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CIPA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES NR 5 CIPATR COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO RURAL \ NR 31 OBJETIVO Tem por objetivo a prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e promoção da saúde do trabalhador. 2 olá! NOME COMPLETO Técnico em Segurança do Trabalho 3 Saber envelhecer é a grande sabedoria da vida. (Henri Amiel) 4 “ ERGONOMIA NO AMBIENTE DE TRABALHO 5 “ 6 “ 7 “ 8 “ 9 “ CIPA TR 10 Diferenças entre CIPA e CIPATR Da mesma forma como a CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) por força da NR 5 é obrigatória nas empresas, na área rural existe a CIPATR (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural). Esta é regulamentada pela NR 31. A NR 31 (NR 31 – Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária Silvicultura, Exploração Florestal e aquicultura) é que dá a direção para elaboração do processo eleitoral, eleição e organização da CIPATR. O curioso é que a CIPA da área rural (CIPATR) tem algumas diferenças para a CIPA da área urbana. . 11 1. A CIPATR não tem Presidente e nem Vice-Presidente: na CIPA da NR 5 temos as figuras do presidente e vice. Na CIPATR quem coordena os trabalhos é um coordenador. Como o mandato dos membros da CIPATR é de dois anos, o coordenador é indicado no 1° ano pelo empregador, e no segundo pelos cipeiros representantes dos empregados, conforme a NR 31, item 31.5.7. O coordenador precisa ser um dos membros da CIPATR conforme a NR 31 determina… 12 2. O mandato dos membros da CIPA da NR 5 é de 1 ano, porém, o dos membros da CIPA TR é de 2 anos. Assim como na NR 5 o membro da CIPA TR só é permitida uma reeleição. Conforme determina o item 31.5.6. 13 3. Só para você ter uma ideia, na CIPA da NR 5 o empregador não pode nem mesmo votar durante o processo eleitoral, por que dela participam apenas os empregados. Na CIPATR o empregador pode se auto designar para ser designado, e assim, fazer o trabalho que a comissão faria. Desde que passe pelo treinamento de 20 horas estará apto a exercer o seu papel de designado da CIPATR. 14 Dimensionamento da CIPA tr 15 16 Dimensionamento da CIPA nr 5 17 Dimensionamento da CIPAtr nr 31 5.2 Campo de aplicação 5.2.1 As organizações e os órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como os órgãos dos Poderes Legislativo, Judiciário e Ministério Público, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, devem constituir e manter CIPA. 5.2.2 Nos termos previstos em lei, aplica-se o disposto nesta NR a outras relações jurídicas de trabalho. 18 NR 5.3 / NR 31.5.10 Atribuições 19 As CIPA’s tem por atribuição: a) acompanhar o processo de identificação de perigos e avaliação de riscos bem como a adoção de medidas de prevenção implementadas pela organização; b) registrar a percepção dos riscos dos trabalhadores, em conformidade com o subitem 1.5.3.3 da NR-01, por meio do mapa de risco ou outra técnica ou ferramenta apropriada à sua escolha, sem ordem de preferência, com assessoria do Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT, onde houver; c) verificar os ambientes e as condições de trabalho visando identificar situações que possam trazer riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores; d) elaborar e acompanhar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva em segurança e saúde no trabalho; e) participar no desenvolvimento e implementação de programas relacionados à segurança e saúde no trabalho; f) acompanhar a análise dos acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, nos termos da NR-1 e propor, quando for o caso, medidas para a solução dos problemas identificados; g) requisitar à organização as informações sobre questões relacionadas à segurança e saúde dos trabalhadores, incluindo as Comunicações de Acidente de Trabalho - CAT emitidas pela organização, resguardados o sigilo médico e as informações pessoais; h) propor ao SESMT, quando houver, ou à organização, a análise das condições ou situações de trabalho nas quais considere haver risco grave e iminente à segurança e saúde dos trabalhadores e, se for o caso, a interrupção das atividades até a adoção das medidas corretivas e de controle; e i) promover, anualmente, em conjunto com o SESMT, onde houver, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho - SIPAT, conforme programação definida pela CIPA. 5.3 CIPA Atribuições 20 5.3.2 Cabe à organização: a) proporcionar aos membros da CIPA os meios necessários ao desempenho de suas atribuições, garantindo tempo suficiente para a realização das tarefas constantes no plano de trabalho; b) permitir a colaboração dos trabalhadores nas ações da CIPA; e c) fornecer à CIPA, quando requisitadas, as informações relacionadas às suas atribuições. 5.3.3 Cabe aos trabalhadores indicar à CIPA, ao SESMT e à organização situações de riscos e apresentar sugestões para melhoria das condições de trabalho. 5.3.4 Cabe ao Presidente da CIPA: a) convocar os membros para as reuniões; e b) coordenar as reuniões, encaminhando à organização e ao SESMT, quando houver, as decisões da comissão. 31.5.10 CIPATR Atribuições a) acompanhar o processo de avaliação de riscos e a adoção de medidas de controle desenvolvidos pelo empregador rural ou equiparado e/ou SESTR, quando houver; b) realizar, periodicamente, verificações nos ambientes e condições de trabalho visando à identificação de situações que possam trazer riscos para a segurança e a saúde dos trabalhadores; c) elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva em segurança e saúde no trabalho; d) colaborar no desenvolvimento e implementação do PGRTR; e) participar da análise das causas dos acidentes e doenças relacionadas ao trabalho e propor medidas de solução para os problemas identificados; f) promover, anualmente, em conjunto com o SESTR, onde houver, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural - SIPATR, em dias e turnos definidos conforme cronograma; g) propor ao empregador a realização de cursos e treinamentos que julgar necessários para os trabalhadores, visando à melhoria das condições de segurança e saúde no trabalho; e h) elaborar o calendário bianual de suas reuniões ordinárias. 5.3 Atribuições 21 NR 31.5 Atribuições 31.5.12 Cabe aos trabalhadores indicar à CIPATR e ao SESTR, quando existentes, situações de risco e apresentar sugestões para a melhoria das condições de trabalho. 31.5.13 Cabe ao coordenador da CIPATR as seguintes atribuições: a) coordenar e supervisionar as atividades da CIPATR, zelando para que os objetivos propostos sejam alcançados; b) divulgar as decisões da CIPATR a todos os trabalhadores do estabelecimento; e c) encaminhar ao empregador rural ou equiparado e ao SESTR, quando houver, as decisões da CIPATR. 5.3.5 Cabe ao Vice-Presidente substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais ou nos seus afastamentos temporários. 5.3.6 O Presidente e o Vice-Presidente da CIPA, em conjunto, terão as seguintes atribuições de: a) coordenar e supervisionar as atividades da CIPA, zelando para que os objetivos propostos sejam alcançados; e b) divulgar as decisões da CIPA a todos os trabalhadores do estabelecimento. PROCESSO ELEITORAL 22 PROCESSO ELEITORAL CIPA’s 23 INICIO PROCESSO ELEITORAL 60 DIAS COMISSÃO ELEITORAL 55 DIAS DIVULGAÇÃO DO EDITAL / INSCRIÇÃO CANDIDATOS 45 DIAS ELEIÇÕES 30 DIAS TREINAMENTO CIPEIROS 20 DIAS FIM DO MANDATO ATUAL Havendo participação inferior a cinquenta por cento dos empregados na votação, não haverá a apuração dos votos e a comissão eleitoral deverá prorrogar o período de votação para o dia subsequente, computando-se os votos já registrados no dia anterior, a qual será considerada válida com a participação de, no mínimo, um terço dos empregados. Assumirão a condição de membros eleitos os candidatos mais votados.Em caso de empate, assumirá aquele que tiver maior tempo de serviço no estabelecimento. 00 DIAS POSSE NOVA CIPA 1° DIA UTIL APÓS O TERMINO DO MANDATO ANTERIOR Timeline 24 funcionamento Funcionamento 25 5.6.1 A CIPA terá reuniões ordinárias mensais, de acordo com o calendário preestabelecido. 5.6.1.1 A critério da CIPA, nas Microempresas - ME e Empresas de Pequeno Porte - EPP, graus de risco 1 e 2, as reuniões poderão ser bimestrais. 5.6.2 As reuniões ordinárias da CIPA serão realizadas na organização, preferencialmente de forma presencial, podendo a participação ocorrer de forma remota. 5.6.2.1 A data e horário das reuniões serão acordadas entre os seus membros observando os turnos e as jornadas de trabalho. 5.6.3 As reuniões da CIPA terão atas assinadas pelos presentes. 5.6.3.1 As atas das reuniões devem ser disponibilizadas a todos os integrantes da CIPA, podendo ser por meio eletrônico. 5.6.3.2 As deliberações e encaminhamentos das reuniões da CIPA devem ser disponibilizadas a todos os empregados em quadro de aviso ou por meio eletrônico. 5.6.4 As reuniões extraordinárias devem ser realizadas quando: a) ocorrer acidente do trabalho grave ou fatal; ou b) houver solicitação de uma das representações. 5.6.5 Para cada reunião ordinária ou extraordinária, os membros da CIPA designarão o secretário responsável por redigir a ata. 5.6.6 O membro titular perderá o mandato, sendo substituído por suplente, quando faltar a mais de quatro reuniões ordinárias sem justificativa. 31.5.15 A CIPATR terá reuniões ordinárias bimestrais, em local apropriado e em horário normal de expediente, obedecendo ao calendário bianual. 31.5.16 As reuniões da CIPATR terão as atas assinadas pelos presentes. 31.5.16.1 As atas devem ficar disponíveis a todos trabalhadores em meio físico ou eletrônico. 31.5.17 Em caso de acidente de trabalho grave ou fatal, a CIPATR se reunirá em caráter extraordinário, no máximo, até cinco dias úteis após a ocorrência, com a presença do responsável pelo setor em que ocorreu o acidente. 31.5.18 O membro da CIPATR perderá o mandato quando faltar a mais de quatro reuniões ordinárias sem justificativa. 31.5.19 Quando o empregador rural ou equiparado contratar prestadores de serviço, a CIPATR da empresa contratante deve, em conjunto com a contratada, definir mecanismos de integração e participação de todos os trabalhadores em relação às decisões da referida comissão. 31.5.20 Os membros da CIPATR eleitos pelos empregados não podem sofrer despedida arbitrária, entendendo-se como tal a que não se fundar em motivo disciplinar, técnico, econômico ou financeiro. treinamento 26 treinamento 27 5.7.2 O treinamento deve contemplar, no mínimo, os seguintes itens: a) estudo do ambiente, das condições de trabalho, bem como dos riscos originados do processo produtivo; b) noções sobre acidentes e doenças relacionadas ao trabalho decorrentes das condições de trabalho e da exposição aos riscos existentes no estabelecimento e suas medidas de prevenção; c) metodologia de investigação e análise de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho; d) princípios gerais de higiene do trabalho e de medidas de prevenção dos riscos; e) noções sobre as legislações trabalhista e previdenciária relativas à segurança e saúde no trabalho; f) noções sobre a inclusão de pessoas com deficiência e reabilitados nos processos de trabalho; e g) organização da CIPA e outros assuntos necessários ao exercício das atribuições da Comissão. 5.7.3 O treinamento realizado há menos de 2 (dois) anos contados da conclusão do curso pode ser aproveitado na mesma organização, observado o estabelecido na NR-1. 31.5.24 O treinamento para a CIPATR deve contemplar, no mínimo, os seguintes itens: a) noções de organização, funcionamento, importância e atuação da CIPATR; b) estudo das condições de trabalho com análise dos riscos originados do processo produtivo no campo, bem como medidas de controle; c) caracterização e estudo de acidentes ou doenças do trabalho, metodologia de investigação e análise; d) noções de primeiros socorros; e) noções sobre legislação trabalhista e previdenciária relativa à segurança e à saúde no trabalho; f) noções sobre prevenção e combate a incêndios; g) princípios gerais de higiene no trabalho; h) proteção de máquinas e equipamentos; e i) noções de ergonomia. 31.5.25 O treinamento terá carga horária mínima de 20 (vinte) horas 28 NR 5.3.1 / NR 31.5.24 ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO - APR 29 Técnica Utilizada Para Identificar Os Perigos E Riscos Nos Processos, Equipamentos E Ambientes De Trabalho, Com Avaliação E Controle Destes Riscos. A APR Deve Ser Obrigatoriamente Aplicada Antes Da Execução De Inspeções, Serviços E Manutenções E Operação Em Geral. Obs.: A APR Orienta Os Trabalhadores Sobre Os Riscos Existentes, Determina Medidas De Eliminação E Controle Desses Riscos. ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO - APR 30 Basicamente, na elaboração da análise de risco envolve as seguintes etapas abaixo: 1º Passo – Conhecer a atividade a ser executada, o local de trabalho, as pessoas envolvidas na atividade ou processo produtivo, os equipamentos e produtos utilizados, a provável presença e movimentação de pessoas e/ou maquinários no local de trabalho, etc. 2º Passo – Para a elaboração de uma excelente análise de risco é importante buscar informações com outros profissionais, como funcionários mais experientes ou os que estão mais integrados a respeito da atividade a ser executada, visando com isso o seu maior entendimento acerca da atividade e dos procedimentos a serem realizados. 3º Passo – Anote as informações obtidas no ”2º Passo” de forma sequencial, conforme cada etapa do trabalho. 4º Passo – Após reunir informações suficientes a respeito do serviço, prosseguir para a investigação dos riscos, das ações de controle e dos procedimentos de segurança para cada etapa do trabalho. 5º Passo – Antes de finalizar a análise de risco é importante realizar uma averiguação e revisão das informações obtidas e descritas na análise de risco, visando com isso a complementação e a melhoria da mesma. PERCEPÇÃO DE PERIGOS E RISCOS 31 NEM SEMPRE PERIGO SIGNIFICARÁ RISCO. Um perigo somente representará um risco quando houver exposição de alguém a uma fonte geradora de danos ou prejuízos. CONCEITO DE PERIGO De forma geral, o perigo caracteriza-se por ser uma fonte causadora de lesões ou danos à saúde. Por toda parte há materiais, aspectos, condições ou situações potencialmente prejudiciais que conceituamos como perigos. PERCEPÇÃO DE PERIGOS E RISCOS 32 CONCEITO DE RISCO A norma internacional ISO 45001 – Sistemas de Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional conceitua risco como a: “combinação da probabilidade de ocorrência de eventos ou exposições perigosas relacionadas aos trabalhos e da gravidade das lesões e problemas de saúde que podem ser causados pelo(s) evento(s) ou exposição(ões)”. De outra forma, podemos dizer que risco é a chance de uma situação ou evento perigoso efetivamente provocar danos ou prejuízos. 33 PERCEPÇÃO DE PERIGOS E RISCOS 34 35 PERCEPÇÃO DE PERIGOS E RISCOS https://www.youtube.com/watch?v=2SaFfsCxXmg&t=159s PERCEPÇÃO DE PERIGOS E RISCOS 37 38 https://www.youtube.com/watch?v=At9R0ejxw1s&t=8s 39 TEORIA + PRÁTICA 40 41 42 Riscos Ambientais Riscos Ambientais 43 Os riscos ambientais são substâncias ou elementos existentes nos ambientes de trabalho, que em relação a sua concentração, intensidade, natureza e tempo de exposição podem ocasionar danos à saúde ou à integridade física dos trabalhadores. Quais são os Riscos Ambientais? A classificação dos riscos ambientais se estabelece da seguinte forma: riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e mecânicos (acidentes). Vale destacar que os riscos mecânicos (acidentes) e ergonômicos apesar de não serem contemplados pela norma, devem também ser levados em consideração por se tratarem de riscos ambientais causadores de danos à saúde e à integridadefísica dos trabalhadores. Riscos Ambientais 44 Riscos Físicos – São as diversas formas de energia que possam estar expostos os trabalhadores e proporcionar à ocorrência de acidentes ou doenças do trabalho; Riscos Químicos – São substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar o organismo por via respiratória, pelo contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão; Riscos Biológicos – São diversas espécies de micro-organismos que possam penetrar o organismo por via respiratória, pelo contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão; Riscos Ergonômicos – São fatores relacionados à aspectos psicológicos e fisiológicos, resultantes da precária adaptação do ambiente de trabalho às necessidades, habilidades e limitações do ser humano; Risco de Acidentes (mecânicos) – Estão relacionados às atividades que envolvam máquinas, equipamentos e outros situações, que proporcionem à um possível contato lesivo e a ocorrência de acidentes de trabalho. Riscos Ambientais 45 46 MATRIZ DE RISCOS Para definir o que é Matriz de Risco, podemos dizer que é uma ferramenta de gerenciamento que permite ampliar a visibilidade de possíveis riscos, com o objetivo de ajudar os gestores de um negócio no processo de tomada de decisões. A Matriz de Riscos tem sido amplamente adotada por muitas empresas porque é uma ferramenta prática e fácil de usar. Ela ajuda a maioria das organizações a promover discussões robustas, ter mais consistência na priorização das ações que podem gerar riscos e focar no que é prioridade. O grande diferencial dessa metodologia para qualquer outra é a possibilidade de ver os riscos apresentados em um gráfico de fácil interpretação. Isso significa que, em resumo, a Matriz de Risco é usada principalmente para determinar o “tamanho” de um risco e se esse risco está ou não controlado. É importante entender que existem duas dimensões para uma matriz de risco: ela analisa quão grave e também quão provável é um evento indesejado. Essas duas dimensões criam a matriz gráfica, combinando os dois fatores para dar a qualquer evento um lugar na Matriz de Risco. 47 MATRIZ DE RISCOS Mapa de Riscos Ambientais 48 Mapa de Risco é uma representação referente aos riscos presentes no ambiente de trabalho. É apresentado graficamente de acordo com o layout do local analisado através de círculos de cores diferentes, de acordo o nível dos riscos e com as cores correspondentes a eles. O tamanho dos círculos varia de acordo com o tamanho do risco no local sendo, riscos: pequeno, médio e grande. 49 MAPA DE RISCOS NR 5.3.1 - b) registrar a percepção dos riscos dos trabalhadores, em conformidade com o subitem 1.5.3.3 da NR-01, por meio do mapa de risco ou outra técnica ou ferramenta apropriada à sua escolha, sem ordem de preferência, com assessoria do Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho - SESMT, onde houver; NR 1.5.3.3 A organização deve adotar mecanismos para: a) consultar os trabalhadores quanto à percepção de riscos ocupacionais, podendo para este fim ser adotadas as manifestações da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA, quando houver; e b) comunicar aos trabalhadores sobre os riscos consolidados no inventário de riscos e as medidas de prevenção do plano de ação do PGR. 50 51 MAPA DE RISCOS 52 53 TEORIA + PRÁTICA Investigação de Acidente Investigação De Acidentes 54 Conceitos O que é ACIDENTE do Trabalho? É considerado acidente de trabalho toda lesão corporal ou perturbação da capacidade funcional que, no exercício do trabalho, ou por motivo dele, resultar de causa externa, súbita, imprevista ou fortuita, que cause a morte ou a incapacidade para o trabalho, total ou parcial, permanente ou temporária. Investigação A investigação de acidente de trabalho deve acontecer sempre que uma eventualidade for registrada. Aliás, o ideal, como já explicamos, é que as causas de incidentes e de quase acidentes também passem por verificações profundas. Eventos de risco durante a jornada trazem prejuízos para todas as partes envolvidas na cadeia produtiva. 55 Etapas de investigação Escolha um método adequado Em primeiro lugar, é preciso que o investigador principal deixe claro exatamente as informações e os dados que ele está buscando, além do objetivo da investigação. A metodologia utilizada para a investigação muda de acordo com a complexidade e as peculiaridades do acidente. Colete os dados Comece protegendo a cena do acidente. Faça isso o mais rápido possível, a fim de reunir seus dados iniciais. Duas coisas podem mudar ao longo do tempo após um acidente acontecer: memórias de testemunhas e provas materiais do evento. A coleta dessas informações o mais rápido possível garantirá que você tenha mais informações úteis. 56 Etapas de investigação Contextualize o cenário Utilizando suas anotações, entrevistas e observações, a equipe de investigação deve ser capaz de definir uma sequência de eventos e as causas prováveis do acidente. Os investigadores devem, também, juntar qualquer documentação que possa ser de utilidade, como registros de equipamentos e fotos da cena do acidente. Colha depoimentos fazendo perguntas à vítima A equipe de investigação deve sentar-se e discutir o acidente com a vítima e todas as testemunhas envolvidas no acidente. É recomendado, também, entrevistar outras pessoas importantes, como aqueles que trabalham regularmente na área do acidente ou que tiveram contato com a vítima antes do ocorrido. É útil utilizar um gravador para registrar essas entrevistas. 57 Etapas de investigação Procure por circunstâncias anormais Caso a sua empresa tenha um programa de segurança do trabalho abrangente vigorando, é provável que o mesmo não estivesse sendo seguido em sua totalidade quando o acidente aconteceu. Ao revisar os dados coletados sobre o acidente, a equipe de investigação precisa atentar a circunstâncias diferentes antes do acidente, que possam ter contribuído para o mesmo. Atente aos detalhes Defina a sequência de eventos que ocasionaram o acidente. Em seguida, estude cada evento para identificar comportamentos inseguros, todas as condições perigosas e ações que não foram realizadas e que possam ter viabilizado o acidente. Analise, também, as fraquezas do sistema, como planos, programas, processos, políticas e procedimentos de segurança ausentes ou inadequados. Depois de desenvolver e analisar a sequência de eventos, defina as causas dos eventos, conduzindo uma série de análises: análise de lesões; análise de eventos; análise de sistemas; causa direta de lesão; causa raiz do acidente; três níveis de análise de causa; causa superficial do acidente. 58 Etapas de investigação Elabore o relatório A equipe de investigação deve elaborar um relatório que inclua todos os dados recolhidos, a sequência dos acontecimentos, as causas presumidas do acidente e as recomendações de prevenção de futuros acidentes. Além disso, ela precisa fornecer o relatório do acidente à gerência, bem como um briefing para revisar os resultados do relatório. Os tópicos de discussão mais importantes provavelmente serão as causas do acidente e as recomendações de prevenção que a equipe de gerenciamento pode aprovar para implementação. Embora cada investigação de acidente seja única, os processos fornecerão algumas orientações básicas sobre o modo e os motivos pelos quais um acidente de trabalho ocorreu, a fim de que você possa tornar sua organização um ambiente de trabalho mais seguro para trabalhar futuramente. Os seguintes acidentes devem sempre ser relatados às autoridades: fatalidades; lesões que requerem hospitalização; exposição química, que requer tratamento médico imediato; grandes derramamentos, emissões ou qualquer outro evento com grave impacto ambiental. 59 Etapas de investigação Implemente soluções É preciso recomendar melhorias, a fim de prevenir incidentes futuros. Para assegurar que essas recomendaçõessejam eficientes, estratégias de controle de perigo precisam ser implementadas para excluir ou minimizar as causas superficiais específicas do acidente. Faça um relatório completo. O modo como você apresenta suas descobertas moldará as ações corretivas e as percepções subsequentes. O formulário de relatório de acidente deve incluir: fundo; achados; resumo; recomendações; descrição de acidente; ações de acompanhamento e revisão; anexos (fotos, esboços, notas de entrevista, e assim por diante). 60 Etapas de investigação 61 62 https://www.youtube.com/watch?v=Mrmt21a63-k 63 TEORIA + PRÁTICA 64 CAT COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DO TRABALHO 65 1.694 ACIDENTES COM MORTES 1,1 MEDIA DIÁRIA 420.000 ACIDENTES DO TRABALHO 66 DADOS 2021 67 A Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) é um documento emitido para reconhecer tanto um acidente de trabalho ou de trajeto bem como uma doença ocupacional. Acidente de trabalho ou de trajeto: é o acidente ocorrido no exercício da atividade profissional a serviço da empresa ou no deslocamento residência / trabalho / residência, e que provoque lesão corporal ou perturbação funcional que cause a perda ou redução – permanente ou temporária – da capacidade para o trabalho ou, em último caso, a morte; Doença ocupacional: é aquela produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social. COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DO TRABALHO 68 Quando fazer? A empresa é obrigada a informar à Previdência Social todos os acidentes de trabalho ocorridos com seus empregados, mesmo que não haja afastamento das atividades, até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência. Em caso de morte, a comunicação deverá ser imediata. A empresa que não informar o acidente de trabalho dentro do prazo legal estará sujeita à aplicação de multa, conforme disposto nos artigos 286 e 336 do Decreto nº 3.048/1999. Se a empresa não fizer o registro da CAT, o próprio trabalhador, o dependente, a entidade sindical, o médico ou a autoridade pública (magistrados, membros do Ministério Público e dos serviços jurídicos da União e dos Estados ou do Distrito Federal e comandantes de unidades do Exército, da Marinha, da Aeronáutica, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar) poderão efetivar a qualquer tempo o registro deste instrumento junto à Previdência Social, o que não exclui a possibilidade da aplicação da multa à empresa. 69 70 inclusão 71 inclusão A legislação brasileira para o apoio às PCDs é extensa e passa pelas demandas de acessibilidade, cotas e várias outras questões. Assim, a inclusão de pessoas com deficiência é um desafio para muitos gestores de empresas. Quem são as pessoas portadoras de deficiência? Muitos gestores ficam com dúvida sobre o que caracteriza o PCD por confundirem algumas doenças com essa condição. Por isso, clareamos aqui o que caracteriza essa parcela da população, que apesar de ter limitações, tem muito potencial na carreira. Segundo a lei 13.146/2015, a pessoa com deficiência é aquela que tem algum tipo de limitação de longo prazo que pode gerar obstáculos na sua participação social nas mesmas condições que as outras pessoas. Esses obstáculos, porém, são derivados de barreiras (que podem ser físicas, sensoriais, mentais ou intelectuais) que dificultem a inserção das pessoas com deficiência na educação, no trabalho, na saúde, na comunicação, entre outros aspectos da vida. A lei também contempla os casos de reabilitação, ou seja, aqueles em que a pessoa sofreu um acidente de trabalho e foi recolocada na empresa. 72 inclusão Como é a Lei de Inclusão das Pessoas com Deficiência no Brasil? A Lei Brasileira de Inclusão de Pessoas com Deficiência, nº 13.146/2015 (também chamada de Estatuto da Pessoa com Deficiência), traz os diversos direitos de PCDs em várias questões, como saúde, educação, moradia e trabalho. Abaixo reunimos as principais normas dessa legislação, dando mais foco nas empresas e relações de trabalho: Cotas Quando a organização tem mais de 100 funcionários, ela tem a obrigação de ter de 2 a 5% de profissionais com deficiência no seu quadro, conforme a lei 8.213/1991, conhecida como Lei de Cotas. Apesar de ter sido feita na década de 90, essa norma só entrou em prática muitos anos depois, quando a Justiça desenvolveu mecanismos de fiscalização e especificou o que era considerado deficiência. A quantidade de PCDs mínima exigida vai variar de acordo com o total de colaboradores. Em um time de até 200 profissionais, deve haver pelo menos 2% de pessoas com deficiência. Com 201 a 500 empregados, 3% devem ser PCDs. Na faixa de 501 a 1000, 4%. Com mais de 1.001 pessoas compondo a equipe, a organização deve contar com no mínimo 5% de pessoas portadoras de necessidades especiais. E isso vale para a empresa toda, não por filial. NR 6 - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI 73 NR 6 - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI 74 É quesito de norma que se faça o uso dos Equipamentos de Proteção Individual - EPI em praticamente todos os setores da empresa, isso está na Legislação Trabalhista. Isso quer dizer que seja uma Obra, um açougue, uma fabrica, garagem ou qualquer outro ambiente de trabalho, deve-se usar os devidos EPI’s. De acordo com a NR06 a EMPRESA É OBRIGADA a fornecer aos empregados, GRATUITAMENTE, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento e também exigir o seu uso. Cabe ao empregado usar o EPI, guardar e conservar. ( leia a NR06 na Integra ). Caso o funcionário não atender ao exigido por norma, sim é passível de penalização, como por exemplo a advertência e após ela medidas administrativas mais severas como a demissão. AS OBRIGAÇÕES DO EMPREGADO QUANTO AO USO DO EPI SÃO: Utilizá-lo apenas para a finalidade a que se destina Responsabilizar-se pela guarda e conservação Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso Cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado NR 6 - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI 75 A OBRIGATORIEDADE DO USO DOS EPIS De acordo com a Norma Regulamentadora NR 6, do Ministério do Trabalho e Emprego, o uso dos EPI’s É OBRIGATÓRIO sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam total proteção contra os riscos de acidentes ou doenças de trabalho, principalmente em ambientes insalubres ou perigosos. Conforme a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) artigo 157, é obrigação das empresas cumprir a normas de segurança e medicina do trabalho e informar os funcionários sobre as precauções necessárias para evitar acidentes. A CLT também esclarece aos empregados a obrigatoriedade em observar as normas de segurança e as instruções fornecidas por seus superiores (artigo 158, inciso I) e ainda determina que a recusa injustificada ao uso de EPIs constitui falta do empregado (artigo 158, parágrafo único, alínea b). NR 6 - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI 76 CONSEQUÊNCIAS DE NÃO UTILIZAR EPI De acordo com a CLT, é considera ato faltoso não usar o EPI, o empregador poderá punir o empregado como achar necessário, desde uma advertência verbal até a demissão por justa causa. Resumindo, além da falta prevista no artigo 158 da CLT, recusar-se injustificadamente ao uso de EPI configura ao mesmo tempo negligência do empregado, desacato à ordem superior e descumprimento das normas da empresa. Constituindo, portanto falta grave, que autoriza a demissão por justa causa. A demissão do funcionário, por justa causa pode ocorrer sem a empresa dar advertência ou suspensão, no caso do empregado não usar o EPI. O empregado deve estar ciente que a empresa pode “pular” as etapas acima, e ir direto para uma suspensão, sem que isso tenha problema legais para a empresa. NR 6 - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI 77 Ergonomia no ambiente de Trabalho 79 Sabe aquela frase que diz: “É MELHOR PREVENIR DO QUE REMEDIAR”? 8081 Mas o que é ergonomia? Ergonomia é a ciência que estuda as adaptações do trabalho para que os funcionários possam desenvolver as atividades de maneira segura e eficiente. Para isso, são considerados fatores como características físicas, fisiológicas e psicossociais dos trabalhadores e do ambiente de trabalho. Resumindo: “Seu objetivo central é adaptar o trabalho ao ser humano, evitando que ocorra o contrário” – Ou seja, é uma forma de fazer com que o seu corpo se adapte a sua tarefa profissional sem sofrer algum dano. Um dos maiores problemas dos postos de trabalho atualmente são os afastamentos por LER (lesão por esforço repetitivo) ou DORT (Doença osteomusculares relacionadas ao trabalho). Muitos desses afastamentos estão ligados ao excesso de esforço que um funcionário acaba executando, por achar que quanto mais dedicado, disposto ele for menor será a chance de ser dispensado do emprego. A NR17 prevê em sua secção 17.2 alguns parâmetros para poder resguardar os funcionários, evitando que se afastem ou que comprometam a saúde durante a jornada de trabalho. Conceito Legal 82 POR QUE É TÃO IMPORTANTE TER ERGONOMIA NO AMBIENTE DE TRABALHO? Nós temos a péssima mania de pensar só no agora e esquecer que o futuro existe, no trabalho não é diferente. 83 84 85 EMERGÊNCIA – É algo que representa perigo a vida; SITUAÇÃO DE RISCO – É o que pode se transformar em acidente; ACIDENTE DO TRABALHO - É aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa provocando lesão corporal ou perturbação funcional que causa a morte ou a perda, ou redução permanente ou temporária da capacidade para o trabalho; INCIDENTE - Evento não planejado que tem o potencial de levar a um acidente; PERIGO - Fonte, situação ou ato com potencial para provocar danos ao ser humano em termos de lesão ou doença, ou uma combinação destas; RISCO - Combinação da probabilidade de ocorrência de um evento ou exposição(ões) perigosa(s) com a gravidade da lesão ou doença que pode ser ocasionada pelo evento ou exposição(ões); ROTAS DE FUGA - É o trajeto, representado por setas, que deve ser seguido por todos em caso de necessidade de evacuação do local, em função de incêndio ou outras situações de emergências. 86 Primeiros socorros, são todas as medidas que devem ser tomadas de imediato para evitar agravamento do estado de saúde ou lesão de uma pessoa antes do atendimento médico. 87 Isolar a área, evitando o acesso de curiosos; Observar a vítima, verificando alterações ou ausência de respiração, hemorragias, fraturas, colorações diferentes da pele, presença de suor intenso, expressão de dor; Observar alteração da temperatura, esfriamento das mãos e/ou pés; Manter a calma, assumindo a liderança do atendimento; Procurar que haja comunicação imediata com hospitais, ambulâncias, bombeiros, polícia se necessário. A atitude do socorrista pode significar a vida ou a morte da pessoa socorrida. Ações do Socorrista 88 Emergência Primeiros Socorros: 7 procedimentos que você precisa saber! 1) Fazer massagem cardíaca. A massagem cardíaca é um procedimento indicado para casos nos quais a vítima teve uma parada cardíaca; 2) Desengasgar; 3) Estancar sangramentos; 4) Amenizar queimaduras; 5) Desafogar; 6) Fazer transporte de vítimas; 7) Cuidar de fraturas ósseas. 89 1) Parada Cardíaca A massagem cardíaca é uma manobra que objetiva garantir a oxigenação dos órgãos quando ocorre uma parada cardiorrespiratória. Nesta situação, não há bombeamento de sangue para os órgãos vitais do corpo, como cérebro e coração, e estes acabam por entrar em processo de necrose. As técnicas de massagem cardíaca mudam constantemente. No entanto, nem sempre foi assim. No ano de 1960, Kouwenhoven, Jude e Knicherbocker foram os primeiros a sugerirem que compressões realizadas contra a parede torácica na região correspondente à metade da linha imaginária que passa sobre os mamilos, seriam capazes de garantir a circulação sanguínea para o cérebro e para a musculatura do coração, em casos de parada cardíaca. Por conseguinte, foi incluída a respiração boca-boca às compressões para manter a oxigenação tecidual. Naquela época, o ritmo recomendado era de 5 para 2, ou seja, 5 compressões torácicas intercaladas com 2 respirações boca-boca. 90 1) Parada Cardíaca Há algum tempo atrás, especialistas demonstraram que as compressões deveriam ser mais frequentes, sendo o ritmo modificado para 100 compressões por minuto, sem necessidade de efetuar a respiração boca a boca. O reconhecimento da parada cardíaca é simples, basta chamar a pessoa que desmaiou. Caso a pessoa esboce alguma reação, o coração não está parado. No entanto, quando não há reação, o primeiro passo é chamar socorro especializado. As massagens devem ser iniciadas o mais depressa possível, até a chegada do resgate ao local. A massagem cardíaca deve ser realizada da seguinte forma: Coloque a vítima deitada de costas em uma superfície dura; Com os braços estendidos, posicione suas mãos sobrepostas na metade inferior do esterno; Os dedos devem permanecer abertos sem tocar a parede torácica; Em seguida, exerça uma pressão, vigorosamente, para que o esterno abaixe, comprimindo o coração em direção à coluna vertebral; Descomprima em seguida. 91 1) Parada Cardíaca https://www.youtube.com/watch?v=TJXlOzQGYJY 92 2) Desengasgar https://www.youtube.com/watch?v=5kyyABzEy_k 93 2) Desengasgar https://www.youtube.com/watch?v=gZGfT3oh9lA&t=13s 94 3) Estancar Sangramentos (Hemorragias) https://www.youtube.com/watch?v=_xICY4VBTfw 95 4) Queimadura https://www.youtube.com/watch?v=67_lJyhLBQc 96 5) Desafogar https://www.youtube.com/watch?v=B2_wT_ubJsU 97 6) Transporte de Vítima https://www.youtube.com/watch?v=i45TA3oU4AI 98 7) Fraturas https://www.youtube.com/watch?v=fk9AK0p_r0g 99 Animais Peçonhentos https://www.youtube.com/watch?v=jOceyhhQVsA 100 noções sobre prevenção e combate a incêndios 101 Combater princípios de incêndios pode parecer um assunto simples a primeira vista. Porém, quando verificamos a quantidade de variáveis existentes, constatamos a importância de uma base teórica fundamentada e de treinamentos constantes. 102 CONCEITO DE FOGO O fogo nada mais é do que uma reação química que libera luz e calor. Essa reação química decorre de uma mistura de gases a altas temperaturas, que emite radiação geralmente visível. Basta entendermos que todo material quando aquecido a determinada temperatura, libera gases e são esses gases que, de fato, pegam fogo. 103 104 105 https://www.youtube.com/watch?v=p8VDxN-q4-U 106 Incêndio Florestal https://www.youtube.com/watch?v=YQuMKOaShPE&t=36s https://www.youtube.com/watch?v=YQuMKOaShPE&t=36s 107 Protocolo COVD 108 AIDS 109 - Síndrome da Imunodeficiência Adquirida O HIV, o vírus da Aids, é um retrovírus que, ao invés de ter DNA, possui RNA, ou seja, no seu processo de infecção da célula T4 hospedeira tem que transformar seu RNA em DNA. Essa característica o torna muito variável, como todo retrovírus. O HIV é da família lentivírus, indicando que entre a infecção e a manifestação, podem decorrer vários anos. https://www.youtube.com/watch?v=38dF-7CI1io 110 Proteção de Máquinas e Equipamentos https://www.youtube.com/watch?v=2PfYJ1sNAMw 111 Contato Timeline 113 DEC NOV OCT SEP AUG JUL JUN MAY APR MAR FEB JAN Blue is the colour of the clear sky and the deep sea Red is the colour of danger and courage Black is the color of ebony and of outer space Yellow is the color of gold, butter and ripe lemons White is the color of milk and fresh snow Blue is the colour of the clear sky and the deep sea Yellow is the color of gold, butter and ripe lemons White is the color of milk and fresh snow Blue is the colour of the clear sky and the deep sea Red is the colour of danger and courage Black is the color of ebony and of outer space Yellow is the color of gold, butter and ripe lemonsExtra graphics 114 SlidesCarnival icons are editable shapes. This means that you can: Resize them without losing quality. Change fill color and opacity. Isn’t that nice? :) Examples: 115 Diagrams and infographics 116 You can also use any emoji as an icon! And of course it resizes without losing quality. How? Follow Google instructions https://twitter.com/googledocs/status/730087240156643328 ✋👆👉👍👤👦👧👨👩👪💃🏃💑❤😂😉😋😒😭👶😸🐟🍒🍔💣📌📖🔨🎃🎈🎨🏈🏰🌏🔌🔑 and many more... 117 image2.gif image3.gif image4.gif image5.gif image6.gif image7.gif image8.gif image9.gif image10.gif image11.gif image12.gif image13.png image14.png image15.png image16.png image17.gif image18.gif image19.jpeg image20.jpeg image21.png image22.png image23.jpeg image24.jpeg image25.jpeg image26.jpeg image27.png image28.png image29.png image30.png image31.jpeg image32.png image33.jpeg image34.png image35.png image36.png image37.jpeg image38.png image39.jpeg image40.jpeg image41.jpeg image42.png image43.jpeg image44.gif image45.png image46.png image47.png image48.jpeg image49.gif image50.gif image51.gif image52.png image53.png image54.jpeg image55.gif image56.gif image57.jpeg image58.jpeg image59.jpeg image60.jpeg image61.jpeg image62.jpeg image63.jpeg image64.jpeg image65.jpeg image66.gif image67.gif image68.gif image69.jpeg image70.jpeg image71.png image72.jpeg image73.jpeg image74.jpeg image75.png image76.jpg image77.gif image78.gif image79.jpeg image80.jpeg image81.gif image82.png image1.png