Prévia do material em texto
<p>VEGETAÇÃO</p><p>Prof˚: Robert Oliveira CabralProf˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p><p>Prof˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p><p>Elementos e Fatores de</p><p>Diferenciação</p><p>Prof˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p><p>VEGETAÇÃO E</p><p>ZONEAMENTO CLIMÁTICO</p><p>A interferência climática sobre a cobertura vegetal é um dos</p><p>principais fatores que possibilitam uma pluralidade paisagística.</p><p>A ação climática interfere em um outro fator primordial na</p><p>análise da cobertura vegetal de uma dada região: o solo.</p><p>A evolução de um solo, suas características e peculiaridade</p><p>facilitam ou dificultam a fixação de determinados grupos</p><p>vegetais.</p><p>A grande diversidade de espécies está vinculada a dois fatores</p><p>climáticos, primordialmente: calor e umidade. Prof˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p><p>VEGETAÇÃO E</p><p>ZONEAMENTO CLIMÁTICO</p><p>Contudo as características de solo podem</p><p>possibilitar a formação de refúgios, redutos ou</p><p>relictos.</p><p>Os refúgios, redutos ou relictos representam</p><p>coberturas vegetais diferentes da área na qual se</p><p>encontram em função das características de solo e</p><p>microclima locais.Prof˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p><p>TUNDRA</p><p>Vegetação típica de zonas polares</p><p>e de grande latitude/altitude,</p><p>onde notamos clima muito frio.</p><p>Além das baixas temperaturas</p><p>atmosféricas, notamos que os</p><p>solos na região encontram-se, em</p><p>boa parte do ano, congelados</p><p>(permafrost).</p><p>A tundra está basicamente</p><p>atrelada aos musgos e liques</p><p>existentes nesta região e que</p><p>eclodem no período do verão.</p><p>Em função das baixas</p><p>temperaturas em boa parte do</p><p>ano notamos que a diversidade</p><p>de espécies animais e vegetais e</p><p>bastante reduzida.Prof˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p><p>Prof˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p><p>TAIGA (Floresta</p><p>de Coníferas)</p><p>Também conhecida</p><p>como florestas de</p><p>coníferas ou de</p><p>pinheiros, esta</p><p>vegetação encontra-se</p><p>latitudes elevadas,</p><p>especialmente na zona</p><p>temperada.</p><p>Com uma diversidade</p><p>de espécies vegetais</p><p>bastante reduzida, está</p><p>região caracteriza-se</p><p>pela forte adaptação dos</p><p>animais a adversidade e</p><p>rigorosidade do clima.Prof˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p><p>Prof˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p><p>Prof˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p><p>Vegetação Mediterrânea</p><p>Tipica da faixa temperada onde notamos o verão muito quente e seco e o inverno frio e</p><p>úmido.</p><p>Também encontramos este tipo de vegetação em regiões banhadas por correntes</p><p>marítimas frias.</p><p>A vegetação original desta área (floresta mediterrânea) foi praticamente toda destruída</p><p>pela ação antrópica no velho continente.</p><p>A atual vegetação existente é subdividida em dois grupos especificamente: Maquis e</p><p>Garrigue</p><p>Maquis - Esta formação vegetal, também designada por chaparral ou matagal, é</p><p>constituída principalmente por arbustos, muito densa e fechada, formando um matagal</p><p>de difícil penetração (árvores-anãs). Entre as várias espécies de plantas que compõem o</p><p>maquis, destacam-se o medronheiro, o loureiro, a urze, a giesta espinhosa, a piteira e</p><p>alguns cactos.</p><p>Garrigue - É uma formação vegetal mais aberta do que o maquis, constituída por</p><p>vegetação arbustiva, mais ou menos dispersos e herbácea (formação vegetal que surge em</p><p>áreas onde o solo é mais pobre – de origem calcária ). Forma áreas muito aromáticas e</p><p>onde predominam a oliveira brava, o buxo, o carrasco, o alecrim, a lavanda, o rosmaninho,</p><p>a alfazema e o timo, entre outras plantas aromáticas de muito pequeno porte.Prof˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p><p>Prof˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p><p>Florestas Tropicais e Equatoriais</p><p>Encontram-se fixadas dentro da</p><p>faixa intertropical, onde notamos</p><p>uma grande umidade.</p><p>A grande biodiversidade está</p><p>diretamente associada e os dois</p><p>elementos: alta umidade e elevada</p><p>temperatura média.</p><p>Na faixa equatorial notamos a forte</p><p>influência da zona de convergência</p><p>dos alísios, promovendo alta</p><p>pluviosidade durante todo o ano.</p><p>No caso brasileiro, podemos inserir,</p><p>em função da grande biodiversidade</p><p>e alta umidade (MTA no verão e</p><p>MTA+MPA no inverno), a Mata</p><p>Atlântica dentro ou próxima de uma</p><p>condição equatorial.Prof˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p><p>Prof˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p><p>Pradarias</p><p>é constituída por vegetação herbácea, muito densa, formando</p><p>grandes extensões, relativamente alta, contínua, constituída por</p><p>gramíneas vivazes (sempre vivas), com raízes muito profundas,</p><p>que as ajudam a suportar o frio intenso e o gelo próprio do</p><p>Inverno.</p><p>Na Primavera, após o degelo, o solo torna-se verdejante,</p><p>enchendo-se de flores no Verão, o que lhe dá um aspecto</p><p>multicolor.</p><p>Este imenso manto herbáceo chega ocasionalmente a ultrapassar</p><p>os 2 metros de altura. Como o clima é rigoroso, praticamente não</p><p>existem árvores, embora estas surjam com frequência nas</p><p>encostas montanhosas e ao longo dos cursos de água.Prof˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p><p>Prof˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p><p>Estepes</p><p>Estepe Tropical (formação vegetal típica e que é constituída</p><p>por plantas herbáceas baixas; pequenas e raras árvores e tufos</p><p>de arbustos dispersos).</p><p>Nas regiões em que a estação seca é mais prolongada, a</p><p>vegetação apresenta já características xerófilas (plantas</p><p>adaptadas à secura, isto é, muito pouco exigentes em água).</p><p>No Brasil a nossa estepe tropical caracteriza-se como a</p><p>Caatinga, onde notamos uma vegetação adaptada a um clima</p><p>com baixa e irregular pluviosidade.</p><p>As médias pluviais da Caatinga podem variar entre 268mm até</p><p>800mm por ano, sendo que as chuvas, quando ocorrem,</p><p>concentram-se no verão.Prof˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p><p>Prof˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p><p>Savanas e Cerrado</p><p>Trata-se da vegetação das regiões de clima tropical</p><p>típico com duas estações bem definidas: Verão quente</p><p>e muito úmido e inverno quente e muito seco.</p><p>A vegetação tende a se adaptar a esta duas estações tão</p><p>distintas, logo notamos caules retorcidos e com cascas</p><p>grossas, vegetação com folhas pequenas que tornam-se</p><p>caducas durante o inverno.</p><p>Raízes profundas e ramificadas com intuito de maior</p><p>absorção possível de água.Prof˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p><p>Prof˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p><p>Vegetação de Desertos</p><p>Nos desertos existe uma grande escassez de água e umidade, influenciada</p><p>por: altas pressões permanentes (altas pressões subtropicais), rápida</p><p>evaporação, forte insolação, continentalidade, ventos fortes e secos e</p><p>barreiras orográficas.</p><p>Neste desenvolvem-se a vegetação xerófila que se adapta à secura extrema</p><p>e ás elevadas amplitudes térmicas.</p><p>Com espécies "carnudas como por exemplo: os cactos, , figueira-da-índia,</p><p>agávea, tasneira que armazenam água nos caules.</p><p>Com tanta secura ambiental, é óbvio que a vegetação é rara e muito</p><p>rudimentar, escassa ou mesmo nula.</p><p>Nos locais onde ainda consegue cair algumas chuvas, predomina a</p><p>vegetação herbácea baixa e pequenos arbustos, bem como alguns cactos.</p><p>Nas regiões onde as chuvas são extremamente raras, a vegetação está</p><p>completamente ausente: é o deserto absoluto, arenoso ou pedregoso.Prof˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p><p>Prof˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p><p>Bibliografia</p><p>ALVES, B. L. A Questão Ambiental. Ed. Portograff.</p><p>BASIC, N. B.; LOZANO, R.; SILVA, A. C. Geografia. Ed. Moderna.</p><p>DUARTE, L. M. G.; THEODORO, S. H. O Dilema do Cerrado. Ed. Garamond</p><p>Universitária.</p><p>ROSS, J. Geografia Geral e do Brasil. EDUSP</p><p>SCARANO; SANTOS; MARTINS; DA SILVA; GUIMARÃES; MITTERMEIR</p><p>(ORGS). Biomas Brasileiros: Retratos de um País Plural. Eds. Casa da Palavra &</p><p>Conservação Global.</p><p>MEIRELLES FILHO, João. O Livro de Ouro da Amazônia. Ed. Ediouro.</p><p>Prof˚ R</p><p>obert R</p><p>OC</p>