Prévia do material em texto
<p>(UnB-DF) Um certo trecho de uma montanha-russa é aproximadamente um arco de circunferência de raio R. Os ocupantes de um carrinho, ao passar por este trecho, sentem uma sensação de aumento de peso. Avaliam que, no máximo, o seu peso foi triplicado. Desprezando os efeitos do atrito os ocupantes concluirão que a velocidade máxima atingida foi de:</p><p>a)</p><p>b)</p><p>c)</p><p>d)</p><p>Na figura abaixo, um disco de massa 3.0 kg encontra-se preso a uma mola de constante elástica 3,0 N/m. podendo mover-se em tomo do ponto O num plano horizontal, sem atrito. Para que o disco possa executar um movimento circular e uniforme com velocidade escalar de 5,0 m/s numa trajetória de raio 10 cm, a deformação apresentada pela mola deverá ser. em centímetros, igual a:</p><p>a) 1,1</p><p>b) 2,5</p><p>c) 3,0</p><p>d) 5,0</p><p>e) 10,0</p><p>Um motociclista realiza um movimento circular, num plano vertical, no interior de um "globo da morte" de raio 4,0 m. A massa do homem mais a da moto é de 8,0 102 kg. Determine a intensidade da força normal que o globo aplica na moto na posição A mais elevada. A velocidade escalar da moto nesta posição é de 8,0 m/s e g = 10 m/s².</p><p>Um motociclista realiza um movimento circular, num plano vertical, no interior de um "globo da morte", de raio 4,8 m. A massa do homem mais a da moto é de 900 kg. A moto passa pelo ponto mais baixo A com velocidade escalar de 16 m/s e pelo ponto mais alto B com 8,0 m/s. Sendo g =10 m/s². Determine a intensidade da força normal que o globo aplica na moto nas posições A e B.</p><p>Um motociclista realiza um movimento circular, num plano vertical, no interior de um “globo da morte", de raio R Determine a menor velocidade do motociclista no ponto mais alto, para conseguir efetuar a curva completa. É conhecida a aceleração da gravidade g.</p><p>Uma esfera presa a um fio de comprimento L = 0.40 m. gira num plano vertical descrevendo uma circunferência. Determine a menor velocidade que a esfera deve ter no ponto mais alto para que permaneça em trajetória circular. É dado g = 10 m/s².</p><p>(UNISA-SP) Um motociclista descreve uma circunferência vertical num "globo da morte" de raio 4 m. Que força é exercida sobre o globo no ponto mais alto da trajetória se a velocidade da moto é ali de 12 m/s? A massa total (motociclista + moto) é de 150 kg.</p><p>a) 1.500 N</p><p>b) 2.400N</p><p>c) 3.900 N</p><p>d) 5.400 N</p><p>e) 6.900 N</p><p>(FUVEST-SP) A figura mostra, num plano vertical, parte dos trilhos do percurso circular de uma "montanha russa" de um parque de diversões. A velocidade mínima que o carrinho deve ter, ao passar pelo ponto mais alto da trajetória, para não desgrudar dos trilhos vale, em m/s:</p><p>a)</p><p>b)</p><p>c)</p><p>d)</p><p>e)</p><p>(UF-MG) Uma pedra é amarrada em um cordão de 40 cm de comprimento e posta a girar num plano vertical. Qual o modulo da velocidade mínima da pedra, no ponto mais alto da trajetória, para que ela possa descrever uma trajetória circular? Adotar g = 10 m/s².</p><p>Um carro entra em uma curva circular de raio R, num plano horizontal, em movimento uniforme. O coeficiente de atrito de escorregamento lateral é μ. Sendo g a aceleração da gravidade. Determine a máxima velocidade do cano para fazer a curva sem derrapar.</p><p>Um carro entra em uma curva circular de raio R = 50 m. num plano horizontal, em movimento uniforme. O coeficiente de atrito de escorregamento lateral é μ = 0,2 e g = 10 m/s² é a aceleração da gravidade. Calcule a velocidade máxima do carro, para fazer a curva sem derrapar.</p><p>Um automóvel, de dimensões desprezíveis e de massa m = 1000 kg, percorre com velocidade escalar constante de 10 m/s uma circunferência de raio 100 m. contida num plano horizontal. Esse movimento ocorre numa pista sobrelevada, isto é, a margem externa é mais elevada que a margem interna. Determine o ângulo θ de sobrelevação da pista com a horizontal para que o automóvel consiga efetuar a curva independentemente da força de atrito. É dado g = 10 m/s². O ângulo θ pode ser dado pela tg θ.</p><p>Um veículo de dimensões desprezíveis desloca-se com velocidade escalar constante descrevendo uma circunferência contida num plano horizontal. O raio da trajetória é de 50 m e o ângulo de sobrelevação é de 27º (tg 27º = 0,51). Determine a velocidade escalar que o veículo deve ter a fim de que possa efetuar a curva, independentemente da força de atrito. É dado g = 10 m/s².</p><p>(E. E. Mauá-SP) Numa estrada existe uma curva circular plana de raio 150 m. O coeficiente de atrito lateral entre o pneu e a estrada é 0,15 (g = 10 m/s²). Determine a maior velocidade com que o carro pode percorrer a curva sem derrapar.</p><p>(UNISA-SP) Um toca-discos tem o prato na posição horizontal e realiza 3 revoluções em π segundos. Colocando-se uma pequena moeda sobre o prato, ela deslizará se estiver a mais de 10 cm do centro. Então, o coeficiente de atrito estático entre a moeda e o prato é de:</p><p>a) 0,12</p><p>b) 0,24</p><p>c) 0,36</p><p>d) 0,48</p><p>e) n.d.a</p><p>(PUCC-SP) O raio de uma curva ferroviária é de 400 metros e um trem deve percorrê-la com a velocidade de 72 km/h. De quanto deve estar elevado o trilho externo para reduzir a um mínimo a força para fora sobre ele? A distância entre os trilhos é de 1,2 metros e g = 10 m/s².</p><p>a) d = 0,20 m</p><p>b) d = 0,12 m</p><p>c) d = 0,15m</p><p>d) d = 0,18 m</p><p>No esquema, temos um pêndulo simples de comprimento L = 1,0 m e com uma esfera de massa m = 0,50 kg, oscilando entre os pontos A e B. A velocidade escalar da esfera ao passar pelo ponto C indicado é v = 4.0 m/s. Dados: g = 10 m/s², sen θ = 0,60 e cos θ = 0,80.</p><p>Determine:</p><p>a) a intensidade da força que traciona o fio, quando a esfera passa pelo ponto C;</p><p>b) o módulo da aceleração tangencial da esfera em C</p><p>No esquema, temos um pêndulo simples de comprimento L = 0,60 m e com uma esfera de massa m = 1,0 kg, oscilando entre os pontos A e B. A velocidade escalar da esfera ao passar pelo ponto C é v = 6.0 m/s. Determine a intensidade da força que traciona o fio e o módulo da aceleração tangencial nos pontos A e C.</p><p>Dados: sen 30o = cos 60o = 0,50:</p><p>sen 60º = cos 30º = 0,87; g = 10 m/s².</p><p>Uma pequena esfera de massa m = 0,40 kg, suspensa por um fio, descreve um movimento circular uniforme em torno do centro C em um plano horizontal, constituindo o chamado pêndulo cônico. Sendo o raio da trajetória R = 0,30 m, g =10 m/s², sen θ = 0.60 e cos θ = 0,80. Determine a intensidade da força que traciona o fio e a velocidade escalar da esfera.</p><p>Uma pequena esfera, de massa m = 0,30 kg, suspensa por um fio de comprimento L = 2,5 m, descreve um movimento circular uniforme de raio R = 2,0 m. em um plano horizontal (pêndulo cônico). Sendo g = 10 m/s². Determine:</p><p>a) a intensidade da força que traciona o fio;</p><p>b) a velocidade angular da esfera.</p><p>0 "rotor" é um brinquedo que existe em parques de diversões. Ele é constituído de um cilindro oco provido de um assoalho. As pessoas entram no cilindro e ficam em pé encostadas na parede interna. O cilindro começa a girar cm torno de seu eixo vertical e, a partir de uma velocidade angular mínima, o assoalho é retirado e as pessoas ficam "presas" a parede do cilindro Sendo R = 2,0 m o raio do cilindro, g 10 m/s² a aceleração da gravidade e μ = 0.20 o coeficiente de atrito entre as pessoas e o cilindro. Determine a velocidade angular mínima que o cilindro deve ter para que as pessoas não escorreguem.</p><p>Um cilindro oco, de raio R = 2,0 m. gira em tomo de seu eixo, que é vertical, com velocidade angular ω = 10 rad/s. Um corpo gira juntamente com o cilindro, “preso" em sua superfície interna. Determine o menor coeficiente de atrito necessário para que não haja deslizamento do corpo na superfície do cilindro. É dado g = 10 m/s².</p><p>(FEI-SP) Uma esfera gira com velocidade 1 m/s, descrevendo uma trajetória circular horizontal de raio R = 10 cm. Estando a esfera suspensa por meio de um fio. Qual o ângulo que este fio forma com a vertical? Adotar g = 10,0 m/s².</p><p>(Mackenzie-SP) Um avião descreve uma trajetória circular horizontal com velocidade escalar constante v. As asas formam um ângulo θ com a horizontal Devem ser considerados apenas o peso do avião e a força de sustentação que é perpendicular</p><p>à asa. Sendo g a aceleração da gravidade, o raio da trajetória descrita é:</p><p>a)</p><p>b)</p><p>c)</p><p>d)</p><p>e)</p><p>(Mackenzie-SP) Admitamos que você esteja apoiado, em pé, sobre o fundo de um cilindro de 4 m de raio, que gira em tomo do seu eixo vertical. Admitindo g = 10 m/s² e o coeficiente de atrito μ entre a sua roupa e a superfície do cilindro igual a 0,4, a mínima velocidade tangencial que o cilindro deve ter para que, retirado o fundo do mesmo, você fique "preso” à parede dele, é:</p><p>a) 10 m/s</p><p>b) 8 m/s</p><p>c) 9 m/s</p><p>d) 11 m/s</p><p>e) é necessário conhecer sua massa, pois sem ela nada se pode afirmar.</p><p>image4.jpeg</p><p>image5.jpeg</p><p>image6.jpeg</p><p>image7.jpeg</p><p>image8.jpeg</p><p>image9.jpeg</p><p>image10.jpeg</p><p>image11.jpeg</p><p>image1.jpeg</p><p>image2.jpeg</p><p>image3.jpeg</p>