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– ODONTOLOGIA UNINASSAU RN - @respirando_odonto Introdução: A origem das fraturas mandibulares é bem variada, podendo ser causada por traumatismos diretos ou indiretos, através de acidentes automobilísticos, de trabalho, quedas ou agressões físicas e até extração do siso. Existem regiões de maior resistência ao trauma como o corpo da mandíbula que é composto de cortical óssea densa, e regiões de maior sensibilidade como: região do ângulo onde a cortical é fina e frágil, especialmente se existe um terceiro molar não erupcionado; outros locais com predisposição às fraturas são: o colo do côndilo e a região do forame mentual. → Acidente de tráfego (48,8%); → Quedas (26,5%); → Agressões (23,5%); → Acidente Esportivo (1,2%). PREVALÊNCIA: → Sexo masculino: 81,3%; → Idade: 20 a 29 anos (42,8%). Motamedi MH, 2003. Sinais e sintomas: Os sinais e sintomas mais comuns dessas lesões incluem dor sobre o segmento fraturado, dificuldade de abrir a boca (trismo), maloclusão, edema, hematoma, salivação excessiva, entre outros. A ação dos músculos da mastigação (elevadores e abaixadores da mandíbula) pode influenciar no deslocamento de segmentos ósseos que sucedem uma fratura de mandíbula. Os músculos elevadores são eles: Temporal, Masseter, Pterigoideo Lateral e Pterigoideo Medial. Os músculos abaixadores/depressores da mandíbula compreendem os músculos supra-hioideos que se inserem no osso hióide. Diagnóstico: Não é difícil notar que a mandíbula está fraturada. Ela é um osso único e móvel da face e, devido a sua grande mobilidade, é acometido em cerca de 36% dos danos faciais. “Devido a essa mobilidade, uma fratura mandibular dificilmente passará despercebida, pois os movimentos mastigatórios, fonatórios (de fala) e até mesmo os respiratórios causam dor, havendo, muitas vezes, uma assimetria facial”. Tratamento das fraturas faciais: • Um tratamento inicial pode ser executado no consultório durante um atendimento – em casos de fratura durante a extração de um dente ou procedimentos em pacientes idosos que possuem uma grande reabsorção. O ideal é oferecer conforto inicial ao paciente e encaminhar para o hospital; • O tratamento também pode ocorrer em ambiente ambulatorial; → Emergência; → Urgência. OBS: Identificar que houve uma fratura facial é muito importante. Fraturas desse tipo sangram muito (área muito vascularizada). Quando a oclusão não está adequada, é um sinal de que houve fratura na mandíbula. Fraturas Mandibulares – ODONTOLOGIA UNINASSAU RN - @respirando_odonto Atendimento imediato: • Avaliar estado geral do paciente; • Desobstrução das vias aéreas; • Controlar hemorragias; • Fazer avaliação neurológica; • Avaliação clínica. OBS: Em situações de urgência, a 1ª etapa que o paciente deve passar é a avaliação neurológica. Quando chega ao bucomaxilo, a 1ª coisa que deve ser feita é uma limpeza e descontaminação para melhorar a visualização e assim prosseguir com o exame. Também é importante sempre fazer perguntas ao paciente para avaliar a sua consciência. Avaliação secundária: • Problemas associados não diagnosticados – crânio, coluna, tórax; • Queixa e histórico – sintomas comuns, orientação, nível de consciência – “como se sente?”, “ o que aconteceu com você?”, “Quando?”, “Está sentindo dor?”, “Onde?”, posição dos dentes, etc; OBS: Quando o paciente se queixa de dormência, pode ter ocorrido o rompimento de um nervo. Avaliação clínica: • Importante para detectar fraturas; • Exame detalhado da boca, nariz, garganta; • Remoção de secreções, coágulos sanguíneos, tecidos sólidos, dentes e corpos estranhos. OBS: suturar inicialmente para controlar sangramentos e depois é feita a cirurgia (mas há algumas exceções) – indicado para um procedimento que pode ser eletivo (para urgência não é possível, é feito imediatamente). OBS: procedimentos que necessitam de uma anestesia geral, o paciente precisa fazer um jejum antes. OBS: O bucomaxilo é uma avaliação secundária. Exame e diagnóstico: EXAME CLÍNICO: • Palpação intra e extra oral da mandíbula; • Palpação do bordo inferior da mandíbula; • Verificação da estabilidade da mandíbula; • Palpação intraoral para verificar irregularidades zigomáticomaxilares; OBS: toda fratura aberta, com rompimento, é uma fratura exposta, pois a boca é considerada um meio externo. Nesse caso, de forma imediata, deve-se anestesiar, tentar posicionar de uma forma ideal e estabilizar a fratura com fio de aço, buscando evitar que haja movimento (fazendo uma imobilização). • Palpação das margens infraorbitárias; • Palpação sobre os arcos zigomáticos; • Palpação externa dos ossos nasais; • Inspeção da oclusão dentária. – ODONTOLOGIA UNINASSAU RN - @respirando_odonto OBS: a melhor maneira de observar se há fratura do osso zigomático (arco zigomático) – visualizando se há afundamento da face. Além disso, ao paciente abrir a boca, o processo coronóide não consegue expulsionar. Exame e diagnóstico: • Exames laboratorias; • Exames radiográficos; OBS: Também é importante verificar se o paciente tem anemia em exames laboratoriais. OBS: Muitas vezes, há dificuldade para a execução desses exames por conta da condição do paciente (a depender da incidência). • A tomografia é o exame perfeito para identificar fraturas. Os exames de imagem serão realizados de acordo com o exame clínico/lesão suspeita. As radiografias podem ser solicitadas, principalmente a radiografia panorâmica dos maxilares e as incidências laterais oblíquas e póstero-anterior (PA) de mandíbula; no entanto, a Tomografia Computadorizada é considerada o exame de imagem padrão-ouro para avaliação das fraturas, sendo utilizada tanto para confirmação de diagnóstico, como para planejamento cirúrgico. Uma radiografia importante para avaliação de suspeita de fratura de côndilo é a incidência de Towne Reversa. Vistas panorâmicas com filtro Angiosharpen 5X5 e em MIP (aparelho iCAT) e a TO (tomografia computadorizada) é possível notar a solução de continuidade/fratura do processo coronóide da mandíbula do lado direito com deslocamento do mesmo em direção superior. Também é possível constatar a solução de continuidade/fratura do processo alveolar e corpo da mandíbula do lado esquerdo (fratura paramediana), com deslocamento dos segmentos no sentido supero-inferior. Clinicamente, observa-se maloclusão. Profilaxia das infecções: • 50% das fraturas de mandíbula em pacientes tratados sem antibióticos tornam-se infectadas; • ; • Usar antibióticos rotineiramente, com exceção das fraturas fechadas, não há exposição com o meio externo (Ex: côndilo). OBS: a maioria das fraturas mandibulares se rompem. Objetivos do tratamento: • Restabelecer saúde; • Restabelecer função; • Estética – acaba sendo consequência. Estabilização precoce das fraturas: BENEFÍCIOS: • Facilita manipulação do paciente, sobretudo na UTI; – ODONTOLOGIA UNINASSAU RN - @respirando_odonto • Controle mais efetivo do sangramento, com consequente melhora das condições hemodinânimas; OBS: Nos casos de hemorragia, se não for feito uma sutura para estancar o sangramento, o paciente irá aspirar o sangue. • Diminuição da resposta inflamatória, reduzindo edema e criando condições mais favoráveis para cicatrização; • Diminui risco de embolia gordurosa (ossos longos); • Facilita introdução de cuidados apropriados das lesões de partes moles; Dr. Jorge dos Santos Silva, Supervisor PS Ortopedia e Traumatologia do HC FMUSP. Controle do dano: • Controle da hemorragia, da contaminação, irrigação de ferimentos, fechamento provisórioda cavidade abdominal e estabilização dos sistemas fisiológicos na UCI; • Procedimentos para manutenção da vida e prevenção dos membros comprometidos; • Evitar procedimentos complexos e demorados que podem contribuir para o agravamento das condições gerais do paciente. Tipos de tratamento: • Fios de aço (utilizados nos primórdios); • Placas ou miniplacas (titânio); • Fio de Kirschner; • Bloqueio intermaxilar; → Bandagens; → Goteiras (Splint); → Barra de Erich; → Amarrias com fios de aço. Goteiras Fio de Kirschner. Bandagem. Barra de Erich. – ODONTOLOGIA UNINASSAU RN - @respirando_odonto OBS: Após a retirada da barra de Erich, é indicado fazer um tratamento periodontal. Classificação das fraturas mandibulares: Região do processo condilar (36%), corpo (21%), ângulo (20%), região do processo alveolar (3%), ramo (3%),processo coronóide (2%). • (não apresenta contato com o meio externo) – Ex: côndilo, coronoide e ramo da mandíbula; • (apresenta comunicação direta com o meio externo devido a ruptura dos tecidos adjacentes – pele, mucosa); • (fratura em que há lesão importante nos tecidos moles ou partes Impactada adjacentes); • (o osso apresenta vários fragmentos, pode ser simples ou composta), (fratura na qual um fragmento ósseo é firmemente pressionado contra o outro); • (há descontinuidade incompleta do osso. Uma cortical óssea está fraturada e outra dobrada) – acontece mais em criança, pois o osso é mais maleável; • (quando existem dois ou mais traços de fratura no mesmo osso, que não se comunicam um com o outro); • (são as fraturas espontâneas resultante da atrofia óssea. Ex.: mandíbula edêntula). • dentes presentes em ambos os lados da linha de fratura; • dentes presentes em apenas um lado da linha de fratura; • fragmentos que não possuem dentes; paciente desdentado. (Rowe e Killey). • Quando os músculos masseter, temporal e pterigoideo medial deslocam o fragmento ósseo – ODONTOLOGIA UNINASSAU RN - @respirando_odonto proximal para cima e medialmente durante a sua contração; • Não ocorre deslocamento dos cotos ósseos quando a linha de fratura está contra a ação muscular. Quanto mais anterior a fratura estiver no corpo mandibular, o deslocamento para cima dos músculos é contrabalançado pela força para baixo dos músculos milo-hioideo. Sinais e sintomas de fraturas mandibulares: • Fraturas unilaterais do processo condilar: → Encurtamento do ramo da mandíbula do lado fraturado (alteração da oclusão); → Mordida cruzada posterior; → Ao abrir a boca – desvia para o lado fraturado. • Fraturas bilaterais do processo condilar: → Mordida aberta anterior; → Limitação de abertura, protusão e excursões laterais restritas. • Fraturas do processo coronóide: → Limitação dolorosa no movimento de protrusão. • Fratura do ramo da mandíbula: → Presença de edema e equimose intra e extra bucais- → Sensibilidade dolorosa a palpação e trismo. OBS: analgésico, fisioterapia e compressa morna. • Fratura do ângulo da mandíbula: → Presença de edema, equimose, degrau ósseo; → Alteração na oclusão. • Fratura do corpo da mandíbula: → Presença de edema, degrau ósseo (desajuste na oclusão – contato prematuro); → Alteração da oclusão. • Fraturas da sínfise e parassínfise da mandíbula: → Associadas a fraturas dos côndilos; → Ação dos músculos milo- hióideo e gênio-hióideo (deslocamento para lingual); → Fratura bilateral: desinserção do músculo genioglosso. OBS: Quando a língua desloca, há uma dificuldade para o paciente respirar, comprometendo o espaço aéreo. Trazer a fratura para frente melhora essa situação. As fraturas da sínfise, parasínfise e corpo mandibular podem-se acompanhar de hematoma do assoalho da boca ou laceração gengival. Podem-se identificar sinais clínicos como instabilidade e crepitação à palpação. O trismo pode estar presente, embora não possa ocorrer em traumas sem fratura. A abertura bucal nos pacientes com fratura mandibular diminui a 35mm ou menos; o limite inferior de abertura normal é de 40mm. O côndilo mandibular parece estar bem protegido do trauma direto devido sua posição posterior, embora possa ser fraturado indiretamente em 30% das fraturas mandibulares. Associa-se com maior frequência a fraturas parasinfisiarias e do côndilo contralateral; um trauma direto na região mandibular anterior deve sempre despertar a suspeita de fratura condilar. Em pacientes com queixa de dor, limitação à movimentação da mandíbula e mordida aberta anterior, deve-se pesquisar fratura do côndilo mandibular, dentre eles: 1- Evidência intra ou extra oral de trauma na região sinfisial; 2- Desconforto localizado ou edema na região pré-auricular; 3- Desvio do queixo à abertura da boca para o lado da fratura; 4- Mordida aberta contralateral à fratura; – ODONTOLOGIA UNINASSAU RN - @respirando_odonto 5- Sangue ou inflamação dos tecidos do conduto auditivo externo; 6- Dor ou defeito de degrau à palpação local; 7- Movimento não palpável na área condilar durante a abertura da boca. Princípios gerais do tratamento: • Redução dos segmentos ósseos na sua posição anatômica; • Imobilização - Estabelecimento de técnica de fixação que mantenha em posição o segmento ósseo fraturado e a oclusão até que a consolidação ocorra; • Restabelecimento da oclusão; • Restauração dos contornos faciais; • Reabilitação funcional;´ • Correção de deformidades residuais; • Controle da infecção com antibioticoterapia precoce e antissépticos orais, até a cicatrização das soluções de continuidade da mucosa oral. OBS: O tempo para correção da fratura pode ser variável dependendo das condições gerais do paciente, existência de outros procedimentos mais urgentes ou edema importante no foco de fratura. • Procurar sempre salvar os dentes (SEMPRE); • Muitos podem ser reimplantados ou conservados; • Dentes na linha de fratura também podem ser conservados; • Considerar estado coronário e periodontal. • O feixe vásculo-nervoso alveolar inferior; • Os músculos de mastigação; • A articulação têmporo-mandibular; • A presença dos dentes e osso alveolar; • As linhas de resistência; • As áreas de fragilidade; → As estreitas regiões do ângulo e colo da mandìbula; → Regiões desdentadas com atrofia do osso alveolar; → Forame mentoniano. Tipos de tratamento: • Fixação indireta; • Odontossíntese; • Bloqueio maxilo-mandibular – para estabilizar a oclusão do paciente. As fraturas com indicação para redução fechada são tratadas apenas com fixação intermaxilar ou maxilomandibular. Para isso normalmente é utilizado um arco pré- fabricado instalado na maxila e na mandíbula, seguido de bloqueio maxilomandibular com fios de aço ou elásticos pesados, por um período de, aproximadamente, 6 semanas. Na redução fechada, não há exposição cirúrgica direta da área fraturada. OBS: desvantagem da utilização do fio de aço, com o tempo ele afrouxa. VANTAGENS DO BLOQUEIO MAXILO- MANDIBULAR: ✓ Oclusão restabelecida ao final do tratamento; ✓ Imobilidade de fragmentos ósseos. DESVANTAGENS DO BLOQUEIO MAXILO- MANDIBULAR: ✓ Dificuldade de higienização e alimentação (não escova a língua e nem a parte lingual dos dentes e alimentação pastosa); ✓ Permanência por longo período (de 35 a 40 dias). – ODONTOLOGIA UNINASSAU RN - @respirando_odonto OBS: Em crianças, esse bloqueio pode ser feito apenas durante a cirurgia. Não pode ficar por um longo período. • Fixação direta; • Amarria óssea (osteossíntese); • Fixação interna (mini-placas e parafusos de titânio); OBS:Há vários tamanhos e vários formatos de placa. Já as fraturas com indicação para redução aberta são tratadas com fixação maxilomandibular, mas também com a exposição direta da fratura. Essa exposição pode ser conseguida através de diversas abordagens cirúrgicas, intra ou extraorais, dependendo da área da mandíbula fraturada. Atualmente, as técnicas de fixação interna rígida têm sido amplamente utilizadas para o tratamento de fraturas. Esses métodos utilizam placas e parafusos para fixar os cotos ósseos fraturados, permitindo estabilidade durante a cicatrização. No entanto, é importante lembrar que mesmo com a fixação rígida, uma adequada relação oclusal deve ser estabelecida antes da redução e fixação dos segmentos ósseos. OBS: Os acessos podem ser intraorais ou extraorais – a escolha irá depender da localização da fratura. FIXAÇÃO INTERNA COM MINI-PLACAS: ✓ Reduz ou evita o bloqueio maxilo- mandibular; → Melhora vias aéreas; → Reduz possibilidade de aspiração; → Funcionalidade precoce; → Alimentação normal. ✓ Dor pós-operatória reduzida ou ausente; ✓ Menor incidência de infecções. ACESSO INTRAORAL À MANDÍBULA: ✓ Vantagens: • Ausência de cicatriz dérmica; • Checagem concomitante da oclusão; • Relativamente simples e rápido. ✓ Desvantagens: • Acesso limitado em algumas regiões (borda inferior, ângulo e partes do ramo); • Risco de dano ao mentoniano; • Má-posição labial. ✓ Anatomia cirúrgica/ Nervo mentoniano: • Ramo terminal do n. alveolar inferior; • Insignificante sob o ponto de vista cirúrgico; • Inervação sensitiva da pele e mucosa do lábio inferior, pele do queixo e gengiva vestibular. Acesso intraoral. – ODONTOLOGIA UNINASSAU RN - @respirando_odonto Estabilização de fratura utilizando o fio de aço – realiza-se um furo de um lado e um furo de outro lado, passa o fio e deixa o bloqueio por pelo menos 1 semana, para o paciente não fazer grandes esforços, facilitando a cicatrização. TRATAMENTO DAS FRATURAS DE MANDÍBULA COM ACESSO EXTRA-ORAL: ✓ Requer tempo maior de abertura; ✓ Risco de dano ao nervo facial; ✓ Pode ocorrer formação de cicatriz fibrosa. Acesso extraoral. OBS: A incisão não deve ser feita até tocar o osso, é feita por planos (pele, musculo...). Realiza-se a redução para alinhar os ossos e posteriormente a fixação. Se não houver oclusão para se basear (pacientes desdentados), a redução utilizará como referência a base do osso (deve estar alinhada). OBS: geralmente se utiliza a placa de 1,5 para maxila e 2,0 para mandíbula. OBS: Os parafusos devem ser fixados alternadamente (de um lado e do outro) – para dar estabilidade. OBS: A sutura também será realizada em planos (3 planos – do mais profundo para o mais superficial). TRATAMENTO DAS FRATURAS DE MANDÍBULA – ACESSOS INTRA-ORAIS: ✓ Abordagem direta ao traço de fratura; ✓ Edema mínimo; ✓ A ausência de cicatrizes extra-orais; ✓ Danos mínimos aos tecidos circundantes; ✓ Minimiza os riscos de infecção. – ODONTOLOGIA UNINASSAU RN - @respirando_odonto Técnica cirúrgica – região sínfise. Muito realizado na implantodontia para enxertos ósseos. Sutura única e não por planos. OBS: A radiografia panorâmica não oferece riqueza de detalhes para examinar a região de sínfise, pois há sobreposíção da coluna. OBS: Quando a fratura no ângulo está bem realinhada, pode-se apenas colocar placa com acesso intraoral. OBS: Quando não é possível fazer um bloqueio, casos de fratura desalinhada: • Utilizar o instrumento trocar – fazer uma incisão menor para a entrada da broca (extraoral); • Fazer um pequeno bloqueio com dois dentes (um superior e um inferior) durante o procedimento, para dar mais estabilidade – quando não consegue fazer o travamento completo. Complicações das fraturas mandibulares: • As principais complicações são: Infecção, Maloclusão, Anquilose, Disfunção da A.T.M. e Alterações sensoriais do Nervo Alveolar Inferior. Emergências: • As principais emergências são: 1. Obstrução de vias aéreas; 2. Deslocamento do côndilo para a fossa média; 3. Lesão da carótida interna; 4. Hemorragia. Referências: Aula teórica de Clínica de Cirurgia Maxilo-Facial. Faculdade Maurício de Nassau, Professor Fernando Pinto, Odontologia, 2022.