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<p>AULA 1 - INTRODUÇÃO</p><p>AOS SISTEMAS</p><p>OPERACIONAIS</p><p>• Conhecer uma visão geral de um Sistema Operacional e como ocorreu a sua evolução.</p><p>CONTEXTUALIZANDO A APRENDIZAGEM</p><p>Prezado(a) Aluno(a), seja bem-vindo(a) a mais uma Disciplina. Nesta Aula, teremos uma visão geral sobre um</p><p>Sistema Operacional e como ocorreu a sua origem e a sua evolução.</p><p>Na sua grande maioria, todos nós, já tivemos ou temos alguma experiência com Sistemas Operacionais; porém,</p><p>muitos nem sabem, de fato, o que é um Sistema Operacional. Você sabe o que é um Sistema Operacional? Quais são</p><p>os tipos de Sistemas Operacionais existentes? Não se preocupe, pois estas e outras perguntas serão respondidas, nesta</p><p>Aula. Começaremos discutindo a definição de um Sistema Operacional; passando pela sua história e sua evolução.</p><p>É importante para seu êxito profissional, que leia, e releia esse Material; se necessário, consulte os Materiais</p><p>adicionais, que possam ser indicados, no decorrer desta Aula. Não deixe, de solicitar ajuda ao(à) Professor(a) sempre</p><p>que surgirem dúvidas. Empenhe-se em seus estudos e lembre-se de que o seu sucesso só depende de você.</p><p>Mapa mental panorâmico</p><p>Para contextualizar e ajudá-lo(a) a obter uma visão panorâmica dos conteúdos que você estudará na Aula 1, bem como entender a inter-relação entre eles, é importante</p><p>que se atente para o Mapa Mental, apresentado a seguir:</p><p>INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS OPERACIONAIS</p><p>1 SISTEMAS OPERACIONAIS</p><p>2 HISTÓRIA DOS SISTEMAS OPERACIONAIS</p><p>2.1 A PRIMEIRA GERAÇÃO (1945-1955): VÁLVULAS</p><p>2.2 A SEGUNDA GERAÇÃO (1955-1965): TRANSISTORES</p><p>2.3 A TERCEIRA GERAÇÃO (1965-1980): CIRCUITOS INTEGRADOS</p><p>2.4 A QUARTA GERAÇÃO (1980): COMPUTADORES PESSOAIS</p><p>3 CONCEITOS BÁSICOS EM SISTEMAS OPERACIONAIS</p><p>4 ESTRUTURA DO SISTEMA OPERACIONAL</p><p>4.1 COMPONENTES DO SISTEMA OPERACIONAL</p><p>4.1.1 GERENCIAMENTO DE PROCESSOS</p><p>4.1.2 GERENCIAMENTO DA MEMÓRIA PRINCIPAL</p><p>4.1.3 GERENCIAMENTO DE ARQUIVOS</p><p>4.1.4 GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE E/S</p><p>4.1.5 GERENCIAMENTO DE MEMÓRIA SECUNDÁRIA</p><p>4.1.6 INTERPRETADORES DE COMANDOS</p><p>4.2 ARQUITETURAS DO NÚCLEO</p><p>4.2.1 ARQUITETURA MONOLÍTICA</p><p>4.2.2 ARQUITETURA EM CAMADAS</p><p>4.2.3 MÁQUINA VIRTUAL</p><p>4.2.4 ARQUITETURA MICROKERNEL</p><p>INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS OPERACIONAIS</p><p>1 SISTEMAS OPERACIONAIS</p><p>Você sabia que nos três séculos anteriores, apenas, uma única Tecnologia estava presente? No século XVIII, a Tecnologia que dominava eram as das máquinas</p><p>mecânicas, que acompanharam a Revolução Industrial. Já, no Século XIX, foi a vez das máquinas a vapor. No Século XX, os principais avanços se deram no campo</p><p>da aquisição, distribuição e processamento das informações, com o advento da Era Computacional.</p><p>Desde o surgimento do primeiro computador, havia a necessidade de se ter uma forma de controlar as ações do Usuário e como o computador reagiria a essas ações.</p><p>Assim, surgiu o Sistema Operacional; ainda, que sem o Sistema Operacional, não haveria possibilidades de um Usuário interagir com o computador.</p><p>Segundo SÍLBERSCHATZ; GALVIN e GAGNE (2001), um Sistema Operacional é um programa, que atua como intermediário entre o Usuário e o hardware de um</p><p>computador. O propósito de um Sistema Operacional é fornecer um ambiente para que o Usuário possa executar programas. O principal objetivo de um Sistema</p><p>Operacional é, portanto, tornar o uso do Sistema de Computação conveniente.</p><p>Os programas de computadores (softwares) são responsáveis por fazer o elo de comunicação entre a parte eletrônica do computador (hardware) e o ser humano. Esse</p><p>elo se faz necessário, devido à grande diferença entre a linguagem manipulada, pelo homem e pela máquina. Ou seja, enquanto um computador utiliza-se de cadeias</p><p>de códigos binários, o ser humano trabalha com estruturas menos complexas, como conjuntos, algoritmos, arquivos, dentre outros (TANENBAUM; BOS, 2016).</p><p>Os programas de computadores podem ser classificados em dois grupos; sendo eles: Software de Sistema, que manipulam a operação do computador; e, Programas</p><p>Aplicativos, que resolvem problemas para o Usuário.</p><p>Um Sistema Operacional realiza, basicamente, duas funções: como uma Máquina Virtual e como um Gerenciador de Recursos. Dependendo do ponto de vista</p><p>abordado, uma se destaca sobre a outra.</p><p>No Sistema Operacional como uma Máquina Virtual, a Arquitetura Computacional (no que se diz respeito ao nível de linguagem de Máquina, na sua grande</p><p>maioria) é primitiva e de difícil programação; principalmente, em relação a operações de entrada e saída de um computador. Assim, um Programador opta por</p><p>trabalhar com linguagens de programação de alto nível; onde detalhes de implementação das abstrações não são visíveis.</p><p>Vale ressaltar que um Sistema Operacional é classificado como Software de</p><p>Sistema.</p><p>Uma abstração típica são os Discos Rígidos, nos quais trabalham armazenando uma coleção de arquivos, identificados por nomes simbólicos. O software, que</p><p>mascara esses detalhes de implementação dessas abstrações, é o Sistema Operacional. Nesse caso, a função do Sistema Operacional é apresentar ao Usuário, como se</p><p>fosse uma Máquina Virtual, ou, Estendida, com o objetivo de tornar mais fácil o processo de desenvolvimento de software, para determinado tipo de hardware, que</p><p>lhe dê suporte (TANENBAUM, 2010; DEITEL; DEITEL. P; CHOFFNES, 2005; MACHADO, MAIA; 2000).</p><p>E, em relação ao Sistema Operacional como um Gerenciador de Recursos, saiba que os computadores modernos são compostos, por vários subsistemas; ou seja,</p><p>partes, tais, como: Processadores, Memórias, Discos Rígidos, Discos SSDs, Interfaces de Rede, dentre outros Dispositivos de Entrada e Saída. Por esse lado, a função</p><p>de um Sistema Operacional é gerenciar esses recursos, de tal maneira, que as tarefas, realizadas pelo Usuário, sejam atendidas, de forma a mais eficiente possível.</p><p>2 HISTÓRIA DOS SISTEMAS OPERACIONAIS</p><p>No início da Computação, quando surgiram os primeiros computadores, eles não possuíam um Sistema Operacional. Um computador era composto, apenas, pelo seu</p><p>hardware. Todo o processo de programação e interação, realizada pelos Usuários, eram via instruções, que eram, manualmente, repassadas ao computador, por meio</p><p>de botões e displays, em tempo real de execução. Devido a essa complexidade, os Sistemas Operacionais foram criados, a fim de melhorar essa relação e interação</p><p>entre o homem e a máquina (TANENBAUM; BOS, 2016).</p><p>Desde a sua criação, os Sistemas Operacionais estão em constante evolução. Para compreender melhor como ocorre essa evolução, a seguir, veremos a história dos</p><p>Sistemas Operacionais, dividida em Gerações.</p><p>2.1 A PRIMEIRA GERAÇÃO (1945-1955): VÁLVULAS</p><p>Na metade da década de 1940, surgiram as primeiras máquinas de cálculo, constituídas por válvulas e relés. Essas máquinas necessitavam de um grande</p><p>espaço e consumiam grandes quantidades de energia elétrica. Para a sua utilização, um pequeno grupo de pessoas projetava e construía tais processos. Além disso,</p><p>era necessário pessoas para programar e operar cada uma dessas máquinas. Toda programação, basicamente, era feita, por meio de linguagem de máquina; ou seja,</p><p>uma linguagem de baixo nível e de difícil manipulação e entendimento. Assim, por volta dos anos 50, para se otimizarem o uso e a programação dessas máquinas,</p><p>eram utilizados cartões perfurados.</p><p>Figura 1: ENIAC</p><p>Fonte: Disponível em Créditos.</p><p>Um exemplo usual é o compartilhamento da Unidade Central de</p><p>Processamento, UCP, ou, CPU, quando da execução de vários Programas,</p><p>simultaneamente. O Sistema Operacional é o responsável pela distribuição,</p><p>de forma otimizada, da CPU entre as tarefas em execução (TANENBAUM,</p><p>2010; MACHADO, MAIA; 2000).</p><p>O ENIAC (Electronic Numerical Integrator and Computer), foi o primeiro computador digital eletrônico de grande escala. O ENIAC começou a ser desenvolvido</p><p>em 1943 durante a II Guerra Mundial para computar trajetórias táticas que exigiam conhecimento substancial em matemática com mais agilidade, mas só se tornou</p><p>operacional após o fim da guerra. A capacidade de processamento do ENIAC era de 5.000 operações por segundo e</p><p>possuía 17.468 válvulas termiônicas, de 160 kW</p><p>de potência. Sua principal finalidade era para uso em cálculos balísticos.</p><p>2.2 A SEGUNDA GERAÇÃO (1955-1965): TRANSISTORES</p><p>O surgimento do transistor mudou, totalmente, o cenário computacional, a partir da década de 1950. Computadores começaram a ser fabricados, em séries; e,</p><p>utilizados para diversas atividades. Esses novos computadores eram acondicionados em salas especiais, com uma equipe especializada, para a sua operação. Para que</p><p>cada Programa pudesse ser executado, o Programador produzia um conjunto de cartões perfurados, que eram utilizados pelos Operadores. A grande maioria dos</p><p>computadores dessa 2ª Geração eram utilizados para a realização de cálculos científicos e de Engenharia; sendo seus Sistemas Operacionais, capazes de realizarem</p><p>uma tarefa por vez.</p><p>Figura 2: TRADIC (Transistor Digital Computer)</p><p>Fonte: Disponível em Créditos.0</p><p>2.3 A TERCEIRA GERAÇÃO (1965-1980): CIRCUITOS INTEGRADOS</p><p>Já, no início dos anos 60, a grande maioria dos Fabricantes de Computadores mantinha duas linhas de produção: uma voltada para os computadores científicos; e, a</p><p>outra linha, voltada para computadores mais comerciais, que executavam tarefas de ordenação de dados e impressão de Relatórios, que, muitas vezes, eram utilizados</p><p>por Instituições Financeiras.</p><p>Assim, a Empresa IBM tentou inserir, no mercado, um produto que atendesse aos dois tipos de Consumidores; e, criou a série System/360, que consistia em</p><p>computadores com a mesma arquitetura e conjunto de instruções. Dessa forma, todos os Programas desenvolvidos eram executados em todos os computadores, que</p><p>pertencessem à série 360. Para que isso fosse possível, um Sistema Operacional foi criado; o que acarretou em um Sistema complexo e pesado.</p><p>Figura 3: Comparação do tamanho do Circuito Integrado com uma moeda (esquerda) e um chip (direita)</p><p>Fonte: Disponível em Créditos.</p><p>Mesmo assim, muitas técnicas, que não estavam presentes nos Sistemas Operacionais da 2ª Geração, surgiram nessa Geração; como, por exemplo, a</p><p>Multiprogramação. Uma outra característica foi a capacidade de ler os Programas, por meio de um Disco; e, não mais por cartões perfurados. Outro fator importante</p><p>foi a redução no tempo de espera, quanto à execução dos Programas. Com isso, uma nova técnica, chamada de Time-sharing foi criada e permitia o uso de vários</p><p>terminais online, que compartilhassem uma única CPU. Nesse período, iniciou-se o desenvolvimento do Sistema Operacional UNIX.</p><p>2.4 A QUARTA GERAÇÃO (1980): COMPUTADORES PESSOAIS</p><p>O desenvolvimento de Circuitos Integrados em larga escala (LSI) possibilitou o surgimento dos computadores pessoais. O crescimento desse tipo de máquina</p><p>criou um mercado vasto de software; o que provocou a necessidade de Sistemas Operacionais, que os suportassem e que fossem amigáveis, pois o Usuário final seria</p><p>um Usuário doméstico.</p><p>Dentro desse cenário, destacam-se a criação dos Sistemas Operacionais Microsoft Windows e os Sistemas Operacionais, advindos do UNIX, como o GNU/LINUX.</p><p>Com o aparecimento da Tecnologia de Redes de Computadores, surgiram Sistemas Operacionais de Rede de Computadores e Sistemas Operacionais Distribuídos.</p><p>A Figura 4 traz os Fundadores da Empresa MICROSOFT; criadores do Sistema Operacional WINDOWS.</p><p>Figura 4: Paul Allen e Bill Gates</p><p>Fonte: Disponível em Créditos.</p><p>Você percebeu que, desde a sua criação, os Sistemas Operacionais está em constante evolução. Conheça, com mais detalhes, a evolução de Sistemas Operacionais,</p><p>pelo Infográfico - A História do Sistemas Operacionais, clicando aqui. Nele você verá a evolução a partir de 1969 até 2013. É muito interessante, não deixe de</p><p>conferir!</p><p>Percebeu como os sistemas evoluíram com o tempo? Note que nesses 44 anos, muitos sistemas foram descontinuados e muitos foram criados, permanecendo por</p><p>muitos anos.</p><p>3 CONCEITOS BÁSICOS EM SISTEMAS OPERACIONAIS</p><p>Como vimos, anteriormente, um Sistema Operacional (SO) é responsável por gerenciar o acesso aos recursos do computador e prover serviços extras da máquina.</p><p>Saiba que, dentro de uma Arquitetura Computacional, um SO é o mediador entre as ações do Usuário e a parte física; ou seja, o hardware. A Figura 5 demonstra esse</p><p>cenário.</p><p>https://img.ibxk.com.br/2013/7/infograficos/2031/infografico-tecmundo-603041-20310.jpg?v=545</p><p>Figura 5: Finalidade do Sistema Operacional</p><p>Fonte: Arquivo Pessoal do Autor.</p><p>Para entender melhor sobre os Sistemas Operacionais, alguns Conceitos básicos são necessários, sendo eles: Processos, Sistemas Multitarefas e Multiusuários,</p><p>Multiprocessamento, Interpretador de Comandos (shell), chamadas de Sistema (System Calls) e Multiprogramação.</p><p>E você sabe o que significam esses Conceitos? Vamos entender cada um.</p><p>PROCESSOS</p><p>Tudo em Sistemas Operacionais depende desse Conceito. Dessa forma, a sua compreensão é primordial. Um Processo, também chamado de Processo Sequencial, é,</p><p>basicamente, um Programa em execução. Assim, um Processo executado, por uma CPU, integra outros Processos.</p><p>Saiba que um Processo possui diversos estados; sendo eles:</p><p>Nesse estado, o Processo está executando as instruções e utilizando-se da CPU.</p><p>Aguardando recursos, que não há ou não existe CPU; indisponíveis, no momento.</p><p>Aguardando a CPU, para ser executado.</p><p>Quando um Processo está em execução, ele passa por uma sequência de estados, ordenados no tempo. Assim, um Processo possui duas propriedades importantes: o</p><p>resultado da execução de um Processo independe da velocidade com que é executado; e, se um Processo for executado, novamente, com os mesmos dados, ele</p><p>passará, precisamente, pela mesma sequência de instruções e fornecerá o mesmo resultado.</p><p>A natureza sequencial e determinística de um Processo é garantida por essas</p><p>propriedades. Um Processo Sequencial se define pelo resultado de suas</p><p>instruções; e, não pela sua velocidade de execução.</p><p>Como vimos, a compreensão do Conceito de Processo é de suma importância, em qualquer Sistema Operacional. Dessa forma, sugerimos a leitura do capítulo II, do</p><p>Livro de TANENBAUM; BOS, (2016), Sistemas Operacionais Modernos, 4 ed, disponível em sua Biblioteca Online.</p><p>SISTEMAS MULTITAREFAS E MULTIUSUÁRIOS</p><p>Muito bem, vimos que um Programa em Execução recebe o nome de Processo. Saiba, ainda, que, também, pode ser chamado de Tarefa. É importante frisar que todos</p><p>os computadores modernos, frequentemente, realizam várias tarefas, ao mesmo tempo (TANENBAUM; BOS, 2016). Um Sistema Operacional, do tipo Multitarefa,</p><p>tem a capacidade de suportar a execução concorrente de Processos, sobre o mesmo Processador; sem a necessidade de prover uma forma elaborada de gerenciamento</p><p>de recurso, como: CPU, memória, etc.</p><p>Quando um SO (Sistema Operacional) permite acessos simultâneos a um mesmo computador, por meio de dois ou mais terminais de entrada, é considerado um</p><p>Sistema Operacional Multiusuário.</p><p>MULTIPROCESSAMENTO</p><p>Apesar de, em sua grande maioria, possuírem uma única CPU, que executa instruções uma a uma, computadores mais avançados incrementam a velocidade efetiva;</p><p>permitindo que várias instruções sejam executadas, ao mesmo tempo.</p><p>Um computador, com múltiplos Processadores, que compartilhem uma memória principal comum, é chamado de Multiprocessador. O Sistema, que suporta tal</p><p>configuração, é um Sistema, que suporta o Multiprocessamento (CARDOZO; MAGALHÃES; FAINA, 2002).</p><p>INTERPRETADOR DE COMANDOS – SHELL</p><p>O Shell é um Processo da Interface do Usuário, com o Sistema Operacional; ou seja, esse Processo aguarda a entrada de comandos, via teclado; e, interpreta esses</p><p>comandos, passando seus parâmetros ao Sistema Operacional. São exemplos, os serviços solicitados pelo Interpretador de Comandos, como Login/Logout,</p><p>Manipulação de Arquivo, Execução de Programas, etc.</p><p>CHAMADAS DE SISTEMA - SYSTEM CALLS</p><p>As Chamadas de Sistema é a Interface entre os Programas e o Sistema Operacional. As Chamadas são funções, que têm como finalidade prover serviços aos</p><p>Aplicativos, do tipo: Informações da hora do Sistema, Operações de entrada/saída,</p><p>Comunicação Inter processo, etc.</p><p>MULTIPROGRAMAÇÃO</p><p>E, por fim, temos o Conceito de Multiprogramação, que é mais amplo que o conceito de Multitarefa; e, necessita de um Sistema Operacional, que provê total</p><p>gerenciamento de recursos; tais, como, CPU, Memória, Sistema de Arquivos; além do suporte à execução de concorrente de processos.</p><p>Em uma máquina, podemos ter um conjunto de Processos em Execução, de forma concorrente ou serial; ou seja, todos os recursos podem ser alocados, de maneira</p><p>dinâmica, entre os Processos Ativos, conforme a sua prioridade; ou, podem ser alocados a um único Programa, até a sua conclusão.</p><p>Assim, um computador, o qual o Sistema Operacional permite utilizar a Monoprogramação, os Programas serão executados, instrução a instrução, até o término do</p><p>seu processamento. Durante o Processo, desse tipo de execução, o Programa passará por diversas fases; alternando o seu estado; ora, em execução, ora, bloqueado.</p><p>Um Sistema Operacional Multitarefa não, necessariamente, é um Sistema</p><p>Operacional Multiusuário.</p><p>Dessa forma, o uso da Multiprogramação permite reduzir os períodos de inatividade da CPU; e, consequentemente, aumentar a eficiência do Sistema, como um todo.</p><p>O termo Multiprogramação denota um Sistema Operacional, o qual, em adição ao suporte de múltiplos processos concorrentes, permite que instruções e dados de</p><p>dois ou mais Processos disjuntos estejam residentes na memória principal, simultaneamente (CARDOZO; MAGALHÃES; FAINA, 2002).</p><p>A Multiprogramação pode ser classificada, em dois níveis: Integral ou Serial. A Multiprogramação Integral ocorre, quando mais de um Processo se encontra em</p><p>execução, em um dado instante. Já, a Multiprogramação Serial ocorre, apenas, quando um Processo se encontra em execução, em um determinado instante; sendo o</p><p>recurso CPU alocada, de forma intercalada, ao longo do tempo de execução.</p><p>4 ESTRUTURA DO SISTEMA OPERACIONAL</p><p>Um Sistema Operacional é composto por um conjunto de rotinas, que oferecem serviços ao Usuário e aos Programas. De fato, esse conjunto de rotinas recebe o nome</p><p>de Núcleo do Sistema Operacional, ou, Kernel. Entretanto, os Sistemas Operacionais são compostos por algo, além do Kernel; sendo constituído, também, por uma</p><p>linguagem de comandos e diversos utilitários de apoio, usados para complementar o Sistema Operacional, como um todo.</p><p>A comunicação dos Usuários e Aplicações com o Núcleo do Sistema Operacional ocorre, de maneiras distintas. Comumente, os Usuários utilizam-se de Aplicações,</p><p>que realizam rotinas do Sistema Operacional; como, por exemplo, o processo de gravação de um arquivo em disco. A linguagem de comandos pode ser utilizada,</p><p>pelos Usuários, para executar tarefas, no Sistema Operacional; como, também, Programas utilitários, para realizar tarefas de compilação, transmissão de arquivos,</p><p>etc.</p><p>Cada Sistema Operacional possui a sua própria linguagem de comandos; bem como, os seus utilitários e demais componentes, que compõem a sua estrutura, que</p><p>pode sofrer variações, de acordo com o projeto do próprio Sistema Operacional; porém, em geral, alguns componentes estão presentes em todos os Sistemas</p><p>Operacionais. Sendo assim, podemos analisar um Sistema Operacional, de acordo com alguns aspectos, tais como: Serviços que o Sistema Operacional oferece; o</p><p>Tipo de Interface disponibilizada aos Usuários e Programadores; e, os componentes do Sistema Operacional e suas interligações (TANENBAUM, 2010;</p><p>MACHADO, MAIA; 2000).</p><p>Muito bem, a seguir, veremos quais são esses componentes, presentes no Sistema Operacional.</p><p>4.1 COMPONENTES DO SISTEMA OPERACIONAL</p><p>O desenvolvimento de um Sistema Operacional é possível, somente, se for subdividido em partes menores e menos complexas. Assim, cada uma dessas partes deve</p><p>ser bem detalhada, como: Entradas, Saídas e Comportamentos muito bem definidos (SIQUEIRA, 2008; TANENBAUM, 2010).</p><p>Como vimos, a grande maioria dos Sistemas Operacionais possuem a mesma estrutura; porém, podem variar, de acordo com o tipo de Sistema Operacional.</p><p>Basicamente, os principais componentes de um Sistema Operacional são: Gerência de Processos, Gerência de Memória Principal, Gerência de Arquivos, Gerência do</p><p>Sistema de E/S, Gerência de Armazenamento Secundário e Interpretador de Comandos do Sistema.</p><p>A seguir, conheça cada Componente.</p><p>4.1.1 GERENCIAMENTO DE PROCESSOS</p><p>Quando da execução de um Programa, uma série de instruções são executadas por uma CPU. Como sabemos, um Processo é um Programa em Execução; como, por</p><p>exemplo: Um serviço em um Sistema batch , um Programa de Usuário de um Sistema de tempo compartilhado e uma tarefa de um Sistema; como impressão pelo</p><p>mecanismo de spooling (armazenamento temporário dos dados em disco). Isso significa, que um Processo pode utilizar vários recursos, para a realização de uma</p><p>tarefa; como, por exemplo, o tempo de CPU, a Memória, os Arquivos e os Dispositivos de Entrada e Saída. Esses recursos podem ser alocados ao Processo, quando</p><p>da sua criação e execução. Dessa maneira, a CPU executa uma instrução, após a outra, até o término do Processo.</p><p>O Sistema Operacional possui responsabilidades, que fazem parte do gerenciamento de processos; sendo, elas:</p><p>• Criar e destruir Processos do Usuário e do Sistema.</p><p>• Suspender e reativar Processos.</p><p>• Fornecer mecanismos para a comunicação entre Processos.</p><p>• Fornecer mecanismos para a sincronização entre Processos.</p><p>Para conhecer mais sobre os Conceitos básicos de Sistemas Operacionais,</p><p>sugerimos a leitura do Capítulo I, do Livro Fundamentos de Sistemas</p><p>Operacionais, dos Autores MACHADO; MAIA (2011), disponível, na</p><p>Biblioteca Online.</p><p>• Fornecer mecanismos para o tratamento de deadlocks (impasses).</p><p>4.1.2 GERENCIAMENTO DA MEMÓRIA PRINCIPAL</p><p>A Memória Principal tem um papel de suma importância, na operação e no funcionamento de um Sistema Computacional moderno. Também, chamada de Memória</p><p>RAM, é um repositório de dados de acesso rápido; compartilhado entre a CPU e os Dispositivos de Entrada e Saída de um computador.</p><p>As instruções, que serão executadas, pelo Processador, são lidas, a partir da Memória Principal, durante o ciclo de busca de instruções; enquanto os dados são lidos e</p><p>armazenados, na Memória, durante o ciclo de busca de dados. As operações de entrada e saída (E/S), que são implementadas, via DMA , também, leem e</p><p>escrevem dados, na Memória Principal.</p><p>Para que a CPU processe os dados armazenados, em um Disco Rígido, por exemplo, esses dados devem, necessariamente, ser transferidos, primeiramente, para a</p><p>Memória Principal, pelas chamadas rotinas de E/S, geradas pela própria CPU, via Sistema Operacional; para que, assim, possam ser armazenadas, na Memória.</p><p>Durante o processo de execução de um programa vários acessos aos endereços absolutos da memória são efetuados. Quando termina a execução de um programa, o</p><p>espaço que era ocupado pelas suas instruções na memória, fica disponível para que outro programa possa ser carregado para execução.</p><p>Em relação ao gerenciamento de Memória Principal, o Sistema Operacional apresenta, como funções:</p><p>• Manter informação sobre quais partes da Memória estão sendo usadas, no instante atual e por quem.</p><p>• Decidir quais Processos devem ser carregados, na Memória, quando algum espaço de Memória se torna disponível.</p><p>• Alocar espaço e remover Programas e Dados da Memória.</p><p>4.1.3 GERENCIAMENTO DE ARQUIVOS</p><p>O gerenciamento de arquivos é um dos componentes mais visíveis de um Sistema Operacional. Os computadores, em geral, armazenam os dados, em diversos tipos</p><p>de Mídias; como, fita magnética, disco rígido, disco óptico, entre outros. Ou seja, o gerenciamento de arquivos é um dos serviços, mais utilizados; e, que o Usuário</p><p>tem grande contato.</p><p>Para ser utilizado, de forma correta, o computador necessita que o Sistema Operacional forneça uma visão lógica e uniforme do Processo de Armazenamento de</p><p>Dados. Assim, o Sistema Operacional abstrai as propriedades físicas dos Dispositivos de Armazenamento; o que otimiza e facilita o processo de gravação de dados</p><p>em disco. Sem</p><p>o Sistema Operacional, não seria possível associar dados, arquivos, aos meios físicos de gravação; impossibilitando as tarefas de leitura e escrita. Um</p><p>arquivo nada mais é que uma coleção de dados; relacionadas entre si, definidas no momento da sua criação. Desse modo, o Sistema Operacional é responsável por:</p><p>• Criar e remover arquivos.</p><p>• Criar e remover diretórios, pastas.</p><p>• Suportar as primitivas de manipulação de arquivos e diretórios; como, por exemplo, renomear, mover, copiar, etc.</p><p>• Mapear arquivos em Memória Secundária.</p><p>• Copiar arquivos em meios de armazenamento não-voláteis.</p><p>4.1.4 GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE E/S</p><p>Imagine que você deseja imprimir determinado arquivo. Para isso, necessitaria saber qual o endereçamento e qual tipo de barramento, a impressora está utilizando.</p><p>Pois bem, devido à capacidade do Sistema Operacional de abstrair essas informações, o Processo é otimizado. Podemos dizer que o Sistema Operacional esconde dos</p><p>Usuários as peculiaridades dos Dispositivos de hardware, para que a utilização de um computador torne algo mais amigável. Em geral, o subsistema de</p><p>gerenciamento de E/S possui a seguinte composição:</p><p>• Componente de Gerenciamento de Memória.</p><p>• Interface para Controladores de Dispositivos.</p><p>• Rotinas de controle, drivers dos Dispositivos de E/S, como impressora, monitor, mouse, teclado, etc.</p><p>4.1.5 GERENCIAMENTO DE MEMÓRIA SECUNDÁRIA</p><p>Para que um Programa seja executado, inicialmente, ele deve ser armazenado, na Memória Principal, durante o Processo de Execução. Porém, a Memória Principal</p><p>possui um tamanho reduzido; assim, há a necessidade de existir uma Memória Secundária, a fim de auxiliar a Memória Principal. Devido ao tamanho dos Programas,</p><p>eles necessitam de um espaço para serem armazenados. Sendo assim, os Programas são armazenados, na Memória Secundária, até serem carregados para a Memória</p><p>Principal; sendo que, durante o seu processamento, utiliza-se o Disco, como fonte e destino de dados. As principais funções do Sistema Operacional, em relação ao</p><p>gerenciamento da Memória Secundária, são:</p><p>• Gerenciamento de espaço livre.</p><p>• Alocação de Espaço na Memória.</p><p>• Ordenamento e seleção das operações para o uso de Discos.</p><p>4.1.6 INTERPRETADORES DE COMANDOS</p><p>Como vimos, o Interpretador de Comandos, o Shell, é um Processo, que consiste da Interface do Usuário com o Sistema Operacional; ou seja, ele é responsável por</p><p>constituir a interface entre o Usuário e o Sistema Operacional. Alguns Sistemas Operacionais incluem, no seu Kernel, o Shell. Outros, como por exemplo, o UNIX,</p><p>tratam o Interpretador de Comandos, como um Programa especial, que inicializa a sua execução, sempre, quando um serviço é iniciado; ou, quando um Usuário</p><p>inicia uma seção, pela primeira vez.</p><p>A função do Shell é obter o próximo comando e providenciar a sua execução. As especificações dos comandos podem tratar do gerenciamento de processos; do</p><p>gerenciamento da Memória Secundária; o acesso ao Sistema de Arquivos, dentre outras.</p><p>4.2 ARQUITETURAS DO NÚCLEO</p><p>Ao desenvolver um Sistema Operacional, alguns requisitos operacionais de desempenho, portabilidade, confiabilidade, segurança, usabilidade devem ser levados em</p><p>consideração. Assim, o projeto de um Sistema Operacional vai depender da Arquitetura de hardware; como, também, do tipo de Sistema Operacional, que se deseja</p><p>desenvolver; por exemplo, se vai suportar multiusuários; se vai suportar compartilhamento em tempo real, etc.</p><p>Atualmente, os Sistemas Operacionais são desenvolvidos em linguagens de alto nível; como, a linguagem C e C++; o que permite uma portabilidade e uma</p><p>independência do hardware em si. O fato é que a forma de organização dos Componentes de um Sistema Operacional pode variar; levando-se em consideração, que</p><p>existem várias Arquiteturas de Sistemas Operacionais disponíveis.</p><p>A seguir, veremos algumas dessas Arquiteturas disponíveis.</p><p>4.2.1 ARQUITETURA MONOLÍTICA</p><p>Os primeiros Sistemas Operacionais foram desenvolvidos, utilizando-se dessa Arquitetura, tais como, CP/M, MS-DOS; e, as primeiras versões do LINUX. Nesse tipo</p><p>de Arquitetura, os Componentes do Sistema são compilados em módulos separados e agregados, posteriormente, em um único Programa executável. Os módulos são</p><p>carregados em Memória; interagindo entre si, sendo um Sistema Operacional de difícil manutenção. A Figura 6, a seguir, demonstra o funcionamento de uma</p><p>Arquitetura do tipo Monolítica.</p><p>Figura 6: Arquitetura Monolítica</p><p>Fonte: Disponível em Créditos.</p><p>4.2.2 ARQUITETURA EM CAMADAS</p><p>Na medida em que os Sistemas Operacionais evoluíram, houve a necessidade do surgimento da Arquitetura em Camadas. Nesse tipo de Arquitetura, um Sistema</p><p>Operacional é constituído por níveis ou camadas, onde a camada inferior oferta serviços às camadas superiores. Uma das vantagens dessa Arquitetura é o isolamento</p><p>das camadas; e, a segurança e a proteção às camadas mais internas, onde fica situado o núcleo do Sistema Operacional.</p><p>A desvantagem é que o Sistema é afetado, pela troca nos modos de acesso. Quando da execução de um Aplicativo de Usuário, que solicita um serviço da camada</p><p>Kernel, por exemplo, ele terá que passar, por todas as camadas superiores ao Kernel; realizando várias trocas, no modo de acesso. A grande maioria dos Sistemas</p><p>Operacionais disponibilizados, hoje, no mercado (GNU/LINUX e MICROSOFT WINDOWS), utilizam o modelo de Arquitetura de Camadas; sendo que estes</p><p>implementam duas camadas, somente; sendo elas, a camada Modo Usuário e a camada Modo Kernel.</p><p>4.2.3 MÁQUINA VIRTUAL</p><p>Quando se fala na arquitetura de máquina virtual, uma camada se faz necessária. Essa camada funciona como intermédio entre o sistema operacional e o hardware.</p><p>Ela cria diversas máquinas virtuais independentes e cada uma delas oferece uma cópia virtual do hardware, incluindo os modos de acesso, interrupções, memória,</p><p>dispositivos de entrada e saída, etc.</p><p>Cada máquina virtual é independente da outra, assim é possível que cada uma tenha seu próprio sistema operacional e que seus usuários executem as aplicações</p><p>como se o computador estivesse dedicado a cada um deles. A desvantagem desta arquitetura é que não se trata de uma arquitetura simples. A camada responsável pela</p><p>gerência das máquinas virtuais, também é responsável por compartilhar e gerenciar os recursos de hardware entre todas as máquinas virtuais, o que torna um</p><p>processo de alta complexidade.</p><p>4.2.4 ARQUITETURA MICROKERNEL</p><p>A Arquitetura Microkernel tem por finalidade tornar o núcleo do sistema operacional (kernel) menor e o mais simples possível. Nesta arquitetura cada serviço oferece</p><p>um conjunto de funções como, por exemplo, gerência de arquivos, processos, memória, etc. Quando uma aplicação do usuário requisita um serviço, é realizada uma</p><p>solicitação ao processo responsável pelo serviço. A aplicação que solicita o serviço é chamada de cliente e o processo que responde à solicitação é chamado de</p><p>servidor.</p><p>O núcleo do sistema se limita a realizar a comunicação entre cliente e servidor, portanto, se torna um kernel mais simples. Nesta arquitetura, existem dois modos de</p><p>execução, modo usuário e modo kernel. O modo usuário possui permissões menos privilegiadas enquanto o modo kernel possui permissões elevadas o que permite</p><p>ter acesso aos componentes do sistema.</p><p>Ao tratar sobre Sistemas Operacionais fazemos conexão com a área de Organização e Arquitetura de Computadores, pois é uma área que trata de diversos conceitos</p><p>relacionados ao funcionamento de um sistema computacional, como por exemplo, o modo como um endereço de memória RAM é acessado. Ou seja, para que um</p><p>Sistema Operacional funcione de maneira correta, ele deve obedecer parâmetros de hardware da arquitetura para qual computador será desenvolvido.</p><p>E assim, finalizamos nossa primeira Aula. Após os estudos, você conseguiu entender o que é um sistema operacional? Qual é a importância dele para o</p><p>funcionamento de um computador? E suas principais funções? Também entendeu como é constituído um sistema operacional? Caso você consiga responder</p><p>a estas</p><p>questões, parabéns! Você atingiu os objetivos da Aula 1. Caso tenha dificuldades para responder a alguma delas, aproveite para reler o conteúdo da Aula, e acessar o</p><p>Ambiente Virtual e interagir com seus colegas, Tutor (a) e Professor (a). Você não está sozinho nessa caminhada. Conte conosco!</p><p>Chegou o momento de complementar seu conhecimento. Vá até seu Ambiente Virtual de</p><p>Aprendizagem e acesse esta aula para assistir a Video Aula</p><p>RECAPITULANDO</p><p>Caro(a) Aluno(a), chegamos ao fim da nossa Aula. Inicialmente, entendemos que o Sistema Operacional é um programa que atua como intermediário entre o usuário</p><p>e o hardware de um computador. Além disso, abordamos seus principais conceitos e funções.</p><p>Conhecemos também a história da evolução dos sistemas operacionais e entendemos quais modificações os sistemas operacionais passaram até os dias atuais. Vimos</p><p>ainda, os principais componentes de um sistema operacional, e por fim conhecemos as principais arquiteturas que um sistema operacional pode apresentar.</p><p>Muito bem! Em nossa próxima Aula, continuaremos nosso estudo sobre os principais sistemas de arquivos que compõem um sistema operacional. Espero que tenha</p><p>gostado dessa Aula, caso tenha alguma dúvida, entre em contato com seu professor (a) tutor (a).</p><p>Bons estudos e até a Aula 2!</p><p>CRÉDITOS</p><p>Figura 1: ENIAC - Fonte disponível em: https://i0.wp.com/cafeinacodificada.com.br/wp-content/uploads/2016/03/61_B.jpg. Acesso em: 09 de jun. 2021.</p><p>Figura 2: TRADIC (Transistor Digital Computer) - Fonte disponível em:</p><p>http://2.bp.blogspot.com/_Ba142bXl8OA/SNnxSQxZcZI/AAAAAAAAABU/NHulheoAL8M/s320/untitled.bmp. Acesso em: 09 de jun. 2021.</p><p>Figura 3: Comparação do tamanho do Circuito Integrado com uma moeda (esquerda) e um chip (direita) - Fonte disponível em: http://1.bp.blogspot.com/-</p><p>OuTE9oYXBJE/UzSUaw2iRgI/AAAAAAAAAD4/ELtvNe5Qzbg/w1200-h630-p-k-no-nu/circuito-integrado-comparacao-de-tamanho.jpg. Acesso em: 09 de jun.</p><p>2021.</p><p>Figura 4: Paul Allen e Bill Gates - Fonte disponível em: https://www.dw.com/image/18360806_401.jpg. Acesso em: 09 de jun. 2021.</p><p>Figura 6: Arquitetura Monolítica - Fonte disponível em: https://73d2ad99-a-62cb3a1a-s-sites.googlegroups.com/site/proffernandosiqueiraso/aulas/4-estrutura-do-</p><p>sistema-operacional/arquitetura%20monolitica.jpg?</p><p>attachauth=ANoY7cqsw8sjJIyIRcPay1O1wwIGS5GdVfhehEDpEJj9ij_i7W7rm_LjECfyotHw0WQvUzI9Kx8TQ4Il3Pjk4h15pkK08s7JaOCBOAbzFHOXHEtnw-</p><p>FuM9j1EV17_jedI5OaeDYYtGXZlBK6G6C5D8Zkn4gDPvxt2cx7TJDzWqfvz9UfijRQR2NNNS6irwmzOtG4NbEszx1smEvLadLEt2QSMZ6aHDU3acyhpGD_Sav</p><p>LO8MBbJ1mJK09dfE_IbFyQ2j-nNMix6SPzGrtblKRmybte4lN0Kb5wfTW2mm4bOnK4LQx8MXxZ6A%3D&attredirects=1. Acesso em: 09 de jun. 2021.</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>CARDOZO, Eleri; MAGALHÃES, Maurício F.; FAINA, Luís F.. Introdução aos Sistemas Operacionais. ddd, Campinas, 2002. Disponível em:</p><p>http://www.dca.fee.unicamp.br/~eleri/ea876/02/so-apst.pdf. Acesso em: 09 de jun. 2021.</p><p>DEITEL, Harvey M.; DEITEL, Paul J.; CHOFFNES, David R.. Sistemas Operacionais. 3. ed. São Paulo: Pearson, 2005.</p><p>MACHADO, Francis Berenger; MAIA, Luiz Paulo. Fundamentos de Sistemas Operacionais. 1. ed. Brasil. Rio de Janeiro. Grupo Gen-LTC, 2000.</p><p>MACHADO, Francis Berenger; MAIA, Luiz Paulo. Fundamentos de Sistemas Operacionais. 1. ed. Brasil, Rio de Janeiro. LTC, 2011.</p><p>NOGINFO. Estruturas de Sistemas Operacionais. Disponível em: http://www.noginfo.com.br/arquivos/SO_Parte_03.pdf. Acesso em: 09 de jun. 2021.</p><p>NULL, Linda; LOBUR, Julia. Princípios Básicos de Arquitetura e Organização de Computadores. 1. ed. Porto Alegre: Bookman, 2010.</p><p>SIQUEIRA, Fernando de. Estrutura do Sistema Operacional. 2008. Disponível em: https://sites.google.com/site/proffernandosiqueiraso/aulas/4-estrutura-do-</p><p>sistema-operacional. Acesso em: 09 de jun. 2021.</p><p>SÍLBERSCHATZ, Braham; GALVIN, Peter; GAGNE, Greg. Sistema Operacionais: Conceitos e Aplicações. 1. ed. Brasil: Campus, 2001.</p><p>SÍLBERSCHATZ, Braham; GALVIN, Peter; GAGNE, Greg. Sistemas Operacionais com Java: subtítulo do livro. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. p. XX-YY.</p><p>TANENBAUM, Andrew S.. Sistemas operacionais modernos. 3. ed. São Paulo: Pearson, 2010.</p><p>TANENBAUM, Andrew S.; WOODHULL, Albert S. Sistemas Operacionais: Projeto Implementação. 3 ed. Bookman. São Paulo. 2008.</p><p>TANENBAUM, Andrew S.; BOS, Herbert. Sistemas Operacionais Modernos. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2016.</p><p>UAB.IFSUL.EDU.BR. História dos Sistemas Operacionais. Disponível em: http://uab.ifsul.edu.br/tsiad/conteudo/modulo1/sop/ua/at2/03.html. Acesso em: 09 de jun.</p><p>2021.</p><p>WWW. IMG.IBXK.COM.BR/. Inforgrágico: A história dos Sistemas Operacionais. Disponível em: https://img.ibxk.com.br//2013/7/infograficos/2031/infografico-</p><p>tecmundo-603041-20310.jpg?v=545. Acesso em: 09 de jun. 2021.</p><p>https://i0.wp.com/cafeinacodificada.com.br/wp-content/uploads/2016/03/61_B.jpg</p><p>http://2.bp.blogspot.com/_Ba142bXl8OA/SNnxSQxZcZI/AAAAAAAAABU/NHulheoAL8M/s320/untitled.bmp</p><p>http://1.bp.blogspot.com/-OuTE9oYXBJE/UzSUaw2iRgI/AAAAAAAAAD4/ELtvNe5Qzbg/w1200-h630-p-k-no-nu/circuito-integrado-comparacao-de-tamanho.jpg</p><p>http://1.bp.blogspot.com/-OuTE9oYXBJE/UzSUaw2iRgI/AAAAAAAAAD4/ELtvNe5Qzbg/w1200-h630-p-k-no-nu/circuito-integrado-comparacao-de-tamanho.jpg</p><p>https://www.dw.com/image/18360806_401.jpg</p><p>https://73d2ad99-a-62cb3a1a-s-sites.googlegroups.com/site/proffernandosiqueiraso/aulas/4-estrutura-do-sistema-operacional/arquitetura%20monolitica.jpg?attachauth=ANoY7cqsw8sjJIyIRcPay1O1wwIGS5GdVfhehEDpEJj9ij_i7W7rm_LjECfyotHw0WQvUzI9Kx8TQ4Il3Pjk4h15pkK08s7JaOCBOAbzFHOXHEtnw-FuM9j1EV17_jedI5OaeDYYtGXZlBK6G6C5D8Zkn4gDPvxt2cx7TJDzWqfvz9UfijRQR2NNNS6irwmzOtG4NbEszx1smEvLadLEt2QSMZ6aHDU3acyhpGD_SavLO8MBbJ1mJK09dfE_IbFyQ2j-nNMix6SPzGrtblKRmybte4lN0Kb5wfTW2mm4bOnK4LQx8MXxZ6A%3D&attredirects=1</p><p>https://73d2ad99-a-62cb3a1a-s-sites.googlegroups.com/site/proffernandosiqueiraso/aulas/4-estrutura-do-sistema-operacional/arquitetura%20monolitica.jpg?attachauth=ANoY7cqsw8sjJIyIRcPay1O1wwIGS5GdVfhehEDpEJj9ij_i7W7rm_LjECfyotHw0WQvUzI9Kx8TQ4Il3Pjk4h15pkK08s7JaOCBOAbzFHOXHEtnw-FuM9j1EV17_jedI5OaeDYYtGXZlBK6G6C5D8Zkn4gDPvxt2cx7TJDzWqfvz9UfijRQR2NNNS6irwmzOtG4NbEszx1smEvLadLEt2QSMZ6aHDU3acyhpGD_SavLO8MBbJ1mJK09dfE_IbFyQ2j-nNMix6SPzGrtblKRmybte4lN0Kb5wfTW2mm4bOnK4LQx8MXxZ6A%3D&attredirects=1</p><p>https://73d2ad99-a-62cb3a1a-s-sites.googlegroups.com/site/proffernandosiqueiraso/aulas/4-estrutura-do-sistema-operacional/arquitetura%20monolitica.jpg?attachauth=ANoY7cqsw8sjJIyIRcPay1O1wwIGS5GdVfhehEDpEJj9ij_i7W7rm_LjECfyotHw0WQvUzI9Kx8TQ4Il3Pjk4h15pkK08s7JaOCBOAbzFHOXHEtnw-FuM9j1EV17_jedI5OaeDYYtGXZlBK6G6C5D8Zkn4gDPvxt2cx7TJDzWqfvz9UfijRQR2NNNS6irwmzOtG4NbEszx1smEvLadLEt2QSMZ6aHDU3acyhpGD_SavLO8MBbJ1mJK09dfE_IbFyQ2j-nNMix6SPzGrtblKRmybte4lN0Kb5wfTW2mm4bOnK4LQx8MXxZ6A%3D&attredirects=1</p><p>https://73d2ad99-a-62cb3a1a-s-sites.googlegroups.com/site/proffernandosiqueiraso/aulas/4-estrutura-do-sistema-operacional/arquitetura%20monolitica.jpg?attachauth=ANoY7cqsw8sjJIyIRcPay1O1wwIGS5GdVfhehEDpEJj9ij_i7W7rm_LjECfyotHw0WQvUzI9Kx8TQ4Il3Pjk4h15pkK08s7JaOCBOAbzFHOXHEtnw-FuM9j1EV17_jedI5OaeDYYtGXZlBK6G6C5D8Zkn4gDPvxt2cx7TJDzWqfvz9UfijRQR2NNNS6irwmzOtG4NbEszx1smEvLadLEt2QSMZ6aHDU3acyhpGD_SavLO8MBbJ1mJK09dfE_IbFyQ2j-nNMix6SPzGrtblKRmybte4lN0Kb5wfTW2mm4bOnK4LQx8MXxZ6A%3D&attredirects=1</p><p>https://73d2ad99-a-62cb3a1a-s-sites.googlegroups.com/site/proffernandosiqueiraso/aulas/4-estrutura-do-sistema-operacional/arquitetura%20monolitica.jpg?attachauth=ANoY7cqsw8sjJIyIRcPay1O1wwIGS5GdVfhehEDpEJj9ij_i7W7rm_LjECfyotHw0WQvUzI9Kx8TQ4Il3Pjk4h15pkK08s7JaOCBOAbzFHOXHEtnw-FuM9j1EV17_jedI5OaeDYYtGXZlBK6G6C5D8Zkn4gDPvxt2cx7TJDzWqfvz9UfijRQR2NNNS6irwmzOtG4NbEszx1smEvLadLEt2QSMZ6aHDU3acyhpGD_SavLO8MBbJ1mJK09dfE_IbFyQ2j-nNMix6SPzGrtblKRmybte4lN0Kb5wfTW2mm4bOnK4LQx8MXxZ6A%3D&attredirects=1</p><p>http://www.dca.fee.unicamp.br/~eleri/ea876/02/so-apst.pdf</p><p>http://www.noginfo.com.br/arquivos/SO_Parte_03.pdf</p><p>https://sites.google.com/site/proffernandosiqueiraso/aulas/4-estrutura-do-sistema-operacional</p><p>https://sites.google.com/site/proffernandosiqueiraso/aulas/4-estrutura-do-sistema-operacional</p><p>http://uab.ifsul.edu.br/tsiad/conteudo/modulo1/sop/ua/at2/03.html</p><p>https://img.ibxk.com.br//2013/7/infograficos/2031/infografico-tecmundo-603041-20310.jpg?v=545</p><p>https://img.ibxk.com.br//2013/7/infograficos/2031/infografico-tecmundo-603041-20310.jpg?v=545</p><p>Arquitetura Computacional</p><p>Válvulas</p><p>Relés.</p><p>Time-sharing</p><p>Circuitos Integrados em larga escala (LSI)</p><p>Batch</p><p>DMA</p><p>A Arquitetura Computacional é um conjunto de instruções; organização de memória; entrada/saída (E/S); estrutura de barramento, dentre outros.</p><p>As válvulas são componentes eletrônicos, consistido de um invólucro de vidro, metal ou cerâmica a vácuo, ou, algum tipo de gás, com vários elementos metálicos</p><p>internos, chamados de Anodo, Catodo, Grade e Filamento.</p><p>Relés são interruptores eletromecânico.</p><p>Time-sharing, em português significa sistemas de tempo compartilhado. Por meio do time-sharing, o sistema operacional permite que diversos usuários</p><p>compartilhem o computador em um determinado momento.</p><p>Circuitos Integrados em Larga Escala (LSI) são chips, contendo milhares de transistores, em um centímetro quadrado de silício.</p><p>Batch é um tipo de Processamento de Dados Multiprogramável, em fila ou lote.</p><p>DMA, "Direct Memory Access", permite que os Periféricos acessem, diretamente, a Memória RAM, sem ocupar o Processador.</p>