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<p>POLÍCIA COMUNITÁRIA</p><p>CURSO DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS 2024</p><p>UNIDADE II</p><p>Policiamento Comunitário e</p><p>suas Práticas na PMMG</p><p>SETORIZAÇÃO:</p><p>❑ Subdivisão do espaço territorial, alocando recursos em seus respectivos espaços</p><p>físicos, com a devida responsabilidade na gestão, bem como no monitoramento baseado</p><p>na análise criminal e na produção de conhecimento de inteligência, com ênfase na</p><p>aproximação da PMMG à comunidade</p><p>O Papel do Cmt de Setor e Sub-setor</p><p>A Instrução 3.03.18/2016, que estabelece critérios para a setorização e gestão do policiamento</p><p>no Estado de Minas Gerais, dispõe que:</p><p>O Comando de um setor pressupõe a responsabilidade por gerir as demandas locais,</p><p>garantindo assim o funcionamento das atividades planejadas. O Comandante do Setor</p><p>de Policiamento deve manter o contato estreito com os Comandantes de níveis</p><p>superiores, de forma que apresente suas necessidades de recobrimento, reforço e</p><p>implementação de serviços com foco na prevenção e, eventualmente, na retomada da</p><p>tranquilidade no local de atuação. Ele deve, inclusive, opinar sobre o emprego do</p><p>efetivo e recursos logísticos no espaço territorial, gerindo os recursos disponíveis de</p><p>acordo com a real demanda, colocando em prática a “Gestão por Demanda”.</p><p>Atividades a serem desenvolvidas pelo Cmt de</p><p>Setor e Sub-setor</p><p>a) Promover e participar de reuniões comunitárias, visando identificar e buscar soluções para os</p><p>problemas da comunidade, bem como manter os cidadãos informados das ações desenvolvidas pela</p><p>PM no setor;</p><p>b) Desenvolver ações conjuntas com a comunidade e demais atores do Sistema de Defesa Social, com</p><p>foco na resolução de problemas e demandas de segurança pública que estejam interferindo na</p><p>qualidade de vida dos cidadãos;</p><p>c) Estimular a criação de Redes de Proteção Preventiva no setor, visando contribuir para o aumento da</p><p>sensação de segurança e redução criminal;</p><p>d) Propor projetos de Polícia Comunitária específicos às necessidades das comunidades do setor.</p><p>Atividades a serem desenvolvidas pelo Cmt de</p><p>Setor e Sub-setor</p><p>e) Incentivar os cidadãos a denunciarem a prática de crimes e outros atos ilícitos, por meio do</p><p>Disque-Denúncia Unificado (DDU);</p><p>f) Conhecer e manter contato frequente com stakeholders do setor (lideranças comunitárias e</p><p>religiosas, diretores de escolas, comerciantes, empresários, etc);</p><p>g) Elaborar os cartões-programas dos serviços específicos do setor, tendo por base as demandas da</p><p>comunidade e a incidência criminal local;</p><p>h) Oportunizar nos treinamentos a participação dos policiais militares nas questões relativas ao</p><p>setor;</p><p>i) Assessorar e apoiar o Comandante de Cia no processo de setorização e na gestão operacional da</p><p>subárea, encaminhando-lhe as demandas que necessitam de intervenção no setor</p><p>Atividades a serem desenvolvidas pelo</p><p>Comandante de Sub-setor</p><p>❑ Com a subsetorização, as atividades sob responsabilidade do comandante de setor</p><p>são DESDOBRADAS E COMPLEMENTADAS, de forma a garantir o efetivo envolvimento</p><p>do comandante de subsetor, que possui papel fundamental na consolidação do</p><p>processo de interação comunitária e de resolução de problemas em nível local.</p><p>❑ Assim, espera-se que na falta do oficial comandante de Setor, o Sargento assuma</p><p>a função e dê continuidade as estratégias e ações pré-estabelecidas na gestão do</p><p>Setor de responsabilidade.</p><p>Fonte: Plano de Subsetorização 49° BPM</p><p>SGT NELSON</p><p>SUBSETOR SANTA BRANCA</p><p>SGT TEIXEIRA</p><p>SUBSETOR COPACABANA</p><p>SGT GIORDANE</p><p>SUBSETOR JARDIM ATLÂNTICO</p><p>SGT JULIANA</p><p>SUBSETOR SANTA AMÉLIA</p><p>SETOR 49.15.3 – SANTA AMÉLIA</p><p>▪ SUBSETOR 15.3.1 – COPACABANA;</p><p>▪ SUBSETOR 15.3.2 – JD ATLÂNTICO;</p><p>▪ SUBSETOR 15.3.3 – SANTA AMÉLIA;</p><p>▪ SUBSETOR 15.3.4 – SANTA BRANCA.</p><p>FASES DA IMPLEMENTAÇÃO DA SETORIZAÇÃO</p><p>SENSIBILIZAR</p><p>• Informar procedimentos</p><p>• Vantagens e desvantagens</p><p>MOBILIZAR</p><p>• Definir atribuições e papéis</p><p>SEDIMENTAR</p><p>• Feedback</p><p>• Atividade Perene</p><p>OPERACIONALIZAÇÃO DA SUBSETORIZAÇÃO</p><p>DEFINIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES</p><p>TREINAMENTO E DIRECIONAMENTO</p><p>MENSURAÇÃO</p><p>AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS</p><p>PASSO 1</p><p>PASSO 2</p><p>PASSO 3</p><p>PASSO 4</p><p>Fonte: Plano de Subsetorização 49° BPM</p><p>MELHOR GESTÃO</p><p>MELHOR DEFINIÇÃO DE</p><p>ESTRATÉGIAS</p><p>MAIOR CAPACAIDADE DE</p><p>RESPOSTA NAS DIVERSAS</p><p>DEMANDAS</p><p>MAIOR CAPILARIDADE</p><p>NAS AÇÕES</p><p>➢ Planejamento com perspectivas diferentes;</p><p>➢ Alcance maior das ações COM os Cmt Subsetor</p><p>➢ Dividir responsabilidades do planejamento e das</p><p>ações.</p><p>➢ O Oficial não está no turno 24h;</p><p>RESULTADOS ESPERADOS COM A SUBSETORIZAÇÃO</p><p>ACOMPANHAMENTO E CONTROLE DO COMANDANTE DE SUBSETOR</p><p>INSTRUMENTO DE ACOMPANHAMENTO DESCRIÇÃO</p><p>Relatório mensal de monitoramento dos indicadores de</p><p>criminalidade</p><p>Divulgação periódica, pela P3 da Unidade, dos dados</p><p>dos crimes violentos e furtos monitorados pela GDO,</p><p>comparando os resultados obtidos em comparação</p><p>com o mesmo período do ano anterior.</p><p>Reunião mensal de avaliação Reuniões mensais, envolvendo os comandantes de</p><p>Cias, de setores e de subsetores, visando avaliar os</p><p>resultados dos indicadores de criminalidade e</p><p>estabelecer ações e operações preventivas e</p><p>repressivas de forma subsetorizada.</p><p>Relatório mensal de produtividade dos subsetores Divulgação mensal, pela P3 da Unidade, do</p><p>desempenhodos indicadores de ações e operações</p><p>preventivas.</p><p>Reunião trimestral de avaliação Reuniões trimestrais de avaliação, envolvendo o</p><p>comando da unidade e os comandantes de Cias, de</p><p>setores e de subsetores, visando avaliar o desempenho</p><p>geral dos subsetores, ajustar estratégias/ações e</p><p>compartilhar as boas práticas desenvolvidas nos</p><p>subsetores da Unidade.</p><p>Fonte: Plano de Subsetorização 49° BPM</p><p>“Unir-se é um bom começo, manter a união é um progresso e trabalhar em</p><p>conjunto é a vitória.”</p><p>Henry Ford</p><p>ATRIBUIÇÕES DO CMT GEPAR</p><p>- Coordenar as atividades do GEPAR.</p><p>Promover o Treinamento Técnico (TT), visando aprimorar a atuação dos policiais no</p><p>que tange a prevenção, mobilização social e repressão qualificada.</p><p>Conhecer as ocorrências registradas em seu território de responsabilidade.</p><p>Elaborar os cartões-programas das equipes, fiscalizando quanto ao seu</p><p>cumprimento.</p><p>ATRIBUIÇÕES DO CMT GEPAR</p><p>Solicitar intervenção dos órgãos que compõem o Sistema de Defesa Social na área</p><p>de risco, objetivando a atuação integrada na resolução de problemas locais.</p><p>Realizar reuniões e manter diálogo com os membros do Centro de Prevenção</p><p>Criminal (CPC), Oficineiros e Gestores do “Fica Vivo!”.</p><p>Participar das reuniões do GIE, levando as necessidades de intervenção dos demais</p><p>órgãos no setor de atuação.</p><p>ATRIBUIÇÕES DO CMT GEPAR</p><p>Gerenciar junto ao Coordenador de Policiamento da Unidade (CPU) o apoio de outra</p><p>viatura para registrar as ocorrências de menor potencial ofensivo, atendidas</p><p>inicialmente pelo GEPAR, que careçam de condução, visando a permanência do</p><p>grupo na área de risco.</p><p>Fomentar a realização de eventos de integração entre os componentes do GEPAR,</p><p>integrantes dos órgãos do Sistema de Defesa Social, lideranças comunitárias e</p><p>demais parceiros da área de atuação.</p><p>DESVIOS NA ATUAÇÃO</p><p>- Focar somente a Repressão;</p><p>- Rotatividade do efetivo;</p><p>- Emprego fora do local de atuação.</p><p>INSTRUÇÃO Nº 03.03.08/2022-CG</p><p>REGULA AATUAÇÃO DA POLÍCIA</p><p>OSTENSIVA</p><p>NO MEIO RURAL DO ESTADO DE MINAS</p><p>GERAIS</p><p>PATRULHA RURAL</p><p>CONTEXTO SOCIAL</p><p>Versão 06/2017</p><p>O estado de Minas Gerais possui uma população de 21.292.6661</p><p>habitantes (estimativa feita no ano de 2020). Seu território abrange</p><p>uma área de 586.521,123 km², sendo a quarta unidade da</p><p>federação mais extensa do Brasil. Ao longo dos seus 4.727 km de</p><p>perímetro, Minas Gerais faz divisa com os estados de São Paulo a</p><p>sudoeste e sul, Rio de Janeiro a sudeste, Espírito Santo a leste,</p><p>com a Bahia a nordeste e norte, com Goiás e o Distrito Federal a</p><p>noroeste e com o Mato Grosso do Sul a oeste2.</p><p>O agronegócio representou aproximadamente 36% do Produto</p><p>Interno Bruto (PIB) estadual no ano de 20194, conforme apurou o</p><p>Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA).</p><p>Neste cenário agrícola, Minas Gerais é o maior produtor</p><p>de café do</p><p>Brasil, responsável por mais de 50% da safra nacional, sendo que</p><p>a área cultivada totaliza 1,2 milhão de hectares5.</p><p>MIGRAÇÃO DO CRIME PARA ZONA RURAL</p><p>PATRULHA RURAL</p><p>Terras cada vez mais valorizadas</p><p>Máquinas, implementos e insumos de alto valor</p><p>Produção agrícola e pecuária valiosa</p><p>Propriedades modernas com equipamentos</p><p>elétricos e eletrônicos</p><p>Poucas pessoas trabalhando em grandes</p><p>propriedades</p><p>Locais distantes e ermos com dificuldade de</p><p>comunicação e ideais para homizio de</p><p>infratores</p><p>Versão 06/2017</p><p>CONCEITOS</p><p>PATRULHA RURAL</p><p>PATRULHA RURAL</p><p>PATRULHAMENTO EM ZONA RURAL</p><p>É uma guarnição PM, em veículo de quatro rodas, integrada por 02(dois) ou</p><p>03(três) policiais militares, atuando com armamento e equipamento</p><p>adequados para pronta resposta.</p><p>É uma atividade sistemática, de preservação da Ordem Pública, executada</p><p>no meio rural, com o suporte de veículos apropriados, objetivando prevenir e</p><p>reprimir delitos em fazendas, sítios, condomínios e cooperativas, dentre</p><p>outros locais.</p><p>MISSÃO DA PATRULHA RURAL</p><p>PATRULHA RURAL</p><p>A atuação da PMMG na área rural do estado de Minas Gerais consiste na execução</p><p>da polícia ostensiva de preservação da ordem pública, prevenção criminal e aumento</p><p>da sensação de segurança, com vistas a assegurar os direitos fundamentais,</p><p>promover a dignidade da pessoa humana, a proteção das pessoas e do patrimônio e a</p><p>preservação do meio ambiente, em contribuição para a promoção da paz social.</p><p>A execução do policiamento no meio rural, por intermédio das Patrulhas Rurais, se</p><p>dará com ênfase na ação preventiva e com base na filosofia de Polícia Comunitária. O</p><p>patrulhamento ostensivo, rotineiro e sistemático na zona rural proporciona a prevenção</p><p>às ações delituosas, mediante a antecipação à ocorrência de crimes.</p><p>MISSÃO DA PATRULHA RURAL</p><p>PATRULHA RURAL</p><p>1.2 Particular</p><p>Atuar como facilitador da organização/mobilização social das</p><p>comunidades rurais para solução de problemas</p><p>Realizar o policiamento ostensivo, sistemático e ordinário, utilizando a</p><p>“Patrulha Rural”.</p><p>Cadastrar as propriedades e produtores rurais na área de atuação;</p><p>Realizar operações conjuntas com a Polícia Civil, vigilância sanitária e</p><p>receita estadual</p><p>MISSÃO DA PATRULHA RURAL</p><p>PATRULHA RURAL</p><p>b)qualificar o serviço operacional no meio rural, gerando reflexos</p><p>positivos para melhoria da segurança das pessoas que vivem e</p><p>trabalham no campo;</p><p>c)estabelecer uma política de proximidade à população rural mineira</p><p>que vise a participação da comunidade rural na construção de um</p><p>ambiente seguro no campo;</p><p>d)fomentar atuações integradas com outros órgãos do sistema de</p><p>defesa social e/ou não governamentais, objetivando estabelecer</p><p>vínculos comunitários, que garantam espaço e o fortalecimento da</p><p>comunidade rural no planejamento e atuação operacional da PMMG</p><p>no meio rural (Conselhos de Segurança Pública – CONSEP - rurais,</p><p>Rede de Proteção Preventiva no meio rural, dentre outros);</p><p>MISSÃO DA PATRULHA RURAL</p><p>PATRULHA RURAL</p><p>e)regular e consolidar as Redes de Proteção Preventiva no meio rural</p><p>existentes em todo o estado, bem como fomentar a instalação de</p><p>novas redes, com o apoio de tecnologias de cadastro;</p><p>f)estabelecer parâmetros para o planejamento e execução das</p><p>atividades de polícia ostensiva no meio rural, orientado por resultados</p><p>de desempenho operacional;</p><p>g)definir estratégias de emprego operacional da PMMG no meio rural,</p><p>pautadas na prevenção e repressão qualificada;</p><p>• h) capacitar o policial militar que atua no ambiente rural a executar</p><p>os diversos serviços instituídos na PMMG, dentro da técnica</p><p>adequada;</p><p>• i) fomentar o planejamento e atuação conjunta com as equipes de</p><p>policiamento meio ambiente e de trânsito rodoviário;</p><p>• j) realizar o georreferenciamento rural.</p><p>ESTRATÉGIAS DE ATUAÇÃO</p><p>PATRULHA RURAL</p><p>1 – Ênfase na Ação Preventiva 2 – Cartão - Programa</p><p>3 – Visitas Comunitárias 4 –Ações e Operações</p><p>5 –Atuação em Conflitos</p><p>Agrários</p><p>7 – Prevenção e Repressão de</p><p>Infrações Ambientais</p><p>6 –Atuar Prevenção no Tráfico de</p><p>Drogas</p><p>8 – Fiscalização do Transporte de</p><p>Animais/Abate Clandestino</p><p>9 – Comércio Ilegal de Insumos</p><p>Agrícolas</p><p>Fatores de vitimologia rural</p><p>• Algumas circunstâncias inerentes à tipologia rural podem indicar a</p><p>maior possibilidade de vitimologia no ambiente campestre. Nesses</p><p>casos, os Comandantes responsáveis deverão conhecer tais</p><p>fatores e buscar a mitigação das fragilidades que oportunizem o</p><p>crime. Nesse contexto, as seguintes características podem</p><p>favorecer o acontecimento de crimes:</p><p>• a) um calendário agrícola de plantio, colheita e venda da safra</p><p>propiciando uma observação, por parte dos criminosos, da rotina</p><p>rural;</p><p>• b) existência de máquinas, implementos e insumos agrícolas de</p><p>alto valor, em especial em relação aos maquinários eventualmente</p><p>subtraídos, dos quais faltem informações, que possibilitem a</p><p>identificação, como chassis e números de série.</p><p>• c) propriedades e povoados rurais muito distantes uns dos outros, e</p><p>do meio urbano, com difícil acesso por estradas sem</p><p>pavimentação, bem como propriedades sem moradores,</p><p>desabitadas, com materiais de valor em seu interior;</p><p>• d) ausência de um georreferenciamento das vias rurais não</p><p>pavimentadas;</p><p>• e) dificuldade de comunicação via telefone ou internet entre os</p><p>moradores/trabalhadores rurais e com a PMMG;</p><p>• f) existência de animais sem marcação de controle de</p><p>propriedade soltos nos pastos e estradas vicinais proporcionando</p><p>o extravio destes;</p><p>• g) lavouras e plantações arbóreas de médio porte capaz de</p><p>proporcionar locais de homizio para criminosos e/ou desmanche e</p><p>ocultação de veículos automotores, além de edificações externas</p><p>que podem servir para homizio de criminosos, tais como currais,</p><p>celeiros, silos etc.</p><p>• h) comércio e transporte irregular de animais destinados ao abate</p><p>para uso comercial;</p><p>• i) glebas de terra ociosas proporcionando ações de usucapião</p><p>e conflitos agrários;</p><p>• j) extração mineral e vegetal irregular ocasionando crimes</p><p>ambientais;</p><p>• k) malha viária complexa e ramificada que favorece a fuga de</p><p>criminosos;</p><p>• l) extensa divisa com outros estados que dificulta o controle de</p><p>acesso de pessoas que circulam pela zona rural;</p><p>• m) locais sem acesso por meio de veículos de 4 rodas, mas tão</p><p>somente através de animais e motocicletas;</p><p>• n) inexistência de iluminação pública nas vias rurais, o que dificulta</p><p>a identificação do ambiente e de pessoas durante a atuação em</p><p>período noturno.</p><p>• o) ausência de equipamentos de segurança, como câmeras de</p><p>videomonitoramento, alarmes, dentre outros.</p><p>BASES COMUNITÁRIAS</p><p>BASE COMUNITÁRIA E BASE</p><p>COMUNITÁRIA MÓVEL</p><p>• INSTRUÇÃO N. 3.03.07/2010 – CG Regula a Atuação da Base Comunitária e Base</p><p>Comunitária Móvel na PMMG;</p><p>• INSTRUÇÃO N. 3.03.21/2017 - CG Regula o emprego das Bases do projeto “Segurança</p><p>Comunitária” vinculado ao Programa “Mais Segurança”, do Governo de Minas Gerais.</p><p>JAPÃO MINAS GERAIS</p><p>BASE COMUNITÁRIA E BASE</p><p>COMUNITÁRIA MÓVEL</p><p>JAPÃO SÃO PAULO</p><p>BASE COMUNITÁRIA E BASE</p><p>COMUNITÁRIA MÓVEL</p><p>HISTÓRICO DO POLICIAMENTO COMUNITÁRIO</p><p>NO JAPÃO</p><p>⮚O modelo de Policiamento Comunitário praticado no Japão data de</p><p>1874.</p><p>⮚Baseia-se na visualização do policiamento através dos postos policiais</p><p>e na sua interligação por meio de patrulhas à pé, em bicicleta, veículos</p><p>motorizados e embarcações.</p><p>⮚O Japão, país com dimensões pouco maiores que o Estado de São</p><p>Paulo e com 128 milhões de habitantes, possui 1.300 Delegacias</p><p>(Police Station); 6.600 Kobans; e 7.800 Chuzaishos.</p><p>27</p><p>KO = troca / BAN = vigilância</p><p>KOBAN = Vigilância por troca</p><p>CHUZAI = Residência onde trabalha</p><p>SHO = local</p><p>Chuzaisho = Local de residência de</p><p>trabalho</p><p>HISTÓRICO DO POLICIAMENTO COMUNITÁRIO</p><p>NO JAPÃO</p><p>BASE COMUNITÁRIA</p><p>CONCEITO OPERACIONAL</p><p>• É um serviço policial preventivo, prestado por uma equipe de policiais militares, que</p><p>utilizam como referência uma edificação policial militar. Com o apoio da comunidade,</p><p>desenvolvem o policiamento orientado para o problema com o objetivo de reduzir o</p><p>crime de menor potencial</p><p>ofensivo, a sensação de insegurança e a desordem pública</p><p>em áreas com alta densidade populacional.</p><p>• É um serviço policial preventivo, prestado por uma equipe de policiais militares, que</p><p>utilizam como referência uma viatura (tipo trailer ou van adaptados). Com o apoio</p><p>da comunidade, desenvolvem o policiamento orientado para o problema com o</p><p>objetivo de reduzir o crime de menor potencial ofensivo, a sensação de insegurança</p><p>e desordem pública em áreas com alta densidade populacional sazonal.</p><p>BASE COMUNITÁRIA MÓVEL</p><p>CONCEITO OPERACIONAL</p><p>Base Comunitária de Venda</p><p>Nova / Belo Horizonte</p><p>Base Comunitária de</p><p>Segurança do Jardim</p><p>Raniere / São Paulo</p><p>BASE COMUNITÁRIA</p><p>CONCEITO OPERACIONAL</p><p>⮚As Bases Comunitárias prestam serviço</p><p>durante 24 horas, nos locais onde estão</p><p>instalados os imóveis.</p><p>⮚As Bases Comunitárias Móveis funcionam</p><p>em turnos de serviço de 10 horas, conforme</p><p>demanda criminal.</p><p>HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO</p><p>32</p><p>ANOS 90</p><p>Posto de Policiamento</p><p>Comunitário (PPC)</p><p>ANOS 80</p><p>Posto de Policiamento</p><p>Ostensivo (PPO)</p><p>2000</p><p>Posto de</p><p>Observação e</p><p>Vigilância (POV)</p><p>2006</p><p>Móvel em Belo</p><p>Horizonte</p><p>2010</p><p>Convênios com a</p><p>Base Comunitária SENASP:</p><p>- Capacitação de</p><p>Efetivo</p><p>- Implantação de BCM</p><p>2017</p><p>Projeto</p><p>Segurança</p><p>Comunitária</p><p>HISTÓRICO DA DESCONCENTRAÇÃO DAS</p><p>FRAÇÕES POLICIAIS EM MINAS GERAIS</p><p>PROJETO SEGURANÇA COMUNITÁRIA</p><p>BASE DE SEGURANÇA COMUNITÁRIA</p><p>- BSC -</p><p>Para o Projeto Segurança Comunitária, vinculado ao Programa “Mais Segurança”, o</p><p>efetivo é:</p><p>• Quatro policiais militares por turno de serviço, diariamente, devendo a Base</p><p>funcionar sempre com a totalidade dos policiais militares.</p><p>• O período de emprego da Base é de 14h00min a 23h30min, totalizando 09 (nove)</p><p>horas e trinta minutos de efetivo serviço no posto, em turno único, não se</p><p>computando o tempo destinado à chamada, instrução, montagem de equipamentos</p><p>e deslocamentos.</p><p>EFETIVO E TURNO DE SERVIÇO</p><p>• A Base é constituída por uma viatura tipo van, composta por dois policiais militares</p><p>que serão responsáveis, basicamente, pela operação do videomonitoramento,</p><p>atendimento ao público e confecção de REDS.</p><p>• Enquanto não houver atendimento ao público, um militar permanece no</p><p>monitoramento das câmeras e outro postado no lado externo do veículo, de modo</p><p>a prevenir e inibir a prática criminosa pela presença ostensiva, demonstrando</p><p>disponibilidade e acessibilidade à comunidade.</p><p>• Durante o turno a Base permanece no local previamente definido e os</p><p>deslocamentos são autorizados somente em circunstâncias excepcionais.</p><p>• Outros 02 (dois) policiais militares, motociclistas, complementam o efetivo,</p><p>executando o patrulhamento preventivo no setor, de acordo com cartão-programa.</p><p>EMPREGO OPERACIONAL PROJETO</p><p>SEGURANÇA COMUNITÁRIA</p><p>• O patrulhamento realizado pelas motocicletas é executado com o giroflex ligado e</p><p>em observância ao binômio do patrulhamento motorizado: baixa velocidade e</p><p>atitude expectante dos componentes da Guarnição.</p><p>• Os motociclistas deverão realizar visitas tranquilizadoras, determinadas pelo</p><p>Comandante de Setor e/ou Comandante da Companhia.</p><p>• A Base Comunitária serve de referência para os moradores do setor e atende,</p><p>dentre outras, as demandas da população local para registro de boletins de</p><p>ocorrência.</p><p>• As ocorrências de registro posterior atendidas inicialmente por outras viaturas do</p><p>turno, poderão ser encaminhadas à Base.</p><p>EMPREGO OPERACIONAL PROJETO</p><p>SEGURANÇA COMUNITÁRIA</p><p>• Registrar Boletim de Ocorrência, inclusive de trânsito urbano.</p><p>• Implantar e manter Redes de Proteção Preventiva -RPP (vizinhos, comerciantes,</p><p>bancários, proprietários rurais, etc).</p><p>• Prestar informações para a comunidade e turistas.</p><p>• Encaminhar as vítimas de violência (crianças, mulheres, idosos, entre outros).</p><p>• Participar de reuniões comunitárias para solucionar problemas de crime, medo do</p><p>crime e desordem pública.</p><p>• Enviar solicitação do PROERD, Patrulha Escolar e Programa JCC para análise de</p><p>atendimento.</p><p>• Visitar e cadastrar os moradores e comerciantes do bairro.</p><p>SERVIÇOS PRESTADOS PELA BASE DE</p><p>SEGURANÇA COMUNITÁRIA</p><p>PREVENÇÃO E ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA MULHERES</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>• INSTRUÇÃO Nº 3.03.15/2020-CG - Regula a</p><p>atuação policial militar na</p><p>enfrentamento à violência</p><p>familiar contra mulheres no Estado</p><p>prevenção e</p><p>doméstica e</p><p>de</p><p>Minas Gerais</p><p>40</p><p>OBJETIVO GERAL DA INSTRUÇÃO Nº</p><p>3.03.15/2020-CG</p><p>• Regular procedimentos e orientações para a execução</p><p>de serviços de segurança pública e para a formação</p><p>profissional, objetivando a prevenção da violência</p><p>doméstica e familiar contra mulheres no Estado de Minas</p><p>Gerais, de acordo com legislação específica.</p><p>PROTOCOLO DE</p><p>ATENDIMENTO ÀS VÍTIMAS</p><p>DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>PMMG – 2ª RESPOSTA</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>Serviço de Prevenção à Violência Doméstica</p><p>Quebrar o ciclo da violência.</p><p>Oferecer atendimento especializado às vítimas reais e potenciais.</p><p>Atuar diretamente na dissuasão do agressor.</p><p>Apresentar e encaminhar a vítima para os órgãos da rede.</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>PROTOCOLOS DE ATENDIMENTO</p><p>PRIMEIRA RESPOSTA</p><p>Constituída por todos os militares componentes das Radiopatrulhas (RPs) responsáveis</p><p>pelo atendimento das ocorrências de violência doméstica no momento em que elas</p><p>estiverem acontecendo, de acordo com o protocolo de atendimento.</p><p>SEGUNDA RESPOSTA</p><p>Composta por militares da PPVD, devidamente capacitados para fazerem o pós-</p><p>atendimento, atuando no monitoramento de casos de violência doméstica.</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>Protocolo de</p><p>Segunda Resposta</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>-Selecionar o caso a ser atendido a partir da pesquisa de</p><p>casos recebida da P3 da Unidade, conforme a gravidade</p><p>da ocorrência e/ou reincidência.</p><p>- Imprimir boletim de ocorrência do caso selecionado.</p><p>-Verificar outros Boletins de Ocorrência envolvendo</p><p>vítima e autor.</p><p>-Verificar o prontuário dos envolvidos e se há</p><p>reincidência eles.</p><p>- Verificar, se necessário, junto à P2 da Unidade, se há</p><p>informações adicionais com relação aos envolvidos.</p><p>PREPARAÇÃO PARAABERTURA DO</p><p>CASO</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>-Realizar contato com a vítima, preferencialmente,</p><p>deve ser feito pela policial feminina e pessoalmente.</p><p>-Propiciar um ambiente adequado para que a vítima</p><p>fale livremente sobre seu problema.</p><p>- Fazer o acolhimento da vítima.</p><p>-Explicar em que consiste o Serviço de Prevenção à</p><p>Violência Doméstica.</p><p>1ª VISITA - INSERÇÃO DA VÍTIMA E</p><p>AVALIAÇÃO DE RISCO</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>- Construir uma relação de confiança com a vítima.</p><p>- Verificar se a vítima aceita ser inserida no SPVD.</p><p>-Colher assinatura em Termo de Recusa, caso a</p><p>vítima, não aceite a inserção.</p><p>-Registrar BO natureza A20.005 – Recusa da Vítima</p><p>(Apresentar os órgãos da rede, explicar em que</p><p>consiste o ciclo da violência, assim como realizar</p><p>encaminhamentos e preencher o Formulário 2).</p><p>1ª VISITA - INSERÇÃO DA VÍTIMA E</p><p>AVALIAÇÃO DE RISCO</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>- Colher assinatura em Termo de Inserção (Formulário 3).</p><p>- Escutar atentamente a vítima.</p><p>- Realizar avaliação de risco (Formulário 4).</p><p>-Registrar BO natureza principal A20.003 - Inclusão da</p><p>vítima e avaliação de risco.</p><p>-Registrar BOS natureza principal U33.004 - Atendimento</p><p>de Denúncias de Infrações contra a Mulher - Violência</p><p>Doméstica, a cada tentativa infrutífera de localização.</p><p>1ª VISITA - INSERÇÃO DA VÍTIMA E</p><p>AVALIAÇÃO DE RISCO</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>-Na terceira tentativa de localização, confeccionar BO</p><p>natureza principal A20.006 - Vítima não Localizada.</p><p>- Contatos telefônicos.</p><p>- Pasta do caso.</p><p>-Vítima policial feminina (relatório inicial/final em 5</p><p>dias úteis; confecção de BO).</p><p>-Autoridade civil ou militar (horário das visitas;</p><p>contato com testemunhas; acesso ao REDS; relatório /</p><p>prazo; não localização).</p><p>1ª VISITA - INSERÇÃO DA VÍTIMA E</p><p>AVALIAÇÃO DE RISCO</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>pessoal com o autor para- Realizar contato</p><p>comunicaçãoformal de sua inserção no SPVD.</p><p>Preferencialmente, o contato será realizado por um</p><p>policial masculino.</p><p>-Preencher termo de inserção do autor (Formulário 6</p><p>ou 7).</p><p>- Caso de recusa em assinar termo de inserção.</p><p>-Registrar BO com a natureza principal de A20.004 -</p><p>Notificação do Autor.</p><p>2ª VISITA - INSERÇÃO DO AUTOR</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>-Registrar BOS natureza principal U33.004 - Atendimento</p><p>de Denúncias de Infrações contra a Mulher - Violência</p><p>Doméstica, a cada tentativa infrutífera de localização.</p><p>- Na terceira tentativa de localização, confeccionar</p><p>BO natureza</p><p>principal A20.007 - Autor não Localizado.</p><p>- Autoridade civil ou militar (acesso ao REDS;</p><p>conveniência/oportunidade; militar da ativa ou</p><p>designado para o serviço ativo; policiais veteranos; não</p><p>localização).</p><p>2ª VISITA - INSERÇÃO DO AUTOR</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>-O contato deve ser pessoal e, preferencialmente,</p><p>procedido por uma policial feminina.</p><p>- Apresentar à vítima:</p><p>▪ os principais aspectos da Lei “Maria da Penha”;</p><p>▪ o ciclo da violência doméstica;</p><p>▪ a necessidade de representar contra o autor; e,</p><p>▪os procedimentos legais visando a garantia de</p><p>direitos.</p><p>3ª VISITA - APRESENTAÇÃO DA LEI</p><p>PARAA VÍTIMA</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>- Registrar BOS natureza principal U33.004 -</p><p>Atendimento de Denúncias de Infrações contra a</p><p>Mulher - Violência Doméstica, a cada tentativa</p><p>infrutífera de localização.</p><p>- Registrar Boletim de Ocorrência com a natureza</p><p>principal de A20.008 - Apresentação da Lei para a</p><p>Vítima.</p><p>3ª VISITA - APRESENTAÇÃO DA LEI</p><p>PARAA VÍTIMA</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>- O contato deve ser pessoal.</p><p>-Esclarecer acerca dos tipos de violência doméstica e</p><p>as consequências legais decorrentes.</p><p>-O autor será orientado novamente acerca da</p><p>sequência do monitoramento do caso pela Patrulha.</p><p>4ª VISITA - APRESENTAÇÃO DA LEI</p><p>PARA O AUTOR</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>-Salvo em casos excepcionais, esta visita NÃO deve ser feita</p><p>junto com a comunicação formal de inserção do autor.</p><p>-Registrar Boletim de Ocorrência com a natureza principal de</p><p>A20.009</p><p>- Apresentação da Lei para o Autor.</p><p>-Registrar BOS natureza principal U33.004 - Atendimento de</p><p>Denúncias de Infrações contra a Mulher - Violência</p><p>Doméstica, a cada tentativa infrutífera de localização.</p><p>4ª VISITA - APRESENTAÇÃO DA LEI</p><p>PARA O AUTOR</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>-Levantamento de informações complementares e a</p><p>confirmação das já existentes.</p><p>-Devem ser ouvidos todos aqueles que possam</p><p>contribuir de alguma forma para a coleta de</p><p>informações.</p><p>-Realizá-la, também, no final dos trabalhos para se ter</p><p>um panorama da real situação após o cumprimento</p><p>das atividades.</p><p>5ª VISITA - OUVIR POSSÍVEIS</p><p>TESTEMUNHAS</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>-Registrar Boletim de Ocorrência com a natureza</p><p>principal de A20.010 - Contato com Testemunhas .</p><p>-Registrar BOS natureza principal U33.004 -</p><p>Atendimento de Denúncias de Infrações contra a</p><p>Mulher - Violência Doméstica, a cada tentativa</p><p>infrutífera de localização.</p><p>5ª VISITA - OUVIR POSSÍVEIS</p><p>TESTEMUNHAS</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>-Verificar a necessidade de encaminhamento da vítima</p><p>e sua anuência.</p><p>-Colher assinatura em termo próprio em caso de recusa</p><p>(Formulário 2).</p><p>-O encaminhamento da vítima em viatura policial para</p><p>os órgãos da rede somente poderá ser realizado em</p><p>casos excepcionais.</p><p>6ª VISITA - ENCAMINHAMENTO DA</p><p>VÍTIMA</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>-O encaminhamento da vítima em viatura policial para</p><p>os órgãos da rede somente poderá ser realizado em</p><p>casos excepcionais.</p><p>-Registrar Boletim de Ocorrência com a natureza</p><p>principal de A20.011 - Encaminhamento da Vítima.</p><p>- Registrar</p><p>Atendimento</p><p>BOS natureza principal U33.004 -</p><p>de Denúncias de Infrações contra a</p><p>Mulher - Violência Doméstica, a cada tentativa</p><p>infrutífera de localização.</p><p>6ª VISITA - ENCAMINHAMENTO DA</p><p>VÍTIMA</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>-Realizar contato com a vítima a fim de verificar se o autor</p><p>está cumprindo a Medida Protetiva (se houver), se ele</p><p>tentou algum contato novamente e se o ciclo da violência</p><p>foi quebrado.</p><p>-Verificar os resultados dos encaminhamentos que</p><p>possam ter sido efetuados anteriormente.</p><p>-reforçar com a vítima a importância dos órgãos que</p><p>fazem parte da Rede Estadual de Enfrentamento à</p><p>Violência Contra a Mulher.</p><p>7ª VISITA - MONITORAMENTO DA</p><p>VÍTIMA</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>- Registrar Boletim de Ocorrência com a natureza</p><p>principal de A20.012 - MONITORAMENTO DA VÍTIMA.</p><p>- Registrar BOS natureza principal U33.004 -</p><p>Atendimento de Denúncias de Infrações contra</p><p>aMulher - Violência Doméstica, a cada tentativa</p><p>infrutífera de localização.</p><p>7ª VISITA - MONITORAMENTO DA</p><p>VÍTIMA</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>-Realizar contato com o autor a fim de verificar o</p><p>cumprimento da Medida Protetiva (se houver), se</p><p>ele tentou contato com a vítima novamente e se o</p><p>ciclo da violência foi quebrado.</p><p>-Registrar Boletim de Ocorrência com a natureza</p><p>principal de A20.013 - Monitoramento do Autor.</p><p>-Registrar BOS natureza principal U33.004 -</p><p>Atendimento de Denúncias de Infrações contra a</p><p>Mulher - Violência Doméstica, a cada tentativa</p><p>infrutífera de localização.</p><p>8ª VISITA - MONITORAMENTO DO</p><p>AUTOR</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>-Realizar o último contato com a vítima a fim de</p><p>verificar se o autor está cumprindo a Medida</p><p>Protetiva, se o ciclo da violência foi quebrado.</p><p>-Informar que, apesar de terminado seu</p><p>acompanhamento, ela continuará a ser monitorada</p><p>pelo sistema, em caso de novo registro.</p><p>9ª VISITA - ENCERRAMENTO</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>-Tais providências NÃO deverão ser realizadas com o</p><p>autor.</p><p>-Preencher o relatório de encerramento do caso</p><p>(Formulário 8).</p><p>- Registrar Boletim de Ocorrência com a natureza</p><p>principal de A20.014 - Encerramento do Caso.</p><p>9ª VISITA - ENCERRAMENTO</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>a)todas as atividades geradas deverão ser encerradas e confeccionados os respectivos</p><p>registros no mesmo dia;</p><p>b)as visitas realizadas serão de registro posterior destinado ao Comando da Unidade,</p><p>desde que não se trate de notícia crime;</p><p>c)as atividades a serem registradas por meio de BOS não</p><p>precisarão ser geradas no sistema CAD (Controle de</p><p>Atendimento e Despacho).</p><p>PROCEDIMENTOS CORRELATOS</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>- o período de acompanhamento: 2 (dois) meses;</p><p>-reuniões setoriais para estudo de caso e criação de estratégias conjuntas para a</p><p>melhor solução;</p><p>-não encerrar o caso enquanto for constatado o reiterado descumprimento de</p><p>Medidas Protetivas e o reinício constante do ciclo da violência;</p><p>-as visitas destinadas ao monitoramento da vítima e do autor (visitas 6, 7 e 8) deverão</p><p>ser feitas em um intervalo de uma semana;</p><p>- Solicitação de cobertura.</p><p>PARTICULARIDADES DO PROTOCOLO</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>a)quando necessário, a PPVD subsidiará as ações de primeira resposta, através da</p><p>formação e treinamento, visando a melhoria da qualidade do serviço prestado;</p><p>b)nos casos em que a PPVD for acionada pelas unidades para ocorrências de violência</p><p>doméstica, deverá ser reiterado que, em se tratando de ocorrências de primeira</p><p>resposta, a competência é da viatura do setor, ficando a Patrulha no apoio, caso haja</p><p>real necessidade.</p><p>APOIO À PRIMEIRA RESPOSTA</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>a)os casos em que, após o cumprimento do protocolo e encerramento, houver novo</p><p>registro de violência com a mesma vítima e o mesmo autor, serão considerados</p><p>reincidentes;</p><p>b)nos casos de reincidência, a Patrulha fará novo contato para verificar as razões do</p><p>ocorrido e tomará as providências que o caso requerer;</p><p>c)EM NENHUMA HIPÓTESE será refeito o protocolo de segunda resposta, sendo o</p><p>contato feito somente para providências específicas, como confecção de relatório,</p><p>prisão, encaminhamentos, etc.</p><p>ATENDIMENTO A CASOS</p><p>REINCIDENTES</p><p>PVD - PREVENÇÃO</p><p>À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>❖Por solicitação da vítima e por não cumprimento das orientações repassadas pela</p><p>PPVD:</p><p>a) no caso de solicitação de desligamento, a Patrulha informará à vítima, de forma</p><p>exaustiva, sobre as consequências da sua decisão, solicitando a ela que relate os</p><p>motivos. A PPVD deve atentar para situações em que haja ameaças ou medo por</p><p>parte da vítima, e caso não se vislumbre essas situações, sempre que possível,</p><p>arrolará testemunha e confeccionará BO, via sistema REDS, com natureza A20.017 -</p><p>Desligamento por Solicitação da Vítima, expondo o desejo da assistida e encerrará o</p><p>caso. A vítima deverá assinar o FORMULÁRIO 10, que será arquivado na pasta do caso;</p><p>DESLIGAMENTO DA VÍTIMA DO</p><p>SERVIÇO</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>b) processo de desligamento no caso de não cumprimento das orientações (vítima vai</p><p>de encontro ao autor mesmo possuindo medidas protetivas, vítima se recusa a tomar</p><p>providências em situações indispensáveis, etc):</p><p>-para cada caso de inobservância das orientações, deverá ser registrado REDS e a</p><p>assistida poderá ser desligada do serviço;</p><p>- a vítima deverá assinar o FORMULÁRIO 11, que será arquivado na pasta do caso. A</p><p>Patrulha deverá registrar Boletim de Ocorrência com natureza A20.016 -</p><p>DESLIGAMENTO PELA PATRULHA;</p><p>DESLIGAMENTO DA VÍTIMA DO</p><p>SERVIÇO</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>c) no caso de não localização da vítima, na terceira tentativa, nos casos em</p><p>acompanhamento, deverá ser confeccionado um BO, via sistema REDS, com natureza</p><p>A20.018 - DESLIGAMENTO POR NÃO LOCALIZAÇÃO DA VÍTIMA, citando os</p><p>procedimentos desenvolvidos ao longo das tentativas de localização e os respectivos</p><p>registros anteriores. Ressalta-se que, em cada tentativa infrutífera de localização</p><p>PRESENCIAL, deverá ser gerado um BOS, com natureza U33.004 - ATENDIMENTO DE</p><p>DENÚNCIAS DE INFRAÇÕES CONTRA A MULHER - VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, para registro</p><p>do deslocamento. Ressalta-se que tal registro se aplica às vítimas em que o</p><p>acompanhamento foi iniciado e, posteriormente, não são localizadas novamente.</p><p>DESLIGAMENTO DA VÍTIMA DO</p><p>SERVIÇO</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>d) no caso de não localização da vítima, na terceira tentativa, nos casos em</p><p>acompanhamento, deverá ser confeccionado um BO, via sistema REDS, com natureza</p><p>A20.018 - DESLIGAMENTO POR NÃO LOCALIZAÇÃO DA VÍTIMA, citando os</p><p>procedimentos desenvolvidos ao longo das tentativas de localização e os respectivos</p><p>registros anteriores. Ressalta-se que, em cada tentativa infrutífera de localização</p><p>PRESENCIAL, deverá ser gerado um BOS, com natureza U33.004 - ATENDIMENTO DE</p><p>DENÚNCIAS DE INFRAÇÕES CONTRA A MULHER - VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, para registro</p><p>do deslocamento. Ressalta-se que tal registro se aplica às vítimas em que o</p><p>acompanhamento foi iniciado e, posteriormente, não são localizadas novamente.</p><p>DESLIGAMENTO DA VÍTIMA DO</p><p>SERVIÇO</p><p>PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA</p><p>DOMÉSTICA</p><p>PROERD</p><p>PROGRAMA EDUCACIONAL DE RESISTÊNCIA ÀS</p><p>DROGAS</p><p>PROERD</p><p>75</p><p>PROERD</p><p>• Diretriz para a produção de serviços de</p><p>segurança pública nº 3.01.04/2010 – CG -</p><p>Regula a aplicação do Programa Educacional</p><p>de Resistência às Drogas pela Polícia Militar</p><p>de Minas Gerais.</p><p>76</p><p>OBJETIVO GERAL DA DPSSP Nº</p><p>3.01.04/2010</p><p>• Dotar jovens estudantes de informações e habilidades</p><p>necessárias para viver de maneira saudável, sem drogas e</p><p>violência, com observância das normas institucionais,</p><p>filosofia do Programa e alinhados às políticas públicas</p><p>estabelecidas.</p><p>Diante do acentuado aumento do abuso de drogas na cidade de Los Angeles, CA, EUA</p><p>na década de 1970 e início dos anos 1980, o chefe do Departamento da Polícia da</p><p>cidade, Daryl F. Gates, reuniu-se com o Dr. Harry Handler, então Superintendente do</p><p>Distrito Escolar Unificado para discutir formas de interferir no ciclo gerador do abuso</p><p>de drogas e das condutas criminosas a ele relacionadas.</p><p>Como resultado, foi lançado em 1983 um programa educacional sem precedentes e</p><p>inovador para a prevenção do abuso de substâncias: o Drug Abuse Resistance</p><p>Education (D.A.R.E.).</p><p>HISTÓRICO</p><p>PROERD</p><p>No Brasil, o D.A.R.E. chegou em 1992, através da Polícia Militar do Estado do Rio de</p><p>Janeiro (PMERJ) e, em 1993, pela Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP),</p><p>tendo, então, recebido o nome em português de PROERD (Programa Educacional de</p><p>Resistência às Drogas), e sido feitas as adaptações metodológicas em conformidade</p><p>com a realidade cultural brasileira.</p><p>Os instrutores desenvolveram o programa de forma experimental na cidade de</p><p>Uberlândia e devido ao sucesso, foi expandido para outras cidades mineiras.</p><p>Após a deliberação do CNCG em 2001, a PMMG institucionalizou o programa por meio</p><p>da Diretriz para a Produção de Serviços de Segurança Pública (DPSSP) nº 01/2002-CG.</p><p>HISTÓRICO</p><p>PROERD</p><p>No ano de 2003, a Instrução no 3001.7/04-CG criou na estrutura do EMPM/3 o Núcleo</p><p>de Prevenção Ativa para reger três Adjuntorias específicas: a de Polícia Comunitária,</p><p>de Direitos Humanos e a de Prevenção ao Uso e Tráfico de Drogas.</p><p>No ano 2005 a Polícia Militar de Minas Gerais foi diplomada como Centro de</p><p>Treinamento Internacional do programa.</p><p>A PMMG possui a chancela do DARE América para capacitar policiais militares como</p><p>instrutores do programa, que por sua vez o aplicam com a mesma filosofia e</p><p>metodologia aplicada nos Estados Unidos.</p><p>A Diretriz de Nº 3.01.04/2010–CG regula a aplicação atual do Proerd na PMMG.</p><p>HISTÓRICO</p><p>PROERD</p><p>Objetivo Geral:</p><p>Dotar jovens estudantes de informações e habilidades necessárias para</p><p>viver de maneira saudável, sem drogas e violência, com observância das</p><p>normas institucionais, filosofia do Programa e alinhados às políticas</p><p>públicas estabelecidas.</p><p>OBJETIVOS DO PROERD</p><p>PROERD</p><p>⮚Empoderar jovens estudantes com ferramentas que lhes permitam</p><p>evitar influências negativas em questão afetas às drogas e violência,</p><p>promovendo os fatores de proteção e suas habilidades de resistência.</p><p>⮚Estabelecer relações positivas entre alunos e policiais militares,</p><p>professores, pais e outros líderes da comunidade.</p><p>⮚Permitir aos estudantes enxergarem os policiais como servidores,</p><p>transcendendo a atividade de policiamento tradicional e estabelecendo</p><p>um relacionamento fundamentado na confiança e humanização.</p><p>OBJETIVOS ESPECÍFICOS</p><p>PROERD</p><p>⮚Estabelecer uma linha de comunicação entre a Polícia Militar e o</p><p>público infanto-juvenil.</p><p>⮚Replicar informações e Políticas Públicas relacionados à prevenção de</p><p>drogas e violência.</p><p>⮚ Abrir um diálogo permanente entre a “Escola, a Polícia Militar e a</p><p>Família”, para discutir questões correlatas no eixo droga.</p><p>OBJETIVOS ESPECÍFICOS</p><p>PROERD</p><p>⮚As tarefas desenvolvidas pelo PM Proerd referentes à prevenção ao</p><p>fenômeno das drogas, de caráter primário e cooperativo, é um serviço</p><p>policial militar.</p><p>⮚o Programa é desenvolvido, exclusivamente, por policiais militares</p><p>treinados na filosofia e metodologia própria elaborada pela instituição</p><p>D.A.R.E. América.</p><p>PRINCÍPIOS GERAIS</p><p>PROERD</p><p>Emprego operacional em dedicação exclusiva:</p><p>•Imersão total, em turnos de 08 (oito) horas e jornada de 40 (quarenta) horas semanais.</p><p>•Aplicação de aulas Proerd será de no mínimo 15 (quinze) e no máximo de 22 (vinte e duas) turmas por</p><p>semana, não podendo exceder um número máximo de 06 (seis) turmas/dia</p><p>•03 (três) por semana horas para preparação de aulas</p><p>Emprego operacional em dedicação parcial:</p><p>•Instrutor habilitado, empregado em qualquer atividade administrativa ou operacional, lançado em</p><p>imersão parcial em aplicação de aulas Proerd a no mínimo 06 (seis) e no máximo 15 (quinze) turmas por</p><p>semana;</p><p>•Nesta situação, deverá ser verificada a possibilidade de saturação de aulas, segundo o máximo</p><p>permitido ao dia (6 turmas/dia)</p><p>•02 (duas) por semana horas para preparação de aulas</p><p>DO SERVIÇO OPERACIONAL E</p><p>JORNADA DE TRABALHO</p><p>PROERD</p><p>Educação infantil e anos iniciais:</p><p>•10 (dez) lições em forma de cartazes ilustrativos com o objetivo de ensinar as crianças</p><p>a reconhecerem e evitarem situações que possam comprometer sua de segurança e</p><p>saúde, a saber: para quem ligar em caso de emergência, educação</p><p>no trânsito, saber</p><p>reconhecer as emoções dentre outros temas.</p><p>CURRÍCULOS OFERECIDOS</p><p>PELO PROERD</p><p>PROERD</p><p>2. Currículo “Caindo na REAL” para o 5º Ano</p><p>•10 (dez) lições para crianças do 5º ano, apresentando</p><p>personagens que enfrentam situações da vida real em diversas</p><p>temáticas, nas quais são desenvolvidas habilidades de</p><p>resistência através do Modelo de Tomada de Decisão Proerd</p><p>(MTDP), que treina a criança a pensar em cada uma das opções</p><p>que possui antes de tomar uma decisão.</p><p>•Após ministradas as lições, os alunos recebem um certificado e</p><p>os alunos destaque são homenageados em uma formatura,</p><p>organizada pela equipe de instrutores e P5 da Unidade</p><p>CURRÍCULOS OFERECIDOS</p><p>PELO PROERD</p><p>PROERD</p><p>3. Currículo “Caindo na REAL” para o 7º Ano</p><p>10 (dez) lições para adolescentes do 7º ano</p><p>nas quais se apresenta o acróstico “REAL”</p><p>(Recusar, Explicar, Abster-se e Livrar-se), que</p><p>são quatro maneiras efetivas de se recusar a</p><p>oferta de drogas e outras situações de risco.</p><p>CURRÍCULOS OFERECIDOS</p><p>PELO PROERD</p><p>PROERD</p><p>Currículo Proerd para Pais:</p><p>O Curso fornece informações</p><p>relevantes sobre drogas e violência</p><p>para capacitar pais e responsáveis a</p><p>ajudar os jovens a fazerem boas</p><p>escolhas.</p><p>CURRÍCULOS OFERECIDOS</p><p>PELO PROERD</p><p>PROERD</p><p>MODELO DE TOMADA DE</p><p>DECISÃO</p><p>DEFINA</p><p>Descreva o problema, desafio ou oportunidade</p><p>ANALISE</p><p>Quais são suas opções?</p><p>ATUE</p><p>Faça sua escolha.</p><p>Use os fatos e informações que você aprendeu.</p><p>AVALIE</p><p>Revise sua decisão.</p><p>Você fez uma boa escolha?</p><p>PROERD</p><p>Slide 1: UNIDADE II Policiamento Comunitário e suas Práticas na PMMG</p><p>Slide 2</p><p>Slide 3: O Papel do Cmt de Setor e Sub-setor</p><p>Slide 4: Atividades a serem desenvolvidas pelo Cmt de Setor e Sub-setor</p><p>Slide 5: Atividades a serem desenvolvidas pelo Cmt de Setor e Sub-setor</p><p>Slide 6: Atividades a serem desenvolvidas pelo Comandante de Sub-setor</p><p>Slide 7</p><p>Slide 8: FASES DA IMPLEMENTAÇÃO DA SETORIZAÇÃO</p><p>Slide 9: OPERACIONALIZAÇÃO DA SUBSETORIZAÇÃO</p><p>Slide 10: RESULTADOS ESPERADOS COM A SUBSETORIZAÇÃO</p><p>Slide 11: ACOMPANHAMENTO E CONTROLE DO COMANDANTE DE SUBSETOR</p><p>Slide 12</p><p>Slide 13: ATRIBUIÇÕES DO CMT GEPAR</p><p>Slide 14: ATRIBUIÇÕES DO CMT GEPAR</p><p>Slide 15: ATRIBUIÇÕES DO CMT GEPAR</p><p>Slide 16: DESVIOS NA ATUAÇÃO</p><p>Slide 17</p><p>Slide 18: PATRULHA RURAL CONTEXTO SOCIAL</p><p>Slide 19: PATRULHA RURAL</p><p>Slide 20: PATRULHA RURAL</p><p>Slide 21: PATRULHA RURAL</p><p>Slide 22: PATRULHA RURAL</p><p>Slide 23: PATRULHA RURAL</p><p>Slide 24: PATRULHA RURAL</p><p>Slide 25</p><p>Slide 26: PATRULHA RURAL</p><p>Slide 27: Fatores de vitimologia rural</p><p>Slide 28</p><p>Slide 29</p><p>Slide 30</p><p>Slide 31: BASES COMUNITÁRIAS</p><p>Slide 32: BASE COMUNITÁRIA E BASE COMUNITÁRIA MÓVEL</p><p>Slide 33: BASE COMUNITÁRIA E BASE COMUNITÁRIA MÓVEL</p><p>Slide 34: BASE COMUNITÁRIA E BASE COMUNITÁRIA MÓVEL</p><p>Slide 35</p><p>Slide 36: HISTÓRICO DO POLICIAMENTO COMUNITÁRIO NO JAPÃO</p><p>Slide 37: BASE COMUNITÁRIA CONCEITO OPERACIONAL</p><p>Slide 38: BASE COMUNITÁRIA MÓVEL CONCEITO OPERACIONAL</p><p>Slide 39: BASE COMUNITÁRIA CONCEITO OPERACIONAL</p><p>Slide 40</p><p>Slide 41: HISTÓRICO DA DESCONCENTRAÇÃO DAS FRAÇÕES POLICIAIS EM MINAS GERAIS</p><p>Slide 42</p><p>Slide 43: EFETIVO E TURNO DE SERVIÇO</p><p>Slide 44: EMPREGO OPERACIONAL PROJETO SEGURANÇA COMUNITÁRIA</p><p>Slide 45: EMPREGO OPERACIONAL PROJETO SEGURANÇA COMUNITÁRIA</p><p>Slide 46: SERVIÇOS PRESTADOS PELA BASE DE SEGURANÇA COMUNITÁRIA</p><p>Slide 47</p><p>Slide 48: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 49: OBJETIVO GERAL DA INSTRUÇÃO Nº 3.03.15/2020-CG</p><p>Slide 50: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 51: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 52: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 53: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 54: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 55: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 56: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 57: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 58: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 59: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 60: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 61: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 62: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 63: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 64: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 65: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 66: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 67: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 68: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 69: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 70: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 71: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 72: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 73: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 74: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 75: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 76: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 77: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 78: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 79: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 80: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 81: PVD - PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA</p><p>Slide 82: PROERD</p><p>Slide 83: PROERD</p><p>Slide 84: PROERD</p><p>Slide 85: OBJETIVO GERAL DA DPSSP Nº 3.01.04/2010</p><p>Slide 86: PROERD</p><p>Slide 87: PROERD</p><p>Slide 88: PROERD</p><p>Slide 89: PROERD</p><p>Slide 90: PROERD</p><p>Slide 91: PROERD</p><p>Slide 92: PROERD</p><p>Slide 93: PROERD</p><p>Slide 94: PROERD</p><p>Slide 95: PROERD</p><p>Slide 96: PROERD</p><p>Slide 97: PROERD</p><p>Slide 98: PROERD</p>