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<p>A ENGENHARIA GENÉTICA:</p><p>O USO DE CÉLULAS-TRONCO</p><p>CÉLULAS-TRONCO</p><p>• As células-tronco são células capazes</p><p>de autorrenovação e diferenciação</p><p>em muitas categorias de células. Elas</p><p>também podem se dividir e se</p><p>transformar em outros tipos de</p><p>células. Além disso, as células-tronco</p><p>podem ser programadas para</p><p>desenvolver funções específicas,</p><p>tendo em vista que ainda não</p><p>possuem uma especialização.</p><p>• Basicamente, as células tronco</p><p>podem se autorreplicar, ou seja, se</p><p>duplicar, gerando outras células-</p><p>tronco. Ou ainda se transformar em</p><p>outros tipos de células.</p><p>Ovo/Zigoto:</p><p>célula que inicia</p><p>seu próprio</p><p>processo de</p><p>divisão celular e</p><p>diferenciação</p><p>Processo de intensa divisão</p><p>celular.</p><p>Epiderme e</p><p>sistema nervoso</p><p>Tubo diges*vo e</p><p>glândulas anexas como</p><p>o pâncreas.</p><p>Ossos,</p><p>músculos,</p><p>sangue e</p><p>car@lagem</p><p>TIPOS DE CÉLULAS-TRONCO</p><p>•Existem três principais .pos de</p><p>células-tronco:</p><p>•as embrionárias e as adultas,</p><p>que são encontradas</p><p>principalmente na medula óssea</p><p>e no cordão umbilical, oriundas</p><p>de fontes naturais e;</p><p>•as pluripotentes induzidas, que</p><p>foram ob.das por cien.stas em</p><p>laboratório em 2007.</p><p>1- CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS</p><p>• As células pluripotentes, ou</p><p>embrionárias, são assim chamadas</p><p>por possuir a capacidade de se</p><p>transformar em qualquer 8po de</p><p>célula adulta. Elas são encontradas</p><p>no embrião, apenas quando este se</p><p>encontra no estágio de blastocisto (4</p><p>a 5 dias após a fecundação).</p><p>• Na figura, a região circulada em</p><p>vermelho é chamada Massa Celular</p><p>Interna e é esta massa de células</p><p>que chamamos de células-tronco</p><p>embrionárias.</p><p>1- CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS</p><p>• Em uma fase posterior ao embrião</p><p>de 5 dias, já pode ser visto</p><p>estruturas mais complexas como</p><p>coração e sistema nervoso em</p><p>desenvolvimento, ou seja, as suas</p><p>células já se especializaram e não</p><p>podem mais ser consideradas</p><p>células-troncos.</p><p>• O corpo humano possui,</p><p>aproximadamente, 216 8pos</p><p>diferentes de células e as células-</p><p>tronco embrionárias podem se</p><p>transformar em qualquer uma delas.</p><p>• Esse esquema pode ser visto no</p><p>processo representado na figura.</p><p>2- CÉLULAS-TRONCO ADULTAS</p><p>• Na fase adulta, as células-tronco</p><p>encontram-se, principalmente, na</p><p>medula óssea e no sangue do cordão</p><p>umbilical, mas cada órgão do nosso</p><p>corpo possui um pouco de células-</p><p>tronco para poder renovar as células ao</p><p>longo da nossa vida, como mostra a</p><p>figura.</p><p>• Elas podem se dividir para gerar uma</p><p>célula nova ou outra diferenciada.</p><p>• As células-tronco adultas são chamadas</p><p>de mul$potentes por serem menos</p><p>versáteis que as embrionárias.</p><p>3- CÉLULAS-TRONCO PLURIPOTENTES OU INDUZIDAS</p><p>• As primeiras células-tronco humanas induzidas</p><p>foram produzidas em 2007, a par9r da pele. E</p><p>tem sido daí que são re9radas as células para</p><p>reprogramação, mesmo que teoricamente,</p><p>qualquer tecido do corpo possa ser</p><p>reprogramado.</p><p>• O processo de reprogramação ocorre por meio</p><p>da inserção de um vírus contendo 4 genes. Estes</p><p>genes se inserem no DNA da célula adulta, como,</p><p>por exemplo, uma da pele, e reprogramam o</p><p>código gené9co. Com este novo programa, as</p><p>células voltam ao estágio de uma célula-tronco</p><p>embrionária e possuem caracterís9cas de</p><p>autorrenovação e capacidade de se</p><p>diferenciarem em qualquer tecido.</p><p>• Estas células são chamadas de células-tronco de</p><p>pluripotência induzida ou pela sigla iPS (do</p><p>inglês induced pluripotent stem cells).</p><p>COMO AS CÉLULAS-TRONCO PODEM SER UTILIZADAS</p><p>• A pesquisa com as células-tronco é fundamental</p><p>para entender melhor o funcionamento e</p><p>crescimento dos organismos e como os tecidos do</p><p>nosso corpo se mantêm ao longo da vida adulta, ou</p><p>mesmo o que acontece com o nosso o organismo</p><p>durante uma doença.</p><p>• As células-tronco fornecem aos pesquisadores</p><p>ferramentas para modelar doenças, testar</p><p>medicamentos e desenvolver terapias que</p><p>produzam resultados efe9vos.</p><p>• A terapia celular é a troca de células doentes por</p><p>células novas e saudáveis, e este é um dos possíveis</p><p>usos para as células-tronco no combate a doenças.</p><p>• Em teoria, qualquer doença em que houver</p><p>degeneração de tecidos do nosso corpo poderia ser</p><p>tratada através da terapia celular.</p><p>COMO AS CÉLULAS-TRONCO PODEM SER UTILIZADAS</p><p>• Para pesquisas de células-tronco, todos os</p><p>3pos são necessários para análise, pois cada</p><p>uma delas têm um potencial diferente a ser</p><p>explorado e, em muitos casos, podem se</p><p>complementar.</p><p>• Mesmo após a criação das células-tronco</p><p>pluripotentes, não podemos deixar de u3lizar</p><p>as células-tronco embrionárias, pois sem</p><p>conhecê-las seria impossível desenvolver a</p><p>reprogramação celular.</p><p>• Além disso, embora os resultados sejam muito</p><p>promissores, as iPS e as embrionárias ainda</p><p>não são 100% iguais e o processo de</p><p>reprogramação ainda sofre com um mínimo</p><p>de insegurança por conta da u3lização dos</p><p>vírus. Existem outras opções sendo estudadas,</p><p>mas é muito importante que possamos ter e</p><p>comparar esses 2 3pos celulares.</p><p>OBSTÁCULOS A SEREM ENFRENTADOS PARA QUE AS CÉLULAS-</p><p>TRONCOS POSSAM SER USADAS NO TRATAMENTO DE DOENÇAS:</p><p>• Mesmo com os resultados testes sendo posi9vos</p><p>ou, pelo menos, promissores, as pesquisas de</p><p>células-tronco e suas aplicações para tratar</p><p>doenças ainda estão em estágio inicial. É preciso</p><p>u9lizar métodos rigorosos de pesquisa e testes</p><p>para garan9r segurança e eficácia a longo prazo.</p><p>• Quando as células-tronco são encontradas e</p><p>isoladas, é necessário proporcionar as condições</p><p>ideais para que elas possam se diferenciar e se</p><p>transformar nas células específicas necessárias no</p><p>tratamento escolhido, e, para esse processo, é</p><p>necessário bastante experimentação e testes.</p><p>• Além de tudo, é necessário o desenvolvimento de</p><p>um sistema para entregar as células à parte</p><p>específica do corpo e es9mulá-las a funcionar e se</p><p>integrar como células naturais do corpo humano.</p><p>QUESTÕES ÉTICAS E LEGAIS NO USO DAS</p><p>CÉLULAS-TRONCO</p><p>• De acordo com a Lei de Biossegurança (Lei no 11.105/05), apenas os embriões</p><p>humanos produzidos por fer8lização in vitro inviáveis para a implantação ou</p><p>aqueles excedentes, congelados por no mínimo três anos, podem ser u8lizadas</p><p>para fins de pesquisa e terapia. Independentemente do caso, é necessário o</p><p>consen8mento dos genitores doadores.</p><p>• A definição de embriões inviáveis foi feita pelo ar8go 3o, XIII, do Decreto</p><p>5.591/05. São inviáveis aqueles embriões com alterações gené8cas</p><p>comprovadas por diagnós8co pré-implantacional, conforme normas específicas</p><p>estabelecidas pelo Ministério da Saúde, que 8verem seu desenvolvimento</p><p>interrompido por ausência espontânea de clivagem após 24 horas da</p><p>fer8lização in vitro ou com alterações morfológicas que comprometam o pleno</p><p>desenvolvimento do embrião.</p><p>QUESTÕES ÉTICAS E LEGAIS NO USO DAS</p><p>CÉLULAS-TRONCO</p><p>• Em qualquer caso, a re-rada de células-tronco provoca a destruição</p><p>do embrião, o que cons-tui um atentado à vida, para os que</p><p>entendem que seu início se dá no momento da concepção.</p><p>• Por tal mo-vo, o ar-go 5o da Lei 11.105/05, vem sendo alvo de</p><p>severas crí-cas. Entre as contestações se destaca a Ação Direta da</p><p>Incons-tucionalidade (ADI) 3.510/05, proposta pelo procurador-geral</p><p>da República, núcleo de acirradas discussões, não solucionadas pela</p><p>mencionada lei, que vem se travando em torno do tema CTE. Para</p><p>debater o tema, o Supremo Tribunal Federal (STF) realizou a primeira</p><p>audiência pública de sua história, aberta em 24 de abril de 2007.</p><p>QUESTÕES ÉTICAS E LEGAIS NO USO DAS</p><p>CÉLULAS-TRONCO</p><p>• A oi-va de vinte e dois especialistas pelo STF atraiu a atenção de toda</p><p>a comunidade jurídica e cien-fica. A instrução do julgamento</p><p>mobilizou a opinião pública composta por grupos contra e a favor aos</p><p>estudos, sobretudo daqueles que dependiam de uma decisão</p><p>favorável, esperançosos na melhoria da qualidade de vida.</p><p>• Coube ao STF decidir se embriões congelados, sem perspec-va de</p><p>desenvolvimento, podem ou não ser usados na tenta-va de ampliar</p><p>o arsenal clínico. Por 6 votos a 5, decidiu-se pela cons-tucionalidade</p><p>do art. 5o da Lei da Biossegurança, julgando improcedente o pedido e</p><p>mantendo as pesquisas com CTE humanas.</p><p>QUESTÕES ÉTICAS E LEGAIS NO USO DAS</p><p>CÉLULAS-TRONCO</p><p>•Apesar da decisão, definições de quando se inicia a vida</p><p>e quando o ser humano se</p><p>define como pessoa estão</p><p>distantes. Do ponto de vista jurídica, a questão baseia-</p><p>se no momento em que a pessoa torna-se sujeito de</p><p>direito. O Direito sempre conferiu proteção jurídica ao</p><p>nascituro, e segundo o Código Civil brasileiro, no art.2o,</p><p>"A personalidade civil da pessoa começa do nascimento</p><p>com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os</p><p>direitos do nascituro".</p><p>QUESTÕES ÉTICAS E LEGAIS NO USO DAS</p><p>CÉLULAS-TRONCO</p><p>• Segundo normas deontológicas do Conselho Federal de Medicina</p><p>exaradas pela Resolução 1.957/2010, o número de ovócitos e pré-</p><p>embriões a serem transferidos para a receptora não deve ser</p><p>superior a quatro, respeitando a seguinte escala:</p><p>• a) mulheres com até 35 anos: até dois embriões);</p><p>• b) mulheres entre 36 e 39 anos: até três embriões;</p><p>• c) mulheres com 40 anos ou mais: até quatro embriões.</p><p>• O número de pré-embriões produzidos em laboratório deve ser</p><p>comunicado aos pacientes e os excedentes viáveis devem ser</p><p>criopreservados, não podendo ser descartados ou destruídos.</p><p>QUESTÕES ÉTICAS E LEGAIS NO USO DAS</p><p>CÉLULAS-TRONCO</p><p>• Por todo o mundo, no tocante ao uso de células-tronco embrionárias,</p><p>coexistem dois grupos dis8ntos: os que apoiam e os que condenam a u8lização</p><p>de embriões ou clonagem terapêu8ca.</p><p>• Em muitos países europeus, como na Bélgica, Grécia, Irlanda, Itália e</p><p>Luxemburgo, não existe uma legislação específica sobre o assunto. Todavia, a</p><p>maioria defende o uso cienafico de embriões inviáveis com no máximo 14 dias</p><p>de vida, mas proíbe a criação de embriões para fins únicos de pesquisa.</p><p>• Países como a Áustria e a Grécia, defendem a destruição de embriões que não</p><p>forem implantados em útero após um ano da fecundação.</p><p>• Já na Suécia, o período de estocagem limite é de cinco anos e, após esse prazo,</p><p>os embriões congelados podem ser u8lizados para pesquisas com células-</p><p>tronco.</p><p>QUESTÕES ÉTICAS E LEGAIS NO USO DAS</p><p>CÉLULAS-TRONCO</p><p>• Há consenso entre os países na criminalização da clonagem</p><p>reprodu-va humana. No Brasil esta clonagem está proibida nos</p><p>termos do ar-go 6o, IV, da Lei de Biossegurança, sendo sua realização</p><p>crime apenado com 2 a 5 anos de reclusão e multa, conforme ar-go</p><p>26 da mesma lei.</p><p>• De toda sorte, seja do ponto de vista de grupos religiosos, cienfficos</p><p>e de bioe-cistas, o sacrigcio de embriões como fonte das células-</p><p>tronco, cria uma situação extremamente delicada e de digcil</p><p>consenso.</p><p>• Dessa forma, o direcionamento do estudo para as células-tronco</p><p>adultas, apesar das limitações biológicas, propicia menores dilemas</p><p>é-cos e legais.</p><p>CÉLULAS-TRONCO NA ODONTOLOGIA</p><p>CONSIDERAÇÕES INICIAIS</p><p>• Uso para o desenvolvimento de novos dentes.</p><p>• O isolamento de células-tronco a partir de</p><p>tecidos dentais começou em 2000, quando se</p><p>demonstrou uma fonte de células-tronco</p><p>multipotentes na polpa dentária adulta humana</p><p>usando 3o molares impactados.</p><p>• Três anos mais tarde, identificou-se a presença</p><p>de células-tronco com grande capacidade</p><p>proliferativa em dentes decíduos esfoliados de</p><p>crianças entre 7-8 anos. Estas células-tronco têm</p><p>mostrado resultados favoráveis no que tange</p><p>não só à regeneração de estruturas dentárias,</p><p>como também reconstruções ósseas, muscular e</p><p>de tecidos que revestem a córnea ocular.</p><p>CONSIDERAÇÕES INICIAIS</p><p>• Contudo, atualmente no Brasil, a grande dificuldade encontrada para o uso de</p><p>células-tronco dentárias está no acesso aos órgãos fonte, ou seja, sua coleta,</p><p>conservação e a manipulação das estruturas de interesse, cujos resultados</p><p>devem beneficiar e respeitar doador e receptor.</p><p>• Dessa forma, foi desenvolvida pesquisa exploratória e qualitativa, a partir de</p><p>documentação indireta de fontes primárias e secundárias, na qual se buscou</p><p>determinar o atual uso de células-tronco dentárias, mas, sobretudo, suas</p><p>limitações, como alternativa às embrionárias.</p><p>• Especial atenção foi dada à apresentação do aparato legal e administrativo</p><p>praticado para coleta, preservação e uso destas células-tronco adultas e à</p><p>efetivação de Bancos de Dente Humanos e Biobancos no Brasil.</p><p>CÉLULAS-TRONCO DE ORIGEM DENTÁRIA</p><p>As Células-Tronco adultas de origem</p><p>dentária humana se dividem atualmente em seis</p><p>tipos:</p><p>• células-tronco de polpa dentária adulta (DPSC);</p><p>• células-tronco de polpa de dente decíduo</p><p>esfoliado (SHED);</p><p>• células-tronco de ligamento periodontal</p><p>(PDLSC);</p><p>• células-tronco de folículo dentário (DFSC);</p><p>• células-tronco da papila apical (SCAP); e</p><p>• células-tronco do periósteo da tuberosidade</p><p>maxilar (OPSC).</p><p>Além disso, já se isolaram células-tronco</p><p>através de raspado de osso alveolar.</p><p>CÉLULAS-TRONCO DE ORIGEM DENTÁRIA</p><p>•A den%ção decídua é o primeiro</p><p>conjunto de dentes que</p><p>aparecem durante a ontogenia</p><p>de humanos.</p><p>•O desenvolvimento dentário</p><p>começa durante o período</p><p>embrionário e</p><p>os dentes tornam-se visíveis</p><p>(erupção dentária) na boca</p><p>durante a infância.</p><p>CÉLULAS-TRONCO DE ORIGEM DENTÁRIA</p><p>• A descoberta das células-tronco de</p><p>origem na polpa dentária ocorreu há</p><p>aproximadamente dez anos. Por todo</p><p>esse período, diferentes populações de</p><p>células de polpa de dentes permanentes,</p><p>decíduos e supranumerários vêm sendo</p><p>isoladas e estudadas.</p><p>• Em todos os casos, as populações</p><p>celulares demonstraram alta eficiência na</p><p>formação de colônias aderentes e alto</p><p>potencial de proliferação in vitro.</p><p>Contudo, as CT dentária apresentam</p><p>menor capacidade de diferenciação do</p><p>que as CT embrionárias.</p><p>CÉLULAS-TRONCO DE ORIGEM DENTÁRIA</p><p>• Apesar disso, células-tronco dentárias estão prontamente acessíveis</p><p>de forma minimamente invasiva. Assim, guardar suas próprias</p><p>células-tronco de origem dentária é uma alternativa simples e</p><p>razoável quando comparada com células-tronco de outras fontes.</p><p>• Contudo, o potencial cancerígeno dessas células deve ser</p><p>determinado através de estudos clínicos, pois os resultados são</p><p>principalmente de experimentos animais.</p><p>• Outro fator a se considerar, é a capacidade de desenvolver grande</p><p>quantidade de células para uso terapêutico. Nesse contexto,</p><p>pesquisas realizadas pelo Instituto Butantan em São Paulo</p><p>permitiram que de uma única polpa de dente esfoliado fosse possível</p><p>tratar muitos pacientes.</p><p>CÉLULAS-TRONCO DE ORIGEM DENTÁRIA</p><p>• As maiores perspectivas do uso de células-tronco dentária seriam</p><p>exatamente na construção de novos dentes inteiros. Atualmente,</p><p>existem muitas possibilidades de substituição de dentes perdidos,</p><p>como próteses e implantes, porém todos os procedimentos são</p><p>baseados em técnicas não biológicas.</p><p>• Entretanto, o desenvolvimento dentário, requer interações recíprocas</p><p>entre dois tecidos de diferentes origens, o ectoderma e o</p><p>ectomesênquima, demandando intrincada comunicação celular e</p><p>regulação gênica.</p><p>• Ainda não é possível encontrar uma fonte de células-tronco adultas</p><p>de origem ectodérmicas para regenerar esmalte pós eruptivelmente.</p><p>CÉLULAS-TRONCO DE ORIGEM DENTÁRIA</p><p>• A promissora abordagem para regeneração dentária em experimentos animais tem sido a</p><p>obtenção de células-tronco de origem epteliais de 3o molares (dentes sisos) de animais</p><p>jovens ou recém-nascidos.</p><p>• Estes dentes desenvolvem-se após o nascimento, tendo a formação de seu esmalte em</p><p>torno da 72ª semana de vida, o que mostra a existência de tecido embriológico</p><p>indiferenciado nas maxilas. O desenvolvimento dos sisos é a única organogênese que ocorre</p><p>completamente após o nascimento.</p><p>• Foi demonstrado que as células-tronco estão localizadas no germe dentário, tanto no</p><p>epitélio quanto no ectomesênquima subjacente. Os incisivos de ratos, de crescimento</p><p>conanuo, mantêm durante a vida do animal as células-tronco epiteliais na alça cervical</p><p>responsáveis por um sistema regulatório específico e conanuo da produção de esmalte.</p><p>• Por isso, estes dentes cons9tuem um modelo ideal para os estudos dos mecanismos de ação</p><p>e regulação das a9vidades das células-tronco adultas.</p><p>CÉLULAS-TRONCO DE ORIGEM DENTÁRIA</p><p>• Nakao evidenciaram pela primeira vez, um dente funcional com todos os seus</p><p>componentes, incluindo esmalte coronário, regenerado experimentalmente.</p><p>• Germes dentários derivados de incisivos e molares inferiores dissecados de</p><p>ratos e tecidos ao redor desses germes foram</p><p>removidos cuidadosamente e</p><p>purificados.</p><p>• Os tecidos epiteliais e mesenquimais foram tratados e originaram células</p><p>individuais.</p><p>• Esse material foi transplantado para um alvéolo pós-extração dentária do rato e</p><p>observou-se o desenvolvimento das estruturas teciduais como odontoblastos,</p><p>ameloblastos, dentina, esmalte, polpa, vasos sanguíneos, osso alveolar e</p><p>ligamentos periodontais.</p><p>CÉLULA-TRONCO DE DENTES PERMANENTES VERSUS</p><p>CÉLULA-TRONCO DE DENTES DECÍDUOS</p><p>• Embora células-tronco de diferentes fontes compartilhem similares</p><p>propriedades, seu destino in vivo, desenvolvimento e potencial</p><p>terapêutico dependem da origem embrionária e da posição</p><p>anatômica.</p><p>• Estudos concluíram que CT de dentes humanos decíduos esfoliados</p><p>(SHED) tem origem na crista neural. As células da crista neural são</p><p>pluripotentes com potencial similar as células-tronco embrionárias.</p><p>• Assim, a origem embriogênica, clonogenicidade, autorrenovação,</p><p>capacidades proliferativas, expressão padrão de marcadores</p><p>específicos e multipotencialidade observadas nas SHED as tornam de</p><p>grande interesse terapêutico.</p><p>CÉLULA-TRONCO DE DENTES PERMANENTES VERSUS</p><p>CÉLULA-TRONCO DE DENTES DECÍDUOS</p><p>•Os dentes decíduos são descartados após esfoliação através</p><p>do processo natural de reabsorção das raízes. Assim, a</p><p>captação é minimamente invasiva e o isolamento,</p><p>manipulação e expansão in vitro de células-tronco destes</p><p>dentes são significativamente mais fáceis.</p><p>•Além disso, as SHED são altamente proliferativas,</p><p>clonogênicas e multipotentes, com forte potencial</p><p>osteogênico, adipogênico e neurigênese, tornaram-se as</p><p>novas candidatas no tratamento diversas doenças.</p><p>CÉLULA-TRONCO DE DENTES PERMANENTES VERSUS</p><p>CÉLULA-TRONCO DE DENTES DECÍDUOS</p><p>• Dessa forma, excluindo-se as discussões relacionadas aos limites da</p><p>recepção de material alogênico, que podem provocar rejeição e</p><p>efeitos terapêu-cos secundários para evitá-la, os dilemas é-cos</p><p>quanto ao uso de SHED restringem-se pra-camente à garan-a da</p><p>doação consen-da de forma livre e esclarecida</p><p>• Taghipour, demonstraram o potencial neuronal das SHED em</p><p>experimento que promoveu a recuperação da medula espinhal de</p><p>ratos, confirmando a aplicação destas células-tronco como</p><p>candidatas no tratamento de doenças neurodegenera-vas. Em outra</p><p>aplicação, Costa teve sucesso com o uso destas células na construção</p><p>de defeitos ósseos cranianos de ratos, mostrando um promissor</p><p>modelo nas cirurgias reconstru-vas craniofaciais.</p><p>CÉLULA-TRONCO DE DENTES PERMANENTES VERSUS</p><p>CÉLULA-TRONCO DE DENTES DECÍDUOS</p><p>• Existem diversas oportunidades de obter CT em diferentes estágios da vida,</p><p>mas o melhor momento seria na infância, período da dentição decídua, em</p><p>cuja época, as célula se mostram mais fortes, saudáveis e proliferativas.</p><p>Estudos recentes mostram que SHED se desenvolvem em maior variedade de</p><p>tecidos do que outras CT dentárias, como as obtidas de sisos e dentes</p><p>permanentes extraídos por indicação ortodôntica.</p><p>• Pesquisadores já mostraram também que a polpa de dentes decíduos</p><p>esfoliados contém uma variedade de células com grande potencial na</p><p>terapêutica de doenças crônicas cardíacas e regeneração dentária. Dessa</p><p>forma, instituições para coleta e preservação destas células e seus órgãos fonte</p><p>têm se popularizado e muitas empresas estão surgindo, propiciando uma</p><p>alternativa as CT do cordão umbilical.</p><p>BIOBANCOS, BIORREPOSITÓRIOS E</p><p>BANCO DE DENTES HUMANOS</p><p>•A coleta e preservação de dentes pode ser feita pelos Bancos</p><p>de Dentes Humanos (BDH) e pelos Biobancos ou</p><p>Biorrepositórios. Estas diversas denominações, diferem no</p><p>tipo de aproveitamento e uso que prestarão aos dentes, cuja</p><p>finalidade pode ser científica, didática ou reabilitação.</p><p>•No Brasil, os BDH guardam dentes para uso de seu material</p><p>inorgânico, já os biobancos e biorrepositórios manipulam os</p><p>tecidos orgânicos, como a polpa. Em alguns países, não há</p><p>esta diferença de atuação.</p><p>BIOBANCOS, BIORREPOSITÓRIOS E</p><p>BANCO DE DENTES HUMANOS</p><p>• De forma geral, um BDH é uma instituição sem fins lucrativos, que deve estar</p><p>vinculada a uma instituição de ensino.</p><p>• Tem o propósito de suprir as necessidades acadêmicas, fornecendo dentes</p><p>humanos para a pesquisa ou para treinamento pré-clínico dos alunos.</p><p>• A arrecadação pode ser feita a partir de clínicas particulares, postos de saúde,</p><p>clínicas escola, hospitais, alunos, pesquisadores e população em geral.</p><p>• O dente por ser um órgão humano, deve ser doado através de consentimento</p><p>por escrito do doador ou responsável.</p><p>• Assim, para uso em pesquisa, deve ser feita uma Declaração de Doação de</p><p>Dentes que acompanha um projeto de pesquisa com parecer favorável do</p><p>Comitê de Ética em Pesquisa (CEP).</p><p>BIOBANCOS, BIORREPOSITÓRIOS E</p><p>BANCO DE DENTES HUMANOS</p><p>• Os dentes naturais provenientes de um BDH, além de fontes de CT, podem ser</p><p>aproveitados para a u8lização em colagem biológica, facetas naturais, próteses</p><p>parciais ou totais, estudos epidemiológicos do padrão da cárie, além de</p><p>estudos anatômicos de dentes decíduos e permanentes.</p><p>• Um estudo realizado em 2004 com acadêmicos de odontologia em São Paulo</p><p>mostrou que 47% dos entrevistados relataram ter comprado dentes, cujo valor</p><p>variou de R$1,00 a R$10,00, contribuindo para um comércio ilegal e ilícito.</p><p>• Recentemente, através de ques8onário dirigido às ins8tuições de ensino</p><p>superior de odontologia, concluiu-se que, embora o uso de dentes extraídos</p><p>seja frequente no ensino e na pesquisa, a existência de BDH é fenômeno</p><p>recente e incompletamente difundido.</p><p>• Assim, a carência no Brasil de uma estrutura organizada acarreta perdas</p><p>terapêu8cas e até problemas criminais.</p><p>BIOBANCOS, BIORREPOSITÓRIOS E</p><p>BANCO DE DENTES HUMANOS</p><p>• Segundo vários autores com publicações sobre BDH, o dente é um</p><p>órgão do corpo humano e, como tal, está submetido à Lei 9.434/97</p><p>(Lei de Transplantes), que dispõe sobre a remoção de órgãos, tecidos</p><p>e partes do corpo humano para fins de transplante e tratamento. A</p><p>penalidade para descumprimento da lei é reclusão, de dois a seis</p><p>anos, e multa.</p><p>• Para incrementar a lei de transplantes, o Ministério da Saúde</p><p>regulamentou a Portaria 904/00 que cria os bancos de tecidos ósteo-</p><p>fáscio-condroligamentoso de procedência humana para fins</p><p>terapêuticos ou científicos.</p><p>BIOBANCOS, BIORREPOSITÓRIOS E</p><p>BANCO DE DENTES HUMANOS</p><p>•O BDH tem como papel social, repassar informações a</p><p>população e promover campanhas de conscientização a fim</p><p>de estimular a doação de dentes.</p><p>•No caso de dentes decíduos, a importância das doações não</p><p>reside apenas no fator científico-terapêutico, mas na</p><p>formação de uma nova geração que valorize a doação de</p><p>órgãos.</p><p>• Em algumas instituições, as crianças doadoras passam a ser</p><p>"sócias" do BDH, recebendo, inclusive, uma carteirinha, o que</p><p>aumenta o interesse em doar seus dentes esfoliados.</p><p>BIOBANCOS, BIORREPOSITÓRIOS E</p><p>BANCO DE DENTES HUMANOS</p><p>• Além do papel terapêutico e social os BDH poderiam ser importantes arquivos</p><p>genéticos. Células dentárias possuem a informação genética do indivíduo.</p><p>• Havendo a doação de dois dentes, um deles poderia ser utilizado em pesquisas</p><p>e o outro seria arquivado, servindo como um reservatório de informações</p><p>genéticas do paciente e podendo facilitar um processo de reconhecimento</p><p>forense.</p><p>• Para isso, deve-se, no entanto, reconhecer as restrições éticas e legais quanto à</p><p>coleta, tratamento, utilização e conservação dos dados genéticos, como</p><p>preconizado pela Declaração Internacional sobre os Dados Genéticos Humanos,</p><p>com vistas ao respeito pela dignidade humana e a proteção dos direitos</p><p>humanos e das liberdades fundamentais.</p><p>BIOBANCOS, BIORREPOSITÓRIOS E</p><p>BANCO DE DENTES HUMANOS</p><p>Os biobancos de células-tronco de dentes decíduos esfoliados apresentam</p><p>diversas vantagens:</p><p>• garan8a de doador compaavel, já que se trata de transplante autógeno,</p><p>consequentemente sem rejeição tecidual, além da redução de riscos de</p><p>doenças;</p><p>• as células são ob8das antes do aparecimento de danos naturais;</p><p>• procedimento mais simples e menos doloroso para pais e filhos;</p><p>• em torno de 1/3 mais barato que o congelamento de cordões umbilicais;</p><p>• não perpassam</p><p>pelos dilemas é8cos que circundam a obtenção de CTA;</p><p>• podem regenerar células de diferentes tecidos; são possíveis de doação para</p><p>parentes próximos do doador.</p><p>BIOBANCOS, BIORREPOSITÓRIOS E</p><p>BANCO DE DENTES HUMANOS</p><p>• São considerados dentes viáveis para obtenção de CT aqueles que têm polpa vermelha.</p><p>• Se o dente estiver acinzentado é sinal de polpa necrosada.</p><p>• Dentes que apresentam abscessos periapicais, cistos e tumores, assim como, que</p><p>apresentem mobilidade acentuada oriundos de traumas ou doenças, não são candidatos ao</p><p>armazenamento.</p><p>• Assim como nem todos os grupos dentários apresentam as mesmas possibilidades. Incisivos</p><p>e caninos decíduos, sem patologia e com no mínimo um terço de raiz reabsorvida, contém</p><p>SHED em níveis suficientes.</p><p>• Já os molares decíduos, geralmente não são recomendados para amostragem devido ao seu</p><p>longo período retido na cavidade bucal, resultando na obliteração pulpar e</p><p>consequentemente, escassez de CT.</p><p>• Em algumas situações, a remoção precoce dos molares decíduos por indicações</p><p>ortodônticas, possibilita o armazenamento desses dentes para o banco de CT.</p><p>BIOBANCOS, BIORREPOSITÓRIOS E</p><p>BANCO DE DENTES HUMANOS</p><p>•Nos Estados Unidos, a Academia de Odontopediatria</p><p>(American Academy of Pediatric Dentistry), reconhece o</p><p>crescimento da área da medicina regenerativa e vem</p><p>incentivando os dentistas a conscientizarem os pais de</p><p>pacientes sobre a importância da estocagem dos dentes</p><p>decíduos e molares permanentes inclusos como fontes de</p><p>células-tronco adultas, desde que isto seja feito dentro dos</p><p>princípios éticos e legais.</p><p>•No Brasil, alguns biobancos, como o da FOUSP, Instituto</p><p>Butantan e UFRJ, estão em fase de adaptação às novas</p><p>normatizações.</p><p>MARCO LEGAL BRASILEIRO E A</p><p>ÉTICA NAS PESQUISAS</p><p>• No Brasil, em 1988, o Conselho Nacional de Saúde (CNS), elaborou</p><p>normas de pesquisa em saúde, a Resolução no01/88 CNS. Este</p><p>documento mesclou aspectos das pesquisas com questões de</p><p>biossegurança e vigilância sanitária.</p><p>• Devido à pequena adesão, o CNS juntamente com um Grupo</p><p>Executivo de Trabalho (GET), em 10 de outubro de 1996, aprovou as</p><p>Diretrizes e Normas Regulamentadoras de Pesquisas Envolvendo</p><p>Seres Humanos, a Resolução no196/96.</p><p>• A Resolução 196/96 estabelece os princípios básicos para a</p><p>apreciação ética dos protocolos de pesquisa, cria os Comitês de Ética</p><p>em Pesquisa - CEP e a Comissão Nacional de Ética em Pesquisa -</p><p>CONEP. Em 2012, esta normativa ganhou nova versão.</p><p>MARCO LEGAL BRASILEIRO E A</p><p>ÉTICA NAS PESQUISAS</p><p>•Par%cularmente, para regulamentar a pesquisa com seres</p><p>humanos há códigos deontológicos de cada profissão de</p><p>saúde.</p><p>•Na Odontologia, o Conselho Federal aprovou o Código de</p><p>É%ca pela Resolução 118/2012, trazendo vários ar%gos que se</p><p>aplicam ao tema deste estudo.</p><p>•No capítulo XIV, art. 36o, são expostas como infrações é%cas,</p><p>entre outras, o não esclarecimento de doadores e receptores</p><p>sobre riscos e procedimentos, e a par%cipação direta ou</p><p>indireta na comercialização de órgãos e tecidos humanos.</p><p>MARCO LEGAL BRASILEIRO E A</p><p>ÉTICA NAS PESQUISAS</p><p>• A Lei de Biossegurança e a RDC 33/06 da Agência Nacional de Vigilância</p><p>Sanitária (ANVISA) também devem ser aplicadas na regulamentação o</p><p>funcionamento dos bancos de células e tecidos germinativos. A RDC no</p><p>33/2006 pretende garantir padrões técnicos e de qualidade em todo o</p><p>processo de obtenção, transporte, processamento, armazenamento,</p><p>liberação, distribuição, registro e utilização desses materiais biológicos.</p><p>•Mais recentemente, a Resolução ANVISA 9/2011 possui o objetivo de</p><p>estabelecer os requisitos mínimos para o funcionamento de Centros de</p><p>Tecnologia de células humanas e seus derivados para fins de pesquisa</p><p>clínica ou terapia. Excluem-se desta Resolução os estabelecimentos que</p><p>utilizem células humanas e seus derivados em pesquisa básica e pré-</p><p>clínica.</p><p>MARCO LEGAL BRASILEIRO E A</p><p>ÉTICA NAS PESQUISAS</p><p>•De forma geral, a primeira preocupação na</p><p>obtenção de material biológico humano deve ser</p><p>a efetivação de um processo de esclarecimento</p><p>dos doadores quanto às formas de coleta,</p><p>armazenamento e uso do próprio material,</p><p>produtos ou mesmo da informação gerada.</p><p>•Assim, no uso da autonomia o mais plena</p><p>possível, esses os doadores devem ter a liberdade</p><p>de decidir quanto à sua participação.</p><p>MARCO LEGAL BRASILEIRO E A</p><p>ÉTICA NAS PESQUISAS</p><p>• Considerando a necessidade de atualizar a complementação da Resolução CNS</p><p>196/96, no que diz respeito ao armazenamento e à utilização de material</p><p>biológico humano para fins de pesquisa, foi publicada a Resolução CNS</p><p>441/2011 que conceitua:</p><p>• Biobanco;</p><p>• Biorrepositório;</p><p>• material biológico humano;</p><p>• projeto de pesquisa;</p><p>• protocolo de desenvolvimento e sujeito da pesquisa;</p><p>• estabelece procedimento para armazenamento de material biológico humano</p><p>para fins de pesquisa futura;</p><p>MARCO LEGAL BRASILEIRO E A</p><p>ÉTICA NAS PESQUISAS</p><p>• estabelece procedimentos para biobanco e biorrepositório;</p><p>•orienta quanto aos termos de consen%mento para pesquisas</p><p>que envolvam uso de material biológico humano;</p><p>• estabelece procedimentos para transferência ou descarte de</p><p>material biológico humano;</p><p>• informa sobre os prazos de armazenamento;</p><p>• estabelece procedimento para a u%lização de amostras de</p><p>material biológico humano armazenado; e dá outras</p><p>providências.</p><p>CONHEÇAMOS O QUE JÁ É TRATADO COM</p><p>CÉLULAS-TRONCO E O QUE ESTÁ EM PESQUISA</p><p>TERAPIA PADRÃO</p><p>•As doenças listadas a seguir já são tratadas com</p><p>transplante de células-tronco, encontradas em maior</p><p>quanHdade no sangue do cordão umbilical.</p><p>• São tratamentos de terapia celular padrão, já</p><p>uHlizados roHneiramente no tratamento de doenças.</p><p>•Para algumas doenças, o transplante de célula-tronco é</p><p>a única terapia, e em outras ele é empregado apenas</p><p>quando as terapias de linha de frente falharam ou a</p><p>doença é muito agressiva.</p><p>TERAPIA PADRÃO</p><p>LEUCEMIA AGUDA</p><p>1. Leucemia linfoblás-ca aguda (LLA)</p><p>2. Leucemia mielóide aguda (LMA)</p><p>3. Leucemia aguda bifenofpica</p><p>4. Leucemia aguda Indiferenciada</p><p>LEUCEMIA CRÔNICA</p><p>5. Leucemia mielóide crônica (LMC)</p><p>6. Leucemia linfocí-ca crônica (LLC)</p><p>7. Leucemia mielóide crônica juvenil (JCML)</p><p>8. Leucemia mielomonocí-ca juvenil (JMML)</p><p>TERAPIA PADRÃO</p><p>SÍNDROMES MIELODISPLÁSICAS (Mielodisplasia, pré-leucemia)</p><p>9. Anemia refratária (AR)</p><p>10. Anemia refratária com sideroblastos em anel (ARSA)</p><p>11. Anemia refratária com excesso de blastos (AREB)</p><p>12. Anemia refratária com excesso de blastos em transformação</p><p>(AREB-T)</p><p>13. Leucemia mielomonocíIca crônica (LMMC)</p><p>LINFOMAS</p><p>14. Linfoma de Hodgkin</p><p>15. Linfoma não-Hodgkin ( linfoma de BurkiQ )</p><p>TERAPIA PADRÃO</p><p>ANEMIAS (anemia é uma deficiência ou malformação de células vermelhas)</p><p>16. Anemia aplás8ca</p><p>17. Anemia diseritropoié8cos congênita</p><p>18. Anemia de Fanconi</p><p>19. Hemoglobinúria paroxís8ca noturna (PNH)</p><p>20. Aplasia pura de células vermelhas</p><p>ALTERAÇÕES HERDADAS DE GLÓBULOS VERMELHOS</p><p>21. Beta talassemia major</p><p>22. Anemia de Blackfan-Diamond</p><p>23. Aplasia pura de células vermelhas</p><p>24. Doença Falciforme</p><p>TERAPIA PADRÃO</p><p>ANORMALIDADES HERDADAS DE PLAQUETAS</p><p>25. Trombocitopenia congênita</p><p>26. Trombastenia de Glanzmann</p><p>DOENÇAS HEREDITÁRIAS DO SISTEMA IMUNOLÓGICO – Imunodeficiência Severa</p><p>Combinada (SCID)</p><p>27. SCID com deficiência em adenosina deaminase (ADA-SCID)</p><p>28. SCID ligada ao X</p><p>29. SCID com ausência de células T & B</p><p>30. SCID com ausência de células T, células B normais</p><p>31. Síndrome Omenn</p><p>DOENÇAS HEREDITÁRIAS DO SISTEMA IMUNITÁRIO – NEUTROPENIAS</p><p>32. Síndrome de Kostmann</p><p>33. Mielocatexia</p><p>TERAPIA PADRÃO</p><p>DOENÇAS HEREDITÁRIAS DO SISTEMA IMUNITÁRIO – OUTRAS</p><p>34. Ataxia-telangiectasia</p><p>35. Síndrome do linfócitos nu</p><p>36. Imunodeficiência comum variável</p><p>37. Síndrome de DiGeorge</p><p>38. Linfo hemofagocí-ca</p><p>39. Deficiência de adesão leucocitária</p><p>40. Transtornos Linfoprolifera-vos (LPD)</p><p>41. Desordem linfoprolifera-va ligada ao X</p><p>42. Síndrome de Wiskoq-Aldrich</p><p>TERAPIA PADRÃO</p><p>DISTÚRBIOS MIELOPROLIFERATIVOS</p><p>43. Mielofibrose aguda</p><p>44. Metaplasia mielóide idiopá-ca (mielofibrose)</p><p>45. Policitemia Vera</p><p>46. Trombocitemia essencial</p><p>DISTÚRBIOS DOS FAGÓCITOS</p><p>47. Síndrome de Chediak-Higashi</p><p>48. Doença granulomatosa crônica</p><p>49. Deficiência de ac-na nos neutrófilos</p><p>50. Disgenesia re-cular</p><p>TERAPIA PADRÃO</p><p>CÂNCER DE MEDULA ÓSSEA</p><p>51. Mieloma Múl8plo</p><p>52. Leucemia de células plasmá8cas</p><p>53. Macroglobulinemia Waldenstrom</p><p>DOENÇAS HEREDITÁRIAS QUE AFETAM O SISTEMA IMUNITÁRIO E OUTROS ÓRGÃOS</p><p>54. Hipoplasia car8lagem – cabelo</p><p>55. Doença de Gunther (porfiria eritropoié8ca)</p><p>56. Síndrome de Hermansky-Pudlak</p><p>57. Síndrome de Pearson</p><p>58. Síndrome de Shwachman-Diamond</p><p>59. Mastocitose sistêmica</p><p>TERAPIA PADRÃO</p><p>DOENÇAS HEREDITÁRIAS DO METABOLISMO</p><p>60. Mucopolissacaridoses (MPS)</p><p>61. Síndrome de Hurler (MPS-IH)</p><p>62. Scheie (MPS-IS)</p><p>63. Síndrome de Hunter (MPS-II)</p><p>64. Síndrome de Sanfilippo (MPS-III)</p><p>65. Morquio Síndrome (MPS-IV)</p><p>66. Síndrome de Maroteaux-Lamy (MPS-VI)</p><p>67. Síndrome de Sly, beta-glucuronidase Deficiência (MPS-VII)</p><p>68. Mucolipidose II (i-Cell Disease)</p><p>DISTÚRBIOS LEUCODISTRÓFICOS</p><p>69. Adrenoleucodistrofia (ALD) / adrenomieloneuropa9a (AMN)</p><p>70. Doença de Krabbe (Leucodistrofia celular globóide)</p><p>71. Leucodistrofia Metacromá9ca</p><p>72. Pelizaeus-Merzbacher</p><p>TERAPIA PADRÃO</p><p>DOENÇAS POR ARMAZENAMENTO DOS LISOSSOMOS</p><p>73. Doença de Niemann-Pick</p><p>74. Doença de Sandhoff</p><p>75. Doença de Wolman</p><p>DESORDENS METABÓLICAS HEREDITÁRIAS – OUTROS</p><p>76. Síndrome de Lesch-Nyhan</p><p>77. Osteopetrose</p><p>TUMORES SÓLIDOS QUE NÃO SEJAM ORIGINÁRIOS DO SANGUE OU</p><p>DO SISTEMA IMUNOLÓGICO</p><p>78. Neuroblastoma</p><p>79. Re-noblastoma</p><p>TERAPIAS EM ENSAIOS CLÍNICOS</p><p>• Estas são doenças para as quais os tratamentos com células-tronco</p><p>parecem ser benéficos, mas ainda não foram adotados como terapia</p><p>padrão. Para algumas destas doenças, os transplantes de células-tronco</p><p>apenas retardam a progressão da doença, mas não produzem a cura.</p><p>Para outras, os tratamentos de doenças com célula-tronco podem ajudar</p><p>a efetuar uma cura, mas são necessárias mais pesquisas para determinar</p><p>os pacientes que seriam os melhores candidatos para a terapia com</p><p>células-tronco, a dose de células-tronco ideal, o melhor método de</p><p>infusão celular, etc.</p><p>• Nos Estados Unidos e também no Brasil, os pacientes com estes</p><p>diagnós^cos só podem ter acesso à terapia com células-tronco se</p><p>es^verem matriculados em um ensaio clínico (par^cipando de uma</p><p>pesquisa). Os pacientes que procuram uma avaliação para a sua situação</p><p>podem consultar o site do governo americano www.clinicalTrials.gov</p><p>http://www.clinicaltrials.gov/</p><p>TERAPIAS EM ENSAIOS CLÍNICOS</p><p>As fases de ensaios clínicos (pesquisas em seres humanos) são</p><p>definidas como se segue:</p><p>Fase 1:Estudo de segurança, para ver se o processo, ou fármaco, é</p><p>bem tolerado e seguro para o paciente.</p><p>Fase 2: Maior número de pacientes incluídos no estudo para medir</p><p>a eficácia do novo tratamento contra um grupo de controle.</p><p>Fase 3: Estudo com grande número de pacientes para comparar o</p><p>efeito de vários parâmetros, tais como a dosagem e administração,</p><p>e para controlar os efeitos secundários anteriores para autorização</p><p>como tratamento disponível à população e lançamento no</p><p>mercado.</p><p>Fase 4: Estudos pós-comercialização para aprender ainda mais</p><p>sobre os riscos, bene\cios e uso oImizado.</p><p>DOENÇAS AUTOIMUNES</p><p>1.DOENÇA DO ENXERTO-VERSUS-HOSPEDEIRO (GVHD)</p><p>a. Ensaio clínico de fase 3 alogênico – pediátricos: Prochymal™ – com células</p><p>mesenquimais (encontradas em maior quan9dade no tecido do cordão umbilical).</p><p>b. Ensaio clínico de fase 3 alogênico – adulto: Prochymal™ – células mesenquimais</p><p>c. Renais transplantados com células-tronco de doador de medula óssea alogênico</p><p>2. DIABETES TIPO, 1 (anteriormente chamado de diabetes juvenil)</p><p>a. Publicado Fase 1 do experimento: células-tronco de cordão autólogos</p><p>b. Matriculando pacientes Fase 1 do experimento: células-tronco do sangue de cordão</p><p>umbilical autólogo</p><p>c. Matriculando pacientes Fase 2: células-tronco do sangue de cordão umbilical autólogo</p><p>d. Matriculando pacientes Fase 2: células-tronco do sangue de cordão umbilical</p><p>alogênicos</p><p>3. APROVADO FASE 2: ALOGÊNICO PROCHYMAL™ – células mesenquimais</p><p>DOENÇAS AUTOIMUNES</p><p>4. DOENÇA DE CROHN</p><p>a. Ensaio de fase 2 alogênico: as células-tronco da placenta, (este foi primeiro ensaio de células da</p><p>placenta aprovado pela FDA )</p><p>b. Ensaio clínico de fase 2 autólogo: transplantes de células-tronco</p><p>c. Ensaio clínico de fase 3 alogênico: Prochymal™ – células mesenquimais</p><p>d. Ensaio clínico de fase 3 autólogo: ASTIC</p><p>e. Retocolite ulceraNva fase 2 alogênico: células-tronco adultas MulNStem™ preparadas por</p><p>Athersys</p><p>5. ARTRITE REUMATÓIDE</p><p>a. Ensaio clínico de fase 2 alogênico: as células-tronco da placenta</p><p>6. LÚPUS</p><p>a. Teste autólogo: as células-tronco do sangue periférico</p><p>b. Estudo de laboratório em camundongos: MSC alogênico de sangue do cordão umbilical</p><p>7. ESCLEROSE MÚLTIPLA (esse distúrbio pode ser categorizado como autoimune ou</p><p>neurológico)</p><p>a. Europeu 2006 – retrospecNva medula óssea autóloga</p><p>b. Europeu 2010 de revisão de várias doenças autoimunes – autólogo de medula óssea</p><p>DOENÇAS CARDIOVASCULARES</p><p>1. REPARAÇÃO CARDÍACA E RECUPERAÇÃO</p><p>a. Ar9go de revisão: aplicações adultas de medula óssea autóloga</p><p>b. Relatório cardiomiopa9a caso: sangue do cordão umbilical alogênico & MSC placentária</p><p>c. Desenvolvimento de tratamento de ataque cardíaco com sangue do cordão umbilical</p><p>alogênico</p><p>d. Ensaio de Fase 3: autólogo de medula óssea – UK NHS, REGEN-AMI</p><p>e. Ensaio de Fase 3: autólogo de medula óssea – Eli Lilly et al, REPAIR-AMI</p><p>f. Ensaio de Fase 3: autólogo de medula óssea- Miltenyi Biotec GmbH, Perfeito</p><p>g. Ensaio de Fase 3: medula óssea autólogo – FCB-Pharmicell, SEED MSC</p><p>h. Ensaio de Fase 3: autólogo de medula óssea- México Natnl. Coração Inst., Tracia</p><p>i. Ensaio de Fase 3: autólogo de medula óssea- U. Oulu na Finlândia</p><p>j. Ensaio de Fase 3: autólogo de medula óssea- Royan Inst. Irã</p><p>k. Ensaio de Fase 3: autólogo de medula óssea – Baxter Renovar ™</p><p>l. Trial: MSC alogênico para o coração ataques Mesoblast Revascor ™</p><p>DOENÇAS CARDIOVASCULARES</p><p>2. DEFEITOS CONGÊNITOS DO CORAÇÃO (os de nascença mais</p><p>comuns)</p><p>a. Primeiro ensaio clínico de enxertos vasculares cul8vados a par8r de células</p><p>autólogas</p><p>b. Trial: efeitos colaterais neurológicos de sangue do cordão umbilical</p><p>autólogo na Síndrome de Hipoplasia do Coração Esquerdo (SHCE)</p><p>c. Julgamento publicado: sangue do cordão umbilical autólogo para a cirurgia</p><p>de coração aberto</p><p>3. ISQUEMIA CRÍTICA</p><p>a. Ensaio de Fase 3: A medula óssea autóloga – preparado por Aastrom</p><p>Biociências™</p><p>b. Ensaio de Fase 1: sangue do cordão alogênico</p><p>4. DOENÇA DE BUERGER</p><p>a. Ensaio de Fase 1: sangue do cordão alogênico</p><p>DOENÇAS CARDIOVASCULARES</p><p>5. ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL ISQUÊMICO</p><p>a. Ar%go de revisão</p><p>b. Ensaio de Fase 2: células-tronco mesenquimais autólogas</p><p>c. Ensaio de Fase 2: células-tronco mesenquimais alogênicas</p><p>d. Ensaio de Fase 2: alogênico de células-tronco da placenta</p><p>– preparados pela Celgene</p><p>e. Ensaio de Fase 2: células-tronco Mul%Stem™ alogênico</p><p>de medula óssea e outros tecidos adultos preparado por</p><p>Athersys</p><p>f. Ensaio de Fase 1: sangue do Cordão alogênico</p><p>DOENÇAS NEUROLÓGICAS</p><p>1. PARALISIA CEREBRAL</p><p>a. Publicado Fase 1 do experimento: sangue do cordão umbilical autólogo</p><p>b. Matriculando pacientes fase 2, em Duque Medical Center, EUA: sangue do cordão</p><p>umbilical autólogo para PC espás9ca</p><p>c. Matriculando pacientes fase 2 na Medical College of Georgia, EUA: sangue do cordão</p><p>umbilical autólogo</p><p>d. Matriculando pacientes em Monterrey, México: sangue do cordão umbilical placentário</p><p>autólogo & blood para hipóxia</p><p>e. Ensaio clínico de fase 2 à espera de aprovação na Austrália: sangue do cordão umbilical</p><p>autólogo</p><p>f. Matriculando pacientes fase 2 na Coréia: sangue do cordão alogênico</p><p>2. ENCEFALOPATIA HIPÓXICO ISQUÊMICA (HIE)</p><p>a. Fase 1 do experimento: sangue do cordão umbilical autólogo dentro de 2 semanas do</p><p>nascimento</p><p>DOENÇAS NEUROLÓGICAS</p><p>3. AUTISMO</p><p>a. Ensaio de Fase 1: sangue do cordão</p><p>4. TRAUMATISMO CRÂNIO-ENCEFÁLICO (TCE é a causa mais comum de morte</p><p>em crianças pequenas)</p><p>a. Ensaio de Fase 1: A medula óssea autóloga</p><p>b. Ensaio de Fase 1: sangue do cordão umbilical autólogo</p><p>5. LESÃO MEDULAR (LM)</p><p>a. Publicado Fase 1 do experimento: medula óssea autóloga</p><p>b. Relato de Caso e Revisão: medula óssea alogênica</p><p>c. Teste planejado: sangue do cordão alogênico</p><p>d. (Aparte: o primeiro ensaio clínico com células-tronco embrionárias é por essa condição)</p><p>6. PERDA AUDITIVA (adquirida neurossensorial)</p><p>a. Ensaio de Fase 1: sangue do cordão umbilical autólogo</p><p>b. Pesquisas anteriores em animais</p><p>DOENÇAS NEUROLÓGICAS</p><p>7. Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)</p><p>a. Ensaio de Fase 1: autólogos com células-tronco mesenquimais</p><p>(MSC) da medula óssea</p><p>b. ArIgo de revisão</p><p>c. Publicado relato de caso – sangue do cordão umbilical</p><p>alogênico</p><p>8. Esclerodermia</p><p>a. Estudo SCOT</p><p>9. Doença de Alzheimer</p><p>a. Ensaio de Fase 1: sangue do cordão alogênico</p><p>10. Misc. “Condições degeneraGvas”</p><p>a. Estudo de segurança publicado: sangue do cordão alogênico</p><p>DOENÇAS ORTOPÉDICAS</p><p>1. Reparação de fenda pala/na (alveolar)</p><p>a. Estudo publicado: semeadura de andaime</p><p>com células-tronco da medula óssea autólogas é</p><p>o preferido para enxerto ósseo</p><p>2. Reparação da car/lagem</p><p>a. Ensaio de Fase 3: sangue do cordão alogênico</p><p>preparado por Medipost™</p><p>CÉLULAS-TRONCO E TERAPIA GENÉTICA PARA DOENÇAS</p><p>HEREDITÁRIAS (todas as terapias são autólogas)</p><p>1. Adrenoleucodistrofia cerebral</p><p>2. Fibrose císNca</p><p>3. Anemia de Fanconi</p><p>4. Imunodeficiência Combinada Severa (SCID)</p><p>5. Anemia Falciforme</p><p>6. Talassemia</p><p>7. Síndrome de WiskoX-Aldrich</p><p>8. Distrofia Muscular de Duchenne</p><p>a. Julgamento humano em Ohio, EUA: terapia genéNca</p><p>b. Julgamento humano, em Milão, Itália: terapia genéNca</p><p>c. ArNgos de Giulio Cossu Dr., PI de julgamento humano em Milão</p><p>d. Distrofia muscular – Associação newsle]er (MDA) em marcos na pesquisa</p><p>9. Distrofia muscular de Becker</p><p>a. Ensaio humano: a terapia genéNca</p><p>TRANSPLANTE DE CÉLULAS-TRONCO PARA DOENÇAS</p><p>HEREDITÁRIAS ADICIONAIS (todas as terapias são alogênicas)</p><p>1. EPIDERMÓLISE BOLHOSA</p><p>2. DOENÇAS POR ARMAZENAMENTO DOS</p><p>LISOSSOMOS (em transplante de útero)</p><p>TRATAMENTOS EXPERIMENTAIS</p><p>• São doenças para as quais os tratamentos com células-tronco ainda não foram testados em</p><p>seres humanos. Estes estudos são conduzidos em laboratório, quer com culturas de células</p><p>ou em animais que imitam a doença humana.</p><p>TERAPIA GÊNICA E CÉLULAS-TRONCO (todas as terapias são autólogas)</p><p>1. ISQUEMIA CRÍTICA</p><p>a. Modelo de camundongo: ligar genes para construir nova vasos sanguíneos publicação , ar9go ADA</p><p>TRANSTORNOS NEUROLÓGICOS</p><p>1. Doença de Alzheimer</p><p>2. Doença de Parkinson</p><p>MEDICINA REGENERATIVA</p><p>1. Coração</p><p>a. Crescimento das células do músculo cardíaco a par9r de sangue do cordão umbilical alogênico</p><p>2. Fígado</p><p>a. Crescimento celular</p><p>b. Cirrose</p><p>ENSAIO CLÍNICO COM CÉLULAS-TRONCO DE TECIDO DE CORDÃO</p><p>AUTOIMUNE</p><p>1. ENXERTO-VERSUS-HOSPEDEIRO (GVHD)</p><p>a. Publicado 2 relatos de caso: alogênico MSC</p><p>2. DIABETES TIPO 1</p><p>a. Pesquisa Clínica: MSC alogênico</p><p>3. ESCLEROSE MÚLTIPLA</p><p>a. Pesquisa Clínica: MSC alogênico</p><p>CARDIOVASCULAR</p><p>1. ISQUEMIA CRÍTICA</p><p>a. Pesquisa Clínica: MSC alogênico</p><p>2. INFARTO</p><p>a. Pesquisa Clínica: MSC alogênico</p><p>ENSAIO CLÍNICO COM CÉLULAS-TRONCO DE TECIDO DE CORDÃO</p><p>CARDIOVASCULAR</p><p>1. ISQUEMIA CRÍTICA</p><p>a. Pesquisa Clínica: MSC alogênico</p><p>2. INFARTO</p><p>a. Pesquisa Clínica: MSC alogênico</p><p>NEUROLÓGICA</p><p>1. ATAXIA HEREDITÁRIA</p><p>a. Pesquisa Clínica: MSC alogênico</p><p>b. Teste Publicado: MSC alogênico – Misc.</p><p>MEDICINA REGENERATIVA</p><p>1. FÍGADO</p><p>a. cirrose</p><p>2. QUEIMADURAS</p><p>a. Alogênico MSC</p>

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