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<p>Útero</p><p>O útero é um órgão muscular oco (com</p><p>formato semelhante a uma pera invertida)</p><p>situado entre a bexiga e o reto.</p><p>Formato e Estrutura do Útero</p><p>Corpo (ou Corpo Uterino)</p><p>Descrever o formato e a posição do útero</p><p>na pelve e as suas relações anatômicas</p><p>• Forma os 2/3 superiores, inclui o fundo</p><p>do útero.</p><p>• Situado entre as lâminas do ligamento</p><p>largo e é livremente móvel.</p><p>• FACES:</p><p>Anterior – relacionada com a bexiga.</p><p>Posterior – intestinal.</p><p>• É separado do colo pelo istmo do útero,</p><p>com cerca de 1cm de comprimento.</p><p>Colo do Útero</p><p>• 1/3 inferior cilíndrico e estreito</p><p>• PORÇÃO SUPRAVAGINAL: entre o istmo e a vagina.</p><p>Separada da bexiga urinária anteriormente por</p><p>tecido conjuntivo frouxo e do reto posteriormente</p><p>pela escavação retouterina.</p><p>• PORÇÃO VAGINAL: se projeta para a parte superior</p><p>da parede anterior da vagina.</p><p>A porção vaginal arredondada circunda o óstio do</p><p>útero e, por sua vez, é circundada por um recesso</p><p>estreito – fórnice da vagina.</p><p>• POSIÇÃO E ORIENTAÇÃO: antevertido - inclinado</p><p>anterossuperiormente em relação ao eixo da vagina;</p><p>antefletido – fletido ou curvado anteriormente em</p><p>relação ao colo, criando o ângulo de flexão.</p><p>SP 01</p><p>Útero</p><p>Ligamentos (ou pregas) do útero</p><p>Ligamento Largo do Útero: É uma dupla lâmina de</p><p>peritônio que ajuda a manter o útero em posição.</p><p>Ligamento Redondo: Reforça o largo, fixando-se ao</p><p>púbis lateralmente.</p><p>Ligamentos transversos do colo: estendem-se da</p><p>porção supravaginal do colo e das partes laterais</p><p>do fórnice da vagina até as paredes laterais da</p><p>pelve.</p><p>Ligamentos retouterinos: seguem superiormente</p><p>e um pouco posteroinferiormente das laterais do</p><p>colo do útero até o meio do sacro; são palpáveis ao</p><p>toque retal.</p><p>Relembrando... o que é peritõnio?</p><p>O peritônio é uma fina camada de tecido que cobre e</p><p>reveste muitos órgãos na cavidade abdominal e</p><p>pélvica. Ele ajuda a manter os órgãos no lugar e pode</p><p>atuar como uma barreira.</p><p>Como não há peritônio entre a parte anterior do colo e a base da bexiga urinária, o</p><p>câncer do colo do útero pode disseminar-se para a bexiga urinária por</p><p>contiguidade. Ou seja, se o CA aparece no colo do útero, ele pode crescer e se</p><p>espalhar diretamente para a bexiga urinária, pois não há o peritônio para impedir</p><p>que o câncer se mova de um órgão para o outro.</p><p>É como se tivesse um caminho direto de um lugar para o outro sem obstáculos,</p><p>facilitando a disseminação do câncer.</p><p>Disseminação do CA</p><p>O ligamento largo do útero divide a cavidade</p><p>pélvica em duas escavações:</p><p>✓Escavação vésico-uterina: compartimento anterior</p><p>disposto entre a bexiga e o reto;</p><p>✓ Escavação reto-uterina: compartimento posterior</p><p>disposto entre o útero e o reto.</p><p>Útero</p><p>Irrigação</p><p>Ovários</p><p>Útero</p><p>A artéria que irriga o ovário é a artéria ovariana.</p><p>Ela se origina da aorta abdominal, localizada na</p><p>parte inferior do abdômen. A artéria ovariana desce</p><p>através do ligamento suspensor do ovário e chega ao</p><p>ovário, onde fornece sangue ao tecido ovariano e</p><p>também contribui para a vascularização da tuba</p><p>uterina.</p><p>O útero é irrigado principalmente pela artéria</p><p>uterina. Esta artéria se origina da artéria ilíaca</p><p>interna, localizada na pelve. A artéria uterina segue</p><p>pelo ligamento largo do útero, penetrando no útero e</p><p>ramificando-se para garantir a irrigação do</p><p>endométrio (revestimento interno do útero) e do</p><p>miométrio (camada muscular do útero). A artéria</p><p>uterina também dá ramos que irrigam as tubas</p><p>uterinas e parte do ovário.</p><p>Útero</p><p>Drenagem Venosa</p><p>Ovários</p><p>O sangue venoso do ovário é drenado</p><p>principalmente pela veia ovariana. No lado direito,</p><p>a veia ovariana drena diretamente na veia cava</p><p>inferior. No lado esquerdo, a veia ovariana drena na</p><p>veia renal esquerda, que por sua vez se conecta à</p><p>veia cava inferior. Portanto, o sangue venoso do</p><p>ovário é levado das veias ovarianas para a veia cava</p><p>inferior.</p><p>Útero</p><p>A drenagem venosa do útero é feita pelas</p><p>veias uterinas. Essas veias acompanham as</p><p>artérias uterinas e drenam no plexo venoso</p><p>uterino, que por sua vez se conecta com as</p><p>veias ilíacas internas. O sangue venoso do</p><p>útero é então transportado através das veias</p><p>ilíacas internas para a veia cava inferior.</p><p>as veias que drenam o ovário formam um plexo venoso</p><p>pampiniforme no ligamento largo perto do ovário e da tuba.</p><p>As veias do plexo se fundem para formar a Veia Ovárica, que</p><p>deixa a pelve menor acompanhando o trajeto da artéria</p><p>ovárica. A veia ovárica direita drena para a Veia Cava inferior,</p><p>enquanto a esquerda drena para a Veia Renal esquerda.</p><p>As Veias Uterinas entram nos ligamentos largos no trajeto das</p><p>artérias e formam um plexo venoso uterino, de cada lado do</p><p>colo, cujas veias drenam para as veias ilíacas internas.</p><p>Útero</p><p>Útero</p><p>Drenagem Linfática do Colo do Útero</p><p>A drenagem linfática do colo do útero segue um caminho</p><p>que leva aos linfonodos ilíacos e sacrais.</p><p>Os vasos linfáticos do colo do útero drenam</p><p>principalmente para os linfonodos ilíacos internos</p><p>(também chamados de linfonodos hipogástricos), situados</p><p>próximos à artéria ilíaca interna.</p><p>Alguns vasos linfáticos também podem drenar para os</p><p>linfonodos ilíacos externos e sacrais.</p><p>Vasos linfáticos do útero</p><p>Os vasos linfáticos do útero seguem diferentes</p><p>caminhos para chegar aos linfonodos, dependendo</p><p>da região do útero:</p><p>Parte superior do útero e fundo (topo): A maioria</p><p>dos vasos linfáticos dessa área segue o caminho</p><p>dos vasos ováricos e drena para os linfonodos</p><p>lombares, que ficam próximos à aorta.</p><p>1.</p><p>Fundo do útero (alguns vasos): Alguns vasos</p><p>linfáticos do fundo seguem o ligamento redondo e</p><p>drenam para os linfonodos inguinais superficiais,</p><p>que ficam na região da virilha.</p><p>2.</p><p>Corpo do útero (maior parte) e parte do colo: Os</p><p>vasos linfáticos dessa área seguem pelo ligamento</p><p>largo e drenam para os linfonodos ilíacos externos.</p><p>3.</p><p>Colo do útero: Os vasos linfáticos do colo seguem</p><p>dois principais caminhos:</p><p>4.</p><p>a) Ao longo dos vasos uterinos, passando pelos</p><p>ligamentos transversos do colo, até os linfonodos</p><p>ilíacos internos.</p><p>b) Através dos ligamentos retouterinos (uterossacrais),</p><p>até os linfonodos sacrais.</p><p>Próstata</p><p>SP 02</p><p>A próstata é um orgão que envolve retroperitoneal o colo</p><p>da bexiga e a vretra .</p><p>Descrever e identificar macroscopicamente a próstata.</p><p>Regiões da próstata</p><p>Ela é dividida em 4 regiões (zonas):</p><p>Zona Periférica.1.</p><p>Zona Central.2.</p><p>Zona de Transição.3.</p><p>Zona Periuretral.4.</p><p>Essas zonas são os locais onde ocorrem as lesões</p><p>proliferativas.</p><p>Por exemplo: nos casos de hiperplasia costuma acometer a</p><p>zona de transição. Já nos casos de carcinoma costuma</p><p>acometer a zona periférica.</p><p>Descrever o formato e a posição da próstata na pelve e suas</p><p>relações anatômicas.</p><p>A próstata é delimitada pela base e o ápice sendo ,</p><p>composta por algumas partes como : Istmo</p><p>fibromuscular, lobos laterais direito e esquerdo.</p><p>Ela está localizada:</p><p>Posição subperitoneal.1.</p><p>Em nível inferior da pelve.2.</p><p>Posterior à margem inferior da sínfise púbica.3.</p><p>Anterior ao reto.4.</p><p>Sintopia da próstata (relação com os órgãos vizinhos)</p><p>Superior à próstata está a bexiga e o músculo esfíncter</p><p>interno da Uretra.</p><p>Inferior à próstata está o músculo esfíncter externo da</p><p>Uretra e o músculo levantador do ânus.</p><p>Anterior à próstata está a sínfise púbica.</p><p>Póstero-superior à próstata está as glândulas seminais.</p><p>Posterior à próstata está o reto.</p><p>“Dentro da próstata” está a uretra.</p><p>A região mediana da próstata pode sofrer hipertrofia</p><p>induzida por hormônios na idade avançada, levando a</p><p>formação de um lobo médio entre a uretra e os ductos</p><p>ejaculatórios e próximo ao colo da bexiga , causando</p><p>DIFICULDADES DE URINAR.</p><p>Próstata</p><p>1. Zona Periférica (PZ): Esta é a maior zona. Localiza-se na</p><p>parte posterior e lateral da próstata. É a área mais comum</p><p>para o desenvolvimento do câncer de próstata.</p><p>Conhecer a designação anatômica da glândula prostática</p><p>proposta por McNeal, apontando a distribuição preferencial</p><p>das doenças prostáticas em cada zona.</p><p>2. Zona Central (CZ): Esta zona circunda os ductos</p><p>ejaculatórios e é menos propensa ao câncer de próstata.</p><p>No entanto, quando o câncer se desenvolve nesta zona,</p><p>tende a ser mais agressivo.</p><p>3. Zona de Transição (TZ): Esta zona envolve a uretra. A</p><p>TZ é o principal local de origem da hiperplasia prostática</p><p>benigna (HPB), uma condição comum que causa o</p><p>aumento da próstata e pode levar a sintomas urinários</p><p>devido à compressão da uretra.</p><p>4. Zona Periuretral: Esta zona não contém glândulas e é</p><p>composta principalmente por tecido muscular e fibroso.</p><p>Não está associada ao desenvolvimento de câncer ou</p><p>HPB.</p><p>A distribuição preferencial das doenças prostáticas pode</p><p>ser resumida da seguinte forma:</p><p>• Câncer de Próstata: Predominantemente na Zona</p><p>Periférica (PZ).</p><p>• Hiperplasia Prostática Benigna (HPB): Principalmente</p><p>na Zona de Transição (TZ).</p><p>Descrever e identificar a vascularização da próstata, com</p><p>especial atenção às anastomoses venosas entre os plexos</p><p>vesical, prostático e vertebral.</p><p>• Artérias: o Ramos das aa. vesical inferior, retal média e</p><p>pudenda interna (originam-se da a. ilíaca interna).</p><p>• Veias: o As veias correm em um plexo ao redor das</p><p>faces anterolaterais da próstata. Sua principal tributária</p><p>é a veia dorsal profunda do pênis. o O plexo recebe</p><p>também o ramo anterior vesical e prostático (que se une</p><p>ao plexo vesical e à v. pudenda interna) e drena para as</p><p>vv. vesical e ilíaca interna. o O plexo venoso prostático é</p><p>contínuo superiormente com o plexo venoso vesical e</p><p>comunica-se posteriormente com o plexo venoso</p><p>vertebral interno.</p><p>• Drenagem linfática: o Linfonodos ilíacos internos e</p><p>externos, sacrais e obturadores</p><p>*Em estágios avançados, as células cancerosas</p><p>metastatizam por vias linfáticas (inicialmente para os</p><p>linfonodos ilíacos internos e sacrais e depois para os</p><p>linfonodos distantes) e por vias venosas (através do plexo</p><p>venoso vertebral interno, para vértebras e encéfalo)</p><p>Próstata</p><p>Próstata</p><p>É por meio desse plexo que a</p><p>metástase atinge a medula e as</p><p>vértebras!!!</p><p>Colo Retal</p><p>SP 03</p><p>O intestino grosso é composto por:</p><p>• Saculações (haustrações)</p><p>• Pregas semilunares</p><p>• Tênias do colo (livre, mesocólica e omental)</p><p>• Apêndices omentais</p><p>• Ceco</p><p>• Apêndice vermiforme</p><p>• Papila ileal</p><p>• Colo ascendente</p><p>• Flexura direita do colo (hepática)</p><p>• Colo transverso</p><p>• Flexura esquerda do colo (esplênica)</p><p>• Colo descendente</p><p>• Colo sigmoide</p><p>• Flexura sacral</p><p>• Flexura anorretal (perineal)</p><p>• Pregas transversas do reto</p><p>• Ampola do reto</p><p>• Canal anal</p><p>• Linha pectinada do canal anal</p><p>Colo Retal</p><p>Descrever a vascularização do intestino grosso, com</p><p>especial atenção às anastomoses arteriais e venosas</p><p>(porto cava)</p><p>A irrigação arterial do intestino grosso é realizada por</p><p>duas grandes artérias – dois ramos viscerais ímpares da</p><p>artéria abdominal:</p><p>✓ Artéria mesentérica superior: é o maior dos ramos que</p><p>irriga o intestino grosso, sendo responsável pelo</p><p>suprimento da metade direita do órgão. A artéria</p><p>mesentérica superior emite principalmente 3 vasos para</p><p>irrigação do intestino grosso, são eles:</p><p>Artéria ileocólica (mais inferior): irriga o ílio terminal</p><p>e o apêndice vermiforme, através da artéria apendicular,</p><p>irriga também o ceco e a parte inicial do colo ascendente.</p><p>Artéria cólica direita: ocupa posição média em relação</p><p>aos ramos superior e inferior da mesentérica superior. Esse</p><p>vaso é responsável pela irrigação principalmente o colo</p><p>ascendente.</p><p>Artéria cólica média: é o ramo mais superior da artéria</p><p>mesentérica superior que se dirige ao intestino grosso.</p><p>Esse vaso tem a função principal de irrigar o colo</p><p>transverso.</p><p>Colo Retal</p><p>Colo Retal</p><p>Colo Retal</p><p>Colo Retal</p><p>Linfonodos cólicos</p><p>Os linfonodos relacionados ao intestino grosso formam quatro grupos, a saber, linfonodos epicólicos, paracólico</p><p>cólicos intermediários e cólicos pré-terminais. Os linfonodos epicólicos são minúsculos linfonodos sobre a superfície d</p><p>serosa do intestino grosso, às vezes nos apêndices omentais. Os linfonodos paracólicos se encontram ao longo da</p><p>bordas mediais dos colosascendente e descendente e ao longo das bordas mesentéricas dos colos transverso e sigmoid</p><p>Os linfonodos cólicos intermediários se encontram ao longo dos vasos cólicos mencionados (as artérias ileocólica, cólic</p><p>direita, cólica média, cólica esquerda, sigmóidea e retal superior). Os linfonodos cólicos pré-terminais se encontram a</p><p>longo dos principais troncos das artérias mesentéricas superior e inferior e drenam para linfonodos para aórticos n</p><p>origem destes vasos. Estes são comumente referidos como os linfonodos mais altos do território o qual eles drenam.</p><p>Pulmão</p><p>Identificar em anatomia de superfície</p><p>as seguintes estruturas:</p><p>O aparelho respiratório apresenta referências superficiais,</p><p>ósseas e estruturas corporais</p><p>SP 04</p><p>Regiões da superficie corporal</p><p>O Ângulo do Esterno é marcado por algumas inserções,</p><p>como : Bifurcação do Tronco Pulmonar, Início do Arco da</p><p>Aorta e o Término da Traqueia . (Estão localizados na</p><p>região do plano transverso do tórax -> liga o ângulo do</p><p>esterno com a articulação entre T4 e T5)</p><p>Na 3° cartilagem costal indica o nível onde a Veia Cava</p><p>Superior desemboca no Átrio direito</p><p>Pulmão</p><p>Delimitar em anatomia de superfície a topografia</p><p>dos vasos sanguíneos, pulmões e pleuras:</p><p>• Incisura jugular: marca o nível de T2; ponto de palpação</p><p>da traqueia</p><p>• Ângulo do esterno (de Louis): local de articulação das</p><p>2as cartilagens costais, de T4 T5, de bifurcação da</p><p>traqueia, do limite superior do tronco pulmonar, a origem</p><p>do arco da aorta, nível no qual a v. ázigo desemboca na</p><p>VCS. Neste local também as pleuras D e E estão em</p><p>contato uma com a outra.</p><p>• A VCS desce por trás e à D da margem D do manúbrio e</p><p>entra no AD no nível da 3a cartilagem costal.</p><p>SP 04</p><p>Pulmão</p><p>• Ápice do pulmão: a 2,5 cm acima do terço medial da</p><p>clavícula, no nível de C7</p><p>• Margem inferior do pulmão, na inspiração: nível de T10</p><p>a T12; na expiração máxima, no nível do recesso</p><p>costomediastinal e, lateralmente, a 5 cm acima do recesso</p><p>costodiafragmático</p><p>SP 04</p><p>Pulmão</p><p>Os brônquios lobares são ramificados em brônquios</p><p>segmentares, pq cada brônquio supre um segmento</p><p>bronquico pulmonar.</p><p>SP 04</p><p>Seguimento bronquico pulmonar</p><p>É uma subdivisão de um lobo compostos por 10</p><p>segmentos em cada lado (BI à BX)</p><p>Pulmão</p><p>SP 04</p><p>Descrever a vascularização linfática dos pulmões</p><p>e da pleura</p><p>• Drenagem linfática para os linfonodos</p><p>intrapulmonares e broncopulmonares (hilares). A linfa,</p><p>então, drena para os linfonodos traqueobronquiais, na</p><p>carina e nos linfonodos paratraqueais D e E.</p><p>Medula óssea</p><p>SP 05</p><p>Descrever as características dos ossos planos e</p><p>longos quanto à distribuição da substância óssea;</p><p>Há 2 tipos de substâncias ósseas : Compacta e Esponjosa</p><p>A Medula Óssea Vermelha está localizada entre as</p><p>trabéculas da Substância Esponjosa . E se encontra nos</p><p>ossos: Quadril, fêmur, Tíbia, Fíbula, Úmero, Costelas,</p><p>Vertebras, Crânio e Esterno.</p><p>Sendo encontradas maior concentração de Medula Óssea</p><p>& Vermelha nas Epilises e Metafises de ossos longos e</p><p>chatos ,</p><p>No crânio a região de substancia óssea é chamada de</p><p>Diploe .</p><p>Em RN há presença de orgãos hematopoéticos diferentes</p><p>dos adultos.</p><p>Com maior quantidade de medula óssea vermelha por</p><p>conta da função óssea de hematopoiese, com muita</p><p>produção de Eritrócitos e Células progenitoras.</p><p>Com o tempo, a medula óssea vermelha será substituída</p><p>pela medula óssea amarela.</p><p>Medula Essa Amanda É um depósito de adipócitos</p><p>(gordura + resistente a lipólise)</p><p>Está localizada nas extensões ósseas, nas diáfises</p>