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<p>Projeto Multidisciplinar Vl</p><p>Marcos Cavalcante RA: 65096</p><p>Etapa I – Primeiro Bimestre</p><p>Meta 1 – praticas em laboratório – pesagem de matérias primas para encapsulamento</p><p>Pesagem</p><p>Inicialmente o farmacêutico faz a conferência inicial da prescrição conforme o item 4.5.1 da Resolução 33/2000 e orienta quanto às seguintes etapas:</p><p>O manipulador confere se a ordem de manipulação está de acordo com a receita e o rótulo, separa atenciosamente os potes dos componentes que serão utilizados (as matérias-primas deverão ser armazenadas em recipientes adequados, hermeticamente fechadas, rotuladas com todas as especificações (ex.: nome, fator de diluição se aplicável, nome do fornecedor, prazo de validade, ficha de diluição quando aplicável, número do lote, etc.)). Procede-se a pesagem individual de cada componente da formulação, conferindo o peso descrito na ficha de pesagem com o indicado na balança (os potes com as matérias-primas, após terem sido utilizados, deverão ser fechados e recolocados nas prateleiras no seu devido lugar). O manipulador deverá pesar as substâncias especificadas na receita, observando as respectivas quantidades, registrando os respectivos cálculos bem como os lotes na ordem de manipulação, A pesagem deve ser precisa e cuidadosa.</p><p>Ao iniciar a pesagem, o manipulador deverá previamente tarar o recipiente de pesagem. O manipulador deverá pesar cada substância separadamente (dando prioridade às substâncias presentes em quantidades menores), tarando a balança a cada operação. A quantidade do excipiente a ser pesada deve ser determinada pelo método volumétrico (veja tabela abaixo) de acordo com o tamanho da cápsula a ser utilizada. pós o término da pesagem da formulação, inclusive do excipiente proceder com a tamisação/trituração/diluição (homogeneização) do medicamento. A ordem de manipulação deve conter orientação sobre o tamanho e cor de cápsulas a serem utilizadas.</p><p>Tabela - Capacidade das Cápsulas Gelatinosas Duras</p><p>CAPACIDADE DAS CÁPSULAS GELATINOSAS DURAS</p><p>Tamanho da cápsula</p><p>Volume (mL)</p><p>Peso (mg)</p><p>Qtde de princípio ativo usualmente empregada</p><p>000</p><p>1,37 mL</p><p>Acima de 1000mg (750mg) *</p><p>Acima de 750mg</p><p>00</p><p>0,95 mL</p><p>(500) * a 1000mg</p><p>Entre 351 a 500mg</p><p>0</p><p>0,68mL</p><p>(400) * a 500mg</p><p>251 a 350mg</p><p>1</p><p>0,50mL</p><p>(350) * a 400mg</p><p>151 a 250mg</p><p>2</p><p>0,37mL</p><p>(250) * a 300mg</p><p>50 a 150mg</p><p>3</p><p>0,30mL</p><p>(200) * a 300mg</p><p>Até 50mg</p><p>4</p><p>0,21mL</p><p>(126) * a 252mg</p><p>Até 5mg</p><p>* Capacidade média para substância com densidade aparente próxima da lactose. Existem diferenças de capacidade em peso relacionadas com a reologia do pó, tenuidade, densidade aparente, etc. Exemplo: uma cápsula número 0 pode conter 300mg de cáscara sagrado pó ou 825mg de cloreto de sódio. Portanto é recomendável a utilização da proveta.</p><p>Tamisação/trituração/diluição (homogeneização)</p><p>O manipulador seleciona a ordem de manipulação junto com a receita de acordo com o horário de entrega ao cliente; confere o rótulo e a requisição de acordo com a receita; verifica se existe alguma anotação em relação à matéria-prima ou orientação técnica de manipulação. Transfere o pó para o tamis de malha adequado (40 a 60) e tamisa o pó com pistilo, pressionando-o contra o tamis em movimentos circulares e de vai e vem até o esgotamento do pó.</p><p>Verte os pós pesados para o gral de porcelana, tritura várias vezes com movimentos no sentido horário e vários movimentos no sentido anti-horário, revolve o pó no interior e lateral do pistilo e do gral com a espátula e mistura novamente com movimentos no sentido horário e com movimentos no sentido anti-horário.</p><p>Meta Il – Pratica em laboratório - Encapsulagem</p><p>Encapsulação</p><p>O encapsulador seleciona a formulação previamente homogeneizada, a ser encapsulada, por ordem de prazo de entrega prometido ao cliente. Encapsula a fórmula utilizando as placas necessárias de acordo com o tamanho de cápsula a ser utilizado conforme a recomendação na ordem de manipulação e preenche o registro. Verte as cápsulas para a embalagem adequada e a rotula - preenche os registros necessários. Envia junto o produto embalado com a receita para a conferência e controle da qualidade.</p><p>Meta III</p><p>Conhecimentos Importantes – Visita a Farmácia do município de Delmiro Gouveia (CAF)</p><p>Hoje dia sete de agosto de 2024, fiz uma visita a caf de minha cidade onde conversei com o Dr Antônio Bento, farmacêutico responsável onde fiz as seguintes perguntas:</p><p>1. O que é e para que serve o pop?</p><p>R: O procedimento operacional padrão (POP) é um documento que reúne descrições sobre as atividades e rotinas de uma empresa. Pode ser entendido como um manual de instruções que dita o passo a passo de uma tarefa para assegurar qualidade, padronização e previsibilidade de processos e resultados.</p><p>2. Faça um pop da rotina de aplicação de injetáveis intramusculares em drogarias?</p><p>R: Para aplicar uma injeção intramuscular devem ser seguidos os seguintes passos:</p><p>1. Passar uma gaze com álcool na pele no local da aplicação da injeção;</p><p>2. Fazer uma prega na pele com o polegar e o indicador, no caso do braço ou da coxa. Não é necessário fazer a prega no caso do glúteo;</p><p>3. Inserir a agulha num ângulo de 90º, mantendo a prega. No caso da aplicação da injeção no glúteo, deve-se inserir primeiro a agulha e só depois juntar a seringa;</p><p>4. Puxar um pouco o êmbolo, para verificar se existe entrada de sangue na seringa. Caso isso aconteça, significa que se está dentro de um vaso sanguíneo e, por isso, é importante levantar ligeiramente a agulha e virar a sua direção um pouco mais para o lado, para evitar injetar o remédio diretamente no sangue;</p><p>5. Empurrar o êmbolo da seringa lentamente enquanto se mantém a prega na pele.</p><p>6. Remover a seringa e a agulha em um movimento único, desfazer a prega na pele e pressionar com uma gaze limpa durante 30 segundos;</p><p>Colocar um band-aid no local da aplicação da injeção.</p><p>7. As injeções intramusculares, especialmente em bebês ou crianças pequenas, só devem ser aplicadas por um enfermeiro, farmacêutico ou médico treinados para evitar complicações graves, como infecção, abcesso ou paralisia.</p><p>A injeção intramuscular pode ser aplicada no glúteo, no braço ou na coxa, dependendo do tipo de medicamento e da quantidade a administrar</p><p>3. Quanto a umidade da sala de medicamentos e a temperatura da geladeira, sabemos que devem ser controladas constantemente.</p><p>· R: Umidade: o alto índice de umidade no ambiente pode afetar a estabilidade dos medicamentos e contribuir com o crescimento de fungos e bactérias no produto, causando reações químicas.</p><p>Temperatura: é a responsável direta pela maioria das alterações ou deteriorações nos medicamentos. Uma temperatura fora do padrão determinado pode acelerar a indução de reações químicas e a decomposição dos medicamentos, alterando sua eficácia. IMPORTANTE: para realizar o controle de temperatura no armazenamento de medicamentos, é necessário utilizar termômetros nas áreas de estocagem, com registros diários e mensais em mapas de controle, relatórios e gráficos demonstrativos para corrigir anormalidades (ou sua empresa pode ter tudo isso em uma única plataforma, com a Sensorweb).</p><p>4. Faça uma planilha de controle de umidade e controle de temperatura da geladeira de medicamentos, colocando o padrão permitido e a regularidade de medições exigidas (quantas vezes por dia tenho que registrar).</p><p>R:</p><p>Anotar em formulário próprio a temperatura ambiente e das geladeiras, assim como a umidade, duas vezes ao dia, no período da manhã e da tarde, todos os dias. Desse modo, a temperatura da geladeira de medicamentos deve ser entre 2°C e 8°C, porém isso só é possível caso haja um controle e monitoramento preciso de temperatura. Qualquer evento, desde abertura constante de porta até problemas da rede elétrica pode acarretar em variação brusca de temperatura. Para regular a temperatura da sua geladeira, primeiro verifique o termostato. A maioria das geladeiras tem um botão ou dial que permite ajustar a temperatura. Se o seu termostato não tiver uma escala numérica, comece ajustando-o para o meio e verifique a temperatura após algumas</p><p>horas, A ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, diz que a temperatura recomendada do refrigerador é abaixo de 5° C. No entanto, a temperatura ideal do refrigerador é, na verdade, mais baixa: tente ficar entre ou 1,7 a 3,3 °C.</p><p>Como reduzir a umidade do ambiente?</p><p>1. Aumente a ventilação. Abra as janelas e portas do cômodo com frequência para que a luz natural entre e a ventilação seja renovada. ...</p><p>2. Evite que os móveis fiquem encostados na parede. ...</p><p>3. Cuide dos vazamentos e infiltrações. ...</p><p>4. Use um desumidificador de ar.</p><p>Meta 4 – Aferição da pressão Arterial</p><p>Faça um relatório sobre sua pratica, trazendo os resultados que você encontrou na aferição realizada devidamente registrados na sua tabela de serviços farmacêuticos.</p><p>R: A hipertensão arterial sistêmica é uma condição muito prevalente em todo o mundo. Frequentemente se associa a distúrbios metabólicos, sendo agravada pela presença de outros fatores de risco, como dislipidemia, intolerância à glicose e diabetes mellitus. Segundo a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial, o objetivo das estratégias para implementação de medidas de prevenção da HA deve ser “estimular o tratamento contínuo, o controle da pressão arterial (PA) e de fatores de risco associados, por meio da modificação do estilo de vida e/ou uso regular de medicamentos”. Sendo assim, a farmácia exerce um papel essencial nessa estratégia, uma vez que o farmacêutico pode, além de realizar a aferição da pressão do paciente, fazer o acompanhamento farmacoterapêutico e sugerir mudanças no estilo de vida. Acompanhe o artigo a seguir e confira as principais dicas para realizar este serviço no seu estabelecimento.</p><p>Segundo o Conselho Federal de Farmácia, o Rastreamento em Saúde visa a identificação provável de doença ou condição de saúde não identificada, pela aplicação de testes, exames ou outros procedimentos que possam ser realizados rapidamente, com subsequente orientação e encaminhamento do paciente aos serviços de saúde para diagnóstico e tratamento. A hipertensão arterial sistêmica é um exemplo de condição que pode ser rastreada na farmácia. Segundo o Ministério da Saúde, um em cada quatro brasileiros adultos dizem ter diagnóstico médico de hipertensão. Esta condição atinge principalmente indivíduos idosos, que estão entre os maiores frequentadores de farmácias. Oferecer o serviço de aferição da PA é uma excelente oportunidade para divulgar seus outros serviços farmacêuticos e, assim, tornar o seu paciente um frequentador assíduo do seu estabelecimento.</p><p>Responda de um modo objetivo o que é pressão sistólica e diastólica</p><p>R: Pressão arterial sistólica é o número mais importante em sua leitura. Ele mede a força do sangue contra as paredes das artérias enquanto seus ventrículos – as duas câmaras inferiores do coração – se comprimem, empurrando o sangue para o resto do corpo.</p><p>Pressão arterial diastólica é o número mais baixo em sua leitura. Ele mede a força do sangue contra as paredes das artérias enquanto o coração relaxa e os ventrículos podem se encher de sangue.</p><p>Faça uma tabela de classificação da pressão arterial sistólica e diastólica colocando os valores devidos da pressão sistólica e diastólica para cada resultado</p><p>R:</p><p>A hipertensão é classificada em estágios (1, 2 e 3). Faça uma tabelinha, como exemplificada abaixo, colocando os valores de oscilação da pressão arterial para cada estagio</p><p>R:</p><p>A hipertensão é dividida em três tipos, conforme os estágios classificados pelos níveis de pressão arterial. O estágio I corresponde à pressão acima de 140/90 e abaixo de 160/100. O estágio II ocorre acima de 160/100 e abaixo de 180/110. Já o estágio III é marcado pela pressão acima de 180/110.</p><p>Etapa 2 – Segundo Bimestre</p><p>Meta V – Pratica em Laboratório – Coleta de sangue</p><p>A coleta de sangue é um procedimento feito por profissionais qualificados para tal função, pois além da questão técnica da forma como se faz a punção venosa, a pessoa deve saber como funciona o processo de análise do sangue para colher as amostras de maneira adequada.</p><p>Após a coleta no laboratório, coloquei como manda os a ética no Tubo roxo - usados em análises hematológicas, os tubos com tampa roxa ou tubos de EDTA possuem anticoagulantes.</p><p>Meta VI – prática em laboratório – Esfregaço de Sangue</p><p>O esfregaço de sangue, também conhecido como distensão sanguínea ou ainda extensão sanguínea, é um teste realizado em hematologia para a contagem e a identificação de anormalidades nas células do sangue. O teste consiste na extensão de uma fina camada de sangue sobre uma lâmina de microscopia que, após corada, é analisada em microscópio. Um esfregaço de sangue pode fornecer informações importantes sobre o paciente, auxiliando o médico no diagnóstico de doenças relacionadas ao sangue, por exemplo as anemias, e outras condições médicas, tais como infecções.</p><p>O método de preparação para demonstrar melhor os tipos celulares do sangue periférico é o esfregaço de sangue. Uma gota de sangue é colocada diretamente sobre uma lâmina de vidro e espalhada em uma camada fina pela sua superfície. Isso é obtido espalhando-se a gota de sangue com a borda de uma lâmina histológica ao longo de outra lâmina, com o objetivo de produzir uma monocamada de células, como mostra as fotos acima.</p><p>Laminas coradas, coloração de lâminas é um processo comum em análises laboratoriais, incluindo o kit panótico, que é utilizado para colorir tecidos e células em amostras de lâminas. Esse kit geralmente contém corantes como hematoxilina e eosina, que destacam diferentes estruturas celulares.</p><p>Meta VII – Pratica em Laboratório – preparo de xarope Simples</p><p>1. Agora responda</p><p>a. Quais conservantes podem ser usados nessa base?</p><p>R: Ácido cítrico, benzoato de sódio ou parabenos</p><p>b. Em qual Concentração?</p><p>R: A concentração usual é de 0,01% a 0,02%</p><p>c.Qual será o prazo de validade?</p><p>R: No máximo seis meses</p><p>2. Vamos simular o preparo de 120ml de xarope de guaco a 5%, utilizando esse xarope base. Descreva detalhadamente qual será o procedimento para preparo, utilizando seu conhecimento farmacotécnico, bem como descrevendo todos os componentes com suas medidas extas?</p><p>R: A colheita da planta, a seleção/ triagem das folhas, a higienização, a secagem, a pulverização, a produção da tintura, do xarope simples e, finalmente, a manipulação farmacotécnica do xarope de guaco. Componentes e quantidade para 500ml de tintura: Tintura de guaco a 20% 120 mL Xarope simples q.s.p. 120 mL (4,250g de sacarose + 750ml de água). Transferir a tintura, preparada com folhas secas e álcool etílico a 70%, para recipiente adequado. Solubilizar com o auxílio da formulação básica de xarope. Completar o volume e homogeneizar. Utilizar a formulação básica de xarope, fria, no preparo desta formulação. A embalagem deve garantir proteção do fitoterápico contra contaminações, efeitos da luz e umidade e apresentar lacre ou selo de segurança que garanta a inviolabilidade do produto. Para a forma farmacêutica tintura e xarope: acondicionar em frasco de vidro âmbar.</p><p>3. Caso eu queira deixar meu xarope com um aspecto (coloração) melhor, bem como um sabor mais agradável, terei que usar adjuvantes na formulação.</p><p>A. Qual o nome destes adjuvantes que usarei?</p><p>R: Corante e Flavorizante</p><p>b. Traga 2 exemplos de cada</p><p>R: Exemplos de corante: Óxido férrico | Fluoresceína</p><p>Exemplos de Flavorizante: Óxido férrico | Fluoresceína</p><p>Meta VII - Homeopatia</p><p>Os medicamentos homeopáticos são preparados a partir de matérias-primas de origem vegetal, mineral ou animal, utilizadas em seu estado natural. Essas substâncias são submetidas a dois processos característicos do medicamento homeopático: a diluição e a dinamização. Os produtos de base para constituir sua farmacopeia, a homeopatia recorre a todos os recursos da natureza. Substâncias</p><p>bastante diversas Milhares de substâncias são utilizadas como matéria-prima para o preparo dos medicamentos homeopáticos: plantas (cebola, café, coca, sabugueiro, etc.), minerais (ouro, cobre, chumbo, ferro, mercúrio, sal marinho, petróleo, etc.), animais ou secreções animais (abelha, formiga, veneno de víbora e outras cobras, tinta de lula, etc.). Algumas dessas substâncias, em estado natural, são extremamente perigosas para o organismo. De qualquer forma, elas perdem toda a toxicidade nas doses ínfimas em que são prescritas pela homeopatia.</p><p>Farmácia de Manipulação Homeopática é aquela que manipula produtos e fórmulas oficinais e magistrais que obedeçam à farmacotécnica homeopática. Na tentativa de garantir qualidade, exige-se para o funcionamento da farmácia de manipulação homeopática a presença de um farmacêutico responsável técnico durante todo o horário de funcionamento e que o mesmo possua habilitação ou especialização na área de homeopatia para poder manipular os medicamentos homeopáticos.</p><p>Na manipulação homeopática, o farmacêutico devidamente habilitado deve empregar o controle de qualidade em todas as etapas do desenvolvimento ou fabricação de medicamentos homeopáticos, estabelecendo diretrizes e realizando uma verificação extremamente cuidadosa do processo de manipulação, controle de matérias-primas, fornecedores, material de embalagem, controle do meio ambiente, controle da fabricação, prazos de validade, condições mais adequadas para o armazenamento e acondicionamento bem como o controle final do produto acabado. A realização desse conjunto de operações é extremamente importante para garantir a qualidade, a eficácia, a segurança e a credibilidade dos medicamentos dispensados à população. Também é necessário investimento em treinamento de equipe e realização periódica de avaliações e, em alguns casos, adequações dos métodos utilizados para a produção dos medicamentos seguindo sempre os parâmetros analíticos pré-estabelecidos pela legislação e farmacopeias vigentes obedecendo e atendendo às condições de pureza por elas exigidas.</p><p>De acordo com a legislação brasileira, a farmácia de manipulação homeopática tem que possuir estrutura física e técnica adequadas e estar regularizada perante a Vigilância Sanitária para o exercício dessa atividade. Deve ter sala ou laboratório de controle de qualidade em condições adequadas para a realização de análises das fórmulas homeopáticas manipuladas, de modo a atestar a qualidade microbiológica, química e física de todos os produtos reembalados, reconstituídos, diluídos, adicionados, misturados ou de alguma maneira manuseados antes da sua dispensação. É obrigatório que o laboratório realize ao menos uma análise interna, podendo as demais ser realizadas por mão de obra terceirizada de laboratório externo, devidamente adequado para estes fins. Alguns fatores dificultam a prática do controle de qualidade pelas farmácias de manipulação homeopáticas tais como: alto custo, necessidade de investimento inicial para adequação de área física, aquisição de equipamentos básicos para a realização dos testes mínimos exigidos, necessidade de treinamento contínuo de pessoas, complexidade de algumas análises, entre outros.</p><p>image4.jpeg</p><p>image5.png</p><p>image6.png</p><p>image7.jpeg</p><p>image8.jpeg</p><p>image9.jpeg</p><p>image10.png</p><p>image11.jpeg</p><p>image12.jpeg</p><p>image13.jpeg</p><p>image14.jpeg</p><p>image15.jpeg</p><p>image16.jpeg</p><p>image17.jpeg</p><p>image18.jpeg</p><p>image19.jpeg</p><p>image1.png</p><p>image2.jpeg</p><p>image3.jpeg</p>