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<p>Mobile User</p><p>Sumário</p><p>Introdução</p><p>Tratos respiratórios</p><p>Narinas</p><p>Faringe</p><p>Laringe</p><p>Glote e epiglote</p><p>Traquéia</p><p>Pulmão</p><p>Brônquios</p><p>Ciclo respiratório</p><p>Inspiração</p><p>Expiração</p><p>Tipos de respiração</p><p>Volume pulmonar</p><p>Capacidade pulmonar</p><p>Complacência pulmonar</p><p>Controle respiratório</p><p>Hematose</p><p>Exercícios</p><p>A respiração é o processo pelo qual os animais obtêm e utilizam</p><p>o oxigênio e eliminam o dióxido de carbono.</p><p>Vários aspectos distintos estão envolvidos nesse processo,</p><p>incluindo os fatores químicos associados a captação de oxigênio e</p><p>produção de dióxido de carbono, aspectos mecânicos e físicos</p><p>relacionados com a ventilação dos pulmões, transporte dos gases</p><p>entre os pulmões e o sangue e entre o sangue e os tecidos, e a</p><p>regulação da ventilação.</p><p>O ar inspirado filtra pequenas partículas de poeira e, então, é</p><p>umedecido e aquecido nas vias respiratórias, as quais transferem o</p><p>ar para os pulmões.</p><p>Tratos respiratórios</p><p>Os órgãos respiratórios localizados na cabeça (nariz, seios</p><p>paranasais, parte nasal da faringe) constituem o “trato respiratório</p><p>superior”, ao passo que o “trato respiratório inferior” é constituído</p><p>pela laringe, pela traqueia e pelos pulmões.</p><p>Função</p><p>O sistema respiratório desempenha muitas funções; O nariz possui</p><p>receptores olfativos que fornecem informações sobre o ambiente e</p><p>podem ser usados para localizar e proteger contra substâncias</p><p>nocivas; A cavidade nasal e os cornetos umedecem o ar e filtram</p><p>corpos estranhos; A laringe protege a entrada da traquéia, regula a</p><p>inspiração e a expiração do ar e desempenha um papel importante</p><p>na produção vocal com o auxílio de outros órgãos como a língua; A</p><p>traquéia é dividida em brônquios principais, que por sua vez se</p><p>dividem em brônquios terminais e alvéolos, que são os principais</p><p>locais de troca gasosa.</p><p>Mobile User</p><p>Narinas</p><p>As narinas - aberturas externas pareadas para a passagem do ar a</p><p>cavidade nasal é separada pelo septo nasal e da boca, pelo palato</p><p>duro e mole.</p><p>Além disso, cada cavidade nasal possui uma membrana mucosa</p><p>projetando-se de suas paredes posterior e lateral. Ele divide a</p><p>cavidade em passagens conhecidas como passagens nasais usuais,</p><p>passagens dorsal, média e abdominal;</p><p>Amembrana mucosa da concha é bem vascularizada e serve para</p><p>aquecer e umidificar o ar inalado;</p><p>O epitélio olfatório está localizado caudal a cada passagem nasal, e</p><p>a melhor percepção dos odores (função não respiratória) é obtida</p><p>por meio do olfato.</p><p>Mobile User</p><p>As narinas são mais flexíveis e extensíveis no cavalo e mais rígidas</p><p>no porco, a dilatação das narinas é vantajosa quando há</p><p>necessidade de maior quantidade de ar, como durante a corrida ou</p><p>em situações em que a respiração não é feita pela boca</p><p>O cavalo é um animal que corre e a respiração bucal não é uma</p><p>característica portanto a presença de narinas dilatáveis é uma</p><p>vantagem.</p><p>Cavidade Nasal</p><p>A cavidade nasal se prolonga das narinas até a lâmina cribriforme</p><p>do osso etmoide, sendo dividida pelo septo nasal em lados direito e</p><p>esquerdo. As conchas nasais projetam-se para o interior da</p><p>cavidade nasal e servem para aumentar a superfície respiratória;</p><p>Em animais com senso olfatório apurado, como o cão, as conchas</p><p>nasais são mais complexas e aumentam ainda mais a superfície</p><p>olfatória. Esse aumento, juntamente a uma quantidade maior de</p><p>células olfatórias receptoras, é responsável pelo excelente olfato do</p><p>cão em comparação aos humanos;</p><p>Cavidade nasal: divide-se em direita e esquerda pelo septo nasal</p><p>mediano.</p><p>Mobile User</p><p>Concha nasal dorsal;</p><p>Concha nasal média;</p><p>Concha nasal ventral;</p><p>As conchas nasais consistem em tubos cartilaginosos ou</p><p>ossificados revestidos por mucosa nasal e ocupam a maior parte da</p><p>cavidade nasal. Elas apresentam uma disposição complexa e</p><p>característica de cada espécie.</p><p>Conchas nazais</p><p>Meatos nazais</p><p>meato nasal dorsal;</p><p>meato nasal médio;</p><p>meato nasal ventral;</p><p>A concha maior divide a cavidade nasal em uma série de sulcos e</p><p>meatos, que se ramificam de um meato comum próximo ao septo</p><p>nasal. Existem três meatos nasais nos mamíferos domésticos são</p><p>eles:</p><p>Meato nasal dorsal → entre concha dorsal e o teto da cavidade</p><p>nasal</p><p>Meato nasal médio → entre a concha dorsal e ventral</p><p>Meato nasal ventral → entre concha ventral e assoalho da</p><p>cavidade nasal</p><p>Meato nasal comum → comunica todos os meatos, fica</p><p>adjacente ao septo nasal</p><p>Meato nasal: espaço por onde o ar passa entre as conchas</p><p>Seios paranasais</p><p>Os seios paranasais formam cavidades preenchidas com ar entre as</p><p>lâminas externa e interna dos ossos do crânio;</p><p>Os seios paranasais sofrem uma expansão significativa após o</p><p>nascimento e continuam a aumentar de tamanho com o avançar da</p><p>idade. Eles são bastante desenvolvidos no bovino e no equino, e são</p><p>responsáveis pela conformação da cabeça nessas espécies. Supõe-</p><p>se que os seios paranasais forneçam proteção térmica e mecânica à</p><p>órbita, à cavidade nasal e às cavidades cranianas; eles também</p><p>alargam as áreas para a fixação muscular sem aumentar</p><p>consideravelmente o peso do crânio.</p><p>Ossos cranianos cheios de ar no seu interior. Os mesmos se</p><p>comunicam com a cavidade nasal;</p><p>Os seguintes seios paranasais pares podem ser encontrados no</p><p>crânio de animais domésticos:</p><p>seio maxilar;</p><p>seio frontal;</p><p>seio palatino;</p><p>seio esfenoidal;</p><p>seio lacrimal em suínos e em ruminantes;</p><p>seio conchal dorsal e seio conchal ventral no suíno, em</p><p>ruminantes e no equino;</p><p>células etmoidais em suínos e em ruminantes.</p><p>Faringe</p><p>A faringe é de localização caudal em relação às cavidades nasais</p><p>e constitui uma passagem comum para o ar e o alimento;</p><p>A faringe se constitui na região nasal, oral e na junção com a</p><p>laringe, a abertura da faringe que leva à continuação das vias</p><p>respiratórias é a laringe, o órgão da fonação (produção de sons)</p><p>nos mamíferos. O som é produzido pela passagem controlada de</p><p>ar, que provoca vibração das cordas na laringe.</p><p>Laringe</p><p>A laringe é um órgão musculocartilaginoso com simetria bilateral, em</p><p>forma de tubo, que conecta a faringe à traqueia;</p><p>Ela protege a entrada da traqueia, evitando, assim, a aspiração de</p><p>material estranho para o trato respiratório inferior, além de ser</p><p>importante na vocalização;</p><p>As paredes laríngeas envolvem a cavidade da laringe, cujo lúmen é</p><p>estreitado pelas pregas vocais.</p><p>Durante a deglutição, a epiglote se volta para trás, com a finalidade de</p><p>cobrir parcialmente a abertura rostral da laringe. Caudalmente, a</p><p>cavidade laríngea é contínua com o lúmen da traqueia.</p><p>Glote e epliglote</p><p>A glote é a abertura semelhante a uma fenda entre as cordas vocais.</p><p>A epiglote estende-se cranialmente a partir da laringe. Trata-se de uma</p><p>placa de cartilagem em formato de folha coberta com membrana</p><p>mucosa, que se localiza na raiz da língua e se curva passivamente sobre</p><p>a laringe durante o ato da deglutição, impedindo, assim, a entrada de</p><p>um bolo alimentar na traqueia, quando se insere um tubo</p><p>endotraqueal, o palato mole é, com frequência, visto ventralmente à</p><p>epiglote com a abertura habitual da boca e precisa ser elevado pela</p><p>manipulação do tubo endotraqueal para expor a glote;</p><p>Traquéia</p><p>A traqueia é a principal condutora para passagem do ar até os</p><p>pulmões;</p><p>Divide-se caudalmente para formar os brônquios direito e esquerdo;</p><p>A parede da traquéia contém anéis de cartilagem para impedir o</p><p>colapso da via respiratória traqueal;</p><p>Cada cartilagem traqueal é incompleta (não está unida dorsalmente),</p><p>possibilitando variações de diâmetro, que são reguladas pelo músculo</p><p>liso traqueal. Esse diâmetro pode aumentar durante momentos de</p><p>maior necessidade ventilatória.</p><p>Pulmão</p><p>Os pulmões direito e esquerdo são</p><p>basicamente semelhantes, se conectam</p><p>na bifurcação da traqueia. São órgãos</p><p>elásticos preenchidos com ar, dotados</p><p>de uma textura suave e esponjosa, sua</p><p>cor depende do teor sanguíneo,</p><p>variando desde rosa pálido até</p><p>alaranjado, e vermelho escuro em</p><p>animais repletos de sangue.</p><p>Os pulmões ocupam a maior parte da cavidade torácica, e cada um</p><p>deles é invaginado no saco pleural correspondente.</p><p>Os pulmões são formados por parênquima e interstício;</p><p>O diafragma , separação musculotendínea entre a cavidade torácica</p><p>e</p><p>abdominal, por meio de sua contração, alem da contração dos</p><p>músculos intercostais externos, o tórax aumenta permitindo maior</p><p>expansão da caixa torácica e dos pulmões, favorecendo a entrada de ar</p><p>(Inspiração e expiração).</p><p>Hilo pulmonar: região por onde passam brônquio principal, vasos</p><p>sanguíneos, vasos linfáticos e nervos que adentram os pulmões;</p><p>Lobos pulmonares: fissuras que dividem os pulmões, os brônquios</p><p>encontrados nessas regiões são brônquios secundários;</p><p>Pulmão esquerdo</p><p>Pulmão direito</p><p>Carnívoros:</p><p>→ lobo cranial → cranial</p><p>→ caudal</p><p>→ lobo caudal</p><p>→ lobo cranial</p><p>→ lobo médio</p><p>→ lobo caudal</p><p>→ lobo acessório</p><p>Pulmão esquerdo</p><p>Pulmão direito</p><p>Suínos :</p><p>→ lobo cranial → cranial</p><p>→ caudal</p><p>→ lobo caudal</p><p>→ lobo cranial</p><p>→ lobo médio</p><p>→ lobo caudal</p><p>→ lobo acessório</p><p>Pulmão esquerdo</p><p>Pulmão direito</p><p>Equinos:</p><p>→ lobo cranial</p><p>→ lobo caudal</p><p>→ lobo cranial</p><p>→ lobo caudal</p><p>→ lobo acessório</p><p>Pleura</p><p>Pleura parietal: contato com o tórax</p><p>Cavidade pleural: espaço com líquido seroso entre as</p><p>pleuras</p><p>Pleura visceral: contato com órgãos</p><p>Mediastino: junção entre as pleuras na linha média do</p><p>tórax</p><p>Tecido seroso entre órgãos torácicos e parede torácica</p><p>Quando o tórax expande o seu volume, ocorre também</p><p>expansão dos pulmões, o que possibilita o fluxo de ar para</p><p>dentro dos pulmões;</p><p>O ar é um excelente meio de contraste radiológico, em virtude</p><p>de sua radiotransparência (relativamente penetrável pelos</p><p>raios X). Por conseguinte, os pulmões preenchidos de ar</p><p>fornecem um bom contraste para as estruturas torácicas</p><p>(normais e patológicas) que são radiopacas (relativamente</p><p>impenetráveis pelos raios X);</p><p>Brônquios</p><p>Os brônquios direito e esquerdo e suas subdivisões prosseguem o</p><p>seu percurso até os alvéolos, a menor subdivisão final das</p><p>passagens aéreas;</p><p>As subdivisões da traqueia até os alvéolos, das maiores para as</p><p>menores, compreendem os brônquios, bronquíolos, bronquíolos</p><p>terminais, bronquíolos respiratórios, ducto alveolar, saco alveolar e</p><p>alvéolos;</p><p>Alvéolos pulmonares</p><p>Os alvéolos pulmonares constituem os principais locais de difusão de</p><p>gás entre o ar e o sangue;</p><p>A separação entre ar e sangue e, portanto, a distância de difusão, é</p><p>mínima em nível alveolar;</p><p>O epitélio alveolar e o endotélio capilar estão intimamente associados,</p><p>nesse local, o sangue venoso das artérias pulmonares transforma-se em</p><p>sangue arterial e retorna ao átrio esquerdo pelas veias pulmonares.</p><p>A cor púrpura mais escura do sangue venoso transforma-se em sangue</p><p>arterial vermelho vivo durante a saturação da hemoglobina com novo</p><p>oxigênio que sofreu difusão a partir dos alvéolos;</p><p>No século VXII Richard Lower mostrou que a mudança na cor do</p><p>sangue ocorria nos pulmões, devido à influência de ar fresco. A ideia de</p><p>que a difusão de oxigênio e de dióxido de carbono entre o sangue e o ar</p><p>era separada de um processo de secreção foi provada por August e</p><p>Marie Krogh.</p><p>Ciclo respiratório</p><p>O ciclo respiratório consiste em uma fase de inspiração, seguida de uma</p><p>fase de expiração;</p><p>A inspiração envolve a dilatação do tórax e dos pulmões, acompanhada</p><p>de entrada de ar. O tórax aumenta por meio da contração do diafragma</p><p>(a separação musculotendínea entre o tórax e o abdome) e contração</p><p>dos músculos intercostais externos (músculos localizados entre as</p><p>costelas). Ventilação</p><p>Fluxo de ar que entra e sai dos pulmões, ocorre devido a diferenças de</p><p>pressão entre os pulmões</p><p>A diferença de pressão é gerada pela contração e relaxamento dos</p><p>músculos responsáveis pela respiração;</p><p>Os músculos respiratórios contraem-se de maneira rítmica,</p><p>intermitente e durante a vida toda;</p><p>Inspiração</p><p>Fluxo de ar que entra nos pulmões;</p><p>Ocorre quando a pressão dentro dos pulmões é menor que a pressão do</p><p>ar atmosférico;</p><p>O diafragma é o principal músculo inspiratório, responsável por cerca</p><p>de 75% do ar que entra nos pulmões, a partir de sua contração,</p><p>auxiliado pelos músculos intercostais externos, pela porção</p><p>intercondral do intercostal interno e pelos escalenos;</p><p>Músculos acessórios da inspiração: peitoral maior e menor, trapézio,</p><p>serrátil anterior e esternocleidomastóideo Expiração</p><p>Inspiração = processo ativo = contração muscular;</p><p>Expiração = processo passivo = relaxamento muscular;</p><p>Fluxo de ar que sai dos pulmões;</p><p>Ocorre quando a pressão dentro dos pulmões é maior</p><p>que a pressão do ar atmosférico;</p><p>No repouso ocorre quando a musculatura inspiratória relaxa além do</p><p>recuo elástico da parede torácica e dos pulmões;</p><p>No esforço, ocorre a contração dos músculos intercostais internos,</p><p>oblíquos interno e externo do abdome, transverso e reto do abdome.</p><p>Quando se contraem, promovem o movimento em “alça de balde” e</p><p>“braço de bomba” das costelas, levando as costelas para cima e para</p><p>frente, aumentando, assim, os diâmetros lateral e antero-posterior do</p><p>tórax</p><p>Diafragma</p><p>Porção tendínea (central)</p><p>Porção muscular (periférica)</p><p>Hiato esofágico;</p><p>Hiato aórtico;</p><p>Forame da veia cava inferior;</p><p>Músculo em forma de cúpula de concavidade inferior;</p><p>Separa a cavidade torácica da abdominal e compreendem em duas</p><p>partes:</p><p>Suas fibras tem origem, por meio de tendões curtos, nas costelas, no</p><p>esterno e na coluna vertebral, nesta última por meio de dois tendões</p><p>espessos chamados de pilares direito e esquerdo do diafragma.</p><p>Apresenta três aberturas:</p><p>O padrão respiratório ou forma de onda, quando registrado, varia</p><p>pouco entre as espécies de mamíferos. As fases de inspiração e de</p><p>expiração do ciclo geralmente são uniformes e simétricas;</p><p>Uma exceção a esse padrão geral é representada pelo cavalo, no qual</p><p>existem duas fases durante a inspiração e duas fases durante a</p><p>expiração. Essa diferença de espécie pode decorrer de um atraso no</p><p>disparo dos neurônios inspiratórios tardios.</p><p>Tipos de respiração</p><p>Abdominal e costal;</p><p>Eupneia: normal</p><p>Dispneia: desconforto para respirar</p><p>Apneia: ausência de movimento respiratório</p><p>Taquipneia: rápida e superfície</p><p>Bradipneia: frequência abeiro de 12 IMP</p><p>A frequência respiratória refere-se ao número de ciclos respiratórios</p><p>em um minuto;</p><p>Trata-se de um excelente indicador do estado de saúde do animal,</p><p>porém precisa ser interpretado corretamente, uma vez que está sujeito</p><p>a numerosas variações;</p><p>Além das variações observadas entre espécies, a frequência respiratória</p><p>pode ser afetada por outros fatores, como tamanho corporal, idade,</p><p>exercício físico, excitação, temperatura ambiente, gestação, grau de</p><p>enchimento do trato digestório e estado de saúde;</p><p>A gestação e o enchimento do trato digestório aumentam a frequência,</p><p>visto que limitam a excursão do diafragma durante a inspiração.</p><p>Quando a expansão dos pulmões é restrita, a ventilação adequada é</p><p>mantida pelo aumento da frequência. Por exemplo, quando um boi está</p><p>deitado, o rúmen volumoso comprime o diafragma e restringe o seu</p><p>movimento, e observa-se um aumento da frequência respiratória.</p><p>Frequência respiratória</p><p>Volume pulmonar</p><p>Volume Corrente - É a quantidade de ar que entra nos pulmões na</p><p>inspiração ou a quantidade de ar que sai dos pulmões na expiração;</p><p>Volume de Reserva Inspiratório - É a quantidade de ar que pode ser</p><p>inspirada sobre e além do volume corrente normal;</p><p>Volume de Reserva Expiratório - É a quantidade extra de ar que</p><p>pode ser expirado sobre e além do volume corrente normal;</p><p>Volume Residual - É a quantidade de ar que ainda permanece nos</p><p>pulmões após uma expiração forçada;</p><p>Capacidade pulmonar</p><p>Capacidade Vital – É a soma do volume corrente, volume de</p><p>reserva inspiratório e volume de reserva expiratório;</p><p>Capacidade Inspiratória - É a soma dos volumes corrente mais o</p><p>volume de reserva inspiratório;</p><p>As capacidades pulmonares correspondem a soma de dois ou mais</p><p>volumes pulmonares.</p><p>Capacidade Pulmonar Total – É a soma de todos os volumes, ou seja,</p><p>o volume corrente, volume de reserva inspiratório, volume de reserva</p><p>expiratório e o volume residual;</p><p>Capacidade Residual Funcional - É a soma do volume residual mais o</p><p>volume de reserva expiratório;</p><p>Complacência pulmonar</p><p>A complacência pulmonar é a média da distensibilidade dos pulmões;</p><p>A unidade padrão para a complacência pulmonar</p><p>é de mililitro (ou litros)</p><p>por centímetro de água;</p><p>Se houver diminuição do valor da complacência de determinado animal</p><p>durante um certo período de tempo (maior pressão para a mesma</p><p>expansão de volume), os tecidos do pulmão devem estar mais rígidos e</p><p>menos distensíveis, ou a presença de certas anormalidades pode ter</p><p>reduzido ainda mais a expansão do tórax. Os fatores que afetam a</p><p>complacência consistem em condições que destroem o tecido pulmonar</p><p>ou provocam fibrose ou edema, ou que impedem de algum modo a</p><p>expansão do pulmão.</p><p>Os músculos respiratórios são inervados pelo nervo frênico e pelos</p><p>nervos intercostais. Esta regulação ajusta a ventilação de maneira a</p><p>manter pressões sanguíneas de oxigênio e de dióxido de carbono</p><p>apropriadas. Controle respiratório</p><p>Grupo respiratório dorsal (GRD) na parte dorsal do bulbo;</p><p>Grupo respiratório ventral (GRV) na parte ventral do bulbo;</p><p>Centro pneumotáxico (CP) na porção rostral da ponte, o centro</p><p>apnêustico na parte caudal da ponte;</p><p>A respiração automática pelos centros respiratórios do bulbo e da ponte;</p><p>Área Pneumotáxica</p><p>Essa área está localizada na parte superior da ponte e transmite impulsos</p><p>inibitórios para a área inspiratória.</p><p>A principal função dela é desligar a área inspiratória antes que os</p><p>pulmões fiquem muito cheios de ar.</p><p>Esses impulsos têm, então, a finalidade de diminuir a duração da</p><p>inspiração, enquanto a área pneumotáxica estiver mais ativa, a</p><p>frequência da respiração será mais rápida.</p><p>Área Apnêustica</p><p>A área apnêustica está localizada na parte inferior da ponte, essa área vai</p><p>enviar sinais ativando e prolongando a inspiração, resultando em uma</p><p>inspiração longa e intensa. Quando a área pneumotáxica está ativa, os</p><p>sinais da área apnêustica são anulados.</p><p>A respiração externa (pulmonar) corresponde à troca de gases entre</p><p>os espaços aéreos dos pulmões e o sangue, nos capilares pulmonares,</p><p>através da membrana respiratória. O sangue recebe o oxigênio (O2) e</p><p>perde o dióxido de carbono (CO2).</p><p>A respiração interna (tecidual) corresponde à troca gasosa entre o</p><p>sangue nos capilares sistêmicos e as células teciduais. O sangue</p><p>perde O2 e recebe CO2.</p><p>As trocas gasosas ou hematose podem ser divididas em:</p><p>A quantidade de oxigênio (O2) em solução físicas (plasma) é bastante</p><p>reduzida e portanto insuficiente para as necessidades metabólicas.</p><p>Já a forma combinada com a hemoglobina, assume maior importância</p><p>fisiológica.</p><p>Transporte de gases</p><p>Nos alvéolos pulmonares o ar e o sangue estão praticamente em contato</p><p>numa grande superfície, dando-se as trocas gasosas:</p><p>O ar cede oxigênio ao sangue e recebe do sangue dióxido de carbono</p><p>São as trocas gasosas que ocorrem nos alvéolos pulmonares que</p><p>permitem a oxigenação do sangue.</p><p>Nos alvéolos pulmonares o gás oxigênio (O2) do ar difunde-se para os</p><p>capilares sanguíneos, e penetra nas hemácias, onde se combina com a</p><p>hemoglobina enquanto o gás carbônico (CO2) é liberado para o ar</p><p>(processo chamado hematose).</p><p>Hematose</p><p>Exercicíos</p><p>1- Que estruturas fazem parte do trato respiratório superior e inferior?</p><p>2-Qual a importância das conchas e meados nazais?</p><p>3- Como se divide os meatos nazais?</p><p>4-Qual a função da faringe?</p><p>5- Conceitue traqueia:</p><p>6-Como se divide os bronquiolos:</p><p>7- Cite a importância do diafragma:</p><p>8-Cite os termos técnicos quando falamos de respiração fisiológica e</p><p>alternada do trato respiratório;</p><p>9- O que é hematose?</p><p>10- Qual a relação entre ventilação e perfusão pulmonar:</p><p>Gabarito:</p><p>1- Superior: nariz, seio parental e parte nazal da faringe</p><p>Inferior: laringe, traqueia e pulmão.</p><p>2- As conchas nazais são responsáveis pela percepção</p><p>olfativa e meatos por onde passa o ar.</p><p>3-Ele é dividido em dorsal, médio e ventral.</p><p>4- É por ela que passa o ar e os alimentos.</p><p>5- Primcipla condutora de ar para o pulmão, possui</p><p>cartilagem traqueal que impede o colapso das vias</p><p>respiratórias.</p><p>6-Brônquio principal, lobar e segmentar.</p><p>7- É o principal músculo respiratório, separa o tórax e o</p><p>abdômen.</p><p>8- Eupnei, tacpneia, bradipnei, apneia e despineia.</p><p>9- É a troca gasosa, o ar cedo oxigênio e recebe faz carbônico.</p><p>10- A relação entre eles é a responsável por mandar oxigênio</p><p>pata o sangue quando não ocorre a hipoxemia.</p><p>Referências:</p><p>Reece, William O. Anatomia funcional e fisiologia dos</p><p>animais domésticos /William O. Reece, Eric W. Rowe ;</p><p>tradução José Jurandir Fagliari, Fabiana</p><p>Buassaly Leistner. - 5. ed. - Rio de Janeiro : Roca, 2020.</p><p>Livro - Anatomia dos Animais Domésticos: Texto e Atlas</p><p>Colorido/ 7° edição</p>

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