavador 
VD Sistema do limpador do para-brisa 
e bomba do lavador 
cz Sistema do limpador do para-brisa 
e bomba do lavador 
RS Sistema do limpador do para-brisa 
e bomba do lavador 
AMIMR Sistema do limpador do para-brisa 
e bomba do lavador 
MRICZ Sistema do limpador do para-brisa 
e bomba do lavador 
BG Sistema do limpador do para-brisa 
e bomba do lavador 
MRIAM Sistema do limpador do para-brisa 
e bomba do lavador 
91 
DUSTER 1.6 16V - Sistemas elétricos - Diagramas elétricos ........,..._ __ 
ignição 
ramo do comutador de I nlção, alternador e motor de ortldo 
Caixa de relés e fusíveis 
do vão do motor 
CKJ 
L..-----~ 
Painel de 
instrumentos 
AM --+-«(INF) F1 , F2, F3, F4, F13, F14, F15, F16, F26 e F27 
(DIR) F32 
AM -+-«(DI R) F37, F38 e F39 
Caixa de fusíveis do painel 
o 
Módulo de 
oomando 
VM ----t-- VM 
cz 
cz 
.___.,____ ___ VM 
Bateria 
Localização do motor de partida Localização do alternador Localização do oonector do oomutador de ignição 
Mecânica 2000 Focus 1.6 
Mecânica 2000 apresenta o manual de 
manutenção do Ford Focus 1.6 Flex, equipado 
com o motor SIGMA e lnjeção Eletrônica 
BOSCH Motronic ME 17 .8.5 para o Focus 2.0 
16V Flex (2009) e o Fiesta 1.6 16V Flex (201 0). 
E ainda suas principais características, 
manutençôes nos vários sistemas e diagramas 
elétricos de todo o veículo. 
92 ~--------------------------------------------------------------r--
DUSTER 1.616V- Sistemas elétricos ·Diagramas elétricos ---
IIJ'1 Diagrama da buzina e buzina do alarme 
[][] 
Cfli) 
~RS 
L.P- PR l 
:'-"-f3-.-t----.ll-- VM ~ VM 
Buzina 1 To3 "'i'" 
[][] 
Relé da buzina 
do alarme 
INF 
CillJ 
SUP INF 
Caixa de fusíveis do painel 
OMD 
cz~ 
VM~ 
Interruptor de 
múltipla função 
~:: , LP- ..L Caixa de relés e fusíveis (]&] 
Buzina 2 ... T03 "'i'" do vão do motor • • 
( MCF ) •••••••• ............................ ... ....... '-••• -••• -•• -•.. -.•. -... -.. -... -.. . -.,------ VM --------------<9 ~ h 
~ BR l Bateria T01 ~ 
Módulo de 
conforto 
P'J Tomada 12V 
( BAT ) 
Caixa de fusíveis 
do painel 
(CHAVE) 
AM~MRNM VM~ 
Bateria Tot = 
Tomada de 
12Volts 
PR """]_ 
Tos'ª'" 
, Diagrama do /mobilizador 
Caixa de relés e fusíveis 
do vão do motor 
GillJ @] __ l CVM ) 
PR --jll•• T07 I. QIJ (CHAVE) (MF05) 
AM ------+--<~AM~MRNM~VM 
BR -----, 
Caixa de fusíveis do painel l MCF l Caixa de relés e fusíveis do 
Módulo do • ······················i vão do motor 
imobilizador l 
• CD-----: : : ~ 
Localização do módulo do imobilizador e sua vista 
em detalhe 
Módulo de 
conforto 
Localização da tomada 12V 
93 
® 
AR CONDICIONADO AUTOMOTIVO 
• COMANDOS E BOTÕES DE AC 
• CONDENSADORES 
• EVAPORADORES 
• CAIXAS EVAPORADORAS 
• FILTROS SECADORES E 
ACUMULADORES DE LÍQUIDO 
• FILTRO DO AR CONDICIONADO 
• COMPRESSORES E SUPORTES 
• PRESSOSTATOS 
• VÁLVULAS EXPANSORAS 
• ELETROVENTILADORES 
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Tei!Fax: 55 C81 J 3040-0822 
n 
n 
n 
n 
1\CI\ 
Resistência da 
ventilação interna 
PRIBR -1Jt•• T07 
( MCF ) 
AnBR ~ ®) 
Comando d: ····... Módulo de 
ventilação interna •••••••• conforto 
~ ·-···········-········ ... , ............. . 
Embreagem do 
compressor do sistema 
de refrigeração de ar 
Localização do compressor do ar-condicionado 
DUSTER 1.6 16V - Sistemas elétricos - Diagramas elétricos 
Relé da ventilação interna 
e do ar -mndicionado 
(M.F05) 
cz 
® 
v 
Pressostato 
do sistema de 
refrigeração 
de ar 
Pressostato 
do sistema de 
refrigeração 
de ar 
AM +1-1--!-. CTID 
l~ 
Caixa de fusíveis do painel 
VM -----~MRNM AM 
(M.F04) 
VM----~~~~-~---------__J 
~ 
MRNM----~ ~ -1--11--4 
VM 
~ 
Relé do compressor 
do ar-condicionado 
Localização do pressostato 1 do ar-mndicionado Localização do pressostato 2 do ar-condicionado 
~ ., 
:"""' ~ · ----
\ ·-::o- ... 
~,.\\~ /· ll 
~< ~~ 
~ . :'---. ' 
.-
~~-----------------------------------------------------------J 95 
DUSTER 1.6 16V ·Sistemas elétricos- Diagramas elétricos 
Localização da resistência da ventilação interna e 
sua vista em detalhe Localização do motor do ventilador interno 
rJ Diagrama das luzes de freio 
1\CI\ 
Localização do díodo na caixa de relés e fusíveis do 
vão do motor 
[flJ (CHAVE) (MF05) (]ill 
::::r AM~AM~MRNM~VM~ 
Ca1xa de fus1ve1s do pa1nel Caixa de_ relés e fusíveis Bateria TO!: 
do vao do motor 
(J.jÇJ 
~ CM[) 
~ : : ---'.,......_- MRJCZ~ 
Módulode ~ 
comando Módulo do ABS 
Interruptor do 
reservatório do 
fluido de freio 
QO lJ[O 
~~·-~---------+-------....... -~·-<8 
Painel de Interruptor do 
instrumentos freio de estacionamento 
PRl 
Luz de freio T10 'ê' esquerda 
PRl 
T11'ª' 
Localização do interruptor do pedal de freio e sua 
vista em detalhe O interruptor foi representado com o 
pedal de freio em repouso. 
www.mecanica2000.com.br 
r--.. 
,.......... 
,.......... 
,.......... 
96 '-------------------------------------------------------------~~ 
DUSTER 1.6 16V Sistemas elétricos Diagramas elétricos 
rJ Diagrama das luzes de posição e placa 
CillJ ( CA 04 ) 
AZ/BR ~ AZ/BR 
' 
PR --111•• T10 
Farolete TE 
l}Q[) f\l. 
o< 
PR/MR -j11u T03 
Farolete DE ......... . 
·································································· 
CEQ[) f\l. 
' 
PR/MR -jll•• T04 
Farolete DD 
AZ/BR 
P'J Diagrama dos far6is de neblina 
Q[J ~ ................. . 
INF 
Caixa de fusíveis do painel 
CKJ 
.,_-- AZIBR~ 
Painel de 
instrumentos 
~ 
f\l.~ 
.-------- VM ~ 
Interruptor de 
múltipla função 
Caixa de relés e fusíveis 
do vão do motor 
Luz de placa E 
VM 
PR/BR l 
T10 'f 
PRIBR l 
T11 'ª" 
VD/MR 
PRIMR 
VD ----.-~--~ 
Farol de 
neblina E 
~VD/MR 
l::::::JI'- PRIMR 
Farol de 
neblina D 
CKJ 
PR -jllu T03 
vo-----. 
PR -jllu T03 
@"'\ AS ._ _______ ___, 
Painel de 
instrumentos 
,. 
> 
,. 
> 
Caixa de relés e fusíveis 
do vão do motor 
BR - -+----., 
Sistema das luzes de »-- f\l. 
posição e placa 
Caixa de fusíveis 
do painel 
Interruptor de 
múltipla função 
97 
DUSTER 1.6 16V Sistemas elétricos Diagramas elétricos 
IJ'1 Diagrama das travas elétrlcas 
[i}[] 
~MRffiR 
~PRJBR-jlluT10 - Jiiil -
Os conectores das travas elétricas 
DE, DD, TE ,TD e do porta-malas são 
iguais. 
lnt~:!'tg~da ~.· 1 
[i}[] . 
ª :::;;:;;;································' 
Interruptor do o: 
~~·~[~i 
R -jlluT10 
Interruptor da 
porta DD 
[i}[] [i}[] 
~RSIBR-+---RS/BR~ 
~PRffiR-jii••T10 T1Qnii~PRJBR~ 
Interruptor da Interruptor da 
porta TD ,...~ porta TE 
................... ······· 
~------BG --~-4 
VD 
[i}[] 
BG--+-• ~RS 
Trava elétrica TE 
(TETD ) 
~VD 
~BG 
~PR --jii••T03 
Interruptor do 
•••• ····" capô 
.... ····· C!ill) 
Trava elétrica TD Trava elétrica do / 
C!ill) ~ porta~~.:~:~ ........ AZIBR 
VD/BR 
CZ/BR 
Trava elétrica DD 
MR~VD ( 
BG ~ BG --t--------;------....1 PRffiR~ 
...... -
Comando das ••••••·•• TOe :travas elétricas ·····~ 
................................ 
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98 '---------------------------------------------------------------------~~~-
... 
~=-~------------~~-RS 
Seta lateral 
esquerda 
T03~ 
~:""]_ ~ 
;:~ED)E ~-............. . :~:.:. ................ j~ ............ r ............ , 
~CZ/BR~ 
~PR~ 
Seta TE ~... T10 ~ 
CJM[) •••••••••••·•··•••·•• .•• 
Jt-----""::"'""---- VD/BR --------;;-----. ····: 
Jt---+----R~R----~~-. 
PRIBR +111" T06 
DUSTER 1.616V- Sistemas elétricos Diagramas elétricos I?M 
BG--~------------~--::~ 
~ T04 Seta lateral 
•• • direita 
•••••• / ( SOO ) 
~::~ 
~ T04 Seta DD 
(CA04) 29 BR ~ 
~PR~ 
~ T11 SetaTD 
( CLA ) 
BG/BR =6;a. 5 PRIBR -jtto• T09 
..,__ _________ AZIBR 1 
.,_ _________ MRIBR S 6 PR/BR + T09 
Interruptor de 
múltipla função 
• Módulode 
··:~ ~ 
Comando da~·· ••• 
luzes de advertência ~ 
Metrologia Moderna para A . e ecan1cos 
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atualizar-se com os modernos 
conceitos das medições. 
99 
DUSTER 1.6 16V · Sistemas elétricos Diagramas elétricos 
~ Diagrama do m6dulo ABS 
(M.F02) (M.F05) (]ill 
~MRNM I ~----VM~-
(MF01 ) ~ l 
~ Bateria T01: 
VMIRS~MRNM--+-----------,L (CHAVE) 
Caixa de relés e fusíveis do vão do motor MRNM ~ AM 
QO 
------------------~ 
(1) Interruptor do pedal de freio I 
(A-E3) Módulo de comando 
(CA04) 
Painel de Caixa de fusíveis do painel 
instrumentos 
cz ---« Luzes de freio CillJ 
BR -----------------~ 
PR -----------------~ ~ ) 
@[) Sensor da roda 
:: -------------<~ ) 
BG/BR ---<< (A-84) Módulo de comando I (A34) Módulo de conforto I (9) Módulo do air bag I 
(7) Conector de diagnóstico 
MRIBR ---« (A22) Painel de instrumentos I (40) Módulo do air bag I (A6) Módulo de conforto I 
(A 13) Sistema de áudio I (B-K1) Módulo de comando 
Sensor da roda 
TD 
[]Q[) 
···························-··------+ ~ ) 
Sensor da roda 
DD 
0~----él-t'!i'l'i~.,..., ___ OJ 
Localização do módulo do ABS 
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TE 
l]Q[) 
~ ) 
Sensor da roda 
DE 
__..... 
,........, 
,..--. 
,........, 
,---.. 
100 ~----------------------------------------------------------~~ ............ 
P'J Diagrama do alr bag 
Air bag Interruptor de 
do motorista múltipla função 
.-----RS 
.----- vo 
~:===: 
Airbag 
do passageiro 
(A6) Módulo de conforto/ (A 13) Sistema de 
áudio I (28) Módulo do ABS I (B-K1 ) Módulo de comando 
CKJ 
~::: ________________________ ___ 
Painel de 
instrumentos 
Localização do módulo do air bag 
Módulo do air 
bag 
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos Diagramas elétricos 
AM/BR 
@TI 
~VM 
'i' T01 Bateria 
MR/BR ---« (A23) Módulo de conforto 
26 
Caixa de relés e fusíveis 
do vão do motor 
BGIBR ---<< (7) Conector de diagnóstico I (A-B4) Módulo de comando 
(A34) Módulo de conforto I (17) Módulo doABS 
Localização do conector C do IMF 
CIR) (CHAVE) 
AM --------t--tGE~so§f~~DI~R)---t----- AM ~ MRIVM 
Comando do 
desembaçador 
do vidro traseiro 
BR BRIM R 
L 
Caixa de fusíveis do painel 
~-------------------------BR 
PR/BR -11t•• T06 ( MCF J 
.-~ 
· Módulo de conforto 
Painel de 
instrumentos 
Caixa de relés e fusíveis 
do vão do motor 
Bateria []I] 
BR~ 
T10''tlr----PR~ 
Desembaçador do 
vidro traseiro 
----------------------------------------------------------------~ 101 
DUSTER 1.6 16V Sistemas elétrlcos Diagramas elétrlcos 
• Ologromo do r6dlo 
(CAOS) QO 
~ 
MRND 2 ,,.,, 
-=-§.': 
MRIRS ~ ~ ,,,,,, 
MRND ~ MRIVD 
RS/MR --------~~,__ ______ RS/MR -------
VD/BR -« Conector de disgnósticos (13) (CA 
051 QO 
:~ --------------------~~~-------------- RS 2 ê'= cz .. ,,,,,, ... 
MRIPR --jltu T07 
(CA09) QO 
~ 
VD/MR 2 
~ R SIM R ~ .: ,,,,, ... ::---------~~------:: ______ _ 
RS/BR-« Conector de disgnósticos (12) (CAos) QO Alto-falante TD 
MR 2 ,,,,, 
@= cz -:. ...... ,,,., ... ~: --------------------~~~--------------
...._-----------------------------------« (28) Módulo do ABS I (B-K1) Módulo de comando 
(40) Módulo do air bag I (A22) Painel de instrumentos 
Rádio :..:"·· ............................. Caix:
0 
d;a~!:veis 
( CVM ) 
Caixa de relés e fusíveis do 
vão do motor 
~,::!"'"~ ···· ··~~;·, ~~ Bateria 
~··;o~~~r·~ ·~ 
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102 ~--------------------------------------------------------------~-
~MR 
LY-PR/MRl 
Motor do "'f 
eletroventilador TOZ 
~BR 
~MR 
Resistência do 
eletroventilador 
Módulo de 
comando 
Localização do conector do eletroventilador 
DUSTER 1.6 16V Sistemas elétricos Diagramas elétrlcos 
Painel de 
instrumentos 
Sensor de temperatura 
do liquido de arrefecimento 
Os conectores da 
resistência da venti­
lação interna e do 
mo-tor do eletroventilador são 
iguais. 
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--~-----------------------------------------------------------J 1~ 
DUSTER 1.6 16V Sistemas elétricos Diagramas elétricos """'"'----
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que abordiF' 1 tt '1 
de JPieca~_. t 1•1 ~' ~ 
•Estudo de Sensores e Atuadores 
•Estudo de Sistemas Eletroeletrônicos 
•Estudo de Eletricidade Básica 
·Estudo de lnjeção Eletrônica 
·Osciloscópio 
104 ~------------------------------------~------------------------
DUSTER 1.6 16V Sistemas elétricos Diagramas elétricos 
rJ Diagrama dos retrovisores elétricos 
[][] 
~= 
Retrovisor 
elétrico E 
CBQ] r----------------------------- AM 
_[ PRIBR 
~ T09 ••••••• ~ Comando dos 
/ retrovisores 
••• ••• elétricos 
Caixa de fusíveis do painel ,... ••• 
= ~~ ~VM--t-(~8:s:e~~~----,~,:. 4 3 
: T01 Bateria Caixa de relés e fusíveis do 
vão do motor 
~::~: LP-CVBR 
Retrovisor ~ ••• 
elétrico D ••• •••• 
I • ~:: :----m 
DIR 
w---- ::~ Localização do comando dos retrovisores elétricos 
Metrologia Moderna para Mecânicos 
Aborda os principais conceitos 
metrológicos de forma simples, 
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conceitos das medições. 
~~-----------------------------------------------------------J 105 
DUSTER 1.6 16V Sistemas elétrlcos Diagramas elétrlcos 
., Diagrama dos vidros elétrlcos 
Caixa de fusíveis do painel 
Os conectores dos comandos dos vidros elétricos 
DD, TE, TD são iguais. 
MR~~1 MR 
MR 2 2 MR/CZ 
11 11 RS/MR 
Comando do vidro 
elétrico DD 
Motor do vidro 
elétrico TD 
( MDD ) 
MR~ 
'----------- cz ~ 
r;;l ~ J.'l Motor do vidro 
~--/~ei:;D 
MR íil 
.__R_e-lé-d-os_v_id-ro-s-el-ét-rico_• ,_~ "'~ 
T06 ••IJr PR/RS~ PR~ 
MRNM 
Caixa de relés e fusíveis 
do vão do motor 
Localizaçãodo relé de inibição dos vidros elétricos 
traseiros 
Interruptor de inibição 
dos vidros traseiros 
DUSTER 1.616V Sistemas eiétrtcos Diagramas eiétricos 
~ Dlogromo dos luzes de ré 
OfiTJ (CA01) (CA04 ) QD RD-RSJMR~ RS/MR----~28Uj~:D2[8,_--r-----RSIMR~ PR J.. 
~AM/MR~AMIMR C}QJ luzderéE T10: 
Interruptor • '-,................................................. PR -jllu T11 
de ré 
.'-. 
Alerta sonoro de "··· 
auxílio de estacionamento"· , 
MR ---------~---------~ 
.......................................... .l 
-...---+-----.-: ~ 
Sensor de ré 1 
----+----~- MR --------· 
BG-----------
[§[] 
RX-<I[il 
BG~ 
Sensor de ré 2 
Sensor de ré 3 ~ ·······: 
Módulo dos 
sensores de 
estacionamento 
Localização do interruptor de inibição do alerta 
sonoro de auxílio de estacionamento 
Central de fusíveis 
do painel 
~::::::~ 
~/- ······ ~ '-=' 
~ '@ 
(]ill rEP- VM 
'!" T01 Bateria Central de relés e fusíveis 
do vão do motor 
Interruptor 
de inibição do 
alerta sonoro 
Módulo de 
conforto 
Localização do módulo dos sensores de estaciona­
mento e sua vista em detalhe 
Localização do interruptor de ré e sua vista em 
detalhe 
Localização do alerta sonoro de auxílio de 
estacionamento 
LP 
co p 
REF. 
RENAULT CLIO 1.0 16V 2001 ·2005 GASOLINA 
PEUGEOT 206 1.0 16V GASOLINA 
LP-1 03064/1 001 
~ 
VOLKSWAGEN GOLIPARATI 1.0 MI16V 
LP-103065/1002 
REF ORI I " O O 
VOLKSWAGEN GOLIPARATI 1.0 MI 8V 
SENSO DE 
VELOCIDADE 
~ 
' o 
N 
o 
I r 
c: 
CD 
E 
cu 
C.> 
c: 
cu 
..J 
LP-206 28 3/2000 
R f O G N 2 1 7 lc.S 
RENAULT CLIO/SANDERO/ 
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~ Indústria Brasileira • 
C) 
.J 
~ 
,......., 
\. _) 
,......., 
_) 
o 
(' 
,........ 
,...... 
,......, 
\ 
r. 
~ 
' 
\...J 
I LPI 
Thbulação de abastecimento 
Tanque 
Bomba 
Linha de alimentação 
Filtro combustível 
Linha de retomo 
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrônica - Sistema de alimentação de combustivel 
Thbo distribuidor 
Eletroinjetores 
Linha de vapor 
Cânister 
CANP 
Corpo de borboleta 
~C)=-----------------------------------------------------J/1~ o 
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrônlca- Sistema de alimentação de combustível 
PJ Diagrama elétrlco do bombo de combustlvel 
~ 
: ::: 41 
RS/BR 
MRIPR~ 
LCA04) 
Bombade ~1 T10 "'i'" 
combustível ~ 
~BG/BR 
~RS/BR ----....1 
Painel de 
instrumentos 
í 
~ 
~'" 
Módulo de L BAT ) 
comando 
(CA01) 
r--------- ~ --------~~M~i;~M~--------i----------_j 
uu 
(CHAVE) (M.F05) 
~ ----------<~-----MRNM-----<~ YM 
Caixa de fusíveis do painel Caixa de relés e fuslveis do vão do motor 
Especificação técnica: 
Regulador de pressão LP 
LP-47222/262 
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combustível e menor emissão de poluentes. O 
sistema de injeção abordado é o Magneti Marelli 
IAW 4FB. Veja também, nesse manual, todo o 
preparo do veículo para a instalação do sistema 
de refrigeração de ar, e a instalação em si. 
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Medidor /Sensor 
de nível de combustível 
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Medidor /Sensor 
de nível de combustível 
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,r--., 
,..., 
r 
_......._ 
,--.. 
,......, 
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n 
,...., 
,.---..,_ 
~ 
,...----.., 
~ 
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,-... 
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""""""' 
.......... 
( l lndebrás DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrõnlca • Sistema de partida a frio 
==?í'""""'\~===--
,.......,. rJ Sistema de partida a frio - SPF 
,-
G 
c 
,--.., 
\......) 
o 
O sistema auxiliar de partida tem a função de 
permitir que o motor entre em operação em 
temperaturas inferiores à temperatura de 
Fig. 4 - Diagrama do sistema de partida a frio 
Reservatório de gasolina 
Bomba de partida a frio 
Eletroinjetor de partida a frio 
vaporização do álcool. O sistema é automático, e 
não exige a intervenção do condutor para entrar 
em operação. 
Linha de alimentação 
Corpo de borboleta 
Linha de vapor (respiro) 
Diagrama elétrico do sistema de partida a frio 
ml 
~MR/CZ 
~MR/PRl 
Bomba de "'ª'" 
gasolina para T02 
partida a frio 
BR 
BG---.J 
BR------------------r---------c 
Módulo de 
comando 
A4 
Relé de bomba 
de combustível 
(CHAVE) (M.F05) 
AM 
~~':{I)-----MRJVM-------------~VM 
Caixa de fusiveis do painel Caixa de relés e fuslveis do vão do motor 
113 
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrônica - Componentes e suas localizações 
rJ Esquema da lnjeção eletrãnlca Valeo V42 
(H~ 
Sensor de 
oxigênio 
~ 
Sensor de 
temp. do líq. 
Arre!. 
(M!ll 
Sensor 
de pressão 
absoluta do 
coletor 
( C~ 
Sensor de 
p~~~~~ ~~ 
manivela 
~ 
Sensor de 
detonação 
( S~ 
Sensor de 
posição do 
a&T~~d~~ 
~ 
Interruptor 
do pedal 
da embreagem 
Sensores 
t 
t 
t 
t 
.--, 
.........__ 
Atuadores 
.-----..._ 
-------~C ) r-"""\ 
Borboleta 
motorizada 
~ 
~ ,---.. 
lnjetor de 
combustível 
---"\ 
,...... 
~ 
Bobina 
de ignição 
,.........., 
~ ~ 
lnjetor de 
partida a frio 
~ 
Bomba de 
partida a frio ...--.. 
~BA) 
Bomba de 
combustlvel 
O sistema possui sensores e atuadores. Sensores são 
componentes que identificam temperaruras, pressões, 
movimentos e concentração de oxigênio. Tais informações são 
enviadas ao módulo de comando na forma de sinais elétricos. O 
MC, por sua vez, de posse das informações que monitoram todo 
o funcionamento do motor, determina a ação dos atuadores, 
componentes estes capazes de executar movimentos para 
controle de vazão, estanqueidade e acionamentos elétricos. 
Estes dispositivos, corretamente comandados, permitem o 
controle ótimo da massa de combustível introduzida no motor e 
dos instantes de início de combustão em cada cilindro, o que 
provê funcionamento perfeito ao motor. 
,...... 
,----_ 
r--
,---.. 
114 ~------------------------------------------------------------­r-, 
DUSTER 1.6 16V lnjeção Eletrônica Componentes e suas localizações 
rJ M6dulo de comando- MC -Item 1 
Localização do Módulo de 
Comando- MC Detalhe da localização do MC 
n Sensor de oxiglnio- HEGO -Item 2 
Localização do sensor de 
oxigênio 1 - HEGO 1 
Localização do sensor de 
oxigênio 2 - HEGO 2 
Detalhe da localização do 
HEG01 
Detalhe da localização do 
HEG02 
Sensor de tem eratura do IIi uido de arre ecimento - ECT -Item 3 
Localização do sensor de temperatura 
do líquido de arrefecimento - ECT Detalhe da localização do ECT 
__ .-,_, 
MC 
HEGO 1 
HEG02 
ECT 
-·~----------------------------------------------------------~ 115 
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrônlca Componentes e suas localizações 
Sensor de tem eratura do ar admitido - ACT -Item 4 
Localização sensor de 
temperatura do ar - ACT 
Detalhe da localização do ACT 
Sensor de ressõo absoluta do coletor de adm/ssõo - MAP -Item 5 
Localização do sensor de pressão 
absoluta - MAP Detalhe da localização do MAP 
D Borboletaeletr6nlca - ETC -Item 6 
Localização da borboleta 
motorizada - ETC 
Detalhe da localização da ETC 
Sensor de poslçõo da 6rvore de manivelas - CKP -Item 1 
Localização do sensor de posição 
da áiVore de manivelas - CKP Detalhe da localização do CKP 
ACT 
MAP 
ETC 
CKP 
116'---------------------------------------------------------------~-
DUSTER 1.6 16V lnjeção Eletr6nlca Componentes e suas localizações 
r:=J Sensor de detonaçõo - KS- Item 8 
Localização do sensor 
de detonação - KS 
rJ Eletrolnjetores -lN/ -Item 9 
Localização dos eletroinjetores - INJ 
Detalhe da localização 
do sensor KS 
Detalhe da localização do 
eletroinjetor 
rJ Bobinas de lgnlçõo- BIG -Item 10 
Localização das bobinas de 
ignição - BIG 
Detalhe da localização das 
bobinas 
Sensor do edal do acelerador- SPA -Item 11 
Localização do sensor do pedal 
do acelerador SPA Detalhe da localização do SPA 
KS 
Eletroinjetor 
BIG 
SPA 
----------------------------------------------------------------~ 117 
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrõnica Componentes e suas localizações 
Eletrov6lvula de 
Localização da eletroválvula de 
purga do cânister - CANP 
do c8nlster- CANP -Item 12 
Detalhe da localização da CANP 
Bomba de combustfvel- SAC 
Localização do conjunto da bomba de 
combustível - SAC 
Detalhe da localização da bomba 
de combustível 
rJ Sistema de partida a frio - SPF -Item 14 
Localização da bomba de partida 
a frio- BPF 
Localização do eletroinjetor 
de partida a frio 
Detalhe da localização da BPF 
Eletroinjetor de partida a frio 
CANP 
-Item 13 
Bomba de combustível 
BPF 
vcc 
118 '----------------------------------------------------------------
Localização do interruptor do 
pedal da embreagem · IPE 
DUSTER 1.6 16V lnjeção Eletrônica • Componentes e suas localizações 
Detalhe da localização do IPE IPE 
Série Motores Otto 
A manutenção de 
motores consagrados 
I e naspag1nas 
da Mecânica 2000 
O conceito de Potência O conceito de Torque 
vídeo teórico vídeo teórico 
Conheça os procedimentos 
de desmontagens, montagens, 
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~~-----------------------------------------------------------' 119 
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrõnica - Diagrama do conector de diagnósticos 
PJ Diagrama do conector de dlagn6stlcos 
Conector de _. 
diagnósticos 
( CVM ) ;;.._ __ .... 
Caixa de fusíveis do painel [@] Caixa de relés e fusíveis PR -j"T09 
PR --;..ro1 
cz ---« (A·A4) Módulo de comando 
• • do vão do motor 
~ ~ ~~-------------------VM 
YT01 Baleria MR ---« (A·A3) Módulo de comando 
RSJBR---« (A16) Sistema de áudio 
VOIBR ---« (A 15) Sistema de áudio 
BGIBR---« (A·B4) Módulo de comando I (A34) Módulo de conforto I 
(9) Módulo do Air bag I (17) Módulo do ABS 
Localização do conector de diagnósticos 
Tabela de c6dlgos de defeito do sistema de injeçio 
Código 
10 
11 
16 
95 
106 
120 
130 
135 
136 
141 
170 
185 
201 
202 
203 
204 
217 
220 
225 
226 
300 
120 
Item detectado 
Circuito modificador de temperatura do ar (ACT) 
Modificador lei distribuição árvore de carnes 
Coerência do sensor da árvore de carnes I regime do motor 
Circuito sensor de temperatura do ar (ACT} 
Coerência da pressão de admissão (MAP) 
Circuito do potenciômetro de posição borboleta pista 1 (ETC) 
Circuito sonda de oxigênio (HEGO 1) 
Circuito aquecimento da sonda de oxigênio (HEGO 1) 
Circuito sonda de oxigênio (HEGO 2) 
Circuito aquecimento da sonda de oxigênio (HEGO 2) 
Avaria funcional do circuito de combustível 
Circuito do sensor de temperatura de Gás 
Circuito de comando injetor cilindro 1 
Circuito de comando injetor cilindro 2 
Circuito de comando injetor cilindro 3 
Circuito de comando injetor cilindro 4 
Sobreaquecimento do motor (ECT) 
Circuito potenciômetro borboleta pista 2 (ETC) 
Circuito do potenciômetro da posição de pedal pista 1 (SPA) 
Posição dos pedais do freio e do acelerador 
Falha de combustão 
301 
302 
303 
304 
313 
314 
315 
325 
335 
420 
340 
443 
461 
480 
500 
504 
530 
560 
571 
606 
618 
627 
638 
641 
645 
651 
657 
833 
060A 
061A 
109A 
10AO 
10A1 
10A2 
10A3 
10A4 
10A5 
10A6 
10A7 
1170 
1300 
1301 
1302 
1303 
1304 
1314 
1351 
1352 
1608 
1610 
1633 
1644 
1645 
1646 
1656 
2100 
2119 
2120 
2135 
2265 
2293 
2294 
DUSTER 1.8 18V • lnjeçlo Eletr6nlca TIIIN de código de defeito 
Falha de combustão no cilindro 1 
Falha de combustão no cilindro 2 
Falha de combustão no cilindro 3 
Falha de combustão no cilindro 4 
Falha de combustão com nivel mlnimo de combustível 
Falha de combustão 
Coroa do volante do motor 
Circuito do sensor de detonações motor 
Sinal sensor de regime do motor 
Avaria funcional do catalisador 
Circuito sensor de árvore de carnes 
Circuito da válvula de purga do canister 
Circuito do sensor de nivel de combustível 
Circuito de comando da pequena velocidade do GMV 
Informação velocidade do veiculo 
Coerência da informação da luz do int. de freio 
Tensão do sensor de pressão do fluido do ar condicionado 
Tensão de alimentação do módulo de comando 
Circuito contato de stop 
Módulo de comando 
Sistema de gás 
Circuito do comando relé da bomba de combustível 
Posição incorreta da ETC 
Tensão de alimentação dos sensores 
Comando dos relés do compressor do ar condicionado 
Tensão de alimentação dos sensores 
Circuito comando relé principal 
Coerência da informação do interruptor do pedal da embreagem 
Módulo de comando 
Módulo de comando 
Relé de alimentação automática do módulo de comando 
Circuito interno do injetor 1 
Circuito interno do injetor 2 
Circuito interno do injetor 3 
Circuito interno do injetor 4 
Comando do injetor 1 
Comando do inietor 2 
Comando do injetor 3 
Comando do injetor 4 
Avaria de funcionamento do circuito de GPL 
Falha de combustão em modo gás 
Falha de combustão no cilindro 1 em modo GPL 
Falha de combustão no cilindro 2 em modo GPL 
Falha de combustão no cilindro 3 em modo GPL 
Falha de combustão no cilindro 4 em modo GPL 
Detecção de falhas de combustão 
Circuito da bobina de ignição 1-4 
Circuito da bobina de ignição 2-3 
Calculador de comando dos injetores 
Tensão da bateria 
Válvula de partida a frio 
Circuito do relé de aquecimento adicional 1 
Circuito do relé de aquecimento adicional 2 
Circuito do relé de aquecimento adicional 3 
Ligação multiplexada de regulador de binário 
Circuito do comando ETC 
Funcionamento dependente caixa de ETC 
Circuito do potenciômetro da posição de pedal pista 1 
Coerência da posição de pedal/ETC 
Tensão do sinal do sistema de nlvel no depósito de gás 
Pressão do gás 
Circuito regulador de pressão 
~--------------------------------------------------------------~ 121 
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrônlca Plnagem do módulo de comando 
Conector e Conector A do MC Bome MC Cor fios Some componente - Descrição 
A1 BG Comando do elelroinjetor 4 (2) 
A2 cz Comando do elelroinjetor 3 (2) 
A3 MR Comando do elelroinjetor 2 (2) 
A4 RS Comando do elelroinjetor 1 (2) 
B1 vazio 
B2 PR Malha de atenamento do KS 
B3 VM Sinal do KS (1) 
B4 BR A!erramento do KS (2) 
C1 vazio 
C2 MR Comando da ventilaçao interna e ar-condicionado (AS) 
C3 vazio 
C4 BR Pressostato do ar -condicionado 2 ( 1 ) 
01 Vazio 
02 cz Conector A do módulo de ronforto (36) 
03 BR Sinal do poteOOclmetro 2 da ETC (6) 
04 MR Comando do relé principal da injeção (2) 
E1 vazio 
E2 VO Sinal do ACT (1) 
Conector A E3 BR A!erramento do ACT (2) 
Bome MC Cor fios Some componente - Descriçao E4 cz Sinal do CKP (1) 
A1 eA2 vazio 
F1 vazio 
A3 MR Conector de diagnóstico (14) 
F2 MR Sinal do ECT (82) 
......--._ A4 cz Conector de diagnóstico (6) 
F3 BR Alem!mento do CKP (2) 
B1 BR Comando da bobina do relé da 1' vel. do eletroventilador (2) 
F4 RS Sinal do ECT (81) 
B2 BG/BR Painel de instrumentos (A) I Conector A do módulo de coofortn 
G1 vazio ,......... 
(38) 
G2 BG Alimentação dos poteOOclmetros da ETC (5) 
B3 vazio G3 VO Sinal do potenciõmetro 1 da ETC (2) .---.. 
B4 BG/BR Conector Ado módulo de coofortn (34)1 Módulo doABS (17) 
G4 RS Alem!mento dos potenciOmetrosda ETC (1) 
Módulo do air bag (9) I Conector de diagnóstico (7) 
H1 vazio ,..----, 
C1 BR Comando da bobina do relé da '1!' vel. do eletroventilado (86) 
H2 cz Alimentação do MAP(C) 
C2 e C3 vazio H3 BR Sinal do MAP (B) 
C4 BG lntenuptor do pedal da embreagem (2) 
H4 MR A!erramento do MAP (A) 
01 AM Alimentação Oirlla 15) via F2 da CP J1 vazio 
02 ao E2 vazio J2 MR Pressostato do ar-condicionado 1 (B) 
E3 cz lnlerruptor do pedal de freio (1)1 Módulo doABS (30)1 
J3 VO Pressostato do ar-condicionado (C) 
Luzes de freio J4 vazio 
E4 BG lnlerruptor do pedal de freio (3) 
K1 MR Módulo do air bag (40) I Painel de instrumentos (A22) I Módulo 
F1 vazio ABS (28) I Conector A do módulo de ronforto (6) I Conector A 
F2 BR Alimentação do potenciOmetro 1 do SPA (5) do sistema de áudio (13) 
F3 VO Sinal do potenciOmetro 2 do SPA (6) 
K2 RS Pressostato do ar-condicionado 1 (A) 
F4 RS Aterramento do potenciOmetro 2 do SPA (1) K3eK4 vazio 
G1 VO Pré-<lisposição L1 BR Comando do elelroinjetor de partida a frio 
G2 BG Alimentação do potenciOmetro 2 do SPA (4) L2 ao M1 vazio 
G3 MRIPR T01 M2 MRIVO Alimentação do módulo via relé principal 
G4 MRIPR T01 M3 cz ETC(4) 
H1 MRIPR T01 M4 RS ETC(3) 
H2 cz Sinal do potenciOmetro 1 do SPA (3) 
H3 MR Aterramento do potenciOmetro 1 do SPA (2) 
H4 MRIPR T01 
Conector C do MC 
......--._ 
Conector B do MC 
tn l-------------------------------------------------~~ 
r-
DUSTER 1.6 16V lnjeção Eletrônica Pinagem do módulo de comando 
Conector C F1 e F2 Vazio 
Borne MC Cor fios Some componente - Descrição F3 MR Pressoslato do ar-rondicionado 2 (2) 
A1 Vazio F4 Vazio 
A2 BR Sinal da HEGO 2 (2) G1 cz Conector D+ do altenador (2) 
A3eA4 Vazio G2aoG4 Vazio 
B1 MR Sinal da HEGO 1 (2) H1 VO Painel de instrumentos (823) 
B2 cz Alerramento da HEGO 2 (1) H2 ao J1 BR Vazio 
83 VD Paine de instrumentos (819) J2 BR Painel de instrumentos (A4) 
84 Vazio J3 e J4 Vazio 
C1 8R Aterramento da HEGO 1 (1) K1 cz Comando do relé do compressor do ar-condicionado (2) 
C2 ao C4 Vazio K2 Vazio 
D1 8R Comando do relé da bomba de combustivel (2) K3 MR Painel de instrumentos (A3) 
02 8R Comando do relé do sistema de partida a frio (1) K4 e L1 Vazio 
03 Vazio L2 MR/RS HEGO 1 (3) 
04 VD Painel de instrumentos (85) L3 MRJVD HEG02(3) 
E1 RS Comando da CANP (2) L4 ao M2 Vazio 
E2 e E3 Vazio M3 RS DIS3(2) 
E4 cz Painel de instrumentos (A2) M4 cz DIS4(2) 
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~~---------------------------------------------------------- 123 
DUSTER 1.6 16V ·lnjeçlo eletr6nk:a Tntes pnao 1 peuo 
M6dulo de comando • MC 
É uma central eletrônica digital, responsável por 
todo o gerenciamento dos sistemas de injeção e 
ignição do motor. Recebe e processa os sinais de 
todos os sensores, para proporcionar estratégias 
de funcionamento capazes de determinar o 
instante e a duração da abertura dos eletroinje­
tores, a frequência de aterramento das bobinas de 
ignição, de forma a suprir as demandas do motor 
quanto à massa de combustível admitida e ao 
avanço de ignição, de acordo com as solicitações 
instantâneas impostas pelo condutor e pelas 
condições de operação. 
Comanda também estratégias de emergência, que 
garantem a continuidade do funcionamento do 
motor, em caso de perda de sinal de algum sensor, 
exceto o CKP. O MC do Renault Duster possui 3 
conectores elétricos, nomeados por Mecânica 
2000 como A, B e C. O conector A fica localizado 
na parte superior e o conector C na parte inferior, 
com o módulo em sua posição de trabalho. 
Circuito de e oteiTtlmento do m6dulo 
Módulo de 
comando 
~ 
M::D------------------------------------------------~~ 
MRIPR--jlloo T01 [][) ~ l 
AM ---~~3ID 
MRIPR---jlr- T01 
MRIPR___,.. T01 
MRIPR--jlloo T01 
Caixa de fusiveis do painel 
~ 
~ 
AM --<Il?":''D--- MRNM 
MRNM ESQ 
Caixa de relés e fuslveis do vAo do motor 
Conector A do MC Conector B do MC 
124 '-.................................................... ---------------------------------------------~--
Conector C do MC 
Slntom•s em mso de 
O MC pode apresentar falhas internas de funções 
específicas. Mas, isso não fará necessariamente 
com que o motor não funcione. Porém, pode ser 
que componentes comandados ou alimentados 
pelo MC não funcionem, como: eletroinjetores, 
borboleta motorizada, CANP, entre outros; Isso 
D R•cloclnlo fHirtl m•nutenção 
Uma maneira prática de identificar se o MC pode 
ser responsável pelo não funcionamento do motor 
é a realização dos testes de alimentação e 
freqüência de aterramento, tanto para a bobina de 
ignição, quanto para os eletroinjetores. Se ambos 
os resultados estiverem OK, não há razão para 
DUSTER 1.616V ·I 
pode gerar alterações nem sempre perceptíveis 
no funcionamento do motor. Se for detectada 
alguma falha no módulo de comando, o 
componente deverá ser substituído, já que não 
admite intervenções. 
desconfiar do MC. Caso contrário, o MC deve ser 
verificado. Na hipótese de o motor não entrar em 
funcionamento, inicie os testes do MC pelo teste 
de alimentação, conforme descrito a seguir. 
~ O MC está perfeitamente alimentado pela bateria e pela chave de ignição? (teste 1) rõ'iil 
'-,=-----------'~ 
Sim, está alimentado em todos os chicotes testados. Verifique então o aterramento do MC (teste 
2). 
O aterramento do MC está correto? (teste 2) 
Sim, está correto. Conclui-se que todas as condições para operação do MC estão atendidas. 
Caso o motor não entre em funcionamento, suspeite do próprio MC somente se nenhum dos 
componentes apresentar mau funcionamento (CKP, BIG, INJ). É um indicativo de falha 
interna do MC. Entretanto, a conclusão é feita por exclusão das demais possibilidades. 
~ Não, está incorreto. Verifique então a continuidade do chicote de aterramento. 
X Não. Existem falhas de alimentação. Verifique a continuidade do chicote de alimentação e, no 
caso de falha no circuito de alimentação do relé principal, inspecione o próprio relé (relé 6) . 
Verifique o fusível F2 da CVM . Oriente-se pelo diagrama elétrico. 
~~-------------------------------------------------------J 125 
DUSTER 1.6 16V -lnjeção eletrônica- Testes passo a passo 
PJ Teste 1 - Tensão de alimentoção 
condição 
NCIAL Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir· 
a- Chave de ignição: desligada; 
b- Terminal elétrico A do MC: desconectado. 
1 Ligue a chave de ignição; 
2- Meça a tensão entre os terminais apresentados na figura abaixo. 
Módulo de 
comando 
<>-----4111• T01 
<>----41roo T01 
<>-----411" T01 
o 
Caixa de fuslveis do painel 
~ Bateria 
Relé principal da 
injeção 
INF 
ESQ 
--' 
Caixa de relés e fusfveis do vão do motor 
pRICII6neniD 
~ Aprox. 12,5 Volts 
a: chave de ignição: desligada; 
b: desconecte o terminal B do MC e reconecte o terminal A do MC 
c: faça umjumper entre o borne D4 do conector B do MC e a massa; 
d. ligue a chave de ignição e meça a tensão conforme a figura abaixo. 
Multímetro Auto motivo 
Este Programa de Treinamento 
apresenta os recursos e a 
utilização dessa ferramenta 
essencial para testes automotivos. 
DUSTER 1.616V lnjeção eletrônica- Testes passo a passo 
Módulo de 
comando 
r [fl] 
~ ~ l 
Caixa de fusíveis do painel 
., Teste 2- Aterramento 
condição 
IICIAL8 Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir: 
a- Chave de ignição: desligada; 
b- Terminal elétrico A do MC: desconectado. 
Relé principal da 
injeção 
INF 
CflJ 
DIR ESQ 
Caixa de relés e fusíveis do vão do motor 
l-Meça a resistência entre os bomes do chicote do MC e o terminal negativo da bateria, conforme represen­
tado abaixo. 
Módulo de 
comando 
~~••T01 
~llooT01 
;;. ~llooT01 
~llooTQ1 
CflJ 
SUP INF 
Caixa de fuslveis do painel 
Relé principal da 
injeção 
INF 
CflJ 
DIR ESQ 
Caixa de relés e fuslveis do vão do motor 
~~----------------------------------------------------------127 
,--... I 
7Passos : MTE-THOMSON 
SENSOR LAMBDA 
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Também conhecido como "sonda lambda", é um 
sensor de oxigênio instalado no escapamento do 
veículo, capaz de identificar a concentração de 
oxigênio nos gases resultantes da combustão. 
Informa ao MC a porcentagem de oxigênio 
existente nos gases de descarga, para que este 
controle as emissões de poluentes através da 
adequação da mistura ar/combustível aos valores 
próximos do estequiométrico - lambda próximo 
de 1. Devido às reações ocorridas no motor, 
diferentes concentrações de oxigênio na descarga 
são observadas a todo momento. O Duster possui 
dois sensores de oxigênio: um localizado antes e 
outro após o catalisador. Esse arranjo possibilita 
ao MC avaliar a eficiência catalítica com base nas 
informações fornecidas pelos sensores HEGO 1 e 
HEG02. 
P1 Circuito elltrlco 
Módulo de 
comando 
MR --------------------------~ 
C Rt1clodnlo JHIITI mGnulenfio 
DUSTER 1.6 16V ·lnjeçio elelr6nlca Testas passo a passo «?# 
Especificação técnica 
MTE-THOMSON 
MTE 
8960.40.040 
Caixa de relés e fusíveis do vão do motor 
Realize o teste apresentado para ambos os sensores HEGO 1 e HEGO 2. 
,.......... ~ OsinalderespostadosensorHEGOestácorreto (teste 1)? 
Sim, o sinal está correto. Ainda assim é aconselhável realizar teste com o osciloscópio para 
verificar o tempo de resposta do sensor. Verifique, por segurança, o chicote elétrico, para garantir 
que o sinal está chegando ao MC. Para tanto, consulte o diagrama elétrico. Se estiver em ordem, 
conclui-se que o sensor está em boas condições. Mesmo assim, verifique as condições de sua 
resistência de aquecimento (teste 3). 
~~------------------------------------------------------------ us 
f(A DUSTER 1.6 16V ·lnjeção eletrõnica ·Testes passo a passo 
~ A alimentação da resistência de aquecimento está correta (teste 2)? 
Sim, está correta. Então realize o teste de resistência (teste 3). 
Os valores ôhmicos da resistência de aquecimento estão corretos (teste 3)? 
Sim, estão corretos. O sensor está isento de defeitos. 
Não, está incorreta. Substitua o sensor, pois sua resistência de aquecimento está sendo 
alimentada mas não atua adequadamente. 
Não há alimentação para a resistência de aquecimento do sensor. Neste caso, verifique o 
circuito de alimentação do sensor, o fusível F2 da CVM e o relé principal (relé 6). Descubra a 
origem da ausência de alimentação elétrica e efetue os reparos necessários. 
Não há sinal do sensor HEGO ou o sinal está incorreto. Substitua o sensor, pois não está ativo. 
dlnllmlco de tensio dos sensores HEGO 1 e HEGO 2 
condi~io 
IICIAL8 Antes de começar o teste, certifique-se da condição a seguir· 
a- Motor em marcha lenta, funcionando na temperatura ideal de operação. 
1-Meça a tensão conforme a figura abaixo. 
Módulo de 
comando 
Sensor de 
oxigênio 
l 
Relé principal da 
ínjeção 
Caixa de relés e fusíveís do vão do motor 
Tensão de resposta do HEGO 1: 50 a 900 mV 
Tensão de resposta do H EGO 2: 400 a SOO 
... 
130 ~----------------------------------------------------------~ 
DUSTER 1.6 16V lnjeçlio eletrônica Testes passo a passo 
Teste 2 - Tensão de dos sensores NEGO 1 e NEGO 2 
condisão 
NCIAL3 Antes de começar o teste, certifique-se das condições a seguir: 
a- Chave de ignição: desligada; 
b- Terminais elétricos dos sensores HEGO 1 e HEGO 2: desconectados. 
1-Ligue a chave de ignição e meça a tensão de alimentação, conforme a figura. 
Módulo de 
comando 
Sensor de 
oxigénio 
!!o2) 
• Sensor de 
oxigénio 
proa!Cimei":
1
Aproximadamente 12,6 v (tensão de 
~ bateria). Resultado esperado para 
HEGO 1 eHEG02. 
Teste 3 - Reslstlnclo elétrlco dos sensores NEGO 1 e NEGO 2 
condisão 
NCIAL3 Antes de começar o teste, certifique-se das condições a seguir: 
a-Chave de ignição: desligada; 
b- Terminais elétricos dos sensores HEGO 1 e HEGO 2: desconectados. 
1 Meça a resistência entre os bomes indicados na figura abaixo. 
Sensor de 
oxigénio 
-------------------------------------------------------------- 131 
DUSTER 1.818V ·lnjeçlo aletr&nlc. T .. t .. paMo a paaao 
Sensor de 
O sensor é composto por um resistor tipo NTC 
(coeficiente negativo de temperatura), no qual o 
aumento da temperatura do meio onde se 
encontra (líquido de arrefecimento do motor) 
causa a redução de sua resistência interna. Como 
o sensor recebe alimentação constante do módulo 
de comando (5 volts), a variação de sua 
resistência interna em função da temperatura 
causa alteração na tensão de resposta do sensor ao 
MC. A informação da temperatura do líquido de 
Circuito elltrlco do sensor de 
M6dulode 
oomando temp~~s~~~3o de 
arre'leCimento 
EJl Rt1cloclnlo fHirtl mtJnulenfiO 
·ECT 
Especificação técnica 
MTE-THOMSON 
4058 
arrefecimento é utilizada pelo MC para o controle 
da razão ar/combustível, correção da rotação de 
marcha lenta, controle de avanço de ignição e 
tempo de injeção. O sensor possui três pinos: 
alimentação, sinal de resposta para o MC e 
informação para o painel de instrumentos. 
ao 
(CA01 ) ~ 
MR~MR~ 
Painel de 
Instrumentos 
'-,~-(1;; __ o_s_in_a_l_d_e_r_e_sp_o_s_t_a_d_o_s_e_n_so_r_E_c_T_ e_s_tá_ co_r_r_e_to_ C_te_s_te_ l)_? ___________ ~ 
Sim, está correto. Conclui-se que o sensor está enviando ao MC a tensão que corresponde ao real 
valor de temperatura do líquido de arrefecimento. Realize por segurança o teste de resistência 
elétrica (teste 2) para verificar toda a faixa de operação do sensor. 
~ A resistência elétrica está correta (teste 2)? 
Sim, está correta. Neste caso, o circuito do ECT está em ordem e qualquer falha apresentada 
no sistema de injeção tem outra origem. 
Não. O valor da resistência está fora do especificado. O sensor está danificado. Substitua-o. 
Não, o sinal está incorreto ou não existe sinal. Verifique então se o problema está na alimentação 
do sensor (teste 3). 
~ A tensão de alimentação está correta (teste 3)? 
Sim, está correta. Neste caso, o sensor ECT está danificado, pois está sendo alimentado e 
envia sinal de resposta incorreto. Substitua o ECT. 
Não há tensão de alimentação. Verifique o chicote elétrico e substitua-o se necessário. 
Acompanhe o diagrama elétrico e identifique possíveis rompimentos no chicote. Caso o 
chicote esteja perfeito, e não haja alimentação no ECT, suspeite de falhas internas do MC. 
1U ~--------------------------------------------------------~-
r-
r---
r-
........... 
DUSTER 1.6 16V • lnjeçlo eletr6nlcll · T•tea pano 1 paliO 
Tabelas de valores caracterlstlcos do sensor ECT 
Temperatura (°C] Tensão M 
-10 4,48 Gráfico G.3.1 
o 4,16 5 
4,5 
10 3,76 4 
20 3,28 :E 3,5 
-....., 
...... 
30 2,74 o 3 •ca 
40 2,24 UI 2,5 
c 2 
50 1,78 ~ 1,5 
60 1,38 1 
0,5 
70 1,06 o 
....... ....._ 
....__, 
80 0,81 -10 o 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110 
90 0,62 
100 0,47 
Temperatura ("C) 
110 0,38 
Tabela T.3.1 
Temperatura (0 C] Resistência [0) 
-10 12372 
o 7276 Gráfico G.3.2 
10 4434 
20 2797 
30 1780 
40 1188 
50 800 
60 578 
70 389 
80 256 
§: 
14000 
12000 
ca 
'ij 10000 c 
:! 8000 
UI 
'iii 6000 
~ 4000 
2000 
1\ 
\ 
~ 
'\ 
-...., 
........ -90 203 o 
100 149 -10 o 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110 
110 114 Temperatura ("C) 
Tabela T.3 .2 
., Teste 1 - RespostD dlnlmlca de tensão 
Realize este teste inicialmente com o motor frio, em seguida, com o motor aquecido. Utilize o 
gráfico que representa a curva do sensor para identificar a tensão de resposta nas váriastemperaturas. Em seguida ligue o motor, aguarde seu aquecimento e faça uma nova medida 
de tensão de resposta. 
=r:... Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir: 
'O' a-Terminal elétrico do sensor ECT· conectado; 
b-Chave de ignição: ligada. 
~~--------------------------------------------------------~ 133 
DUSTER 1.616V lnjeção ele1rõnica Tes1es passo a passo 
l-Meça a tensão elétrica, como apresentado na figura abaixo. 
~ ~ 
(CA01 ) ~ [c-! j A --------4Esi5sJ:f.~B!ss;-.....------4A12 ~ 
Módulo de 
comando 
Tensão esperada para motor frio: 3,28 Volts 
Para motor aquecido: 0,62 Volts 
Sensor de 
temp. do líquido de 
arrefecimento 
Painel de 
instrumentos 
rJ Teste 2- Reslstincla elétrlca ~ &:...--..~.... _ ________;_~~----~ 
condisão 
IICIAI.~ 
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir 
a-Chave de ignição: desligada; h-Terminal elétrico do sensor: desconectado. 
1- Meça a resistência interna do sensor, conforme figura abaixo, e compare com a tabela (T.3.2). 
"T) 
Sensor de 
temp. do líquido de 
arrefecimento 
Medida obtida 
~Resposta de tensão esperada para temperatura de 20°C é de aproximadamente 2,80 k:n. 
I'J Teste 3 - Tensão de alimentação 
condi são 
INICIAL8 Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir· 
a-Terminal elétrico do sensor ECT· desconectado; h-Chave de ignição: ligada. 
1- Meça a tensão elétrica entre os bornes do terminal elétrico do chicote do sensor, como indicado na figura 
abaixo. 
Módulo de 
comando 
134 
Sensor de 
temp. do líquido de 
arrefecimento 
ao 
o-----~-------~~1 
Painel de 
instrumentos 
Sensor de temperatura do ar admitido -AG 
O sensor é composto por um resistor tipo NTC. O 
aumento da temperatura do ar no interior do 
coletor de admissão causa a redução de sua 
resistência interna. O sensor recebe alimentação 
constante (5 v) do módulo de comando e 
conforme a resistência elétrica varia em função da 
temperatura, seu sinal de resposta também varia. 
Circuito elétrico do sensor de temperatura 
-~LU) 
DUSTER 1.616V -lnjeção eletrõnica- Testes passo a passo 
Módulo de 
comando 
sg~~ra~~~~~g- ~··············································································································································' 
r---- EJ'l Raclocfnio para manutenção 
~~-~ ___ o __ si_n_a_l_d_e_r_e_s_p_o_st_a_d_o __ s_en __ so_r_A __ C_T __ e_st_á_c_o_r_r_e_to __ C_t_e_st_e_l_)_? _______________________ ~ 
Sim, está correto. O sensor está enviando ao MC a tensão que corresponde ao real valor de 
temperatura do ar no interior do coletor de admissão. Realize o teste de resistência elétrica 
(teste 2) para verificar toda a faixa de operação do sensor. 
~ A resistência elétrica está correta (teste 2)? 
Sim, está correta. O circuito do ACT está em ordem. 
Não. O valor da resistência está fora do especificado. Substitua o sensor. 
Não, o sinal está incorreto ou não existe sinal. Verifique então se o problema está na alimentação 
do sensor (teste 3). 
~ A tensão de alimentação está correta (teste 3)? 
Sim, está correta. Neste caso, o sensor ACT está danificado, pois está sendo alimentado e 
envia sinal de resposta incorreto. Substitua o ACT. 
Não há tensão de alimentação. Verifique o chicote elétrico e substitua-o se necessário. 
Acompanhe o diagrama elétrico e identifique possíveis rompimentos no chicote. Caso o 
chicote esteja perfeito, e não haja alimentação no ACT, suspeite de falhas internas do MC. 
~-------------------------------------------------------------J 135 
DUSTER 1.6 16V ·lnjeçio aletr6nlca • T•tM pauo a paaao 
Tabelas de wlores caracterlstlcos do sensor ACT 
Temperatura [°C] Tensão [V] 
Gráfico G.4.1 
-10 3,92 
o 3,51 
10 3,01 
20 2,49 :E 
30 2 o 
ln! 
40 1,57 III c 
50 1,22 ~ 
60 0,93 
70 0,73 
80 0,57 
Tabela T.4.1 
4,5 
4 
3,5 r--.. 
............... 
2,5 
1,5 
1 
0,5 
o 
·10 o 
............... 
.............. --.... --....., 
"-- ---
w ~ ~ ~ m ~ m w 
Temperatura ("C) 
Temperatura [°C] Resistência [!1] 
-10 9374 
o 5998 
10 3811 
20 2491 g: 
30 1671 IV 
'ij 
40 1150 c 
cQI -50 807 III 
'iii 
60 569 Ql 
o:: 
70 424 
80 319 
Tabela T.4.2 
10000 
9000 
8000 
7000 
6000 
5000 
4000 
3000 
2000 
1000 
o 
Gráfico G.4.2 
'\ 
'\ 
\ 
"" "" ......... 
!'-. 
~ 
~ o w ~ ~ ~ m ~ m w 
Temperatura ("C) 
p] Teste 1 • RespostD dlnlmlca de tensio 
Realize este teste inicialmente com o motor frio, em seguida, com o motor aquecido. Utilize o 
gráfico que representa a curva do sensor para identificar a tensão de resposta nas várias 
temperaturas. Em seguida ligue o motor, aguarde seu aquecimento e faça uma nova medida 
de tensão de resposta. =:,. Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir 
U a-Terminal elétrico do sensor ACT· conectado; 
b-Chave de ignição: ligada. 
136 ~------------------------------------------------------------
DUSTER 1.616V ·lnjeçlo elell6niC11 Teatu ptiHO I ptiHO 
l-Meça a tensão elétrica, como apresentado na figura abaixo e compare com a tabela (T.3.1). 
Módulo de 
comando 
PJ Teste 2 • Reslstlncl11 elltrlc11 
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir: 
a-Chave de ignição: desligada; 
b-Terminal elétrico do sensor: desconectado. 
1- Meça a resistência interna do sensor, conforme figura abaixo, e compare com a tabela (T.3 .2). 
Módulo de 
comando 
Medida obtida 
--~------------------------------------------------------------ 131 
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrõnica Testes passo a passo 
PJ Teste 3 - Tensão de alimentação 
condição 
IICIAL8 Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir 
a-Terminal elétrico do sensor ACT: desconectado; 
h-Chave de ignição: ligada. 
1- Meça a tensão elétrica entre os bomes do terminal elétrico do chicote do sensor, como indicado na figura 
abaixo. 
Módulo de 
oomando 
~T ) 
~ 
Sensor de temp. 
do ar admitido 
o 
Sistema de REFRIGERAÇÃO de AR 
A cada verão, aumenta o interesse por ter 
um ar-condicionado instalado no veículo. 
Aproveite esse mercado. 
Programa de treinamento sobre o princípio 
da refrigeração de ar automotiva, que tem o 
objetivo de levar conhecimento sobre os 
principais itens envolvidos: a termodinâmica 
e a tecnologia empregada; completo estudo 
sobre os fenômenos físicos da troca de calor 
e da variação de temperatura, as 
propriedades básicas do fluido ao condensar 
e ao vaporizar, e como esses fenômenos são 
utilizados e controlados. 
Inclui: 
• Manual 
emCO 
• 3 OVOs 
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138 '---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------~~ 
.. 
Sensor de pressão tJbsolutD - MAP 
Informa ao Módulo de Comando a pressão 
absoluta do ar existente no interior do coletor de 
admissão. É alimentado diretamente pelo MC e 
envia sinal de resposta proporcional à pressão no 
coletor. O cálculo da massa de ar admitida é feito 
principalmente com base nas informações 
fornecidas pelos sensores MAP, ACT e CKP. 
I'J Circuito elétrico 
Módulo de 
comando 
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrõnica • T- passo a passo «?# 
Especificação técnica 
Mm-THOMSON 
7136 
Tt1belt1 de vtJiores ctJrtJcteristlcos do sensor MAP 
TABELA T.5.1 
Depressão [mmHg] Tensão M 
o 4,4S 
100 3,9S 
200 3,26 
300 2,S3 
400 1,80 
soo 1,12 
•.s 
~ 3,S 
o 
': 2,5 
c: 
~ 2 
I.S 
o.s 
Gráfico G.5.1 
.........._ 
........... 
......... 
......... 
r--..... 
.......... 
100 ~ 
Depressão aplicada no sensor Depressão [mmHg) 
TABELA T.5.2 
Pressão abs. [mbar] 
soo 
600 
700 
800 
900 
1000 
Tensão M 
2,13 
2,66 
3,20 
3,73 
4,2S 
4,80 
Pressão absoluta do coletor de admissão 
TABELA T.5.3 
Pressão abs. 
[mbar] 
soo 
600 
700 
800 
900 
1000 
Resistência 
[lill] 
69,94 
4S,7S 
29,S6 
18,04 
9,40 
2,63 
Pressão absoluta do coletor de admissão 
g 
<11 
1l c: 
'$ 
.; 
:! 
GráficoG.5.2 
v 
---____.. !--" 
soo 700 800 ... 1000 
Pressão absoluta [mbar) 
Gráfico G.5.3 
70 
60 
so 
1"'--
"' .. r--.._ 
""' 20 
lO 
............ 
r--.... --soo 600 700 800 ... 1000 
Pressão absoluta [mbar] 
--------------------------------------------------------------- 139 
t(A DUSTI:R 1.6 16V lnjeçio eletr6nlc.l Testes passo a passo 
., Slntomtls em CtiStl de {rllhtiS 
Ao trabalhar com valores errados de pressão no 
coletor de admissão, o funcionamento do motor é 
bastante afetado, sobretudo em regimes 
transientes de operação. 
EJ1 ~ RtlcltiCinlo fHITtl mtlnutenção 
Antes de realizar os testes, verifique se há alguma 
entrada falsa de ar no coletor de admissão ou no 
próprio alojamento do sensor. Inspecione também 
o filtro de ar. Embora os testes não identifiquem 
falhas no sensor, a alimentação do motor pode 
ficar comprometida em consequência de sua 
Em caso de perda do sinal de pressão do coletor, o 
MC adota um valor fixo, e o motor reage muito 
mal às solicitações de aceleração. 
ineficácia, pois a restrição ao enchimento dos 
cilindros se eleva conforme a saturação do 
elemento filtrante, causando a queda do 
rendimento do motor. 
~ Os resultados do teste do sensor em pressões variadas estão corretos (teste 2)? 
Sim, estão corretos. O sensor está funcionando normalmente. Apenas, certifique-se de que não 
haja entradas falsas de ar no alojamento do sensor e tampouco em qualquer outro ponto do 
coletor de admissão ou do corpo de borboleta. Verifique a continuidade do chicote entre o sensor 
e o módulo de comando. Assegure-se de que seus sinais estejam chegando ao MC. 
~ Não. Foram verificadas falhas nesta aferição. Faça então o teste de alimentação elétrica (teste 1). 
~ A alimentação elétrica está correta (teste 1)? 
Sim, está correta. O sensor está alimentado, mas não envia sinal de resposta ao MC. Neste 
caso, a falha está no próprio sensor. Verifique a integridade do chicote elétrico. Se estiver 
perfeito, substitua o sensor. 
Não. A alimentação do sensor está incorreta. Verifique então a continuidade do chicote entre o 
sensor e o MC. Caso o chicote esteja perfeito, inspecione os terminais do MC quanto à 
integridade e mau contato. Suspeite do MC na hipótese, pouco provável, de não estar 
alimentando o sensor . 
• Teste 1 - Tensão de t1Hment11çiio 
condição 
NCIAI.8 Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir: 
a-Terminal elétrico do sensor MAP· desconectado; 
h-Chave de ignição: ligada. 
-
140 '-------------------------------------------------------------~---
r-
r-
DUSTER 1.616V lnjeção eletrõnica Testes passo a passo 
l-Meça a tensão de alimentação, como mostrado na figura a seguir. 
~ 
o 
Módulo de 
comando 
Sensor de pressão 
absoluta 
Teste 2- Respost/1 dlnamlca de pressão 
condição 
INICIAL8 Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir: 
a-Chave de ignição: ligada; 
h-Sensor MAP· removido, mas conectado a seu chicote elétrico. 
l-Conecte a bomba de vácuo ao sensor MAP, aplique as depressões sugeridas e meça cada tensão conforme 
a figura abaixo. 
o 
Módulo de 
comando 
~ 
Jt---------4( A ~ 
~ 
Sensor de pressão 
absoluta 
Depressão [mmHg] 
o 
100 
200 
300 
400 
soo 
Tensão [V] 
4,45 
3,95 
3,26 
2,53 
1,80 
1,12 
Depressão aplicada no sensor 
Conheça os conceitos técnicos e científicos da eletrônica 
embarcada nos veículos com injeção eletrônica. 
•Estudo de Sensores e Atuadores 
·Estudo de Sistemas Eletroeletrônicos 
•Estudo de Eletricidade Básica 
•Estudo de lnjeção Eletrônica 
·Osciloscópio 
--~------------------------------------------------------------_, 141 
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrônica Testes passo a passo 
Borboleta motorizado - ETC 
Compreende o conjunto do corpo de borboleta, que incorpora uma válvula 
controladora de fluxo de ar de admissão (borboleta), o motor elétrico 
(acionado com frequência de 1 kHz) responsável por movimentar a 
borboleta e dois potenciômetros que informam ao MC a posição instantânea 
da borboleta. Tanto o motor quanto os potenciômetros são alimentados 
diretamente pelo MC . 
., Circuito elétrlco 
Módulo de 
comando 
RS 
cz 
RS 
VD 
BR 
BG 
c:::n Roclocinio poro manutenção 
O mau funcionamento da borboleta motorizada 
afeta não apenas as condições transientes de 
operação, mas também a marcha lenta, uma vez 
que não existe neste sistema um atuador 
específico de marcha lenta, pois é a própria 
borboleta motorizada quem a controla. 
A borboleta motorizada está sujeita a contami­
nações que podem afetar o controle de marcha 
lenta. Por isto são recomendadas a inspeção e 
limpeza de seu eixo, bem como a verificação de 
sua livre movimentação angular até a posição de 
plena carga. 
~ O sinal de resposta dos potenciômetros do ETC está correto (teste 1)? 
Sim, o sinal está correto. Significa que o ETC está alimentado e seu potenciômetro funciona 
corretam ente. Verifique o chicote elétrico entre o ETC e o MC, pois pode não haver continuidade 
e seu sinal não estar chegando ao MC. Confira também as condições dos terminais do chicote e 
do próprio MC. 
~ O chicote elétrico está em boas condições? 
Sim, o chicote está em ordem. O circuito dos potenciômetros do ETC está funcionando 
corretamente. 
Não. O chicote apresenta mal contato ou curto-circuito. Corrija o defeito ou substitua o chicote. 
Não. O sinal do ETC está incorreto. Neste caso, o problema pode estar no sensor ou na alimentação 
elétrica. Verifique primeiro a alimentação do ETC (teste 2). 
~ A tensão de alimentação está correta (teste 2)? 
Sim, está correta. O defeito pode ser do próprio sensor ou do fio de sinal do chicote. 
Não há tensão de alimentação. Inspecione o chicote elétrico e procure por pontos de 
interrupção do mesmo. Se estiver danificado, corrija o defeito ou substitua-o se necessário. Se 
o chicote estiver perfeito e não houver alimentação no ETC, é possível que o MC não esteja 
alimentando o ETC. Verifique o MC. 
142 ~------------------------------------------------------------~~ 
r 
r 
condição 
IICIAL8 
DUSTER 1.616V -lnjeção eletrõnica Testes passo a passo 
dln8mic11 dos 
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir: 
a-Chave de ignição: desligada; 
h-Terminal elétrico do ETC: conectado. 
l-Ligue a chave de ignição. Meça a tensão conforme a figura. 
Borboleta em repouso: 0,89 V 
Borboleta totalmente aberta: 4, 72 V 
Medidas obtidas 
proceclmeniD p o A 2 otencwmetro : 
~GI-IDDj-q Borboleta totalmente fechada: 4,49 V 
Borboleta em repouso: 4,10V 
Borboleta totalmente aberta: 0,34 V 
Potenciômetro 1: ponta de prova vermelha no fio 2 (verde) e ponta de prova preta no fio 1 (rosa); 
Potenciômetro 2: ponta de prova vermelha no fio 6 (branco) e ponta de prova preta fio 1 (rosa) . 
., Teste 2 - Tensiio de lllimenfllçiio 
condição 
IICIAI. Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir: 
a-Terminal elétrico do ETC: desconectado; 
h-Chave de ignição: ligada. 
l-Meça a tensão, conforme a figura. 
Módulo de 
comando 
~~------------------------------------------------------------------------ 143 
LP 
,_,.., 
\..-.J 
r--"\ 
'---' 
r--'1 
~- -' ,......., 
\.__, 
,.-.. 
\,__) 
o 
~ 
\._ _ _) 
•r---") 
\.__J 
c 
f'· 
\._) 
~ 
Lt 
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'----' 
o 
c 
o 
c-J 
o 
(~ 
'---/ 
,..--.. 
LJ 
o 
r 
\,__J 
.r-"\ 
LJ 
o 
o 
o 
u 
o 
o 
o 
' L_, 
DUSTER 1.6 16V lnjeçllo eletr6nlca ·Testes passo a pesso 
Sensor de da 6rvore de manivelas • CKP 
É um sensor do tipo indutivo, composto por um 
cartucho hermético, onde estão presentes um ímã 
permanente e um indutor. Através do 
deslocamento relativo dos dentes de uma roda 
dentada, o sensor CKP gera tensão alternada com 
freqüência proporcional à rotação do motor. A 
ausência de dois dentes na roda dentada informa 
ao MC a posição inicial da árvore de manivelas, 
permitindo o sincronismo dos sistemas de injeção 
e ignição. Esta ausência de dois dentes é atribuída 
a uma posição definida da árvore de manivelas 
para o cilindro 1 e, ao ser identificada, o 
processadorreconhece a posição da árvore de 
manivelas permitindo o cálculo do momento 
PJ Circuito elltrlco 
~ ~l 
l9:==::~ 
exato de ignição e injeção. O sensor é fixado no 
bloco do motor e posicionado de forma radial à 
roda dentada. O não funcionamento do sensor 
impossibilita o funcionamento do motor. 
Módulo de Sensor de posição da ~ .................................................................................................. ../ 
comando árvore de mamvelas 
mJ Rac/ocfnlo para manutenção 
~ A resposta dinâmica de frequência está correta? (teste 1)? 
Sim, está correta. Significa que o sensor está gerando sinais corretamente. É necessário certificar­
se que os sinais estão chegando ao MC. Para tanto, consulte o diagrama elétrico no final desta 
edição e faça um teste de continuidade entre o CKP e o MC. 
~ Não, está incorreta. Realize então o teste de resistência para verificar se há rompimento (teste 
2). 
~ A resistência elétrica está correta C teste 2)? 
Sim, está correta. Verifique o alinhamento e o posicionamento do sensor. Limpe o sensor e 
elimine quaisquer resíduos metálicos que possam ter sido atraídos por seu núcleo imantado. 
Confira a integridade da roda dentada, que pode afetar o sinal do CKP Realize novamente o 
teste de resposta dinâmica. Se não apresentar resultado correto, é possível que haja 
rompimento interno do chicote do sensor. Substitua-o. 
Não. A resistência está incorreta. O sensor está danificado e deve ser substituído. 
~CJ~· ---------------------------------------------------J 145 o 
DUSTER 1.616V lnjeçlo eletr6nlca. TniH pu•o • ~ 
dln8mlca de 
Antes de começar o teste, certifique-se da condição a seguir­
a-Terminal elétrico do sensor CKP: desconectado. 
1-Dê partida no motor. 
2-Meça a frequência de resposta do sensor, corno na figura abaixo. 
Módulo de 
comando 
O motor não entrará em funcionamento. 
Sensor de poslcao da 
árvore de manrvelas 
Teste 2 • Reslstlncla elltriCII 
Antes de começar o teste, certifique-se das condições a seguir: 
a-Chave de ignição: desligada; 
h-Terminal elétrico do sensor CKP· desconectado. 
l-Meça a resistência entre os bomes do terminal do sensor, corno na figura abaixo. 
Módulo de 
comando 
Sensor de peslcao da 
árvore de manrvelas 
www.mecanica2000.com.br 
146 '--------------------------------------------------------------
~ 
Sensor de -ICS 
Instalado em posição estratégica no bloco do 
motor, o sensor de detonação não possui 
alimentação elétrica. É um cristal piezoelétrico, 
capaz de captar as vibrações do bloco do motor, e 
transformá-las em tensão alternada, com 
freqüência e amplitude proporcionais à 
intensidade da vibração. A ocorrência de 
detonação no motor fará com que o sensor gere 
sinal de tensão alternada numa faixa de 
rJ Circuito elétrico 
~ 
VM 
BR 
DUSTER 1.6 16V -lnjeção eletrônica- Testes passo a passo 
freqüência e amplitude reconhecidas pelo MC. 
Então, uma vez assim identificada a existência de 
detonação, o módulo de comando atrasará, por 
medida de segurança, o ponto de ignição, 
independentemente do valor imediato de avanço 
de ignição encontrado no instante da detonação. 
~ PR Sensor de +------­
detonação 
Módulo de 
comando 
rn Rllciocínio piiTII mllnutençiio 
~ O sensor de detonação está respondendo corretamente às batidas aplicadas (teste 1)? 
Sim, está respondendo. Significa que o sensor está operante. Por segurança, verifique as 
condições do chicote e cheque sua continuidade. Oriente-se pelo diagrama elétrico. 
~ Não. O KS não responde. Neste caso, substitua o sensor. Na instalação, limpe bem a superfície 
do bloco onde o KS se encaixa, e aperte-o com o torque de 25 Nm. 
P'J Teste 1 - Respostll de tensão 
condi~ão 
IICIAI. Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir: 
a-Chave de ignição: desligada; h-Terminal elétrico do KS: desconectado. 
l-Bata com firmeza e repetidamente com uma haste metálica no parafuso do KS, e meça a tensão de 
resposta, como apresentado na figura abaixo. 
Módulo de 
comando 
~ 
1§ 
~~ 
Aplicar leves golpes no sensor KS Tensão gerada a cada batida no KS: 
aprox. 0,7 Volts. 
---------------------------------------------------------------J 147 
DUSTER 1.6 16V - lnjeção eletrônlca Testes passo a passo 
Injetam combustível no coletor de admissão em forma pulverizada. São 
alimentados pelo relé principal da injeção (Relé 6) e comandados 
individualmente pelo MC. 
P'J Circuito elétrlco 
Módulo de 
comando 
cz 
BG 
MR 
~ 
Eletroinjetor 3 
Eletroinjetor 2 '4 
~ 
Eletroinjelor 4 
VM T 
VM _j 
Caixa de relés e fusíveis do vão do motor 
~ Raciocínio para manutenção 
~ A resistência interna está correta C teste 1)? 
\L Sim, está correta. Faça agora o teste de alimentação elétrica C teste 2 ) . 
~ A alimentação dos eletroinjetores está correta (teste 2)? 
Sim, eles estão sendo alimentados corretam ente. Faça então o teste de pulso para verificar se o 
MC está aterrando os eletroinjetores corretamente (teste 3 ) . 
~ Os pulsos de aterramento estão sendo aplicados em todos os eletroinjetores? 
Sim, existem pulsos de aterramento em cada um dos 4 eletroinjetores. Neste caso, não há 
falhas de acionamento, pois os eletroinjetores estão sendo alimentados e aterrados 
corretamente. Para se assegurar da funcionalidade dos mesmos, remova-os e instale-os no 
equipamento de teste e limpeza. Efetue a limpeza e faça os testes de vazão, formato de spray 
de combustível e estanqueidade. 
148 ~--------------------------------------------------------------
DUSTER 1.616V lnjeção eletrOnica Testes passo a passo 
Não há pulsos de aterramento. Verifique a continuidade dos chicotes dos eletroinjetores ao 
MC. Caso os chicotes estejam perfeitos, suspeite do MC, que pode não estar enviando os 
pulsos de aterramento. Faça o teste no sensor CKP. 
Não há alimentação no eletroinjetor. Neste caso verifique o fusível F2 e o relé principal (Relé 6) 
da CVM. Inspecione também o chicote elétrico de alimentação. Oriente-se pelo diagrama 
elétrico para tanto. 
Não. A resistência do eletroinjetor está fora da faixa especificada. Isto significa defeitos no 
enrolamento interno e compromete o funcionamento do componente. Substitua todos os 
eletroinjetores cuja resistência apresenta-se incorreta. 
rJ Teste 1 - Reslstlncla elétrlca 
condição 
NCIAI.8 Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir· 
a-Chave de ignição: desligada; 
h-Terminal elétrico dos eletroinjetores: desconectado. 
l -Meça a resistência elétrica de todos os eletroinjetores. 
Eletroinjetor 1 
Repita esse teste em todos os 
eletroinjetores. 
PJ Teste 2- Tensão de alimentação 
condição 
INICIAL8 Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir· 
a-Terminais elétricos dos eletroinjetores: desconectados; 
h-Chave de ignição: desligada. 
l-Ligue a chave de ignição e meça a tensão de alimentação de cada um dos eletroinjetores, como 
apresentado abaixo. 
149 
DUSTER 1.6 16V - lnjeção eletr6nica - Testes passo a passo 
Módulo de 
comando 
Eletroinjetor 1 ~ 
0 ~ Eletroinjetor2 
0 
Eletroinjetor3 ~ 
0 
Eletroinjetor4 
PJ Teste 3- Pulsos de tlfe"tlmentD 
Caixa de relés e fusíveis do vão do motor 
12,6 V (tensão 
Antes de iniciar o teste, certifique-se da condição a seguir: 
a-Chave de ignição: desligada. 
l-Dê a partida no motor e verifique os pulsos de aterramento dos injetores com uma caneta de polaridade, 
como apresentado abaixo. 
Módulo de 
comando 
Eletroinjetor 2 
Eletroinjetor 4 
~1Ao ligar a chave de ignição, o led 
~ vermelho deve acender, indicando 
que o eletroinjetor está sendo 
alimentado. Ao dar a partida, o led verde deve 
piscar e o vermelho permanecer aceso, indi­
cando que o MC está comandando o eletro­
injetor. 
l 
---
Relé principal da 
injeção 
( CVM ) 
Caixa de relés e fusfveis do vão do motor 
Caso o motor não entre em funcio­
namento, execute o teste durante 
a partida. 
150 ~--------------------------------------------------------------~ 
O sistema monobobina possui 4 bobinas deignição, cada uma posicionada sobre uma vela. O 
terminal de alta tensão de cada bobina se encaixa 
sobre a vela correspondente. Portanto, não 
existem cabos de velas neste sistema. Cada bobina 
é um componente independente, responsável por 
fornecer alta tensão para somente uma vela. 
No entanto, as bobinas dos cilindros 1 e 4 
possuem circuito de alimentação e aterramento 
ligados em série. O mesmo ocorre para as bobinas 
dos cilindros 2 e 3. 
A bobina do cilindro 1 recebe alimentação elétrica 
pelo seu bome 1. O bome 2 da bobina do cilindro 
1 não é ligado ao MC para aterramento eletrônico, 
Clrcu/tD elltrlco 
Módulo de 
comando 
Bobinas de 
igniçao 4 
~ 
DUSTER 1.6 16V • lnjeçio eletr6nlca • Teetes pa111o a pa1110 
mas ao bome 1 da bobina do cilindro 4, por onde 
esta é alimentada. Já o bome 2 da bobina do 
cilindro 4 é ligado ao bome M4 do conector C do 
MC, que é responsável pelo comando de pulsos de 
aterramento das bobinas dos cilindros 1 e 4. 
Assim, uma eventual falha (de alimentação ou de 
aterramento) de uma bobina, causará falha 
também na bobina do cilindro gêmeo. 
Bobinas de 
ignlçao 1 
ESQ 
.-------- AM -------€l""EJE)~---- AM --+---------' 
~ ~ 
AM -------<IP'3D-----MRNM-......_--~ VM 
l 
Caixa de fuslvels do painel Caixa de relés e fuslvels do vao do motor 
Série Veículos - Série Motores Otto - Série Motores Diesel 
Série Especial - Série Eletroeletrônica 
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01 
repll'lldores 
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151 
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletr6nlca Teetes passo a passo 
f;j] Racloclnlo para manutenção 
~ A resistência elétrica do circuito primário está correta (teste 2)? 
w Sim, está correta. Neste caso, procure por trincas, deformações e sinais de 
aquecimento excessivo na bobina. Verifique então a alimentação elétrica. 
~ A alimentação elétrica está correta (teste 3)? 
Sim, está correta. Neste caso, o defeito pode estar no chicote que vai do MC até 
a bobina, ou na própria bobina. Faça o teste de pulsos de aterramento para 
verificar se o MC está comandando a bobina corretamente. (teste 4) 
~ Os pulsos estão sendo enviados corretamente? 
t: Sim, estão chegando pulsos à bobina. Neste caso, a falha está na 
bobina. Substitua-a. 
Não há pulsos de aterramento. Verifique então o chicote elétrico, entre o MC e 
a bobina. Oriente-se pelo diagrama elétrico. Verifique o correto aterramento e 
alimentação do MC. Se os sensores CKP e CMP estiverem em ordem, o 
suspeite do MC. 
Não há tensão de alimentação. Verifique então o chicote, sempre orientando-se pelo 
diagrama elétrico. Verifique o fusível F2 da CVM e o relé da bomba de combustível (relé 
7). Limpe todos os terminais elétricos envolvidos. Faça um teste de continuidade e curto­
circuito. Possivelmente a falha está no chicote elétrico. 
Não. A resistência não está conforme o especificado. Substitua todas as bobinas que 
apresentarem resistência incorreta . 
., Teste 1 • Reslstlncla elltrlca 
co~o 
lN 8 Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir· 
a-Terminais elétricos das bobinas: desconectados. 
l-Meça a resistência, como na figura abaixo: 
Bobina de 
lgnlçêo 3 
Teste Z • Tenslo de 
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir· 
a-Terminais elétricos das bobinas 1 e 2: desconectados. b-Chave de ignição: desligada. 
tU ~----------------------------------------------------------~~ 
DUSTER 1.6 16V lnjeçlo eletr6nlca ·Testes passo a passo 
l-Ligue a chave de ignição e, simultaneamente, meça a tensão, como indicado na figura. 
ESQ 
LCA 01) 
A4 A4 
INF INF SUP 
Caixa de fuslvels do painel Caixa de relés e fuslveis do vao do motor 
l -Ligue a chave de ignição e,simultaneamente, meça a tensão, como indicado na figura. 
2-Desligue a chave de ignição; 
3-Reconecte os terminais elétricos das bobinas 1 e 2; 
4-Desconecte os terminais elétricos das bobinas 3 e 4; 
INF 
Caixa de fuslvels do painel 
Bobinas de 
Jgnlção4 
(CA01) 
A4 A4 
SUP 
Caixa de relés e fuslvels do vao do motor 
-------------------------------------------------------------' 153 
1 
DUSTER 1.8 18V ·lnjeçio eletr6nlca • T- paSio a pae110 
Teste 3 - Pulsos de t1te"t1mentD 
Antes de iniciar o teste, certifique-se da condição a seguir 
a-Chave de ignição: desligada. 
l-Dê a partida no motor e verifique os pulsos de aterramento dos injetores com uma caneta de polaridade, 
como apresentado abaixo. 
1 
INF SUP 
Caixa de fuslveis do painel Caixa de relés e fuslveis do vao do motor 
............. 
~CGIIID~'V Ao ligar a chave de ignição, o led vermelho deve acender, indicando que a bobina está 
alimentada. Ao dar a partida, o led verde deve piscar e o vermelho permanecer aceso, 
indicando que o MC está enviando os pulsos de aterramento. O Led verde piscará com intensidade mais 
forte nos testes das bobinas 3 e 4. 
Caso o motor não entre em funcionamento, execute o teste durante a partida. 
Mecânica 2000 A 
Apresentamos, nesta edição, o Agile 1.4 da Chevrolet, 
com injeção eletrônica Multec H N 14YF- C. Veja as 
metodologias das etapas de diagnósticos de falhas, 
como realizar manutenções no sistema de direção 
hidráulica e os procedimentos habituais de desmon- ,....-.... 
tagens, testes, substituições e montagens em seus 
sistemas. 
Inclui: 
• Manual 
emCO 
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154 '-----------------------------------------------------------~=-
Sensor de do do t1celert1dor- SPA 
O SPA é integrado por dois potenciômetros independentes, 
que informam ao MC a posição instantânea do pedal do 
acelerador, para que o MC reconheça a intenção do condutor 
e determine a atuação de abertura da borboleta. É 
alimentado com SV diretamente pelo módulo de comando. 
PJ Circuito elétrlco 
BG -----411 
cz -----411 
MR -----411 
BR -----411 
VD -----411 
RS -----411 
DUSTER 1.616V lnjeçAo eletrônlca Testes passo a passo 
Módulo de 
comando 
Sensor de 8osiçao do daOJ~r:~or • ········· ..................................................... ...................... ./ 
6J Rtlciocfnlo ptlrtl mtlnutenção 
~ A resposta dinâmica de tensão está correta (teste 1)? 
0 Sim, seu sinal de resposta está correto. Significa que o sensor de posição do acelerador está 
funcionando perfeitamente. Ainda assim é necessário verificar se seu sinal está chegando ao MC. 
Confira o chicote elétrico entre o SPA e o MC. Oriente-se pelo diagrama elétrico. 
~ O chicote elétrico está em boas condições? 
Sim, está perfeito. Neste caso, o circuito do SPA está em ordem e a falha apresentada pelo 
veículo tem outra origem. 
Não. Foi observado curto-circuito ou algum ponto de interrupção do chicote (mal contato). 
Efetue os reparos necessários, ou substitua o chicote. 
Não. O sinal do SPA está incorreto. Realize o teste de alimentação elétrica para identificar se a falha 
está na alimentação ou no sensor (teste 2). 
~ A tensão de alimentação está correta (teste 2)? 
0 Sim, o sensor está devidamente alimentado. Se não estiver enviando sinais de resposta 
corretos, substitua o sensor. 
~~---------------------------------------------------------J 155 
DUSTER 1.6 16V ·lnjeçio eletr6nlca Testes passo a passo 
~ A resistência elétrica está correta (teste 3)? 
Sim, está correta. Inspencione o chicote e os conectores do SPA e do MC. 
Não. Substitua o SPA, pois este apresenta defeito em seus potenciômetros. 
Não há tensão de alimentação. Inspecione o chicote elétrico e substitua-o se necessário. Se 
estiver perfeito e não houver alimentação no SPA, suspeite do MC. Embora remota, existe a 
possibilidade de o MC não estar alimentando o sensor SPA. 
• Teste 1 • Resposlll dlnlmlctl de tenslo 
a=:r Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir: 
V a-Chave de ignição: ligada. 
l-Meça a tensão de resposta do sensor nas duas situações, como indicado na figura abaixo. 
o 
Módulo de 
comando 
• Teste 2 • Tenslo de 11Umenlllçio 
a=:r Antes de iniciar o teste, certifique-se das condiçõesa seguir: 
V a-Terminal elétrico do sensor SPA: desconectado; 
h-Chave de ignição: ligada. 
l-Meça a tensão conforme a figura abaixo. 
156 ~----------------------------------------------------------~~ 
Módulo de 
oomando 
Sensor=e slçao 
do ai 
do a lerador 
DUSTER 1.6 16V ·lnjeçlo eletr6nlc:a THiel puao 1 puao 
Medida obtida 
Teste 3 - Reslstfncla elétrlca =:.. Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir: 
V a-Terminal elétrico do sensor SPA: desconectado; 
h-Chave de ignição: desligada. 
1-Meça a resistência nas seguintes condições representadas abaixo. 
Módulo de 
oomando 
lf%1~[.~1 
trelnlndo os 
reparadores 
do Brasil 
··-~:fi Potenciômetro 2: 
t' w Pedal livre: 1,24k.Cl. 
Pedal pressionado: 2,00 k.Cl. 
Durante a movimentação do pedal o valor de resistência elétrica deve variar sem 
descontinuidade entre os valores mínimo e máximo apresentados. 
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~~------------------------------------------------------------ 157 r-
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletr6nlca Testes passo a passo 
Eletroválvula de purga do clnlster- CANP 
A válvula de purga do canister tem a função de controlar o fluxo de vapor de 
combustível (purga) gerado no tanque, direcionando-o para o canister 
(filtro de carvão ativado), ou para o coletor de admissão, conforme os vários 
regimes do motor, evitando a poluição atmosférica por hidrocarbonetos e 
contribuindo para a economia de combustível. É controlada pelo MC, e 
quando aberta, permite a passagem do vapor de combustível proveniente do 
tanque para o coletor de admissão, para ser incorporado à mistura ar/combustível. Quando fechada, 
os vapores são direcionados para o canister, onde são absorvidos no filtro de carvão ativado. 
Circuito elétrlco 
~ ~ ( CV~M~) --------------~ 
lc:::::)Jo.•~ RS .VJ~~: J ~MRNM~ 
Módulo de , .......................... • Válvula de purga ~ Bateria T01 
comando do canister Relé principal da 
lnjeçêo 
'----------------------------
Caixa de relés e fuslvels do vao do motor 
c;Jl Racloclnlo para manutenção 
Sim. A eletroválvula CANP está funcionando corretamente. Não é necessário 
prosseguir com os testes. 
Não. A CANP não está funcionando corretamente. Então o próximo passo é identificar 
onde está a falha: se na válvula ou no circuito elétrico. Faça o teste de alimentação 
elétrica (teste 2). 
~ A CANP está recebendo alimentação corretamente (teste 2)? 
Sim, está sendo alimentada corretamente. Verifique então, a continuidade do fio de 
aterramento da CANP ao MC. Oriente-se pelo diagrama elétrico. 
O chicote elétrico está em ordem? 
Sim, o chicote está perfeito. Faça um teste de pulso de aterramento no fio do borne 2 da 
CANP. Deve haver pulsos durante o funcionamento do motor. Neste caso, conclui-se que o 
circuito elétrico da válvula está funcionando corretamente e a própria válvula possui "'""' 
defeito interno. Substitua-a. 
Não. O chicote apresenta algum rompimento ou curto-circuito. Procure sanar a avaria, ou 
substitua o chicote. 
Não há alimentação para a CANP. Inspecione o fusível F2 e o relé 6 da CVM. Confira o chicote 
elétrico de alimentação, teste sua continuidade e verifique a existência de curtos, conforme o 
diagrama elétrico. 
158 '--------------------------------------------------------------------~~-
DUSTER 1.616V lnjeçlo eletr6nlca ·Testes pano 1 pano 
~~_._Te_s_m __ 1_·_&_m_n_q~u_e_~_a_d_e_d_a_CA __ N_P ______________________________ ~~ 
condisão 
IICIAL8 Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições abaixo: 
a- Chave de ignição: desligada; 
h-Terminal elétrico da CANP: desconectado. 
1-Desconecte a mangueira da eletroválvula CANP; 
2-Instale a bomba de vácuo na CANP, como demonstrado na figura abaixo; 
3-Aplique uma depressão de 0,5 bar; 
4-Em seguida, aplique tensão de 12 Volts na eletroválvula de purga do cânister, como demonstrado na 
figura abaixo. 
~ Teste 2 • Tenslo de allmenmçlo 
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir: 
a-Terminal elétrico da eletroválvula CANP: desconectado; 
h-Chave de ignição: desligada. 
1-Ligue a chave de ignição e meça a tensão de alimentação, como apresentado a seguir. 
~ ~P) 
~~ 
Módulo de Válvula de purga 
comando do canister ~ ~--R-elé-p-rln-ci_pa_l d_a ___________ __, _ lnjeçllo 
Caixa de relés e fuslveis do vao do motor 
~~------------------------------------------------------------' 1" 
DUSTER 1.6 16V ·lnjeçlo eletr6nlc:a ·Testes paliO 1 paliO 
Bombtl de combustlvel - Slstem11 de de combustlvel- SAC 
A bomba elétrica de combustível tem a função de recalcar (bombear) combus­
tível, desde o tanque até os eletroinjetores, fornecendo-o em quantidade 
suficiente para o funcionamento do motor, nos vários regimes solicitados pelo 
condutor. Está alojada dentro do tanque e opera submersa no combustível. A 
bomba é alimentada pelo relé 7 (relé da bomba de combustível), quando a 
chave de ignição é ligada e a linha 15 (pós-chave) é energizada. Se não for 
dada a partida no motor, a bomba é desligada após aproximadamente um 
segundo, pois o MC reconhece que não foi dada a partida, pela ausência do 
sinal do sensor de rotações e, por medida de segurança, desatraca o relé da 
bomba. Integrado ao conjunto da bomba, existe um regulador de pressão que 
tem por finalidade manter a pressão na linha constante em 3, 7 bar. 
Circuito elétrlco de tlclontlmento do bombtl de combustlvel 
:~~: 39 
RSIBR --=';.J--' 
MRIPR=+-
Bomba de CE] T10 
combustlvel ~BGIBR----' 
~RSIBR-----' 
Painel de 
~ 
~~ 
Módulo de (]&) 
comando 
ESQ 
instrumentos (CA o1) 
~-------~-------~M~~nM~--------t--------__j 
@] 
~ ~ 
~ -------<IfS"ID~----MRNM----~ VM 
Caixa de fusiveis do painel Caixa de relés e fuslvels do vao do motor 
E:1J Rtlcloclnlo p11r11 mtlnutl!nfiO 
A tensão de alimentação está correta (teste 1)? 
1 
Sim, está correta. Significa que a bomba está sendo alimentada corretamente, sugerindo que a 
falha possa não ser no circuito de alimentação. Limpe os contatos do conector elétrico. Se houver 
tensão de alimentação e a bomba não girar, é sinal de que seu motor elétrico está danificado ou 
travado, o que requer a substituição da bomba. Se a bomba gira, o que pode ser identificado pelo 
seu ruído característico, os testes hidráulicos são necessários. Realize, neste caso, o teste de vazão 
de combustível (teste 2). 
160 '---------------------------------------------------------------~--
DUSTER 1.6 16V lnjeçlo eletr6nlca • T- pauo a pano 
~ A vazão de combustível medida está correta? (teste 2)? 
Sim, está correta. Isto indica que a bomba está operando corretamente. Contudo, ainda é 
necessário testar o circuito hidráulico (tubulações e regulador de pressão). Aproveite e realize o 
teste de pressão de operação para testar o restante do circuito (teste 3 ) . 
~ A pressão de operação está correta (teste 3)? 
Sim, está correta. O circuito hidráulico está em ordem. Se os sintomas de falta de combustível 
persistirem, inspecione a linha de alimentação para verificar vazamentos, obstruções ou 
dobras. Teste também os eletroinjetores. 
Não, está incorreta ou não há pressão. Pode haver dano no regulador de pressão ou na bomba 
de combustível. Se o regulador estiver íntegro, substitua a bomba. 
Não, a vazão está incorreta. Neste caso a bomba não pode alimentar o motor adequadamente. 
Não necessariamente serão observadas variações significativas de funcionamento do motor. 
Entretanto, valores de vazão da bomba abaixo dos apresentados são indicativos de falha 
iminente, e a substituição da bomba é aconselhada. 
Não há tensão de alimentação. Faça então um teste de continuidade e curto-circuito no chicote. 
Verifique o funcionamento do relé da SAC (relé 7), dos eletroinjetores e o fusível F2 da CVM. Estes 
componentes são responsáveis pelo controle e pela proteção da linha de alimentação elétrica da 
bomba. 
Circuito hldr6uUco de dos c/Undros do motor 
Tanque de 
combustível 
t 
Linha de alimentaçãe>--+ 
Teste 1 - TensiJo de 
condiçãoIICIAL8 Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir: 
a-Chave de ignição: desligada; 
h-Terminal elétrico da bomba de combustível: desconectado. 
Tubo distribuidor 
l-Ligue a chave de ignição e, simultaneamente, meça a tensão entre os bomes 3 e 6 do terminal elétrico da 
bomba. 
~-------------------------------------------------------------- 161 
DUSTER 1.616V lnjeçllo eletr6nlca Testas passo a passo 
INF 
Caixa de fuslveis do painel 
Painel de 
instrumentos 
(CA 01) 
A12 A12 
Módulo de 
comando 
(CA01 ) 
A4 A4 
Teste 2- Vazio da bombtl com a linha de =:r Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir: 
17 a-Chave de ignição desligada. 
( CVM ) -----
DIR 
SUP 
Caixa de relés e fusíveis do vão do motor 
l-Antes de iniciar o teste é necessário despressurizar o sistema. Dê partida no motor, desconecte o terminal 
elétrico da bomba e aguarde até que o motor pare de funcionar por falta de combustível; 
2-Desligue a chave de ignição e reconecte o terminal elétrico da bomba; 
3-Desconecte a tubulação de alimentação de combustível, preferencialmente antes do filtro; 
4-Posicione um recipiente graduado para coletar o combustível que irá ser expelido pela tubulação; 
5-Desconecte o terminal elétrico C do MC; 
6-Faça umjumper (curto-circuito) entre o borne Dl do conector C do MC e o terminal negativo da bateria. 
Este procedimento permite o atracamento do relé da bomba, enquanto a chave de ignição estiver ligada; 
7 - Ligue a chave de ignição e meça a vazão de combustível recalcada nos intervalos de tempo 
cronometrados. A bomba será acionada e o combustível fluirá pela tubulação. 
Tanque de 
combustlvel 
Linha de alímentaçllo --+ 
Filtro de combustlvel 
Tubo distribuidor 
Eletroínjetores 
tu ~----------------------------------------------------------~~ 
DUSTER 1.616V -lnjeção eletrõnica- Testes passo a passo ___ _, 
Abaixo, está representado o jumper utilizado para atracar o relé da bomba durante os testes de vazão e 
pressão de combustível. 
Bomba de 
combustível 
INF 
Painel de 
instrumentos 
Módulo de 
comando 
(CA01) 
A4 A4 
Caixa de fusíveis do painel 
[] Teste 3 - Pressão da linha de alimentDção 
condi~ão 
IICIAI. Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir· 
a-Chave de ignição desligada. 
illJ 
DIR ESQ 
INF SUP 
Caixa de relés e fusíveis do vão do motor 
1-Despressurize a linha de alimentação de combustível, conforme descrito no teste de vazão de 
combustível; 
2-Desconecte a tubulação de alimentação de combustível e instale um manômetro na linha de alimentação; 
3-Desconecte o terminal elétrico C do MC; 
4-Faça umjumper (curto-circuito) entre o bome Dl do conector C do MC e o terminal negativo da bateria. 
Este procedimento permite o atracamento do relé da bomba, enquanto a chave de ignição estiver ligada; 
5-Ligue a chave de ignição e meça a pressão de combustível. 
Tanque de 
combustível 
Linha de alimentação -+ 
............. 
COIIIlO~ Aprox. 3, 7 bar. 
Tubo distribuidor 
Eletroinjetores 
t 
Filtro de combustível 
Despressurize novamente a linha, remova o manômetro, reconecte a tubulação, desfaça o 
IAlrB!Jb..,-. jumper e reconecte o terminal elétrico C do MC. 
163 
DUSTER 1.6 16V -lnjeção eletrõnica Testes passo a passo 
-SPF 
A bomba de partida a frio tem a função de enviar 
gasolina para o coletor de admissão durante a 
partida do motor em baixas temperaturas 
ambientes, baixas temperaturas do líquido de 
arrefecimento, estando o veículo abastecido 
predominantemente com álcool. Isto facilita o 
funcionamento do motor, devido à maior 
volatilidade da gasolina em relação ao álcool. A 
bomba de partida a frio possui aterramento 
próprio. É comandada pelo MC e alimentada por 
um relé exclusivo (relé 1). 
O eletroinjetor de partida a frio está localizado 
entre a BPF e o corpo de borboleta. É uma válvula 
Circuito elétrico de 
Módulo de 
comando 
BR 
BG---~ 
r---------AM 
Caixa de fusíveis do painel 
M 
solenóide, normalmente fechada, cuja função é 
impedir que vapores de combustível sejam 
aspirados pelo coletor de admissão durante o 
funcionamento do motor. É alimentado pelo relé 
principal (relé 6) e aterrado eletronicamente pelo 
bome L1 do conector B do MC. Juntamente com a 
BPF, compõe o sistema de partida a frio. 
Relé de partida 
a frio 
Relé de bomba 
de combustível 
Caixa de relés e fusíveis do vão do motor 
AM 
1" ~--------------------------------------------------------~-
DUSTER 1.6 16V ·lnjeçlo elelr6nlca • TNtes paNO 1 paNO 
[:JI Rt1clotlnlo pt1rt1 mtlnutençlo 
~ O funcionamento do sistema está correto (teste 1)? 
Sim, está correto. Não é necessário prosseguir com os testes. 
Não, o teste não apresentou resultado correto. Existem duas possibilidades: a bomba é acionada, 
mas a gasolina não flui pela tubulação, ou não existe acionamento da bomba. Realize então o teste 
de alimentação elétrica da BPF (teste 2). 
~ A alimentação elétrica da BPF está correta (teste 2 )? 
Sim, está correta. Significa que a bomba de partida a frio tem condições de funcionar. Faça o 
teste de alimentação do eletroinjetor de partida a frio (teste 3). 
~ A alimentação do eletroinjetor de partida a frio está correta (teste 3 ) ? 
Sim, está correta. Verifique se o MC está comandando o funcionamento do sistema 
adequadamente. Com uma caneta de polaridade, certifique-se da existência de 
aterramento no fio 2 do eletroinjetor durante o teste de funcionamento. Caso exista, 
substitua o eletroinjetor de partida a frio. 
Não há alimentação. Verifique o chicote de alimentação e o relé principal (relé 6). 
Não há alimentação. Verifique todo o circuito de alimentação. Oriente-se pelo diagrama 
elétrico e faça as correções necessárias. 
Teste 1- dlnlmlctl- dos/stem11 
=~ Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir: 
't1 a-Chave de ignição: desligada; 
b-Terminais elétricos B e C do MC: desconectados. 
1-Desconete a tubulação de entrada de combustível no corpo de borboleta e direcione-a para um recipiente 
adequado; 
2-Faça umjumper entre os seguintes bomes dos terminais: 
D1 do conector C do chicote do MC e o terminal negativo da bateria; 
D2 do conector C do chicote do MC e o terminal negativo da bateria; 
L1 do conector B do chicote do MC e o terminal negativo da bateria; 
D4 do conector B do chicote do MC e o terminal negativo da bateria. 
2-Ligue a chave de ignição. A gasolina fluirá pela tubulação. 
~-----------------------------------------------------------' 165 
DUSTER 1.616V lnjeção eletrllnlca ·Testes passo a passo 
Bomba de 
gasolina para 
partida a frio 
Módulo de 
comando 
A4 
Caixa de fus lveis do painel 
MIH!W\~1 A bomba deve ser acionada e o 
combustível flui pela tubulação. 
DIR 
l 
ESQ 
Caixa de relés e fuslveis do vão do motor 
Certifique-se de que não haja 
vazamentos, curtos-circuitos ou 
fontes de calor próximas ao 
combustível. 
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166 '-----------------------------------------------------------~ 
DUSTER 1.616V lnjeçio eletrOnlca ·Testes passo a passo 
Teste 2- Teste de da bomba de -BPF 
condição 
NCIAL8 Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir: 
a-Chave de ignição: desligada; 
h-Terminal elétrico da bomba de partida a frio: desconectado; 
c-Terminal elétrico C do MC: desconectado. 
1-Faça um jumper entre os seguintes bornes dos terminais: 
D1 do conector C do chicote do MC e o terminal negativo da bateria; 
D2 do conector C do chicote do MC e o terminal negativo da bateria. 
2-Ligue a chave de ignição; 
3-Meça a tensão entre os bornes 1 e 2 do chicote da bomba de partida a frio. 
~ l 
~ 
Bomba de ~02 _ 
gasolina para • 
partida a frio 
DIR ESQ 
(CA01 ) 
A4 A4 
INF 
Caixa de fuslveis do painel Caixa de relés e fuslveis do vao do motor 
167 
~~~=O=U~==R=1~.6-1W-.·~In~---~--~ .. ~.-.TMN ... PH .. ~.a.pa .. ~ .....................................................w•--,_ 
Teste 3 • Teste de 
a :r Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir: 
l7 a-Chave de ignição: ligada; 
h-Terminal elétrico do eletroinjetor de partida a frio: desconectado. 
l-Ligue a chave de ignição e meça a tensão, conforme a figura abaixo: 
Bomba de 
gasolina para 
partida a frio 
Módulo de 
comando 
INF 
M M 
INF 
Caixa de fusíveis do painel Caixa de relés e fusíveis do vão do motor 
pnxaclmento Aproximadamente 12,5 Volts. r (tensão da bateria) 
Coleção Manuais em CD Mecânica 2000 
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1" ~----------------------------------------------------------~~ 
DUSTER 1.6 16V -lnjeção eletr6nk:a ·Tabela de valores Ideais 
., Tt1beltl de Vt1lores lde~~ls 
Item Teste a ser realizado 
Procedimento 
Valores ideais --1--
Tensão de alimentação do MC MC-ACH 01 BAT(·) 
Tensão de alimentação do MC pós chave MC-BCH M2 BAT (·) 
12,5M 
MC Aterramento MC-ACH H1 
(1) 
MC-ACH H4 BAT(-) Aprox. 0,0 [Q) 
MC-ACH G3 
r-
MC-ACH G4 
r- Tensão de resposta HEGOFI02 BAT (-) 50 a 900 [mV] oscilante 
HEG01 Tensão de alimentação HEGOCH4 BAT (-) 12,5M 
(2) 
Resistência elétrica do componente HEGOCP3 HEGOCP4 10,0[Q) 
Tensão de resposta HEGOFI02 BAT(·) 400 a 500 [mV] oscilante 
HEGO 2 Tensão de alimentação HEGOCH4 BAT(·) 12,5M 
~ (
2
) Resistência elétrica do componente HEGOCP3 HEGOCP4 10,0 [Q) 
Tensão de resposta ECTFIOB2 BAT (·) 
3,28 M com o motor frio (20 •c) 
ECT 0,62 M com o motor aquecido (90 •c) 
(3) Tensão de alimentação ECTCH B1 BAT (-) 5,0M 
Resistência elétrica do componente ECTCPB1 ECTCPB2 2,80 [lúl) a 2o·c /203 Q a go•c 
Tensão de alimentação MC-BCH E2 BAT (-) 5,0M 
ACT 
Tensão de resposta ACTFIO 1 BAT (-) 1,57 M à 4o•c 
(4) Resistência elétrica do componente ACTCP1 ACTCP2 1,15 [kQ) 
MAP Tensão de resposta MAPFIOB BAT (-) 
4,45 M pressão atmosférica 
(5) 1,80 M depressão 400 mmHg 
Tensão de alimentação MAPCH C BAT (-) 5,0M 
Tensão de alimentação ETCCH 5 BAT (-) 5,0M 
Resposta de tensão dos potenciómetros 
0,51 M borboleta fechada 
ETCFI02 ETC FIO 1 0,89 M borboleta em repouso 
ETC Potenciómetro 1 4,72 M borboleta aberta 
(6) 
Resposta de tensão dos potenciómetros 4,49 M borboleta fechada 
~ 
ETC FI06 ETC FIO 1 4,10 M borboleta em repouso 
Potenciómetro 2 
0,34 M borboleta aberta 
CKP Frequência de resposta CKPCP 1 BAT(-) 6,0 [Hz] durante partida 
(7) Resistência elétrica do componente CKPCP 1 CKPCP2 240[Q) 
KS <s> Tensão de resposta (bater levemente no sensor KS) KSCP1 KSCP2 Variação de tensão alternada 
INJ Resistência elétrica do componente INJ CP 1 INJ CP2 12,8[Q) 
(9) Tensão de alimentação INJ CH 1 BAT (-) 12,5M 
DIS Tensão de alimentação DISCH 1 BAT (-) 12,5M 
(10) Resistência elétrica dos terminais de baixa tensão DIS BT 1 DISBT2 0,5[Q) 
Tensão de alimentação dos potenciômetros SPACH4 SPACH2 Potenciómetro 1: 5,0 M 
SPACH5 SPACH 1 Potenciómetro 2: 5,0 M 
SPA Tensão de resposta - Potencíômetro 1 SPAFI03 SPAFI02 
0,74 M pedal livre 
(11) 4,18 M pedal pressionado 
Tensão de resposta - Potencíômetro 2 SPAFI06 SPA FIO 1 
0,37 M pedal livre 
2,00 M pedal pressionado 
C~~p Tensão de alimentação KSCH 1 BAT (-) 12,5M 
Va:zã> da bomba de combustível 
Medição antes do filtro 3,9 [Vmín] 
de combustível 
SAC Manômetro antes do filtro 
(13) Pressão da linha de alimentação (motor em ft.n:íonamerío) 
de combustível 
3,9 [bar) 
Tensão de alimentação SACCH3 BAT (-) 12,5M 
SPF Tensão de alimentação da BPF BPFCH 1 BPFCH2 12,5M 
(13) 
Tensão de alimentação do eleroinjetor de partida a frio INJ CH 1 BAT (-) 12,5M 
-------------------------------------------------------------J 169 
DUSTER 1.616V lnjeção eletrônlca Diagrama elétrico 
MR -marrom 
VM • vermelho 
PR-preto 
SR- branoo 
VD-verde 
RX·roxo 
cz- cinza 
AM-amarek> 
RS- rosa 
LA-laranja 
AZ- azul 
BG 
Inferior (INF) 
CKl 
I" :tbl 
v ..... .-Interruptor do 
~~ -Toe __ ..... ···· pedal da embreagem 
~~ .... D 
Módulo de 
comando 
: ......................... ··· C9S[) 
:~ 
RS 
cz 
RS 
VD 
BR 
BG 
~~~?~ ~~ ~0iÃfv~adsa 
~C ) 
Sensor de 
te~~e1~Ji~~~~ de 
D T01 nii~MR/PR 
(]ill 
T01 ••11~ MRJPR 
[rngg-~~ 
Sensor de 
te~gin1~s~~ de 
~ 
('~-
Pressostato do 
sistema a~ ~~~~geração 
Pressostato do 
sistema de refrigeração 
de ar 1 
~A ) 
Sensor de posição 
do pedal 
do acelerador 
Sensor de 
detonação 
T01 nll~ MRIPR 
T01 nll~ MRIPR 
BR 
MR 
RS 
MR 
VD 
PR 
VM 
BR 
Módulo de 
comando 
170 '---------------------------------------------------------------~-~ 
o 
N v 
> 
o 
UJ 
..J 
~ 
Módulo de 
comando 
DUSTER 1.6 16V lnjeçio eletr6nlça Diagrama elétrlco 
MR-----------------4 
~ Eletroinjetor 2 
CZ ~MRND------. 
~ 11 
Eletroinjetor 3 00 
BG -----------4t 
~ Eletroinjetor 4 
BR-0--vo--------~ 
Eletrolnjetor de 
partida a frio 
MR----------------4-~ 
MRND----4 
m Sensorde c 
~ oxigênio ~ 
~ --4»-------~i 
~ 
Válvula de purga 
do cânister 
~::--------------·40 L__$:= • .,,1 = 
o 
"' < 
"' < 
!~~~~t~~l T02t ~RS/BR 
8 »- MR ~BG/BR------' 
Painel de 
instrumentos 
BR ----------------------------------------~ 
Caixa de relés e fuslveis do 
vão do motor 
VM 
VM 
~ 
MR/CZ~ 
rMR/PR~ 
TT02 Bomba de 
gasolina para 
partida a frio 
Caixa de fusíveis 
~ do painel 
~ 
'-----i-~MRNJ 
BR ------------------------------------------~ 
~----------------------~--~ 
Bobinas de 
ignição 4 
Bobinas de 
ignição 1 
171 
t?» DUSTER 1.616V -Teste seus conhecimentos 
1.Qual destes componentes é preciso retirar para possibilitar a remoção 
da bomba de óleo? 
a)Correia dentada; 
b)Cárter; 
c)Engrenagem da árvore de manivelas; 
d)Suporte do motor. 
2.Segundo especificação do fabricante para serviços de manutenção 
periódica, a correia dentada deve ser substituída em que intervalo de 
tempo? 
a)40.000 km; 
b)10.000 km; 
c)60.000 km; 
d)Nenhuma das alternativas anteriores. 
3.Para qual destes componentes não é recomendada uma sequência de 
desaperto/ aperto dos seus parafusos de fixação? 
a)Cárter; 
b) Cabeçote; 
c)Tampa de válvulas; 
d)Piatô. 
4.Qual o torque recomendado para o aperto dos parafusos de fixação do 
cabeçote do motor? 
a)(20 ± 1) Nm + torqueangularde (120 ± 6) graus; 
b)Apenas (20 ± 1) Nm; 
c)(20 ± 1) Nm + 2 sequências de torque angular de (120 ± 6) graus; 
d)(20 ± 1) Nm + 3sequênciasdetorqueangularde (60 ± 3) graus; 
5.Conforme especificação do fabricante, qual a espessura mínima 
admissível para o disco de freio, considerando seu desgaste natural? 
a)19,80 ± 0,25mm; 
b)22,50 ± 0,25 mm; 
c)21,00 ± 0,25 mm; 
d)22,10 ± 0,25 mm. 
6.Marque a alternativa INCORRE"D\: 
a)Segundo especificação do fabricante, a tolerância máxima do 
empeno do disco de freio é O, 100 ± 0,039 milímetros; 
b)A ferramenta de travamento do volante do motor é instalada no 
alojamento do sensor de posição da árvore de manivelas; 
c)O Duster é equipado com tuchos hidráulicos; 
d)A bomba de óleo está posicionada na parte inferior do bloco, e ela é 
acionada pela árvore de manivelas através da correia dentada. 
7 .Qual dos seguintes componentes não é acionado pela correia micro-V? 
a)Bomba d'água; 
b)Compressor do ar condicionado; 
c)Bomba da direção hidráulica; 
d)Alternador. 
8.0nde está localizado o filtro de cabine? 
a)No vão do motm; próximo ao limpador de para-brisas; 
b)Novão do motor, próximo ao módulo de comando; 
c)No interior do veículo, próximo ao pedal do acelerador; 
d)No interior do veículo, logo abaixo do porta-luvas. 
9.Qual das afirmativas abaixo apresenta alguma informação 
INCORRE"D\? 
a)Para a substituição do filtro de combustível, a linha de combustível 
deve estar despressurizada; 
b)O filtro de óleo deve ser apertado com ferramenta adequada; 
c)O sistema de embreagem presente no Duster é composto pelo disco de 
embreagem, chapa de pressão (platô) e atuador hidráulico; 
d)A espessura mínima adrníssível para o material de atrito das lonas das 
sapatas de freio, segundo o fabricante, é 2,00 ± 0,25milímetros. 
10.0 sincronismo do motor do Renault Duster se faz por meio de? 
a) Corrente; 
b )Correia dentada; 
c)Engrenagens; 
d)Nenhuma das alternativas anteriores. 
11.0 fluido de freios utilizado no Renault Duster apresenta 
especificação? 
a)DOT5; 
b)DOT 5.1; 
c)DOT4; 
d)DOT2. 
12.Qual destes itens não está presente no Renault Duster? 
a) Duplo comando de válvulas; 
b )Thchos hidráulicos; 
c) Cabos de velas; 
d)Correia dentada. 
13.0 acionamento da embreagem do Renault Duster é? 
a) Hidráulico; 
b)Pneumático; 
c) Eletromecânico; 
d)Eietropneumático. 
14.0nde está localizado o mecanismo de regulagem das sapatas de 
freio? 
a)O sistema é automático, não precisa desse dispositivo; 
b)Dentro do tambor de freio; 
c)Próximo à alavanca do freio de estacionamento; 
d)Próximo ao pedal de freio. 
15.Caso o material das pastilhas de freio alcance 8 milímetros, qual o 
procedimento a ser feito? 
a) Substituir as pastilhas e substituir o disco de freio; 
b )Substituir as pastilhas e levar o disco de freio para retífica; 
c)Nada, pois o sistema ainda está em boas condições; 
d)Nada, pois não é possível a espessura da pastilha atingir o valor de 8 
milímetros. 
16.Qual é o sistema de injeção eletrônica presente no Renault Duster 
1.616válvulas? 
a)Magnetti Marelli IAW 4 LV; 
b)Valeo V42; 
c)Bosch MotronicM-17.5 .50; 
d)Siemens VL-97. 
17.Qual destes componentes não é alimentado pelo relé principal (relé 
6)? 
a)Eietroinjetor? 
b)Módulo de comando; 
c)CANP; 
d)Bobina de ignição. 
18.Sobre as bobinas de ignição do Renault Duster, é correto afirmar: 
a)São alimentadas pelo relé principal (relé 6), e comandadas 
individualmente pelo MC; 
b)São alimentadas pelo relé da bomba de combustível (relé 7) e ligadas 
em série nos cilindros 1 e 4, e também nos cilindros 2 e 3; 
c)São alimentadas pela chave de ignição, com alimentação e 
aterramento independentes; 
d)São alimentadas pelo relé da bomba de combustível (relé 7) e ligadas 
em paralelo, com alimentação e aterramento independentes entre elas. 
19.Qual destes não está presente no sistema de injeção eletrônica do 
Renault Duster? 
a)CKP; 
b)MAP; 
c)CMD; 
d)KS. 
-
172 ~------------------------------------------------------------~~~ 
20.A alimentação elétrica da bomba de combustível é: 
a) 12 volts, pelo bome 3 do conector; 
b)5volts, pelo borne 2 do conector; 
c) 12 volts, pelo bome 1 do conector; 
d)5 volts, pelo bome 6 do conector; 
2l.Qual a pressão de operação da linha de alimentação de combustível? 
a)4,5 bar; 
b)3,9bar; 
c)3,0bar; 
d)3,0Psi. 
22.0s bomes B·A1 e B-G2 são responsáveis, respectivamente, por: 
a)Alimentação e resposta do sensor ECT; 
b)Aterramento eletrônico do eletroinjetor 4 e alimentação dos 
potenciómetros da borboleta motorizada; 
c)Aterramento eletrônico da bobina do terceiro cilindro e sinal do 
potenciómetro 2 da borboleta motorizada; 
d)Aterramento elerrônico da bobina do quarto cilindro e sinal do 
potenciómetro 2 do sensor do pedal do acelerador. 
23.Qual bome do módulo de comando, se danificado ou com mau 
contato, impediria o funcionamento do motor? 
a)C-L3; 
b)C·D1; 
c)B-Ll; 
d)A·F2. 
24.Se o teste de tensão de resposta do sensor ACT apresentar resultado 
de 2,3 volts, significa que: 
a)A temperatura do ar no interior do coletor de admissão é de 30 'C; 
b)A temperatura do ar ambiente é de 30 ' C; 
c)A temperatura do líquido de arrefecimento que aquece coletor de 
admissão é de 25 ' C; 
d)A temperatura do ar no interior do coletor de admissão está entre 20 
' Ce30 ' C. 
25.Qual destes componentes, quando defeituosos, impediriam o 
funcionamento do motor do Renault Duster 1.6 16v? 
a)Cabos de velas; 
b)SensorCMD; 
c) Sensor SPA; 
d)Sensor CKP. 
26.Qual destas possibilidades causaria a falha exclusivamente no 
terceiro cilindro do motor? 
a)Dano na vela de ignição do cilindro 3; 
b)Dano no chicote de alimentação do cilindro 3; 
c )Dano no bome C M3 do MC; 
d)Dano no bome 2 do conector do chicote do cilindro 3. 
27.Qual a vazão de combustível do sistema de alimentação de 
combustível do Duster? 
a)2litros por minuto; 
b)3,9litros por minuto; 
c)900 mililitros em 10 segundos; 
d)5,3litros por minuto. 
28.Para atestar a funcionalidade do sensor MAP, é necessário: 
a) Remover o sensor, desconectar seu terminal elétrico,ligar a chave de 
ignição e medir resistência elétrica; 
b)Remover o sensor, desconectar seu terminal elétrico,ligar a chave de 
ignição, aplicar depressões conhecidas e comparar a resistência elétrica 
com os valores tabelados; 
c)Remover o sensor, espetar o fio de sinal de resposta, aplicar 
depressões conhecidas e comparar a resistência elétrica com os valores 
tabelados; 
d)Remover o sensor, espetar o fio de sinal de resposta, ligar a chave de 
ignição, aplicar depressões conhecidas e comparar a tensão de resposta 
com os valores tabelados; 
29.Quais são os bomes responsáveis pelo aterramento do módulo de 
comando? 
a)B-H1, B-H2, B-H3 e B-H4; 
b)A-H1, A-H2, A·H3 e A-H4; 
c)A-H1, A-H4, A-G1 eA-G4; 
d)A-H1, A-H4, A-G3 eA-G4. 
DUSTER 1.616V ·Teste seus conhecimentos M?M 
30.É correto afirmar, exceto: 
a)Os eletroinjetores são alimentados pelo Relé principal (relé 6); 
b)A bomba de combustível e as bobinas de ignição são alimentadas pelo 
relé da bomba (relé 7); 
c)Os sensores HEGO são alimentados pelo relé da bomba (relé 7); 
d)Os sensores ECT, MAP e SPA são alimentados diretamente pelo MC. 
31-Sobre o diagrama do sistema de arrefecimento, é INCORRETO 
afirmar: 
a)O pino A-C1 do MC aterra a bobina do relé da segunda velocidade do 
eletroventilador; 
b)O pino B-D4 do MC aterra a bobina do relé da primeira velocidade do 
eletroventilador; 
c)As bobinas dos relés da primeira e segunda velocidades do 
eletroventilador recebem alimentação via relé principal a injeção; 
d)O MF03 da CVM alimenta as potências dos relés da primeira e 
segunda velocidades do eletroventilador. 
32-Qual é o pino do MC que aterra a bobina do relé do compressor do ar­
condicionado? 
a)B-J2; 
b)B-K2; 
c)C-F3; 
d)C-Kl. 
33-Sobre o diagrama do sistema do ABS, é CORRETO afirmar: 
a) O pino 32 do módulo recebe alimentação (linha 15) via F15 da CP; 
b)O pino 3 do módulo recebe alimentação (linha 15) via F15 da CP; 
c)Os pinos 6 e 28 recebem sinal da roda dianteira direita; 
d)O pino 3 do módulo recebe é aterrado. 
34-0nde está localizado o CA03? 
a)Na parte superior da coluna esquerda; 
b)Abaixo do porta-luvas; 
c)Na coluna central esquerda; 
d)Atrás do para-choque traseiro. 
35-Sobre o aterramento T03 pode-se afirmar que: 
a) Está localizado atrás do farol esquerdo e aterra somente o limpador 
dianteiro; 
b)Está localizado atrás do farol esquerdo e aterra, entre outros, o motor 
do eletroventilador; 
c) Está localizado atrás do farol direito e aterra, entre outros, o relé da 
ventilação interna e ar-condicionado; 
d)Está localizado atrás do farol esquerdo e aterra, entre outros, o relé 
das luzes de neblina, o farol esquerdo, a buzina e o interruptor do capô. 
36-Sobre o aterramento T06, NÃO se afirmar que: 
a)Aterra o interruptor do pedal da embreagem; 
b)Aterra as luzes de teto dianteira e traseira; 
c)Aterra o conector A do painel de instrumentos; 
d)Está fixado ao lado esquerdo do suporte da coluna de direção. 
37-0 MF04 alimenta diretamente todos fusíveis citados abaixo, exceto: 
a)F29; 
b)F37; 
c)F30; 
d)F36. 
38-Todos os relés descritos abaixo estão situados dentro da caixa do vão 
do motor, exceto: 
a)Relé dos vidros elétricos; 
b)Relé do compressor do ar-condicionado; 
c)Relé da bomba de partida a frio; 
d)Relé da 1 • velocidade do eletrovenrilador. 
39-Qual é o pino do painel de instrumentos que recebe o sinal referente 
a pressão do óleo do motor? 
a)A10; 
b)A22; 
c)A14; 
d)A23. 
40-Sobre o diagrama do painel de instrumentos, assinale a afirmativa 
INCORREU\: 
a) O módulo de conforto envia ao pino B12 do painel um sinal que avisa 
que alguma porta ficou aberta, fazendo acender o indicador de portas 
abertas no painel; 
b)O painel de instrumentos recebe alimentação de bateria via F28 da 
CP; 
c) Quando constatadaqualquer avaria, o módulo do air bag envia ao 
pino A20 do painel um sinal, fazendo com a luz de avaria do sistema 
fique acesa; 
d)O pinosA7, B10 e B24são aterradospeloT06. 
173 
Realização: 
Ir,~~ Sllte•a 
'I'J IIICIPI~II 
, \ AIIIIICII I C li 
~--
Ç-' 
Organização e Comercialização: 
o 
7ecomércio CE SJNCOPEÇAS 
B '· I mÜitiCa 
Montadora Oficial: 
n 
.ST/\NOSHOW 
Apoio lnstüucional: 
n.J 
SERVPEÇAS 
Patroclnio: Apoio de Mldla: --- Ell -SEBRAE 
CE 
P1 Gula de orlentllçiio às perguntlls do Manual 
O guia de orientação Mecânica 2000 foi desenvolvido para 
atender o profissional de reparação automotiva, auxiliando-o 
a realizar as avaliações pertinentes a cada sistema abordado. 
Na sua concepção foram utilizados critérios específicos que 
permitem ao CDTM veríficar a capacidade de consulta do 
profissional aos manuais Mecânica 2000. 
A avaliação é composta por um banco de questões de múltipla 
escolha, consultado para realização de todo o teste. O CDTM se 
preocupa em aprovar todos os profissionais inscritos, 
apresentando questões orientadas, para que, além da 
,-] CDTM 
Único responsável pela realização, distribuição, fiscalização e 
certificação dos candidatos em todo o território nacional. O 
CDTM se reserva o direito de aprovar e reprovar segundo o 
critério pré-estabelecido, devendo cumprir integralmente o 
disposto. 
Todas as questões foram cuidadosamente desenvolvidas para 
que o candidato encontre as respostas no próprio manual de 
origem. 
P'J Candidato ao certificado 
Mecânico, eletricista ou profissional do setor automotivo, 
cliente Mecânica 2000. 
IJI'1 Avaliação 
A avaliação consta de questões de múltipla escolha referentes 
ao sistema abordado. Cada exemplar do manual possui um 
Guia de Orientação com um Quadro de Respostas, que é 
independente, pessoal e intransferível. 
IJI"J Quadro de respostlls 
Folha de respostas 
avaliação e certificação, todo o processo seja também uma 
ajuda na identificação dos diversos itens e recursos abordados 
em cada manual. 
Nos modernos centros de ensino, as avaliações devem ser 
estimulantes e agradáveis de serem realizadas. Assim pensa o 
CDTM, preocupando-se em ensinar até no instante da 
certificação. Temos a certeza que com essa abordagem, você 
terá mais condições de entender o conteúdo do manual e mais 
facilidade em consultar qualquer assunto, rapidamente. 
P'J Regulamento geral 
Transfira suas respostas para a folha de respostas; 
Utilize caneta esferográfica; 
Marque apenas uma alternativa correta; 
Não deixe nenhuma questão em aberto; 
Preencha e assine o cadastro para identificação; 
-Coloque num envelope, e envie pelo Correio, para o seguinte 
endereço: 
CDTM Departamento de Certificação 
Av. Sebastião de Brito, 215 Dona Clara 
BELO HORIZONTE MG 
CEP 31260-000 
-Só serão aceitas folhas de respostas originais do CDTM; 
-Os certificados serão assinados pelo CDTM e, automatica-
mente, emitidos àqueles candidatos que alcançarem o mínimo 
de 70% de acertos. 
DUSTER 1.6 16V- VoL 62 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 
AODDD DDDDDDDDDDDDDDDD 
sODDDDDDDDDDDDDDDDDDD 
cODDDDDDDDDDDDDDDDDDD 
oODDD DDDDDDDDDDDDDDDD 
21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 
AODDDDDDDDDDDDDDDDDDD 
sODDDDDDDDDDDDDDDDDDD 
cODDDDDDDDDDDDDDDDDDD 
oODDDDDDDDDDDDDDDDDDD 
Nome legível (letra de forma) 
lnfonne aqui seu telefone: 
~~'----------' Assinatura 
--~-------------------------------------------------------------- 175 
	Capa Frontal Externa
	Capa Frontal Interna
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