Prévia do material em texto
<p>Dosagens de Concreto</p><p>Apresentação: Simone Perruci Galvão</p><p>UNIDADE ACADÊMICA DO CABO DE SANTO</p><p>AGOSTINHO – UACSA/UFRPE</p><p>Referência Bibliográficas</p><p> ABCP. Racionalização de estruturas de concreto armado. Apostila de</p><p>aula. S.d.</p><p> ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR</p><p>12655/96 - Concreto - Preparo, controle e recebimento. Rio de Janeiro,</p><p>2006.</p><p> ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR-</p><p>6118: Projeto de Estruturas de Concreto. Rio de Janeiro, 2010.</p><p> ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR</p><p>5739. Ensaio de compressão de corpos de provas cilindricos. Rio de</p><p>Janeiro, 2007.</p><p> ISAIA, C. Concreto: Ciências e Tecnologia. IBRACON: São Paulo,</p><p>2011.931p.</p><p> MEHTA, P.K.; MONTEIRO, P.M. Concreto: Estrutura, Propriedades e</p><p>materiais. Pini:São, Paulo, 1994. 573p.</p><p> MEDEIROS, M. H.F. Dosagem dos concretos de cimento Portland.</p><p>Acesso: http://www.dcc.ufpr.br/.</p><p>http://www.dcc.ufpr.br/</p><p>DOSAGEM</p><p> Estudo de dosagem de concretos de cimento Portland são</p><p>procedimentos necessários para obtenção de proporções ideais</p><p>dos materiais componentes do mesmo (traço):</p><p>ADITIVOS</p><p>ADIÇÕES</p><p>MINERAIS</p><p>TRAÇO MAIS BÁSICO</p><p>BRITA</p><p>Isaia, 2011. Concreto: ciências e Tecnologia</p><p>DOSAGEM</p><p>MISTURA ECONOMICA E ADEQUADAS A</p><p>CONDIÇÃO DE SERVIÇO</p><p>Dosagem</p><p> Dosagem – Traço (expressão da composição do concreto)</p><p>◦ Sequência do traço → 1:a:b e relação a/c</p><p> Traço →</p><p>◦ Em massa seca dos materiais (maior rigor).</p><p>◦ Em volume.</p><p>◦ Em massa e volume (cimento em massa, agregado</p><p>volume.)</p><p>DOSAGEM DE CONCRETOS TRADICIONAIS -</p><p>PLÁSTICOS</p><p>REQUISITOS GERAIS</p><p>Resistência Mecânica→ Projeto Estrutural (MPa)</p><p>Trabalhabilidade (mm)</p><p>Durabilidade (anos)</p><p>Consumo sustentável (rendimento Kg/MPa)→ indicador</p><p>técnico e financeiro.</p><p>Deformabilidade</p><p>Especiais: pisos → resistência à tração, flexão.</p><p>Princípios da DOSAGEM</p><p>✓ Diâmetro dos agregados graúdos → quanto maiores, menor área</p><p>superficial a ser envolvida pela pasta;</p><p>✓ Resistência à compressão depende essencialmente da relação a/c,</p><p>para concretos plásticos.</p><p>✓ Consistência → Depende essencialmente da quantidade de água</p><p>por m3 da mistura e do uso dos aditivos redutores de água.</p><p>✓ Boa trabalhabilidade e boa consistência pode ser garantida</p><p>com o menor consumo de água, desde que utilizado estes</p><p>aditivos.</p><p>✓ Pra uma dada consistência e resistência há uma</p><p>composição granulométrica ótima (mistura agregado</p><p>graúdo e areia).</p><p>Para concreto dosado em central a NBR 7212 estipula o tempo máximo para que o concreto seja</p><p>descarregado (aplicado: Transportado, lançado e adensado ) → 150 min</p><p>E de transporte até o local → 90 min.</p><p>MÉTODOS DE DOSAGENS</p><p>Métodos de dosagem</p><p>EMPÍRICO – NÃO EXPERIMENTAL</p><p>O traço é definido pela experiência ou tradição;</p><p>Pode ser relacionada a tabelas pré-prontas – não</p><p>considera a natureza e características dos materiais</p><p>disponíveis numa dada região;</p><p>Obras de pequeno porte.</p><p>Empírico</p><p>✓ No campo das aplicações práticas, destacam-se as cartilhas e</p><p>ábacos de traços de concreto elaborados por Abílio de</p><p>Azevedo Caldas Branco.</p><p>✓ Contribuição, no Brasil, para levar os métodos de dosagem ao</p><p>alcance dos mestres-de-obra e até aos engenheiros pouco</p><p>dedicados ao estudo teórico. (Segundo Vasconcelos,1985).</p><p>✓ Evidentemente, tratava-se da primeira aproximação do traço</p><p>ótimo, em geral com excesso de ligante, antieconômico e</p><p>pouco sustentável. .</p><p>Isaia, 2011. Concreto: ciências e Tecnologia</p><p>Métodos de dosagem</p><p>EMPÍRICO – NÃO EXPERIMENTAL</p><p>Fonte: Medeiros, M. Dosagem dos Concretos de</p><p>Cimento Portland.</p><p>Métodos de dosagem</p><p>EXPERIMENTAL – RACIONAL</p><p>É realizado um estudo teórico prático para a determinação</p><p>do traço</p><p>◦ Utilização dos materiais disponíveis;</p><p>◦ Mistura mais econômica;</p><p>◦ Condições de projeto.</p><p>DOSAGEM</p><p> Inexistência de norma específica para estudo de dosagem</p><p>(procedimentos e parâmetros).</p><p> Pesquisadores propõem seus próprios métodos de Dosagem.</p><p> Métodos: IPT (Torres, Priszkulnik, Tango, 1986), INT (lobo</p><p>Carneiro, 1937), ITERS (Petrucci, 1985), ABCP (adaptação do</p><p>método ACI), Helene e Terzian (1992), Aiticin (1998),</p><p>IBRACON (2011) – evolução do método proposto pelo</p><p>IPT/EPUSP.</p><p>Isaia, 2011. Concreto: ciências e Tecnologia</p><p> Resistência característica à compressão fck – Resistência</p><p>de projeto.</p><p> Resistência média de Dosagem fcm,j → Deve ser maior</p><p>que o Fck→ É a Resistência prevista para dosagem.</p><p> Fck – é Valor de referência que o projetista adota como</p><p>base de cálculo, sendo associada a um nível de confiança</p><p>de 95%.</p><p>Concreto – Dosagem</p><p>fck → O Valor da resistência que tem 5% de probabilidade de não ser alcançado, em</p><p>ensaios de corpos-de-prova de um determinado lote de concreto.</p><p>fcmj =fck + 1,65 Sd (ABNT NBR 12655:2006)</p><p>Fcmj – resistência média à compressão</p><p>Fck – resistência característica à compressão.</p><p>Sd → desvio padrão</p><p>✓ Tanto para o fcmj quanto para o fck, as idades de projeto não</p><p>estão definidas → O projetista estrutural da edificação, em</p><p>conjunto com o tecnologista de concreto, definirão a idade de</p><p>controle e cálculo destes parâmetros.</p><p>✓ Qual o critério de definição da idade?</p><p>✓ Dependerá do período que se pretende desenformar a</p><p>estrutura, iniciar um carregamento construtivo dos próximos</p><p>andares, o tempo que se pretende ocupar o prédio, entre</p><p>outros, etc.</p><p>✓ Quanto maior for a idade de controle, mais econômico</p><p>e sustentável será o concreto.</p><p>✓ Caso não especificada a resistência → parâmetro os 28 dias.</p><p>Concreto – Dosagem</p><p>Isaia, 2011. Concreto: ciências e Tecnologia</p><p>Concreto – Dosagem</p><p>fcmj =fck + 1,65 Sd (ABNT NBR 12655:2006)</p><p>Fcmj – resistência média à compressão</p><p>Fck – resistência característica à compressão.</p><p>Sd → desvio padrão</p><p>O valor do desvio-padrão é de acordo com a medição dos</p><p>componentes do concreto e a verificação do teor de umidade, ou seja,</p><p>em função do rigor da produção do concreto.</p><p>Isaia, 2011. Concreto: ciências e Tecnologia</p><p>Concreto – Dosagem</p><p>Para a condição de preparo A → é necessária a utilização de balanças de</p><p>precisão, organização e infraestrutura equivalente no local de preparo do concreto</p><p>→ inviável para muitas obras e pequenas empresas de pré-fabricados.</p><p>A condição de preparo C → inviável devido à classe de resistência à</p><p>compressão do concreto permitida, de até 15MPa (não abrange aos concretos</p><p>para fins estruturais).</p><p>A condição de preparo B → para resistência à compressão até de 25MPa</p><p>(impossibilitando sua utilização para fins mais nobres e até em</p><p>locais com maior agressividade).</p><p>Problemas para empresas em cidades que não contam com o concreto pré-</p><p>misturado.</p><p>Isaia, 2011. Concreto: ciências e Tecnologia</p><p>MÉTODO ABCP</p><p>EXPERIMENTAL – RACIONAL</p><p>Método ACI</p><p> Método simples;</p><p> Limites</p><p>◦ Resistência a compressão 15 Mpa a 40 MPa</p><p>◦ Teor de água 0,39 a 0,79</p><p>◦ Consistência – 50 mm a 150 mm</p><p>◦ Este método foi desenvolvido de maneira a fornecer um baixo teor</p><p>de areia para misturas plásticas (economia e identificação visual da</p><p>mistura pelo operador - muito argamassada ou não);</p><p>◦ Caso haja necessidade de correção do traço, uma vez que</p><p>a mistura esteja pouco argamassada, deve-se acrescentar mais areia</p><p>à mistura, mantendo-se constante a relação a/c.</p><p>EXPERIMENTAL – RACIONAL</p><p>Método ACI</p><p> A desvantagem do método é que os valores a partir dos quais é</p><p>realizado proporcionamento dos materiais são todos tabelados e</p><p>essas tabelas não abrangem todos os tipos de materiais</p><p>existentes.</p><p> No caso da resistência à compressão obtida ser</p><p>diferente da esperada, é preciso que se faça uma nova dosagem,</p><p>a fim de corrigir-se a relação a/c, e um novo acerto de</p><p>trabalhabilidade com novo teor de argamassa.</p><p> Métodos ACI → para concretos leves e estruturais (ACI 211.2-</p><p>98); para concretos de</p><p>consistência seca (ACI 211.3R-02 (Reapproved,2009) e para</p><p>concretos de alta resistência, denominado ACI 211.4R-08.</p><p>EXPERIMENTAL – RACIONAL</p><p>Isaia, 2011. Concreto: ciências e Tecnologia</p><p>Método ACI</p><p> Os métodos do ACI tem o problema de</p><p>limitarem-se a valores tabelados e a conduzirem a uma única mistura-</p><p>resposta (se não atender, exigirá novo estudo</p><p>experimental).</p><p> O método IBRACON exige</p><p>apenas um estudo experimental que dá origem a uma família de</p><p>dosagens, cujas propriedades ficam explicitadas no Diagrama de</p><p>Dosagem, dispensando-se novos estudos</p><p>experimentais para aqueles mesmos materiais.</p><p>EXPERIMENTAL – RACIONAL</p><p>Isaia, 2011. Concreto: ciências e Tecnologia</p><p>Método IBRACON</p><p> Método versátil, simples;</p><p> Fixa o teor de argamassa e pretende-se chegar ao teor</p><p>mínimo de água para uma dada trabalhabilidade;</p><p> Limites</p><p>◦ Resistência a compressão 5 Mpa a 150 MPa</p><p>◦ Teor de água 0,15 a 1,5</p><p>◦ Dmax do agregado graúdo 4,8 – 100mm</p><p>◦ Teor de argamassa seca 30% - 90%</p><p>◦ Fator água/ materiais secos 5 – 12%</p><p>◦ MF dos agregados – qualquer um,</p><p>◦ Massa específica do concreto Maior que 1500Kg/m3</p><p>EXPERIMENTAL – RACIONAL</p><p>Isaia, 2011. Concreto: ciências e Tecnologia</p><p>O “Modelo de Comportamento do Concreto:]</p><p>• no 1º quadrante: ajustar aos resultados obtidos a lei de</p><p>Abrams (1918) ou o Modelo de Powers (1966);</p><p>• no 2º quadrante: ajustar aos resultados obtidos a lei de Lyse</p><p>(1932);</p><p>•no 3º quadrante: ajustar aos resultados pela lei de</p><p>Priszkulnik & Kirilos (1974);</p><p>• no 4º quadrante: correlacionar a resistência à compressão</p><p>com o consumo de cimento (rendimento em MPa/kg),</p><p>Isaia, 2011. Concreto: ciências e Tecnologia</p><p>Método ABCP</p><p>Características dos materiais</p><p> Cimento</p><p>◦ Tipo;</p><p>◦ Massa específica;</p><p>◦ Resistência do cimento aos 28 dias;</p><p> Agregado</p><p>◦ Análise granulométrica (Módulo de finura do</p><p>agregado miúdo, dimensão máxima do agregado</p><p>graúdo);</p><p>◦ Massa específica;</p><p>◦ Massa unitária (compactada).</p><p>Características dos materiais</p><p> Concreto</p><p>◦ Consistência desejada no estado fresco;</p><p>◦ Condições de exposição na qual o concreto estará</p><p>exposto;</p><p>◦ Resistência de dosagem do concreto;</p><p>fcmj =fck + 1,65 Sd (ABNT NBR 12655:2015)</p><p>Passo 1</p><p> Determinação da resistência média de dosagem</p><p>fcmj =fck + 1,65 Sd (ABNT NBR 12655:2015)</p><p>A = 4,0</p><p>B = 5,5</p><p>C = 7,0</p><p> condição A (aplicável a todas as classes de concreto): o cimento e os</p><p>agregados são medidos em massa, a água de amassamento é medida em</p><p>massa ou volume com dispositivo dosador e corrigida em função da</p><p>umidade dos agregados;</p><p> b) condição B (pode ser aplicada às classes C10 a C25): o cimento é</p><p>medido em massa, a água de amassamento é medida em volume</p><p>mediante dispositivo dosador e os agregados medidos em massa</p><p>combinada com volume,</p><p> c) condição C (pode ser aplicada apenas aos concretos de classe C10 e</p><p>C15): o cimento é medido em massa, os agregados são medidos em</p><p>volume, a água de amassamento é medida em volume e a sua quantidade</p><p>é corrigida em função da estimativa da umidade dos agregados.</p><p>Passo 1</p><p> Resistência mecânica: Curva de Abrams → a/c</p><p>Passo 2</p><p> Durabilidade (NBR 6118)</p><p>◦ Relação a/c e tipo de cimento</p><p>Agressividade do ambiente</p><p>ESCOLHA DA RELAÇÃO A/C EM FUNÇÃO DA</p><p>SITUAÇÃO MAIOR SEGURANÇA</p><p>MENOR a/c</p><p>Passo 4</p><p> Determinação do consumo de água (Ca)</p><p> Determinação do Consumo do cimento (C) para 1 m3</p><p>de concreto .</p><p>Diâmetro máximo do agregado graúdo</p><p>✓ DMC ≤ 1/ 3→ da espessura da laje</p><p>✓ DMC ≤ ¼ da distância entre as formas</p><p>✓ A distância entre armaduras horizontais não devem</p><p>ser ≤ 0,8 do diâmetro do agregado;</p><p>✓ A distância entre armaduras verticais não devem ser</p><p>menores que 1,2 vezes a dimensão máxima do</p><p>agregado.</p><p>✓ DMC < 1/4 do diâmetro da tubulação do</p><p>bombeamento (quando for o caso)</p><p>Passo 5</p><p> Determinação do consumo dos agregados</p><p> Teor ótimo do agregado graúdo máx – (graúdo)</p><p>MF (areia)</p><p> Teor ótimo de areia Teor da pasta</p><p>Consumo de</p><p>agregado graúdo</p><p> Massa específica e massa unitária (agregado graúdo e</p><p>miúdo)</p><p>Passo 5</p><p> Determinação do consumo dos agregado graúdo (Cb)</p><p>para 1m3 de concreto</p><p>Cb = Vc x c (Kg)</p><p>VC - Volume do</p><p>agregado graúdo</p><p>Vc – volume do agregado seco/</p><p>m3 de concreto</p><p>Mc( , δ )– massa unitária compacta do</p><p>ag. graúdo</p><p> Consumo de Agregado graúdo (Cb) para 1 m3 de</p><p>concreto:</p><p>Método dosagem ABCP</p><p>COMPOSIÇÃO COM DOIS AGREGADOS GRAÚDOS</p><p>•Critério do menor volume de vazios,</p><p>•Proporcionar as britas de maneira a obter a maior massa</p><p>unitária compactada.</p><p>Método dosagem ABCP</p><p> Consumo de Agregado miúdo (Cm) para 1 m3 de</p><p>concreto</p><p>Método dosagem ABCP</p><p>TRAÇO</p><p>Traço em massa</p><p>CUIDADOS E CORREÇÕES</p><p> Falta argamassa → acrescento areia, mantém constante</p><p>a/c</p><p> Excesso de argamassa → acrescentar brita, mantém a</p><p>relação a/c</p><p>Exercício</p><p>Cimento</p><p>• CP II E-32</p><p>◦ γesp= 3100 kg/m³</p><p> Condição Ambiental - Moderada</p><p> Areia</p><p>◦ MF = 2,60</p><p>◦ ( Inch. 30% c/ 6% de umid).</p><p>◦ γesp = 2650 kg/m³ (real)</p><p>◦ δuni =1470 kg/m3 (aparente)</p><p> Concreto</p><p>◦ fck = 25,O MPa</p><p>◦ Abat. = 90±10 mm</p><p>◦ sd = 5,5 MPa</p><p>CARACTERÍSTICAS DA DOSAGEM DE</p><p>CONCRETO</p><p>Brita</p><p>γ esp= 2700 kg/m³</p><p>δuni = 1500 kg/m³ (compac.)</p><p>δuni= 1430 kg/m3 (b1 solta)</p><p>δuni = 1400 kg/m³ (b2 solta)</p><p>Dmax = 25 mm</p><p>Proporção das britas</p><p>B1 = 50%</p><p>B2 = 50%</p><p>CARACTERÍSTICAS DA DOSAGEM DE</p><p>CONCRETO</p><p> SOLUÇÃO:</p><p> fc28 = 25,0 + 1,65 x 5,5 → f c28 = 34,0 MPa</p><p> Res. do cimento = 32,0 MPa</p><p> Res. do concreto = 34,0 Mpa</p><p>Etapa 2: Determinação da relação a/c</p><p>a/c=0,475</p><p>Etapa 2: Condição ambiental moderada</p><p>a/c=0,6</p><p>CARACTERÍSTICAS DA DOSAGEM DE</p><p>CONCRETO</p><p> SOLUÇÃO:</p><p> Etapa 3: Determinar o consumo dos materiais</p><p> Consumo de água</p><p>◦ abat. = 90 mm</p><p>◦ Dmáx = 25 mm Consumo de água 200l</p><p> Consumo de cimento para 1m 3:</p><p>◦ 200/0,475 = 421</p><p>◦ Cc = 421 kg</p><p>CARACTERÍSTICAS DA DOSAGEM DE</p><p>CONCRETO</p><p> Etapa 4: Determinar o consumo dos materiais</p><p> Consumo de agregado graúdo</p><p>◦ MF = 2,60</p><p>◦ Dmax = 25 mm</p><p>◦ δuni = 1500 kg/m³ (compac.)</p><p> Cb = 0,715x 1500 = 1072 kg</p><p>◦ Cb1 = 1072x0,50 = 536kg</p><p>◦ Cb2 = 1072x0,50 = 536 kg</p><p>0,715 m3</p><p>Cb = Vc x Mc (Kg para 1m3)</p><p>Proporção das britas</p><p>B1 = 50%</p><p>B2 = 50%</p><p>CARACTERÍSTICAS DA DOSAGEM DE</p><p>CONCRETO</p><p> Etapa 5:</p><p> Consumo de agregado miúdo</p><p> Vareia= 1- [(Cc/γcim)+(Cb/γbrita) + (Ca/γágua)]</p><p> Vareia= 1-[(421/3100 + 1072/2700 + 200/1000)]</p><p> V areia= 1- (0,732) = 0,268</p><p> Careia = V areia x γ areia (para 1 m3 de concreto)</p><p>◦ Careia = 0,268 x 2650 = 710 kg</p><p>γb esp= 2700 kg/m³</p><p>γc esp= 3100 kg/m³</p><p>γag esp= 1000 kg/m³\</p><p>γa esp= 2650 kg/m³</p><p>CARACTERÍSTICAS DA DOSAGEM DE</p><p>CONCRETO</p><p> Etapa 5: apresentação do traço → todos os consumos são dados</p><p>em relação ao consumo do cimento.</p><p>1: 1,686: 1,242: 1,242:0,475 → Traço em massa</p><p>421 : 710: 536: 536: 200</p><p>421 : 421 : 421: 421 : 421</p><p>CARACTERÍSTICAS DA DOSAGEM DE</p><p>CONCRETO – traço em volume</p><p> A dosagem pode ser feita em volume, o cimento é medido em sacos</p><p>inteiros e a água em recipientes graduados. Desta forma obtemos boa</p><p>precisão na medidas desses materiais.</p><p> Para medir os agregados após a sua transformação em volumes</p><p>correspondentes a um saco de cimento, o usual é providenciar padiolas.</p><p> O volume da caixa deve corresponder ao volume do agregado.</p><p>Considerando-se que as padiolas são transportadas por dois homens, não</p><p>convém que a massa total ultrapasse 60 kg.</p><p> Medidas usuais são largura = 35 cm e comprimento = 45 cm.</p><p>Materiais Traço 1m3 Peso (Kg) – 1</p><p>sc de cimento</p><p>Volume (l) Padiola</p><p>Cimento 1 421 50 50 1 saco</p><p>Areia 1,686 710 50* 1,686 = 84 [84/1,47] *1,30 = 74 2 x (45 x 35 x 24)</p><p>Brita 1 1,242 536 50* 1,242 = 62 62/1,43 = 43 1 x ( 45 x 35 x 27,5)</p><p>Brita 2 1,242 536 50* 1,242 = 62 62/1,40 = 44 1 x ( 45 x 35 x 28)</p><p>água 0,475 200 50*0,475 = 24 24 – (84*0,06) = 19 19</p><p>Areia → δuni =1470 kg/m3 (aparente)→ 1,47Kg/l</p><p>Agregado 1 → δuni= 1430 kg/m3 (b1 solta)</p><p>Agregado 2 → δuni = 1400 kg/m³ (b2 solta)</p><p>Consumo do cimento</p><p>Consumo do cimento – Quantidade de material por m3 de</p><p>concreto</p><p>Precisamos concretar 16,2 m3 referente aos pilares de uma obra, sabendo que o</p><p>traço utilizado será T(massa) 𝟏 ∶ 𝟐, 𝟒 ∶ 𝟐, 𝟗 ∶ 𝟎, 6.</p><p>Qual a quantidade de cada material, medidos em massa (Kg), não mais em volume,</p><p>como no exercício anterior. Massa específica: cimento (3,15 Kg/dm3), areia (2,63</p><p>Kg/dm3), Brita (2,9 kg/dm3)</p><p> 1) Calcular o consumo</p><p>de cimento por m3 de concreto.</p><p>Para o traço teórico:</p><p>Para 16,2 m3 :</p><p>Slide 1</p><p>Slide 2</p><p>Slide 3</p><p>Slide 4</p><p>Slide 5</p><p>Slide 6</p><p>Slide 7</p><p>Slide 8</p><p>Slide 9</p><p>Slide 10</p><p>Slide 11: Empírico</p><p>Slide 12</p><p>Slide 13</p><p>Slide 14</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16</p><p>Slide 17</p><p>Slide 18</p><p>Slide 19</p><p>Slide 20</p><p>Slide 21</p><p>Slide 22</p><p>Slide 23</p><p>Slide 24</p><p>Slide 25</p><p>Slide 26</p><p>Slide 27</p><p>Slide 28</p><p>Slide 29</p><p>Slide 30</p><p>Slide 31</p><p>Slide 32</p><p>Slide 33</p><p>Slide 34</p><p>Slide 35: Diâmetro máximo do agregado graúdo</p><p>Slide 36</p><p>Slide 37</p><p>Slide 38</p><p>Slide 39</p><p>Slide 40</p><p>Slide 41</p><p>Slide 42</p><p>Slide 43</p><p>Slide 44</p><p>Slide 45</p><p>Slide 46</p><p>Slide 47</p><p>Slide 48</p><p>Slide 49</p><p>Slide 50</p><p>Slide 51</p><p>Slide 52</p><p>Slide 53</p><p>Slide 54</p><p>Slide 55</p>