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<p>www.profthaisformagio.com.br</p><p>Lista 3B- Neoliberalismo</p><p>1. (Espcex (Aman) 2023) No início da década de 1990, ganhou</p><p>impulso, inclusive no Brasil, uma ideologia contrária ao Estado</p><p>intervencionista e protecionista, com a defesa do “Estado mínimo”,</p><p>subordinado à economia de mercado e capaz de atrair investimentos</p><p>internacionais. Pode-se dizer que, assim, adotava-se</p><p>a) a economia normativa.</p><p>b) a abordagem microeconômica.</p><p>c) o neoliberalismo.</p><p>d) a globalização.</p><p>e) o nacional-desenvolvimentismo.</p><p>2. (Uece 2022) Considerando o cenário geoeconômico</p><p>contemporâneo no que diz respeito ao neoliberalismo e sua influência</p><p>na dinâmica econômica e financeira global das últimas décadas, é</p><p>correto dizer que</p><p>a) a economia política do neodesenvolvimentismo de base nacional e</p><p>industrial vem sendo capaz de dar respostas à conjuntura crítica</p><p>macroeconômica global e, por essa razão, não se abstém de</p><p>participar da economia global, sendo positivamente recepcionada</p><p>pelos defensores da agenda neoliberal.</p><p>b) a corrente de pensamento neoliberal que surgiu logo depois da</p><p>Segunda Guerra Mundial na Europa e nos Estados Unidos, onde</p><p>o capitalismo era hegemônico, e teve como primeira experiência</p><p>neoliberal sistemática o Chile, nos anos 1970, sob a ditadura de</p><p>Pinochet, desloca as possibilidades de soberania para as</p><p>organizações, corporações transnacionais e outras entidades de</p><p>âmbito global.</p><p>c) o neoliberalismo dos tempos da globalização do capitalismo</p><p>retoma e desenvolve os princípios que haviam sido formulados e</p><p>colocados em prática com o liberalismo, ou a doutrina da mão</p><p>invisível, a partir do século XVIII. Mas, o que distingue o</p><p>neoliberalismo é o fato de ele dizer respeito à vigência e</p><p>generalização das forças estatais capitalistas em âmbito global.</p><p>d) O pensamento ultraconservador que vem ganhando terreno no</p><p>discurso político contemporâneo penetrou as fissuras das elites</p><p>neoliberais cosmopolitas e progressistas dos países</p><p>desenvolvidos que, até então, controlavam a economia, as</p><p>finanças globais e as estratégias territoriais de escopo</p><p>internacional. Em seu lugar, propõe uma política identitária</p><p>pluralista e de fraternidade, para o convívio entre as nações com</p><p>diferentes graus de desenvolvimento econômico e social.</p><p>3. (Unicamp 2022) A atual pandemia não é uma situação de crise</p><p>claramente contraposta a uma situação de normalidade. Desde a</p><p>década de 1980 – à medida que o neoliberalismo se foi impondo</p><p>como a versão dominante do capitalismo e este se foi sujeitando</p><p>mais e mais à lógica do setor financeiro –, o mundo tem vivido em</p><p>permanente estado de crise. Uma situação duplamente anômala. Por</p><p>um lado, a ideia de crise permanente é um oxímoro, e constitui a</p><p>oportunidade para ser superada e dar origem a um melhor estado de</p><p>coisas.</p><p>(Adaptado de Boaventura de Sousa Santos, A cruel pedagogia do</p><p>vírus. Coimbra: Almedina, 2020, p. 5.)</p><p>Com base no texto e em seus conhecimentos, faça o que se pede a</p><p>seguir:</p><p>a) Diferencie epidemia, pandemia e sindemia, e responda por que a</p><p>pandemia não atingiu igualmente todas as classes sociais.</p><p>b) Defina “neoliberalismo”. Explique por que ele produz uma crise</p><p>permanente. Com base no conceito de capitalismo, defina</p><p>normalidade e crise. (P.S aula especial sobre o assunto em</p><p>atualidades ‘ Geografia da Pandemia’).</p><p>4. (Enem PPL 2022) De Seattle a Porto Alegre, contramovimentos</p><p>espontâneos estariam emergindo pragmaticamente na esteira da</p><p>nova onda de mercantilização causada pela globalização. Assim,</p><p>somados, o aumento da feminilização, as diferentes formas de</p><p>flexibilização e o aumento da informalidade verificados em escala</p><p>global serviriam para aproximar objetivamente os interesses do</p><p>proletariado do norte e sul globalizados, possibilitando uma retomada</p><p>do processo de internacionalização das práticas solidárias.</p><p>BRAGA, R. A rebeldia do precariado: trabalho e neoliberalismo no sul</p><p>global. São Paulo: Boitempo, 2017 (adaptado).</p><p>A unificação da pauta dos movimentos sociais internacionais, descrita</p><p>no texto, tem como principal objetivo:</p><p>a) Denunciar o tráfico de pessoas.</p><p>b) Contestar a corrida armamentista.</p><p>c) Condenar a degradação ambiental.</p><p>d) Desaprovar o comércio transnacional.</p><p>e) Combater a precarização do emprego.</p><p>www.profthaisformagio.com.br</p><p>5. (Fuvest 2021)</p><p>O esquema apresenta a linha de urbanização da sociedade, que vai</p><p>do 0 ao 100%. Considerando os referenciais trazidos no esquema,</p><p>fazem parte do contexto identificado na chamada “zona crítica”:</p><p>a) Monetarismo; Revolução Industrial; lei BilI Aberdeen.</p><p>b) Comunismo; centralização do poder; New Deal.</p><p>c) Neoliberalismo; elevada urbanização; crise hipotecária de 2008.</p><p>d) Neocolonialismo; Revolução Agrária; quebra da Bolsa de Nova</p><p>lorque.</p><p>e) Mercantilismo; financeirização da economia; Acordo de Vestfália.</p><p>6. (Uepg 2021) Sobre o neoliberalismo no mundo, assinale o que for</p><p>correto.</p><p>01) A privatização, ou seja, a transferência de empresas públicas</p><p>para a iniciativa privada é um dos preceitos dessa filosofia</p><p>política.</p><p>02) A estatização de empresas de hidrocarbonetos, como ocorreu na</p><p>Venezuela, faz parte do hall de práticas neoliberais existentes no</p><p>mundo.</p><p>04) A mínima intervenção estatal com desregulamentação da</p><p>economia está entre as ideias defendidas pelos neoliberais.</p><p>08) As políticas de defesa de saúde pública, como ocorrem no</p><p>Canadá, e de transporte gratuito para todos, como ocorrem em</p><p>Luxemburgo, são exemplos de práticas neoliberais de sucesso.</p><p>16) Margaret Thatcher, primeira-ministra britânica, foi uma grande</p><p>defensora do neoliberalismo no século XX.</p><p>7. (Unesp 2020) O advento de chefes de Estado-empresa marca uma</p><p>transição sistêmica entre o enfraquecimento do Estado-nação e o</p><p>fortalecimento da corporação apoiada em sua racionalidade técnico-</p><p>econômica e gerencial. Essa transferência leva, por um lado, ao</p><p>esvaziamento do Estado, reduzido à administração e à gestão, e, de</p><p>outro, à politização da empresa, que expande sua esfera de poder</p><p>muito além de sua atividade tradicional de produção. A corporação</p><p>tende a se tornar o novo poder político-cultural.</p><p>(Pierre Musso. “Na era do Estado-empresa”.</p><p>http://diplomatique.org.br, 30.04.2019. Adaptado.)</p><p>Coerentes com o neoliberalismo, as propostas do Estado-empresa</p><p>convergem para</p><p>a) a apropriação das forças produtivas pelo Estado e a defesa da</p><p>igualdade social.</p><p>b) o pluralismo democrático e a redistribuição de renda por</p><p>programas de assistência social.</p><p>c) a regulamentação da força de trabalho e a defesa da produção</p><p>flexível.</p><p>d) o protecionismo econômico e a implantação de políticas fiscais</p><p>contra a inflação.</p><p>e) a adoção de privatizações e a mínima intervenção do Estado na</p><p>economia.</p><p>8. (Pucpr Medicina 2019) Leia o texto a seguir.</p><p>“Na atual crise, o governo não é a solução de nossos problemas,</p><p>o governo é o problema”.</p><p>Ronald Reagan (Partido Republicano), em seu discurso de posse</p><p>proferido em 20 de janeiro de 1981.</p><p>“Tampouco a pergunta diante de nós é se o mercado é uma força do</p><p>bem ou do mal. Seu poder para gerar riqueza e expandir a liberdade</p><p>não tem igual, mas esta crise nos fez lembrar que, sem um olhar</p><p>atento, o mercado pode sair do controle – e que uma nação não pode</p><p>prosperar por muito tempo se favorece apenas os prósperos”.</p><p>Barack Obama (Partido Democrata), em seu discurso de posse como</p><p>presidente dos Estados Unidos, proferido no dia 20 de janeiro de</p><p>2009.</p><p>FONTE: SENE, Eustáquio de; MOREIRA, João Carlos. Geografia</p><p>geral e do Brasil: espaço geográfico e globalização. 2. ed. reform.</p><p>São Paulo: Scipione, 2013, p. 27-28.</p><p>Os pronunciamentos fazem críticas a duas versões distintas do</p><p>sistema capitalista, que são, respectivamente,</p><p>a) o keynesianismo e o neoliberalismo.</p><p>b) o liberalismo</p><p>e o neoliberalismo.</p><p>c) o liberalismo e a globalização.</p><p>d) o neoliberalismo e o keynesianismo.</p><p>e) a globalização e o neoliberalismo.</p><p>9. (Acafe 2021) A respeito da mundialização do modo de produção</p><p>capitalista, com destaque para eventos que ocorreram, sobretudo</p><p>após a segunda metade do século XX e considerando seus</p><p>componentes geográficos, assinale a alternativa correta.</p><p>a) A evolução tecnológica no capitalismo da chamada terceira</p><p>revolução industrial tornou a necessidade de mão de obra cada</p><p>vez maior nas indústrias, o que explica a grande expansão das</p><p>multinacionais pelo mundo a partir da década de 1970. O avanço</p><p>tecnológico contribuiu com a evolução da produção em escala</p><p>mundial, mas não do consumo em escala mundial.</p><p>b) A produção capitalista internacional, no século XX, derivou da</p><p>incorporação da mão de obra apenas dos países desenvolvidos e</p><p>www.profthaisformagio.com.br</p><p>industrializados em uma estrutura produtiva empresarial</p><p>mundialmente integrada. A maior parte da força de trabalho</p><p>empregada pelas multinacionais permanece dentro de seus</p><p>países de origem.</p><p>c) O desenvolvimento do capitalismo, após a Segunda Guerra</p><p>Mundial, deve ser entendido como processo de consolidação dos</p><p>oligopólios internacionais que deu origem às empresas</p><p>multinacionais, sejam elas cartéis, trustes ou monopólios</p><p>industriais e/ou financeiros.</p><p>d) A criação da ONU (Organização das Nações Unidas), do Banco</p><p>Mundial, do FMI (Fundo Monetário Internacional), entre outros, por</p><p>suas características de regulamentação das relações de trabalho,</p><p>das relações políticas entre os países e da imposição legislações</p><p>dentro do mundo capitalista acabaram, em conjunto, dificultando</p><p>as expansões das empresas multinacionais.</p><p>10. (Unicamp 2017) A presença de empresas globais que dominam o</p><p>mercado de tecnologia no mundo costuma gerar atritos com os</p><p>governos nacionais e impactos de diferentes dimensões em sua</p><p>indústria cultural e na privacidade dos indivíduos. Diante do poder</p><p>dessas grandes empresas, os Estados nacionais buscam estabelecer</p><p>regras antitrustes para o setor.</p><p>Adaptado de Farhad Manjoo, The New York Times/Folha de São</p><p>Paulo, 11/06/2016, p. 1 e 2.</p><p>Com relação ao poder econômico e político das empresas globais de</p><p>tecnologia digital e as ações dos governos nacionais, é correto</p><p>afirmar que:</p><p>a) A tecnologia digital representou uma expressiva reestruturação da</p><p>ordem global. Houve maior democratização da circulação de</p><p>informações pela internet e os Estados nacionais perderam</p><p>totalmente o controle do conteúdo transmitido pelas redes digitais.</p><p>b) O poder das grandes empresas de tecnologia predomina apenas</p><p>nos países pobres, cujos Estados dispõem de limitadas</p><p>legislações para o controle desses grupos econômicos em seus</p><p>territórios, sobretudo no que diz respeito às mídias globais.</p><p>c) As leis antitrustes surgiram no final do século XX e foram criadas</p><p>pelos Estados nacionais para o controle do poder econômico das</p><p>empresas globais do mercado de tecnologia digital, setor que</p><p>costuma desenvolver práticas de mercado anticompetitivas.</p><p>d) As empresas de tecnologia digital formam verdadeiros oligopólios</p><p>e controlam diversas redes informacionais; apesar disso, elas</p><p>ainda dependem das legislações dos Estados nacionais para a</p><p>atuação nos territórios e comercialização dos seus produtos.</p><p>11. (Fcmscsp 2023) Analise o gráfico.</p><p>Considerando a análise do gráfico e conhecimentos sobre o mercado</p><p>internacional de combustíveis fósseis, verifica-se que o preço do</p><p>petróleo apresenta</p><p>a) flutuações, impactado pelas sanções econômicas dos países</p><p>impostas à Rússia e pela redução dos investimentos em energia</p><p>renovável na União Europeia.</p><p>b) variações, por ser uma commodity e possuir baixa demanda de</p><p>consumo nos países com industrialização tardia.</p><p>c) instabilidade, por efeito da volatilidade do cenário político e</p><p>econômico global e da incerteza sobre os volumes disponíveis à</p><p>oferta.</p><p>d) oscilações, resultado da política de preços das empresas do setor</p><p>de óleo e gás e do controle na demanda imposta pela OPEP.</p><p>e) constância, em virtude do grande número de operações de crédito</p><p>nas bolsas de valores e da elevação da taxa de juros interna dos</p><p>Estados Unidos.</p><p>12. (Fac. Pequeno Príncipe - Medici 2020) Leia o texto abaixo.</p><p>A Bayer se converteu nesta quinta-feira em líder mundial de</p><p>sementes, fertilizantes e pesticidas, após concluir a compra, por US$</p><p>63 bilhões (cerca de R$ 247 bilhões), da americana Monsanto,</p><p>anunciou o grupo farmacêutico e agroquímico alemão.</p><p>No ano passado, a empresa norte-americana Dow Chemical fundiu-</p><p>se com sua compatriota DuPont, e a chinesa ChemChina comprou a</p><p>empresa suíça Syngenta por US$ 43 bilhões, duas operações que</p><p>preocuparam ambientalistas.</p><p>"Os três novos clusters", DowDupont, ChemChina-Syngenta e Bayer,</p><p>"vão controlar mais do que 60% do mercado de sementes e</p><p>agroquímicos", "irão fornecer quase todos os OGMs (organismos</p><p>geneticamente modificados)" e "terão a maioria das patentes sobre</p><p>as plantas", destacou no ano passado a Fundação Heinrich Böll,</p><p>próxima aos ecologistas alemães.</p><p>Folha de S. Paulo (07/06/2018). Disponível em:</p><p><https://bit.ly/2KERjtt>. Acesso em: 10 ago. 2019. (com adaptações).</p><p>A fusão entre gigantes produtoras de insumos para a produção</p><p>agrícola pode gerar prejuízos para os produtores rurais brasileiros,</p><p>pois diminui a concorrência e pode influenciar diretamente os preços</p><p>de seus produtos, prática conhecida como</p><p>a) cartel.</p><p>b) holding.</p><p>c) just in time.</p><p>d) dumping.</p><p>e) Truste.</p><p>13. (Fac. Pequeno Príncipe - Medici 2020) Leia o texto a seguir.</p><p>A China, principal produtor mundial de aço e alumínio, é acusada de</p><p>praticar dumping para se desfazer de seu enorme excedente de</p><p>produção.</p><p>O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, acusou a China,</p><p>nesta segunda-feira (12/03/2018), de inundar o mercado mundial de</p><p>alumínio e aço baratos, o que considera: "Concorrência desleal". O</p><p>gigante asiático também está no alvo do presidente americano</p><p>Donald Trump, que anunciou tarifas aduaneiras pesadas sobre as</p><p>importações desses dois metais.</p><p>Folha de S. Paulo. Disponível em: <https://bit.ly/33LlcA6>. Acesso</p><p>em: 07/08/19. (com adaptações).</p><p>No comércio exterior, dumping</p><p>a) é um acordo entre empresas concorrentes que combinam preços</p><p>entre si para diminuir a concorrência.</p><p>www.profthaisformagio.com.br</p><p>b) ocorre quando uma única empresa domina a oferta de</p><p>determinado produto ou serviço.</p><p>c) significa a venda de produtos a um preço muito abaixo do que é</p><p>praticado pelo mercado.</p><p>d) representa o conjunto de empresas que domina determinado setor</p><p>da economia ou produto.</p><p>e) é o controle de todas as etapas da produção, desde a extração da</p><p>matéria-prima até a distribuição das mercadorias.</p><p>14. (Uerj simulado 2018) CADE ABRE PROCESSO CONTRA 21</p><p>EMPRESAS E 59 EXECUTIVOS</p><p>O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade),</p><p>órgão do Ministério da Justiça, instaurou processo administrativo para</p><p>investigar 21 empresas e 59 pessoas físicas em licitações públicas</p><p>para contratação de serviços de engenharia, construção e montagem</p><p>industrial. Para o Cade, há evidências de que os investigados teriam</p><p>celebrado acordos para fixar preços, dividir mercado e ajustar</p><p>condições, vantagens ou abstenção em licitações.</p><p>Adaptado de O Globo, 23/12/2015.</p><p>A prática empresarial investigada pelo Cade, ilegal no Brasil, é</p><p>denominada:</p><p>a) cartel</p><p>b) holding</p><p>c) dumping</p><p>d) monopólio</p><p>15. (Ufjf-pism 3 2017) Observe a figura:</p><p>O conceito que melhor caracteriza o fenômeno econômico</p><p>representado na figura é:</p><p>a) cartel.</p><p>b) monopólio.</p><p>c) truste.</p><p>d) holding.</p><p>e) dumping.</p><p>16. (Espcex (Aman) 2015) Segundo Melhem Adas (2004), com a</p><p>venda de produtos a preços mais baixos que o custo de produção, a</p><p>União Europeia foi uma</p><p>das responsáveis pela regressão da</p><p>agricultura de produtos alimentares básicos da África Subsaariana,</p><p>conduzindo esses países a uma situação crítica de insegurança</p><p>alimentar ou de dependência de importação.</p><p>A essa prática econômica chamamos especificamente de</p><p>a) protecionismo econômico</p><p>b) dumping</p><p>c) política de subsídios</p><p>d) desregulamentação econômica</p><p>e) neoliberalismo</p><p>17. (Uerj 2011) Associação chinesa pede boicote a mineradoras</p><p>O presidente da Associação de Ferro e Aço da China pediu ontem</p><p>que os importadores licenciados do país boicotem as três grandes</p><p>empresas de minério de ferro nos próximos dois meses. O pedido é</p><p>uma clara referência à brasileira Vale e às anglo-australianas BHP</p><p>Billiton e Rio Tinto, que vêm impondo mudanças nos acordos de</p><p>compra e venda do minério, determinando preços mais elevados.</p><p>Adaptado de O Globo, 03/04/2010</p><p>O comportamento adotado pelas três empresas mineradoras, caso</p><p>seja comprovado, configuraria a seguinte prática econômica:</p><p>a) cartel</p><p>b) holding</p><p>c) dumping</p><p>d) incorporação</p><p>Bons Estudos,</p><p>Profª Thais Formagio</p>