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<p>Unidade Escolar _____________________________________________________</p><p>Localidade: _____________________________ ______/_____/______</p><p>Professor (a): __________________________ Turma: __________</p><p>Componente Curricular: _________________________________________</p><p>Aluno (a):________________________________________________________________________</p><p>Atividade de Sala (Segunda - feira)</p><p>1. Ao usar uma régua de 20 cm para medir uma mesa, Henrique observou que ela cabia 27 vezes no comprimento da mesa. Ele multiplicou esses valores e encontrou 540 cm. Em metros, o comprimento da mesa é de:</p><p>(A) 0,54.</p><p>(B) 5,4.</p><p>(C) 54.</p><p>(D) 540.</p><p>2. (SEPR). João Pedro montou uma barraca de sucos na festa da escola, vendeu 50 copos de 200ml. Sabendo-se que ele havia feito 12 litros de suco. Quantos litros sobraram?</p><p>(A) 1litro</p><p>(B) 2 litros</p><p>(C) 5 litros</p><p>(D) 10 litros</p><p>3. (SAEB 2013). Dona Clara está fazendo bolinhos de 60 g cada um. Quantos desses bolinhos ela fará com 1,2 kg de massa?</p><p>A) 20</p><p>B) 50</p><p>C) 72</p><p>D) 200</p><p>4. Carlos viajou de São Camilo para Palmares. Veja na figura abaixo a distância entre essas cidades.</p><p>Quantos metros Carlos percorreu nessa viagem?</p><p>A) 6.000 metros.</p><p>B) 60 000 metros.</p><p>C) 600.000 metros.</p><p>D) 6.000.000 metros.</p><p>5. Em um pacote há 36 balas e cada uma pesa 50 g. Quanto pesa esse pacote, em quilos?</p><p>(A) 1,8 kg</p><p>(B) 14 kg</p><p>(C) 18 kg</p><p>(D) 86 kg</p><p>6. A capacidade média de um copo é de 250 ml de água. Quantos copos podemos encher com 2 litros de água?</p><p>(A) 4 copos.</p><p>(B) 6 copos.</p><p>(C) 8 copos.</p><p>(D) 10 copos.</p><p>Unidade Escolar _____________________________________________________</p><p>Localidade: _____________________________ ______/_____/______</p><p>Professor (a): __________________________ Turma: __________</p><p>Componente Curricular: _________________________________________</p><p>Aluno (a):________________________________________________________________________</p><p>Atividade de Sala (Terça - feira)</p><p>1. Roberto correu a Maratona da Pampulha em 2008. Ele fez o percurso em 1 hora e 47 minutos. Qual foi o tempo em minutos gasto por Roberto para completar essa maratona?</p><p>(A) 100 minutos.</p><p>(B) 107 minutos.</p><p>(C) 117 minutos.</p><p>(D) 147 minutos.</p><p>2. (Saresp 2007). A médica explicou que o paciente deveria tomar 1 comprimido do mesmo medicamento a cada 6 horas? Quantos comprimidos desse medicamento o paciente deve tomar por dia?</p><p>(A) 1.</p><p>(B) 4.</p><p>(C) 6.</p><p>(D) 8.</p><p>3. (Projeto conseguir – DC). A avó de Rafael nasceu em 5 de fevereiro de 1932 e faleceu em 5 de</p><p>novembro de 2009. Quantos meses e anos a avó de Rafael viveu?</p><p>(A) 78 anos e 8 meses</p><p>(B) 77 anos e 9 meses</p><p>(C) 78 anos e 9 meses</p><p>(D) 77 anos e 8 meses</p><p>4. Para uma temporada curta, chegou à cidade o circo Fantasia, com palhaços, mágicos e acrobatas. O circo abrirá suas portas ao público às 9 horas e ficará aberto durante 9 horas e meia. A que horas o circo fechará?</p><p>(A) 16h30</p><p>(B) 17h30</p><p>(C) 17h45</p><p>(D) 18h30</p><p>5. Uma peça de teatro teve início às 20h 30min. Sabendo que a mesma teve duração de 105</p><p>minutos, qual é esse tempo da peça em horas?</p><p>(A) 1h 5min</p><p>(B) 1h 25min</p><p>(C) 1h 30min</p><p>(D) 1h 45min</p><p>6. Ana e Maria aniversariam hoje: Ana faz 30 anos e Maria faz 18. Daqui a 20 anos, quantos anos Ana terá a mais que Maria?</p><p>(A) 12 anos.</p><p>(B) 38 anos.</p><p>(C) 48 anos.</p><p>(D) 50 anos.</p><p>7. Uma viagem ao redor do mundo foi feita em 2 anos e 26 dias. Se 1 ano tem 365 dias, quantos dias durou essa viagem?</p><p>(A) 620 dias</p><p>(B) 630 dias</p><p>(C) 730 dias</p><p>(D) 756 dias</p><p>Unidade Escolar _____________________________________________________</p><p>Localidade: _____________________________ ______/_____/______</p><p>Professor (a): __________________________ Turma: __________</p><p>Componente Curricular: _________________________________________</p><p>Aluno (a):________________________________________________________________________</p><p>Atividade de Sala (Terça - feira)</p><p>1. (SAEPE) Leia o texto abaixo.</p><p>A origem do rio Solimões</p><p>Há muitos anos a Lua era noiva do Sol, que com ela queria se casar, mas, se isso acontecesse, se chegassem a se casar, destruir-se-ia o mundo. O amor ardente do Sol queimaria o mundo e a Lua com suas lágrimas inundaria toda a Terra. Por isso, não puderam se casar. A Lua apagaria o fogo. O Sol evaporaria toda a água.</p><p>Separaram-se, então, a Lua para um lado e o Sol para o outro. Separaram-se. A Lua chorou todo o dia e toda a noite; foi então que as lágrimas correram por cima da Terra até o mar. O mar embraveceu e, por isso, não pode a Lua misturar as lágrimas com as águas do mar, que meio ano corre para cima e meio ano para baixo.</p><p>Foram as lágrimas da Lua que deram origem ao nosso Rio Amazonas, também chamado de Rio Solimões.</p><p>LISBOA, Henriqueta. Literatura oral para a infância e a juventude – lendas, contos e fábulas populares no Brasil. São Paulo: Petrópolis, 2002. p.31.</p><p>- Qual é o fato que dá origem a essa história?</p><p>a) A braveza do mar com a Lua.</p><p>b) A separação da Lua e do Sol.</p><p>c) O incêndio provocado pelo Sol.</p><p>d) O noivado da Lua e do Sol.</p><p>2. (SEAPE) Leia o texto abaixo.</p><p>Gênio genioso</p><p>Ontem eu acordei e dei de cara com uma lâmpada mágica.</p><p>Digo lâmpada, mas de verdade não entendo porque chamam isso de lâmpada na história do Aladim. Não tem nada a ver com uma lâmpada normal, dessas que acendem. O nome desse objeto devia ser “bule mágico”.</p><p>E é um bule estranho, com o bico bem esticado — a lâmpada-bule que apareceu no meu quarto é igualzinha à que o Aladim encontra: dourada, reluzente, será que é de ouro?</p><p>Esfreguei os olhos pra ter certeza que não estava dormindo e peguei aquele troço esquisito pra olhar mais de perto. De onde tinha aparecido?</p><p>Bem do lado da minha cama... Sem saber o que fazer, fiz o que qualquer um teria feito: passei a mão de leve e fiquei esperando pra ver o que acontecia. Nada. Nem sinal de fumaça. Então resolvi esfregar a lâmpada-bule com força. Mas continuou não acontecendo nada, não apareceu gênio nenhum. Nem gênia.</p><p>Pena. Bem que eu precisava de uma ajudinha pra transformar o visto que a professora deu no meu desenho em estrelinha! Olhei mais uma vez pra lâmpada-bule e supliquei: Só um pedidinho? Quem sabe alguma coisa mais fácil? Nada.</p><p>Depois dessas tentativas, larguei a lâmpada-bule-não-mágica e fui tomar banho, pensando na minha falta de sorte. Pior do que nunca encontrar uma lâmpada mágica é topar com uma que não funciona.</p><p>Vai ver o gênio está com preguiça. Ou será que aquilo é algum brinquedo novo que minha mãe comprou pra mim? Mesmo assim, saí do chuveiro com esperança: quem sabe ele acordou? Resolvi lustrar a lâmpada-bule de novo, dessa vez com uma meia bem macia. Poxa, vamos lá! Há quantos mil anos você está esperando por essa esfregadinha? Não teve jeito.</p><p>Ô gênio temperamental! Tá bom, desculpe, não quis ofender chamando sua lâmpada de bule!</p><p>Mas que parece, parece.</p><p>TAVANO. Silvana. Disponível em: http://www.cronopios.com.br/ cronopinhos/ineditos.asp?id=96. Acesso em: 6 fev. 2012.</p><p>- Nesse texto, o que deu origem aos acontecimentos foi</p><p>a) a lâmpada do menino ser preguiçosa.</p><p>b) a lâmpada ser um bule mágico.</p><p>c) o menino encontrar uma lâmpada.</p><p>d) o menino ter esfregado a lâmpada.</p><p>3. (PROEB) Leia o texto abaixo.</p><p>Vegetais debaixo d’água</p><p>A turma ficou encantada com tudo. De manhã, conheceram tanta coisa, se divertiram e caminharam tanto... já estavam ficando “azuis” de fome.</p><p>De repente, o senhor Samuel disse:</p><p>— Pessoal, o almoço está na mesa!</p><p>Quando todos estavam assentados, começaram a comer as saladas. Uma era mais gostosa que a outra, todas muito fresquinhas. [...] Luísa descobriu que eram verduras hidropônicas e comentou:</p><p>— Queria tanto ver como isso funciona.</p><p>Toda a turma havia planejado ver os cavalos no pasto, mas seguiu o senhor Samuel até um lugar parecido com uma tenda, onde havia diversas caixas suspensas.</p><p>— O que é isso?</p><p>— São caixas para hidroponia – explicou o senhor Samuel, mostrando que essa é uma técnica de cultivo que não usa terra. [...] É que a hidroponia oferece as mesmas condições que o cultivo comum de verduras. Essas caixas que vocês estão vendo são cobertas por isopor. É ele que sustenta a planta, separando a raiz das folhas. Por baixo, corre água com nutrientes em períodos alternados para que a raiz também possa respirar.</p><p>— Mas qual é a vantagem? Parece que dá mais trabalho, perguntou o Cazuza.</p><p>— Ao contrário. Dá menos trabalho. Com a hidroponia, a planta tem capacidade de crescer mais rápido.</p><p>— Que legal! Verduras fazem muito bem à saúde... — Comentou Quico, lembrando-se do delicioso almoço que a [...] cozinheira tinha preparado.</p><p>Nosso Amiguinho. n. 9, ano 57, mar. 2010, p. 31-32. Fragmento.</p><p>- O que deu origem aos fatos narrados nesse texto foi</p><p>a) a curiosidade de Luísa.</p><p>b) a separação das raízes.</p><p>c) o desejo de ver os cavalos.</p><p>d) o chamado para o almoço.</p><p>4.(SADEAM) Leia o texto abaixo:</p><p>O Leão e o Inseto</p><p>Um Inseto se aproximou de um Leão e disse sussurrando em seu ouvido: “Não tenho nenhum medo de você, nem acho você mais forte que eu. Se você duvida disso, eu o desafio para uma luta, e, assim, veremos quem será o vencedor.”</p><p>E voando rapidamente sobre o Leão, deu-lhe uma ferroada no nariz. O Leão, tentando pegá-lo com as garras, apenas atingia a si mesmo, ficando, assim, bastante ferido.</p><p>Desse modo, o Inseto venceu o Leão, e entoando o mais alto que podia uma canção que simbolizava sua vitória sobre o Rei dos animais, foi embora relatar seu feito para o mundo.</p><p>Mas, na ânsia de voar para longe e rapidamente espalhar a notícia, acabou preso numa teia de aranha.</p><p>Então se lamentou dizendo: “Ai de mim, eu que sou capaz de vencer a maior das feras, fui vencido por uma simples Aranha.”</p><p>Moral da História: O menor dos nossos inimigos é frequentemente o mais perigoso.</p><p>ESOPO. Disponível em: http://sitededicas.uol.com.br. Acesso em: 24 mar. 2010.</p><p>- No final dessa história, o inseto.</p><p>a) comemorou a vitória com os animais.</p><p>b) desafiou o leão para uma luta.</p><p>c) foi derrotado por uma aranha.</p><p>d) fugiu da luta voando rapidamente.</p><p>5. (AvaliaBH) Leia o texto abaixo e responda.</p><p>OS SONHOS DE JOSAFÁ</p><p>Josafá gostava muito de dormir. Dormia a toda hora e em todos os lugares. Debaixo da lua, debaixo do sol, tanto fazia. E, quanto mais dormia, mais sonhava.</p><p>Um dia, Josafá resolveu, depois de cada despertar, contar seus sonhos à primeira pessoa que encontrasse. [...]</p><p>Então, contou o primeiro sonho...</p><p>Antoninho passava pela estradinha de terra que ia dar no Córrego de Areia, quando ouviu um grito. Era Josafá, acabando de acordar:</p><p>— Êi! Êi! Eu sonhei com um peixe. Você conhece o peixe que morava debaixo da ponte do rio Jaguaribe? Não?</p><p>Ele tem um telefone celular, sabia? (Isso não estava no sonho, mas Josafá achou por bem inventar) Ele me disse que um velho danado queria fazer dele seu almoço.</p><p>E sabe o que o peixe fez? Nadou, nadou e nadou para bem longe...</p><p>O garotinho, que não era bobo, olhou de um jeito engraçado para Josafá e respondeu:</p><p>— Nadou para bem longe, foi? Pois seu sonho não salvou o peixinho...</p><p>— Por quê? — espantou-se Josafá.</p><p>— Ora, porque meu nome é Antoninho Velho. Se ele nadou, não sei. Sei que acabei de almoçar um peixinho.... — e saiu correndo, deixando o sonhador vendo bolhas de sonho explodindo no ar.</p><p>Pieiro, Jorge. Os sonhos de Josafá, Fortaleza: Secretaria de Educação Básica, 2007.</p><p>- O que fez com que essa história acontecesse?</p><p>a) A informação inventada sobre o peixe.</p><p>b) A resposta inesperada do Antoninho.</p><p>c) O encontro de Josafá com Antoninho.</p><p>d) O relato do sonho com o peixe.</p><p>6. (SAERS) Leia o texto abaixo e responda.</p><p>O LOBO DESATENTO</p><p>Certa noite, um lobo andava pela floresta em busca de comida. E já estava empenhado nessa tarefa havia um bom tempo, sem qualquer resultado prático, quando sentiu no ar o cheiro de carneiros. “Até que enfim!”, foi o pensamento que lhe veio à cabeça de imediato, e então, imaginando o que de bom poderia encontrar mais adiante para aplacar a fome que sentia, ele caminhou rapidamente na direção que o seu faro indicava.</p><p>Logo à frente, as árvores davam lugar a uma grande área coberta de relva, e era nesse pedaço de chão que os carneiros descansavam protegidos por um cão. O lobo não se preocupou com isso. O que fez foi sair andando passo a passo, o mais devagar que podia, procurando se aproximar do ponto que ficava mais distante do vigia, onde algumas das possíveis presas dormiam sossegadas.</p><p>E já estava quase lá, quando uma de suas patas traseiras descuidou-se um momento e pisou em um pedaço de tábua já meio apodrecido. Esta rangeu sob o peso do animal, e o barulho que fez soou tão alto em meio ao silêncio da noite que acordou o cão de guarda, fazendo-o sair</p><p>na mesma hora em perseguição ao lobo desastrado. Que por sua vez, coitado, não teve outra</p><p>coisa a fazer senão fugir em desabalada carreira, esfomeado e sem alimento.</p><p>Moral da história: Quem não presta atenção no que faz, algum dia vai acabar se metendo em apuros.</p><p>Disponível em: http://www.fernandodannemann.recantodasletras. com.br>. Acesso em: 5 abr. 2010.</p><p>- Nesse texto, o que deu origem aos fatos narrados foi o:</p><p>a) cão perseguir o lobo quando ele pisou na tábua.</p><p>b) cão vigiar os carneiros que dormiam sossegados.</p><p>c) lobo andar desatento à noite pela floresta.</p><p>d) lobo sentir cheiro de carneiros na floresta.</p><p>7. (P.D. - SEDUC-GO) Leia o texto abaixo e, a seguir, responda.</p><p>A girafa sem sono</p><p>Naquela noite, enquanto todos os animais da floresta já estavam dormindo há muito tempo, a girafa andava pra lá e pra cá e não conseguia pegar no sono.</p><p>— É falta de um bom travesseiro! — falou uma árvore que estava lá perto. — Mas eu tenho um sob medida para você. É só encostar sua cabeça no meio destes dois galhos e você dormirá sossegada até o dia amanhecer.</p><p>— É verdade! Como é que eu não tinha pensado nisso! — disse a girafa, e encostou a cabeça no meio dos dois galhos da árvore.</p><p>Mas logo em seguida pensou: “Eta travesseiro duro que eu arranjei! Nunca vou conseguir pegar no sono com um travesseiro tão duro como este".</p><p>— Que tal, então, você encostar a cabeça em alguma coisa mais fofa e macia, para dormir e ter os mais lindos sonhos da sua vida? — falou uma nuvem que estava de passagem.</p><p>— É verdade! Como é que eu não tinha pensado nisso! — disse a girafa e encostou a cabeça na nuvem.</p><p>Mas logo em seguida pensou: ”E se essa coisa fofa e macia derreter e virar chuva, onde vai parar minha cabeça? Nunca vou conseguir pegar no sono com um travesseiro tão mole como este”.</p><p>LACOCCA, Liliana. A girafa sem sono. São Paulo, Ática, Coleção Labirinto.</p><p>- O que deu origem à história narrada foi o fato de</p><p>a) a girafa estar sem sono.</p><p>b) a nuvem conversar com a girafa.</p><p>c) a árvore atrapalhar o sono da girafa.</p><p>d) a girafa estar sem um bom travesseiro.</p><p>image1.png</p><p>image2.tmp</p>

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