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<p>pcimarkpci MjgwNDowMTRkOjc0ODE6NTUzMDowY2I1OjFiMDQ6ODVlNzo0ZWM2:U2F0LCAxMCBGZWIgMjAyNCAxNjo1MDoxNSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>ENGENHEIRENGENHEIRENGENHEIRENGENHEIRENGENHEIROOOOO(A)(A)(A)(A)(A) DE EQ DE EQ DE EQ DE EQ DE EQUIPUIPUIPUIPUIPAMENTAMENTAMENTAMENTAMENTOS JÚNIOROS JÚNIOROS JÚNIOROS JÚNIOROS JÚNIOR</p><p>INSPEÇÃOINSPEÇÃOINSPEÇÃOINSPEÇÃOINSPEÇÃO</p><p>CONHECIMENTCONHECIMENTCONHECIMENTCONHECIMENTCONHECIMENTOS ESPECÍFICOSOS ESPECÍFICOSOS ESPECÍFICOSOS ESPECÍFICOSOS ESPECÍFICOS</p><p>MA</p><p>RÇ</p><p>O</p><p>/ 2</p><p>01</p><p>0</p><p>TARDE13</p><p>LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.</p><p>01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material:</p><p>a) este caderno, com os enunciados das 70 questões objetivas, sem repetição ou falha, com a seguinte distribuição:</p><p>b) 1 CARTÃO-RESPOSTA destinado às respostas às questões objetivas formuladas nas provas.</p><p>02 - Verifique se este material está em ordem e se o seu nome e número de inscrição conferem com os que aparecem no CARTÃO-</p><p>RESPOSTA. Caso contrário, notifique IMEDIATAMENTE o fiscal.</p><p>03 - Após a conferência, o candidato deverá assinar no espaço próprio do CARTÃO-RESPOSTA, a caneta esferográ-</p><p>fica transparente de tinta na cor preta.</p><p>04 - No CARTÃO-RESPOSTA, a marcação das letras correspondentes às respostas certas deve ser feita cobrindo a letra e</p><p>preenchendo todo o espaço compreendido pelos círculos, a caneta esferográfica transparente de tinta na cor preta,</p><p>de forma contínua e densa. A LEITORA ÓTICA é sensível a marcas escuras; portanto, preencha os campos de</p><p>marcação completamente, sem deixar claros.</p><p>Exemplo: A C D E</p><p>05 - Tenha muito cuidado com o CARTÃO-RESPOSTA, para não o DOBRAR, AMASSAR ou MANCHAR.</p><p>O CARTÃO-RESPOSTA SOMENTE poderá ser substituído caso esteja danificado em suas margens superior ou inferior -</p><p>BARRA DE RECONHECIMENTO PARA LEITURA ÓTICA.</p><p>06 - Para cada uma das questões objetivas, são apresentadas 5 alternativas classificadas com as letras (A), (B), (C), (D) e (E);</p><p>só uma responde adequadamente ao quesito proposto. Você só deve assinalar UMA RESPOSTA: a marcação em</p><p>mais de uma alternativa anula a questão, MESMO QUE UMA DAS RESPOSTAS ESTEJA CORRETA.</p><p>07 - As questões objetivas são identificadas pelo número que se situa acima de seu enunciado.</p><p>08 - SERÁ ELIMINADO do Processo Seletivo Público o candidato que:</p><p>a) se utilizar, durante a realização das provas, de máquinas e/ou relógios de calcular, bem como de rádios gravadores,</p><p>headphones, telefones celulares ou fontes de consulta de qualquer espécie;</p><p>b) se ausentar da sala em que se realizam as provas levando consigo o Caderno de Questões e/ou o CARTÃO-RESPOSTA;</p><p>c) se recusar a entregar o Caderno de Questões e/ou o CARTÃO-RESPOSTA quando terminar o tempo estabelecido.</p><p>09 - Reserve os 30 (trinta) minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no</p><p>Caderno de Questões NÃO SERÃO LEVADOS EM CONTA.</p><p>10 - Quando terminar, entregue ao fiscal O CADERNO DE QUESTÕES E O CARTÃO-RESPOSTA e ASSINE A LISTA DE</p><p>PRESENÇA.</p><p>Obs. O candidato só poderá se ausentar do recinto das provas após 1 (uma) hora contada a partir do efetivo início das</p><p>mesmas. Por motivos de segurança, o candidato NÃO PODERÁ LEVAR O CADERNO DE QUESTÕES, a qualquer momento.</p><p>11 - O TEMPO DISPONÍVEL PARA ESTAS PROVAS DE QUESTÕES OBJETIVAS É DE 4 (QUATRO) HORAS, findo</p><p>o qual o candidato deverá, obrigatoriamente, entregar o CARTÃO-RESPOSTA.</p><p>12 - As questões e os gabaritos das Provas Objetivas serão divulgados no primeiro dia útil após a realização das</p><p>mesmas, no endereço eletrônico da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (http://www.cesgranrio.org.br).</p><p>CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS</p><p>Questões</p><p>1 a 10</p><p>11 a 20</p><p>Pontos</p><p>0,5</p><p>1,0</p><p>Questões</p><p>21 a 30</p><p>31 a 40</p><p>Pontos</p><p>1,5</p><p>2,0</p><p>Questões</p><p>41 a 50</p><p>51 a 60</p><p>Pontos</p><p>2,5</p><p>3,0</p><p>Questões</p><p>61 a 70</p><p>-</p><p>Pontos</p><p>3,5</p><p>-</p><p>pcimarkpci MjgwNDowMTRkOjc0ODE6NTUzMDowY2I1OjFiMDQ6ODVlNzo0ZWM2:U2F0LCAxMCBGZWIgMjAyNCAxNjo1MDoxNSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>ENGENHEIRO(A) DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR</p><p>INSPEÇÃO</p><p>2</p><p>CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS</p><p>1</p><p>A inspeção da parede interna de tubos de pequeno diâme-</p><p>tro e das partes internas de uma peça, quando realizada</p><p>pelo ensaio visual, utiliza o tuboscópio como instrumento</p><p>ótico auxiliar. Esse instrumento</p><p>(A) possui um volante, cujo objetivo é amplificar a imagem</p><p>virtual gerada pela lente ocular.</p><p>(B) possui cabeças de diversos formatos e ângulos de</p><p>incidência, possibilitando inspeções em vários ângulos.</p><p>(C) opera no âmbito da manutenção preditiva, permitindo</p><p>a obtenção contínua de dados para uma análise de</p><p>tendências da evolução do estado de uma peça.</p><p>(D) opera simultaneamente com o ensaio de ultrassom,</p><p>de modo a melhor caracterizar eventuais trincas na</p><p>superfície interna de uma peça.</p><p>(E) realiza inspeção e limpeza de superfícies internas com a</p><p>retirada de impurezas que se fixam nessas superfícies.</p><p>2</p><p>O ensaio não destrutivo por líquidos penetrantes é carac-</p><p>terizado como um dos principais métodos de teste para</p><p>a detecção de descontinuidades abertas nas superfícies</p><p>de diversos materiais. Todavia, algumas características o</p><p>impedem de ser utilizado. Dentre estas, destaca-se a</p><p>(A) dificuldade de aplicação em peças de grandes dimen-</p><p>sões.</p><p>(B) dificuldade de utilização nas aplicações de campo.</p><p>(C) não adequação para superfícies muito rugosas.</p><p>(D) não adequação ou incompatibilidade com materiais não</p><p>ferrosos.</p><p>(E) não adequação ou incompatibilidade com materiais</p><p>frágeis.</p><p>3</p><p>A inspeção de peças com eventuais descontinuidades</p><p>superficiais e/ou subsuperficiais, por meio do ensaio com</p><p>partículas magnéticas, é relativamente simples e rápida.</p><p>Além dessas vantagens para a inspeção, destaca-se,</p><p>também, como característica desse ensaio, o fato de o(a)</p><p>(A) tamanho e a forma da peça inspecionada apresenta-</p><p>rem grande influência nos resultados.</p><p>(B) aquecimento das peças examinadas não ser per-</p><p>ceptível, uma vez que, em geral, são utilizadas baixas</p><p>correntes elétricas.</p><p>(C) ensaio fornecer melhores resultados quando aplicado em</p><p>peças de material diamagnético (permeabilidade magné-</p><p>tica inferior a 1), como a prata, o zinco e o chumbo.</p><p>(D) forma e a orientação da descontinuidade em relação</p><p>ao campo magnético interferirem fortemente no resul-</p><p>tado do ensaio.</p><p>(E) desmagnetização da peça ser quase sempre desne-</p><p>cessária após o ensaio.</p><p>4</p><p>Um dos ensaios mais utilizados na detecção de</p><p>descontinuidades internas em um material é o ensaio por</p><p>ultrassom. No procedimento que utiliza o método de</p><p>reflexão,</p><p>(A) quanto menor a frequência de vibração, menor é o</p><p>tamanho do defeito possível de ser detectado.</p><p>(B) quanto maior a frequência de vibração, maior é a absor-</p><p>ção do sinal.</p><p>(C) o tamanho do defeito não pode ser determinado, mesmo</p><p>sendo desconsiderado o eco de retorno da onda</p><p>mecânica.</p><p>(D) os ensaios são, em sua grande maioria, realizados de</p><p>forma contínua e automatizada.</p><p>(E) a onda refletida impede a localização da área do defeito</p><p>e a determinação de sua profundidade.</p><p>5</p><p>Sobre o ensaio não destrutivo por ultrassom, analise as</p><p>afirmativas a seguir.</p><p>I – Embora utilize equipamentos eletrônicos, suas</p><p>respostas não são imediatas.</p><p>II – A obediência aos padrões de calibração do equipa-</p><p>mento é condição obrigatória para a realização de</p><p>um ensaio confiável.</p><p>III – A ligação entre o equipamento de ensaio e a peça</p><p>deve ser realizada pela aplicação de substâncias</p><p>específicas (acoplantes).</p><p>Está(ão) correta(s) APENAS a(s) afirmativa(s)</p><p>(A) I.</p><p>(B) II.</p><p>(C) III.</p><p>(D) I e II.</p><p>(E) II e III.</p><p>6</p><p>Comparando-se os ensaios não destrutivos que utilizam</p><p>os Raios gama (�) e os Raios X, afirma-se que</p><p>(A) não é necessário empregar energia elétrica para gerar</p><p>os Raios gama.</p><p>(B) no caso dos Raios gama, a emissão de radiação cessa</p><p>quando se desliga o equipamento.</p><p>(C) o equipamento gerador dos Raios gama permite o</p><p>ajuste do comprimento das ondas eletromagnéticas</p><p>pelo ajuste da tensão a ele aplicada.</p><p>(D) os equipamentos de Raios X são mais simples e</p><p>requerem menor custo inicial e menor manutenção.</p><p>(E) a fonte dos Raios X emite radiações continuamente,</p><p>requerendo uma blindagem para ser guardada.</p><p>pcimarkpci MjgwNDowMTRkOjc0ODE6NTUzMDowY2I1OjFiMDQ6ODVlNzo0ZWM2:U2F0LCAxMCBGZWIgMjAyNCAxNjo1MDoxNSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>ENGENHEIRO(A) DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR</p><p>INSPEÇÃO</p><p>3</p><p>7</p><p>O ensaio não destrutivo que utiliza os Raios X permite a</p><p>detecção de descontinuidades, como inclusões, bolhas,</p><p>alteração da massa específica e microtrincas, no interior</p><p>de uma peça. Dois fatores de extrema importância na</p><p>qualidade dos resultados obtidos por essa técnica são a</p><p>distância e a posição relativas entre os elementos fonte de</p><p>radiação, peça e filme. Analise as afirmativas a seguir,</p><p>relacionadas a esses dois fatores.</p><p>I – O filme e a peça devem ficar próximos o mais possí-</p><p>vel para que a imagem projetada represente o</p><p>tamanho real da peça.</p><p>II – A fonte de radiação deve ficar o mais afastada</p><p>possível da peça e do filme para minimizar o efeito</p><p>de ampliação da imagem.</p><p>III – Quanto maiores as dimensões da fonte emissora,</p><p>maior a nitidez da imagem.</p><p>IV – Para se eliminar a distorção da imagem, a fonte</p><p>emissora deve ser posicionada o mais perpendicular</p><p>possível à base da peça e ao filme.</p><p>Está(ão) correta(s) APENAS a(s) afirmativas</p><p>(A) I e II.</p><p>(B) III e IV.</p><p>(C) I, II e IV.</p><p>(D) I, III e IV.</p><p>(E) II, III e IV.</p><p>8</p><p>Os ensaios não destrutivos permitem a inspeção de uma</p><p>peça antes de sua utilização inicial e também inspeções</p><p>contínuas ao longo de sua vida útil. Sobre esses ensaios,</p><p>analise as afirmativas a seguir.</p><p>I – São, em geral, quantitativos e poucas vezes qualita-</p><p>tivos.</p><p>II – Requerem pouca ou nenhuma preparação de</p><p>amostras e, em geral, são mais econômicos e mais</p><p>rápidos do que os ensaios destrutivos.</p><p>III – Podem examinar, simultânea ou sucessivamente,</p><p>diversas regiões críticas de uma mesma peça.</p><p>Está(ão) correta(s) APENAS a(s) afirmativa(s)</p><p>(A) I.</p><p>(B) II.</p><p>(C) III.</p><p>(D) I e II.</p><p>(E) II e III.</p><p>9</p><p>A figura abaixo mostra as curvas do diagrama tensão-</p><p>deformação referentes aos ensaios de tração realizados</p><p>com dois corpos de prova.</p><p>Esses resultados experimentais estabelecem que os</p><p>pontos B e E das curvas representam, respectivamente,</p><p>para os corpos de prova 1 e 2 o</p><p>(A) ponto de ruptura e o limite de escoamento.</p><p>(B) limite elástico linear e o ponto de ruptura.</p><p>(C) limite elástico linear e o limite de escoamento.</p><p>(D) limite de escoamento e o limite elástico linear.</p><p>(E) limite de escoamento e o ponto de ruptura.</p><p>Corpo de prova 1</p><p>Te</p><p>n</p><p>sã</p><p>o</p><p>�</p><p>0,002</p><p>Deformação �</p><p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>D</p><p>E</p><p>Corpo de prova 2</p><p>Te</p><p>n</p><p>sã</p><p>o</p><p>�</p><p>Deformação �</p><p>pcimarkpci MjgwNDowMTRkOjc0ODE6NTUzMDowY2I1OjFiMDQ6ODVlNzo0ZWM2:U2F0LCAxMCBGZWIgMjAyNCAxNjo1MDoxNSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>ENGENHEIRO(A) DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR</p><p>INSPEÇÃO</p><p>4</p><p>10</p><p>A Lei de Hooke estabelece uma proporcionalidade entre a tensão e a deformação específica, ocorrentes em um ponto de</p><p>uma peça fabricada de material elástico linear. Estando um ponto de um componente estrutural mecânico sujeito a um</p><p>estado plano de tensões no regime elástico linear, conclui-se que, em princípio, este ponto está sujeito também a um</p><p>estado de deformações</p><p>(A) planas.</p><p>(B) plásticas.</p><p>(C) uniaxiais.</p><p>(D) tridimensionais.</p><p>(E) elastoplásticas.</p><p>11</p><p>O círculo de Mohr que representa o estado plano de tensões referente a um ponto da superfície de um eixo sujeito à torção</p><p>combinada com carga axial de tração é</p><p>(A) (B)</p><p>(C) (D)</p><p>(E)</p><p>�</p><p>C �</p><p>�</p><p>C �</p><p>�</p><p>C �</p><p>�</p><p>C �</p><p>�</p><p>C �</p><p>pcimarkpci MjgwNDowMTRkOjc0ODE6NTUzMDowY2I1OjFiMDQ6ODVlNzo0ZWM2:U2F0LCAxMCBGZWIgMjAyNCAxNjo1MDoxNSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>ENGENHEIRO(A) DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR</p><p>INSPEÇÃO</p><p>5</p><p>12</p><p>O projeto de tubulações suspensas pode ser realizado considerando que a tubulação é uma viga sob flexão, sujeita a uma</p><p>carga distribuída equivalente ao peso uniformemente distribuído da tubulação e de seu conteúdo. Considere o trecho de</p><p>tubulação mostrado na figura abaixo, onde a ancoragem nos apoios A e B pode ser idealizada como um engaste ideal e o</p><p>apoio central, realizado por molas, suporta parte do peso da tubulação.</p><p>O diagrama de momentos fletores que melhor representa os momentos internos atuantes nesse trecho de tubulação é</p><p>esquematizado como</p><p>(A)</p><p>(B)</p><p>(C)</p><p>(D)</p><p>(E)</p><p>A B</p><p>C</p><p>Peso uniformemente distribuído</p><p>Molas</p><p>Engaste ideal Engaste ideal</p><p>A B</p><p>C</p><p>A B</p><p>C</p><p>A BC</p><p>A BC</p><p>A B</p><p>C</p><p>pcimarkpci MjgwNDowMTRkOjc0ODE6NTUzMDowY2I1OjFiMDQ6ODVlNzo0ZWM2:U2F0LCAxMCBGZWIgMjAyNCAxNjo1MDoxNSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>ENGENHEIRO(A) DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR</p><p>INSPEÇÃO</p><p>6</p><p>13</p><p>A classificação dos mecanismos de corrosão envolve a</p><p>localização e a natureza dos danos na estrutura. A corro-</p><p>são seletiva é aquela que</p><p>(A) pode ser encontrada nas regiões da peça submetidas</p><p>a uma temperatura maior que a temperatura de</p><p>recristalização.</p><p>(B) retira um dos elementos de uma liga de peça metálica.</p><p>(C) é utilizada para proteger um dos metais, adicionando</p><p>um elemento de sacrifício.</p><p>(D) ocorre por ação de fluidos sobre a superfície da peça.</p><p>(E) ocorre em apenas um dos elementos mecânicos de</p><p>um equipamento.</p><p>14</p><p>Uma chapa, utilizada como um dos elementos de um</p><p>equipamento, foi inspecionada e alguns tipos de corrosão</p><p>foram identificados na sua superfície externa de maior</p><p>dimensão. Nessa superfície podem ter sido identificados</p><p>alguns tipos de corrosão, EXCETO a corrosão</p><p>(A) alveolar.</p><p>(B) puntiforme.</p><p>(C) intergranular.</p><p>(D) por esfoliação.</p><p>(E) filiforme.</p><p>15</p><p>A tabela a seguir apresenta parte da série de potenciais de</p><p>eletrodo padrão.</p><p>Após análise da tabela, conclui-se que a reação espontâ-</p><p>nea entre o</p><p>(A) Estanho e o Níquel pode ser escrita como Sn2+ +</p><p>Ni → Sn + Ni2+ e que a voltagem gerada é de 0,114 V.</p><p>(B) Níquel e o Cobre pode ser escrita como Ni2+ + Cu→ Ni +</p><p>Cu2+ e que a voltagem gerada é de 0,590 V.</p><p>(C) Níquel e o Ferro pode ser escrita como Ni2+ + Fe→ Ni +</p><p>Fe2+ e que a voltagem gerada é de 0,440 V.</p><p>(D) Alumínio e o Estanho pode ser escrita como Al2+ +</p><p>Sn→ Al + Sn2+ e que a voltagem gerada é de 1,798 V.</p><p>(E) Alumínio e o Ferro pode ser escrita como Al3+ + Fe→ Al +</p><p>Fe3+ e que a voltagem gerada é de 2,102 V.</p><p>Reação do</p><p>Eletrodo</p><p>Potencial de Eletrodo</p><p>Padrão Vo (V)</p><p>Au3+ + 3e− � Au</p><p>Cu2+ + 2e− � Cu</p><p>Sn2+ + 2e− � Sn</p><p>Ni2+ + 2e− � Ni</p><p>Fe2+ + 2e− � Fe</p><p>Al3+ + 3e− � Al</p><p>+1,420</p><p>+0,340</p><p>−0,136</p><p>−0,250</p><p>−0,440</p><p>−1,662</p><p>16</p><p>Alguns mecanismos de corrosão estão associados a</p><p>solicitações mecânicas. O mecanismo de corrosão que é</p><p>caracterizado por danos como descoramento da superfí-</p><p>cie do metal, com a formação de pós finos, e, em alguns</p><p>casos, a presença de pites, é a</p><p>(A) fragilização por hidrogênio.</p><p>(B) corrosão por atrito.</p><p>(C) corrosão por fadiga.</p><p>(D) corrosão por turbulência.</p><p>(E) corrosão com erosão.</p><p>17</p><p>O deslocamento de cada potencial de eletrodo do seu</p><p>valor de equilíbrio na corrosão é denominado polarização.</p><p>Na polarização por ativação, a relação entre a</p><p>sobrevoltagem e a densidade de corrente é dada por</p><p>constantes da semi-pilha. Uma delas é chamada de</p><p>densidade de corrente de troca (io) que representa a</p><p>(A) taxa da reação de oxidação, função do número de</p><p>elétrons associados à ionização de cada átomo metálico.</p><p>(B) densidade de concentração polarizada, função do</p><p>número de elétrons associados à ionização de cada</p><p>átomo metálico.</p><p>(C) densidade de corrente em condição de equilíbrio,</p><p>função do número de elétrons associados à ionização</p><p>de cada átomo metálico.</p><p>(D) densidade de corrente em condição de equilíbrio,</p><p>função da magnitude da concentração de H+ como</p><p>consequência da diferença entre a taxa de oxidação e</p><p>a de redução.</p><p>(E) densidade de corrente dinâmica, função do número de</p><p>elétrons associados à ionização de cada átomo metálico.</p><p>18</p><p>A corrosão eletroquímica pode estar associada a</p><p>heterogeneidades no sistema material metálico-meio</p><p>corrosivo. A sensitização ocorre</p><p>(A) em aços inoxidáveis austeníticos, situada a alguns</p><p>milímetros da zona termicamente afetada e em toda a</p><p>extensão do cordão de solda.</p><p>(B) em aços inoxidáveis ferríticos, quando aquecidos a</p><p>temperaturas maiores que 250 oC.</p><p>(C) em ligas de alumínio e em aços inoxidáveis austeníticos</p><p>e ferríticos, nas quais se realiza o ensaio de Strauss</p><p>para verificar a ocorrência de sensitização.</p><p>(D) em aços de baixo carbono que, sem tratamento térmi-</p><p>co, são extremamente dúcteis e vulneráveis à corro-</p><p>são por tensão.</p><p>(E) nos contornos</p><p>dos grãos, quando a tensão no material</p><p>ultrapassa a tensão de escoamento da fase mais</p><p>sensível.</p><p>pcimarkpci MjgwNDowMTRkOjc0ODE6NTUzMDowY2I1OjFiMDQ6ODVlNzo0ZWM2:U2F0LCAxMCBGZWIgMjAyNCAxNjo1MDoxNSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>ENGENHEIRO(A) DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR</p><p>INSPEÇÃO</p><p>7</p><p>19</p><p>A velocidade de corrosão é influenciada por alguns fatores</p><p>do ambiente, entre eles a quantidade de oxigênio dissolvido.</p><p>A dependência da velocidade de corrosão em relação à</p><p>concentração de oxigênio dissolvido ocorre de forma</p><p>(A) linear, pois quanto maior a quantidade de oxigênio</p><p>dissolvido, maior a velocidade de corrosão.</p><p>(B) linear, pois quanto maior a quantidade de oxigênio</p><p>dissolvido, menor a velocidade de corrosão.</p><p>(C) assintótica decrescente, a partir da ausência de oxigênio</p><p>até um valor estabilizado em altas concentrações de</p><p>oxigênio.</p><p>(D) assintótica crescente a partir de zero, quando não há</p><p>oxigênio, até um valor estabilizado em altas concen-</p><p>trações de oxigênio.</p><p>(E) crescente a partir do zero, na ausência de oxigênio,</p><p>sendo que após uma determinada quantidade de</p><p>oxigênio, a curva se torna decrescente com o aumento</p><p>de oxigênio.</p><p>20</p><p>Com o objetivo de aumentar a vida útil dos elementos</p><p>mecânicos, alguns métodos podem ser utilizados para</p><p>diminuir as taxas de corrosão. Analise a classificação</p><p>dos métodos de proteção e associe-os às respectivas</p><p>técnicas, apresentadas à direita.</p><p>A associação correta é</p><p>(A) I - R , II - P , III - Q.</p><p>(B) I - P , II - S , III - Q.</p><p>(C) I - Q, II - S , III - P.</p><p>(D) I - R , II - S , III - P.</p><p>(E) I - P , II - R , III - Q.</p><p>21</p><p>O arco de soldagem transforma energia elétrica em ener-</p><p>gia térmica para a peça. O calor gerado em um arco elétri-</p><p>co a partir de uma diferença de potencial de 10V e corrente</p><p>de 20A em 0,6 horas é estimado , em Joules, como</p><p>(A) 1,2</p><p>(B) 120</p><p>(C) 720</p><p>(D) 12000</p><p>(E) 120000</p><p>P - Adição de inibidores</p><p>de corrosão</p><p>Q - Aumento da pureza</p><p>R - Proteção catódica</p><p>S - Aumento da tensão</p><p>de escoamento</p><p>I - Modificação do Processo</p><p>II - Modificação do Meio Cor-</p><p>rosivo</p><p>III - Modificação do Metal</p><p>22</p><p>Em relação à terminologia utilizada nos processos de</p><p>soldagem, analise as proposições a seguir.</p><p>I - No preparo do material para receber a solda, reali-</p><p>za-se um corte na peça.</p><p>II - Na execução da soldagem pode ser utilizado para</p><p>conter o metal fundido, e é colocado na parte inferior,</p><p>do lado oposto da colocação da solda.</p><p>Quais termos se associam corretamente às respecti-</p><p>vas proposições?</p><p>23</p><p>O arco elétrico é uma das fontes de calor mais utilizadas</p><p>na soldagem por fusão. A respeito desse processo, é</p><p>INCORRETO afirmar que o(a)</p><p>(A) arco elétrico consiste em uma descarga elétrica sus-</p><p>tentada através de um gás ionizado, conhecido como</p><p>plasma, podendo produzir energia térmica suficiente</p><p>para fundir, de forma local, as peças a serem unidas.</p><p>(B) processo com eletrodos revestidos (SWAN) utiliza</p><p>vareta metálica, denominada alma, recoberta por uma</p><p>mistura de diferentes materiais, denominada revesti-</p><p>mento, que tem diversas funções na soldagem, entre</p><p>elas, estabilizar o arco e conferir características</p><p>operacionais, mecânicas e metalúrgicas ao eletrodo e</p><p>à solda.</p><p>(C) processo TIG (STAW) produz a união das peças metá-</p><p>licas por aquecimento e fusão, através do arco estabe-</p><p>lecido entre o eletrodo de tungstênio, o metal de adi-</p><p>ção e o metal de base.</p><p>(D) soldagem a arco com arame tubular (FCAW) é um pro-</p><p>cesso que utiliza um eletrodo tubular, contínuo e</p><p>consumível, em que a proteção do arco é feita por um</p><p>fluxo de soldagem contido no eletrodo ou por um fluxo</p><p>de gás fornecido por fonte externa.</p><p>(E) soldagem a arco com proteção gasosa (GMAW) é um</p><p>processo em que a união de peças metálicas é produ-</p><p>zida pelo aquecimento destas com um arco elétrico,</p><p>estabelecido entre um eletrodo metálico nu, consumível,</p><p>e a peça de trabalho.</p><p>Abertura da raiz</p><p>Face da raiz</p><p>Penetração da raiz</p><p>Chanfro</p><p>Chanfro</p><p>Filete veda-juntas</p><p>Poça de fusão</p><p>Mata-juntas</p><p>Filete veda-juntas</p><p>Mata-juntas</p><p>(A)</p><p>(B)</p><p>(C)</p><p>(D)</p><p>(E)</p><p>I II</p><p>pcimarkpci MjgwNDowMTRkOjc0ODE6NTUzMDowY2I1OjFiMDQ6ODVlNzo0ZWM2:U2F0LCAxMCBGZWIgMjAyNCAxNjo1MDoxNSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>ENGENHEIRO(A) DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR</p><p>INSPEÇÃO</p><p>8</p><p>24</p><p>A partir do equipamento de soldagem esquematizado na</p><p>figura acima, identifica-se que o processo realizado é</p><p>denominado soldagem</p><p>(A) a arco plasma. (B) a arco submerso.</p><p>(C) com eletrodo revestido. (D) com gás inerte (MIG).</p><p>(E) com gás inerte (TIG).</p><p>25</p><p>Ao final de uma soldagem, realizou-se um corte transversal</p><p>de forma que se pudesse ver, em verdadeira grandeza, a</p><p>largura da solda e observar as regiões da zona de fusão, a</p><p>zona termicamente afetada e o metal de base. Localizando</p><p>o ponto médio (O) da largura da zona de fusão, é possível</p><p>traçar um segmento de reta desde o ponto O até um ponto</p><p>fora da região da solda (P), com estrutura metálica</p><p>inalterada. Esse segmento de reta passa por diferentes</p><p>regiões microestruturais na direção OP, que são, além da</p><p>zona de fusão, as regiões de</p><p>(A) crescimento do grão, de refino do grão, intercrítica e</p><p>termicamente inalterada.</p><p>(B) crescimento do grão, intercrítica, de superaquecimen-</p><p>to, de refino do grão e termicamente inalterada.</p><p>(C) crescimento do grão, intercrítica, de refino do grão e</p><p>termicamente inalterada.</p><p>(D) refino do grão, de crescimento do grão, intercrítica e</p><p>termicamente inalterada.</p><p>(E) refino do grão, de crescimento do grão, intercrítica, de</p><p>superaquecimento e termicamente inalterada.</p><p>26</p><p>Fissuração por hidrogênio é</p><p>(A) um processo corrosivo em meio sólido que ocorre,</p><p>principalmente, no concreto armado.</p><p>(B) um processo corrosivo que promove fissuras pela</p><p>presença de eletrólito rico em hidrogênio.</p><p>(C) a formação de trincas em materiais cerâmicos à base</p><p>de óxido, como por exemplo nos silicatos (SiO4), que</p><p>perdem os átomos de silício pela ligação do hidrogênio</p><p>com o oxigênio.</p><p>(D) a formação de trincas que ocorre, principalmente, em</p><p>aços temperáveis durante a soldagem.</p><p>(E) a fratura de materiais frágeis quando submetidos à</p><p>atmosfera de hidrogênio puro.</p><p>Porta</p><p>fluxo</p><p>Fonte</p><p>Arame</p><p>Controle</p><p>Trator</p><p>Peça</p><p>27</p><p>Em relação às alterações encontradas nos metais compo-</p><p>nentes de uma união por solda, afirma-se que a(o)</p><p>(A) variação do campo de temperaturas na superfície da</p><p>peça soldada pode ser, aproximadamente, linear,</p><p>desde a fonte de calor até a região termicamente</p><p>afetada, enquanto que na direção transversal, a</p><p>temperatura permanece inalterada.</p><p>(B) região afetada pelo calor é consequência da veloci-</p><p>dade de resfriamento a que o metal de adição é sub-</p><p>metido.</p><p>(C) zona termicamente afetada é formada em decorrência</p><p>das temperaturas acima da temperatura homóloga de</p><p>fusão da liga.</p><p>(D) zona de fusão aquece o metal de adição, originando a</p><p>zona afetada pelo calor na região adjacente à junta</p><p>soldada.</p><p>(E) metal de base sofre transformações de fase em uma</p><p>região próxima ao metal fundido, em função da veloci-</p><p>dade de resfriamento e das temperaturas alcançadas.</p><p>28</p><p>A soldabilidade dos aços inoxidáveis é função dos elemen-</p><p>tos do metal e do tipo de aço. A soldagem de aços inox</p><p>austeníticos exige alguns cuidados. Entre eles está o de</p><p>evitar a</p><p>(A) formação de trincas a quente, utilizando aço com teor</p><p>baixo de enxofre e fósforo.</p><p>(B) formação de trincas a quente, reduzindo a energia de</p><p>soldagem até a menor possível.</p><p>(C) formação de trincas a frio que aparecem imediatamen-</p><p>te após o passe da solda, ao esfriar o metal de base.</p><p>(D) fragilização do material, utilizando metais de adição que</p><p>gerem um teor de cementita ao redor de 8% no cordão</p><p>de solda.</p><p>(E) fragilização a frio do metal, modificando a geometria</p><p>da junta para acelerar a redução da temperatura</p><p>durante a soldagem.</p><p>29</p><p>A soldabilidade é definida pela AWS (American Welding</p><p>Society) como a capacidade de um material ser soldado</p><p>nas condições de fabricação impostas por uma estrutura</p><p>específica, projetada de forma a se comportar adequada-</p><p>mente em serviço. Aços com baixo carbono apresentam</p><p>alguns problemas de soldabilidade, tais como a(o)</p><p>(A) perda de tenacidade na zona termicamente afetada.</p><p>(B) formação de crateras na estrutura, principalmente na</p><p>zona termicamente afetada.</p><p>(C) formação de extensa zona termicamente afetada com</p><p>a formação de bainita na zona de fusão, quando</p><p>apresenta baixo aporte térmico.</p><p>(D) aumento da tenacidade na zona termicamente afetada.</p><p>(E) aumento da tensão de escoamento com a deformação</p><p>plástica da zona de fusão de estruturas coquilhada.</p><p>pcimarkpci MjgwNDowMTRkOjc0ODE6NTUzMDowY2I1OjFiMDQ6ODVlNzo0ZWM2:U2F0LCAxMCBGZWIgMjAyNCAxNjo1MDoxNSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>ENGENHEIRO(A) DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR</p><p>INSPEÇÃO</p><p>9</p><p>30</p><p>O diagrama de Schaeffler indica graficamente a composição da microestrutura de uma liga em função do cálculo dos</p><p>valores de Níquel e Cromo equivalentes, que podem ser obtidos a partir das equações a seguir.</p><p>Nieq = Ni + 30.C + 0,5.Mn</p><p>Creq = Cr + Mo − 1,5.Si + 0,5.Nb</p><p>Esta ferramenta é utilizada para aços austeníticos, ferríticos e martensíticos, como por exemplo, para realizar uma solda de</p><p>aço inox ferrítico de composição 0,03%C, 0,9%Mn, 0,4%Si e 17,3%Cr (ABNT430), utilizando eletrodo de composição</p><p>0,06%C, 0,7%Mn, 0,7%Si, 22,1%Cr e 12,5%Ni (AWS E309) com 50% de diluição. A partir do diagrama de Schaeffler</p><p>acima, conclui-se que o metal da solda resultante terá estrutura</p><p>(A) austenítica.</p><p>(B) com composição entre 5 e 20% de ferrita. �.</p><p>(C) com composição entre 30 e 40% de ferrita. �.</p><p>(D) com composição entre 40 e 60% de ferrita. �.</p><p>(E) martensítica.</p><p>31</p><p>Cada ponto do metal de base é exposto ao calor com diferente intensidade, em função da distância da fonte de calor.</p><p>A variação de temperatura que um ponto sofre é expressa através de uma curva chamada de ciclo térmico de soldagem.</p><p>Em relação aos efeitos da temperatura na peça, as afirmativas a seguir apresentam características e valores relevantes</p><p>desta curva.</p><p>I - A temperatura de pico, isto é, a temperatura máxima atingida pelo ponto que indica a possibilidade de transforma-</p><p>ções microestruturais.</p><p>II - O tempo de permanência acima da temperatura crítica, que indica transformações microestruturais ou mudança das</p><p>propriedades do material no ponto.</p><p>III - A velocidade de esfriamento, representada pela derivada da curva ou pelo tempo que a temperatura passa de uma</p><p>temperatura T1 a uma temperatura T2.</p><p>É(São) correta(s) a(s) afirmativa(s)</p><p>(A) I, apenas. (B) I e II, apenas. (C) I e III, apenas. (D) II e III, apenas. (E) I, II e III.</p><p>CROMO EQUIVALENTE</p><p>N</p><p>ÍQ</p><p>U</p><p>E</p><p>L</p><p>E</p><p>Q</p><p>U</p><p>IV</p><p>A</p><p>L</p><p>E</p><p>N</p><p>T</p><p>E 0%</p><p>FERRITA</p><p>5%</p><p>FERRITA</p><p>20%</p><p>FERRITA</p><p>30% FERRITA</p><p>40% FERRITA</p><p>60% FERRITA</p><p>100% FERRITA</p><p>FERRITAM+F</p><p>MARTENSITA</p><p>A+M</p><p>AUSTENITA</p><p>F+M</p><p>0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 28 30 32 34 36 38 40</p><p>30</p><p>28</p><p>26</p><p>24</p><p>22</p><p>20</p><p>18</p><p>16</p><p>14</p><p>12</p><p>10</p><p>8</p><p>6</p><p>4</p><p>2</p><p>0</p><p>pcimarkpci MjgwNDowMTRkOjc0ODE6NTUzMDowY2I1OjFiMDQ6ODVlNzo0ZWM2:U2F0LCAxMCBGZWIgMjAyNCAxNjo1MDoxNSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>ENGENHEIRO(A) DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR</p><p>INSPEÇÃO</p><p>10</p><p>32</p><p>A figura à esquerda representa um dos processos de fabricação de tubos. A respeito deste processo, analise as afirmativas</p><p>à direita.</p><p>São corretas APENAS as afirmativas</p><p>(A) I e III. (B) I e IV. (C) II e III. (D) II e IV. (E) I, III e IV.</p><p>33</p><p>Um inspetor da Petrobras, ao realizar um ensaio de</p><p>ultrassom em um tubo novo, fabricado por fundição centrí-</p><p>fuga, percebe diversos vazios pontuais nas paredes do</p><p>tubo. Ao avaliar o resultado deste ensaio, conclui-se que</p><p>o(s)</p><p>(A) processo de fundição não foi realizado corretamente,</p><p>sendo indicada a utilização de um massalote para</p><p>evitar a formação de vazios e segregação.</p><p>(B) defeitos foram provocados pela contração do metal</p><p>durante a solidificação, proporcionando vazios no</p><p>interior do tubo onde o metal se solidifica por último.</p><p>(C) defeitos são oriundos da absorção dos gases, por meio</p><p>da parede do molde em areia verde que, além de</p><p>poros, proporcionam a aparência rugosa do tubo.</p><p>(D) defeitos são oriundos da diminuição da viscosidade do</p><p>metal ao se solidificar, dificultando a fuga dos gases</p><p>diluídos no metal líquido e gerando bolhas no interior</p><p>do tubo.</p><p>(E) defeitos foram provocados pela absorção do ar com-</p><p>primido quando injeta o metal líquido sob pressão nas</p><p>paredes do molde.</p><p>I - O tubo, representado pelo elemento hachurado, está</p><p>sendo laminado por uma configuração de laminadores</p><p>chamada, na indústria, de TRIO.</p><p>II - O tubo passa por um processo de mandrilamento para</p><p>produzir tubos de maior diâmetro.</p><p>III - O tubo é fabricado por um processo que não utiliza a cos-</p><p>tura, ou seja, não há presença de soldagem na direção</p><p>longitudinal do tubo.</p><p>IV - O tubo está sendo conformado para acabamento, pois,</p><p>após a soldagem, é necessário retirar as ondulações e</p><p>eliminar a casca de óxido formada no processo a quente.</p><p>34</p><p>A empresa Petrobras é comprometida com a mitigação das</p><p>emissões de gases de efeito estufa, de acordo com o</p><p>Plano Estratégico 2015. A respeito dos processos siderúr-</p><p>gicos e seus impactos ambientais, avalie tecnicamente as</p><p>afirmações a seguir.</p><p>I - O ferro gusa pode ser produzido a partir do uso de</p><p>carvão vegetal de origem renovável e sustentável,</p><p>em contraposição ao uso de combustíveis de</p><p>origem fóssil (coque de carvão mineral).</p><p>II - É possível realizar a cogeração de energia elétrica</p><p>na aciaria a partir dos gases emitidos no processo</p><p>produtivo do aço.</p><p>III - A utilização de escórias siderúrgicas na indústria</p><p>cimenteira (substituindo o cliquer, um produto gera-</p><p>dor de dióxido de carbono no processo produtivo)</p><p>reduz a emissão de gases poluentes, pois a escória</p><p>tem a função de proteger o metal líquido e estabili-</p><p>zar o arco elétrico na fusão do metal líquido, o que</p><p>demanda regulação pela indústria siderúrgica.</p><p>Está correto o que se afirma em</p><p>(A) I, apenas. (B) I e II, apenas.</p><p>(C) I e III, apenas. (D) II e III, apenas.</p><p>(E) I, II e III.</p><p>pcimarkpci MjgwNDowMTRkOjc0ODE6NTUzMDowY2I1OjFiMDQ6ODVlNzo0ZWM2:U2F0LCAxMCBGZWIgMjAyNCAxNjo1MDoxNSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>ENGENHEIRO(A) DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR</p><p>INSPEÇÃO</p><p>11</p><p>35</p><p>Um material, após ensaio de compressão, apresentou uma</p><p>curva tensão-deformação que pôde ser aproximada por</p><p>uma reta definida pela função 150 7� � � .</p><p>Uma peça forjada em matriz fechada com este material uti-</p><p>liza, inicialmente, um corpo de prova de dimensões de</p><p>8 mm de altura e 10 mm de diâmetro. Sabendo-se que o fator</p><p>de correção desta matriz fechada em relação à matriz aberta</p><p>é de 1,40 e calculando pelo método da energia uniforme ou</p><p>deformação homogênea, a força necessária para que a altu-</p><p>ra final média seja 2 mm é, em kN, aproximadamente,</p><p>Dado: ln(2) = 0,7</p><p>(A) 12,2</p><p>(B) 12,6</p><p>(C) 15,6</p><p>(D) 17,0</p><p>(E) 17,6</p><p>36</p><p>Um eixo giratório de uma bomba de vácuo de uma</p><p>refinaria, com diâmetro e comprimento equivalentes a</p><p>100 mm e 2000 mm, respectivamente, foi projetado para</p><p>uma vida útil em fadiga de 107 ciclos, sob uma carga máxi-</p><p>ma de 25 kN. A figura acima apresenta as curvas tensão</p><p>versus número de ciclos para a falha de diferentes ligas</p><p>ferrosas. Adotando</p><p>� �</p><p>�</p><p>16FL</p><p>d3</p><p>sendo que �, F, L e d significam tensão, força, comprimento</p><p>e diâmetro, respectivamente, o(s) aço(s) adequado(s)</p><p>para o projeto é(são)</p><p>(A) aço com 0,20%C e aço liga.</p><p>(B) aço com 0,47%C e aço liga.</p><p>(C) aços carbono.</p><p>(D) aço com 0,20%C e ferro fundido.</p><p>(E) ferro fundido.</p><p>Aço liga</p><p>Aço C (0,47%) tratado</p><p>Ferro fundido</p><p>Aço C (0,20%)</p><p>600</p><p>450</p><p>300</p><p>150</p><p>0</p><p>10</p><p>3</p><p>Ciclos</p><p>σ m</p><p>á</p><p>x(</p><p>M</p><p>P</p><p>a</p><p>)</p><p>10</p><p>4</p><p>10</p><p>5</p><p>10</p><p>6</p><p>10</p><p>7</p><p>10</p><p>8</p><p>10</p><p>9</p><p>37</p><p>Danos por fadiga ocorrem em componentes e estruturas</p><p>submetidas a tensões que sofrem variações cíclicas,</p><p>sendo possível, assim, a ocorrência de falha em níveis de</p><p>tensão abaixo do limite de escoamento do material. Sobre</p><p>falhas de materiais por fadiga, afirma-se que</p><p>(A) fraturas por fadiga são características dos materiais</p><p>metálicos.</p><p>(B) entalhes nas superfícies de componentes agem como</p><p>concentradores locais de tensão, e quanto maior o</p><p>arredondamento de sua raiz, maior a concentração</p><p>de tensões.</p><p>(C) falhas por fadiga de alto ciclo ocorrem após extensa</p><p>deformação plástica do material.</p><p>(D) a resistência à fadiga do material é influenciada por</p><p>sua capacidade de deformação plástica.</p><p>(E) a cinética de crescimento</p><p>de trincas de fadiga não é</p><p>influenciada pela temperatura de serviço do componente.</p><p>38</p><p>Componentes mecânicos e estruturais são frequentemente</p><p>submetidos a operações por longos períodos, sob condi-</p><p>ções de elevadas temperaturas e carregamentos mecâni-</p><p>cos estáticos, o que pode resultar em um tipo de dano co-</p><p>nhecido como fluência. Esse dano em materiais metálicos</p><p>(A) ocorre em temperaturas próximas àquela de fusão do</p><p>material.</p><p>(B) ocorre, preferencialmente, em materiais monocris-</p><p>talinos, que possuem menor resistência à fluência do</p><p>que materiais policristalinos.</p><p>(C) é uma deformação permanente que depende do tem-</p><p>po de aplicação do carregamento mecânico.</p><p>(D) é uma deformação reversível que depende da tempe-</p><p>ratura de operação do equipamento.</p><p>(E) é uma deformação permanente que independe das</p><p>propriedades metalúrgicas do material.</p><p>39</p><p>O desgaste superficial de componentes mecânicos pode</p><p>levar a condições indesejáveis de tolerâncias dimensionais</p><p>e, por fim, à sua falha. Para algumas aplicações de contato,</p><p>torna-se necessário um endurecimento diferenciado entre a</p><p>superfície e o interior do material. Como exemplo de técnica</p><p>para endurecimento superficial em liga ferrosa, citam-se</p><p>(A) a têmpera do material seguida de revenimento.</p><p>(B) o aumento da quantidade de carbono do material.</p><p>(C) o aumento da quantidade de manganês do material.</p><p>(D) aplicações locais de materiais cerâmicos.</p><p>(E) aplicações locais de materiais metálicos.</p><p>pcimarkpci MjgwNDowMTRkOjc0ODE6NTUzMDowY2I1OjFiMDQ6ODVlNzo0ZWM2:U2F0LCAxMCBGZWIgMjAyNCAxNjo1MDoxNSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>ENGENHEIRO(A) DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR</p><p>INSPEÇÃO</p><p>12</p><p>40</p><p>Tratando-se de aços, uma possibilidade de endurecimento</p><p>diferenciado entre a superfície e o interior do material</p><p>consiste no emprego de tratamentos termoquímicos.</p><p>Nesses tratamentos, o aumento local de dureza está</p><p>associado com o transporte (difusão) de átomos, princi-</p><p>palmente de carbono (carbonetação), nitrogênio (nitretação)</p><p>e boro (boretação), de um meio para a superfície do</p><p>componente (material hospedeiro). Em relação aos trata-</p><p>mentos termoquímicos, conclui-se que</p><p>(A) aços de baixo carbono endurecem mais facilmente por</p><p>nitretação.</p><p>(B) aços de alto carbono endurecem mais facilmente por</p><p>carbonetação.</p><p>(C) os tratamentos termoquímicos contribuem para o</p><p>aumento da resistência à fadiga do material.</p><p>(D) a profundidade da camada superficial endurecida</p><p>depende da temperatura, mas independe do tempo</p><p>de tratamento.</p><p>(E) a profundidade da camada superficial endurecida</p><p>independe da capacidade do meio em fornecer</p><p>átomos para o material hospedeiro, mas depende da</p><p>capacidade de difusão e solubilidade de tais átomos</p><p>no material hospedeiro.</p><p>41</p><p>Um metal possui estrutura cristalina do tipo cúbica de face</p><p>centrada e um raio atômico equivalente a 0,12 nm. Quantos</p><p>átomos por centímetro possui na direção [101]?</p><p>(A) 2,5x105 (B) 4,2x107</p><p>(C) 6x108 (D) 7,5x109</p><p>(E) 10x1010</p><p>42</p><p>Um material qualquer possui uma estrutura cristalina do</p><p>tipo cúbica de corpo centrado, um parâmetro de rede de</p><p>0,3 nm e uma massa atômica de 54 g/mol. Qual será a</p><p>massa específica, em g/cm3, do material?</p><p>(A) 2,3 (B) 4,6</p><p>(C) 6,7 (D) 8,4</p><p>(E) 10,9</p><p>43</p><p>Processos de deformação plástica em metais dúcteis</p><p>costumam provocar aumentos de dureza e resistência, em</p><p>um efeito conhecido como encruamento ou endurecimen-</p><p>to por trabalho a frio. Nessa perspectiva, afirma-se que o</p><p>encruamento</p><p>(A) é irreversível em qualquer material.</p><p>(B) não provoca modificações na ductilidade do material.</p><p>(C) não provoca modificações na condutividade elétrica do</p><p>material.</p><p>(D) não provoca modificações na resistência à corrosão</p><p>do material.</p><p>(E) provoca um maior efeito no limite de escoamento do</p><p>que na resistência mecânica do material.</p><p>44</p><p>O desempenho de uma peça fundida é tanto melhor quanto</p><p>menor for o tamanho médio dos seus grãos cristalinos.</p><p>Sendo assim, antes do início da solidificação, costuma-se</p><p>adicionar inoculantes ao metal líquido, na tentativa de fa-</p><p>zer com que a frequência de nucleação dos sólidos seja a</p><p>mais alta possível, em um procedimento conhecido como</p><p>refino de grão. Em relação a essa técnica de endurecimento,</p><p>afirma-se que a relação entre o tamanho do grão e o</p><p>aumento da(o)</p><p>(A) ductilidade do material é estabelecida de maneira</p><p>adequada pela equação de Mott.</p><p>(B) resistência à fadiga do material é estabelecida de</p><p>maneira adequada pela equação de Coffin-Manson.</p><p>(C) resistência à fluência do material é estabelecida de</p><p>maneira adequada pela equação de Larson-Miller.</p><p>(D) limite de escoamento do material é estabelecida de</p><p>maneira adequada pela equação de Hall-Petch.</p><p>(E) limite de resistência do material é estabelecida de</p><p>maneira adequada pela equação de Taylor.</p><p>45</p><p>Entende-se recuperação e recristalização, respectivamente,</p><p>como a diminuição de parte da energia de deformação</p><p>interna e a formação de um novo conjunto de grãos livres</p><p>de deformação no interior de um grão. Ambos os proces-</p><p>sos ocorrem em metais previamente deformados a frio e</p><p>submetidos a tratamentos térmicos, sobre os quais afirma-</p><p>se que</p><p>(A) os processos de conformação são comumente classi-</p><p>ficados em operações de trabalho a quente e a frio,</p><p>sendo que trabalho a quente é definido como a defor-</p><p>mação sob condições elevadas de temperatura e</p><p>trabalho a frio ocorre em temperaturas próximas à</p><p>ambiente.</p><p>(B) a distinção básica entre trabalho a quente e trabalho a</p><p>frio é função da temperatura em que se dá a</p><p>recristalização efetiva do material, como no exemplo</p><p>do chumbo, em que conformações a temperatura am-</p><p>biente são trabalhos a quente, embora sejam traba-</p><p>lhos a frio para o estanho.</p><p>(C) no trabalho a quente, somente a etapa de recuperação</p><p>ocorre imediatamente após a deformação (recupera-</p><p>ção dinâmica), sendo a recristalização realizada em um</p><p>tratamento térmico posterior (recristalização estática),</p><p>que, no caso dos aços, é conhecido como recozimento</p><p>pleno ou supercrítico.</p><p>(D) após o trabalho a frio dos aços, tratamentos térmicos</p><p>de recozimento subcríticos são usualmente realiza-</p><p>dos (recuperação e recristalização estáticas), com o</p><p>objetivo de melhorar a ductilidade do material.</p><p>(E) tanto no recozimento supercrítico como no subcrítico,</p><p>o material sofre resfriamentos ao ar, fazendo-se ne-</p><p>cessário adotar curvas TTT ou CCT para a previsão</p><p>das microestruturas resultantes destes resfriamentos.</p><p>pcimarkpci MjgwNDowMTRkOjc0ODE6NTUzMDowY2I1OjFiMDQ6ODVlNzo0ZWM2:U2F0LCAxMCBGZWIgMjAyNCAxNjo1MDoxNSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>ENGENHEIRO(A) DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR</p><p>INSPEÇÃO</p><p>13</p><p>46</p><p>Após a etapa de recristalização, os grãos livres de deformações continuarão a crescer se o material for deixado em uma</p><p>temperatura elevada, num fenômeno conhecido como crescimento de grão. Neste processo de modificação microestrutural,</p><p>(A) o crescimento de grão ocorre pela difusão dos seus contornos.</p><p>(B) o crescimento de grão somente ocorre após as etapas de recuperação e recristalização do material.</p><p>(C) o tamanho médio dos grãos é influenciado pela temperatura do tratamento, mas não pelo tempo.</p><p>(D) nem todos os grãos aumentam de tamanho, porém os grãos maiores crescem à custa dos menores, que diminuem.</p><p>(E) à medida que os grãos aumentam de tamanho, a área total dos contornos de grão aumenta, produzindo uma consequente</p><p>redução na energia total, que se torna a força motriz termodinâmica de seu crescimento.</p><p>1200</p><p>1000</p><p>800</p><p>600</p><p>400</p><p>200</p><p>2200</p><p>2000</p><p>1800</p><p>1600</p><p>1400</p><p>1200</p><p>1000</p><p>800</p><p>600</p><p>400</p><p>0 20 40 60 80 100</p><p>0 20 40 60 80 100</p><p>Composição (%a Ag)</p><p>Composição (%p Ag)</p><p>Te</p><p>m</p><p>p</p><p>e</p><p>ra</p><p>tu</p><p>ra</p><p>(</p><p>C</p><p>)</p><p>o</p><p>Te</p><p>m</p><p>p</p><p>e</p><p>ra</p><p>tu</p><p>ra</p><p>(</p><p>F</p><p>)</p><p>o</p><p>A</p><p>Liquidus</p><p>Solidus</p><p>779 Co</p><p>B</p><p>8,0</p><p>Solvus</p><p>(Cu) (Ag)</p><p>E</p><p>G</p><p>H</p><p>F</p><p>71,9 91,2</p><p>C</p><p>47</p><p>O diagrama de fases do sistema cobre-prata está representado na figura acima. Considerando que � e � são fases</p><p>ricas em cobre e prata, respectivamente, quais são as quantidades das fases presentes a 800 °C para uma liga com</p><p>20%p Ag – 80%p Cu?</p><p>(A) � = 50% e � = 50%</p><p>(B) � = 40% e líquido = 60%</p><p>(C) � = 80% e líquido = 20%</p><p>(D) � = 30% e líquido = 70%</p><p>(E) � = 60% e líquido = 40%</p><p>pcimarkpci MjgwNDowMTRkOjc0ODE6NTUzMDowY2I1OjFiMDQ6ODVlNzo0ZWM2:U2F0LCAxMCBGZWIgMjAyNCAxNjo1MDoxNSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>ENGENHEIRO(A) DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR</p><p>INSPEÇÃO</p><p>14</p><p>48</p><p>A reação eutética é definida como aquela na qual, durante a resfriamento, uma fase líquida se transforma de maneira</p><p>isotérmica e reversível em duas fases sólidas, que se encontram intimamente ligadas num produto bifásico de baixo</p><p>ponto de fusão, conhecido como solído eutético. Para o sistema cobre-prata, a equação da reação eutética poderia ser</p><p>descrita como:</p><p>L(71.9%pAg) (8,0%pAg)+ (91,2%pAg)α β</p><p>resfriamento</p><p>aquecimento</p><p>A reação eutética também é típica do sistema ferro-carbono, cuja reação ocorre</p><p>(A) somente nos aços, desde que em solidificações dentro das condições de equilíbrio.</p><p>(B) somente nos aços com 0,76%p C, desde que em solidificações dentro das condições de equilíbrio.</p><p>(C) somente nos ferros fundidos com 4,3%p C, desde que em solidificações dentro das condições de equilíbrio.</p><p>(D) somente nos ferros fundidos, desde que em solidificações dentro das condições de equilíbrio.</p><p>(E) nos aços e ferros fundidos, desde que em solidificações dentro das condições de equilíbrio.</p><p>49</p><p>Deseja-se conhecer a composição química de uma liga ferrosa não ligada, mas não existem informações disponíveis.</p><p>Procede-se a uma análise quantitativa em uma amostra do material, que determina a quantidade total de Fe3C como</p><p>equivalente a 6%. Com o uso da figura acima e, em função da quantidade carbono (%p), este material deverá ser classifi-</p><p>cado como</p><p>(A) aço hipoeutetoide.</p><p>(B) aço eutetoide.</p><p>(C) aço hipereutetoide.</p><p>(D) ferro fundido hipoeutetoide.</p><p>(E) ferro fundido hipereutetoide.</p><p>0 1 2 3 4 5 6 6,70</p><p>1600</p><p>1400</p><p>1200</p><p>1000</p><p>800</p><p>600</p><p>400</p><p>2500</p><p>2000</p><p>1500</p><p>1000</p><p>Te</p><p>m</p><p>p</p><p>e</p><p>ra</p><p>tu</p><p>ra</p><p>(</p><p>F</p><p>)</p><p>o</p><p>Te</p><p>m</p><p>p</p><p>e</p><p>ra</p><p>tu</p><p>ra</p><p>(</p><p>C</p><p>)</p><p>o</p><p>Composição (%a C)</p><p>Composição (%p C)</p><p>0 5 10 15 20 25</p><p>1538 Co</p><p>1493 Co</p><p>1394 Co</p><p>912 Co</p><p>γ, Austenita</p><p>γ + L</p><p>1147 Co</p><p>2,14 Co 4,30</p><p>Lδ</p><p>γ + Fe C3</p><p>727 Co</p><p>α + Fe C3</p><p>Cementita (Fe C)3</p><p>α,Ferrita</p><p>0,022</p><p>0,76</p><p>α</p><p>γ</p><p>+</p><p>(Fe)</p><p>pcimarkpci MjgwNDowMTRkOjc0ODE6NTUzMDowY2I1OjFiMDQ6ODVlNzo0ZWM2:U2F0LCAxMCBGZWIgMjAyNCAxNjo1MDoxNSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>ENGENHEIRO(A) DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR</p><p>INSPEÇÃO</p><p>15</p><p>50</p><p>Durante o resfriamento, a austenita se decompõe na reação eutetoide (727oC) em camadas alternadas ou lamelas das</p><p>duas fases (ferrita e cementita), que se formam simultaneamente durante a transformação, numa microestrutura</p><p>conhecida como perlita. A presença de perlita nos aços carbono é característica</p><p>(A) somente de aços com 0,76%p C, independente da velocidade de resfriamento adotada.</p><p>(B) somente de aços com mais do que 0,76%p C, independente da velocidade de resfriamento adotada.</p><p>(C) de aços com menos do que 0,76%p C, mas somente quando submetidos a resfriamentos rápidos.</p><p>(D) de aços com 0,76%p C, mas somente quando submetidos a resfriamentos rápidos.</p><p>(E) de aços com qualquer quantidade de carbono, mas somente quando submetidos a resfriamentos lentos ou modera-</p><p>damente lentos.</p><p>51</p><p>Em função do histórico de resfriamento do material, a nucleação da ferrita a partir da austenita pode ocorrer em planos</p><p>cristalográficos específicos, caracterizando uma microestrutura conhecida como ferrita de Widmanstätten. A condição</p><p>microestrutural típica do aço carbono para o aparecimento da ferrita de Widmanstätten é</p><p>(A) de laminado a quente.</p><p>(B) de laminado a frio.</p><p>(C) de temperado e revenido.</p><p>(D) de temperado, somente.</p><p>(E) soldado.</p><p>52</p><p>Considerando a curva TTT (Transformação em função de Tempo e Temperatura) do aço ABNT 1050, representada na</p><p>figura acima, o tratamento térmico que produz uma microestrutura homogênea e com dureza uniforme de 30 HRC, na</p><p>direção radial de um eixo de 100 mm de diâmetro, é o resfriamento contínuo de 900 ºC até 500 ºC num tempo de</p><p>(A) 103 s.</p><p>(B) 10 s.</p><p>(C) 0,5 s, seguido de tratamento isotérmico.</p><p>(D) 5 s, seguido de tratamento isotérmico.</p><p>(E) 10 s, seguido de tratamento isotérmico.</p><p>900</p><p>800</p><p>700</p><p>600</p><p>500</p><p>400</p><p>300</p><p>200</p><p>100</p><p>0</p><p>0,1 1 10 106105104103102</p><p>23</p><p>30</p><p>39</p><p>49</p><p>62</p><p>62</p><p>Te</p><p>m</p><p>p</p><p>e</p><p>ra</p><p>tu</p><p>ra</p><p>(</p><p>C</p><p>)</p><p>o</p><p>D</p><p>u</p><p>re</p><p>za</p><p>R</p><p>o</p><p>ck</p><p>w</p><p>e</p><p>ll</p><p>C</p><p>Tempo (s)</p><p>A3</p><p>α γ+</p><p>A1 F</p><p>i</p><p>γ u</p><p>M</p><p>i</p><p>B</p><p>i</p><p>Martensita</p><p>γ + martensita</p><p>a + perlita</p><p>γ α+ + perlita</p><p>BainitaB</p><p>f</p><p>P</p><p>f</p><p>M</p><p>f</p><p>P</p><p>i</p><p>γ + bainita</p><p>pcimarkpci MjgwNDowMTRkOjc0ODE6NTUzMDowY2I1OjFiMDQ6ODVlNzo0ZWM2:U2F0LCAxMCBGZWIgMjAyNCAxNjo1MDoxNSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>ENGENHEIRO(A) DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR</p><p>INSPEÇÃO</p><p>16</p><p>53</p><p>A curva de transformação por resfriamento contínuo (curva CCT, Continuous Cooling Transformation) do aço ABNT</p><p>1540 (1,1% Mn e 0,4% C, em peso) é representada na figura abaixo.</p><p>Considerando as taxas de resfriamento de 1700 °C/min (condição G), 1000 °C/min (condição H), 500 °C/min (condição I),</p><p>140 °C/min (condição J) e 120 °C/min (condição K), sobre as propriedades mecânicas do material afirma-se que a</p><p>(A) dureza aumenta da condição microestrutural (G) para a (K).</p><p>(B) ductilidade aumenta da condição microestrutural (G) para a (K).</p><p>(C) resistência mecânica aumenta da condição microestrutural (G) para a (K).</p><p>(D) resistência ao trincamento diminui da condição microestrutural (G) para a (K).</p><p>(E) fragilização do material aumenta da condição microestrutural (G) para a (K).</p><p>54</p><p>A martensita como temperada é extremamente dura e frágil. Componentes mecânicos com martensita correm risco de</p><p>falha estrutural, exceto quando apresentam baixo teor de carbono. Com o objetivo de otimizar a relação entre a resistência</p><p>mecânica e a tenacidade do material, adota-se, após a têmpera, outro tratamento térmico denominado revenimento. Nessa</p><p>perspectiva, o revenimento dos aços</p><p>(A) consiste em um aquecimento uniforme do material até uma temperatura de austenitização, mantendo-o nessa tempe-</p><p>ratura por tempo suficiente para a obtenção das propriedades mecânicas desejadas.</p><p>(B) fornece condições para haver difusão do carbono, que sairá na condição de supersaturação para se precipitar como</p><p>carboneto.</p><p>(C) promove transformações que podem ser agrupadas em cinco estágios, sendo que no terceiro (200 a 350 ºC) existe a</p><p>precipitação de cementita, e a martensita mantém sua tetragonalidade, transformando-se em ferrita.</p><p>(D) envolve o coalescimento ferrita, entre 350 e 700 ºC, que se torna totalmente esferoidal a 700 ºC, após as transforma-</p><p>ções que ocorrem durante o processo.</p><p>(E) pode gerar fragilização do material e, neste caso, fragilização no revenido e fragilização da martensita revenida estão</p><p>associadas às mesmas características de mudanças microestruturais.</p><p>800</p><p>600</p><p>400</p><p>200</p><p>10000 1700 1000 500 300 140 56 28 14</p><p>Tempo-segundos</p><p>10 102 103 104 105</p><p>5,6 2,8 1,4</p><p>o</p><p>C/min</p><p>Taxa de</p><p>resfriamento</p><p>Te</p><p>m</p><p>p</p><p>e</p><p>ra</p><p>tu</p><p>ra</p><p>(</p><p>C</p><p>)</p><p>o</p><p>M</p><p>B</p><p>I</p><p>7 30</p><p>40</p><p>3</p><p>5</p><p>5</p><p>30</p><p>15</p><p>37 55</p><p>15</p><p>4545 45 45 45</p><p>55</p><p>55 55</p><p>45 45 45%</p><p>55 55</p><p>55%</p><p>Ferrita</p><p>Perlita</p><p>P</p><p>F</p><p>Ac</p><p>pcimarkpci MjgwNDowMTRkOjc0ODE6NTUzMDowY2I1OjFiMDQ6ODVlNzo0ZWM2:U2F0LCAxMCBGZWIgMjAyNCAxNjo1MDoxNSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>ENGENHEIRO(A) DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR</p><p>INSPEÇÃO</p><p>17</p><p>55</p><p>As figuras acima apresentam dois exemplos de padrão</p><p>ASTM (American Society for Testing and Materials) para</p><p>avaliação do tamanho de grão austenítico, grão no 3 (Figu-</p><p>ra 1) e grão no 4 (Figura 2). Considerando diferentes pa-</p><p>drões (tamanhos de grão) austeníticos, afirma-se que, para</p><p>um mesmo aço,</p><p>(A) maior quantidade de martensita será obtida, se a têm-</p><p>pera do material ocorrer de uma austenita de padrão</p><p>no 3 do que de outra no 4.</p><p>(B) maior quantidade de martensita será obtida, se a têm-</p><p>pera do material ocorrer de uma austenita de padrão</p><p>no 4 do que de outra no 3.</p><p>(C) ambas as quantidades de martensita serão iguais.</p><p>(D) martensita com maior dureza será obtida, se a têmpera</p><p>do material ocorrer a partir de uma austenita de</p><p>padrão no 3 em vez de outra no 4.</p><p>(E) martensita com maior dureza será obtida, se a têmpera</p><p>do material ocorrer a partir de uma austenita de</p><p>padrão no 4 em vez de outra no 3.</p><p>56</p><p>Uma barra do aço ABNT 3130 (0,3%C, 1,3%Ni e 0,7% Cr)</p><p>com diâmetro de 150 mm foi austenitizada em 900 ºC</p><p>e resfriada em óleo. Em seguida, amostras do material</p><p>foram retiradas da superfície (amostra 1) e na direção</p><p>radial da barra, nas posições 20</p><p>mm (amostra 2) e 50 mm</p><p>(amostra 3). É previsto que análises metalográficas irão</p><p>revelar</p><p>(A) martensita em todas as amostras.</p><p>(B) iguais quantidades de ferrita nas amostras 2 e 3.</p><p>(C) iguais quantidades de bainita nas amostras 1 e 2,</p><p>enquanto que martensita na amostra 1.</p><p>(D) bainita na amostra 1, enquanto que martensita e ferrita</p><p>nas amostras 2 e 3.</p><p>(E) bainita na amostra 2 e ferrita na amostra 3.</p><p>57</p><p>Projetos de engenharia requerem, para sua viabilização,</p><p>conhecimento de características, propriedades e compor-</p><p>tamento dos materiais disponíveis. Os critérios de</p><p>especificação necessitam de ensaios normalizados para</p><p>que sejam definidas as propriedades dos materiais e o com-</p><p>portamento dos mesmos, sob determinadas condições de</p><p>serviço. Nessa perspectiva, os ensaios de materiais</p><p>(A) impedem uma comparação entre resultados obtidos em</p><p>diferentes laboratórios.</p><p>(B) permitem a obtenção de informações rotineiras do</p><p>produto.</p><p>(C) dificultam a seleção de materiais.</p><p>(D) são sempre estáticos.</p><p>(E) são sempre destrutivos.</p><p>58</p><p>O trem de aterrissagem de um avião foi fabricado em aço</p><p>ABNT 4340 revenido com tenacidade à fratura (KIc) e</p><p>limite de escoamento, de 90 MPa m e 1200 MPa,</p><p>respectivamente. Para aumentar a segurança do equipa-</p><p>mento, a tensão máxima atuante, durante o pouso da</p><p>aeronave, não ultrapassa 50% do limite de escoamento</p><p>do material. Entretanto, a operação do equipamento pode</p><p>produzir carregamentos que causem o aparecimento de</p><p>trincas superficiais e, portanto, após 1000h de operação, o</p><p>componente deverá ser inspecionado. Para tal, são</p><p>apresentadas, na tabela abaixo, diferentes técnicas de</p><p>inspeção, com suas respectivas capacidades de detecção</p><p>de trincas.</p><p>Adotando a equação</p><p>�IcK = σ a</p><p>na qual � e a significam a tensão atuante e o comprimento</p><p>crítico de trinca, respectivamente, é(são) considerada(s)</p><p>correta(s) para a inspeção.</p><p>(A) todas as técnicas apresentadas na tabela.</p><p>(B) as técnicas da tabela, com exceção da visual.</p><p>(C) líquidos penetrantes e partículas magnéticas.</p><p>(D) partículas magnéticas e correntes parasitas.</p><p>(E) correntes parasitas.</p><p>Técnica</p><p>visual</p><p>líquidos penetrantes</p><p>partículas magnéticas</p><p>correntes parasitas</p><p>Tamanho de trinca mínimo (mm)</p><p>4,0</p><p>3,7</p><p>2,5</p><p>0,5</p><p>Figura 1 Figura 2</p><p>pcimarkpci MjgwNDowMTRkOjc0ODE6NTUzMDowY2I1OjFiMDQ6ODVlNzo0ZWM2:U2F0LCAxMCBGZWIgMjAyNCAxNjo1MDoxNSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>ENGENHEIRO(A) DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR</p><p>INSPEÇÃO</p><p>18</p><p>59</p><p>Um eixo de transmissão de potência foi projetado com um diâmetro de 50 mm, devendo apresentar durezas mínimas, no</p><p>centro e a 10 mm da superfície de 40 HRC e 50 HRC, respectivamente, após revenido. A figura acima apresenta as curvas</p><p>de temperabilidade de diferentes aços após um ensaio Jominy. De acordo com os resultados deste ensaio, atende(m)</p><p>adequadamente às exigências do projeto APENAS o(s) aço(s)</p><p>(A) 1040.</p><p>(B) 1040 e 5140.</p><p>(C) 4140 e 4340.</p><p>(D) 8640, 4140 e 4340.</p><p>(E) 5140, 8640, 4140 e 4340.</p><p>60</p><p>A previsão da vida útil é um evento desejável nas ações de avaliação da integridade estrutural de equipamentos e compo-</p><p>nentes. Entretanto, embora as propriedades e o comportamento de materiais possam ser conhecidos, a prevenção da</p><p>falha é uma condição difícil de ser garantida. Sobre fraturas dúcteis em sistemas mecânicos e estruturais, sabe-se que</p><p>(A) materiais dúcteis nunca falham de maneira frágil.</p><p>(B) materiais frágeis podem falhar de maneira dúctil.</p><p>(C) a resistência do material à fratura dúctil não é influenciada pelas condições de serviço do componente.</p><p>(D) a resistência do material à fratura dúctil não é influenciada pelo processo de fabricação do componente.</p><p>(E) em materiais cristalinos, a fratura dúctil não ocorre ao longo de planos cristalinos específicos.</p><p>Taxa de resfriamento a 700 C (1300 F)o o</p><p>Distância a partir da extremidade temperada</p><p>490 305 125 56 33 16,3 10 7 5,1</p><p>270 170 70 31 18 9 5,6 3,9 2,8 2</p><p>3,35 oF/s</p><p>60</p><p>50</p><p>40</p><p>30</p><p>20</p><p>100</p><p>80</p><p>50</p><p>0 1 2 pol.1</p><p>4</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>4</p><p>1</p><p>4</p><p>1 1</p><p>2</p><p>1 3</p><p>4</p><p>1</p><p>0 10 20 30 40 50 mm</p><p>D</p><p>u</p><p>re</p><p>za</p><p>,</p><p>H</p><p>R</p><p>C</p><p>P</p><p>o</p><p>rc</p><p>e</p><p>n</p><p>ta</p><p>g</p><p>e</p><p>m</p><p>d</p><p>e</p><p>m</p><p>a</p><p>rt</p><p>e</p><p>n</p><p>si</p><p>ta</p><p>oC/s</p><p>4340</p><p>4140</p><p>8640</p><p>5140</p><p>1040</p><p>pcimarkpci MjgwNDowMTRkOjc0ODE6NTUzMDowY2I1OjFiMDQ6ODVlNzo0ZWM2:U2F0LCAxMCBGZWIgMjAyNCAxNjo1MDoxNSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>ENGENHEIRO(A) DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR</p><p>INSPEÇÃO</p><p>19</p><p>61</p><p>O naufrágio do Titanic é considerado um dos eventos dra-</p><p>máticos do século XX, com o afundamento do navio em</p><p>menos de 3 horas e a perda de mais de 1500 vidas. Uma</p><p>análise recente do material do costado revelou que este</p><p>era similar ao aço ABNT 1020 contemporâneo. Conside-</p><p>rando-se o material do costado do navio, conclui-se que</p><p>sua fratura seria dificultada com uma maior</p><p>(A) quantidade de enxofre no material, diminuindo a sua</p><p>temperatura de transição dúctil-frágil.</p><p>(B) quantidade de manganês no material, aumentando a</p><p>sua temperatura de transição dúctil-frágil.</p><p>(C) quantidade de carbono no material, diminuindo a sua</p><p>temperatura de transição dúctil-frágil.</p><p>(D) razão entre manganês e enxofre no material, aumen-</p><p>tando a sua temperatura de transição dúctil-frágil.</p><p>(E) razão entre manganês e enxofre no material, diminuin-</p><p>do a sua temperatura de transição dúctil-frágil.</p><p>62</p><p>A figura abaixo apresenta curvas de transição dúctil-frágil</p><p>de dois materiais distintos, material A e material B.</p><p>De acordo com a figura, essas curvas podem representar</p><p>(A) dois aços comuns de mesma quantidade de carbono</p><p>após têmpera (A) e têmpera e revenido (B).</p><p>(B) dois aços comuns hipoeutetoide e de mesma quanti-</p><p>dade de carbono após normalização (A) e recozimento</p><p>(B).</p><p>(C) dois aços ligados após têmpera e revenimento, sendo</p><p>que no material A houve fragilização no revenimento.</p><p>(D) dois aços comuns com diferentes quantidades de car-</p><p>bono, um hipoeutetoide (A) e outro hipereutetoide (B),</p><p>ambos após recozimento.</p><p>(E) duas ligas não ferrosas, uma de alumínio (A) e outra</p><p>de cobre (B), ambos após recozimento.</p><p>0</p><p>D</p><p>U</p><p>C</p><p>T</p><p>IL</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>TEMPERATURA</p><p>A</p><p>B</p><p>63</p><p>Durante paradas de operação em instalações industriais,</p><p>adota-se frequentemente a soldagem de manutenção como</p><p>uma técnica eficiente para prolongar a vida residual de</p><p>equipamentos. Em aços ligados, a zona termicamente</p><p>afetada formada durante a operação de soldagem deverá</p><p>apresentar, como característica principal,</p><p>(A) região de granulação grosseira.</p><p>(B) região de granulação fina.</p><p>(C) baixa ductilidade.</p><p>(D) baixa dureza.</p><p>(E) alta resistência ao impacto.</p><p>64</p><p>Aços inoxidáveis são ligas ferrosas de alta resistência à</p><p>corrosão, o que torna recomendável suas aplicações</p><p>em ambientes agressivos de serviço. Na temperatura</p><p>ambiente, podem apresentar microestruturas dos tipos</p><p>(A) ferrita, cementita e perlita.</p><p>(B) martensita, ferrita e austenita.</p><p>(C) bainita, cementita e martensita.</p><p>(D) bainita, martensita e martensita revenida.</p><p>(E) bainita, martensita e ferrita-austenita (duplex).</p><p>65</p><p>O conhecimento das características do material é de</p><p>fundamental importância para a confiabilidade de juntas</p><p>soldadas em serviço. Uma das característica de juntas</p><p>soldadas de aços inoxidáveis é o(a)</p><p>(A) encruamento.</p><p>(B) corrosão.</p><p>(C) segregação.</p><p>(D) fragilização a quente.</p><p>(E) fragilização a frio.</p><p>66</p><p>Na natureza, o cobre pode existir como cobre metálico e,</p><p>por isto, foi extraído, com sucesso, das rochas antes do</p><p>ferro, visto que as baixas temperaturas necessárias para</p><p>sua extração podiam ser alcançadas mais facilmente.</p><p>Assim, as ligas de cobre</p><p>(A) apresentam baixa resistência à corrosão.</p><p>(B) são comercialmente conhecidas como bronzes quando</p><p>advindas de misturas entre cobre e zinco.</p><p>(C) são facilmente endurecidas por solução sólida.</p><p>(D) são facilmente endurecidas por encruamento.</p><p>(E) possuem massa específica e resistências mecânicas</p><p>superiores às ligas de alumínio e, portanto, sempre</p><p>apresentam uma resistência específica superior às</p><p>daquele metal.</p><p>pcimarkpci MjgwNDowMTRkOjc0ODE6NTUzMDowY2I1OjFiMDQ6ODVlNzo0ZWM2:U2F0LCAxMCBGZWIgMjAyNCAxNjo1MDoxNSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>ENGENHEIRO(A) DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR</p><p>INSPEÇÃO</p><p>20</p><p>67</p><p>Duas barras de alumínio foram laminadas a frio e soldadas de topo, formando uma junta</p><p>que apresentava três regiões</p><p>distintas, indicadas esquematicamente na figura abaixo: metal de base (posição 9), zona termicamente afetada</p><p>(posições 10-11-12) e metal de solda (posições 13-14).</p><p>Após a soldagem, houve a retirada de amostras dessas três regiões da junta, que sofreram distintamente tratamentos</p><p>térmicos de recozimento (amostras 1), alívio de tensão (amostras 2) ou permaneceram sem qualquer tratamento</p><p>(amostras 3). Em sequência, foram determinadas as propriedades mecânicas das amostras e realizadas análises</p><p>metalográficas, o que permite concluir que</p><p>(A) as amostras (1), (2) e (3) retiradas do metal de solda apresentaram módulos de elasticidade diferentes.</p><p>(B) a amostra (1) retirada da zona termicamente afetada apresentou maior resistência mecânica do que as amostras</p><p>(2) e (3) retiradas da mesma região.</p><p>(C) em relação ao metal de solda, as amostras (1) e (2) apresentaram grãos deformados, enquanto que a amostra (3)</p><p>apresentou grãos livres de deformação.</p><p>(D) em relação ao metal de base, a amostra (1) apresentou maior ductilidade do que as amostras (2) e (3).</p><p>(E) todas as amostras (2) apresentaram a mesma dureza.</p><p>68</p><p>Devido à variação de propriedades físicas, mecânicas e microestruturais, os aços possuem grandes aplicações em</p><p>engenharia, centenas de composições químicas diferentes e diversas classificações, sendo uma das mais simples aquela</p><p>que os divide em aços carbono comum, aços liga e aços inoxidáveis. Em relação às propriedades mecânicas dos aços,</p><p>considera-se que</p><p>(A) nos aços carbono, reduções nas temperaturas de serviço podem afetar sua ductilidade.</p><p>(B) nos aços carbono e nos aços liga, aumentos na quantidade de carbono não afetam a ductilidade do material.</p><p>(C) geralmente aços liga recozidos são mais duros do que ferros fundidos.</p><p>(D) o módulo de elasticidade dos aços inoxidáveis é menor do que o das ligas de alumínio.</p><p>(E) qualquer aço possui uma baixa capacidade de endurecimento por encruamento.</p><p>69</p><p>No tratamento térmico de alívio de tensões, o material sofre um resfriamento lento após ter permanecido durante certo</p><p>tempo em temperatura abaixo daquela crítica. Tal procedimento contribui de maneira decisiva para o aumento da</p><p>(A) resistência à fadiga.</p><p>(B) resistência à deformação plástica.</p><p>(C) condutividade elétrica.</p><p>(D) condutividade térmica.</p><p>(E) dureza.</p><p>14</p><p>13</p><p>12</p><p>10</p><p>9</p><p>11</p><p>pcimarkpci MjgwNDowMTRkOjc0ODE6NTUzMDowY2I1OjFiMDQ6ODVlNzo0ZWM2:U2F0LCAxMCBGZWIgMjAyNCAxNjo1MDoxNSAtMDMwMA==</p><p>www.pciconcursos.com.br</p><p>ENGENHEIRO(A) DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR</p><p>INSPEÇÃO</p><p>21</p><p>Porcentagem de Fe C3</p><p>0 3 6 9 12 15</p><p>700</p><p>600</p><p>500</p><p>400</p><p>300</p><p>200</p><p>100</p><p>0</p><p>Martensita</p><p>Martensita revenida</p><p>(revenida a 371 C)o</p><p>Perlita fina</p><p>Composição (%p C)</p><p>0,0 0,2 0,4 0,6 0,8 1,0</p><p>Ín</p><p>d</p><p>ic</p><p>e</p><p>d</p><p>e</p><p>d</p><p>u</p><p>re</p><p>za</p><p>B</p><p>ri</p><p>n</p><p>e</p><p>ll</p><p>Te</p><p>m</p><p>p</p><p>e</p><p>ra</p><p>tu</p><p>ra</p><p>(</p><p>C</p><p>)</p><p>o</p><p>900</p><p>800</p><p>700</p><p>0</p><p>0,0218</p><p>A3</p><p>Acm</p><p>0,2 0,4 0,6 0,8 1,0 1,2 1,4 6,67</p><p>Porcentagem em massa de carbono</p><p>A1 = 727 Co</p><p>α</p><p>α γ+</p><p>γ</p><p>γ + Fe C3</p><p>0,77</p><p>α + Fe C3</p><p>70</p><p>Com base nas figuras acima, calcule a quantidade de carbono (%p) que um aço comum deverá ter para que, quando</p><p>tratado termicamente, se obtenha uma estrutura bifásica do tipo ferrita-martensita, objetivando uma quantidade de martensita</p><p>de 50% com dureza de 600 Brinell.</p><p>(A) 0,13</p><p>(B) 0,21</p><p>(C) 0,35</p><p>(D) 0,47</p><p>(E) 0,56</p>