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<p>Profa. Ma. Janaína Santiago</p><p>UNIDADE III</p><p>Artes Visuais</p><p>Brasileiras e Modernas</p><p> A arte contemporânea forma um conceito e uma abordagem específica da história da arte e</p><p>à produção dos artistas.</p><p> O termo “arte contemporânea” se constrói a partir do pensamento complexo de Edgar Morin.</p><p> O pensamento complexo implica um modo de pensar em forma de rede, cujo conhecimento</p><p>do mundo e das coisas ocorre a partir da relação entre os diversos contextos e as diversas</p><p>partes que compõem o objeto de estudo.</p><p> Morin, propõe que o conhecimento seja construído a partir da</p><p>relação dinâmica entre o sujeito que aprende, o objeto de</p><p>estudo e os seus diversos contextos, e esta relação, ao</p><p>modificar-se, altera, também, a verdade ou as conclusões</p><p>alcançadas, não sendo estas, pois, reconhecidas como</p><p>“absolutas”, mas passando a existir como pluriverdades,</p><p>válidas para aquele determinado momento, diálogo e contexto.</p><p>A arte contemporânea e a complexidade do termo</p><p> Pensar a arte contemporânea a partir do pensamento complexo é assumi-la como</p><p>termo em constante mutação, que se altera na medida em que se modifica o contexto</p><p>em que a enquadra.</p><p> Arte contemporânea em seu estado transitório de formulação e reformulação constantes:</p><p>cada autor irá abordá-lo de maneira diferenciada, cabendo ao leitor tecer a rede que</p><p>conecta todos esses olhares.</p><p>A arte contemporânea e a complexidade do termo</p><p>Esculturas de Troncos Queimados (2008), de Krajcberg, feita de árvores das</p><p>queimadas do Mato Grosso</p><p>Fonte: PROENÇA, G. História da Arte. São Paulo: Ática, 2009. p. 261.</p><p> Modernismo e Pós-modernismo: para Marita Sature e Lisa Cartwright não são concepções</p><p>separadas, mas coexistem dentro do mesmo contexto.</p><p> Segundo essas autoras, a Pós-Modernidade dialoga com os valores presentes na</p><p>Modernidade, dando-lhes as respostas e apresentando-lhes novos desenvolvimentos.</p><p> Modernidade: início no iluminismo, e auge nos séculos XIX e XX. Sentido linear de</p><p>progresso, em que as modificações tecnológicas e sociais, eram imperativas e benéficas</p><p>para toda a sociedade.</p><p> Rompimento com a tradição: obstáculo para a concretização das mudanças.</p><p> Noção de sujeito na Modernidade (inspiração iluminista): é</p><p>uma entidade universal, portanto, indiferente aos</p><p>enquadramentos políticos, sociais, econômicos e culturais nos</p><p>quais poderia ter se desenvolvido como pessoa.</p><p> Obra de arte relacionada com o gênio criador do artista.</p><p>A arte contemporânea e a complexidade do termo</p><p> A obra de arte moderna, pintura, escultura ou cinema, possui um discurso metalinguístico:</p><p>fala dela mesma – a pintura deixa de fazer referência a outro conteúdo para passar a falar</p><p>sobre o próprio ato de pintar.</p><p> O Modernismo introduziu a reflexividade na esfera da arte, principalmente, com relação à</p><p>forma e ao aspecto plástico da própria obra de arte. Ou seja, tornou o observador mais</p><p>consciente do significado material e técnico da produção.</p><p> A reflexividade possibilitou que a obra de arte moderna se constituísse como</p><p>autorreferencial, pois o seu conteúdo e a sua forma fazem referência a ela mesma,</p><p>conferindo-lhe a característica da mobilidade e a autonomia para circular livremente.</p><p> A percepção de uma obra de arte por um observador era tida</p><p>como direta: não considera a existência de mediação entre a</p><p>obra e o observador, ou seja, pouco interferindo nesse</p><p>processo de comunicação os contextos nos quais a obra e o</p><p>observador estavam imersos.</p><p>A arte contemporânea e a complexidade do termo</p><p> Essa ideia de imediação entre a obra e o seu fruidor reflete uma perspectiva que entende a</p><p>existência de uma única verdade que pode ser alcançada quando acessados os canais</p><p>certos de conhecimento, dando-nos uma perspectiva de que, naquele instante, as noções</p><p>representacionistas da cognição eram dominantes – verdades absolutas.</p><p> Outro fato que se desenvolveu junto com a autorreferencialidade da obra e o seu nomadismo</p><p>foi que a arte moderna, segundo Crimp, surgiu presa em um movimento capitalista, mas</p><p>camuflada por um objetivo maior e global, tornando-se uma “mercadoria especializada de</p><p>luxo”. A autonomia e o nomadismo da arte moderna eram, pois, também a sua condição de</p><p>circulação, “do estúdio para a galeria comercial, dali para a residência do colecionador, desta</p><p>para o museu ou para o saguão da sede de alguma grande empresa”. (CRIMP, 2005, p. 137)</p><p>A arte contemporânea e a complexidade do termo</p><p> Pós-Modernidade: pluralismo, multiplicidade e diversidade são as características da Pós-</p><p>Modernidade e da subjetividade.</p><p> As ideias de autenticidade e gênio criador, tão presentes na arte moderna, são postas em</p><p>discussão, tornando complexos o processo criativo e a esfera da arte. A arte pós-moderna</p><p>acredita que nada de novo possa ser inventado e passa a utilizar a cópia com o mesmo valor</p><p>que o original, colocando em questão as ideias de originalidade e autenticidade.</p><p> A reflexividade ainda existe, mas não está centrada na linguagem e na plasticidade do</p><p>próprio trabalho: dialoga, diretamente, com o próprio sistema da arte em si e o seu</p><p>contexto de produção.</p><p> O papel do observador com relação à imagem ou à narrativa</p><p>passa a ser revisto. O trabalho artístico cria a consciência, no</p><p>observador, de estar a observar e, por consequência, a afirmar</p><p>a existência e a recriação – por meio de sua compreensão –</p><p>da própria obra.</p><p>A arte contemporânea e a complexidade do termo</p><p> Na Pós-Modernidade, as imagens estabelecem outro nível de relação com as pessoas:</p><p>simulacro. Paradigma da representação – que faz referência ao real – como sendo</p><p>substituído pelo paradigma da simulação – em que a imagem não busca mais representar o</p><p>real, mas, sim, ser mais real do que o real, borrando os limites entre o real e o virtual. Cria-se</p><p>o ponto da hiper-realidade (ultrapassa o real).</p><p> Na Pós-Modernidade, as experiências humanas são</p><p>mediadas não, somente, e pelas superfícies de contato e</p><p>tecnologias, mas, também, pelas linguagens, imagens, pelos</p><p>contextos sociais e históricos de vida que representam o lugar</p><p>de imersão do observador. O Modernismo não tinha essa</p><p>perspectiva, pois, ainda, considerava a experiência como</p><p>pura, clara e direta, na qual a informação ou o conhecimento,</p><p>chegavam ao destinatário da forma que o emissor havia</p><p>articulado, desconsiderando todo o contexto.</p><p>A arte contemporânea e a complexidade do termo</p><p>Das afirmações sobre a arte contemporânea e a complexidade do termo, qual das</p><p>alternativas é incorreta?</p><p>a) A arte contemporânea busca os elementos na história da arte para a produção</p><p>na contemporaneidade.</p><p>b) O surgimento da Modernidade foi a partir do Classicismo.</p><p>c) Pluralismo, multiplicidade e diversidade são termos que caracterizam</p><p>a Pós-Modernidade e a noção de subjetividade.</p><p>d) Na obra de arte moderna, os trabalhos</p><p>utilizam a metalinguagem.</p><p>e) Na obra de arte pós-moderna, o observador reflete</p><p>sobre a obra e cria a sua própria narrativa.</p><p>Interatividade</p><p>Das afirmações sobre a arte contemporânea e a complexidade do termo, qual das</p><p>alternativas é incorreta?</p><p>a) A arte contemporânea busca os elementos na história da arte para a produção</p><p>na contemporaneidade.</p><p>b) O surgimento da Modernidade foi a partir do Classicismo.</p><p>c) Pluralismo, multiplicidade e diversidade são termos que caracterizam</p><p>a Pós-Modernidade e a noção de subjetividade.</p><p>d) Na obra de arte moderna, os trabalhos</p><p>utilizam a metalinguagem.</p><p>e) Na obra de arte pós-moderna, o observador reflete</p><p>sobre a obra e cria a sua própria narrativa.</p><p>Resposta</p><p> Anne Cauquelin: necessário compreender primeiro o sistema “do passado”, ou seja, o</p><p>sistema da arte moderna, para, então, perceber como o sistema atual da arte traz</p><p>reverberações, respostas e novidades, distinguindo-se do anterior.</p><p> Regime de consumo ou arte moderna? A máquina industrial e o progresso:</p><p>Guy Debord, A Sociedade do Espetáculo, novas formas de consumo, mercado e o</p><p>espetáculo da arte.</p><p> O artista,</p><p>aparentemente, autônomo em sua produção vê-se dependente do sistema de</p><p>consumo. Posicionar-se em grupo permite que ele seja mais facilmente consumido do</p><p>que se permanecer sozinho.</p><p>Os regimes da arte</p><p> Por conta disso, às vezes, as singularidades dos artistas eram construídas por meio de</p><p>biografias relatando as extravagâncias e as excentricidades, reafirmando a ideia do</p><p>“espetáculo”. Contudo, o sistema de consumo quer manter o seu ritmo e garantir a</p><p>continuidade de produção, e possibilita que o artista permaneça intacto como produtor,</p><p>afastado de uma ideia de comercialização, para que a sua credibilidade com o público</p><p>fique inabalável.</p><p> Os consumidores desse sistema de arte distinguem-se entre os colecionadores, os diletantes</p><p>e o público. Os colecionadores são os grandes burgueses e aristocratas esclarecidos,</p><p>agentes ativos do mercado que costumam consumir a variedade e a qualidade. Os diletantes</p><p>são aqueles que compram por prazer e na intenção de fazer um bom negócio.</p><p> O público é formado pelos observadores passivos, que</p><p>consomem as obras com o olhar e ajudam a disseminá-la por</p><p>meio de boatos, transformando a imagem do artista e da obra.</p><p> Caciporé Torres, escultor paulistano, que usa o ferro fundido e o aço inox em estado de</p><p>sucata nos espaços públicos.</p><p>Os regimes da arte</p><p>Fonte: PROENÇA, G. História da Arte. São Paulo: Ática, 2009. p. 260.</p><p>Regime de comunicação ou arte contemporânea? 5 elementos:</p><p> Noção de rede: todos conectados feito um sistema neuronal, e pouco importa a origem da</p><p>informação, contanto que ela esteja circulando na rede. Logo, a noção do sujeito</p><p>comunicante desaparece, dando lugar a uma produção global – pela ação da rede inteira –</p><p>de comunicação. A autoria na rede representa uma dúvida e incerteza, chegando, até,</p><p>a não existir;</p><p> Bloqueio ou autonomia: a rede é um sistema de memória e repetição, pois a mensagem</p><p>circula pelos diversos pontos e nós da rede, indo, voltando e reproduzindo a mesma</p><p>mensagem. Cada ponto, nó ou interseção na rede representa a rede total, não sendo</p><p>possível definir um começo, nem um fim;</p><p>Os regimes da arte</p><p> Redundância ou saturação: são elementos que, ao mesmo tempo que garantem a circulação</p><p>dos conteúdos pelos diversos pontos da rede, de forma instantânea, anulam o grau de</p><p>diferença entre as novidades que penetram na rede, pois todas se encontram no mesmo</p><p>plano de circularidade;</p><p> Nominação ou prevalência sobre o conteúdo: necessidade de se nominar os objetos dentro</p><p>da rede de modo a diferi-los;</p><p> Construção da realidade ou simulação: linguagem passa a ser o elemento indispensável</p><p>para o seu funcionamento (estabelecer as novas realidades a partir da existência e da</p><p>emergência de diferentes linguagens).</p><p>Os regimes da arte</p><p> Em sua preocupação com o artístico, alguns artistas deixam para o espectador decifrar a</p><p>mensagem contida na obra, tornando-a estética perante os olhos alheios. A obra, na medida</p><p>que vai sendo decifrada, torna-se bonita ou feia pelo julgamento dos espectadores. Sem uma</p><p>forma definida, o abstrato entra como o elemento principal das esculturas contemporâneas.</p><p> A estética insiste em valores ditos “reais”, substanciais ou,</p><p>ainda, essenciais da arte. Já “artístico” delimita o campo das</p><p>atividades da arte contemporânea. Será considerada como</p><p>artística qualquer obra que for exibida no campo definido</p><p>como domínio da “arte”. Portanto, será, sempre, o próprio</p><p>sistema da arte, por meio do regime de comunicação, a</p><p>reconhecer aquilo que colocará em circulação, nomeando-o,</p><p>ou não, de arte.</p><p>Os regimes da arte</p><p>Pássaros, de Felícia Leirner</p><p>Fonte: PROENÇA, G. História da Arte. São Paulo: Ática, 2009. p. 259.</p><p> O embreante Marcel Duchamp: a sua influência sobre a arte contemporânea cresce à</p><p>medida em que passam os anos. Rompe com a prática estética da pintura e se declara</p><p>“antiartista”. A arte não é mais para ele uma questão de conteúdos (formas, cores, visões,</p><p>interpretações da realidade, maneira ou estilo), mas de continente.</p><p> Ready-made: expondo os objetos “prontos”, já existentes e, em geral, utilizados na vida</p><p>cotidiana ele faz notar que, apenas, o lugar de exposição torna esses objetos obras de arte.</p><p>É ele que dá o valor estético de um objeto, por menos estético que seja. É, justamente, o</p><p>continente que concede o peso artístico: galeria, salão, museu etc.</p><p> A divisão entre a estética e a arte se faz em benefício de uma</p><p>esfera delimitada como palco, onde o que está sendo</p><p>mostrado é arte. Nesse caso, o autor desaparece como</p><p>artista-pintor, ele é, apenas, aquele que mostra. Basta-lhe</p><p>apontar, assinalar.</p><p> O acaso e a escolha: a escolha do objeto pertence ao</p><p>acaso, ao encontro e à ocasião.</p><p>Os regimes da arte</p><p> Segunda proposição: a indistinção dos papéis: se a estética foi deixada de lado, se o artista é</p><p>aquele que mostra, se produz os signos, toda a distribuição de papéis dentro do domínio da</p><p>arte deve ser reconsiderada.</p><p> Artista como produtor: o artista é aquele que produz, ou seja, que coloca à frente, que exibe</p><p>um objeto. Ele arranja o objeto e dispõe dele.</p><p> O produtor como observador: “é o observador que faz o quadro”. Não se trata de</p><p>separar o artista de seu consumidor virtual, mas de uni-los na mesma produção.</p><p>O lugar do artista se encontra, então, identificado, de um lado com o fabricante, de</p><p>outro com o observador.</p><p> O artista como conservador: o intermediário é o próprio artista.</p><p> Terceira proposição: o sistema da arte e organizado em rede.</p><p> Quarta proposição: a arte pensa com palavras.</p><p>Os regimes da arte</p><p>Exemplo de regime de comunicação: a Roda de bicicleta e a Fonte, de</p><p>Marcel Duchamp</p><p>Fontes: Strickland (2004, p. 148).</p><p>Qual das afirmações a seguir não condiz sobre os regimes da arte defendidos por</p><p>Anne Cauquelin?</p><p>a) No regime de consumo, o espetáculo sobre a arte moderna aumenta o consumo e</p><p>aquece o mercado.</p><p>b) A arte atual traz as reverberações e se afasta da anterior.</p><p>c) No regime de comunicação, há a necessidade de reconhecer a rede, ou seja, entender a</p><p>interdisciplinaridade da arte.</p><p>d) Para a autora, Salvador Dalí é um dos grandes embreantes</p><p>do regime de comunicação com o seu ready-made.</p><p>e) Para uma boa comunicação precisa-se entender a</p><p>construção da realidade com a simulação.</p><p>Interatividade</p><p>Qual das afirmações a seguir não condiz sobre os regimes da arte defendidos por</p><p>Anne Cauquelin?</p><p>a) No regime de consumo, o espetáculo sobre a arte moderna aumenta o consumo e</p><p>aquece o mercado.</p><p>b) A arte atual traz as reverberações e se afasta da anterior.</p><p>c) No regime de comunicação, há a necessidade de reconhecer a rede, ou seja, entender a</p><p>interdisciplinaridade da arte.</p><p>d) Para a autora, Salvador Dalí é um dos grandes embreantes</p><p>do regime de comunicação com o seu ready-made.</p><p>e) Para uma boa comunicação precisa-se entender a</p><p>construção da realidade com a simulação.</p><p>Resposta</p><p> Com o progresso tecnológico, duas formas de expressar a arte ganham força, alterando o</p><p>seu conceito e o modo de se relacionar com ela: a fotografia e o cinema.</p><p>Fotografia: temáticas variadas:</p><p> Dorothea Lange: ênfase na pobreza dos destituídos</p><p>durante a Depressão (Mãe migrante, 1936).</p><p>Pós-Modernismo: a Segunda Guerra Mundial como divisor de águas da</p><p>arte moderna</p><p>Fonte: Strickland (2004, p. 185).</p><p> O cinema, sem dúvida, representa a principal arte moldada pela vida moderna, pois a sua</p><p>produção, em larga escala, tem altos custos. Contudo, ao ser vendida para o grande público,</p><p>os seus custos devem ser acessíveis para atingir o maior número de pessoas possível. Esse</p><p>caráter faz do cinema a arte que mais se aproxima do processo de industrialização.</p><p> A videoarte é uma linguagem originária do cinema e guarda com ele as suas semelhanças.</p><p>Atualmente, tem sido muito utilizada nas instalações de artes plásticas, com vídeos que</p><p>visam complementar ou, até mesmo, contestar a própria arte ou a política.</p><p>Pós-Modernismo:</p><p>a Segunda Guerra Mundial como divisor de águas da</p><p>arte moderna</p><p>O Brasil no Pós-Modernismo:</p><p> 1ª Bienal Internacional de São Paulo, em um pavilhão na avenida Paulista, que, depois,</p><p>viria a ser transformar o Museu de Arte de São Paulo;</p><p> Tomie Ohtake;</p><p> Lygia Clark;</p><p> Concretismo: construção de forma objetiva e Hélio Oiticica.</p><p>Pós-Modernismo: a Segunda Guerra Mundial como divisor de águas da</p><p>arte moderna</p><p>Relevo Espacial, instalação com formas geométricas tridimensionais,</p><p>de Hélio Oiticica. Palas Atena (1987), cerâmica vitrificada, de Francisco Brennand</p><p>Fonte: Proença (2009, p. 248).Fonte: Proença (2009, p. 257).</p><p> Arte conceitual: conceito ou ideia na obra, consolidação dos caracteres</p><p>estéticos e artísticos.</p><p> Cildo Meireles: modificação de produtos</p><p>populares e retorno ao consumo, contra</p><p>o governo militar brasileiro e o</p><p>imperialismo norte-americano.</p><p>Tendências artísticas contemporâneas</p><p>Fonte: Geografia do Brasil (2001, p. 28-29).</p><p> Minimalismo: extensão da ideia abstrata, a arte com a sua própria realidade e não uma</p><p>imitação, retorno à forma pura.</p><p> Robert Morris: cubos espelhados, e amplificação da percepção do espaço e a</p><p>interação do espectador.</p><p> Land Art: devir da arte conceitual, uso de espaços específicos.</p><p> Robert Smithson: earthworks e o uso de materiais da natureza no lago de Utah.</p><p>Tendências artísticas contemporâneas</p><p>Sem título, cubos de espelho sobre madeira, de Robert Morris, e a interação</p><p>Fonte: Lippard.; Chandler (2013, p. 150).</p><p>Spiral Jetty (1970): pedras, terra, cristais de sal, água; 6.783 toneladas de</p><p>terra, dimensão: 1.450 m X 450 cm</p><p>Fonte: Revista Acadêmica Ghrebh (2011, p. 16).</p><p>Descubra qual das afirmações é incorreta em relação aos artistas e às características da arte</p><p>conceitual, do minimalismo e da Land Art:</p><p>a) Na arte conceitual, o conceito (ou a ideia) por trás da obra e a maneira de produzi-la são</p><p>mais importantes do que a própria obra acabada.</p><p>b) A Land Art explora os espaços específicos, e Robert Smithson trabalha os earthworks e o</p><p>uso de materiais da natureza.</p><p>c) Cildo Meireles trabalha contra a morte do meio ambiente.</p><p>d) O minimalismo retorna às formas básicas e puras, e não</p><p>imita as outras tendências, buscando a sua própria realidade.</p><p>e) Os cubos espelhados de Robert Morris amplificam a</p><p>percepção do espaço na arte mínima.</p><p>Interatividade</p><p>Descubra qual das afirmações é incorreta em relação aos artistas e às características da arte</p><p>conceitual, do minimalismo e da Land Art:</p><p>a) Na arte conceitual, o conceito (ou a ideia) por trás da obra e a maneira de produzi-la são</p><p>mais importantes do que a própria obra acabada.</p><p>b) A Land Art explora os espaços específicos, e Robert Smithson trabalha os earthworks e o</p><p>uso de materiais da natureza.</p><p>c) Cildo Meireles trabalha contra a morte do meio ambiente.</p><p>d) O minimalismo retorna às formas básicas e puras, e não</p><p>imita as outras tendências, buscando a sua própria realidade.</p><p>e) Os cubos espelhados de Robert Morris amplificam a</p><p>percepção do espaço na arte mínima.</p><p>Resposta</p><p> A Pop Art inspirou-se na cultura popular e comercial, como a publicidade, os filmes de</p><p>Hollywood e a música pop.</p><p> Andy Warhol: “Eu quero que todos pensem da mesma forma... Eu acho que todo mundo</p><p>deve ser uma máquina”.</p><p> Performance Art: trabalha a interdisciplinaridade com diversas linguagens artísticas – pintura,</p><p>escultura, teatro, vídeo etc.</p><p> Marina Abramović: testar os limites físicos e mentais do corpo humano.</p><p> As relações da arte com a atualidade: novidades tecnológicas e Eduardo Kac: arte</p><p>transgênica e transição da biologia, crenças, ética, informações etc.</p><p> Arte e comunidade: intervenção na sociedade e Projeto</p><p>Rastilho: promoção da cultura e da arte coletiva.</p><p>Tendências artísticas contemporâneas</p><p>100 latas de sopa Campbell (1962), de Andy Warhol</p><p>Crying Girl (1964), de Roy Fox Lichtenstein</p><p>Fontes: Strickland (2004, p. 175-176).</p><p>Rhythm 0 (1974), de Marina Abramović</p><p>Genesis (1999), instalação de rede transgênica, de Eduardo Kac</p><p>Fontes: Revista Kaldor Public Art Project #30. Marina Abramović in</p><p>Residence. Education kit, p. 10; KAC, E. (Ed.). Signs of life: Bio Art</p><p>and Beyond. Cambridge: The MIT Press, 2007. p. 167.</p><p>Aponte qual das alternativas não representa o Pop Art, a Performance Art, a arte e a</p><p>atualidade, e a arte e comunidade:</p><p>a) O Pop Art inspirou-se na cultura popular e comercial, como a publicidade, os filmes de</p><p>Hollywood e a música pop.</p><p>b) Performance Art: trabalha a interdisciplinaridade com diversas linguagens artísticas.</p><p>c) As relações da arte com a atualidade: trabalha por meio das novidades tecnológicas.</p><p>d) A arte e a comunidade: trabalha na intervenção da sociedade.</p><p>e) Extensão da ideia abstrata, a arte com a sua própria realidade e não uma imitação;</p><p>retorno à forma pura.</p><p>Interatividade</p><p>Aponte qual das alternativas não representa o Pop Art, a Performance Art, a arte e a</p><p>atualidade, e a arte e comunidade:</p><p>a) O Pop Art inspirou-se na cultura popular e comercial, como a publicidade, os filmes de</p><p>Hollywood e a música pop.</p><p>b) Performance Art: trabalha a interdisciplinaridade com diversas linguagens artísticas.</p><p>c) As relações da arte com a atualidade: trabalha por meio das novidades tecnológicas.</p><p>d) A arte e a comunidade: trabalha na intervenção da sociedade.</p><p>e) Extensão da ideia abstrata, a arte com a sua própria realidade e não uma imitação;</p><p>retorno à forma pura.</p><p>Resposta</p><p> CRIMP, D. Sobre as ruínas do museu. Tradução de Fernando Santos. São Paulo: Martins</p><p>Fontes, 2005.</p><p> PROENÇA, G. História da arte. São Paulo: Ática, 2009.</p><p>Referências</p><p>ATÉ A PRÓXIMA!</p>

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