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<p>BACIA HIDROGRÁFICA- aula I</p><p>Foz ou embocadura: final da bacia e local onde água desagua no mar</p><p>Divisor de águas: área mais elevada do relevo com montanhas ou planícies que divide os rios.</p><p>Rio ou leito principal</p><p>Afluentes: curso de água que alimenta rio principal</p><p>Subafluentes: cursos de água menores</p><p>*nunca deve cortar…. esqueci o nome gente!!</p><p>CLASSIFICAÇÃO DOS CURSOS D’ÁGUA</p><p>PERENES - contém água durante todo o tempo, o lençol subterrâneo mantém alimentação contínua e não desce nunca abaixo do leito do curso d’água, mesmo durante as secas mais severas;</p><p>INTERMITENTES - escoam nas estações de chuva e secam nas de estiagem. Na época de estiagem o lençol encontra-se abaixo do leito;</p><p>EFÊMEROS - existem apenas durante ou imediatamente após os períodos de precipitação e só transportam escoamento superficial, não há possibilidade de escoamento subterrâneo.</p><p>FATORES FÍSICOS</p><p>DIVISOR DE ÁGUA:</p><p>FORMA DA BACIA influência maior potencialidade de produção de picos de enchentes elevados.</p><p>A</p><p>a que tem mais capacidade de encher</p><p>rapidamente a figura da esquerda(A)</p><p>USO DO SOLO:</p><p>O QUE MAIS…</p><p>Terraço uma área contínua que diminui a velocidade de escoamento da água superficial</p><p>Dique diminui o impacto e</p><p>Em qualquer bacia as características do escoamento superficial são influenciadas pelo tipo predominante de solo, devido à capacidade de infiltração dos diferentes solos, que por sua vez é resultado do tamanho dos grãos do solo etc</p><p>microporos: armazenam/retém água</p><p>macroporos: espaços maiores por onde a água percola</p><p>exutório é a parte final de uma bacia hidrográfica</p><p>1+1=2</p><p>2+2=3</p><p>3+3=4</p><p>PRECIPITAÇÃO- aula II</p><p>INFILTRAÇÃO - aula III</p><p>1. FATORES QUE INFLUENCIAM</p><p>→ classe do solo</p><p>→ condições de superfície (selamento, compactação, cobertura etc..)</p><p>→ homogeneidade do solo</p><p>→ teor de água no perfil do solo = umidade antecedente</p><p>→ extrínsecos ao solo – precipitação</p><p>Quanto maior a taxa de infiltração, menor será o nível de erosão do solo</p><p>2. ZONAS DE INFILTRAÇÃO</p><p>A) SATURAÇÃO: 1,5 cm de comprimento e está completamente preenchida por água → todos os poros preenchidos</p><p>B) TRANSIÇÃO: 5 cm de comprimento e muda de umidade bruscamente → mais úmida que a de transmissão</p><p>C) TRANSMISSÃO: quantidade do perfil disponível para transmitir água (estrutura mutável) → depende da carga hidráulica</p><p>D) UMEDECIMENTO: está em contato direto com a frente de umedecimento, limite claro entre a zona que possui água e a que ainda está seca;</p><p>E) FRENTE DE UMEDECIMENTO</p><p>3. GRANDEZAS</p><p>4. CAPACIDADE DE INFILTRAÇÃO X TAXA DE INFILTRAÇÃO</p><p>5. DETERMINAÇÃO DE INFILTRAÇÃO</p><p>ESCOAMENTO SUPERFICIAL- aula VI</p><p>escoamento superficial</p><p>· fase do ciclo hidrológico de maior importância para o manejo e conservação do solo</p><p>Definição: deslocamento de parte da água decorrente de precipitação, que ocorre na superfície do solo. → ocorrência e transporte da água na superfície terrestre</p><p>· capacidade de infiltração do solo é excedida, por este motivo não consegue absorver mais água</p><p>· excesso de precipitação que ocorre após chuva intensa</p><p>· com alta atividade erosiva no solo</p><p>· parte da chuva é interceptada pela vegetação, mas outra parte pode tanto evaporar, quanto escoar livremente no solo (em casos em que não ocorre interceptação por parte da vegetação ou o solo não consegue absorver mais nada)</p><p>1. COMPONENTES DE ESCOAMENTO</p><p>· escoamento superficial ocorre devido a intensas precipitações que acabam por exceder a capacidade de infiltração do solo, assume papel importante no que diz respeito ao transporte de sedimentos e inundações durante as “enxurradas” → componente mais importante, devido a sua alta capacidade erosiva no solo → lâmina d’água superficial que vai se acumulando → rápido</p><p>· escoamento hipodérmico água infiltrada que torna a aparecer na superfície, uma vez que, ocorre em uma camada de solo saturada → água infiltrada atinge porção de menor permeabilidade do solo → escoamento paralelo a superfície do solo</p><p>· escoamento subterrâneo ou de base água que percola profundamente até atingir o lençol freático → de caráter lento garantindo a perenidade de cursos d’água → reflete a capacidade de armazenamento de água da BH e de manutenção do escoamento durante períodos de estiagem</p><p>2. FATORES QUE INFLUENCIAM O ESCOAMENTO SUPERFICIAL</p><p>Podem ser de natureza climática ou fisiográfica atrelado às características físicas da BH</p><p>A) CLIMÁTICO: intensidade e duração da precipitação, são dois fatores fundamentais, uma vez que quanto maior a intensidade mais rápido o solo vai atingir sua capacidade de infiltração → DURAÇÃO DIRETAMENTE PROPORCIONAL AO ESCOAMENTO → precipitação antecedente se a chuva ocorre quando o solo já está úmido devido a chuva anterior, não irá reter tanta água</p><p>B) FISIOGRÁFICA: área, forma, permeabilidade, capacidade de infiltração e topografia da BH</p><p>3. HIDROGRAMA</p><p>É a representação gráfica da variação da vazão em relação ao tempo → escoamento em uma linha temporal → pode-se analisar certos fenômenos, como permeabilidade e infiltração do solo e até mesmo contribuição ou não do lençol freático</p><p>→ método CN (número da curva) é utilizado para estimar o volume de escoamento superficial resultante da chuva</p><p>image1.png</p><p>image16.png</p><p>image2.png</p><p>image4.png</p><p>image8.png</p><p>image5.png</p><p>image13.png</p><p>image15.png</p><p>image6.png</p><p>image7.png</p><p>image9.png</p><p>image3.png</p><p>image14.png</p><p>image12.png</p><p>image10.png</p><p>image11.png</p>