Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

<p>16/05/2024</p><p>1</p><p>Disciplina de Neuroanatomia e Neurofisiologia</p><p>Plexos Somáticos (Braquial e Lombossacral)</p><p>Prof. Dr. Erivelto Luís Chacon</p><p>CURSO DE PSICOLOGIA</p><p>Medula Espinal</p><p>• Tem um formato cilindróide,</p><p>levemente achatada ântero-</p><p>posterior;</p><p>• No adulto apresenta cerca de</p><p>1cm de diâmetro e 45 cm de</p><p>comprimento;</p><p>• Seu limite superior ou cranial</p><p>está no plano horizontal que</p><p>passa ao nível do forame magno</p><p>do osso occipital e o limite</p><p>inferior ou caudal está no plano</p><p>da 2º vértebra lombar (L2), após</p><p>este segmento forma-se a cauda</p><p>equina (feixe de nervos);</p><p>• 31 pares de nervos espinais se</p><p>conectam à medula espinal por</p><p>meio das raízes espinais;</p><p>16/05/2024</p><p>2</p><p>Seu calibre não é uniforme:</p><p>- Intumescência Cervical =</p><p>origem do: Plexo braquial</p><p>- Intumescência Lombar =</p><p>origem do: Plexo lombossacral</p><p>Forma e Estrutura</p><p>Geral da Medula</p><p>Espinal</p><p>16/05/2024</p><p>3</p><p>- Intumescência Cervical:</p><p>- Intumescência Lombar:</p><p>Plexo</p><p>Braquial</p><p>Plexo</p><p>Lombossacral</p><p>GROSSAS RAÍZES NERVOSAS QUE</p><p>FORMAM O PLEXO BRAQUIAL E</p><p>PLEXO LOMBOSSACRAL</p><p>Nervos intercostais</p><p>8 NERVOS CERVICAIS</p><p>1º nervo espinal (C1) sai acima da vértebra C1.</p><p>8º nervo espinal sai abaixo da vértebra C7.</p><p>12 NERVOS TORÁCICOS</p><p>5 NERVOS LOMBARES</p><p>5 NERVOS SACRAIS</p><p>1 COCCÍGEO</p><p>31 pares de nervos</p><p>espinais se conectam à</p><p>medula espinal por meio</p><p>das raízes espinais;</p><p>16/05/2024</p><p>4</p><p>7</p><p>PLEXO</p><p>BRAQUIAL</p><p>8</p><p>16/05/2024</p><p>5</p><p>9</p><p>Plexo braquial</p><p>O Plexo Braquial supre os músculos do</p><p>membro superior e a parte cutânea do</p><p>membro e parcialmente do tronco.</p><p>Devido aos movimentos precisos do membro</p><p>e cíngulo superior, o plexo braquial apresenta</p><p>uma formação complexa e muitos nervos.</p><p>No plexo braquial os ramos anteriores se</p><p>unem para formar troncos, esses se dividem</p><p>em porções anteriores e posteriores, que</p><p>se unem para formar os fascículos do plexo</p><p>braquial.</p><p>Os nervos do plexo braquial podem ter origem</p><p>nos ramos anteriores, troncos ou fascículos.</p><p>Os nervos que se originam dos fascículos</p><p>são denominados de ramos terminais do</p><p>plexo braquial.</p><p>Os ramos anteriores de C5, C6, C7, C8, e</p><p>T1 formam o plexo braquial.</p><p>Algumas vezes o plexo braquial pode ter</p><p>contribuição de C4 (plexo pré-fixado), outras</p><p>vezes a contribuição de T2 (plexo pós-fixado).</p><p>Formação dos troncos do plexo</p><p>braquial e seus ramos</p><p>O plexo braquial forma três troncos: superior, médio e</p><p>inferior.</p><p>Tronco superior: formado pela união dos ramos</p><p>anteriores de C5 e C6.</p><p>Tronco médio: formado pelo ramo anterior de C7.</p><p>Tronco inferior: formado pela união dos ramos anteriores</p><p>de C8 e T1.</p><p>MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014</p><p>Alguns nervos se originam diretamente dos ramos</p><p>anteriores, como os nervos dorsal da escápula e torácico</p><p>longo.</p><p>Nervo dorsal da escápula: formado pelo ramo anterior de</p><p>C5, dirige-se posteriormente para suprir os músculos:</p><p>levantador da escápula, rombóides menor e maior.</p><p>Nervo torácico longo: formado pelos ramos anteriores</p><p>de C5, C6 e C7, seu trajeto é descendente, para suprir o</p><p>músculo serrátil anterior.</p><p>O tronco superior do plexo braquial origina o nervo</p><p>supraescapular.</p><p>Nervo supraescapular: origina-se do tronco superior,</p><p>dirige-se para a região posterior da escápula, inervando</p><p>os músculos: supraespinal e infraespinal.</p><p>16/05/2024</p><p>6</p><p>MÚSCULO LATÍSSIOMO DO DORSO (grande dorsal): NERVO</p><p>TORACODORSAL / PLEXO BRAQUIAL</p><p>NETTER: Frank H. Netter Atlas De Anatomia Humana. 5 ed. Rio de Janeiro, Elsevier, 2011.</p><p>Formação dos fascículos do plexo</p><p>braquial e seus ramos</p><p>Cada tronco do plexo braquial (superior,</p><p>médio e inferior), se dividem em duas</p><p>partes, uma anterior (divisão anterior), e</p><p>outra posterior (divisão posterior).</p><p>Essas divisões formam os fascículos do plexo</p><p>braquial, sendo eles: medial, lateral e</p><p>posterior.</p><p>1 – Fascículo medial: formado pela divisão</p><p>anterior do tronco inferior do plexo braquial.</p><p>2 – Fascículo lateral: formado pelas divisões</p><p>anteriores dos troncos superior e médio do</p><p>plexo braquial.</p><p>3 – Fascículo posterior: formado pelas</p><p>divisões posteriores dos troncos superior,</p><p>médio e inferior.</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>16/05/2024</p><p>7</p><p>MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014</p><p>Os fascículos do plexo braquial</p><p>originam os nervos:</p><p>1 – Nervo peitoral medial: origina-se do</p><p>fascículo medial e supre os músculos</p><p>peitorais maior e menor.</p><p>2 – Nervo peitoral lateral: origina-se do</p><p>fascículo lateral e supre o músculo peitoral</p><p>maior.</p><p>3 – Nervo toracodorsal: origina-se do</p><p>fascículo posterior e supre o músculo</p><p>latíssimo do dorso.</p><p>4 – Nervo subescapular: origina-se do</p><p>fascículo posterior e supre os músculos</p><p>subescapular e redondo maior.</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>4</p><p>MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014</p><p>Os fascículos do plexo braquial originam</p><p>os nervos:</p><p>Raízes medial e lateral do nervo mediano: o fascículo</p><p>medial origina a raiz medial do nervo mediano (1).</p><p>O fascículo lateral origina a raiz lateral do nervo</p><p>mediano (1).</p><p>As raízes se unem para formar o nervo mediano (nervo</p><p>terminal do plexo braquial).</p><p>2 – Nervo musculocutâneo: origina-se do fascículo</p><p>lateral, dirige-se para o braço, perfurando o músculo</p><p>coracobraquial.</p><p>Supre os músculos: coracobraquial, braquial e bíceps</p><p>braquial.</p><p>Na região do cotovelo, o nervo musculocutâneo</p><p>apresenta uma posição mais superficial, para suprir a</p><p>pele da região lateral do antebraço.</p><p>3 – Nervo cutâneo medial do braço: origina-se do</p><p>fascículo medial e supre a pele da face medial do braço.</p><p>4 – Nervo cutâneo medial do antebraço: origina-se do</p><p>fascículo medial e supre a pele da face medial do</p><p>antebraço.</p><p>2</p><p>3</p><p>4</p><p>1</p><p>16/05/2024</p><p>8</p><p>MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014</p><p>Os fascículos do plexo braquial originam</p><p>os nervos:</p><p>1 – Nervo ulnar: origina-se do fascículo medial.</p><p>Atravessa o braço sem enviar ramos, passa</p><p>posteriormente ao epicôndilo medial, alcançado o</p><p>antebraço.</p><p>No antebraço supre os músculos: flexor ulnar do</p><p>carpo e a parte medial do flexor profundo dos dedos</p><p>(para os 4º e 5º dedos).</p><p>Atravessa o punho, com trajeto entre o osso</p><p>pisiforme e hamato (túnel ulnar, ou canal de</p><p>“Guyon”).</p><p>Na mão supre os músculos: adutor do polegar,</p><p>lumbricais (3º e 4º), interósseos palmares,</p><p>interósseos dorsais, flexor curto do dedo mínimo,</p><p>abdutor do dedo mínimo e oponente do dedo</p><p>mínimo.</p><p>A inervação cutânea conferida pelo nervo ulnar é na pele</p><p>que recobre o quinto dedo e a metade medial do quarto</p><p>dedo.</p><p>1</p><p>MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014</p><p>Os fascículos do plexo braquial originam</p><p>os nervos:</p><p>2 – Nervo mediano: formado pelas raízes medial e</p><p>lateral (fascículos medial e lateral).</p><p>Atravessa o braço sem enviar ramos.</p><p>No cotovelo, o nervo mediano perfura o músculo</p><p>pronador redondo, e distribui-se para os músculos</p><p>do antebraço: pronador redondo, flexor radial do</p><p>carpo, palmar longo, flexor superficial dos dedos,</p><p>flexor profundo dos dedos (para os 2º e 3º dedos),</p><p>flexor longo do polegar.</p><p>Para alcançar a mão, atravessa o punho pelo túnel do</p><p>carpo.</p><p>Na mão supre os músculos: abdutor curto do</p><p>polegar, oponente do polegar, flexor curto do</p><p>polegar, 1º e 2º lumbricais.</p><p>A inervação cutânea do nervo mediano e a palma da</p><p>mão, face anterior do 1º, 2º, 3º dedos, e a metade</p><p>lateral do 4º dedo.</p><p>Também supre a pele do dorso das falanges distais</p><p>do 2º, 3º e metade lateral do 4º dedos.</p><p>2</p><p>16/05/2024</p><p>9</p><p>MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014</p><p>Os fascículos do plexo braquial originam</p><p>os nervos:</p><p>3 – Nervo axilar: origina-se do fascículo posterior.</p><p>Contorna o colo do úmero e supre os músculos deltóide</p><p>e redondo menor.</p><p>Envia fibras para suprir a pele da face lateral e superior</p><p>do ombro.</p><p>4 – Nervo radial: origina-se do fascículo posterior.</p><p>O nervo radial supre os músculos tríceps braquial e</p><p>ancôneo no braço.</p><p>Supre a pele da faces ínfero-lateral e posterior</p><p>do</p><p>braço.</p><p>No cotovelo está localizado anteriormente ao</p><p>epicôndilo lateral, dividindo-se em dois ramos:</p><p>superficial e o profundo.</p><p>O ramo superficial do nervo radial supre a pele da região</p><p>da tabaqueira anatômica.</p><p>O ramo profundo do nervo radial supre os músculos:</p><p>braquiorradial, supinador, extensores radiais longo e</p><p>curto do carpo, extensores dos dedos, extensor</p><p>ulnar do carpo, extensor longo do polegar, extensor</p><p>curto do polegar e abdutor longo do polegar.</p><p>3</p><p>4</p><p>PLEXO BRAQUIAL - RESUMO</p><p>Definição:</p><p>O plexo braquial é um grupamento complexo de nervos, com cerca de 15 centímetros de comprimento (no adulto), que se origina da medula espinal na região do</p><p>pescoço, passa debaixo da clavícula e alcança a axila, onde origina cinco nervos que vão controlar os movimentos e a sensibilidade do ombro, braço, antebraço e mão.</p><p>Formação:</p><p>É formado pela união dos ramos anteriores dos nervos C5 até C8 e pela maior parte maior do ramo anterior de T1</p><p>Na parte inferior do pescoço, as raízes do plexo se unem para formar três troncos:</p><p>Tronco Superior - União das raízes C5 e C6</p><p>Tronco Médio -Continuação da raiz C7</p><p>Tronco Inferior - União das raízes C8 e T1</p><p>Os ramos do plexo braquial podem ser supraclaviculares e infraclaviculares</p><p>Ramos Supraclaviculares do Plexo Braquial</p><p>Originam-se das raízes (anteriores) e dos troncos do plexo braquial</p><p>Nervo Dorsal da Escápula - Recebe fibras de C5 \ C4</p><p>Nervo Torácico Longo (C5, C6 E C7) - Recebe fibras de C5, C6 e C7</p><p>Nervo Subclávio - Recebe fibras de C5, C6 e C7</p><p>Nervo Supraescapular - Recebe fibras de C5, C6 e C7</p><p>Ramos Infraclaviculares do Plexo Braquial</p><p>No fascículo lateral do plexo braquial = fibras de C5 até C7. Possui 3 ramos:</p><p>Nervo peitoral lateral (ramo lateral) - Recebe fibras de C5, C6 e C7</p><p>Nervo Musculocutâneo (ramo terminal) - Recebe fibras de C5 até C7</p><p>Nervo Mediano - ramo terminal</p><p>No fascículo medial do plexo braquial = fibras de C8 Até T1. Possui 5 ramos:</p><p>Nervo Peitoral Medial (ramo lateral) Recebe fibras de C8 \ T1</p><p>Nervo Cutâneo Medial (ramo lateral) Recebe fibras de C8 \ T1</p><p>Nervo Cutâneo Medial do Antebraço (ramo lateral) Recebe fibras de C8 E T1</p><p>Nervo Ulnar - ramo terminal</p><p>Raiz Medial do Nervo Mediano - ramo terminal</p><p>No fascículo posterior do plexo braquial = fibras de C5 Até T1. Possui 5 ramos:</p><p>Nervo Subescapular (superior) - ramo lateral - Recebe fibras de C5 e C6</p><p>Nervo Tóracodorsal - ramo lateral - Recebe fibras de C6, C7 e C8</p><p>Nervo Subescapular (inferior) - ramo lateral - Recebe fibras de C6 e C7</p><p>Nervo Axilar - ramo terminal - Recebe fibras de C5 e C6</p><p>Nervo Radial - ramo terminal - Recebe fibras de C5 \ T1 MOORE: Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014</p><p>16/05/2024</p><p>10</p><p>NERVO MEDIANO</p><p>Túnel do Carpo</p><p>O Túnel do Carpo é atravessado por 10(dez) estruturas, sendo:</p><p>04(quatro) Tendões dos Músculos Flexores Profundos dos</p><p>Dedos.</p><p>04(quatro) Tendões dos Músculos Flexores Superficiais dos</p><p>Dedos.</p><p>01(um) Tendão do Músculo Flexor Longo do Polegar.</p><p>01(um) Nervo Mediano.</p><p>16/05/2024</p><p>11</p><p>NERVO ULNAR</p><p>NERVOS:</p><p>1 – AXILAR,</p><p>2 – RADIAL e</p><p>3 – ULNAR</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>16/05/2024</p><p>12</p><p>ESCÁPULA ALADA. FRAQUEZA DO M. SERRÁTIL</p><p>ANTERIOR. LESÃO DO N. TORACICO LONGO</p><p>MÃO CAÍDA. FRAQUEZA DOS MM. POSTERIORES</p><p>DO ANTEBRAÇO. LESÃO DO N. RADIAL</p><p>MÃO EM GARRA. LESÃO DO N. ULNAR</p><p>MÃO EM BENÇÃO. LESÃO DO NERVO MEDIANO</p><p>Síndrome do Desfiladeiro Torácico</p><p>16/05/2024</p><p>13</p><p>25</p><p>16/05/2024</p><p>14</p><p>Plexo Lombossacral</p><p>Rede nervosa formada pelas</p><p>anastomoses dos ramos anteriores dos</p><p>nervos espinais lombares e sacrais</p><p>Plexo Lombossacral: é formado</p><p>pelos ramos ventrais dos nervos</p><p>espinais de (T12, L1, L2, L3 e L4 –</p><p>Plexo Lombar + L4, L5 (Tronco</p><p>Lombossacral), S1, S2, S3 e S4 –</p><p>Plexo Sacral), Os ramos ventrais antes</p><p>de atingirem seu território de inervação,</p><p>trocam fibras nervosas com os ramos</p><p>ventrais dos nervos espinais mais</p><p>superiores ou inferiores, fazendo um</p><p>verdadeiro intercâmbio e emaranhado</p><p>de fibras nervosas originando, assim, o</p><p>plexo lombossacral.</p><p>Intumescência</p><p>Cervical</p><p>Intumescência</p><p>Lombossacral</p><p>Plexo</p><p>Braquial</p><p>Plexo</p><p>Lombossacral</p><p>GROSSAS RAÍZES NERVOSAS QUE</p><p>FORMAM O PLEXO BRAQUIAL E</p><p>PLEXO LOMBOSSACRAL</p><p>Nn. intercostais</p><p>16/05/2024</p><p>15</p><p>Plexo Lombar</p><p>O Plexo lombar emerge</p><p>entre os músculos</p><p>quadrado lombar e psoas</p><p>maior</p><p>Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.</p><p>Parede posterior do</p><p>abdome.</p><p>1 = nervo subcostal.</p><p>2 = nervo ílio-</p><p>hipogástrico.</p><p>3 = nervo</p><p>genitofemoral.</p><p>4 = nervo cutâneo</p><p>lateral da coxa.</p><p>5 = nervo femoral.</p><p>6 = nervo obturatório</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>4</p><p>5</p><p>6</p><p>As fusões das fibras do primeiro nervo</p><p>lombar, juntamente com as fibras do décimo</p><p>segundo nervo torácico, dividem-se em um</p><p>ramo superior e outro inferior.</p><p>O ramo superior forma os nervos ílio-</p><p>hipogástrico e ílioinguinal, enquanto que o</p><p>ramo inferior se junta ao ramo do segundo</p><p>nervo lombar e forma o nervo</p><p>genitofemoral.</p><p>As fibras do segundo, terceiro e quarto</p><p>nervos lombares separam-se em uma</p><p>divisão anterior e posterior. As fibras da</p><p>divisão anterior agrupam-se para formar o</p><p>nervo obturatório e as divisões posteriores</p><p>do segundo e terceiro nervos lombares</p><p>dividem-se novamente. Dessa divisão surge</p><p>o nervo cutâneo lateral da coxa. Para a</p><p>formação do nervo femoral, ocorre a troca de</p><p>fibras nervosas das divisões posteriores do</p><p>segundo ao quarto nervo lombar</p><p>Formação do Plexo Lombar</p><p>16/05/2024</p><p>16</p><p>NERVO FEMORAL (L2-L4)</p><p>MM. ANTERIORES DA COXA.</p><p>Passa profundamente</p><p>ao ligamento inguinal,</p><p>juntamente com os</p><p>vasos femorais (artéria</p><p>e veia femoral</p><p>Lesões que Afetam o Nervo Femoral</p><p>As lesões do nervo femoral frequentemente comprometem também</p><p>nervo obturatório. Devem ser consideradas lesões da medula espinal,</p><p>cauda equina e plexo lombar. As lesões periféricas podem ser resultantes</p><p>de tumores pélvicos, abscessos do músculo psoas, fraturas da pelve e</p><p>porção superior do fêmur, uso de fórceps durante o parto, lesão durante e</p><p>redução de luxação congênita do quadril, pressão exercida durante</p><p>intervenções cirúrgicas prolongadas quando as coxas são fortemente</p><p>abduzidas, ferimentos por projéteis de arma de fogo e por armas brancas,</p><p>aneurismas da artéria femoral e neurite, particularmente o diabetes</p><p>melittus.</p><p>Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.</p><p>1 – NERVO FEMORAL (PELE DAS SUPERFÍCIES ANTERIOR E MEDIAL DA COXA, DA PERNA E DO PÉ)</p><p>2 – CUTÂNEO LATERAL DA COXA (PELE DAS SUPERFÍCIES ANTERIOR, LATERAL E POSTERIOR</p><p>DA COXA)</p><p>Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000</p><p>XXX</p><p>XXX</p><p>XXX</p><p>Músculo quadríceps femoral</p><p>1</p><p>2</p><p>1</p><p>2</p><p>3 – NERVO SAFENO</p><p>(ramo do n. femoral) inerva</p><p>a pele da face medial da</p><p>perna e do pé.</p><p>3</p><p>16/05/2024</p><p>17</p><p>NERVO OBTURATÓRIO</p><p>N. OBTURATÓRIO (L2-L4):</p><p>PELE DA SUPERFÍCIE MEDIAL DA COXA,</p><p>MM. ADUTORES DA COXA</p><p>Lesões que afetam o nervo obturatório:</p><p>O nervo obturatório pode ser comprometido pelos</p><p>mesmos processos que afetam o nervo femoral; é</p><p>rara a paralisia isolada. Não são incomuns a</p><p>pressão exercida pelo útero grávido e lesão durante</p><p>o trabalho de parto complicado. A rotação externa e</p><p>a adução da coxa são prejudicadas e é difícil cruzar</p><p>as pernas. Frequentemente não é significante a</p><p>perda sensitiva. A síndrome de Howship-Romberg é</p><p>causada pela pressão exercida sobre o nervo</p><p>obturatório por hérnia do obturador (rara). O</p><p>principal sintoma é dor, que se irradia para baixo do</p><p>lado interno da coxa e frequentemente é mais</p><p>acentuada na altura do joelho.</p><p>PLEXO SACRAL</p><p>(XXXXX)</p><p>(XXXXX)</p><p>Isquiático</p><p>Isquiático</p><p>1. N. GLÚTEO SUPERIOR</p><p>(L4,L5,S1): MM. GLÚTEO</p><p>MÉDIO,MÍNIMO E TENSOR</p><p>DA FÁSCIA LATA.</p><p>2. N. GLÚTEO INFERIOR (L5-</p><p>S2): M GLÚTEO MÁXIMO·</p><p>3. N. PARA O PIRIFORME</p><p>(S1,S2)</p><p>4. N. PARA O QUADRADO</p><p>FEMORAL (L4,L5,S1)</p><p>5. N. PARA O OBTURADOR</p><p>INTERNO (L5-S2)</p><p>6. N CUTÂNEO FEMORAL</p><p>POSTERIOR(S1-S3): PELE</p><p>DA SUPERFÍCIE ÍNFERO-</p><p>LATERAL DAS NÁDEGAS,</p><p>REGIÃO ANAL, SUPERFÍCIE</p><p>SÚPERO-POSTERIOR DA</p><p>COXA E PERNA, ESCROTO</p><p>E LÁBIOS MAIORES</p><p>DO</p><p>PUDENDO.</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>4</p><p>5 6</p><p>16/05/2024</p><p>18</p><p>Formação do Plexo Sacral há a</p><p>participação de ramos ventrais dos nervos</p><p>lombares L4 e L5 que, fundidos, formam o</p><p>tronco lombossacral. Esse se agrega aos</p><p>nervos sacrais de S1 a S4, originando o</p><p>plexo sacral. Os ramos dos nervos que</p><p>compõem o plexo apresentam ainda uma</p><p>divisão anterior e posterior.</p><p>As quatro divisões superiores posteriores</p><p>juntam-se para formar o nervo fibular comum.</p><p>Todas as cinco divisões anteriores</p><p>(L4,L5,S1,S2,S3) reúnem-se para formar o</p><p>nervo tibial. (na coxa, os nervos tibial e</p><p>fibular estão fundidos formando o nervo</p><p>isquiático). A divisão posterior de S3,</p><p>juntamente com ramos das divisões anteriores</p><p>de S2 e S3 contribuem para o plexo pudendo.</p><p>Vista medial de uma hemipelve, evidenciando o plexo sacral.</p><p>S1 = ramo ventral do primeiro nervo sacral.</p><p>S2 = ramo ventral do segundo nervo sacral</p><p>S3 = ramo ventral do terceiro nervo sacral.</p><p>1 = nervo obturatório.</p><p>2 = tronco lombossacral..</p><p>3 = nervo pudendo..</p><p>Dois nervos</p><p>importantes:</p><p>1 – NERVO PUDENDO (S2-S4):</p><p>É principal nervo sensorial dos</p><p>órgãos genitais! PELE DO</p><p>PÊNIS, ESCROTO, CLITÓRIS,</p><p>LÁBIOS MAIORES E MENORES</p><p>DO PUDENDO, VAGINA E MM.</p><p>DO PERÍNEO</p><p>2 – NERVO ISQUIÁTICO (L4-S3):</p><p>“ANTES DA DIVISÃO” – Inerva</p><p>MÚSCULOS POSTERIOR DA</p><p>COXA</p><p>1</p><p>2</p><p>16/05/2024</p><p>19</p><p>1 – NERVO ISQUIÁTICO (L4-S3):</p><p>“DIVISÃO”:</p><p>2 – NERVO TIBIAL (L4-S3):</p><p>PELE DA SUPERFÍCIE</p><p>POSTERIOR DA PERNA E</p><p>PLANTA DO PÉ, MM.</p><p>POSTERIORES DA PERNA E</p><p>INTRÍNSECOS DO PÉ.</p><p>3 – NERVO FIBULAR COMUM</p><p>(L4-S2):</p><p>PELE DA SUPERFÍCIE</p><p>ANTERIOR DA PERNA E DORSO</p><p>DO PÉ, MM. ANTERIORES DA</p><p>PERNA</p><p>1</p><p>2 3</p><p>NERVO SURAL: supre a PELE da</p><p>face póstero-lateral da perna e</p><p>margem lateral do pé.</p><p>É formado por ramos do NERVO</p><p>TIBIAL e NERVO FIBULAR COMUM.</p><p>16/05/2024</p><p>20</p><p>Síndrome do Músculo Piriforme</p><p>... É A COMPRESSÃO DO NERVO</p><p>ISQUIÁTICO PELO MÚSCULO</p><p>PIRIFORME POR USO EXCESSIVO</p><p>DOS MÚSCULOS GLÚTEOS (ciclistas</p><p>ou alpinistas)...</p><p>EM 12% DAS PESSOAS, O NERVO</p><p>FIBULAR COMUM ATRAVESSA O</p><p>PIRIFORME, PODENDO este Músculo</p><p>COMPRIMÍ-LO.</p><p>16/05/2024</p><p>21</p><p>HÉRNIA DE DISCO</p><p>16/05/2024</p><p>22</p><p>Dermátomo</p><p>Território de inervação de uma</p><p>única raiz sensitiva</p><p>16/05/2024</p><p>23</p><p>16/05/2024</p><p>24</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004.</p><p>DIDIO, J.A.LIBERATO. Tratado de Anatomia Aplicada. 1 ed. São Paulo: póluss,1998.</p><p>DÂNGELO, J. Geraldo. Anatomia humana básica. São Paulo, Atheneu, 2010.</p><p>http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAyDcAK/medula-espinal 2015.</p><p>http://www.arydol.es/bloqueos-centrales-anatomia-meninges.php 2015.</p><p>http://iriamstar.com/41-2/anestesia-raquidiana-e-peridural/2015.</p><p>BEAR, M.F., CONNORS, B.W. & PARADISO, M.A. Neurociências – Desvendando o</p><p>Sistema Nervoso. Artmed Editora.</p><p>MACHADO, A. (Atualização Profa. Lúcia Machado Haertel (filha do autor). Neuroanatomia</p><p>funcional. 4ª ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2022.</p><p>LENT, Roberto Cem Bilhões de Neurônios, 2ª ed. Editora Atheneu</p><p>FRANK H. NETTER, M.D. - Netter Atlas de Anatomia Humana Editora Elsevier PAPAIS</p><p>ALVARENGA, R. M. Neurologia clínica: um método de ensino integrado - volume I</p><p>Neurologia (I). 1. ed. Rio de Janeiro: UNIRIO, 1996. v. 1. 320 p.</p><p>Bons estudos!</p><p>http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAyDcAK/medula-espinal 2015</p><p>http://www.arydol.es/bloqueos-centrales-anatomia-meninges.php 2015</p><p>http://iriamstar.com/41-2/anestesia-raquidiana-e-peridural/</p><p>16/05/2024</p><p>25</p><p>Obrigado!!!erivelto.chacon@usf.edu.br</p>

Mais conteúdos dessa disciplina