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<p>WBA1094_v1.0</p><p>Faixas Sigma: White, Yellow,</p><p>Green e Black Belt</p><p>Avaliação do processo de</p><p>desenvolvimento de projetos de</p><p>Six Sigma e análise de</p><p>resultados</p><p>Desenvolvendo projetos LSS</p><p>Bloco 1</p><p>Marco Aurélio da Cruz Gouveia</p><p>Porque projetos de LSS fracassam?</p><p>Falta de</p><p>compromisso e</p><p>apoio da alta</p><p>administração.</p><p>Resistência à</p><p>mudança.</p><p>Sistema de</p><p>recompensas</p><p>inadequado.</p><p>Monitoramento e</p><p>controle</p><p>inconsistentes.</p><p>Práticas ruins de</p><p>comunicação.</p><p>Falta de</p><p>competência da</p><p>equipe.</p><p>Treinamento e</p><p>aprendizado</p><p>inadequados.</p><p>Tamanho e</p><p>composição da</p><p>equipe abaixo do</p><p>ideal.</p><p>Seleção</p><p>inadequada de</p><p>metodologia.</p><p>Oportunismo.</p><p>Figura 1 – Razões para o fracasso de projetos LSS</p><p>Fonte: adaptado de Antony, Lizarelli e Fernandes (2020).</p><p>Como selecionar um projeto LSS de sucesso</p><p>Figura 2 – Projetos LSS</p><p>Fonte: NicoElNino/ iStock.com.</p><p>• Claramente conectado às</p><p>prioridades do negócio.</p><p>• O problema é de grande</p><p>importância para a</p><p>organização.</p><p>• A importância é clara para a</p><p>organização.</p><p>• Projeto tem o apoio e</p><p>aprovação da gerência.</p><p>• Escopo significativo -</p><p>executável em torno de seis</p><p>meses.</p><p>• Medidas quantitativas claras</p><p>de sucesso.</p><p>O caminho para a implementação do LSS</p><p>Avaliar a</p><p>performance.</p><p>Planejar a</p><p>melhoria.</p><p>Possibilitar a</p><p>execuç��o.</p><p>Executar os</p><p>projetos.</p><p>Manter as</p><p>melhorias.</p><p>Figura 3 – Caminho para a implementação do LSS</p><p>Fonte: adaptado de Werkema (2011).</p><p>Avaliação do processo de</p><p>desenvolvimento de projetos de</p><p>Six Sigma e análise de</p><p>resultados</p><p>Metodologias para gerenciamento de</p><p>projetos</p><p>Bloco 2</p><p>Marco Aurélio da Cruz Gouveia</p><p>Metodologias de gerenciamento de projetos</p><p>• Agile ou Ágil.</p><p>• Cascata.</p><p>• Scrum.</p><p>• Scrumban.</p><p>• PERT – COM.</p><p>• PRINCE2.</p><p>• Guia PMBOK do</p><p>Project Management</p><p>Institute.</p><p>• DMAIC.</p><p>Figura 4 – Reunião da equipe de um projeto LSS</p><p>Fonte: PeopleImages/ iStock.com.</p><p>PRINCE2®</p><p>• PRojects IN Controlled Environments (Projetos em</p><p>Ambientes Controlados).</p><p>• Método baseado em processos para</p><p>gerenciamento eficaz de projetos, usado e</p><p>reconhecido em todo o mundo.</p><p>• Reconhece formalmente as responsabilidades</p><p>dentro de um projeto, concentra-se no que um</p><p>projeto deve entregar (o motivo, quando e para</p><p>quem) e fornece aos projetos de sua organização.</p><p>O modelo de processo PRINCE2</p><p>Figura 5 - Modelo de processo PRINCE2</p><p>Fonte: https://lh3.googleusercontent.com/Zj-OHTI9WRjA7lsQX5Zz3eyh2Owhv5ZTAW1Ko36J4_GOkC-</p><p>jN8JJI1dg1azN8smekzPXKg=s170. Acesso em: 1 jun. 2022.</p><p>PMBOK do Project Management Institute (PMI)</p><p>• Guia PMBOK (Project Management Body of Knowledge). Um</p><p>guia de conhecimento sobre gerenciamento de projetos.</p><p>Figura 6 – PMBOK</p><p>Fonte: golibtolibov/ iStock.com.</p><p>PMBOK do Project Management Institute (PMI)</p><p>Os grupos de processos do</p><p>gerenciamento de projetos são cinco:</p><p>Início Planejamento Execução</p><p>Monitoramento</p><p>e Controle</p><p>Encerramento</p><p>Áreas de conhecimento.</p><p>Gerenciamento: da Integração, de Escopo, de Custos, de Qualidade, das</p><p>Aquisições, de Recursos Humanos, das Comunicações, de Risco, de Tempo.</p><p>Avaliação do processo de</p><p>desenvolvimento de projetos de</p><p>Six Sigma e análise de</p><p>resultados</p><p>LSS – A ferramenta SMED</p><p>Bloco 3</p><p>Marco Aurélio da Cruz Gouveia</p><p>SMED – single minute exchange of die</p><p>• Shigeo Shingo.</p><p>• Troca Rápida de Ferramenta (TRF).</p><p>• Os tempos de troca de ferramenta podem ser drasticamente reduzidos –</p><p>em muitos casos para alguns minutos.</p><p>• Cada elemento da mudança é analisado para ver se pode ser eliminado,</p><p>movido, simplificado ou simplificado.</p><p>Figura 7 – Pit stop fórmula 1</p><p>Fonte: Ekaterina79/ iStock.com.</p><p>A troca de ferramentas e seu impacto na produção</p><p>Figura 8 – Os impactos da troca de ferramentas</p><p>Fonte: McIntosh et al., 2001 (apud SUGAI et al., 2007).</p><p>Benefícios da SMED</p><p>• Menor custo de fabricação: trocas mais rápidas</p><p>significam menos tempo de inatividade do equipamento.</p><p>• Tamanhos de lote menores: trocas mais rápidas</p><p>permitem trocas de produto mais frequentes.</p><p>• Maior capacidade de resposta à demanda do cliente:</p><p>tamanhos de lote menores permitem agendamento mais</p><p>flexível.</p><p>• Níveis de estoque mais baixos: tamanhos de lote</p><p>menores resultam em níveis de estoque mais baixos.</p><p>• Inícios de produção mais estáveis: processos de troca</p><p>padronizados melhoram a consistência e a qualidade.</p><p>Teoria em Prática</p><p>Bloco 4</p><p>Marco Aurélio da Cruz Gouveia</p><p>Reflita sobre a seguinte situação</p><p>Uma das etapas do SMED é converter elementos internos em externos.</p><p>Nesta etapa, o processo de fabricação atual é cuidadosamente examinado,</p><p>com o objetivo de converter o maior número possível de elementos internos</p><p>do setup em externos.</p><p>Para cada elemento interno, a equipe deve fazer as seguintes perguntas: se</p><p>houvesse uma forma de tornar esse elemento externo, qual seria? Como</p><p>poderíamos fazê-lo?</p><p>Isso resultará em uma lista de elementos que são candidatos para ação de</p><p>mudança futura. Essa lista deve ser priorizada para que os candidatos mais</p><p>prioritários sejam os primeiro a serem modificados. Fundamentalmente, isso</p><p>se resume a realizar uma análise de custo/ benefício para cada elemento</p><p>candidato:</p><p>• Custo medido pelos materiais e mão de obra necessários para fazer as</p><p>mudanças necessárias.</p><p>• Benefício medido pelo tempo que será eliminado da transição.</p><p>Uma vez que a lista tenha sido priorizada, o trabalho das modificações</p><p>projetadas pode iniciar.</p><p>Reflita sobre a seguinte situação</p><p>Quais seriam exemplos de técnicas que podem ser usadas</p><p>para converter elementos internos em externos?</p><p>Item Descrição</p><p>Quadro 1 - Resolução</p><p>Fonte: elaborado pelo autor.</p><p>Norte para a resolução</p><p>Quais seriam exemplos de técnicas que podem ser usadas</p><p>para converter elementos internos em externos?</p><p>Item Descrição</p><p>Preparação</p><p>antecipada.</p><p>Prepare as peças com antecedência, por exemplo, pré-aqueça</p><p>as matrizes antes da troca, monte o subconjunto de fixação</p><p>etc.</p><p>Gabaritos. Use gabaritos duplicados, por exemplo, faça o alinhamento e</p><p>outros ajustes antes da troca.</p><p>Modularizar. Modularize o equipamento, por exemplo, substitua o tanque</p><p>de solda ao invés de substituir a solda no tanque, substitua o</p><p>cabeçote ao invés de trocar a ferramenta.</p><p>Modificar. Modificar o equipamento, por exemplo, adicionar proteção</p><p>para permitir uma limpeza segura enquanto o processo está</p><p>em execução.</p><p>Quadro 2 - Resolução</p><p>Fonte: elaborado pelo autor.</p><p>Dicas do(a) Professor(a)</p><p>Bloco 5</p><p>Marco Aurélio da Cruz Gouveia</p><p>Prezado aluno, as indicações a seguir podem estar disponíveis</p><p>em algum dos parceiros da nossa Biblioteca Virtual (faça o login</p><p>através do seu AVA). Algumas indicações também podem estar</p><p>disponíveis em sites acadêmicos como o Scielo, repositórios de</p><p>instituições públicas, órgãos públicos, anais de eventos</p><p>científicos ou periódicos científicos, acessíveis pela internet.</p><p>Isso não significa que o protagonismo da sua jornada de</p><p>autodesenvolvimento deva mudar de foco. Reconhecemos que</p><p>você é a autoridade máxima da sua própria vida e deve,</p><p>portanto, assumir uma postura autônoma nos estudos e na</p><p>construção da sua carreira profissional.</p><p>Por isso, te convidamos a explorar todas as possibilidades da</p><p>nossa Biblioteca Virtual e além! Sucesso!</p><p>Leitura Fundamental</p><p>Indicação de leitura 1</p><p>No livro de Shingo (1996), ele afirma que qualquer um</p><p>que analise cuidadosamente o Sistema Toyota de</p><p>Produção (STP) concluirá que a redução nos tempos de</p><p>setup obtidas com a utilização da SMED é uma</p><p>condição fundamental do STP. Leia com atenção ao</p><p>capítulo 3, Melhoria das operações, onde é detalhada a</p><p>SMED.</p><p>Referência:</p><p>SHINGO, S. O sistema Toyota de produção: do ponto de vista da</p><p>engenharia de produção. Porto Alegre: Grupo A, 1996.</p><p>9788577800995.</p><p>Indicação de leitura 2</p><p>Para aprofundar seus conhecimentos em gerenciamento</p><p>de projetos, leia o livro indicado, capítulo 2, Como se</p><p>preparar para implementar o Gerenciamento</p><p>Organizacional de Projetos (GOP), que apresenta um</p><p>caminho que pode ser adotado na implementação de</p><p>projetos de LSS.</p><p>Referência:</p><p>PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE PMI. Implementando</p><p>o</p><p>gerenciamento organizacional de projetos: um guia de práticas,</p><p>1. ed. São Paulo: Saraiva, 2016.</p><p>Dica do(a) Professor(a)</p><p>Assista ao vídeo, produzido pela Toyota do Brasil,</p><p>sobre o TPS. É apresentado um caso de aplicação do</p><p>TPS na área de saúde.</p><p>TOYOTA DO BRASIL. Conheça o TPS | Sistema</p><p>Toyota de Produção. Toyota do Brasil, vinte e sete</p><p>de novembro de dois mil e dezessete.</p><p>Procurar pelo título no YouTube.</p><p>Referências</p><p>ANTONY, J.; LIZARELLI, F. L.; FERNANDES, M. M. A Global Study Into the Reasons</p><p>for Lean Six Sigma Project Failures: Key Findings and Directions for Further</p><p>Research. In: IEEE Transactions on Engineering Management, 2020. Disponível</p><p>em: https://researchportal.hw.ac.uk/en/publications/a-global-study-into-the-</p><p>reasons-for-lean-six-sigma-project-failur. Accesso em: 1 jun. 2022.</p><p>JLFERA. PRINCE2 Processes. In: WIKIMEDIA COMMONS, a midiateca livre.</p><p>Flórida: Wikimedia Foundation, 2014. Disponível em:</p><p>https://commons.wikimedia.org/wiki/File:PRINCE2_Processes.PNG. Accesso em:</p><p>1 jun. 2022.</p><p>PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE PMI. Implementando o gerenciamento</p><p>organizacional de projetos: um guia de práticas, 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2016.</p><p>SHINGO, S. O sistema Toyota de produção: do ponto de vista da engenharia de</p><p>produção. Porto Alegre: Grupo A, 1996. 9788577800995. Disponível em:</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788577800995/. Acesso em:</p><p>1 jun. 2022.</p><p>Referências</p><p>SUGAI, M.; McINTOSH, R. I.; NOVASKI, O. Metodologia de Shigeo Shingo (SMED):</p><p>análise crítica e estudo de caso. In: Gestão & Produção, v. 14, n. 2, p. 323-335,</p><p>2007. Disponível em:</p><p>https://www.scielo.br/j/gp/a/8zqzvd8p5HgGgbszxtSqzYs/?lang=pt. Accesso em: 1</p><p>jun. 2022.</p><p>TOYOTA DO BRASIL. Conheça o TPS | Sistema Toyota de Produção. Toyota do</p><p>Brasil, vinte e sete de novembro de dois mil e dezessete. Disponível em:</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=61XeVq-1xbY. Acesso em: 1 jun. 2022.</p><p>Bons estudos!</p>