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<p>UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA</p><p>CIÊNCIA DE DADOS E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL</p><p>AMANDA VIEIRA SOUSA</p><p>CABO FRIO</p><p>2022</p><p>ATIVIDADE INDIVIDUAL AVALIATIVA (A2)</p><p>A priori, os avanços tecnológicos proveniente da era digital induzem a produção de uma</p><p>imensa quantidade de dados. Entretanto, não basta somente obter os dados, mas se faz</p><p>necessário a observação e análise do que foi coletado, para assim utilizá-los de maneira</p><p>benéfica aos objetivos esperados. Dessa forma, o Big Data e a Inteligência Analítica são</p><p>conceitos que se relacionam e praticam a reunião de um alto volume de dados,</p><p>organizando-os e interpretando-os na busca de gerar informações úteis e relevantes para</p><p>a tomada de decisão nas mais variadas situações.</p><p>Outrossim, a inteligência analítica e o Big Data contribuem diretamente para estabilidade</p><p>e segurança nos campos da pesquisa, através do tratamento e análise dos dados coletados.</p><p>Na área da saúde, por exemplo, atuam dos setores de prevenção aos setores de</p><p>diagnóstico. Seguindo essa lógica, as instituições estão adotando cada vez mais as</p><p>plataformas analíticas para gerenciar os custos operacionais, dados clínicos, exames e</p><p>tratamentos, medicamentos e até prejuízos gerados pelos seguros.</p><p>A vantagem do uso da inteligência analítica no cotidiano é a análise de dados,</p><p>possibilitando o descobrimento de ameaças cibernéticas, pontuando os riscos de crédito,</p><p>desenvolvendo novos medicamentos, dentre outras funções. Por outro lado, o Big Data,</p><p>versa sobre o grande volume de dados diversos e complexos que não se consegue</p><p>processar através dos softwares comuns.</p><p>No tocante a inserção e aplicabilidade do Big Data e da Inteligência Analítica na medicina</p><p>vale destacar a pandemia da Covid-19 como um fator de grande relevância para a</p><p>popularização dessas ferramentas no âmbito da saúde. Uma vez que, os sistemas</p><p>hospitalares entraram em colapso por conta da intensa demanda por atendimentos e falta</p><p>de conhecimento para lidar com o novo vírus. Desse modo, os mecanismos</p><p>supramencionados se mostraram verdadeiros aliados na organização e otimização dos</p><p>sistemas, colaborando diretamente para o aproveitamento das informações coletadas.</p><p>Além disso, com o Big Data, a medicina pode estabelecer padrões de comportamento da</p><p>coletividade para visualizar e prever os meios de transmissão e dissipação do</p><p>Coronavírus. Sendo assim, contribuiu também para o desenvolvimento das pesquisas</p><p>quanto as vacinas e métodos de prevenção e tratamento, visto que a velocidade na análise</p><p>dos dados possibilitava resultados mais rápidos e seguros.</p><p>Seguindo esta perspectiva, o uso de Big Data pode ser considerado essencial para</p><p>amenização do colapso na saúde nacional e na contenção de uma possível futura</p><p>pandemia. Visto que, a principal ferramenta para compelir o avanço de um agente</p><p>infeccioso como o Coronavírus é ter o conhecimento de como este poderá se proliferar e</p><p>assim prever meios de o frear.</p><p>Cumpre destacar que a implementação do Big data na área da saúde também viabilizaria</p><p>a disponibilização de dados dos usuários e interação entre as redes de saúde públicas e</p><p>privadas, gerando um grande banco de informações. Ou seja, o oferecimento de acesso</p><p>prático aos registros de saúde dos usuários, como peso, histórico de doenças, idade,</p><p>tamanho e tratamentos já realizados funcionariam como base para observação e</p><p>construção de patrões de atendimentos, além de através desta interatividade direcionarem</p><p>as pesquisas para ações com eficácia comprovada.</p><p>Por conseguinte, a atuação do Big data e da inteligência artificial no contínuo crescimento</p><p>dos bancos de dados acarretaria no processamento, em um menor prazo, das informações</p><p>coletadas de pacientes já tratados, transformando-as em métodos de avaliação e</p><p>tratamento menos invasivo a outros pacientes, já que o sistema já se preparou com base</p><p>em experiências passadas.</p><p>Por fim, ao abordarmos o tema debatido sob a perspectiva do cenário atual da saúde</p><p>pública brasileira, nota-se que a implementação do Big data aliado a Inteligencia Analítica</p><p>poderia solucionar os graves problemas de gestão enfrentados pelo Sistema Único de</p><p>Saúde pátrio. Tendo em vista que a organização possibilitada por estes mecanismos</p><p>facilitaria a administração de insumos, a distribuição de médicos por todo território e</p><p>formas de desenvolvimento capazes de atenderem a população de maneira mais eficaz.</p><p>Referências bibliográficas:</p><p>Inteligência analítica: benefícios, importância, carreira e curso (unifeob.edu.br)</p><p>Big data e inteligência analítica: curso, mercado e atuação (pucgoias.edu.br)</p><p>Big Data: como funciona, exemplos, importância e desafios - FIA</p>