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<p>REGIMENTO INTERNO</p><p>DA PODEROSA</p><p>ASSEMBLEIA ESTADUAL</p><p>LEGISLATIVA</p><p>DO GRANDE ORIENTE DE</p><p>SÃO PAULO</p><p>Promulgada em 9 de fevereiro de 2019 da EV</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 1</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 2</p><p>ÍNDICE</p><p>TÍTULO I – DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Capítulo I - Disposições Preliminares ............................................................................................. 03</p><p>Capítulo II - Da Sessão de Instalação da Poderosa Assembleia ..................................................... 04</p><p>Capítulo III - Das Eleições ............................................................................................................... 04</p><p>Capítulo IV - Da Posse das Grandes Dignidades e dos Grandes Oficiais ........................................ 06</p><p>Capítulo V - Da Posse do Grão-Mestre e do Grão-Mestre Adjunto ............................................... 06</p><p>TÍTULO II – DOS DEPUTADOS</p><p>Capítulo I - Dos Deputados e da Representação das Lojas ............................................................ 07</p><p>Capítulo II - Dos Direitos e Deveres ................................................................................................ 08</p><p>Capítulo III - Da Vacância e da Perda do Mandato ........................................................................ 09</p><p>TÍTULO III – DOS SETORES DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Capítulo I - Da Composição e da Representação ........................................................................... 10</p><p>Capítulo II - Da Mesa Diretora ....................................................................................................... 10</p><p>Capítulo III - Dos Órgãos Auxiliares ................................................................................................ 17</p><p>TÍTULO IV – DAS SESSÕES</p><p>Capítulo I - Disposições Gerais ....................................................................................................... 21</p><p>Capítulo II - Do Traje, Joias e Paramentos ..................................................................................... 22</p><p>Capítulo III - Das Sessões Ordinárias .............................................................................................. 22</p><p>Capítulo IV - Das Sessões Extraordinárias ...................................................................................... 25</p><p>Capítulo V - Das Sessões Solenes ................................................................................................... 25</p><p>Capítulo VI - Das Sessões Secretas ................................................................................................. 25</p><p>TÍTULO V – DAS PROPOSIÇÕES</p><p>Capítulo I - Das Proposições em Geral ........................................................................................... 26</p><p>Capítulo II - Da Classificação das Proposições e Seus Requisitos ................................................... 26</p><p>Capítulo III - Dos Substitutivos, das Emendas e das Subemendas ................................................. 28</p><p>Capítulo IV - Dos Pareceres das Comissões .................................................................................... 28</p><p>TÍTULO VI – DA ORDEM DOS TRABALHOS, DOS DEBATES E DELIBERAÇÕES</p><p>Capítulo I - Dos Debates ................................................................................................................. 29</p><p>Capítulo II - Da Ordem dos Debates ............................................................................................... 30</p><p>Capítulo III - Das Deliberações ....................................................................................................... 31</p><p>Capítulo IV - Da Promulgação de Lei e da Apreciação de Vetos .................................................... 32</p><p>Capítulo V - Das Questões de Ordem ............................................................................................. 32</p><p>TÍTULO VII – DAS PROPOSIÇÕES DE ORDEM CONSTITUCIONAL</p><p>Capítulo I - Do Projeto de Lei Orçamentária, da Prestação de Contas e da Mútua ...................... 32</p><p>Capítulo II - Dos Decretos Legislativos ........................................................................................... 33</p><p>Capítulo III - Da Reforma e das Emendas à Constituição ............................................................... 33</p><p>TÍTULO VIII – DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS ............................................................................... 34</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 3</p><p>O Eminente Presidente da Poderosa Assembleia Estadual Legislativa do Grande Oriente</p><p>de São Paulo FAZ SABER a todos os maçons e Lojas da Obediência que o Augusto Plenário</p><p>aprovou e ele PROMULGA o seu Regimento Interno, previsto no artigo 23 da Constituição</p><p>do Grande Oriente de São Paulo de 1º de dezembro de 2018.</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PAEL</p><p>TÍTULO I</p><p>Da Poderosa Assembleia Estadual Legislativa</p><p>Capítulo I</p><p>Disposições Preliminares</p><p>Art. 1º. A Poderosa Assembleia Estadual Legislativa – que se reserva ao uso da sigla PAEL –, é o Poder</p><p>Legislativo do Grande Oriente de São Paulo (GOSP) e composta de Deputados eleitos nos termos das leis</p><p>maçônicas vigentes.</p><p>Art. 2º. Como Poder Legislativo, a PAEL tem atribuições e competências no âmbito da jurisdição do GOSP,</p><p>nos termos das determinações da Constituição, Leis e Regulamento do GOSP.</p><p>Art. 3º. A PAEL tem funções, competências e poderes, nos termos das leis maçônicas e deste Regimento.</p><p>§ 1º A função legislativa consiste na elaboração de leis sobre todas as matérias que envolvam o</p><p>interesse do GOSP, respeitadas as reservas legais e constitucionais do GOSP.</p><p>§ 2º A função de fiscalização e o controle são de caráter político e administrativo, sendo exercida</p><p>apenas sobre o Sereníssimo Grão-Mestre, o Eminente Grão-Mestre Adjunto, os Grandes</p><p>Secretários do Grão-Mestrado, diretoria da Mútua Maçônica e os Deputados.</p><p>§ 3º A função de assessoramento consiste na recomendação de providências e de medidas de</p><p>interesse geral do GOSP, por meio de Indicações.</p><p>§ 4º A função administrativa é restrita à sua organização interna, à regulamentação de seu</p><p>funcionamento e à estruturação e direção de seus serviços auxiliares.</p><p>§ 5º A função de fiscalização financeira, orçamentária, contábil e patrimonial do GOSP será</p><p>exercida pela PAEL, que será para isto auxiliada pela Comissão de Orçamento e Finanças e pelo</p><p>Tribunal de Contas. O controle compreenderá:</p><p>I – a apreciação das contas dos responsáveis por bens e valores do GOSP;</p><p>II – a auditoria financeira, orçamentária, contábil e patrimonial do GOSP.</p><p>Art. 4º. A PAEL tem sede e foro no Palácio Maçônico, Benedito Pinheiro Machado Tolosa, do GOSP, na</p><p>Rua São Joaquim, nº 457, Liberdade, CEP: 01508-001, na Capital do Estado de São Paulo.</p><p>§ 1º As funções da PAEL serão exercidas em sessões, nos termos deste Regimento Interno,</p><p>realizadas em sua sede.</p><p>§ 2º Poderão ser realizadas Sessões Extraordinárias fora do recinto da PAEL, mediante</p><p>requerimento de, pelo menos, vinte e um Deputados, e devidamente aprovado por dois terços</p><p>dos membros efetivos presentes na sessão. Compete à Mesa Diretora a respectiva designação do</p><p>horário e local de sua realização.</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 4</p><p>Capítulo II</p><p>Da Sessão de Instalação da PAEL</p><p>Art. 5º. Na segunda quinzena de junho, quando ocorrer renovação do mandato, a PAEL reunir-se-á em</p><p>Sessão de Instalação e Posse dos Deputados eleitos e diplomados na forma de Lei Eleitoral Maçônica, para</p><p>início da legislatura.</p><p>§ 1º A Instalação será feita pelo Presidente cujo mandato expirou, secundado pelos demais</p><p>membros da Mesa Diretora, competindo-lhe dirigir a eleição da Mesa Eleitoral e empossar o</p><p>Presidente eleito:</p><p>– Representação: é a proposição em que o Deputado requer providências da Assembleia,</p><p>para posterior processo, de competência do Orador ou da Procuradoria Legislativa,</p><p>objetivando a apuração de responsabilidade de Deputado no exercício de suas funções;</p><p>VIII – Substitutivo: é a proposição, por meio da qual, Comissão Permanente ou Deputado</p><p>apresenta em substituição a uma proposta já apresentada, no lugar de simples emenda, com</p><p>o texto integral, para substituir a propositura original, não se admitindo substitutivo parcial;</p><p>IX – Decreto Legislativo: é a proposição prevista na Constituição do GOSP, que envolve</p><p>pedido de autorização da PAEL para alienação de patrimônio imobiliário das Lojas, ou</p><p>licença ao Grão-Mestre ou a quem estiver em seu lugar, para se ausentar do país por</p><p>período superior a sete dias, ou se afastar de seu cargo por tempo superior a trinta dias,</p><p>devendo ser publicado no Boletim Oficial do GOSP; editar-se-á, ainda, Decreto Legislativo,</p><p>na hipótese de aprovação das contas do Grão-Mestrado;</p><p>X – Homologação: é a proposição por meio da qual é solicitada a homologação da PAEL do</p><p>reconhecimento, como de utilidade maçônica, de instituições declaradas como tal pelo</p><p>Grão-Mestre, e de acordos, tratados, protocolos de intenção, geminações e convênios</p><p>feitos pelo GOSP ou pelas Lojas da Jurisdição.</p><p>§ 1º Os Projetos de Reforma ou Emenda Constitucional, Projetos de Lei e os Projetos de Resolução</p><p>deverão ser precedidos de ementas enunciativas do seu objeto e serão divididos em artigos, que</p><p>deverão ser numerados, concisos e claros, com a necessária justificativa, e atendendo à melhor</p><p>técnica jurídico-legislativa.</p><p>§ 2º Não serão admitidas Moções de apoio e solidariedade a maçons e Lojas fora da Obediência</p><p>do GOSP, nem a profanos, individual ou coletivamente.</p><p>§ 3º Todas as proposições deverão estar acompanhadas de justificativas e assinadas por seus</p><p>autores.</p><p>§ 4º Somente serão aceitas Moções a Lojas, autoridades maçônicas e Irmãos, em situações</p><p>relevantes e datas significativas.</p><p>Art. 81. Serão de alçada exclusiva do Presidente e não sujeitos à deliberação do Plenário, os</p><p>requerimentos de:</p><p>I – renúncia a cargo na Mesa Diretora ou em Comissão;</p><p>II – informações de caráter oficial sobre atos da Mesa ou da Assembleia;</p><p>III – licença de Deputado;</p><p>IV – renúncia de Deputado.</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 28</p><p>Art. 82. Serão de alçada do Plenário os requerimentos de:</p><p>I – prorrogação de sessão;</p><p>II – votação de proposição;</p><p>III – retirada de proposição;</p><p>IV – convite a Grandes Secretários e membros do Poder Executivo do GOSP, para prestar</p><p>informações em Plenário.</p><p>Parágrafo único. No caso do inciso IV deste artigo, haverá um requerimento por escrito, o qual</p><p>deverá ser discutido, antes da deliberação do Plenário.</p><p>Art. 83. O autor de qualquer proposição poderá retirá-la em qualquer fase, antes da votação, mediante</p><p>discussão e aprovação do Plenário. Se houver mais de um autor, todos deverão subscrever ou referendar</p><p>verbalmente o requerimento de retirada.</p><p>Capítulo III</p><p>Dos Substitutivos, das Emendas e das Subemendas</p><p>Art. 84. Os Projetos de Resolução e os Projetos de Lei poderão receber substitutivos e emendas, que</p><p>deverão ser postados ou apresentados ao Secretário, dentro de dez dias seguintes à data de expedição</p><p>da Circular de Convocação que encaminhar cópia da proposição objeto do substitutivo ou da emenda.</p><p>§ 1º Emenda é a proposição apresentada para ser acessória de outra, podendo ser supressiva,</p><p>aglutinativa, substitutiva, modificativa e aditiva:</p><p>I – Emenda supressiva é a que suprime da proposição qualquer parte dela, ou ela</p><p>inteiramente;</p><p>II – Emenda aglutinativa é a que resulta da fusão de uma ou mais emendas, ou destas com</p><p>o texto, tendente à aproximação dos respectivos objetos;</p><p>III – Emenda substitutiva é a apresentada para ser sucedânea de outra ou de toda a</p><p>proposição;</p><p>IV – Emenda modificativa é a que altera a proposição sem a modificar substancialmente;</p><p>V – Emenda aditiva é a que acrescenta algo à proposição;</p><p>VI – Denomina-se subemenda a emenda apresentada a outra emenda.</p><p>§ 2º Nenhuma Comissão Permanente ou Deputado poderá subscrever mais de um substitutivo a</p><p>cada proposição.</p><p>§ 3º Os substitutivos e emendas, quando apresentados por Deputados, serão encaminhados, após</p><p>despacho do Presidente, a todas as Comissões pelas quais o projeto original deva ser analisado.</p><p>§ 4º As Comissões, que devam emitir parecer sobre as proposições, poderão a elas oferecer</p><p>emendas, justificadamente, até o momento da leitura do parecer em Plenário.</p><p>§ 5º As emendas devem ser apresentadas com ementas enunciativas, com técnica legislativa e</p><p>justificativa, nos mesmos termos dos Projetos de Lei e de Resolução.</p><p>§ 6º Recebidas a tempo pela Grande Secretaria, as emendas deverão ser encaminhadas aos</p><p>Deputados com a Circular de Convocação da sessão em que devam ser apreciadas.</p><p>Capítulo IV</p><p>Dos Pareceres das Comissões</p><p>Art. 85. Parecer é a manifestação da Comissão sobre qualquer matéria de sua competência, submetida à</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 29</p><p>sua apreciação.</p><p>§ 1º A Comissão, que tiver de oferecer pareceres às proposições e documentos sujeitos à sua</p><p>análise, cingir-se-á à matéria de sua competência regimental.</p><p>§ 2º Não será permitido parecer verbal.</p><p>§ 3º O parecer constará de três partes:</p><p>I – relatório, em que se fará exposição resumida e explícita da matéria sob exame;</p><p>II – voto do Relator, com a sua opinião da conveniência de aprovação ou de rejeição, total ou</p><p>parcial, da proposição, ou da necessidade de dar-lhe Substitutivo ou oferecer-lhe emendas;</p><p>III – conclusão, que conterá o decidido pela Comissão; caso algum membro discorde, total</p><p>ou parcialmente, do parecer do Relator, proferirá voto em separado.</p><p>TÍTULO VI</p><p>Da Ordem dos Trabalhos, dos Debates e Deliberações</p><p>Capítulo I</p><p>Dos Debates</p><p>Art. 86. Discussão é a fase dos trabalhos destinada ao debate em Plenário.</p><p>Art. 87. O “quórum” mínimo para deliberação da Assembleia é de um terço de seus membros efetivos.</p><p>Parágrafo único - A inexistência de “quórum” determinará a suspensão dos trabalhos por dez</p><p>minutos, ao final dos quais haverá nova verificação; constatada a inexistência de “quórum”, o</p><p>Presidente dará por encerrada a Ordem do Dia.</p><p>Art. 88. Os Projetos de Reforma ou Emenda Constitucional terão, obrigatoriamente, duas discussões e as</p><p>demais proposições, apenas uma. (Art. 18 e 19 da Constituição do GOSP).</p><p>Art. 89. Todas as proposições estarão sujeitas a pareceres das competentes Comissões, ressalvado o</p><p>disposto neste artigo.</p><p>§ 1º Quando a matéria for de tal natureza que a observância dos dispositivos deste Regimento tornar</p><p>ineficaz ou inoportuna a decisão do Plenário, ou quando houver interesse maçônico relevante e</p><p>devidamente justificado, poderá ser requerida urgência e dispensa de pareceres das Comissões.</p><p>§ 2º O requerimento de urgência e de dispensa de pareceres deverá ser apresentado por escrito</p><p>junto à proposição, e deverá ser aprovado por dois terços dos Deputados presentes.</p><p>§ 3º Não obstante ser aprovada a dispensa de parecer, a Comissão de Constituição, Justiça e</p><p>Redação poderá se manifestar, se identificar, na proposição enunciada, qualquer aspecto</p><p>inconstitucional ou antirregimental.</p><p>§ 4º Sobre o pedido de urgência poderá falar somente o primeiro signatário da proposição, por</p><p>tempo não superior a três minutos.</p><p>§ 5º As disposições deste artigo não se aplicam aos Projetos de Lei e aos Projetos de Resolução,</p><p>que não poderão ser aprovados em regime de urgência.</p><p>Art. 90. Na fase de discussão e de deliberação do Plenário, o Presidente deverá, na seguinte ordem:</p><p>I – conceder a palavra ao Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação para</p><p>leitura do respectivo parecer;</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 30</p><p>II – conceder a palavra aos Presidentes</p><p>das demais Comissões que emitiram parecer sobre</p><p>a propositura;</p><p>III – conceder a palavra, por prazo não superior a três minutos, ao autor ou primeiro</p><p>signatário da proposição, para suas justificativas;</p><p>IV – anunciar que a propositura está em discussão, concedendo a palavra às Colunas, por</p><p>intermédio dos Vice-Presidentes, e, após, ao Oriente;</p><p>V – conceder a palavra ao Orador, para conclusões;</p><p>VI – colocar a propositura em votação;</p><p>VII – anunciar o resultado da votação e determinar as providências cabíveis.</p><p>Capítulo II</p><p>Da Ordem dos Debates</p><p>Art. 91. Os debates deverão realizar-se com ordem e urbanidade, falando os Deputados em pé.</p><p>Parágrafo único. O Presidente, os Vice-Presidentes, o Orador e o Secretário falarão sentados,</p><p>podendo igualmente fazê-lo, com autorização do Presidente, os que se acharem enfermos e os</p><p>que, a critério do Presidente, estejam impedidos de levantar-se.</p><p>Art. 92. Nas Colunas, a palavra será pedida pelo Deputado diretamente ao Vice-Presidente da Coluna em</p><p>que se encontrar postado e por este deferida, independentemente de qualquer outra formalidade.</p><p>Parágrafo único. No Oriente, o Deputado fará o pedido da palavra diretamente ao Presidente.</p><p>Art. 93. Todos os Deputados, quanto ao uso da palavra, deverão observar rigorosamente as seguintes</p><p>disposições:</p><p>§ 1º Por iniciativa do Presidente, ou a pedido do Orador, poderá ser cassada a palavra do Deputado</p><p>que tratar de assunto estranho à competência da PAEL, que usar termos ou expressões fortes e</p><p>injuriosas, que proceder em desacordo com o Regimento Interno, ou contrariar qualquer dos</p><p>Princípios da Instituição.</p><p>§ 2º Se algum Deputado insistir em falar de forma inoportuna e perturbar a ordem ou o processo</p><p>regimental, o Presidente convidá-lo-á a retirar-se do Plenário e, se o convite não for atendido, a</p><p>Presidência adotará as providências que entender cabíveis e necessárias:</p><p>I – ao falar, o Deputado saudará apenas o Presidente e o Plenário em geral, declinando, em</p><p>seguida e tão somente, o seu nome e o da Loja que representa, manifestando-se a seguir;</p><p>II – serão permitidos até dois apartes rápidos, por tempo não superior a dois minutos,</p><p>mediante prévia autorização do Deputado que estiver com a palavra, a quem deverá</p><p>dirigir-se o aparteante;</p><p>III – não poderão ser aparteados, em nenhuma circunstância, o Presidente, o Orador e o</p><p>Deputado que estiver suscitando “Questão de ordem”;</p><p>IV – durante a fase de discussão, qualquer Deputado poderá falar, por uma única vez e por</p><p>prazo não superior a três minutos;</p><p>V – o autor de proposição ou de emenda, assim entendido também seu primeiro subscritor,</p><p>poderá utilizar o dobro do prazo previsto no inciso anterior.</p><p>Art. 94. Se o Orador considerar a matéria em discussão insuficientemente esclarecida, o Presidente</p><p>reabrirá a discussão, quando somente poderão falar, por uma única vez e pelo prazo de dois minutos, o</p><p>autor da proposição ou emenda e os relatores das Comissões, sem apartes.</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 31</p><p>Art. 95. Qualquer discussão poderá ser adiada em face de requerimento de qualquer Deputado, após</p><p>aprovação por dois terços dos Deputados presentes e sem que haja qualquer discussão, por apenas um</p><p>adiamento.</p><p>Art. 96. Considerar-se-á encerrada a discussão, quando mais nenhum Deputado solicitar autorização para</p><p>o uso da palavra, ou quando o Orador, em “Questão de ordem” acatada pelo Presidente, entender que o</p><p>Plenário está suficientemente esclarecido e pronto para votar.</p><p>Capítulo III</p><p>Das Deliberações</p><p>Art. 97. As deliberações, salvo melhor disposição legal contrária, serão tomadas por maioria simples de</p><p>votos e logo após o encerramento da discussão e manifestação do Orador.</p><p>Art. 98. O Deputado ficará impedido de votar, quando a matéria da proposição em votação a ele</p><p>proporcionar qualquer privilégio, ou proveito de ordem pessoal, sendo-lhe facultado, no entanto, assistir</p><p>à votação.</p><p>Art. 99. São proibidos protestos contra as decisões do Plenário ou da Presidência, resguardado os recursos</p><p>previstos na legislação e a justificação de voto, em explicação pessoal, para o qual o Deputado terá o prazo</p><p>máximo de dois minutos, antes do encerramento da sessão.</p><p>Art. 100. São três os processos de votação:</p><p>I – Simbólico: é o habitual, praticado com o braço direito estendido para frente e</p><p>horizontalmente, para manifestação de aprovação;</p><p>II – Nominal: é o praticado mediante chamada de cada Deputado presente, que</p><p>responderá “sim”, para a aprovação, e “não”, para a rejeição, com anotação do respectivo</p><p>nome em ata própria;</p><p>III – Secreto: é o realizado pela forma tradicional, com utilização de esferas ou de cédulas,</p><p>com observação das formalidades legais.</p><p>§ 1º Os processos nominais e secretos serão utilizados nos casos previstos em lei, ou por</p><p>requerimento aprovado por dois terços dos Deputados presentes.</p><p>§ 2º O processo secreto será adotado, obrigatoriamente, para decisão sobre perda de mandato</p><p>de Deputado por falta de decoro ante a Assembleia, e na decisão definitiva de julgamento de</p><p>processo por crime de responsabilidade.</p><p>Art. 101. As proposições serão sempre votadas englobadas, ou, excepcionalmente, em partes destacadas,</p><p>por deliberação do Presidente, ou, quando houver requerimento nesse sentido, por aprovação do</p><p>Plenário.</p><p>Art. 102. As emendas e os substitutivos terão preferência na votação.</p><p>Art. 103. Qualquer Deputado poderá pedir verificação de votação simbólica, por uma única vez, desde</p><p>que se manifeste tão logo anunciado o resultado pelo Mestre de Cerimônias; nesta hipótese, para facilitar</p><p>a contagem segura, o Presidente poderá recomendar que se postem em pé os que votaram pela</p><p>aprovação ou os que votaram pela rejeição.</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 32</p><p>Capítulo IV</p><p>Da Promulgação de Lei e da Apreciação de Vetos</p><p>Art. 104. O projeto de lei aprovado pela PAEL será remetido, no prazo de cinco dias, ao Grão-Mestrado,</p><p>para ser sancionado no prazo de quinze dias, a contar do recebimento.</p><p>§ 1º Decorrido o prazo previsto no caput deste artigo, sem manifestação do Grão-Mestre, o</p><p>Presidente da PAEL promulgará a lei no prazo de quinze dias, sob pena de responsabilidade,</p><p>encaminhando-a para a publicação.</p><p>§ 2º O Grão-Mestre poderá vetar o Projeto de Lei no prazo de quinze dias, em parte ou no todo.</p><p>As razões do veto serão comunicadas ao Presidente da PAEL e será submetido à Comissão de</p><p>Constituição, Justiça e Redação, que deverá apresentar parecer para deliberação, na primeira</p><p>sessão subsequente.</p><p>§ 3º O veto será submetido à apreciação do Plenário, na primeira sessão subsequente, com ou sem</p><p>parecer da Comissão de Constituição, Justiça e Redação, em discussão única e votação secreta.</p><p>§ 4º Para rejeição do veto, são necessários dois terços dos votos dos Deputados presentes.</p><p>§ 5º Rejeitado o veto, o Presidente da PAEL imediatamente promulgará a lei, sob pena de</p><p>responsabilidade, determinando seu encaminhamento para a publicação.</p><p>Capítulo V</p><p>Das Questões de Ordem</p><p>Art. 105. Considera-se “Questão de ordem” toda dúvida levantada sobre a interpretação, falta de</p><p>cumprimento do Regimento Interno, ou de andamento dos trabalhos legislativos.</p><p>§ 1º Nenhum Deputado poderá exceder o prazo de dois minutos, para formular questão de ordem,</p><p>não lhe sendo permitido falar novamente sobre a mesma questão.</p><p>§ 2º As questões de ordem devem ser formuladas claramente, com indicação precisa da disposição</p><p>regimental ou dúvida sobre o andamento dos trabalhos legislativos, cuja observância se pretende elucidar.</p><p>§ 3º Suscitada a questão de ordem, o Presidente, ouvido facultativamente o Orador, a resolverá</p><p>conclusiva e inapelavelmente, podendo, se o quiser abrir discussão, ouvindo o Plenário e a ele</p><p>transferindo a deliberação.</p><p>§ 4º A decisão relativa à questão de ordem somente poderá ser objeto de recurso, nos termos da</p><p>legislação, e não poderá ser contestada na sessão em que foi</p><p>proferida.</p><p>TÍTULO VII</p><p>Das Proposições de Ordem Constitucional</p><p>Capítulo I</p><p>Do Projeto de Lei Orçamentária, Da Prestação de Contas e Da Mútua Maçônica</p><p>Art. 106. O Projeto de Lei Orçamentária será recebido na PAEL e encaminhado às Comissões de Constituição,</p><p>Justiça e Redação, de Orçamento e Finanças e de Tecnologia e Informação, para emissão de pareceres.</p><p>Parágrafo único. As emendas ao Projeto de Lei Orçamentária poderão ser oferecidas no prazo de</p><p>quinze dias, da data de expedição da Circular de Convocação que o encaminhar aos Deputados,</p><p>diretamente à Comissão de Orçamento e Finanças, por intermédio da Grande Secretária da PAEL.</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 33</p><p>Art. 107. O Tribunal de Contas deverá apresentar parecer até o décimo dia útil do mês de março sobre as</p><p>prestações de contas anuais do exercício anterior do GOSP e da Mútua Maçônica, recebidas pela PAEL</p><p>serão encaminhadas, às Comissões de Constituição, Justiça e Redação, de Orçamento e Finanças, para</p><p>emissão dos respectivos pareceres.</p><p>Parágrafo único. As Prestações de Contas semestrais do GOSP e da Mútua Maçônica recebidas</p><p>pela PAEL até trinta dias antes da sessão ordinária de setembro serão encaminhadas, junto com o</p><p>parecer do Tribunal de Contas, até no máximo quinze dias antes da mesma sessão ordinária, às</p><p>Comissões de Constituição, Justiça e Redação, e de Orçamento e Finanças, para emissão dos</p><p>respectivos pareceres.</p><p>Capítulo II</p><p>Dos Decretos Legislativos</p><p>Art. 108. A PAEL editará Decreto Legislativo, a ser promulgado pelo Presidente, nos casos previstos na</p><p>Constituição do GOSP, no âmbito de sua competência, observado o disposto no Art. 78, inciso IX, deste</p><p>Regimento.</p><p>§ 1º A Comissão de Constituição, Justiça e Redação redigirá o texto do Decreto Legislativo, que</p><p>será apreciado pelo Plenário, na primeira sessão subsequente ao pedido recebido pela PAEL, nos</p><p>termos constitucionais.</p><p>§ 2º As emendas ao texto poderão ser apresentadas por escrito, diretamente para a Comissão de</p><p>Constituição, Justiça e Redação, observados os prazos legais.</p><p>§ 3º A proposição prevista neste artigo terá discussão e votação únicas e o Presidente, em caso de</p><p>aprovação, editará o Decreto Legislativo, fazendo expedir imediata comunicação ao interessado,</p><p>por intermédio da Grande Secretaria.</p><p>§ 4º Da aprovação das contas do Grão-Mestre será expedido Decreto Legislativo; na hipótese de</p><p>rejeição, será encaminhado ao Tribunal de Contas e ao Ministério Público, para os devidos fins.</p><p>Capítulo III</p><p>Da Reforma e das Emendas à Constituição</p><p>Art. 109. Para reforma ou emenda da Constituição do GOSP, serão observadas as disposições respectivas,</p><p>fixadas nas Constituições do GOSP.</p><p>Parágrafo único. As emendas à Constituição e as matérias objeto de reforma constitucional serão</p><p>discutidas e votadas em dois turnos, considerando-se aprovadas quando, em ambas as votações,</p><p>obtiverem no mínimo dois terços dos votos dos Deputados presentes no Plenário.</p><p>Art. 110. Tratando-se de reforma da Constituição do GOSP, a PAEL será transformada em Assembleia</p><p>Constituinte, sem prejuízo de suas funções, mantida sua Mesa Diretora.</p><p>§ 1º A Presidência nomeará Comissão Especial, composta de sete Deputados, para elaboração de</p><p>anteprojeto de nova Constituição, fixando prazo para a sua conclusão.</p><p>§ 2º Cada Deputado receberá uma cópia do anteprojeto e terá o prazo de trinta dias para oferecer</p><p>emendas.</p><p>§ 3º As emendas serão encaminhadas diretamente para a Grande Secretaria, que as remeterá à</p><p>Comissão de Constituição, Justiça e Redação, para emissão de parecer sobre cada uma delas.</p><p>§ 4º A pauta da sessão, na qual serão apreciadas as emendas ao anteprojeto, será comunicada a</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 34</p><p>cada Deputado e a cada Loja representada na Assembleia, mediante convocação escrita, com</p><p>antecedência mínima de quinze dias.</p><p>Art. 111. A sessão de deliberação da Assembleia Constituinte, sobre reforma da Constituição Estadual,</p><p>será extraordinária e nela devem ser observadas as disposições seguintes:</p><p>I – somente poderão ser objeto de discussão e deliberação as matérias relativas ao</p><p>anteprojeto e emendas a ele apresentadas;</p><p>II – serão designadas datas para realização das Sessões Extraordinárias, observadas as</p><p>disposições constitucionais vigentes;</p><p>III – qualquer deliberação sobre reforma da Constituição Estadual depende,</p><p>obrigatoriamente, de dois turnos de discussão e votação;</p><p>IV – somente será objeto de votação, em segundo turno, a matéria aprovada em primeiro</p><p>turno;</p><p>V – aplica-se, no que couberem, para as deliberações sobre a reforma da Constituição</p><p>Estadual, as normas previstas neste Regimento, para o andamento dos trabalhos de</p><p>discussão e deliberação da PAEL;</p><p>VI – os Projetos de Emenda Constitucional serão apresentados independentemente da</p><p>observância das disposições sobre reforma da Constituição Estadual e, respeitados os</p><p>demais dispositivos não conflitantes, tramitarão independentemente de transformação da</p><p>Casa Legislativa em Assembleia Constituinte;</p><p>VII – as Reformas ou Emendas Constitucionais serão promulgadas pela Mesa Diretora da</p><p>PAEL e entrarão em vigor na data de sua publicação no Boletim Oficial do GOSP.</p><p>VIII – os Projetos de Lei complementar que tem como proposito complementar, explicar</p><p>ou regulamentar algo à Constituição, deve ter para a sua aprovação, a maioria absoluta dos</p><p>votos. Em votação em um único turno quando apresentado em regime de urgência.</p><p>TÍTULO VIII</p><p>Disposições Transitórias e Finais</p><p>Art. 112. Os processos em tramitação pela PAEL não sofrerão interrupção na sua apreciação, devendo,</p><p>todavia, ser feitas as necessárias adaptações a este Regimento.</p><p>Art.113. Para quaisquer documentos fora do âmbito maçônico, o tratamento da Mesa Diretora será:</p><p>Presidente, Primeiro e Segundo Vice-Presidentes, Orador e Secretário.</p><p>Art.114. Qualquer Projeto de Resolução, para modificação parcial ou total do Regimento Interno da PAEL,</p><p>deverá ser assinado por, no mínimo, vinte e um Deputados e ser aprovado por dois terços dos Deputados</p><p>presentes na sessão de votação respectiva, exceto no atendimento aos dispositivos constitucionais.</p><p>Art. 115. Os casos omissos neste Regimento serão resolvidos pela Mesa Diretora, ou “ad referendum”</p><p>desta, pelo Presidente, observadas as formas tradicionais e os costumes maçônicos, aplicando-se, no que</p><p>cabíveis forem, as demais leis em vigor, de natureza maçônica ou profana.</p><p>Art. 116. O período, compreendido entre 21 de dezembro a 20 de janeiro do ano seguinte, é considerado</p><p>período de recesso na Assembleia. Os prazos previstos neste Regimento não correm durante o período</p><p>de recesso.</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 35</p><p>Art. 117. A PAEL poderá instituir o seu Estandarte, Diploma e Certificados de Presença aos visitantes.</p><p>Art. 118. O presente Regimento entra em vigor imediatamente após sua aprovação pelo Plenário e sua</p><p>promulgação, revogadas as disposições em contrário.</p><p>Sala das Sessões, 09 de Fevereiro de 2019</p><p>BRASIL COTTA JUNIOR</p><p>Presidente</p><p>DOBSON MURTA NUNES FREIRE</p><p>1º Vice-Presidente</p><p>RENATO DE OLIVEIRA MECCA</p><p>2º Vice-Presidente</p><p>MURILO PINHEIRO LIMA CYPRIANO</p><p>Orador</p><p>ARMANDO STOIANOV GUIMARÃES FILHO</p><p>Secretário</p><p>DEPUTADOS</p><p>ADEM BAFTI Estrela Vega 2645 - São José dos Campos</p><p>AILTON DE SOUZA George Frideric Handel 4091 - São Paulo</p><p>ALBERTINO DE ALMEIDA BAPTISTA Cidade de Itanhaém 2811 - Itanhaém</p><p>ALBERTO VITÓRIO PEREIRA 26 de Janeiro 2687 - Santos</p><p>ALDO VASCONCELOS Universitária 1928 - Bragança Paulista</p><p>ALEXANDRE ANDRADE FREIRIA 20 de Agosto de Franca 2607 - Franca</p><p>ALEXANDRE DENIPOTI GARBIN Amor e União de Orlândia 2222 - Orlândia</p><p>ALEXANDRE FRANCO DE MORAES Pier Campadello 4319 - São Paulo</p><p>ALFREDO HENRIQUE PUGLIESE Rangel Pestana 1085 - São Paulo</p><p>ALFREDO VENTURINI JUNIOR Eterna Luz 3043 - Tambaú</p><p>ALVARO ALEXANDRE CANINEO Colunas</p><p>da Luz 3992 - Taubaté</p><p>ÁLVARO OLIVEIRA ARIZA FILHO Regente Feijó 1456 - Itu</p><p>ANDRÉ BUSSAD PSILLAKIS Retidão e Prudência 2143 - São Paulo</p><p>ANIZIO BATISTA DE OLIVEIRA 14 de Julho 457 - São Paulo</p><p>ANSELMO DE JESUS AVERSA Liberdade e Trabalho 2242 – Piracicaba</p><p>ANSELMO SCACCHETTI NETO Estrela de Ipauçu 1341 - Ipauçu</p><p>ANTONIO ALBANO DIOGO Estrela do Brasil 3214 - São Paulo</p><p>ANTONIO BENEDITO MARTIGNAGO Campos Salles II 1307 - Santa Bárbara D'Oeste</p><p>ANTÔNIO CARLOS OLIVEIRA TETE Aliança Fraterna 3675 - Cubatão</p><p>ANTONIO GUARINO NETO Nadin Hanna 4500 - São Paulo</p><p>ANTONIO MARCOS GRACIANI Semeadores da Verdade 3690 - São Paulo</p><p>APARECIDO ANTONELLI Acácia de Cubatão 3542 - Cubatão</p><p>ARCILIO RUZZI FILHO Colunas de Biritiba 3377 - Mogi Das Cruzes</p><p>ARMANDO MANZIONE SENATORE Vigilantes de Taubaté 3056 - Taubaté</p><p>ARMANDO RAPHAEL D’AVOGLIO Brisas Suaves 3739 - Votuporanga</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 36</p><p>ARMANDO STOIANOV GUIMARÃES FILHO Inovação e Valorização da Educação e Pesquisa do</p><p>Estado de São Paulo 4555 - São Caetano do Sul</p><p>ARNALDO ANTONIO DE OLIVEIRA CAMILLO Sagrada Família 3561 - São Paulo</p><p>BENEDICTO CARLOS TOLEDO LIMA Fraternidade de Limeira 1302 - Limeira</p><p>BRASIL COTTA JUNIOR Laurindo Chaves 2164 - Santos</p><p>CARLOS ALBERTO CAROMANO Estrela da Liberdade 2877 - São Carlos</p><p>CARLOS ROBERTO GALLI Lealdade à Ordem 1899 - São Paulo</p><p>CARLOS ROBERTO RANGEL Gênesis 2843 - São Paulo</p><p>CARLOS ROBERTO STUSSI DE OLIVEIRA União e Justiça II 1286 - Ourinhos</p><p>CESAR EDMUNDO RAMOS PUCCI Fraternidade Acadêmica O Aleijadinho 3590 - Bauru</p><p>CLAUDIO AURICCHIO TURI Lauro Sodré 4498 - São Paulo</p><p>CLAUDIO ROBERTO CLEMENTE LEITÃO Fraternidade São-Roquense 3931 - São Roque</p><p>DALBERON ARRAIS MATIAS Dharma 3645 - São Paulo</p><p>DARCY BONINI Ordem e Progresso 428 - São Paulo</p><p>DAVID GREGORES CRUCES FILHO Barão de Mauá 3521 - Santos</p><p>DJALMA DE ALMEIDA JUNIOR Cavaleiros do Santo Graal 3229 - São José dos Campos</p><p>DOBSON MURTA NUNES FREIRE 21 de Abril 2026 - São José dos Campos</p><p>DOMIVIL MANOEL FIRMINO DOS SANTOS Antonio Francisco Lisboa - O Aleijadinho 2665 - Bauru</p><p>EDISON ARMESTO Theobaldo Varoli Filho 2699 - São Paulo</p><p>EDISON SOUZA João Otávio dos Santos 2916 - Santos</p><p>EDSON LUIZ DE MORAES Estrela de Bragança 3375 - Bragança Paulista</p><p>EDUARDO MARTINS PEREIRA Fraternidade Campineira 2158 - Campinas</p><p>EDUARDO MITTEMAYER Acácia de Ubatuba 2186 - Ubatuba</p><p>ELIAS JORGE CALIL NETO Arquitetos do Progresso 2434 - São Paulo</p><p>EMMANUEL COSTA JUNIOR Monteiro Lobato 3867 - Santos</p><p>EUCLIDES MATTA Alberto Andaló 2917 - São José Do Rio Preto</p><p>EVERSON PAULO DOS SANTOS CRAVEIRO Bento Gonçalves 3626 - São Vicente</p><p>EZIO JOSÉ LANGUIDI União Paulista 434 - São Paulo</p><p>FERNANDO PINHEIRO DE SOUZA MEIRELLES Fraternidade Acadêmica Sorocaba 3294 - Sorocaba</p><p>FRANCISCO AMADEU BONATO Cidade de Guarujá 2787 - Guarujá</p><p>FRANCISCO LACAVA FILHO Estrella do Rio Pardo 540 - Jardinópolis</p><p>FRANQUELIM DE JESUS VARANDAS Florentino Diegues Gonçalves 2691 - Santos</p><p>GELSON DAGMAR FOCHESATO Cidade de São Paulo 2149 - São Paulo</p><p>GILBERTO FADIGA FILHO Templários da Justiça 482 - São João Da Boa Vista</p><p>GUIDO DIAS Antares 2904 - Guarulhos</p><p>HAMILTON DI STEFANO Paz e Liberdade 1313 - Lucélia</p><p>HÉLIO ALBERINI Serra da Cantareira 4184 - Mairiporã</p><p>HÉLIO VITOR BONFIM Maestro Vittorio Barbim 4196 - Jundiai</p><p>HILTON CARDOSO DE OLIVEIRA Athenas 3913 - Campinas</p><p>IBELSON FERREIRA DE SOUSA Colunas da Paz 2830 - São Paulo</p><p>ISMAEL DONIZETI VEIGA MENDONÇA Cruzeiro do Itapeti 1725 - Mogi Das Cruzes</p><p>ITAGIR BRONDANI União e Caridade 3746 - Cesário Lange</p><p>JOÃO MARCOS SANCHEZ CARRASCO Águia de Haia 2518 - Limeira</p><p>JOÃO ORTIZ HERNANDEZ Giuseppe Garibaldi 1462 - São Paulo</p><p>JOAQUIM CECILIANO FERREIRA Templários da Paz 3969 - São José dos Campos</p><p>JOSÉ ADOLFO WIECHMANN MUSARRA Luz e Liberdade 2798 - Birigui</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 37</p><p>JOSÉ ANGELO DE SENA Francisco Glicério 1522 - São Paulo</p><p>JOSÉ BORGES PEREIRA Cavaleiros de Bonsucesso 3237 - Guarulhos</p><p>JOSÉ CARLOS BARBOSA Umuarama 1621 - Osasco</p><p>JOSÉ CARLOS CIAMPI Humanidade II 981 - Salto</p><p>JOSÉ CARLOS DOS SANTOS Vale do Cahagoassu 2890 - São Paulo</p><p>JOSÉ CARLOS GOMES DE OLIVEIRA América 189 - São Paulo</p><p>JOSE CLEMENTE RIBEIRO QUEIROGA Pesquisadores da Luz 2541 - Santos</p><p>JOSÉ GABRIEL DE FREITAS MATTOS Fraternidade e Luz 3602 - Guaíra</p><p>JOSÉ GOMES DE ARAUJO FILHO Perpétuo Segredo 2180 - São Paulo</p><p>JOSÉ QUARTUCCI Nazareth 652 - Avaré</p><p>JOSÉ RAMOS PEREIRA Unitas 1668 - Araçatuba</p><p>JOSIAS PEDROSA DE CAMPOS União e Caridade 718 - Itapeva</p><p>LEONEL WALDRIGUI NETO União e Trabalho de Ribeirão Preto 2866 - Ribeirão</p><p>Preto</p><p>LIBENCIO FREIXO Aquarius 2721 - Santos</p><p>LUIS CARLOS CEBRIAN União e Perseverança 2373 - Poá</p><p>LUIS ROBERTO FALQUEIRO Acácia do Taboão da Serra 3766 - Taboão da Serra</p><p>LUIZ DE FREITAS Estrela da Aldeia 3711 - Mairiporã</p><p>LUIZ FERNANDO TOSCANO Colunas do Paraiso 3654 - Nhandeara</p><p>LUIZ FERNANDO VELTRI GOUVEIA Hiram Abif 1071 - Santos</p><p>MARCELLO TOLEDO Integridade e Justiça 1683 - Jacareí</p><p>MARCELO ESPINDOLA KAESEMODEL Acácia Olimpiense 2808 - Olímpia</p><p>MÁRCIO RODRIGO ZUCHERATO Estrela da Caridade 523 - Espírito Santo do Pinhal</p><p>MARCO ANTONIO LODUCCA Lealdade e Sabedoria Ricardo Strazzi 4268 - Mogi das</p><p>Cruzes</p><p>MARCO ANTONIO PATRINIANI Cavaleiros do Triplo Triângulo 3843 - São Paulo</p><p>MARCOS ANTONIO MAGRI FILHO Acácia de Araraquara 2681 - Araraquara</p><p>MARCUS VINICIUS ARMANI ALVES Caminho das Virtudes 3132 - São Paulo</p><p>MARCUS WELBI MONTE VERDE Crivo da Razão 3017 - São Paulo</p><p>MARIO EDISON DE SOUZA Renascer 3547 - Sorocaba</p><p>MARIO VILHENA DO NASCIMENTO Independência III 1078 - Franca</p><p>MUNIF HALIM CURY Fraternidade Jacques De Molay Presidente Prudente</p><p>3745 - Santo Anastácio</p><p>MURILO PINHEIRO LIMA CYPRIANO Barão de Tschoudy 2160 - Santos</p><p>NATAL CICOTE Firmeza 308 - Itapetininga</p><p>NELSON CARLUCCI Estrella da Syria 751 - Capital</p><p>NELSON PEREIRA DOS SANTOS Vale do Tietê 2494 - Mogi das Cruzes</p><p>NILJANIL BUENO BRASIL Nacional Republicana Única 2632 - Santo André</p><p>NIVALDO DE JESUS SIQUEIRA Sublime Harmonia 2605 - Limeira</p><p>ORLANDO MACHADO Fênix 2313 - São Paulo</p><p>OSCAR CASTRO CABRAL Castro Alves 4226 - Santos</p><p>OSWALDO BONÁS JUNIOR Fraternidade da Pedra 4012 - Sorocaba</p><p>PAULO DE CAMPOS Irmão Firmino Escada 2220 - Lorena</p><p>PAULO EDUARDO GRIMALDI Paul Harris 2146 - São Paulo</p><p>PAULO ROBERTO DE GODOI BUENO Primeiro de Maio 2264 - São Paulo</p><p>PAULO RODRIGUES DE MORAES Ferraz de Vasconcelos 2516 - Ferraz de Vasconcelos</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 38</p><p>PAULO SIQUEIRA TOLEDO JUNIOR União e Caridade IV 910 - Mogi das Cruzes</p><p>PEDRO DE MEDEIROS Pureza, Luz e Verdade 2942 - Ribeirão Preto</p><p>PEDRO LUIZ PEREIRA DA SILVA Formosa União 2438 - São Paulo</p><p>REGINALDO APARECIDO MALIMPENSA Fioravante Delicato 3381 - São Carlos</p><p>REGINALDO CUSTÓDIO JORGE de Adonhiram 3479 - São Paulo</p><p>RENATO CASTRO DE ALMEIDA Fraternidade Tatuhiby de Limeira 2603 - Limeira</p><p>RENATO DE OLIVEIRA MECCA Integração Sul Americana 2123 - São Paulo</p><p>RENATO LEMOS GUIMARÃES Peregrinos 3525 - Cubatão</p><p>RICARDO MOREIRA Amandara 3737 - São Paulo</p><p>RIGO SIVGEK Rei Salomão 1179 - São Paulo</p><p>ROBERTO FERRARI Deus e Caridade X 937 - Pederneiras</p><p>RODOLFO TODESCO Inteligência e Poder 2191 - Sorocaba</p><p>ROMEU MANTOVANI FILHO G Mazzini 1199 - São Caetano do Sul</p><p>ROMUALDO MENOSSI Cadeia de União 3057 - Casa Branca</p><p>RONALDO ABDALA Álvaro Palmeira 3308 - Avaré</p><p>RONALDO MARTINS CLEMENTE Tríade de Santos 4461 - Santos</p><p>RONALDO MATACHANA GONZALEZ DE</p><p>MOURA</p><p>Fraternidade de Ourinhos 2268 - Ourinhos</p><p>RUI KLEBER COSTA GOMES Fraternidade de São Caetano 1342 - São Caetano do Sul</p><p>SÉRGIO CLAUDINO Areópago Atibaiense 1465 - Atibaia</p><p>SERGIO GIBIN PORDEUS Solidariedade do Paraitinga 2814 - São Luís do</p><p>Paraitinga</p><p>SIDNEY PAGAN LITTÉRIO XXVI de Maio 1974 - Sorocaba</p><p>SILVIO RABELO DA CUNHA Sol da Liberdade 3437 - Ribeirão Preto</p><p>SILVIO SIMÕES VAZ Os Templários 2722</p><p>- São Paulo</p><p>SIMEÃO JOSÉ DA SILVA Fraternidade da Franca 3571 - Franca</p><p>TOMAS ALEXANDRE DA CUNHA BINOTTI Atibaia 2913 - Atibaia</p><p>VALDIR DA SILVA ALVES Acampamento dos Aprendizes 2772 - Mogi das Cruzes</p><p>VALDIR FERNANDES DOS SANTOS Estrela Lindoiense 1670 - Águas de Lindóia</p><p>VICENTE ANTONIO GERARDI FILHO Cavaleiros da Sapiência 4233 - São Paulo</p><p>WAGNER JUAREZ GROSSI Templários do Sul 1004 3964 - Araçatuba</p><p>WAINE MILHORI Tiradentes 3622 - Salto</p><p>WALLACE FERNANDES Mount Moriah 3327 - São Paulo</p><p>WALTER RENATO GONÇALVES Tupy 955 - Araçatuba</p><p>WALTHER SILVA JUNIOR Abolição e Independência 2310 - Ribeirão Preto</p><p>WELLINGTON LUIZ DE LIMA Cavaleiros de São João d'Acre 2714 - Santos</p><p>WILIAM AVALO LEE Fraternidade e Integridade Taubateana 2447 - Taubaté</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 39</p><p>I – em caso de sua ausência ou impedimento assumirá a direção dos trabalhos um dos ex-</p><p>presidentes, do mais recente ao mais antigo; na falta destes, assumirá o decano dentre os</p><p>Deputados presentes;</p><p>II – os demais cargos serão ocupados pelos membros da administração finda que se</p><p>encontrarem presentes, ou seus substitutos naturais, e, se ausentes, por livre indicação da</p><p>Presidência.</p><p>§ 2º A Sessão de Instalação e Posse deverá ter o quórum mínimo de metade mais um dos membros</p><p>diplomados.</p><p>Art. 6º. Abertos os trabalhos e confirmadas as presenças dos Deputados diplomados pelo Egrégio Tribunal</p><p>Eleitoral, estando em pé, após a leitura do compromisso regimental feita pela Presidência nos termos</p><p>deste artigo, todos serão considerados empossados, ao responderem “Assim Prometo”.</p><p>§ 1º O compromisso regimental será lido, na íntegra, pelo Presidente, nos seguintes termos:</p><p>“Prometo, pela minha honra de maçom, desempenhar fielmente o meu mandato,</p><p>respeitando as leis e promovendo o engrandecimento do Grande Oriente de São Paulo e</p><p>da Maçonaria em geral”.</p><p>§ 2º Os Deputados ausentes ao ato de Instalação poderão ser empossados pelo Presidente, na</p><p>primeira Sessão Ordinária seguinte, respeitadas as demais disposições regimentais.</p><p>Capítulo III</p><p>Das Eleições</p><p>Art. 7º. Instalada a PAEL, imediatamente será realizada a eleição da Mesa Diretora para o primeiro</p><p>período legislativo de dois anos de legislatura.</p><p>Art. 8º. A votação para a eleição da Mesa Diretora será feita por escrutínio secreto. Se usada cédula única,</p><p>esta deverá ser previamente rubricada pelo Presidente da Mesa Eleitoral.</p><p>Parágrafo único. As cédulas conterão o nome da chapa, os cargos da Mesa Diretora e, após cada</p><p>cargo, os nomes dos candidatos inscritos. O Deputado votará na chapa de sua escolha, ficando</p><p>vedada a votação individualizada.</p><p>Art. 9º. Os interessados deverão registrar junto ao Secretário da PAEL, mediante protocolo e uma</p><p>antecedência mínima de sete dias da data da eleição, suas chapas integrais, indicando, antes de cada</p><p>nome, o cargo a que se destina e, sempre com a anuência expressa do candidato. Na impossibilidade do</p><p>protocolo junto ao Secretário da PAEL, o protocolo da entrega poderá ser dado pela Grande Secretaria de</p><p>Administração do GOSP.</p><p>§ 1º O Deputado eleito e empossado poderá concorrer a qualquer cargo da Mesa Diretora,</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 5</p><p>compondo chapa integral, salvo os impedimentos previstos neste Regimento.</p><p>§ 2º Os casos omissos serão resolvidos de plano pela Mesa Eleitoral, com direito a recurso para o</p><p>Plenário.</p><p>§ 3º É vedada a participação do candidato, independentemente do cargo, em mais de uma chapa</p><p>concorrente.</p><p>§ 4º Os integrantes da Mesa Eleitoral estarão impedidos de concorrer aos cargos eletivos.</p><p>Art. 10. Distribuídas as cédulas aos Deputados, o Presidente concederá a palavra para manifestações</p><p>sobre as candidaturas, na seguinte ordem:</p><p>I – cada concorrente à Presidência da PAEL poderá falar pelo prazo máximo de seis</p><p>minutos, não permitidos apartes;</p><p>II – ao Plenário, com limite de três Deputados por chapa, todos previamente inscritos, por</p><p>indicação de cada chapa concorrente, usando da palavra por uma única vez e por prazo</p><p>máximo de três minutos, não admitidos apartes.</p><p>§ 1º A Mesa Eleitoral será composta de cinco membros, observando-se, na fase de votação, o</p><p>seguinte procedimento:</p><p>I – o Presidente convidará o Orador e o Secretário para tomarem assento à mesa, e mais</p><p>dois Deputados, os quais servirão de escrutinadores, ocupando individualmente as mesas</p><p>da Oratória e da Secretaria; sendo ele Presidente e candidato a outro cargo, a Presidência</p><p>deverá ser ocupada na forma do § 1º do artigo 5º do mesmo dispositivo regimental;</p><p>II – cada chapa poderá designar um representante para ser fiscal junto à Mesa Eleitoral, a</p><p>fim de acompanhar o processamento dos resultados;</p><p>III – a Mesa Eleitoral poderá adotar o sistema eletrônico de votação, composto por urnas</p><p>instaladas no recinto da sessão, quantas forem necessárias;</p><p>IV – o Secretário fará a chamada dos Deputados pela ordem de assinaturas na Lista de</p><p>Presenças, os quais deverão deslocar-se de seus lugares apenas para o exercício do voto,</p><p>retornando aos seus lugares e guardando o devido silêncio;</p><p>V – ao ser chamado, o Deputado assinará a lista de votação e, em seguida porá seu voto</p><p>na urna, por meio de cédula única impressa ou pelo sistema eletrônico digitará o seu voto.</p><p>§ 2º Encerrada a votação, o Presidente consultará o Plenário, indagando se todos os presentes</p><p>votaram. Reinando silêncio, declarará encerrada a votação, com termo aposto na Lista de</p><p>Presenças.</p><p>§ 3º As cédulas serão retiradas do interior da urna e conferidas. Realizar-se-á novo escrutínio em</p><p>caso de não coincidência do número de cédulas com o número de votantes; sendo pelo sistema</p><p>eletrônico de votação far-se-á a verificação dos votos registrados em cada urna instalada, para a</p><p>apuração do número total de votos exercidos.</p><p>§ 4º A urna será exibida vazia antes do início da votação e os votos serão contados, com</p><p>conferência e acompanhamento pela Mesa Eleitoral e pelos eventuais fiscais.</p><p>§ 5º Serão considerados nulos os votos em que houver coincidência de sufrágios, que contenham</p><p>expressões impertinentes ao ato eleitoral ou que possibilitem a identificação do eleitor.</p><p>§ 6º Se a votação for por meio de sistema eletrônico, este deverá oferecer a necessária condição</p><p>de segurança e sigilo, atestada pela Comissão de Tecnologia e Informação, mesmo na hipótese de</p><p>utilização de equipamento em convênio ou por empréstimo.</p><p>Art. 11. Na apuração da eleição observar-se-á a totalização dos votos recebidos e sua distribuição entre</p><p>as chapas.</p><p>§ 1º Após a definição dos votos, a Presidência proclamará o resultado da apuração.</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 6</p><p>§ 2º Em caso de empate será considerada eleita a chapa na qual o candidato a Presidente tiver</p><p>mais idade maçônica.</p><p>§ 3º Em caso de chapa única, mediante requerimento de, no mínimo, vinte e um Deputados, esta</p><p>votação poderá ser por aclamação, depois de ouvido o Orador e da aprovação pelo Plenário.</p><p>Art. 12. Concluído o ato eleitoral será concedida a palavra ao Plenário; cada um dos Deputados poderá se</p><p>manifestar no tempo máximo de dois minutos, sobre a observância do Regimento Interno, não admitido</p><p>apartes.</p><p>§ 1º Em caso de dúvida sobre a interpretação do Regimento Interno será ouvido o parecer do</p><p>Orador.</p><p>§ 2º Se houver impugnação, antes da aprovação do ato eleitoral, o impugnante terá cinco minutos</p><p>para fundamentar suas razões, que serão, após pronunciamento do Orador, submetidas à</p><p>deliberação do Plenário.</p><p>§ 3º Serão necessários os votos de dois terços dos Deputados presentes, para acolhimento de</p><p>qualquer impugnação.</p><p>§ 4º Aprovado o ato eleitoral, dele não mais poderá ser interposto recurso algum.</p><p>§ 5º Encerrado o ato, os eleitos serão proclamados pelo Presidente da Mesa Eleitoral e a posse</p><p>dar-se-á imediatamente, observados os usos maçônicos e as demais disposições regimentais.</p><p>Capítulo IV</p><p>Da Posse das Grandes Dignidades e dos Grandes Oficiais</p><p>Art. 13. Declarados abertos os trabalhos, em Sessão Magna de Posse das Grandes Dignidades e Grandes</p><p>Oficiais, a Presidência convidará o Presidente eleito para prestar o seguinte compromisso:</p><p>“Prometo, por minha honra de Maçom, exercer fielmente o cargo de Presidente,</p><p>obedecer a Constituição e as Leis do Grande Oriente de São Paulo e o Regimento Interno</p><p>desta Assembleia, esforçando-me, tanto quanto puder, pelo progresso da Ordem</p><p>Maçônica”.</p><p>§ 1º Após a leitura do compromisso ocorrerá a transmissão da Presidência, que, a seguir,</p><p>procederá em conjunto à posse dos demais membros da Mesa Diretora, os quais prestarão</p><p>idêntico compromisso, assumindo os respectivos cargos na forma de costume.</p><p>§ 2º A posse dos Adjuntos, dos Grandes Oficiais e dos Procuradores Parlamentares poderá</p><p>acontecer</p><p>na primeira Sessão Ordinária subsequente.</p><p>§ 3º As Grandes Dignidades, os Grandes Oficiais e os Procuradores Parlamentares, impossibilitados</p><p>de comparecer nos termos deste artigo, deverão tomar posse até a segunda Sessão Ordinária</p><p>subsequente, sob pena de perda do cargo.</p><p>Capítulo V</p><p>Da Posse do Grão-Mestre e do Grão-Mestre Adjunto</p><p>Art. 14. O Presidente convocará o Grão-Mestre e o Grão-Mestre Adjunto eleitos, para tomarem posse na</p><p>sede da e ante a PAEL, nos termos da Constituição do GOSP.</p><p>§ 1º O Grão-Mestre e o Grão-Mestre Adjunto prestarão o seguinte compromisso:</p><p>“Prometo, por minha honra de maçom, manter, cumprir e fazer cumprir a Constituição e</p><p>as Leis do Grande Oriente de São Paulo, promover a união dos maçons, a prosperidade e</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 7</p><p>o bem geral da nossa Instituição e sustentar os princípios e a soberania; bem como apoiar</p><p>os poderes públicos legitimamente constituídos dentro da verdadeira democracia e dos</p><p>ideais difundidos por nossa Ordem, para melhor desenvolvimento de nossa Pátria e a</p><p>felicidade do povo maçônico de São Paulo e do Brasil”.</p><p>§ 2º O Grão-Mestre deverá, ainda, firmar o seguinte compromisso:</p><p>“Prometo, por minha honra de maçom, dar expediente na sede do Grande Oriente de São</p><p>Paulo, às minhas expensas, sendo certo que, nos dias em que não puder comparecer,</p><p>deverá, obrigatoriamente, dar expediente um dos Grandes Secretários, previamente</p><p>designado pelo Grão-Mestre, preferencialmente o Grande Secretário de Administração,</p><p>não sendo estes casos considerados como de impedimento dos titulares”.</p><p>§ 3º Prestados e firmados os compromissos estabelecidos neste artigo, o Presidente declarará o</p><p>Grão-Mestre e o Grão-Mestre Adjunto empossados nos respectivos cargos para os quais foram</p><p>eleitos e no pleno exercício de seus mandatos.</p><p>TÍTULO II</p><p>Dos Deputados</p><p>Capítulo I</p><p>Dos Deputados e da Representação das Lojas</p><p>Art. 15. O Deputado é o representante da Loja que o elegeu, com assento na PAEL do GOSP.</p><p>§ 1º Sua eleição não o desonera da obrigação de apresentar proposições recomendadas pela</p><p>representada, nem de comportar-se, legislativamente, conforme determinação expressa dela</p><p>recebida.</p><p>§ 2º Nenhum Deputado poderá representar mais de uma Loja.</p><p>§ 3º O Deputado no exercício de seu mandato e sob pena de perdê-lo, não poderá exercer cargo</p><p>efetivo em outro Poder, seja Executivo ou Judiciário, ressalvada a hipótese de se afastar da</p><p>Assembleia, mediante licença, nos termos regimentais, observados o disposto no Regulamento Geral.</p><p>§ 4º De conformidade com o Regulamento Geral, o tratamento do Deputado é de “Venerável</p><p>Irmão”.</p><p>§ 5º O Deputado que se desligar do quadro de membros da Loja que representa e se filiar formal</p><p>e imediatamente a outra Loja poderá continuar no exercício do mandato, desde que a Loja que o</p><p>recepcionou não possua representante na Poderosa Assembleia Estadual Legislativa,</p><p>comunicando a Mesa Diretora e o Tribunal Eleitoral para fins de registro e de cumprimento do que</p><p>dispõe a Constituição do GOSP.</p><p>Art. 16. O Deputado poderá licenciar-se mediante requerimento dirigido à Presidência, por prazo</p><p>determinado, nunca inferior a sessenta dias nem superior a um ano, ressalvado o disposto neste artigo.</p><p>§ 1º O Deputado poderá pedir licença por período superior a um ano:</p><p>I – para desempenhar missões maçônicas de caráter transitório;</p><p>II – para exercer cargos no GOSP, pelo prazo durante o qual estiver ocupando o cargo;</p><p>III – para tratamento de saúde;</p><p>IV – para tratar de assuntos particulares, desde que autorizado pela Loja representada.</p><p>§ 2º Deferida a licença, o Presidente convocará imediatamente o respectivo suplente por</p><p>intermédio da Secretaria.</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 8</p><p>§ 3º O suplente que, convocado pela Secretaria, não tomar posse até a segunda sessão</p><p>subsequente à convocação, perderá o mandato, observando-se as disposições regimentais.</p><p>§ 4º Para o caso de indeferimento do pedido de licença, caberá recurso ao Plenário da PAEL, dentro</p><p>do prazo de trinta dias.</p><p>§ 5º Cessados os motivos que originaram o pedido de licença, o Deputado deverá fazer</p><p>comunicação expressa ao Presidente da Assembleia.</p><p>Art. 17. O substituto sucede o antecessor, apenas no exercício do assento de Deputado, não o sucedendo</p><p>em cargos eletivos ou não, voltando à condição de suplente quando terminado o período de afastamento</p><p>do Deputado titular.</p><p>§ 1º O Deputado poderá tomar posse em qualquer Sessão Ordinária, ressalvadas as demais</p><p>disposições regimentais.</p><p>§ 2º Constitui obrigação regimental a devolução da Credencial, na ocorrência de suspensão, perda</p><p>ou renúncia de mandato.</p><p>§ 3º Uma vez empossado, o Deputado receberá um exemplar do Regimento Interno, a</p><p>Constituição do GOSP e a Credencial de Identificação, debitados os respectivos custos à Loja</p><p>representada, na forma da lei.</p><p>Capítulo II</p><p>Dos Direitos e Deveres</p><p>Seção I</p><p>Dos Direitos</p><p>Art. 18. São direitos do Deputado regularmente eleito e empossado, no pleno exercício de seu mandato:</p><p>I – gozar de imunidades parlamentares quanto a delitos de opinião, desde que em função de</p><p>exercício do respectivo cargo, podendo ser processado e julgado, após autorização da PAEL;</p><p>II – apresentar, debater e votar proposições previstas na Constituição ou neste Regimento;</p><p>III – votar e ser votado para os cargos da Mesa Diretora.</p><p>Seção II</p><p>Dos Deveres</p><p>Art. 19. São deveres do Deputado:</p><p>I – o emprego de moderação e respeito durante os debates, proibidos as exaltações,</p><p>ofensas ou uso de palavras agressivas;</p><p>II – o comparecimento pontual às sessões, adequadamente vestido e paramentado,</p><p>permanecendo presente até o seu encerramento; em caso de inadiável necessidade de</p><p>retirar-se, o Deputado deverá obter prévia autorização do Vice-Presidente de sua Coluna,</p><p>ou do Presidente se estiver ocupando lugar no Oriente;</p><p>III – comunicação de qualquer circunstância que implique na imediata convocação de seu</p><p>suplente;</p><p>IV – a observância da ordem, dos prazos, das preferências, das limitações regimentais e de</p><p>tudo o mais destinado a assegurar a harmonia e a disciplina nos trabalhos legislativos;</p><p>V – manter os debates no âmbito do Legislativo dos assuntos em fase de estudo e</p><p>deliberação da PAEL.</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 9</p><p>Capítulo III</p><p>Da Vacância e da Perda do Mandato</p><p>Art. 20. Perderá o mandato, declarando-se a vacância, o Deputado que:</p><p>I – ocupando o cargo de Presidente da PAEL, assuma o cargo de Grão-Mestre, em caráter</p><p>permanente;</p><p>II – não tomar posse até a segunda Sessão Ordinária da Assembleia, subsequente à da</p><p>respectiva diplomação; no caso de suplente, até a segunda Sessão Ordinária que se seguir</p><p>à sua convocação pela Grande Secretaria, em virtude de vacância;</p><p>III – for desligado do Quadro de Obreiros da Loja que representava, quando de sua eleição;</p><p>IV – desligar-se do Quadro de Obreiros da Loja que representava, quando de sua eleição;</p><p>ressalvando-se quando a Loja formalmente e de imediato manifestar-se pela continuidade</p><p>de sua representação, caso continue ativo por integrar outra Loja da Jurisdição;</p><p>V – faltar a três sessões ordinárias consecutivas, ou a nove alternadas, durante o mandato;</p><p>VI – proceder de maneira incompatível com o decoro da Assembleia, após o devido</p><p>processo legal, assegurando- se a ampla defesa;</p><p>VII – tiver retirada a sua representação pela Loja que o elegeu;</p><p>VIII – tiver decretada na Justiça profana, por sentença transitada em julgado, a sua</p><p>incapacidade civil.</p><p>Parágrafo único. Dar-se-á, ainda, a vacância quando o Deputado renunciar ao mandato, devendo</p><p>ser convocado o suplente para a posse.</p><p>Art. 21. O Deputado que perder o mandato não será reconhecido novamente Deputado na mesma</p><p>legislatura.</p><p>Parágrafo único - Na hipótese de renúncia, o impedimento para a nova eleição, mesmo que seja</p><p>por outra Loja, está restrito para o</p><p>mesmo período legislativo em que se verificar.</p><p>Art. 22. A decretação de perda de mandato, por falta de decoro ante a Assembleia, dependerá do</p><p>necessário processo legal.</p><p>§ 1º Apresentada a representação ante a Mesa Diretora, o Orador, no prazo de trinta dias,</p><p>poderá oferecer denúncia, que será autuada e processada pela Comissão de Constituição,</p><p>Justiça e Redação, formando-se o contraditório, com acompanhamento pela Procuradoria</p><p>Legislativa.</p><p>§ 2º Se o Orador não oferecer a denúncia, qualquer Deputado poderá oferecer, nos trinta</p><p>dias subsequentes, denúncia subsidiária à Comissão de Constituição, Justiça e Redação,</p><p>para autuação e formação de contraditório.</p><p>§ 3º O Deputado acusado será citado para que tome conhecimento da denúncia e ofereça</p><p>defesa, no prazo de trinta dias, podendo produzir provas documentais e orais; caso a</p><p>defesa não seja por ele apresentada, caberá à Procuradoria Legislativa manifestar-se, com</p><p>o mesmo prazo para a defesa.</p><p>§ 4º A citação será feita por intermédio da Loja representada e por meio de carta, com</p><p>aviso de recebimento e contagem de prazo a partir da devolução do documento postal.</p><p>§ 5º Deferida a produção das provas que forem pertinentes, a instrução deverá ultimar-se</p><p>dentro do prazo de sessenta dias, findo este, a Comissão de Constituição, Justiça e Redação</p><p>e a Procuradoria Legislativa emitirão parecer conclusivo em trinta dias, o qual servirá de</p><p>base para decisão soberana do Augusto Plenário da Assembleia, reunido em Sessão</p><p>Secreta.</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 10</p><p>§ 6º Se a perda do mandato decorrer de algum fato que caracterize prática de delito</p><p>maçônico, o processo com cópia da ata da sessão de deliberação, independentemente do</p><p>resultado, será encaminhado ao Procurador Legislativo, para providências cabíveis.</p><p>TÍTULO III</p><p>Dos Setores da PAEL</p><p>Capítulo I</p><p>Da Composição e da Representação</p><p>Art. 23. A PAEL é composta pelos Deputados representantes das Lojas filiadas ao GOSP, do qual são</p><p>Membros Efetivos.</p><p>§ 1º São Membros Honorários, os maçons que já gozam dessa prerrogativa e aqueles aos quais a</p><p>PAEL houver por bem conferir esse título.</p><p>§ 2º São Membros Honorários, independentemente da concessão de título, os maçons que</p><p>tenham exercido a Presidência da PAEL, por um período legislativo completo.</p><p>§ 3º Os Membros Honorários somente poderão participar dos trabalhos, como Deputados, quando</p><p>regularmente eleitos, diplomados e empossados.</p><p>Art. 24. A representação da PAEL compete ao Presidente, ou seu substituto legal nos termos regimentais,</p><p>facultando-se a comunicação com os Deputados, outras Dignidades, Veneráveis de Lojas, Lojas e Obreiros,</p><p>que envolva atribuição meramente de ordem administrativa de secretaria e por intermédio do Secretário.</p><p>Capítulo II</p><p>Da Mesa Diretora</p><p>Art. 25. Dirige a PAEL a Mesa Diretora, composta do: Presidente, Primeiro e Segundo Vice-Presidentes,</p><p>Orador e Secretário, os quais são as Grandes Dignidades do Legislativo, que será eleita por um período</p><p>legislativo de dois anos e por escrutínio secreto, nos termos regimentais, permitida uma reeleição para o</p><p>mesmo cargo.</p><p>§ 1º A Mesa Diretora dirigirá a Assembleia juntamente com: um Orador Adjunto, um Secretário</p><p>Adjunto, um Tesoureiro, um Tesoureiro Adjunto, um Chanceler, um Chanceler Adjunto, um</p><p>Primeiro Mestre de Cerimônias, um Segundo Mestre de Cerimônias, um Hospitaleiro, um</p><p>Hospitaleiro Adjunto, um Cobridor, um Cobridor Adjunto, um Mestre de Harmonia, um Mestre de</p><p>Harmonia Adjunto, um Arquiteto e um Arquiteto Adjunto, todos nomeados pelo Presidente; os</p><p>quais são os Grandes Oficiais do Legislativo.</p><p>§ 2º O Presidente tem o tratamento maçônico de “Eminente”. O Presidente que cumpriu o seu</p><p>mandato, no período legislativo anterior, terá o tratamento de “Presidente de Honra”.</p><p>§ 3º O adjunto substituirá o titular, em suas ausências ou impedimentos, inclusive em caso de</p><p>vacância.</p><p>§ 4º O membro da Mesa Diretora estará sujeito à perda do cargo se faltar a duas sessões</p><p>consecutivas, sem justificativa, ou não tomar posse na sessão seguinte à sua eleição ou nomeação,</p><p>sem motivo justificado.</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 11</p><p>Seção I</p><p>Do Presidente</p><p>Art. 26. São atribuições do Presidente:</p><p>I – abrir, presidir, suspender, transferir e encerrar as sessões, manter a disciplina, fazer</p><p>observar as leis da Ordem e as determinações do presente Regimento;</p><p>II – convocar as Sessões Ordinárias, Extraordinárias e Solenes e definir a hora de seu início,</p><p>e também os locais onde serão realizadas, observando o disposto neste Regimento;</p><p>III – nomear Grandes Oficiais, os respectivos adjuntos, e também os membros da</p><p>Procuradoria Legislativa, nos termos regimentais;</p><p>IV – nomear membros das comissões, designando seus presidentes;</p><p>V – dar posse aos Deputados, efetivos e suplentes, perante o Plenário;</p><p>VI – conceder, negar, interromper ou cassar a palavra dos Deputados, de acordo com as</p><p>normas regimentais;</p><p>VII – avisar o Deputado que estiver usando da palavra para que conclua sua fala, em função</p><p>do prazo regimental;</p><p>VIII – submeter à apreciação do Plenário as matérias em discussão e votação, bem como</p><p>apurar e proclamar os resultados das votações;</p><p>IX - resolver as questões de ordem, levantadas nos termos regimentais, decidindo sobre</p><p>elas;</p><p>X – retirar das proposições, as expressões ofensivas de qualquer natureza, ou determinar</p><p>que o proponente promova a correção;</p><p>XI – organizar a pauta provisória das sessões, bem como alterar o andamento dos</p><p>trabalhos, quando entender cabível ou conveniente, observando-se as disposições</p><p>regimentais;</p><p>XII – despachar as proposições, ou indeferir, de plano, aquelas que manifestamente sejam</p><p>inconstitucionais, antirregimentais ou escapem à competência da PAEL, facultando-se</p><p>prévio encaminhamento à Comissão de Constituição, Justiça e Redação;</p><p>XIII – suspender as sessões quando as circunstâncias o exigirem, ou, por proposta de</p><p>Deputado, com prévio parecer favorável, neste último caso, do Orador;</p><p>XIV – convidar Deputado ou visitante a retirar-se do Plenário, justificando-se o motivo;</p><p>XV – convocar reuniões da Mesa Diretora e deliberar, nelas, com voto qualificado;</p><p>XVI – assinar:</p><p>a) as correspondências, os editais e certidões, ou determinar que o Secretário o faça;</p><p>b) as atas das reuniões, com o Orador e o Secretário, após aprovação do Plenário;</p><p>c) as proposições, as resoluções, atos e decretos legislativos da Mesa Diretora, com o</p><p>Primeiro Vice-Presidente, o Segundo Vice-Presidente, o Orador e o Secretário;</p><p>d) o encerramento das Listas de Presenças da Sessões da PAEL, com o Chanceler.</p><p>XVII – determinar a verificação de presenças e de “quórum”, em qualquer momento das sessões;</p><p>XVIII – baixar normas sobre serviços internos da Assembleia, promulgar Resoluções,</p><p>Decretos Legislativos, e no caso de rejeição de veto ou de não exercício de sanção,</p><p>promulgar as Leis;</p><p>XIX – tomar decisões urgentes e inadiáveis, submetendo-as na primeira oportunidade,</p><p>quando assim exigir, à consideração da Comissão de Constituição, Justiça e Redação, ou do</p><p>Orador, ou do Plenário;</p><p>XX – conceder licença a Deputado, na forma regimental;</p><p>XXI – requisitar ao Grão-Mestrado, por tempo determinado ou não, em regime de horário</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 12</p><p>integral ou parcial, a cessão de funcionário Mestre Maçom do quadro do GOSP, para</p><p>desempenhar as funções de Secretário-Executivo;</p><p>XXII – autorizar a publicação no Boletim Oficial do GOSP, de matérias concernentes ao</p><p>Poder Legislativo;</p><p>XXIII – outras previstas no Regimento Interno.</p><p>§ 1º O Presidente não poderá oferecer nenhuma proposição, exceto se agir em nome da Mesa</p><p>Diretora;</p><p>§ 2º Nas deliberações da PAEL o Presidente não votará, exceto:</p><p>I – na eleição da Mesa Diretora;</p><p>II – quando a matéria exigir, para sua aprovação, o voto de dois terços dos Deputados</p><p>efetivos;</p><p>III –</p><p>quando houver empate em qualquer votação no Plenário.</p><p>§ 3º O Presidente poderá, em qualquer momento, fazer comunicação ao Plenário que julgue do</p><p>interesse da Ordem, da PAEL ou do Povo Maçônico em geral.</p><p>§ 4º O Presidente não poderá fazer parte de nenhuma Comissão, exceto da Mesa Diretora e as de</p><p>Representação.</p><p>XXIV - Na ausência de Grão-Mestre adjunto, Vice-Presidente do Grande Oriente de São</p><p>Paulo, e em razão das circunstâncias vigentes, o atual Presidente da Poderosa Assembleia</p><p>Estadual Legislativa passa a exercer as funções de Vice-Presidente, desincompatibilizando-</p><p>se, automaticamente. Concomitantemente, o 1º Vice-Presidente da Poderosa Assembleia</p><p>Estadual Legislativa assume a Presidência da Mesa Diretora, observando-se as demais</p><p>disposições da Constituição e do Regimento Interno da Poderosa Assembleia Estadual</p><p>Legislativa.</p><p>Art. 27. O Presidente, de ofício ou mediante provocação do Orador, poderá aplicar ao Deputado que</p><p>infringir o Regimento Interno, além das punições nele previstas, as seguintes penalidades:</p><p>I – advertência Reservada;</p><p>II – advertência Pública, em caso de reincidência ou de falta grave.</p><p>§ 1º O Plenário funcionará de instância recursal, com amplo direito de defesa, ouvida a Comissão</p><p>de Constituição, Justiça e Redação, facultando-se o acompanhamento pela Procuradoria</p><p>Legislativa no caso de aplicação de qualquer das penalidades previstas neste artigo.</p><p>§ 2º O recurso a que se refere o parágrafo anterior será interposto pelo Deputado penalizado até</p><p>a data da Sessão Ordinária que se seguir à comunicação da decisão do Presidente.</p><p>Seção II</p><p>Do Primeiro Vice-Presidente</p><p>Art. 28. São atribuições do Primeiro Vice-Presidente:</p><p>I – substituir o Presidente, em suas ausências, impedimentos e afastamentos;</p><p>II – disciplinar o uso da palavra, de acordo com as prescrições regimentais e os “usos e</p><p>costumes” maçônicos, na Coluna em cujo topo tem assento;</p><p>III – exercer as atribuições que lhe forem delegadas pelo Presidente;</p><p>IV – assinar as proposições, as resoluções, atos e decretos legislativos da Mesa Diretora,</p><p>com o Presidente, o Segundo Vice-Presidente, o Orador e o Secretário.</p><p>Parágrafo único. Ao Primeiro Vice-Presidente, quando no exercício da Presidência, aplicam-se as</p><p>restrições contidas no artigo 26 deste Regimento.</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 13</p><p>Seção III</p><p>Do Segundo Vice-Presidente</p><p>Art. 29. São atribuições do Segundo Vice-Presidente:</p><p>I – substituir o Primeiro Vice-Presidente, em suas ausências, impedimentos e</p><p>afastamentos, e o Presidente, na ausência simultânea dele e do Primeiro Vice-Presidente;</p><p>II – disciplinar o uso da palavra, de acordo com as prescrições regimentais e os “usos e</p><p>costumes” maçônicos, na Coluna em cujo topo tem assento;</p><p>III – exercer as atribuições que lhe forem delegadas pelo Presidente;</p><p>IV – assinar as proposições, as resoluções, atos e decretos legislativos da Mesa Diretora,</p><p>com o Presidente, o Primeiro Vice-Presidente, o Orador e o Secretário;</p><p>§ 1º – Ao Segundo Vice-Presidente, quando no exercício da Presidência, aplicam-se as restrições</p><p>contidas no artigo 26 deste Regimento.</p><p>§ 2º – Na hipótese de necessidade de preenchimento dos cargos de Primeiro Vice-Presidente e</p><p>Segundo Vice-Presidente, por força de ausências e/ou substituições regimentais, o Presidente</p><p>designará Deputados para o exercício “ad hoc” das funções.</p><p>Seção IV</p><p>Do Orador</p><p>Art. 30. Ao Orador incumbe:</p><p>I – fiscalizar o cumprimento das leis da Ordem, e também as determinações deste</p><p>Regimento, nas reuniões Plenárias, da Mesa Diretora e atividades em geral da PAEL,</p><p>promovendo a responsabilidade dos infratores;</p><p>II – exercer as funções de órgão do Ministério Público ante a PAEL;</p><p>III – fiscalizar as apurações das eleições internas;</p><p>IV – assinar:</p><p>a) as atas das reuniões, juntamente com o Presidente e o Secretário, após aprovação</p><p>do Plenário;</p><p>b) as proposições, as resoluções, atos e decretos legislativos da Mesa Diretora, com o</p><p>Presidente, o Primeiro Vice-Presidente, o Segundo Vice-Presidente e o Secretário;</p><p>V – oferecer, no encerramento da discussão de qualquer matéria, as suas conclusões,</p><p>opinando o que deve ser objeto de votação;</p><p>VI – requerer o adiamento da votação de qualquer matéria que entender não esteja</p><p>devidamente esclarecido, protestando pelas informações complementares;</p><p>VII – requerer o encerramento da discussão de qualquer matéria em debate, se entender</p><p>que o Plenário já está suficientemente esclarecido para deliberação;</p><p>VIII – saudar, no momento próprio ou ao final das sessões, os visitantes a elas admitidos e</p><p>manifestar-se sobre a conclusão, ou não, da pauta;</p><p>IX – saudar, em nome da PAEL, o Grão-Mestre, o seu Adjunto, e também os visitantes</p><p>ilustres, quando presentes;</p><p>X – produzir as peças de arquitetura que lhe forem solicitadas pela Presidência, em</p><p>ocasiões especiais;</p><p>XI – oferecer denúncia contra Deputado, iniciando processo para cassação de mandato, ou</p><p>para crime de responsabilidade, apresentando provas e observando a legislação, para</p><p>efeito de acusação;</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 14</p><p>XII – requerer ao Presidente a adoção de providências e aplicação das penalidades</p><p>previstas no artigo 27, recorrendo ao Plenário quando entender seja o caso de aplicação</p><p>de punição, se indeferido o requerimento;</p><p>XIII – tomar parte de todas as Comissões de Representação e participar de reuniões das</p><p>demais Comissões, sem direito a voto;</p><p>XIV – exercer outras atribuições compatíveis com o cargo, que lhe forem determinadas</p><p>pelo Presidente ou por este Regimento.</p><p>Parágrafo único. Ao adjunto do Orador compete substituir o titular, em suas ausências,</p><p>impedimentos e afastamentos.</p><p>Seção V</p><p>Do Secretário</p><p>Art. 31. São atribuições do Secretário:</p><p>I – redigir as atas das sessões da PAEL e encaminhá-las para publicação, observadas as</p><p>formalidades legais;</p><p>II – receber correspondência e proceder à sua leitura, observando o Regimento Interno;</p><p>III – receber e submeter a despacho do Presidente, para encaminhamento, as proposições</p><p>que envolvem deliberação do Plenário;</p><p>IV – assinar:</p><p>a) a correspondência, os editais e certidões, quando determinado pelo Presidente;</p><p>b) as atas das reuniões, com o Presidente e o Orador, após aprovação do Plenário;</p><p>c) as proposições, as resoluções, atos e decretos legislativos da Mesa Diretora, com o</p><p>Presidente, o Primeiro Vice-Presidente, o Segundo Vice-Presidente e o Orador;</p><p>V – manter em arquivo próprio toda a documentação da Assembleia organizadamente, e</p><p>também o fichário de dados completos dos Deputados, para apresentação e</p><p>encaminhamento que se fizerem necessários;</p><p>VI – providenciar comunicação, com antecedência suficiente, sobre atos, sessões e outros</p><p>assuntos, por determinação da Presidência;</p><p>VII – dirigir e fiscalizar os trabalhos dos serviços administrativos;</p><p>VIII – notificar as Lojas e o Egrégio Tribunal Eleitoral sobre representantes impedidos de</p><p>exercer o mandato, por força de disposição regimental;</p><p>IX – organizar, sob orientação da Presidência, a pauta da Ordem do Dia das sessões;</p><p>X – atribuir ao Secretário Adjunto encargos que se fizerem necessários ao funcionamento</p><p>da Grande Secretaria;</p><p>XI – realizar as aquisições do material de expediente necessário à execução dos trabalhos</p><p>da Grande Secretaria, mediante licitação, quando for o caso, comprovação fiscal e/ou</p><p>recibos, para fins de realização dos pagamentos pela Grande Secretaria de Finanças do</p><p>GOSP, por conta de verba devidamente alocada no orçamento do GOSP para a PAEL;</p><p>XII – outras atribuições conferidas pelo Presidente, ou por disposição legal.</p><p>Parágrafo único. Ao adjunto do Secretário compete substituir o titular em suas ausências,</p><p>impedimentos ou afastamentos, bem como exercer as funções às quais se refere o inciso X deste</p><p>artigo.</p><p>Art. 32. Os serviços burocráticos e de rotina, meramente executiva, da Grande Secretaria poderão ser</p><p>realizados, sob ordem</p><p>e orientação do Secretário, por um Secretário-Executivo, Mestre Maçom,</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 15</p><p>funcionário do GOSP, mediante requisição da Presidência ao Grão-Mestre Estadual (artigo 26, inciso XX</p><p>deste Regimento).</p><p>Seção VI</p><p>Do Tesoureiro</p><p>Art. 33. Ao Tesoureiro compete:</p><p>I – receber os produtos do Tronco de Beneficência e de eventuais arrecadações especiais,</p><p>dando-lhes o destino autorizado, mediante recibo, a ser encaminhado à Secretaria, para</p><p>registro, comunicação e arquivo;</p><p>II – acompanhar a execução orçamentária dos recursos da PAEL;</p><p>III -–outras atribuições que lhe forem conferidas pela Presidência.</p><p>Parágrafo único. Ao adjunto do Tesoureiro compete substituir o titular em suas ausências,</p><p>impedimentos ou afastamentos.</p><p>Seção VII</p><p>Do Chanceler</p><p>Art. 34. São atribuições do Chanceler:</p><p>I – ter sob sua guarda as Listas de Presenças;</p><p>II – colher assinaturas dos irmãos visitantes em livro próprio, fornecendo-lhes atestado de</p><p>presença;</p><p>III – fiscalizar a assinatura dos Deputados presentes, nas mesmas listas;</p><p>IV – comunicar ao Secretário, para os devidos fins, os nomes dos Deputados que incidirem</p><p>nas disposições do inciso V do artigo 20 e nas outras que envolvam as atribuições da</p><p>Chancelaria, previstas neste Regimento;</p><p>V – comunicar à Presidência e ao Plenário a frequência aos trabalhos, informando o</p><p>número de Deputados que assinaram as Listas de Presenças, encerrando-as em cada</p><p>sessão com o Presidente;</p><p>VI – proceder à citação do Deputado denunciado em processo para perda de mandato e</p><p>para apuração de crime de responsabilidade.</p><p>Parágrafo único - Ao adjunto do Chanceler compete substituir o titular em suas faltas, ausências,</p><p>impedimentos ou afastamentos.</p><p>Seção VIII</p><p>Dos Mestres de Cerimônias</p><p>Art. 35. Incumbe ao Primeiro Mestre de Cerimônias:</p><p>I – tomar as providências preliminares para que se execute, fielmente e com disciplina, a</p><p>rotina própria dos trabalhos da PAEL;</p><p>II – encarregar-se do cerimonial da PAEL;</p><p>III – realizar o trânsito, no recinto do Plenário, de livros e documentos de qualquer</p><p>natureza;</p><p>IV – distribuir e recolher materiais de votação, escrutínios e eleições;</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 16</p><p>V – contar os votos nos sufrágios simbólicos ou nominais e nas verificações de votação;</p><p>VI – auxiliar o Chanceler na verificação de “quórum”;</p><p>VII – fazer circular o microfone, para uso da palavra pelos Deputados e outras atribuições</p><p>que lhe forem determinadas pelo Presidente.</p><p>Parágrafo único. Ao Segundo Mestre de Cerimônias compete auxiliar, durante os trabalhos, e</p><p>substituir o Primeiro Mestre de Cerimônias em suas ausências, impedimentos ou afastamentos.</p><p>Seção IX</p><p>Do Hospitaleiro</p><p>Art. 36. Ao Hospitaleiro compete:</p><p>I – proceder à coleta do Tronco de Beneficência e de outras arrecadações, em casos de</p><p>eventuais contribuições especiais, entregando-os ao Tesoureiro;</p><p>II – visitar ou contatar, os Deputados enfermos, ou obter informações sobre os mesmos,</p><p>do que fará comunicado ao Plenário;</p><p>III – outras tarefas compatíveis com as suas funções e as que lhe forem determinadas pelo</p><p>Presidente.</p><p>Parágrafo único. Ao Hospitaleiro Adjunto incumbe auxiliar, durante os trabalhos e nas visitas a</p><p>Deputados enfermos, e substituir o titular em suas faltas, ausências, impedimentos ou</p><p>afastamentos.</p><p>Seção X</p><p>Do Cobridor</p><p>Art. 37. Ao Cobridor incumbe:</p><p>I – guardar o local em que funciona a PAEL, contra a aproximação de profanos e intrusos,</p><p>zelando pela segurança dos trabalhos;</p><p>II – examinar os que quiserem entrar, verificando se são Mestres maçons e se estão</p><p>trajados convenientemente, telhando-os quando julgar necessário, assim como verificar se</p><p>os Deputados estão adequadamente vestidos e paramentados;</p><p>III – fazer observar o silêncio rigoroso no vestíbulo, representando ao Presidente no caso</p><p>de desobediência;</p><p>IV – não consentir que nenhum Deputado se retire da Sala das Sessões, sem comunicação</p><p>ao Presidente, ou ao Vice-Presidente da Coluna respectiva, além de outras atribuições que</p><p>lhe forem conferidas pelo Presidente.</p><p>Parágrafo único. Ao adjunto do Cobridor compete substituí-lo em suas faltas, ausências,</p><p>impedimentos ou afastamentos.</p><p>Seção XI</p><p>Do Mestre de Harmonia</p><p>Art. 38. Ao Mestre de Harmonia incumbe cuidar para que o sistema de som do Templo esteja em perfeitas</p><p>condições de funcionamento, testando-o antes do início dos trabalhos e também todos os seus</p><p>microfones, e zelar para que, no decorrer da sessão, seja obtida a melhor qualidade de som.</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 17</p><p>Parágrafo único. Ao adjunto do Mestre de Harmonia compete auxiliá-lo durante os trabalhos e</p><p>substituí-lo em suas ausências, impedimentos ou afastamentos.</p><p>Seção XII</p><p>Do Arquiteto</p><p>Art. 39. Ao Arquiteto incumbe verificar e providenciar toda a instalação física do local para realização das</p><p>Sessões da PAEL:</p><p>I – zelando pelo correto posicionamento das bandeiras conforme determina o Artigo 82</p><p>parágrafo único da Constituição do GOSP, de acordo com sua hierarquia;</p><p>II – quanto à disposição de assentos em número suficiente para bem acolher todos os</p><p>presentes às sessões;</p><p>III – prover a Mesa Diretora e as Grandes Dignidades, com água e copos suficientes e</p><p>materiais necessários à realização da sessão;</p><p>IV – assegurar o funcionamento do Ar-Condicionado, objetivando tornar aprazível a</p><p>temperatura ambiente.</p><p>Parágrafo único. Ao adjunto do Arquiteto compete auxiliar o titular durante os trabalhos e</p><p>substituí-lo em suas ausências, impedimentos ou afastamentos.</p><p>Capítulo III</p><p>Dos Órgãos Auxiliares</p><p>Art. 40. Para auxiliar a administração, a PAEL contará com cinco Comissões Permanentes, cada qual com</p><p>sete membros e denominadas:</p><p>I – de Constituição, Justiça e Redação;</p><p>II – de Orçamento e Finanças;</p><p>III – de Educação e Cultura;</p><p>IV – de Relações Públicas;</p><p>V – de Tecnologia e Informação.</p><p>§ 1º Os membros das Comissões são de livre nomeação do Presidente, observadas as disposições</p><p>regimentais.</p><p>§ 2º Os membros da Mesa Diretora não poderão fazer parte das Comissões Permanentes, e</p><p>nenhum Deputado poderá integrar mais de uma Comissão Permanente, ou uma Comissão e a</p><p>Procuradoria Legislativa.</p><p>§ 3º O mandato dos membros das Comissões coincidirá com o da Mesa Diretora, permitida a</p><p>recondução.</p><p>§ 4º Na primeira Sessão Ordinária subsequente à posse da Mesa Diretora, no Expediente será dado</p><p>conhecimento de sua composição ao Plenário.</p><p>§ 5º Ao Presidente de Comissão compete a designação do Relator que deverá atuar em cada</p><p>proposição.</p><p>Art. 41. As Comissões Permanentes deverão apresentar pareceres concisos por escrito, até a primeira</p><p>sessão que se seguir ao recebimento dos processos, ou expedientes em que deverão se manifestar,</p><p>respeitado, sempre, o prazo mínimo de cinco dias.</p><p>§ 1º Apenas o Plenário poderá deliberar sobre os pedidos de dilação de prazo e somente por uma vez.</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 18</p><p>§ 2º A falta de parecer não é impeditiva à apreciação de propositura e decisão pelo Plenário, desde</p><p>que seja deliberado.</p><p>Art. 42. Além das cinco Comissões Permanentes, poderá a Assembleia, por intermédio de seu Presidente,</p><p>criar Comissões para fins especiais e alheios à competência daquelas, com prazo determinado para a sua</p><p>atuação, sendo, no ato da constituição, designado o respectivo Presidente.</p><p>Parágrafo único. Integrando Comissão Especial, o Deputado membro da Mesa Diretora</p><p>automaticamente será seu presidente, sempre respeitando a hierarquia dos cargos.</p><p>Seção I</p><p>Da Comissão de Constituição, Justiça e Redação</p><p>Art. 43. Compete à Comissão de Constituição, Justiça e Redação:</p><p>I – manifestar-se sobre todas as proposições apresentadas, quanto aos seus aspectos</p><p>constitucionais e legais, e também sobre suas estruturas formais, observado</p><p>o que</p><p>preceitua o Regimento Interno;</p><p>II – levantar a preliminar de prejudicialidade em qualquer proposição apresentada;</p><p>III – emitir parecer sobre a questão de prejudicialidade levantada pelo Presidente da PAEL,</p><p>contra a qual recorra o propositor, mesmo verbalmente, submetendo a controvérsia à</p><p>deliberação do Plenário;</p><p>IV – manifestar-se sobre a perda de mandato ou cassação de Deputado, bem como formar</p><p>o contraditório do processo respectivo;</p><p>V – manifestar-se sobre direitos e deveres decorrentes do exercício do mandato de</p><p>Deputado;</p><p>VI – manifestar-se sobre atos do Grão-Mestrado que dependam de ratificação ou</p><p>autorização legislativa;</p><p>VII – manifestar-se sobre licença para processar Deputado por delitos comuns;</p><p>VIII – atuar como Juízo de Instrução, formando o contraditório, nos casos previstos nos</p><p>artigos 19 e 20 deste Regimento;</p><p>IX – manifestar-se sobre pedidos de licença do Grão-Mestre e do Grão-Mestre Adjunto do</p><p>GOSP para afastamento de seus cargos;</p><p>X – fiscalizar a observância, pelos Projetos de Lei, Projetos de Resolução, Moções,</p><p>Requerimentos e Indicações, às regras prescritas neste Regimento.</p><p>Seção II</p><p>Da Comissão de Orçamento e Finanças</p><p>Art. 44. Compete à Comissão de Orçamento e Finanças:</p><p>I – emitir parecer sobre a proposta orçament��ria do GOSP;</p><p>II – manifestar-se sobre todas as demais proposições que envolvam matéria de ordem</p><p>econômica ou financeira;</p><p>III – emitir parecer sobre a Prestação de Contas do Grão-Mestrado;</p><p>IV – manifestar-se sobre pedido do Grão-Mestrado ou de Loja filiada ao GOSP para</p><p>alienação ou gravação de bens móveis e imóveis;</p><p>V – emitir parecer sobre balanços do GOSP e da Mútua Maçônica;</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 19</p><p>VI – zelar para que, em nenhuma lei emanada da Assembleia, seja criado encargo sem que</p><p>se especifiquem os recursos necessários à sua execução.</p><p>Seção III</p><p>Da Comissão de Educação e Cultura</p><p>Art. 45. Compete à Comissão de Educação e Cultura:</p><p>I – elaborar, para a publicação e a distribuição, os trabalhos que se destinem à divulgação</p><p>da ação legislativa do GOSP;</p><p>II – manifestar-se sobre matéria condizente com a educação e cultura maçônica em geral,</p><p>submetida à apreciação da PAEL;</p><p>III – opinar sobre matéria educacional, a cargo do GOSP;</p><p>IV – opinar sobre matéria relativa à difusão da cultura maçônica e prestar aos Deputados</p><p>informações de natureza histórica;</p><p>V – promover e aprimorar o melhor conhecimento do Regimento Interno, das coisas do</p><p>Legislativo e de Governo.</p><p>Seção IV</p><p>Da Comissão de Relações Públicas</p><p>Art. 46. Compete à Comissão de Relações Públicas:</p><p>I – emitir parecer sobre todos os pedidos de auxílio, pensão, socorro, subvenção e demais</p><p>assuntos referentes à beneficência em geral;</p><p>II – oficiar, como Comissão de Recepção, nas Sessões Solenes;</p><p>III – assessorar o Presidente na divulgação de matérias de interesse de Deputados, das</p><p>Lojas e de outros Corpos da Ordem;</p><p>IV – informar aos Deputados e às Lojas quaisquer assuntos de interesse recíproco da</p><p>Assembleia e de seus membros;</p><p>V – representar a PAEL, por delegação do Presidente, nas Sessões Magnas das Lojas filiadas,</p><p>em eventos maçônicos afinados com os princípios do GOSP e funerais de maçons, desde</p><p>que não se encontre presente o Presidente da PAEL e não tenha sido designada uma</p><p>Comissão Especial.</p><p>Seção V</p><p>Da Comissão de Tecnologia da Informação</p><p>Art. 47. Compete à Comissão de Tecnologia e Informação:</p><p>I – emitir parecer sobre a proposta orçamentária de gastos de informática do GOSP;</p><p>II – manifestar-se sobre todas as demais proposições que envolvam matéria de ordem</p><p>técnica, de tecnologia e informática;</p><p>III – emitir parecer sobre a Prestação de Contas dos gastos de informática do Grão-</p><p>Mestrado e da Mesa Diretora da PAEL;</p><p>IV – recomendar a modernização de “hardware” e “software” da PAEL;</p><p>V – recomendar criação, atualização e reforma do “site” da PAEL;</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 20</p><p>VI – recomendar o controle eletrônico de acesso e presença;</p><p>VII – recomendar processos e equipamentos para agilizar a votação e o controle do tempo</p><p>para uso da palavra;</p><p>VIII – assessorar a Secretaria, por solicitação desta, na elaboração do Plano Diretor de</p><p>Informação da PAEL.</p><p>Parágrafo único. Nas recomendações que envolvam despesas, deverá ser comprovado e indicado</p><p>o valor das verbas já alocadas à PAEL no orçamento do GOSP, acompanhadas, sempre, de</p><p>manifestação expressa da Comissão de Orçamento e Finanças.</p><p>Seção VI</p><p>Da Procuradoria Legislativa</p><p>Art. 48. A Procuradoria Legislativa Maçônica será constituída de dois membros designados pelo</p><p>Presidente da PAEL ao início de cada ano legislativo, tendo esses membros, no exercício de suas funções,</p><p>a denominação de Procurador Parlamentar e Subprocurador Parlamentar, não podendo integrar</p><p>Comissões legislativas tampouco participar da Mesa Diretora, seja qual for o cargo ou a função.</p><p>Art. 49. Compete à Procuradoria Legislativa:</p><p>I – promover e representar em juízo, em colaboração com a Mesa Diretora, a defesa da</p><p>PAEL, de seus órgãos e membros atingidos em sua honra ou imagem ante a sociedade</p><p>maçônica, em razão do exercício do mandato, ou das funções institucionais, por legítimos</p><p>atos manifestados no parlamento maçônico;</p><p>II – manifestar-se sobre licença para processar Deputado por delito comum, sem prejuízo</p><p>da manifestação autônoma e independente da Comissão de Constituição, Justiça e</p><p>Redação;</p><p>III – apresentar parecer conclusivo, como órgão de defesa, sobre a perda de mandato ou</p><p>cassação de Deputado, garantindo o direito de defesa e de contraditório, podendo, para</p><p>fins de instrução processual, indicar Deputados para colaborar em seus trabalhos;</p><p>IV – instruir os processos que objetivem recurso por ato da Mesa Diretora, cujos pareceres</p><p>deverão ser submetidos ao Plenário para a competente deliberação.</p><p>Seção VII</p><p>Do Tribunal de Contas</p><p>Art. 50. O Tribunal de Contas será constituído de acordo com o artigo 43 da Constituição do GOSP.</p><p>Parágrafo único. Se o Conselheiro for Deputado, este não poderá integrar nenhuma comissão</p><p>legislativa e tampouco participar da Mesa Diretora, seja qual for o cargo ou função.</p><p>Art. 51. Compete ao Tribunal de Contas:</p><p>I – apresentar parecer ao Plenário, sobre as contas que o Grão-Mestre do GOSP prestar à</p><p>PAEL, dentro do prazo previsto no Art. 42 da Constituição do GOSP;</p><p>II – as atribuições previstas pelo Art. 44 da Constituição do GOSP;</p><p>III – apresentar parecer sobre quaisquer outros assuntos econômico-financeiros, que à ele</p><p>forem apresentados pelo Presidente ou pelo Plenário da PAEL.</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 21</p><p>TÍTULO IV</p><p>Das Sessões</p><p>Capítulo I</p><p>Disposições Gerais</p><p>Art. 52. A PAEL somente poderá funcionar com a presença de, no mínimo, um quinto de seus membros</p><p>efetivos.</p><p>§ 1º Verificada a inexistência de “quórum” para o funcionamento, no horário determinado,</p><p>aguardar-se-á o tempo de quinze minutos para nova verificação. Persistindo a inexistência,</p><p>outra verificação será feita após quinze minutos, ao final dos quais, persistindo a</p><p>inexistência, será declarado pelo Presidente o cancelamento da sessão, despachando-se o</p><p>expediente e lavrando-se a ata.</p><p>§ 2º Das sessões somente poderão participar Mestres Maçons, exceto quando forem</p><p>Públicas ou Solenes, observadas as disposições regimentais.</p><p>Art. 53. As Sessões da Assembleia serão Ordinárias, Extraordinárias, Solenes e Secretas.</p><p>§ 1º As Sessões Solenes de Instalação serão realizadas na segunda quinzena de Junho, do ano no</p><p>qual houver renovação de mandato, na forma da Legislação Eleitoral Maçônica, observado o</p><p>disposto no artigo 5º e os seguintes deste Regimento.</p><p>§ 2º As Sessões Solenes terão a ordem dos trabalhos estabelecida, de acordo com a ocasião, pela</p><p>Mesa Diretora, observando-se as disposições regimentais.</p><p>§ 3º As Sessões Extraordinárias e Secretas</p><p>compõem-se apenas da Ordem do Dia.</p><p>Art. 54. Durante as sessões os Deputados deverão permanecer no Ocidente. As autoridades maçônicas e</p><p>os Irmãos visitantes autorizados a ter acesso ao recinto deverão tomar assento no Oriente.</p><p>§ 1º Se necessário, poderá o Presidente designar outro local destacado, para autoridades</p><p>maçônicas ou visitantes presentes.</p><p>§ 2º Nas Sessões Ordinárias, somente poderão se pronunciar os Deputados, nos termos</p><p>regimentais, salvo prévia solicitação e autorização do Presidente.</p><p>Art. 55. As atas dos trabalhos da Assembleia deverão ser concisas e objetivas; porém, sem perda de</p><p>substância, devendo ser publicadas no Boletim Oficial do GOSP, em edição que anteceder a sessão</p><p>subsequente.</p><p>§ 1º Nenhuma manifestação será integralmente transcrita em ata, salvo deliberação de dois terços</p><p>dos Deputados presentes.</p><p>§ 2º Nenhum Deputado poderá manifestar-se sobre a redação da ata por mais de uma vez e,</p><p>nunca, por tempo superior a dois minutos, sendo obrigatória a inscrição prévia, na Secretaria, até</p><p>antes do início da sessão.</p><p>§ 3º Não havendo, quanto à redação, contestação ou retificação, a ata será aprovada pelo</p><p>Presidente, que a assinará com o Orador e o Secretário.</p><p>§ 4º Havendo contestação, o Plenário decidirá a respeito, após conclusão do Orador.</p><p>§ 5º Quando, por qualquer motivo, a ata não for encaminhada com a Circular de Convocação para</p><p>a sessão respectiva ou publicada no Boletim Oficial do GOSP, nos termos regimentais a ata será</p><p>lida imediatamente após a abertura dos trabalhos da sessão, nos moldes tradicionais, salvo se o</p><p>Plenário decidir, sem discussão, por maioria simples, deixar para a próxima Sessão Ordinária.</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 22</p><p>Capítulo II</p><p>Do Traje, Joias e Paramentos</p><p>Art. 56. Durante os trabalhos, os Deputados estarão vestidos com terno preto ou azul escuro, meias e</p><p>sapatos pretos, camisa branca e gravata, esta na cor do rito usado pela Loja Simbólica representada, e</p><p>paramentados com avental, colar e joia de Deputado Estadual.</p><p>§ 1º O avental, o colar e a joia serão confeccionados dentro dos seguintes critérios:</p><p>I – avental: será retangular, na medida de 40 x 45 cm, confeccionado em pele de carneiro</p><p>ou material similar, na cor branca e com os seguintes ornamentos: orlado de fitas nas</p><p>cores: vermelha (externa), branca (centro) e preta (interna), em tecido de chamalote,</p><p>circundado por um debrum dourado; no centro do corpo do avental, o logotipo da PAEL,</p><p>em amarelo-ouro, com dez centímetros de diâmetro; na abeta, o logotipo do GOSP, em</p><p>preto, com seis centímetros de diâmetro, tendo pingentes com a mesma fita descrita para</p><p>o avental em veludo de chamalote; terá forro preto com bolso;</p><p>II – colar: será de formato anatômico, com onze centímetros de largura, em tecido de</p><p>chamalote, e com os seguintes ornamentos: fitas nas cores: vermelha (externa), branca</p><p>(centro) e preta (interna); no centro do colar, o logotipo da PAEL, com seis centímetros de</p><p>diâmetro, com o debrum dourado;</p><p>III – joia: será em metal dourado com seis centímetros de diâmetro, contendo no centro o</p><p>logotipo da PAEL com as inscrições: Poderosa Assembleia Estadual Legislativa; a seguir, na</p><p>parte inferior, a sigla GOSP.</p><p>§ 2º Os Deputados portarão identificação, que será confeccionada conforme modelo aprovado</p><p>pela Mesa Diretora.</p><p>Art. 57. Os Primeiro e Segundo Vice-Presidentes, o Orador, o Secretário e os Grandes Oficiais deverão</p><p>estar revestidos de:</p><p>I – avental: o usual dos Deputados, porém orlado com franjas douradas;</p><p>II – colar: de formato anatômico, com onze centímetros de largura, nas cores usuais:</p><p>vermelha, branca e preta, com ramos de acácia, bordados dois a dois em fios dourados;</p><p>III – joia: a usual dos Deputados.</p><p>Art. 58. O Presidente deverá estar revestido de:</p><p>I – avental: será retangular, no tamanho de 40 x 45 cm, nas cores: azul e branca, com</p><p>bordados em fios de metal dourado, orlado com franjas douradas com pingentes de metal,</p><p>com aplicações de alfaias douradas, tendo no centro o logotipo da PAEL e, na abeta, o</p><p>logotipo do GOSP;</p><p>II – colar: será de formato oval, com 7,5 cm de largura, em azul, com aplicações de alfaias</p><p>em metal dourado;</p><p>III – joia: com dez centímetros de comprimento, com as seguintes descrições: um esquadro</p><p>incrustado em um semicírculo graduado e tendo, ao centro, o “Olho Onividente” com raios</p><p>fulgurantes.</p><p>Capítulo III</p><p>Das Sessões Ordinárias</p><p>Art. 59. A PAEL reunir-se-á ordinariamente em sua sede, ou em outro local designado conforme este</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 23</p><p>Regimento, no último sábado de janeiro, março, maio, julho, setembro e novembro, às 9 horas, podendo</p><p>os trabalhos se prolongar até as 12h30.</p><p>§ 1º Se houver necessidade, os trabalhos poderão ser prorrogados por trinta minutos, no máximo,</p><p>mediante requerimento, verbal ou escrito, de qualquer Deputado e aprovado pelo Plenário.</p><p>§ 2º Quando o último sábado dos meses previstos para as sessões coincidir com feriados nacional,</p><p>estadual, municipal na Capital do Estado, ou com os feriados costumeiros de carnaval e da semana</p><p>santa, ou for ponte para feriados não gerais, mas de longa aceitação, a Sessão Ordinária será</p><p>transferida para outro sábado anterior ou posterior ou ainda para o 2º sábado seguinte por motivo</p><p>de força maior, após devida e prévia convocação da Mesa Diretora ou de seu Presidente.</p><p>Art. 60. Os trabalhos, nas Sessões Ordinárias, obedecerão à seguinte ordem:</p><p>I – Abertura;</p><p>II – Discussão e votação da redação da ata da sessão anterior;</p><p>III – Expediente;</p><p>IV – Ordem do Dia;</p><p>V – Anúncio do Resultado Tronco de Beneficência.</p><p>Parágrafo único. Após a abertura e discussão da ata da sessão anterior, os trabalhos</p><p>imediatamente passarão para as fases do Expediente, e da Ordem do Dia, observando-se as</p><p>disposições regimentais.</p><p>Seção I</p><p>Do Expediente</p><p>Art. 61. O Expediente será dividido em:</p><p>I – Posse de Deputados;</p><p>II – Leitura de correspondências, proposições e despachos;</p><p>III – Atos e Decretos da Mesa Diretora;</p><p>IV – Palavra dos Deputados.</p><p>Seção II</p><p>Da Posse dos Deputados</p><p>Art. 62. No início do Expediente, o Presidente dará posse aos Deputados eleitos e diplomados pelo Egrégio</p><p>Tribunal Eleitoral, conferindo-lhes, após a tomada do compromisso (artigo 6º, § 1º, deste Regimento), o</p><p>efetivo exercício do mandato, quando deixarão o Oriente e tomarão assento no Ocidente após assinar a</p><p>Lista de Presenças.</p><p>Seção III</p><p>Da Leitura de Correspondências, Proposições e Despachos</p><p>Art. 63. A correspondência enviada e recebida pela Assembleia será selecionada pelo Secretário, que é o</p><p>responsável pelo encaminhamento ao Presidente, para despacho do que for necessário, e pela leitura do</p><p>que seja de relevância para o conhecimento do Plenário, sendo dispensada a leitura da correspondência</p><p>rotineiramente expedida, assim consideradas as meramente burocráticas da Grande Secretaria.</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 24</p><p>§ 1º Quanto às proposições, somente será feita a leitura de suas ementas e autorias.</p><p>§ 2º Somente até o início das sessões poderão dar entrada, na Grande Secretaria, as proposições</p><p>para leitura, despacho e encaminhamento na mesma data.</p><p>Seção IV</p><p>Da Palavra dos Deputados</p><p>Art. 64. O período de Palavra dos Deputados terá a duração de noventa minutos, improrrogáveis.</p><p>§ 1º O uso da palavra, nos termos deste artigo, depende de prévia inscrição, até antes do início</p><p>deste período. Cada Deputado terá a palavra pelo prazo máximo de cinco minutos, para tratar de</p><p>assuntos de interesse da Ordem em geral e da Assembleia em particular.</p><p>§ 2º O Deputado inscrito para falar, que não estiver presente na hora que lhe for concedida a</p><p>palavra, perderá a sua vez e nenhum Deputado poderá falar mais de uma vez neste período.</p><p>§ 3º Permitido aparte, a critério do Deputado que estiver fazendo uso da palavra – no máximo</p><p>de</p><p>três apartes –, falará o aparteante por uma única vez e pelo tempo máximo de dois minutos.</p><p>§ 4º O Deputado que, inscrito, declinar do uso da palavra, não poderá ceder o seu tempo, em</p><p>nenhuma hipótese, a outro Deputado, inscrito ou não.</p><p>Seção V</p><p>Do Tronco de Beneficência</p><p>Art. 65. O Tronco de Beneficência ficará com o Hospitaleiro e seu Adjunto nas sessões ordinárias e</p><p>extraordinárias, na recepção junto à lista de presença, quando da assinatura dos Deputados e Visitantes</p><p>para o depósito do óbolo.</p><p>Parágrafo único. O resultado do Tronco de Beneficência será entregue ao Tesoureiro para</p><p>conferência e registro na ata da sessão.</p><p>Seção VI</p><p>Da Ordem do Dia</p><p>Art. 66. A Ordem do Dia terá a duração do tempo restante da sessão, destinando os últimos dez minutos</p><p>para encerramento e somente prosseguirá se houver “quórum” regimental.</p><p>§ 1º O “quórum” mínimo para deliberação é de um terço dos membros efetivos da PAEL.</p><p>§ 2º Não se verificando “quórum” regimental, o Presidente suspenderá os trabalhos por dez</p><p>minutos, findo os quais, persistindo a inexistência de “quórum”, dará por encerrada a Ordem do</p><p>Dia.</p><p>Art. 67. A Grande Secretaria encaminhará a todos os Deputados cópias das peças principais das</p><p>proposições, com a Circular de Convocação.</p><p>Art. 68. A pauta da Ordem do Dia será organizada pela Grande Secretaria, sob orientação do Presidente,</p><p>observando-se, preferencialmente, a ordem para os Projetos de Lei, Projetos de Resolução, Prestações de</p><p>Contas, Requerimentos, Moções, Indicações, Projetos de Decretos Legislativos, Homologações e outros.</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 25</p><p>Art. 69. As proposições estarão sujeitas a discussão, votação e redação final, salvo disposição regimental.</p><p>(Art. 19 da Constituição do GOSP).</p><p>Parágrafo único. As fases de discussão, votação e redação final poderão ocorrer,</p><p>concomitantemente, na própria sessão, competindo à Comissão de Constituição, Justiça e</p><p>Redação a adequação do texto às deliberações, para edição de redação final, desde que mantidas</p><p>a íntegra e a substância da proposição.</p><p>Capítulo IV</p><p>Das Sessões Extraordinárias</p><p>Art. 70. A PAEL reunir-se-á extraordinariamente, sempre que convocada pelo seu Presidente, por maioria</p><p>da Mesa Diretora, por um terço de seus membros efetivos ou convocação do Grão-Mestre Estadual, feita</p><p>por escrito e por intermédio da Presidência, que terá o prazo previsto neste artigo para convocar os</p><p>Deputados. (Art. 11 da Constituição do GOSP).</p><p>Parágrafo único. A convocação, em qualquer caso, far-se-á com antecedência mínima de quinze</p><p>dias, expedindo o Secretário a comunicação aos Deputados.</p><p>Art. 71. Nas Sessões Extraordinárias não será admitida a discussão ou deliberação sobre nenhuma matéria</p><p>estranha ao fim para o qual foi convocada.</p><p>Art. 72. A PAEL reunir-se-á, extraordinariamente, no último sábado de maio do segundo ano legislativo,</p><p>após a respectiva Sessão Ordinária; a fim de proceder à realização da Sessão Eleitoral e Posse da Mesa</p><p>Diretora para o segundo período da legislatura.</p><p>Capítulo V</p><p>Das Sessões Solenes</p><p>Art. 73. Serão Solenes, as sessões especialmente dedicadas à comemoração de datas, feitos e vultos da</p><p>Maçonaria e da História, e também as de Instalação e Posse das Grandes Dignidades da PAEL e do GOSP.</p><p>Parágrafo único. As Sessões Solenes de Instalação e de Posse dos membros da Mesa Diretora e de</p><p>posse do Grão-Mestre e Grão-Mestre Adjunto são privativas de Mestres Maçons.</p><p>Capítulo VI</p><p>Das Sessões Secretas</p><p>Art. 74. A PAEL realizará Sessões Secretas, por deliberação da Presidência, ou quando as requerer, por</p><p>escrito, no mínimo um terço dos Deputados presentes, com aprovação da maioria, ou quando por</p><p>disposição regimental.</p><p>§ 1º Aprovado o requerimento, os visitantes serão retirados do recinto e, no vestíbulo, será afixado</p><p>um edital declarando o caráter secreto da sessão, trancando-se as portas.</p><p>§ 2º As atas das Sessões Secretas serão lavradas, discutidas e votadas na mesma sessão.</p><p>§ 3º Antes de encerrada a Sessão Secreta, o Plenário decidirá, após discussão, se a matéria deliberada</p><p>e os debates deverão ou não ser publicados, total ou parcialmente, no Boletim Oficial do GOSP.</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 26</p><p>TÍTULO V</p><p>Das Proposições</p><p>Capítulo I</p><p>Das Proposições em Geral</p><p>Art. 75. Proposição é toda matéria levada a conhecimento do Plenário, nos termos deste Regimento,</p><p>sujeita a deliberação.</p><p>§ 1º As proposições consistirão em Projetos de Reforma ou Emenda Constitucional, Projetos de</p><p>Lei, Projetos de Resolução, Projetos de Decreto Legislativo, Requerimentos, Moções, Indicações,</p><p>Substitutivos, Emendas, Pareceres, Representações, Processos e Homologações previstas na</p><p>Constituição do GOSP.</p><p>§ 2º As proposições dependerão de prévio parecer da Comissão de Constituição, Justiça e Redação,</p><p>salvo disposição regimental expressa em contrário.</p><p>Art. 76. Por intermédio do Presidente, a Mesa Diretora deixará de aceitar qualquer proposição que:</p><p>I – verse sobre assuntos alheios à competência da Assembleia;</p><p>II – delegue, a outro Poder, atribuições privativas do Legislativo;</p><p>III – seja inconstitucional e/ou antirregimental;</p><p>IV – tenha sido rejeitada e novamente apresentada antes do prazo regimental previsto no</p><p>artigo 76 deste Regimento.</p><p>Parágrafo único. Da decisão da Mesa Diretora caberá recurso ao Plenário, que deverá ser</p><p>apresentado pelo autor e encaminhado à Procuradoria Legislativa, cujo parecer será incluído na</p><p>Ordem do Dia, para apreciação do Plenário, na sessão seguinte.</p><p>Art. 77. Considerar-se-ão autores da proposição, para efeitos regimentais, todos os seus signatários.</p><p>Art. 78. As proposições de iniciativa dos Deputados, rejeitadas ou não sancionadas, somente poderão ser</p><p>reapresentadas em outro período legislativo.</p><p>Capítulo II</p><p>Da Classificação das Proposições e seus Requisitos</p><p>Art. 79. Toda proposição deverá ser redigida com clareza, em termos explícitos e sintéticos, e deverá ser</p><p>submetida às Comissões que tenham atribuições relacionadas com a matéria de que trata a propositura.</p><p>Art. 80. As proposições classificam-se em:</p><p>I – Projeto de Reforma ou Emenda Constitucional: é a proposição destinada a reformar ou</p><p>emendar a Constituição do GOSP, observando-se o disposto na Constituição do GOSP e</p><p>neste Regimento;</p><p>II – Projeto de Lei: é a proposição destinada a regular matéria de competência legislativa</p><p>da PAEL, sujeita à sanção do Grão-Mestrado;</p><p>III – Projeto de Resolução: é a proposição destinada a regular matéria de economia interna</p><p>da PAEL;</p><p>IV – Moção: é a proposição em que o Deputado sugere a manifestação do Plenário sobre</p><p>REGIMENTO INTERNO DA PODEROSA ASSEMBLEIA ESTADUAL LEGISLATIVA</p><p>Voltar ao Índice 27</p><p>determinado assunto, que não seja específico aos incisos I e II deste artigo, e envolva</p><p>congratulações e homenagens a maçons ou entidades maçônicas, referentes a feitos,</p><p>atitudes, comportamento e datas relevantes;</p><p>V – Indicação: é a proposição na qual o Deputado solicita medidas de interesse geral, sendo</p><p>da competência do Poder Executivo ou da Mesa Diretora da PAEL, deve ser lida no</p><p>Expediente e encaminhada a quem de direito, independentemente de deliberação do</p><p>Plenário, salvo melhor juízo do Presidente, que dará conhecimento da decisão ao autor e</p><p>solicitará parecer da comissão competente, após o que na Ordem do Dia a submeterá à</p><p>discussão e decisão do Plenário. Incluem-se neste item, as indicações de nome para</p><p>ocupação de funções de juízes dos egrégios tribunais, dos procuradores gerais e diretores</p><p>da Mútua, os quais serão apreciados pelas comissões pertinentes e o Augusto Plenário;</p><p>VI – Requerimento: é a proposição por meio da qual o Deputado requer pronunciamento</p><p>e manifestação da Assembleia, para providências de pessoas, entidades, sem limitação da</p><p>esfera maçônica ou profana, em relação a assuntos gerais, de interesse geral ou particular;</p><p>VII</p>

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