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<p>Disciplina: Saúde da Mulher</p><p>Profa. Marina Gemma</p><p>Esta é uma produção intelectual. Cópia ou compartilhamento em qualquer site estará sujeito às penalidades legais previstas</p><p>❖ PNAISM - POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA MULHER</p><p>SAÚDE DA MULHER E O ENFOQUE DE GÊNERO</p><p>❖ ASSISTÊNCIA MULTIPROFISSIONAL À MULHER VÍTIMA DE VIOLÊNCIA</p><p>OBJETIVOS DA APRENDIZAGEM</p><p>• Compreender as questões de gênero como um dos</p><p>determinantes da saúde</p><p>• Conhecer a Política Nacional de Atenção Integral à</p><p>Saúde da Mulher (PNAISM)</p><p>• Compreender a violência contra a mulher</p><p>• Planejar a assistência interprofissional à mulher vítima</p><p>de violência doméstica e familiar</p><p>SAÚDE DA MULHER E O ENFOQUE DE GÊNERO</p><p>❖ Questões de gênero como um dos determinantes da saúde</p><p>O QUE É SAÚDE?</p><p>“Saúde é o estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença” (OMS, 1948)</p><p>• A saúde e a doença estão intimamente relacionadas e constituem um processo cuja resultante está determinada pela</p><p>atuação de fatores sociais, econômicos, culturais e históricos</p><p>• Diversos fatores impactam a qualidade de vida e, consequentemente, a situação de saúde: relação com o meio ambiente,</p><p>lazer, alimentação, condições de trabalho/moradia/renda, raça, etnia, espiritualidade, etc.</p><p>➢ O acesso e a forma como esses fatores se relacionam + as desigualdades sociais, econômicas e culturais influenciam o</p><p>processo de adoecer e morrer dos indivíduos e populações de maneira diferenciada</p><p>Ex.: populações expostas a precárias condições de vida estão mais vulneráveis e apresentam < expectativa de vida</p><p>• As históricas desigualdades de poder entre homens e</p><p>mulheres implicam em um forte impacto nas condições de</p><p>saúde das mulheres</p><p>Ex.: discriminação nas relações de trabalho e</p><p>sobrecarga com o trabalho doméstico diminui seu</p><p>acesso aos bens sociais (inclusive aos serviços de saúde)</p><p>• A vulnerabilidade feminina frente a certas doenças e</p><p>causas de morte está mais relacionada com a discriminação</p><p>na sociedade do que com fatores biológicos</p><p>➢ Mulheres e homens, em função da organização social das</p><p>relações de gênero, estão expostos a padrões diferentes de</p><p>sofrimento, adoecimento e morte</p><p>➢As desigualdades de gênero tendem a aprofundar outras</p><p>desigualdades sociais e a discriminação de classe, raça,</p><p>etnia, idade, etc.</p><p>SAÚDE DA MULHER E O ENFOQUE DE GÊNERO</p><p>• Gênero: conjunto de relações, atributos, papéis, crenças e</p><p>atitudes socialmente estabelecidos, que definem os modelos</p><p>de masculinidade e feminilidade, os padrões de</p><p>comportamento aceitáveis ou não para homens e mulheres,</p><p>os campos de atuação para cada sexo, etc.</p><p>• O Brasil, nas últimas décadas, passou por importantes</p><p>transformações na estrutura e dinâmica da sua população</p><p>Ex.: Censo Demográfico de 2022 - mulheres são a</p><p>maioria em todas as regiões do Brasil</p><p>População 203.080.756 - 104.548.325 mulheres (51,5%)</p><p>- 98.532.431 homens (48,5%)</p><p>➢ Compreender a imbricação dos fatores que condicionam</p><p>o padrão de saúde da mulher → incorporação da</p><p>perspectiva de gênero na análise do perfil epidemiológico e</p><p>no planejamento de ações de saúde</p><p>➢ Melhoria das condições de vida, a igualdade e os direitos</p><p>de cidadania das mulheres</p><p>SAÚDE DA MULHER E O ENFOQUE DE GÊNERO</p><p>❖ PNAISM - Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher</p><p>• Elaborada em 2004 pela Área Técnica de Saúde da Mulher do Ministério da Saúde</p><p>• Marco na evolução das políticas de atenção à saúde da mulher</p><p>POR QUÊ?</p><p>• A saúde da mulher foi incorporada às políticas nacionais de saúde nas primeiras décadas do século XX (1901-2000)</p><p>• Nas décadas de 30, 50 e 70, os programas materno-infantis traduziam uma visão reducionista sobre o corpo feminino</p><p>• O corpo da mulher era visto apenas na sua função reprodutiva e a maternidade era o principal papel social da mulher</p><p>➢ A mulher tinha acesso a alguns cuidados de saúde no ciclo gravídico-puerperal, ficando sem assistência na</p><p>maior parte de sua vida</p><p>• Nas décadas de 70 e 80, a mobilização de movimentos sociais (movimento feminista + movimento sanitário - arcabouço</p><p>conceitual do SUS) → ruptura com a perspectiva reducionista</p><p>➢ Reivindicaram a condição de sujeitos de direito das mulheres, com necessidades que extrapolam o momento da</p><p>gestação e parto, demandando ações que lhes proporcionassem a melhoria das condições de saúde em todas os</p><p>ciclos de vida</p><p>PNAISM</p><p>• 1984 - PAISM (Programa de Assistência Integral à</p><p>Saúde da Mulher)</p><p>➢ Base para a PNAISM</p><p>➢ Incorporou como princípios e diretrizes as propostas de</p><p>descentralização, hierarquização e regionalização dos</p><p>serviços, bem como a integralidade e a equidade da atenção</p><p>➢ Incluía ações educativas, preventivas, de diagnóstico,</p><p>tratamento e recuperação, englobando a assistência à</p><p>mulher em clínica ginecológica, no pré-natal, parto e</p><p>puerpério, no climatério, em planejamento familiar,</p><p>DST, câncer de colo de útero e de mama, além de outras</p><p>necessidades identificadas a partir do perfil</p><p>populacional das mulheres</p><p>❖ SUS - 1988 com a Constituição Federal</p><p>❖ PNAISM - 2004</p><p>PNAISM</p><p>❖Quais são os objetivos da PNAISM?</p><p>- Identifique e escreva quais são os 14 objetivos</p><p>específicos da PNAISM (pág. 63 a 72)</p><p>Material complementar para estudo:</p><p>• Saúde das mulheres - Linha do tempo das conquistas</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=RueWzKAwSt4</p><p>• PNAISM - Saúde da Mulher</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=WvAUCYafw9k</p><p>ATIVIDADE INDICATIVA</p><p>https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nac_atencao_mulher.pdf</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=RueWzKAwSt4</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=WvAUCYafw9k</p><p>https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nac_atencao_mulher.pdf</p><p>• 2003 - Secretaria de Políticas para as Mulheres da</p><p>Presidência da República (criada em 2003 e incorporada ao</p><p>Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos</p><p>Humanos em 2015)</p><p>➢ A atuação da SPM respeita a diversidade entre as</p><p>mulheres: negras, brancas, indígenas, quilombolas, lésbicas,</p><p>bissexuais, transexuais, em situação de prisão, mulheres do</p><p>campo, ribeirinhas, com deficiência, em situação de rua, com</p><p>sofrimento psíquico, e nos diferentes ciclos de vida, com</p><p>ênfase nos processos de climatério e envelhecimento</p><p>Importantes avanços a partir de 2011</p><p>• 2011 - PNAB e Rede Cegonha (programa para</p><p>qualificação obstétrica e neonatal - 3º objetivo PNAISM)</p><p>- Portaria 2836: Política Nacional de Saúde</p><p>Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e</p><p>Transexuais (eliminar a discriminação/preconceito</p><p>institucional e contribuir para redução das desigualdades)</p><p>EVOLUÇÃO DAS POLÍTICAS DE ATENÇÃO À SAÚDE DA MULHER</p><p>EVOLUÇÃO DAS POLÍTICAS DE ATENÇÃO À SAÚDE DA MULHER</p><p>• ODS: Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis:</p><p>Compromisso Brasil + ONU em:</p><p>- reduzir, até 2030, a RMM para no máximo 30</p><p>mortes/100.000 nascidos vivos</p><p>- reduzir a mortalidade neonatal para menos de 12 óbitos</p><p>por 1.000 nascimentos</p><p>- alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as</p><p>mulheres e meninas</p><p>• Esforços nacionais e internacionais</p><p>• Fundamentais para garantir a execução das ações para a</p><p>saúde das mulheres</p><p>ASSISTÊNCIA MULTIPROFISSIONAL À MULHER</p><p>VÍTIMA DE VIOLÊNCIA</p><p>VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER</p><p>• 4º objetivo específico da PNAISM</p><p>• Considerada um sério problema de saúde pública: uma</p><p>das principais causas de morbimortalidade feminina</p><p>* particularidade biológica - risco de transmissão vertical</p><p>“Qualquer ato ou conduta baseada no gênero, que cause</p><p>morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à</p><p>mulher, tanto na esfera pública como na esfera privada”</p><p>5 tipos de violência:</p><p>• Violência física</p><p>• Violência psicológica</p><p>• Violência sexual</p><p>• Violência patrimonial</p><p>• Violência moral</p><p>• Antes da Lei Maria da Penha entrar em vigor, a</p><p>violência doméstica e familiar contra a mulher era tratada</p><p>como crime de menor potencial ofensivo. Na prática, isso</p><p>significava que a violência de gênero era banalizada e as</p><p>penas geralmente se reduziam ao pagamento de cestas</p><p>básicas ou trabalhos comunitários</p><p>• Maria da Penha foi vítima de dupla tentativa de</p><p>feminicídio em 1983</p><p>❖ O marido deu um tiro em suas costas enquanto ela</p><p>dormia (paraplegia)</p><p>❖ Cárcere privado durante 15 dias e tentativa de</p><p>eletrocussão durante o banho</p><p>❖ Trajetória de 19 anos e 6 meses em busca de justiça</p><p>➢ Criação da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006):</p><p>cria mecanismos para coibir e prevenir a violência</p><p>doméstica e familiar</p><p>LEGISLAÇÃO</p><p>• Lei nº 9.099/95 - Dispõe sobre os Juizados Especiais</p><p>Cíveis e Criminais (julgamento das causas cíveis de</p><p>menor complexidade)</p><p>• Lei nº 10.778/03 - Estabelece a notificação</p><p>compulsória, no território nacional, dos casos de</p><p>violência contra a mulher que forem atendidas em</p><p>serviços de saúde públicos ou privados</p><p>• Lei nº 11.340/06 - Lei Maria da Penha - Prevê medidas</p><p>penais para a contenção da violência e dimensionamento</p><p>do fenômeno</p><p>• Lei nº 12.845/13 - Atendimento obrigatório e integral</p><p>de pessoas em situação de violência sexual. Obriga o</p><p>agressor a ressarcir o Sistema Único de Saúde por custos</p><p>com vítimas de violência doméstica</p><p>❖ Lei Maria da Penha</p><p>-Quais são as medidas de proteção à mulher?</p><p>-Quais benefícios são previstos por lei?</p><p>-Quais são as responsabilidades da autoridade policial?</p><p>-Quais são as obrigações que o agressor deve cumprir?</p><p>-Quais as responsabilidades da equipe multidisciplinar</p><p>no atendimento à vítima de violência?</p><p>Material complementar para estudo:</p><p>• Violência doméstica - 2 minutos para entender</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=jv7FWOmMU70</p><p>ATIVIDADE INDICATIVA</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=jv7FWOmMU70</p><p>ATENÇÃO ÀS MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA</p><p>Protocolo de atenção à mulher vítima de violência</p><p>no âmbito da Atenção Básica</p><p>Acolhimento com</p><p>escuta qualificada</p><p>Avaliação global Plano de cuidados</p><p>❖ Acolhimento com escuta qualificada</p><p>Quem faz? Equipe multiprofissional</p><p>• Atendimento humanizado</p><p>- Respeitar o sigilo, a privacidade, de forma a garantir a não discriminação e a oferta de um ambiente de confiança e</p><p>respeito</p><p>- Garantir a confidencialidade das informações</p><p>• Vigilância do profissional em relação à própria conduta</p><p>- Saber lidar com as emoções que podem surgir durante o atendimento (raiva, medo, tristeza, comoção, impotência)</p><p>• Identificação dos motivos de contato</p><p>- Realizar perguntas diretas (atentar para não estigmatizar ou julgar)</p><p>• Informação prévia à paciente</p><p>- Assegurar a compreensão sobre cada etapa (acolhimento, avaliação e plano de cuidados)</p><p>- Orientar sobre a importância de registrar a ocorrência para sua proteção e da família, respeitando, todavia, sua</p><p>opinião e desejo. O atendimento deve ser realizado independentemente da realização de boletim de ocorrência</p><p>1ª ETAPA - ACOLHIMENTO</p><p>❖ Avaliação global</p><p>• Entrevista</p><p>Quem faz? Equipe multiprofissional</p><p>- Detectar situação de vulnerabilidade</p><p>- Identificar se a situação de violência é recorrente ou não</p><p>- Identificar sinais de alerta de violência (ansiedade, depressão, abortamento de repetição, lesões físicas, dor pélvica</p><p>crônica, ITU de repetição, início tardio do pré-natal, parceiro demasiadamente atento/controlador, etc.)</p><p>• Exame físico geral/ específico</p><p>Quem faz? Enfermeiro ou médico</p><p>- Realizar exame físico completo (exame ginecológico, coleta de amostras para diagnóstico de infecções genitais e</p><p>coleta de material para identificação do provável autor da agressão - serviço de referência)</p><p>- Realizar inspeção detalhada das partes do corpo que podem revelar sinais de violência</p><p>- Observar se há presença de ferimentos que não condizem com a explicação de como ocorreram</p><p>- Atentar para recusa ou dificuldade no exame ginecológico de rotina</p><p>2ª ETAPA - AVALIAÇÃO GLOBAL</p><p>❖ Plano de cuidados</p><p>• Dispensação e administração de medicamentos para profilaxias indicadas</p><p>Quem faz? Enfermeiro ou médico</p><p>- Casos de violência sexual, administrar anticoncepção hormonal de emergência e acompanhar a paciente até um</p><p>serviço especializado para receber todas as profilaxias indicadas (HIV, sífilis, hepatite B)</p><p>• Estabelecimento de plano de segurança para mulheres com risco de vida</p><p>Quem faz? Equipe multiprofissional</p><p>- Identificar rede de apoio e combinar um código de comunicação para situações de emergência</p><p>- Se a briga for inevitável, sugerir que a mulher não discuta na cozinha e tenha rota de fuga</p><p>- Orientar que a mulher cogite planejar como fugir de casa em segurança e o local para onde ela poderia ir nesse caso</p><p>- Orientar que a mulher se preocupe em escolher um local seguro para manter um pacote com cópias de documentos,</p><p>dinheiro, roupas e cópias da chave de casa</p><p>3ª ETAPA - PLANO DE CUIDADOS</p><p>❖ Plano de cuidados</p><p>• Atividade de Vigilância em Saúde</p><p>Quem faz? Enfermeiro ou médico</p><p>- Preencher a ficha de notificação compulsória para notificar o caso de violência para a vigilância epidemiológica</p><p>• Atenção humanizada na situação de interrupção legal da gestação</p><p>Quem faz? Enfermeiro ou médico</p><p>- Orientar quanto ao aborto legal (anencefalia fetal, gravidez resultante de violência sexual ou gravidez de risco à vida</p><p>da gestante)</p><p>- Encaminhar para os serviços de referência para interrupção legal de gestação</p><p>- Acompanhar e acolher a mulher pós-abortamento e realizar orientação anticoncepcional e concepcional</p><p>• Monitoramento de situações de violência</p><p>Quem faz? Enfermeiro ou médico</p><p>- Acompanhar o itinerário terapêutico das usuárias (caminhos trilhados na busca por saúde)</p><p>3ª ETAPA - PLANO DE CUIDADOS</p><p>• Monitoramento de situações de violência</p><p>Quem faz? Enfermeiro ou médico</p><p>- Acompanhar o itinerário terapêutico das usuárias (caminhos trilhados na busca por saúde)</p><p>- Monitorar os casos identificados a partir da realização de visitas domiciliares ou outras formas de acompanhamento</p><p>das usuárias (equipes de Saúde da Família, equipes NASF)</p><p>• Coordenação do cuidado</p><p>Quem faz? Enfermeiro ou médico</p><p>- Oferecer acolhimento, atendimento humanizado e multidisciplinar e encaminhamento, sempre que necessário, aos</p><p>serviços referência na saúde, serviços de assistência social ou de outras políticas públicas voltadas ao enfrentamento</p><p>da violência</p><p>• Educação em saúde</p><p>Quem faz? Enfermeiro ou médico</p><p>- Oferecer serviços de planejamento reprodutivo às mulheres pós-abortamento e que desejam nova gestação</p><p>- Orientar sobre os aspectos relacionados ao livre exercícios da sexualidade, prevenção de gestação indesejada e do</p><p>abortamento inseguro</p><p>3ª ETAPA - PLANO DE CUIDADOS</p><p>https://www9qs.senado.leg.br/extensions/violencia-genero-mashup/index.html#/inicio</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>BRASIL. Decreto nº 1.973, de 1 de agosto de 1996. Promulga a Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e</p><p>Erradicar a Violência contra a Mulher, concluída em Belém do Pará, em 9 de junho de 1994. Disponível em:</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1996/d1973.htm</p><p>BRASIL. Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006. Lei Maria da Penha. Disponível em:</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolos da Atenção Básica: Saúde das Mulheres/Ministério da Saúde, Instituto Sírio-</p><p>Libanês de Ensino e Pesquisa - Brasília: Ministério da Saúde, 2016. Disponível em:</p><p>https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolos_atencao_basica_saude_mulheres.pdf</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas.</p><p>Política nacional de atenção integral à saúde da mulher: princípios e diretrizes. Brasília: Ministério da Saúde, 2004.</p><p>Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nac_atencao_mulher.pdf</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1996/d1973.htm</p><p>https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nac_atencao_mulher.pdf</p><p>Slide 1: Pnaism - política nacional de atenção integral à saúde da mulher</p><p>Slide 2: Objetivos da aprendizagem</p><p>Slide 3: Saúde da mulher e o enfoque de gênero</p><p>Slide 4: Saúde da mulher e o enfoque de gênero</p><p>Slide 5: Saúde da mulher e o enfoque de gênero</p><p>Slide 6: pnaism</p><p>Slide 7: PNAISM</p><p>Slide 8</p><p>Slide 9: ATIVIDADE INDICATIVA</p><p>Slide 10: EVOLUÇÃO DAS POLÍTICAS DE ATENÇÃO À SAÚDE DA MULHER</p><p>Slide 11: EVOLUÇÃO DAS POLÍTICAS DE ATENÇÃO À SAÚDE DA MULHER</p><p>Slide 12</p><p>Slide 13: VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER</p><p>Slide 14</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16</p><p>Slide 17: legislação</p><p>Slide 18: ATIVIDADE INDICATIVA</p><p>Slide 19: atenção às mulheres em situação de violência</p><p>Slide 20: 1ª etapa - acolhimento</p><p>Slide 21: 2ª etapa - avaliação global</p><p>Slide 22: 3ª etapa - plano de cuidados</p><p>Slide 23: 3ª etapa - plano de cuidados</p><p>Slide 24: 3ª etapa - plano de cuidados</p><p>Slide 25</p><p>Slide 26: Referências bibliográficas</p>