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Prévia do material em texto

<p>ANATOMOFISIOLOGIA</p><p>REPRODUTIVA DO MACHO</p><p>Prof. MSc. Gabrielle Sant’ Anna Vieira Cambraia</p><p>Anatomia reprodutiva do macho</p><p>➢ Constituído de diversos órgãos peculiares que atuam em conjunto para produzir</p><p>espermatozóides e liberá- los no sistema reprodutor da fêmea</p><p>➢ Os órgãos genitais consistem em:</p><p>• BOLSA ESCROTAL</p><p>• TESTÍCULOS</p><p>• EPIDÍDÍDIMOS</p><p>• CANAL DEFERENTE (cordão espermático)</p><p>• GLÂNDULAS ANEXAS (bulbo uretral, próstata, gl. Vesiculares e ampolas)</p><p>• URETRA</p><p>• PÊNIS</p><p>• PREPÚCIO</p><p>Anatomia e fisiologia reprodutiva do</p><p>macho</p><p>Anatomia e fisiologia reprodutiva do</p><p>macho</p><p>Anatomia e fisiologia reprodutiva do</p><p>macho</p><p>- Desenvolvimento pós-natal dos componentes do trato reprodutor =</p><p>competência funcional</p><p>• Touro – ereção/espermatozoides no ejaculado</p><p>• Carneiro – segmentos terminal e inicial do epidídimo</p><p>➢ Puberdade: componentes em estágio avançado de desenvolvimento</p><p>(funcionalidade do sistema)</p><p>Anatomia e fisiologia reprodutiva do</p><p>macho</p><p>Idade em que os animais podem ser considerados sexualmente</p><p>maduros e idade da puberdade:</p><p>• Touro = 3 – 3,5 anos / 12 meses (puberdade)</p><p>• Carneiro = 6 meses / 6-7 meses</p><p>• Cachaço = 7,5 meses / 6-7 meses</p><p>• Garanhão = 2 – 3,5 anos / 15 – 18 meses</p><p>• Cão = 6 meses (pequenos), 1 ano (médios e grandes)</p><p>• Gatos = 6 meses</p><p>Importante conhecimento</p><p>para manejo e comercialização</p><p>de machos</p><p>TESTÍCULO</p><p>Descida dos testículos (Descenso)</p><p>• Migração caudal abdome → bolsa escrotal</p><p>• Tempo de descida</p><p>➢ Touro/carneiro = metade da vida fetal</p><p>➢ cachaço = último quarto da vida fetal</p><p>➢ garanhão = após nascimento (até 3,5 anos de idade)</p><p>• Alteração nesse tempo = criptorquidismo/hérnia escrotal</p><p>TESTÍCULO</p><p>➢Órgão mais importante do sistema reprodutor masculino</p><p>▪ possui duas funções primordiais:</p><p>1) Função Endócrina</p><p>• Produção de Testosterona</p><p>2) Função Exócrina</p><p>• Espermatogênese</p><p>TESTÍCULO</p><p>➢ Estas duas funções ocorrem nos túbulos seminíferos e nas células</p><p>intersticiais, ou nas células de Leydig</p><p>➢ Túbulos seminíferos:</p><p>✓ alcançam cerca 2.000 metros de comprimento (quando desenovelado)</p><p>ESTRUTURA TESTICULAR</p><p>➢ Túbulos seminíferos</p><p>▪ Céls. de Sertoli</p><p>▪ Linhagem</p><p>espermatogênica</p><p>➢ Intersticio</p><p>▪ Vascular</p><p>▪ Células de Leydig</p><p>TESTÍCULO</p><p>Espaço entre os túbulos seminíferos → tecido conectivo frouxo (interstício)</p><p>▪ vasos sanguíneos e linfáticos (movimento de hormônios e nutrientes para dentro e</p><p>fora do testículo)</p><p>▪ nervos</p><p>▪ Células de Leydig (produção de andrógenos – testosterona- e esteroides)</p><p>▪ Células livres (fibroblastos, macrófagos, linfócitos e mastócitos)</p><p>TESTÍCULO</p><p>• Túnicas</p><p>• Vaginal</p><p>❖ Camada vaginal</p><p>❖ Camada parietal</p><p>• Albugínea</p><p>❖Vasos sanguíneos</p><p>TESTÍCULO</p><p>• Túnicas</p><p>• Vaginal</p><p>❖ Camada vaginal</p><p>❖ Camada parietal</p><p>• Albugínea</p><p>❖Vasos sanguíneos</p><p>TESTÍCULO</p><p>➢ Posição na bolsa escrotal</p><p>➢ Posição na bolsa escrotal</p><p>➢ Ruminantes:</p><p>- Testículos pendurados e paralelos um ao outro;</p><p>- Eixo longo vertical;</p><p>- Região inguinal;</p><p>➢ Posição na bolsa escrotal</p><p>➢ Equino (Garanhão):</p><p>- Um mais cranial e outro mais</p><p>caudal;</p><p>- Eixo longo horizontal;</p><p>- Região inguinal</p><p>➢ Posição na bolsa escrotal</p><p>➢ Suínos:</p><p>- Eixo longo oblíquo;</p><p>- Paralelos um ao outro;</p><p>- Região perineal, ventral ao ânus.</p><p>➢ Posição na bolsa escrotal</p><p>➢ Cães:</p><p>- Eixo longo oblíquo;</p><p>- Dispostos 1 mais cranial e outro mais caudal;</p><p>- Região intermediaria;</p><p>➢ Posição na bolsa escrotal</p><p>➢ Gatos:</p><p>- Eixo longo oblíquo;</p><p>- Paralelos um ao outro;</p><p>- Região perineal;</p><p>Termo regulação escrotal</p><p>➢ Mecanismos (4ºC abaixo)</p><p>• receptores escrotais</p><p>• gordura subcutânea</p><p>• glândulas sudoríparas</p><p>• plexo pampiniforme (vascular)</p><p>• túnica dartos (muscular/área exposição)</p><p>• cremaster (interno e externo)</p><p>Termo regulação escrotal</p><p>Termo regulação escrotal</p><p>BOLSA ESCROTAL</p><p>Termorregulação testicular</p><p>• Receptores de temperatura na pele do escroto</p><p>• Possui uma camada subcutânea de fibras musculares lisas, a túnica</p><p>Dartus, que tem capacidade de se contrair ou de se estender de</p><p>acordo com a temperatura corporal e ambiental</p><p>• Aderido à bolsa escrotal passa um músculo chamado cremáster, o</p><p>qual aproxima ou afasta a bolsa escrotal da cavidade abdominal)</p><p>EPIDÍDIMO -</p><p>➢ Reabsorção de líquidos e solutos;</p><p>➢ Maturação espermática</p><p>➢ Estocagem de espermatozóides</p><p>➢ Reabsorção de formas anormais</p><p>➢ O transporte espermático ocorre por ação de contrações e epitélio ciliar</p><p>Cabeça do Epidídimo</p><p>• Ductos eferentes (intensa atividade secretória)</p><p>• ocorre a maior parte da absorção do fluido que acompanha os sptz desde os</p><p>testículos</p><p>Corpo do Epidídimo</p><p>Ducto do epidídimo</p><p>• Dois primeiros seguimentos = maturação espermática</p><p>• último segmento = armazenamento de esperma</p><p>• Incremento na motilidade dos sptz</p><p>Cauda do Epidídimo</p><p>• Porções terminais do ducto do epidídimo</p><p>• Início do ducto deferente</p><p>• Fatores que acentuam a habilidade de fertilização dos sptz</p><p>Armazenamento de sptz no Epidídimo</p><p>• Cauda = cerca de 75% do total</p><p>• Depende da manutenção da temperatura escrotal e testosterona</p><p>• Capacidade de fertilização conservada por várias semanas</p><p>DUCTOS DEFERENTES</p><p>• é a continuação do sistema de ductos da cauda do epidídimo para a</p><p>uretra pélvica</p><p>• Conforme o ducto deferente deixa o testículo, em direção ao</p><p>abdômen, ele é circundado por artéria, veia, nervo testicular e vasos</p><p>linfáticos dentro da camada visceral da túnica vaginal. Essa</p><p>combinação de estruturas é conhecida como cordão espermático.</p><p>DUCTOS DEFERENTES</p><p>Cordão espermático = +</p><p>DUCTOS DEFERENTES</p><p>Liberação dos espermatozóides</p><p>Ejaculado: espermatozóides em suspensão no plasma seminal</p><p>(secreção glândulas acessórias).</p><p>Spz + FLUÍDOS SEMINAIS</p><p>GLÂNDULAS ANEXAS</p><p>➢ Função: secretar fluidos  responsáveis pelo volume do sêmen e por</p><p>oferecer um ambiente bioquímico apropriado para a sobrevivência dos</p><p>espermatozoides (frutose, eletrólitos, vitaminas, etc)</p><p>Glândulas vesiculares</p><p>• Frutose e Prostaglandinas</p><p>Próstata</p><p>• Zn++ (bactericida e estabilizante de nucleoproteínas) e outros íons e espermina</p><p>Bulbo-uretrais</p><p>• forma o líquido seminal</p><p>• Fração gel – tampão cervical</p><p>GLÂNDULAS ANEXAS</p><p>PÊNIS</p><p>➢Órgão copulatório – raiz, corpo e glande</p><p>➢Tipo – fibroelástico</p><p>• Recoberto pela túnica albugínea</p><p>• Rígido, longo e cilíndrico</p><p>➢ Tipo - Musculoesponjoso</p><p>PÊNIS - Bovino</p><p>• Flexura sigmóide – “S”</p><p>peniano</p><p>• Compreende cerca de</p><p>1/3 do comprimento</p><p>• Músculo retrator do</p><p>pênis - à ereção a</p><p>flexura se desfaz pelo</p><p>seu relaxamento</p><p>PÊNIS</p><p>Ejaculação</p><p>• Estimulação dos nervos sensitivos da glande do pênis</p><p>– Contrações peristálticas das paredes do epidídimo,</p><p>ductos deferentes, ampola, glândulas e uretra</p><p>– Compreende a EMISSÃO e a EJACULAÇÃO</p><p>PROPRIAMENTE DITA</p><p>Fonte: adaptado de RIEGEL & HAKOLA , 2004</p><p>Fonte: Moraes, I,A.</p><p>FIM</p><p>Slide 1: ANATOMOFISIOLOGIA REPRODUTIVA DO MACHO</p><p>Slide 2: Anatomia reprodutiva do macho</p><p>Slide 3: Anatomia e fisiologia reprodutiva do macho</p><p>Slide 4: Anatomia e fisiologia reprodutiva do macho</p><p>Slide 5: Anatomia e fisiologia reprodutiva do macho</p><p>Slide 6: Anatomia e fisiologia reprodutiva do macho</p><p>Slide 7: TESTÍCULO</p><p>Slide 8: TESTÍCULO</p><p>Slide 9: TESTÍCULO</p><p>Slide 10: ESTRUTURA TESTICULAR</p><p>Slide 11: TESTÍCULO</p><p>Slide 12: TESTÍCULO</p><p>Slide 13: TESTÍCULO</p><p>Slide 14: TESTÍCULO</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16</p><p>Slide 17</p><p>Slide 18</p><p>Slide 19</p><p>Slide 20</p><p>Slide 21: Termo regulação escrotal</p><p>Slide 22: Termo regulação escrotal</p><p>Slide 23: Termo regulação escrotal</p><p>Slide 24: BOLSA ESCROTAL</p><p>Slide 25: EPIDÍDIMO -</p><p>Slide 26: Cabeça do Epidídimo</p><p>Slide 27: Corpo do Epidídimo</p><p>Slide 28: Cauda do Epidídimo</p><p>Slide 29: Armazenamento de sptz no Epidídimo</p><p>Slide 30</p><p>Slide 31</p><p>Slide 32: DUCTOS DEFERENTES</p><p>Slide 33: DUCTOS DEFERENTES</p><p>Slide 34: DUCTOS DEFERENTES</p><p>Slide 35: Liberação dos espermatozóides</p><p>Slide 36: GLÂNDULAS ANEXAS</p><p>Slide 37: GLÂNDULAS ANEXAS</p><p>Slide 38: PÊNIS</p><p>Slide 39: PÊNIS - Bovino</p><p>Slide 40: PÊNIS</p><p>Slide 41: Ejaculação</p><p>Slide 42</p><p>Slide 43</p><p>Slide 44</p>

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