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<p>PATOGENICIDADE BACTERIANA</p><p>Microbiologia e Imunologia</p><p>Prof. Ana Daniela</p><p>Mecanismos de patogenicidade</p><p>Patogenicidade: capacidade de ultrapassar as barreiras</p><p>do hospedeiro e causar uma doença.</p><p>Virulência: grau de patogenicidade.</p><p>Aderência</p><p>Mecanismos para adesão aos tecidos -> fixação.</p><p>Adesinas são moléculas de superfície que se ligam a</p><p>receptores de células do hospedeiro.</p><p>Presentes, principalmente, na cápsula e nas fímbrias</p><p>bacterianas.</p><p>Aderência</p><p>Streptococcus mutans: placa dentária bacteriana.</p><p>Escherichia coli: infecções intestinais e urinárias.</p><p>Neisseria gonorrhoeae: gonorréia.</p><p>Staphylococcus aureus: impetigo, foliculite, celulite</p><p>infecciosa.</p><p>Listeria monocytogenes: meningites e abortos espontâneos.</p><p>Cápsula bacteriana</p><p>Aumenta a virulência da bactéria através da resistência à</p><p>fagocitose e da formação de biofilme.</p><p>- Streptococcus pneumoniae: pneumonia e meningite.</p><p>- Klebsiellla pneumoniae: pneumonia e infecções urinárias.</p><p>- Haemophilus influenzae: pneumonia e meningite.</p><p>- Bacillus anthracis: antraz.</p><p>Enzimas e toxinas</p><p>Enzimas: principalmente as exoenzimas (externas) podem</p><p>ser úteis para o desenvolvimento da infecção (coagulases,</p><p>hemolisinas, hialuronidases).</p><p>Toxinas: “veneno” produzido pela bactéria -> toxigenicidade.</p><p>Exemplos: Clostridium botulinum, Staphylococcus aureus,</p><p>Shigella sp.</p><p>Variação antigênica</p><p>Alteração dos seus antígenos de superfície para driblar o</p><p>sistema imune.</p><p>Variação</p><p>antigênica</p><p>Sistema</p><p>imune</p><p>Variabilidade genética</p><p>As bactérias não possuem alternância de gerações, gametas,</p><p>meiose. Portanto, não apresentariam variações genéticas.</p><p>A variabilidade genética ocorre devido a troca de material</p><p>genético por outros mecanismos:</p><p>Mutação e recombinação (transformação, conjugação ou</p><p>transdução).</p><p>As bactérias se multiplicam por divisão</p><p>binária.</p><p>O DNA cromossomal precisa duplicar-</p><p>se antes do processo de divisão celular,</p><p>para que todas as células-filhas</p><p>recebam uma cópia do cromossomo</p><p>(transferência vertical de genes).</p><p>Mutação</p><p>Alterações na sequência de nucleotídeos podendo</p><p>modificar a produção de proteínas de forma neutra,</p><p>prejudicial ou benéfica.</p><p>São irreversíveis.</p><p>Ocorrem durante a replicação do cromossomo bacteriano</p><p>– transferência vertical.</p><p>Mutagênicos químicos ou radiação.</p><p>Recombinação</p><p>Processo de variabilidade genética que envolve material</p><p>genético exógeno – transferência horizontal.</p><p>Ocorre durante os processos de conjugação, transformação</p><p>ou transdução.</p><p>Transformação</p><p>Transferência de um pedaço de DNA de uma célula morta</p><p>para uma célula viva em um meio.</p><p>Experimento de Griffith: em 1928, Griffith descobriu um</p><p>Streptococcus pneumoniae sem cápsula, sendo que as</p><p>colônias lisas eram aquelas de bactérias encapsuladas e as</p><p>colônias rugosas eram de bactérias sem cápsula.</p><p>Transdução</p><p>Incorporação de DNA de outra célula bacteriana tendo como</p><p>vetor um bacteriófago.</p><p>No processo de formação de novas partículas virais, pode ser</p><p>incorporado algum DNA do cromossomo da célula</p><p>hospedeira. Quando estes vírus infectam novas células, a</p><p>célula receptora pode adquirir nova informação genética.</p><p>Conjugação</p><p>Processo de transferência de DNA de uma bactéria para</p><p>outra, envolvendo o contato entre duas células por meio</p><p>de um plasmídio (fator F) através do pili sexual.</p><p>F+ = célula doadora F- = célula receptora</p><p>Plasmídio: moléculas extracromossomais circulares de DNA</p><p>encontradas em várias espécies bacterianas, conferem vantagens</p><p>seletivas. Tipos principais de plasmídios:</p><p>- Plasmídios R (resistência a antibióticos).</p><p>- Plasmídio Col (capazes de produzir inibidores de crescimento de</p><p>outras bactérias).</p><p>- Plasmídios virulentos (favorecem a infecção em mamíferos).</p><p>- Plasmídios de degradação (codificam enzimas degradativas).</p><p>Resistência microbiana</p><p>O uso indiscriminado de antimicrobianos favorece</p><p>diretamente a manutenção e ampliação da resistência</p><p>bacteriana, assim como as medidas insuficientes de</p><p>prevenção de infecções contribuem para que as doenças</p><p>causadas por essas bactérias sejam cada vez mais</p><p>disseminadas.</p><p>Desenvolvimento de mecanismos de defesa bacteriana.</p><p>Mecanismos de resistência a</p><p>antimicrobianos</p><p>- Alteração da permeabilidade.</p><p>- Alteração do sítio de ação do antimicrobiano.</p><p>- Bomba de efluxo.</p><p>- Mecanismo enzimático.</p><p>Alteração da permeabilidade</p><p>A permeabilidade da membrana externa das bactérias gram</p><p>negativas é influenciada pelos canais de porinas (proteínas</p><p>que modificam a permeabilidade).</p><p>Bacilos gram-negativos são intrinsecamente resistentes à</p><p>penicilina, eritromicina, clindamicina e vancomicina e</p><p>Pseudomonas aeruginosa ao trimetoprim.</p><p>Ex.: uma alteração na porina específica da membrana celular</p><p>externa pela qual o imipenem geralmente se difunde, pode</p><p>impedir a ação do antimicrobiano no alvo, tornando P.</p><p>aeruginosa resistente ao imipenem (resistência adquirida).</p><p>Alteração do sítio de ação do antimicrobiano</p><p>Alguns antimicrobianos atuam inibindo a síntese proteica em</p><p>sítios específicos.</p><p>Uma alteração do sítio-alvo onde atua determinado</p><p>antimicrobiano pode impedir o efeito inibitório.</p><p>É um dos mais importantes mecanismos de resistência.</p><p>Ex.: Staphylococcus aureus resistente à oxacilina (gene mecA),</p><p>resistente aos β-lactâmicos.</p><p>Sítio alterado</p><p>Gene resistente</p><p>Bomba de efluxo</p><p>O bombeamento ativo de antimicrobianos do meio</p><p>intracelular para o extracelular - efluxo ativo – através de</p><p>proteínas da membrana plasmática das bactérias gram-</p><p>negativas.</p><p>Ex.: resistência às tetraciclinas codificada por plasmídeos</p><p>em Escherichia coli.</p><p>Mecanismo enzimático</p><p>É o mecanismo de resistência bacteriano mais frequente.</p><p>Ocorre a degradação do antimicrobiano por enzimas.</p><p>Penicilinas, cefalosporinas e carbapenemicos possuem anel</p><p>β-lactâmico - local onde os antimicrobianos β-lactâmicos</p><p>ligam-se às PBPs bacterianas (proteínas de ligação).</p><p>β-lactamases - hidrolisam ligações do anel beta-lactâmico,</p><p>destruindo-o.</p>

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