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<p>UTI: A Atuação do Enfermeiro na Monitorização do Paciente Crítico</p><p>Paula Isabela Maria de Freitas</p><p>Paranaguá, 20 de Maio de 2024</p><p>Palavras</p><p>Chaves</p><p>UTI 1. Assistência de enfermagem 2. Humanização da assistência 3. Monitorização do paciente 4. Hemodinâmica 5.</p><p>UTI</p><p>Assistência de enfermagem</p><p>Humanização da assistência</p><p>Monitorização do paciente</p><p>Hemodinâmica</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>Florence Nightingale e a Origem da UTI:</p><p>Florence Nightingale nasceu em Florença na Itália em 1820 de família tradicional britânica, uma mulher que não seguiu a tradição social de ser uma mulher submissa, dedicou-se a caridade seguindo a vida de enfermeira, ficou conhecida como a Dama da Lâmpada, objeto que usava para acompanhar o estado dos pacientes durante a noite, quando ocorreu a Guerra da Criméia em 1854 Florence foi a responsável por realizar a separação dos soldados de acordo com a gravidade de seus ferimentos, afim de facilitar o cuidado imediato a eles, com base nessas ações de separar e alocar os soldados com ferimentos graves mais próximo aos profissionais da saúde, surge a UTI.</p><p>(OUCHI, 2018).</p><p>Fonte: https://encryptedtbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQvKvMyu-vZeNGt0ehjHFNYgLyA0oJ5MMwCdqfXjwAxeQ&s</p><p>METODOLOGIA</p><p>Definição do tema</p><p>Elaboração da questão norteadora da pesquisa</p><p>Delimitação dos critérios de inclusão e exclusão de artigos</p><p>Revisão da Literatura</p><p>Selecionados: 15 artigos</p><p>Considerados: 12 artigos</p><p>OBJETIVO GERAL</p><p>OBJETIVOS ESPECÍFICOS</p><p>Como o enfermeiro deve atuar para garantir a correta monitorização do paciente na UTI?</p><p>Citar os principais procedimentos que são realizados pelos enfermeiros na monitorização dos pacientes em UTI;</p><p>Entender os principais desafios e complicações nos procedimentos de monitorização dos pacientes em UTI;</p><p>Enfatizar os benefícios da monitorização das funções vitais para os pacientes internos no ambiente UTI.</p><p>METODOLOGIA</p><p>Bancos de Dados Consultados:</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>O que é a UTI?</p><p>Qual importância da UTI para o paciente crítico?</p><p>Fonte:</p><p>https://media.starlightcms.io/workspaces/isgh/isgh/optimized/uti-hgwajpg-nzjngr6ebm.jpg</p><p>Imagens da equipamentos da UTI do HP</p><p>Monitor Multiparâmetros</p><p>RESULTADOS</p><p>Relevância da UTI na sobrevida dos pacientes e os desafios enfrentados na monitorização.</p><p>Funções fundamentais do enfermeiro na UTI: cuidar, educar, coordenar, colaborar e supervisionar.</p><p>A Importância da tecnologia na UTI, e a necessidade de um cuidado humanizado e individualizado.</p><p>Fonte:</p><p>https://cdn.progresso.com.br/upload/dn_noticia/2013/01/510117ad867aa2ca6f42bab3787acf6ab7ebf7e2b7d8f.jpg</p><p>CONCLUSÃO</p><p>Os enfermeiros(as) devem reconhecer que as competências são essenciais, esses utilizando a tecnologia como aliada, sem deixar de ter um olhar global e individualizado ao mesmo tempo, ele é o elo que garante uma boa interação com a equipe multidisciplinar, dessa forma garantindo a homeostasia do paciente. Neste sentido, é crucial que o enfermeiro seja formado desde a sua carreira de graduação para estar consciente de que, seja qual for a tecnologia, o cuidado deve ser sempre humanizado.</p><p>Fonte:</p><p>https://www.ceara.gov.br/wpcontent/uploads/2019/12/banner_uti_HM_dez2019_002.png</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>DA SILVA MESQUITA, Deisiane et al. Acolhimento de Enfermagem na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal segundo binômio pais-filhos: estudo de revisão integrativa da literatura. Revista Eletrônica Acervo Saúde, v. 11, n. 13, p. e980-e980, 2019.</p><p>DE AZEVEDO RUIVO, Bárbara Alves Ruela et al. Assistência de enfermagem na segurança do paciente na UTI: uma revisão integrativa da literatura. Revista Eletrônica Acervo Enfermagem, v. 5, p. e5221-e5221, 2020.</p><p>DO AMARAL NETO, Júlio Carneiro et al. Monitorização neurológica por meio do eletroencefalograma de amplitude integrada na unidade de terapia intensiva neonatal: uma revisão integrativa de literatura. Brazilian Journal of Health Review, v. 4, n. 4, p. 14621-14632, 2021.</p><p>DOS SANTOS JUNIOR, Paulo Jonas et al. Atuação do Enfermeiro na Unidade de Terapia Intensiva. Revista Transformar, v. 15, n. 1, p. 523-532, 2021.</p><p>DOS SANTOS, Marisa Gomes et al. Boas práticas de enfermagem na unidade de terapia intensiva: Desenvolvendo o histórico de enfermagem. Enfermagem em Foco, v. 11, n. 1, 2020.</p><p>GARDENGHI, Giulliano. Exercício em unidades de terapia intensiva, segurança e monitorização hemodinâmica. Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício, v. 19, n. 1, p. 3-12, 2020.</p><p>VENTURI, Viviane; VIANA, Cidicléia Pereira; MAIA, Luiz Faustino dos Santos; BASÍLIO, Maria Jesuela; OLIVEIRA, Andréia Avelino; SOBRINHO, Josiane Carlos; MELO, Roberto da Silva Ferreira. O papel do enfermeiro no manejo da monitorização hemodinâmica em unidade de terapia intensiva. Revista Cientifica Enfermagem, São Paulo, v.6, n.17, p.19-23, 2016.</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>OUCHI, Janaina Daniel et al. O papel do enfermeiro na unidade de terapia intensiva diante de novas tecnologias em saúde. Rev Saúde em Foco, v. 10, p. 412-428, 2018.</p><p>POLI, Marcela Caneschi Fraga. Atendimento Humanizado Exercido Por Enfermeiros na Unidade de Terapia Intensiva: Uma Revisão Bibliográfica. Epitaya E-books, v. 1, n. 28, p. 71-89, 2023.</p><p>SILVA, Juliana Aparecida da; SANTOS, Luciana Soares Costa. Monitorização da função renal de pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva em uso de antimicrobianos. Arquivos Médicos dos Hospitais da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, v. 65, 2020.</p><p>Resolução Nº 7, de 24 de fevereiro de 2010, Anvisa. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2010/res0007_24_02_2010.html. Acesso em: 24 mar. 2024</p><p>XAVIER, Pedro Bezerra, et al. A atuação do enfermeiro na prevenção de lesões por pressão em unidade de terapia intensiva: revisão crítica da literatura. Research, Society and Development, 2022, 11.7: e24311730045-e24311730045.</p><p>CENEDÉSI, Micheli Grande, et al. Funções desempenhadas pelo enfermeiro em Unidade de Terapia Intensiva. Rev René, Fortaleza, v. 13, n. 1, pág. 94-102, 2012.</p><p>LOBÃO, William Mendes; MENEZES, Igor Gomes. Atitude dos enfermeiros e predisposição da ocorrência de eventos adversos em unidade de terapia intensiva. Revista UFPE, Rio de Janeiro, v.11, n.5, p.1971-1979, 2017.</p><p>AGRADECIMENTOS</p><p>Agradeço a Deus por me dar força de chegar até aqui, a minha Filha que foi meu combustível para seguir sempre em frente, e ao meu Esposo por ter sido meu apoio quando precisei me ausentar do meu lar para realizar meu sonho de me tornar uma Enfermeira e a todos que passaram em minha vida até aqui, e aos professores por todo conhecimento compartilhado!</p><p>image4.png</p><p>image5.jpeg</p><p>image6.jpeg</p><p>image10.svg</p><p>image7.png</p><p>image8.svg</p><p>image9.png</p><p>image11.png</p><p>image12.svg</p><p>.MsftOfcThm_Accent1_Fill_v2 {</p><p>fill:#4472C4;</p><p>}</p><p>.MsftOfcThm_Accent1_Stroke_v2 {</p><p>stroke:#4472C4;</p><p>}</p><p>image13.png</p><p>image14.svg</p><p>.MsftOfcThm_Accent1_Fill_v2 {</p><p>fill:#4472C4;</p><p>}</p><p>.MsftOfcThm_Accent1_Stroke_v2 {</p><p>stroke:#4472C4;</p><p>}</p><p>image15.png</p><p>image16.svg</p><p>.MsftOfcThm_Accent1_Fill_v2 {</p><p>fill:#4472C4;</p><p>}</p><p>.MsftOfcThm_Accent1_Stroke_v2 {</p><p>stroke:#4472C4;</p><p>}</p><p>image17.png</p><p>image18.svg</p><p>image19.gif</p><p>image20.png</p><p>image21.png</p><p>image22.png</p><p>image23.jpeg</p><p>image24.jpg</p><p>image25.jpg</p><p>image26.jpeg</p><p>image27.jpeg</p><p>media1.mp4</p><p>image28.jpeg</p><p>image29.png</p><p>image30.jpeg</p><p>image31.png</p><p>image32.png</p><p>image33.jpg</p><p>image34.jpeg</p><p>image35.jpg</p>