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<p>ADMINISTRAÇÃO DO</p><p>SISTEMA OPERACIONAL</p><p>LIVRE - LINUX</p><p>Unidade 2</p><p>Instalando e</p><p>configurando</p><p>o Ubuntu Linux</p><p>Fr</p><p>ee</p><p>pi</p><p>k</p><p>CEO</p><p>DAVID LIRA STEPHEN BARROS</p><p>Diretora Editorial</p><p>ALESSANDRA FERREIRA</p><p>Gerente Editorial</p><p>LAURA KRISTINA FRANCO DOS SANTOS</p><p>Projeto Gráfico</p><p>TIAGO DA ROCHA</p><p>Autoria</p><p>JEFERSON ARTUR VULCANIS</p><p>4 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>A</p><p>U</p><p>TO</p><p>RI</p><p>A</p><p>Jeferson Artur Vulcanis</p><p>Olá! Sou especialista em redes computacionais,</p><p>infraestrutura de TI e sistemas operacionais, com uma vasta</p><p>experiência com os ambientes Windows e Linux Server. Amo</p><p>informática e, mais ainda, passar toda a minha experiência e</p><p>know-how aos iniciantes nesta magnífica carreira de tecnologia</p><p>da informação. Vai ser um prazer enorme ajudar você a se tornar</p><p>um excelente analista de suporte técnico na área de informática.</p><p>Conte comigo para lhe ajudar nessa trajetória rumo ao seu</p><p>desenvolvimento profissional! Muito sucesso para você.</p><p>5ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>ÍC</p><p>O</p><p>N</p><p>ES</p><p>Estes iconográficos irão aparecer toda vez que:</p><p>OBJETIVO</p><p>uma nova unidade</p><p>letiva estiver sendo</p><p>iniciada, indicando</p><p>que competências</p><p>serão desenvolvidas</p><p>ao seu término;</p><p>SAIBA MAIS</p><p>um texto, referências</p><p>bibliográficas e</p><p>links para fontes de</p><p>aprofundamento se</p><p>fizerem necessários;</p><p>DEFINIÇÃO</p><p>houver necessidade</p><p>de se apresentar um</p><p>novo conceito;</p><p>REFLITA</p><p>houver necessidade de</p><p>se chamar a atenção</p><p>sobre algo a ser</p><p>refletido ou discutido</p><p>sobre;</p><p>NOTA</p><p>forem necessárias</p><p>observações ou</p><p>complementação</p><p>para o</p><p>conhecimento;</p><p>ACESSE</p><p>for preciso acessar um</p><p>ou mais sites para fazer</p><p>download, assistir a</p><p>um vídeo, ler um texto,</p><p>ouvir um podcast, etc;</p><p>IMPORTANTE</p><p>as observações</p><p>escritas tiverem que</p><p>ser priorizadas;</p><p>RESUMINDO</p><p>for preciso se fazer um</p><p>resumo acumulativo</p><p>das últimas</p><p>abordagens.</p><p>EXPLICANDO</p><p>MELHOR</p><p>algo precisar ser</p><p>melhor explicado ou</p><p>detalhado. ATIVIDADES</p><p>for explicado um passo</p><p>a passo, tipo tutorial,</p><p>com lista numerada</p><p>de instruções para</p><p>o aluno praticar ou</p><p>experimentar algo.</p><p>VOCÊ SABIA?</p><p>curiosidades e</p><p>indagações lúdicas</p><p>sobre o tema em</p><p>estudo forem</p><p>necessárias;</p><p>TESTANDO</p><p>chegar o momento</p><p>ideal para o aluno</p><p>responder o enunciado</p><p>de algumas questões</p><p>do banco, ou mesmo de</p><p>forma intempestiva, em</p><p>meio ao livro didático.</p><p>Assim, vai ficar mais fácil nos comunicarmos com você.</p><p>Basta olhar para um desses ícones e você saberá exatamente o</p><p>que virá logo em seguida.</p><p>6 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>SU</p><p>M</p><p>Á</p><p>RI</p><p>O</p><p>Instalando o Ubuntu Linux e softwares complementares .. 10</p><p>Ferramentas para o desenvolvimento do software livre ............................. 10</p><p>Canais de comunicação .....................................................................10</p><p>Ferramentas de engenharia de software .......................................................11</p><p>Controle de versões (versionamento) ............................................. 11</p><p>Rastreamento de bugs e listras de tarefas .................................... 12</p><p>Ferramentas de teste .........................................................................13</p><p>Refatoração, reescrita e outras modificações ............................... 14</p><p>Custo Total da Propriedade (TCO) ..................................................................15</p><p>Benefício Total da Propriedade (TBO) ............................................................16</p><p>Instalação ............................................................................................................18</p><p>Como obter? ........................................................................................18</p><p>Instalando o Ubuntu ...........................................................................19</p><p>Configurando a interface do Ubuntu Linux: repositórios do</p><p>APT ............................................................................................ 22</p><p>Entendendo o ambiente gráfico .....................................................................22</p><p>X Windows System ...............................................................................................22</p><p>Ambientes desktop .............................................................................................23</p><p>Desempenhando tarefas ...................................................................23</p><p>Conhecendo a sua área de trabalho ............................................... 23</p><p>Configurando a internet ...................................................................................25</p><p>ADSL ......................................................................................................25</p><p>Configurando .......................................................................................25</p><p>Computador em Rede -via DHCP ..................................................... 29</p><p>Linha discada: dial-up ..........................................................29</p><p>Wireless (sem fio)..................................................................30</p><p>7ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Resolvendo problemas no Ubuntu Linux .............................. 36</p><p>Como resolver os problemas ..........................................................................36</p><p>X Window System .................................................................................................36</p><p>Gerenciando o repositório ................................................................38</p><p>Conhecendo os repositórios .............................................................38</p><p>Instalando fontes ...............................................................................................39</p><p>Temas ...................................................................................................40</p><p>Tela de início .......................................................................................40</p><p>Editando documentos em um processador de textos ............... 40</p><p>Instalando programas ........................................................................41</p><p>Aplicativos ............................................................................................41</p><p>Diretórios e arquivos .........................................................................................42</p><p>Visão geral da organização dos arquivos no Linux ....................... 43</p><p>Caminho absoluto versus caminho relativo .................................... 46</p><p>Permissões de acesso no Ubuntu Linux ................................ 49</p><p>Como acontecem as permissões de acesso .................................................49</p><p>Donos, grupos e outros .....................................................................50</p><p>Tipos de permissões ...........................................................................51</p><p>Modo texto ...........................................................................................51</p><p>Shell ......................................................................................................................52</p><p>Bourne Again Shell (BASH) .................................................................................52</p><p>Comandos ...........................................................................................................53</p><p>Prompt ...................................................................................................53</p><p>Sintaxe de comados ...........................................................................53</p><p>Opções ..................................................................................................55</p><p>8 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Exemplos de comandos ...................................................................................56</p><p>Permissões ...........................................................................................57</p><p>Número de subdiretórios ..................................................................57</p><p>Dono do arquivo .................................................................................57</p><p>Grupo ....................................................................................................58</p><p>Tamanho ...............................................................................................58</p><p>9ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Você já sabe que o Linux é um sistema que permite a</p><p>execução de programas em um computador. Nesta unidade,</p><p>vamos aprender como instalar uma distribuição Linux, o Ubuntu.</p><p>Vamos, também, entender como configurar o Linux para utilização</p><p>no modo interface gráfica. Além disso, vamos entender como</p><p>fazer uma atualização do sistema e como gerenciar as permissões</p><p>de acesso. Vamos entender um pouco mais sobre esse universo</p><p>da tecnologia? Ao longo desta unidade letiva, você vai desbravar</p><p>um pouco mais sobre esse assunto tão interessante! Vamos lá? IN</p><p>TR</p><p>O</p><p>D</p><p>U</p><p>ÇÃ</p><p>O</p><p>10 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Olá. Seja muito bem-vindo à Unidade 2. Nosso objetivo</p><p>é auxiliar você no desenvolvimento das seguintes competências</p><p>profissionais até o término desta etapa de estudos:</p><p>1. Instalar uma distribuição Linux (Ubuntu),</p><p>compreendendo questões relacionadas à engenharia</p><p>de software, custo total de propriedade (TCO) e</p><p>benefício total de propriedade (TBO).</p><p>2. Configurar o Linux para utilização em modo de interface</p><p>gráfica, ajustando parâmetros como ADSL, DHCP, linha</p><p>discada e rede WiFi.</p><p>3. Realizar atualização do sistema (instalação de fontes</p><p>e de temas), definindo tela de início, gerenciando</p><p>arquivos e diretórios.</p><p>4. Conceder e gerenciar permissões de acesso ao Linux,</p><p>interpretando comandos através da Shell e do BASH,</p><p>além de conhecer a sintaxe de comandos para exibir</p><p>número de subdiretórios, donos de arquivos, tamanho</p><p>de arquivos etc.</p><p>CO</p><p>M</p><p>PE</p><p>TÊ</p><p>N</p><p>CI</p><p>A</p><p>S</p><p>11ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Instalando o Ubuntu Linux e</p><p>softwares complementares</p><p>OBJETIVO</p><p>Ao término deste capítulo, você será capaz de</p><p>compreender as questões das ferramentas de</p><p>desenvolvimento e de controle e engenharia,</p><p>do Linux, sobre as suas versões. Além disso, irá</p><p>entender as ferramentas de teste que podem ser</p><p>realizadas com o sistema e a sua devida instalação.</p><p>Vamos lá?</p><p>Ferramentas para o</p><p>desenvolvimento do software</p><p>livre</p><p>Vamos, aqui, entender um pouco mais sobre as questões</p><p>referentes à configuração do Linux, como são as ferramentas</p><p>de desenvolvimento e de engenharia de software, além de</p><p>rastreamento de bugs, reescrita do S.O., e mais os custos totais e</p><p>os benefícios da propriedade.</p><p>Canais de comunicação</p><p>Desenvolvedores e usuários de um projeto de software</p><p>livre não estão todos necessariamente trabalhando próximos.</p><p>Normalmente, projetos de software livre demandam alguns</p><p>mecanismos eletrônicos de comunicação.</p><p>As Wikis também se tornaram um meio de comunicação</p><p>comum para os desenvolvedores e usuários.</p><p>12 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Ferramentas de engenharia</p><p>de software</p><p>Vamos, agora, entender sobre as ferramentas de</p><p>engenharia de software. Confira!</p><p>Controle de versões (versionamento)</p><p>No desenvolvimento de software livre, os participantes,</p><p>que são em sua maioria voluntários, estão distribuídos entre</p><p>diferentes regiões geográficas. Por isso, há a necessidade de</p><p>ferramentas para ajudar no desenvolvimento colaborativo do</p><p>software.</p><p>Algumas das principais ferramentas de controle de</p><p>versionamento estão listadas a seguir:</p><p>• CVS ou Sistema de Versões Concorrentes – é um</p><p>exemplo de ferramenta de colaboração de código-</p><p>fonte que já foi muito usada em projetos de software</p><p>livre. SVN ou Subversion foi criado para substituir o</p><p>CVS. Bastante difundido ainda na comunidade de</p><p>desenvolvimento de software livre. Possui limitações</p><p>quanto ao seu uso, principalmente relacionados ao</p><p>desenvolvimento distribuído de software, amplamente</p><p>difundido nos dias atuais.</p><p>• Git é um sistema de controle de versão distribuído com</p><p>ênfase em velocidade. O Git foi inicialmente projetado</p><p>e desenvolvido também por Linus Torvalds para o</p><p>desenvolvimento do kernel do Linux. O Bazaar é um</p><p>sistema de revisão de versões descentralizado que</p><p>serve para seguir o processo de evolução de código de</p><p>software ou informação semelhante.</p><p>13ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Mercurial é uma ferramenta multiplataforma de controle</p><p>distribuído de versão para desenvolvedores de software. Todas</p><p>as operações do Mercurial são chamadas por meio de palavras-</p><p>chave de opções para o programa controlador hg, uma referência</p><p>para o símbolo químico do elemento Mercúrio.</p><p>SAIBA MAIS</p><p>Atualmente, existe uma tendência de adotar</p><p>essas ferramentas modernas, como o Git, Bazaar</p><p>e Mercurial. Exemplos de uso são o Git, usado</p><p>pelo Kernel do Linux, e o Mercurial, usado pela</p><p>linguagem de programação Python.</p><p>Rastreamento de bugs e listras de tarefas</p><p>A utilização de software livre em órgãos federais faz parte</p><p>da decisão estratégica da Política de Tecnologia de Informação e</p><p>Comunicação, adotada a partir de 2003 e orientada para inclusão</p><p>digital e inovação por Portal Brasil, publicado em 26 de agosto de</p><p>2010 e última alteração em 13 de abril 2012.</p><p>A maioria dos projetos de grande porte necessitam de</p><p>um sistema de acompanhamento de bugs (geralmente baseados</p><p>na internet) para acompanhar o status de vários problemas no</p><p>desenvolvimento do projeto.</p><p>Alguns trackers bug:</p><p>• Bugzilla – rastreador de bugs baseado na web</p><p>desenvolvido pela Mozilla.</p><p>• Mantis Bug Tracker – rastreador de bugs baseado na</p><p>web desenvolvido em PHP com suporte ao MySQL e</p><p>PostgreSQL.</p><p>• Trac – ferramenta que integra um rastreador de bugs</p><p>com um wiki, e uma interface para o Subversion.</p><p>14 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>• GNATS – O sistema de rastreamento de bugs da GNU</p><p>Operating System.</p><p>IMPORTANTE</p><p>SourceForge e suas ramificações fornecem um</p><p>rastreador de bugs, como parte de seus serviços.</p><p>Como resultado, muitos projetos hospedados no</p><p>SourceForge.net usam a ferramenta como padrão</p><p>para rastrear bugs.</p><p>Ferramentas de teste</p><p>Como os projetos de software livre convivem com a</p><p>integração contínua, ferramentas que automatizam os testes</p><p>durante a integração do sistema devem ser usadas para auxiliar</p><p>nessa tarefa, como o JUnit. Ele é um framework livre com suporte</p><p>à criação de testes automatizados na linguagem de programação</p><p>Java. Esse framework facilita a criação de código para a</p><p>automação de testes com apresentação dos resultados. Dessa</p><p>forma, os testes verificam se códigos modificados não alteram o</p><p>funcionamento do sistema de forma indesejada.</p><p>Um depurador (debugger) é um programa de computador</p><p>usado para executar e encontrar possíveis erros no código-fonte.</p><p>O GNU Debugger (GDB) é um exemplo de um depurador usado no</p><p>desenvolvimento de software livre, ele oferece depuração remota,</p><p>o que o torna especialmente aplicável ao desenvolvimento de</p><p>software livre.</p><p>Ferramentas de vazamento de memória (memory</p><p>leak) são usadas para encontrar vazamento de memória e</p><p>transbordamento de dados (buffer overflow). Um vazamento</p><p>de memória é um tipo particular de consumo de memória</p><p>desnecessário por um programa de computador, em que o</p><p>programa falha ao liberar memória que não é mais necessária.</p><p>15ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>SAIBA MAIS</p><p>Ferramentas de validação são usadas para verificar</p><p>se trechos de código estão em conformidade com</p><p>a sintaxe especificada.</p><p>Um Sistema de Gerenciamento de Pacotes é uma coleção</p><p>de ferramentas para automatizar o processo de instalação,</p><p>atualização, configuração e remoção de pacotes de software de</p><p>um computador. O Gerenciador de Pacotes Red Hat (RPM) para</p><p>arquivos do tipo “RPM” e Advanced Packaging Tool (APT) para</p><p>arquivos do tipo “deb”, são alguns dos diversos sistemas de</p><p>gestão de pacotes utilizados por distribuições Linux.</p><p>Refatoração, reescrita e outras</p><p>modificações</p><p>Muitas vezes, os desenvolvedores de software</p><p>livre</p><p>percebem que seu código exige uma reformulação. A última</p><p>razão para desenvolvedores que desejam renovar o seu código</p><p>é a afirmação de Martin Fowler em seu livro de refatoração</p><p>dizendo que o código “cheira mal” e não satisfaz os padrões do</p><p>desenvolvedor.</p><p>Existem diversos tipos de melhoria de código:</p><p>• “Refatoração” implica em movimentação de código.</p><p>Métodos, funções ou classes podem ser extraídos,</p><p>código duplicado é eliminado e assim por diante  –</p><p>tudo isso mantendo a integridade do código.</p><p>A refatoração pode ser feita em pequenas quantidades</p><p>(a chamada “refatoração contínua”) para justificar uma</p><p>certa mudança, ou pode-se decidir sobre grandes</p><p>refatorações para um código existente, que podem</p><p>durar vários dias ou semanas.</p><p>16 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>• “Reescrita parcial” envolve reescrever uma determinada</p><p>parte do código a partir do zero, mantendo o resto</p><p>do código. Reescritas parciais têm sido comuns no</p><p>desenvolvimento do kernel do Linux, em que vários</p><p>subsistemas foram reescritos ou reimplementados a</p><p>partir do zero, mantendo o restante do código intacto.</p><p>• “Reescrita completa” envolve iniciar o projeto a</p><p>partir do zero, possivelmente, ainda fazendo uso de</p><p>algum código-fonte antigo. Um bom exemplo de uma</p><p>reescrita completa foi o sistema de controle de versão</p><p>Subversion, cujos desenvolvedores começaram a partir</p><p>do zero: eles acreditavam que a base de código do CVS</p><p>era inútil e precisava ser completamente reescrito.</p><p>Custo Total da Propriedade (TCO)</p><p>O Custo Total de Propriedade (TCO – total cost of ownership)</p><p>é um sistema de cálculo destinado a assistir os consumidores</p><p>na avaliação dos custos, assim como os benefícios relacionados</p><p>à compra de componentes para a gestão da Tecnologia da</p><p>Informação (TI).</p><p>De forma geral, os custos incluídos no TCO são agrupados</p><p>da seguinte maneira para determinar a sua concentração ao</p><p>longo do ciclo de vida de uma TI:</p><p>• Custos de planejamento.</p><p>• Custos de aquisição.</p><p>• Custos de operação e manutenção.</p><p>• Custos de alienação.</p><p>17ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>De forma prática, esses custos podem ser categorizados</p><p>da seguinte forma (MITRE Corp. Report 3, 2001):</p><p>• Custos diretos (aqueles que podem ser quantificáveis):</p><p>• Hardware (aquisições e upgrades) e software</p><p>(aquisições, upgrades, licenças) – 30%.</p><p>• Suporte (remoto, treinamento, deslocamento,</p><p>manuais e livros) – 15%.</p><p>• Gerenciamento (redes, sistemas e armazenamento)</p><p>– 5%.</p><p>• Desenvolvimento (aplicações e conteúdo) – 4%.</p><p>• Comunicação (infraestrutura e taxas) – 1%.</p><p>• Custos indiretos (não quantificáveis):</p><p>• Custo de usuário final (suporte casual e</p><p>autoaprendizado) – 35%.</p><p>• Downtime (perda de produtividade devido a</p><p>paradas) – 10%.</p><p>SAIBA MAIS</p><p>As proporções para os custos correspondem,</p><p>aproximadamente, aos apresentados usualmente</p><p>nos projetos de gestão espacial na realidade do</p><p>Brasil.</p><p>Benefício Total da Propriedade</p><p>(TBO)</p><p>Ainda, o resultado do cálculo do TCO deve ser comparado</p><p>com o Benefício Total de Propriedade (TBO – total benefit of</p><p>ownership) para determinar a viabilidade de uma aquisição de TI.</p><p>18 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Assim como o TCO determina o custo da tecnologia, a</p><p>TBO avalia o retorno do investimento. Para uma correta medida</p><p>desse valor, utiliza-se o Retorno Total de Propriedade (TRO – total</p><p>return on ownership), que quantifica o retorno líquido obtido com</p><p>a utilização da tecnologia avaliada. Obviamente, o cálculo do TBO</p><p>é ainda mais complexo que o do TCO.</p><p>Assim, usualmente, utilizam-se sistemas de pontuação,</p><p>tabelas comparativas e outros procedimentos similares, que</p><p>dependem grandemente da experiência e do bom senso do</p><p>avaliador.</p><p>A consideração dos benefícios na adoção de uma</p><p>tecnologia é uma metodologia mais abrangente e realista que</p><p>a simples utilização do TCO. Essa visão contempla aspectos</p><p>como custos associados, flexibilidade e riscos de implantação.</p><p>Esses elementos, muitas vezes não quantificáveis, adquirem</p><p>importância crescente ao longo do ciclo de vida de uma tecnologia.</p><p>Assim, podemos definir esses componentes da seguinte</p><p>forma:</p><p>• Custos – que correspondem àqueles elementos</p><p>contemplados pelo TCO.</p><p>• Benefícios – aumento na produtividade e penetração</p><p>de mercado.</p><p>• Flexibilidade – viabilização de novos negócios e/ou</p><p>mercados.</p><p>• Riscos – problemas com fornecedores e componentes</p><p>inadequados.</p><p>19ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Instalação</p><p>Aqui, vamos entender como instalar o Ubuntu (32 bits)</p><p>com um CD-ROM. De fato, essa é uma tarefa muito simples,</p><p>pois, ao longo dos anos, os instaladores de quase todas as</p><p>distros tornaram-se bastante amigáveis, mesmo para usuários</p><p>totalmente inexperientes.</p><p>Como obter?</p><p>A seguir, vamos conhecer as configurações mínima e</p><p>recomendada para instalação em desktop do Ubuntu. É importante</p><p>salientar que, devido ao ambiente gráfico, configurações</p><p>superiores podem ser necessárias.</p><p>• Configuração mínima:</p><p>• Processador: 300 MHz x86.</p><p>• Memória: 64 MB de RAM.</p><p>• Pelo menos 4 GB de espaço em Disco (para</p><p>instalação completa e swap), placa de vídeo VGA</p><p>com suporte para resolução de 640x480, drive CD-</p><p>ROM ou placa de rede.</p><p>• Configuração recomendada:</p><p>• Processador: 700 MHz x86.</p><p>• Memória: 384 MB de RAM.</p><p>• 8 GB de espaço em Disco placa de vídeo com</p><p>suporte para resolução de 1024x768, placa de</p><p>som, conexão com a internet.</p><p>20 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>ACESSE</p><p>O Ubuntu pode ser obtido gratuitamente. Para</p><p>obtê-lo, acesse o link disponível aqui.</p><p>Figura 1 – Processo de instalação de Ubuntu</p><p>Fonte: Freepik</p><p>Instalando o Ubuntu</p><p>A seguir, vamos entender um passo a passo para</p><p>sabermos como instalar corretamente o Ubuntu.</p><p>1. A primeira tela da instalação deve ser a seleção da língua,</p><p>selecione-a.</p><p>2. A seguir, clique na opção “Instalar o Ubuntu”.</p><p>http://www.ubuntu.com/getubuntuhttp://www.ubuntu.com/getubuntu</p><p>21ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>3. Você verá um papel de parede por alguns segundos.</p><p>Quando voltar a aparecer a tela, você deverá selecionar</p><p>a língua de sua preferência para o processo de</p><p>instalação e para o sistema.</p><p>4. Após isso, você deverá selecionar sua localização para</p><p>que o horário seja ajustado pelo sistema. Você poderá</p><p>fazer isso clicando no mapa ou nas listas disponíveis.</p><p>5. Selecione um layout para o teclado.</p><p>6. Nessa parte, o usuário deverá decidir “onde” irá instalar</p><p>o sistema. Por enquanto, apenas mostramos como</p><p>instalar o Ubuntu utilizando o Disco todo.</p><p>7. A seguir, preencha a tela de acordo com o que cada título diz.</p><p>Preencha com o nome que você deseja se “logar” no Ubuntu,</p><p>a senha de sua preferência e o nome do computador.</p><p>8. Na próxima tela, confira se as opções definidas para a</p><p>instalação estão corretas. Se tudo estiver certo, clique</p><p>em “Instalar”.</p><p>9. A seguir, o sistema será instalado, e quando a instalação</p><p>estiver completa, será necessário reiniciar o seu PC.</p><p>10. Pronto! O seu Ubuntu está instalado.</p><p>ACESSE</p><p>Quer se aprofundar no tema? Recomendamos</p><p>o acesso à seguinte fonte de consulta e</p><p>aprofundamento, o artigo “Instalação e</p><p>particionamento do Ubuntu 18.04 LTS”. Para</p><p>acessá-lo, clique no link disponível aqui.</p><p>https://linuxuniverse.com.br/linux/config-ubuntu-1804</p><p>22 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>RESUMINDO</p><p>E, então? Anotou tudo para não esquecer de</p><p>nenhum detalhe? Agora, só para termos certeza</p><p>de que você realmente entendeu o tema de</p><p>estudo desse capítulo, vamos resumir tudo o que</p><p>vimos. Aqui, vimos as questões das ferramentas</p><p>de desenvolvimento e de controle e engenharia</p><p>do Linux e sobre as suas versões. Vimos, também,</p><p>as ferramentas de teste que podem ser realizadas</p><p>com o sistema e a sua devida instalação. Além</p><p>disso, entendemos um pouco mais sobre as</p><p>questões referentes à configuração do Linux,</p><p>como são as ferramentas de desenvolvimento e</p><p>de engenharia de software, além de rastreamento</p><p>de bugs, reescrita do S.O., e mais os custos totais e</p><p>os benefícios da propriedade. Esperamos que você</p><p>tenha gostado do conteúdo apresentado. Bons</p><p>estudos!</p><p>23ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Configurando a interface do</p><p>Ubuntu Linux: repositórios do</p><p>APT</p><p>OBJETIVO</p><p>Ao término deste capítulo, você será capaz de</p><p>configurar o Linux para utilização em modo de</p><p>interface gráfica, ajustando parâmetros como</p><p>ADSL, DHCP, linha discada e rede WiFi. Vamos lá?</p><p>Aqui, vamos saber um pouco mais sobre as questões</p><p>referentes ao “ambiente gráfico” do Linux, como o seu</p><p>funcionamento e as suas devidas configurações, como “X Window</p><p>System”, o desempenho das tarefas aos ambientes desktop,</p><p>configurando a internet e configurando o computador em rede.</p><p>Entendendo o ambiente gráfico</p><p>No Linux, o Sistema Operacional é independente da</p><p>Graphical User Interface (GUI – Interface Gráfica do Usuário).</p><p>Existem inúmeras vantagens que essa abordagem proporciona:</p><p>permite que o usuário escolha a interface de sua preferência,</p><p>além disso, se a interface gráfica falha, o sistema continua</p><p>funcionando. Para alguns, pode ser um pouco estranho falar em</p><p>sistema sem interface gráfica. Todavia, não é somente por meio</p><p>do modo gráfico que o usuário consegue interagir com o sistema,</p><p>é possível fazê-lo de uma outra maneira: usando o modo texto.</p><p>X Windows System</p><p>O X Window System (ou simplesmente X11 ou X) é o</p><p>conjunto de ferramentas e protocolo padrão para interface</p><p>gráfica em plataformas UNIX e similares (como o Linux).</p><p>24 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>SAIBA MAIS</p><p>Essa opção não é uma interface gráfica completa:</p><p>apenas define como os objetos básicos devem</p><p>ser desenhados e manipulados na tela. O X pode</p><p>ser executado em diversas máquinas locais ou</p><p>remotamente, por meio de uma rede.</p><p>Ambientes desktop</p><p>O X é a base para a interface gráfica no GNU/Linux, mas</p><p>não inclui nenhuma definição sobre a aparência das janelas.</p><p>O controle da aparência é feito por outro programa, chamado de</p><p>“Gerenciador”. Exemplos de gerenciadores de janelas são o FVWM,</p><p>FluxBox, Xfce, GNOME e KDE. Esses dois últimos transcendem o</p><p>conceito de gerenciador de janelas e são ambientes desktop, ou</p><p>seja, propõem-se a oferecer uma interface mais completa para o</p><p>sistema operacional, incluindo utilitários integrados e aplicações.</p><p>Desempenhando tarefas</p><p>A proposta da interface gráfica é o uso intuitivo. Apesar</p><p>disso, mostramos, a seguir, como desempenhar algumas tarefas</p><p>simples e corriqueiras, apenas para efeito ilustrativo. A interface</p><p>usada é o GNOME.</p><p>Conhecendo a sua área de trabalho</p><p>Uma vez instalado no seu sistema, está na hora de</p><p>conhecer a sua área de trabalho. Ao clicar com o botão direito</p><p>do mouse em cima de uma região da área de trabalho, você tem</p><p>a opção de “Alterar plano de fundo”, em que existe a opção de</p><p>mudar a imagem de fundo, os temas, o ponteiro do mouse, as</p><p>fontes e os efeitos visuais tão conhecidos, o famoso “Compiz</p><p>Fusion”.</p><p>25ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Os dois painéis que você vê, provavelmente um abaixo</p><p>e um acima, podem ser modificados e colocados onde você</p><p>quiser, tanto quanto os botões e tudo que existe dentro deles.</p><p>Experimente puxar o painel de cima para baixo.</p><p>No painel do Gnome, existem três opções: aplicações,</p><p>locais e sistema.</p><p>• Aplicações – onde ficam programas e ferramentas</p><p>divididos por categoria.</p><p>• Locais – onde ficam as suas partições, pastas e outras</p><p>coisas.</p><p>• Sistema – onde ficam suas configurações de sistema e</p><p>suas preferências.</p><p>SAIBA MAIS</p><p>Ainda no painel, na parte inferior à direita, você</p><p>verá um ícone de som, que é o controle de som</p><p>para abaixar e aumentar o som do computador,</p><p>um ícone de computadores, que é o da internet,</p><p>e um calendário com horas. Experimente clicar na</p><p>data para ver subir um calendário que pode ser</p><p>gerenciado com o “Evolution”.</p><p>IMPORTANTE</p><p>Para exibir os ícones de “Meu computador”,</p><p>“Pasta pessoal” e “Lixeira”, digite CTRL+F2 e digite:</p><p>gconfeditor.</p><p>Logo vá em: Apps>Nautilus>Desktop e habilite:</p><p>• computer_icon_visible.</p><p>• home_icon_visible.</p><p>• trash_icon_visible.</p><p>• volumes_visible.</p><p>26 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Configurando a internet</p><p>Assim que terminar a instalação, sua internet já deverá</p><p>estar funcionando. Mas caso não esteja, a seguir, vamos</p><p>apresentar algumas dicas que explicarão como configurar uma</p><p>conexão no Ubuntu.</p><p>ADSL</p><p>1. Usuários do Kubuntu precisam substituir todas as</p><p>ocorrências de gedit por kate.</p><p>2. Você só precisa fazer isso uma vez, sempre que reiniciar</p><p>o micro, você já estará automaticamente conectado.</p><p>3. A seguir, verá que não há nada de pons e poffs.</p><p>Ao invés de digitar os comandos e os textos, use sempre a</p><p>função de copiar e colar, isto é: Ctrl + C e Ctrl + V, porque previne</p><p>contra erros de digitação.</p><p>Configurando</p><p>1. Abra um terminal e digite: “sudo pppoeconf”.</p><p>2. Vá clicando em OK (ou YES) e quando lhe for pedido seu</p><p>login, digite nesse formato: login@provedor. No meu</p><p>caso, ficaria: jvulcanis@provedor.com, pois meu login é</p><p>“jvulcanis” e meu provedor de acesso é o vulcão. Em</p><p>seguida, o terminal lhe pedirá a senha (password) no</p><p>provedor.</p><p>Obs.: Note que, antigamente, esses campos eram</p><p>preenchidos com seu (DDD) + o telefone.</p><p>27ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>3. Continue clicando no OK (ou YES) até o final.</p><p>4. Abra o seu navegador Firefox e veja se você já não está</p><p>conectado.</p><p>5. Anote o nome da placa encontrada pelo Concentrador</p><p>de Acesso, pois você poderá precisar dela mais tarde. Se</p><p>sua máquina tiver apenas uma placa, ela será sempre</p><p>eth0, mas se houver mais de uma, o Concentrador</p><p>poderá utilizar a eth1 ou eth2 etc. Para saber o nome da</p><p>sua placa, vá até o terminal e digite: “Ispci”. O terminal</p><p>lhe mostrará, então, uma lista com vários dispositivos,</p><p>busque por Controlador Ethernet.</p><p>Caso acima falhe, então faça:</p><p>1. Se nada acontecer e houver uma mensagem no canto</p><p>inferior esquerdo dizendo “Localizando site” (ou</p><p>“Looking up site”), feche o seu navegador e abra um</p><p>terminal, e depois digite: “sudo route add default ppp0”.</p><p>Esse comando fará com que a navegação ocorra pela</p><p>placa virtual ppp0, e não pela sua placa física.</p><p>2. Reabra o seu navegador e veja se tudo está</p><p>certo. Se não estiver, rode novamente o</p><p>pppoeconf, conforme explicado no passo 1.</p><p>Se ainda assim a conexão não for estabelecida, reinicie</p><p>o micro e refaça os passos 1, 2 e 3.</p><p>3. Nada ainda? Muito bem, nesse caso e nos casos em que</p><p>você consegue navegar, você precisa rodar o pppoeconf</p><p>cada vez que você ligar o micro, faça o seguinte:</p><p>3.1. Abra um terminal e digite: “sudo gedit /etc/network/</p><p>interfaces”.</p><p>28 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>3.2. Substitua todo o texto do arquivo por esse a seguir,</p><p>respeitando os espaços e as linhas em branco, depois</p><p>salve e feche-o:</p><p># /etc/network/interfaces -- configuration file for ifup</p><p>(8), ifdown (8)</p><p># The loopback interface</p><p># automatically added when upgrading</p><p>auto lo</p><p>iface lo inet loopback</p><p>auto dsl-provider</p><p>iface dsl-provider inet ppp</p><p>provider dsl-provider</p><p># please do not modify the following line</p><p>pre-up /sbin/ifconfig eth0 up # line maintained by</p><p>pppoeconf</p><p># added by pppoeconf</p><p>auto eth0</p><p>iface eth0 inet manual</p><p>Obs.: Se for seu caso, substitua todas as ocorrências</p><p>(são 3) de eth0 por eth1, ou eth2, ou eth3 etc.</p><p>3.3. Ainda no terminal, digite: “sudo gedit /etc/ppp/</p><p>peers/dsl-provider”</p><p>Igualmente, substitua todo o texto do arquivo por esse</p><p>a seguir, depois salve e feche (pode acontecer desse</p><p>arquivo estar vazio, nesse caso, você não vai substituir,</p><p>vai criar/incluir):</p><p>29ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p># Minimalistic default options file for DSL/PPPoE</p><p>connections</p><p># /etc/ppp/peers/dsl-provider</p><p>noipdefault</p><p>defaultroute</p><p>replacedefaultroute</p><p>hide-password</p><p>#lcp-echo-interval 30</p><p>#lcp-echo-failure 4</p><p>noauth</p><p>persist</p><p>#mtu 1492</p><p>usepeerdns</p><p>plugin rp-pppoe.so eth0</p><p>user “login@provedor”</p><p>Obs.:</p><p>4. Na penúltima linha, substitua eth0 por eth1 ou eth2, ou</p><p>eth3 etc., se for o caso.</p><p>5. Na última linha, substitua “login@provedor” por seu</p><p>login em seu provedor, respeitando as aspas.</p><p>5.1. Rode o pppoeconf ainda uma vez (provavelmente a</p><p>última...): “sudo pppoeconf”.</p><p>6. Vá clicando em OK (ou YES) e forneça seu login e senha</p><p>quando solicitado, no formato exposto no passo 1.</p><p>7. Abra o navegador. Atenção: pode ser necessário</p><p>reiniciar a máquina mais uma vez.</p><p>30 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Computador em Rede -via DHCP</p><p>Caso o DHCP não funcione, provavelmente a rede está</p><p>configurada para conectar à internet por IP estático.</p><p>Assim, vá em: Sistema, Administração, Rede. Depois, vá</p><p>para a aba de conexões, dê um clique duplo em “Conexões por</p><p>fios” e a janela de configurações abrirá. Assim, você precisará</p><p>saber os dados que são pedidos, que são:</p><p>• Endereço IP.</p><p>• Máscara de sub-rede.</p><p>• Endereço de gateway.</p><p>Preencha os campos e dê OK. Essas informações você</p><p>pode encontrar no próprio Windows, caso você tenha instalado</p><p>no seu PC e a internet funcione por lá.</p><p>• No Windows 98: Iniciar>Executar> winipcfg.</p><p>• No Windows XP: Iniciar>Executar>cmd. Logo escreva:</p><p>ipconfig.</p><p>• No Windows Vista: Iniciar>Iniciar Pesquisa> cmd ></p><p>ipconfig.</p><p>Linha discada: dial-up</p><p>Configurar:</p><p>• sudo pppconfig.</p><p>• Para conectar: sudo pon nome_do_provedor.</p><p>• Para desconectar: sudo poff.</p><p>31ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Wireless (sem fio)</p><p>Muitas placas de rede sem fio são automaticamente</p><p>detectadas pelo Ubuntu. Para ver se a sua placa é suportada,</p><p>abra Sistema -> Administração -> Rede.</p><p>Se sua placa de rede sem fio é listada, siga as instruções</p><p>contidas no final desse documento sobre como usar o mini</p><p>aplicativo (applet) chamado Network Manager para gerenciar sua</p><p>conexão wireless.</p><p>Se a sua placa de rede sem fio não funcionar com o</p><p>Ubuntu, você pode ter que realizar algumas pesquisas a fim de</p><p>ativá-la. Uma boa maneira de colocar a placa de rede sem fio</p><p>para funcionar é usando a ferramenta NDISwrapper que permite</p><p>que o Ubuntu utilize o driver da placa de rede usado no Microsoft</p><p>Windows.</p><p>Para as placas detectadas:</p><p>Para as placas que são detectadas automaticamente pelo</p><p>Ubuntu, a única coisa a ser feita é usar o Network Manager, o</p><p>ícone na parte inferior direta da sua tela do Ubuntu (um ícone de</p><p>dois computadores).</p><p>Usando o Network Manager:</p><p>O Network-Manager-Gnome irá procurar automaticamente</p><p>pelas redes que estão disponíveis, e para conectar-se a uma</p><p>rede sem fio é muito simples. Primeiramente, selecione-a com</p><p>o botão esquerdo do mouse e em seguida informe a senha que</p><p>será solicitada, caso a rede esteja protegida (WEP ou WPA). Existe</p><p>também a opção de armazenar essa senha no “Chaveiro”, siga as</p><p>instruções fornecidas se desejável.</p><p>32 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Depois de conectado, alguns detalhes sobre a conexão</p><p>e potência do sinal também serão exibidos e ficarão ao lado do</p><p>relógio.</p><p>Para placas não detectadas automaticamente:</p><p>Nesse caso, é preciso identificar o chip set da sua placa de</p><p>rede sem fio, para isso, execute o comando:</p><p>• Se ela for PCI:</p><p>• lspci.</p><p>• lspci -v | grep Wireless ou lspci -v | grep WiFi.</p><p>• Se ela for USB:</p><p>• lsusb.</p><p>• lsusb -v | grep Wireless ou lsusb -v | grep WiFi.</p><p>• Após o comando, você deverá visualizar algo como:</p><p>06:04.0 Network controller: Intel Corporation PRO/</p><p>Wireless 2200BG Network Connection (rev 05).</p><p>• Nesse ponto, copie o valor da primeira coluna (06:04.0)</p><p>e acrescente-o no comando a seguir (lembre-se de</p><p>trocar “pci” por “usb” caso a sua placa seja USB): lspci -n</p><p>| grep 06:04.0.</p><p>• Agora, você deve visualizar: 06:04.0 0280: 8086:4220</p><p>(rev 05).</p><p>O PCI ID da placa é a terceira coluna e possui o formato</p><p>8086:4220. Agora, você precisa obter o driver do Windows com o</p><p>mesmo chip set. Para isso, siga os próximos passos:</p><p>Instalando o NDISwrapper:</p><p>Mesmo que a placa de rede sem fio não tenha um driver</p><p>nativo para o Linux, você pode conseguir que ela funcione</p><p>33ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>usando o NDISwrapper, que é um módulo do Linux que permite</p><p>que o Ubuntu utilize o driver de placa de rede sem fios para o</p><p>Windows (na maioria dos casos). Isso significa que você pode</p><p>instalar seu driver do dispositivo wireless usando os arquivos</p><p>do Windows, que geralmente vem em um CD ou quando você</p><p>compra o computador/laptop.</p><p>Para instalar o NDISwrapper, instale o pacote NDISwrapper-</p><p>utils: sudo apt-get install NDISwrapper-utils. Esse pacote vem no</p><p>CD do Ubuntu, ou seja, você não precisa baixar da internet.</p><p>Insira o CD do Ubuntu que você usou para instalar o seu</p><p>sistema e digite no terminal ou vá até o “Synaptic”.</p><p>Apesar de o NDISwrapper estar incluído no CD do Ubuntu,</p><p>é uma versão antiga, pois ele já está em sua versão 1.52. Caso</p><p>sua rede não funcione com essa versão do CD, recomenda-se</p><p>baixar do site e compilar. A seguir, vamos ver como compilar e</p><p>instalar programas. Acredite, compilar não é difícil.</p><p>Para configurar o NDISwrapper, é necessário obter o driver</p><p>Windows para a sua placa de rede sem fio. Geralmente, a melhor</p><p>maneira de se fazer isso, é por meio do CD fornecido com a sua</p><p>placa de rede. Você deve copiar dois arquivos para o mesmo</p><p>local no seu computador, um cujo nome termina com a extensão</p><p>SYS e outro com a extensão INF. Se você encontrar arquivos com</p><p>extensão BIN, copie esses arquivos também.</p><p>Se você não conseguir encontrar os arquivos corretos e</p><p>possuir acesso alternativo à internet, você poderá achar mais</p><p>ajuda no site do NDISwrapper ou do fabricante da sua placa.</p><p>De qualquer modo, o que você deve fazer é copiar todos os</p><p>arquivos que fazem parte da configuração da sua placa wireless.</p><p>34 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Logo, coloque tudo dentro de uma pasta e faça o procedimento</p><p>a seguir.</p><p>Outra dica: muitos fabricantes disponibilizam os arquivos</p><p>de configuração da placa com arquivos EXE que são próprios do</p><p>Windows. Todavia, existe uma ferramenta chamada “cabeextract”</p><p>que extrai os arquivos que estão dentro do arquivo EXE. Ou</p><p>seja, você extrai tudo numa pasta, configura o ndiswrapper com</p><p>o arquivo INF que vir a aparecer e pronto. Com o cabeextract</p><p>instalado, basta você clicar com o botão direito do mouse sobre</p><p>do arquivo e escolher “extrair aqui”.</p><p>• Para colocar o modulo ndiswrapper na inicialização:</p><p>• echo ndiswrapper >> /etc/modules.</p><p>• Para retirar da inicialização retire o ndiswrapper do</p><p>arquivo modules:</p><p>• sudo gedit /etc/modules.</p><p>• Algumas placas Broadcom têm que ser bloqueadas na</p><p>iniciação, para não criar conflitos com o ndiswrapper:</p><p>• sudo gedit /etc/modprobe.d/blacklist.</p><p>• Escreva no final do documento: blacklist bcm43xx.</p><p>Instalando o driver do NDISwrapper:</p><p>1. Abra o terminal e digite o comando:</p><p>sudo ndiswrapper -i /endereçodoarquivo.inf.</p><p>Ex.: sudo ndiswrapper –I /home/ygor/bcm4311/bcmw5.</p><p>inf.</p><p>2. O comando anterior assume que o seu arquivo com</p><p>extensão INF tem o nome “drivername.inf” e que foi</p><p>copiado para o seu desktop. Substitua esses valores, se</p><p>necessário.</p><p>35ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>3. Para verificar se está funcionando corretamente, digite:</p><p>ndiswrapper -l.</p><p>4. Uma vez mostrando que está instalado, para o</p><p>ndiswrapper funcionar, você necessita carregar um</p><p>módulo. Para isso, digite: sudo modprobe ndiswrapper.</p><p>5. Para assegurar que o módulo seja carregado cada</p><p>vez que o computador for inicializado, digite: sudo</p><p>ndiswrapper –m.</p><p>6. Pronto! Agora já deve ser possível conectar-se à</p><p>internet.</p><p>7. Agora, utilize o Network-Manager, na parte inferior</p><p>direita da área de trabalho, escolha a rede a conectar,</p><p>digite a senha (caso necessário)</p><p>e pronto.</p><p>SAIBA MAIS</p><p>Quer se aprofundar no tema? Recomendamos</p><p>o acesso à seguinte fonte de consulta e</p><p>aprofundamento, o artigo “Instalar Ambientes</p><p>Gráficos no Ubuntu”. Para acessá-lo, clique no link</p><p>disponível aqui.</p><p>https://linuxdicasesuporte.blogspot.com/2017/12/instalar-ambientes-graficos-no-ubuntu.html</p><p>36 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>RESUMINDO</p><p>E, então? Anotou tudo para não esquecer de</p><p>nenhum detalhe? Agora, só para termos certeza de</p><p>que você realmente entendeu o tema de estudo</p><p>deste capítulo, vamos resumir tudo o que vimos.</p><p>Aqui, vimos sobre as questões de configuração do</p><p>Linux no desempenho de tarefas aos ambientes</p><p>desktop, configurações de ADSL, rede de</p><p>computadores via DHCP e via linha discada (dial-up)</p><p>e via wireless. Além disso, entendemos um pouco</p><p>mais sobre as questões referentes ao “ambiente</p><p>gráfico” do Linux, como o seu funcionamento e</p><p>as suas devidas configurações, como “X Window</p><p>System”, o desempenho das tarefas aos ambientes</p><p>desktop, configurando a internet e configurando o</p><p>computador em rede. Esperamos que você tenha</p><p>gostado do conteúdo apresentado. Bons estudos!</p><p>37ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Resolvendo problemas no</p><p>Ubuntu Linux</p><p>OBJETIVO</p><p>Ao término deste capítulo, você será capaz de</p><p>realizar a atualização do sistema (instalação</p><p>de fontes e de temas), definindo tela de início,</p><p>gerenciando arquivos e diretórios. Vamos lá?</p><p>Aqui, vamos saber um pouco mais sobre as questões</p><p>referentes à atualização do sistema, o gerenciamento do</p><p>repositório do Linux, como instalar os programas e qual a relação</p><p>de uma lista de aplicativos que podem ser instalados diretamente</p><p>no Linux. Vamos lá?</p><p>Como resolver os problemas</p><p>Algumas placas podem não funcionar automaticamente</p><p>no Ubuntu. Se esse for o caso, por favor, veja o Guia de Redes</p><p>Sem Fios, o qual é uma excelente fonte para resolver problemas</p><p>com placas de rede sem fios.</p><p>Uma lista completa das placas de rede sem fios que</p><p>funcionam no Ubuntu pode ser encontrada no wiki internacional.</p><p>Por favor, adicione a sua placa à lista se ela funcionar.</p><p>Todas as informações relacionadas a redes sem fios no Ubuntu</p><p>são postas na Central de Redes Sem Fios no wiki internacional.</p><p>X Window System</p><p>Como vimos, o X Window System (ou simplesmente X11 ou</p><p>X) é o conjunto de ferramentas e protocolo padrão para interface</p><p>gráfica em plataformas UNIX e similares (como o Linux). Uma</p><p>vez que seu sistema está com a internet configurada, é hora de</p><p>38 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>atualizar seu S.O. As atualizações contêm correções de erros,</p><p>melhoramentos em ferramentas e programas, entre outras</p><p>coisas.</p><p>Para atualizar o seu S.O., vá em: Sistema > Administração ></p><p>Canais de Software.</p><p>• Na aba “Programas do Ubuntu”, marque as quatro</p><p>primeiras caixas, exceto Código Fonte.</p><p>• Na aba “Atualizações”, marque as quatro caixas</p><p>também.</p><p>Com isso, o seu sistema irá buscar atualizações para seu</p><p>S.O., em seguida, atualize-o para deixar seu sistema livre de erros</p><p>e funcionando melhor.</p><p>Clique no balão ao lado para abrir a janela de iniciação</p><p>(ou no ícone). Caso sua internet seja lenta, ou razoável, tenha</p><p>uma paciência, pois são muitos MB.</p><p>Nem sempre é necessário reiniciar o computador, salvo</p><p>a primeira atualização do Gutsy, que atualiza algumas coisas do</p><p>kernel e de gráficos.</p><p>Porém, você pode usar o computador tranquilamente,</p><p>não necessita reiniciá-lo imediatamente. Deixe para reiniciar</p><p>apenas quando realmente for desligar ou não tiver mais nada</p><p>importante para fazer.</p><p>Quando existir uma nova versão, por exemplo, quando for</p><p>lançada a versão final do Ubuntu, haverá um ícone perguntando</p><p>se você gostaria de atualizar para a nova versão.</p><p>39ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Gerenciando o repositório</p><p>Você pode gerenciar uma lista de repositórios ou canais</p><p>de software pelo “Painel de Preferências de Software”. Você</p><p>poderá chamar o “Painel de Preferências de Software” no Synaptic</p><p>selecionando “Repositórios”, pelo menu de configurações.</p><p>IMPORTANTE</p><p>Como uma interface gráfica do AptGet, o Synaptic</p><p>usa uma vasta lista de repositórios que estão</p><p>localizados em: /etc/apt/sources.list.</p><p>Conhecendo os repositórios</p><p>Main: o repositório main contém só os pacotes que</p><p>cumprem bem os requisitos da licença do Ubuntu e para os que</p><p>têm suporte disponível no seu PC.</p><p>Restricted: o restricted contém os programas suportados</p><p>pelos desenvolvedores do Ubuntu devido a sua importância,</p><p>mas, que não estão disponíveis sobre nenhum tipo de licença</p><p>livre para incluir em main.</p><p>É nesse repositório que estão os pacotes, tais como os</p><p>controladores proprietários de algumas placas gráficas, como as</p><p>das placas ATI e NVIDIA.</p><p>Universe: o universe contém uma ampla gama de</p><p>programas que podem ter ou não uma licença restringida, mas</p><p>que não recebem apoio por parte da equipe do Ubuntu. Isso</p><p>permite que os usuários possam instalar todas as classes de</p><p>programas no sistema guardando-os em um lugar fora do main</p><p>e restricted.</p><p>40 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Multiverse: finalmente, aqui, é onde se encontram os</p><p>pacotes sem suporte que não cumprem os requisitos de software</p><p>livre.</p><p>Instalando fontes</p><p>Para instalar fontes no Ubuntu, existem dois modos:</p><p>• Proprietárias da Microsoft:</p><p>Andale Mono, Arial Black, Arial, Comic Sans MS, Courier</p><p>New, Geórgia, Impact, Times New Roman, Trebuchet,</p><p>Verdana e Webdings.</p><p>Aplicações > Acessórios > Terminal: sudo apt-get install</p><p>-y msttcorefonts;</p><p>• Tahoma, e outras fontes Windows:</p><p>Se você gosta da fonte Tahoma, usada no tamanho 8</p><p>px, como no Windows, simplesmente copie o arquivo</p><p>da fonte da sua partição Windows (Tahoma, Verdana</p><p>etc.) e cole direto para pasta fontes (/usr/share/fonts).</p><p>• Abra o terminal, digite “sudo nautilus” e navegue</p><p>como root pelas pastas. Caso haja mais de uma</p><p>fonte chamada Tahoma e/ou Verdana na pasta de</p><p>fonte do Windows, copie todas.</p><p>• Crie uma nova pasta chamada Fontes-Windows,</p><p>ou qualquer outro nome, e copie as fontes para</p><p>dentro dessa nova pasta.</p><p>• Agora, vá em: Alterar Plano de Fundo > Fontes, e</p><p>escolha Tahoma 8 px em tudo. Logo, reinicie o seu</p><p>computador e veja como estará o seu novo visual</p><p>pelo Ubuntu.</p><p>41ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Temas</p><p>Para instalar um tema, primeiro baixe, no link disponível</p><p>aqui, e vá em Sistema > Preferências > Aparência:</p><p>• GTK 2.x = Controles.</p><p>• Metacity = Margem da Janela.</p><p>• Icon Themes = Ícones.</p><p>É só arrastar o arquivo baixado para dentro da janela</p><p>“Preferências do Tema”.</p><p>• GDM Themes = Sistema > Administração > Janela de</p><p>Início da Sessão, aba “Local.”</p><p>Também só é necessário arrastar o arquivo para a janela.</p><p>Tela de início</p><p>Para mudar a tela de início do Ubuntu, vá em Sistema ></p><p>Administração > Janela de Início de Sessão. Vá até a aba “Local”</p><p>e escolha um tema que lhe agrade, ou baixe novos temas do site</p><p>“gnome-look”.</p><p>Caso você queira entrar direto no Ubuntu sem ter que</p><p>digitar seu nome e senha, vá na aba “Segurança” (da janela de</p><p>Início de Sessão) e habilite a caixa: “Habilitar Início Automático de</p><p>Sessão”. Escolha seu usuário e pronto.</p><p>Editando documentos em um</p><p>processador de textos</p><p>A maioria dos leitores deve estar acostumada a usar o</p><p>Microsoft Word (do pacote Office) para editar arquivos de texto</p><p>com formatação. No Ubuntu, já vem instalado o pacote do</p><p>http://www.gnome-look.org</p><p>42 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>OpenOffice.org, que possui formatos próprios de arquivo, mas</p><p>que também consegue abrir arquivos “DOC”.</p><p>Instalando programas</p><p>Existem várias maneiras de instalar programas no GNU/</p><p>Linux. Mostramos aqui uma ferramenta chamada Synpatic,</p><p>presente não apenas no Ubuntu, mas em outras distros.</p><p>O Synaptic nada mais é do que um programa que oferece uma</p><p>interface gráfica amigável para instalar programas.</p><p>Aplicativos</p><p>Basicamente,</p><p>para qualquer programa que você utilizava</p><p>no Windows, existe uma alternativa no GNU/Linux. O quadro, a</p><p>seguir, propõe-se a oferecer algumas dessas alternativas:</p><p>Quadro 1 – Programas que podem ser usados no Linux</p><p>Descrição Programas usados Programas usados</p><p>no Windows no GNU/Linux</p><p>Pacote Office Microsoft Office KOffice, OpenOffice</p><p>Processador de Texto Microsoft Word</p><p>KWrite, OpenOffice</p><p>Writer</p><p>Planilhas Excel</p><p>KSpread, OpenOffice</p><p>Calc</p><p>Apresentações PowerPoint</p><p>KPresenter, OpenOffice</p><p>Impress</p><p>E-mail Outlook Evolution</p><p>Gravação de mídia Nero Brasero, K3b</p><p>IDEs LaTeX TeXnicCenter, WinEdit Kile, Texmaker</p><p>Compactadores de</p><p>arquivos</p><p>Winrar, Winzip ark, bzip2, tar</p><p>43ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Descrição Programas usados Programas usados</p><p>Leitor de PDF Adobe Reader</p><p>Adobe Reader, Evince,</p><p>Kpdf</p><p>Modelagem 3D</p><p>3D Studio MAX,</p><p>Blender, Maya</p><p>Blender, K-3D, Maya</p><p>Players de vídeo Windows Media Player</p><p>Kaffeine, MPlayer</p><p>Totem, VLC</p><p>Players de música iTunes, Winamp, Amarok, Audacious,</p><p>Windows Media Player RhythmBox</p><p>Edição de vídeos Windows Movie Maker Cinelerra, Kino</p><p>Clientes P2P BitTorrent µTorrent, Azureus</p><p>Azureus, KTorrent,</p><p>Transmission</p><p>Mensageiros</p><p>instantâneos</p><p>MSN aMSN, Kopete, Pidgin</p><p>Browser Firefox, Google Chrome,</p><p>Firefox, Galeon, Google</p><p>Chrome,</p><p>MS- Internet Explorer,</p><p>Opera</p><p>Konqueror, Opera</p><p>Fonte: Elaborado pela autoria (2023).</p><p>IMPORTANTE</p><p>Vários dos aplicativos listados apenas em</p><p>“Programas usados no GNU/Linux” também</p><p>funcionam no Windows (o VLC, por exemplo).</p><p>Diretórios e arquivos</p><p>Muitos usuários têm dificuldades com o GNU/Linux</p><p>porque não tem uma visão geral sobre o que está guardado</p><p>e em que local. Nesse item, vamos apresentar um pouco da</p><p>organização dos arquivos do GNU/Linux.</p><p>44 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Visão geral da organização dos arquivos</p><p>no Linux</p><p>Grosso modo, pode-se dizer que, no Linux, tudo é arquivo.</p><p>Se há algo que não seja um arquivo, então é um processo. No GNU/</p><p>Linux (como no UNIX), não há diferença entre arquivo e diretório,</p><p>uma vez que um diretório é apenas um arquivo contendo nomes</p><p>de outros arquivos: imagens, músicas, textos, programas, serviços</p><p>e assim por diante, são todos arquivos. Dispositivos de entrada</p><p>e saída e, geralmente, todos os dispositivos são considerados</p><p>arquivos.</p><p>Todos esses arquivos estão organizados de acordo com</p><p>uma hierarquia, isto é, há critérios que estão previstos nos</p><p>principais diretórios e seu conteúdo. Esses critérios são definidos</p><p>por um padrão, o Filesystem Hierarchy Standard (FHS).</p><p>Figura 2 – Exemplo de figura que mostra a relação de diretórios e de arquivos no Linux</p><p>/</p><p>home</p><p>sue</p><p>boot usr etc dev proc</p><p>bin lib share include fred</p><p>.mozilla Desktop Music Desktop Docs</p><p>family dowtown</p><p>root directory</p><p>.bashrc .bashrc</p><p>mom.jpg timmy.jpg img01.jpg img02.jpg img03.jpg fido.jpg fluffy.jpg</p><p>hawaiii pets</p><p>Pictures</p><p>Fonte: Elaborado pela autoria (2023).</p><p>45ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>No topo da hierarquia de arquivos, fica o chamado</p><p>diretório raiz (ou, mais apropriadamente, diretório root), pois</p><p>a estrutura de diretórios é chamada também de “Árvore de</p><p>Diretórios”.</p><p>Diretório root – /</p><p>Esse é o diretório principal do sistema. Dentro dele,</p><p>estão todos os diretórios do S.O. O diretório root é</p><p>representado por uma barra (/).</p><p>/bin</p><p>Contém comandos e programas essenciais para todos</p><p>os usuários.</p><p>/boot</p><p>Contém arquivos necessários para a inicialização do</p><p>sistema.</p><p>/dev</p><p>Contém referências para todos os dispositivos, os quais</p><p>são representados como arquivos com propriedades</p><p>especiais.</p><p>/etc</p><p>Contém arquivos de configuração.</p><p>/home</p><p>Contém os diretórios dos usuários.</p><p>/lib</p><p>Contém bibliotecas (que são subprogramas ou códigos</p><p>auxiliares utilizados por programas) essenciais para o</p><p>funcionamento do Linux, e também os muitos módulos</p><p>do kernel.</p><p>46 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>/mnt</p><p>Em geral, os dispositivos de armazenamento são</p><p>montados em subdiretórios desse diretório.</p><p>/media</p><p>É onde ficam as partições montadas, do pen-drive, dos</p><p>drivers de CD e DVD, de HD etc.</p><p>/opt</p><p>Aqui ficam os arquivos de programas de terceiros, que</p><p>não vieram com a sua distribuição.</p><p>/proc</p><p>Mais um que não será muito visitado tão cedo. Aqui,</p><p>ficam os arquivos temporários do kernel.</p><p>/root</p><p>Diretório “home” do superusuário (usuário root). Não</p><p>confundir com o diretório root-/. O diretório /root</p><p>contém os arquivos do usuário root. O diretório “/” é o</p><p>topo da hierarquia de arquivos.</p><p>Usuário root e o Administrador do Sistema possuem</p><p>acesso a todos os comandos e arquivos.</p><p>/sbin</p><p>É onde ficam os arquivos binários (executáveis) do</p><p>superusuário. Geralmente, arquivos que iniciam</p><p>servidores ou programas de administração do S.O.</p><p>ficam aqui, já que somente o superusuário irá rodar</p><p>esses programas.</p><p>/tmp</p><p>Para os arquivos temporários.</p><p>47ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>/usr</p><p>Contém programas, bibliotecas etc.</p><p>/usr/bin</p><p>Onde ficam os binários de programas não-essenciais</p><p>(os essenciais ficam no /bin).</p><p>/usr/src</p><p>Código-fonte.</p><p>/var</p><p>Contém arquivos “variáveis”, como logs e base de dados.</p><p>/var/log</p><p>Como o próprio nome diz, possui arquivos de log. O</p><p>arquivo de log é um arquivo que armazena registros de</p><p>eventos relevantes a vários programas ou do sistema.</p><p>/var/run</p><p>Contém informação sobre a execução do sistema desde</p><p>a sua última inicialização.</p><p>Existem outros diretórios previstos no padrão, mas,</p><p>por enquanto, esses já são suficientes.</p><p>Figura 3 – Permissões de acesso no Linux</p><p>Fonte: Freepik</p><p>48 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Caminho absoluto versus caminho</p><p>relativo</p><p>Caminho de um diretório são os diretórios que devemos</p><p>percorrer até chegar a ele. Vamos diferenciar caminho absoluto</p><p>de um caminho relativo por meio de um exemplo.</p><p>Consideremos o diretório xinit (você não precisa se</p><p>preocupar com ele, é apenas um exemplo, o que importa</p><p>realmente aqui é o conceito de caminho até o arquivo).</p><p>Consideremos que esse diretório se encontra dentro de um</p><p>outro diretório, o diretório X11. Esse X11, por sua vez, está dentro</p><p>do diretório etc., que, finalmente, está sob o diretório root, o “/”.</p><p>Recapitulando: temos o /, e dentro o etc. (/etc), e dentro o X11</p><p>(/etc/X11) que contém o xinit (/etc/X11/xinit). Logo, “/etc/X11/</p><p>xinit” é o caminho absoluto para o diretório xinit, ou seja, são</p><p>os diretórios que devemos percorrer, começando pelo / até o</p><p>diretório xinit.</p><p>Consideremos, agora, os mesmos diretórios do caso</p><p>anterior (/etc/X11/xinit). Suponhamos que estamos no diretório</p><p>etc. Para dizer qual é o caminho do diretório xinit, bastaria dizer</p><p>apenas X11/xinit – esse é o caminho relativo do diretório (em</p><p>relação ao diretório /etc). Se estivéssemos no diretório X11, o</p><p>caminho relativo seria simplesmente xinit. Em suma, caminho</p><p>absoluto é aquele que utiliza toda a estrutura de diretórios, ao</p><p>passo que o relativo toma um diretório como referência e define</p><p>o caminho a partir daí.</p><p>49ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>SAIBA MAIS</p><p>Quer se aprofundar no tema? Recomendamos</p><p>o acesso à seguinte fonte de consulta e</p><p>aprofundamento, o artigo “Instalar Ambientes</p><p>Gráficos no Ubuntu”. Para acessá-lo, clique no link</p><p>disponível aqui.</p><p>RESUMINDO</p><p>E, então? Anotou tudo para não esquecer de</p><p>nenhum detalhe? Agora, só para termos certeza de</p><p>que você realmente entendeu o tema de estudo</p><p>desse capítulo, vamos resumir tudo o que vimos.</p><p>Aqui, vimos sobre como fazer uma atualização</p><p>do sistema, a instalação de fontes e de temas, a</p><p>definição para a tela de início, além de conhecer</p><p>como o Linux trabalha a sua relação entre os</p><p>arquivos e os diretórios, como a organização de</p><p>arquivos, por exemplo. Além disso, vimos como</p><p>instalar os programas e uma relação de uma</p><p>lista de aplicativos que podem ser instalados</p><p>diretamente no Linux. Esperamos que você tenha</p><p>gostado do conteúdo</p><p>apresentado. Bons estudos!</p><p>https://linuxdicasesuporte.blogspot.com/2017/12/instalar-ambientes-graficos-no-ubuntu.html</p><p>50 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Permissões de acesso no</p><p>Ubuntu Linux</p><p>OBJETIVO</p><p>Ao término deste capítulo, você será capaz de</p><p>conceder e gerenciar permissões de acesso ao</p><p>Linux, interpretando comandos por meio da Shell</p><p>e do BASH. Além disso, vai conhecer a sintaxe de</p><p>comandos para exibir número de subdiretórios,</p><p>donos de arquivos, tamanho de arquivos etc.</p><p>Vamos lá?</p><p>Vamos saber um pouco mais sobre as questões</p><p>referentes às permissões de acesso no Linux (donos e grupos),</p><p>sobre o interpretador de comandos Shell e sobre o interpretador</p><p>específico “BASH”, juntamente com mais alguns comandos e as</p><p>sintaxes de comandos, com alguns exemplos de uso.</p><p>Como acontecem as permissões</p><p>de acesso</p><p>O Linux foi desenvolvido para ser um sistema multiusuário.</p><p>Isso significa que vários usuários podem ter configurações</p><p>personalizadas, independentes dos demais usuários, bem como</p><p>diferentes usuários podem executar tarefas ao mesmo tempo</p><p>numa mesma máquina. Assim sendo, cada usuário pode querer</p><p>negar ou permitir o acesso a determinado arquivo ou diretório.</p><p>Por isso, existem as chamadas permissões de acesso do Linux:</p><p>para impedir o acesso indevido de outros usuários ou mesmo de</p><p>programas mal-intencionados a arquivos e diretórios.</p><p>Vamos mostrar algumas dessas permissões nesse item.</p><p>Confira!</p><p>51ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Donos, grupos e outros</p><p>No Linux, para cada arquivo são definidas permissões</p><p>para três tipos de usuários: o dono do arquivo, um grupo de</p><p>usuários e os demais usuários (que não são nem o dono, nem</p><p>pertencem ao grupo).</p><p>• Dono – o dono do arquivo é o usuário que o criou.</p><p>Somente o dono e o usuário root podem mudar as</p><p>permissões para um arquivo ou diretório.</p><p>• Grupo – é um conjunto de usuários. Grupos foram</p><p>criados para permitir que vários usuários tivessem</p><p>acesso a um mesmo arquivo.</p><p>• Outros – como dito anteriormente, são os usuários que</p><p>não se encaixam nos tipos de usuários supracitados.</p><p>Figura 4 – Permissões de acesso</p><p>Fonte: Freepik</p><p>52 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Tipos de permissões</p><p>Os três tipos básicos de permissão para arquivos e</p><p>diretórios são:</p><p>• r (read) – permissão de leitura para os arquivos. Caso</p><p>seja um diretório, permite listar o seu conteúdo.</p><p>• w(write) – permissão de escrita para os arquivos. Caso</p><p>seja um diretório, permite a gravação de arquivos ou</p><p>outros diretórios dentro dele. Para que um arquivo/</p><p>diretório possa ser apagado, é necessário o acesso à</p><p>escrita (gravação).</p><p>• x(execute) – permissão para executar um arquivo. Caso</p><p>seja um diretório, permite que seja acessado por meio</p><p>do comando “cd”.</p><p>Modo texto</p><p>Como dito anteriormente, não é apenas pelo modo</p><p>gráfico que o usuário consegue interagir com o sistema. É possível</p><p>fazer isso pelo modo texto, digitando comandos e nomes de</p><p>programas para conseguir uma “resposta” do sistema. Por isso, o</p><p>modo texto é também chamado de linha de comando.</p><p>É importante para um usuário do GNU/Linux aprender</p><p>a trabalhar no modo texto por vários motivos, pois ele otimiza</p><p>várias tarefas, existem alguns programas que rodam somente</p><p>nele e porque o modo gráfico consome mais recursos.</p><p>Você deve estar se perguntando agora como é que se</p><p>faz para usar o GNU/Linux em modo texto. Na verdade, existem</p><p>duas formas.</p><p>53ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Você pode acessar um terminal “puro”, pressionando as</p><p>teclas “Ctrl+Alt+F1” (substituir o F1 por F2, de F3 até F6 também</p><p>funciona na maior parte das distribuições) e depois voltar para</p><p>o modo gráfico, pressionando “Alt+F7” (funciona para a maioria</p><p>das distribuições).</p><p>Uma tela de login do modo texto geralmente mostra</p><p>alguma informação sobre a máquina na qual você está</p><p>trabalhando, o nome da máquina e um prompt para login. Para</p><p>“logar”, digite o nome de usuário e tecle “Enter”. Agora, você</p><p>deverá digitar sua senha e teclar “Enter” novamente. O usuário</p><p>não verá nenhuma indicação de que está digitando a senha (não</p><p>aparecerão asteriscos nem nada do gênero, por motivos de</p><p>segurança), mas isso é normal no GNU/Linux.</p><p>A segunda forma é usar um “emulador de terminal”, isto</p><p>é, dentro do modo gráfico, abre-se um programa que funciona</p><p>como linha de comando. Para fazer isso no ambiente GNOME, vá</p><p>em Aplicativos ⇒ Acessórios ⇒ Terminal.</p><p>Shell</p><p>De qualquer uma das duas formas, o que você verá</p><p>rodando (após “logar” ou acessar o terminal) é um programa</p><p>chamado Shell, que é um interpretador de comandos.</p><p>Bourne Again Shell (BASH)</p><p>O BASH, ou seja, o Bourne Again Shell, é o Shell desenvolvido</p><p>para o projeto GNU, da Free Software Foundation, que se tornou</p><p>padrão nas várias distribuições Linux (incluindo Ubuntu).</p><p>54 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Comandos</p><p>Aqui, vamos ver alguns comandos simples do BASH.</p><p>É importante que você saiba que não é preciso decorar os</p><p>comandos apresentados. Para aprendê-los, de fato, você deve</p><p>ir praticando com os exercícios propostos e conforme a sua</p><p>necessidade.</p><p>Prompt</p><p>O prompt do BASH tem a seguinte aparência: username@</p><p>nomedamáquina:diretório$</p><p>No caso de curso@curso-desktop:~$:</p><p>• O “curso” é o nome do usuário.</p><p>• O “curso-desktop” é o nome da máquina.</p><p>• O “˜” é o diretório em que o usuário se encontra</p><p>(˜ representa o diretório home do usuário, nesse caso,</p><p>/home/curso).</p><p>• O “$” é o símbolo do tipo de usuário (nesse caso, um</p><p>usuário normal).</p><p>Se fosse o usuário root (administrador do sistema), o</p><p>símbolo seria #.</p><p>Sintaxe de comados</p><p>É importante lembrar que a linha de comando é “case</p><p>sensitive”, isto é, diferencia letras maiúsculas de minúsculas.</p><p>Portanto, “echo” é diferente de “Echo”, que são diferentes de</p><p>“ECHO”. Isso também vale para nomes de diretórios e arquivos.</p><p>55ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Os comandos são, em geral, em letras minúsculas. Muitos</p><p>deles aceitam argumentos. Os argumentos começam com um</p><p>(ou dois) “-“, algumas opções são: comando -opção1 -opção 2</p><p>-opção 3 argumento.</p><p>Quando os argumentos forem arquivos ou diretórios,</p><p>tanto o caminho absoluto como o relativo poderão ser usados.</p><p>SAIBA MAIS</p><p>Outro ponto importante é que você pode digitar os</p><p>comandos e nomes de arquivos ou diretórios pela</p><p>metade e depois pressionar “Tab”. O Shell “tentará</p><p>completar” o que falta para você. Se houver mais</p><p>de uma opção para completar o que foi digitado,</p><p>as alternativas possíveis serão mostradas. Esse é</p><p>um recurso que facilita muito o uso da linha de</p><p>comando.</p><p>Vamos, então, aos comandos.</p><p>• pwd (print working directory).</p><p>Mostra o nome e o caminho do diretório atual</p><p>(diretório em que o usuário está).</p><p>Exemplo: curso@curso-desktop:~$ pwd/home/curso</p><p>• ls (list).</p><p>Lista os arquivos e subdiretórios de um ou mais diretórios.</p><p>Sintaxe básica: ls [opções] [diretório1] [diretório2]...</p><p>Exemplos:</p><p>• O comando lista os diretórios e arquivos do /: $ ls /</p><p>• O comando lista os diretórios e arquivos do /etc.: $ ls /</p><p>etc</p><p>• Para listar o conteúdo do / e do /etc, de uma só vez,</p><p>use: $ ls / /etc</p><p>56 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Opções</p><p>-a ou –all: lista todos os arquivos e diretórios, incluindo os</p><p>que são ocultos. No GNU/Linux, os arquivos e diretórios ocultos</p><p>começam por “.”. Quando nós usamos o comando “ls” como</p><p>anteriormente (sem nenhuma outra opção), esses arquivos não</p><p>são listados.</p><p>EXEMPLOS:</p><p>O comando aqui indicado, lista todos os arquivos e</p><p>diretórios contidos na barra, incluindo os arquivos ocultos: $ ls -a /</p><p>• -R: lista o conteúdo de um diretório e dos subdiretórios,</p><p>recursivamente. Quando você utiliza o comando “ls”,</p><p>os arquivos e diretórios contidos em um determinado</p><p>diretório são mostrados. Usando a opção “-R”, serão</p><p>listados os arquivos contidos num determinado</p><p>diretório, e para cada subdiretório</p><p>também serão</p><p>listados os arquivos e diretórios nele contidos. Para</p><p>cada um desses diretórios, também será listado todo</p><p>o seu conteúdo, e por assim sucessivamente. Se você</p><p>usasse “ls -R /”, o conteúdo de todos os diretórios seria</p><p>mostrado (não estamos recomendando que você rode</p><p>esse comando, está aqui apenas para que você entenda</p><p>o que essa opção faz).</p><p>• -l: usa o formato longo para listagem, o que significa que</p><p>serão listados detalhes sobre cada arquivo e diretório</p><p>mostrado. Vamos examinar que detalhes são esses:</p><p>curso@curso-desktop:~$ ls -l</p><p>drwxr-xr-x 2 curso 4096 2010-01-18 11:54 Área de</p><p>Trabalho</p><p>57ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>drwxr-xr-x 2 curso curso 4096 2010-01-18 11:54</p><p>Documentos</p><p>drwxr-xr-x 2 curso curso 4096 2010-01-18 11:54</p><p>Downloads</p><p>-rw-r--r-- 1 curso curso 167 2010-01-18 11:41 examples.</p><p>desktop</p><p>-rw-r--r-- 1 curso curso 8 2010-01-18 12:24 exemplo</p><p>drwxr-xr-x 2 curso curso 4096 2010-01-18 11:54 Imagens</p><p>drwxr-xr-x 2 curso curso 4096 2010-01-18 11:54</p><p>Modelos</p><p>drwxr-xr-x 2 curso curso 4096 2010-01-18 11:54 Música</p><p>drwxr-xr-x 2 curso curso 4096 2010-01-18 11:54 Público</p><p>drwxr-xr-x 2 curso curso 4096 2010-01-18 11:54 Vídeos</p><p>Exemplos de comandos</p><p>Vamos pegar a primeira linha do resultado obtido:</p><p>drwxr-xr-x 2 curso curso 4096 2010-01-18 11:54 Área de Trabalho</p><p>• drwxr-xr-x Indicam as permissões.</p><p>• 2 – Indica o número de subdiretórios contidos.</p><p>• curso – É o dono do arquivo ou diretório.</p><p>• curso – É o grupo ao qual o arquivo ou diretório</p><p>pertence.</p><p>• 4096 – Tamanho do arquivo (em bytes).</p><p>• 2010-01-18 11:54 – Data e Hora em que arquivo ou</p><p>diretório foi feito.</p><p>• Área de Trabalho – Nome do arquivo ou diretório.</p><p>58 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Permissões</p><p>A primeira letra (d) indica que “Área de Trabalho” é</p><p>um diretório. Se fosse um arquivo normal, teríamos um “-” no</p><p>lugar (é o caso de examples.desktop e exemplo). Os próximos</p><p>nove caracteres representam as permissões do diretório. As</p><p>permissões de um arquivo ou diretório são r, w e x (leitura,</p><p>escrita e execução).</p><p>Para cada três caracteres são mostradas as permissões</p><p>para um tipo de usuário. Os três primeiros caracteres, no</p><p>caso “rwx”, indicam as permissões para o dono do arquivo. A</p><p>interpretação dessa trinca é que o dono do arquivo (no caso,</p><p>o usuário “curso”), possui as três permissões sobre o diretório</p><p>(leitura, escrita e execução). Os três próximos caracteres</p><p>mostram as permissões para o grupo: “r-x”, o que significa que</p><p>o grupo possui permissão de leitura e execução, mas não possui</p><p>permissão de escrita (há um “-” no lugar do “w” de escrita).</p><p>Por último, nós temos a devida permissão aos demais</p><p>usuários do sistema (“r-x” – permissão de leitura e execução).</p><p>Número de subdiretórios</p><p>O número da segunda coluna representa o número de</p><p>subdiretórios contidos. Se for um arquivo comum, esse número</p><p>será 1.</p><p>Dono do arquivo</p><p>A terceira coluna representa o dono do arquivo, que,</p><p>como dito antes, é o usuário que criou o arquivo ou o diretório.</p><p>59ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>Grupo</p><p>O grupo ao qual o arquivo pertence está mostrado na</p><p>quarta coluna.</p><p>Tamanho</p><p>A coluna seguinte mostra o tamanho do arquivo em bytes.</p><p>No caso de um diretório, não é mostrado o tamanho total, isto é,</p><p>considerando todo o conteúdo do diretório, mas sim o tamanho</p><p>da estrutura diretório, isto é, ainda que seja criado um diretório</p><p>vazio, ele ocupará 4096 bytes de espaço em disco.</p><p>Como último comentário sobre esse comando, vale dizer</p><p>que é possível usar mais de uma opção de cada vez. Aliás, isso</p><p>vale para todo comando.</p><p>O comando a seguir lista todos os diretório e arquivos do</p><p>/, incluindo os ocultos, usando o formato longo de listagem:</p><p>• $ ls -a -l.</p><p>Também é possível fazer isso da seguinte forma: $ls -al /.</p><p>• cd (change directory): entra em um diretório.</p><p>Sintaxe básica: cd [diretório].</p><p>- Exemplo: Para entrar no diretório root, use: $ cd /.</p><p>- Exemplo: Para entrar no diretório /tmp, use o comando:</p><p>$ cd /tmp.</p><p>- Exemplo: Para subir um diretório acima, use: $ cd.</p><p>60 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>- Exemplo: Para voltar ao diretório imediatamente anterior:</p><p>$ cd -.</p><p>SAIBA MAIS</p><p>Use outro comando para descobrir em que</p><p>diretório você acabou de entrar.</p><p>O que acontece se você digitar apenas o comando</p><p>“cd”, sem nenhum argumento?</p><p>• mkdir (make directory): cria diretórios</p><p>vazios. Sintaxe básica: $ mkdir [caminho1/</p><p>diret´orio1] [caminho2/diret´orio2] ...</p><p>Exemplo:</p><p>Para criar os diretórios “Pasta1” e “Pasta2” dentro do</p><p>diretório /tmp, nós devemos fazer o seguinte: $ mkdir /</p><p>tmp/Pasta1 /tmp/Pasta2.</p><p>Naturalmente, se estivéssemos dentro do diretório /tmp,</p><p>não seria necessário usar o caminho absoluto:</p><p>$ pwd</p><p>/tmp</p><p>$ mkdir Pasta1 Pasta2.</p><p>• rmdir (remove directory): remove um ou mais diretórios</p><p>vazios. Sintaxe básica: $ rmdir [caminho1/diret´orio1]</p><p>[caminho2/diret´orio2] ...</p><p>Exemplo:</p><p>Para remover os diretórios “Pasta1” e “Pasta2” criados nos</p><p>exemplos do comando mkdir, podemos usar: $ rmdir /</p><p>tmp/Pasta1 /tmp/Pasta2.</p><p>61ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>SAIBA MAIS</p><p>Quer se aprofundar no tema? Recomendamos</p><p>o acesso à seguinte fonte de consulta e</p><p>aprofundamento, o artigo “Permissões de Acesso</p><p>a Arquivos e Diretórios”. Para acessá-lo, clique no</p><p>link disponível aqui.</p><p>RESUMINDO</p><p>E, então? Anotou tudo para não esquecer de</p><p>nenhum detalhe? Agora, só para termos certeza de</p><p>que você realmente entendeu o tema de estudo</p><p>deste capítulo, vamos resumir tudo o que vimos.</p><p>Aqui, vimos sobre as permissões de acesso ao</p><p>Linux, entendemos como interpretar comandos</p><p>por meio da Shell e do BASH. Além disso, vimos</p><p>como adquirir conhecimento sobre a execução de</p><p>sintaxe de comandos, número de subdiretórios,</p><p>donos de arquivos, tamanho de arquivos etc., com</p><p>alguns exemplos de uso. Esperamos que você</p><p>tenha gostado do conteúdo apresentado. Bons</p><p>estudos!</p><p>http://www.guiafoca.org/cgs/guia/intermediario/ch-perm.html</p><p>62 ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL LIVRE - LINUX</p><p>U</p><p>ni</p><p>da</p><p>de</p><p>2</p><p>FILHO, J. E. Descobrindo o Linux. São Paulo: NOVATEC Editora,</p><p>2012.</p><p>BRESNAHAM, C.; BLUM, R. Linux essentials. Indianapolis: SYBEX,</p><p>2015.</p><p>NEGUS, C. Linux - A Bíblia. Rio de Janeiro: ALTA Books Editora,</p><p>2014.</p><p>NOGUEIRA, J. V. H. Sistemas operacionais. Recife: Telesapiens,</p><p>2022.</p><p>TANENBAUM, A. S.; WETHERALL, D. J. Redes de computadores.</p><p>São Paulo: Pearson, 2011.</p><p>RE</p><p>FE</p><p>RÊ</p><p>N</p><p>CI</p><p>A</p><p>S</p><p>Instalando o Ubuntu Linux e softwares complementares</p><p>Ferramentas para o desenvolvimento do software livre</p><p>Canais de comunicação</p><p>Ferramentas de engenharia de software</p><p>Controle de versões (versionamento)</p><p>Rastreamento de bugs e listras de tarefas</p><p>Ferramentas de teste</p><p>Refatoração, reescrita e outras modificações</p><p>Custo Total da Propriedade (TCO)</p><p>Benefício Total da Propriedade (TBO)</p><p>Instalação</p><p>Como obter?</p><p>Instalando o Ubuntu</p><p>Configurando a interface do Ubuntu Linux: repositórios do APT</p><p>Entendendo o ambiente gráfico</p><p>X Windows System</p><p>Ambientes desktop</p><p>Desempenhando tarefas</p><p>Conhecendo a sua área de trabalho</p><p>Configurando a internet</p><p>ADSL</p><p>Configurando</p><p>Computador em Rede -via DHCP</p><p>Linha discada: dial-up</p><p>Wireless (sem fio)</p><p>Resolvendo problemas no Ubuntu Linux</p><p>Como resolver os problemas</p><p>X Window System</p><p>Gerenciando o repositório</p><p>Conhecendo os repositórios</p><p>Instalando fontes</p><p>Temas</p><p>Tela de início</p><p>Editando documentos em um processador de textos</p><p>Instalando programas</p><p>Aplicativos</p><p>Diretórios e arquivos</p><p>Visão geral da organização dos arquivos no Linux</p><p>Caminho absoluto versus caminho relativo</p><p>Permissões de acesso no Ubuntu Linux</p><p>Como acontecem as permissões de acesso</p><p>Donos, grupos e outros</p><p>Tipos de permissões</p><p>Modo texto</p><p>Shell</p><p>Bourne Again Shell (BASH)</p><p>Comandos</p><p>Prompt</p><p>Sintaxe de comados</p><p>Opções</p><p>Exemplos de comandos</p><p>Permissões</p><p>Número de subdiretórios</p><p>Dono do arquivo</p><p>Grupo</p><p>Tamanho</p>

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