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CENTRO DE DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA MECÂNICA
RENAULT DUSTER 1.6 16V
Mecânica 2000 apresenta, neste volume, o
manual de manutenção do Renault Duster 1.6
16V equipado com o sistema de injeção Valeo V42.
O Renault Duster chegou ao mercado no início de
2012 com o propósito de ser o principal
concorrente da Ford Ecosport e tem sido, desde
então, um bom rival. Ele é disponibilizado em
duas opções de motorização e tração, um 2.0 4x4
e um 1.64x2.
Detentor de um bom espaço interno, ele possui
um painel de instrumentos com boa visibilidade,
embora seja de relativa simplicidade, muito
semelhante aos utilizados no Logan e Sandero. O
interior do veículo é praticamente todo montado
em plásticos de texturas diferentes. A alavanca de
câmbio possui corpo longo, melhorando a
ergonomia do motorista, pois os bancos também
possuem posição elevada do assento.
O Renault Duster 1.6 cilindradas 16 Válvulas é
equipado com o motor K4M. Esse motor equipa
também os Renault Clio, Sandero, Scenic e Logan,
o que facilita sua reparação, devido ao longo
período em que esses veículos da marca francesa
se apresentam no mercado. Mais uma vantagem
desse motor é a grande gama de peças de
reposição. Entretanto, há novidades na
manutenção desse veículo.
Uma delas está no sistema de partida a frio, que
possui um bico injetor próprio para injetar o
combustível na flauta, no momento em que for
necessário. Outro detalhe é que, para se alcançar a
correia dentada, é necessário desmontar vários
componentes como, por exemplo, o suporte do
coxim, tomando trabalhosa a manutenção do
veículo.
Por esses e outros motivos, a Mecânica 2000
decidiu desvendar os segredos desse veículo, e
apresenta todos os procedimentos de montagem e
desmontagem para sua reparação e manutenção.
O sistema elétrico é apresentado no manual, por
intermédio de diagramas, localização e identi
ficação de conectores, componentes, terminais e
chicotes, tudo isso para permitir uma ampla
visualização e compreensão. A injeção eletrônica
aborda todas as características do sistema, com
destaque para o passo-a-passo dos testes dos
sensores e atuadores.
A Mecânica 2000 agradece seus clientes,
colaboradores, parceiros e amigos que tomam
realidade a produção deste grande projeto.
Bons serviços!
Equipe Mecânica 2000
Corpo editorial
Reollzoção
Parceria
Direção geral: Marcley Lazarini
Desenvolvimento técnico:
Alysson Ramos - Francilene Mendes - Rodrigo Bekerman
Programação visual: Gil Braz
Fotos: Gil Braz - Solano Soares
Capa: Pedro Bonneau
Revisão ortográfica: Cleimara Lott
Desenhos técnicos: Emerson Neves
Colaboração: Solano Soares
CENTRO DE DESENVOLVIMENTO
DE TECNOLOGIA MECÂNICA
Av. Sebastião de Brito, 215 - D. Clara
31260-000 - Belo Horizonte- MG
Televendas - (31) 3123-0700
www.mecanica2000.com.br
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Indica
CQ I Rcha técnica
FICHA TÉCNICA DO VEÍCUL0 ........................................................................................................................ 8
MANUTENÇÃO PERIÓDICA PREVENTIVA ........................................................................................................ g
CHECK-LIST ................................................................................................................................................... lQ
CQ I Sistemas MeciJnlcos
CORREIA DENTADA. .................................................................................................................................... 13
REMOÇÃO DA CORREIA DENTADA ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 13
INSTALAÇÃO DA CORREIA DENTADA. ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 15
BOMBA D'ÁGUA. .......................................................................................................................................... 19
REMOÇÃO DA BOMBA D ' ÁGUA ......................................................................................................... 19
INSTALAÇÃO DA BOMBA D'ÁGUA,,,,,,,,,,,,,,, ....................................................................................... 20
BOMBA DE ÓLEO ......................................................................................................................................... 22
REMOÇÃO DA BOMBA DE ÓLEO ........................................................... ,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,, .................. 22
INSTALAÇÃO DA BOMBA DE ÓLEo .......... ,, .. ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,, ....................................................... 24
CABEÇOTE. ......................... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, .......................................................................................... 27
REMOÇÃO DO CABEÇOTE E SUA JUNTA .............................................................................................. 27
INSPEÇÃO DO CABEÇOTE ................................................................................................................ 30
INSTALAÇÃO DO CABEÇOTE ,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,.,,,,, ................................................................................. 31
FREIOS ... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ......................................................... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ......... 34
DIAGRAMA DO SISTEMA DE FREIOS Renault Duster .................................................................... 34
INSPEÇÃO NO DISCO DE FREIO ................................................................................................. 34
REMOÇÃO DO DISCO DE FREIO ................................................................................................. 36
INSPEÇÃO DAS PASTILHAS E INSTALAÇÃO DO CONJUNTO ........................................................... 36
FREIOS TRASEIROS ..... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,.,,,,.,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ......... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,, ...... 37
INSPEÇÃO E REMOÇÃO DAS SAPATAS DE FREIO ......................................................................... 37
MONTAGEM DO CONJUNTO NO VEÍCULO .................................................................................... 39
EMBREAGEM,,,, .. ,., ............ ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, .......... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, 40
REMOÇAO DA EMBREAGEM,,,,.,,,,,,,,,,.,,,,,,,,.,,,,,,.,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ....................... 40
INSTALAÇÃO DA EMBREAGEM ••• ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,.,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, .. ,,,,, ................ 44
SISTEMA DE ARREFECIMENTO,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,,,,, ... ,, .. ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,, ................. 47
DESCRIÇÃO················"'''''''''''''''''''''''''''"'''''''''"''''''''''''''''''"'''"'''''''''"''''''''''''"''''''''''''''"''""' 47
ESQUEMA DO SISTEMA DE ARREFECIMENTO DO MOTOR ..................................................................... 47
SUBSTITUIÇÃO DO FILTRO DE AR ............................................................................................................... 49
SUBSTITUIÇÃO DO FILTRO DE CABINE ...... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,, ....... 50
SUBSTITUIÇÃO DO FILTRO DE COMBUSTÍVEL ............................... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,, ............................. 51
SUBSTITUIÇÃO DO FILTRO DE ÓLEO .........................................................................................,,,,,,,,,,,,,,,,, 52
TORQUES DE APERTO ................................................................ ,,,,,,,,,, ........................................... ,,,,,,,,,,.,, 53
FERRAMENTAS UTILIZADAS ....................................................................................................................... 54
INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO UTILIZADOS ........... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.,,,,,,,,.,,,,,,,,,,,,,,, .. ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, .......... 55
@ I Alternador e Motor de parUda
ALTERNADOR VALEO 14V /lOOA ....................................................................... ,,,,,,,,,.,,,,.,,,,,,, .................... 57
TESTE DO SISTEMA DE CARGA,,.,,,,,,,,,, ........................................................................... ,,,,,.,,,,.,,,,,, 57
SISTEMA DE CARGA - REMOÇÃO DO ALTERNADOR ............................................................................. 59
INSPEÇÃO E TESTES DOS COMPONENTES .... ,, .... ,,,,,,,.,,,,,,,, ................................................................ 61
1. CORREIA····""''"'''"'''"''""'''"''"'''"''""'''"'''"''''''"'"''"''''''''"''''"''''''''''''"'''''''''"'''"''''''''' 61
2. ROLAMENTOS ......................................... ,,,.,,,,.,,,,,,,.,,.,,,,.,,,.,,,,.,,,,,,.,,,,,,,, ............................... 61
3. ANÉIS COLETORES .................................................................................................................. 61
4.ESTATOR ................................................................................................................................. 62
5. SISTEMA RETIFICADOR ............................................................................................................ 63
DIODOS POSITIVOS ............................................................................................................. 63
DIODOS NEGATIVOs ............................................................................................................ 64
MONTAGEM DO ALTERNADOR ............................................................................................................ 65
3
t(A lndlce
@ Alternador e Motor de parUda
MOTOR DE PARTIDA VALEO 12V ................................................................................................................. 68
TESTE NO SISTEMA DE PARTIDA ....................................................................................................... 68
REMOÇÃO DO MOTOR DE PARTIDA .................................................................................................... 69
INSPEÇÕES DOS COMPONENTES ....................................................................................................... 70
1. ESCOVAS ............................................................................................................................... 70
2. INDUZIDO .............................................................................................................................. 70
3 . SOLENOIDE ............................................................................................................................ 70
4 . MANCAL ANTERIOR ................................................................................................................. 71
S. MANCAL POSTERIOR ............................................................................................................... 71
MONTAGEM DO MOTOR DE PARTIDA .............................................................................................. 72
TESTE NA BANCADA GAUSS ............................................................................................................. 73
@ I Sistemas elétrlcos
CAIXA DE RELÉS E FUSÍVEIS DO VÃO DO MOTOR (CVM) ........................................................................... 75 ,....-.
COMPONENTES E SUAS LOCALIZAÇÕES ............................................................................................. 75
DESCRIÇÃO DOS FUSÍVEIS, MAXI-FUSÍVEIS E RELÉS DA CVM .............................................................. 75
DETALHE DOS COMPONENTES DA CVM .............................................................................................. 75
CAIXA DE FUSÍVEIS DO PAINEL (CP) .......................................................................................................... 76
COMPONENTES E SUAS LOCALIZAÇÕES ............................................................................................ 76
LOCALIZAÇÃO DA CAIXA DE FUSÍVEIS DO PAINEL ............................................................................. 76
DESCRIÇÃO DOS FUSÍVEIS DA CP .................................................................................................... 76
DETALHE DOS COMPONENTES DA CP ................................................................................................ 76
MÓDULO DE CONFORTO (MCF) ................................................................................................................... 77
LOCALIZAÇÃO DO MÓDULO DE CONFORTO ........................................................................................ 77
PINAGEM DOS CONECTORES DO MCF ................................. ............................................................... 77
DIAGRAMA DO MÓDULO DE CONFORTO ............................................................................................ 78
CONECTORES AUXILIARES ......................................................................................................................... 79
PONTOS DE ATERRAMENTO ............................................................................................................................ 83
CHICOTES ELÉTRICOS ................................................................................................................................... 86 ~
PAINEL DE INSTRUMENTOS ....................................................................................................................... 87
INDICADORES DO PAINEL ................................................................................................................ 87
DIAGRAMA DO PAINEL DE INSTRUMENTOS ........................................................................................ 88
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DAS LÂMPADAS ............................................................................................. 89
ESPECIFICAÇÕES DAS lÂMPADAS DO FAROL ..................................................................................... 89
ESPECIFICAÇÕES DAS lÂMPADAS DA LANTERNA ................................................................................ 89
DIAGRAMA DOS FARÓIS ALTO E BAIXO .............................................................................................. 90
@ I Diagramas elétrlcos
DIAGRAMA DO INTERRUPTOR DE MÚLTIPLA FUNÇÃO ......................................................................................... 91
DIAGRAMA DO COMUTADOR DE IGNIÇÃO, ALTERNADOR E MOTOR DE PARTIDA .................................................... 92
DIAGRAMA DA BUZINA E BUZINA DO ALARME .................................................................................................. 93
TOMADA 12v •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 93
DIAGRAMA DO !MOBILIZADOR ....................................................................................................................... 93
DIAGRAMA DO AR-CONDICIONADO E DA VENTILAÇÃO INTERNA ......................................................................... 95
DIAGRAMA DAS LUZES DE FREIO .................................................................................................................... 96
DIAGRAMA DAS LUZES DE POSIÇÃO E PLACA ................................................................................................... 97
4
lndlce
CQ I Diagramaselétricos
DIAGRAMA DOS FARÓIS DE NEBLINA,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ............................................................................................ 97
DIAGRAMA DAS TRAVAS ELÉTRICAS ........................................ .......................................................................... 98
DIAGRAMA DAS LUZES DE DIREÇÃO E ADVERTÊNCIA .......................................................................................... 99
DIAGRAMA DO MÓDULO ABS ....................................................................... ...................................................... 100
DIAGRAMA DO AIR BAG .................................................................................................................................... 101
DIAGRAMA DO DESEMBAÇADOR DO VIDRO TRASEIRO ......................................................................................... 101
DIAGRAMA DO RÁDIO ...................................................................................................................................... 102
DIAGRAMA ELÉTRICO DO SISTEMA DE ARREFECIMENT0 ...... ,,,,,,,,,,,,,,,, ................................................................ 103
DIAGRAMA DOS LIMPADORES E DO LAVADOR DO PARA- BRISA .............................................................................. 104
DIAGRAMA DOS RETROVISORES ELÉTRICOS ....................................................................................................... 105
DIAGRAMA DOS VIDROS ELÉTRICOS ............... ............................................................................................ ........ 106
DIAGRAMA DAS LUZES DE RÉ ............................... ............................................................................................ 107
CQ I ln/eção eletr8nica
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, .................................... ,,,,,,,,,,,,,, ....................... 109
ESQUEMA DO SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO ............................................................................................. 109
DIAGRAMA ELÉTRICO DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL ................................................................................ 110
SISTEMA DE PARTIDA A FRIO- SPF .............................................................................................................. 113
ESQUEMA DO SISTEMA DE PARTIDA A FRIO """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""113
DIAGRAMA ELÉTRICO DO SISTEMA DE PARTIDA A FRIO .......................................................................... 113
ESQUEMA DA INJEÇÃO ELETRÔNICA VALEO V42 ............................................................................................ 114
LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES DA INJEÇÃO NO VEÍCULO ...................................................................... 115
DIAGRAMA DO CONECTOR DE DIAGNÓSTICOS ................................................................................. .. ........... 120
TABELA DE CÓDIGOS DE DEFEITO DO SISTEMA DE INJEÇÃ0 ......................................................................... 120
PINAGEM DO MÓDULO DE COMAND0 ............................................................................................................ . 122
PINAGEM DOS CONECTORES A, B E C DO MÓDULO DE COMANDO ............................................................ 122
DESCRIÇÃO DOS PINOS '""''''''"'""''''''"""'''' ' "''''''''''"'''"'''''''''"''""""'"''""""""""'"""""'''"'""'122
TESTES PASSO A PASS0 ................................................................................................................................... . 124
1. MÓDULO DE COMANDO - MC .................................................. , .................................................. . 124
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAIS DOS CONECTORES ................................................... 124
SINTOMAS EM CASO DE FALHAS ..................................................................................................... 125
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 ..................................................................................................... 125
TESTE 1 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃ0 .............................................................................................. 126
TESTE 2 - ATERRAMENT0 ................................................................................................................ 127
2. SENSORES DE OXIGÊNIO- HEGO 1 E 2 ....................................................................................... 129
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAIS DOS CONECTORES ................................................... 129
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃO .................................................................................................... 129
TESTE 1 - RESPOSTA DINÂMICA DE TENSÃO DOS SENSORES HEGO 1 E HEGO 2 .................................. 130
TESTE 2 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO DOS SENSORES HEGO 1 E HEGO 2 ............................................ 131
TESTE 3- RESISTÊNCIA ELÉTRICA DOS SENSORES HEGO 1 E HEGO 2 ................................................ 131
3. SENSOR DE TEMPERATURA DO LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO - ECT ............................................ 132
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR .......................................................... 132
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃO .................................................................................................... 132
TABELA DE VALORES CARACTERÍSTICOS DO SENSOR ECT .......................... .. ...................................... 133
TESTE 1 -RESPOSTA DINÂMICA DE TENSÃ0 .................................................................................... 133
TESTE 2 - RESISTÊNCIA ELÉTRICA .................................................................................................. 134
TESTE 3- TENSÃO DE ALIMENTAÇÃo .............................................................................................. 134
4. SENSOR DE TEMPERATURA DO AR ADMITIDO- ACT ............................................................................ 135
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR ............................................................. 135
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃO ....................................................................................................... 135
TABELA DE VALORES CARACTERÍSTICOS DO SENSOR ACT ..................................................................... 136
TESTE 1- RESPOSTA DINÂMICA DE TENSÃ0 ...................................................................................... 136
TESTE 2 - RESISTÊNCIA ELÉTRICA .................................................................................................... 137
TESTE 3- TENSÃO DE ALIMENTAÇÃo ................................................................................................ 138
5
t(A Índice
S. SENSOR DE PRESSÃO ABSOLUTA- MAP •••••••••••••••••••••••.••.••••••••••••••••••••••••••••••••.•••••••••••••••••••••.• 139
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR •••••••••••••••••••••••••..••••••••••••••••.•••••••••••• 139
TABELA DE VALORES CARACTERÍSTICOS DO SENSOR MAP •••••••••••••••••••.••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 139
SINTOMAS EM CASO DE FALHAS ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 140
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃO ·······························································································140
TESTE 1 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO ························································································140
TESTE 2 - RESPOSTA DINÂMICA DE PRESSÃ0 ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 141
6. BORBOLETA MOTORIZADA- ETC •••••••••.••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.••• 142
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 142RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 ••••••••••••••••••••••••••••••••.•••••••••••••••••••••••••••••••••••••..••••••••••••••••••••••• 142
TESTE 1 - RESPOSTA DINÂMICA DOS POTENCIÔMETROS·····························································143
TESTE 2- TENSÃO DE ALIMENTAÇÃ0 ••••••••••••••••••••••••••.••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 143
7. SENSOR DE POSIÇÃO DA ÁRVORE DE MANIVELAS- CKP ........................................................ 145
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR ·····················································145
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 145
TESTE 1 -RESPOSTA DINÂMICA DE FREQUÊNCIA •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.••• 146
-
TESTE 2- TENSÃO DE RESISTÊNCIA ELÉTRICA .............•.........................................•..... .............. 146 r--.
8. SENSOR DE DETONAÇÃO- KS ............................................................................................... 147 ~
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 147
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃO ······························································································147 ,.--,
TESTE 1 - RESPOSTA DE TENSÃO ······························································································147
9. ELETROINJETORES- INJ ······································································································148
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 148
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃO ······························································································148
TESTE 1 - RESISTÊNCIA ELÉTRICA ····························································································149
TESTE 2 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃ0·························································································149
TESTE 3- PULSOS DE ATERRAMENT0 •••••••••••••••••.•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 150
10. BOBINAS DE IGNIÇÃO- BIG ·······························································································151
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 151
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 152
TESTE 1 - RESISTÊNCIA ELÉTRICA ····························································································152
TESTE 3- TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO ······························································••••••••••••••••••••••••••152
TESTE 3 - PULSOS DE ATERRAMENTO ························································································154
11. SENSOR DE POSIÇÃO DO PEDAL DO ACELERADOR- SPA ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.••• 155
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR. •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 155
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 155
TESTE 1 -RESPOSTA DINÂMICA DE TENSÃ0··············································································156
TESTE 2 -TENSÃO DE ALIMENTAÇÃ0 •••••••••••••••••••••••.••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 156
TESTE 3 - RESISTÊNCIA ELÉTRICA ····························································································157
12. ELETROVÁLVULA DE PURGA DO CÂNISTER- CANP •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 158
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR ••••••••••••••••••••••••••••••••• ••••••••••••• ••••••• 158 ;--,
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 ••••••••••••••••••••••••••••••••••.•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 158
TESTE 1 - ESTANQUEIDADE DA CANP •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 159 ,--..
TESTE 2 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO ......................................................................................... 159
13. BOMBA DE COMBUSTÍVEL- SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL SAC .................... 160
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR ..................................................... 160
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 160
CIRCUITO HIDRÁULICO DE ALIMENTAÇÃO DOS CILINDROS DO MOTOR ........................................... 161
TESTE 1- TENSÃO DE ALIMENTAÇÃ0 ......................................................................................... 161
TESTE 2- VAZÃO DA BOMBA COM A LINHA DE RECALQUE SUBMETIDA A PRESSÃO ATMOSFÉRICA ........ 162
TESTE 3- PRESSÃO DA LINHA DE ALIMENTAÇÃ0 .......................................................................... 163
14. SISTEMA DE PARTIDA A FRIO- SPF ..................................................................................... 164
DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAIS DOS CONECTORES ............................................... 164
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃ0 .............................................................................................. 165
TESTE 1- RESPOSTA DINÂMICA- FUNCIONAMENTO DO SISTEMA ................................................. 165
TESTE 2- TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO DA BOMBA DE GASOLINA- BPF ............................................ 167
TESTE 3- TESTE DE ALIMENTAÇÃO DO ELETROINJETOR DE PARTIDA A FRI0 ................................... 168
TABELA DE VALORES IDEAIS ................................................................................................................ 169
DIAGRAMA ELÉTRICO DA INJEÇÃO VALEO V42 ....................................................................................... 170
@ I Teste seus conhecimentos
AVALIAÇÃ0 .............................................................. ,,,,,,,,,, .. ,,,,,,,,,,,,, .. ,, .................................................... 172
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ELEVADORES AUTOMOTIVOS
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EBP 2700
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Reservatórios de óleo nas
bases das duas colunas.
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t?a Ficha técnica
Tipo
Alimentação
Número de cilindros
Número de válvulas por cilindro
Ordem de ignição
Diâmetro do cilindro
Curso do pistão
Cilindradas
Taxa de compressão
Potência do motor
Torque
Acionamento da distribuição
Tipo
Relação de transmissão
Tipo de tração
Dianteira
Traseira
Tipo
Dianteiros
Traseiros
Fluido
Freio de estacionamento
Tipo
Diâmetro de giro
Especificação Pneus
Especificação Rodas
Capacidade
Em ordem de marcha
FICHA TÉCNICA - RENAULT DUSTER 1.6 16V
Motor
Transversal , dianteiro
lnjeção eletrônica M.P.F.I.
4 em linha
4
1-3-4-2
79,5 mm
80,5 mm
1598 cm3
9,8:1
110 cv a 5750 rpm (gasolina)
115 cv a 5750 rpm (etanol)
15,1 kgfm a 3750 rpm (gasolina)
15,5 kgfm a 3750 rpm (etanol)
Por correia
Transmissão
Suspensão
Manual de 5 velocidades
18 marcha
28 marcha
38 marcha
48 marcha
58 marcha
Em marcha a ré
4x2 Dianteira
3,73:1
2,05:1
1,32:1
0,97:1
0,82:1
3,55:1
Independente, tipo McPherson, com triângulos inferiores,
amortecedores hidráulicos telescópicos com molas
helicoidais, montada em um subchassi
Semi-independente com barra estabilizadora,molas heli
coidais e amortecedores hidráulicos telescópicos verticais
Freios
Dois circuitos em X, de acionamento hidráulico
Disco ventilado de 269 mm de diâmetro
Freio com tambor de 228 mm de diâmetro
DOT4
Comando atuante nas rodas traseiras,
acionado por meio de cabo.
Sistema de direção
Pinhão e cremalheira, com assistência hidráulica
10,7 m
Rodas e Pneus
Capacidade do porta-malas
Peso
Radiais 215/65 R16
Aço estampado
475 L
Carga útil (5 passageiros mais bagagem)
1202 kg
497 kg
Motor de partida
Alternador
Sistema elétrico
Valeo 12V
Valeo 14V, 100A
-
8 ~--------------------------------------------------------------~-
Ficha técnica I Manutenção periódica preventiva
,----..
Dimensões externas
("""' Comprimento total 4315 mm
Largura carroceria 1822 mm
r-
Altura 1690 mm
~ Altura em relação ao solo 210mm
Distância entre eixos 2673 mm ,----..
r- Capacidades de lubrificantes e fluidos
Cárter
4,8 L (com filtro de óleo)
,..---.,
4 ,0 L (sem filtro de óleo)
Tanque de combustível 50 L
Sistema de arrefecimento 6,0 L
~
Manutenção periódica preventiva
Serviços a serem executados I Revisões a cada 10.000 km ou 1 ano 18 28 38 48 58 68 ?· a• ga1oa
Alinhamento e balanceamento: verificar • • • • • • • • • •
Carroçaria e parte inferior do veiculo: verificar quanto a eventuais avarias, danos • • • • • • • • • • na pintura e na proteção contra corrosão.
Cárter do motor: limpeza do sistema de ventilação do cárter do motor. • • • • • • • • • •
Controle de equipamentos de segurança: extintor, cintos de segurança, sistema de • • • • • • • • • • iluminação interna e externa, comandos elétricos dos vidros, portas e limpadores.
Controle do sistema de ignição/injeção: com utilização de equipamento de • • • • • • • • • • autodiagnóstico.
Correia dentada da distribuição: verificar o estado e o funcionamento do tensor • • • • • • • • • • automático.
Correia dentada da distribuição: substituir. •
Correia Micro-V: verificar. • • • • • • • • • •
Dobradiças, limitadores e fechaduras das portas e capô do motor: verificar. • • • • • • • • • •
Embreagem: regulagem do curso do pedal da embreagem. • • • • • • • • • •
Filtro de ar: substituir. • •
Filtro de combustível: substituir. • • • • • • • •• •
Filtro de óleo do motor: substituir. • • • • • • • • • •
Freio de estacionamento: verificar e regular, se necessário. • • • • • • • • • •
Freios: verificar quanto ao desgaste das pastilhas e discos. • • • • • • • • • •
Freios: verificar quanto ao desgaste das lonas e tambores. • • • • • • • • • •
Guarnições e protetores de pó: verificar o estado, posicionamento e eventuais vazamentos. • • • • •
Liquido de arrefecimento: substituir. •
Liquido de freio: substituir. •
Óleo do motor: substituir. • • • • • • • • • •
Pneus e rodas: verificar estado, perfil e pressão (incluindo estepe). • • • • • • • • • •
Restabelecimento dos níveis: líquido do arrefecimento, freios, direção hidráulica, • • • • • • • • • • r-- lavador do para-brisa, embreagem hidráulica.
,......-. Substituição de amortecedores: substituir. • •
Teste de emissões de poluentes: efetuar o teste verificando os valores de funciona- • • • r- mento do motor e o estado dos componentes relacionados à emissões de poluentes.
Transmissão: verificar o nível de óleo e completar, se necessário. • • • • • • • • • •
Velas de ignição: substituir. • •
Verificação visual do estado: tubulações (escapamento, alimentação de combustível , • • • • • • • • • • freios), tubulações flexíveis do sistema dos freios.
9
t?a Check-llst
Manutenção Preventiva: você e seu cliente só têm a ganhar.
Informe os dados do cliente 11 Informe os dados do veículo
Nome: 11 Marca:
End: 11 Modelo:
Tel: I Placa:
E-mail: 11 Km: II Ano: c.:.__::__:_::_:__-=======:;
Verificações
Direção Arrefecimento D 0 Ok
Volante e coluna D 0 Ok DI~ Nível do líquido incorreta
D I~ Folgas excessivas ID I~ Ausência de aditivo
D I~ Danificado ou com funcionamento deficiente lO ~~~~va=z=a=m=e=n=to=s===========
Equipamentos obrigatórios Correias auxiliares D 0 Ok
Limpador e lavador de para-brisa O 0 Ok D I~ Conservação/ fixação deficiente
D I~ Inexistente I Pneus e rodas
D I~ Danificado ou com funcionamento deficiente I Estado geral de fixação das rodas D 0 Ok
Extintor de incêndio O 0 Ok DI~ Falta um ou mais parafusos de fixação I
O I~ Validade vencida 10 I~ Exist. De trincas ou amassamentos na parte externa I
Buzina O 0 Ok DI~ Corrosão acentuada I
D I~ Inexistente I Desgastes da banda de rodagem D 0 Ok
DI~ Funcionamento deficiente 10 I~ Pneu(s) com pronf. de sulco inf. a 1 ,6mm
Cintos de segurança O 0 Ok Sinalizações
DI~ Inexistente ou quantidade insuficiente I Luz indicadora de direção (setas) D 0 Ok
Triângulo de segurança O 0 Ok DI~ Uma ou mais não funcionam
D I~ Inexistente I Luz de freio D 0 Ok
Estepe O 0 Ok DI~ Uma ou mais não funcionam
D I~ Fixação deficiente I Luz indicadora de posição D 0 Ok
Freios DI~ Uma ou mais não funcionam
Reservatorio do líquido de freio D 0 Ok Luz de ré D 0 Ok
DI~ Falta estanqueidade ID '-'=l~,c.:N~a""-o::_f.:.=u~n~ci~o!.!:na~ _________ _j
D I~ Nível do líquido insuficiente I Suspensão
Freio de estacionamento O 0 Ok Amortecedores D 0 Ok
D I~ Danificado ou com funcionamento deficiente 10 I~ Conservação/ fixação deficientes
Gerenciamente Eletrônico D '-'=1~='--V-'-'a""z,a~m~e~n~to~de~fl~ui~d~o _____ _ _ _
Carga e Bateria O 0 Ok Bandejas, braços e pivô D 0 Ok
D I~ Tensão da bateria inadequada 10 I~ Conservação/ fixação deficientes
DI~ Tensão do alternador inadequada 10 ~.:1~=<-=--F~ol~g~as~ex~c~e~s~si~v~as~----=-=------=====---
Gerenciamento eletronico 0 0 Ok Dados da Oficina
DI~ Anomalia acesa quando existente li=l ~N~o~m~e~:==============~
Iluminação ;:::1 ~Eê=n~d=:==============~
Te I: Lâmpadas dos faróis principais D 0 Ok
DI~ Uma ou mais não funcionam 1 LI ~E=--.!!m~a!.'!il ,_: ---:::::------=----====-__j
Lâmpadas de ilumin da placa traseira O 0 Ok Observações
D
M
D
c
D
D
v
I~ Funcionamento deficiente
Motor e Climatização -
o to r 0 0 0k
I~ Vazamento de óleo
li matização 0 0 0k
I~ Funcionamento do ar quente irregular
I~ Funcionamento do ar frio irregular
I I
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As correias são utilizadas em dois formatos: a
correia micro-V e a correia dentada. A correia
micro-V exerce a função de movimentar
dispositivos auxiliares que não necessitam
sincronismo, como o alternador, o compressor do
ar-condicionado e a bomba da direção hidráulica.
A correia dentada tem a função de manter o
sincronismo entre a árvore de manivelas e o
comando de válvulas, garantindo o exato
cumprimento dos ciclos de trabalho do motor.
Como todo componente mecânico, as correias
sofrem desgaste natural de funcionamento,
devendo ser substituídas conforme a especifi
cação do veículo.
Especificação técnica GATESTensor da correia micro-V
T39163
Remoção da correia dentDda
l.lnstale a ferramenta de ancoragem do motor;
2.Desloque as mangueiras do sistema de
alimentação de combustível e do cânister fixas ao
suporte do motor;
3.Remova os cinco parafusos 16 milímetros de
fixação do suporte do motor, e retire-o; (Fig.l)
Especificação técnica GI'JES
Correia micro-V
6PK1822
Especificação técnica GATES
Correia dentada
40850X27XS
Fig.l - Remoção do suporte do motor
~~-------------------------------------------------------------- 13
DUSTER 1.6 16V- Sistemas Mecânicos -Correia dentada
4.Utilize chave 13 milímetros para remover os três
parafusos e as duas porcas de fixação da cobertura
superior da correia dentada; (Fig.2)
Fig.2 - Remoção da cobertura superior da correia dentada
5.Retire a cobertura superior;
6.Utilize chave 15 milímetros com cabo de força
articulado para deslocar a correia micro-V das
polias, girando o parafuso do tensor no sentido
horário;
7 .Desloque a correia micro-V;
8.Instale a ferramenta de travamento do volante
do motor para possibilitar a posterior remoção da
polia da árvore de manivelas; (Raven 151008)
A ferramenta de travamento do
'"""'--"""""volante do motor é instalada no
alojamento do sensor de posição da
árvore de manivelas. (Fig.3)
Fig.3 - Ferramenta de travamento do volante
do motor instalada
9.Desaperte o parafuso da polia da árvore de
manivelas com chave 18 milímetros; (Fig.4)
...
Fig.4 - Desaperto do parafuso da polia da
árvore de manivelas
10.Retire, em seguida, o parafuso e a polia;
11.Remova a ferramenta de travamento do
volante do motor;
12.Com auxílio de chave 8 milímetros remova os
quatro parafusos de fixação da cobertura inferior
da correia dentada, e remova-a;
13.Utilize chave de fenda para remover as tampas
de proteção dos eixos comandos de válvulas; (Fig.S)
Fig.S - Remoção das tampas de proteção dos eixos
comandos de válvulas
14.Instale novamente o parafuso de fixação da
engrenagem da árvore de manivelas;
15.Gire a árvore de manivelas através de seu
parafuso 18 milímetros, até que os rasgos dos
eixos dos comandos de válvulas estejam
alinhados na horizontal, porém desalinhados
para baixo em relação ao centro; (Fig.6)
Fig.6 - Posicionamento dos eixos
14 '---------------------------------------------------------------~-
~ ... DUSTER 1.6 16V- Sistemas Mecânicos- Correia dentada . , .................................................................................... .
16.Encaixe a ferramenta específica de sincroni
zação dos eixos comandos de válvulas; (Fig.7)
(Raven 151001)
Fig. 7 - Instalação da ferramenta de sincronização
Caso a ferramenta não se encaixe,
gire novamente os eixos até encon
trar a posição adequada.
lnsttlloçõo do correio denttldo
Inspecione a correia dentada e seu
tensor quanto a possíveis desgastes
excessivos, fissuras na correia ou
mau funcionamento do tensor. Tais condições
implicam na imediata substituição do conjunto.
l.Trave novamente o volante do motor com a
ferramenta específica;
2.Retire o parafuso 18 milímetros de fixação da
árvore de manivelas, e a ferramenta de travamento;
3.Certifique-se de que a chaveta da engrenagem da
árvore de manivelas esteja voltada para cima; (Fig. 9)
Fig.9 - Correta posição da engrenagem da
árvore de manivelas
17.Com chave 13 milímetros remova a porca de
fixação do tensor da correia dentada, e retire-o;
(Fig.S)
Fig.8 - Remoção do tensor da correia dentada
18.Retire a correia dentada.
4.Selecione e instale o tensor da correia dentada
no veículo, atento a sua correta posição de
encaixe;
S.Apenas encoste sua porca;
6.Selecione e instale a correia dentada;
Posicione a correia adequadamente.
Inicialmente posicione-a em tomo
da engrenagem da árvore de mani
velas, passe-a pela engrenagem da bomba
d'água, contorne internamente a polia auxiliar,
passe externamente pelas duas polias dentadas
dos comandos de válvulas e, por fim, contorne o
seu tensor. (Fig.10)
Fig. lO- Disposição da correia dentada
Polia do comando Polia do comando
de válvulas de descarga de válvulas de admissão
n;a~-z~
Tensor da
Engrenagem da
árvore de manivelas
--------------------------------------------------------------~ 15
tsa DUSTER 1.6 16V ·Sistemas Mecânicos ·Correia dentada ••
~~~--------------------------------------------------------~~
7 .Ajuste a tensão da correia. Com chave
hexagonal 6 milímetros, gire o tensor, no sentido
anti-horário, até que o ponteiro indicador de
tensão esteja sobre a cavidade em "U" na sua base;
nesse ponto, aperte a porca de fixação do tensor;
(Fig.ll)
Fig.ll · Ajuste da tensão da correia
8.Aplique torque de 27,00 ± 1,35 Newton-metros
à porca;
9.Instale a cobertura inferior da correia dentada;
10.Trave novamente o volante do motor, e instale
a polia da árvore de manivelas; (Fig.12)
Fig.12 ·Instalação da polia da átvore de manivelas
11.Aperte seu parafuso e aplique torque de 40 ± 2
Newton-metros ao mesmo acrescido de torque
angular de 145,00 ± 7,25 graus;
12.Retire a ferramenta de sincronização dos
comandos e instale novas tampas;
13.1nstale a cobertura superior da correia
dentada;
14.Instale também o suporte do motor;
15.Aplique torque de 62,0 ± 3,1 Newton-metros
aos parafusos e porcas;
16.Remova a ferramenta de ancoragem do motor;
17 .Reposicione as mangueiras do sistema de
alimentação de combustível e do cânister;
18.Instale a correia micro-V;
A correia micro-V deve incorporar as
polias: da árvore de manivelas, do
compressor do ar condicionado, do
alternador, da bomba da direção hidráulica, da
polia auxiliar e do seu tensor. (Fig.13)
Fig.13 ·Disposição da correia micro-V
Bombada
direção hidráulica
Tensor da
Polia dentada
da árvore de manivelas
Polia auxiliar
Compressor do
ar-condicionado
19 .Por fim, instale os demais componentes.
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n
16 ~----------------------------------------------------------~-
DICAS PARA UMA TROCA PERFEITA
Redução do nível de líquido no
sistema de arrefecimento
Aparência: Vazamentos, umidades
e goteiras.
Problema: Mangueiras mal encaixadas,
abraçadelras com folgas e/ou sem o
torque correto, rachaduras no bocal da mangueira e trinca no
bocal do radiador.
Soluçio: Substitua as mangueias antes de romper.
É recomendada a troca das abraçadeiras a cada troca de
mangueiras. Aplique o torque correto na abraçadeira.
Dano por calor
Aparência: Dilatação/Inchaço.
A borracha fica com a consistência
pegajosa ao toque, como cola. Perda de
borracha de superfície, os fios têxteis
ficam expostos.
Problema: Com as altas temperaturas do motor e do líquido de
arrefecimento, é ocasionado o rompimento da mangueira.
Solução: Substitua as mangueiras antes de romper. Use sempre a
mistura correta do aditivo de radiador+ água.
Dano por abrasão
Aparência: Fios têxteis expostos.
Problema: Ocorre quando a mangueira
entra em atrito com partes fixas do motor.
As mangueiras Gates são construídas
100% de acordo com os projetas das
mon ras, e não evem ter cantata com outras partes do motor.
Soluçlio: Substitua as mangueiras antes de romper.
Em uma emergência, você pode usar sobrecapa, usando um
pedaço cortado de uma outra mangueira.
Dano por óleo/derivados
de petróleo
Aparência: Dilatação/Inchaço. A borracha
fica mole, com bolhas e com consistência
pegajosa ao toque, como cola.
Problema: Derivados de petróleo reagem
quimicamente com os compostos de borracha, enfraquecendo
sua estrutura. Isso faz com que as camadas da mangueira se
despreendam, causando bolhas e o rompimento prematuro da
mangueira.
Soluçlio: Substitua as mangueiras antes de romper. Corrija a
origem do vazamento de óleo.
Observação:Use somente detergentes neutros para limpeza
do motor.
Dano por ozônio
Aparência: Pequenas rachaduras na
cobertura da mangueira.
Problema: A alta concentração de ozônio
dentro do compartimento do motor
ataca diretamente os componentes
de borracha. Pequenas rachaduras ocorrem principalmente em
curvas e locais de fixação. Através destas rachaduras, os gases
penetram e reduzem a vida útil da mangueira.
Soluçio: Substitua as mangueiras antes de romper. As
mangueiras Gates são fabricadas em um composto de EPDM,
resistente ao ozônio.
Dicas e cuidados para instalação
Nunca substitua a mangueira com o motor aquecido ou com o líquido no sistema.
Deve ser aplicada a proporção correta da mistura de água + aditivo de radiador (propileno glicol e etileno
glicol) para garantir a vida útil da mangueira e dos componentes do sistema de arrefecimento.
Para remover a mangueira do bocal
do rad iador, solte a abraçadeira e
gire a mangueira ao redor do bocal.
Se ainda assim a mangueira não se
soltar, use uma lâmina para cortar.
Importante: Cuidado para não
quebrar o bocal do radiador durante
a remoção da mangueira.
Faça a limpeza do
bocal removendo
todas as impurezas.
Se necessário, usar
detergente neutro.
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Uso de ferramentas
adequadas: para
a braçadeiras com sistema
mola (de pressão), usar
alicate-abraçadeira .
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Certifique-se de
que a magueira
está perfeitamente
encaixada na
posição correta do
bocal do radiador e
a abraçadeira bem
fi xada.
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CJ
('
(
G
o
(\
r )
í' _ _,~
(J
o
o
o
A bomba d'água é a responsável por gerar um
fluxo e fazer circular o líquido de arrefecimento
pelo motor, bloco e cabeçote, até atingir o
radiador, onde ocorre a troca de calor com o ar
externo. O motor do Duster está equipado com
uma bomba do tipo centrífuga, instalada no bloco
e acionada pela correia dentada. O não
funcionamento da bomba d'água interrompe o
fluxo do líquido de arrefecimento, comprome
tendo o funcionamento de todo o sistema e
colocando em risco a própria durabilidade do
motor, uma vez que o líquido de arrefecimento
não circulará por ele e não será resfriado no
radiador, provocando superaquecimento. Por
isso, é importante ficar atento a vazamentos,
ruídos e estado da correia de acionamento da
bomba d'água.
PJ Remoção d11 bombtl d'6gu11
l.Drene o líquido de arrefecimento;
Retire a tampa do reservatório do
líquido de arrefecimento para
acelerar a drenagem do líquido.
2.Utilize alicate bomba d'água para soltar a
abraçadeira da mangueira inferior do radiador, e
desconecte-a; (Fig.l)
Fig.l - Drenagem do líquido de arrefecimento
3.Aguarde o escoamento completo do líquido de
arrefecimento;
4.Conecte novamente a mangueira do radiador e
ajuste a abraçadeira;
DUSTER 1.6 16V- Sistemas Mecânicos- Bomba d'água
&pecificação técnica SCHADEK
Bomba d'água
SCH N° 20.160·1
S.Remova a correia dentada. Veja os procedi
mentos no item: "Remoção da correia dentada";
Seja precavido ao retirar a bomba
d'água, pois parte do líquido de
arrefecimento permanece retido aí e
poderá escoar.
6.Remova o parafuso 10 milímetros e os outros
sete parafusos 8 milímetros de fixação da bomba
d'água, e retire-a; (Fig.2)
Fig.2 - Remoção da bomba d'água
7 .Remova sua junta de vedação.
(]-------------------------------------------- 19
DUSTER 1.616V- Sistemas Mecânicos- Bomba d'ág.::::ua:...._-=:::..--------------..iiiiiiii------,_..,.-
p] InsiDiação da bomba d•6gua
Limpe a região em tomo do aloja
mento da bomba.
l.Selecione a nova junta de vedação e instale-a no
veículo; (Fig.3)
Fig.3 - Instalação da junta de vedação da bomba
2.Instale a bomba d'água;
3.Aperte seus parafusos, e aplique torque de
11,00 ± 0,55 Newton-metros;
4.1nstale a correia dentada e os demais
componentes, conforme procedimentos apresen
tados no item "Instalação da correia dentada";
5.Abasteça o sistema de arrefecimento na
proporção de 40% de aditivo e 60% de água.
Série Motores Diesel
A força dos motores diesel
nas páginas da Mecânica 2000
Apresentam abordagens exclusivas
sobre as características dos sistemas
de alimentação com
gerenciamento eletrônico
(onde aplicável).
'----
20 ~------------------------------------------------------------------r"~
PROBLEMAS MAIS COMUNS RELACIONADOS
,--.... A QUEDA DE PRESSÃO DE ÓLEO SCHADEK
NOS MOTORES BV E PRINCIPALMENTE 16V
PROBLEMA SOLUÇÃO
Válvula de Retenção ou de Segurança Substituir o Filtro de óleo
,... do filtro de óleo com defeito
,.--..;.
r---
:r--
r"""'-
r---
,.......,
Entradas de ar pelo sistema
Válvula de Retenção do cabeçote
Viscosidade do óleo incorreta
Carbonizações no sistema
Impurezas no interior do tubo de
sucção
Folga dos mancais incorreta
Desgastes do cabeçote
Desgastes dos Tuchos Hidráulicos
Não utilizar cola
Observar pela vareta do óleo, com o motor em
funcionamento e com o óleo quente, se o óleo
está espumando. Se estiver, significa que está
tendo entrada de ar. Verificar então se a base
do pescador está empenada ou com uso de
cola, se existem possíveis fissuras no bloco ou
cabeçote.
Verificar se há válvula de retenção no cabeçote
e se está em perfeito funcionamento, caso
contrário substitua-a.
Substituir o óleo e utilizar o especificado pelo
fabricante.
Efetuar a limpeza completa e detalhada no
sistema.
Recomenda-se trocar o tubo de sucção
sempre que trocar a bomba de óleo.
Ajustar as folgas corretamente dentro do
especificado.
Fazer a retífica completa do cabeçote.
Efetuar a troca dos tuchos gastos
(é recomendado que todos sejam trocados).
Não se deve usar cola na aplicação da bomba
de óleo ou do tubo de sucção, utilizar somente
a junta que acompanha o produto.
ATENÇÃO: Muito cuidado com problemas relacionados à combustivel adulterado,
pois o mesmo vem prejudicando e condenando muitos motores no pais.
BOMBAS DE ÓLEO, BOMBAS D'ÁGUA, REPAROS E ACESSÓRIOS AUTOMOTIVOS.
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-SCHAE;!EK
DUSTER 1.616V- Sistemas Mecânicos- Bomba de óleo
~====~==~:2=:==========~~==~========~·~
O sistema de lubrificação é responsável por
fornecer óleo às peças móveis do motor para
reduzir o atrito entre elas, minimizar a geração de
calor e filtrar as impurezas geradas durante o
rJ Remoção do bombo de 61eo
1.Drene todo o óleo presente no cárter. Posicione
um coletor de óleo sob o cárter, e remova o bujão
de dreno com chave 5/16 polegadas; (Fig.1)
Fig.l- Drenagem do óleo do motor
2.Aguarde o escoamento completo do óleo;
3.A seguir, instale novamente o bujão de dreno e
aperte-o;
4.Remova os três parafusos 13 milímetros que
fixam o eixo da homocinética ao cárter;
S.Remova também o parafuso 13 milímetros que
fixa o cárter ao suporte do compressor do ar
condicionado;
funcionamento do motor. A bomba de óleo, um
dos componentes desse sistema, é a responsável
pelo fluxo de lubrificante no interior do motor.
Esse óleo em circulação lubrifica e auxilia na
refrigeração dos principais componentes internos
do motor, tais como: pistões, comando de
válvulas, árvore de manivelas, anéis, dentre
outros. A bomba de óleo presente no Duster é uma
bomba de engrenagens, que está posicionada na
parte inferior do bloco, e ela é acionada pela
árvore de manivelas através de corrente. A
substituição da bomba de óleo se faz necessária
quando houver baixa pressão na linha de
recalque,vazamentos de óleo pelo retentor ou
ruídos excessivos.
Especificação técnica SCHADEK
Bomba de óleo
SCH N° 1 0.272
6.Solte o parafuso 10 milímetros que fixa o
suporte da mangueira do sistema de arrefecimen
to ao cárter;
?.Utilize chave 13 milímetros para soltar os
quatro parafusos que fixam o cárter à caixa de
marchas; (Fig.2)
Fig.2 - Remoção dos parafusos de fixação do cárter
à caixa de marchas
8. Utilize chave 8 milímetros para remover os
vinte parafusos que fixam o cárter ao bloco do
motor conforme a sequência indicada; (Fig.3)
22
-------------------------------------------------------------------------------~
!lil!il'li"íí!
SCHADEK -
Fig.3 - Sequência de desaperto dos parafusos de
fixação do cárter
13 17
20
16 12
5
2 •
4
.. 3
6 10
18
19 15 11
14
9 .Desloque o cárter com auxílio de uma alavanca;
Para remover completamente o
cárter é necessário o deslocamento
da travessa da suspensão do lado
direito do veículo.
10.Para tal, remova a porca 18 milímetros de
,..--..,. fixação do pivô da suspensão à manga de eixo, e
em seguida, desloque-o; (Fig.4)
FigA - Remoção da porca do pivô da suspensão
11 . Utilize chaves 16 milímetros e hexagonal 5
milímetros para remover a porca de fixação do
tirante da barra estabilizadora à torre da
suspensão;
12.Desloque o tirante;
13.Remova a porca 13 milímetros de fixação do
tirante da suspensão à carroçaria do veículo;
14.Com chave 18 milímetros, remova o parafuso
que fixa a travessa da suspensão à carroçaria;
(Fig.S)
DUSTER 1.6 16V. Sistemas Mecânicos- Bomba de óleo
Fig.S - Remoção do parafuso da travessa da suspensão
15.Remova os dois parafusos 16 e o parafuso 18
milímetros que fixa a travessa menor à carroçaria,
e retire-a;
16.Feito isso, desloque um pouco a travessa da
suspensão, do lado direito do veículo, logo abaixo
do cárter; (Fig.6)
Fig.6 - lado direito da suspensão deslocado
17.Em seguida, retire o cárter e sua junta;
18.Utilize chaves 10 e 13 milímetros para
remover os dois parafusos de fixação da bomba
de óleo ao bloco do motor;
19.Remova a bomba de óleo depois de soltá-la da
corrente de acionamento; (Fig. 7)
Fig. 7 - Remoção da bomba de óleo
~~--------------------------------------~-----------------J 23
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Mecânicos - Bomba de óleo
mentos.
Caso seja necessária alguma manu
tenção na corrente de acionamento
da bomba de óleo, siga tais procedi-
20.Remova a correia dentada. Consulte os
procedimentos no item "Remoção da correia
dentada";
2l.Solte o parafuso 18 milímetros de fixação da
engrenagem e remova-a; (Fig.8)
Fig.8 - Remoção da engrenagem da árvore de manivelas
22.Remova os seis parafusos de fixação da tampa
fixa ao bloco do motor com chave 8 milímetros e
remova-a; (Fig. 9)
PJ Instalação da bomba de 61eo
Limpe adequadamente os compo
nentes que serão reinstalados no
veículo e a região do alojamento da
bomba no bloco do motor, removendo
quaisquer resquícios de junta e impurezas
existentes, que possam comprometer o bom
funcionamento da bomba de óleo.
l.Selecione a nova bomba de óleo, e instale-a no
veículo;
24
Antes da instalação da nova bomba
de óleo, preencha-a com óleo novo
para motor.
-..
SCHADEK -
Fig.9- Tampa fixa ao bloco do motor
23.E retire a corrente.
Ao reinstalar a corrente, siga os
procedimentos na ordem inversa de
sua remoção, atento apenas ao fato
de aplicar junta líquida na superfície de conta to
da tampa que será fixada ao bloco do motor.
(Fig. lO)
Fig. lO - Aplicação de junta líquida na tampa
2.Encaixe a bomba na sua corrente de aciona
mento, e fixe-a com seus parafusos; (Fig. li)
Fig.ll- Instalação da bomba de óleo
-SCHADEK
Certifique-se de que a corrente
--"'-'"i.-l..oo'll esteja devidamente encaixada nas
engrenagens da bomba de óleo e da
árvore de manivelas.
3.Aplique torque de 22,0 ± 1,1 Newton-metros
aos parafusos da bomba de óleo;
4.Encaixe a nova junta no cárter e leve-o para ser
instalado no veículo; (Fig.12)
Fig.12- Instalação da junta no cárter
O fabricante recomenda a substitui
ção da junta sempre que o cárter for
removido.
S.Instale o cárter;
6.Aperte seus parafusos conforme a sequência
indicada; (Fig.13)
Fig.13- Sequência de aperto dos parafusos de
fixação do cárter
12' 8
5 9
16
tW
19 •
15 14 ' 11 7 3 2 6 10
18
?.Aplique um pré-torque de 8,0 ± 0,4 Newton
metros aos parafusos, seguidos de um torque de
14,0 ± 0,7 Newton-metros sempre obedecendo a
sequência;
8.Aplique pré-torque de 8,0 ± 0,4 Newton
metros, seguidos de um torque de 44,0 ± 2,2
Newton-metros aos parafusos de fixação do cárter
à caixa de marchas;
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Mecânicos - Bomba de óleo
9 .Instale novamente os parafusos de fixação da
travessa da suspensão: o parafuso de fixação da
travessa à carroçaria e a travessa menor com seus
três parafusos;
10.Instale o pivô da suspensão e sua porca de
fixação;
ll.Fixe o tirante da suspensão à carroçaria e o
tirante da barra estabilizadora à torre da
suspensão;
12.Por fim, abasteça o motor com 4,0 litros de
novo óleo, sem a substituição do filtro. Com a
substituição do filtro, a capacidade do sistema é
de4,8litros; (Fig.14)
Fig.14 - Abastecimento do motor
Segundo especificações do fabri
cante, recomenda-se a utilização do
óleo sintético SAE 10W40.
13.Aguarde por aproximadamente 3 minutos
para que o óleo escoe completamente para dentro
do motor; verifique o nível do óleo, e complete-o,
se necessário.
25
Sabó. O maior
portfólio do Brasil
para o maior herói
dos clientes.
Não tem pra ninguém. O portfólio mais completo
de retentores, juntas e mangueiras do Brasil é
Sabó. Só que não basta ser maior, tem que ser
melhor. Por isso, a qual idade é reconhecida no
Brasil e no mundo. Mas, a Sabó sabe que não
pode parar, e que para estar sempre salvando
o dia do cl iente junto com você, tem que inovar
com superlançamentos o ano inteiro.
TECNOLOG IA DA PERFEIÇÃ O
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IJ www.facebook.com/sabogrupo www.twitter.com/sabogrupo Iii) www.youtube.com/sabogrupo w w w. s a b o g r ou p . co m . b r
o
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o
o
r-
)
o
80368
Especificação técnica SABÓ
Parafusos do cabeçote
78498
O cabeçote, devido a sua construção, é o compo
nente responsável por conduzir a entrada e saída
de ar e combustível dos cilindros localizados no
bloco. Nele está alojado o sistema de acionamento
das válvulas, as próprias válvulas, além da
superfície superior da câmara de combustão. O
cabeçote é instalado sobre o bloco. Entre a
superfície superior do bloco e a superfície inferior
do cabeçote é posicionada ajunta do cabeçote. Ela
tem a função de assegurar a estanqueidade das
câmaras de combustão, bem como a continuidade
dos circuitos de arrefecimento e de lubrificação do
bloco do motor para o cabeçote, isolando-os
adequadamente. Os parafusos usados para fixar o
cabeçote ao bloco do motor exigem aperto com
torque angular. A vedação entre o cabeçote e a
tampa de válvulas é feita por junta líquida
resistente a altas temperaturas. Alguns dos
indícios de possível problema com a junta do
cabeçote são: perda de compressão do motor,
redução do nível do fluido de arrefecimento ou do
lubrificante e superaquecimento do motor. Sua
avaria pode provocar a perda considerável de
potência do motor, e até mesmo danos mecânicos
graves. Em geral, a substituição da junta é
requerida nas manutenções que exigem a
remoção do cabeçote, ou em caso de identificação
de sintomas operacionais como os apresentados.
O Duster é equipado com tuchos hidráulicos e possuem a chamada "regulagem automática",
que dispensam ajuste ou regulagem. Os tuchos mecânicos devem ser regulados com folga
predeterminada pelo fabricante, através do calibrador de lâminas. Já os tuchos hidráulicos,
diferentemente dos tuchos mecânicos, eliminam esta folga, pois funcionamcom a pressão e o fluxo do
óleo.
PJ Remoção do cabeçote e sua juntll
l.Desconecte os cabos da bateria com chave 10
milímetros, e desloque-os;
2.Retire o parafuso 13 milímetros de fixação da
bateria, e remova-a do veículo;
3.Remova também o apoio da bateria;
4.Desconecte o tubo de sucção de ar do conjunto
filtro de ar e solte os parafusos fixadores do
conjunto com chave Torx T25;
S.Desconecte a mangueira de aeração da tampa
de válvulas, e em seguida, retire o conjunto filtro
de ar; (Fig.1)
~~-------------------------------------------------------------J 27
DUSTER 1.6 16V- Sistemas Mecânicos- Ca te
6.Remova os dois parafusos 10 milímetros de
fixação do suporte das mangueiras de arrefeci
mento ao cabeçote;
?.Retire o suporte;
8.Desconecte as mangueiras do sistema de
arrefecimento com auxílio de alicate bomba
d'água, e desloque-as;
9.Desconecte também o terminal elétrico do
sensor de temperatura do líquido de arrefeci
mento (ECT);
10.Solte os dez parafusos 8 milímetros que fixam
a carcaça da válvula termostática ao cabeçote;
1l.Remova a carcaça e sua junta; (Fig.2)
Fig.2 - Remoção da carcaça da válvula termostática
12.Remova a correia dentada e drene o líquido de
arrefecimento. Se necessário, consulte os
procedimentos nos itens "Correia dentada" e
"Bomba d'água".
13.Desaperte as duas porcas 13 milímetros de
fixação do protetor do tubo distribuidor de
combustível, e remova-o; (Fig.3)
Fig.3 - Remoção do protetor do tubo
distribuidor de combustível
14.Solte os terminais elétricos do injetor de
partida a frio, da borboleta motorizada (ETC), do
sensor de pressão absoluta (MAP) e do sensor de
temperatura do ar (ACT); (Figs.4 e 5)
Fig.4 - Remoção do terminal do injetor de partida a frio
Fig.S - Remoção do terminal do ACT
15.Desconecte também os terminais das bobinas
de ignição, dos eletroinjetores e do sensor de
detonação (KS);
16.Remova os dois parafusos fixadores do tubo
distribuidor de combustível com chave 8
milímetros, e desloque-o; (Fig.6)
Fig.6 - Remoção do tubo distribuidor de combustível
17 .Desaperte os oito parafusos 8 milímetros de
fixação do coletor de admissão;
18.Utilize chave 8 milímetros para soltar os
parafusos fixadores das bobinas de ignição;
19 .Remova as bobinas;
20.Remova o coletor de admissão; (Fig. 7)
H ~------------------------------------------------------~~~
Fig. 7 - Remoção do coletor de admissão
2l.Utilize chave E8 para soltar os dois parafusos
de fixação da caixa do filtro de ar, e desloque-a da
borboleta motorizada; (Fig.8)
Fig.8 - Deslocamento da caixa do filtro de ar
22.Retire a tampa do decantador de óleo, para
isso, solte os oito parafusos 8 milímetros
conforme a sequência indicada; (Fig. 9)
Fig. 9 - Sequência de desaperto dos parafusos da
tampa do decantador de óleo
23.Em seguida, remova a caixa do filtro de ar;
24.Remova os cinco parafusos do defletor de calor
com chave 8 milímetros, e retire-o;
25.Remova os dois parafusos 13 milímetros e a
porca 16 milímetros que fixam o tubo primário ao
coletor de escapamento;
26.Remova a ferramenta de ancoragem do motor;
DUSTER 1.6 16V- Sistemas Mecânicos-
27.Desaperte os 24 parafusos 8 milímetros de fixação
da tampa de válvulas na sequência correta; (Fig.10)
Fig. lO- Sequência de desaperto dos parafusos de
fixação da tampa de válvulas
28.Remova a ferramenta de travamento dos
comandos de válvulas;
29. Utilize chave 8 milímetros para soltar os dois
parafusos de fixação da alça de içamento do
motor, no lado do volante do motor, e retire-a;
30.Retire a tampa de válvulas com auxílio de uma
espátula;
._-... ...
Observe as referências nos coman
dos de válvulas, para não confundir
no momento da instalação. (Fig.11)
Fig.ll - Referências nos eixos comandos de válvulas
3l.Remova os eixos comandos de válvulas;
32.Retire todos os balancins; (Fig.12)
Fig.12- Remoção dos balancins
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Mecânicos - Ca ote
Conserve os balancins em local
IAJ~[!g .. l limpo para evitar possíveis conta
minações.
33.Utilize saquete E12 e cabo de força para
desapertar os dez parafusos fixadores do
cabeçote, conforme a sequência de desaperto;
(Fig.13)
Fig.13- Sequência de desaperto dos parafusos de
fixação do cabeçote
34.Retire os parafusos do cabeçote;
Optou-se pela remoção do cabeçote
vinculado ao coletor de escapamen
to devido ao difícil acesso aos para-
fusos que fixam tais componentes.
Pl lnspeção do cabeçote
Ao substituir a junta do cabeçote é
recomendado inspecionar a planici
dade das faces de contato do
cabeçote e do bloco. O empeno admissível é de
0,06 milímetros. Se a incerteza do calibrador
for 0,01 milímetro, o limite superior da zona de
conformidade é 0,05 milímetros. A lâmina de
cinco centésimos de milímetro é, portanto,
adequada para essa medição.
l.Apoie a régua de fio (KI..-0140-76) de forma
perpendicular à superfície do cabeçote;
2.Tente inserir a lâmina de cinco centésimos de
milímetro entre a régua e o cabeçote; (Fig.15)
pi'CICI!Ciknenl s 1" . - h CORREIO e a amma na o passar em nen u-
~ ma posição, significa que o resul-
tado base é inferior a cinco centési
mos. Nesse caso a superfície desse cabeçote está
em conformidade.
35.Solte o conector do sensor de oxigênio CHEGO 1);
36.Remova cuidadosamente o cabeçote do motor
juntamente com o coletor de escapamento;
37.Por fim, retire ajunta do cabeçote. (Fig.14)
Fig.14 - Remoção da junta do cabeçote
Inspecione o seu estado: junta
queimada indica alguma deficiência
no sistema de arrefecimento; junta
com problema de vedação é indício de desvio
de planicidade na superfície do cabeçote e/ ou
do bloco.
fique A junta removida não deve ser
reutilizada. No instante em que são
aplicados os torques aos parafusos,
a junta se deforma, moldando-se àquela
posição específica, e não se assentará
adequadamente noutra posição.
Fig.lS- lnspeção do cabeçote
3.Da mesma forma, inspecione a face do bloco.
Se a lâmina não passar, significa
que a planicidade está em confor
midade. O que ocorre nesse caso.
30 '---------------------------------------------------------------~--
rJ Instalação do cabeçote
--~"""'
Os resíduos de junta e outras
impurezas devem ser removidos
das superfícies do cabeçote e do
bloco, e também dos orifícios dos parafusos,
sem deixar que entrem nas galerias de água e
de óleo.
l.Selecione a nova junta do cabeçote, e instale-a
no bloco do motor;
~--liill"'l
Atenha-se à sua correta posição de
instalação, indicada pela guia
presente no bloco do motor, à qual
deve se encaixar ao seu respectivo orifício na
junta.
2.1nstale o cabeçote; (Fig.16)
Fig.16- Instalação do cabeçote
Evite movimentos bruscos para não
danificar os anéis guias.
3.Selecione os novos parafusos do cabeçote;
Os parafusos do cabeçote devem ser
substituídos. Eles se deformam no
momento da aplicação do torque e
não devem ser reutilizados.
4.Lubrifique a rosca do novo parafuso com um fio
de óleo novo, e o insira no seu alojamento;
S.Repita o procedimento para os demais
parafusos;
6.Aperte os parafusos, de forma gradual,
iniciando do centro para as extremidades,
seguindo a sequência apresentada; Na primeira
etapa, aperte os parafusos com torque de 20 ± 1
Newton-metros. A seguir, aplique torque angular
em mais duas etapas de 120 ± 6 graus em todos os
parafusos; (Fig.17)
Fig.17 - Sequência de aperto dos parafusos de
fixação do cabeçote
?.Instale os balancins;
8.1nstale os eixos comandos de válvulas; (Fig.18)
Fig.18 - Instalação dos eixos comandos de válvulas
9 .Lubrifique os eixos comandos de válvulas e os
tuchos hidráulicos;
10.Aplique junta líquida para altas temperaturas
na borda de contato do cabeçote; (Fig.19)
Fig.19 - Aplicação de junta líquida na borda
de contato do cabeçote
~-------------------------------------------------------------J 31
l~~~=dD~U~ST~E~R~1 -~6 ~16~V~-S~Is=w;m=as~M=~~nl~co;s·· ~C~a~~t~e ................................ ~~~-~~;~~;;~;~;:;~~............ ... ... ----
cabeçote.
Não aplique excessivamente a
junta, sob o risco de obstruir as
galerias internas de lubrificação do
11.1nstale a tampa de válvulas, apenas encos
tando seus parafusos;
12.Aperte seus parafusos com pré-torque de 8,0 ±
0,4 Newton-metros seguindo a sequência de
aperto; (Fig.20)
Fig.20 - Sequência de aperto dos parafusos de
fixação da tampa de válvulas
13.Em seguida, aplique torque de 15,00 ± 0,75
Newton-metros aos parafusos de 1 a 12, 14 a 19,
21 e 24; E por fim, desaperte os parafusos 13, 20,
22 e 23, e aperte-os novamente com 15,00 ± 0,75
Newton-metros;
14.1nstale o defletor de calor;
15.Fixe também o coletor de escapamento ao tubo
primário;
16.Posicione a caixa do filtro de ar em seu devido
alojamento;
17.Aplique junta líquida para altas temperaturas
na superfície da tampa de válvulas, sobre a qual se
assentará a tampa do decantador de óleo;
18.1nstale a tampa do decantador de óleo;
19.Aplique torque de 10,0 ± 0,5 Newton-metros
aos seus parafusos conforme a sequência
indicada; (Fig.21)
I
Fig.21- Sequência de aperto dos parafusos da
tampa do decantador de óleo
20.Encaixe a caixa do filtro de ar à borboleta
motorizada e em seguida, fixe-a à tampa do
decantador de óleo por meio de seus parafusos;
21 .Instale a ferramenta de travamento dos
comandos de válvulas e a alça de içamento do
motor;
22.1nstale também a ferramenta de ancoragem do
motor;
23 .Instale o coletor de admissão;
24.1nstale as bobinas de ignição; (Fig.22)
25.Reconecte o terminal elétrico do sensor de
detonação e instale o tubo distribuidor de
combustível; (Fig.23)
Fig.23 - Instalação do terminal do sensor de detonação
26.Instale os terminais elétricos dos eletroinje
tores, das bobinas de ignição, do sensor de
temperatura do ar, do sensor de pressão absoluta
do ar, da borboleta motorizada e do injetor de
partida a frio;
27.1nstale o protetor do tubo distribuidor de
combustível;
28.1nstale os demais componentes: a carcaça da
válvula termostática com suas mangueiras, o
conjunto filtro de ar, a bateria, a correia dentada,
entre outros;
29.Por fim, abasteça o sistema de arrefecimento
na proporção de 40% de aditivo e 60% de água.
\..J
n
r--\
.--.....
----..
r--
r--
Mangueira
do filtro de ar.
Mais um
lançamento
da Sabó
soprando
a seu favor.
55161 ~ FIAT
55162 FIAT
55163 FIAT
55164 FIAT
55165 G.M.
55166 G.M.
55167 G.M.
Motor Flat Are 1.3L BV: Florlno (mod. Uno) 03107
Motor Fira 1.3 L 8V MPI: Uno 041 ...
Motor Flre 1.0L BV: Uno 02106
Motor Flat Fn 1.011.3L 16V:
Palio I Palio Weekend I Slena 01103
Motor Flat Flre 1.4L BV: Flex Palio lldea I
Palio Weekend I Slena I Strada 20061 ...
Motor Flat Fn 1.0L BV: Palio 01104
Motor Flre Flex 1.0L 8V: Palio 20061 ... ; Uno 06106
Motor Are 1.3L BV: Palio 03106 I Palio Weekend I
Slena I Strada 03105
Motor G.M.1.6L 8V: Celta 01102; Motor 1.6L BV.MPFI:
Corsa Classic 03/041 Corsa Pick-up 96103;
Motor 1.011.6L BV.MPFI: Corsa 96102
Motor G.M. 1.6L BV. Celta 01102;
Motor 1.011.6L BV.MPFI: Corsa 96102;
Motor 1.6LBV.MPFI: Corsa Claaslc 031041
Corsa Plck-up 1111103
Motor G.M. 1.011 .6L VHC: Celta I
Corsa Classlc 031081 Prisma 200712008
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Faça revisão em seu veículo regularmente.
Mangueira do Filtro de Ar
Mangueira do Filtro de Ar
Mangueira do Filtro de Ar
Mangueira do Filtro de Ar
Mangueira do Filtro de Ar
(com Sensor)
Mangueira do Filtro de AI
(com Bocal para Sensor)
Mangueira do Filtro de Ar
(sem Bocal para Sensor)
"' ~
50017371
467811767
517458681
5503232
551801981
467811717
90466213
90411727
93396087
IaliJ/lJM
TECNOLOGIA DA PERFEIÇÃO
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DUSTER 1.6 16V- Sistemas Mecânicos- Freios
O conjunto de freios que equipa o Renault Duster é de acionamento hidráulico com duplo circuito
distribuído em diagonal. O sistema utiliza disco ventilado de diâmetro externo 269 milímetros e espessura
mínima de aproximadamente 19,8 milímetros nas rodas dianteiras. Nas rodas traseiras, utiliza tambor,
cujo diâmetro externo é de 260,5 milímetros e o interno é de 228 milímetros. O sistema utiliza também
servofreio, com assistência a vácuo. O freio de estacionamento possui acionamento mecânico, atuante nas
rodas traseiras, e o fluido de freio utiliza a especificação DOT 4.
Diagrama do sistema de freios do Renault Duster
PJ lnspeção no disco de freio
1.Realize inicialmente a inspeção visual de todo o
conjunto, procurando por vazamentos de fluido
ou alguma falha grave, como quebra ou trinca de
algum componente;
2.A seguir, inspecione detalhadamente o disco
ventilado quanto a sua espessura;
A tolerância dimensional para a
A11111rD~~- espessura do disco dianteiro novo,
definida pelo fabricante, é 22,50 ±
0,25 milímetros. O limite inferior da tolerância é
22,25 milímetros e o limite superior da tolerância
é 22,75 milímetros.
estacionamento
~
fique A espessura m1mma do disco,
considerando o seu desgaste natural,
é 19,80 ± 0,25 milímetros. O limite
inferior da tolerância é 19,55 milímetros e o limite
superior é 20,05 milímetros.
Se utilizarmos um paquímetro com
incerteza de 0,05 milímetros, a zona
de conformidade do disco desgas
tado é determinada somando-se 0,05 milímetros
ao limite inferior da tolerância (19,55 milíme
tros). Portanto, o resultado base da medição deve
ser maior ou igual a 19,60 milímetros.
34 ~----------------------------------------------------------~~
3.Realize a medição encaixando o paquímetro no
disco. Ajuste os bicos à superfície do disco e faça a
leitura da indicação; (Fig.1)
Fig. I- Medição da espessura do disco de freio
4.0 resultado base da primeira medição é 22,10
milímetros;
S.Realize outra medição a 180 graus da primeira;
6.0 resultado base da segunda medição é,
também, 22,10 milímetros; (Fig.2)
Comparando o resultado base com a
zona de conformidade podemos
concluir que a espessura do disco está
dentro da especificação do fabricante. Nesta
condição poderá ser reutilizado.
Os resultados das medições da
espessura do disco devem ser
expressos como: RM1 = RM2 =
22,10 ± O,OSmm.
7 .Agora, inspecione o disco quanto ao empeno;
8.Para realizar estas medições, utilize o relógio
comparador;
Segundo especificação do fabricante,
a tolerância máxima do empeno do
disco é 0,100 ± 0,039 milímetros, ou
seja, o limite inferior da tolerância é 0,061
milímetros e o limite superior é O, 139 milímetros.
DUSTER 1.616V- Sistemas Mecãnicos- Freios
Se utilizarmos um relógio compa
rador com incerteza de 0,013
milímetros, a zona de conformi
dade do disco empenado é determinada
subtraindo-se 0,013 milímetros do limite
superior da tolerância (O, 139 milímetros).
Portanto, o resultado base da medição deve ser
menor ou igual a O, 126 milímetros.
9.Fixe a base magnética na suspensão do veículo.
Posicione o apalpador na faixa externa do disco, que
é mais suscetível a empenas, e zere o relógio; (Fig.3)
Fig.3 - Instalação do relógio comparador
10.Gire o disco de freio lentamente, por duas
voltas completas, e faça a leitura da indicação do
ponteiro;
1l.Nessa medição observe que a variação do
ponteiro no relógio ficou entre O e 10, ou seja, o
empeno foi menor que O, 100 milímetros.
Comparando o resultado com a zona
de conformidade, conclui-se que o
empeno do disco está dentro da
especificação do fabricante.
O resultado da medição é, portanto:
RM < 0,100mm.
Porém, é recomendável que se
realize outras duas medições: na
faixa central e na faixa interna do
disco, para certificar-se de sua boa condição.
pnMIICirneneo s d d. ~ . r'I.DI);;tle to as as me rçoes estiverem em
I' iV conformidade, o disco poderá ser
reutilizado.
Em caso de necessidade de troca do
disco, faça a substituição do disco do
lado oposto, simultaneamente, para
que suas espessuras fiquem equivalentes e
produzam o mesmo deslocamento dos êmbolos
das pinças, quando solicitados.
---------------------------------------------------------------J 35
DUSTER 1.6 16V ·Sistemas Mecânicos· Freios
PJ Remoção do disco de freio
!.Remova os dois parafusos de fixação da pinça de
freio com auxílio de chaves 13 e 16 milimetros; (Fig.4)
Fig.4 - Remoção da pinça de freio
2.Desloque a pinça;
Pendure a pinça na suspensão para
._-... ...... não danificar o conduíte de freio;
3.Remova as pastilhas;
4.Utilize soquete 18 milímetros para remover os
dois parafusos de fixação do suporte da pinça de
freio; (Fig.5)
Fig.S - Remoção do suporte da pinça
5.Retire o suporte;
6.Solte os dois parafusos de fixação do disco de
freio com chave Torx T40, e remova o disco. (Fig.6)
Fig.6 - Remoção do disco de freio
lnspeção das pastilhas e insiDiação do conjunto
1.Instale o disco de freio;
2.Aplique torque de 14,0 ± 0,7 Newton-metros
aos seus parafusos;
3.Instale o suporte da pinça de freio, e aplique
torque de 105,00 ± 5,25 Newton-metros aos seus
parafusos; (Fig.?)
Fig. 7 - Instalação do suporte da pinça de freio
4.Na sequência, faça a medição das pastilhas;
A espessura mínima do material de
·.;;.;;.;;_,M atrito é 2,00 ± 0,25 milímetros, ou
seja, os limites de tolerância estão
compreendidos entre 1,75 milímetros e 2,25
milímetros.
Se utilizarmos o paquímetro com
_ _ ""'" incerteza de 0,05 milímetros para
realizar a medição, a zona de
conformidade é obtida somando-se essa
incerteza ao limite inferior da tolerância 1,75
milímetros. Portanto, a zona de conformidade
será maior ou igual a 1,80 milímetros.
S.Ajuste a vareta de medição de profundidade do
paquímetro ao material de atrito da pastilha e
faça a leitura da indicação; (Fig.8)
36 '-----------------------------------------------------------~~
Fig.8 - Medição da espessura das pastilhas
6.0 resultado base obtido é 9,80 milímetros;
Ao comparar o resultado base com a
- .... -......, zona de conformidade certificamos
que a espessura da pastilha está
dentro da especificação e, portanto, ela pode ser
reaproveitada.
O resultado da medição deve ser
~-.-. expresso da seguinte forma: RM =
9,80 ± 0,05 mm.
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Mecânicos - Frnios
Como a pastilha já apresenta
!A1-!!9~· desgaste, sugere-se que se faça uma
nova revisão brevemente. Pastilhas
com espessura inferior a 1,80 milímetros devem
ser substituídas.
?.Instale as pastilhas de freio; (Fig.9)
Fig. 9 - Instalação das pastilhas
8.Instale a pinça e aperte seus parafusos com
torque de 35,00 ± 1,75 Newton-metros.
Freios traseiros ·lnspeção e remoção das sapatos de freio
LSolte cuidadosamente a tampa de proteção do
rolamento do cubo de roda com auxílio de
martelo e saca pino, e posteriormente, uma
alavanca; (Fig.1)
Fig.l - Remoção da tampa de proteção do
rolamento do cubo de roda
2.Desaperte a porca de fixação do cubo de roda
com chave 36 milímetros e cabo de força, e retire-a;
3.Retire cautelosamente o tambor de freio;
(Fig.2)
Fig.2 - Remoção do tambor de freio
4.A seguir, realize a inspeção do material de atrito
das lonas das sapatas de freio;
·~!~I A tolerância dimensional da espes
., sura do material de atrito das lonas
das sapatas novas, definida pelo
fabricante, é 5,00 ± 0,25 milímetros. O limite
inferior da tolerância é 4, 75 milímetros e o
limite superior da tolerância é 5,25 milímetros.
------------------------------------------------------------~ 37
A espessura mínima admissível para
- ... - ........... o material de atrito das lonas das
sapatas de freio, segundo o
fabricante, é 2,00 ± 0,25 milímetros, ou seja, os
limites de tolerância estão compreendidos
entre 1, 75 milímetros e 2,25 milímetros.
Se utilizarmos o paquímetro com
___ ......., incerteza de 0,05 milímetros para
realizar a medição, a zona de
conformidade é obtida somando-se essa
incerteza ao limite inferior da tolerância 1,75
milímetros. Portanto, a zona de conformidade
será maior ou igual a 1,80 milímetros.
5.Ajuste o paquímetro à sapata e efetue a leitura
da indicação; (Fig.3)
Fig.3 - Medição da espessura do material
de atrito da lona da
6.0 resultado base da medição é 4,80 milímetros;
(Fig.4)
Fig.4 - Espessura encontrada
Analisando o resultado base, pode
mos concluir que a espessura do
material de atrito da lona da sapata
está dentro da especificação do fabricante.
Nesta condição a sapata poderá ser reutilizada.
O resultado da medição da espes
sura do material de atrito da lona da
sapata deve ser expresso como: RM
= 4,80 ± 0,05 mm.
7.Utilize um alicate universal para retirar a trava
da sapata primária, a mola e o pino de retenção;
S.Solte a mola do regulador automático com
auXIlio de um gancho; (Fig.5)
Fig.S - Remoção da mola do regulador automático
9.Com o mesmo gancho, remova a mola de
retomo inferior das sapatas de freio; (Fig.6)
Fig.6 - Remoção da mola de retorno inferior das sapatas
10.Remova a sapata primária;
11.Retire a trava, a mola e o pino de retenção da
sapata secundária;
12.Desloque a sapata do espelho de freio, retire a
mola de retomo superior, e solte o regulador
automático com sua mola traseira; (Fig. 7)
Fig. 7 - Remoção do regulador automático
13.Solte o cabo do freio de estacionamento da
sapata, e retire-a.
38 '-----------------------------------------------------------~~
-
FJ Montagem do conjunto no veiculo
LFaça a limpeza de todo o conjunto. lnspecione
visualmente as peças quanto a trincas e desgaste
excessivo;
2.Monte o regulador automático com sua mola
traseira na sapata secundária; (Fig.8)
Fig.8 - Montagem do regulador automático
na sapata secundária
3.Encaixe na sapata também a mola de retomo
superior e, em seguida, o cabo do freio
estacionamento;
4.Fixe-a ao espelho de freio; (Fig. 9)
Fig.9- Travamento da sapata
5.Encaixe a mola de retomo superior na sapata
primária, e posicione a sapata no espelho de freio;
6.lnstale a mola de retomo inferior às sapatas;
Fique atento ao correto posiciona
~ti!BJ~· mento do cabo do freio de estacio
namento. Ele deve passar pela
frente do seu alojamento. (Fig.1 O)
Fig. lO- Correto posicionamento do cabo
do freio de estacionamento
DUSTER 1.616V- Sistemas Mecânicos- Freios #(#
?.Trave a sapata primária ao espelho de freio;
8.Encaixe na sapata, a alavanca e a mola do
regulador automático, encaixando a extremidade
da mola com auxílio de um gancho;
Caso necessário, regule as lonas das
sapatas através da porca dentada de
ajuste. Com auXI1io de uma chave de
fenda, aperte a porca no sentido anti-horário
para abrir as sapatas. (Fig.ll)
9.Verifique o correto encaixe e funcionamento do
regulador automático das sapatas de freio;
10.Teste o funcionamento do sistema: por
algumas vezes, acione e solte o freio de
estacionamento, e observe simultaneamente a
sincronia dos movimentos do conjunto;
Este modelo de sapata é dotado de
uma haste auto ajustáveL Ao pisar
sucessivamente no pedal de freio, o
pinhão de ajuste se encarrega de regular
automaticamente a distância entre as lonas e o
tambor.
1 Llnstale o tambor de freio;
12.lnstale a porca do cubo de roda, e aplique
torque de 175,00 ± 8, 75 Newton-metros; (Fig.12)
Fig.12- Instalação da porca de fixação do cubo de roda
13.Por fim, instale a tampa de proteção do
rolamento do cubo de roda.
39
DUSTER 1.6 16V- Sistemas mecânicos- Embreagem
O sistema de embreagem tem a função de acoplar e desacoplar o motor à caixa de marchas, permitindo a
transferência do torque do motor às rodas do veículo. O sistema presente no Duster é composto pelo disco
de embreagem, chapa de pressão (platô) e atuador hidráulico. A substituição da embreagem é
recomendada quando houver endurecimentoexcessivo do pedal, dificuldade na mudança de marchas ou
"patinação". E sempre que houver a necessidade de substituir algum componente do sistema de
embreagem, deve-se substituir todo o conjunto.
~ Remoção da embreagem
l.Desconecte os cabos da bateria com chave 10
milímetros, e desloque-os;
2.Retire o parafuso 13 milímetros de fixação da
bateria, e remova-a do veículo;
3.Remova também o apoio da bateria; (Fig.1)
Fig.l - Remoção do apoio da bateria
4.Desconecte o tubo de sucção de ar do conjunto
filtro de ar e solte os parafusos fixadores o
conjunto com chave Torx T25;
S.Desconecte a mangueira de aeração da tampa
de válvulas, e em seguida, retire o conjunto filtro
de ar; (Fig.2)
Fig.2 - Desconexão da mangueira de aeração
da de válvulas
6.Remova a cobertura do para-choque;
Posicione um coletor de fluidos abai
xo do veículo para drenar o fluido do
sistema de arrefecimento.
?.Utilize alicate bomba d'água para soltar a
abraçadeira da mangueira inferior do radiador, e
desconecte-a;
8.Aguarde o escoamento completo do líquido de
arrefecimento;
9.Conecte novamente a mangueira do radiador e
ajuste a abraçadeira;
10.Remova os dois parafusos 10 milímetros de
fixação do suporte das mangueiras de arrefeci
mento ao cabeçote; (Fig.3)
Fig.3 - Remoção do suporte das mangueiras do
sistema de arrefecimento
11.Retire o suporte;
12.Desconecte as mangueiras do sistema de
arrefecimento com auxílio de alicate bomba
d'água, e desloque-as;
13.Desconecte também o terminal elétrico do
sensor de temperatura do líquido de arrefeci
mento (ECT);
14.Solte os dez parafusos 8 milímetros que fixam
a carcaça da válvula termostática ao cabeçote;
(FigA)
Fig.4 - Remoção da carcaça da válvula termostática
15.Remova a carcaça e sua junta;
16.Desconecte o terminal elétrico do sensor de
posição da árvore de manivelas ( CKP);
17.Solte os parafusos 10 milímetros que fixam o
sensor CKP, e retire-o; (Fig.S)
Fig.S · Remoção do CKP
18.Desconecte o terminal elétrico do sensor de
velocidade (VSS); (Fig.6)
Fig.6 - Remoção do terminal elétrico do VSS
DUSTER 1.616V- Sistemas mecânicos- Embreagem
--.::o..~:-
19. Utilize chave de fenda para soltar os cabos de
seleção das marchas fixos ao conjunto seletor de
mudança de marchas; (Fig. 7)
Fig. 7 - Remoção dos cabos de seleção das marchas
20.Em seguida, desprenda os cabos da caixa de
marchas e desloque-os;
21.Remova os sete parafusos superiores de
fixação da caixa de marchas com chave 13
milímetros;
22.1nstale a ferramenta específica de ancoragem
do motor;
23.No lado dianteiro esquerdo, trave o cubo de
roda com a ferramenta específica; (KL-0115)
24.Utilize saquete 30 milímetros e cabo de força
para remover a porca da homocinética; (Fig.8)
Fig.8 - Remoção da porca da homocinética
25.Retire a ferramenta de travamento do cubo de
roda;
26.Remova a porca 18 milímetros de fixação do
pivô da suspensão à manga de eixo, e em seguida,
desloque-o; (Fig.9)
~~------------------------------------------------------------~ 41
Fig.9- Remoção da porca do pivô da suspensão
27.Com aUXIlio de chaves Torx T30 e 16 milíme
tros, desaperte a porca do terminal da barra de
direção;
28.Utilize um extrator de juntas articuladas para
desacoplar o terminal de direção; (Fig.10)
Fig. lO- Extração do pivô do terminal da barra de direção
29.Remova a porca do terminal, e desloque-o;
30.Desloque a manga de eixo, desacoplando o
semieixo da homocinética do cubo de roda;
31.Remova os dois parafusos de fixação do leque à
travessa da suspensão com auxílio de chaves 21
milímetros, e retire o leque;
32.Remova a porca 13 milímetros de fixação do
tirante da suspensão à carroçaria do veículo;
33.Utilize chaves 16 milímetros e hexagonal 5
milímetros para remover a porca de fixação do
tirante da barra estabilizadora à torre da
suspensão; (Fig.ll)
Fig.ll- Remoção da porca do tirante da barra estabilizadora
34.Desloque o tirante;
35.Repita os procedimentos da desmontagem da
suspensão dianteira no lado direito do veículo;
36.Com saquete 18 milímetros, remova os dois
parafusos de fixação do suporte pendular inferior
que fixa a caixa de marchas à travessa da
suspensão, e retire-o; (Fig.12)
Fig.l2- Remoção do suporte pendular inferior
37.Posicione adequadamente o macaco telescó
pico sob a travessa de suspensão para apoiá-la;
(KL-0145-10)
38.Remova a travessa da suspensão. Para isso,
remova os dois parafusos 21 milímetros de
fixação à barra da direção hidráulica; os 4
parafusos 16 e os 2 parafusos 18 milímetros que
fixam as travessas menores; o parafuso 1 O e os
dois parafusos 13 milímetros que fixam a
tubulação do ar condicionado à travessa; e por
fim, os dois parafusos 18 milímetros que fixam a
travessa à carroçaria; (Fig.13)
Fig.l3- Remoção do parafuso de fixação da tubulação
do ar condicionado à travessa da suspensão
Remova a trava que fixa o conden
sador ao para-choque e utilize de
abraçadeira plástica para prender o
condensador ao para-choque para evitar a sua
queda ao remover a travessa da suspensão.
(Fig.14)
42 '-------~------------------------------------------------------~~
Fig.14 - Remoção da trava que fixa o condensador
ao para-choque
39.Desça cautelosamente a travessa de suspensão
apoiada no macaco telescópico; (Fig.15)
Fig.lS- Remoção da travessa da suspensão
40.Desconecte o terminal elétrico do interruptor
de ré;
4l.Remova os dois parafusos 13 milímetros que
fixam a tubulação da direção hidráulica à caixa de
marchas;
42.Com alicate de bico, solte a trava e remova o
tubo da embreagem hidráulica; (Fig.16)
Fig.l6- Remoção do tubo da embreagem hidráulica
43.Solte o terminal de aterramento preso à caixa
de marchas, com chave 13 milímetros; (Fig.17)
Fig.l7- Remoção do aterramento preso à caixa de marchas
44.Remova o parafuso 10 milímetros que fixa o
suporte da mangueira do sistema de arrefeci
mento à caixa de marchas; (Fig.18)
Fig.l8- Remoção do parafuso do suporte da
mangueira do sistema de arrefecimento
45.Remova os três parafusos 13 milímetros que
fixam o suporte da homocinética à caixa; (Fig.l9)
Fig.l9- Remoção do suporte da homocinética
~~------------------------------------------------------_J ~
DUSTER 1.616V- Sistemas mecânicos- Embreagem
46.Posicione novamente o macaco telescópico
para sustentar a caixa de marchas;
4 7 .Retire a porca e os quatro parafusos inferiores
13 milímetros que fixam o cárter à caixa de
marchas;
48.Remova o suporte superior de fixação da caixa
de marchas. Para isso, retire todos os seus
parafusos e porcas com auxílio de chaves 16 e 18
milímetros; (Fig.20)
Fig.20 - Remoção do suporte superior de
da caixa de marchas
-..,,......._.~-
Pl lnstolação da embreagem
1.Instale o conjunto composto pelo disco de em
breagem e o platô. Encoste seus parafusos
fixadores, sem apertá-los completamente;
2.Insira a ferramenta de centralização no orifício
cêntrico do disco;
3.Aperte os parafusos de forma alternada e grada
tiva, tomando cuidado para não descentralizar o
disco;
4.Aplique torque de 20 ± 1 Newton-metros aos
parafusos de fixação do platô; (Fig.22)
Fig.22 - Aperto dos parafusos do platô
S.Retire a ferramenta de centralização e certifi
que-se se a embreagem está corretamente alin
hada; (Fig.23)
49. Utilize uma espátula para desencaixar a caixa
de marchas cuidadosamente;
SO.Desça o macaco e retire a caixa de marchas;
(Fig.21)
Sl.Solte os seis parafusos 11 milímetros de
fixação da chapa de pressão e remova-a
juntamente com o disco de embreagem.
Fig.23 - Embreagem alinhada
6.Leve a caixa de marchas sobre o macaco teles
cópico para instalá-la no veículo;
7 .Eleve e guie com cuidado o macaco com a caixa,
até alojá-la adequadamente, alinhando a
extremidade da árvore primária ao centro do
volante do motor;
Evite movimentos bruscos. Posi
cione a caixa de marchas correta
mente em seu alojamento, tomando
os devidos cuidados para que a árvore primária
seja introduzida no orifício dodisco, sem
danificá-lo.
44 ~----------------------------------------------------------~~
8.Encoste os parafusos de fixação da caixa de
marchas; (Fig.24)
Fig.24 - Instalação da caixa de marchas
9 .Retire o macaco telescópico;
10.Instale o suporte superior de fixação da caixa
de marchas, e aplique torque de 105,00 ± 5,25
Newton-metros aos seus parafusos;
11.Instale o conector do interruptor de ré;
(Fig.25)
Fig.25 - Instalação do conector do interruptor de ré
12.Fixe a tubulação da direção hidráulica á caixa;
(Fig.26)
Fig.26 - Fixação da tubulação da direção hidráulica à caixa
13.Instale o aterramento à caixa de marchas;
DUSTER 1.6 16V- Sistemas mecânicos- Embreagem
14.Instale o tubo da embreagem hidráulica;
15.Aplique torque de 44,0 ± 2,2 Newton-metros
aos parafusos fixadores da caixa;
16.Fixe o suporte da homocinética à caixa;
17.Instale a travessa da suspensão;
18.Instale também os demais componentes da
suspensão em ambos os lados do veículo: o leque,
o terminal da barra estabilizadora, o terminal da
direção, o pivô da suspensão;
19.Aplique torque de 62,0 ± 3,1 Newton-metros
aos parafusos de fixação do leque à travessa;
(Fig.27)
Fig.27 - Aperto do leque
20.Retire a abraçadeira plástica e reinstale a trava
de fixação do condensador ao para-choque;
21.Instale o suporte pendular inferior; (Fig.28)
Fig.28 - Instalação do suporte pendular inferior
22.Instale a porca da homocinética;
23.Instale os cabos de seleção das marchas e o
terminal elétrico do sensor de velocidade (VSS);
24.Instale o sensor de posição da árvore de
manivelas (CKP) e seu terminal elétrico;
25.Por fim, instale a carcaça da válvula
termostática com suas mangueiras, o conjunto
filtro de ar, a bateria e a cobertura do para
choque.
~~-----------------------------------------------------------J 45
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Nos veículos automotivos, o sistema de arrefecimento é
encarregado de manter a temperatura no ponto ideal.
Quando o sistema opera nessa condição, o motor tem
melhor desempenho, maior durabilidade, maior
economia de combustível, menor desgaste e atrito entre
os seus componentes, menor emissão de poluentes, e
necessitará, com menos frequência, de manutenção. O
sistema de arrefecimento do Renault Duster é fechado,
ou seja, ele troca calor com o meio externo por meio de
um radiador, baixando a temperatura do líquido para
que seja novamente aproveitado. O sistema também é
pressurizado, o que contribui para reduzir as perdas por
evaporação, e faz com que a eficiência do sistema seja
., Esquema do sistema de arrefecimento do motor
DUSTER 1.6 16V- Sistemas Mecânicos- Sistema de arrefecimento
maior. A circulação do líquido de arrefecimento no
motor é realizada pela bomba d'água, que é uma bomba
centrífuga, localizada na parte lateral direita do bloco
do motor. Acionada pela correia dentada, a bomba
proporciona velocidade de circulação ao líquido. O
líquido é composto por água e aditivos com
propriedades lubrificantes, antioxidantes e inibidores
de corrosão em meio aquoso; a concentração da
mistura, segundo recomendação do fabricante, é de 35
a 50% de aditivo, complementando com água potável.
O sistema tem capacidade para, aproximadamente, 6,0
litros.
Especificação técnica
MTE-THOMSON
Válvula termostática
VT438.89
N° Componente
11 Reservatório de expansão
fi Sensor de temperatura ECT
IJ Mangueira inferior do radiador
1191 Mangueira superior do radiador
IJ Radiador
IJ Eletroventilador
IJ Carcaça da válvula termostática
IJ Bomba d'água
EJ Trocador de calor interno
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DUSTER 1.6 16V- Sistemas mecânicos -Substituição de filtros
Especificação técnicaTECFIL
l.Solte a presilha de borracha e desconecte o tubo
de sucção de ar do conjunto filtro de ar; (Fig.l)
Fig.l- Remoção do tubo de sucção de ar
2.Desconecte a mangueira de aeração da tampa
de válvulas;
3.Solte os parafusos fixadores do alojamento do
filtro de ar com chave Torx T25, e remova-o; (Fig.2)
Fig.2 - Remoção dos parafusos fixadores do
alojamento do ffitro
Filtro de ar
ART5051
4.Retire o filtro do seu alojamento;
S.Selecione o novo filtro de ar;
6.Insira-o em seu alojamento, e fixe o conjunto,
apertando seus parafusos; (Fig.3)
Fig.3 - Encaixe do ffitro de ar em seu alojamento
7 .Instale o tubo de sucção de ar;
8.Por fim, instale a mangueira de aeração da
tampa de válvulas. (FigA)
Fig.4 - Instalação da mangueira de aeração da
tampa de válvulas
DUSTER 1.616V- Sistemas mecânicos- Substituição de filtros
I4JI!JI~I O filtro de cabine está localizado no
l• interior do veículo do lado do
passageiro, logo abaixo do porta
luvas. (Fig.l)
Fig.l - Alojamento do filtro de cabine
l.Utilize chave Torx T20 para remover os três
parafusos de fixação da tampa do alojamento do
filtro;
2.Retire a tampa;
3.Em seguida, remova o filtro; (Fig.2)
Especificação técnica TECFIL
Filtro de cabine
ACP820
Fig.2- Remoção do filtro de cabine
Inspecione o estado em que se
encontra o filtro. É recomendada a
substituição do filtro com muita
poeira e sujeira retida.
4.Selecione um novo filtro de cabine;
S.Encaixe-o adequadamente em seu alojamento,
atento ao seu lado correto de instalação;
6.Finalmente, instale a tampa.
~ ~----------------------------------------------------~-r-"\
f "rtfe'c:#il Especificação técnicaTECFIL
Filtro de combustível
GIS0/7
A linha de combustível deve estar
.._-.,..... despressurizada.
1.Dê partida no motor, solte o terminal elétrico da
bomba de combustível, e aguarde que o motor
desligue por falta de combustível; (Fig.1)
Fig.l · Remoção do tenninal elétrico da bomba de combustível
2.Desligue a chave de ignição e reconecte o
terminal elétrico da bomba;
3.Utilize alicate para combustível para soltar as
mangueiras presas ao filtro; (Fig.2) (KL-0121-38)
DUSTER 1.616V ·Sistemas mecânicos· Substituição de filtros
Fig.2 - Remoção das mangueiras presas ao filtro
4.Remova o filtro de combustível;
S.Selecione o novo filtro de combustível;
6.Instale-o no veículo, fixando a ele as manguei
ras. (Fig.3)
Fig.3 - Instalação do filtro de combustível
Observe a seta de indicação do
fluxo de combustível. Ela deve
indicar o sentido da esquerda para a
direita do veículo. (FigA)
FigA - Seta indicando o sentido do fluxo de
combustível no filtro
DUSTER 1.6 16V- Sistemas mecânicos- Substituição de filtros
PSL77
.., c:#il
PSL77
FilHW DE óLEO
!.Desaperte as duas porcas 13 milímetros de
fixação do protetor do tubo distribuidor de
combustível, e remova-o; (Fig.l)
Fig.l - Protetor do tubo distnbuidor de combustível
2.Remova o filtro de óleo com auxílio de
ferramenta adequada;
3.Selecione o novo filtro de óleo;
Lubrifique a borracha do filtro com
óleo novo.
Especificação técnicaTECFIL
Filtro de óleo
PSL77
4.Instale o filtro; (Fig.2)
Fig.2 - Novo filtro de óleo instalado
Aperte o filtro apenas com a força
da mão.
S.E por fim, instale o protetor do tubo distribuidor
de combustível.
51 ~------------------------------------------------------------~~( GEDORE) W DUSTER 1.616V - Sistemas Mecânicos- Torques de aperto
PJ Tabela de forques de aperto
PIDNCIPAISTORQUESDEAPERTO
Descrição
Bujão de dreno do cárter
Parafuso da alça de içamento (lado do volante do motor)
Parafuso da polia dentada da árvore de manivelas
Parafuso da polia auxiliar da correia dentada
Parafuso da polia auxiliar da correia micro-V
Parafuso de fixação do aterramento à caixa de marchas
Parafuso do tensor da correia micro-V
Parafuso superior do tirante da suspensão
Parafusos da bomba d'água
Parafusos da bomba de óleo
Parafusos da cobertura superior da correia dentada
Parafusos da pinça de freio
Parafusos da tampa de válvulas
Parafusos da tampa do decantador de óleo
Parafusos de fixação da borboleta motorizada
Parafusos de fixação da caixa de marchas
Parafusos de fixação da carca~ da válvula termostática
Parafusos de fixação da roda ·
Parafusos de fixação da travessa da suspensão dianteira
Parafusos de fixação do cárter à caixa de marchas
Parafusos de fixação do cárter ao bloco do motor
Parafusos de fixação do disco de freio
Parafusos de fixação do leque à travessa da suspensão
Parafusos de fixação do platô
Parafusos do cabeçote do motor
Parafusos do coletor de admissão
Parafusos do defletor de calor
Parafusos do suporte da pinça de freio
Parafusos do suporte superior da caixa de marchas
Parafusos do tubo distribuidor de combustível
Parafusos dos suportes do motor
Parafusos inferiores de fixação do amortecedor
Porca de fixação do cubo de roda traseiro
Porca de regulagem do terminal de direção
Porca do tensor da correia dentada
Porca do terminal de direção
Porca superior do amortecedor
Porcas de fixação do coletor de escape ao cabeçote
Velas de ignição
Valores (Nm)
25,00 ± 1,25
11,00 ± 0,55
(40 ± 2) + (145,00 ± 7,25)"
45,00 ± 2,25
21,00 ± 1,05
21,00 ± 1,05
21,00 ± 1,05
21,00 ± 1,05
11 ,00 ± 0,55
22,0 ± 1,1
41,00 ± 2,05
35,00 ± 1,75
(8,0 ± 0,4) + (15,00 ± O, 75)
10,0 ± 0,5
13,00 ± 0,65
44,0 ± 2,2
11,00 ± 0,55
105,00 ± 5,25
1 05,00 ± 5,25
(8,0 ± 0,4) + (44,0 ± 2,2)
(8,0 ± 0,4) + (14,0 ± 0,7)
14,0 ± 0,7
62,0 ± 3,1
20 ± 1
(20 ± 1) + (120 ± 6)"
+ (120 ± 6)"
9,00 ± 0,45
12,0 ± 0,6
105,00 ± 5,25
105,00 ± 5,25
21,00 ± 1,05
62,0 ± 3,1
105,00 ± 5,25
175,00 ± 8,75
50,0 ± 2,5
27,00 ± 1,35
37,00 ± 1,85
21,00±1,05
23,00 ± 1,15
25,00 ± 1,25
~--------------------------------------------------------------~ 53
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Mecânicos - Ferramentas utilizadas ( GEDORE) W
FerramentDs utilizadas na realização de procedlmentDs neste manual
Martelo tipo bola
Gedore: 8601-200
Jogo de soquetes
Gedore: 019 PMZ
Gedore: 4420-01
Ferramenta para ancoragem
do motor
\
t
Extra to r de juntas articuladas
KLANN: KL-0163-1
Paquímetro universal
Digimess
TorcoFlex-k
Gedore: 3550-20
Jogo de chaves combinada
Gedore: 1 B-26M
Ex1ensão flexível imantada
Gedore: 450
Ferramenta de centralização
do disco de embreagem
Cabo arúculado
KLANN: KL-4007-311
Micrômetro 0-25 mm
Digimess
Alicate de corte diagonal
Gedore: 8314-16010X
Talhadeira-Punção-Saca-pino
Gedore: VK 245
Jogo de soquetes torx 32 peças
KLANN: KL-4041-300K
Macaco telescópico universal
KLANN: KL.0145-10
Ferramenta para travar cubo de roda
KLANN: KL-0115
Calibrador de lãminas
0,05 - 1,00 mm
Chave de fenda simples
Gedore: 150-5/16x6"
Carro de ferramenta
Gedore: 1580
Jogo de soquetes sextavado
KLANN: KL-4021-300K
Ferramenta para sincronização
dos eixos comandos de válvulas
Raven: 151001
Goniômetro para torque angular
Scanner automotivo - Rasther III
Tecnomotor
54 '------------------------------------------------------------------,...--.
(GEDORE)~ DUSTER 1.6 16V - Sistemas Mecânicos - Instrumentos de medição
.. .-. ;~
SISTEMAS MECANICOS · ~~
Instrumentos de medição utilizados ·.:· :~~
lll Rel6glo comparador
Instrumento
Relógio comparador analógico
Mostrador com indicação 0-100
Paquimetro
Paquímetro de titânio
Torquimetro
Multímetro
Função
Tensão DC
Resistência
Torquímetro de estalo
Cálculo da incerteza de medição (IM):
·-
Graduação (mm)
0,01
Graduação (mm)
0,05
Capacidade
8-300 Nm
Capacidade
600,0 mV a 1000,0 V
600,0 na 1000,0 kO
Sendo a incerteza (Accuracy) definida por Accuracy = %Acc + Nacc;
U a leitura da indicação e R a resolução do instrumento, temos:
IM = ± (Fl + F2) unidade
onde: Fl = %Acc x U
F2 = NaccxR
Instrumento
Manômetro analógico
Calibrador de laminas
Capacidade
O- 300 psi
Força de medição
mãxima (N)
1,4
Faixa de medição
(mm)
o- 150
Graduação
(Nm)
2 a 10
Resolução
0,1 mVa 1 V
0,1 na 1 kO
Graduação
(psi)
5
Incerteza (mm)
± 0,013
Incerteza (mm)
± 0,05
Incerteza ("'o)
5%
Incerteza
2,0% + 3
3,0% + 5
Incerteza ("'o)
5%
\\\I! Jj ,
~L----------------------------------------------------------- ,~,
Cálculo da incerteza de medição (IM): .. -
A resolução (R) do calibrador é determinada subtraindo-se o valor encontrado para a folga medida, do
valor da lâmina imediatamente superior.
E a incerteza da medição é igual a R/5.
~~---------------------------------------------------------J 55
• Velas de Ignição •
• Correias V, Poly V e Sincronizadoras •
Atuador de Marcha Lenta • Bico lnjetor • Bomba de Combustível • Retificador • Diodo
Equipamento de Teste • Fita Isolante • Módulo de Ignição • Palheta • Regulador de
Voltagem • Sensor de Detonação • Sensor de Fase • Medidor de Fluxo de Ar • Sensor de
Posição da Borboleta • Sensor de Rotação • Sensor MAP • Sonda Lambda
)
c
')
o
r;
Ir--"\
r
C)
êGAUSS
AlternadorVALEO 14V/100A
Regulador de tensão GA 984
Placa retificadora GA1885
êGAUSS
®GAUSS
DUSTER 1.6 16V- Sistemas Elétricos- Alternador
Teste do sistema de cargo
correta;
Utilize o volt-amperímetro VA 600
GAUSS conectado aos cabos da
bateria, observando a polaridade
l.Instale inicialmente os cabos do voltímetro; (Fig. 1)
Fig. l-Cabos do voltímetro instalados
2.Certifique-se da tensão na bateria que deve ser
de aproximadamente 12,5 volts; (Fig. 2)
Fig. 2-Certificação da tensão para execução do teste
r.
3.Em seguida instale os cabos de potência; (Fig. 3)
~CJ-J~----------------------------------------------------__, 57
J
OUSTER 1.6 16V - Sistemas Elétricos - Alternador
Fig. 3-Cabos de potência instalados
4.Instale a pinça amperimétrica e fazendo a
medição pelo cabo positivo, realizando assim,
uma melhor leitura da corrente. Observe o sentido
correto, indicado pela seta. O sentido é da saída
do alternador para a bateria; (Fig.4) ·
Fig. 4-Indicação da instalação correta da pinça amperimétrica
S.Pinçainstalada; (Fig. 5)
Fig. 5-Pinça instalada
6.Dê a partida no motor;
?.Logo que o motor entra em funcionamento é
observado um aumento da intensidade da
corrente, pelo regulador de tensão, compensando
o desgaste no momento da partida; (Fig. 6)
I
êGAUSS
Fig. 6-Corrente alta após partida
Volt·Amperlmetro VA
8. Após isso, a corrente diminui sua intensidade,
mantendo os componentes do sistema de injeção,
ignição, bomba de combustível, entre outros;
(Fig.?)
Fig. 7 -Queda na corrente após funcionamento
Volt·Amperlmetro VA
A
f®GAUSS
Observe que em baixa rotação o
~JfJJ.a regulador de tensão do alternador
limita a tensão gerada em 14,0
volts; (Fig. 8)
9 .Mantenha a rotação do motor próxima de 3.000
rpm;
Fig. 8-Manutenção da tensão em 14 volts
Aplique alta carga, semelhante à
capacidade máxima do alternador;
~ ~---------------------------------------------------r~
®GAUSS
10.A carga aplicada, em tomo de 100 amperes
está em conformidade com a capacidade máxima
do alternador; (Fig. 9).
Fig. 9-Carga compatível com o alternador
1l.Faça, agora, o teste com os próprios consumi
dores do veículo;
12.Acenda as lanternas, os faróis alto e baixo, e a
ventilação interna mais o ar-condicionadoque, ao
serem acionados comandam o eletroventilador, e
observe, nos visores do volt/amperímetro que a
cada consumidor ligado o amperímetro acusa
maior intensidade da corrente elétrica, isto é,
Slstem11 de CIITJII • RemllfãD do 11ltem11dor
O alternador está localizado na
parte superior direita do veículo,
entre a bomba da direção hidráulica
e o compressor do ar condicionado.
1.Desconecte o cabo negativo da bateria;
2.Remova a capa do pára-choque; (Fig. 11)
DUSTER 1.616V- Sistemas Elétricos -Alternador
quando a pinça amperimétrica estiver instalada
no cabo positivo da bateria, sendo esta a função
do regulador de tensão; (Fig. 10)
Fig. lO-Aumento da corrente em função dos consumidores
Volt·Amperlmetro VA
A
13.Quando a alta carga é retirada e os consumi
dores desligados, a corrente e a tensão retomam
aos valores iniciais;
14.Remova os cabos e retire o volt/amperímetro;
Se forem obtidos esses resultados,
significa que o sistema de carga está
perfeito. Caso contrário, o alterna-
dor deve ser removido para manutenção.
3.Remova o conjunto do farol direito para facilitar
o acesso ao alternador; (Fig. 12)
Fig. 12-Remoção do conjunto do farol do lado direito
4.Eleve o veículo;
S.Com chave 15 milímetros e extensão longa
acione o tensionador no sentido horário para
remover a correia do alternador; (Fig. 13)
~~-----------------------------------------------------------J 59
DUSTER 1.6 16V • Sistemas Elétricos • Alternador
Fig. 13-Movimentação do tensionador para
remoção da correi,;;a_..._,,......
6.Utilize cabo de força articulado e soquete longo
13 milímetros para tirar o torque e remover os
parafusos externos do compressor do ar-condicio
nado; (Fig. 14)
,,
~
Fig. 14-Retirando o torque dos parafusos do
compressor do ar condicionado
7.Em seguida remova os parafusos internos do
compressor;
8.Desloque o compressor;
9.Com chave combinada 13 milímetros, retire o
torque dos parafusos de fixação do alternador;
(Fig. 15)
Fig. 15-Retirando torque dos parafusos
de fixação do alternador
10.Em seguida utilize catraca com soquete para
deslocá-los; (Fig. 16)
êGAUSS
Fig. 16-Finalizando a remoção com soquete e catraca
(Fig. 17)
O parafuso inferior não sai inteira
mente, para isso existe um recorte
no suporte inferior do alternador.
Fig. 17-Recorte no suporte inferior do alternador
11.Abaixe o veículo;
12.Remova as porcas e retire o suporte de prote
ção da flauta dos bicos injetores; (Fig. 18)
Fig. 18-Remoção da proteção da flauta dos bicos injetores
13.Desloque a flauta com seus injetores;
~ '-------------------------------------------------------------~-,.....--.
®GAUSS
14.Retire também os parafusos do suporte de
proteção da flauta; (Fig. 19)
Fig. 19-Remoção dos parafusos de fixação da
proteção da flauta
1S.Solte os parafusos de fixação do tubo de óleo
da direção hidráulica para movimentá-lo.
16.Remova o conector do alternador;
17.Com chave 13 milímetros retire a porca que
fixa o cabo B+;
18.Utilize espátula metálica para deslocar o
alternador; (Fig. 20)
Fig. 20-Utilização de espátula para deslocar o alternador
I'!] lnspeçilo e testes dos componentes
1.Correla
---.......
A correia não deve ter desgaste
excessivo, trincas, perda de borra-
cha e nem estar ressecada;
2.Rolamentos
--"'
Os rolamentos não devem apresen
tar folgas e nem ruídos excessivos;
DUSTER 1.6 16V • Sistemas Elétricos • Alternador
19.Remova o alternador; (Fig. 21)
Fig. 21-Deslocamento e remoção do alternador
Desmonte completamente o alter
nador e lave seus componentes,
secando-os em seguida para reali
zação da montagem.
3. Anlls coletores
a.O diâmetro dos anéis coletores é de 14,0 milí
metros aproximadamente;
Substitua o rotor em caso de qual
quer desgaste nos anéis.
~------------------------------------------------------------ 61
DUSTER 1.6 16V • Sistemas Elétricos • Alternador
b.Meça, com um multímetro, a resistência do
enrolamento de campo -rotor; (Fig. 22)
Fig. 22-Valor de resistência do enrolamento
proc:eclmento Deve ser de aproximadamente 2, 7
~ r/ Ohms;
c.Faça o teste de isolamento entre o enrolamento
e a armadura metálica; (Fig. 23)
Fig. 23-Teste de isolamento
d.Se o valor apresentado estiver muito acima do
especificado, próximo de zero Ohm ou em
contato com a armadura metálica que envolve o
enrolamento, substitua o rotor;
li. Estator
--, ..... l;jililll
As extremidades das bobinas do
estator devem estar separadas e
isoladas umas das outras para
execução dos testes.
.__...,
®GAUSS
Utilize o multímetro na função teste
de resistência, com sinal sonoro .
a.Retire as soldas e separe as pontas das bobinas
do estator;
b.Faça o teste de continuidade entre as espiras do
enrolamento do estator; (Fig.24)
Fig. 24-Teste entre as bobinas do estator
A extremidade de cada bobina deve
ter continuidade apenas com sua
outra extremidade;
proc:eclmento Se houver continuidade, o sinal
CORIIIO~ sonoro é emitido e a resistência
indicada deve ser próxima de zero;
b. Faça o teste de isolamento do estator em rela
ção à sua armadura metálica; (Fig. 25)
Fig. 25-Teste de isolamento
Não deve haver continuidade;
u '-------------------------------------------------------------~-r----
êGAUSS
Se os testes não apresentarem esses
resultados, o estator deverá ser
._-.. .... substituído.
5.Slstemo retlflcodor
Utilize o multímetro para realizar o
teste dos diodos;
a.Selecione a função teste de diodo;
O visor indicará aproximadamente
3 volts. Tensão a ser aplicada nos
diodos durante o teste; (Fig. 26)
Fig. 26-Tensão para testes nos diodos
Dlodos positivos
__ ....
Esses diodos estão fixados na placa
de alumínio, que é devidamente
isolada da carcaça; (Fig. 27)
Fig. 27-Placa retificadora positiva
DUSTER 1.6 16V • Sistemas Elétrlcos • AHemador
a.Encoste a ponta de prova preta no metal da pla
ca e a vermelha na haste isolada do diodo; (Fig. 28)
Fig. 28-Teste nos diodos positivos no sentido de condução
proaKimento Deve ser apresentado um valor
~ r/ próximo de 0,5 volt; (Fig. 29)
Fig. 29-Valor correto do diodo
b.Inverta as pontas de prova e repita o procedi
mento anterior;
c. O visor deve indicar 3 volts; (Fig. 30)
Fig. 30-Valor apresentado no sentido de bloqueio
Os diodos positivos devem ser subs
tituídos em conjunto.
~~------------------------------------------------------------ ~
DUSTER 1.6 16V • Sistemas Elétricos • Alternador
Esse procedimento deve ser reali
zado em todos os diodos positivos;
Diodos negativos
____ ,.. Esses diodos estão fixados no man
cai posterior; (Fig. 31)
Fig. 31-Mancal posterior com diodos fixados
a.Encoste a ponta de prova vermelha no mancai e
a preta na haste isolada do díodo; (Fig. 32)
Fig. 32-Testes nos diodos negativos no sentido de condução
prociiCirnlnto Deve ser apresentado um valor
L"'WIIHII1illãl• .. \~ próximo de 0,5 volt;
Esse procedimento deve ser rea
--. ..,.......,,.., lizado em todos os diodos negati
vos;
®GAUSS
b.Inverta as pontas de prova e repita o procedi
mento anterior; (Fig. 33)
Fig. 33-Pontas de provas invertidas
Fig. 34-Valor apresentado com as pontas invertidas
---.. .-u.
Os diodos negativos podem ser subs
tituídos individualmente.
Os diodos geralmente podem estar
em curto-circuito ou em circuito
aberto, caso os resultados dos testes
forem diferentes dos apresentados.
64 ~----------------------------------------------------------~-
®GAUSS
P'J Montogem do alternador
l.Leve os rolamentos, o rotor e o mancai anterior
para instalá-los na prensa;
2.Apóie o mancai com segurança na prensa e
encaixe, manualmente, o rolamento;
3.Instale a ferramenta para pressionar o
rolamento; (Fig. 35)
Fig. 35-Jnstalação do rolamento anterior com
ferramenta de pressão
4.Apóie com segurança o rotor na prensa;
S.Acople uma ferramenta vazada, com diâmetro
igual semelhante à pista interna do rolamento;
(Fig. 36)
Fig. 36-lnstalação dorolamento posterior
6.Acione a prensa e instale o rolamento;
7.De volta a bancada, apóie o mancai anterior na
morsa, e instale o retentor do rolamento e aperte
seus parafusos com chave Torx T20;
8.Encaixe manualmente o rotor;
9.Reposicione o conjunto na morsa e prenda-o
pelo rotor;
lO .Instale a polia e a porca;
ll.Encoste a porca com cabo de força e saquete 24
milímetros;
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Elélricos -Alternador
12.Aplique torque de 70 Nm; (Fig. 37)
Fig. 37-Torque aplicado de 70 Nm
13.Em seguida fixe o conjunto na morsa pela
polia;
14.0bserve a marca à tinta feita no momento da
desmontagem e o furo guia no mancai, para
instalação correta do estator; (Fig. 38)
Fig. 38-Referências no estator e no mancai anterior
--::...;;;;..-li.ol"'l
rência.
Esta marca foi feita para facilitar e
simplificar a montagem, já que o
estator não possui nenhuma refe-
lS.Encaixe o estator manualmente;
16.Instale os parafusos de fixação do estator e
aperte-os com chave tipo canhão 8 milímetros;
(Fig. 39)
---------------------------------------------------------------- 65
DUSTER 1.6 16V • Sistemas Elétrlcos • Alternador
Fig. 39-Fixação dos parafusos do estator
17 .Reaperte com chave combinada;
18.Em seguida encaixe também o mancai
posterior, observando o seu pino guia com o furo
guia do mancai anterior;
19.Instale os parafusos de fixação dos mancais e
aperte-os;
20.Instale o conjunto retificador com seus
parafusos isolados, e aperte-os com chave tipo
canhão 7 milímetros; (Fig. 40)
Fig. 40-Instalação do retificador com seus parafusos
21.Reaperte os parafusos com chave combinada;
~--........
·- -... ......
As escovas novas possuem aproxi
madamente 12,0 milímetros de
comprimento.
O comprimento mínimo deve ser
superior a 5,0 milímetros;
22.Instale a capa-trava das escovas;
23. Com as escovas já recuadas instale o regulador
de tensão e aperte seus parafusos; (Fig. 41)
®GAUSS
Fig. 41-Instalação do regulador de tensão com as
escovas travadas
24.Após o aperto dos parafusos do regulador de
tensão, pressione a proteção plástica para baixo
até ouvir o "click" liberando das escovas; (Fig. 42)
Fig. 42-Pressão para liberação das escovas
25.Una todos os terminais do conjunto retificador,
utilizando alicate de bico; (Fig. 43)
Fig. 43-Fixação dos terminais de todo o conjunto retificador
26. Utilize solda e um soldador para fixar os termi
nais do estator ao conjunto retificador; (Fig. 44)
66 ~--------------------------------------------------------------~-
®GAUSS
Fig. 44-Soldagem dos terminais
27 .Instale a tampa de proteção plástica exercendo
sobre ela uma leve pressão para baixo;
28.Leve o alternador para a bancada de testes;
29 .Fixe o alternador na bancada;
30.Feche a tampa de segurança da correia;
31.Em seguida instale o cabo negativo na carcaça;
32.Instale o cabo positivo no borne B +;
33.Instale o cabo da lâmpada no pino 1 borne do
alternador;
34.Ligue o interruptor do painel da máquina;
35.Ligue em seguida a chave que alimenta os
cabos da bateria;
A tensão da bateria é 12,7 volts;
A corrente é zero ampere;
36.Ligue a chave de acionamento do motor da
bancada;
~-...
A tensão produzida é 14,3 volts;
A baixa corrente elétrica indica a
alimentação do próprio alternador
e também a recarga da bateria da
bancada; (Fig. 45)
Fig. 45-Tensão de trabalho e baixa corrente de consumo
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Elétrlcos - Alternador
37.Aplique alta carga, compatível com a capaci
dade do alternador, por meio da alavanca da
bancada;
Observe que a corrente ultrapassa um pouco os
100 amperes; (Fig. 46)
Fig. 46-Corrente alta aplicada ----
A tensão sofre uma queda em
virtude desta alta carga;
38.Ao liberar a alavanca, a corrente e a tensão
retornam aos valores iniciais; (Fig. 4 7)
Fig. 47-Valores anteriores retornam
39 .Desligue os interruptores da bancada;
40.Remova os cabos elétricos;
41.Retire a correia, remova o alternador e leve-o
até a bancada;
42.0 alternador já pode ser instalado no veículo.
lnstolação do alternador no veículo
Os procedimentos de instalação do alternador no
veículo devem ser realizados na ordem inversa da
remoção.
------------------------------------------------------------------~ 67
DUSTER 1.6 16V • Sistemas Elétricos • Motor de partida '-"'----
Motor de partida VALEO 12 Volts
~ Sistema de partida
Teste do sistema de partida
L Teste, inicialmente, se a bateria está funcionan
do corretamente;
Instale o multímetro, conectando suas garras nos
terminais da bateria, obedecendo à polarização, e
ligue-o em seguida selecionando a função: tensão
contínua (VDC) ;
proceciRienlo A tensão no display deve ser de, a pro
CORREIO~ ximadamente, 12,5 Volts. (Fig. 1)
Fig. l-Tensão para executar o teste
I] 10 '
I(. I)
O motor de partida localiza-se por
trás do motor, abaixo do coletor
de descarga, na parte central.
2.Retire a tampa da CP (central de fusíveis do
painel) , e retire o fusível F2 de 5 amperes para que
o veículo não entre em funcionamento; (Fig. 2)
Fig. 2-Remoção do fus ível
3.Dê partida no motor por 10 segundos, ininter
ruptamente;
Durante a partida, a tensão da
bateria deve ser superior a 10,5
Volts, indicando que o sistema está
em perfeito funcionamento. (Fig. 3)
68 '---------------------------------------------------------------~-
Fig. 3-Tensão durante a partida
• • n9 · t I.U !l
rJ Remoção do do motor de pDrUda
L Desconecte o cabo negativo da bateria;
2.Retire manualmente a cinta plástica que fixa a
mangueira do filtro de ar e remova o conjunto
completo;
3.Com chave 13 milímetros, retire o torque dos
parafusos de fixação do motor de partida; (Fig. 4)
Fig. 4-Remoção dos parafusos do motor de partida
4.Utilizando catraca e soquete 13 milímetros
termine de removê-los;
S.Eleve o veículo;
6.Com catraca e soquete longo 10 milímetros,
remova a porca de fixação do cabo 30; (Fig. 5)
Fig. 5-Desligando o cabo 30
DUSTER 1.6 16V- Sistemas Elélricos- Motor de partida
Se isso não ocorrer, verifique as
condições dos cabos de aterra
menta , no compartimento do
motor, com relação a possíveis oxidações ou
ferrugens que podem ocasionar mau contato
com a carroçaria e com o motor de combustão.
Se não houver irregularidades remova o motor
de partida para ser inspecionado, pois pode
estar nele o inconveniente.
4.Recoloque o fusível e a tampa da CVM em seus
respectivos lugares;
S.Desligue o multímetro e desconecte as garras de
provas.
7.Com chave tipo canhão 8 milímetros remova a
porca de fixação do borne 50; (Fig. 6)
Fig. 6-Desligando o cabo 50
8.Remova o motor de partida;
9 .Fixe-o em uma morsa para a desmontagem.
Desmonte completamente o motor de partida,
lave todos os seus componentes, com exceção do
impulsor de partida e do solenóide, e seque-os,
em seguida, para realização da montagem.
/ 69
DUSTER 1.6 16V- Sistemas Elétricos- Motor de partida
PJ inspeçiio dos componentes
t.Escovas
As escovas novas possuem aproxi
madamente 13,0 milímetros de
comprimento.
2.lnduzido
Utilize o multímetro na escala de resistência e
sinal sonoro.
Verifique a eficiência do sinal sonoro unindo as
duas pontas de provas.
a.Meça a continuidade entre as espiras do enrola
mento; (Fig. 7)
b.Meça o isolamento entre o coletor e a armadura
metálica; (Fig. 8)
Qualquer desgaste na face do
coletor, interrupção entre as espiras
do enrolamento ou curto--circuito
entre o coletor e a armadura metálica,
substitua o induzido.
O impulsor de partida é fixado no
eixo do induzido, portanto, em caso
de defeito, deve ser substituído o
conjunto completo.
3.Solenoide
a.Meça a resistência entre as bobinas de retenção
e de chamada; (Fig. 9)
Fig. 9-Medida de resistência entre bobinas
b.Meça a resistência entre a bobina de retenção e
a carcaça; (Fig. 1 O)
Fig. lO-Teste entre retenção e a carcaça
c.Finalmente, meça a resistência entre a bobina
de chamada e a carcaça; (Fig. 11)
70 ~--------------------------------------------------------------~-Fig. 11-Teste entre chamada e a carcaça
Se houver interrupção, em quais
quer dos testes, ou resistência de
zero Ohm, substitua o solenóide.
d.Instale garras tipo jacaré, substituindo as
pontas de provas;
e.Instale-as nos bornes 30 e 30a; (Fig. 12)
Fig. 12-Garras entre os bornes 30 e 30a
f.Prenda uma garra de alimentação de 12 volts ao
borne 30a; (Fig. 13)
Fig. 13-Borne 30a energizado
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Eiélrlcos - Motor de partida
g.Instale a mola de retrocesso e o êmbolo;
h.Feche o circuito, alimentando o borne 50;
JlfOGICimento O solenóide deve atrair o êmbolo,
CORREJO~ fechando a ponte de conta to
interna e acionando o sinal sonoro.
(Fig. 14)
Fig. 14-Solenoide energizado e êmbolo atraído
i.Desconecte os cabos de alimentação e as garras
do multímetro;
j.Desligue o multímetro.
tt.Mancal anterior
._-... ....
A bucha de bronze poroso no
mancai anterior não deve ter folga
excessiva . Se isso ocorrer, o
movimento do induzido pode ser comprome
tido. Em caso de desgaste, substitua-a.
s.Mancal posterior
O rolamento de roletes, fixado no
~'-!!!J~R mancai, não deve ter folga exces
siva. Isso também pode compro
meter o movimento do induzido. Se isso ocor
rer substitua o rolamento.
--~-----------------------------------------------------------J l1
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Elétricos - Motor de partida
rJ Montagem do matar de partida
Antes de iniciar a montagem,
lubrifique o impulsor de partida,
com uma fina camada de graxa, o
êmbolo, o rolamento do mancai posterior e o
eixo do induzido.
1.Prenda o mancai posterior na morsa;
2.Instale a alavanca de acionamento no êmbolo;
3.Acople a alavanca de acionamento à guia do
impulsor de partida;
4.Insira o conjunto, induzido e impulsor no
mancai; (Fig. 15)
Fig. 15-Conjunto sendo instalado no mancai
S.Em seguida, encaixe o vedador plástico entre a
carcaça e o solenóide;
6.Instale a mola no êmbolo;
?.Encaixe o solenóide e prenda seus parafusos
com chave torx T20;
8.Instale a carcaça observando sua referência
inferior; (Fig. 16)
Fig. 16-Referência inferior na carcaça
9.Utilizando chave de fenda fina, instale o
mancal/porta-escovas; (Fig. 17)
Fig.17-Instalação do mancai porta-escovas
10.Ligue o cabo das escovas ao solenóide, instale a
porca e aperte com chave combinada 13
milímetros;
ll.Em seguida, encaixe os parafusos da carcaça e
aperte-os com chave tipo canhão 7 milímetros;
(Fig.18)
Fig. 18-Fixação do mancai porta-escovas
12.Confirme o aperto de porca e parafusos;
13.Estão concluídos os procedimentos.
•
72 ~--------------------------------------------------------------~-
rJ Teste no boncodo GAUSS
l.Fixe o motor de partida à bancada de teste; (Fig. 19)
Fig. 19-Motor de partida pronto para os testes
2.Prenda o cabo negativo a sua carcaça;
3.Aplique 12 volts no bome 50 do solenóide; (Fig.
20)
Fig. 20-Borne 50 alimentado com 12 volts
proceclmento O impulsor de partida deve apenas
CORREJO V" avançar. (Fig. 21)
Fig. 21-Impulsor de partida apenas avançado
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Elétricos - Motor de partida
4.Em seguida, aplique, 12 volts no terminal 30a;
(Fig. 22)
Fig. 22-Borne 30a com alimentação 12 volts
procac1mento O motor de partida deve apenas girar.
COIRTO~ (Fig. 23)
Fig. 23-Motor de partida apenas girando
S.Instale o cabo positivo no terminal30 do motor
de partida; (Fig. 24)
Fig. 24-Cabo positivo no borne 30 do solenoide
---------------------------------------------------------------- n
DUSTER 1.6 16V - Sistemas Elétrlcos - Motor de partida
6.Aplique novamente 12 volts no terminal 50 do
solenóide; (Fig. 25)
Fig. 25-Borne 50 novamente alimentado
5 títulos
que abordam a tecnologia
de injeção e ignição:
Conheça os conceitos técnicos
e científicos da eletrônica
embarcada nos veículos
com injeção eletrônica.
O induzido do motor de partida
deve girar e, simultaneamente,
fazer avançar o impulsor de
partida; (Fig. 26)
Fig. 26-Motor de partida funciona perfeitamente
?.Retire os cabos de alimentação;
8.Leve o motor de partida para ser instalado no
veículo, na ordem inversa da sua remoção .
• v a
•Estudo de Sensores e Atuadores
·Estudo de Sistemas Eletroeletrônicos
•Estudo de Eletricidade Básica
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74 '-------------------------------------------------------------------~
~ Componentes e suas localizações
A caixa de relés e fusíveis está localizada na parte
esquerda do vão do motor.
Localização da caixa de relés e fusíveis
Descrição dos fusíveis da CVM
Fusível Amperes Aplicação
F1 Vazio
F2 25 Alimentação (via linha 30) do relé principal e do relé da bomba
de combustível
F3 Vazio
F4 Vazio
Detalhe dos componentes da CVM
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos- CVM
Descrição dos maxi-fusíveis da CVM
Fusível Amperes Aplicação
M.F01 25 Módulo do ABS
M.F02 50 Módulo do ABS
M.F03 40 Alimentação dos relés de 1' e 2' velocidades do
eletroventilador
M.F04 60 Alimentação do fusíveis F28, F29, F30, F31 e F36 da CP
M.F05 60 Comutador de ignição
Descrição dos relés da CVM
Relé Aplicação
R1 Relé da bomba de partida a frio
R2 Vazio
R3 Relé da buzina do alarme
R4 Relé dos faróis de neblina
R5 Relé principal do sistema da ventilação interna e do
ar-condicionado
R6 Relé da principal da injeção
R? Relé da bomba de combustível
R8 Relé da 1' velocidade do eletroventilador
R9 Relé do compressor do ar-condicionado
R10 Relé da 2' velocidade do eletroventilador
75
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos- CP
rJ Componentes e suas localizações
A caixa de fusíveis está localizada à esquerda do
painel.
Localização da caixa de fusíveis do painel
Descrição dos fusíveis da CP
Fusível Ampéres Aplicação
F1 20 Limpador do para·brisa I Alimentação (via linha 15) do MCF
F2 5 Painel de instrumentos I Alimentação (via linha 15) do MC e da
bobina do relé da bomba de combustível
F3 10 Luzes de freio
F4 10 !mobilizador I Conector de diagnóstico I Alimentação (via linha
15) do MCF
F5 ao FB Vazio
F9 10 Farol baixo esquerdo I Luz indicadora de farol baixo no painel
de instrumentos
F10 10 Farol baixo direito
F11 10 Farol alto esquerdo I Luz indicadora de farol alto no painel de
instrumentos
Detalhe dos componentes da CP
F12
F13
F14
F15
F16
F17
F18
F19
F20
F21
F22
F23
F24 e F25
F26
F27
F28
F29
F30
F31
F32
F33 ao F35
F36
F37
F38
F39
10 Farol alto direito
30 Vidros elétricos traseiros I Alimentação da bobina do relé de
inibição dos vidros elétricos traseiros
30 Vidros elétricos dianteiros
10 Alimentação (via linha 15) do módulo do ABS
15 Não utilizado
15 Buzina
10 Luzes de posição esquerdas
10 Luzes de posição direitas I Luzes de placa
Vazio ,.--.
5 Luz indicadora do desembaçador traseiro no painel de instru-
mentos
Vazio
15 Não-utilizado ~
Vazio
5 Alimentação (via linha 15) do módulo do air bag
20 Luzes de ré I Limpador traseiro
15 Alimentação das luzes de cortesia via MCF I Sistema de áudio
Conector de diagnóstico I Alimentação (via linha 30) do MCF I
..--,
15
I mobilizador ,___
20 Alimentação (via linha 30) do MCF
15 Faróis de neblina I Luz indicadora das luzes de neblina no
painel de instrumentos
30 Desembaçador traseiro
Vazio
30 Sistema da ventilação interna e ar·condicionado
5 Retrovisores elétricos r-'
15 Tomada 12V I Sistema de áudio
!""""""'.
10 Alimentação da bobina do relé do sistema do ventilação interna
e do ar-condicionado
76 ~------------------------------------------------------~
,.----.,
M6dulo de conforto e sua localização
O módulo de conforto está fixado na parte inferior
esquerda do painel.
Localização do módulo de conforto
Conector A do módulo de conforto (MCF)
Pinagem do conector A do MCF
Pino Fio/Cor Aplicação
1 ao 4 Vazio
s BG/BR Painel de instrumentos (A 15)
6 MR!BR Painel deinstrumentos (A22) I Módulo do air bag (40) I
MC (8-K1) I (A13) Sistema de áudio I (28) Módulo do
A8S
7 cz IMF (B·A4) I Bomba do lavador (2)
8 CZ/BR Comando das travas elétricas (8 1)
9 ao 14 Vazio
1S AZIBR Comando das travas elétricas (A 1) I Comando da ventilação
intema e ar-condicionado (A?) I Comando do desembaçador
traseiro (A 1) I Comando das luzes de advertência (1) I Siste-
ma de áudio (A1) /I nterruptor de inibição dos sensores de
ré (A 1 ) I Luz do porta-luvas ( 1 )
16 BR !mobilizador (4)
17 VD/BR Comando das travas elétricas (A3)
18 e 19 Vazio
20 BG/BR Painel de instrumentos (812)
21 Vazio
DUSTER 1.6 16V ·Sistemas elétricos • MCF #(I
22 AM/BR Alimentação (linha 15) via fusível F4 da CP
23 MR/BR Módulo do air bag (37)
24 BG IMF(8-A1)
25 Vazio
26 RS/BR IMF (A-A?)
27 Vazio
28 VD/BR IMF (A-AS)
29 Vazio
30 RS/BR Interruptor do capô (8) / Interruptor do porta-malas (2) I
Interruptores das portas TE e TD (1)
31 Vazio
32 RS/BR Painel de instrumentos (A 1)
33 MRIBR Comando das luzes de advertência (8)
34 BG/BR Módulo de comando (A-84) I MóduloA8S (17) I Módulo do
air bag (9) I Conector de diagnósticos (7)
35 BR Comando da bobina do relé da buzina do alarme (2)
36 CZ/BR Módulo de comando (8-D2)
37 Vazio
38 BG/BR Módulo de comando (A-82) I Painel de instrumentos (A21)
39 Vazio
40 MRIBR Interruptores das portas DE e DD (1)
Conector B do módulo de conforto (MCF)
Pinagem do conector B do MCF
Pino Fio/Cor Aplicação
A1 PR TO?
A2 RS/BR Luz do teto dianteira e traseira (2)
RS Luz do porta-malas (4)
A3 VM Alimentação (linha 30) via fusível F29 da CP
A4 BR IMF (8-A6)
AS MR!AM Alimentação (linha 15) via fusível F1 da CP
AS MR Limpador do para-brisa (2)
A? Vazio
A8 BG Comando das luzes de advertência (2) I Luz de direção DD
(1)/Luz de direção TD (4) I Luz de direção lateral D (1)
A9 RS Luz de direção DE (1) I Luz de direção TE (4)/ Luz de
direção lateral E (1)
77
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos- MCF
81 8G
82 VD
Trava elétrica DO (3) I Trava elétrica TE (3) I Trava elétrica
TO (3) I Trava elétrica do porta-malas (3)
Trava elétrica DO (t) /Trava elétrica TE (1) /Trava elétrica
TO (1)/ Trava elétrica DE (1) /Trava elétrica do porta-malas
(1)
rJ Diagrama do m6dulo de conforto
Caixa de fusíveis do painel
VM
Bateria
Comando de destravamento das portas traseiras esquerda e »--- BG
direita, porta dianteira direita e tampa do porta-malas
Comando de travamento das portas e tampa do porta-malas »--- vo
Comando de destravamento da porta dianteira direita »------ cz
(4) !mobilizador»---------------- BR
o
Módulo de
comando
(CAOt )
CZ~CZ/BR
------+-----------BG/BR
L-----« (A21 ) Painel de instrumentos
83 VM
B4 cz
85 VM
86 VM
Módulo de conforto
Alimentação (linha 30) via fusível F30 da CP
Trava elétrica DE (1)
Luz do porta-malas (1) I Luzes do teto dianteira e traseira (4)
Alimentação (linha 30) via fusível F28 da CP
MRIBR -«::ornando de acionamento das luzes de advertência
RS/BR « Sinal dos interruptores do capô, das portas traseiras
e do porta-malas
MRIBR ----« Sinal do interruptores das portas dianteiras
VD/BR --« Comando de acionamento das luzes indicadoras
de direção diretas
RS/BR --« Comando de acionamento das luzes indicadoras
de direção esquerdas
BG -« Comando de acionamento das luzes de advertência
e indicadoras de direção direitas
RS -« Comando de acionamento das luzes de advertência ,...........,
e indicadoras de direção esquerdas
BR --« Sistema dos limpadores e lavador do para-brisa
MR --« Sistema dos limpadores e lavador do para-brisa
BG --« Sistema dos limpadores e lavador do para-brisa
CZ --« Sistema dos limpadores e lavador do para-brisa
BR ------« Comando da bobina do relé da
buzina do alarme
BG/BR ---« (7) Conector de diagnósticos I (A-84) Módulo de
comando I (17) Módulo doABS I
(9) Módulo do air bag
MRIBR ---« (A22) Painel de instrumentos I (B·K1) Módulo de
comando I (28) Módulo do ABS I (40) Módulo do
airbag
------« Comando de travamento das portas
CZ/BR ----« Comando de destravamento das portas
RS ---« Comando das luzes do teto e do porta-malas
---------« (37) Módulo do air bag
BG/BR ---« Comando da luz indicadora de portas abertas
no painel de instrumentos
BG/BR ----« Comando da luz indicadora das luzes de
advertência no painel de instrumentos
RS/BR ---« Comando da luz indicadora do imobilizador
no painel de instrumentos
AZIBR -----« (A 1) Comando do desembaçador traseiro I
(A7) Comando da ventilação interna e ar
concicionado I (1) Comando das luzes de
advertência I (A 1) Sistema de áudio I
(A 1) Comando central das travas elétricas I
(A1) Interruptor de desativação dos
sensores de ré
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Conector auxiliar- CA01
O CAO 1 está fixado dentro da caixa de relés e fusíveis do vão do motor.
Localização do CAOl Detalhe do CAOl
Conector fêmea
~~ Conector auxlllar- CA02
O CA02 está fixado na longarina esquerda, atrás do para-choque dianteiro.
Localização do CA02 Detalhe do CA02
Conector macho
Conector fêmea
Conector auxlllar- CA03
O CA03 está fixado na parte superior da coluna esquerda.
Localização do CA03 Detalhe do CA03
~::::~
~::::~
Conector macho
~--!!~
Conector fêmea
79
DUSTER 1.616V- Sistemas elétricos- Conectores auxiliares
rJ Conector ouxlllor- CA04
O CA04 está fixado ao suporte do módulo de conforto na parte
inferior esquerda do painel.
Localização do CA04 Detalhe do CA04
D Conector ouxlllor- CAOS
O CAOS encontra-se fixado próximo ao CA04.
Localização do CAOS Detalhe do CAOS
rJ Conector owcillor - CA06
O CA06 está localizado na parte inferior da coluna direita.
Localização do CA06 Detalhe do CA06
Conector macho
Conector fêmea
10 • ~
~~~~!~~::~
Conector macho
~ ~ : ·=··=··=··=··=·+·=··=··=·
~-·:··:·t·:··:·t·:· ·=·-~
Conector fêmea
r:tnl
~~;;; ;.:.;;.: .: -. . -... -. -- ------ --...... -.-
20
Conector macho
~ ~ :. ·=· ·=· ·=· ·=· ·=· + ·=· .:. :
r::-1 ______.:- -:··:·t ·:··:·t ·:··=· .
l.2!.r -Conector fêmea
80 ~----------------------------------------------------------~~
DUSTER 1.616V- Sistemas elétricos- Conectores auxiliares
., Conector auxiliar- CA07
O CA07está fixado abaixo do porta-luvas.
Localização do CA07 Detalhe do CA07
Conector macho
Conector fêmea
PJ Conector auxiliar- CAOS
O CAOS encontra-se fixado na coluna central esquerda.
Localização do CAOS Detalhe do CAOS
Conector macho
• Conector auxiliar- CA09
O CA09 está fixado na coluna direita.
Localização do CA09 Detalhe do CA09
Conector macho
81
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos- Conectores auxiliares
I"J Conector auxiliar· CA10
O CAl O está localizado atrás do para-choque traseiro.
Localização do CAlO Detalhe do CAlO
Conector fêmea
- . mecan1ca
2000
Automotlve
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82 ~--------------------------------------------------------------~-
O TOl está fixado no vão do motor, próximo a
bateria. Ele interliga o borne negativo da bateria à
carroçaria do veículo.
Aterramento TOl
Conector Ado MC (G3, G4, H1 e H4)
O T02 está fixado ao suporte da bateria.
Aterramento T02
Motor do eletroventilador (2)
Sensor do nível do reservatório da BPF (2)
BPF(2)
O T03 está fixado atrás do bloco do farol
esquerdo.
DUSTER 1.6 16V ·Sistemas elétricos ·Pontos de aterramento
Aterramento T03
Buzina esquerda e direita (2)
Limpador do para-brisa (1)
Interruptor do reservatório do fluido de freio (2)
Interruptor do capô (A)
Luz indicadora de direção lateral esquerda (2)
Farolesquerdo(3)
Farol de neblina esquerdo e direito (2)
Relé dos faróis de neblina (2)
Relé da ventilação interna e ar-condicionado (85)
O T04 está fixado atrás do bloco do farol direito.
Aterramento T04
Farol direito (3)Luz indicaora de direção lateral direita (2)
O TOS encontra-se fixado no vão do motor,
próximo ao módulo do ABS.
83
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos- Pontos de aterramento
Aterramento TOS
Módulo doABS (13 e 38)
O T06 está fixado ao lado esquerdo do suporte da
coluna de direção.
Aterramento T06
ConectorB do painel de instrumentos (1 O e 24)
Tomada 12V (3)
Conector Ado IMF (A6)
Conector B do IMF (B3 e B5)
Interruptor do pedal da embreagem (1)
Interruptor do sensor de ré (A2 e B3)
Comando do desembaçador traseiro (B2)
Relé de inibição dos vidros elétricos traseiros (3)
Luzes de teta dianteira e traseira (3)
Comando dos vidros dianteiros da porta DE (84)
Comando dos vidros traseiros da porta DE (B4)
Interruptor de inibição dos vidros traseiros (82)
O T07 está fixado ao lado direito do suporte da
coluna de direção.
Aterramento T07
Conector B do módulo de conforto (A 1)
Conector Ado painel de instrumentos (7)
Conector B do sistema de áudio (12)
Comando da ventilação interna e do ar-condicionado
(A6)
Conector de diagnóstico (5)
I mobilizador (2)
O TOS está fixado debaixo do console contral.
Aterramento TOS
Módulo do ai r bag (6)
O T09 está fixado ao suporte do painel, próximo à
coluna direita.
Aterramento T09
84 ~------------------------------------------------------------~~
Comando dos retrovisores elétricos (9)
Motor do ventilador interno (2)
Comando das luzes de advertência (5 e 6)
Conector de diagnóstico (4)
Comando das travas elétricas (A2)
Interruptor do porta-luvas (1)
Comando do vidro elétrico DO (A2)
O TIO se encontra fixado do lado esquerdo do
porta- malas.
Aterramento TlO
Interruptores das portas DE, DO, TE e TO (2)
Limpador traseiro (3)
Módulo dos sensores de estacionamento (5)
Desembaçadortraseiro (2)
r- Luz de placa esquerda (2)
Brake light ( 4)
Lanterna esquerda (3)
Trava elétrica do porta-malas (1)
SAC(6)
O Tll se encontra fixado do lado direito do porta
malas.
• • 1agram SIS
DUSTER 1.6 16V ·Sistemas elétricos ·Pontos de aterramento
Aterramento Tll
Luz de placa direita (2)
Lanterna direita (3)
O T12 está fixado na caixa de roda traseira direita.
Ele evita a existência de arco-voltaico próximo a
linha de combustível.
Aterramento T12
mas de injeção ele rônica
Diagramas elétricos são sempre
essenciais em toda oficina.
-----------------------------------------------------------' 85
DUSTER 1.6 16V - Sistemas elétricos -Chicotes elétricos
Módulo dos sensores de estacionamento
Alerta sonoro de auxílio de estacionamento
Luz do porta-malas
Aterramento T1 O
Lanternas
Conector auxiliar CA 1 O
Sensores de estacionamento
Brakelight
Desembaçador traseiro
Limpador traseiro
Trava elétrica do porta-malas
Luzes de placa
Interruptor do porta-malas
Bomba do lavador do para-brisa
Aterramento T05
Módulo doABS
Interruptor do reservatório do fluido de freio
Motor do limpador do para-brisa
Aterramento T03
Sensor da roda dianteira esquerda
Luz indicadora de direção lateral esquerda
Caixa de fusíveis do painel (CP)
Módulo de conforto (MCF)
Conector auxiliar CAOS
Conector auxiliar CA04
Interruptor do pedal da embreagem
Interruptor do pedal de freio
Sensor do pedal do acelerador (SPA)
Aterramento T06
Conector Ado painel de instrumentos
Conector Ado IMF
Conector C do I M F
Conector B do IMF
Módulo do i mobilizador
Sensor o nível do reservatório de partida a frio
BPF
Conector D+ do alternador
B+ do alternador
Compressor do ar-condicionado
Eletroinjetores
Sensor de detonação (KS)
Aterramento T02
Módulo de comando (MC)
Bobina de ignição (BIG)
Sensor de pressão absoluta (MAP)
Borboleta motorizada (ETC)
••
86 ~----------------------------------------------------------~
rJ Painel de Instrumentos
Indicador de baixo nível de combustível no
reservatório de partida a frio
Indicador do sistema de injeção eletrônica
Indicador do desembaçador traseiro
Indicador dos faróis baixos
Indicador de baixo nível do reservatório de
freio e freio de estacionamento acionado
Indicador das luzes de direção
Indicador do air bag
Indicador do sistema de controle de
poluição
Indicador do imobilizador
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos - Painel de instrumentos
Indicador de anomalias no sistema do ABS
Indicador dos faróis alto
Indicador de baixa pressão do óleo do motor
Indicador de anomalias no sistema de
carga
Indicador de temperatura elevada do
líquido de arrefecimento do motor
Indicador de portas abertas
Indicador de parada obrigatória do veículo
Indicador dos faróis de neblina dianteiros
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87
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos- Painel de instrumentos
, Diagrama do painel de Instrumentos
Módulo de
comando
OEQJ
k3>
Interruptor de
pressão do
óleo
01D
~VD
~ .. PR l
Sensor de nível do
1
T02 "f
reservatório da BPF
(3) Módulo do ABS ~>------------- RS
(29) Módulo do ABS ~ RS
(B-87) IMF ~!>--------------
CZJBR ----------« Sistema de carga e partida
VD/BR K (7) Módulo do air bag
BG/BR ----------<K Sistema dos faróis alto e baixo
VD/BR ----------<K Sistema dos faróis alto e baixo
AZ/BR -------« Sistema das luzes de posição e placa
MR K Sinal de temperatura da água
BG/BR K Sinal do sensor do nível de combustível do tanque
RS/BR --« Aterramento do sensor do nível de combustível do tanque
vo ----------« Sistema das luzes de neblina
BR --------« Sistema do desembaçador traseiro
RS/BR Sistema das luzes de freio
MRIBR ---« (A13) Sistema de áudio I (B-K1) Módulo de comando
(40) Módulo do air bag I (28) Módulo do
ABS I (A6) Módulo de conforto
@]
[ITJ (CHAVE)
AM~AM~4
@8]
VM/BR~VM
Caixa de fusíveis L CVM l ~
do painel ,.
VM
VM
. Painel de ' "'W' ro1 8
. Caixa de relés e fusíveis
Instrumentos ~ atena do vão do motor
....... -----~
~!!! ~ ! .! ! ! ~! ~
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88 ~-----------------------------------------------------------------
DUSTER 1.6 16V - Sistemas elétricos- Especificações técnicas das lâmpadas
Ao substituir as lâmpadas utilize sempre lâmpadas anti-ultravioletas para não
degradar o vidro plástico dos faróis
Fique atento sempre às especificações técnicas de cada lâmpada.
~ Especificações das 18mpadas do farol
Farol direito
Especificação
H7 12V- 55W
H112V- 55W
PY21W
W5W
Farol alto
Farol baixo
Descrição
Luzes indicadoras de direção
Luzes de posição
da lanterna
Especificação
PY21W
P2115W
P21W
H4 12V-60/55W
Descrição
Luzes indicadoras de direção
Luzes de freio e posição
Luzes de ré
89
DUSTER 1.6 16V - Sistemas elétricos - Especificações técnicas das lâmpadas .. -.~------------------------------------------------------------------~- ,. PJ Diagrama dos (Dr61s alto e baixo
Painel de
instrumentos
Interruptor de
múltipla função Caixa de relés e fusíveis
do vão do motor
Série Motores Diesel
A força dos motores diesel
nas páginas da Mecânica 2000
Apresentam abordagens exclusivas
sobre as características dos sistemas
de alimentação com
gerenciamento eletrônico
(onde aplicável).
VM
VM
90 ~------------------------------------------------------------~
Diagrama do Interruptor de múlUpla função
Sistema do air bag RS
Sistemada buzina cz
Sistema das luzes de neblina BR
Sistema dos faróis alto e baixo ~ cz
Sistema dos faróis alto e baixo BG
Sistema das luzes de posição e placa 1\l.
Sistema das luzes indicadoras ~ VD/BR
de direção e advertência
Sistema das luzes indicadoras RS/BR
de direção e advertência
(A23) Painel de instrumentos MRIBR
Caixa de relés e fusíveis do vão do motor
Detalhe do IMF
Conector C
Interruptor de
múltipla função
DUSTER 1.616V- Sistemas elétricos- Diagramas elétricos
VD Sistema do air bag
BG Sistema do limpador do para-brisa
e bomba do lavador
BR Sistema do limpador do para-brisa
e bomba do lavador
VD Sistema do limpador do para-brisa
e bomba do lavador
cz Sistema do limpador do para-brisa
e bomba do lavador
RS Sistema do limpador do para-brisa
e bomba do lavador
AMIMR Sistema do limpador do para-brisa
e bomba do lavador
MRICZ Sistema do limpador do para-brisa
e bomba do lavador
BG Sistema do limpador do para-brisa
e bomba do lavador
MRIAM Sistema do limpador do para-brisa
e bomba do lavador
91
DUSTER 1.6 16V - Sistemas elétricos - Diagramas elétricos ........,..._ __
ignição
ramo do comutador de I nlção, alternador e motor de ortldo
Caixa de relés e fusíveis
do vão do motor
CKJ
L..-----~
Painel de
instrumentos
AM --+-«(INF) F1 , F2, F3, F4, F13, F14, F15, F16, F26 e F27
(DIR) F32
AM -+-«(DI R) F37, F38 e F39
Caixa de fusíveis do painel
o
Módulo de
oomando
VM ----t-- VM
cz
cz
.___.,____ ___ VM
Bateria
Localização do motor de partida Localização do alternador Localização do oonector do oomutador de ignição
Mecânica 2000 Focus 1.6
Mecânica 2000 apresenta o manual de
manutenção do Ford Focus 1.6 Flex, equipado
com o motor SIGMA e lnjeção Eletrônica
BOSCH Motronic ME 17 .8.5 para o Focus 2.0
16V Flex (2009) e o Fiesta 1.6 16V Flex (201 0).
E ainda suas principais características,
manutençôes nos vários sistemas e diagramas
elétricos de todo o veículo.
92 ~--------------------------------------------------------------r--
DUSTER 1.616V- Sistemas elétricos ·Diagramas elétricos ---
IIJ'1 Diagrama da buzina e buzina do alarme
[][]
Cfli)
~RS
L.P- PR l
:'-"-f3-.-t----.ll-- VM ~ VM
Buzina 1 To3 "'i'"
[][]
Relé da buzina
do alarme
INF
CillJ
SUP INF
Caixa de fusíveis do painel
OMD
cz~
VM~
Interruptor de
múltipla função
~:: , LP- ..L Caixa de relés e fusíveis (]&]
Buzina 2 ... T03 "'i'" do vão do motor • •
( MCF ) •••••••• ............................ ... ....... '-••• -••• -•• -•.. -.•. -... -.. -... -.. . -.,------ VM --------------<9 ~ h
~ BR l Bateria T01 ~
Módulo de
conforto
P'J Tomada 12V
( BAT )
Caixa de fusíveis
do painel
(CHAVE)
AM~MRNM VM~
Bateria Tot =
Tomada de
12Volts
PR """]_
Tos'ª'"
, Diagrama do /mobilizador
Caixa de relés e fusíveis
do vão do motor
GillJ @] __ l CVM )
PR --jll•• T07 I. QIJ (CHAVE) (MF05)
AM ------+--<~AM~MRNM~VM
BR -----,
Caixa de fusíveis do painel l MCF l Caixa de relés e fusíveis do
Módulo do • ······················i vão do motor
imobilizador l
• CD-----: : : ~
Localização do módulo do imobilizador e sua vista
em detalhe
Módulo de
conforto
Localização da tomada 12V
93
®
AR CONDICIONADO AUTOMOTIVO
• COMANDOS E BOTÕES DE AC
• CONDENSADORES
• EVAPORADORES
• CAIXAS EVAPORADORAS
• FILTROS SECADORES E
ACUMULADORES DE LÍQUIDO
• FILTRO DO AR CONDICIONADO
• COMPRESSORES E SUPORTES
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n
n
n
n
1\CI\
Resistência da
ventilação interna
PRIBR -1Jt•• T07
( MCF )
AnBR ~ ®)
Comando d: ····... Módulo de
ventilação interna •••••••• conforto
~ ·-···········-········ ... , ............. .
Embreagem do
compressor do sistema
de refrigeração de ar
Localização do compressor do ar-condicionado
DUSTER 1.6 16V - Sistemas elétricos - Diagramas elétricos
Relé da ventilação interna
e do ar -mndicionado
(M.F05)
cz
®
v
Pressostato
do sistema de
refrigeração
de ar
Pressostato
do sistema de
refrigeração
de ar
AM +1-1--!-. CTID
l~
Caixa de fusíveis do painel
VM -----~MRNM AM
(M.F04)
VM----~~~~-~---------__J
~
MRNM----~ ~ -1--11--4
VM
~
Relé do compressor
do ar-condicionado
Localização do pressostato 1 do ar-mndicionado Localização do pressostato 2 do ar-condicionado
~ .,
:"""' ~ · ----
\ ·-::o- ...
~,.\\~ /· ll
~< ~~
~ . :'---. '
.-
~~-----------------------------------------------------------J 95
DUSTER 1.6 16V ·Sistemas elétricos- Diagramas elétricos
Localização da resistência da ventilação interna e
sua vista em detalhe Localização do motor do ventilador interno
rJ Diagrama das luzes de freio
1\CI\
Localização do díodo na caixa de relés e fusíveis do
vão do motor
[flJ (CHAVE) (MF05) (]ill
::::r AM~AM~MRNM~VM~
Ca1xa de fus1ve1s do pa1nel Caixa de_ relés e fusíveis Bateria TO!:
do vao do motor
(J.jÇJ
~ CM[)
~ : : ---'.,......_- MRJCZ~
Módulode ~
comando Módulo do ABS
Interruptor do
reservatório do
fluido de freio
QO lJ[O
~~·-~---------+-------....... -~·-<8
Painel de Interruptor do
instrumentos freio de estacionamento
PRl
Luz de freio T10 'ê' esquerda
PRl
T11'ª'
Localização do interruptor do pedal de freio e sua
vista em detalhe O interruptor foi representado com o
pedal de freio em repouso.
www.mecanica2000.com.br
r--..
,..........
,..........
,..........
96 '-------------------------------------------------------------~~
DUSTER 1.6 16V Sistemas elétricos Diagramas elétricos
rJ Diagrama das luzes de posição e placa
CillJ ( CA 04 )
AZ/BR ~ AZ/BR
'
PR --111•• T10
Farolete TE
l}Q[) f\l.
o<
PR/MR -j11u T03
Farolete DE ......... .
··································································
CEQ[) f\l.
'
PR/MR -jll•• T04
Farolete DD
AZ/BR
P'J Diagrama dos far6is de neblina
Q[J ~ ................. .
INF
Caixa de fusíveis do painel
CKJ
.,_-- AZIBR~
Painel de
instrumentos
~
f\l.~
.-------- VM ~
Interruptor de
múltipla função
Caixa de relés e fusíveis
do vão do motor
Luz de placa E
VM
PR/BR l
T10 'f
PRIBR l
T11 'ª"
VD/MR
PRIMR
VD ----.-~--~
Farol de
neblina E
~VD/MR
l::::::JI'- PRIMR
Farol de
neblina D
CKJ
PR -jllu T03
vo-----.
PR -jllu T03
@"'\ AS ._ _______ ___,
Painel de
instrumentos
,.
>
,.
>
Caixa de relés e fusíveis
do vão do motor
BR - -+----.,
Sistema das luzes de »-- f\l.
posição e placa
Caixa de fusíveis
do painel
Interruptor de
múltipla função
97
DUSTER 1.6 16V Sistemas elétricos Diagramas elétricos
IJ'1 Diagrama das travas elétrlcas
[i}[]
~MRffiR
~PRJBR-jlluT10 - Jiiil -
Os conectores das travas elétricas
DE, DD, TE ,TD e do porta-malas são
iguais.
lnt~:!'tg~da ~.· 1
[i}[] .
ª :::;;:;;;································'
Interruptor do o:
~~·~[~i
R -jlluT10
Interruptor da
porta DD
[i}[] [i}[]
~RSIBR-+---RS/BR~
~PRffiR-jii••T10 T1Qnii~PRJBR~
Interruptor da Interruptor da
porta TD ,...~ porta TE
................... ·······
~------BG --~-4
VD
[i}[]
BG--+-• ~RS
Trava elétrica TE
(TETD )
~VD
~BG
~PR --jii••T03
Interruptor do
•••• ····" capô
.... ····· C!ill)
Trava elétrica TD Trava elétrica do /
C!ill) ~ porta~~.:~:~ ........ AZIBR
VD/BR
CZ/BR
Trava elétrica DD
MR~VD (
BG ~ BG --t--------;------....1 PRffiR~
...... -
Comando das ••••••·•• TOe :travas elétricas ·····~
................................
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98 '---------------------------------------------------------------------~~~-
...
~=-~------------~~-RS
Seta lateral
esquerda
T03~
~:""]_ ~
;:~ED)E ~-............. . :~:.:. ................ j~ ............ r ............ ,
~CZ/BR~
~PR~
Seta TE ~... T10 ~
CJM[) •••••••••••·•··•••·•• .••
Jt-----""::"'""---- VD/BR --------;;-----. ····:
Jt---+----R~R----~~-.
PRIBR +111" T06
DUSTER 1.616V- Sistemas elétricos Diagramas elétricos I?M
BG--~------------~--::~
~ T04 Seta lateral
•• • direita
•••••• / ( SOO )
~::~
~ T04 Seta DD
(CA04) 29 BR ~
~PR~
~ T11 SetaTD
( CLA )
BG/BR =6;a. 5 PRIBR -jtto• T09
..,__ _________ AZIBR 1
.,_ _________ MRIBR S 6 PR/BR + T09
Interruptor de
múltipla função
• Módulode
··:~ ~
Comando da~·· •••
luzes de advertência ~
Metrologia Moderna para A . e ecan1cos
Inclui 4 DVDs. Aborda os prindpais conceitos
metrológicos de forma simples,
apresentando diversos exemplos
de sua aplicação em um ambiente
computadonal repleto de
tecnologia. Teoria e prática em um
só produto para você ampliar sua
percepção sobre metrologia e
atualizar-se com os modernos
conceitos das medições.
99
DUSTER 1.6 16V · Sistemas elétricos Diagramas elétricos
~ Diagrama do m6dulo ABS
(M.F02) (M.F05) (]ill
~MRNM I ~----VM~-
(MF01 ) ~ l
~ Bateria T01:
VMIRS~MRNM--+-----------,L (CHAVE)
Caixa de relés e fusíveis do vão do motor MRNM ~ AM
QO
------------------~
(1) Interruptor do pedal de freio I
(A-E3) Módulo de comando
(CA04)
Painel de Caixa de fusíveis do painel
instrumentos
cz ---« Luzes de freio CillJ
BR -----------------~
PR -----------------~ ~ )
@[) Sensor da roda
:: -------------<~ )
BG/BR ---<< (A-84) Módulo de comando I (A34) Módulo de conforto I (9) Módulo do air bag I
(7) Conector de diagnóstico
MRIBR ---« (A22) Painel de instrumentos I (40) Módulo do air bag I (A6) Módulo de conforto I
(A 13) Sistema de áudio I (B-K1) Módulo de comando
Sensor da roda
TD
[]Q[)
···························-··------+ ~ )
Sensor da roda
DD
0~----él-t'!i'l'i~.,..., ___ OJ
Localização do módulo do ABS
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TE
l]Q[)
~ )
Sensor da roda
DE
__.....
,........,
,..--.
,........,
,---..
100 ~----------------------------------------------------------~~ ............
P'J Diagrama do alr bag
Air bag Interruptor de
do motorista múltipla função
.-----RS
.----- vo
~:===:
Airbag
do passageiro
(A6) Módulo de conforto/ (A 13) Sistema de
áudio I (28) Módulo do ABS I (B-K1 ) Módulo de comando
CKJ
~::: ________________________ ___
Painel de
instrumentos
Localização do módulo do air bag
Módulo do air
bag
DUSTER 1.6 16V- Sistemas elétricos Diagramas elétricos
AM/BR
@TI
~VM
'i' T01 Bateria
MR/BR ---« (A23) Módulo de conforto
26
Caixa de relés e fusíveis
do vão do motor
BGIBR ---<< (7) Conector de diagnóstico I (A-B4) Módulo de comando
(A34) Módulo de conforto I (17) Módulo doABS
Localização do conector C do IMF
CIR) (CHAVE)
AM --------t--tGE~so§f~~DI~R)---t----- AM ~ MRIVM
Comando do
desembaçador
do vidro traseiro
BR BRIM R
L
Caixa de fusíveis do painel
~-------------------------BR
PR/BR -11t•• T06 ( MCF J
.-~
· Módulo de conforto
Painel de
instrumentos
Caixa de relés e fusíveis
do vão do motor
Bateria []I]
BR~
T10''tlr----PR~
Desembaçador do
vidro traseiro
----------------------------------------------------------------~ 101
DUSTER 1.6 16V Sistemas elétrlcos Diagramas elétrlcos
• Ologromo do r6dlo
(CAOS) QO
~
MRND 2 ,,.,,
-=-§.':
MRIRS ~ ~ ,,,,,,
MRND ~ MRIVD
RS/MR --------~~,__ ______ RS/MR -------
VD/BR -« Conector de disgnósticos (13) (CA
051 QO
:~ --------------------~~~-------------- RS 2 ê'= cz .. ,,,,,, ...
MRIPR --jltu T07
(CA09) QO
~
VD/MR 2
~ R SIM R ~ .: ,,,,, ... ::---------~~------:: ______ _
RS/BR-« Conector de disgnósticos (12) (CAos) QO Alto-falante TD
MR 2 ,,,,,
@= cz -:. ...... ,,,., ... ~: --------------------~~~--------------
...._-----------------------------------« (28) Módulo do ABS I (B-K1) Módulo de comando
(40) Módulo do air bag I (A22) Painel de instrumentos
Rádio :..:"·· ............................. Caix:
0
d;a~!:veis
( CVM )
Caixa de relés e fusíveis do
vão do motor
~,::!"'"~ ···· ··~~;·, ~~ Bateria
~··;o~~~r·~ ·~
Mecânica 2000 ldea E.torQ 1.6
Conheça a manutenção do ldea Essence
1.6 16V Flex, com câmbio Dualogic
(sistemas elétricos baseados na versão 1.4 Flex).
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do sistema de injeção eletrônica, pelos
sintomas apresentados com o veículo
em tráfego, após a retirada de sensores
e o acompanhamento das falhas via scanner.
Traz ainda
o passo a passo
da instalação do
ar-condicionado.
102 ~--------------------------------------------------------------~-
~MR
LY-PR/MRl
Motor do "'f
eletroventilador TOZ
~BR
~MR
Resistência do
eletroventilador
Módulo de
comando
Localização do conector do eletroventilador
DUSTER 1.6 16V Sistemas elétricos Diagramas elétrlcos
Painel de
instrumentos
Sensor de temperatura
do liquido de arrefecimento
Os conectores da
resistência da venti
lação interna e do
mo-tor do eletroventilador são
iguais.
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utilização dessa ferramenta
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DUSTER 1.6 16V Sistemas elétricos Diagramas elétricos """'"'----
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Conheça os conceitos técnicos e científicos da eletrônica
embarcada nos veículos com injeção eletrônica.
5 títulos
que abordiF' 1 tt '1
de JPieca~_. t 1•1 ~' ~
•Estudo de Sensores e Atuadores
•Estudo de Sistemas Eletroeletrônicos
•Estudo de Eletricidade Básica
·Estudo de lnjeção Eletrônica
·Osciloscópio
104 ~------------------------------------~------------------------
DUSTER 1.6 16V Sistemas elétricos Diagramas elétricos
rJ Diagrama dos retrovisores elétricos
[][]
~=
Retrovisor
elétrico E
CBQ] r----------------------------- AM
_[ PRIBR
~ T09 ••••••• ~ Comando dos
/ retrovisores
••• ••• elétricos
Caixa de fusíveis do painel ,... •••
= ~~ ~VM--t-(~8:s:e~~~----,~,:. 4 3
: T01 Bateria Caixa de relés e fusíveis do
vão do motor
~::~: LP-CVBR
Retrovisor ~ •••
elétrico D ••• ••••
I • ~:: :----m
DIR
w---- ::~ Localização do comando dos retrovisores elétricos
Metrologia Moderna para Mecânicos
Aborda os principais conceitos
metrológicos de forma simples,
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conceitos das medições.
~~-----------------------------------------------------------J 105
DUSTER 1.6 16V Sistemas elétrlcos Diagramas elétrlcos
., Diagrama dos vidros elétrlcos
Caixa de fusíveis do painel
Os conectores dos comandos dos vidros elétricos
DD, TE, TD são iguais.
MR~~1 MR
MR 2 2 MR/CZ
11 11 RS/MR
Comando do vidro
elétrico DD
Motor do vidro
elétrico TD
( MDD )
MR~
'----------- cz ~
r;;l ~ J.'l Motor do vidro
~--/~ei:;D
MR íil
.__R_e-lé-d-os_v_id-ro-s-el-ét-rico_• ,_~ "'~
T06 ••IJr PR/RS~ PR~
MRNM
Caixa de relés e fusíveis
do vão do motor
Localizaçãodo relé de inibição dos vidros elétricos
traseiros
Interruptor de inibição
dos vidros traseiros
DUSTER 1.616V Sistemas eiétrtcos Diagramas eiétricos
~ Dlogromo dos luzes de ré
OfiTJ (CA01) (CA04 ) QD RD-RSJMR~ RS/MR----~28Uj~:D2[8,_--r-----RSIMR~ PR J..
~AM/MR~AMIMR C}QJ luzderéE T10:
Interruptor • '-,................................................. PR -jllu T11
de ré
.'-.
Alerta sonoro de "···
auxílio de estacionamento"· ,
MR ---------~---------~
.......................................... .l
-...---+-----.-: ~
Sensor de ré 1
----+----~- MR --------·
BG-----------
[§[]
RX-<I[il
BG~
Sensor de ré 2
Sensor de ré 3 ~ ·······:
Módulo dos
sensores de
estacionamento
Localização do interruptor de inibição do alerta
sonoro de auxílio de estacionamento
Central de fusíveis
do painel
~::::::~
~/- ······ ~ '-='
~ '@
(]ill rEP- VM
'!" T01 Bateria Central de relés e fusíveis
do vão do motor
Interruptor
de inibição do
alerta sonoro
Módulo de
conforto
Localização do módulo dos sensores de estaciona
mento e sua vista em detalhe
Localização do interruptor de ré e sua vista em
detalhe
Localização do alerta sonoro de auxílio de
estacionamento
LP
co p
REF.
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PEUGEOT 206 1.0 16V GASOLINA
LP-1 03064/1 001
~
VOLKSWAGEN GOLIPARATI 1.0 MI16V
LP-103065/1002
REF ORI I " O O
VOLKSWAGEN GOLIPARATI 1.0 MI 8V
SENSO DE
VELOCIDADE
~
' o
N
o
I r
c:
CD
E
cu
C.>
c:
cu
..J
LP-206 28 3/2000
R f O G N 2 1 7 lc.S
RENAULT CLIO/SANDERO/
LOGAN MOTOR FLEX
LP-206919/2001
REHAULT CUO/SCENIC/
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~ Indústria Brasileira •
C)
.J
~
,.......,
\. _)
,.......,
_)
o
('
,........
,......
,......,
\
r.
~
'
\...J
I LPI
Thbulação de abastecimento
Tanque
Bomba
Linha de alimentação
Filtro combustível
Linha de retomo
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrônica - Sistema de alimentação de combustivel
Thbo distribuidor
Eletroinjetores
Linha de vapor
Cânister
CANP
Corpo de borboleta
~C)=-----------------------------------------------------J/1~ o
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrônlca- Sistema de alimentação de combustível
PJ Diagrama elétrlco do bombo de combustlvel
~
: ::: 41
RS/BR
MRIPR~
LCA04)
Bombade ~1 T10 "'i'"
combustível ~
~BG/BR
~RS/BR ----....1
Painel de
instrumentos
í
~
~'"
Módulo de L BAT )
comando
(CA01)
r--------- ~ --------~~M~i;~M~--------i----------_j
uu
(CHAVE) (M.F05)
~ ----------<~-----MRNM-----<~ YM
Caixa de fusíveis do painel Caixa de relés e fuslveis do vão do motor
Especificação técnica:
Regulador de pressão LP
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Mecânica 2000 Mille Economy
Manual de treinamento sobre a mais recente
motorização do motor fire, com as mudanças
tecnológicas que favorecem a economia de
combustível e menor emissão de poluentes. O
sistema de injeção abordado é o Magneti Marelli
IAW 4FB. Veja também, nesse manual, todo o
preparo do veículo para a instalação do sistema
de refrigeração de ar, e a instalação em si.
_ Inclui:
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\....../
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_......._
,--..
,......,
,......,
n
,....,
,.---..,_
~
,...----..,
~
,--..
,-...
r-'
""""""'
..........
( l lndebrás DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrõnlca • Sistema de partida a frio
==?í'""""'\~===--
,.......,. rJ Sistema de partida a frio - SPF
,-
G
c
,--..,
\......)
o
O sistema auxiliar de partida tem a função de
permitir que o motor entre em operação em
temperaturas inferiores à temperatura de
Fig. 4 - Diagrama do sistema de partida a frio
Reservatório de gasolina
Bomba de partida a frio
Eletroinjetor de partida a frio
vaporização do álcool. O sistema é automático, e
não exige a intervenção do condutor para entrar
em operação.
Linha de alimentação
Corpo de borboleta
Linha de vapor (respiro)
Diagrama elétrico do sistema de partida a frio
ml
~MR/CZ
~MR/PRl
Bomba de "'ª'"
gasolina para T02
partida a frio
BR
BG---.J
BR------------------r---------c
Módulo de
comando
A4
Relé de bomba
de combustível
(CHAVE) (M.F05)
AM
~~':{I)-----MRJVM-------------~VM
Caixa de fusiveis do painel Caixa de relés e fuslveis do vão do motor
113
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrônica - Componentes e suas localizações
rJ Esquema da lnjeção eletrãnlca Valeo V42
(H~
Sensor de
oxigênio
~
Sensor de
temp. do líq.
Arre!.
(M!ll
Sensor
de pressão
absoluta do
coletor
( C~
Sensor de
p~~~~~ ~~
manivela
~
Sensor de
detonação
( S~
Sensor de
posição do
a&T~~d~~
~
Interruptor
do pedal
da embreagem
Sensores
t
t
t
t
.--,
.........__
Atuadores
.-----..._
-------~C ) r-"""\
Borboleta
motorizada
~
~ ,---..
lnjetor de
combustível
---"\
,......
~
Bobina
de ignição
,..........,
~ ~
lnjetor de
partida a frio
~
Bomba de
partida a frio ...--..
~BA)
Bomba de
combustlvel
O sistema possui sensores e atuadores. Sensores são
componentes que identificam temperaruras, pressões,
movimentos e concentração de oxigênio. Tais informações são
enviadas ao módulo de comando na forma de sinais elétricos. O
MC, por sua vez, de posse das informações que monitoram todo
o funcionamento do motor, determina a ação dos atuadores,
componentes estes capazes de executar movimentos para
controle de vazão, estanqueidade e acionamentos elétricos.
Estes dispositivos, corretamente comandados, permitem o
controle ótimo da massa de combustível introduzida no motor e
dos instantes de início de combustão em cada cilindro, o que
provê funcionamento perfeito ao motor.
,......
,----_
r--
,---..
114 ~------------------------------------------------------------r-,
DUSTER 1.6 16V lnjeção Eletrônica Componentes e suas localizações
rJ M6dulo de comando- MC -Item 1
Localização do Módulo de
Comando- MC Detalhe da localização do MC
n Sensor de oxiglnio- HEGO -Item 2
Localização do sensor de
oxigênio 1 - HEGO 1
Localização do sensor de
oxigênio 2 - HEGO 2
Detalhe da localização do
HEG01
Detalhe da localização do
HEG02
Sensor de tem eratura do IIi uido de arre ecimento - ECT -Item 3
Localização do sensor de temperatura
do líquido de arrefecimento - ECT Detalhe da localização do ECT
__ .-,_,
MC
HEGO 1
HEG02
ECT
-·~----------------------------------------------------------~ 115
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrônlca Componentes e suas localizações
Sensor de tem eratura do ar admitido - ACT -Item 4
Localização sensor de
temperatura do ar - ACT
Detalhe da localização do ACT
Sensor de ressõo absoluta do coletor de adm/ssõo - MAP -Item 5
Localização do sensor de pressão
absoluta - MAP Detalhe da localização do MAP
D Borboletaeletr6nlca - ETC -Item 6
Localização da borboleta
motorizada - ETC
Detalhe da localização da ETC
Sensor de poslçõo da 6rvore de manivelas - CKP -Item 1
Localização do sensor de posição
da áiVore de manivelas - CKP Detalhe da localização do CKP
ACT
MAP
ETC
CKP
116'---------------------------------------------------------------~-
DUSTER 1.6 16V lnjeção Eletr6nlca Componentes e suas localizações
r:=J Sensor de detonaçõo - KS- Item 8
Localização do sensor
de detonação - KS
rJ Eletrolnjetores -lN/ -Item 9
Localização dos eletroinjetores - INJ
Detalhe da localização
do sensor KS
Detalhe da localização do
eletroinjetor
rJ Bobinas de lgnlçõo- BIG -Item 10
Localização das bobinas de
ignição - BIG
Detalhe da localização das
bobinas
Sensor do edal do acelerador- SPA -Item 11
Localização do sensor do pedal
do acelerador SPA Detalhe da localização do SPA
KS
Eletroinjetor
BIG
SPA
----------------------------------------------------------------~ 117
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrõnica Componentes e suas localizações
Eletrov6lvula de
Localização da eletroválvula de
purga do cânister - CANP
do c8nlster- CANP -Item 12
Detalhe da localização da CANP
Bomba de combustfvel- SAC
Localização do conjunto da bomba de
combustível - SAC
Detalhe da localização da bomba
de combustível
rJ Sistema de partida a frio - SPF -Item 14
Localização da bomba de partida
a frio- BPF
Localização do eletroinjetor
de partida a frio
Detalhe da localização da BPF
Eletroinjetor de partida a frio
CANP
-Item 13
Bomba de combustível
BPF
vcc
118 '----------------------------------------------------------------
Localização do interruptor do
pedal da embreagem · IPE
DUSTER 1.6 16V lnjeção Eletrônica • Componentes e suas localizações
Detalhe da localização do IPE IPE
Série Motores Otto
A manutenção de
motores consagrados
I e naspag1nas
da Mecânica 2000
O conceito de Potência O conceito de Torque
vídeo teórico vídeo teórico
Conheça os procedimentos
de desmontagens, montagens,
medições e testes dos componentes.
~~-----------------------------------------------------------' 119
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrõnica - Diagrama do conector de diagnósticos
PJ Diagrama do conector de dlagn6stlcos
Conector de _.
diagnósticos
( CVM ) ;;.._ __ ....
Caixa de fusíveis do painel [@] Caixa de relés e fusíveis PR -j"T09
PR --;..ro1
cz ---« (A·A4) Módulo de comando
• • do vão do motor
~ ~ ~~-------------------VM
YT01 Baleria MR ---« (A·A3) Módulo de comando
RSJBR---« (A16) Sistema de áudio
VOIBR ---« (A 15) Sistema de áudio
BGIBR---« (A·B4) Módulo de comando I (A34) Módulo de conforto I
(9) Módulo do Air bag I (17) Módulo do ABS
Localização do conector de diagnósticos
Tabela de c6dlgos de defeito do sistema de injeçio
Código
10
11
16
95
106
120
130
135
136
141
170
185
201
202
203
204
217
220
225
226
300
120
Item detectado
Circuito modificador de temperatura do ar (ACT)
Modificador lei distribuição árvore de carnes
Coerência do sensor da árvore de carnes I regime do motor
Circuito sensor de temperatura do ar (ACT}
Coerência da pressão de admissão (MAP)
Circuito do potenciômetro de posição borboleta pista 1 (ETC)
Circuito sonda de oxigênio (HEGO 1)
Circuito aquecimento da sonda de oxigênio (HEGO 1)
Circuito sonda de oxigênio (HEGO 2)
Circuito aquecimento da sonda de oxigênio (HEGO 2)
Avaria funcional do circuito de combustível
Circuito do sensor de temperatura de Gás
Circuito de comando injetor cilindro 1
Circuito de comando injetor cilindro 2
Circuito de comando injetor cilindro 3
Circuito de comando injetor cilindro 4
Sobreaquecimento do motor (ECT)
Circuito potenciômetro borboleta pista 2 (ETC)
Circuito do potenciômetro da posição de pedal pista 1 (SPA)
Posição dos pedais do freio e do acelerador
Falha de combustão
301
302
303
304
313
314
315
325
335
420
340
443
461
480
500
504
530
560
571
606
618
627
638
641
645
651
657
833
060A
061A
109A
10AO
10A1
10A2
10A3
10A4
10A5
10A6
10A7
1170
1300
1301
1302
1303
1304
1314
1351
1352
1608
1610
1633
1644
1645
1646
1656
2100
2119
2120
2135
2265
2293
2294
DUSTER 1.8 18V • lnjeçlo Eletr6nlca TIIIN de código de defeito
Falha de combustão no cilindro 1
Falha de combustão no cilindro 2
Falha de combustão no cilindro 3
Falha de combustão no cilindro 4
Falha de combustão com nivel mlnimo de combustível
Falha de combustão
Coroa do volante do motor
Circuito do sensor de detonações motor
Sinal sensor de regime do motor
Avaria funcional do catalisador
Circuito sensor de árvore de carnes
Circuito da válvula de purga do canister
Circuito do sensor de nivel de combustível
Circuito de comando da pequena velocidade do GMV
Informação velocidade do veiculo
Coerência da informação da luz do int. de freio
Tensão do sensor de pressão do fluido do ar condicionado
Tensão de alimentação do módulo de comando
Circuito contato de stop
Módulo de comando
Sistema de gás
Circuito do comando relé da bomba de combustível
Posição incorreta da ETC
Tensão de alimentação dos sensores
Comando dos relés do compressor do ar condicionado
Tensão de alimentação dos sensores
Circuito comando relé principal
Coerência da informação do interruptor do pedal da embreagem
Módulo de comando
Módulo de comando
Relé de alimentação automática do módulo de comando
Circuito interno do injetor 1
Circuito interno do injetor 2
Circuito interno do injetor 3
Circuito interno do injetor 4
Comando do injetor 1
Comando do inietor 2
Comando do injetor 3
Comando do injetor 4
Avaria de funcionamento do circuito de GPL
Falha de combustão em modo gás
Falha de combustão no cilindro 1 em modo GPL
Falha de combustão no cilindro 2 em modo GPL
Falha de combustão no cilindro 3 em modo GPL
Falha de combustão no cilindro 4 em modo GPL
Detecção de falhas de combustão
Circuito da bobina de ignição 1-4
Circuito da bobina de ignição 2-3
Calculador de comando dos injetores
Tensão da bateria
Válvula de partida a frio
Circuito do relé de aquecimento adicional 1
Circuito do relé de aquecimento adicional 2
Circuito do relé de aquecimento adicional 3
Ligação multiplexada de regulador de binário
Circuito do comando ETC
Funcionamento dependente caixa de ETC
Circuito do potenciômetro da posição de pedal pista 1
Coerência da posição de pedal/ETC
Tensão do sinal do sistema de nlvel no depósito de gás
Pressão do gás
Circuito regulador de pressão
~--------------------------------------------------------------~ 121
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrônlca Plnagem do módulo de comando
Conector e Conector A do MC Bome MC Cor fios Some componente - Descrição
A1 BG Comando do elelroinjetor 4 (2)
A2 cz Comando do elelroinjetor 3 (2)
A3 MR Comando do elelroinjetor 2 (2)
A4 RS Comando do elelroinjetor 1 (2)
B1 vazio
B2 PR Malha de atenamento do KS
B3 VM Sinal do KS (1)
B4 BR A!erramento do KS (2)
C1 vazio
C2 MR Comando da ventilaçao interna e ar-condicionado (AS)
C3 vazio
C4 BR Pressostato do ar -condicionado 2 ( 1 )
01 Vazio
02 cz Conector A do módulo de ronforto (36)
03 BR Sinal do poteOOclmetro 2 da ETC (6)
04 MR Comando do relé principal da injeção (2)
E1 vazio
E2 VO Sinal do ACT (1)
Conector A E3 BR A!erramento do ACT (2)
Bome MC Cor fios Some componente - Descriçao E4 cz Sinal do CKP (1)
A1 eA2 vazio
F1 vazio
A3 MR Conector de diagnóstico (14)
F2 MR Sinal do ECT (82)
......--._ A4 cz Conector de diagnóstico (6)
F3 BR Alem!mento do CKP (2)
B1 BR Comando da bobina do relé da 1' vel. do eletroventilador (2)
F4 RS Sinal do ECT (81)
B2 BG/BR Painel de instrumentos (A) I Conector A do módulo de coofortn
G1 vazio ,.........
(38)
G2 BG Alimentação dos poteOOclmetros da ETC (5)
B3 vazio G3 VO Sinal do potenciõmetro 1 da ETC (2) .---..
B4 BG/BR Conector Ado módulo de coofortn (34)1 Módulo doABS (17)
G4 RS Alem!mento dos potenciOmetrosda ETC (1)
Módulo do air bag (9) I Conector de diagnóstico (7)
H1 vazio ,..----,
C1 BR Comando da bobina do relé da '1!' vel. do eletroventilado (86)
H2 cz Alimentação do MAP(C)
C2 e C3 vazio H3 BR Sinal do MAP (B)
C4 BG lntenuptor do pedal da embreagem (2)
H4 MR A!erramento do MAP (A)
01 AM Alimentação Oirlla 15) via F2 da CP J1 vazio
02 ao E2 vazio J2 MR Pressostato do ar-condicionado 1 (B)
E3 cz lnlerruptor do pedal de freio (1)1 Módulo doABS (30)1
J3 VO Pressostato do ar-condicionado (C)
Luzes de freio J4 vazio
E4 BG lnlerruptor do pedal de freio (3)
K1 MR Módulo do air bag (40) I Painel de instrumentos (A22) I Módulo
F1 vazio ABS (28) I Conector A do módulo de ronforto (6) I Conector A
F2 BR Alimentação do potenciOmetro 1 do SPA (5) do sistema de áudio (13)
F3 VO Sinal do potenciOmetro 2 do SPA (6)
K2 RS Pressostato do ar-condicionado 1 (A)
F4 RS Aterramento do potenciOmetro 2 do SPA (1) K3eK4 vazio
G1 VO Pré-<lisposição L1 BR Comando do elelroinjetor de partida a frio
G2 BG Alimentação do potenciOmetro 2 do SPA (4) L2 ao M1 vazio
G3 MRIPR T01 M2 MRIVO Alimentação do módulo via relé principal
G4 MRIPR T01 M3 cz ETC(4)
H1 MRIPR T01 M4 RS ETC(3)
H2 cz Sinal do potenciOmetro 1 do SPA (3)
H3 MR Aterramento do potenciOmetro 1 do SPA (2)
H4 MRIPR T01
Conector C do MC
......--._
Conector B do MC
tn l-------------------------------------------------~~
r-
DUSTER 1.6 16V lnjeção Eletrônica Pinagem do módulo de comando
Conector C F1 e F2 Vazio
Borne MC Cor fios Some componente - Descrição F3 MR Pressoslato do ar-rondicionado 2 (2)
A1 Vazio F4 Vazio
A2 BR Sinal da HEGO 2 (2) G1 cz Conector D+ do altenador (2)
A3eA4 Vazio G2aoG4 Vazio
B1 MR Sinal da HEGO 1 (2) H1 VO Painel de instrumentos (823)
B2 cz Alerramento da HEGO 2 (1) H2 ao J1 BR Vazio
83 VD Paine de instrumentos (819) J2 BR Painel de instrumentos (A4)
84 Vazio J3 e J4 Vazio
C1 8R Aterramento da HEGO 1 (1) K1 cz Comando do relé do compressor do ar-condicionado (2)
C2 ao C4 Vazio K2 Vazio
D1 8R Comando do relé da bomba de combustivel (2) K3 MR Painel de instrumentos (A3)
02 8R Comando do relé do sistema de partida a frio (1) K4 e L1 Vazio
03 Vazio L2 MR/RS HEGO 1 (3)
04 VD Painel de instrumentos (85) L3 MRJVD HEG02(3)
E1 RS Comando da CANP (2) L4 ao M2 Vazio
E2 e E3 Vazio M3 RS DIS3(2)
E4 cz Painel de instrumentos (A2) M4 cz DIS4(2)
oco
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~~---------------------------------------------------------- 123
DUSTER 1.6 16V ·lnjeçlo eletr6nk:a Tntes pnao 1 peuo
M6dulo de comando • MC
É uma central eletrônica digital, responsável por
todo o gerenciamento dos sistemas de injeção e
ignição do motor. Recebe e processa os sinais de
todos os sensores, para proporcionar estratégias
de funcionamento capazes de determinar o
instante e a duração da abertura dos eletroinje
tores, a frequência de aterramento das bobinas de
ignição, de forma a suprir as demandas do motor
quanto à massa de combustível admitida e ao
avanço de ignição, de acordo com as solicitações
instantâneas impostas pelo condutor e pelas
condições de operação.
Comanda também estratégias de emergência, que
garantem a continuidade do funcionamento do
motor, em caso de perda de sinal de algum sensor,
exceto o CKP. O MC do Renault Duster possui 3
conectores elétricos, nomeados por Mecânica
2000 como A, B e C. O conector A fica localizado
na parte superior e o conector C na parte inferior,
com o módulo em sua posição de trabalho.
Circuito de e oteiTtlmento do m6dulo
Módulo de
comando
~
M::D------------------------------------------------~~
MRIPR--jlloo T01 [][) ~ l
AM ---~~3ID
MRIPR---jlr- T01
MRIPR___,.. T01
MRIPR--jlloo T01
Caixa de fusiveis do painel
~
~
AM --<Il?":''D--- MRNM
MRNM ESQ
Caixa de relés e fuslveis do vAo do motor
Conector A do MC Conector B do MC
124 '-.................................................... ---------------------------------------------~--
Conector C do MC
Slntom•s em mso de
O MC pode apresentar falhas internas de funções
específicas. Mas, isso não fará necessariamente
com que o motor não funcione. Porém, pode ser
que componentes comandados ou alimentados
pelo MC não funcionem, como: eletroinjetores,
borboleta motorizada, CANP, entre outros; Isso
D R•cloclnlo fHirtl m•nutenção
Uma maneira prática de identificar se o MC pode
ser responsável pelo não funcionamento do motor
é a realização dos testes de alimentação e
freqüência de aterramento, tanto para a bobina de
ignição, quanto para os eletroinjetores. Se ambos
os resultados estiverem OK, não há razão para
DUSTER 1.616V ·I
pode gerar alterações nem sempre perceptíveis
no funcionamento do motor. Se for detectada
alguma falha no módulo de comando, o
componente deverá ser substituído, já que não
admite intervenções.
desconfiar do MC. Caso contrário, o MC deve ser
verificado. Na hipótese de o motor não entrar em
funcionamento, inicie os testes do MC pelo teste
de alimentação, conforme descrito a seguir.
~ O MC está perfeitamente alimentado pela bateria e pela chave de ignição? (teste 1) rõ'iil
'-,=-----------'~
Sim, está alimentado em todos os chicotes testados. Verifique então o aterramento do MC (teste
2).
O aterramento do MC está correto? (teste 2)
Sim, está correto. Conclui-se que todas as condições para operação do MC estão atendidas.
Caso o motor não entre em funcionamento, suspeite do próprio MC somente se nenhum dos
componentes apresentar mau funcionamento (CKP, BIG, INJ). É um indicativo de falha
interna do MC. Entretanto, a conclusão é feita por exclusão das demais possibilidades.
~ Não, está incorreto. Verifique então a continuidade do chicote de aterramento.
X Não. Existem falhas de alimentação. Verifique a continuidade do chicote de alimentação e, no
caso de falha no circuito de alimentação do relé principal, inspecione o próprio relé (relé 6) .
Verifique o fusível F2 da CVM . Oriente-se pelo diagrama elétrico.
~~-------------------------------------------------------J 125
DUSTER 1.6 16V -lnjeção eletrônica- Testes passo a passo
PJ Teste 1 - Tensão de alimentoção
condição
NCIAL Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir·
a- Chave de ignição: desligada;
b- Terminal elétrico A do MC: desconectado.
1 Ligue a chave de ignição;
2- Meça a tensão entre os terminais apresentados na figura abaixo.
Módulo de
comando
<>-----4111• T01
<>----41roo T01
<>-----411" T01
o
Caixa de fuslveis do painel
~ Bateria
Relé principal da
injeção
INF
ESQ
--'
Caixa de relés e fusfveis do vão do motor
pRICII6neniD
~ Aprox. 12,5 Volts
a: chave de ignição: desligada;
b: desconecte o terminal B do MC e reconecte o terminal A do MC
c: faça umjumper entre o borne D4 do conector B do MC e a massa;
d. ligue a chave de ignição e meça a tensão conforme a figura abaixo.
Multímetro Auto motivo
Este Programa de Treinamento
apresenta os recursos e a
utilização dessa ferramenta
essencial para testes automotivos.
DUSTER 1.616V lnjeção eletrônica- Testes passo a passo
Módulo de
comando
r [fl]
~ ~ l
Caixa de fusíveis do painel
., Teste 2- Aterramento
condição
IICIAL8 Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a- Chave de ignição: desligada;
b- Terminal elétrico A do MC: desconectado.
Relé principal da
injeção
INF
CflJ
DIR ESQ
Caixa de relés e fusíveis do vão do motor
l-Meça a resistência entre os bomes do chicote do MC e o terminal negativo da bateria, conforme represen
tado abaixo.
Módulo de
comando
~~••T01
~llooT01
;;. ~llooT01
~llooTQ1
CflJ
SUP INF
Caixa de fuslveis do painel
Relé principal da
injeção
INF
CflJ
DIR ESQ
Caixa de relés e fuslveis do vão do motor
~~----------------------------------------------------------127
,--... I
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Também conhecido como "sonda lambda", é um
sensor de oxigênio instalado no escapamento do
veículo, capaz de identificar a concentração de
oxigênio nos gases resultantes da combustão.
Informa ao MC a porcentagem de oxigênio
existente nos gases de descarga, para que este
controle as emissões de poluentes através da
adequação da mistura ar/combustível aos valores
próximos do estequiométrico - lambda próximo
de 1. Devido às reações ocorridas no motor,
diferentes concentrações de oxigênio na descarga
são observadas a todo momento. O Duster possui
dois sensores de oxigênio: um localizado antes e
outro após o catalisador. Esse arranjo possibilita
ao MC avaliar a eficiência catalítica com base nas
informações fornecidas pelos sensores HEGO 1 e
HEG02.
P1 Circuito elltrlco
Módulo de
comando
MR --------------------------~
C Rt1clodnlo JHIITI mGnulenfio
DUSTER 1.6 16V ·lnjeçio elelr6nlca Testas passo a passo «?#
Especificação técnica
MTE-THOMSON
MTE
8960.40.040
Caixa de relés e fusíveis do vão do motor
Realize o teste apresentado para ambos os sensores HEGO 1 e HEGO 2.
,.......... ~ OsinalderespostadosensorHEGOestácorreto (teste 1)?
Sim, o sinal está correto. Ainda assim é aconselhável realizar teste com o osciloscópio para
verificar o tempo de resposta do sensor. Verifique, por segurança, o chicote elétrico, para garantir
que o sinal está chegando ao MC. Para tanto, consulte o diagrama elétrico. Se estiver em ordem,
conclui-se que o sensor está em boas condições. Mesmo assim, verifique as condições de sua
resistência de aquecimento (teste 3).
~~------------------------------------------------------------ us
f(A DUSTER 1.6 16V ·lnjeção eletrõnica ·Testes passo a passo
~ A alimentação da resistência de aquecimento está correta (teste 2)?
Sim, está correta. Então realize o teste de resistência (teste 3).
Os valores ôhmicos da resistência de aquecimento estão corretos (teste 3)?
Sim, estão corretos. O sensor está isento de defeitos.
Não, está incorreta. Substitua o sensor, pois sua resistência de aquecimento está sendo
alimentada mas não atua adequadamente.
Não há alimentação para a resistência de aquecimento do sensor. Neste caso, verifique o
circuito de alimentação do sensor, o fusível F2 da CVM e o relé principal (relé 6). Descubra a
origem da ausência de alimentação elétrica e efetue os reparos necessários.
Não há sinal do sensor HEGO ou o sinal está incorreto. Substitua o sensor, pois não está ativo.
dlnllmlco de tensio dos sensores HEGO 1 e HEGO 2
condi~io
IICIAL8 Antes de começar o teste, certifique-se da condição a seguir·
a- Motor em marcha lenta, funcionando na temperatura ideal de operação.
1-Meça a tensão conforme a figura abaixo.
Módulo de
comando
Sensor de
oxigênio
l
Relé principal da
ínjeção
Caixa de relés e fusíveís do vão do motor
Tensão de resposta do HEGO 1: 50 a 900 mV
Tensão de resposta do H EGO 2: 400 a SOO
...
130 ~----------------------------------------------------------~
DUSTER 1.6 16V lnjeçlio eletrônica Testes passo a passo
Teste 2 - Tensão de dos sensores NEGO 1 e NEGO 2
condisão
NCIAL3 Antes de começar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a- Chave de ignição: desligada;
b- Terminais elétricos dos sensores HEGO 1 e HEGO 2: desconectados.
1-Ligue a chave de ignição e meça a tensão de alimentação, conforme a figura.
Módulo de
comando
Sensor de
oxigénio
!!o2)
• Sensor de
oxigénio
proa!Cimei":
1
Aproximadamente 12,6 v (tensão de
~ bateria). Resultado esperado para
HEGO 1 eHEG02.
Teste 3 - Reslstlnclo elétrlco dos sensores NEGO 1 e NEGO 2
condisão
NCIAL3 Antes de começar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a-Chave de ignição: desligada;
b- Terminais elétricos dos sensores HEGO 1 e HEGO 2: desconectados.
1 Meça a resistência entre os bomes indicados na figura abaixo.
Sensor de
oxigénio
-------------------------------------------------------------- 131
DUSTER 1.818V ·lnjeçlo aletr&nlc. T .. t .. paMo a paaao
Sensor de
O sensor é composto por um resistor tipo NTC
(coeficiente negativo de temperatura), no qual o
aumento da temperatura do meio onde se
encontra (líquido de arrefecimento do motor)
causa a redução de sua resistência interna. Como
o sensor recebe alimentação constante do módulo
de comando (5 volts), a variação de sua
resistência interna em função da temperatura
causa alteração na tensão de resposta do sensor ao
MC. A informação da temperatura do líquido de
Circuito elltrlco do sensor de
M6dulode
oomando temp~~s~~~3o de
arre'leCimento
EJl Rt1cloclnlo fHirtl mtJnulenfiO
·ECT
Especificação técnica
MTE-THOMSON
4058
arrefecimento é utilizada pelo MC para o controle
da razão ar/combustível, correção da rotação de
marcha lenta, controle de avanço de ignição e
tempo de injeção. O sensor possui três pinos:
alimentação, sinal de resposta para o MC e
informação para o painel de instrumentos.
ao
(CA01 ) ~
MR~MR~
Painel de
Instrumentos
'-,~-(1;; __ o_s_in_a_l_d_e_r_e_sp_o_s_t_a_d_o_s_e_n_so_r_E_c_T_ e_s_tá_ co_r_r_e_to_ C_te_s_te_ l)_? ___________ ~
Sim, está correto. Conclui-se que o sensor está enviando ao MC a tensão que corresponde ao real
valor de temperatura do líquido de arrefecimento. Realize por segurança o teste de resistência
elétrica (teste 2) para verificar toda a faixa de operação do sensor.
~ A resistência elétrica está correta (teste 2)?
Sim, está correta. Neste caso, o circuito do ECT está em ordem e qualquer falha apresentada
no sistema de injeção tem outra origem.
Não. O valor da resistência está fora do especificado. O sensor está danificado. Substitua-o.
Não, o sinal está incorreto ou não existe sinal. Verifique então se o problema está na alimentação
do sensor (teste 3).
~ A tensão de alimentação está correta (teste 3)?
Sim, está correta. Neste caso, o sensor ECT está danificado, pois está sendo alimentado e
envia sinal de resposta incorreto. Substitua o ECT.
Não há tensão de alimentação. Verifique o chicote elétrico e substitua-o se necessário.
Acompanhe o diagrama elétrico e identifique possíveis rompimentos no chicote. Caso o
chicote esteja perfeito, e não haja alimentação no ECT, suspeite de falhas internas do MC.
1U ~--------------------------------------------------------~-
r-
r---
r-
...........
DUSTER 1.6 16V • lnjeçlo eletr6nlcll · T•tea pano 1 paliO
Tabelas de valores caracterlstlcos do sensor ECT
Temperatura (°C] Tensão M
-10 4,48 Gráfico G.3.1
o 4,16 5
4,5
10 3,76 4
20 3,28 :E 3,5
-.....,
......
30 2,74 o 3 •ca
40 2,24 UI 2,5
c 2
50 1,78 ~ 1,5
60 1,38 1
0,5
70 1,06 o
....... ....._
....__,
80 0,81 -10 o 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110
90 0,62
100 0,47
Temperatura ("C)
110 0,38
Tabela T.3.1
Temperatura (0 C] Resistência [0)
-10 12372
o 7276 Gráfico G.3.2
10 4434
20 2797
30 1780
40 1188
50 800
60 578
70 389
80 256
§:
14000
12000
ca
'ij 10000 c
:! 8000
UI
'iii 6000
~ 4000
2000
1\
\
~
'\
-....,
........ -90 203 o
100 149 -10 o 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110
110 114 Temperatura ("C)
Tabela T.3 .2
., Teste 1 - RespostD dlnlmlca de tensão
Realize este teste inicialmente com o motor frio, em seguida, com o motor aquecido. Utilize o
gráfico que representa a curva do sensor para identificar a tensão de resposta nas váriastemperaturas. Em seguida ligue o motor, aguarde seu aquecimento e faça uma nova medida
de tensão de resposta.
=r:... Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
'O' a-Terminal elétrico do sensor ECT· conectado;
b-Chave de ignição: ligada.
~~--------------------------------------------------------~ 133
DUSTER 1.616V lnjeção ele1rõnica Tes1es passo a passo
l-Meça a tensão elétrica, como apresentado na figura abaixo.
~ ~
(CA01 ) ~ [c-! j A --------4Esi5sJ:f.~B!ss;-.....------4A12 ~
Módulo de
comando
Tensão esperada para motor frio: 3,28 Volts
Para motor aquecido: 0,62 Volts
Sensor de
temp. do líquido de
arrefecimento
Painel de
instrumentos
rJ Teste 2- Reslstincla elétrlca ~ &:...--..~.... _ ________;_~~----~
condisão
IICIAI.~
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir
a-Chave de ignição: desligada; h-Terminal elétrico do sensor: desconectado.
1- Meça a resistência interna do sensor, conforme figura abaixo, e compare com a tabela (T.3.2).
"T)
Sensor de
temp. do líquido de
arrefecimento
Medida obtida
~Resposta de tensão esperada para temperatura de 20°C é de aproximadamente 2,80 k:n.
I'J Teste 3 - Tensão de alimentação
condi são
INICIAL8 Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir·
a-Terminal elétrico do sensor ECT· desconectado; h-Chave de ignição: ligada.
1- Meça a tensão elétrica entre os bornes do terminal elétrico do chicote do sensor, como indicado na figura
abaixo.
Módulo de
comando
134
Sensor de
temp. do líquido de
arrefecimento
ao
o-----~-------~~1
Painel de
instrumentos
Sensor de temperatura do ar admitido -AG
O sensor é composto por um resistor tipo NTC. O
aumento da temperatura do ar no interior do
coletor de admissão causa a redução de sua
resistência interna. O sensor recebe alimentação
constante (5 v) do módulo de comando e
conforme a resistência elétrica varia em função da
temperatura, seu sinal de resposta também varia.
Circuito elétrico do sensor de temperatura
-~LU)
DUSTER 1.616V -lnjeção eletrõnica- Testes passo a passo
Módulo de
comando
sg~~ra~~~~~g- ~··············································································································································'
r---- EJ'l Raclocfnio para manutenção
~~-~ ___ o __ si_n_a_l_d_e_r_e_s_p_o_st_a_d_o __ s_en __ so_r_A __ C_T __ e_st_á_c_o_r_r_e_to __ C_t_e_st_e_l_)_? _______________________ ~
Sim, está correto. O sensor está enviando ao MC a tensão que corresponde ao real valor de
temperatura do ar no interior do coletor de admissão. Realize o teste de resistência elétrica
(teste 2) para verificar toda a faixa de operação do sensor.
~ A resistência elétrica está correta (teste 2)?
Sim, está correta. O circuito do ACT está em ordem.
Não. O valor da resistência está fora do especificado. Substitua o sensor.
Não, o sinal está incorreto ou não existe sinal. Verifique então se o problema está na alimentação
do sensor (teste 3).
~ A tensão de alimentação está correta (teste 3)?
Sim, está correta. Neste caso, o sensor ACT está danificado, pois está sendo alimentado e
envia sinal de resposta incorreto. Substitua o ACT.
Não há tensão de alimentação. Verifique o chicote elétrico e substitua-o se necessário.
Acompanhe o diagrama elétrico e identifique possíveis rompimentos no chicote. Caso o
chicote esteja perfeito, e não haja alimentação no ACT, suspeite de falhas internas do MC.
~-------------------------------------------------------------J 135
DUSTER 1.6 16V ·lnjeçio aletr6nlca • T•tM pauo a paaao
Tabelas de wlores caracterlstlcos do sensor ACT
Temperatura [°C] Tensão [V]
Gráfico G.4.1
-10 3,92
o 3,51
10 3,01
20 2,49 :E
30 2 o
ln!
40 1,57 III c
50 1,22 ~
60 0,93
70 0,73
80 0,57
Tabela T.4.1
4,5
4
3,5 r--..
...............
2,5
1,5
1
0,5
o
·10 o
...............
.............. --.... --.....,
"-- ---
w ~ ~ ~ m ~ m w
Temperatura ("C)
Temperatura [°C] Resistência [!1]
-10 9374
o 5998
10 3811
20 2491 g:
30 1671 IV
'ij
40 1150 c
cQI -50 807 III
'iii
60 569 Ql
o::
70 424
80 319
Tabela T.4.2
10000
9000
8000
7000
6000
5000
4000
3000
2000
1000
o
Gráfico G.4.2
'\
'\
\
"" "" .........
!'-.
~
~ o w ~ ~ ~ m ~ m w
Temperatura ("C)
p] Teste 1 • RespostD dlnlmlca de tensio
Realize este teste inicialmente com o motor frio, em seguida, com o motor aquecido. Utilize o
gráfico que representa a curva do sensor para identificar a tensão de resposta nas várias
temperaturas. Em seguida ligue o motor, aguarde seu aquecimento e faça uma nova medida
de tensão de resposta. =:,. Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir
U a-Terminal elétrico do sensor ACT· conectado;
b-Chave de ignição: ligada.
136 ~------------------------------------------------------------
DUSTER 1.616V ·lnjeçlo elell6niC11 Teatu ptiHO I ptiHO
l-Meça a tensão elétrica, como apresentado na figura abaixo e compare com a tabela (T.3.1).
Módulo de
comando
PJ Teste 2 • Reslstlncl11 elltrlc11
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a-Chave de ignição: desligada;
b-Terminal elétrico do sensor: desconectado.
1- Meça a resistência interna do sensor, conforme figura abaixo, e compare com a tabela (T.3 .2).
Módulo de
comando
Medida obtida
--~------------------------------------------------------------ 131
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrõnica Testes passo a passo
PJ Teste 3 - Tensão de alimentação
condição
IICIAL8 Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir
a-Terminal elétrico do sensor ACT: desconectado;
h-Chave de ignição: ligada.
1- Meça a tensão elétrica entre os bomes do terminal elétrico do chicote do sensor, como indicado na figura
abaixo.
Módulo de
oomando
~T )
~
Sensor de temp.
do ar admitido
o
Sistema de REFRIGERAÇÃO de AR
A cada verão, aumenta o interesse por ter
um ar-condicionado instalado no veículo.
Aproveite esse mercado.
Programa de treinamento sobre o princípio
da refrigeração de ar automotiva, que tem o
objetivo de levar conhecimento sobre os
principais itens envolvidos: a termodinâmica
e a tecnologia empregada; completo estudo
sobre os fenômenos físicos da troca de calor
e da variação de temperatura, as
propriedades básicas do fluido ao condensar
e ao vaporizar, e como esses fenômenos são
utilizados e controlados.
Inclui:
• Manual
emCO
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138 '---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------~~
..
Sensor de pressão tJbsolutD - MAP
Informa ao Módulo de Comando a pressão
absoluta do ar existente no interior do coletor de
admissão. É alimentado diretamente pelo MC e
envia sinal de resposta proporcional à pressão no
coletor. O cálculo da massa de ar admitida é feito
principalmente com base nas informações
fornecidas pelos sensores MAP, ACT e CKP.
I'J Circuito elétrico
Módulo de
comando
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrõnica • T- passo a passo «?#
Especificação técnica
Mm-THOMSON
7136
Tt1belt1 de vtJiores ctJrtJcteristlcos do sensor MAP
TABELA T.5.1
Depressão [mmHg] Tensão M
o 4,4S
100 3,9S
200 3,26
300 2,S3
400 1,80
soo 1,12
•.s
~ 3,S
o
': 2,5
c:
~ 2
I.S
o.s
Gráfico G.5.1
.........._
...........
.........
.........
r--.....
..........
100 ~
Depressão aplicada no sensor Depressão [mmHg)
TABELA T.5.2
Pressão abs. [mbar]
soo
600
700
800
900
1000
Tensão M
2,13
2,66
3,20
3,73
4,2S
4,80
Pressão absoluta do coletor de admissão
TABELA T.5.3
Pressão abs.
[mbar]
soo
600
700
800
900
1000
Resistência
[lill]
69,94
4S,7S
29,S6
18,04
9,40
2,63
Pressão absoluta do coletor de admissão
g
<11
1l c:
'$
.;
:!
GráficoG.5.2
v
---____.. !--"
soo 700 800 ... 1000
Pressão absoluta [mbar)
Gráfico G.5.3
70
60
so
1"'--
"' .. r--.._
""' 20
lO
............
r--.... --soo 600 700 800 ... 1000
Pressão absoluta [mbar]
--------------------------------------------------------------- 139
t(A DUSTI:R 1.6 16V lnjeçio eletr6nlc.l Testes passo a passo
., Slntomtls em CtiStl de {rllhtiS
Ao trabalhar com valores errados de pressão no
coletor de admissão, o funcionamento do motor é
bastante afetado, sobretudo em regimes
transientes de operação.
EJ1 ~ RtlcltiCinlo fHITtl mtlnutenção
Antes de realizar os testes, verifique se há alguma
entrada falsa de ar no coletor de admissão ou no
próprio alojamento do sensor. Inspecione também
o filtro de ar. Embora os testes não identifiquem
falhas no sensor, a alimentação do motor pode
ficar comprometida em consequência de sua
Em caso de perda do sinal de pressão do coletor, o
MC adota um valor fixo, e o motor reage muito
mal às solicitações de aceleração.
ineficácia, pois a restrição ao enchimento dos
cilindros se eleva conforme a saturação do
elemento filtrante, causando a queda do
rendimento do motor.
~ Os resultados do teste do sensor em pressões variadas estão corretos (teste 2)?
Sim, estão corretos. O sensor está funcionando normalmente. Apenas, certifique-se de que não
haja entradas falsas de ar no alojamento do sensor e tampouco em qualquer outro ponto do
coletor de admissão ou do corpo de borboleta. Verifique a continuidade do chicote entre o sensor
e o módulo de comando. Assegure-se de que seus sinais estejam chegando ao MC.
~ Não. Foram verificadas falhas nesta aferição. Faça então o teste de alimentação elétrica (teste 1).
~ A alimentação elétrica está correta (teste 1)?
Sim, está correta. O sensor está alimentado, mas não envia sinal de resposta ao MC. Neste
caso, a falha está no próprio sensor. Verifique a integridade do chicote elétrico. Se estiver
perfeito, substitua o sensor.
Não. A alimentação do sensor está incorreta. Verifique então a continuidade do chicote entre o
sensor e o MC. Caso o chicote esteja perfeito, inspecione os terminais do MC quanto à
integridade e mau contato. Suspeite do MC na hipótese, pouco provável, de não estar
alimentando o sensor .
• Teste 1 - Tensão de t1Hment11çiio
condição
NCIAI.8 Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a-Terminal elétrico do sensor MAP· desconectado;
h-Chave de ignição: ligada.
-
140 '-------------------------------------------------------------~---
r-
r-
DUSTER 1.616V lnjeção eletrõnica Testes passo a passo
l-Meça a tensão de alimentação, como mostrado na figura a seguir.
~
o
Módulo de
comando
Sensor de pressão
absoluta
Teste 2- Respost/1 dlnamlca de pressão
condição
INICIAL8 Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a-Chave de ignição: ligada;
h-Sensor MAP· removido, mas conectado a seu chicote elétrico.
l-Conecte a bomba de vácuo ao sensor MAP, aplique as depressões sugeridas e meça cada tensão conforme
a figura abaixo.
o
Módulo de
comando
~
Jt---------4( A ~
~
Sensor de pressão
absoluta
Depressão [mmHg]
o
100
200
300
400
soo
Tensão [V]
4,45
3,95
3,26
2,53
1,80
1,12
Depressão aplicada no sensor
Conheça os conceitos técnicos e científicos da eletrônica
embarcada nos veículos com injeção eletrônica.
•Estudo de Sensores e Atuadores
·Estudo de Sistemas Eletroeletrônicos
•Estudo de Eletricidade Básica
•Estudo de lnjeção Eletrônica
·Osciloscópio
--~------------------------------------------------------------_, 141
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletrônica Testes passo a passo
Borboleta motorizado - ETC
Compreende o conjunto do corpo de borboleta, que incorpora uma válvula
controladora de fluxo de ar de admissão (borboleta), o motor elétrico
(acionado com frequência de 1 kHz) responsável por movimentar a
borboleta e dois potenciômetros que informam ao MC a posição instantânea
da borboleta. Tanto o motor quanto os potenciômetros são alimentados
diretamente pelo MC .
., Circuito elétrlco
Módulo de
comando
RS
cz
RS
VD
BR
BG
c:::n Roclocinio poro manutenção
O mau funcionamento da borboleta motorizada
afeta não apenas as condições transientes de
operação, mas também a marcha lenta, uma vez
que não existe neste sistema um atuador
específico de marcha lenta, pois é a própria
borboleta motorizada quem a controla.
A borboleta motorizada está sujeita a contami
nações que podem afetar o controle de marcha
lenta. Por isto são recomendadas a inspeção e
limpeza de seu eixo, bem como a verificação de
sua livre movimentação angular até a posição de
plena carga.
~ O sinal de resposta dos potenciômetros do ETC está correto (teste 1)?
Sim, o sinal está correto. Significa que o ETC está alimentado e seu potenciômetro funciona
corretam ente. Verifique o chicote elétrico entre o ETC e o MC, pois pode não haver continuidade
e seu sinal não estar chegando ao MC. Confira também as condições dos terminais do chicote e
do próprio MC.
~ O chicote elétrico está em boas condições?
Sim, o chicote está em ordem. O circuito dos potenciômetros do ETC está funcionando
corretamente.
Não. O chicote apresenta mal contato ou curto-circuito. Corrija o defeito ou substitua o chicote.
Não. O sinal do ETC está incorreto. Neste caso, o problema pode estar no sensor ou na alimentação
elétrica. Verifique primeiro a alimentação do ETC (teste 2).
~ A tensão de alimentação está correta (teste 2)?
Sim, está correta. O defeito pode ser do próprio sensor ou do fio de sinal do chicote.
Não há tensão de alimentação. Inspecione o chicote elétrico e procure por pontos de
interrupção do mesmo. Se estiver danificado, corrija o defeito ou substitua-o se necessário. Se
o chicote estiver perfeito e não houver alimentação no ETC, é possível que o MC não esteja
alimentando o ETC. Verifique o MC.
142 ~------------------------------------------------------------~~
r
r
condição
IICIAL8
DUSTER 1.616V -lnjeção eletrõnica Testes passo a passo
dln8mic11 dos
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a-Chave de ignição: desligada;
h-Terminal elétrico do ETC: conectado.
l-Ligue a chave de ignição. Meça a tensão conforme a figura.
Borboleta em repouso: 0,89 V
Borboleta totalmente aberta: 4, 72 V
Medidas obtidas
proceclmeniD p o A 2 otencwmetro :
~GI-IDDj-q Borboleta totalmente fechada: 4,49 V
Borboleta em repouso: 4,10V
Borboleta totalmente aberta: 0,34 V
Potenciômetro 1: ponta de prova vermelha no fio 2 (verde) e ponta de prova preta no fio 1 (rosa);
Potenciômetro 2: ponta de prova vermelha no fio 6 (branco) e ponta de prova preta fio 1 (rosa) .
., Teste 2 - Tensiio de lllimenfllçiio
condição
IICIAI. Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a-Terminal elétrico do ETC: desconectado;
h-Chave de ignição: ligada.
l-Meça a tensão, conforme a figura.
Módulo de
comando
~~------------------------------------------------------------------------ 143
LP
,_,..,
\..-.J
r--"\
'---'
r--'1
~- -' ,.......,
\.__,
,.-..
\,__)
o
~
\._ _ _)
•r---")
\.__J
c
f'·
\._)
~
Lt
.~
'----'
o
c
o
c-J
o
(~
'---/
,..--..
LJ
o
r
\,__J
.r-"\
LJ
o
o
o
u
o
o
o
' L_,
DUSTER 1.6 16V lnjeçllo eletr6nlca ·Testes passo a pesso
Sensor de da 6rvore de manivelas • CKP
É um sensor do tipo indutivo, composto por um
cartucho hermético, onde estão presentes um ímã
permanente e um indutor. Através do
deslocamento relativo dos dentes de uma roda
dentada, o sensor CKP gera tensão alternada com
freqüência proporcional à rotação do motor. A
ausência de dois dentes na roda dentada informa
ao MC a posição inicial da árvore de manivelas,
permitindo o sincronismo dos sistemas de injeção
e ignição. Esta ausência de dois dentes é atribuída
a uma posição definida da árvore de manivelas
para o cilindro 1 e, ao ser identificada, o
processadorreconhece a posição da árvore de
manivelas permitindo o cálculo do momento
PJ Circuito elltrlco
~ ~l
l9:==::~
exato de ignição e injeção. O sensor é fixado no
bloco do motor e posicionado de forma radial à
roda dentada. O não funcionamento do sensor
impossibilita o funcionamento do motor.
Módulo de Sensor de posição da ~ .................................................................................................. ../
comando árvore de mamvelas
mJ Rac/ocfnlo para manutenção
~ A resposta dinâmica de frequência está correta? (teste 1)?
Sim, está correta. Significa que o sensor está gerando sinais corretamente. É necessário certificar
se que os sinais estão chegando ao MC. Para tanto, consulte o diagrama elétrico no final desta
edição e faça um teste de continuidade entre o CKP e o MC.
~ Não, está incorreta. Realize então o teste de resistência para verificar se há rompimento (teste
2).
~ A resistência elétrica está correta C teste 2)?
Sim, está correta. Verifique o alinhamento e o posicionamento do sensor. Limpe o sensor e
elimine quaisquer resíduos metálicos que possam ter sido atraídos por seu núcleo imantado.
Confira a integridade da roda dentada, que pode afetar o sinal do CKP Realize novamente o
teste de resposta dinâmica. Se não apresentar resultado correto, é possível que haja
rompimento interno do chicote do sensor. Substitua-o.
Não. A resistência está incorreta. O sensor está danificado e deve ser substituído.
~CJ~· ---------------------------------------------------J 145 o
DUSTER 1.616V lnjeçlo eletr6nlca. TniH pu•o • ~
dln8mlca de
Antes de começar o teste, certifique-se da condição a seguir
a-Terminal elétrico do sensor CKP: desconectado.
1-Dê partida no motor.
2-Meça a frequência de resposta do sensor, corno na figura abaixo.
Módulo de
comando
O motor não entrará em funcionamento.
Sensor de poslcao da
árvore de manrvelas
Teste 2 • Reslstlncla elltriCII
Antes de começar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a-Chave de ignição: desligada;
h-Terminal elétrico do sensor CKP· desconectado.
l-Meça a resistência entre os bomes do terminal do sensor, corno na figura abaixo.
Módulo de
comando
Sensor de peslcao da
árvore de manrvelas
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146 '--------------------------------------------------------------
~
Sensor de -ICS
Instalado em posição estratégica no bloco do
motor, o sensor de detonação não possui
alimentação elétrica. É um cristal piezoelétrico,
capaz de captar as vibrações do bloco do motor, e
transformá-las em tensão alternada, com
freqüência e amplitude proporcionais à
intensidade da vibração. A ocorrência de
detonação no motor fará com que o sensor gere
sinal de tensão alternada numa faixa de
rJ Circuito elétrico
~
VM
BR
DUSTER 1.6 16V -lnjeção eletrônica- Testes passo a passo
freqüência e amplitude reconhecidas pelo MC.
Então, uma vez assim identificada a existência de
detonação, o módulo de comando atrasará, por
medida de segurança, o ponto de ignição,
independentemente do valor imediato de avanço
de ignição encontrado no instante da detonação.
~ PR Sensor de +------
detonação
Módulo de
comando
rn Rllciocínio piiTII mllnutençiio
~ O sensor de detonação está respondendo corretamente às batidas aplicadas (teste 1)?
Sim, está respondendo. Significa que o sensor está operante. Por segurança, verifique as
condições do chicote e cheque sua continuidade. Oriente-se pelo diagrama elétrico.
~ Não. O KS não responde. Neste caso, substitua o sensor. Na instalação, limpe bem a superfície
do bloco onde o KS se encaixa, e aperte-o com o torque de 25 Nm.
P'J Teste 1 - Respostll de tensão
condi~ão
IICIAI. Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a-Chave de ignição: desligada; h-Terminal elétrico do KS: desconectado.
l-Bata com firmeza e repetidamente com uma haste metálica no parafuso do KS, e meça a tensão de
resposta, como apresentado na figura abaixo.
Módulo de
comando
~
1§
~~
Aplicar leves golpes no sensor KS Tensão gerada a cada batida no KS:
aprox. 0,7 Volts.
---------------------------------------------------------------J 147
DUSTER 1.6 16V - lnjeção eletrônlca Testes passo a passo
Injetam combustível no coletor de admissão em forma pulverizada. São
alimentados pelo relé principal da injeção (Relé 6) e comandados
individualmente pelo MC.
P'J Circuito elétrlco
Módulo de
comando
cz
BG
MR
~
Eletroinjetor 3
Eletroinjetor 2 '4
~
Eletroinjelor 4
VM T
VM _j
Caixa de relés e fusíveis do vão do motor
~ Raciocínio para manutenção
~ A resistência interna está correta C teste 1)?
\L Sim, está correta. Faça agora o teste de alimentação elétrica C teste 2 ) .
~ A alimentação dos eletroinjetores está correta (teste 2)?
Sim, eles estão sendo alimentados corretam ente. Faça então o teste de pulso para verificar se o
MC está aterrando os eletroinjetores corretamente (teste 3 ) .
~ Os pulsos de aterramento estão sendo aplicados em todos os eletroinjetores?
Sim, existem pulsos de aterramento em cada um dos 4 eletroinjetores. Neste caso, não há
falhas de acionamento, pois os eletroinjetores estão sendo alimentados e aterrados
corretamente. Para se assegurar da funcionalidade dos mesmos, remova-os e instale-os no
equipamento de teste e limpeza. Efetue a limpeza e faça os testes de vazão, formato de spray
de combustível e estanqueidade.
148 ~--------------------------------------------------------------
DUSTER 1.616V lnjeção eletrOnica Testes passo a passo
Não há pulsos de aterramento. Verifique a continuidade dos chicotes dos eletroinjetores ao
MC. Caso os chicotes estejam perfeitos, suspeite do MC, que pode não estar enviando os
pulsos de aterramento. Faça o teste no sensor CKP.
Não há alimentação no eletroinjetor. Neste caso verifique o fusível F2 e o relé principal (Relé 6)
da CVM. Inspecione também o chicote elétrico de alimentação. Oriente-se pelo diagrama
elétrico para tanto.
Não. A resistência do eletroinjetor está fora da faixa especificada. Isto significa defeitos no
enrolamento interno e compromete o funcionamento do componente. Substitua todos os
eletroinjetores cuja resistência apresenta-se incorreta.
rJ Teste 1 - Reslstlncla elétrlca
condição
NCIAI.8 Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir·
a-Chave de ignição: desligada;
h-Terminal elétrico dos eletroinjetores: desconectado.
l -Meça a resistência elétrica de todos os eletroinjetores.
Eletroinjetor 1
Repita esse teste em todos os
eletroinjetores.
PJ Teste 2- Tensão de alimentação
condição
INICIAL8 Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir·
a-Terminais elétricos dos eletroinjetores: desconectados;
h-Chave de ignição: desligada.
l-Ligue a chave de ignição e meça a tensão de alimentação de cada um dos eletroinjetores, como
apresentado abaixo.
149
DUSTER 1.6 16V - lnjeção eletr6nica - Testes passo a passo
Módulo de
comando
Eletroinjetor 1 ~
0 ~ Eletroinjetor2
0
Eletroinjetor3 ~
0
Eletroinjetor4
PJ Teste 3- Pulsos de tlfe"tlmentD
Caixa de relés e fusíveis do vão do motor
12,6 V (tensão
Antes de iniciar o teste, certifique-se da condição a seguir:
a-Chave de ignição: desligada.
l-Dê a partida no motor e verifique os pulsos de aterramento dos injetores com uma caneta de polaridade,
como apresentado abaixo.
Módulo de
comando
Eletroinjetor 2
Eletroinjetor 4
~1Ao ligar a chave de ignição, o led
~ vermelho deve acender, indicando
que o eletroinjetor está sendo
alimentado. Ao dar a partida, o led verde deve
piscar e o vermelho permanecer aceso, indi
cando que o MC está comandando o eletro
injetor.
l
---
Relé principal da
injeção
( CVM )
Caixa de relés e fusfveis do vão do motor
Caso o motor não entre em funcio
namento, execute o teste durante
a partida.
150 ~--------------------------------------------------------------~
O sistema monobobina possui 4 bobinas deignição, cada uma posicionada sobre uma vela. O
terminal de alta tensão de cada bobina se encaixa
sobre a vela correspondente. Portanto, não
existem cabos de velas neste sistema. Cada bobina
é um componente independente, responsável por
fornecer alta tensão para somente uma vela.
No entanto, as bobinas dos cilindros 1 e 4
possuem circuito de alimentação e aterramento
ligados em série. O mesmo ocorre para as bobinas
dos cilindros 2 e 3.
A bobina do cilindro 1 recebe alimentação elétrica
pelo seu bome 1. O bome 2 da bobina do cilindro
1 não é ligado ao MC para aterramento eletrônico,
Clrcu/tD elltrlco
Módulo de
comando
Bobinas de
igniçao 4
~
DUSTER 1.6 16V • lnjeçio eletr6nlca • Teetes pa111o a pa1110
mas ao bome 1 da bobina do cilindro 4, por onde
esta é alimentada. Já o bome 2 da bobina do
cilindro 4 é ligado ao bome M4 do conector C do
MC, que é responsável pelo comando de pulsos de
aterramento das bobinas dos cilindros 1 e 4.
Assim, uma eventual falha (de alimentação ou de
aterramento) de uma bobina, causará falha
também na bobina do cilindro gêmeo.
Bobinas de
ignlçao 1
ESQ
.-------- AM -------€l""EJE)~---- AM --+---------'
~ ~
AM -------<IP'3D-----MRNM-......_--~ VM
l
Caixa de fuslvels do painel Caixa de relés e fuslvels do vao do motor
Série Veículos - Série Motores Otto - Série Motores Diesel
Série Especial - Série Eletroeletrônica
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151
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletr6nlca Teetes passo a passo
f;j] Racloclnlo para manutenção
~ A resistência elétrica do circuito primário está correta (teste 2)?
w Sim, está correta. Neste caso, procure por trincas, deformações e sinais de
aquecimento excessivo na bobina. Verifique então a alimentação elétrica.
~ A alimentação elétrica está correta (teste 3)?
Sim, está correta. Neste caso, o defeito pode estar no chicote que vai do MC até
a bobina, ou na própria bobina. Faça o teste de pulsos de aterramento para
verificar se o MC está comandando a bobina corretamente. (teste 4)
~ Os pulsos estão sendo enviados corretamente?
t: Sim, estão chegando pulsos à bobina. Neste caso, a falha está na
bobina. Substitua-a.
Não há pulsos de aterramento. Verifique então o chicote elétrico, entre o MC e
a bobina. Oriente-se pelo diagrama elétrico. Verifique o correto aterramento e
alimentação do MC. Se os sensores CKP e CMP estiverem em ordem, o
suspeite do MC.
Não há tensão de alimentação. Verifique então o chicote, sempre orientando-se pelo
diagrama elétrico. Verifique o fusível F2 da CVM e o relé da bomba de combustível (relé
7). Limpe todos os terminais elétricos envolvidos. Faça um teste de continuidade e curto
circuito. Possivelmente a falha está no chicote elétrico.
Não. A resistência não está conforme o especificado. Substitua todas as bobinas que
apresentarem resistência incorreta .
., Teste 1 • Reslstlncla elltrlca
co~o
lN 8 Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir·
a-Terminais elétricos das bobinas: desconectados.
l-Meça a resistência, como na figura abaixo:
Bobina de
lgnlçêo 3
Teste Z • Tenslo de
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir·
a-Terminais elétricos das bobinas 1 e 2: desconectados. b-Chave de ignição: desligada.
tU ~----------------------------------------------------------~~
DUSTER 1.6 16V lnjeçlo eletr6nlca ·Testes passo a passo
l-Ligue a chave de ignição e, simultaneamente, meça a tensão, como indicado na figura.
ESQ
LCA 01)
A4 A4
INF INF SUP
Caixa de fuslvels do painel Caixa de relés e fuslveis do vao do motor
l -Ligue a chave de ignição e,simultaneamente, meça a tensão, como indicado na figura.
2-Desligue a chave de ignição;
3-Reconecte os terminais elétricos das bobinas 1 e 2;
4-Desconecte os terminais elétricos das bobinas 3 e 4;
INF
Caixa de fuslvels do painel
Bobinas de
Jgnlção4
(CA01)
A4 A4
SUP
Caixa de relés e fuslvels do vao do motor
-------------------------------------------------------------' 153
1
DUSTER 1.8 18V ·lnjeçio eletr6nlca • T- paSio a pae110
Teste 3 - Pulsos de t1te"t1mentD
Antes de iniciar o teste, certifique-se da condição a seguir
a-Chave de ignição: desligada.
l-Dê a partida no motor e verifique os pulsos de aterramento dos injetores com uma caneta de polaridade,
como apresentado abaixo.
1
INF SUP
Caixa de fuslveis do painel Caixa de relés e fuslveis do vao do motor
.............
~CGIIID~'V Ao ligar a chave de ignição, o led vermelho deve acender, indicando que a bobina está
alimentada. Ao dar a partida, o led verde deve piscar e o vermelho permanecer aceso,
indicando que o MC está enviando os pulsos de aterramento. O Led verde piscará com intensidade mais
forte nos testes das bobinas 3 e 4.
Caso o motor não entre em funcionamento, execute o teste durante a partida.
Mecânica 2000 A
Apresentamos, nesta edição, o Agile 1.4 da Chevrolet,
com injeção eletrônica Multec H N 14YF- C. Veja as
metodologias das etapas de diagnósticos de falhas,
como realizar manutenções no sistema de direção
hidráulica e os procedimentos habituais de desmon- ,....-....
tagens, testes, substituições e montagens em seus
sistemas.
Inclui:
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emCO
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154 '-----------------------------------------------------------~=-
Sensor de do do t1celert1dor- SPA
O SPA é integrado por dois potenciômetros independentes,
que informam ao MC a posição instantânea do pedal do
acelerador, para que o MC reconheça a intenção do condutor
e determine a atuação de abertura da borboleta. É
alimentado com SV diretamente pelo módulo de comando.
PJ Circuito elétrlco
BG -----411
cz -----411
MR -----411
BR -----411
VD -----411
RS -----411
DUSTER 1.616V lnjeçAo eletrônlca Testes passo a passo
Módulo de
comando
Sensor de 8osiçao do daOJ~r:~or • ········· ..................................................... ...................... ./
6J Rtlciocfnlo ptlrtl mtlnutenção
~ A resposta dinâmica de tensão está correta (teste 1)?
0 Sim, seu sinal de resposta está correto. Significa que o sensor de posição do acelerador está
funcionando perfeitamente. Ainda assim é necessário verificar se seu sinal está chegando ao MC.
Confira o chicote elétrico entre o SPA e o MC. Oriente-se pelo diagrama elétrico.
~ O chicote elétrico está em boas condições?
Sim, está perfeito. Neste caso, o circuito do SPA está em ordem e a falha apresentada pelo
veículo tem outra origem.
Não. Foi observado curto-circuito ou algum ponto de interrupção do chicote (mal contato).
Efetue os reparos necessários, ou substitua o chicote.
Não. O sinal do SPA está incorreto. Realize o teste de alimentação elétrica para identificar se a falha
está na alimentação ou no sensor (teste 2).
~ A tensão de alimentação está correta (teste 2)?
0 Sim, o sensor está devidamente alimentado. Se não estiver enviando sinais de resposta
corretos, substitua o sensor.
~~---------------------------------------------------------J 155
DUSTER 1.6 16V ·lnjeçio eletr6nlca Testes passo a passo
~ A resistência elétrica está correta (teste 3)?
Sim, está correta. Inspencione o chicote e os conectores do SPA e do MC.
Não. Substitua o SPA, pois este apresenta defeito em seus potenciômetros.
Não há tensão de alimentação. Inspecione o chicote elétrico e substitua-o se necessário. Se
estiver perfeito e não houver alimentação no SPA, suspeite do MC. Embora remota, existe a
possibilidade de o MC não estar alimentando o sensor SPA.
• Teste 1 • Resposlll dlnlmlctl de tenslo
a=:r Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
V a-Chave de ignição: ligada.
l-Meça a tensão de resposta do sensor nas duas situações, como indicado na figura abaixo.
o
Módulo de
comando
• Teste 2 • Tenslo de 11Umenlllçio
a=:r Antes de iniciar o teste, certifique-se das condiçõesa seguir:
V a-Terminal elétrico do sensor SPA: desconectado;
h-Chave de ignição: ligada.
l-Meça a tensão conforme a figura abaixo.
156 ~----------------------------------------------------------~~
Módulo de
oomando
Sensor=e slçao
do ai
do a lerador
DUSTER 1.6 16V ·lnjeçlo eletr6nlc:a THiel puao 1 puao
Medida obtida
Teste 3 - Reslstfncla elétrlca =:.. Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
V a-Terminal elétrico do sensor SPA: desconectado;
h-Chave de ignição: desligada.
1-Meça a resistência nas seguintes condições representadas abaixo.
Módulo de
oomando
lf%1~[.~1
trelnlndo os
reparadores
do Brasil
··-~:fi Potenciômetro 2:
t' w Pedal livre: 1,24k.Cl.
Pedal pressionado: 2,00 k.Cl.
Durante a movimentação do pedal o valor de resistência elétrica deve variar sem
descontinuidade entre os valores mínimo e máximo apresentados.
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~~------------------------------------------------------------ 157 r-
DUSTER 1.6 16V lnjeção eletr6nlca Testes passo a passo
Eletroválvula de purga do clnlster- CANP
A válvula de purga do canister tem a função de controlar o fluxo de vapor de
combustível (purga) gerado no tanque, direcionando-o para o canister
(filtro de carvão ativado), ou para o coletor de admissão, conforme os vários
regimes do motor, evitando a poluição atmosférica por hidrocarbonetos e
contribuindo para a economia de combustível. É controlada pelo MC, e
quando aberta, permite a passagem do vapor de combustível proveniente do
tanque para o coletor de admissão, para ser incorporado à mistura ar/combustível. Quando fechada,
os vapores são direcionados para o canister, onde são absorvidos no filtro de carvão ativado.
Circuito elétrlco
~ ~ ( CV~M~) --------------~
lc:::::)Jo.•~ RS .VJ~~: J ~MRNM~
Módulo de , .......................... • Válvula de purga ~ Bateria T01
comando do canister Relé principal da
lnjeçêo
'----------------------------
Caixa de relés e fuslvels do vao do motor
c;Jl Racloclnlo para manutenção
Sim. A eletroválvula CANP está funcionando corretamente. Não é necessário
prosseguir com os testes.
Não. A CANP não está funcionando corretamente. Então o próximo passo é identificar
onde está a falha: se na válvula ou no circuito elétrico. Faça o teste de alimentação
elétrica (teste 2).
~ A CANP está recebendo alimentação corretamente (teste 2)?
Sim, está sendo alimentada corretamente. Verifique então, a continuidade do fio de
aterramento da CANP ao MC. Oriente-se pelo diagrama elétrico.
O chicote elétrico está em ordem?
Sim, o chicote está perfeito. Faça um teste de pulso de aterramento no fio do borne 2 da
CANP. Deve haver pulsos durante o funcionamento do motor. Neste caso, conclui-se que o
circuito elétrico da válvula está funcionando corretamente e a própria válvula possui "'""'
defeito interno. Substitua-a.
Não. O chicote apresenta algum rompimento ou curto-circuito. Procure sanar a avaria, ou
substitua o chicote.
Não há alimentação para a CANP. Inspecione o fusível F2 e o relé 6 da CVM. Confira o chicote
elétrico de alimentação, teste sua continuidade e verifique a existência de curtos, conforme o
diagrama elétrico.
158 '--------------------------------------------------------------------~~-
DUSTER 1.616V lnjeçlo eletr6nlca ·Testes pano 1 pano
~~_._Te_s_m __ 1_·_&_m_n_q~u_e_~_a_d_e_d_a_CA __ N_P ______________________________ ~~
condisão
IICIAL8 Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições abaixo:
a- Chave de ignição: desligada;
h-Terminal elétrico da CANP: desconectado.
1-Desconecte a mangueira da eletroválvula CANP;
2-Instale a bomba de vácuo na CANP, como demonstrado na figura abaixo;
3-Aplique uma depressão de 0,5 bar;
4-Em seguida, aplique tensão de 12 Volts na eletroválvula de purga do cânister, como demonstrado na
figura abaixo.
~ Teste 2 • Tenslo de allmenmçlo
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a-Terminal elétrico da eletroválvula CANP: desconectado;
h-Chave de ignição: desligada.
1-Ligue a chave de ignição e meça a tensão de alimentação, como apresentado a seguir.
~ ~P)
~~
Módulo de Válvula de purga
comando do canister ~ ~--R-elé-p-rln-ci_pa_l d_a ___________ __, _ lnjeçllo
Caixa de relés e fuslveis do vao do motor
~~------------------------------------------------------------' 1"
DUSTER 1.6 16V ·lnjeçlo eletr6nlc:a ·Testes paliO 1 paliO
Bombtl de combustlvel - Slstem11 de de combustlvel- SAC
A bomba elétrica de combustível tem a função de recalcar (bombear) combus
tível, desde o tanque até os eletroinjetores, fornecendo-o em quantidade
suficiente para o funcionamento do motor, nos vários regimes solicitados pelo
condutor. Está alojada dentro do tanque e opera submersa no combustível. A
bomba é alimentada pelo relé 7 (relé da bomba de combustível), quando a
chave de ignição é ligada e a linha 15 (pós-chave) é energizada. Se não for
dada a partida no motor, a bomba é desligada após aproximadamente um
segundo, pois o MC reconhece que não foi dada a partida, pela ausência do
sinal do sensor de rotações e, por medida de segurança, desatraca o relé da
bomba. Integrado ao conjunto da bomba, existe um regulador de pressão que
tem por finalidade manter a pressão na linha constante em 3, 7 bar.
Circuito elétrlco de tlclontlmento do bombtl de combustlvel
:~~: 39
RSIBR --=';.J--'
MRIPR=+-
Bomba de CE] T10
combustlvel ~BGIBR----'
~RSIBR-----'
Painel de
~
~~
Módulo de (]&)
comando
ESQ
instrumentos (CA o1)
~-------~-------~M~~nM~--------t--------__j
@]
~ ~
~ -------<IfS"ID~----MRNM----~ VM
Caixa de fusiveis do painel Caixa de relés e fuslvels do vao do motor
E:1J Rtlcloclnlo p11r11 mtlnutl!nfiO
A tensão de alimentação está correta (teste 1)?
1
Sim, está correta. Significa que a bomba está sendo alimentada corretamente, sugerindo que a
falha possa não ser no circuito de alimentação. Limpe os contatos do conector elétrico. Se houver
tensão de alimentação e a bomba não girar, é sinal de que seu motor elétrico está danificado ou
travado, o que requer a substituição da bomba. Se a bomba gira, o que pode ser identificado pelo
seu ruído característico, os testes hidráulicos são necessários. Realize, neste caso, o teste de vazão
de combustível (teste 2).
160 '---------------------------------------------------------------~--
DUSTER 1.6 16V lnjeçlo eletr6nlca • T- pauo a pano
~ A vazão de combustível medida está correta? (teste 2)?
Sim, está correta. Isto indica que a bomba está operando corretamente. Contudo, ainda é
necessário testar o circuito hidráulico (tubulações e regulador de pressão). Aproveite e realize o
teste de pressão de operação para testar o restante do circuito (teste 3 ) .
~ A pressão de operação está correta (teste 3)?
Sim, está correta. O circuito hidráulico está em ordem. Se os sintomas de falta de combustível
persistirem, inspecione a linha de alimentação para verificar vazamentos, obstruções ou
dobras. Teste também os eletroinjetores.
Não, está incorreta ou não há pressão. Pode haver dano no regulador de pressão ou na bomba
de combustível. Se o regulador estiver íntegro, substitua a bomba.
Não, a vazão está incorreta. Neste caso a bomba não pode alimentar o motor adequadamente.
Não necessariamente serão observadas variações significativas de funcionamento do motor.
Entretanto, valores de vazão da bomba abaixo dos apresentados são indicativos de falha
iminente, e a substituição da bomba é aconselhada.
Não há tensão de alimentação. Faça então um teste de continuidade e curto-circuito no chicote.
Verifique o funcionamento do relé da SAC (relé 7), dos eletroinjetores e o fusível F2 da CVM. Estes
componentes são responsáveis pelo controle e pela proteção da linha de alimentação elétrica da
bomba.
Circuito hldr6uUco de dos c/Undros do motor
Tanque de
combustível
t
Linha de alimentaçãe>--+
Teste 1 - TensiJo de
condiçãoIICIAL8 Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a-Chave de ignição: desligada;
h-Terminal elétrico da bomba de combustível: desconectado.
Tubo distribuidor
l-Ligue a chave de ignição e, simultaneamente, meça a tensão entre os bomes 3 e 6 do terminal elétrico da
bomba.
~-------------------------------------------------------------- 161
DUSTER 1.616V lnjeçllo eletr6nlca Testas passo a passo
INF
Caixa de fuslveis do painel
Painel de
instrumentos
(CA 01)
A12 A12
Módulo de
comando
(CA01 )
A4 A4
Teste 2- Vazio da bombtl com a linha de =:r Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
17 a-Chave de ignição desligada.
( CVM ) -----
DIR
SUP
Caixa de relés e fusíveis do vão do motor
l-Antes de iniciar o teste é necessário despressurizar o sistema. Dê partida no motor, desconecte o terminal
elétrico da bomba e aguarde até que o motor pare de funcionar por falta de combustível;
2-Desligue a chave de ignição e reconecte o terminal elétrico da bomba;
3-Desconecte a tubulação de alimentação de combustível, preferencialmente antes do filtro;
4-Posicione um recipiente graduado para coletar o combustível que irá ser expelido pela tubulação;
5-Desconecte o terminal elétrico C do MC;
6-Faça umjumper (curto-circuito) entre o borne Dl do conector C do MC e o terminal negativo da bateria.
Este procedimento permite o atracamento do relé da bomba, enquanto a chave de ignição estiver ligada;
7 - Ligue a chave de ignição e meça a vazão de combustível recalcada nos intervalos de tempo
cronometrados. A bomba será acionada e o combustível fluirá pela tubulação.
Tanque de
combustlvel
Linha de alímentaçllo --+
Filtro de combustlvel
Tubo distribuidor
Eletroínjetores
tu ~----------------------------------------------------------~~
DUSTER 1.616V -lnjeção eletrõnica- Testes passo a passo ___ _,
Abaixo, está representado o jumper utilizado para atracar o relé da bomba durante os testes de vazão e
pressão de combustível.
Bomba de
combustível
INF
Painel de
instrumentos
Módulo de
comando
(CA01)
A4 A4
Caixa de fusíveis do painel
[] Teste 3 - Pressão da linha de alimentDção
condi~ão
IICIAI. Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir·
a-Chave de ignição desligada.
illJ
DIR ESQ
INF SUP
Caixa de relés e fusíveis do vão do motor
1-Despressurize a linha de alimentação de combustível, conforme descrito no teste de vazão de
combustível;
2-Desconecte a tubulação de alimentação de combustível e instale um manômetro na linha de alimentação;
3-Desconecte o terminal elétrico C do MC;
4-Faça umjumper (curto-circuito) entre o bome Dl do conector C do MC e o terminal negativo da bateria.
Este procedimento permite o atracamento do relé da bomba, enquanto a chave de ignição estiver ligada;
5-Ligue a chave de ignição e meça a pressão de combustível.
Tanque de
combustível
Linha de alimentação -+
.............
COIIIlO~ Aprox. 3, 7 bar.
Tubo distribuidor
Eletroinjetores
t
Filtro de combustível
Despressurize novamente a linha, remova o manômetro, reconecte a tubulação, desfaça o
IAlrB!Jb..,-. jumper e reconecte o terminal elétrico C do MC.
163
DUSTER 1.6 16V -lnjeção eletrõnica Testes passo a passo
-SPF
A bomba de partida a frio tem a função de enviar
gasolina para o coletor de admissão durante a
partida do motor em baixas temperaturas
ambientes, baixas temperaturas do líquido de
arrefecimento, estando o veículo abastecido
predominantemente com álcool. Isto facilita o
funcionamento do motor, devido à maior
volatilidade da gasolina em relação ao álcool. A
bomba de partida a frio possui aterramento
próprio. É comandada pelo MC e alimentada por
um relé exclusivo (relé 1).
O eletroinjetor de partida a frio está localizado
entre a BPF e o corpo de borboleta. É uma válvula
Circuito elétrico de
Módulo de
comando
BR
BG---~
r---------AM
Caixa de fusíveis do painel
M
solenóide, normalmente fechada, cuja função é
impedir que vapores de combustível sejam
aspirados pelo coletor de admissão durante o
funcionamento do motor. É alimentado pelo relé
principal (relé 6) e aterrado eletronicamente pelo
bome L1 do conector B do MC. Juntamente com a
BPF, compõe o sistema de partida a frio.
Relé de partida
a frio
Relé de bomba
de combustível
Caixa de relés e fusíveis do vão do motor
AM
1" ~--------------------------------------------------------~-
DUSTER 1.6 16V ·lnjeçlo elelr6nlca • TNtes paNO 1 paNO
[:JI Rt1clotlnlo pt1rt1 mtlnutençlo
~ O funcionamento do sistema está correto (teste 1)?
Sim, está correto. Não é necessário prosseguir com os testes.
Não, o teste não apresentou resultado correto. Existem duas possibilidades: a bomba é acionada,
mas a gasolina não flui pela tubulação, ou não existe acionamento da bomba. Realize então o teste
de alimentação elétrica da BPF (teste 2).
~ A alimentação elétrica da BPF está correta (teste 2 )?
Sim, está correta. Significa que a bomba de partida a frio tem condições de funcionar. Faça o
teste de alimentação do eletroinjetor de partida a frio (teste 3).
~ A alimentação do eletroinjetor de partida a frio está correta (teste 3 ) ?
Sim, está correta. Verifique se o MC está comandando o funcionamento do sistema
adequadamente. Com uma caneta de polaridade, certifique-se da existência de
aterramento no fio 2 do eletroinjetor durante o teste de funcionamento. Caso exista,
substitua o eletroinjetor de partida a frio.
Não há alimentação. Verifique o chicote de alimentação e o relé principal (relé 6).
Não há alimentação. Verifique todo o circuito de alimentação. Oriente-se pelo diagrama
elétrico e faça as correções necessárias.
Teste 1- dlnlmlctl- dos/stem11
=~ Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
't1 a-Chave de ignição: desligada;
b-Terminais elétricos B e C do MC: desconectados.
1-Desconete a tubulação de entrada de combustível no corpo de borboleta e direcione-a para um recipiente
adequado;
2-Faça umjumper entre os seguintes bomes dos terminais:
D1 do conector C do chicote do MC e o terminal negativo da bateria;
D2 do conector C do chicote do MC e o terminal negativo da bateria;
L1 do conector B do chicote do MC e o terminal negativo da bateria;
D4 do conector B do chicote do MC e o terminal negativo da bateria.
2-Ligue a chave de ignição. A gasolina fluirá pela tubulação.
~-----------------------------------------------------------' 165
DUSTER 1.616V lnjeção eletrllnlca ·Testes passo a passo
Bomba de
gasolina para
partida a frio
Módulo de
comando
A4
Caixa de fus lveis do painel
MIH!W\~1 A bomba deve ser acionada e o
combustível flui pela tubulação.
DIR
l
ESQ
Caixa de relés e fuslveis do vão do motor
Certifique-se de que não haja
vazamentos, curtos-circuitos ou
fontes de calor próximas ao
combustível.
Correio Técnico Mecânica 2000
Perguntas e dúvidas frequentes,
diagramas elétricos, dicas
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166 '-----------------------------------------------------------~
DUSTER 1.616V lnjeçio eletrOnlca ·Testes passo a passo
Teste 2- Teste de da bomba de -BPF
condição
NCIAL8 Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
a-Chave de ignição: desligada;
h-Terminal elétrico da bomba de partida a frio: desconectado;
c-Terminal elétrico C do MC: desconectado.
1-Faça um jumper entre os seguintes bornes dos terminais:
D1 do conector C do chicote do MC e o terminal negativo da bateria;
D2 do conector C do chicote do MC e o terminal negativo da bateria.
2-Ligue a chave de ignição;
3-Meça a tensão entre os bornes 1 e 2 do chicote da bomba de partida a frio.
~ l
~
Bomba de ~02 _
gasolina para •
partida a frio
DIR ESQ
(CA01 )
A4 A4
INF
Caixa de fuslveis do painel Caixa de relés e fuslveis do vao do motor
167
~~~=O=U~==R=1~.6-1W-.·~In~---~--~ .. ~.-.TMN ... PH .. ~.a.pa .. ~ .....................................................w•--,_
Teste 3 • Teste de
a :r Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
l7 a-Chave de ignição: ligada;
h-Terminal elétrico do eletroinjetor de partida a frio: desconectado.
l-Ligue a chave de ignição e meça a tensão, conforme a figura abaixo:
Bomba de
gasolina para
partida a frio
Módulo de
comando
INF
M M
INF
Caixa de fusíveis do painel Caixa de relés e fusíveis do vão do motor
pnxaclmento Aproximadamente 12,5 Volts. r (tensão da bateria)
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1" ~----------------------------------------------------------~~
DUSTER 1.6 16V -lnjeção eletr6nk:a ·Tabela de valores Ideais
., Tt1beltl de Vt1lores lde~~ls
Item Teste a ser realizado
Procedimento
Valores ideais --1--
Tensão de alimentação do MC MC-ACH 01 BAT(·)
Tensão de alimentação do MC pós chave MC-BCH M2 BAT (·)
12,5M
MC Aterramento MC-ACH H1
(1)
MC-ACH H4 BAT(-) Aprox. 0,0 [Q)
MC-ACH G3
r-
MC-ACH G4
r- Tensão de resposta HEGOFI02 BAT (-) 50 a 900 [mV] oscilante
HEG01 Tensão de alimentação HEGOCH4 BAT (-) 12,5M
(2)
Resistência elétrica do componente HEGOCP3 HEGOCP4 10,0[Q)
Tensão de resposta HEGOFI02 BAT(·) 400 a 500 [mV] oscilante
HEGO 2 Tensão de alimentação HEGOCH4 BAT(·) 12,5M
~ (
2
) Resistência elétrica do componente HEGOCP3 HEGOCP4 10,0 [Q)
Tensão de resposta ECTFIOB2 BAT (·)
3,28 M com o motor frio (20 •c)
ECT 0,62 M com o motor aquecido (90 •c)
(3) Tensão de alimentação ECTCH B1 BAT (-) 5,0M
Resistência elétrica do componente ECTCPB1 ECTCPB2 2,80 [lúl) a 2o·c /203 Q a go•c
Tensão de alimentação MC-BCH E2 BAT (-) 5,0M
ACT
Tensão de resposta ACTFIO 1 BAT (-) 1,57 M à 4o•c
(4) Resistência elétrica do componente ACTCP1 ACTCP2 1,15 [kQ)
MAP Tensão de resposta MAPFIOB BAT (-)
4,45 M pressão atmosférica
(5) 1,80 M depressão 400 mmHg
Tensão de alimentação MAPCH C BAT (-) 5,0M
Tensão de alimentação ETCCH 5 BAT (-) 5,0M
Resposta de tensão dos potenciómetros
0,51 M borboleta fechada
ETCFI02 ETC FIO 1 0,89 M borboleta em repouso
ETC Potenciómetro 1 4,72 M borboleta aberta
(6)
Resposta de tensão dos potenciómetros 4,49 M borboleta fechada
~
ETC FI06 ETC FIO 1 4,10 M borboleta em repouso
Potenciómetro 2
0,34 M borboleta aberta
CKP Frequência de resposta CKPCP 1 BAT(-) 6,0 [Hz] durante partida
(7) Resistência elétrica do componente CKPCP 1 CKPCP2 240[Q)
KS <s> Tensão de resposta (bater levemente no sensor KS) KSCP1 KSCP2 Variação de tensão alternada
INJ Resistência elétrica do componente INJ CP 1 INJ CP2 12,8[Q)
(9) Tensão de alimentação INJ CH 1 BAT (-) 12,5M
DIS Tensão de alimentação DISCH 1 BAT (-) 12,5M
(10) Resistência elétrica dos terminais de baixa tensão DIS BT 1 DISBT2 0,5[Q)
Tensão de alimentação dos potenciômetros SPACH4 SPACH2 Potenciómetro 1: 5,0 M
SPACH5 SPACH 1 Potenciómetro 2: 5,0 M
SPA Tensão de resposta - Potencíômetro 1 SPAFI03 SPAFI02
0,74 M pedal livre
(11) 4,18 M pedal pressionado
Tensão de resposta - Potencíômetro 2 SPAFI06 SPA FIO 1
0,37 M pedal livre
2,00 M pedal pressionado
C~~p Tensão de alimentação KSCH 1 BAT (-) 12,5M
Va:zã> da bomba de combustível
Medição antes do filtro 3,9 [Vmín]
de combustível
SAC Manômetro antes do filtro
(13) Pressão da linha de alimentação (motor em ft.n:íonamerío)
de combustível
3,9 [bar)
Tensão de alimentação SACCH3 BAT (-) 12,5M
SPF Tensão de alimentação da BPF BPFCH 1 BPFCH2 12,5M
(13)
Tensão de alimentação do eleroinjetor de partida a frio INJ CH 1 BAT (-) 12,5M
-------------------------------------------------------------J 169
DUSTER 1.616V lnjeção eletrônlca Diagrama elétrico
MR -marrom
VM • vermelho
PR-preto
SR- branoo
VD-verde
RX·roxo
cz- cinza
AM-amarek>
RS- rosa
LA-laranja
AZ- azul
BG
Inferior (INF)
CKl
I" :tbl
v ..... .-Interruptor do
~~ -Toe __ ..... ···· pedal da embreagem
~~ .... D
Módulo de
comando
: ......................... ··· C9S[)
:~
RS
cz
RS
VD
BR
BG
~~~?~ ~~ ~0iÃfv~adsa
~C )
Sensor de
te~~e1~Ji~~~~ de
D T01 nii~MR/PR
(]ill
T01 ••11~ MRJPR
[rngg-~~
Sensor de
te~gin1~s~~ de
~
('~-
Pressostato do
sistema a~ ~~~~geração
Pressostato do
sistema de refrigeração
de ar 1
~A )
Sensor de posição
do pedal
do acelerador
Sensor de
detonação
T01 nll~ MRIPR
T01 nll~ MRIPR
BR
MR
RS
MR
VD
PR
VM
BR
Módulo de
comando
170 '---------------------------------------------------------------~-~
o
N v
>
o
UJ
..J
~
Módulo de
comando
DUSTER 1.6 16V lnjeçio eletr6nlça Diagrama elétrlco
MR-----------------4
~ Eletroinjetor 2
CZ ~MRND------.
~ 11
Eletroinjetor 3 00
BG -----------4t
~ Eletroinjetor 4
BR-0--vo--------~
Eletrolnjetor de
partida a frio
MR----------------4-~
MRND----4
m Sensorde c
~ oxigênio ~
~ --4»-------~i
~
Válvula de purga
do cânister
~::--------------·40 L__$:= • .,,1 =
o
"' <
"' <
!~~~~t~~l T02t ~RS/BR
8 »- MR ~BG/BR------'
Painel de
instrumentos
BR ----------------------------------------~
Caixa de relés e fuslveis do
vão do motor
VM
VM
~
MR/CZ~
rMR/PR~
TT02 Bomba de
gasolina para
partida a frio
Caixa de fusíveis
~ do painel
~
'-----i-~MRNJ
BR ------------------------------------------~
~----------------------~--~
Bobinas de
ignição 4
Bobinas de
ignição 1
171
t?» DUSTER 1.616V -Teste seus conhecimentos
1.Qual destes componentes é preciso retirar para possibilitar a remoção
da bomba de óleo?
a)Correia dentada;
b)Cárter;
c)Engrenagem da árvore de manivelas;
d)Suporte do motor.
2.Segundo especificação do fabricante para serviços de manutenção
periódica, a correia dentada deve ser substituída em que intervalo de
tempo?
a)40.000 km;
b)10.000 km;
c)60.000 km;
d)Nenhuma das alternativas anteriores.
3.Para qual destes componentes não é recomendada uma sequência de
desaperto/ aperto dos seus parafusos de fixação?
a)Cárter;
b) Cabeçote;
c)Tampa de válvulas;
d)Piatô.
4.Qual o torque recomendado para o aperto dos parafusos de fixação do
cabeçote do motor?
a)(20 ± 1) Nm + torqueangularde (120 ± 6) graus;
b)Apenas (20 ± 1) Nm;
c)(20 ± 1) Nm + 2 sequências de torque angular de (120 ± 6) graus;
d)(20 ± 1) Nm + 3sequênciasdetorqueangularde (60 ± 3) graus;
5.Conforme especificação do fabricante, qual a espessura mínima
admissível para o disco de freio, considerando seu desgaste natural?
a)19,80 ± 0,25mm;
b)22,50 ± 0,25 mm;
c)21,00 ± 0,25 mm;
d)22,10 ± 0,25 mm.
6.Marque a alternativa INCORRE"D\:
a)Segundo especificação do fabricante, a tolerância máxima do
empeno do disco de freio é O, 100 ± 0,039 milímetros;
b)A ferramenta de travamento do volante do motor é instalada no
alojamento do sensor de posição da árvore de manivelas;
c)O Duster é equipado com tuchos hidráulicos;
d)A bomba de óleo está posicionada na parte inferior do bloco, e ela é
acionada pela árvore de manivelas através da correia dentada.
7 .Qual dos seguintes componentes não é acionado pela correia micro-V?
a)Bomba d'água;
b)Compressor do ar condicionado;
c)Bomba da direção hidráulica;
d)Alternador.
8.0nde está localizado o filtro de cabine?
a)No vão do motm; próximo ao limpador de para-brisas;
b)Novão do motor, próximo ao módulo de comando;
c)No interior do veículo, próximo ao pedal do acelerador;
d)No interior do veículo, logo abaixo do porta-luvas.
9.Qual das afirmativas abaixo apresenta alguma informação
INCORRE"D\?
a)Para a substituição do filtro de combustível, a linha de combustível
deve estar despressurizada;
b)O filtro de óleo deve ser apertado com ferramenta adequada;
c)O sistema de embreagem presente no Duster é composto pelo disco de
embreagem, chapa de pressão (platô) e atuador hidráulico;
d)A espessura mínima adrníssível para o material de atrito das lonas das
sapatas de freio, segundo o fabricante, é 2,00 ± 0,25milímetros.
10.0 sincronismo do motor do Renault Duster se faz por meio de?
a) Corrente;
b )Correia dentada;
c)Engrenagens;
d)Nenhuma das alternativas anteriores.
11.0 fluido de freios utilizado no Renault Duster apresenta
especificação?
a)DOT5;
b)DOT 5.1;
c)DOT4;
d)DOT2.
12.Qual destes itens não está presente no Renault Duster?
a) Duplo comando de válvulas;
b )Thchos hidráulicos;
c) Cabos de velas;
d)Correia dentada.
13.0 acionamento da embreagem do Renault Duster é?
a) Hidráulico;
b)Pneumático;
c) Eletromecânico;
d)Eietropneumático.
14.0nde está localizado o mecanismo de regulagem das sapatas de
freio?
a)O sistema é automático, não precisa desse dispositivo;
b)Dentro do tambor de freio;
c)Próximo à alavanca do freio de estacionamento;
d)Próximo ao pedal de freio.
15.Caso o material das pastilhas de freio alcance 8 milímetros, qual o
procedimento a ser feito?
a) Substituir as pastilhas e substituir o disco de freio;
b )Substituir as pastilhas e levar o disco de freio para retífica;
c)Nada, pois o sistema ainda está em boas condições;
d)Nada, pois não é possível a espessura da pastilha atingir o valor de 8
milímetros.
16.Qual é o sistema de injeção eletrônica presente no Renault Duster
1.616válvulas?
a)Magnetti Marelli IAW 4 LV;
b)Valeo V42;
c)Bosch MotronicM-17.5 .50;
d)Siemens VL-97.
17.Qual destes componentes não é alimentado pelo relé principal (relé
6)?
a)Eietroinjetor?
b)Módulo de comando;
c)CANP;
d)Bobina de ignição.
18.Sobre as bobinas de ignição do Renault Duster, é correto afirmar:
a)São alimentadas pelo relé principal (relé 6), e comandadas
individualmente pelo MC;
b)São alimentadas pelo relé da bomba de combustível (relé 7) e ligadas
em série nos cilindros 1 e 4, e também nos cilindros 2 e 3;
c)São alimentadas pela chave de ignição, com alimentação e
aterramento independentes;
d)São alimentadas pelo relé da bomba de combustível (relé 7) e ligadas
em paralelo, com alimentação e aterramento independentes entre elas.
19.Qual destes não está presente no sistema de injeção eletrônica do
Renault Duster?
a)CKP;
b)MAP;
c)CMD;
d)KS.
-
172 ~------------------------------------------------------------~~~
20.A alimentação elétrica da bomba de combustível é:
a) 12 volts, pelo bome 3 do conector;
b)5volts, pelo borne 2 do conector;
c) 12 volts, pelo bome 1 do conector;
d)5 volts, pelo bome 6 do conector;
2l.Qual a pressão de operação da linha de alimentação de combustível?
a)4,5 bar;
b)3,9bar;
c)3,0bar;
d)3,0Psi.
22.0s bomes B·A1 e B-G2 são responsáveis, respectivamente, por:
a)Alimentação e resposta do sensor ECT;
b)Aterramento eletrônico do eletroinjetor 4 e alimentação dos
potenciómetros da borboleta motorizada;
c)Aterramento eletrônico da bobina do terceiro cilindro e sinal do
potenciómetro 2 da borboleta motorizada;
d)Aterramento elerrônico da bobina do quarto cilindro e sinal do
potenciómetro 2 do sensor do pedal do acelerador.
23.Qual bome do módulo de comando, se danificado ou com mau
contato, impediria o funcionamento do motor?
a)C-L3;
b)C·D1;
c)B-Ll;
d)A·F2.
24.Se o teste de tensão de resposta do sensor ACT apresentar resultado
de 2,3 volts, significa que:
a)A temperatura do ar no interior do coletor de admissão é de 30 'C;
b)A temperatura do ar ambiente é de 30 ' C;
c)A temperatura do líquido de arrefecimento que aquece coletor de
admissão é de 25 ' C;
d)A temperatura do ar no interior do coletor de admissão está entre 20
' Ce30 ' C.
25.Qual destes componentes, quando defeituosos, impediriam o
funcionamento do motor do Renault Duster 1.6 16v?
a)Cabos de velas;
b)SensorCMD;
c) Sensor SPA;
d)Sensor CKP.
26.Qual destas possibilidades causaria a falha exclusivamente no
terceiro cilindro do motor?
a)Dano na vela de ignição do cilindro 3;
b)Dano no chicote de alimentação do cilindro 3;
c )Dano no bome C M3 do MC;
d)Dano no bome 2 do conector do chicote do cilindro 3.
27.Qual a vazão de combustível do sistema de alimentação de
combustível do Duster?
a)2litros por minuto;
b)3,9litros por minuto;
c)900 mililitros em 10 segundos;
d)5,3litros por minuto.
28.Para atestar a funcionalidade do sensor MAP, é necessário:
a) Remover o sensor, desconectar seu terminal elétrico,ligar a chave de
ignição e medir resistência elétrica;
b)Remover o sensor, desconectar seu terminal elétrico,ligar a chave de
ignição, aplicar depressões conhecidas e comparar a resistência elétrica
com os valores tabelados;
c)Remover o sensor, espetar o fio de sinal de resposta, aplicar
depressões conhecidas e comparar a resistência elétrica com os valores
tabelados;
d)Remover o sensor, espetar o fio de sinal de resposta, ligar a chave de
ignição, aplicar depressões conhecidas e comparar a tensão de resposta
com os valores tabelados;
29.Quais são os bomes responsáveis pelo aterramento do módulo de
comando?
a)B-H1, B-H2, B-H3 e B-H4;
b)A-H1, A-H2, A·H3 e A-H4;
c)A-H1, A-H4, A-G1 eA-G4;
d)A-H1, A-H4, A-G3 eA-G4.
DUSTER 1.616V ·Teste seus conhecimentos M?M
30.É correto afirmar, exceto:
a)Os eletroinjetores são alimentados pelo Relé principal (relé 6);
b)A bomba de combustível e as bobinas de ignição são alimentadas pelo
relé da bomba (relé 7);
c)Os sensores HEGO são alimentados pelo relé da bomba (relé 7);
d)Os sensores ECT, MAP e SPA são alimentados diretamente pelo MC.
31-Sobre o diagrama do sistema de arrefecimento, é INCORRETO
afirmar:
a)O pino A-C1 do MC aterra a bobina do relé da segunda velocidade do
eletroventilador;
b)O pino B-D4 do MC aterra a bobina do relé da primeira velocidade do
eletroventilador;
c)As bobinas dos relés da primeira e segunda velocidades do
eletroventilador recebem alimentação via relé principal a injeção;
d)O MF03 da CVM alimenta as potências dos relés da primeira e
segunda velocidades do eletroventilador.
32-Qual é o pino do MC que aterra a bobina do relé do compressor do ar
condicionado?
a)B-J2;
b)B-K2;
c)C-F3;
d)C-Kl.
33-Sobre o diagrama do sistema do ABS, é CORRETO afirmar:
a) O pino 32 do módulo recebe alimentação (linha 15) via F15 da CP;
b)O pino 3 do módulo recebe alimentação (linha 15) via F15 da CP;
c)Os pinos 6 e 28 recebem sinal da roda dianteira direita;
d)O pino 3 do módulo recebe é aterrado.
34-0nde está localizado o CA03?
a)Na parte superior da coluna esquerda;
b)Abaixo do porta-luvas;
c)Na coluna central esquerda;
d)Atrás do para-choque traseiro.
35-Sobre o aterramento T03 pode-se afirmar que:
a) Está localizado atrás do farol esquerdo e aterra somente o limpador
dianteiro;
b)Está localizado atrás do farol esquerdo e aterra, entre outros, o motor
do eletroventilador;
c) Está localizado atrás do farol direito e aterra, entre outros, o relé da
ventilação interna e ar-condicionado;
d)Está localizado atrás do farol esquerdo e aterra, entre outros, o relé
das luzes de neblina, o farol esquerdo, a buzina e o interruptor do capô.
36-Sobre o aterramento T06, NÃO se afirmar que:
a)Aterra o interruptor do pedal da embreagem;
b)Aterra as luzes de teto dianteira e traseira;
c)Aterra o conector A do painel de instrumentos;
d)Está fixado ao lado esquerdo do suporte da coluna de direção.
37-0 MF04 alimenta diretamente todos fusíveis citados abaixo, exceto:
a)F29;
b)F37;
c)F30;
d)F36.
38-Todos os relés descritos abaixo estão situados dentro da caixa do vão
do motor, exceto:
a)Relé dos vidros elétricos;
b)Relé do compressor do ar-condicionado;
c)Relé da bomba de partida a frio;
d)Relé da 1 • velocidade do eletrovenrilador.
39-Qual é o pino do painel de instrumentos que recebe o sinal referente
a pressão do óleo do motor?
a)A10;
b)A22;
c)A14;
d)A23.
40-Sobre o diagrama do painel de instrumentos, assinale a afirmativa
INCORREU\:
a) O módulo de conforto envia ao pino B12 do painel um sinal que avisa
que alguma porta ficou aberta, fazendo acender o indicador de portas
abertas no painel;
b)O painel de instrumentos recebe alimentação de bateria via F28 da
CP;
c) Quando constatadaqualquer avaria, o módulo do air bag envia ao
pino A20 do painel um sinal, fazendo com a luz de avaria do sistema
fique acesa;
d)O pinosA7, B10 e B24são aterradospeloT06.
173
Realização:
Ir,~~ Sllte•a
'I'J IIICIPI~II
, \ AIIIIICII I C li
~--
Ç-'
Organização e Comercialização:
o
7ecomércio CE SJNCOPEÇAS
B '· I mÜitiCa
Montadora Oficial:
n
.ST/\NOSHOW
Apoio lnstüucional:
n.J
SERVPEÇAS
Patroclnio: Apoio de Mldla: --- Ell -SEBRAE
CE
P1 Gula de orlentllçiio às perguntlls do Manual
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atender o profissional de reparação automotiva, auxiliando-o
a realizar as avaliações pertinentes a cada sistema abordado.
Na sua concepção foram utilizados critérios específicos que
permitem ao CDTM veríficar a capacidade de consulta do
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A avaliação é composta por um banco de questões de múltipla
escolha, consultado para realização de todo o teste. O CDTM se
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CDTM se reserva o direito de aprovar e reprovar segundo o
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P'J Candidato ao certificado
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cliente Mecânica 2000.
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Guia de Orientação com um Quadro de Respostas, que é
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IJI"J Quadro de respostlls
Folha de respostas
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ajuda na identificação dos diversos itens e recursos abordados
em cada manual.
Nos modernos centros de ensino, as avaliações devem ser
estimulantes e agradáveis de serem realizadas. Assim pensa o
CDTM, preocupando-se em ensinar até no instante da
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de 70% de acertos.
DUSTER 1.6 16V- VoL 62
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
AODDD DDDDDDDDDDDDDDDD
sODDDDDDDDDDDDDDDDDDD
cODDDDDDDDDDDDDDDDDDD
oODDD DDDDDDDDDDDDDDDD
21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40
AODDDDDDDDDDDDDDDDDDD
sODDDDDDDDDDDDDDDDDDD
cODDDDDDDDDDDDDDDDDDD
oODDDDDDDDDDDDDDDDDDD
Nome legível (letra de forma)
lnfonne aqui seu telefone:
~~'----------' Assinatura
--~-------------------------------------------------------------- 175
Capa Frontal Externa
Capa Frontal Interna
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