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<p>ASSISTENTE SOCIAL</p><p>LÍNGUA PORTUGUESALÍNGUA PORTUGUESA</p><p>SUMÁRIO</p><p>RACIOCÍNIO LÓGICORACIOCÍNIO LÓGICO</p><p>INFORMÁTICAINFORMÁTICA</p><p>CONHECIMENTOS</p><p>ESPECÍFICOS</p><p>CONHECIMENTOS</p><p>ESPECÍFICOS</p><p>Língua Portuguesa</p><p>1 | Página</p><p>SUMÁRIO:</p><p>Leitura, compreensão e interpretação de textos. Estruturação do texto e dos parágrafos.</p><p>Articulação do texto: pronomes e expressões referenciais, nexos, operadores</p><p>sequenciais.......................................................................................................................2</p><p>Significação contextual de palavras expressões. Equivalência e transformação de</p><p>estruturas.........................................................................................................................5</p><p>Sintaxe: processos de coordenação e subordinação........................................................7</p><p>Pontuação. .....................................................................................................................32</p><p>Estrutura e formação de palavras. .................................................................................41</p><p>Funções das classes de palavras. Flexão nominal e verbal. Pronomes: emprego, formas</p><p>de tratamento e colocação. Emprego de tempos e modos</p><p>verbais............................................................................................................................ 42</p><p>Concordância nominal e verbal.......................................................................................65</p><p>Regência nominal e verbal..............................................................................................70</p><p>Ortografia oficial.............................................................................................................78</p><p>Acentuação gráfica.........................................................................................................80</p><p>10 DICAS DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS</p><p>DICA 1 – Coloque as orações na ordem direta – sujeito, verbo e complemento. Isso</p><p>porque alguns textos, principalmente os literários, como poemas e crônicas, usam</p><p>muitos recursos estilísticos.</p><p>DICA 2 – Observe os detalhes. Em textos com gráficos, por exemplo, os detalhes fazem</p><p>toda a diferença na interpretação. Muitas vezes um olhar mais atento a um gráfico ou a</p><p>um dado estatístico já resolve a questão. DICA 3 – Essa dica é um exercício diário de</p><p>interpretação. Durante as conversas do seu</p><p>dia a dia, tente interpretar as entrelinhas dos diálogos que você tem com sua família e</p><p>amigos. Quando não entender, pergunte: “você quis dizer isso ... ou eu interpretei de</p><p>maneira errada suas palavras?”. Tal dica é abstrata, mas pode ser útil para interpretar</p><p>textos.</p><p>DICA 4 – Faça da leitura um hábito. Leia textos longos e com características diversas. Um</p><p>texto literário, por exemplo, é diferente de um texto informativo. Quanto mais se lê</p><p>com profundidade, mais se aprende.</p><p>DICA 5 – Leia mais poesias e ouça mais músicas. As poesias e as músicas têm uma</p><p>dificuldade maior de serem interpretadas, pois é necessário tentar entender as</p><p>intenções do autor, o que o “eu lírico” quis dizer. Músicas dos anos 70, 80 e poesias são</p><p>interessantes para afinar a capacidade de interpretação.</p><p>DICA 6 – Leia charges e tirinhas. Muitas vezes, a banca não traz “textos secos”. Para</p><p>ilustrar e até deixar a prova mais leve, algumas questões utilizam charges e tirinhas com</p><p>personagens conhecidos.</p><p>DICA 7 – Interprete as orações e os períodos. Cada oração tem um objetivo no texto.</p><p>Um trecho pode ser: explicativo, adversativo, concessivo etc., e cada conectivo tem uma</p><p>função. É importante, por isso, observar cada um e seu contexto.</p><p>DICA 8 – Leia textos mais complexos. Para isso, utilize um dicionário ou pesquise na</p><p>internet o significado das palavras que não são comuns no seu dia a dia. Aumente seu</p><p>vocabulário em conversas diárias. Muitas vezes, a banca usa palavras desconhecidas</p><p>para dificultar a vida do concurseiro.</p><p>DICA 9 – Procure</p><p>outras fontes. Por</p><p>exemplo, veja vídeos</p><p>de professores com</p><p>outras formas de</p><p>interpretação, outras</p><p>técnicas e outras</p><p>dicas. Não se limite a</p><p>2 | Página</p><p>COESÃO TEXTUAL</p><p>um único material.</p><p>DICA 10 – Marque as partes importantes do texto. Na hora da prova, ganhar tempo é</p><p>fundamental. Algumas frases ou trechos de um texto conseguem sintetizar a ideia do</p><p>autor, então grife as que achar mais relevantes.</p><p>IMPORTANTE! As bancas costumam colocar termos que extrapolam o texto, isto é, que</p><p>não estão nele. Com isso, elas perguntam se está correto ou não. Por exemplo, o texto</p><p>aborda violência URBANA, mas a banca coloca alguma alternativa relativa à violência NO</p><p>CAMPO, para confundir o candidato. Por isso, leia com atenção.</p><p>OBSERVAÇÃO: Em muitos textos você terá que analisar o contexto com a “visão do</p><p>autor”, o que ele quis dizer, qual mensagem ele quis passar. Isso requer treino e muitas</p><p>horas de leitura, pois, infelizmente, não há atalho ou fórmula mágica. Entretanto, há</p><p>alguns termos que algumas bancas costumam usar, como depreende-se, infere-se,</p><p>deduz-se que etc.</p><p>Observe as expressões CONFORME O TEXTO, ou seja, isso tem que estar dentro do</p><p>texto.</p><p>DICA DE OURO PARA INTERPRETAÇÃO DE TEXTO:</p><p>Leia o enunciado da questão ➞ crie expectativa ➞ leia o texto ➞ volte ao enunciado</p><p>da questão.</p><p>Ao ler a questão e criar expectativa antes de ir ao texto, a leitura será mais focada</p><p>no que já se sabe que a questão está pedindo, logo, haverá certa otimização de tempo</p><p>e facilidade para responder.</p><p>3 | Página</p><p>COESÃO REFERENCIAL</p><p>Nesse tipo de coesão, os elementos de coesão anunciam, ou retomam as frases, sequências e</p><p>palavras que indicam conceitos e fatos. Isso pode ocorrer através da anáfora ou catáfora.</p><p>A ANÁFORA faz referência a uma informação mencionada no texto anteriormente, ou seja, ela</p><p>retoma um componente textual. Também pode ser chamada de elemento anafórico.</p><p>A CATÁFORA, por sua vez, antecipa um componente textual, sendo chamada de elemento</p><p>catafórico.</p><p>Elementos de coesão referencial</p><p>Os principais mecanismos da coesão referencial ocorrem por meio de elipse e reiteração.</p><p>4 | Página</p><p>Exemplo de coesão referencial por elipse: Vamos à praia no domingo. Você nos acompanha?</p><p>Neste tipo de coesão, um elemento do texto é retirado e evita a repetição: Vamos à praia no</p><p>domingo. Você nos acompanha (à praia)?</p><p>Exemplo de coesão por reiteração: Aprendizado é dedicação. Aprendizado é plantar o</p><p>conhecimento todos os dias.</p><p>Neste tipo de coesão, é possível repetir o elemento lexical ou mesmo usar sinônimos.</p><p>COESÃO SEQUENCIAL</p><p>É a maneira como os fatos se organizam no tempo do texto. Para isto, são utilizadas relações</p><p>semânticas que ligam as orações e os parágrafos à medida que o texto é descrito.</p><p>A coesão sequencial pode ocorrer por justaposição ou conexão.</p><p>Exemplo de coesão sequencial por JUSTAPOSIÇÃO:</p><p>Ricardo é, com certeza, a melhor escolha. Além disso, conhece os meandros da empresa.</p><p>A coesão sequencial por justaposição ocorre para dar sequência ao texto no ordenamento</p><p>temporal, espacial e de assunto.</p><p>Exemplo de coesão sequencial por CONEXÃO:</p><p>Acordou tarde, de forma que perdeu o ônibus.</p><p>Nesse tipo de coesão, as conjunções, como neste caso, estabelecem uma relação entre as</p><p>orações.</p><p>SIGNIFICAÇÃO DAS PALAVRAS.</p><p>TERMOS USADOS PELAS BANCAS PARA SUBSTITUIÇÃO DE PALAVRAS.</p><p>ADMITIR - reconhecer, aceitar, assumir, confessar, adotar, abraçar, defender, aderir,</p><p>acreditar.</p><p>ADSTRITA - que está ligado.</p><p>ATIPICO- Não previsto na lei</p><p>ALIJADO- Retirado</p><p>ASSAZ - Muito, bastante, suficiente.</p><p>APÓCRIFA - Anônimo.</p><p>CURATELA- Decidir ou agir em favor do deficiente.</p><p>COADUNA-SE - tem o sentido de combinar, ter relação.</p><p>COOPTAR- Aceitar alguém sem o cumprimento das formalidades.</p><p>COMUTAR- Realizar a troca ou permutar</p><p>DEFESO - proibido, que não é permitido</p><p>DISSÍDIO COLETIVO- são ações ajuizadas no Tribunal para solucionar conflitos entre as</p><p>partes coletivas que compõem uma relação de trabalho</p><p>DESPEITO - Independente</p><p>EIVAR - contaminar,</p><p>em excesso, em demasia, por</p><p>completo etc.</p><p>abaixo, acima, adiante, aqui, aí, ali, aquém, além, atrás,</p><p>fora, dentro, acolá, através, perto, longe, à direita, à</p><p>Dúvida</p><p>Intensidade</p><p>Lugar</p><p>59 | Página</p><p>CONFORMIDADE</p><p>CAUSA</p><p>CONSEQUÊNCIA</p><p>CONDIÇÃO</p><p>COMPARAÇÃO</p><p>FINALIDADE</p><p>TEMPO</p><p>PROPORCIONALIDADE</p><p>conforme, segundo, como, consoante</p><p>porque, uma vez que, sendo que, visto que, porquanto</p><p>de forma que, de modo que</p><p>se, caso, contanto que, a menos que</p><p>como, tal qual, assim como</p><p>a fim de que, para</p><p>quando, enquanto, sempre, nunca</p><p>à medida que, à proporção que</p><p>ATENÇÃO!</p><p>PROPORCIONAL</p><p>Obs: “à medida EM que” NÃO EXISTE.</p><p>CAUSAL</p><p>Para Memorizar: “só Jesus NA causa”</p><p>À MEDIDA QUE</p><p>NA MEDIDA EM QUE</p><p>Modo</p><p>Negação</p><p>Tempo</p><p>Advérbios interrogativos.</p><p>Circunstância</p><p>Causa</p><p>esquerda, a (à) distância, de longe, de perto, ao lado,</p><p>por dentro, por fora, por aqui, por ali, para onde etc.</p><p>assim, bem, debalde, depressa, devagar, mal, bem,</p><p>melhor, pior,</p><p>alerta, à toa, às claras, às ocultas, às pressas, ao léu,</p><p>lado a lado,</p><p>frente a frente etc., e quase todos os terminados pelo</p><p>sufixo -mente: (calmamente, alegremente etc.)</p><p>não, de modo algum, de jeito nenhum, de forma</p><p>alguma etc.</p><p>agora, ainda, amanhã, anteontem, antes, breve, cedo,</p><p>tarde, depois, hoje, então, nunca, jamais, logo, sempre,</p><p>outrora, já, raramente, à tarde, à noite, de manhã, de</p><p>repente, de súbito, em breve, de quando em quando</p><p>etc.</p><p>Advérbios interrogativos</p><p>Por que</p><p>Exemplos</p><p>Por que ele foi preso?</p><p>Não sabemos por que ele</p><p>foi preso.</p><p>Onde Lugar onde mora aquele</p><p>cirurgião? Ignora-se onde</p><p>ele mora. Como ele está</p><p>de saúde? Não se sabe</p><p>como ele está de saúde.</p><p>Quando</p><p>Modo como</p><p>Tempo quando nos veremos</p><p>novamente?</p><p>Ainda não sei quando nos</p><p>veremos.</p><p>PALAVRAS E LOCUÇÕES DENOTATIVAS</p><p>Algumas palavras ou locuções, antes consideradas impropriamente como advérbios,</p><p>passaram a ter, na NGB, classificação à parte, mas sem nome especial.</p><p>a) de inclusão — até, inclusive, mesmo, também etc.:</p><p>60 | Página</p><p>Ele fala bem até dos inimigos.</p><p>b) de exclusão — apenas, menos, salvo, senão, só, somente etc.:</p><p>Esqueci-me de convidar apenas uma pessoa: você.</p><p>c) de designação — eis:</p><p>Eis os livros que você me pediu.</p><p>CAÍ MUITO EM PROVAS.</p><p>d) de realce — cá, lá, é que, que, ora, só etc.:</p><p>Eu é que não me envolverei nessa confusão!</p><p>Essas partículas expletivas ou de realce, NÃO são obrigatórias nas frases. Retirando-as</p><p>ainda mantém o sentido, ou seja, elas são dispensáveis. A mais comum é um verbo,</p><p>geralmente o verbo SER, acompanhada da palavra QUE.</p><p>PARTÍCULA DE REALCE OU EXPLETIVA (ATENÇÃO AQUI MUITO COBRADA NAS BANCAS)</p><p>Pode ser retirada da frase sem lhe prejudicar o sentido. Aparece, muitas vezes, na</p><p>locução É QUE:</p><p>Que vida boa que você leva! (Que vida boa você leva!)</p><p>Você é que deve pagar a conta hoje. (Você deve pagar a conta hoje.)</p><p>e) de retificação — aliás, ou antes, ou melhor, isto é etc.:</p><p>Ela virá amanhã, ou melhor, depois de amanhã.</p><p>f) de situação — afinal, agora, então, mas etc.:</p><p>Então o estrago que fizeram foi esse?</p><p>INTERJEIÇÃO</p><p>É uma palavra ou locução com que exprimimos sentimentos de dor, alegria, admiração,</p><p>aplauso, irritação etc.</p><p>"— Ó vida futura! nós te criaremos." (Carlos Drummond de Andrade)</p><p>61 | Página</p><p>"Oh! que doce harmonia traz-me a brisa." (Castro Alves)</p><p>A PALAVRA COMO</p><p>A palavra como possui as seguintes classificações morfológicas:</p><p>SUBSTANTIVO</p><p>Aparece antecedida de um determinante ou especificando outro termo:</p><p>Esse como é advérbio ou pronome interrogativo?</p><p>Agora vamos analisar a palavra como.</p><p>INTERJEIÇÃO</p><p>Quando expressa espanto, admiração. É sempre seguida de pausa forte:</p><p>Como! Você ainda não votou?!</p><p>PREPOSIÇÃO</p><p>Quando se puder subentender o gerúndio sendo depois dela, ou puder ser substituída</p><p>pela locução na qualidade de. Nesse caso, a palavra como sempre introduz um</p><p>predicativo na frase.</p><p>O aluno classificou como (sendo) pronome um advérbio.</p><p>Naquela excursão, ele serviu como guia. (na qualidade de guia)</p><p>ADVÉRBIO</p><p>Relaciona-se a um verbo ou a um adjetivo, exprimindo circunstância de intensidade ou</p><p>modo. Sintaticamente exerce a função de adjunto adverbial de intensidade ou de</p><p>modo:</p><p>Como é linda a sua casa!</p><p>L adj. adv. de intensidade</p><p>Como você consegue viver com esse salário?</p><p>L adj. adv. de modo</p><p>62 | Página</p><p>CONJUNÇÃO</p><p>Introduz oração subordinada adverbial. É classificada de acordo com as seguintes</p><p>circunstâncias adverbiais:</p><p>a) Causal — equivale a porque, já que, uma vez que:</p><p>Como não havia estudado, não quis fazer a prova.</p><p>b) Conformativa — é substituível por conforme, segundo:</p><p>Como já havíamos previsto, ele não cumpriu com a palavra.</p><p>c) Comparativa — é substituível por tal qual, representando o segundo elemento</p><p>de uma comparação:</p><p>Ela é delicada como uma flor.</p><p>PRONOME RELATIVO</p><p>Quando é pronome relativo, a palavra como sempre aparece antecedida de um</p><p>substantivo e equivale a com o(a) qual, pelo(a) qual e variações. Exerce a função</p><p>sintática de adjunto adverbial de modo:</p><p>Observem o jeitinho como ela se requebra.</p><p>Esta é a maneira como lhe pagarei esta dívida.</p><p>63 | Página</p><p>COLOCAÇÃO PRONOMINAL</p><p>64 | Página</p><p>CONCORDÂNCIA VERBAL E NOMINAL.</p><p>CONCORDÂNCIA VERBAL</p><p>A regra geral da concordância verbal é que o verbo ficará de acordo com o sujeito em</p><p>pessoa e número.</p><p>Casos específicos de concordância verbal</p><p>Existem diversos casos de concordância verbal e nominal. Agora, vamos conhecer os</p><p>principais casos de concordância verbal:</p><p>Concordância verbal com verbos impessoais:</p><p>O verbo sempre ficará de acordo com a 3° pessoa do singular, uma vez que não existe um</p><p>sujeito: havia pessoas, houve problemas, faz dois dias, já amanheceu.</p><p>• Havia três pessoas esperando na fila. (verbo haver com sentido de existir)</p><p>• Faz dez anos que não te vejo. (verbo fazer indicando tempo decorrido)</p><p>• Aqui onde trabalho, chove todos os dias. (verbos que indicam fenômenos da natureza)</p><p>Concordância com o elemento apassivador se</p><p>O verbo cria concordância com o objeto direto, que exerce a função de sujeito paciente.</p><p>Isso ocorre com VERBOS TRANSITIVOS DIRETOS ou VERBOS TRANSITIVOS DIRETOS E</p><p>INDIRETOS. Ele pode aparecer no singular ou no plural:</p><p>• Vende-se apartamento.</p><p>• Vendem-se apartamentos.</p><p>Concordância verbal com a partícula de indeterminação do sujeito se</p><p>O verbo sempre vai concordar com a 3° pessoa do singular quando a frase for formada por</p><p>verbos</p><p>intransitivos ou por verbos transitivos indiretos:</p><p>• Precisa-se de funcionário</p><p>• Precisa-se de funcionários.</p><p>Concordância verbal com a maioria, a maior parte, a metade...</p><p>65 | Página</p><p>Preferentemente, o verbo vai concordar com a 3° pessoa do singular. Entretanto, a 3°</p><p>pessoa do plural também pode ser usada:</p><p>• A maioria dos trabalhadores vai…</p><p>• A maior parte dos trabalhadores vai…</p><p>• A maioria dos trabalhadores vão…</p><p>• A maior parte dos trabalhadores vão…</p><p>Concordância verbal com pronome relativo que</p><p>O verbo cria concordância com o termo antecedente do pronome</p><p>• Fui eu que pedi…</p><p>• Foi ela que pediu…</p><p>• Fomos nós que pedimos…</p><p>Concordância verbal com pronome relativo quem</p><p>O verbo estabelece concordância com o antecedente do pronome ou fica na 3° pessoa do</p><p>singular:</p><p>• Fui eu quem solicitou…</p><p>• Fomos nós quem solicitamos…</p><p>• Fui eu quem solicitou…</p><p>• Fomos nós quem solicitou…</p><p>Concordância verbal com o infinitivo pessoal</p><p>O verbo no infinitivo é flexionado sempre que existir um sujeito definido, quando</p><p>se quiser determinar o sujeito ou quando o sujeito da segunda oração for diferente do</p><p>da primeira:</p><p>• Isto é para nós solicitarmos.</p><p>• Eu pedir para eles solicitarem tudo.</p><p>Concordância verbal com o infinitivo impessoal</p><p>O verbo no infinitivo não é flexionado quando não existir um sujeito definido, quando</p><p>o sujeito da segunda oração for igual ao da primeira oração, em locuções verbais, com</p><p>verbos preposicionados e com verbos imperativos:</p><p>66 | Página</p><p>• As mães conseguiram entender a verdade.</p><p>• Foram</p><p>obrigadas a entender a verdade.</p><p>• Foram barradas de entender a verdade.</p><p>Concordância verbal com o verbo ser</p><p>O verbo cria uma concordância com o predicativo do sujeito, podendo ficar no singular</p><p>ou no plural:</p><p>• Isto é uma mentira,</p><p>• Isto são mentiras;</p><p>• Quem é você,</p><p>• Quem são vocês.</p><p>Concordância verbal com um dos que</p><p>O verbo sempre vai concordar com 3° pessoa do plural:</p><p>• Um dos que foram…</p><p>• Um dos que querem…</p><p>• Um dos que podem…</p><p>CONCORDÂNCIA NOMINAL:</p><p>Existem diferentes casos de concordância verbal e nominal. Agora, vamos</p><p>acompanhar os principais casos de concordância nominal:</p><p>Concordância nominal com pronomes pessoais:</p><p>O adjetivo constitui concordância em gênero e número com os pronomes pessoais:</p><p>• Ele é brincalhão.</p><p>• Ela é brincalhona.</p><p>• Eles são brincalhões</p><p>• Elas são brincalhonas.</p><p>Concordância nominal vários substantivos</p><p>O adjetivo constitui concordância em gênero e número com o substantivo que está mais</p><p>próximo. Ele também pode estabelecer concordância com a forma no masculino plural:</p><p>• Caneta e caderno emprestado;</p><p>67 | Página</p><p>• Caderno e caneta emprestada;</p><p>• Caneta e caderno emprestados;</p><p>• Caderno e caneta emprestados.</p><p>Concordância nominal com adjetivos</p><p>Quando existe dois ou mais adjetivos no singular, o substantivo continua no singular se</p><p>existir um artigo no meio dos adjetivos. Caso não tenha um artigo, o substantivo deve</p><p>ser escrito no plural:</p><p>• A aluna simpática e a antipática;</p><p>• O aluno simpático e o antipático;</p><p>• As alunas simpática e antipática;</p><p>• Os alunos simpático e antipático.</p><p>Concordância nominal com bastante, muito, pouco, meio, caro, barato, longe</p><p>Essas palavras instauram concordância em gênero e número com o substantivo quando</p><p>exercem função de adjetivo:</p><p>• Comi meio chocolate,</p><p>• Comi meia maçã,</p><p>• Há bastante procura,</p><p>• Há bastantes pedidos,</p><p>• Vi muitas crianças,</p><p>• Vi muitos adultos.</p><p>Concordância nominal com é permitido e é proibido</p><p>Nessas expressões, o adjetivo se modifica em gênero e número quando tiver a</p><p>participação de um artigo determinando o substantivo. Quando não tiver artigo, o</p><p>adjetivo fica invariável no masculino singular:</p><p>• É permitida a entrada de cães.</p><p>• É proibida a entrada de cães.</p><p>• É permitido entrada de cães.</p><p>• É proibido entrada de cães.</p><p>Concordância nominal com mesmo e próprio</p><p>Os termos “mesmo” e “próprio” estabelecem concordância em gênero e número</p><p>com o</p><p>substantivo quando agem como adjetivo:</p><p>68 | Página</p><p>• Na mesma estrada;</p><p>• No mesmo trabalho;</p><p>• Nas mesmas estradas;</p><p>• Nos mesmos trabalhos;</p><p>• Na própria residência;</p><p>• No próprio escritório;</p><p>• Nas próprias residências;</p><p>• Nos próprios escritórios.</p><p>Concordância nominal com menos</p><p>A palavra menos permanece é invariável independente da sua atuação, seja ela</p><p>advérbio ou adjetivo:</p><p>• Menos tristeza;</p><p>• Menos tristezas;</p><p>• Menos aborrecimento;</p><p>• Menos aborrecimentos;</p><p>Dicas concordância verbal e nominal</p><p>Observadas todas as situações, vamos, agora, rever tudo que foi aprendido sobre</p><p>concordância verbal e nominal:</p><p>• Concordância verbal e nominal estuda a compatibilidade existente</p><p>entre cada elemento de uma oração;</p><p>• Concordância verbal refere-se ao verbo em relação ao sujeito, já a</p><p>concordância nominal refere- se às classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral,</p><p>pronome, artigo.</p><p>• Para fazer concordância verbal e nominal correta é necessário</p><p>observar a que termo ele se refere.</p><p>69 | Página</p><p>REGÊNCIA VERBAL E NOMINAL.</p><p>REGÊNCIA VERBAL</p><p>Regência verbal é a parte da língua que se ocupa da relação entre os verbos e os termos</p><p>que se seguem a eles e completam o seu sentido.</p><p>Os verbos são os termos regentes, enquanto os objetos (direto e indireto) e adjuntos</p><p>adverbiais são os termos regidos.</p><p>REGÊNCIA DOS PRINCIPAIS VERBOS DA LÍNGUA PORTUGUESA:</p><p>1 - ASSISTIR</p><p>a) com o sentido de ver exige preposição:</p><p>Que tal assistirmos ao filme?</p><p>b) com o sentido de dar assistência não exige preposição:</p><p>Sempre assistiu pessoas mais velhas.</p><p>c) com o sentido de pertencer exige preposição:</p><p>Assiste aos prejudicados o direito de indenização.</p><p>2 – CHEGAR</p><p>O verbo chegar é regido pela preposição “a”:</p><p>Chegamos ao local indicado no mapa.</p><p>Essa é a forma padrão. No entanto, é comum observarmos o uso da preposição</p><p>“em” nas conversas informais, cujo estilo é coloquial: Chegamos no local indicado no</p><p>mapa.</p><p>3 – CUSTAR</p><p>a) com o sentido de ser custoso exige preposição:</p><p>Aquela decisão custou ao filho.</p><p>70 | Página</p><p>b) com o sentido de valor não exige preposição:</p><p>Aquela casa custou caro.</p><p>4 – OBEDECER</p><p>O verbo obedecer é transitivo indireto, logo, exige preposição:</p><p>Obedeça ao pai!</p><p>Na linguagem informal, entretanto, ele é usado como verbo transitivo direto: Obedeça</p><p>o pai!</p><p>5 – PROCEDER</p><p>a) com o sentido de fundamento é verbo intransitivo:</p><p>Essa sua desconfiança não procede.</p><p>b) com o sentido de origem exige preposição:</p><p>Essa sua desconfiança procede de situações passadas.</p><p>6 – VISAR</p><p>a) com o sentido de objetivo exige preposição:</p><p>Visamos ao sucesso.</p><p>Na variante coloquial, encontramos o verbo sendo utilizado sem preposição, ou seja,</p><p>como verbo transitivo direto: Visamos o sucesso.</p><p>b) com o sentido de mirar não exige preposição: O policial visou o</p><p>bandido à distância.</p><p>7 - ESQUECER</p><p>O verbo esquecer é transitivo direto, logo não exige preposição: Esqueci o meu</p><p>material.</p><p>No entanto, na forma pronominal, deve ser usado com preposição: Esqueci-me do meu</p><p>material.</p><p>8 – QUERER</p><p>71 | Página</p><p>a) com o sentido de desejar não exige preposição:</p><p>Quero ficar aqui.</p><p>b) com o sentido de estimar exige preposição:</p><p>Queria muito aos seus amigos.</p><p>9 – ASPIRAR</p><p>a) com o sentido de respirar ou absorver não exige preposição:</p><p>Aspirou todo o escritório.</p><p>b) com o sentido de pretender exige preposição:</p><p>Aspirou ao cargo de ministro.</p><p>10 – INFORMAR</p><p>O verbo é transitivo direto e indireto, assim ele exige um complemento sem e</p><p>outro com preposição:</p><p>Informei o acontecimento aos professores.</p><p>11 – IR</p><p>O verbo ir é regido pela preposição “a”:</p><p>Vou à biblioteca.</p><p>12 – IMPLICAR</p><p>a) com o sentido de consequência, o verbo implicar é transitivo direto, logo, não exige</p><p>preposição: O seu pedido implicará um novo orçamento.</p><p>b) com o sentido de embirrar, é transitivo indireto, logo exige preposição:</p><p>Implica com tudo!</p><p>13 – MORAR</p><p>O verbo morar é regido pela preposição “em”:</p><p>72 | Página</p><p>Mora no fim da rua.</p><p>14 – NAMORAR</p><p>O verbo namorar é transitivo direto, apesar de as pessoas o usarem sempre seguido de</p><p>preposição:</p><p>Namorou Maria durante anos.</p><p>"Namorou com Maria durante anos" não é gramaticalmente aceito.</p><p>15 – PREFERIR</p><p>O verbo preferir é transitivo direto e indireto. Assim:</p><p>Prefiro carne a peixe.</p><p>16 – SIMPATIZAR</p><p>O verbo simpatizar é transitivo indireto e exige a preposição "com": Simpatiza com os</p><p>mais velhinhos.</p><p>17 – CHAMAR</p><p>a) com o sentido de convocar não exige complemento com preposição:</p><p>Chama o Pedro!</p><p>b) com o sentido de apelidar exige complementos com e sem preposição: Chamou ao</p><p>João de Mauricinho.</p><p>Chamou João de Mauricinho. Chamou ao João Mauricinho.</p><p>Chamou João Mauricinho.</p><p>18 – PAGAR</p><p>a) quando informamos o que pagamos o complemento não tem preposição: Paga o</p><p>sorvete?</p><p>a) quando informamos a quem pagamos o complemento exige preposição:</p><p>Paga o sorvete ao dono do bar.</p><p>73 | Página</p><p>Acostumado a, com</p><p>Exemplos:</p><p>Estou acostumado a comer pouco.</p><p>Estamos acostumados com as novas ferramentas.</p><p>REGÊNCIA NOMINAL</p><p>Regência Nominal é a maneira de um nome (substantivo, adjetivo e advérbio)</p><p>relacionar-se com seus complementos.</p><p>Em geral, a relação entre o nome e o seu complemento é estabelecida por preposição.</p><p>Portanto, é justamente o conhecimento da preposição o que há de mais importante na</p><p>regência nominal.</p><p>EXEMPLOS:</p><p>Confira abaixo alguns exemplos e frases com regência nominal:</p><p>Exemplo de regência de alguns nomes:</p><p>Amor</p><p>Tenha “amor a” seus livros.</p><p>Meu “amor pelos” animais me conforta. Cultivemos o “amor da” família.</p><p>O amor “para com” a Pátria.</p><p>Ansioso</p><p>Olhos “ansiosos de” novas paisagens. Estava “ansioso por” vê-la.</p><p>Estou “ansioso para” ler o livro.</p><p>Exemplos de nomes transitivos e suas respectivas preposições: Acessível a</p><p>Exemplo: isto é acessível a todos.</p><p>74 | Página</p><p>Aversão a, por</p><p>Exemplos:</p><p>Ele tem aversão a pessoas.</p><p>Paula tem aversão por itens supérfluos.</p><p>Benefício a</p><p>Exemplo: Pilates é um grande benefício à saúde.</p><p>Afável com, para com</p><p>Exemplos:</p><p>Ele é afável com sua filha.</p><p>O professor tem sido afável para com seus alunos.</p><p>Agradável a</p><p>Exemplo: Sou agradável a ti.</p><p>Alheio a, de</p><p>Exemplos:</p><p>Ele vive alheio a tudo.</p><p>João está alheio de carinho fraternal.</p><p>Apto a, para</p><p>Exemplos:</p><p>Estou apto a trabalhar.</p><p>Joana está apta para desenvolver suas funções.</p><p>75 | Página</p><p>Capacidade de, para</p><p>Exemplos:</p><p>Laura tem excepcional capacidade de comunicação. Joaquim tem capacidade para o</p><p>trabalho.</p><p>Capaz de, para</p><p>Exemplos:</p><p>Ele é capaz de tudo.</p><p>A empresa é capaz para trabalhar com projetos.</p><p>Compatível com</p><p>Exemplo: Seu computador é compatível com este.</p><p>Contrário a</p><p>Exemplo: Esse modo de vida é contrário à saúde.</p><p>Curioso de, por</p><p>Exemplos:</p><p>Luís é curioso de tudo. Vitória é curiosa por natureza</p><p>Descontente com</p><p>Exemplo: Estamos descontentes com nosso sistema político.</p><p>Essencial para</p><p>Exemplo: Esse livro é essencial para aprender matemática.</p><p>Fanático por</p><p>Exemplo: Ele é fanático por histórias em quadrinhos.</p><p>76 | Página</p><p>Imune a, de</p><p>Exemplos:</p><p>O Brasil não ficou imune à crise econômica. Estamos imunes de pagar os impostos.</p><p>Inofensivo a, para</p><p>Exemplos:</p><p>O vírus é inofensivo a seres humanos</p><p>Os danos que sofreu são inofensivos para sua saúde.</p><p>Junto a, de</p><p>Exemplos:</p><p>Comprei a casa junto a sua.</p><p>Estava junto de miguel, quando aconteceu o acidente.</p><p>Livre de</p><p>Exemplo: Este sabonete está livre de parabenos.</p><p>Simpatia a, por</p><p>Exemplo:</p><p>José tem simpatia as causas populares. Tenho muita simpatia por Ana.</p><p>Tendência a, para</p><p>Viviana tem tendência à mentira.</p><p>As meninas tem tendência para a moda.</p><p>União com, de, entre</p><p>A união com Regina foi fracassada.</p><p>77 | Página</p><p>MAU: adjetivo (ruim, de má qualidade). Ex.: Ele não é um mau sujeito.</p><p>Na reação química, ocorreu uma união de substâncias. A união entre eles é muito</p><p>bonita.</p><p>DOMÍNIO DA ORTOGRAFIA OFICIAL.</p><p>GRAFIA E SIGNIFICADO DE ALGUMA PALAVRAS QUE CAEM EM PROVAS</p><p>MAS/MAIS:</p><p>MAS: conjunção adversativa, equivale a porém, contudo, entretanto. Ex.: Tento não</p><p>sofrer, mas a dor é muito forte.</p><p>MAIS: pronome ou advérbio de intensidade, opõe-se a menos. Ex.: É um dos garotos mais</p><p>bonitos da escola.</p><p>ONDE/AONDE:</p><p>ONDE: lugar em que se está ou que se passa algum fato. Ex.: Onde você foi hoje?</p><p>AONDE: indica movimento (refere-se a verbos de movimento). Ex.: Aonde você vai?</p><p>QUE/QUÊ</p><p>QUE: pronome, conjunção, advérbio ou partícula expletiva: Ex: Convém que o</p><p>assunto seja esquecido rapidamente.</p><p>QUÊ: monossílabo tônico, substantivo ou interjeição. Ex: Você precisa de quê?</p><p>MAL/MAU</p><p>MAL: advérbio (opõe-se a bem), como substantivo indica doença, algo prejudicial:</p><p>Ex.: Ele se comportou muito mal. (advérbio) Ex: A prostituição infantil é um mal presente</p><p>em todas as partes do Brasil. (substantivo)</p><p>78 | Página</p><p>AO ENCONTRO DE/DE ENCONTRO A</p><p>AO ENCONTRO DE: significa “ser favorável a”, “aproximar-se de”. Ex.: Quando avistei</p><p>minha mãe fui correndo ao encontro dela.</p><p>DE ENCONTRO A: indica oposição, colisão. Ex.: Suas ideias sempre vieram de encontro às</p><p>minhas. Somos mesmo diferentes.</p><p>AFIM/A FIM</p><p>AFIM: adjetivo que indica igual, semelhante. Ex.: Temos objetivos afins.</p><p>A FIM: indica finalidade. Ex: Trabalho hoje a fim de folgar amanhã.</p><p>A PAR/AO PAR</p><p>A PAR: sentido de “bem informado”. Ex.: Eu estou a par de todas as fofocas.</p><p>AO PAR: indica igualdade entre valores financeiros. Ex.: O real está ao par do dólar.</p><p>DEMAIS/DE MAIS</p><p>DEMAIS: advérbio de intensidade, sentido de “muito”. Ex.: Você é chato demais.</p><p>Demais também pode ser pronome indefinido, sentido de “os outros”. Ex.: Alguns</p><p>professores saíram da sala enquanto os demais permaneceram atentos às orientações.</p><p>DE MAIS: opõe-se a de menos. Ex.: Não vejo nada de mais em seu comportamento</p><p>SENÃO/SE NÃO</p><p>SENÃO: sentido de “caso contrário”, “a não ser”. Ex: não fazia coisa alguma senão</p><p>conversar.</p><p>SE NÃO: sentido de “caso não”. Ex: Se não houver conscientização, haverá escassez de</p><p>água.</p><p>79 | Página</p><p>ACENTO GRAVE: `</p><p>O acento grave indica o fenômeno da crase (preposição “a” + artigo “a(s)” ou</p><p>preposição “a” + pronome demonstrativo “aquele(s), aquela(s), aquilo”) e não assinala</p><p>a sílaba tônica.</p><p>Ex.: Dediquei-me àquelas pessoas por muito tempo. (preposição ‘a’ + aquelas)</p><p>80 | Página</p><p>NA MEDIDA EM QUE/À MEDIDA QUE</p><p>NA MEDIDA EM QUE: equivale a porque, já que, uma vez que. Ex: Na medida em que os</p><p>projetos foram abandonados, os estagiários ficaram desmotivados.</p><p>À MEDIDA QUE: indica proporção, equivale a à proporção que. Ex: A emoção</p><p>aumentava à medida que o momento da apresentação se aproximava.</p><p>ACENTUAÇÃO GRÁFICA</p><p>Primeiramente, é essencial saber o que e quais são os acentos gráficos presentes</p><p>na nossa língua. Os acentos gráficos são sinais que indicam, na escrita das palavras, a</p><p>pronúncia da vogal de determinada sílaba. São eles: acento agudo (´), acento</p><p>circunflexo (^) e acento grave (`).</p><p>O acento agudo marca o timbre aberto (ex.: Avó), enquanto o acento circunflexo marca</p><p>o timbre fechado (Avô).</p><p>ACENTO AGUDO: ´</p><p>O acento agudo indica que a vogal tem pronúncia aberta na sílaba tônica de</p><p>determinada palavra.</p><p>Ex.: Área, época, relógio</p><p>ACENTO CIRCUNFLEXO: ^</p><p>O acento circunflexo indica que a vogal tem pronúncia fechada ou anasalada</p><p>na sílaba tônica de determinada palavra.</p><p>Ex.: Acadêmico, âmbito, você</p><p>Ela está se referindo à pauta da reunião. (preposição ‘a’ + artigo ‘a’)</p><p>REGRAS DE ACENTUAÇÃO DOS MONOSSÍLABOS TÔNICOS</p><p>Primeiramente, é importante saber o que é uma palavra monossílaba, bem como</p><p>saber a diferença entre monossílabos átonos e tônicos. Monossílabos átonos são</p><p>palavras pronunciadas com pouca intensidade e que contém apenas uma sílaba. Além</p><p>disso, nunca são acentuados, por exemplo: a, nos, com, me, de, lhe, mas, no, quem, se,</p><p>sem, sob etc. Por sua vez, os monossílabos tônicos são pronunciados com maior</p><p>intensidade, como: meu, bom, cá, dor, mar, pé, sol, nó, voz, flor, há etc., e podem ou</p><p>não ter acento.</p><p>OBSERVAÇÃO: O mesmo monossílabo pode ser átono em uma oração, mas tônico em</p><p>outra. Vejamos:</p><p>- Ela não sabe o assunto, mas pode aprender. (monossílabo átono “mas”, sinônimo de</p><p>“porém”)</p><p>- Infelizmente trago más notícias. (monossílabo tônico “más”, contrário de “boas”)</p><p>➪ Acentuam-se graficamente os monossílabos tônicos terminados em:</p><p>-A(S)</p><p>-E(S)</p><p>-O(S)</p><p>-ÉU(S)</p><p>-ÉI(S)</p><p>-ÓI(S)</p><p>CHÁ(S), MÁ(S)</p><p>PÉ(S), VÊ(S)</p><p>SÓ(S), PÔS</p><p>CÉU, VÉU</p><p>MÉIS, GÉIS</p><p>DÓI, SÓIS</p><p>DITONGOS</p><p>ABERTOS</p><p>REGRAS DE ACENTUAÇÃO DAS PALAVRAS OXÍTONAS</p><p>As OXÍTONAS, palavras onde a ÚLTIMA SÍLABA É TÔNICA, devem ser</p><p>acentuadas graficamente em alguns casos específicos:</p><p>➪ Oxítonas terminadas em -A, -E e -O, seguidas ou não de -S:</p><p>DICA DE OURO:</p><p>➪ TIL não é acento! Trata-se de sinal gráfico (~) que indica nasalização. Além disso, nem</p><p>sempre assinala a sílaba tônica.</p><p>Vejamos: em “órgão”, a sílaba tônica é “ór”, e o til é usado apenas para indicar um som nasal; já</p><p>em “ilusão”, o til serve tanto para nasalizar quanto para indicar a sílaba tônica da palavra.</p><p>81 | Página</p><p>Ex.: Crachá, aliás, pajé, vocês, mocotó, cipós</p><p>➪ PAROXÍTONAS TERMINADAS EM -ON, -ONS:</p><p>Ex.: íon(s), próton(s), elétron(s), nêutron(s)</p><p>➪ PAROXÍTONAS TERMINADAS EM -US:</p><p>Ex.: Ânus, vírus, ônus, húmus, bônus, tônus, Vênus</p><p>➪ PAROXÍTONAS TERMINADAS EM -UM, -UNS:</p><p>Ex.: Fórum, fóruns, quórum, quóruns, álbum, álbuns</p><p>➪ PAROXÍTONAS TERMINADAS EM -I(S)</p><p>Ex.: Cáqui, bílis, júri, oásis, beribéri, biquíni, cútis, grátis, lápis, táxi</p><p>➪ PAROXÍTONAS TERMINADAS EM -Ã(S), -ÃO(S):</p><p>Ex.: Órfã,</p><p>órfãs, ímã, ímãs, órgão, órgãos, sótão, sótãos, bênção, bênçãos</p><p>➪ Oxítonas terminadas -EM ou -ENS:</p><p>Ex.: Mantém (singular), mantêm (plural), além, armazéns, parabéns</p><p>➪ Oxítonas terminadas em ditongos abertos -ÉU, -ÉI ou -ÓI, seguidos ou não de -S</p><p>Exemplos: Mausoléu, chapéus, fiéis, anéis, herói,</p><p>anzóis</p><p>REGRAS DE ACENTUAÇÃO DE PALAVRAS PAROXÍTONAS</p><p>O que define a acentuação de uma PAROXÍTONA, palavra onde a PENÚLTIMA</p><p>SÍLABA É TÔNICA, é a sua terminação. Vejamos abaixo as regras de acentuação:</p><p>➪ PAROXÍTONAS TERMINADAS EM -R, -L, -N, -X, -PS:</p><p>Ex.: Caráter, esfíncter, fóssil, réptil, líquen, lúmen, tórax, córtex, bíceps, fórceps</p><p>82 | Página</p><p>NOVAS REGRAS DE ACENTUAÇÃO APÓS O ACORDO ORTOGRÁFICO</p><p>Em 2009, quando o Acordo Ortográfico de 1990 entrou em vigor no Brasil, a</p><p>acentuação gráfica de algumas palavras foi suprimida.</p><p>Confira abaixo casos que perderam o acento de acordo com a nova ortografia.</p><p>Ditongos abertos -oi e -ei em palavras paroxítonas</p><p>Em palavras paroxítonas, os ditongos abertos -oi e -ei deixaram de ser acentuados.</p><p>Exemplos:</p><p>JÓIA JOIA</p><p>ALCALÓIDE ALCALOIDE</p><p>ANDRÓIDE ANDROIDE</p><p>➪ PAROXÍTONAS TERMINADAS EM DITONGO ORAL, SEGUIDO OU NÃO DE -S</p><p>⤷ exemplos de ditongos orais: ai, ia, iu, ui, eu, éu, ue, ei, éi, ie, oi, ói, io, au, ua, ao</p><p>Ex.: Tênue, Nódoa, Imundície, Lírio, Cerimônia, Túneis, fizésseis</p><p>DICA DE OURO:</p><p>➪ Todas as paroxítonas serão acentuadas, menos as terminadas em -A(S), -E(S), -O(S), -EM,</p><p>-ENS.</p><p>➪ Resumindo: são acentuadas as paroxítonas terminadas em -I(S), -US, -Ã(S), -ÃO(S), -ON,</p><p>-ONS, -UM, -UNS, -L, -N, -R, -X, -PS.</p><p>REGRAS DE ACENTUAÇÃO DE PALAVRAS PROPAROXÍTONAS</p><p>As regras de acentuação das PROPAROXÍTONAS, palavras onde a</p><p>ANTEPENÚLTIMA SÍLABA É TÔNICA, instituem que elas sejam SEMPRE ACENTUADAS.</p><p>Ex.: Líquido, lâmpada, ácaro, pássaro, trânsito, tática, exército, médico, bárbaro, árvore.</p><p>Portanto, não esqueça:</p><p>➪ TODAS AS PROPAROXÍTONAS SÃO ACENTUADAS!</p><p>83 | Página</p><p>Exemplos:</p><p>ENJÔO</p><p>VÔO</p><p>ZÔO</p><p>ENJOO</p><p>VOO</p><p>ZOO</p><p>MAGOO MAGÔO</p><p>PERDÔO PERDOO</p><p>ASTERÓIDE ASTEROIDE</p><p>GELÉIA GELEIA</p><p>IDEIA IDEIA</p><p>ASSEMBLÉIA ASSEMBLEIA</p><p>EUROPÉIA</p><p>EUROPEIA</p><p>Vogais -i e -u precedidas de ditongo em paroxítonas</p><p>Em palavras paroxítonas, as vogais -i e -u precedidas de ditongo deixaram de ser</p><p>acentuadas.</p><p>Exemplos:</p><p>FEIÚRA FEIURA</p><p>BAIÚCA BAIUCA</p><p>BOCAIÚVA BOCAIUVA</p><p>BOIÚNO BOIUNO</p><p>CAUÍLA CAUILA</p><p>MAOÍSTA MAOISTA</p><p>TAOÍSMO</p><p>TAOISMO</p><p>Vogal tônica fechada -o de -oo em paroxítonas</p><p>Nas palavras paroxítonas, a vogal tônica fechada -o de -oo deixa de ser acentuada.</p><p>84 | Página</p><p>Hiato de paroxítona cuja terminação é -em</p><p>Deixam de ser acentuadas as palavras paroxítonas cuja terminação é -em, e que</p><p>possuem -e tônico em hiato. Isso ocorre com a terceira pessoa do plural do presente do</p><p>indicativo ou do subjuntivo.</p><p>Exemplos:</p><p>VÊEM VEEM</p><p>LÊEM LEEM</p><p>CRÊEM CREEM</p><p>DÊEM DEEM</p><p>DESDÊEM DESDEEM</p><p>REVÊEM REVEEM</p><p>RELÊEM</p><p>RELEEM</p><p>Paroxítonas homógrafas</p><p>O acento diferencial deixou de ser usado em paroxítonas homógrafas.</p><p>As homógrafas são palavras que têm a mesma grafia, mas apresentam significados</p><p>diferentes.</p><p>Exemplos:</p><p>(VERBO PARAR) PÁRA PARA</p><p>(SUBSTANTIVO) PÊLO PELO</p><p>Antes do Acordo Ortográfico, a flexão do verbo “parar” era acentuada para que fosse</p><p>diferenciada da preposição “para”. Depois do Acordo, ambas são escritas sem acento.</p><p>Exemplos:</p><p>Antes do Acordo Ortográfico: Ele sempre pára nessa loja para comprar chiclete.</p><p>Depois do Acordo Ortográfico: Ele sempre para nessa loja para comprar chiclete.</p><p>No caso do substantivo “pelo”, a acentuação aplicada antes do Acordo Ortográfico</p><p>estabelecia a diferença em relação à palavra “pelo”, que tem função de preposição.</p><p>85 | Página</p><p>Confira abaixo.</p><p>Exemplos:</p><p>Antes do Acordo Ortográfico: Passei a mão pelo pêlo do cachorro.</p><p>Depois do Acordo Ortográfico: Passei a mão pelo pelo do cachorro.</p><p>Palavras com trema</p><p>O uso do trema foi suprimido em palavras portuguesas ou aportuguesadas.</p><p>Exemplos:</p><p>LINGÜIÇA</p><p>ENXÁGÜE</p><p>LINGUIÇA</p><p>ENXÁGUE</p><p>EQUINO</p><p>FREQUÊNCIA</p><p>LINGUÍSTICA</p><p>EQÜINO</p><p>FREQÜÊNCIA</p><p>LINGÜÍSTICA</p><p>BILÍNGÜE</p><p>BILÍNGUE</p><p>O trema mantém-se apenas em nomes próprios estrangeiros ou em palavras deles</p><p>derivadas.</p><p>Exemplos:</p><p>Müller</p><p>mülleriano</p><p>Hübner</p><p>Hübneriano</p><p>86 | Página</p><p>87 | Página</p><p>1</p><p>RACIOCÍNIO LógICO</p><p>1</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>ÍNDICE</p><p>PARTE II - LógICA DA ARgUmENTAÇÃO</p><p>1 - Argumento ..............................................................................................................................................................................10</p><p>2 - Teoria dos Conjuntos .............................................................................................................................................................15</p><p>PARTE IV - ANáLISE COmBINATóRIA</p><p>1 - Princípio Fundamental da Contagem .................................................................................................................................24</p><p>2 - Fatorial ......................................................................................................................................................................................26</p><p>3 - Arranjos ....................................................................................................................................................................................26</p><p>4 - Permutação ..............................................................................................................................................................................26</p><p>5 - Combinações ...........................................................................................................................................................................26</p><p>6 - Exercícios .................................................................................................................................................................................27</p><p>PARTE V - PROBABILIDADE</p><p>1 - Introdução ................................................................................................................................................................................28</p><p>2 - Espaço Amostral ou Conjunto Universo .............................................................................................................................28</p><p>3 - Evento ......................................................................................................................................................................................28</p><p>4 - Definição .................................................................................................................................................................................28</p><p>5 - Adição de Probabilidades.......................................................................................................................................................28</p><p>6 - Exercícios ................................................................................................................................................................................29</p><p>PARTE VI - QUESTõES DE CONCURSOS ANTERIORES. ..............................................................................................33</p><p>PARTE I - INTRODUÇÃO</p><p>1 - Proposições .............................................................................................................................................................................03</p><p>2 - Operações Lógicas .................................................................................................................................................................03</p><p>3 - Exercícios ................................................................................................................................................................................06</p><p>4 - Proposições Categóricas ........................................................................................................................................................09</p><p>PARTE</p><p>III - PROBLEmAS ...........................................................................................................................................20</p><p>Problemas envolvendo o raciocínio verbal, raciocínio matemático, raciocínio sequencial, orientação espacial e temporal,</p><p>formação de conceitos e discriminação de conceitos ..............................................................................................................20</p><p>RACIOCÍNIO LógICO</p><p>3</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>Parte I</p><p>Introdução</p><p>1 - PROPOSIÇõES</p><p>2 - OPERAÇõES LógICASO valor lógico de uma proposição declarativa é a</p><p>verdade ou a falsidade.</p><p>Notação</p><p>v(p) = V. (Lê-se: valor lógico de p é V)</p><p>v(q) = F. (Lê-se: valor lógico de q é F)</p><p>Exemplos:</p><p>• Seja a proposição p: Minas Gerais pertence à região</p><p>sudeste.</p><p>O valor lógico de p é V. Escreve-se: v(p) = V.</p><p>• Seja a proposição q : 5 é maior que 9.</p><p>O valor lógico de q é F. Escreve-se: v(q) = F.</p><p>CONECTIVOS LógICOS</p><p>Os Conectivos Lógicos são: “e” ; “ou”; “se... , então”;“se,</p><p>e somente se” e o “não”. Estes conectivos serão</p><p>utilizados</p><p>para formarem proposições compostas.</p><p>Notações</p><p>Conectivo “e” : ∧</p><p>Conectivo “ou”: ∨</p><p>Conectivo “se ..., então”: →</p><p>Conectivo “se, e somente se”: ↔</p><p>Conectivo “não”: ∼ ou ¬</p><p>PROPOSIÇõES SImPLES</p><p>É a proposição declarativa que não contém nenhum dos</p><p>conectivos “e”, “ou”, “se ..., então” e “se, somente se”.</p><p>1.1 - Proposições Declarativas</p><p>Conjunto de palavras ou símbolos os quais podemos</p><p>atribuir apenas um dos valores lógicos: verdade ou fal-</p><p>sidade.</p><p>Exemplos:</p><p>• -4 é um número natural.</p><p>• Todos os mamíferos são peixes.</p><p>• Alguns cruzeirenses são pessoas alegres.</p><p>• 17 é um número par ou primo.</p><p>• O tempo está frio e chuvoso.</p><p>• Se Carlos é engenheiro, então 4 é ímpar.</p><p>• Irei ao cinema se, e somente se, não chover.</p><p>VALORES LógICOS DAS PROPOSIÇõES</p><p>Exemplos:</p><p>• O número 7 é ímpar.</p><p>• Os mamíferos são seres vivos.</p><p>• 10 : 2 = 5.</p><p>• Amanhã não choverá.</p><p>• Lineu é professor de Matemática; etc.</p><p>PROPOSIÇõES COmPOSTAS</p><p>São proposições declarativas formada por duas ou mais</p><p>proposições simples, “ligadas” através de conectivos como</p><p>“e”, “ou”, “se ..., então”, “se, somente se”.</p><p>Exemplos:</p><p>• Carlos é inteligente e rico.</p><p>• Amanhã irei ao Teatro ou ao Mineirão.</p><p>• Se amanhã não chover, então sairei de casa.</p><p>• Um número natural é ímpar se, e somente se não for</p><p>par.</p><p>Obs.: A verdade ou a falsidade de uma proposição com-</p><p>posta, depende do valor lógico das proposições simples e</p><p>do conectivo que as conectam.</p><p>Uma proposição composta do tipo p e q é chamada de</p><p>conjunção das proposições p e q.</p><p>Exemplos:</p><p>• p: Pelé é mineiro.</p><p>q: 2 é um número par.</p><p>p ∧ q: Pelé é mineiro e 2 é um número par.</p><p>A negação de uma proposição p é a proposição</p><p>composta que se obtém a partir de p antecedida do</p><p>conectivo lógico “não” ou outro equivalente.</p><p>Exemplos:</p><p>• p: Os Atleticanos são fanáticos.</p><p>~ p: Não é verdade que os Atleticanos são fanáticos.</p><p>• p: Dois é um número ímpar.</p><p>~ p: É falso dizer que dois é ímpar.</p><p>• p: Os Cruzeirenses são maioria em B.H..</p><p>~ p: Os Cruzeirenses não são maioria em B.H..</p><p>Tabela Verdade</p><p>CONECTIVO “e” .</p><p>CONECTIVO “não”. Símbolo “¬” ou “~”</p><p>Símbolo “∧”</p><p>p</p><p>V</p><p>F</p><p>~</p><p>p</p><p>F</p><p>V</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>A proposição composta p e q será verdadeira se as</p><p>propo- sições simples forem ambas verdadeiras.</p><p>E quivalência</p><p>p ∧ q ⇔ q ∧ p</p><p>Exemplos:</p><p>• Passarei no concurso e no vestibular.</p><p>Passarei no vestibular e no concurso.</p><p>• Carlos é professor e engenheiro.</p><p>Carlos é engenheiro e professor.</p><p>Negação da Conjunção</p><p>Afirmação Negação</p><p>p ∧ q ~ p ∨ ∼q</p><p>Exemplos:</p><p>• A negação de (x = 2 ∧ x = 3) é (x ≠ 2 ∨ x ≠ 3)</p><p>• A negação de “Carlos é médico e professor.” é</p><p>“Carlos não é médico ou professor.”</p><p>• A negação de “João é culpado e Pedro é inocente.” é</p><p>“João não é culpado ou Pedro não é inocente.”</p><p>CONECTIVO “ ou” . Símbolo “∨”</p><p>Uma proposição composta do tipo p ou q é chamada</p><p>de disjunção das proposições p e q.</p><p>Exemplos:</p><p>• p: Curitiba é a capital do Paraná.</p><p>q: Zero é um número natural.</p><p>p ∨ q: Curitiba é a capital do Paraná ou zero é um</p><p>número natural.</p><p>v(p) = V</p><p>v(q) = V</p><p>v(p ∨ q) = V</p><p>v(p) = V</p><p>v(q) = V</p><p>v(p ∧ q) = V</p><p>• p: A França é um país europeu.</p><p>q: A massa da Lua é maior que a da Terra.</p><p>p ∧ q: A França é um país europeu e a massa da Lua é</p><p>maior que a da Terra.</p><p>v(p) = V</p><p>v(q) = F</p><p>v(p ∧ q) = F</p><p>Tabela Verdade</p><p>• p: Os gatos são mamíferos.</p><p>q: 7 x 7 = 14</p><p>p ∨ q: Os gatos são mamíferos ou 7 x 7 = 14</p><p>v(p) = V</p><p>v(q) = F</p><p>v(p ∨ q) = V</p><p>• p: Um triângulo tem quatro lados.</p><p>q: O mês de janeiro tem 30 dias.</p><p>p ∨ q: Um triângulo tem quatro lados ou o mês de</p><p>janeiro tem 30 dias.</p><p>v(p) = F</p><p>v(q) = F</p><p>v(p ∨ q) = F</p><p>Tabela Verdade</p><p>A proposição composta p ou q será verdadeira se o valor</p><p>lógico de pelo menos uma das proposições simples for</p><p>verdadeiro.</p><p>Obs.: A preposição “ou” tem dois sentidos: inclusivo e</p><p>exclusivo.</p><p>Exemplo:</p><p>• p: Carlos é médico ou professor.</p><p>q: Maria é paulista ou mineira.</p><p>Na proposição p, o “ou” é inclusivo, já na proposição q</p><p>o “ou” é exclusivo.</p><p>E quivalência</p><p>p ∨ q ⇔ q ∨ p</p><p>Exemplos:</p><p>• Paulo é culpado ou Pedro é inocente.</p><p>Pedro é inocente ou Paulo é culpado.</p><p>• Amanhã choverá ou não sairei de casa.</p><p>Não sairei de casa ou amanhã choverá.</p><p>Negação da Disjunção</p><p>Afirmação Negação</p><p>p ∨ q ~ p ∧ ∼q</p><p>Exemplos:</p><p>• A negação de (x = 4 ∨ x = 5) é (x ≠ 4 ∧ x ≠ 5).</p><p>• A negação de “Irei ao Cinema ou ao Teatro.” é</p><p>“Não irei ao Cinema e não irei ao Teatro”.</p><p>p q p e q</p><p>p q p ou q</p><p>V</p><p>V</p><p>F</p><p>F</p><p>V</p><p>F</p><p>V</p><p>F</p><p>V</p><p>F</p><p>F</p><p>F</p><p>V</p><p>V</p><p>F</p><p>F</p><p>V</p><p>F</p><p>V</p><p>F</p><p>V</p><p>V</p><p>V</p><p>F</p><p>5</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>→</p><p>• A negação de “João é culpado ou Pedro é inocente.” é</p><p>“João não é culpado e Pedro não é inocente.”</p><p>CONECTIVO “se ..., então” . Símbolo “→”</p><p>A proposição composta p → q será falsa se o</p><p>antecedente for verdadeiro e o consequente falso. Nos</p><p>demais casos ela é verdadeira.</p><p>Atenção</p><p>Uma proposição composta condicional não afirma</p><p>que o consequente q se deduz de p. Não afirma,</p><p>também, que o antecedente seja verdadeiro.</p><p>A proposição composta se p, então q é chamada de</p><p>con- dicional, onde p é o antecedente e q o</p><p>consequente.</p><p>Exemplos:</p><p>• p: Airton Senna morreu em um acidente.</p><p>q: 13 é um número primo.</p><p>p → q: Se Airton Senna morreu em um acidente, então</p><p>13 é um número primo.</p><p>v(p) = V</p><p>v(q) = V</p><p>v(p → q) = V</p><p>• p: O Natal é comemorado no mês de dezembro.</p><p>q: 32 = 6</p><p>p → q: Se o Natal é comemorado no mês de dezembro,</p><p>então 32 é igual a 6.</p><p>v(p) = V</p><p>v(q) = F</p><p>v(p → q) = F</p><p>• p: Minas Gerais tem praia.</p><p>q: 24 = 16</p><p>p → q: Se Minas Gerais tem praia, então 24 = 16.</p><p>v(p) = F</p><p>v(q) = V</p><p>v(p → q) = V</p><p>• p: O Brasil é uma Monarquia.</p><p>q: -3 é um número natural.</p><p>p → q: Se o Brasil é uma Monarquia, então -3 é um</p><p>número natural.</p><p>v(p) = F</p><p>v(q) = F</p><p>v(p → q) = V</p><p>Tabela Verdade</p><p>Negação do Condicional</p><p>Afirmação Negação</p><p>p → q p ∧ ∼q</p><p>Relações entre implicações</p><p>Seja a proposição: p → q.</p><p>Define-se como Proposição Recíproca do Condicional, a</p><p>proposição q → p.</p><p>Seja a proposição: p → q.</p><p>Define-se como Proposição Inversa do Condicional, a</p><p>proposição ~ p → ~ q.</p><p>Seja a proposição: p → q.</p><p>Define-se como Proposição Contrapositiva, a proposição</p><p>~q → ~p.</p><p>E quivalências</p><p>p → q é equivalente a ~q → ~p</p><p>p → q é equivalente a ~p ∨ q</p><p>Exemplos:</p><p>• A negação de “ Se Flávio é solteiro, então Ana é casada.”</p><p>é</p><p>“ Flávio é solteiro e Ana não é casada”</p><p>• A negação de “ Se o juiz ajudar, seremos campeões.” é</p><p>“ O juiz ajudou e não fomos campeões.”</p><p>• A negação de “Se João é culpado, então Pedro é ino-</p><p>cente.” é</p><p>“João é culpado e Pedro não é inocente”.</p><p>CONECTIVO “se, e somente se” Símbolo “↔”</p><p>A proposição composta “p se, somente se, q” é chamada</p><p>de bicondicional.</p><p>Exemplos:</p><p>p q</p><p>• Se Pedro é professor,</p><p>então ele é honesto.</p><p>• Se Manoel é pescador,</p><p>então ele é mentiroso.</p><p>• Se 5 não é par, então é</p><p>ímpar.</p><p>E quivalências</p><p>Se Pedro não é honesto,</p><p>então não é professor.</p><p>Pedro não é professor ou</p><p>Pedro é honesto.</p><p>E quivalências</p><p>Se Manoel não é mentiroso,</p><p>então ele não é pescador.</p><p>Manoel não é pescador ou</p><p>ele é mentiroso.</p><p>E quivalências</p><p>Se 5 não é ímpar, então é</p><p>par.</p><p>5 é par ou 5 é ímpar.</p><p>p</p><p>V</p><p>V</p><p>F</p><p>F</p><p>q</p><p>V</p><p>F</p><p>V</p><p>F</p><p>V</p><p>F</p><p>V</p><p>V</p><p>6</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>A proposição</p><p>composta p ↔ q será verdadeira se o an-</p><p>tecedente e o consequente forem ambos verdadeiros</p><p>ou ambos falsos. Nos demais casos ela é falsa.</p><p>Negação do Bicondicional</p><p>Afirmação Negação</p><p>p ↔ q (p ∧ ∼q) ∨ (q ∧ ∼p)</p><p>Exemplos:</p><p>• A negação de “x é primo se, e somente se, x é ímpar”. é</p><p>“x é primo e x é par ∨ x é ímpar e x é composto”.</p><p>• A negação de “x é par se, e somente se, x2 for par”. é</p><p>“x é par e x2 não é par ou x2 é par e x não é par.”</p><p>Exemplos:</p><p>• p: Brasília é a capital do Brasil.</p><p>q: 20 é divisível por 5.</p><p>p ↔ q: Brasília é a capital do Brasil se, e somente se</p><p>20 é divisível por 5.</p><p>v(p) = V</p><p>v(q) = V</p><p>v(p ↔q) = V</p><p>• p: A natação é um esporte olímpico.</p><p>q: São Paulo é a capital de Minas Gerais.</p><p>p ↔ q: A natação é um esporte olímpico se, e somente</p><p>se São Paulo é a capital de Minas Gerais.</p><p>v(p) = V</p><p>v(q) = F</p><p>v(p ↔ q) = F</p><p>• p: Tiradentes morreu afogado.</p><p>q: 15 é ímpar.</p><p>p ↔ q: Tiradentes morreu afogado se, e somente se</p><p>15 é ímpar.</p><p>v(p) = F</p><p>v(q) = V</p><p>v(p ↔ q) = F</p><p>• p: Belém é a capital do Maranhão.</p><p>q: 7 é menor que 5.</p><p>p ↔ q: Belém é a capital do Maranhão se, e somente</p><p>se 7 é menor que 5.</p><p>v(p) = F</p><p>v(q) = F</p><p>v(p ↔ q) = V</p><p>Tabela Verdade</p><p>Exemplos:</p><p>A negação de 4 = 5 é 4 ≠ 5</p><p>A negação de 3 > 1 é 3 ≤ 1</p><p>A negação de x ≥ 2 é x < 2</p><p>A negação de y < 5 é y ≥ 5</p><p>A negação de x ≤ 6 é x > 6</p><p>Afirmação e Negação em IR</p><p>Afirmação Negação</p><p>x = yx ≠ y</p><p>x > yx ≤ y</p><p>x ≥ yx < y</p><p>x < yx ≥ y</p><p>x ≤ yx > y</p><p>01) Duas grandezas “x” e “y” são tais que “se x = 3, então,</p><p>y = 7”. Pode-se concluir que:</p><p>a) Se x ≠ 3, então y ≠ 7.</p><p>b) Se y = 7, então x = 3.</p><p>c) Se y ≠ 7, então x ≠ 3.</p><p>d) Se x = 5, então y = 5.</p><p>e) Nenhuma das conclusões acima é válida.</p><p>02) Sejam p e q duas proposições. A negação de p ∧ ~q</p><p>equivale a:</p><p>a) ~p ∨ ~q</p><p>b) ~p ∧ ~q</p><p>c) ~p ∨ q</p><p>d) ~p ∧ q</p><p>e) p ∧ ~q</p><p>03) A negação de “Hoje é segunda-feira e amanhã não</p><p>choverá” é:</p><p>a) Hoje não é segunda-feira e amanhã choverá.</p><p>b) Hoje não é segunda-feira ou amanhã choverá.</p><p>c) Hoje não é segunda-feira, então, amanhã choverá.</p><p>d) Hoje não é segunda-feira nem amanhã choverá.</p><p>e) Hoje é segunda-feira ou amanhã não choverá.</p><p>04) A negação de “O gato mia e o rato chia” é:</p><p>a) “O gato não mia e o rato não chia”.</p><p>b) “O gato mia ou o rato chia”.</p><p>c) “O gato não mia ou o rato não chia”.</p><p>d) “O gato e o rato não chiam nem miam”.</p><p>05) A negação de “x ≥ -2” é:</p><p>a) x ≥ 2</p><p>b) x ≤ -2</p><p>c) x < -2</p><p>d) x ≤ 2</p><p>↔</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>3 - ExERCÍCIOS</p><p>p q p q</p><p>V</p><p>V</p><p>F</p><p>F</p><p>V</p><p>F</p><p>V</p><p>F</p><p>V</p><p>F</p><p>F</p><p>V</p><p>7</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>06) Uma equivalência da proposição: “Se Melício joga</p><p>futebol, então, Thábata toca violino” é:</p><p>a) Melício joga futebol se, e somente se, Thábata toca</p><p>violino.</p><p>b) Se Melício não joga futebol, então, Thábata não toca</p><p>violino.</p><p>c) Se Thábata não toca violino, então, Melício não joga</p><p>futebol.</p><p>d) Se Thábata toca violino, então, Melício joga futebol. e)</p><p>Se Melício toca violino, então Thábata joga futebol.</p><p>07) (ESAF/AFC/96) Se Beto briga com Glória, então,</p><p>Glória vai ao cinema.</p><p>Se Glória vai ao cinema, então, Carla fica em casa.</p><p>Se Carla fica em casa, então Raul briga com Carla.</p><p>Ora, Raul não briga com Carla, logo:</p><p>a) Carla não fica em casa e Beto não briga com Glória. b)</p><p>Carla fica em casa e Glória vai ao cinema.</p><p>c) Carla não fica em casa e Glória vai ao cinema.</p><p>d) Glória vai ao cinema e Beto briga com Glória.</p><p>e) Glória não vai ao cinema e Beto briga com Glória.</p><p>08) Uma sentença logicamente equivalente a “Se x é Y,</p><p>então Z é W”é:</p><p>a) X é Y ou Z é W.</p><p>b) X é Y ou Z não é W.</p><p>c) se Z é W, X é Y.</p><p>d) se X não é Y, então Z não é W.</p><p>e) se Z não é W, então X não é Y.</p><p>09) (ESAF/AFC/96) Se Carlos é mais velho do que</p><p>Pedro, então Maria e Júlia têm a mesma idade. Se Maria</p><p>e</p><p>Júlia têm a mesma idade, então, João é mais moço do</p><p>que Pedro.</p><p>Se João é mais moço do que Pedro, então, Carlos é</p><p>mais velho do que Maria. Ora, Carlos não é mais velho</p><p>do que Maria, então:</p><p>a) Carlos não é mais velho do que Júlia e João é mais</p><p>moço do que Pedro.</p><p>b) Carlos é mais velho do que Pedro e Maria e Júlia têm</p><p>a mesma idade.</p><p>c) Carlos e João são mais moços do que Pedro.</p><p>d) Carlos é mais velho do que Pedro e João é mais moço</p><p>do que Pedro.</p><p>e) Carlos não é mais velho do que Pedro e Maria e Júlia</p><p>não têm a mesma idade.</p><p>10) Se X não é igual a 3, então Y é igual a 5. Se X é igual</p><p>a 3, então Z não é igual a 6. Ora, Z é igual a 6. Logo,</p><p>a) Y é igual a 5.</p><p>b) X é igual a 3.</p><p>c) X é igual a 3, ou Z não é igual a 6.</p><p>d) X é igual a 3, e Z é igual a 6.</p><p>e) X não é igual a 3, Y não é igual a 5.</p><p>11) (ESAF/AFC/96) Se Nestor disse a verdade, Júlia e</p><p>Raul mentiram.</p><p>Se Raul mentiu, Lauro falou a verdade. Se Lauro falou a</p><p>verdade, há um leão feroz nesta sala.</p><p>Ora, não há um leão feroz nesta sala, logo:</p><p>a) Nestor e Júlia disseram a verdade.</p><p>b) Nestor e Lauro mentiram.</p><p>c) Raul e Lauro mentiram.</p><p>d) Raul mentiu ou Lauro disse a verdade.</p><p>e) Raul e Júlia mentiram.</p><p>12) (ESAF/AFC/97) Ou Celso compra um carro, ou Ana</p><p>vai à África, ou Rui vai a Roma. Se Ana vai à África,</p><p>então Luís compra um livro. Se Luís compra um li-</p><p>vro, então Rui vai a Roma. Ora, Rui não vai a Roma,</p><p>logo:</p><p>a) Celso compra um carro e Ana não vai à África.</p><p>b) Celso não compra um carro e Luís compra o livro.</p><p>c) Ana não vai à África e Luís compra um livro.</p><p>d) Ana vai à África ou Luís compra um livro.</p><p>e) Ana vai à África e Rui não vai a Roma.</p><p>13) Se você se esforçar, então irá vencer. Assim sendo:</p><p>a) seu esforço é condição suficiente para vencer.</p><p>b) seu esforço é condição necessária para vencer.</p><p>c) se você não se esforçar, então não irá vencer.</p><p>d) você vencerá só se esforçar.</p><p>e) mesmo que se esforce, você não vencerá.</p><p>14) O paciente não pode estar bem e ainda ter febre. O</p><p>paciente está bem. Logo, o paciente:</p><p>a) tem febre e não está bem.</p><p>b) tem febre ou não está bem.</p><p>c) tem febre.</p><p>d) não tem febre.</p><p>e) não está bem.</p><p>15) (ESAF/AFTN/96) José quer ir ao cinema assistir ao</p><p>filme “Fogo contra Fogo”, mas não tem certeza se o</p><p>mesmo está sendo exibido. Seus amigos, Maria, Luís</p><p>e Júlio têm opiniões discordantes sobre se o filme está</p><p>ou não em cartaz. Se Maria estiver certa, então Júlio</p><p>está enganado. Se Júlio estiver enganado, então Luís</p><p>está enganado. Se Luís estiver enganado, então o filme</p><p>não está sendo exibido. Ora, ou o filme “Fogo contra</p><p>Fogo” está sendo exibido, ou José não irá ao cinema.</p><p>Verificou-se que Maria está certa. Logo,</p><p>a) o filme “Fogo contra Fogo” está sendo exibido.</p><p>b) Luís e Júlio não estão enganados.</p><p>c) Júlio está enganado, mas não Luís.</p><p>d) Luís está enganado, mas não Júlio.</p><p>e) José não irá ao cinema.</p><p>16) (ESAF/TFC) Ou Anaís será professora, ou Anelise</p><p>será cantora, ou Anamélia será pianista. Se Ana for</p><p>atleta, então Anamélia será pianista. Se Anelise for</p><p>cantora, então Ana será atleta. Ora, Anamélia não</p><p>será pianista. Então:</p><p>a) Anais será professora e Anelise não será cantora.</p><p>b) Anais não será professora e Ana não será atleta.</p><p>c) Anelise não será cantora e Ana será atleta.</p><p>d) Anelise será cantora ou Ana será atleta.</p><p>e) Anelise será cantora e Anamélia não será pianista.</p><p>8</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>17) (ANPAD) Numa Vila afastada, chamada Vila 51,</p><p>tem-se que “se um homem não é inteligente, então</p><p>é bonito” e que “se é inteligente, então é preguiçoso”.</p><p>Com base nessas afirmações, pode-se concluir que</p><p>a) homens inteligentes não são bonitos.</p><p>b) homens que não são bonitos não são inteligentes.</p><p>c) homens bonitos são preguiçosos.</p><p>d) homens que não são bonitos são preguiçosos.</p><p>e) homens bonitos não são inteligentes.</p><p>18) Se Rodrigo mentiu, então ele é culpado. Logo:</p><p>a) se Rodrigo não é culpado, então ele não mentiu.</p><p>b) Rodrigo é culpado.</p><p>c) se Rodrigo não mentiu, então ele não é culpado.</p><p>d) Rodrigo mentiu.</p><p>e) se Rodrigo é culpado, então ele mentiu.</p><p>19) Se Rubens estudar, então passará no concurso.</p><p>Deste modo, é correto afirmar que</p><p>a) se Rubens não passar no concurso, então não terá</p><p>estudado.</p><p>b) o estudo de Rubens é condição necessária para que</p><p>ele passe no concurso.</p><p>c) se Rubens não estudar, não passará no concurso.</p><p>d) Rubens passará no concurso só se estudar.</p><p>e) mesmo que Rubens estude, ele não passará no con-</p><p>curso.</p><p>20) Sejam as proposições</p><p>p:</p><p>Luísa é bancária.</p><p>q: Luísa é fumante.</p><p>Então, a proposição ~ (q∨ ~p), em linguagem corrente é</p><p>a) “Luísa não é bancária e não é fumante.”</p><p>b) “Luísa é bancária e não é fumante.”</p><p>c) “Luísa é fumante, mas não é bancária.”</p><p>d) “Luísa não é bancária ou é fumante.”</p><p>e) “Luísa é bancária ou é fumante.”</p><p>21) Se Felipe toca violão, ele canta. Se Felipe toca piano,</p><p>então ele não canta. Logo</p><p>a) se Felipe não toca violão, então ele não toca piano.</p><p>b) se Felipe toca violão, então ele não toca piano.</p><p>c) se Felipe toca violão, então ele não canta.</p><p>d) se Felipe canta, então ele não toca violão.</p><p>e) se Felipe toca piano, então ele canta.</p><p>22) A proposição p → ~q é equivalente a</p><p>a) p ∨ q.</p><p>b) p ∧ ~q.</p><p>c) ~ p → q.</p><p>d) ~q → p.</p><p>e) ~p ∨ ~q.</p><p>23) Sejam as proposições</p><p>p: 32 = 6</p><p>q: Rio de Janeiro é a capital do Brasil.</p><p>Então, a proposição verdadeira é</p><p>a) (p ∨ ~q) → q.</p><p>b) ~ (p ∨ q) → q.</p><p>c) (p ∧ ~q) → q.</p><p>d) (~ p ∨ ~q) → q.</p><p>e) ~(p ∧ q) → q.</p><p>24) Se Verônica disse a verdade, Roberto e Júlio</p><p>mentiram. Se Júlio mentiu, Regina falou a verdade. Se</p><p>Regina fa-</p><p>lou a verdade, Minas Gerais é banhada pelo mar. Ora,</p><p>Minas Gerais não é banhada pelo mar, logo:</p><p>a) Verônica e Roberto disseram a verdade.</p><p>b) Verônica e Regina mentiram.</p><p>c) Júlio e Regina mentiram.</p><p>d) Júlio mentiu ou Regina disse a verdade.</p><p>e) Júlio e Roberto mentiram.</p><p>25) Três amigos (João, Mário e Flávio) trabalham num</p><p>hotel de categoria internacional, desempenhando</p><p>funções diversas. Um deles é porteiro, o outro é</p><p>carregador e, por fim, há um telefonista. Sabendo-se</p><p>que:</p><p>• se Flávio é o telefonista, Mário é o carregador;</p><p>• se Flávio é o carregador, Mário é o porteiro;</p><p>• se Mário não é o telefonista, João é o carregador;</p><p>• se João é o porteiro, Flávio é o carregador.</p><p>Portanto, a atividade profissional de João, Mário e Flávio</p><p>(nessa ordem), observadas as restrições acima, é:</p><p>a) porteiro, telefonista, carregador.</p><p>b) telefonista, porteiro, carregador.</p><p>c) carregador, telefonista, porteiro.</p><p>d) porteiro, carregador, telefonista.</p><p>e) carregador, porteiro, telefonista.</p><p>26) Ou A = B, ou B = C, mas não ambos. Se B = D, então</p><p>A = D. Ora, B = D. Logo:</p><p>a) B ≠ C</p><p>b) B ≠ A</p><p>d) C = D</p><p>c) C = A</p><p>e) D ≠ A</p><p>27) Se Frederico é francês, então Alberto não é alemão.</p><p>Ou Alberto é alemão, ou Egídio é espanhol. Se Pedro</p><p>não é português, então Frederico é francês. Ora, nem</p><p>Egídio é espanhol nem Isaura é italiana. Logo:</p><p>a) Pedro é português e Frederico é francês.</p><p>b) Pedro é português e Alberto é alemão.</p><p>c) Pedro não é português e Alberto é Alemão.</p><p>d) Egídio é espanhol ou Frederico é francês.</p><p>e) Se Alberto é Alemão, Frederico é francês.</p><p>28) Se Luís estuda História, então Pedro estuda</p><p>Matemá- tica. Se Helena estuda Filosofia, então Jorge</p><p>estuda Medicina. Ora, Luís estuda História ou Helena</p><p>estuda</p><p>Filosofia. Logo, segue-se necessariamente que:</p><p>a) Pedro estuda Matemática ou Jorge estuda Medicina.</p><p>b) Pedro estuda Matemática e Jorge estuda Medicina.</p><p>c) Se Luís não estuda História, então Jorge não estuda</p><p>Medicina.</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>01 - C</p><p>07 - A</p><p>13 - A</p><p>19 - A</p><p>25 - C</p><p>02 - C</p><p>08 - E</p><p>14 - D</p><p>20 -B</p><p>26 - A</p><p>gABARITO</p><p>03 - B04 - C</p><p>09 - E10 - A</p><p>15 - E16 - A</p><p>21 - B22 - E</p><p>27 - B28 - A</p><p>05 - C</p><p>11 - B</p><p>17 - D</p><p>23 - C</p><p>29 - C</p><p>06 - C</p><p>12 - A</p><p>18 - A</p><p>24 - B</p><p>d) Helena estuda Filosofia e Pedro estuda Matemática.</p><p>e) Pedro estuda Matemática ou Helena não estuda Fi-</p><p>losofia.</p><p>29) Se Pedro é inocente, então Lauro é inocente. Se Ro-</p><p>berto é inocente, então Sônia é inocente. Ora, Pedro</p><p>é culpado ou Sônia é culpada. Segue-se logicamente,</p><p>portanto, que:</p><p>a) Lauro é culpado e Sônia é culpada.</p><p>b) Sônia é culpada e Roberto é inocente.</p><p>c) Pedro é culpado ou Roberto é culpado.</p><p>d) se Roberto é culpado, então Lauro é culpado.</p><p>e) Roberto é inocente se, e somente se, Lauro é</p><p>inocente.</p><p>4 - PROPOSIÇõES CATEgóRICAS</p><p>Formas</p><p>Todo S é P.</p><p>Nenhum S é P.</p><p>Algum S é P.</p><p>Algum S não é P.</p><p>São proposições em que existe uma relação entre atributos</p><p>que denotam conjuntos ou classes com as próprias</p><p>proposições.</p><p>Caracterização:</p><p>S</p><p>Na região hachurada não há elementos.</p><p>• Proposição do tipo Algum S é P.</p><p>Esta proposição estabelece que o conjunto</p><p>S um elemento comum com o conjunto P.</p><p>Diagramação das Proposições Categóricas</p><p>• Proposição do tipo Todo S é P.</p><p>Esta proposição afirma que S está contido em P, isto é,</p><p>A representação através do diagrama é:</p><p>Quantificador + classe de atributos + elo de ligação + +</p><p>classe de atributo.</p><p>Obs.: Por convenção, pode ocorrer nesta situação que ne-</p><p>nhum S esteja em P.</p><p>Obs.: Por convenção, pode ocorrer nesta situação que todo</p><p>S esteja em P.</p><p>• Proposição do tipo Algum S não é P</p><p>A forma Algum S não é P, afirma que S tem pelo menos um</p><p>elemento que não está em P.</p><p>tem pelo menos</p><p>P</p><p>S P. ⊂</p><p>S</p><p>S</p><p>x</p><p>x</p><p>P</p><p>P</p><p>Anotações</p><p>10</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>• Nenhum S é P.</p><p>Todo S é P.</p><p>Algum S é P.</p><p>Algum S não é P.</p><p>• Algum S é P.</p><p>Nenhum S é P.</p><p>Todo S é P.</p><p>Algum S não é P.</p><p>• Algum S não é P.</p><p>Todo S é P.</p><p>Nenhum S é P.</p><p>Algum S é P.</p><p>( F )</p><p>indet.</p><p>indet.</p><p>( F )</p><p>indet.</p><p>indet.</p><p>( F )</p><p>( F )</p><p>( V )</p><p>Negação das Proposições Categóricas</p><p>Afirmação Negação</p><p>Todo S é P.Algum S não é P.</p><p>Nenhum S é P.Algum S é P.</p><p>Na região hachurada não há elementos.</p><p>O diagrama afirma que nenhum elemento pertence simulta-</p><p>neamente aos dois conjuntos.</p><p>Verdade ou Falsidade das Proposições Categóricas</p><p>• Todo S é P. SP</p><p>Nenhum S é P. ( F )</p><p>Algum S é P. ( V )</p><p>Algum S não é P. ( F )</p><p>• Proposição do tipo Nenhum S é P.</p><p>A forma nenhum S é P afirma que os conjuntos S e P são</p><p>disjuntos, isto é, não têm elementos em comum.</p><p>S P</p><p>�</p><p>Parte II</p><p>Lógica da</p><p>Argumentação</p><p>1 - ARgUmENTO</p><p>Denomina-se argumento a relação que associa um con-</p><p>junto de proposições P1 , P2 , . . . Pn, chamadas</p><p>premissas</p><p>do argumento, a uma proposição C a qual chamamos de</p><p>conclusão do argumento.</p><p>No lugar dos termos premissas e conclusão podemser</p><p>usados os correspondentes hipótese e tese, respectiva-</p><p>mente.</p><p>Os argumentos que têm somente duas premissas são</p><p>de-</p><p>nominados silogismos.</p><p>Assim, são exemplos de silogismos os seguintes</p><p>argu-</p><p>mentos:</p><p>P</p><p>1: Todos os artistas são apaixonados.</p><p>P2: Todos os apaixonados gostam de flores.</p><p>C: Todos os artistas gostam de flores.</p><p>P</p><p>1: Todos os apaixonados gostam de flores.</p><p>P2: Miriam gosta de flores.</p><p>C: Miriam é uma apaixonada.</p><p>1.1 - Argumento Válido</p><p>Dizemos que um argumento é válido ou ainda que ele é</p><p>legítimo ou bem construído quando a sua conclusão é</p><p>uma consequência obrigatória do seu conjunto de pre-</p><p>missas. Posto de outra forma: quando um argumento é</p><p>válido, a verdade das premissas deve garantir a verdade</p><p>da</p><p>conclusão do argumento. Isso significa que jamais pode-</p><p>remos chegar a uma conclusão falsa quando as</p><p>premissas</p><p>forem verdadeiras e o argumento for válido.</p><p>É importante observar que ao discutir a validade de um</p><p>argumento é irrelevante o valor de verdade de cadauma</p><p>de suas premissas. Em lógica, o estudo dos</p><p>argumentos</p><p>não leva em conta a verdade ou a falsidade dasproposições</p><p>que compõe os argumentos, mas tão-somente a</p><p>validade</p><p>destes.</p><p>Um argumento é válido se, e somente se, a conclusão</p><p>for verdadeira, quando todas as premissas forem verda-</p><p>deiras. Se um argumento não é válido, ele é chamado de</p><p>sofisma.</p><p>O que importa é a validade dos argumentos e não a</p><p>S</p><p>S</p><p>S</p><p>x</p><p>x</p><p>P</p><p>P</p><p>P</p><p>11</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>Exemplo:</p><p>Se eu ganhasse na Mega Sena sozinho, ficaria milio-</p><p>nário.</p><p>Eu não ganhei na Mega Sena.</p><p>Portanto, não fiquei milionário.</p><p>C onclusão:</p><p>• Tem argumentos válidos com conclusões falsas, assim</p><p>como há argumentos não-válidos com conclusões ver-</p><p>Um argumento pode conter apenas proposições falsas</p><p>e, apesar disso, ser válido, como por exemplo:</p><p>• Todos os gatos voam.</p><p>• Todos os animais que voam não jogam tênis.</p><p>• Logo, gatos não jogam tênis.</p><p>Esse argumento é válido porque, se as premissas</p><p>fossem verdadeiras, sua conclusão teria que ser</p><p>verdadeira.</p><p>Exemplo:</p><p>O silogismo:</p><p>“Todos os pardais adoram jogar xadrez.</p><p>Nenhum enxadrista gosta de óperas.</p><p>Portanto, nenhum pardal gosta de óperas.” Está per-</p><p>feitamente bem construído, sendo, portanto, um argu-</p><p>mento válido, muito embora a verdade das premissas</p><p>seja questionável.</p><p>Veja o diagrama abaixo:</p><p>Dizemos que um argumento é inválido, também deno-</p><p>minado ilegítimo, mal construído ou falacioso,</p><p>quando a verdade das premissas não é suficiente para</p><p>garantir a verdade da conclusão.</p><p>dadeiras. A verdade ou a falsidade de uma conclusão</p><p>não determina a validade ou não de um argumento.</p><p>• Num raciocínio dedutivo só podemos afirmar que</p><p>uma conclusão é verdadeira se as premissas forem</p><p>verdadeiras.</p><p>01) Dadas as proposições:</p><p>I. Todos os homens são bons administradores.</p><p>II. Nenhum homem é bom administrador.</p><p>III. Todos os homens são maus administradores.</p><p>IV. Pelo menos um homem não é bom administrador. V.</p><p>Toda mulher é boa administradora.</p><p>A(s) negação(ões) da proposição I é(são) a(s)</p><p>proposição(ões)</p><p>a) II.</p><p>b) III.</p><p>c) IV.</p><p>d) V.</p><p>e) II e IV.</p><p>02) Todo cavalo é um animal. Logo:</p><p>a) toda cabeça de animal é cabeça de cavalo.</p><p>b) toda cabeça de cavalo é cabeça de animal.</p><p>c) todo animal é cavalo.</p><p>d) nem todo cavalo é animal.</p><p>e) nenhum animal é cavalo.</p><p>03) Todos os animais são seres vivos. Assim:</p><p>a) o conjunto dos animais contém o conjunto dos seres</p><p>vivos.</p><p>b) o conjunto dos seres vivos contém o conjunto dos</p><p>animais.</p><p>c) todos os seres vivos são animais.</p><p>d) alguns animais não são seres vivos.</p><p>e) nenhum animal é um ser vivo.</p><p>04) Se a proposição “ Nenhum A é B” for verdadeira,</p><p>então também será verdade que:</p><p>a) todos não A são não B.</p><p>b) alguns não B são A.</p><p>c) nenhum A é não B.</p><p>d) nenhum B é não A.</p><p>e) nenhum não B é A.</p><p>05) Se “Alguns professores são matemáticos” e “Todos</p><p>ma- temáticos são pessoas alegres”, então,</p><p>necessariamente,</p><p>a) toda pessoa alegre é matemático.</p><p>b) todo matemático é professor.</p><p>c) algum professor é uma pessoa alegre.</p><p>d) nenhuma pessoa alegre é professor.</p><p>e) nenhum professor não é alegre.</p><p>06) Das premissas “Nenhum X é Y”, “Alguns Z são Y”</p><p>segue-se, necessariamente, que:</p><p>a) alguns X são Z.</p><p>b) alguns Z são X.</p><p>P = Conjunto das pessoas que passaram.</p><p>C = Conjunto dos alunos do curso.</p><p>Se as premissas de um argumento forem verdadeiras e a</p><p>conclusão falsa, então, o argumento não é válido.</p><p>Exemplo:</p><p>O silogismo:</p><p>“Todos os alunos do curso passaram.</p><p>Maria não é aluna do curso.</p><p>Portanto, Maria não passou.”</p><p>É um argumento inválido, falacioso, mal construído, pois</p><p>as premissas não garantem (não obrigam) a verdade</p><p>da conclusão. Maria pode ter passado mesmo sem ser</p><p>aluna do curso, pois a primeira premissa não afirmou</p><p>que somente os alunos do curso haviam passado. Veja o</p><p>diagrama abaixo:</p><p>�</p><p>Óperas</p><p>P</p><p>C</p><p>Xadrez</p><p>Pardais</p><p>1.2 - Argumento Inválido</p><p>1.3 - Exercícios</p><p>12</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>Para resolver as questões de 10 a 15, considere:</p><p>• Em cada questão apresentam-se duas premissas.</p><p>• Identificar, em relação a tais premissas, qual a con-</p><p>clusão que resulte em um argumento válido.</p><p>Marque a alternativa CORRETA.</p><p>10) Todos os artistas são ególatras.</p><p>Alguns artistas são indigentes.</p><p>a) Alguns indigentes são ególatras.</p><p>b) Alguns indigentes não são ególatras.</p><p>c) Todos os indigentes são ególatras.</p><p>d) Todos os indigentes não são ególatras.</p><p>e) Nenhum indigente é ególatra.</p><p>11) Todo cristão é teísta.</p><p>Algum cristão é luterano.</p><p>a) Todo teísta é luterano.</p><p>b) Algum teísta é luterano.</p><p>c) Algum luterano não é cristão.</p><p>d) Nenhum teísta é cristão.</p><p>e) Nenhum luterano é teísta.</p><p>12) Nenhum M é K.</p><p>Algum R é K.</p><p>a) Algum R não é M.</p><p>c) nenhum X é Z.</p><p>d) alguns Z não são X.</p><p>e) nenhum Z é X.</p><p>07) Para que a afirmativa “Todo matemático é louco” seja</p><p>falsa, basta que:</p><p>a) todo matemático seja louco.</p><p>b) todo louco seja matemático.</p><p>c) algum louco não seja matemático.</p><p>d) algum matemático seja louco.</p><p>e) algum matemático não seja louco.</p><p>08) Para que a proposição “todos os homens são bons</p><p>cozinheiros” seja falsa, é necessário que:</p><p>a) todas as mulheres sejam boas cozinheiras.</p><p>b) algumas mulheres sejam boas cozinheiras.</p><p>c) nenhum homem seja bom cozinheiro.</p><p>d) todos os homens sejam maus cozinheiros.</p><p>e) ao menos um homem seja mau cozinheiro.</p><p>09) Todos os marinheiros são republicanos. Assim sen-</p><p>do:</p><p>a) o conjunto dos marinheiros contém o conjunto dos</p><p>republicanos.</p><p>b) o conjunto dos republicanos contém o conjunto dos</p><p>marinheiros.</p><p>c) todos os republicanos são marinheiros.</p><p>d) algum marinheiro não é republicano.</p><p>e) nenhum marinheiro é republicano.</p><p>b) Todo R é M.</p><p>c) Nenhum R é M.</p><p>d) Algum R é M.</p><p>e) Todo R não é M.</p><p>13) Todo professor é graduado.</p><p>Alguns professores são pós-graduados.</p><p>a) Alguns pós-graduados são graduados.</p><p>b) Alguns pós-graduados não são graduados.</p><p>c) Todos pós-graduados são graduados.</p><p>d) Nenhum pós-graduado é graduado.</p><p>14) Todos os fanáticos são atleticanos.</p><p>Existem fanáticos inteligentes.</p><p>a) Existem atleticanos inteligentes.</p><p>b) Todo atleticano é inteligente.</p><p>c) Nenhum atleticano é inteligente.</p><p>d) Todo inteligente é atleticano.</p><p>e) Existe atleticano coerente.</p><p>15) Em um grupo de amigas, todas as meninas loiras</p><p>são, também, altas e magras, mas nenhuma menina alta</p><p>e magra tem olhos azuis. Todas as meninas alegres pos-</p><p>suem cabelos crespos, e algumas meninas de cabelos</p><p>crespos têm também olhos azuis. Como nenhuma</p><p>menina de cabelos crespos é alta e magra, e como neste</p><p>grupo de amigas não existe nenhuma menina que tenha</p><p>cabelos crespos, olhos azuis e seja alegre, então:</p><p>a) pelo menos uma menina alegre tem olhos azuis.</p><p>b) pelo menos uma menina loira tem olhos azuis.</p><p>c) todas as meninas que possuem cabelos crespos são</p><p>loiras.</p><p>d) todas as meninas de cabelos crespos são alegres.</p><p>e) Nenhuma menina alegre é loira.</p><p>16) Assinale a alternativa que apresenta uma contradi-</p><p>ção.</p><p>a) Todo espião não é vegetariano e algum vegetariano é</p><p>espião.</p><p>b) Todo espião é vegetariano e algum vegetariano não é</p><p>espião.</p><p>c) Nenhum espião é vegetariano e algum espião não é</p><p>vegetariano.</p><p>d) Algum espião é vegetariano e algum espião não é</p><p>vegetariano.</p><p>e) Todo vegetariano é espião e algum espião não é ve-</p><p>getariano.</p><p>17) A proposição “é necessário que todo acontecimento</p><p>tenha causa” é equivalente a:</p><p>a) é possível que algum acontecimento não tenha causa.</p><p>b) não é possível que algum acontecimento não tenha</p><p>causa.</p><p>c) é necessário que algum acontecimento não tenha</p><p>causa.</p><p>d) não é necessário que todo acontecimento tenha</p><p>causa. e) é impossível que algum acontecimento tenha</p><p>causa.</p><p>13</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>Sabendo que a parte sombreada do diagrama não</p><p>possui elemento algum, então:</p><p>a) todo amigo de Paula é também amigo de Sara.</p><p>b) todo amigo de Sara é também amigo de Paula.</p><p>c) algum amigo de Paula não é amigo de Sara.</p><p>d) nenhum amigo de Sara é amigo de Paula.</p><p>18) Utilizando-se de um conjunto de hipóteses, um cien-</p><p>tista deduz uma predição sobre a ocorrência de um</p><p>certo eclipse solar. Todavia, sua predição mostra-se</p><p>falsa. O cientista deve, logicamente, concluir que</p><p>a) todas as hipóteses desse conjunto são falsas.</p><p>b) a maioria das hipóteses desse conjunto é falsa.</p><p>c) pelo menos uma hipótese desse conjunto é falsa.</p><p>d) pelo menos uma hipótese desse conjunto é</p><p>verdadeira.</p><p>e) a maioria das hipóteses desse conjunto é verdadeira.</p><p>19) Assinale a alternativa em que ocorre uma conclusão</p><p>verdadeira (que corresponde à realidade) e o argu-</p><p>mento inválido (do ponto de vista lógico).</p><p>a) Sócrates é homem, e todo homem é mortal, portanto</p><p>Sócrates é mortal.</p><p>b) Toda pedra é um homem, pois alguma pedra é um</p><p>ser, e todo ser é homem.</p><p>c) Todo cachorro mia, e nenhum gato mia, portanto</p><p>cachorros não são gatos.</p><p>d) Todo pensamento é um raciocínio, portanto, todo</p><p>pensamento é um movimento, visto que todos os</p><p>raciocínios são movimentos.</p><p>e) Toda cadeira é um objeto, e todo objeto tem cinco</p><p>pés, portanto algumas cadeiras têm quatro pés.</p><p>20) Assinale a alternativa que contém um argumento</p><p>válido. a) Alguns atletas jogam xadrez.</p><p>Todos os intelectuais jogam xadrez.</p><p>Conclusão: Alguns atletas são intelectuais</p><p>b) Todos os estudantes gostam de Lógica.</p><p>Nenhum artista é um estudante.</p><p>Conclusão: Ninguém que goste de Lógica é um artista.</p><p>c) Se estudasse tudo, eu passaria.</p><p>Eu não passei.</p><p>Conclusão: Eu não estudei tudo.</p><p>d) Se estudasse tudo, eu passaria.</p><p>Eu não estudei tudo.</p><p>Conclusão: Eu não passei.</p><p>21) (ESAF/AFC/96) Os dois círculos</p><p>abaixo</p><p>representam, respectivamente, o conjunto S dos amigos</p><p>de Sara e</p><p>o conjunto P dos amigos de Paula.</p><p>22) Chama-se tautologia à toda proposição que é</p><p>sempre verdadeira, independentemente da verdade dos</p><p>ter-</p><p>mos que a compõem. Um exemplo de tautologia é</p><p>a) se João é alto, então João é alto ou Guilherme é</p><p>gordo.</p><p>b) se João é alto, então João é alto e Guilherme é gordo.</p><p>c) se João é alto ou Guilherme é gordo, então Guilherme</p><p>é gordo.</p><p>d) se João é alto ou Guilherme é gordo, então João é alto</p><p>e Guilherme é gordo.</p><p>e) se João é alto ou não é alto, então Guilherme é gor-</p><p>do.</p><p>23) Considere as seguintes premissas (onde X, Y, Z e P</p><p>são conjuntos não vazios):</p><p>Premissa 1: “X está contido em Y e em Z, ou X está</p><p>contido em P”.</p><p>Premissa 2: “X não está contido em P”.</p><p>Pode-se, então, concluir que, necessariamente:</p><p>a) Y está contido em Z.</p><p>b) X está contido em Z.</p><p>c) Y está contido em Z ou em P.</p><p>d) X não está contido nem em P nem em Y.</p><p>e) X não está contido nem em Y e nem em Z.</p><p>24) Uma sentença equivalente a “Não é verdade que</p><p>todos os promotores de justiça não são competentes”, é</p><p>a) todos os promotores de justiça são competentes.</p><p>b) nenhum promotor de justiça é competente.</p><p>c) alguns promotores de justiça são competentes.</p><p>d) alguns promotores de justiça não são competentes.</p><p>e) nenhum promotor de justiça não é competente.</p><p>25) A negação de “Não é verdade que não irei ao cinema</p><p>ou ao teatro”, é:</p><p>a) irei ao cinema e ao teatro.</p><p>b) irei ao cinema ou ao teatro.</p><p>c) não irei ao cinema e não irei ao teatro.</p><p>d) não irei ao cinema ou não irei ao teatro.</p><p>e) não irei ao cinema ou irei ao teatro.</p><p>26) Assinale a alternativa que contém um argumento</p><p>válido. a) Joana comprou um televisor ou uma geladeira.</p><p>Joana não comprou um televisor.</p><p>Logo, Joana não comprou uma geladeira.</p><p>b) Pedro foi para o trabalho de carro ou de metrô.</p><p>Pedro foi de carro ao trabalho.</p><p>Logo, Pedro não foi de metrô.</p><p>c) Todos os políticos são honestos.</p><p>Nenhum cachorro é honesto.</p><p>Logo, alguns políticos são cachorros.</p><p>d) Se x é par, então y é ímpar.</p><p>y é ímpar.</p><p>Logo, x é par.</p><p>S P</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>e) Se o galo canta, o gato mia.</p><p>O galo não cantou.</p><p>Logo, o gato não miou.</p><p>27) A negação de “nenhum pedreiro é bom bombeiro”, é:</p><p>a) todos os pedreiros são bons bombeiros.</p><p>b) alguns pedreiros são maus bombeiros.</p><p>c) alguns pedreiros são bons bombeiros.</p><p>d) todos os pedreiros são maus bombeiros.</p><p>e) alguns pedreiros às vezes são bons pedreiros.</p><p>28) Maria tem três carros: um Gol, um Corsa e um</p><p>Fiesta. Um dos carros é branco, o outro é preto, e o outro</p><p>é</p><p>azul. Sabe-se que:</p><p>1) ou o Gol é branco, ou o Fiesta é branco.</p><p>2) ou o Gol é preto, ou o Corsa é azul.</p><p>3) ou o Fiesta é azul, ou Corsa é azul.</p><p>4) ou o Corsa é preto, ou o Fiesta é preto.</p><p>Portanto, as cores do Gol, do Corsa e do Fiesta são, res-</p><p>pectivamente,</p><p>a) branco, preto, azul.</p><p>b) preto, azul, branco.</p><p>c) azul, branco, preto.</p><p>d) preto, branco, azul.</p><p>e) branco, azul, preto.</p><p>29) Assinale a assertiva INCORRETA.</p><p>a) A negação de “2 é par e 3 é ímpar” é “2 não é par ou</p><p>3 não é ímpar”.</p><p>b) A negação de “5 é primo ou 7 é par” é “5 não é primo</p><p>e 7 não é par”.</p><p>c) A negação de 2 ≥ 5 é 2 ≤ 5.</p><p>d) A negação de “existe um número primo par” é “qual-</p><p>quer número primo não é par”.</p><p>e) A negação de “nenhum número é inteiro” é “algum</p><p>número é inteiro”.</p><p>30) (ESAF/Auditor-Recife) Pedro, após visitar uma al-</p><p>deia distante, afirmou: “Não é verdade que todos os</p><p>aldeões daquela aldeia não dormem a sesta”. A con-</p><p>dição necessária e suficiente para que a afirmação de</p><p>Pedro seja verdadeira é que seja verdadeira a seguinte</p><p>proposição:</p><p>a) No máximo um aldeão daquela aldeia não dorme a</p><p>sesta.</p><p>b) Todos os aldeões daquela aldeia dormem a sesta.</p><p>c) Pelo menos um aldeão daquela aldeia dorme a sesta.</p><p>d) Nenhum aldeão daquela aldeia não dorme a sesta.</p><p>e) Nenhum aldeão daquela aldeia dorme a sesta.</p><p>31) (ESAF/TTN/96) Quatro amigos, André, Beto, Caio e</p><p>Denis, obtiveram os quatro primeiros lugares em</p><p>um concurso de oratória julgado por uma comissão</p><p>de três juízes. Ao comunicarem a classificação final,</p><p>cada juiz anunciou duas colocações, sendo uma delas</p><p>verdadeira e a outra falsa:</p><p>Juiz 1: “André foi o primeiro; Beto foi o segundo”</p><p>Juiz 2: “André foi o segundo; Dênis foi o terceiro”</p><p>Juiz 3: “Caio foi o segundo; Dênis foi o quarto”.</p><p>Sabendo-se que não houve empates, o primeiro, o</p><p>segundo, o terceiro e o quarto colocado foram,</p><p>respectivamente,</p><p>a) André, Caio, Beto, Dênis.</p><p>b) Beto, André, Dênis, Caio.</p><p>c) André, Caio, Dênis, Beto.</p><p>d) Beto, André, Caio, Dênis.</p><p>e) Caio, Beto, Dênis, André.</p><p>32) (AFTN) Há três suspeitos de um crime: o cozinheiro,</p><p>a governanta e o mordomo. Sabe-se que o crime foi</p><p>efetivamente cometido por um ou por mais de um deles,</p><p>já que podem ter agido individualmente ou</p><p>não.</p><p>Sabe-se, ainda, que:</p><p>• se o cozinheiro é inocente, então a governanta é cul-</p><p>pada.</p><p>• ou o mordomo é culpado ou a governanta é culpada,</p><p>mas não os dois.</p><p>• o mordomo não é inocente.</p><p>Logo:</p><p>a) a governanta e o mordomo são os culpados.</p><p>b) o cozinheiro e o mordomo são os culpados.</p><p>c) somente a governanta é culpada.</p><p>d) somente o cozinheiro é inocente.</p><p>e) somente o mordomo é culpado.</p><p>33) “É suficiente o Brasil não se classificar para a Copa</p><p>do Mundo, para o técnico ser demitido e os torcedores</p><p>ficarem infelizes.”</p><p>A negação da proposição acima é:</p><p>a) se o Brasil se classificar para a Copa do Mundo, nem o</p><p>técnico será demitido nem os torcedores ficarão</p><p>infelizes.</p><p>b) Brasil não se classificou para a Copa do Mundo e o</p><p>técnico não foi demitido ou os torcedores não ficaram</p><p>infelizes.</p><p>c) Brasil se classificou para a Copa do Mundo e nem o</p><p>técnico foi demitido nem os torcedores ficaram</p><p>infelizes.</p><p>d) é suficiente o Brasil se classificar para a Copa do Mun-</p><p>do para o técnico não ser demitido ou os torcedores</p><p>ficarem felizes.</p><p>e) Brasil não se classificou para a Copa do Mundo, o téc-</p><p>nico foi demitido e os torcedores ficaram infelizes.</p><p>gABARITO</p><p>01.C</p><p>06.D</p><p>11.B</p><p>16.A</p><p>21.A</p><p>26.B</p><p>31.C</p><p>02.</p><p>B</p><p>07.E</p><p>12.</p><p>A</p><p>17.</p><p>B</p><p>22.</p><p>A</p><p>27.C</p><p>32.</p><p>B</p><p>03.B</p><p>08.E</p><p>13.A</p><p>18.C</p><p>23.B</p><p>28.E</p><p>33.</p><p>B</p><p>04.</p><p>B</p><p>09.</p><p>B</p><p>14.</p><p>A</p><p>19.E</p><p>24.C</p><p>29.C</p><p>05.C</p><p>10.A</p><p>15.E</p><p>20.C</p><p>25.D</p><p>30.</p><p>C</p><p>15</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>2 - TEORIA DOS CONjUNTOS</p><p>A</p><p>B A</p><p>B</p><p>B</p><p>2.1 - Conceito</p><p>Coleção ou lista bem definida de objetos ou símbolos.</p><p>2.2 - Representação</p><p>- Enumeração dos Elementos:</p><p>A = {0, 1, 2, 3, 4, . . . }</p><p>B = {0, π, 3, -1, . . .}</p><p>- Propriedade Característica:</p><p>A = {x / x é um número positivo par}</p><p>B = {x ∈ IN / x é primo}</p><p>- Diagrama de VENN:</p><p>A 1</p><p>-5</p><p>2.3 - Relação de Pertinência</p><p>É a relação existente entre o elemento e o conjunto do</p><p>qual pertence.</p><p>Notação: Pertence (∈)</p><p>Não Pertence (∉)</p><p>Exemplos: Dado o conjunto A = {-2, -1 , 0, 3},</p><p>dizemos: -2 ∈ A ; 5 ∉ A.</p><p>2.4 - Subconjuntos</p><p>Diz-se que um conjunto B é subconjunto de A ou B está</p><p>contido em A se, e somente se, todo elemento de B</p><p>per-</p><p>tencer também a A.</p><p>Notação: B ⊂ A</p><p>(Lê-se: B está contido em A ou B é subconjunto de A).</p><p>O símbolo ⊂ só é usado para caracterizar uma relação</p><p>de</p><p>inclusão entre conjuntos.</p><p>Exemplos:</p><p>Se A = {1, 2, 3, 4, 5, 6} e B = {2, 5, 6}, temos que B ⊂ A.</p><p>Se A = {a, b, c, d, e} e B = {c, d, f}, temos que B ⊄ A.</p><p>O símbolo ⊄ (não está contido) é usado para</p><p>caracterizar</p><p>uma relação de não inclusão entre conjuntos.</p><p>Diagrama de VENN</p><p>A B</p><p>É o conjunto que possui um único</p><p>elemento. Exemplo: {x ∈ IN/ 0 < x < 2} =</p><p>{1}</p><p>2.6 - Conjunto Vazio</p><p>É o conjunto que não contém nenhum elemento.</p><p>Notação: ∅ ou { }</p><p>Exemplos: {x/ x é ímpar e múltiplo de 2} = ∅</p><p>{x/ x é um número primo par maior que 2} = ∅.</p><p>O conjunto vazio só possui um subconjunto, ele mesmo.</p><p>Observações:</p><p>1. Todo conjunto é subconjunto dele mesmo.</p><p>Então, A ⊂ A,∀A.</p><p>2. O conjunto vazio é subconjunto de qualquer conjunto.</p><p>Então, ∅ ⊂ A ,∀A.</p><p>2.5 - Conjuntos Iguais</p><p>Dois conjuntos são iguais se, e somente se, todo elemento</p><p>de B pertencer a A e todo elemento de A pertencer a B.</p><p>A = B ⇔ A ⊂ B e B ⊂ A</p><p>Exemplo: {2, 3, 4} = {4, 3, 2}</p><p>Obs.: Se B ⊂ A e A ⊂ D, então, B ⊂ D.</p><p>2.8 - Conjunto Universo</p><p>É o conjunto que contém todos os elementos com os quais</p><p>se quer trabalhar em um problema</p><p>ou mesmo em uma</p><p>teoria.</p><p>2.9 - Conjunto das Partes</p><p>Dado um conjunto A qualquer, chama-se conjunto das</p><p>partes de A ao conjunto cujos elementos são todos os</p><p>subconjuntos de A.</p><p>Notação: P(A)</p><p>Exemplos:</p><p>• A = {1}</p><p>P(A) = {∅, {1}}</p><p>• A = {2, 3}</p><p>P(A) = {∅, {2}, {3}, {2,3}}</p><p>• A = {1, 2, 3}</p><p>P(A) = {∅, {1}, {2}, {3}, {1, 2}, {1, 3}, {2, 3}</p><p>{1, 2, 3}}</p><p>Obs.: Se o conjunto A é finito possuindo n elementos,</p><p>então P(A) possui 2n elementos.</p><p>⊂ ⊄</p><p>2</p><p>3</p><p>A</p><p>2.7 - Conjunto Unitário</p><p>16</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>Se B A , então A B = A</p><p>INTERSEÇÃO:</p><p>Dados os conjuntos A e B, chama-se interseção de A</p><p>com B o conjunto formado pelos elementos comuns aos</p><p>dois conjuntos, ou seja, que pertençam a A e B.</p><p>A ∩ B = {x / x ∈ A e x ∈ B}</p><p>A B</p><p>2.10 - Operações com Conjuntos</p><p>UNIÃO:</p><p>Dados os conjuntos A e B, chamamos união de A com B</p><p>o conjunto formado pelos elementos que pertencem a</p><p>pelo menos um dos conjuntos, ou seja, que pertençam</p><p>a A ou B.</p><p>A ∪ B = {x / x ∈ A ou x ∈ B}</p><p>A B</p><p>Exemplos:</p><p>• A = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7}</p><p>B = {1, 3, 5}</p><p>= {2, 4, 6, 7}</p><p>• A = {a, e, i, o, u}</p><p>B = {e, i, o}</p><p>= {a, u}</p><p>2.11 - Problemas</p><p>Números de Elementos da União de Conjuntos.</p><p>Com dois conjuntos disjuntos:</p><p>n (A ∪ B) = n (A) + n (B)</p><p>COmPLEmENTAÇÃO:</p><p>Na operação de Diferença entre conjuntos, assume es-</p><p>pecial importância o caso em que B ⊂ A (B está</p><p>contido em A). Neste caso, o conjunto A - B é chamado</p><p>de Com- plementar.</p><p>= A – B = {x / x ∈ A e x ∉ B, B ⊂ A}</p><p>DIFERENÇA:</p><p>Dados os conjuntos A e B, chama-se diferença de A com</p><p>B o conjunto formado pelos elementos que pertencem</p><p>ao conjunto A e não pertencem ao conjunto B.</p><p>A - B = {x / x ∈ A e x ∉ B}</p><p>⊂ ∪</p><p>A B</p><p>B</p><p>A</p><p>A</p><p>B</p><p>B</p><p>A e B</p><p>A ∩ B = B.</p><p>B</p><p>A</p><p>A</p><p>A</p><p>B</p><p>B</p><p>B</p><p>A</p><p>A</p><p>B</p><p>Se =</p><p>Se</p><p>, então</p><p>, então</p><p>são ditos disjuntos.∩ ∅</p><p>⊂</p><p>A</p><p>17</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>A B</p><p>Com dois conjuntos não-disjuntos:</p><p>n (A ∪ B) = n ( A ) + n ( B ) - n( A</p><p>A B</p><p>B)</p><p>2.12 - Exercícios Resolvidos</p><p>01) De um grupo de 120 alunos, sabe-se que:</p><p>60 estudam inglês.</p><p>50 estudam espanhol.</p><p>20 estudam inglês e espanhol.</p><p>Pergunta-se:</p><p>a) Quantos alunos estudam inglês ou espanhol?</p><p>b) Quantos alunos não estudam nem inglês nem espa-</p><p>nhol?</p><p>c) Quantos alunos estudam apenas inglês?</p><p>S olu ç ão:</p><p>U</p><p>I E</p><p>O total de pessoas que estudam Inglês ou Espanhol é</p><p>igual a: 40 + 20 + 30 = 90. Logo, temos:</p><p>120 – 90 = 30 , que não estudam nenhuma dessas</p><p>línguas. E as que estudam apenas inglês é igual a 40.</p><p>02) Em uma escola são lidos 2 jornais; sabe-se que</p><p>80%</p><p>dos alunos lêem o jornal A, 60%, lêem o jornal B e</p><p>que todo aluno lê pelo menos um dos jornais. Qual a</p><p>percentagem dos alunos que lêem ambos os jornais?</p><p>S olu ç ão:</p><p>U</p><p>A B</p><p>a) 800</p><p>b) 1000 – 800 = 200</p><p>c) 200 + 20 = 220</p><p>d) 300 + 70 = 370</p><p>2.13 - Exercícios</p><p>01) Dado um conjunto A, com quatro elementos, e um</p><p>conjunto B, com cinco elementos. Se A está contido</p><p>em B, podemos afirmar que:</p><p>a) A ∩ B tem cinco elementos.</p><p>b) A ∪ B tem nove elementos.</p><p>c) A ∪ B tem no máximo, nove elementos.</p><p>d) A ∩ B tem quatro elementos.</p><p>02) Se A é um conjunto com três elementos distintos, o</p><p>número de subconjuntos de A é igual a:</p><p>a) 5</p><p>b) 6</p><p>c) 7</p><p>d) 8</p><p>03) Numa escola de 630 alunos, 350 deles estudam Ma-</p><p>temática, 210 estudam Física e 90 deles estudam as</p><p>duas matérias (Matemática e Física). Quantos alunos</p><p>estudam apenas Matemática?</p><p>O percentual de alunos que lêem ambos os jornais é:</p><p>A ∩ B = 80% + 60% - 100% = 40%</p><p>03) Em uma investigação feita num grupo de 1000 estu-</p><p>dantes obtivemos os seguintes resultados:</p><p>420 alunos estudam inglês.</p><p>300 alunos estudam francês.</p><p>280 alunos estudam alemão.</p><p>50 estudam inglês e francês.</p><p>100 estudam inglês e alemão.</p><p>80 estudam francês e alemão.</p><p>30 estudam francês, inglês e alemão.</p><p>Pergunta-se:</p><p>a) Quantos alunos estudam inglês ou francês ou ale-</p><p>mão?</p><p>b) Quantos alunos não estudam nem inglês, nem francês</p><p>e nem alemão?</p><p>c) Quantos alunos estudam francês e não estudam ale-</p><p>mão?</p><p>d) Quantos alunos estudam inglês e não francês?</p><p>S olu ç ão:</p><p>U</p><p>�</p><p>∩</p><p>40 20 30</p><p>40% 40% 20%</p><p>A–B A∩B B–A</p><p>300 20 200</p><p>30</p><p>7050</p><p>130</p><p>I</p><p>A</p><p>F</p><p>18</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>a) 350</p><p>b) 260</p><p>c) 160</p><p>d) 120</p><p>04) Sabendo que os conjuntos A e B possuem, respectiva-</p><p>mente, 7 e 9 elementos, e que 3 elementos pertencem</p><p>a A e a B, quantos elementos pertencem a A ou B?</p><p>a) 16</p><p>b) 15</p><p>c) 14</p><p>d) 13</p><p>05) Para dois conjuntos A e B, o número de elementos de</p><p>A - B é 30, A ∩ B é 10 e de A ∪ B é 48. Qual o número</p><p>de elementos de B – A ?</p><p>a) 8</p><p>b) 10</p><p>c) 12</p><p>d) 20</p><p>06) Numa pesquisa sobre a preferência em relação a dois</p><p>jornais, foram consultadas 470 pessoas e o resultado</p><p>foi o seguinte: 250 delas lêem o jornal A, 180 o jornal</p><p>B e 60, os jornais A e B. Quantas pessoas não lêem o</p><p>jornal B?</p><p>a) 190</p><p>b) 220</p><p>c) 250</p><p>d) 290</p><p>07) Em uma escola são lidos dois jornais, A e B. Exata-</p><p>mente 70% dos alunos lêem o jornal A e 60%, o jornal</p><p>B. Sabendo-se que todo aluno é leitor de pelo menos</p><p>um dos jornais, qual é o percentual de alunos que lêem</p><p>ambos os jornais?</p><p>a) 10%</p><p>b) 20%</p><p>c) 30%</p><p>d) 50%</p><p>08) Numa cidade são consumidos três produtos, A, B e C.</p><p>Feito um levantamento do mercado sobre o consumo</p><p>desses produtos, obteve-se o resultado disposto na</p><p>tabela abaixo:</p><p>ProdutosNúmero de</p><p>C onsumidores</p><p>A150</p><p>B200</p><p>C250</p><p>A e B70</p><p>A e C90</p><p>B e C80</p><p>A, B e C60</p><p>Nenhum dos três180</p><p>a) (A ∩ B) ∩ C</p><p>b) A ∩ C</p><p>c)</p><p>d) (A ∩ C) – B</p><p>a) A ∩ (B ∪ C)</p><p>b) (A ∩ B) ∪ C</p><p>c) (A ∪ B) ∩ C</p><p>d) A ∪ (B ∩ C)</p><p>A</p><p>a) A – (B C) A∪</p><p>b) A ∩ (B ∩ C)</p><p>c) A ∩ (B ∪ C)</p><p>d) A ∩ (B ∩ C)</p><p>C</p><p>11) No diagrama abaixo, a parte sombreada representa:</p><p>A</p><p>B</p><p>10) A parte hachurada do diagrama seguinte, representa:</p><p>Pergunta-se: Quantas pessoas consomem no mínimo</p><p>dois produtos?</p><p>a) 60</p><p>b) 90</p><p>c) 120</p><p>d) 150</p><p>09) A parte hachurada no gráfico, representa:</p><p>12) Se A e B são conjuntos não vazios e se A ⊂ B, então</p><p>a) A ∪ B = A</p><p>b) A ∪ B = B</p><p>c) A ∩ B = B</p><p>d) A ∩ B = ∅</p><p>e) B ∪ A = A</p><p>13) Se A é um conjunto de 5 elementos, B é um conjunto</p><p>de 2 elementos e B ⊂ A, pode-se dizer que, A ∪ B</p><p>tem:</p><p>a) 2 elementos</p><p>b) 5 elementos</p><p>c) 7 elementos</p><p>d) 10 elementos</p><p>14) Sendo A o conjunto dos números primos menores</p><p>que 20 e B o conjunto dos números naturais menores</p><p>que 17, pode-se afirmar que o número de elementos</p><p>do conjunto (A ∩ B) é:</p><p>a) 9 c) 7</p><p>b) 8 d) 6</p><p>B</p><p>B</p><p>C</p><p>C</p><p>19</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>15) Dos 84 operários de uma empresa, 68 usam o vale</p><p>transporte, 50 usam o vale refeição e 12 não usam</p><p>nenhum dos vales. O número de operários que usam</p><p>os dois vales é:</p><p>a) 18</p><p>b) 22</p><p>c) 23</p><p>d) 46</p><p>16) Em um grupo de n crianças, 80 receberam a vacina</p><p>Sabin, 58 receberam a vacina contra sarampo, 36 re-</p><p>ceberam as duas vacinas e 15 não foram vacinadas. O</p><p>valor de n é</p><p>a) 117</p><p>b) 120</p><p>c) 135</p><p>d) 143</p><p>17) Considere os conjuntos A e B, de forma que o conjunto</p><p>A ∪ B tenha 54 elementos, o conjunto A ∩ B tenha</p><p>8 elementos e o conjunto B tenha 26 elementos. O</p><p>número de elementos de A - B é:</p><p>a) 28</p><p>b) 30</p><p>c) 36</p><p>d) 20</p><p>18) Em um grupo de 81 pessoas, 25 jogam peteca, 7 mulheres</p><p>jogam peteca, 30 homens não jogam peteca e n pessoas</p><p>são mulheres ou jogam peteca. O valor de n é:</p><p>a) 26</p><p>b) 48</p><p>c) 51</p><p>d) 56</p><p>19) Uma prova é constituída de dois problemas, 300 alunos</p><p>acertaram somente um dos problemas, 260 acertaram</p><p>o segundo, 100 alunos acertaram os dois e 210 erraram</p><p>o primeiro. O número de alunos que fizeram a prova</p><p>é:</p><p>a) 450</p><p>b) 550</p><p>c) 600</p><p>d) 750</p><p>20) Numa sala de aula com 60 alunos, 11 jogam xadrez, 31</p><p>são homens ou jogam xadrez e 3 mulheres jogam xa-</p><p>drez. O número de homens que não jogam xadrez é:</p><p>a) 15</p><p>b) 20</p><p>c) 25</p><p>d) 29</p><p>e) 30</p><p>21) Num grupo de 400 pessoas foi feita uma pesquisa sobre</p><p>sua preferência entre os programas de televisão A e B,</p><p>e obteve-se o seguinte resultado:</p><p>195 pessoas gostam do programa A.</p><p>87 pessoas gostam de ambos os programas.</p><p>73 pessoas não gostam de nenhum dos programas.</p><p>gABARITO</p><p>O número de pessoas que gostam apenas do</p><p>programa B é:</p><p>a) 45</p><p>b) 118</p><p>c) 132</p><p>d) 191</p><p>22) Classifique em verdadeira (V) ou (F) cada uma das</p><p>afirmações:</p><p>• Se A ⊂ B, então A ∪ B = A</p><p>• Se A = B, então A ∪ B = ∅</p><p>• Se 2 ∈ A e 2 ∉ B, enão 2 ∉ (A ∪ B)</p><p>• Se 5 ∈ ( A ∪ B), então 5 ∈ A e 5 ∈ B</p><p>O número de afirmações</p><p>manchar, corromper, contagiar, viciar</p><p>ENSEJAR - ser a causa ou o motivo de, justificar</p><p>ENCORAJAR - estimular, incentivar, entusiasmar, animar.</p><p>EXIMIR - dispensar, isentar</p><p>ELIDIR- Excluir por completo</p><p>IRRUPÇÃO - entrada impetuosa e súbita num local; invasão súbita.</p><p>IMISCUIR - interferir, intrometer-se</p><p>IMPRESCINDIVEL- precisa</p><p>INFERIR- Implícito</p><p>INCÓLUME - Que não sofreu dano; são e salvo; intacto, ileso.</p><p>5 | Página</p><p>INTEMPESTIVA - Fora do prazo legal</p><p>IMISCUIR-SE - tomar parte em, dar opinião sobre (algo) que não lhe diz respeito;</p><p>intrometer-se, interferir.</p><p>Jus postulandi- Entrar com uma ação sem o advogado</p><p>NÃO PRESCINDE- precisa</p><p>ÓBICE- aquilo que obsta, impede; empecilho, estorvo.</p><p>OBSTA- Impedir, dificultar</p><p>OPONÍVEL - Oposto a algo, se opõe, contrário</p><p>OLVIDAR - Esquecer; deixar de lembrar de; não se conseguir recordar de;</p><p>PEGADIO - apreço, ligação afetuosa; apego, afeição, estima.</p><p>PRESCINDIR - não precisa</p><p>PRONAÇÃO – Pronunciar</p><p>PRETERIR - desprezar, menosprezar, desconsiderar, ignorar, rejeitar</p><p>PROLATADA - Proferido, enunciado, promulgado</p><p>PEÇA APÓCRIFA - Denúncia anônima</p><p>RESCINDIR - anular, cancelar</p><p>RESTRINGIR- Limitar, reduzir.</p><p>RESIGNAR - Aceitar sem questionar, conformar-se sem se opor.</p><p>SUBJACENTE (SUBJAZ) - implícito, escondido</p><p>SUSPEIÇÃO - dúvida, desconfiança, suspeita</p><p>SUPERVENIÊNCIA - Posterior</p><p>TIPICO- Previsto em lei</p><p>TEMPESTIVA - Dentro do prazo legal</p><p>ULTERIOR – Posterior</p><p>VICEJA - Germinar, crescer.</p><p>6 | Página</p><p>SINTAXE</p><p>Sintaxe é a parte da gramática que trata da ordem, da relação e da função das palavras</p><p>na frase. Normalmente segue-se esta ordem: sujeito, verbo, complemento e adjunto (S</p><p>V C A), chamada de ORDEM DIRETA.</p><p>Frase, oração e período</p><p>Frase é qualquer enunciado (curto ou longo) que estabelece comunicação. Toda frase</p><p>deve ser inteligível. Tradicionalmente, ela pode ser nominal ou verbal.</p><p>Uma oração não é nada mais que uma frase verbal; seu núcleo é um verbo (ou uma</p><p>locução verbal).</p><p>Período é uma frase que possui uma ou mais orações; começa com letra maiúscula,</p><p>apresenta um verbo (ou locução verbal) e termina em ponto, ponto de interrogação,</p><p>ponto de exclamação ou reticências. Há dois tipos:</p><p>Simples: constituído de uma oração, logo todo período simples é uma oração absoluta.</p><p>– Estudo hoje com apenas uma gramática.</p><p>– Muitos professores do curso continuam escrevendo artigos para seus alunos!</p><p>– Seria esta a resposta certa?</p><p>Composto: constituído de mais de uma oração; pode ser formado por coordenação,</p><p>subordinação ou coordenação e subordinação (período misto); as conjunções, os</p><p>pronomes relativos e certas preposições normalmente aparecem para ligar as orações</p><p>deste tipo de período.</p><p>– Os resultados foram ótimos, por isso ficamos satisfeitos. (duas orações/ coordenação)</p><p>– Pedi que todos viessem preparados. (duas orações/subordinação)</p><p>– Para salvar a economia, é preciso planejamento. (duas orações/subordinação)</p><p>– A mão que balança o berço é a mão que mata. (três orações/subordinação)</p><p>– Sei que eles passaram e que se estabeleceram na profissão. (três</p><p>orações/coordenação e subordinação)</p><p>7 | Página</p><p>TERMOS ESSENCIAIS DA ORAÇÃO</p><p>Definição</p><p>Como você já sabe, as frases verbais ou orações são formadas por termos sintáticos,</p><p>certo? Por isso iremos falar justamente sobre tais termos sintáticos que constituem a</p><p>oração. Neste capítulo, você aprenderá tudo sobre os termos essenciais da oração, a</p><p>saber: o sujeito e o predicado.</p><p>Sujeito é não só o termo que representa o ser ou o fato sobre o qual se declara alguma</p><p>coisa, mas também o termo que faz o verbo ser conjugado. É por isso que o</p><p>verbo/locução verbal concorda em número e pessoa com o sujeito. Cada sujeito está</p><p>ligado a um (1) verbo, por isso fique de olho na relação entre o verbo e o seu sujeito.</p><p>– As casas da vila estavam à venda.</p><p>– Nós ficamos casados por sete anos.</p><p>– Sua Majestade foi flagrada às escondidas com o amante.</p><p>– Ninguém deveria apoiar campanhas a favor das drogas.</p><p>– Quem nunca pecou nesta vida?</p><p>Obs.: Note que o núcleo do sujeito pode ser, tradicionalmente, um substantivo</p><p>(NORMALMENTE), um pronome, um numeral, um verbo no infinitivo, uma oração</p><p>substantiva ou uma palavra substantivada. É muito importante notar que o verbo</p><p>concorda em número e pessoa com o núcleo do sujeito.</p><p>BIZU DO ACHAMENTO DO SUJEITO</p><p>Uma boa maneira de identificarmos o sujeito de uma oração é fazer a pergunta</p><p>“o que...?” ou “quem...?” antes do verbo. Observe os exemplos anteriores</p><p>– O que estava à venda? Resposta: as casas da vila.</p><p>– Quem ficou casado por sete anos? Resposta: nós.</p><p>– Quem foi flagrado às escondidas com o amante? Resposta: Sua Majestade.</p><p>– Quem deveria apoiar campanhas a favor das drogas? Resposta: ninguém.</p><p>8 | Página</p><p>CLASSIFICAÇÃO DO SUJEITO</p><p>Já que sabemos o que é um sujeito e como identificá-lo, vamos ver os tipos de sujeito.</p><p>Simples</p><p>Apresenta somente um núcleo explícito.</p><p>– Alguém escondeu a minha bolsa.</p><p>– Quem foram os beneficiados pelo projeto esportivo?</p><p>– As despesas das casas de praia e de campo ficaram por minha conta.</p><p>Oculto</p><p>Apresenta um núcleo implícito, elíptico, mas facilmente identificável pelo contexto ou</p><p>pela desinência do verbo. Por isso, este tipo de sujeito é chamado de oculto, implícito,</p><p>elíptico, desinencial etc.</p><p>– Não consigo deixar as responsabilidades de lado. (Quem não consegue? Eu. Percebe-</p><p>se isso pela desinência do verbo.)</p><p>– Todo procedimento médico deve ser bem programado; só será bem-sucedido se</p><p>houver acompanhamento e manutenção. (O que será bem-sucedido? O procedimento</p><p>médico.)</p><p>– Escondeste minha bolsa onde? (Fica fácil perceber que o sujeito oculto é o tu, pois a</p><p>desinência/terminação do verbo é de 2a pessoa do singular, ou seja, “Tu escondeste a</p><p>minha bolsa onde?”.)</p><p>Composto</p><p>Apresenta mais de um núcleo explícito.</p><p>– Minha chave, minha bolsa, minha moto foram roubadas.</p><p>– Indignados ficaram os moradores da zona oeste e os da zona sul com o descaso.</p><p>– Tanto a felicidade como a tristeza são estados de espírito.</p><p>Indeterminado</p><p>Este tipo de sujeito é interessante, pois se assemelha ao oculto. Só que, apesar de o</p><p>verbo indicar que houve uma ação praticada por alguém, a identidade do sujeito é</p><p>9 | Página</p><p>indeterminada. Indetermina-se o sujeito normalmente por três motivos: 1) por não se</p><p>saber sua identidade, 2) por querer torná-lo desconhecido ou 3) por generalização.</p><p>Existem três construções com sujeito indeterminado na língua culta.</p><p>1) Verbo na 3ª pessoa do plural sem sujeito explícito.</p><p>– Criticaram-nos na reunião de ontem. (Alguém criticou, mas quem?)</p><p>– Normalmente falam pelas costas por ser mais conveniente. (Alguém fala, mas quem?)</p><p>– Esconderam minha bolsa. (Alguém escondeu, mas quem?)</p><p>2) Verbo (de ligação, intransitivo, transitivo indireto, transitivo direto seguido de</p><p>preposição) na 3ª PESSOA DO SINGULAR + partícula de indeterminação do sujeito “SE”,</p><p>indicando uma ideia de generalização/indefinição.</p><p>– Só SE é feliz neste lugar por causa de vocês. (Quem é feliz? Todos que são de lá.)</p><p>– Vive-SE bem quando há paz e segurança. (Quem vive bem? Todos.)</p><p>– Tratava-SE de doenças gravíssimas naquela clínica. (Quem tratava? Alguém.)</p><p>– Ama-SE a Deus nesta Igreja. (Quem ama a Deus? Todos que a frequentam.)</p><p>3) Verbo no infinitivo impessoal.</p><p>– Para conquistar sua confiança, é necessário trabalhar arduamente. (= Para (alguém)</p><p>conquistar sua confiança, é necessário (esse alguém) trabalhar arduamente.)</p><p>10 | Página</p><p>ORAÇÃO SEM SUJEITO (SUJEITO INEXISTENTE)</p><p>As orações sem sujeito sempre apresentam verbos impessoais, os quais, por sua</p><p>semântica, não apresentam um sujeito promovendo a ação verbal. Tais verbos são</p><p>usados na 3ª pessoa do singular (exceto o engraçadinho do SER).</p><p>De todos os verbos impessoais, muita atenção ao VERBO HAVER. Todo ano cai uma</p><p>questão sobre ele, SEJA EM ORAÇÃO SEM SUJEITO, seja em CONCORDÂNCIA. É incrível</p><p>a tara que as bancas têm com esse verbo.</p><p>1) HAVER com sentido</p><p>verdadeiras é:</p><p>a) 0</p><p>b) 1</p><p>c) 2</p><p>d) 3</p><p>e) 4</p><p>23) Numa pesquisa para se avaliar a leitura de três</p><p>revis- tas A, B e C, descobriu-se que 81 pessoas lêem,</p><p>pelo menos, uma das revistas; 61 pessoas lêem</p><p>somente</p><p>uma delas e 17 pessoas lêem duas das três revistas.</p><p>Assim sendo, o número de pessoas mais bem</p><p>informadas dentre as 81 é</p><p>a) 3</p><p>b) 5</p><p>c) 12</p><p>d) 29</p><p>24) Num grupo de 300 alunos de um colégio, foi feita</p><p>uma pesquisa sobre sua preferência entre os esportes:</p><p>fute-</p><p>bol, vôlei e natação, e obteve-se o seguinte resultado:</p><p>• 95 alunos gostam de futebol.</p><p>• 49 alunos gostam dos três esportes.</p><p>• 83 alunos gostam de natação.</p><p>• 25 alunos gostam apenas de futebol e vôlei.</p><p>• 05 alunos gostam apenas de futebol e natação.</p><p>• 10 alunos gostam apenas de vôlei e natação.</p><p>• 20 alunos não gostam de nenhum destes esportes.</p><p>Quantos gostam apenas de vôlei?</p><p>a) 156</p><p>b) 166</p><p>c) 176</p><p>d) 186</p><p>01.D</p><p>06.D</p><p>11.D</p><p>16.A</p><p>21.C</p><p>02.D</p><p>07.C</p><p>12.B</p><p>17.A</p><p>22.A</p><p>03.</p><p>B</p><p>08.C</p><p>13.</p><p>B</p><p>18.C</p><p>23.</p><p>A</p><p>04.D</p><p>09.A</p><p>14.D</p><p>19.A</p><p>24.A</p><p>05.A</p><p>10.A</p><p>15.D</p><p>20.B</p><p>20</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>PARTE III</p><p>Problemas envolvendo o raciocínio</p><p>verbal, raciocínio matemático,</p><p>raciocínio sequencial, orientação</p><p>espacial e temporal, formação e</p><p>discriminação de conceitos.</p><p>01) Quatro carros estão parados ao longo do meio fio,</p><p>um atrás do outro:</p><p>Um Fusca atrás de outro Fusca.</p><p>Um carro branco na frente de um carro prata.</p><p>Um Uno na frente de um Fusca.</p><p>Um carro prata atrás de um carro preto.</p><p>Um carro prata na frente de um carro preto.</p><p>Um Uno atrás de um Fusca.</p><p>Do primeiro (na frente) ao quarto carro (atrás), temos</p><p>então: a) Uno branco, Fusca preto, Fusca prata e Uno</p><p>prata.</p><p>b) Uno preto, Fusca prata, Fusca preto e Uno branco.</p><p>c) Uno branco, Fusca prata, Fusca preto e Uno Prata.</p><p>d) Uno prata, Fusca preto, Fusca branco e Uno preto.</p><p>e) Uno branco, Fusca prata, Uno preto e Fusca prata.</p><p>Considere as informações do texto abaixo para</p><p>responder às questões 02 e 03.</p><p>Os sobrenomes de Ana, Beatriz e Carla são Arantes,</p><p>Braga e Castro, mas não necessariamente nesta ordem.</p><p>A de sobrenome Braga, que não é Ana, é mais velha que</p><p>Carla e a de sobrenome Castro é a mais velha das três.</p><p>02) Os sobrenomes de Ana, Beatriz e Carla são, respec-</p><p>tivamente:</p><p>a) Arantes, Braga e Castro.</p><p>b) Arantes, Castro e Braga.</p><p>c) Castro, Arantes e Braga.</p><p>d) Castro, Braga e Arantes.</p><p>e) Braga, Arantes e Castro.</p><p>03) Nomeando-as em ordem crescente de idade,</p><p>teremos: a) Ana, Beatriz e Carla.</p><p>b) Carla, Ana e Beatriz.</p><p>c) Beatriz, Carla e Ana.</p><p>d) Ana, Carla e Beatriz.</p><p>e) Carla, Beatriz e Ana.</p><p>04) Três rivais, Ana, Bia e Cláudia, trocam acusações:</p><p>A Bia mente - diz Ana.</p><p>A Cláudia mente - Bia diz.</p><p>Ana e Bia mentem - diz Cláudia.</p><p>Com base nestas três afirmações, pode-se concluir que</p><p>a) apenas Ana mente.</p><p>b) apenas Cláudia mente.</p><p>c) apenas Bia mente.</p><p>d) Ana e Cláudia mentem.</p><p>e) Ana e Bia mentem.</p><p>a) Julinho.</p><p>b) Maurício.</p><p>c) Rogério.</p><p>d) Zezinho.</p><p>e) Luiz Antônio.</p><p>Considere a situação descrita abaixo para resolver</p><p>as questões de números 05 e 06.</p><p>Ao ver o estrago na sala, mamãe pergunta zangada:</p><p>Quem quebrou o vaso da vovó?</p><p>Não fui eu - disse André.</p><p>Foi o Carlinhos - disse Bruna.</p><p>Não fui eu não, foi a Duda - falou Carlinhos.</p><p>A Bruna está mentindo! - falou Duda.</p><p>05) Sabendo que somente uma das crianças mentiu,</p><p>pode-</p><p>se concluir que</p><p>a) André mentiu e foi ele quem quebrou o vaso.</p><p>b) Bruna mentiu e Duda quebrou o vaso.</p><p>c) Carlinhos mentiu e foi ele quem quebrou o vaso.</p><p>d) Duda mentiu e Carlinhos quebrou o vaso.</p><p>e) Bruna mentiu e foi ela quem quebrou o vaso.</p><p>06) Sabendo que somente uma das crianças disse a ver-</p><p>dade, pode-se concluir que</p><p>a) André falou a verdade e Carlinhos quebrou o vaso.</p><p>b) Bruna falou a verdade e Carlinhos quebrou o vaso.</p><p>c) Duda falou a verdade e André quebrou o vaso.</p><p>d) Carlinhos falou a verdade e Duda quebrou vaso.</p><p>e) Duda falou a verdade e foi ela quem quebrou o vaso.</p><p>07) Vovó Marina procura saber quem comeu o bolo que</p><p>havia guardado para o lanche da tarde.</p><p>Julinho diz:</p><p>1) Não fui eu.</p><p>2) Eu nem sabia que havia um bolo.</p><p>3) Foi o Maurício.</p><p>Maurício diz:</p><p>4) Não fui eu.</p><p>5) O Julinho mente quando diz que fui eu.</p><p>6) Foi o tio Rogério.</p><p>Rogério diz:</p><p>7) Não fui eu.</p><p>8) Eu estava lá embaixo consertando a minha bicicleta.</p><p>9) Foi o Zezinho</p><p>Zezinho diz:</p><p>10) Não fui eu.</p><p>11) Eu nem estava com fome.</p><p>12) Não foi o Luiz Antônio.</p><p>Luiz Antônio diz:</p><p>13) Não fui eu.</p><p>14) Eu estava com o Rogério na praia.</p><p>15) Foi o Maurício.Vovó Marina, que não é boba, percebe que cada um</p><p>deles mentiu sobre uma única das afirmações que fez</p><p>e encontrou o comilão. Quem comeu o bolo?</p><p>21</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>08) Três colegas - João, Paulo e Pedro - estão em uma fila</p><p>esperando para serem atendidos. João sempre fala a</p><p>verdade, Paulo nem sempre e Pedro sempre mente. O</p><p>que está na frente diz “João é quem está entre nós”. O</p><p>que está no meio afirma “eu sou o Paulo”. Finalmente,</p><p>o que está atrás informa “Pedro é quem está entre</p><p>nós”. O primeiro, o segundo e o terceiro na fila são,</p><p>respectivamente:</p><p>a) João, Paulo e Pedro.</p><p>b) João, Pedro e Paulo.</p><p>c) Paulo, Pedro e João.</p><p>d) Paulo, João e Pedro.</p><p>e) Pedro, Paulo e João.</p><p>09) Três amigos - Luís, Marcos e Nestor - são casados com</p><p>Teresa, Regina e Sandra (não necessariamente nesta</p><p>ordem). Perguntados sobre os nomes das respectivas</p><p>esposas, os três fizeram as seguintes declarações:</p><p>Nestor: “Marcos é casado com Teresa”.</p><p>Luís: “Nestor está mentindo, pois a esposa de Marcos</p><p>é Regina”.</p><p>Marcos: “Nestor e Luís mentiram, pois a minha esposa</p><p>é Sandra”.</p><p>Sabendo-se que o marido de Sandra mentiu e que o</p><p>marido de Teresa disse a verdade, segue-se que as es-</p><p>posas de Luís, Marcos e Nestor são, respectivamente:</p><p>a) Sandra, Teresa, Regina.</p><p>b) Sandra, Regina, Teresa.</p><p>c) Regina, Sandra,Teresa.</p><p>d) Teresa, Regina, Sandra.</p><p>e) Teresa, Sandra, Regina.</p><p>10) Três amigas encontram-se em uma festa. O vestido</p><p>de uma delas é azul, o de outra é preto, e o da outra é</p><p>branco. Elas calçam pares de sapatos destas mesmas</p><p>três cores, mas somente Ana está com vestido e sa-</p><p>patos de mesma cor. Nem o vestido nem os sapatos</p><p>de Júlia são brancos. Marisa está com sapatos azuis.</p><p>Desse modo,</p><p>a) o vestido de Júlia é azul e o de Ana é preto.</p><p>b) o vestido de Júlia é branco e seus sapatos são pretos.</p><p>c) os sapatos de Júlia são pretos e os de Ana são bran-</p><p>cos.</p><p>d) os sapatos de Ana são pretos e os vestido de Marisa</p><p>são azuis.</p><p>e) o vestido de Ana é preto e os sapatos de Marisa são</p><p>azuis.</p><p>11) João e Maria têm, cada um, quatro noites livres toda</p><p>semana, quando aproveitam para ir ao cinema. Con-</p><p>sidere como semana todos os dias de segunda-feira a</p><p>domingo, inclusive. Nesse caso, é correto afirmar que,</p><p>em uma semana, eles podem ir juntos ao cinema</p><p>a) apenas uma noite.</p><p>b) no mínimo uma noite e no máximo quatro.</p><p>c) no mínimo duas noites e no máximo três.</p><p>d) sempre quatro noites.</p><p>e) sempre cinco noites.</p><p>12) Ramirez aprontou uma baita confusão: trocou as</p><p>caixas de giz e as papeletas de aulas dos</p><p>professores</p><p>Júlio, Márcio e Roberto. Cada um deles ficou com</p><p>a caixa de giz de um segundo e com a papeleta de</p><p>aulas de um terceiro. O que ficou com a caixa de giz</p><p>do professor Márcio está com a papeleta de aulas do</p><p>professor Júlio. Portanto:</p><p>a) quem está com a papeleta de aulas do Roberto é o</p><p>Márcio.</p><p>b) quem está com a caixa de giz do Márcio é o Júlio.</p><p>c) quem está com a papeleta de aulas do Márcio é o</p><p>Roberto.</p><p>d) quem está com a caixa de giz do Júlio é o Roberto.</p><p>e) o que ficou com a caixa de giz do Júlio está com a</p><p>papeleta de aulas do Márcio.</p><p>13) (ESAF/AFC/96) Três irmãs - Ana, Maria e Cláudia -</p><p>foram a uma festa com vestidos de cores diferentes.</p><p>Uma vestiu azul, a outra branco, e a terceira preto.</p><p>Chegando à festa, o anfitrião perguntou quem era</p><p>cada uma delas. A de azul respondeu: “Ana é a que está</p><p>de branco”. A de branco falou: “Eu sou Maria”. E a de</p><p>preto disse: “Cláudia é quem está de branco”. Como</p><p>o anfitrião sabia que Ana sempre diz a verdade, que</p><p>Maria às vezes diz a verdade, e que Cláudia nunca diz</p><p>a verdade, ele foi capaz de identificar corretamente</p><p>quem era cada pessoa. As cores dos vestidos de Ana,</p><p>Maria e Cláudia</p><p>eram, respectivamente:</p><p>a) preto, branco, azul.</p><p>b) preto, azul, branco.</p><p>c) azul, preto, branco.</p><p>d) azul, branco, preto.</p><p>e) branco, azul, preto.</p><p>14) (ESAF/AFC/97) Seis pessoas - A, B, C, D, E, F - de-</p><p>vem sentar-se em torno de uma mesa redonda para</p><p>discutir um contrato. Há exatamente seis cadeiras em</p><p>torno da mesa, e cada pessoa senta-se de frente para o</p><p>centro da mesa numa posição diametralmente oposta</p><p>à pessoa que está do outro lado da mesa. A disposi-</p><p>ção das pessoas à mesa deve satisfazer às seguintes</p><p>restrições:</p><p>• F não pode sentar-se ao lado de C.</p><p>• E não pode sentar-se ao lado de A.</p><p>• D deve sentar-se ao lado de A.</p><p>Então, uma distribuição aceitável das pessoas em torno</p><p>da mesa é</p><p>a) F, B, C, E, A, D</p><p>b) A, E, D, F, C, B</p><p>c) A, E, F, C, D, E</p><p>d) F, D, A, C, E, B</p><p>e) F, E, D, A, B, C</p><p>15) (ESAF/AFC) Os cursos de Márcia, Berenice e Priscila</p><p>são, não necessariamente nesta ordem, Medicina,</p><p>Biologia e Psicologia.Uma delas realizou seu curso em</p><p>Belo Horizonte, a outra em Florianópolis, e a outra</p><p>em São Paulo. Márcia realizou seu curso em Belo</p><p>Horizonte. Priscila cursou Psicologia. Berenice não</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>realizou seu curso em São Paulo e não fez Medicina.</p><p>Assim, os cursos e os respectivos locais de estudo de</p><p>Márcia, Berenice e Priscila são, pela ordem:</p><p>a) Medicina em Belo Horizonte, Psicologia em Floria-</p><p>nópolis, Biologia em São Paulo.</p><p>b) Psicologia em Belo Horizonte, Biologia em Florianó-</p><p>polis, Medicina em São Paulo.</p><p>c) Medicina em Belo Horizonte, Biologia em Florianó-</p><p>polis, Psicologia em São Paulo.</p><p>d) Biologia em Belo Horizonte, Medicina em São Paulo,</p><p>Psicologia em Florianópolis.</p><p>e) Medicina em Belo Horizonte, Biologia em São Paulo,</p><p>Psicologia em Florianópolis.</p><p>16) Um líder criminoso foi morto por um de seus</p><p>comparsas: Adão, Bosco, Chicão e Doca. Durante o</p><p>interrogatório, esses indivíduos fizeram as seguintes</p><p>declarações:</p><p>• Adão afirmou que Chicão matou o líder.</p><p>• Bosco afirmou que Doca não matou o líder.</p><p>• Chicão disse que Doca estava jogando cartas com</p><p>Adão quando o líder foi morto e, por isso, não tiveram</p><p>participação no crime.</p><p>• Doca disse que Chicão não matou o líder.</p><p>Sabendo que três dos comparsas mentiram em suas de-</p><p>clarações, enquanto um deles falou a verdade, é correto</p><p>afirmar que</p><p>a) a declaração de Chicão é verdadeira.</p><p>b) Chicão ou Doca matou o líder.</p><p>c) Chicão matou o líder.</p><p>d) Doca não matou o líder.</p><p>17) Num país há apenas dois tipos de habitantes: os verds,</p><p>que sempre dizem a verdade, e os falcs, que sempre</p><p>mentem. Um professor de Lógica, recém-chegado a</p><p>este país, é informado por um nativo que glup e plug,</p><p>na língua local, sim e não, mas o professor não sabe</p><p>se o nativo que o informou é verd ou falc. Então,</p><p>ele se aproxima de três outros nativos que estavam</p><p>conversando juntos e faz a cada um deles duas per-</p><p>guntas:</p><p>1a) Os outros dois são verds?</p><p>2a) Os outros dois são falcs?</p><p>A primeira pergunta é respondida com glup pelos três,</p><p>mas à segunda pergunta os dois primeiros responderam</p><p>glup e o terceiro respondeu plug.</p><p>Assim, o professor pode concluir que</p><p>a) todos são verds.</p><p>b) todos são falcs.</p><p>c) somente um dos três últimos é falc e glup significa</p><p>não.</p><p>d) somente um dos três últimos é verd e glup significa</p><p>sim.</p><p>e) há dois verds e glup significa sim.</p><p>18) (FCC/CEAL/2005) Considere a sequência de igual-</p><p>dades seguintes:</p><p>13 = 12 – 02</p><p>c)</p><p>e)</p><p>b)</p><p>d)</p><p>Na seqüência, cada figura incorpora, à figura anterior,</p><p>mais um segmento de reta à direita. Assinale o item que</p><p>pode representar a sexta figura dessa seqüência.</p><p>a)</p><p>23 = 32 – 12</p><p>33 = 62 – 32</p><p>43 = 102 – 62</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>É CORRETO afirmar que a soma</p><p>13 + 23 + 33 + 43 + 53 + 63 + 73 + 83 é igual a</p><p>a) 482</p><p>b) 462</p><p>c) 422</p><p>d) 382</p><p>e) 362</p><p>19) (ESAF/2003) Um jardineiro deve plantar cinco árvo-</p><p>res em um terreno em que não há qualquer árvore.</p><p>As cinco árvores devem ser escolhidas entre sete di-</p><p>ferentes tipos, a saber: A, B, C, D, E, F, G, obedecidas</p><p>as seguintes condições:</p><p>1 - não pode ser escolhida mais de uma árvore de um</p><p>mesmo tipo;</p><p>2 - deve ser escolhida uma árvore ou do tipo D ou do tipo</p><p>G, mas não podem ser escolhidas árvores de ambos</p><p>os tipos;</p><p>3 - se uma árvore do tipo B for escolhida, então não pode</p><p>ser escolhida uma árvore do tipo D.</p><p>Ora, o jardineiro não escolheu nenhuma árvore do tipo G.</p><p>Logo, ele também não escolheu nenhuma árvore do tipo:</p><p>a) D</p><p>b) A</p><p>c) C</p><p>d) B</p><p>e) E</p><p>20) (UFRj/Eletronorte/2005/Alterada) Observe a</p><p>sequência de figuras a seguir:</p><p>fig 1 fig 2 fig 3</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>Anotações</p><p>21) (ESAF/mPOg/2005/Alterada) Mauro, José e Lauro</p><p>são três irmãos. Cada um deles nasceu em um estado</p><p>diferente: um é mineiro, outro é carioca, e outro é</p><p>paulista (não necessariamente nessa ordem). Os três</p><p>têm, também, profissões diferentes: um é engenheiro,</p><p>outro é veterinário, e outro é psicólogo (não necessa-</p><p>riamente nessa ordem). Sabendo que José é mineiro,</p><p>que o engenheiro é paulista, e que Lauro é veterinário,</p><p>conclui-se corretamente que:</p><p>a) Lauro é paulista e José é psicólogo.</p><p>b) Mauro é carioca e José é psicólogo.</p><p>c) Lauro é carioca e Mauro é psicólogo.</p><p>d) Mauro é paulista e José é psicólogo.</p><p>e) Lauro é carioca ou Mauro é engenheiro.</p><p>22) (FCC/IPEA/2004) A sucessão seguinte de palavras</p><p>obedece a uma ordem lógica. Escolha à alternativa</p><p>que substitui “X” corretamente: RÃ, Luís, MEIO,</p><p>PARABELO, “X”.</p><p>a) Calçado.</p><p>b) Pente.</p><p>c) Lógica.</p><p>d) Sibipiruna.</p><p>e) Soteropolitano.</p><p>23) (FCC/IPEA/2004) Atente para os vocábulos que for-</p><p>mam a sucessão lógica, escolhendo a alternativa que</p><p>substitui “X” corretamente: LEIS, TEATRO, POIS,</p><p>“X”.</p><p>a) Camarão.</p><p>b) Casa.</p><p>c) Homero.</p><p>d) Zeugma.</p><p>e) Eclipse.</p><p>24) (UFRj/mAPA/2005) Sabemos que o número 4 é</p><p>escrito com um algarismo, o número 27 com dois</p><p>algarismos e o número 123 com três algarismos. O</p><p>total de algarismos escritos para numerar as páginas</p><p>de um livro de 150 páginas é um número:</p><p>a) menor que 300.</p><p>b) entre 300 e 349.</p><p>c) entre 350 e 399.</p><p>d) entre 400 e 449.</p><p>e) maior que 450.</p><p>gABARITO</p><p>01 - C02-D03-C04-D05-B06-C</p><p>07-D 08-C 09-D 10-C 11-B 12-A</p><p>13-B 14-D 15-C 16-B 17-C 18-E</p><p>19-B 20-E 21-D 22-D 23-C 24-B</p><p>24</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>Parte IV</p><p>Análise Combinatória</p><p>1 - PRINCÍPIO FUNDAmENTAL DA CONTAgEm</p><p>n1 . n2</p><p>Temos, então, dois eventos distintos:</p><p>1o evento: ir de A a B ⇒ 7 possibilidades</p><p>2o evento: ir de B a C ⇒ 6 possibilidades</p><p>Logo, pela Regra do Produto, temos um total de 7 × 6 = 42 modos de se ir de A para C.</p><p>Exemplo 1</p><p>Observe a figura:</p><p>Nela está representada a planta de um cômodo contendo 3 portas na primeira parede, 5 na segunda e 4 na</p><p>terceira. Uma pessoa deseja chegar ao ponto B, partindo do ponto A, passando exatamente por três das portas</p><p>indicadas na figura. De quantas maneiras distintas ela pode chegar a B?</p><p>Se um evento A1 pode ocorrer de n1 modos diferentes e se para cada um desses n1 modos um segundo evento A2</p><p>pode ocorrer de n2 modos diferentes, então o número de modos em que esses eventos podem ocorrer na ordem in-</p><p>dicada é:</p><p>S olu ç ão:</p><p>Para chegar ao 1o cômodo existem 3 possibilidades.</p><p>Para cada uma destas 3 possibilidades, existem 5 possibilidades para ela atingir o 2o cômodo. Logo, para chegar ao</p><p>2o cômodo a um total de 3 × 5 = 15 possibilidades.</p><p>Para cada uma dessas 15 possibilidades de se chegar ao 2o cômodo, há 4 possibilidades de se chegar ao 3o. Logo, o</p><p>total de maneiras de se chegar ao 3o cômodo é 15 × 4 = 60 maneiras.</p><p>Exemplo 2</p><p>Ligando as cidades A e B, há 7 linhas de ônibus e, ligando as cidades B e C há 6 linhas. Não há ligação direta entre A</p><p>e C. Determine o número de modos de se ir de ônibus de A para C.</p><p>S olu ç ão:</p><p>Para se ir de A para C, deve-se obrigatoriamente, passar por B.</p><p>A B C</p><p>25</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>Exemplo 3</p><p>Desejando limpar uma prateleira, a arrumadeira retirou</p><p>de lá uma coleção de livros numerados de 1 a 9. Depois,</p><p>ela recolocou aleatoriamente os livros na prateleira. É</p><p>claro que ela pode tê-los colocado na ordem normal, ou</p><p>seja, 1, 2, 3, etc. Qual é a chance para que isso ocorra?</p><p>S olu ç ão:</p><p>Para a 1a posição da prateleira há 9 modos diferentes e</p><p>para cada um desses 9 modos</p><p>há 8 para a 2a posição. O</p><p>números de modos que podem ocorrer para as duas</p><p>posições é</p><p>9 . 8 = 72</p><p>Para a 3a posição o número de possibilidades será:</p><p>9 . 8 . 7 = 504</p><p>Raciocinando de forma análoga para as demais</p><p>posições, o total de modos (possibilidades), será:</p><p>9 . 8 . 7 . 6 . 5 . 4 . 3 . 2 . 1 = 362 880</p><p>A chance de ela colocar os livros na ordem crescente</p><p>será de uma em 362 880.</p><p>01) O número de placas com três letras, repetidas ou não,</p><p>e sem a letra A no início, que o DETRAN pode formar</p><p>com as letras A, B, C, D, E e F, é igual a</p><p>a) 100 c) 160</p><p>b) 120 d) 180</p><p>02) Número de anagramas formados com as letras da palavra</p><p>IZABEL, que começam e terminam com consoantes é:</p><p>a) 48 c) 96</p><p>b) 72 d) 144</p><p>03) Quantos números pares de 3 algarismos distintos</p><p>podemos formar com os algarismos 1, 3, 6, 7, 8, 9 ?</p><p>a) 20 c) 35</p><p>b) 30 d) 40</p><p>04) O total de números de 3 algarismos distintos que</p><p>existem em nosso sistema de numeração é</p><p>a) 640 c) 649</p><p>b) 648 d) 650</p><p>05) A quantidade de números de três algarismos, maiores</p><p>que 500, que podem ser formados com os algarismos</p><p>3, 5, 6, 7 e 9 é igual a:</p><p>a) 100 c) 480</p><p>b) 200 d) 640</p><p>01 - D</p><p>07-C</p><p>02-</p><p>D</p><p>08-B</p><p>gABARITO</p><p>03-D 04-B</p><p>09-D 10-C</p><p>05-</p><p>A</p><p>11-</p><p>B</p><p>06-</p><p>B</p><p>12-</p><p>B</p><p>06) Duas das cinqüentas cadeiras de uma sala serão</p><p>ocupadas por dois alunos. O número de maneiras</p><p>distintas possíveis que esses alunos terão para esco-</p><p>lher duas das cinqüentas cadeiras, para ocupá-las, é</p><p>a) 1225 c) 250</p><p>b) 2450 d) 49 !</p><p>07) Quantos são os números de 7 algarismos distintos,</p><p>formados pelos algarismos 1, 2, 3, 4, 5, 6, e 7, que</p><p>têm 1 e 7 nas extremidades?</p><p>a) 42 b) 120</p><p>c) 240 d) 2520</p><p>08) O número de frações diferentes entre si e diferentes</p><p>de 1 que podem ser formadas com os números 3, 7,</p><p>11, 13, 17, 23, 29 e 31 é:</p><p>a) 64 b) 56</p><p>c) 49 d) 48</p><p>09) Seis pessoas, entre elas Paulo e Mateus, vão ao teatro.</p><p>Existem seis lugares vagos, alinhados e consecutivos.</p><p>O número de maneiras distintas de como as seis pes-</p><p>soas podem se sentar sem que Paulo e Mateus fiquem</p><p>juntos é</p><p>a) 240 b) 288</p><p>c) 384 d) 480</p><p>10) Para compor a senha de acesso a um programa de</p><p>computador, deve-se escolher entre as siglas que se</p><p>podem formar com as letras da palavra NOVILHA.</p><p>Entretanto só servem siglas que comecem por vogais.</p><p>Nesse caso, o número de possibilidades é</p><p>a) 360 b) 720</p><p>c) 2.160 d) 2.620</p><p>11) Para numerar os m armários de um clube, foram usa-</p><p>dos todos os números formados com três algarismos</p><p>distintos do conjunto A = {2, 3, 4, 7, 8}. O valor de m</p><p>é:</p><p>a) 10 b) 60</p><p>c) 80 d) 120</p><p>12) Um estudante tem 5 lápis de cores diferentes. Para</p><p>pintar, em um mapa, os Estados da região Sul do</p><p>Brasil, cada um de uma cor, o número de maneiras</p><p>distintas, que poderá fazê-lo é de</p><p>a) 20 b) 60</p><p>c) 120 d) 240</p><p>1.1 - Exercícios Propostos</p><p>26</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>2 - FATORIAL</p><p>3 - ARRANjOS</p><p>4 - PERmUTAÇÃO</p><p>5 - COmBINAÇõES</p><p>2.1 - Definição</p><p>3.1 - Definição</p><p>4.1 - Definição</p><p>5.1 - Definição</p><p>• A = =</p><p>Fatorial de um número natural n</p><p>≥ os números naturais de n até 1.</p><p>Notação: n !</p><p>n ! = n (n – 1) (n – 2) . . . 3 . 2 . 1</p><p>1 ! = 1 e 0 ! = 1 por definição.</p><p>Exemplos:</p><p>• 4 ! = 4 . 3 . 2 . 1 = 24</p><p>• 5 ! = 5 . 4 . 3 . 2 . 1 = 120</p><p>•</p><p>= 12</p><p>2 é o produto de todos</p><p>• A 9, 3 = = = 504</p><p>• O quadrangular final de um torneio de basquete é dispu-</p><p>tado por quatro times: A, B, C e D. De quantas maneiras</p><p>distintas podemos ter os três primeiros colocados?</p><p>Dado um conjunto com n elementos distintos, chama-</p><p>se arranjo dos n elementos, tomados p a p, a qualquer</p><p>sequência ordenada de p elementos distintos</p><p>escolhidos entre os n existentes.</p><p>Exemplo:</p><p>Dado o conjunto A = {1, 2, 3, 4}, vamos escrever todos</p><p>os</p><p>arranjos desses quatro elementos tomados dois a dois.</p><p>Devemos escrever todas as sequências ordenadas de</p><p>dois</p><p>elementos distintos escolhidos entre os elementos de</p><p>A.</p><p>Assim, temos:</p><p>(1, 2); (1, 3); (1, 4);</p><p>(2, 1); (2, 3); (2, 4);</p><p>(3, 1); (3, 2); (3, 4);</p><p>(4, 1); (4, 2); (4, 3);</p><p>Note que (2, 3) ≠ (3, 2) , isto é, a troca na ordem dos</p><p>elementos de um possível agrupamento gera umagrupa-</p><p>mento diferente.</p><p>Cálculo do Número de Arranjos</p><p>A n , p =</p><p>Exemplos:</p><p>• A 7, 3 = = = 210</p><p>• C =</p><p>Exemplos:</p><p>• C10, 3 =</p><p>= 28</p><p>120</p><p>Solução: O resultado será um arranjo dos quatro times</p><p>tomados três a três.</p><p>A 4, 3 = = 24</p><p>Dado um conjunto A com n elementos distintos, chama-</p><p>se combinação dos n elementos de A, tomados p a p, a</p><p>qualquer subconjunto de A formado por p elementos.</p><p>Exemplo</p><p>Dado o conjunto A = {1, 2, 3, 4}, vamos escrever todos</p><p>os subconjuntos desses quatro elementos tomados</p><p>dois</p><p>a dois.</p><p>Devemos escrever todos os subconjuntos de dois</p><p>elemen-</p><p>tos distintos escolhidos entre os elementos de A. Assim,</p><p>temos:</p><p>{1, 2}; {1, 3}; {1, 4};</p><p>{2, 3}; {2, 4}; {3, 4};</p><p>Cálculo do Número de Combinações</p><p>C n , p =</p><p>Dado um conjunto com n elementos distintos, chama-</p><p>se permutação dos n elementos a todo arranjo desses</p><p>n elementos tomados n a n .</p><p>Pn = A n, n = = n !</p><p>Exemplos:</p><p>• P4 = 4! = 4 . 3 . 2 . 1 = 24</p><p>• P5 = 5! = 5 . 4 . 3 . 2 . 1 = 120</p><p>• De quantas maneiras cinco pessoas, A, B, C, D e E, po-</p><p>dem ser dispostas em fila indiana?</p><p>Solução: Cada maneira de compor a fila é uma permu-</p><p>tação das cinco pessoas, pois qualquer fila obtida éuma</p><p>sequência ordenada na qual comparecem sempre as</p><p>cinco</p><p>pessoas.</p><p>P5 = 5! = 5 . 4. 3 . 2 . 1 = 120</p><p>4, 2</p><p>8, 2</p><p>1 0</p><p>!</p><p>3!7!</p><p>1</p><p>0⋅9⋅8⋅7 !</p><p>3⋅2⋅1⋅7 !</p><p>=</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>• Uma pizzaria oferece 15 diferentes sabores de pizza a</p><p>seus clientes. De quantas maneiras uma família pode</p><p>escolher três desses sabores?</p><p>Solução: Cada possível escolha da família é uma combi-</p><p>nação das 15 pizzas tomadas três a três.</p><p>C = ⋅ 15, 3= = 455</p><p>Julgue os itens 01 e 02.</p><p>01) ( ) Para a eleição do corpo dirigente de uma empre-</p><p>sa candidatam-se oito pessoas. O números de</p><p>maneiras que poderão ser escolhidos presidente</p><p>e vice-presidente é 56.</p><p>02) ( ) Uma pesquisa deseja saber a ordem de preferên-</p><p>cia dos três maiores ídolos do esporte no Brasil. O</p><p>número de respostas diferentes que são possíveis,</p><p>se a cada entrevistado é apresentada uma lista</p><p>com o nome de 20 esportista é 5 040.</p><p>03) Uma emissora de tevê dispõe, ao todo, de 10 progra-</p><p>mas distintos. Quantas são as possíveis seqüências</p><p>de seis programas distintos a serem exibidos em um</p><p>dia?</p><p>a) A 10, 4 c) A 10, 6</p><p>b) P6 d) 10!</p><p>04) Uma prova de atletismo reúne 15 atletas. Quantos são</p><p>os resultados possíveis para que sejam distribuídas as</p><p>medalhas de ouro, prata e bronze ?</p><p>a) 2 730 c) 2 380</p><p>b) 2 370 d) 2 830</p><p>05) Dez enxadristas participam de um campeonato onde</p><p>todos jogam contra todos. Se um deles vence todas as</p><p>partidas, quantas são as classificações possíveis para</p><p>os três primeiros colocados?</p><p>a) 24 c) 48</p><p>b) 36 d) 72</p><p>06) Uma classe de 10 alunos, entre eles Júlia e Alberto, será</p><p>submetida a uma prova oral em que todos os alunos</p><p>serão avaliados. De quantas maneiras o professor</p><p>pode escolher a seqüência dos alunos se Júlia deve ser</p><p>sempre a primeira a ser chamada e Alberto sempre o</p><p>último a ser chamado?</p><p>a) 40 320 c) 24 200</p><p>b) 36 400 d) 10 360</p><p>07) Um professor dispõe de oito questões de Álgebra e</p><p>duas de Lógica para elaborar uma prova de 10 ques-</p><p>tões. De quantas maneiras ele poderá escolher a ordem</p><p>delas, sabendo que as de Lógica não podem aparecer</p><p>uma em seguida da outra?</p><p>a) 5 . 6! c) 7 . 8!</p><p>b) 6 . 7! d) 8 . 9!</p><p>08) Um comício reúne oito políticos de um partido, entre</p><p>eles o presidente e seu vice. Supondo que todos os</p><p>01-</p><p>C</p><p>06-</p><p>A</p><p>11-</p><p>B</p><p>02-E</p><p>07-</p><p>D</p><p>12-C</p><p>gABARITO</p><p>03-C 04-A</p><p>08-A 09-C</p><p>13-B 14-D</p><p>05-</p><p>D</p><p>10-A</p><p>15-C</p><p>políticos presentes irão discursar, de quantas manei-</p><p>ras pode ser estabelecida a seqüência de discursos</p><p>se presidente e vice, nessa ordem, devem discursar</p><p>consecutivamente?</p><p>a) 5 040 c) 3 360</p><p>b) 4 480 d) 2 400</p><p>09) Uma empresa distribui a seus funcionários um questio-</p><p>nário constituído de duas partes. Na 1a , o funcionário</p><p>deve colocar a ordem de preferência de turno de traba-</p><p>lho: diurno, vespertino e noturno. Na 2a , o funcionário</p><p>deve escolher, em ordem de preferência, dois dos sete</p><p>dias da semana para folgar. De quantas maneiras um</p><p>funcionário poderá preencher</p><p>esse questionário?</p><p>a) 128 c) 252</p><p>b) 240 d) 336</p><p>10) Dispondo dos algarismos 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7, quantos</p><p>números de quatro algarismos distintos podemos</p><p>formar?</p><p>a) 840 c) 640</p><p>b) 820 d) 460</p><p>11) Um torneio de futebol será disputado em duas sedes a</p><p>serem escolhidas entre seis cidades. De quantas manei-</p><p>ras poderá ser feita a escolha das duas cidades?</p><p>a) 10 c) 20</p><p>b) 15 d) 35</p><p>12) Quinze alunos de uma classe participam de uma prova</p><p>classificatória para a Olimpíada de Matemática. Se há</p><p>três vagas para a Olimpíada, de quantas formas pode-</p><p>rão ser escolhidos os alunos participantes?</p><p>a) 360 c) 455</p><p>b) 420 d) 720</p><p>13) Uma junta médica deverá ser formada por quatro</p><p>médicos e dois enfermeiros. De quantas maneiras ela</p><p>poderá ser formada se estão disponíveis dez médicos</p><p>e seis enfermeiros?</p><p>a) 2 840 c) 4 250</p><p>b) 3 150 d) 5 480</p><p>14) Uma classe tem 10 meninos e 12 meninas. De quantas</p><p>maneiras poderá ser escolhida uma comissão de três</p><p>meninos e quatro meninas, incluindo, obrigatoria-</p><p>mente, o melhor aluno e a a melhor aluna?</p><p>a) 3150 c) 4 890</p><p>b) 4 560 d) 5 940</p><p>15) Dispõe-se de oito tipos de frutas para fazer uma salada.</p><p>Se cada salada é composta de cinco frutas diferentes,</p><p>então o número de saladas diferentes que se pode</p><p>preparar é:</p><p>a) 8 c) 56</p><p>b) 10 d) 120</p><p>1 5 !</p><p>3!1 2</p><p>!</p><p>1 5⋅1 4⋅1 31 2 !</p><p>3⋅2⋅1⋅1 2 !</p><p>6 - ExERCÍCIOS</p><p>28</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>Parte V</p><p>Probabilidade</p><p>3 - EVENTO</p><p>4 - DEFINIÇÃO</p><p>1 - INTRODUÇÃO</p><p>2 - ESPAÇO AmOSTRAL</p><p>OU CONjUNTO UNIVERSO</p><p>5 - ADIÇÃO DE PROBABILIDADES</p><p>É qualquer subconjunto do espaço amostral U.</p><p>Assim no lançamento de um dado, por exemplo, o even-</p><p>to obter um número maior ou igual a 4 é dado por</p><p>A = {4, 5, 6}.</p><p>Exemplo:</p><p>Lançamos um dado e observamos o número da</p><p>face voltada para cima. Vamos determinar os seguintes</p><p>eventos:</p><p>• E1: ocorrência de número ímpar.</p><p>• E2: ocorrência de número maior ou igual a 4.</p><p>Temos:</p><p>U = {1, 2, 3, 4, 5, 6}</p><p>a) E1 = {1, 3, 5}</p><p>b) E2 = {4, 5, 6}</p><p>Dentro de certas condições, é possível prever a que</p><p>temperatura ferve a água. Esse tipo de experimento,</p><p>cujo</p><p>resultado é previsível, recebe o nome de determinístico.</p><p>No entanto, ao lançarmos um dado uma ou mais vezes,</p><p>não podemos saber com antecedência o número obtido;</p><p>sabemos apenas que os possíveis resultados são 1, 2, 3,</p><p>4, 5 ou 6. Esse tipo de experimento, cujo resultado não</p><p>pode ser previsto, é chamado aleatório.</p><p>Na teoria das probabilidades, estudamos os experi-</p><p>mentos aleatórios equiprováveis, isto é, experimentos</p><p>onde</p><p>qualquer resultado pode ocorrer com a mesma chance.</p><p>É o conjunto U de todos os resultados possíveis de</p><p>um experimento aleatório equiprovável. O número de</p><p>elementos desse conjunto é indicado por n(U).</p><p>Por exemplo: no lançamento de um dado, U = {1, 2,</p><p>3, 4, 5, 6} e n(U) = 6.</p><p>A probabilidade de ocorrer determinado evento é dada</p><p>pela razão entre o número de casos favoráveis (ou</p><p>número de casos que nos interessam) e o número de</p><p>casos possíveis (ou número total de casos).</p><p>b) E = {3, 4, 5, 6} ⇒ p (E) =</p><p>Observações:</p><p>a) Quando A = U, o evento é certo. Por exemplo, no</p><p>lançamento de um dado, obter um número menor ou</p><p>igual a 6, é um evento certo.</p><p>b) Quando A = ∅, o evento é impossível. Por exemplo,</p><p>no lançamento de um dado, obter um número maior</p><p>que 6.</p><p>Porém, P (B V) = ∅, pois o evento bola branca e o</p><p>evento bola verde são mutuamente exclusivos.</p><p>Logo,</p><p>∪</p><p>�</p><p>Uma urna contém 15 bolas numeradas de 1 a 15. Uma</p><p>bola é extraída ao acaso da urna. Qual a probabilidade</p><p>de ser sorteada uma bola com número maior ou igual a</p><p>11?</p><p>Temos:</p><p>U = {1, 2, 3, 4, . . . , 15}</p><p>E = {11, 12, 13, 14, 15}</p><p>P (E) = ==</p><p>Exemplo 2:</p><p>Um dado é lançado e observa-se o número da face</p><p>voltada para cima. Qual a probabilidade de esse número</p><p>ser:</p><p>a) menor que 3?</p><p>b) maior ou igual a 3?</p><p>Temos:</p><p>U = {1, 2, 3, 4, 5, 6}</p><p>a) E = {1, 2} ⇒ p (E) =</p><p>Sendo A e B eventos do mesmo espaço amostral E,</p><p>tem-se que:</p><p>P(A ∪ B) = P(A) + P(B) - P(A ∩ B)</p><p>“A probabilidade da união de dois eventos A e B é igual</p><p>à soma das probabilidades de A e B, menos a</p><p>probabilidade da interseção de A com B.”</p><p>Exemplos:</p><p>• Uma urna contém 2 bolas brancas, 3 verdes e 4 azuis.</p><p>Retirando-se uma bola da urna, qual a probabilidade de</p><p>que ela seja branca ou verde?</p><p>S oluç ão</p><p>A probabilidade de obtermos uma bola branca ou uma</p><p>bola verde é dada por:</p><p>p (E) = =</p><p>número de elementos de E</p><p>número de elementos de</p><p>U</p><p>P(B</p><p>P(B</p><p>Exemplo 1:</p><p>V) = P(B) + P(V)</p><p>V) = P(B) + P(V) - P (B V)</p><p>n(E)</p><p>n(U)</p><p>5</p><p>1</p><p>5</p><p>1</p><p>3</p><p>∪</p><p>∩</p><p>∩</p><p>29</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>b)</p><p>b)</p><p>b)</p><p>b)</p><p>P (A B) =</p><p>P(B</p><p>d)</p><p>d)</p><p>d)</p><p>d)</p><p>03) Dois dados são lançados sobre uma mesa. A probabili-</p><p>dade de ambos os dados mostrarem, na face superior,</p><p>números ímpares é:</p><p>a) c)</p><p>• Jogando-se um dado, qual a probabilidade de se obter</p><p>o número 4 ou um número par?</p><p>S oluç ão</p><p>O número de elementos do evento número 4 é n(A) = 1.</p><p>O número de elementos do evento número par é n(B) =</p><p>3.</p><p>Observando que n(A ∩ B) = 1, temos:</p><p>P (A ∪ B) =</p><p>01) Uma urna contém 50 bolinhas numeradas de 1 a 50.</p><p>Sorteando-se uma bolinha, a probabilidade de que o</p><p>número observado seja múltiplo de 8 é:</p><p>a) c)</p><p>02) Lançando um dado duas vezes, a probabilidade de</p><p>ser obtido o par de valores 2 e 3, em qualquer ordem,</p><p>é de:</p><p>a) c)</p><p>04) Das 180 pessoas que trabalham em uma empresa,</p><p>sabe-se que 40% têm nível universitário, 60% são do</p><p>eixo masculino e 25% do número de mulheres têm</p><p>nível universitário. Um funcionário dessa empresa é</p><p>selecionado ao acaso. Qual é a probabilidade de que</p><p>esse funcionário seja do sexo masculino e tenha nível</p><p>universitário?</p><p>a) c)</p><p>b)</p><p>b)</p><p>b)</p><p>d)</p><p>d)</p><p>d)</p><p>10) Uma urna contém 25 bolas numeradas de 1 a 25. Uma</p><p>bola é extraída ao acaso dessa urna. Qual é a probabi-</p><p>lidade de o número da bola sorteada ser múltiplo de</p><p>2 ou de 3?</p><p>b) d)</p><p>06) Em um grupo de 81 pessoas, 25 jogam peteca, 7 mu-</p><p>lheres jogam peteca, 30 homens não jogam peteca.</p><p>Escolhe-se uma pessoa ao acaso. A probabilidade de</p><p>que seja uma mulher que não joga peteca, é</p><p>a) c)</p><p>08) Uma classe tem 20 meninos e 25 meninas. Deseja-se</p><p>formar uma comissão de cinco alunos para represen-</p><p>tantes de classe. Qual a probabilidade de essa comissão</p><p>vir a ser formada exclusivamente por meninos?</p><p>a) 0,0126% c) 1,26%</p><p>b) 0,126% d) 12,6%</p><p>09) Numa classe de 55 alunos, 21 praticam vôlei e basque-</p><p>te, 39 praticam vôlei e 33 praticam basquete. Um aluno</p><p>da classe é escolhido ao acaso. Qual a probabilidade</p><p>de o aluno escolhido praticar um e somente um desses</p><p>esportes?</p><p>a) c)</p><p>07) Em uma urna há 10 fichas idênticas, numeradas de 1</p><p>a 10. Retiram-se 2 fichas ao acaso (sem reposição). A</p><p>probabilidade de que a soma dos dois números seja</p><p>igual a 10 é</p><p>a) c)</p><p>05) Uma pesquisa sobre o estudo de línguas estrangeiras</p><p>em um colégio revelou que:</p><p>• 300 jovens estudam inglês.</p><p>• 100 jovens estudam francês.</p><p>• 50 jovens estudam inglês e francês.</p><p>• cada um dos entrevistados estuda ao menos uma</p><p>língua.</p><p>Escolhe-se, ao acaso, um dos estudantes do colégio. A</p><p>probabilidade de que a pessoa escolhida estude exclusi-</p><p>vamente inglês é igual a</p><p>a) c)</p><p>∪</p><p>∪ V) =</p><p>6 - ExERCÍCIOS</p><p>3</p><p>2</p><p>5</p><p>1</p><p>1</p><p>07</p><p>5</p><p>0</p><p>8</p><p>5</p><p>0</p><p>1</p><p>1</p><p>21</p><p>1</p><p>8</p><p>1</p><p>1</p><p>0</p><p>3</p><p>1</p><p>02</p><p>1</p><p>0</p><p>1</p><p>9</p><p>8</p><p>1</p><p>1</p><p>5</p><p>8</p><p>1</p><p>2 6</p><p>8 1</p><p>1</p><p>1</p><p>8</p><p>1</p><p>3</p><p>6</p><p>54</p><p>4</p><p>5</p><p>1</p><p>2</p><p>2</p><p>5</p><p>1</p><p>11</p><p>1</p><p>1</p><p>6</p><p>1</p><p>1</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>c)</p><p>c)</p><p>e)</p><p>e)</p><p>a) b)</p><p>d)</p><p>d)</p><p>11) A probabilidade de um gato estar vivo daqui a 5 anos</p><p>é . A probabilidade de um cão estar vivo daqui a 5</p><p>anos é . Considerando os eventos independentes,</p><p>a probabilidade de somente o cão estar vivo daqui a 5</p><p>anos é de:</p><p>a) b)</p><p>12) Um casal pretende ter quatro filhos. A probabilidade</p><p>de nascerem dois meninos e duas meninas é:</p><p>a) b)</p><p>c) d)</p><p>13) Quatro pessoas querem trocar presentes. O nome de</p><p>cada pessoa é escrito em um papelzinho e colocado</p><p>numa caixa. Depois, cada uma das pessoas sorteia</p><p>um papelzinho para saber quem ela irá presentear. A</p><p>chance de as quatro pessoas sortearem seus próprios</p><p>nomes é de:</p><p>a) 1 em 24</p><p>b) 1 em 16</p><p>c) 1 em 18</p><p>d) 1 em 12</p><p>e) 1 em 10</p><p>14) Beraldo espera ansiosamente o convite de um de seus</p><p>três amigos, Adalton, Cauan e Délius, para participar</p><p>de um jogo</p><p>de futebol. A probabilidade de que Adalton</p><p>convide Beraldo para participar do jogo é de 25%, a de</p><p>que Cauan o convide é de 40% e a de que Délius o faça</p><p>é de 50%. Sabedo que os convites são feitos de forma</p><p>totalmente independente entre si, a probabilidade de</p><p>que Beraldo não seja convidado por nenhum dos três</p><p>amigos para o jogo de futebol é:</p><p>a) 12,5%</p><p>b) 15,5%</p><p>c) 22,5%</p><p>d) 25,5%</p><p>e) 30%</p><p>c)</p><p>e)</p><p>d)</p><p>15) A probabilidade de ocorrer cara no lançamento de uma</p><p>moeda viciada é igual a . Se ocorrer cara, seleciona-</p><p>se aleatoriamente um número x do intervalo</p><p>{x ∈ IN/1 ≤ x ≤ 3}; se ocorrer coroa, seleciona-se</p><p>aleatoriamente um número y do intervalo</p><p>{y ∈ IN/ 0 ≤ y ≤ 5}, onde IN representa o conjunto dos</p><p>números naturais. Assim, a probabilidade de ocorrer</p><p>um número par é igual a:</p><p>a) b)</p><p>16) Numa sala estão 100 pessoas, todas elas com menos</p><p>de 80 anos de idade. É falso afirmar que pelo menos</p><p>duas dessas pessoas:</p><p>a) nasceram num mesmo ano.</p><p>b) nasceram num mesmo mês.</p><p>c) nasceram num mesmo dia da semana.</p><p>d) nasceram numa mesma hora do dia.</p><p>e) têm 50 anos de idade.</p><p>17) São lançadas 4 moedas distintas e não viciadas. Qual</p><p>é a probabilidade de resultar exatamente 2 caras e 2</p><p>coroas?</p><p>a) 25%</p><p>b) 37,5%</p><p>c) 42%</p><p>d) 44,5%</p><p>e) 59%</p><p>18) Em uma sala de aula estão 4 meninas e 6 meninos.</p><p>Três das crianças são sorteadas para constituírem um</p><p>grupo de dança. A probabilidade de as três crianças</p><p>escolhidas serem do mesmo sexo é:</p><p>a) 0,10</p><p>b) 0,12</p><p>c) 0,15</p><p>d) 0,20</p><p>e) 0,24</p><p>19) Há apenas dois modos, mutuamente excludentes, de</p><p>Genésio ir para Genebra participar de um congresso:</p><p>ou de navio ou de avião. A probabilidade de Genésio</p><p>ir de navio é de 40% e de ir de avião é de 60%. Se ele</p><p>for de navio, a probabilidade de chegar ao congresso</p><p>com dois dias de atraso é de 8,5%. Se ele for de avião</p><p>a probabilidade de chegar ao congresso com dois dias</p><p>de atraso é de 1%. Sabe-se que Genésio chegou com</p><p>dois dias de atraso para participar do congresso em</p><p>Genebra. A probabilidade de ele ter ido de avião é:</p><p>a) 5%</p><p>b) 8%</p><p>c) 10%</p><p>d) 15%</p><p>e) 18%</p><p>1 2</p><p>2 5</p><p>8</p><p>2 5</p><p>4</p><p>2</p><p>5</p><p>1</p><p>6</p><p>2</p><p>5</p><p>2</p><p>2</p><p>5</p><p>8</p><p>2</p><p>53</p><p>2</p><p>5</p><p>7</p><p>1</p><p>8 1</p><p>2</p><p>7</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>20) Uma companhia preocupada com sua produtividade</p><p>costuma oferecer cursos de treinamento a seus operá-</p><p>rios. A partir da experiência, verificou-se que o ope-</p><p>rário, recentemente admitido, que tenha freqüentado</p><p>o curso de treinamento tem 82% de probabilidade de</p><p>cumprir sua quota de produção. Por outro lado, um</p><p>operário, também recentemente admitido, que não</p><p>tenha freqüentado o mesmo curso de treinamento,</p><p>tem apenas 35% de probabilidade de cumprir com</p><p>sua quota de produção. Dos operários recentemente</p><p>admitidos, 80% freqüentaram o curso de treinamento.</p><p>Selecionando-se, aleatoriamente, um operário recen-</p><p>temente admitido na companhia, a probabilidade de</p><p>que ele não cumpra sua quota de produção é:</p><p>a) 11,70%</p><p>b) 27,40% d) 83%</p><p>c) 35% e) 85%</p><p>21) Antônio, Bruno, César, Dario e Ernesto jogam uma</p><p>moeda idônea 11, 12, 13, 14 e 15 vezes, respectiva-</p><p>mente. Apresenta a menor chance de conseguir mais</p><p>caras do que coroas:</p><p>a) Antônio</p><p>b) Bruno d) Dario</p><p>c) César e) Ernesto</p><p>22) Um baralho padrão de 52 cartas é cortado em duas</p><p>porções distintas, aqui denominadas A e B. Se uma</p><p>carta for retirada ao acaso de A, a chance de ser uma</p><p>carta vermelha é de 2:1. Se uma carta vermelha for</p><p>agora transferida de B para A, as chances de retirar</p><p>uma carta preta de B se tornam 2:1. A quantidade</p><p>inicial de cartas em A e em B, respectivamente, é:</p><p>a) 24, 28</p><p>b) 25, 27 d) 27, 25</p><p>c) 26, 26 e) 28, 24</p><p>23) Um dado de seis faces numeradas de 1 a 6 é viciado</p><p>de modo que, quando lançado, a probabilidade de</p><p>ocorrer uma face par qualquer é 300% maior do que a</p><p>probabilidade de ocorrer uma face ímpar qualquer. Em</p><p>dois lançamentos desse dado, a probabilidade de que</p><p>ocorram exatamente uma face par e uma face ímpar</p><p>(não necessariamente nesta ordem) é igual a:</p><p>a) 0,1600</p><p>b) 0,1875 d) 0,3750</p><p>c) 0,3200 e) 1</p><p>24) Um candidato é submetido a um teste de múltipla</p><p>escolha em que cada questão apresenta cinco opções,</p><p>sendo apenas uma delas correta. Se o candidato sabe</p><p>a questão, ele escolhe a opção correta. Se não sabe, ele</p><p>marca a resposta puramente ao acaso. O candidato</p><p>sabe 80% das questões. Escolhe-se uma questão ao</p><p>acaso e verifica-se que o candidato marcou a opção</p><p>CORRETA. Portanto, levando-se em conta a infor-</p><p>mação de que é conhecido que ele marcou a resposta</p><p>correta, a probabilidade de que o candidato saiba esta</p><p>questão é igual a:</p><p>c)</p><p>c)</p><p>c)</p><p>a)</p><p>a)</p><p>b)</p><p>e)</p><p>e)</p><p>b)</p><p>d)</p><p>e)</p><p>d)</p><p>b)</p><p>d)</p><p>27) Paulo e Roberto foram indicados para participarem</p><p>de um torneio de basquete. A probabilidade de Paulo</p><p>ser escolhido para participar do torneio é . A pro-</p><p>babilidade de Roberto ser o escolhido para participar</p><p>do mesmo torneio é . Sabendo que a escolha de um</p><p>deles é independente da escolha do outro, a probabili-</p><p>dade de somente Paulo ser escolhido para participar</p><p>do torneio é igual a:</p><p>a)</p><p>25) Um juiz de futebol possui três cartões no bolso. Um é todo</p><p>amarelo, o outro é todo vermelho e o terceiro é vermelho</p><p>de um lado e amarelo do outro. Num determinado jogo,</p><p>o juiz retira, ao acaso, um cartão do bolso e mostra, tam-</p><p>bém ao acaso, uma face do cartão a um jogador. Assim, a</p><p>probabilidade de a face que o juiz vê ser vermelha e de a</p><p>outra face, mostrada ao jogador, ser amarela é igual a:</p><p>26) Em um grupo de cinco crianças, duas delas não podem</p><p>comer doces. Duas caixas de doces serão sorteadas</p><p>para duas diferentes crianças desse grupo (uma caixa</p><p>para cada uma das duas crianças ). A probabilidade</p><p>de que as duas caixas de doces sejam sorteadas exa-</p><p>tamente para duas crianças que podem comer doces</p><p>é:</p><p>a) 0,10</p><p>b) 0,20</p><p>c) 0,25</p><p>d) 0,30</p><p>e) 0,60</p><p>5</p><p>2</p><p>5</p><p>2</p><p>0</p><p>2</p><p>1</p><p>2</p><p>0</p><p>2</p><p>5</p><p>2 0 2 0</p><p>2</p><p>1</p><p>2</p><p>5</p><p>4</p><p>2</p><p>51 0</p><p>2 5</p><p>1 2</p><p>2 5</p><p>32</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>e)</p><p>28) Em uma sala de aula estão 10 crianças sendo 6 meni-</p><p>nas e 4 meninos. Três das crianças são sorteadas para</p><p>participarem de um jogo. A probabilidade de as três</p><p>sorteadas serem do mesmo sexo é:</p><p>a) 15%</p><p>b) 20%</p><p>c) 25%</p><p>d) 30%</p><p>e) 35%</p><p>29) Um grupo de 50 moças é classificado de acordo com</p><p>a cor dos cabelos, e dos olhos de cada moça, segundo</p><p>a tabela</p><p>Ol hos</p><p>Azuis Castanhos</p><p>Loira 17 9</p><p>Cabelos Morena 4 14</p><p>Ruiva 3 3</p><p>Escolhendo uma pessoa desse grupo, ao acaso, a pro-</p><p>babilidade dela ser morena ou ter olhos azuis é:</p><p>1 7</p><p>a) b) 1 9</p><p>2 5</p><p>2 5</p><p>c) d) 2</p><p>1</p><p>2</p><p>5</p><p>2</p><p>3</p><p>2</p><p>5</p><p>2</p><p>4</p><p>2</p><p>5</p><p>GABARITO</p><p>01 - A</p><p>06 - B</p><p>11 - B</p><p>16 - E</p><p>21 - B</p><p>26 - D</p><p>02 - D</p><p>07 - D</p><p>12 - A</p><p>17 - B</p><p>22 - A</p><p>27 - C</p><p>03 - C</p><p>08 - C</p><p>13 - A</p><p>18 - D</p><p>23 - C</p><p>28 - B</p><p>04 - C</p><p>09 - D</p><p>14 - C</p><p>19 - D</p><p>24 - B</p><p>29 - B</p><p>05 - C</p><p>10 - D</p><p>15 - A</p><p>20 - B</p><p>25 - A</p><p>Anotações</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>Parte VI</p><p>Questões de Concursos</p><p>Diversos</p><p>01. (CESgRANRIO-IBgE 2010)</p><p>Sempre que faz sol, Isabel passeia no parque.</p><p>Com base nessa informação, é possível concluir que, se</p><p>a) Isabel passeia no parque, então é um dia de sol.</p><p>b) Isabel passeia no parque, então não é um dia de sol.</p><p>c) Isabel não passeia no parque, então não está fazendo sol.</p><p>d) não está fazendo sol, Isabel passeia no parque.</p><p>e) não está fazendo sol, Isabel não está passeando no</p><p>parque.</p><p>02. (CESgRANRIO-IBgE 2009)</p><p>Admita como verdadeiras as seguintes declarações:</p><p>• todo matemático sabe física;</p><p>• há médicos que não sabem física.</p><p>Com base nestas declarações, é correto concluir que há</p><p>a) médicos que não são matemáticos.</p><p>b) médicos que são matemáticos.</p><p>c) médicos que sabem física.</p><p>d) físicos que são matemáticos.</p><p>e) físicos que são médicos.</p><p>03. (FCC- mETRÔ/2009) Considere que as seguintes</p><p>afirmações são verdadeiras:</p><p>“Toda criança gosta de passear no Metrô de São Paulo.”</p><p>“Existem crianças que são inteligentes.”</p><p>Assim sendo, certamente é verdade que:</p><p>a) Alguma criança inteligente não gosta de passear no</p><p>Metrô de São Paulo.</p><p>b) Alguma criança que gosta de passear no Metrô de São</p><p>Paulo é inteligente.</p><p>c) Alguma criança não inteligente não gosta de passear</p><p>no Metrô de São Paulo.</p><p>d) Toda criança que gosta de passear no Metrô de São</p><p>Paulo é inteligente.</p><p>e) Toda criança inteligente não gosta de passear no Metrô</p><p>de São</p><p>Paulo.</p><p>04. (FCC-mETRÔ/2009) São dadas as seguintes propo-</p><p>sições simples:</p><p>p : Beatriz é morena;</p><p>q : Beatriz é inteligente;</p><p>r : Pessoas inteligentes estudam.</p><p>Se a implicação (p ∧ ∼ r) → ∼q é FALSA, então é</p><p>verdade que</p><p>a) Beatriz é uma morena inteligente e pessoas inteligentes</p><p>estudam.</p><p>b) Pessoas inteligentes não estudam e Beatriz é uma</p><p>morena não inteligente.</p><p>c) Beatriz é uma morena inteligente e pessoas inteligentes</p><p>não estudam.</p><p>Sabendo-se que a parte sombreada não possui ele-</p><p>mento algum, então:</p><p>a) todo amigo de Paula é também amigo de Sara.</p><p>b) todo amigo de Sara é também amigo de Paula.</p><p>c) algum amigo de Paula não é amigo de Sara.</p><p>d) nenhum amigo de Sara é amigo de Paula.</p><p>e) nenhum amigo de Paula é amigo de Sara.</p><p>d) Pessoas inteligentes não estudam mas Beatriz é inte-</p><p>ligente e não morena.</p><p>e) Beatriz não é morena e nem inteligente, mas estuda.</p><p>05) (UFRj/Radiobras/2004) Se digo que todas as mu-</p><p>lheres são boas, então, em particular, estou dizendo</p><p>que:</p><p>I - Maria é boa.</p><p>II - Joana não é má e João é mau.</p><p>III - José não é mau.</p><p>Assinale:</p><p>a) se apenas a afirmativa I está correta.</p><p>b) se apenas as afirmativas I e II estão corretas.</p><p>c) se apenas as afirmativas I e III estão corretas.</p><p>d) se apenas as afirmativas II e III estão corretas.</p><p>e) se as afirmativas I, II e III estão corretas.</p><p>06) (UFRj/Radiobras/2004) Se não é verdade que todas</p><p>as pessoas que consomem sal terão hipertensão, então:</p><p>a) as pessoas que consomem sal não terão hipertensão.</p><p>b) as pessoas que não consomem sal terão hipertensão.</p><p>c) há pelo menos uma pessoa que consome sal e não</p><p>terá</p><p>hipertensão.</p><p>d) há pessoas que consomem sal e terão hipertensão.</p><p>e) as pessoas que não consomem sal não terão</p><p>hiperten-</p><p>são.</p><p>07) (ESAF/2003) André é inocente ou Beto é inocente.</p><p>Se Beto é inocente, então Caio é culpado. Caio é</p><p>inocente</p><p>se e somente se Dênis é culpado. Ora, Dênis é culpado.</p><p>Logo:</p><p>a) Caio e Beto são inocentes</p><p>b) André e Caio são inocentes</p><p>c) André e Beto são inocentes</p><p>d) Caio e Dênis são culpados</p><p>e) André e Dênis são culpados</p><p>08) (AFC) Os dois círculos abaixo representam, respecti-</p><p>vamente, o conjunto S dos amigos de Sara e o conjunto</p><p>P dos amigos de Paula.</p><p>S P</p><p>34</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>09) (ESAF/AFC/2000) Em uma pequena comunidade,</p><p>sabe-se que: “nenhum filósofo é rico” e que “alguns</p><p>professores são ricos”. Assim, pode-se afirmar, corre-</p><p>tamente, que nesta comunidade</p><p>a) alguns filósofos são professores.</p><p>b) alguns professores são filósofos.</p><p>c) nenhum filósofo é professor.</p><p>d) alguns professores não são filósofos.</p><p>e) nenhum professor é filósofo.</p><p>10) (TTN) Quatro amigos, André, Beto, Caio e Dênis obti-</p><p>veram os quatro primeiros lugares em um concurso de</p><p>oratória julgado por uma comissão de três juízes. Ao</p><p>comunicarem a classificação final, cada juiz anunciou</p><p>duas colocações, sendo uma delas verdadeira e outra</p><p>falsa:</p><p>Juiz 1: “André foi o primeiro; Beto foi o segundo”.</p><p>Juiz 2: “André foi o segundo; Dênis foi o terceiro”.</p><p>Juiz 3: “Caio foi o segundo; Dênis foi o quarto”.</p><p>Sabendo que NÃO houve empates, o primeiro, o</p><p>segundo, o terceiro e o quarto colocados foram, res-</p><p>pectivamente:</p><p>a) André, Caio, Beto, Dênis.</p><p>b) Beto, André, Caio, Dênis.</p><p>c) Beto, André, Dênis, Caio.</p><p>d) André, Caio, Dênis, Beto.</p><p>e) Caio, Beto, Dênis, André.</p><p>11) (Fiscal do Trabalho) Sabe-se que existe pelo menos</p><p>um A que é B. Sabe-se, também, que todo B é C.</p><p>Segue-se, portanto, necessariamente que:</p><p>a) Todo C é B.</p><p>b) Todo C é A.</p><p>c) Algum A é C.</p><p>d) Nada que não seja C é A.</p><p>e) Algum A não é C.</p><p>12) (gESTOR/2000) Dizer que “André é artista ou Ber-</p><p>nardo não é engenheiro” é logicamente equivalente a</p><p>dizer que:</p><p>a) André é artista se, e somente se, Bernardo não é en-</p><p>genheiro.</p><p>b) Se André é artista, então Bernardo não é engenhei-</p><p>ro.</p><p>c) Se André não é artista, então Bernardo é engenhei-</p><p>ro.</p><p>d) Se Bernardo é engenheiro, então André é artista.</p><p>e) André não é artista e Bernardo é engenheiro.</p><p>13) (SEDEC/Cabo/Rj/2005) Se, numa equipe, todos que</p><p>atacam devem defender mas nem todos que defendem</p><p>devem atacar, então, nessa equipe:</p><p>a) quem defende, deve atacar.</p><p>b) há quem só ataque.</p><p>c) quem defende não deve atacar.</p><p>d) há quem não deva atacar.</p><p>e) quem não deve defender, deve atacar.</p><p>14) (SEDEC/Cabo/Rj/2005) Se, numa vila que só tem ca-</p><p>sas, nem toda casa tem varanda, mas toda casa que tem</p><p>varanda tem jardim, então não é correto afirmar que:</p><p>a) há casas que não têm varanda.</p><p>b) pode haver casas sem varanda mas com jardim.</p><p>c) existe pelo menos uma casa que tem varanda e tem</p><p>jardim.</p><p>d) toda casa que não tem jardim não tem varanda.</p><p>e) não há casas sem jardim.</p><p>15) (UFRj/Eletronorte/2005) No diagrama abaixo,</p><p>todo indivíduo que possui a característica A estará</p><p>representado dentro do círculo A e quem não tem a</p><p>característica estará fora do círculo A. Analogamente,</p><p>estará dentro do círculo B todos os que têm a carac-</p><p>terística B e estarão dentro de C todos os que têm a</p><p>característica C.</p><p>Nesse caso, a região sombreada indicará todos os indiví-</p><p>duos que:</p><p>a) não têm nenhuma das três características.</p><p>b) têm pelo menos uma das três características.</p><p>c) têm apenas uma das três características.</p><p>d) têm duas das três características.</p><p>e) têm as três características.</p><p>16) (mPE-SC/2004) Se o produto A é mais caro que o</p><p>pro- duto B e se o produto C é mais barato que o produto</p><p>A,</p><p>mas não o mais barato dos três, pode-se concluir que o</p><p>produto B é o mais barato dos três. Essa conclusão é</p><p>a) necessariamente falsa.</p><p>b) verdadeira, mas não necessariamente.</p><p>c) necessariamente verdadeira.</p><p>d) falsa, mas não necessariamente.</p><p>e) indeterminada.</p><p>17) (ESAF/mPOg/2005) Carlos não ir ao Canadá é</p><p>condição necessária para Alexandre ir à Alemanha.</p><p>Helena não ir à Holanda é condição suficiente para</p><p>Carlos ir ao Canadá. Alexandre não ir à Alemanha</p><p>é condição necessária para Carlos não ir ao Canadá.</p><p>Helena ir à Holanda é condição suficiente para Ale-</p><p>xandre ir à Alemanha. Portanto:</p><p>a) Helena não vai à Holanda, Carlos não vai ao Canadá,</p><p>Alexandre não vai à Alemanha.</p><p>b) Helena vai à Holanda, Carlos vai ao Canadá, Alexandre</p><p>não vai à Alemanha.</p><p>c) Helena não vai à Holanda, Carlos vai ao Canadá,</p><p>Alexandre não vai à Alemanha.</p><p>d) Helena vai à Holanda, Carlos não vai ao Canadá,</p><p>Alexandre vai à Alemanha.</p><p>e) Helena vai à Holanda, Carlos não vai ao Canadá,</p><p>Alexandre não vai à Alemanha.</p><p>A</p><p>C</p><p>B</p><p>35</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>18) (FCC/IPEA/2004) Quando não vejo Lúcia, não pas-</p><p>seio ou fico deprimido. Quando chove, não passeio e</p><p>fico deprimido. Quando não faz calor e passeio, não</p><p>vejo Lúcia. Quando não chove e estou deprimido, não</p><p>passeio. Hoje, passeio. Portanto, hoje</p><p>a) vejo Lúcia, e não estou deprimido, e não chove, e faz</p><p>calor.</p><p>b) não vejo Lúcia, e estou deprimido, e chove, e faz ca-</p><p>lor.</p><p>c) não vejo Lúcia, e estou deprimido, e não chove, e não</p><p>faz calor.</p><p>d) vejo Lúcia, e não estou deprimido, e chove, e faz ca-</p><p>lor.</p><p>e) vejo Lúcia, e estou deprimido, e não chove, e faz ca-</p><p>lor.</p><p>19) (FCC/IPEA/2004) Considerando “toda prova de</p><p>Lógica é difícil” uma proposição verdadeira, é correto</p><p>inferir que</p><p>a) “nenhuma prova de Lógica é difícil” é uma proposição</p><p>necessariamente verdadeira.</p><p>b) “alguma prova de Lógica é difícil” é uma proposição</p><p>necessariamente verdadeira.</p><p>c) “alguma prova de Lógica é difícil” é uma proposição</p><p>verdadeira ou falsa.</p><p>d) “algum prova de Lógica não é difícil” é uma proposição</p><p>necessariamente verdadeira.</p><p>e) alguma prova de Lógica não é difícil” é uma proposição</p><p>verdadeira ou falsa.</p><p>20) (ESAF/TCU/2002) O rei ir à caça é condição necessá-</p><p>ria para o duque sair do castelo, e é condição suficiente</p><p>para a duquesa ir ao jardim. Por outro lado, o conde</p><p>encontrar a princesa é condição necessária e suficiente</p><p>para o barão sorrir e é condição necessária para a du-</p><p>quesa ir ao jardim. O barão não sorriu. Logo:</p><p>a) A duquesa foi ao jardim ou o conde encontrou a</p><p>princesa.</p><p>b) Se o duque não saiu do castelo, então o conde encon-</p><p>trou a princesa.</p><p>c) O rei não foi à caça e o conde não encontrou a prin-</p><p>cesa.</p><p>d) O rei foi à caça e a duquesa não foi ao jardim.</p><p>e) O duque saiu</p><p>do castelo e o rei não foi à caça.</p><p>21) (ESAF/ANEEL/2004) Surfo ou estudo. Fumo ou não</p><p>surfo. Velejo ou não estudo. Ora, não velejo. Assim,</p><p>a) estudo e fumo. b) não fumo e surfo.</p><p>c) não velejo e não fumo. d) estudo e não fumo.</p><p>e) fumo e surfo.</p><p>22) (ESAF/ANEEL/2004) Se não leio, não compreendo.</p><p>Se jogo, não leio. Se não desisto, compreendo. Se é</p><p>feriado, não desisto. Então,</p><p>a) se jogo, não é feriado.</p><p>b) se não jogo, é feriado.</p><p>c) se é feriado, não leio.</p><p>d) se não é feriado, leio.</p><p>e) se é feriado, jogo.</p><p>23) (ACAFE/mPE-SC/2004) Qual das alternativas a</p><p>seguir representa a afirmação: “Para todo fato é ne-</p><p>cessário um ato gerador”?</p><p>a) É impossível que qualquer fato tenha um ato gerador.</p><p>b) É possível que algum fato não tenha ato gerador.</p><p>c) É necessário que algum fato não tenha ato gerador. d)</p><p>Não é necessário que todo fato tenha um ato gerador. e)</p><p>Não é possível que algum fato não tenha ato gerador.</p><p>24) (ESAF/AFC/2000) Uma escola de arte oferece aulas</p><p>de canto, dança, teatro, violão e piano. Todos os</p><p>professo-</p><p>res de canto são, também, professores de dança, mas</p><p>nenhum professor de dança é professor de teatro. To-</p><p>dos os professores de violão são, também, professores</p><p>de piano, e alguns professores de piano são, também,</p><p>professores de teatro. Sabe-se que nenhum professor</p><p>de piano é professor de dança, e como as aulas de</p><p>piano, violão e teatro não têm nenhum professor em</p><p>comum, então:</p><p>a) nenhum professor de violão é professor de canto.</p><p>b) pelo menos um professor de violão é professor de</p><p>teatro.</p><p>c) pelo menos um professor de canto é professor de</p><p>teatro.</p><p>d) todos os professores de piano são professores de</p><p>can-</p><p>to.</p><p>e) todos os professores de piano são professores de vio-</p><p>lão.</p><p>25) (UFRj/mAPA/2005) A negação da afirmativa “Me</p><p>caso ou compro sorvete” é:</p><p>a) me caso e não compro sorvete.</p><p>b) não me caso ou não compro sorvete.</p><p>c) não me caso e não compro sorvete.</p><p>d) não me caso ou compro sorvete.</p><p>e) se me casar, não compro sorvete.</p><p>26) (UFRj/mAPA/2005) Considere as afirmativas:</p><p>I - Sabemos que Maria vai ao cinema todos os sábados.</p><p>Se hoje Maria foi ao cinema, concluímos que hoje é</p><p>sábado.</p><p>II - No conjunto dos números naturais, sabemos que o</p><p>único número primo par é o número 2. Se X é um</p><p>número ímpar, podemos concluir que X é um número</p><p>primo.</p><p>III- Sabemos que quando João tem reunião com</p><p>clientes, ele vai trabalhar usando gravata. Se hoje João</p><p>foi para</p><p>o trabalho sem gravata, podemos concluir que hoje</p><p>ele não terá reunião com clientes.</p><p>IV- Sabemos que todo quadrilátero com quatro ângulos</p><p>retos é um retângulo. Se um quadrilátero é um qua-</p><p>drado, podemos concluir que este quadrilátero é um</p><p>retângulo.</p><p>São verdadeiras:</p><p>a) I e II d) II e III</p><p>b) I e III e) III e IV</p><p>c) I e IV</p><p>36</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>27) (UFRj/mAPA/2005) Se A é o conjunto das mulheres</p><p>com mais de 30 anos e B é o conjunto das mulheres</p><p>que pintam seus cabelos, a região cinza no diagrama</p><p>abaixo representa:</p><p>a) o conjunto das mulheres com mais de trinta anos que</p><p>pintam seus cabelos.</p><p>b) o conjunto das mulheres com mais de trinta anos que</p><p>não pintam seus cabelos.</p><p>c) o conjunto das mulheres que não pintam os cabelos e</p><p>não têm mais do que trinta anos.</p><p>d) o conjunto das mulheres que pintam seus cabelos e</p><p>não</p><p>têm mais do que trinta anos.</p><p>e) o conjunto das mulheres que ou pintam seus cabelos</p><p>ou</p><p>têm mais de 30 anos.</p><p>28) (UFRj/mAPA/2005) O prefeito de um município, em</p><p>campanha para reeleição, divulgou que, durante seu</p><p>governo, o número de crianças na escola aumentou</p><p>em 100%. Considere os comentários feitos por Pedro,</p><p>João e André sobre esta afirmativa:</p><p>Pedro: “Agora temos muito mais crianças na escola.”</p><p>joão: “Agora todas as crianças estão na escola”.</p><p>André: “Ainda existem mais crianças fora da escola</p><p>do que crianças na escola”.</p><p>A única afirmativa de que podemos ter certeza ser</p><p>verdadeira é:</p><p>a) Se André está correto, então o prefeito mentiu.</p><p>b) Se o prefeito disse a verdade, então João está correto.</p><p>c) Se Pedro está correto, então André está errado.</p><p>d) Se o prefeito disse a verdade, então André está</p><p>errado.</p><p>e) Se André está correto, então João está errado.</p><p>29) (UFRj/mAPA/2005) Em uma prova, nem todos os</p><p>alunos obtiveram aprovação. Sabemos que todos os</p><p>alunos aprovados fizeram a lista de exercícios proposta</p><p>pelo professor do curso. Podemos concluir, com ab-</p><p>soluta certeza, que:</p><p>a) existem alunos que não fizeram a lista de exercícios.</p><p>b) se algum aluno não fez a lista de exercícios, ele foi</p><p>reprovado.</p><p>c) existem alunos que não fizeram a lista de exercícios e</p><p>foram aprovados.</p><p>d) todos os alunos que fizeram a lista de exercícios</p><p>foram</p><p>aprovados.</p><p>e) todos os alunos fizeram a lista de exercícios.</p><p>c)</p><p>e)</p><p>a)</p><p>d)</p><p>b)</p><p>A</p><p>32) (UFRj/mAPA/2005) Sobre a afirmativa “Todo múl-</p><p>tiplo de 8 é múltiplo de 16”, é correto afirmar que:</p><p>a) é falsa, pois existem múltiplos de 8 que não são múl-</p><p>tiplos de 16.</p><p>b) é verdadeira, pois todos os múltiplos de 16 são também</p><p>múltiplos de 8.</p><p>c) é falsa, pois um múltiplo de 16 pode ou não ser um</p><p>múltiplo de 8.</p><p>d) é verdadeira, pois existem múltiplos de 16 que são</p><p>múltiplos de 8.</p><p>e) nada se pode afirmar, pois é impossível listar todos os</p><p>múltiplos de 8.</p><p>30) (UFRj/mAPA/2005) A negação da afirmativa “Todo</p><p>tricolor é fanático” é:</p><p>a) existem tricolores não fanáticos.</p><p>b) nenhum tricolor é fanático.</p><p>c) nem todo fanático é tricolor.</p><p>d) nenhum fanático é tricolor.</p><p>e) existe pelo menos um fanático que é tricolor.</p><p>31) (UFRj/mAPA/2005) Seja A o conjunto dos alunos da</p><p>Escola da Luz, B o conjunto dos moradores do município</p><p>de Vila Feliz e C o conjunto de usuários dos ônibus da</p><p>Companhia Feliz Viagem. A Escola da Luz, localizada</p><p>no município de Vila Feliz, atende desde crianças que</p><p>moram na vizinhança e não necessitam de transporte</p><p>para ir à escola, até crianças que moram em municípios</p><p>vizinhos. Sabemos que todos os alunos que estudam na</p><p>Escola da Luz e que não são moradores do município de</p><p>Vila Feliz utilizam ônibus da Companhia Feliz Viagem.</p><p>O diagrama que melhor representa a situação descrita é:</p><p>B A</p><p>B</p><p>B</p><p>C</p><p>C</p><p>A</p><p>A</p><p>A</p><p>B</p><p>A</p><p>C</p><p>B</p><p>B</p><p>C</p><p>C</p><p>←</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>33) (UFRj/Téc./mAPA/2005) No diagrama abaixo, A re-</p><p>presenta o conjunto dos moradores de uma cidade, B</p><p>representa o conjunto dos moradores desta cidade que</p><p>são assinantes do Jornal B e C representa o conjunto</p><p>dos moradores desta cidade que são assinantes do Jor-</p><p>nal C. No diagrama abaixo, a região pintada em cinza</p><p>representa o conjunto dos moradores desta cidade que:</p><p>a) não assinam o Jornal B, mas assinam o jornal C.</p><p>b) não assinam o Jornal C, mas assinam o jornal B.</p><p>c) assinam os dois jornais, B e C.</p><p>d) não assinam nem o jornal B nem o jornal C.</p><p>e) não lêem jornal.</p><p>34) (FCC/CgA/2006) Considere as seguintes frases:</p><p>I- Ele foi o melhor jogador do mundo em 2005.</p><p>II- é um número inteiro.</p><p>III- João da Silva foi o Secretário da Fazenda do Estado de</p><p>São Paulo em 2000.</p><p>É verdade que apenas</p><p>a) I e II são sentenças abertas.</p><p>b) I e III são sentenças abertas.</p><p>c) II e III são sentenças abertas.</p><p>d) I é uma sentença aberta.</p><p>e) II é uma sentença aberta.</p><p>35) (FCC/CgA/2006) Das cinco frases abaixo, quatro de-</p><p>las têm uma mesma característica lógica em comum,</p><p>enquanto uma delas não tem essa característica.</p><p>I - Que belo dia!</p><p>II - Um excelente livro de raciocínio lógico.</p><p>III- O jogo terminou empatado?</p><p>IV- Existe vida em outros planetas do universo.</p><p>V - Escreva uma poesia.</p><p>A frase que não possui essa característica comum é a</p><p>a) I.</p><p>b) II.</p><p>d) IV.</p><p>c) III.</p><p>e) V.</p><p>36) (FCC/CgA/2006) Considere a proposição “Paula</p><p>estuda, mas não passa no concurso”. Nessa propo-</p><p>sição, o conectivo lógico é</p><p>a) disjunção inclusiva.</p><p>b) conjunção.</p><p>c) disjunção exclusiva.</p><p>d) condicional.</p><p>e) bicondicional.</p><p>37) (FCC/CgA/2006) Na tabela-verdade abaixo, p e q</p><p>são proposições.</p><p>A proposição composta que substitui corretamente o</p><p>ponto de interrogação é</p><p>a) p ∧ q d) p ↔ q</p><p>b) p → q e) ~ (p ∨ q)</p><p>c) ~ (p → q)</p><p>38) (FCC/CgA/2006) Considere as afirmações abaixo.</p><p>I - O número de linhas de uma tabela-verdade é sempre</p><p>um número par.</p><p>II - A proposição “ (10 < 1 0) → (8</p><p>- 3 = 6)” é falsa.</p><p>III- Se p e q são proposições, então a proposição</p><p>“(p → q) ∨ (~q)” é uma tautologia.</p><p>É verdade o que se afirma apenas em</p><p>a) I.</p><p>b) II.</p><p>c) III.</p><p>d) I e II.</p><p>e) I e III.</p><p>39) (FCC/CgA/2006) Se p e q são proposições, então a</p><p>proposição p ∧ (~q) é equivalente a</p><p>a) ~ (p → ~q) d) ~ (q → ~p)</p><p>b) ~ (p → q) e) ~ (p → q)</p><p>c) ~ q → ~p</p><p>40) (FCC/CgA/2006) No argumento: “Se estudo, passo</p><p>no</p><p>concurso. Se não estudo, trabalho. Logo, se não passo</p><p>no concurso, trabalho”, considere as proposições:</p><p>p : “estudo”,</p><p>q : “passo no concurso”, e</p><p>r : “trabalho”.</p><p>É verdade que</p><p>a) p, q, ~ p erão premissas e ~ q→ r é a conclusão.</p><p>b) a forma simbólica do argumento é (p → q) →</p><p>(~ p → r) (~ q→ r).</p><p>c) a validade do argumento é verificada por uma tabela-</p><p>-verdade com 16 linhas.</p><p>d) a validade do argumento depende dos valores lógicos</p><p>e do conteúdo das proposições usadas no argumento.</p><p>e) o argumento é válido, porque a proposição</p><p>[ (p → q) ∧ (~ p→ r)] → (~ q→ r) é uma tautologia.</p><p>41) (FCC/CgA/2006) Das proposições abaixo, a única</p><p>que é logicamente equivalente a p → q é</p><p>a) ~ q → ~ p</p><p>b) ~ q→ p</p><p>c) ~ p→ ~ q</p><p>d) q → ~ p</p><p>e) ~ (q→ p)</p><p>B</p><p>A</p><p>C</p><p>p q ?</p><p>V</p><p>V</p><p>F</p><p>F</p><p>V</p><p>F</p><p>V</p><p>F</p><p>F</p><p>V</p><p>F</p><p>F</p><p>38</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>Usando a conjunção (∧), a disjunção (∨) e a negação</p><p>(∼), pode-se construir sentenças equivalentes a s. Uma</p><p>dessas sentenças é</p><p>45) (FCC/CgA/2006)</p><p>Dada a sentença ____ → ~ ( ~ p ∧ q ∧ r), complete</p><p>o espaço ____ com uma e uma só das sentenças</p><p>simples p, q, r ou a sua negação ~ p, ~ q ou ~ r para</p><p>que a sentença dada seja uma tautologia. Assinale a</p><p>opção que responde a essa condição.</p><p>a) Somente q.</p><p>b) Somente p.</p><p>c) Somente uma das duas: q ou r.</p><p>d) Somente uma das três: ~p, q ou r.</p><p>e) Somente uma das três: p, ~q ou ~r.</p><p>42) (FCC/CgA/2006) Dentre as alternativas abaixo, as-</p><p>sinale a correta.</p><p>a) As proposições ~(p ∧ q) e (~p ∨ ~q) não são logica-</p><p>mente equivalentes.</p><p>b) A negação da proposição “Ele faz caminhada se, e</p><p>somente se, o tempo está bom”, é a proposição “Ele</p><p>não faz caminhada se, e somente se, o tempo não está</p><p>bom”.</p><p>c) A proposição ~ p ∧ (p ∧ q) é logicamente falsa.</p><p>d) A proposição “Se está quente, ele usa camiseta”, é lo-</p><p>gicamente equivalente à proposição “Não está quente</p><p>e ele usa camiseta”.</p><p>e) A proposição “Se a Terra é quadrada, então a Lua é</p><p>triangular” é falsa.</p><p>43) (FCC/CgA/2006) Seja a sentença</p><p>~{[ (p → q) ∨ r] ↔ [ q → (~ p ∨ r)] }.</p><p>Se considerarmos que p é falsa, então é verdade que</p><p>a) essa sentença é uma tautologia.</p><p>b) o valor lógico dessa sentença é sempre F.</p><p>c) nas linhas da Tabela-Verdade em que p é F, a</p><p>sentença é V. d) nas linhas da Tabela-Verdade em que p</p><p>é F, a sentença é F. e) faltou informar o valor lógico de q</p><p>e de r.</p><p>44) (FCC/CgA/2006) Numa proposição composta s,</p><p>aparecem as proposições simples p, q e r.</p><p>Sua Tabela-Verdade é</p><p>46) (FCC/CgA/2006)</p><p>Seja a sentença aberta A: (~ p ∨ p) ↔ _____ e a</p><p>sentença B: “Se o espaço ____ for ocupado por uma I , a</p><p>sentença A será uma II .</p><p>A sentença B se tornará verdadeira se I e II forem</p><p>substituídos, respectivamente, por</p><p>a) tautologia e contingência.</p><p>b) contingência e contingência.</p><p>c) contradição e tautologia.</p><p>d) contingência e contradição.</p><p>e) tautologia e contradição.</p><p>47) (FCC/CgA/2006) Considere os argumentos abaixo:</p><p>Indicando-se os argumentos legítimos por L e os</p><p>ilegítimos por I, obtêm-se, na ordem dada,</p><p>a) L , I, L , I.</p><p>b) I, L , I, L.</p><p>c) I, I, I, I.</p><p>d) L , L , I, L .</p><p>e) L , L , L , L .</p><p>48) (FCC/CgA/2006) No universo U, sejam P, Q, R, S e T</p><p>propriedades sobre os elementos de U. (K(x) quer</p><p>dizer que o elemento x de U satisfaz a propriedade</p><p>K e isso pode ser válido ou não).</p><p>Para todo x de U considere válidas as premissas</p><p>seguintes:</p><p>• P(x)</p><p>• Q(x)</p><p>• [R(x) → (x)] → (x)</p><p>• [P(x) ∧ Q(x) ∧ R(x)] → (x)</p><p>É verdade que</p><p>a) R(x) é válida.</p><p>b) S(x) é válida.</p><p>c) T(x) é válida.</p><p>d) nada se pode concluir sem saber se R(x) é ou não</p><p>válida.</p><p>e) não há conclusão possível sobre R(x), S(x) e T(x).</p><p>49) (FCC) As afirmações de três funcionários de uma</p><p>empresa são registradas a seguir:</p><p>I - Augusto: Beatriz e Carlos não faltaram ao serviço</p><p>ontem.</p><p>II - Beatriz: Se Carlos faltou ao serviço ontem, então Au-</p><p>gusto também faltou.</p><p>III- Carlos: Eu não faltei ao serviço ontem, mas Augusto</p><p>ou Beatriz faltaram.</p><p>→</p><p>b</p><p>→</p><p>b</p><p>→</p><p>b</p><p>→</p><p>b</p><p>p q r s</p><p>Argumento Premissas Conclusão</p><p>V</p><p>V</p><p>V</p><p>V</p><p>F</p><p>F</p><p>F</p><p>F</p><p>V</p><p>V</p><p>F</p><p>F</p><p>V</p><p>V</p><p>F</p><p>F</p><p>V</p><p>F</p><p>V</p><p>F</p><p>V</p><p>F</p><p>V</p><p>F</p><p>V</p><p>V</p><p>F</p><p>V</p><p>V</p><p>V</p><p>F</p><p>V</p><p>I</p><p>II</p><p>II</p><p>I</p><p>IV</p><p>a, a</p><p>~a, a</p><p>~b, a</p><p>b, a</p><p>b</p><p>~b</p><p>~a</p><p>a</p><p>a) (~ p ∨ q ∨ ~ r) ∧ (p ∨ q ∨ ~</p><p>r) b) (p ∨ q ∨ r) ∧ (~ p ∨ ~ q ∨</p><p>r)</p><p>c) (p ∧ q ∧ ~ r) ∨ (p ∧ ~ q ∧ ~</p><p>r) d) (p ∧ q ∧ r) ∨ (~ p ∧ ~ q ∧</p><p>r)</p><p>e) (p ∧ ~ q ∧ r) ∨ (~ p ∧ ~ q ∧</p><p>r)</p><p>39</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>Se as três afirmações são verdadeiras, é correto</p><p>afirmar que, ontem, apenas</p><p>a) Augusto faltou ao serviço.</p><p>b) Beatriz faltou ao serviço.</p><p>c) Carlos faltou ao serviço.</p><p>d) Augusto e Beatriz faltaram ao serviço.</p><p>e) Beatriz e Carlos faltaram ao serviço.</p><p>50. (FCC/TRF 5ª Região/2008) Sobre o total de 45 téc-</p><p>nicos judiciários e auxiliares que trabalham em uma</p><p>Unidade de um Tribunal, sabe-se que:</p><p>− 60% do número de técnicos praticam esporte;</p><p>− 40% do número de auxiliares não praticam esporte;</p><p>− 10 técnicos não praticam esporte.</p><p>Nessas condições, o total de</p><p>a) técnicos que praticam esporte é 10.</p><p>b) auxiliares que não praticam esporte é 12.</p><p>c) pessoas que praticam esporte é 30.</p><p>d) técnicos é 28.</p><p>e) auxiliares é 20.</p><p>51) (UFRj/Radiobras/2004) Uma pesquisa de audiência</p><p>relativa aos programas A, B e C de uma emissora de</p><p>rádio constatou, num universo de 248 ouvintes pes-</p><p>quisados, que:</p><p>- 57 ouvem tanto o programa A como o B.</p><p>- O programa A é ouvido por um total de 68 dos</p><p>pesquisados.</p><p>- 93 dos pesquisados ouvem apenas o programa C.</p><p>- 28 dos pesquisados não ouvem nenhum dos três pro</p><p>gramas.</p><p>Então, dos 248 pesquisados, o número de ouvintes do</p><p>programa B é:</p><p>a) 61.</p><p>b) 132.</p><p>c) 116.</p><p>d) 59.</p><p>e) 87.</p><p>52) (ESAF/2003) Uma escola, que oferece apenas um</p><p>curso diurno de Português e um curso noturno de</p><p>Matemática, possui quatrocentos alunos. Dos qua-</p><p>trocentos alunos, 60% estão matriculados no curso</p><p>de Português. Dos que estão matriculados no curso</p><p>de Português, 50% estão matriculados também no</p><p>curso de Matemática. Dos matriculados no curso de</p><p>Matemática, 15% são paulistas. Portanto, o número</p><p>de estudantes matriculados no curso de Matemática</p><p>e que são paulistas é:</p><p>a) 42</p><p>b) 24</p><p>c) 18</p><p>d) 84</p><p>e) 36</p><p>53) (FCC/CgA/2006) Um seminário foi constituído de</p><p>um ciclo de três conferências: uma de manhã, outra</p><p>à tarde e a terceira à noite.</p><p>Do total de inscritos, 144 compareceram de manhã,</p><p>168 à tarde e 180 à noite. Dentre os que compareceram</p><p>de manhã, 54 não voltaram mais para o seminário,</p><p>16 compareceram às três conferências e 22 compa-</p><p>receram também à tarde, mas não compareceram à</p><p>noite. Sabe-se também que 8 pessoas compareceram</p><p>à tarde e à noite, mas não de manhã. Constatou-se que</p><p>o número de ausentes no seminário foi de um oitavo</p><p>do total de inscritos.</p><p>Nessas condições, é verdade que</p><p>a) 387 pessoas compareceram a pelo menos uma das</p><p>conferências.</p><p>b) 282 pessoas compareceram a somente uma das con-</p><p>ferências.</p><p>c) 108 pessoas compareceram a pelo menos duas confe-</p><p>rências.</p><p>d) 54 pessoas inscritas não compareceram ao seminário.</p><p>e) o número de inscritos no seminário foi menor que 420.</p><p>54) (FCC/CgA/2006) O sangue humano admite uma</p><p>dupla classificação:</p><p>• Fator RH</p><p>RH+ se tiver o antígeno RH</p><p>RH- se não tiver o antígeno RH</p><p>• Grupo sangüíneo</p><p>A se tiver o antígeno A e não tiver o B</p><p>B se tiver o antígeno B e não tiver o A</p><p>AB se tiver ambos os antígenos, A e B</p><p>O se não tiver o antígeno A nem o B</p><p>Sejam os conjuntos</p><p>H = {x / x é uma pessoa com sangue Rh+}</p><p>A = {x / x é uma pessoa com sangue do grupo A}</p><p>B = {x / x é uma pessoa com sangue do grupo B}</p><p>M = H ∩ (A ∆ B)</p><p>N = H ∩ (A ∆ B)</p><p>(Se X e Y são conjuntos, X é o complementar de X e</p><p>X ∆ Y é a diferença simétrica entre X e Y).</p><p>Os conjuntos M e N são os conjuntos dos X tais que</p><p>X é uma pessoa com sangue</p><p>a)</p><p>b)</p><p>c)</p><p>d)</p><p>e)</p><p>M</p><p>do grupo AB e RH+</p><p>do grupo A ou do grupo</p><p>B, com RH-</p><p>do grupo A ou do grupo</p><p>B, com RH+</p><p>do grupo A ou do B ou</p><p>do AB, com RH+</p><p>todos</p><p>os grupos e RH+</p><p>N</p><p>de grupo diferente de</p><p>AB e RH-</p><p>do grupo O com RH+</p><p>do grupo O ou do grupo</p><p>AB, com RH-</p><p>do grupo A ou do B</p><p>com RH-</p><p>todos os grupos e RH-</p><p>40</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>55) (FCC/CgA/2006) Numa sala de 30 alunos, 17 foram</p><p>aprovados em Matemática, 10 em História, 9 em</p><p>Desenho, 7 em Matemática e em História, 5 em Ma-</p><p>temática e Desenho, 3 em História e Desenho e 2 em</p><p>Matemática, História e Desenho. Sejam:</p><p>• v o número de aprovados em pelo menos uma das</p><p>três disciplinas;</p><p>• w o número de aprovados em pelo menos duas</p><p>das três disciplinas;</p><p>• x o número de aprovados em uma e uma só das</p><p>três disciplinas;</p><p>• y o número de aprovados em duas e somente duas</p><p>das três disciplinas;</p><p>• z o número dos que não foram aprovados em</p><p>qualquer uma das três disciplinas.</p><p>Os valores de v, w , x, y, z são, respectivamente,</p><p>a) 30, 17, 9, 7, 2</p><p>b) 30, 12, 23, 3, 2</p><p>c) 23, 12, 11, 9, 7</p><p>d) 23, 11, 12, 9, 7</p><p>e) 23, 11, 9, 7, 2</p><p>56) (UFRj/Arquivo Nasc./2006) Em um grupo de</p><p>amigos</p><p>(Joana, Victor, Maria e Breno) sabe-se que:</p><p>- existem homens que não gostam de dançar;</p><p>- toda mulher tem computador.</p><p>Leia com atenção as sentenças abaixo:</p><p>1. Joana gosta de dançar e tem computador.</p><p>2. Victor gosta de dançar e tem computador.</p><p>3. Maria não gosta de dançar e não tem computador.</p><p>4. Breno não gosta de dançar e não tem computador.</p><p>A(s) única(s) afirmativa(s) que garantimos que seja(m)</p><p>falsa(s) é (são) :</p><p>a) 2. d) 1 e 4.</p><p>b) 2 e 3. e) 4.</p><p>c) 3.</p><p>57) (UFRj/Arquivo Nasc./2006) Sabendo-se que um</p><p>número real x é negativo ou maior que 1, pode-se</p><p>afirmar que:</p><p>a) se x é maior que –2 então x é maior que 1.</p><p>b) se x é menor que 2 então x é maior que 1.</p><p>c) se x é menor que 2 então x é negativo.</p><p>d) se x é negativo então x é menor que –1.</p><p>e) se x é positivo então x é maior que 1.</p><p>58) (ESAF/ANEEL/2004) Em um grupo de 30 crianças,</p><p>16 têm olhos azuis e 20 estudam canto. O número de</p><p>crianças deste grupo que têm olhos azuis e estudam</p><p>canto é</p><p>a) exatamente 16.</p><p>b) no mínimo 6.</p><p>c) exatamente 10.</p><p>d) no máximo 6.</p><p>e) exatamente 6.</p><p>59. (FCC - TCE 2008) As pesquisas mais recentes indicam</p><p>que há disponível em Marte um combustível atômico</p><p>de tal sorte que uma sonda que lá chegasse poderia se</p><p>auto-abastecer e voltar para a Terra com segurança. O</p><p>problema é a sonda chegar até lá, visto que com o com-</p><p>bustível desenvolvido aqui na Terra a sonda consegue</p><p>deslocar-se apenas por 4 dos seis estágios que existem</p><p>até Marte, respectivamente: Terra - Orbital 1, Orbital</p><p>1 - Lua, Lua - Orbital 2, Orbital 2 - Estação MIR, MIR</p><p>- Orbital 3, Orbital 3 - Marte. Considerando-se que as</p><p>sondas desse tipo são muito caras e, portanto, todas</p><p>devem retornar à Terra e que ao finalizar cada estágio</p><p>as sondas podem transferir combustível às outras, qual</p><p>é o menor número de sondas que devem partir para</p><p>Marte, com a segurança que todas retornarão e que</p><p>pelo menos uma atingirá o planeta Marte?</p><p>a) 1 b) 2</p><p>c) 3 d) 4</p><p>e) 5</p><p>60) (UFRj/Radiobras/2004) Um campeonato de futebol</p><p>será disputado por dezessete equipes, sendo que cada</p><p>uma enfrentará, cada uma das demais, exatamente</p><p>uma vez. O campeonato terá, no total, o seguinte</p><p>número de jogos:</p><p>a) 20. d) 272.</p><p>b) 68. e) 544.</p><p>c) 136.</p><p>61) (UFRj/Radiobras/2004) Um torneio de tênis será</p><p>disputado por duzentos e vinte e sete jogadores. Em</p><p>cada partida, dois jogadores se enfrentam; o vencedor</p><p>passa à rodada seguinte e o perdedor é eliminado do</p><p>torneio. O torneio terá, no total, o seguinte número</p><p>de partidas:</p><p>a) 144. d) 226.</p><p>b) 168. e) 438.</p><p>c) 202.</p><p>62) (ESAF/TFC) Quantas comissões compostas de 04</p><p>pessoas cada uma podem ser formadas com 10 fun-</p><p>cionários de uma empresa?</p><p>a) 120. d) 4050.</p><p>b) 210. e) 5040.</p><p>c) 720.</p><p>63) (ESAF/TFC) Em um campeonato participam 10</p><p>duplas, todas com a mesma probabilidade de vencer.</p><p>De quantas maneiras diferentes poderemos ter a clas-</p><p>sificação para os três primeiros lugares?</p><p>a) 240. d) 720.</p><p>b) 270. e) 740.</p><p>c) 420.</p><p>64) (ESAF/TFC) Num sorteio, concorreram 50 bilhetes</p><p>com números de 1 a 50. Sabe-se que o bilhete sorte-</p><p>ado é múltiplo de 5. A probabilidade de o número</p><p>sorteado ser 25 é:</p><p>a) 15%. d) 30%.</p><p>b) 5%. e) 20%.</p><p>c) 10%.</p><p>41</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>65) (UFRj/Eletronorte/2005) Cinco pessoas devem ser</p><p>acomodadas em três quartos diferentes. Os quartos 1</p><p>e 2 acomodam no máximo duas pessoas; o quarto 3</p><p>só pode receber uma pessoa. O número de maneiras</p><p>distintas de acomodarmos as cinco pessoas é igual a:</p><p>a) 6. d) 45.</p><p>b) 20. e) 60.</p><p>c) 30.</p><p>66) (F. C. Chagas/CEAL/2005) Uma formiga está sobre</p><p>um vértice (ponto A) de uma rede quadriculada feita</p><p>com fios de arame, conforme representa a figura</p><p>abaixo.</p><p>A</p><p>Caminhando pelo fio no sentido descendente e</p><p>passando uma única vez sobre um mesmo entronca-</p><p>mento, ela pretende chegar ao vértice oposto (ponto</p><p>B). O número de caminhos distintos pelos quais ela</p><p>poderá optar é</p><p>a) 10 d) 18</p><p>b) 12 e) 20</p><p>c) 15</p><p>67) (ESAF/mPOg/2005) Um grupo de estudantes encon-</p><p>tra-se reunido em uma sala para escolher aleatoria-</p><p>mente, por sorteio, quem entre eles irá ao Simpósio de</p><p>Matemática do próximo ano. O grupo é composto de</p><p>15 rapazes e de um certo número de moças. Os rapazes</p><p>cumprimentam-se, todos e apenas entre si, uma única</p><p>vez; as moças cumprimentam-se, todas e apenas entre</p><p>si, uma única vez. Há um total de 150 cumprimentos.</p><p>O número de moças é, portanto, igual a:</p><p>a) 10 d) 25</p><p>b) 14 e) 45</p><p>c) 20</p><p>68) (ESAF/mPOg/2005) Pedro e Paulo estão em uma</p><p>sala que possui 10 cadeiras dispostas em uma fila.</p><p>O número de diferentes formas pelas quais Pedro e</p><p>Paulo podem escolher seus lugares para sentar, de</p><p>modo que fique ao menos uma cadeira vazia entre</p><p>eles, é igual a:</p><p>a) 80 d) 18</p><p>b) 72 e) 56</p><p>c) 90</p><p>69) (ESAF/mPOg/2005) Há três moedas em um saco.</p><p>Apenas uma delas é uma moeda normal, com “cara”</p><p>em uma face e “coroa” na outra. As demais são moedas</p><p>defeituosas. Uma delas tem “cara” em ambas as faces.</p><p>A outra tem “coroa” em ambas as faces. Uma moeda</p><p>é retirada do saco, ao acaso, e é colocada sobre a mesa</p><p>sem que se veja qual a face que ficou voltada para</p><p>baixo. Vê-se que a face voltada para cima é “cara”. Con-</p><p>siderando todas estas informações, a probabilidade de</p><p>que a face voltada para baixo seja “coroa” é igual a:</p><p>a) 1/2 d) 2/3</p><p>b) 1/3 e) 3/4</p><p>c) 1/4</p><p>70) (ESAF/mPOg/2005) Você está à frente de três urnas,</p><p>cada uma delas contendo duas bolas. Você não pode</p><p>ver o interior das urnas, mas sabe que em uma delas</p><p>há duas bolas azuis. Sabe, ainda, que em uma outra</p><p>urna há duas bolas vermelhas. E sabe, finalmente, que</p><p>na outra urna há uma bola azul e uma vermelha. Cada</p><p>urna possui uma etiqueta indicando seu conteúdo,</p><p>“AA”, “VV”, “AV” (sendo “A” para bola azul, e “V” para</p><p>bola vermelha). Ocorre que – e isto você também sabe</p><p>– alguém trocou as etiquetas de tal forma que todas</p><p>as urnas estão, agora, etiquetadas erradamente. Você</p><p>pode retirar uma bola de cada vez, da urna que bem</p><p>entender, olhar a sua cor, e recolocá-la novamente</p><p>na urna. E você pode fazer isto quantas vezes quiser.</p><p>O seu desafio é determinar, por meio desse proce-</p><p>dimento, o conteúdo exato de cada urna, fazendo o</p><p>menor número de retiradas logicamente possível. O</p><p>número mínimo de retiradas necessárias para você</p><p>determinar logicamente o conteúdo exato de cada</p><p>uma das três urnas é:</p><p>a) 1 d) 4</p><p>b) 2 e) 5</p><p>c) 3</p><p>71) (ESAF/TCU/2002) Um dado de seis faces numeradas</p><p>de 1 a 6 é viciado de modo que, quando lançado, a</p><p>probabilidade de ocorrer uma face par qualquer é</p><p>300% maior do que a probabilidade de ocorrer uma</p><p>face ímpar qualquer. Em dois lançamentos desse dado,</p><p>a probabilidade de que ocorram exatamente uma face</p><p>par e uma face ímpar (não necessariamente nesta</p><p>ordem) é igual a:</p><p>a) 0,1600 d) 0,3750</p><p>b) 0,1875 e) 1</p><p>c) 0,3200</p><p>72) (ESAF/ANEEL/2004) Todos os alunos de uma escola</p><p>estão matriculados no curso de Matemática e no curso</p><p>de História. Do total dos alunos da escola, 6% têm</p><p>sérias dificuldades em Matemática e 4% têm sérias di-</p><p>ficuldades em História. Ainda com referência ao total</p><p>dos alunos da escola, 1% tem sérias dificuldades em</p><p>Matemática e em História. Você conhece, ao acaso,</p><p>um</p><p>dos alunos desta escola, que lhe diz estar tendo sérias</p><p>dificuldades em História. Então, a probabilidade de</p><p>que este aluno esteja tendo sérias dificuldades também</p><p>em Matemática é, em termos percentuais, igual a</p><p>a) 50%. d) 33%.</p><p>b) 25%. e) 20%.</p><p>c) 1%.</p><p>B</p><p>42</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>73) (ESAF/ANEEL/2004) Quer-se formar um grupo Com base nessas informações, conclui-se, CORRETA-</p><p>de danças com 6 bailarinas, de modo que três delas mENTE, que</p><p>tenham menos de 18 anos, que uma delas tenha a) Diva colheu a dália.</p><p>exatamente 18 anos, e que as demais tenham idade b) Bete colheu a rosa.</p><p>superior a 18 anos. Apresentaram-se, para a seleção, c) Bete colheu o cravo.</p><p>doze candidatas, com idades de 11 a 22 anos, sendo d) Paula colheu a dália.</p><p>a idade, em anos, de cada candidata, diferente das e) Paula colheu o cravo.</p><p>demais. O número de diferentes grupos de dança que</p><p>podem ser selecionados a partir deste conjunto de 79) (CESgRANRIO - IBgE 2010) Em determinado ano</p><p>candidatas é igual a bissexto, o dia 31 de dezembro foi um sábado. Se este</p><p>a) 85. d) 120.</p><p>ano não tivesse sido bissexto, em que dia da semana</p><p>b) 220. e) 150.</p><p>cairia o último dia do ano?</p><p>c) 210.</p><p>a) Terça-feira</p><p>b) Quarta-feira</p><p>74) (ESAF/ANEEL/2004) Dez amigos, entre eles Mário</p><p>e José, devem formar uma fila para comprar as entra-c) Quinta-feira</p><p>das para um jogo de futebol. O número de diferentes d) Sexta-feira</p><p>formas que esta fila de amigos pode ser formada, de e) Domingo</p><p>modo que Mário e José fiquem sempre juntos é igual a</p><p>a) 2! 8! d) 1! 9!80) (CESgRANRIO - IBgE 2009) Os anos bissextos têm</p><p>b) 0! 18! e) 1! 8!366 dias, um a mais do que aqueles que não são bis-</p><p>c) 2! 9!sextos. Esse dia a mais é colocado sempre no final do</p><p>mês de fevereiro, que, nesses casos, passa a terminar</p><p>75) (ESAF/ANEEL/2004) Ana é enfermeira de um grande no dia 29.</p><p>hospital e aguarda com ansiedade o nascimento de Certo ano bissexto começou em uma segunda-feira.</p><p>três bebês. Ela sabe que a probabilidade de nascer um O primeiro dia do mês de março foi um(a)</p><p>menino é igual à probabilidade de nascer uma menina. a) domingo. b) sábado.</p><p>Além disso, Ana sabe que os eventos “nascimento c) sexta-feira. d) quinta-feira.</p><p>de menino” e “nascimento de menina” são eventos e) quarta-feira.</p><p>independentes.</p><p>Deste modo, a probabilidade de que os três bebês 81) (CESgRANRIO - IBgE 2009) Aldo, Beto e Caio são</p><p>sejam do mesmo sexo é igual aamigos. Um deles é médico, o outro, jornalista e o</p><p>a) 2/3. d) 1/4.terceiro, advogado. Sabe-se que:</p><p>b) 1/8. e) 3/4. • Beto não é o jornalista;</p><p>c) 1/2.• Caio não é o médico;</p><p>• Aldo não é o advogado e nem o médico.</p><p>76) (ACAFE/mPE-SC/2004) Ao lançar uma moeda, é</p><p>sabido que existe 50% de chance para a moeda cair Com base nas informações, conclui-se corretamente</p><p>que</p><p>com o lado da coroa para cima. Ao lançar uma mo-a) Caio é o advogado.</p><p>eda três vezes seguidas, a chance aproximada de dar b) Caio é o jornalista.</p><p>coroa, seria: c) Beto é o advogado.</p><p>a) 50% d) 88%</p><p>d) Beto não é o médico.</p><p>b) 25% e) 75%</p><p>e) Aldo é o médico.</p><p>c) 33%</p><p>82) (FCC/CEAL/2005) Considere o seguinte criptograma</p><p>77) (ACAFE/mPE-SC/2004) Seis pessoas, entre elas Pe-</p><p>dro, estão reunidas para escolher entre si, a diretoria aritmético, ou seja, um esquema operatório</p><p>codificado,</p><p>de um clube. Esta é formada por um presidente, um em que cada letra corresponde a um único algarismo</p><p>vice-presidente, um secretário e um tesoureiro. O do sistema decimal de numeração.</p><p>número de maneiras para a composição da diretoria, 2</p><p>onde José não é o presidente, será: (PA) = SPA</p><p>a) 120</p><p>b) 360 d) 150Determinados os números que satisfazem a sentença</p><p>c) 60 e) 300 dada, com certeza pode-se afirmar que SPA é um</p><p>número compreendido entre</p><p>78) (CESgRANRIO - IBgE 2010) Paula, Bete e Diva, a) 100 e 250</p><p>durante um passeio, colheram uma única flor cada b) 250 e 500</p><p>uma.c) 500 e 600</p><p>Sabe-se que:d) 600 e 850</p><p>43</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>83) (UFRj/Radiobras/2004) 6 é múltiplo de 6; 12 também é</p><p>múltiplo de 6, assim como 18 e 24. Dos números inteiros</p><p>de 1 a 10.000, a quantidade de múltiplos de 6 é:</p><p>a) 826</p><p>b) 1.000</p><p>c) 1.666</p><p>d) 1.820</p><p>e) 2.000</p><p>84) (UFRj/Radiobras/2004) Três candidatos a presidente,</p><p>nos Estados Unidos, estão visitando cinqüenta estados</p><p>daquele país. O primeiro já esteve em vinte e dois es-</p><p>tados e o segundo em dezenove. O terceiro só esteve</p><p>em estados que não foram visitados por nenhum dos</p><p>outros dois e já visitou treze estados. O número de</p><p>estados que já foram visitados tanto pelo primeiro</p><p>quanto pelo segundo candidato é:</p><p>a) no máximo 10.</p><p>b) no mínimo 0 e no máximo 4.</p><p>c) igual a 4.</p><p>d) no mínimo 37.</p><p>e) no mínimo 4 e no máximo 19.</p><p>85) (UFRj/Radiobras/2004) A figura A é dividida em três</p><p>partes, A1, A2, A3, que são remontadas de forma a se</p><p>obter a figura B (composta pelas mesmas partes, A1,</p><p>A2, A3).</p><p>Então, é CORRETO afirmar que:</p><p>a) A tem área menor do que B e perímetro igual a B.</p><p>b) B tem área menor do que A e perímetro maior que A.</p><p>c) A e B têm a mesma área e o mesmo perímetro.</p><p>d) A e B têm a mesma área, mas o perímetro de A é</p><p>maior</p><p>que o de B.</p><p>e) A e B têm a mesma área, mas o perímetro de B é</p><p>maior</p><p>que o de A.</p><p>86) (UFRj/Radiobras/2004) O diagrama mostra um</p><p>circuito elétrico ligando a entrada à saída β. Nele, há</p><p>seis chaves, A, B, C, D, E e F, que, fechadas, permitem</p><p>a passagem da corrente e, abertas, cortam a corrente</p><p>entre seus terminais. Num determinado momento,</p><p>todas as chaves estão fechadas. Queremos interromper</p><p>a passagem da corrente de α para β. Uma maneira de</p><p>fazer isso é simplesmente abrir a chave F. Se a chave</p><p>F for mantida fechada, para interromper a passagem</p><p>da corrente de α para β teremos de abrir, no mínimo,</p><p>o seguinte número de chaves:</p><p>a) 1.</p><p>b) 2.</p><p>c) 3.</p><p>d) 4.</p><p>e) 5.</p><p>87) (FUNDEP/FUNED/2006) Na multiplicação</p><p>As letras R e S representam algarismos diferentes de 1 a 9.</p><p>Então, R e S, nesta ordem, são</p><p>a) 5 e 4 c) 6 e 5</p><p>b) 6 e 4 d) 9 e 5</p><p>88) (AFTN/96) Três amigas: Tânia, Janete e Angélica,</p><p>estão sentadas lado a lado em um teatro. Tânia sempre</p><p>fala a verdade; Janete às vezes fala a verdade e Angélica</p><p>nunca fala a verdade. A que está sentada à esquerda</p><p>diz: “Tânia é quem está sentada no meio”, a que está</p><p>sentada no meio diz: “Eu sou Janete”. Finalmente, a</p><p>que está sentada à direita diz: “Angélica é quem está</p><p>sentada no meio”. A que está sentada à esquerda, a que</p><p>está sentada no meio e a que está sentada à direita são,</p><p>respectivamente:</p><p>a) Janete, Tânia e Angélica.</p><p>b) Janete, Angélica e Tânia.</p><p>c) Angélica, Janete e Tânia.</p><p>d) Angélica, Tânia e Janete.</p><p>e) Tânia, Angélica e Janete.</p><p>89) (AFTN/96) Os carros de Artur, Bernardo e César são,</p><p>não necessariamente nesta ordem, uma Brasília, uma</p><p>Parati e um Santana. Um dos carros é cinza, o outro</p><p>é verde e o outro é azul. O carro de Artur é cinza. O</p><p>carro de César é um Santana. O carro de Bernardo</p><p>não é verde e não é Brasília. As cores da Brasília, da</p><p>Parati e do Santana são respectivamente:</p><p>a) cinza, verde e azul.</p><p>b) azul, cinza e verde.</p><p>c) azul, verde e cinza.</p><p>d) cinza, azul e verde.</p><p>e) verde, azul e cinza.</p><p>A1</p><p>A1</p><p>A3</p><p>A2</p><p>A3</p><p>A2</p><p>Figura A</p><p>Figura B</p><p>C</p><p>A</p><p>B</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>entrada</p><p>saída</p><p>α</p><p>β</p><p>R 8</p><p>2 S</p><p>1700</p><p>44</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>90) (Fiscal do Trabalho/97) Um crime foi cometido por</p><p>uma e apenas uma pessoa de um grupo de cinco</p><p>suspeitos: Armando, Celso, Edu, Juarez e Tarso. Per-</p><p>guntados sobre quem era o culpado, cada um deles</p><p>respondeu:</p><p>Armando: “Sou inocente”.</p><p>Celso: “Edu é o culpado”.</p><p>Edu: “Tarso é o culpado”.</p><p>Juarez: “Armando disse a verdade”.</p><p>Tarso: “Celso mentiu”.</p><p>Sabendo-se que apenas um dos suspeitos mentiu e que</p><p>todos os outros disseram a verdade, pode-se concluir</p><p>que o culpado é:</p><p>a) Armando.</p><p>b) Celso.</p><p>c) Edu.</p><p>d) Juarez.</p><p>e) Tarso.</p><p>91) (UFRj/Eletronorte/2005) Estou enchendo um tanque,</p><p>com um certo líquido, do seguinte modo: no primeiro</p><p>dia, pus uma certa quantidade de litros de líquido; no</p><p>dia seguinte, pus o dobro da quantidade de litros de</p><p>líquido que havia posto na véspera; no dia seguinte,</p><p>dobrei novamente a quantidade total de líquido que</p><p>já havia posto e assim por diante. Com a quantidade</p><p>que pus</p><p>de existência, ocorrência ou tempo decorrido.</p><p>– Havia poucas pessoas aqui. (Existiam poucas...)</p><p>– Houve duas confusões ali. (Ocorreram duas...)</p><p>– Abandonei o cigarro há três meses. (... faz três mês...)</p><p>2) Fazer, parecer, ficar, estar indicando tempo ou aspectos naturais.</p><p>– Não a vejo faz dez meses.</p><p>– Aqui fez invernos rigorosos ano passado.</p><p>– Parecia tarde da noite.</p><p>– Ficou escuro do nada.</p><p>– Estava frio naquele dia.</p><p>3) Ir + para/em indicando tempo decorrido.</p><p>– Vai para dois anos que ela está na França.</p><p>– Vai em cinco anos desde a última vez que nos falamos.</p><p>4) Passar + de indicando tempo.</p><p>– Já passava das duas horas da manhã!</p><p>5) Bastar/Chegar + de no imperativo, indicando suficiência.</p><p>– Basta de tolices! Chega de problemas!</p><p>11 | Página</p><p>6) Tratar-se + de indicando um assunto.</p><p>– Paro de falar aqui, pois não se trata de quem tem ou não razão.</p><p>7) SER indicando tempo vago, hora, data, distância e aspectos naturais.</p><p>– Era uma vez um lugarzinho no meio do nada...</p><p>– São três horas da madrugada.</p><p>– Hoje são dezoito de outubro.</p><p>– São dois quilômetros daqui a sua casa.</p><p>– Já era manhã de primavera quando acordei.</p><p>8) Certos verbos que indicam sensações, como doer, coçar, cheirar etc.</p><p>– Meu filho, onde lhe dói?</p><p>– Co��a muito aqui atrás, doutor.</p><p>– Realmente cheira mal atrás de suas costas.</p><p>9) Verbos que indicam fenômenos naturais (chover, ventar, nevar, gear, trovejar,</p><p>amanhecer, escurecer).</p><p>– Ventou, trovejou, choveu e depois nevou no Sul do país.</p><p>ORACIONAL</p><p>O sujeito é oracional quando vem em forma de oração. O verbo do sujeito oracional fica</p><p>sempre na 3ª PESSOA DO SINGULAR.</p><p>– Quem semeia vento colhe tempestade.</p><p>– Não é saudável, embora seja delicioso, comer frituras todos os dias.</p><p>– Viu-se que ela tem grande potencial na música.</p><p>PREDICADO</p><p>12 | Página</p><p>O predicado é a soma de todos os termos da oração, exceto o SUJEITO E O VOCATIVO.</p><p>É tudo o que se declara na oração referindo-se ao sujeito (quando há sujeito). Sempre</p><p>apresenta um verbo.</p><p>– A língua portuguesa sofreu uma reforma ortográfica polêmica em 2009.</p><p>Lembre-se que as bancas são maliciosas, logo “pedaços” que compõem o predicado</p><p>poderão estar “espalhados” pela frase. Veja:</p><p>– Em 2009, sofreu a língua portuguesa uma reforma ortográfica polêmica.</p><p>Nas orações sem sujeito, tudo é predicado, por um motivo muito óbvio: não há sujeito.</p><p>Predicação Verbal / Transitividade Verbal</p><p>Predicação verbal (ou transitividade verbal) é a relação entre o verbo e outros termos</p><p>da oração, principalmente dentro do predicado. E, quanto à predicação, diz-se que os</p><p>verbos podem ser de ligação, intransitivo, transitivo direto, transitivo indireto e</p><p>transitivo direto e indireto. Existem dois grupos de verbos: os nocionais (intransitivos</p><p>e transitivos) e os relacionais (de ligação, normalmente: ser, estar, ficar, permanecer,</p><p>continuar, parecer, tornar-se, encontrar-se, transformar-se, converter-se...).</p><p>Verbo de Ligação</p><p>Também chamado de copulativo, o verbo de ligação relaciona o sujeito ao seu</p><p>predicativo (atributo que indica estado, qualidade ou condição do sujeito). Os verbos</p><p>de ligação não indicam ação alguma por parte do sujeito, por isso são tradicionalmente</p><p>“vazios” de significado, indicando apenas estado, e por isso o núcleo do predicado,</p><p>somente neste caso, não é o verbo, mas sim o predicativo.</p><p>– João é alegre. (estado permanente)</p><p>– João está alegre. (estado transitório)</p><p>– João ficou alegre. (estado mutatório)</p><p>– João permanece alegre. (estado continuativo)</p><p>– João parece alegre. (estado aparente)</p><p>Intransitivo</p><p>O verbo intransitivo é aquele que contextualmente não exige complemento, por ter</p><p>sentido completo. Segundo a visão tradicional, consideram-se verbos intransitivos</p><p>também aqueles que, indicando deslocamento ou moradia, normalmente vêm</p><p>acompanhados de uma expressão adverbial (de lugar, principalmente).</p><p>13 | Página</p><p>– No dia 5 de outubro de 2011, morre o famoso inventor Steve Jobs.</p><p>– Encerraram-se as sessões de cinema às 22h.</p><p>– Todos chegaram ao teatro à noite.</p><p>Transitivo Direto</p><p>O verbo transitivo direto é aquele que contextualmente exige um complemento sem</p><p>preposição obrigatória (objeto direto). Uma maneira de saber se o verbo é transitivo</p><p>direto se dá por meio da passagem de voz ativa para passiva. Se isso ocorrer, o verbo é</p><p>de fato transitivo direto (99,99% das vezes).</p><p>– Por que os homens destroem assim a natureza? (Destrói-se algo/alguém)</p><p>– Sabemos que o mercado imobiliário está em ascensão. (Sabe-se algo)</p><p>– Consideramo-las pessoas realmente idôneas. (Considera-se alguém/algo)</p><p>Transitivo Indireto</p><p>O verbo transitivo indireto é aquele que contextualmente exige um complemento com</p><p>preposição obrigatória (objeto indireto).</p><p>– Concordo com você, realmente tenho de acreditar em Deus, pois aqueles que lhe</p><p>desobedecem sofrem graves consequências.</p><p>(Concorda-se</p><p>alguém/algo)</p><p>com algo/alguém/Acredita-se em algo/alguém/Desobedece-se a</p><p>Transitivo Direto e Indireto</p><p>Também chamado de bitransitivo, o verbo transitivo direto e indireto exige dois</p><p>complementos, um sem preposição (objeto direto) e outro com preposição (objeto</p><p>indireto).</p><p>– A comissão parlamentar comunicou o problema a todos. (Comunica-se algo a alguém)</p><p>– Comprei uma blusa para mim. (Compra-se algo para alguém)</p><p>– Minha mãe só conseguiu me dar à luz depois de muito esforço. (me é objeto direto e</p><p>à luz, objeto indireto)</p><p>OBSERVAÇÃO IMPORTANTE!</p><p>14 | Página</p><p>Voz passiva analítica</p><p>O vencedor</p><p>multidão</p><p>L</p><p>foi aclamado pela</p><p>Assim como o objeto direto, o objeto indireto também pode aparecer de forma</p><p>pleonástica:</p><p>“Ao avarento, não LHE peço nada. " (Francisco Rodrigues Lobo)</p><p>L L L</p><p>CAÍ MUITO! Como complemento verbal, LHE(S) SEMPRE funciona como OBJETO</p><p>INDIRETO:</p><p>Seus filhos sempre lhe obedeceram.</p><p>L OI L VTI</p><p>ISSO CAÍ MUITO EM PROVAS ATENÇÃO!</p><p>1ª) Somente verbos TRANSITIVOS DIRETOS OU TRANSITIVOS DIRETOS E INDIRETOS</p><p>podem ser apassivados.</p><p>2ª) O objeto direto da voz ativa passa a sujeito paciente na voz passiva.</p><p>3ª) O sujeito da voz ativa passa a agente da passiva na voz passiva.</p><p>4ª) O verbo, na voz passiva, fica no particípio, em locução verbal com um verbo auxiliar</p><p>(SER, ESTAR OU FICAR).</p><p>Observe a tabela com as transformações das vozes.</p><p>Voz ativa A multidão aclamou o vencedor.</p><p>L L</p><p>15 | Página</p><p>L OI OI VTDI OD</p><p>Pleonástico</p><p>L</p><p>L</p><p>L</p><p>suj. agente</p><p>suj. paciente</p><p>passiva</p><p>VTD OD</p><p>loc. Verbal ag. Da</p><p>Voz</p><p>analítica</p><p>Voz</p><p>sintética</p><p>passiva</p><p>Derrubou-se</p><p>L</p><p>a torre</p><p>L</p><p>Voz passiva SINTÉTICA OU PRONOMINAL. Pronome apassivador SE + VTD ou VTDI</p><p>Voz ativa Derrubaram</p><p>L</p><p>a torre Derrubaram</p><p>L</p><p>as torres</p><p>VTD OD VTD OD</p><p>passiva A torre foi derrubada As torres</p><p>L</p><p>foram derrubadas</p><p>ÍNDICE DE INDETERMINAÇÃO DO SUJEITO (MUITO COBRADO EM PROVAS)</p><p>Quando o se é índice de indeterminação do sujeito, o verbo fica na 3ª PESSOA DO</p><p>SINGULAR. Isso ocorre quando a partícula se acompanha verbos INTRANSITIVOS,</p><p>TRANSITIVOS INDIRETOS ou de ligação:</p><p>Trabalha-SE pouco durante o Carnaval.</p><p>Já não SE acredita em milagreiros.</p><p>Era-SE mais feliz antigamente.</p><p>COMPLEMENTO NOMINAL X ADJUNTO ADNOMINAL</p><p>Adjunto adnominal – caracteriza APENAS substantivo.</p><p>Complemento nominal – caracteriza substantivo, adjetivo ou advérbio.</p><p>Sobre o substantivo:</p><p>Adjunto adnominal – pode ser CONCRETO ou ABSTRATO (nomeia uma ação – corrida,</p><p>pesca.)</p><p>Complemento nominal – tem que ser ABSTRATO.</p><p>Agente e paciente:</p><p>16 | Página</p><p>Derrubaram-se</p><p>L</p><p>as torres</p><p>L</p><p>L</p><p>L</p><p>L</p><p>L L</p><p>L</p><p>L</p><p>VTD</p><p>suj. paciente</p><p>pron. Apas.</p><p>loc. verbal</p><p>suj. paciente VTD</p><p>suj. paciente</p><p>pron. Apas.</p><p>loc. verbal</p><p>suj. paciente</p><p>ADJUNTO ADVERBIAL</p><p>Adjunto adnominal preposicionado é agente. Adjunto Adnominal – Agente.</p><p>Complemento nominal é paciente. Complemento nominal – paCiente.</p><p>Adjuntos adnominais:</p><p>O amor de pai é especial.</p><p>A invenção do físico mudou o mundo.</p><p>A aula do professor foi boa.</p><p>(agente: o pai ama)</p><p>(agente: o físico</p><p>hoje (o dobro de tudo que pus anteriormente),</p><p>consegui preencher 1/9 da capacidade total do tanque.</p><p>Nesse caso, conseguirei encher completamente o</p><p>tanque na seguinte data:</p><p>a) depois de amanhã.</p><p>b) daqui a três dias.</p><p>c) daqui a quatro dias.</p><p>d) daqui a sete dias.</p><p>e) daqui a oito dias.</p><p>92) (UFRj/Eletronorte/2005) Uma festa reúne quatro-</p><p>centas e dez pessoas, duzentas e uma das quais do</p><p>sexo feminino e as restantes do sexo masculino. Há,</p><p>nessa festa, cento e dezesseis homens casados, todos</p><p>acompanhados de suas respectivas esposas. Não há</p><p>outros homens casados na festa.</p><p>Em relação a essa festa, leia as afirmativas a seguir:</p><p>I - pode haver mais de 120 mulheres casadas.</p><p>II - há 93 homens solteiros.</p><p>III- com certeza há nessa festa duas pessoas que ani-</p><p>versariam no mesmo dia.</p><p>Assinale a opção correta:</p><p>a) apenas a afirmativa I é verdadeira.</p><p>b) apenas as afirmativas I e II são verdadeiras.</p><p>c) apenas as afirmativas I e III são verdadeiras.</p><p>d) apenas as afirmativas II e III são verdadeiras.</p><p>93) (UFRj/Eletronorte/2005) Na caixa I havia 566 bolas</p><p>brancas, na caixa II havia 566 bolas pretas. Transferi</p><p>168 bolas da caixa I para a caixa II. Em seguida, mistu-</p><p>rei bem todas as bolas da caixa II e, sem olhar, peguei</p><p>168 bolas dessa caixa e as coloquei na caixa I. Notei</p><p>então que 39 bolas pretas foram transferidas para a</p><p>caixa I. Nesse caso, podemos afirmar que o número</p><p>de bolas brancas que ficaram na caixa II é:</p><p>a) maior que 39.</p><p>b) igual a 39.</p><p>c) menor que 39.</p><p>d) impossível de ser determinado, pois as bolas foram</p><p>escolhidas ao acaso.</p><p>e) igual a 129.</p><p>94) (mPE-SC/2004) Considerando que XYYXXYXYXYYXXY</p><p>é o mesmo que 38 83 38 38 38 83 38 e que</p><p>WZVVZWVZWWZVZZ é o mesmo que 691 196 196</p><p>691 99, pode-se concluir que ZXVYYXWZWZVXYZ é</p><p>o mesmo que:</p><p>a) 91388169693189.</p><p>b) 93188369693189.</p><p>c) 93188396961389.</p><p>d) 93811369698319.</p><p>e) 93188369691389.</p><p>95) (mPE-SC/2004) A população de uma pequena ilha no</p><p>Pacífico é de 100 habitantes. Nenhum dos habitantes</p><p>possui mais que 90 anos. Pode-se concluir:</p><p>a) Daqui a noventa anos haverá, pelo menos, uma pessoa</p><p>com menos de 90 anos nessa ilha.</p><p>b) Certamente existem pessoas com menos de 90 anos</p><p>nessa ilha.</p><p>c) A idade média dos habitantes da ilha é de 45 anos.</p><p>d) Certamente existem pessoas com a mesma idade nessa</p><p>ilha.</p><p>e) Somente por acaso haverá pessoas com a mesma idade</p><p>nessa ilha.</p><p>96) (mPE-SC/2004) Um matemático fez uma experiência</p><p>com uma folha de papel de 0,1mm de espessura. Ao</p><p>dobrar uma vez essa folha, ele obteve um documento</p><p>de duas camadas com 0,2mm de espessura. Ao repetir</p><p>o processo mais duas vezes, o documento passou a</p><p>ter 8 camadas e 0,8mm de espessura. O matemático,</p><p>então, calculou quantas dobras seriam necessárias</p><p>para que a espessura total do documento passasse de</p><p>9.000 metros.</p><p>Fazendo o mesmo cálculo, o número mínimo de</p><p>dobras seria:</p><p>a) entre 100 e 900.</p><p>b) menos de 30.</p><p>c) entre 10 mil e 90 mil.</p><p>d) entre 100 mil e 900 mil.</p><p>e) 900 mil ou mais.</p><p>97) (mPE-SC/2004) Um psicólogo faz terapia de grupo</p><p>com quatro pessoas: João, Pedro, Paulo e José. Em um</p><p>determinado dia, sua sessão foi realizada em uma mesa</p><p>e) todas as afirmativas são verdadeiras.</p><p>45</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>retangular com dois lugares de cada lado oposto da</p><p>mesa e com o psicólogo e Paulo nas cabeceiras. Sendo</p><p>assim, um lugar na mesa estava vago e este não estava</p><p>perto do psicólogo.</p><p>Dado esse cenário, pode-se afirmar, com certeza, que</p><p>a) o lugar vago estava perto do Paulo.</p><p>b) o lugar vago estava perto do José.</p><p>c) o lugar vago estava perto do João.</p><p>d) o lugar vago estava perto do Pedro.</p><p>e) João estava perto do Paulo.</p><p>98) (ESAF/mPOg/2005) O sultão prendeu Aladim em</p><p>uma sala. Na sala há três portas. Delas, uma e apenas</p><p>uma conduz à liberdade; as duas outras escondem</p><p>terríveis dragões. Uma porta é vermelha, outra é azul</p><p>e a outra branca. Em cada porta há uma inscrição.</p><p>Na porta vermelha está escrito: “esta porta conduz à</p><p>liberdade”. Na porta azul está escrito: “esta porta não</p><p>conduz à liberdade”. Finalmente, na porta branca está</p><p>escrito: “a porta azul não conduz à liberdade”. Ora, a</p><p>princesa – que sempre diz a verdade e que sabe o que</p><p>há detrás de cada porta – disse a Aladim que pelo</p><p>menos uma das inscrições é verdadeira, mas não dis-</p><p>se nem quantas, nem quais. E disse mais a princesa:</p><p>que pelo menos uma das inscrições é falsa, mas não</p><p>disse nem quantas nem quais. Com tais informações,</p><p>Aladim concluiu corretamente que:</p><p>a) a inscrição na porta branca é verdadeira e a porta</p><p>vermelha conduz à liberdade.</p><p>b) a inscrição na porta vermelha é falsa e a porta azul</p><p>conduz à liberdade.</p><p>c) a inscrição na porta azul é verdadeira e a porta ver-</p><p>melha conduz à liberdade.</p><p>d) a inscrição na porta branca é falsa e a porta azul con-</p><p>duz à liberdade.</p><p>e) a inscrição na porta vermelha é falsa e a porta branca</p><p>conduz à liberdade.</p><p>99) (FCC/IPEA/2004) Encontram-se sentados em torno</p><p>de uma mesa quadrada quatro juristas. Miranda, o</p><p>mais antigo entre eles, é alagoano. Há também um</p><p>paulista, um carioca e um baiano. Ferraz está sentado</p><p>à direita de Miranda. Mendes, à direita do paulista.</p><p>Por sua vez, Barbosa, que não é carioca, encontra-se</p><p>à frente de Ferraz. Assim</p><p>a) Ferraz é carioca e Barbosa é baiano.</p><p>b) Mendes é baiano e Barbosa é paulista.</p><p>c) Mendes é carioca e Barbosa é paulista.</p><p>d) Ferraz é baiano e Barbosa é paulista.</p><p>e) Ferraz é paulista e Barbosa é baiano.</p><p>100) (CESgRANRIO/BNDES/2004) Em uma cidade</p><p>há dois irmãos gêmeos, Pedro e Paulo. Pedro sempre</p><p>mente e Paulo sempre diz a verdade. Uma pessoa</p><p>fez duas perguntas a eles; um dos irmãos respondeu</p><p>à primeira e o outro, à segunda. As perguntas foram:</p><p>I - seu nome é Pedro?</p><p>II - como seu irmão responderia à primeira pergunta?</p><p>Pode-se afirmar que:</p><p>a) as respostas obtidas foram sim e sim.</p><p>b) as respostas obtidas foram sim e não.</p><p>c) as respostas obtidas foram não e sim.</p><p>d) as respostas obtidas foram não e não.</p><p>e) se a segunda resposta for sim, o interpelado é Pedro.</p><p>101) (ESAF/TCU/2002) Três suspeitos de haver roubado o</p><p>colar da rainha foram levados à presença de um velho</p><p>e sábio professor de Lógica. Um dos suspeitos estava</p><p>de camisa azul, outro de camisa branca e o outro de</p><p>camisa preta. Sabe-se que um e apenas um dos suspei-</p><p>tos é culpado e que o culpado às vezes fala a verdade e</p><p>às vezes mente. Sabe-se, também, que dos outros dois</p><p>(isto é, dos suspeitos que são inocentes), um sempre</p><p>diz a verdade e o outro sempre mente. O velho e sábio</p><p>professor perguntou, a cada um dos suspeitos, qual</p><p>entre eles era o culpado. Disse o de camisa azul: “Eu</p><p>sou o culpado”. Disse o de camisa branca, apontando</p><p>para o de camisa azul: “Sim, ele é o culpado”. Disse, por</p><p>fim, o de camisa preta: “Eu roubei o colar da rainha; o</p><p>culpado sou eu”. O velho e sábio professor de Lógica,</p><p>então, sorriu e concluiu corretamente que:</p><p>a) O culpado é o de camisa azul e o de camisa preta</p><p>sempre mente.</p><p>b) O culpado é o de camisa branca e o de camisa preta</p><p>sempre mente.</p><p>c) O culpado é o de camisa preta e o de camisa azul</p><p>sempre mente.</p><p>d) O culpado é o de camisa preta e o de camisa azul</p><p>sempre diz a verdade.</p><p>e) O culpado é o de camisa azul e o de camisa azul sempre</p><p>diz a verdade.</p><p>102) (ESAF/TCU/2002) No reino de Leones, em 1995, o</p><p>setor público e o setor privado empregavam o mesmo</p><p>número de pessoas. De 1995 para 2000, o número</p><p>de empregados no setor público decresceu mais do</p><p>que cresceu o número de empregados no setor pri-</p><p>vado. Curiosamente, porém, a taxa de desemprego</p><p>no reino (medida pela razão entre o número total de</p><p>desempregados e o número total da força de trabalho)</p><p>permaneceu exatamente a mesma durante o período</p><p>1995-2000. Ora, sabe-se que as estatísticas econômicas</p><p>e demográficas, em Leones, são extremamente preci-</p><p>sas. Sabe-se, ainda, que toda a pessoa que faz parte da</p><p>força de trabalho do reino encontra-se em uma e em</p><p>somente uma das seguintes situações: a) está desem-</p><p>pregada; b) está empregada no setor público; c) está</p><p>empregada no setor privado. Podese portanto concluir</p><p>que, durante o período considerado (1995-2000),</p><p>ocorreu em Leones necessariamente o seguinte:</p><p>a) A força de trabalho total diminuiu.</p><p>b) O emprego total aumentou.</p><p>c) O total de desempregados permaneceu constante.</p><p>d) Os salários pagos pelo setor privado aumentaram, em</p><p>média, mais do que os do setor público.</p><p>e) Um número crescente de pessoas procuraram trabalho</p><p>no setor privado.</p><p>46</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>103) (ESAF/ANEEL/2004) Fátima, Beatriz, Gina, Sílvia e</p><p>Carla são atrizes de teatro infantil, e vão participar de</p><p>uma peça em que representarão, não necessariamente</p><p>nesta ordem, os papéis de Fada, Bruxa, Rainha, Prin-</p><p>cesa e Governanta. Como todas são atrizes versáteis,</p><p>o diretor da peça realizou um sorteio para determinar</p><p>a qual delas caberia cada papel. Antes de anunciar o</p><p>resultado, o diretor reuniu-as e pediu que cada uma</p><p>desse seu palpite sobre qual havia sido o resultado</p><p>do sorteio.</p><p>Disse Fátima: “Acho que eu sou a Governanta, Beatriz</p><p>é a Fada, Sílvia é a Bruxa e Carla é a Princesa”.</p><p>Disse Beatriz: “Acho que Fátima é a Princesa ou a</p><p>Bruxa”.</p><p>Disse Gina: “Acho que Silvia é a Governanta ou a</p><p>Rainha”.</p><p>Disse Sílvia: “Acho que eu sou a Princesa”.</p><p>Disse Carla: “Acho que a Bruxa sou eu ou Beatriz”.</p><p>Neste ponto, o diretor falou: “Todos os palpites estão</p><p>completamente errados; nenhuma de vocês acertou</p><p>sequer um dos resultados do sorteio” !</p><p>Um estudante de Lógica, que a tudo assistia, concluiu</p><p>então, corretamente, que os papéis sorteados para</p><p>Fátima, Beatriz, Gina e Sílvia foram, respectivamente,</p><p>a) rainha, bruxa, princesa, fada.</p><p>b) rainha, princesa, governanta, fada.</p><p>c) fada, bruxa, governanta, princesa.</p><p>d) rainha, princesa, bruxa, fada.</p><p>e) fada, bruxa, rainha, princesa.</p><p>104) (UFRj/Téc./mAPA/2005) Sabemos que a taxa de</p><p>desemprego no município A é de 20% e no município</p><p>B é de 12%. Considere as seguintes afirmativas:</p><p>I - Existem mais trabalhadores desempregados no mu-</p><p>nicípio A do que no município B.</p><p>II - Existem mais trabalhadores desempregados no mu-</p><p>nicípio B do que no município A.</p><p>III- Para cada 10 trabalhadores desempregados no mu-</p><p>nicípio A existem 6 trabalhadores desempregados no</p><p>município B.</p><p>IV- Para cada 4 trabalhadores empregados no município</p><p>A existe um trabalhador desempregado neste mesmo</p><p>município.</p><p>V - Para cada 25 trabalhadores empregados no município</p><p>B existem 3 trabalhadores desempregados neste mes-</p><p>mo município.</p><p>Sem conhecer outros dados sobre os contingentes de</p><p>trabalhadores existentes nos Municípios A e B, a única</p><p>afirmativa de cuja correção podemos ter certeza é:</p><p>a) I d) IV</p><p>b) II e) V</p><p>c) III</p><p>105) (UFRj/mAPA/2005) A companhia de água de uma</p><p>cidade resolveu que sempre que o reservatório esti-</p><p>ver com menos de 30% de sua capacidade de água,</p><p>todos os canos que levam água do reservatório para a</p><p>cidade devem ser fechados entre 21 horas e 08 horas</p><p>da manhã seguinte. Podemos afirmar que:</p><p>A soma dos oito primeiros números triangulares é</p><p>a) 110</p><p>b) 120</p><p>c) 130</p><p>d) 140</p><p>e) 150</p><p>107) (FCC/CEAL/05/2005) Uma pessoa X foi morta a</p><p>tiros e, após uma investigação, a polícia local deteve</p><p>5 suspeitos que foram levados à presença de um de-</p><p>legado para serem submetidos a um interrogatório.</p><p>Quando o delegado lhes perguntou o que tinham a</p><p>declarar em sua defesa, cada um dos suspeitos fez</p><p>apenas três declarações:</p><p>Aranha: Não sou o assassino de X. Nunca tive um</p><p>revólver. Quem matou X foi Doninha.</p><p>Boizão: Não matei X. Nunca tive um revólver. O</p><p>matador de X não foi Carcará.</p><p>Carcará: Sou inocente dessa acusação. Nunca vi o</p><p>Marmota antes. Doninha é o culpado.</p><p>Doninha: Eu não matei X. Marmota foi quem o ma-</p><p>tou. Aranha mentiu quando disse que fui eu.</p><p>a) se todos os canos estiverem fechados às 23 horas, então</p><p>o reservatório está com mais de 30% de sua capacidade</p><p>de água.</p><p>b) se todos os canos estiverem fechados às 23 horas,</p><p>então o reservatório está com menos de 30% de sua</p><p>capacidade de água.</p><p>c) se algum dos canos que levam água do reservatório</p><p>para a cidade estiver aberto às 23 horas, então o re-</p><p>servatório está com mais de 30% de sua capacidade</p><p>de água.</p><p>d) se o reservatório estiver com mais de 30% de sua</p><p>capacidade de água, todos os canos estarão abertos</p><p>entre 21 horas e 08 horas da manhã do dia seguinte.</p><p>e) se o reservatório estiver com mais de 30% de sua</p><p>capacidade de água, todos os canos estarão fechados</p><p>entre 21 horas e 08 horas da manhã do dia seguinte.</p><p>106) (FCC/CEAL/05/2005) Um número que pode ser</p><p>representado pelo padrão abaixo é chamado número</p><p>triangular.</p><p>•</p><p>•</p><p>• •</p><p>•</p><p>• •</p><p>• • •</p><p>•</p><p>• •</p><p>• • •• • • • ...</p><p>47</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>marmota: Não matei X. Boizão é o culpado. Carcará</p><p>e eu já fizemos um assalto juntos.</p><p>Considerando que apenas um dos suspeitos matou</p><p>X e que das três declarações que cada um fez, apenas</p><p>uma era falsa, o delegado pôde então concluir com</p><p>certeza que o criminoso era</p><p>a) Marmota. d) Boizão.</p><p>b) Doninha. e) Aranha.</p><p>c) Carcará.</p><p>108) (FCC/CEAL/05/2005) Alice, Maria, Úrsula, Pilar e</p><p>Delma são amigas que cursaram juntas o ensino</p><p>fundamental. Hoje, elas vivem nas cidades de Ara-</p><p>piraca, Maceió, União dos Palmares, Palmeira dos</p><p>Índios e Delmiro Gouveia, onde exercem as profis-</p><p>sões de advogada, modelo, urologista, professora e</p><p>dentista. Considere como verdadeiras as seguintes</p><p>afirmações:</p><p>- a letra inicial do nome de cada uma delas, bem</p><p>como as iniciais de suas respectivas profissões</p><p>e cidades onde vivem, são duas a duas distintas</p><p>entre si;</p><p>- a modelo não vive em União dos Palmares;</p><p>- Maria não é urologista e nem dentista; também</p><p>não vive em União dos Palmares e nem em Pal-</p><p>meira dos Índios;</p><p>- Pilar vive em Delmiro Gouveia, não é modelo e</p><p>tampouco advogada;</p><p>- Alice e Delma não residem em Maceió;</p><p>- Delma não é modelo e nem professora.</p><p>Com base nas informações dadas, é correto concluir</p><p>que, com certeza, Úrsula</p><p>a) vive em Maceió.</p><p>b) é advogada.</p><p>c) vive em Arapiraca.</p><p>d) é modelo.</p><p>e) vive em Palmeira dos Índios.</p><p>109) (FCC/CEAL/05/2005) Uma pessoa pretende</p><p>retirar água de um rio e, para tal, dispõe apenas de dois</p><p>recipientes que têm 4 e 9 litros de capacidades. Se</p><p>esses recipientes não têm em suas faces uma escala</p><p>graduada, que permitiria avaliar o nível da água em</p><p>seu interior, o número mínimo de procedimentos</p><p>que serão necessários para obter-se exatamente 6</p><p>litros de água é</p><p>a) 14 d) 7</p><p>b) 10 e) 5</p><p>c) 8</p><p>110) (FCC/CEAL/05/2005) Seis membros de uma</p><p>equipe de trabalho - Ari, Bento, Carlos, Davi, Elson e Fer-</p><p>nando – sentaram-se nas seis cadeiras que estavam</p><p>ao redor de uma mesa de formato circular. Sabe-se</p><p>que um deles usava óculos, outro era tagarela, outro</p><p>era excessivamente magro, outro detestava Davi,</p><p>outro tinha 25 anos e o último era solteiro, caracte-</p><p>rísticas estas próprias de apenas um deles.</p><p>Nas condições dadas, X + Y + Z é igual a</p><p>a) 17</p><p>b) 18</p><p>c) 19</p><p>d) 20</p><p>112) (FCC/CgA/2006) Repare que com um número de 5</p><p>algarismos, respeitada a ordem dada, pode-se criar 4</p><p>números de dois algarismos. Por exemplo: de 34712,</p><p>pode-se criar o 34, o 47, o 71 e o 12. Procura-se um nú-</p><p>mero de cinco algarismos formado pelos algarismos 4,</p><p>5, 6, 7 e 8, sem repetição. Veja abaixo alguns números</p><p>desse tipo e ao lado de cada um deles a quantidade de</p><p>números de dois algarismos que esse número tem em</p><p>comum com o número procurado.</p><p>Considere que</p><p>- a pessoa que detestava Davi sentou-se à frente de</p><p>B ento;</p><p>- o que usava óculos sentou-se diante de Carlos</p><p>que, por sua vez, estava entre o que tinha 25 anos e</p><p>o que detestava Davi;</p><p>- o homem excessivamente magro sentou-se à frente</p><p>de Ari, ao lado do que usava óculos e imediatamente</p><p>à esquerda daquele que detestava Davi;</p><p>- a pessoa de 25 anos sentou-se entre Carlos e o homem</p><p>que sentou-se à frente daquele que detestava</p><p>Davi; Fernando, que tinha um ótimo relacionamento</p><p>com todos, sentou-se ao lado do homem excessiva-</p><p>mente magro e defronte ao solteiro.</p><p>Nessas condições, é correto afirmar que o homem de 25</p><p>anos era</p><p>a) Ari. b) Bento.</p><p>c) Davi. d) Elson.</p><p>e) Fernando.</p><p>111) (FCC/TRT - 23ª R/2004) A figura indica três sím-</p><p>bolos, dispostos em um quadrado de 3 linhas e 3</p><p>colunas, sendo que cada símbolo</p><p>representa um</p><p>número inteiro. Ao lado das linhas e colunas do</p><p>quadrado, são indicadas as somas dos correspon-</p><p>dentes números de cada linha ou coluna, algumas</p><p>delas representadas pelas letras X, Y e Z.</p><p>Y 6 Z</p><p>7</p><p>4</p><p>X</p><p>e) 21</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>Númer</p><p>o dado</p><p>Quantidade de números</p><p>de 2 algarismos em</p><p>comum4876</p><p>5</p><p>8654</p><p>7</p><p>8746</p><p>5</p><p>4867</p><p>5</p><p>1</p><p>0</p><p>2</p><p>1</p><p>A alternativa que corresponde à mesma folha após ter</p><p>sido girada é:</p><p>O número procurado é</p><p>a) 87456</p><p>b) 68745</p><p>c) 56874</p><p>d) 58746</p><p>e) 46875</p><p>113) (FCC/CgA/2006) Numa ilha dos mares do sul</p><p>convi- vem três raças distintas de ilhéus: os zel(s) só</p><p>mentem,</p><p>os del(s) só falam a verdade e os mel(s) alternadamente</p><p>falam verdades e mentiras - ou seja, uma verdade, uma</p><p>mentira, uma verdade, uma mentira -, mas não se sabe</p><p>se começaram falando uma ou outra.</p><p>Nos encontramos com três nativos, Sr. A, Sr. B, Sr. C,</p><p>um de cada uma das raças.</p><p>Observe bem o diálogo que travamos com o Sr. C</p><p>Nós: “ Sr. C, o senhor é da raça zel, del ou mel?</p><p>Sr. C: “ Eu sou mel. (1ª resposta)</p><p>Nós: “ Sr. C, e o senhor A, de que raça é?</p><p>Sr. C: “ Ele é zel. (2ª resposta)</p><p>Nós: “ Mas então o Sr. B é del, não é isso, Sr. C?</p><p>Sr. C: “ Claro, senhor! (3ª resposta)</p><p>Nessas condições, é verdade que os senhores A, B e C</p><p>são, respectivamente,</p><p>a) del, zel, mel.</p><p>b) del, mel, zel.</p><p>d) zel, del, mel.</p><p>c) mel, del, zel.</p><p>e) zel, mel, del.</p><p>114) (UFRj/Arquivo Nasc./2006) A figura abaixo</p><p>mostra</p><p>uma folha com alguns símbolos:</p><p>c)</p><p>e)</p><p>a)</p><p>b)</p><p>d)</p><p>115) (UFRj/Arquivo Nasc./2006) Quatro objetos: apon-</p><p>tador, borracha, caneta e lápis vão ser guardados</p><p>em quatro caixas numeradas de um a quatro, um</p><p>objeto em cada caixa, de tal forma que satisfaçam</p><p>simultaneamente a todas as condições abaixo:</p><p>– o lápis deverá ser colocado numa caixa de número</p><p>par;</p><p>– se a caneta estiver na caixa 2, então a borracha</p><p>deverá</p><p>estar na caixa 1;</p><p>– O número da caixa onde ficará o apontador não</p><p>pode</p><p>ser maior do que o número da caixa da caneta.</p><p>Convencionado que o primeiro número representa a caixa</p><p>onde ficará o apontador; o segundo, a caixa da borracha;</p><p>o terceiro, a caixa da caneta e o quarto a caixa do lápis, a</p><p>única opção que satisfaz todas as condições é:</p><p>a) 1, 3, 4, 2.</p><p>b) 1, 3, 2, 4.</p><p>c) 4, 1, 3, 2.</p><p>d) 3, 2, 1, 4.</p><p>e) 3, 4, 2, 1.</p><p>49</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>116) (UFRj/Arquivo Nasc./2006) Observe a seqüência</p><p>de figuras que obedece a um certo padrão:</p><p>O número de bolas na 10ª figura desta sequência é:</p><p>a) 10.</p><p>b) 20.</p><p>c) 22.</p><p>d) 40.</p><p>e) 55.</p><p>117) (UFRj/Arquivo Nasc./2006) Sete funcionários de</p><p>uma empresa (Arnaldo, Beatriz, Carlos, Douglas, Edna,</p><p>Flávio e Geraldo) foram divididos em 3 gru-</p><p>pos para realizar uma tarefa. Esta divisão foi feita de</p><p>modo que:</p><p>- cada grupo possui no máximo 3 pessoas;</p><p>- Edna deve estar no mesmo grupo que Arnaldo;</p><p>- Beatriz e Carlos não podem ficar no mesmo grupo</p><p>que Geraldo;</p><p>- Beatriz e Flávio devem estar no mesmo grupo;</p><p>- Geraldo e Arnaldo devem ficar em grupos distintos;</p><p>- nem Edna nem Flávio podem fazer parte do grupo</p><p>de Douglas.</p><p>Estarão necessariamente no mesmo grupo:</p><p>a) Arnaldo e Carlos.</p><p>b) Arnaldo e Douglas.</p><p>c) Carlos e Flávio.</p><p>d) Douglas e Geraldo.</p><p>118) (UFRj/Arquivo Nasc./2006) Entre Alberto, Carlos</p><p>e Eduardo temos um estatístico, um geógrafo e um</p><p>matemático, cada um com exatamente uma dessas</p><p>três profissões. Considere as afirmativas a seguir:</p><p>I - Alberto é geógrafo.</p><p>II - Carlos não é estatístico.</p><p>III- Eduardo não é geógrafo.</p><p>Sabendo que apenas uma das três afirmativas acima é</p><p>verdadeira, assinale a alternativa correta:</p><p>a) Alberto é matemático, Carlos é geógrafo e Eduardo</p><p>é estatístico.</p><p>b) Alberto é matemático, Carlos é estatístico e Eduardo</p><p>é geógrafo.</p><p>c) Alberto é estatístico, Carlos é matemático e Eduardo</p><p>é geógrafo.</p><p>d) Alberto é estatístico, Carlos é geógrafo e Eduardo é</p><p>matemático.</p><p>e) Alberto é geógrafo, Carlos é estatístico e Eduardo é</p><p>matemático.</p><p>119) (UFRj/Arquivo Nasc./2006) Sabe-se que 65% dos</p><p>funcionários de uma empresa são homens. Nessa</p><p>mesma empresa 40% dos funcionários recebem salários</p><p>maiores que R$ 1000,00. Entre as opções</p><p>abaixo, a única impossível é:</p><p>e)</p><p>d)</p><p>c)</p><p>b)</p><p>A partir dessa planificação, qual dos seguintes cubos</p><p>pode ser montado?</p><p>a)</p><p>1 5</p><p>a) no máximo 40% dos funcionários são homens e,</p><p>simultaneamente, ganham mais que R$ 1000,00.</p><p>b) no máximo 60% dos funcionários são homens e,</p><p>simultaneamente, recebem R$ 1000,00 ou menos.</p><p>c) pode não haver na empresa funcionário mulher ga-</p><p>nhando menos de R$ 1000,00.</p><p>d) pode não haver na empresa funcionário homem ga-</p><p>nhando mais de R$ 1000,00.</p><p>e) no mínimo 65% dos funcionários são homens ou</p><p>recebem mais de R$ 1000,00.</p><p>120) (UFRj/Arquivo Nasc./2006) De uma estação de</p><p>trem partem duas linhas (I e II). As partidas na linha</p><p>I começam às 6h e acontecem de 30 em 30 minutos,</p><p>até às 19h. Na linha II, as partidas começam às 7h15</p><p>e acontecem de 25 em 25 minutos, até às 19h45.</p><p>Portanto, no intervalo de tempo entre 7h28min e</p><p>9h28min:</p><p>a) partiram 5 trens pela linha II.</p><p>b) partiram 5 trens pela linha I.</p><p>c) partiram mais trens pela linha I do que pela linha II. d)</p><p>não houve horário coincidente de partida entre as</p><p>linhas I e II.</p><p>e) partiram ao todo 8 trens pelas linhas I e II.</p><p>121) (FCC) O desenho seguinte mostra a planificação de</p><p>um cubo que apresenta um número pintado em cada</p><p>face, como é mostrado na figura abaixo.</p><p>•</p><p>•• •</p><p>(2)</p><p>•</p><p>• •</p><p>• • •</p><p>(3)</p><p>•</p><p>• •</p><p>• • •• • • •</p><p>(4)(1)</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>4</p><p>5 6</p><p>3</p><p>4</p><p>5</p><p>6</p><p>5</p><p>5</p><p>6</p><p>1</p><p>2</p><p>2</p><p>2</p><p>2</p><p>2</p><p>50</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>c)</p><p>b) d)</p><p>e)</p><p>122) (FCC) Em cada linha do quadro abaixo, as figuras</p><p>foram desenhadas obedecendo a um mesmo padrão</p><p>de construção.</p><p>123) (FCC) Distinguir pensamentos, emoções e reações</p><p>é um instrumento importante para avaliar a inteligência</p><p>pessoal de um indivíduo e permitir que ele tenha uma</p><p>consciência desenvolvida e eficaz de si mesmo.</p><p>Considerando os pensamentos como processos</p><p>cognitivos, as emoções como resultados psicoló-</p><p>gicos e as reações como respostas físicas, analise o</p><p>seguinte fato.</p><p>No último minuto, teu melhor amigo deixa de ir a um</p><p>jogo de futebol contigo, porque foi a um churrasco com</p><p>outras pessoas. O que você faz?</p><p>I - Te sentes incomodado.</p><p>II - Acredita que ele não soube ser leal a quem merecia.</p><p>III- Não liga e busca outra alternativa de programa.</p><p>As opções de respostas 1, 2 e 3 são, respectivamente,</p><p>ca- racterizadas como</p><p>a) pensamento, emoção e reação.</p><p>b) pensamento, reação e emoção.</p><p>c) emoção, pensamento e reação.</p><p>d) emoção, reação e pensamento.</p><p>e) reação, emoção e pensamento.</p><p>124. (FCC/mETRÔ/2009) Observe a seguinte sucessão</p><p>de potências:</p><p>352 = 1 225</p><p>3352 = 112 225</p><p>33352 = 11 122 225</p><p>.</p><p>.</p><p>.</p><p>x2 = Y</p><p>Sabendo que a soma dos algarismos de Y é igual a 124,</p><p>então o total de algarismos que compõem o número X é</p><p>a) 35. d) 40.</p><p>b) 36. e) 43.</p><p>c) 39.</p><p>Segundo esse padrão, a figura que deve substituir o</p><p>ponto de interrogação é</p><p>a)</p><p>gABARITO</p><p>01-C</p><p>07-B</p><p>13-D</p><p>19-B</p><p>25-C</p><p>31-B</p><p>37-C</p><p>43-D</p><p>49-A</p><p>55-D</p><p>61-D</p><p>67-A</p><p>73-C</p><p>79-D</p><p>85-E</p><p>91-A</p><p>97-A</p><p>103-</p><p>D</p><p>109-C</p><p>115-</p><p>A</p><p>121-</p><p>B</p><p>02-A</p><p>08-A</p><p>14-E</p><p>20-C</p><p>26-E</p><p>32-A</p><p>38-E</p><p>44-A</p><p>50-E</p><p>56-C</p><p>62-B</p><p>68-B</p><p>74-C</p><p>80-C</p><p>86-B</p><p>92-E</p><p>98-E</p><p>104-C</p><p>110-</p><p>A</p><p>116-E</p><p>122-</p><p>D</p><p>03-B</p><p>09-D</p><p>15-C</p><p>21-E</p><p>27-D</p><p>33-D</p><p>39-B</p><p>45-E</p><p>51-C</p><p>57-E</p><p>63-D</p><p>69-B</p><p>75-D</p><p>81-A</p><p>87-C</p><p>93-B</p><p>99-E</p><p>105-C</p><p>111-</p><p>A</p><p>117-</p><p>D</p><p>123-C</p><p>04-C</p><p>10-D</p><p>16-C</p><p>22-A</p><p>28-E</p><p>34-A</p><p>40-E</p><p>46-B</p><p>52-A</p><p>58-B</p><p>64-C</p><p>70-A</p><p>76-D</p><p>82-D</p><p>88-B</p><p>94-E</p><p>100-E</p><p>106-</p><p>B</p><p>112-E</p><p>118-C</p><p>124-</p><p>D</p><p>05-A</p><p>11-C</p><p>17-C</p><p>23-E</p><p>29-B</p><p>35-D</p><p>41-A</p><p>47-A</p><p>53-D</p><p>59-C</p><p>65-C</p><p>71-C</p><p>77-E</p><p>83-C</p><p>89-D</p><p>95-D</p><p>101-</p><p>A</p><p>107-</p><p>D</p><p>113-</p><p>B</p><p>119-</p><p>D</p><p>06-C</p><p>12-D</p><p>18-A</p><p>24-A</p><p>30-A</p><p>36-B</p><p>42-C</p><p>48-C</p><p>54-C</p><p>60-C</p><p>66-E</p><p>72-B</p><p>78-E</p><p>84-E</p><p>90-E</p><p>96-B</p><p>102-</p><p>A</p><p>108-</p><p>A</p><p>114-</p><p>B</p><p>120-</p><p>A</p><p>INFORMÁTICA</p><p>Sumário</p><p>1 Introdução</p><p>3 Microsoft Windows XP</p><p>2 Software e Sistemas Operacionais</p><p>4 Internet – A Rede Mundial de Computadores</p><p>.................................................................................................................................................................... 1</p><p>1.2 Informática ........................................................................................................................................................................................ 1</p><p>1.2.1 Computador .............................................................................................................................................................................. 1</p><p>1.2.2 Processos Básicos ..................................................................................................................................................................... 2</p><p>1.2.3 Sistema Computacional ............................................................................................................................................................. 3</p><p>1.2.4 Hardware e Software ................................................................................................................................................................ 3</p><p>1.2.5 Usuário ...................................................................................................................................................................................... 3</p><p>1.2.6 Sistema Binário ......................................................................................................................................................................... 3</p><p>1.3 Arquitetura de um Computador (Sistema Computacional) ................................................................................................................</p><p>4 1.3.1 CPU (microprocessador) ............................................................................................................................................................ 4</p><p>1.4 Memória .............................................................................................................................................................................................</p><p>7 1.4.1 Memória Principal ...................................................................................................................................................................... 7</p><p>1.4.2 Memória Intermediária (Memória Cache) ................................................................................................................................. 9</p><p>1.4.2 Memória Secundária ................................................................................................................................................................ 10</p><p>1.5 Dispositivos de Entrada de Dados ...................................................................................................................................................</p><p>14 1.6 Dispositivos de Saída de Dados</p><p>....................................................................................................................................................... 16 1.6.1 Monitor e Placas de Vídeo</p><p>....................................................................................................................................................... 16 1.6.2 Impressoras</p><p>............................................................................................................................................................................ 19 1.6.3 Speakers</p><p>(Caixas de Som) ...................................................................................................................................................... 20</p><p>1.7 Dispositivos de Entrada e Saída de Dados ......................................................................................................................................</p><p>20 1.7.1 Placa de Som ..........................................................................................................................................................................</p><p>20 1.7.2 Modem ....................................................................................................................................................................................</p><p>20 1.7.3 Placa de Rede .........................................................................................................................................................................</p><p>21 1.7.4 Placas de Rede Sem-Fio ..........................................................................................................................................................</p><p>22 1.7.5 Outros dispositivos de Entrada e Saída de Dados ...................................................................................................................</p><p>22</p><p>1.8 Placa-Mãe (Motherboard) ................................................................................................................................................................</p><p>23 1.8.1 Formatos .................................................................................................................................................................................</p><p>23 1.8.2 Barramento ............................................................................................................................................................................. 24</p><p>1.8.3 Chipset .................................................................................................................................................................................... 27</p><p>1.8.4 Pedido de Interrupção (IRQ) .................................................................................................................................................. 28</p><p>1.8.5 DMA – Direct Memory Access – Acesso Direto à Memória ...................................................................................................... 29</p><p>.......................................................................................................................... 32</p><p>2.1 Software ..........................................................................................................................................................................................</p><p>32 2.1.2 Arquivos ..................................................................................................................................................................................</p><p>34 2.1.3 Arquivo texto e binário ............................................................................................................................................................ 34</p><p>2.3 Sistema Operacional ........................................................................................................................................................................</p><p>34</p><p>.............................................................................................................................................. 37</p><p>3.1 Sistema Operacional Microsoft Windows XP ....................................................................................................................................</p><p>38 3.2 Iniciando</p><p>.......................................................................................................................................................................................... 38</p><p>3.2.1 Área de Trabalho (Desktop) .................................................................................................................................................... 39</p><p>3.2.2 Barra de tarefas e Botão Iniciar .............................................................................................................................................. 39</p><p>3.2.3 Todos os programas ............................................................................................................................................................... 40</p><p>3.2.4 Logon e Logoff ........................................................................................................................................................................ 40</p><p>3.2.5 Desligando o Windows XP .......................................................................................................................................................</p><p>40</p><p>3.3 Acessórios do Windows ...................................................................................................................................................................</p><p>41</p><p>3.4 Janelas .............................................................................................................................................................................................</p><p>41</p><p>3.5 Salvando Arquivos ...........................................................................................................................................................................</p><p>41</p><p>3.6 Meu Computador .............................................................................................................................................................................</p><p>42</p><p>3.7 Windows Explorer ............................................................................................................................................................................</p><p>42</p><p>3.8 Lixeira do Windows..........................................................................................................................................................................</p><p>43</p><p>3.9 Ferramentas do sistema ..................................................................................................................................................................</p><p>44</p><p>3.10 Painel de Controle .........................................................................................................................................................................</p><p>45</p><p>....................................................................................................... 50</p><p>4.1 A Internet no Brasil ......................................................................................................................................................................... 51</p><p>4.2 Principais Serviços Oferecidos pela Internet ....................................................................................................................................</p><p>51</p><p>4.2.1 A World Wide Web (WWW) ................................................................................................................................................... 51</p><p>4.2.2 Transferência de Arquivos ....................................................................................................................................................... 53</p><p>4.2.3 E-mail (Eletronic Mail) – Correio eletrônico ............................................................................................................................ 53</p><p>4.2.4 USENET - Grupos de Discussão ............................................................................................................................................. 54</p><p>4.2.5 Chat – Bate-papo ................................................................................................................................................................... 54</p><p>4.2.6 Serviço de Mensagens Instantâneas ....................................................................................................................................... 55</p><p>4.2.7 Telnet (Terminal emulation – Emulação de terminal) ............................................................................................................ 55</p><p>4.2.7 P2P .......................................................................................................................................................................................... 55</p><p>4.4 INTRANET ........................................................................................................................................................................................</p><p>56</p><p>4.5 Microsoft Internet Explorer 6 ...........................................................................................................................................................</p><p>56</p><p>4.5.1 Barra de Menu Internet Explorer ............................................................................................................................................ 57</p><p>POP-UP ............................................................................................................................................................................................. 57</p><p>4.5.3 Detalhes importantes do Internet Explorer ............................................................................................................................. 58</p><p>4.6 Internet Explorer 7...................................................................................................................................................................... 61</p><p>Atalhos para a Central de favoritos .......................................................................................................................................................</p><p>63 4.7 Microsoft Outlook Express</p><p>............................................................................................................................................................... 64 4.7.1 Barra de Ferramentas</p><p>do Outlook Express ............................................................................................................................. 64 4.7.2 Lendo e-mail’s</p><p>......................................................................................................................................................................... 65 4.7.3 Pastas</p><p>...................................................................................................................................................................................... 65 4.7.4</p><p>Gerenciando Mensagens ......................................................................................................................................................... 65</p><p>9.4 Criando novas pastas de mensagens .............................................................................................................................................</p><p>67</p><p>........................................................................................................................................ 72</p><p>5.1 Propriedades da Segurança da Informação ....................................................................................................................................</p><p>72</p><p>5.2 Mecanismos de Segurança ..............................................................................................................................................................</p><p>72</p><p>5.3 Política de Segurança ......................................................................................................................................................................</p><p>73</p><p>5.4 Senhas .............................................................................................................................................................................................</p><p>74</p><p>5.5 Criptografia ......................................................................................................................................................................................</p><p>74</p><p>5.5.1 Quebrando mensagens cifradas .............................................................................................................................................. 74</p><p>5.5.2 O que é uma chave? ............................................................................................................................................................... 75</p><p>5.5.3 Tipos de Criptografia ............................................................................................................................................................... 75</p><p>5.6 Certificado Digital ............................................................................................................................................................................</p><p>76 5.7 Autoridade Certificadora</p><p>..................................................................................................................................................................</p><p>76 5.8 Cookies</p><p>............................................................................................................................................................................................ 76 5.9</p><p>Códigos maliciosos (malwares) ........................................................................................................................................................ 76</p><p>5.9.1 Cavalo de Tróia ....................................................................................................................................................................... 77</p><p>5.9.2 Vírus ........................................................................................................................................................................................ 77</p><p>5.9.3 Worm (verme) ......................................................................................................................................................................... 78</p><p>5.9.4 Bots e Botnets ......................................................................................................................................................................... 78</p><p>5.9.5 Backdoors ................................................................................................................................................................................ 79</p><p>5.9.6 Spyware .................................................................................................................................................................................. 79</p><p>5.9.7 Keylogger e Screenlogger ....................................................................................................................................................... 80</p><p>5.9.7 Adware (Advertising software) ............................................................................................................................................... 80</p><p>5.8 Hackers ............................................................................................................................................................................................</p><p>80 5.9 SPAM</p><p>............................................................................................................................................................................................... 80 5.9.1</p><p>Phishing ................................................................................................................................................................................... 81</p><p>........................................................................................................................................................... 83</p><p>6.1 Barra de Menu .................................................................................................................................................................................</p><p>83 6.2 Barra de Ferramentas Padrão</p><p>.......................................................................................................................................................... 83 6.3 Barra de Ferramentas</p><p>Formatação .................................................................................................................................................. 85 6.4 Régua</p><p>.............................................................................................................................................................................................. 85 6.5</p><p>Modos de Exibição ........................................................................................................................................................................... 86</p><p>6.6 Menu Arquivo ..................................................................................................................................................................................</p><p>86 6.6 Menu Editar</p><p>..................................................................................................................................................................................... 87 6.7 Menu</p><p>Exibir ...................................................................................................................................................................................... 88 6.8</p><p>Menu Inserir .................................................................................................................................................................................... 89</p><p>6.9 Menu Formatar ................................................................................................................................................................................</p><p>90 6.10 Menu Ferramentas</p><p>......................................................................................................................................................................... 91 6.11 Menu Tabela</p><p>.................................................................................................................................................................................. 92</p><p>........................................................................................................................................................... 98</p><p>7.1 Apresentando o Microsoft Excel ......................................................................................................................................................</p><p>98 7.2 Barra de Títulos</p><p>............................................................................................................................................................................... 99 7.3 Barra de Menu</p><p>................................................................................................................................................................................. 99 7.4 Barra de</p><p>Fórmulas ........................................................................................................................................................................... 99 8.5 Barra</p><p>de Ferramentas Padrão .......................................................................................................................................................... 99</p><p>Detalhes da Barra de Ferramentas Padrão .................................................................................................................................... 100</p><p>7.6 Barra de Ferramentas Formatação ................................................................................................................................................</p><p>101</p><p>7.7 Barra de Status ..............................................................................................................................................................................</p><p>101 7.8 Detalhes de uma Planilha</p><p>.............................................................................................................................................................. 102 7.8.1 Inserir Função</p><p>....................................................................................................................................................................... 102</p><p>7.9 Tipos de Dados de uma Planilha ...................................................................................................................................................</p><p>102 Símbolos Utilizados em uma Planilha</p><p>................................................................................................................................................... 102</p><p>7.10 Inserindo Dados no Excel ............................................................................................................................................................</p><p>103</p><p>7.11 Movimentando a planilha .............................................................................................................................................................</p><p>104 7.12 Selecionando Células</p><p>...................................................................................................................................................................</p><p>104 7.13 Recursos do Excel</p><p>........................................................................................................................................................................ 104 7.14 Menu</p><p>Arquivo............................................................................................................................................................................... 104 7.15</p><p>Menu Editar ................................................................................................................................................................................. 105</p><p>7.16 Menu Exibir ..................................................................................................................................................................................</p><p>106</p><p>7.17 Menu Inserir ................................................................................................................................................................................</p><p>107 7.18 Menu Formatar</p><p>............................................................................................................................................................................ 107 7.19 Menu</p><p>Ferramentas ....................................................................................................................................................................... 108 7.20</p><p>Menu Dados ................................................................................................................................................................................. 109</p><p>7 21 U d Fó l F õ</p><p>7 Microsoft Excel</p><p>6 Microsoft Word</p><p>5 Segurança da Informação</p><p>7.21.8 FUNÇÃO MÉDIA................................................................................................................................................................... 112</p><p>7.21.9 FUNÇÃO DATA .................................................................................................................................................................... 112</p><p>7.21.10 FUNÇÃO CONDIÇÃO SE .................................................................................................................................................... 112</p><p>7.21.11 FUNÇÕES E e OU ............................................................................................................................................................ 112</p><p>7.21.12 FUNÇÃO SOMASE .......................................................................................................................................................... 113</p><p>7.21.13 Funções Básicas do Excel ................................................................................................................................................ 113</p><p>7.22 Referências .................................................................................................................................................................................. 114</p><p>Referência Relativa ......................................................................................................................................................................... 114</p><p>Referência Mista ............................................................................................................................................................................. 114</p><p>Referência Mista ............................................................................................................................................................................. 114</p><p>Referência Absoluta ........................................................................................................................................................................ 114</p><p>7.23 Mensagens de erros .................................................................................................................................................................... 114</p><p>7.24 Criando Gráfico ........................................................................................................................................................................... 114</p><p>8.1 O que é o BrOffice.org? ................................................................................................................................................................ 117</p><p>8.2 Microsoft Office ............................................................................................................................................................................. 117</p><p>8.3 BrOffice.org ................................................................................................................................................................................... 117</p><p>8.4 BrOffice Writer x Microsoft Word - Teclas de Atalho da Barra de Menu ....................................................................................... 117</p><p>8.5 Teclas de Função .......................................................................................................................................................................... 119</p><p>8.6 Diferenças na Barra de Menu ....................................................................................................................................................... 120</p><p>8.6.1 Menu Arquivo ........................................................................................................................................................................ 120</p><p>8.6.2 Menu Editar ........................................................................................................................................................................... 120</p><p>8.6.3 Menu Exibir ........................................................................................................................................................................... 121</p><p>8.6.4 Menu Inserir .......................................................................................................................................................................... 121</p><p>8.6.5 Menu Formatar ..........................................................................................................................................</p><p>8.6.6 Menu Ferramentas ................................................................................................................................................................ 121</p><p>8.6.7 Menu Tabela ......................................................................................................................................................................... 121</p><p>8.6.8 Menu Janela ......................................................................................................................................................................... 122</p><p>8.6.9 Menu Ajuda ........................................................................................................................................................................... 122</p><p>8.7 Diferenças Durante a Edição do Texto ......................................................................................................................................... 122</p><p>8.7.1 Seleção como Mouse ........................................................................................................................................................... 122</p><p>8.7.2 Seleção Estendida ................................................................................................................................................................ 122</p><p>8.7.3 Movimentação do Cursor e Seleção de Texto com o Teclado ............................................................................................. 123</p><p>8.8 BrOffice.org Calc x Microsoft Excel ...............................................................................................................................................</p><p>123</p><p>8.8.1 Fórmulas ............................................................................................................................................................................... 123</p><p>8.8.2 Alça de Preenchimento .............................................................................................................................................................. 123</p><p>8.3 Referências de Células ................................................................................................................................................................. 125</p><p>8.4 Funções ......................................................................................................................................................................................... 125</p><p>................................................................................................................................................................... 126</p><p>8 Microsoft Office x BrOffice.org ................................................................................................................................. 117</p><p>Bibliografia</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 1</p><p>1 Introdução</p><p>O computador é basicamente um dispositivo eletrônico,</p><p>automático, que lê dados, efetua cálculos e fornece</p><p>resultados. Ou seja, uma máquina que recebe dados,</p><p>compara valores, armazena e move dados; portanto</p><p>trabalha com dados e estes bem colocados tornam-se</p><p>uma informação.</p><p>Os computadores são classificados quanto ao seu poder</p><p>de processamento, tamanho e funcionalidade. Observe</p><p>abaixo os principais tipos:</p><p>Grande Porte</p><p>Mainframes: computador</p><p>de grande porte, dedicado</p><p>normalmente ao</p><p>processamento de um</p><p>volume grande de</p><p>informações. Os</p><p>mainframes são capazes</p><p>de oferecer serviços de</p><p>processamento a milhares</p><p>de usuários através de</p><p>milhares de terminais</p><p>conectados diretamente ou</p><p>através de uma rede.</p><p>Computadores Pessoais</p><p>Microcomputadores (IBM-PC): O PCs foram os</p><p>responsáveis pelo sucesso da informática entre as</p><p>pessoas e empresas atualmente. Cada vez mais</p><p>barato e acessível, realiza as principais tarefas</p><p>rotineiras e as mais avançadas. São os</p><p>“computadores de mesa” (Desktops).</p><p>Notebook: Computador portátil, leve, designado</p><p>para poder ser transportado e utilizado em</p><p>Informática é a ciência que estuda os dados e sua</p><p>transformação em informação, buscando formas de</p><p>melhorar cada vez mais tal processo. Também se</p><p>preocupa com a segurança e a precisão dessas</p><p>informações. Curiosamente, a palavra informática vem</p><p>do francês information automatique, - informação</p><p>automática.</p><p>Figura 1 - Notebook.</p><p>PDA (Assistente Pessoal Digital): é um</p><p>computador de dimensões reduzidas, dotado de</p><p>grande capacidade computacional, com</p><p>possibilidade de interconexão com um computador</p><p>pessoal e uma rede sem fios – WIFI (IEEE 802.11)</p><p>- para acesso a Internet.</p><p>Os PDAs de hoje possuem</p><p>grande quantidade de</p><p>memória e diversos</p><p>softwares para várias áreas</p><p>de interesse. Os modelos</p><p>mais sofisticados possuem</p><p>modem (para acesso à</p><p>internet), câmera digital</p><p>acoplada (para fotos e</p><p>filmagens), tela colorida,</p><p>rede sem fio embutida. Os</p><p>PDAs estão se aproximando</p><p>cada vez mais rapidamente</p><p>dos computadores de</p><p>mesa.</p><p>Inicialmente serão apresentados alguns conceitos importantes e bastante úteis para uma</p><p>boa compreensão do texto. O aluno deve saber que o mundo da informática é muito</p><p>amplo, tem a sua própria linguagem, assim como a área jurídica, a área financeira, etc.</p><p>Iremos apresentar exemplos simples possibilitando um fácil entendimento da matéria e</p><p>tornar a leitura do texto o mais agradável possível. Além disso, o leitor encontrará no final</p><p>de cada capítulo uma série de questões de concursos públicos, possibilitando uma forma</p><p>prática de fixação da disciplina de Informática e ao mesmo tempo oferecer um pouco de</p><p>contato de como as bancas examinatórias (CESPE, ESAF, FCC, AOCP, CESGRANRIO, etc...)</p><p>que formulam as questões.</p><p>diferentes ambientes</p><p>1.2 Informática com facilidade. Geralmente um laptop é equipado</p><p>com tela de LCD (cristal líquido), teclado, mouse</p><p>(geralmente um touchpad), unidade de disco</p><p>rígido, portas para conectividade via rede local ou</p><p>fax/modem, gravadores de CD/DVD, portas USB</p><p>para conexão de dispositivos periféricos.</p><p>1.2.1 Computador</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 2</p><p>1.2.2 Processos Básicos</p><p>Um computador se difere das demais máquinas de cálculo devido às seguintes características:</p><p>Alta velocidade na execução de suas operações;</p><p>Grande capacidade de armazenar informações (memória);</p><p>Capacidade de executar longa seqüência alternativa de operações (programa).</p><p>Todos os componentes de um computador são agrupados em três subsistemas básicos: unidade central de</p><p>processamento, memória principal e dispositivos de entrada e saída de dados. Estes subsistemas também chamados de</p><p>unidades funcionais, estão presentes em todo computador digital, apesar de suas implementações variarem nas</p><p>diferentes arquiteturas existentes.</p><p>As principais características destes subsistemas são:</p><p>Entrada de dados: ler os dados iniciais ou constantes inseridos pelos usuários.</p><p>Processamento: efetua os cálculos lógicos e aritméticos (processamento).</p><p>Saída de dados: apresenta os resultados processados.</p><p>A arquitetura de um computador pode ser representada pelo diagrama de blocos abaixo:</p><p>Figura 2- Diagrama básico do funcionamento de um computador.</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 3</p><p>1.2.5 Usuário</p><p>1.2.6 Sistema Binário</p><p>1.2.4 Hardware e Software</p><p>1.2.3 Sistema Computacional</p><p>O Sistema Computacional ou Sistema de Processamento</p><p>de Dados é composto por três partes: Hardware –</p><p>conjunto de dispositivos eletrônicos, Software – os</p><p>programas e os usuários.</p><p>Indivíduos que realizam tarefas necessárias para o</p><p>funcionamento dos outros componentes do Sistema</p><p>Computacional, como inserir dados e instruções.</p><p>O sistema binário é um sistema de numeração</p><p>posicional em que todas as quantidades se representam</p><p>O Hardware é a parte física do computador, ou seja, é</p><p>o conjunto de componentes eletrônicos, circuitos</p><p>integrados e placas, que se comunicam através de</p><p>barramentos. Já o software é a parte lógica, ou seja, o</p><p>conjunto de instruções e dados que é processado</p><p>pelos circuitos eletrônicos do hardware. Toda</p><p>interação dos usuários de computadores modernos é</p><p>realizada através do software, que é a camada,</p><p>colocada sobre o hardware, que transforma o</p><p>computador em algo útil para o ser humano.</p><p>O termo "hardware" não se refere apenas aos</p><p>computadores pessoais, mas também aos</p><p>equipamentos embarcados em produtos que</p><p>necessitam de processamento computacional, como os</p><p>dispositivos encontrados em equipamentos</p><p>hospitalares, automóveis, aparelhos celulares, dentre</p><p>outros.</p><p>Na ciência da computação a disciplina que trata das</p><p>soluções de projeto de hardware é conhecida como</p><p>arquitetura de computadores.</p><p>utilizando como base o número dois, com o que se</p><p>dispõe das cifras: zero e um.</p><p>Os computadores digitais trabalham internamente com</p><p>dois níveis de tensão, pelo que o seu sistema de</p><p>numeração natural é o sistema binário (aceso,</p><p>apagado). Com efeito, num sistema simples como este</p><p>é possível simplificar o cálculo, com o auxílio da lógica</p><p>booleana. Em computação, chama-se um dígito binário</p><p>(0 ou 1) de bit, que vem do inglês Binary Digit.</p><p>Tabela 1 - Relação de bits e bytes.</p><p>Um conjunto de oito bits forma um byte, e um conjunto</p><p>de 1024 bytes forma um Kilo byte (ou Kbyte). O número</p><p>1024 foi escolhido, pois é a potência de dois mais</p><p>próximos de 1000. Um conjunto de 1024 Kbytes forma</p><p>um Megabyte (1048576 bytes) e um conjunto de 1024</p><p>Megabytes forma um Gigabyte (1073741824 bytes). Os</p><p>próximos múltiplos são o Terabyte (1024 Gibabytes) e o</p><p>Petabyte (1024 Terabytes).</p><p>Também usamos os termos Kilobit, Megabit e Gigabit,</p><p>para representar conjuntos de 1024 bits. Como um</p><p>byte corresponde a oito bits, um Megabyte corresponde</p><p>a oito Megabits e assim por diante.</p><p>Quando usamos abreviações existem diferenças em</p><p>suas representações. Quando estamos falando de</p><p>Kbytes ou Megabytes, abreviamos respectivamente</p><p>como KB e MB, sempre com o “B” maiúsculo. Quando</p><p>nos referimos a Kilobits ou Megabits abreviamos da</p><p>mesma forma, porém usando o “b” minúsculo, “Kb”,</p><p>“Mb” e assim por diante.</p><p>Parece irrelevante, mas esta é uma fonte de muitas</p><p>confusões. Sempre que nos referimos à velocidade de</p><p>uma rede de computadores, por exemplo, não a</p><p>medimos em bytes por segundo, e sim em bits por</p><p>segundo: 10 megabits, 100 megabits e assim por</p><p>diante. Escrever “100 MB” neste caso daria a entender</p><p>que a rede transmite a 100 megabytes, que</p><p>correspondem a 800 megabits.</p><p>Figura 3 - Sistema Computacional.</p><p>Múltiplo</p><p>Quilo Byte</p><p>Megabyte</p><p>Gigabyte</p><p>Terabyte</p><p>Peta Byte</p><p>Símbolo</p><p>KB</p><p>MB</p><p>GB</p><p>TB</p><p>PB</p><p>Equivalência</p><p>1.024 Bytes</p><p>1.048.578 Bytes</p><p>1.073.741.824 Bytes</p><p>1.099.511.627.776 Bytes</p><p>1.125.889.906.842.624 Bytes</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 4</p><p>1.3 Arquitetura de um Computador</p><p>(Sistema Computacional)</p><p>Figura 4 - Um sistema de computação moderno.</p><p>Um sistema de computação de uso geral moderno</p><p>consiste em uma CPU e uma série de controladoras de</p><p>dispositivos que são conectados através de um</p><p>barramento comum que fornece acesso a memória</p><p>compartilhada. Cada controladora de dispositivo está</p><p>encarregada de um tipo específico de dispositivo (por</p><p>exemplo, unidades de disco, dispositivos de áudio e</p><p>monitores de vídeo). A CPU e as controladoras de</p><p>dispositivos (chip set) podem executar de modo</p><p>concorrente, competindo pelos ciclos de memória.</p><p>A CPU (Central Processing Unit, ou Unidade Central de</p><p>Processamento) é a parte de um computador que</p><p>interpreta e leva as instruções contidas no software.</p><p>Na maioria das CPU's, essa tarefa é dividida entre uma</p><p>unidade de controle que dirige o fluxo dos programas</p><p>e uma ou mais unidades de execução que processam</p><p>os dados em informações.</p><p>Quase sempre, uma coleção de registros é incluída para</p><p>manter os operadores e intermediar os resultados.</p><p>Quando cada parte de uma CPU está fisicamente em</p><p>um único circuito integrado ela é chamado de</p><p>microprocessador.</p><p>O termo CPU é freqüentemente usado de forma pouco</p><p>precisa para incluir outras partes importantes de um</p><p>computador, tais como caches e controladores de</p><p>entrada/saída, especialmente quando aquelas funções</p><p>estão no mês mo chip microprocessador da CPU.</p><p>A unidade lógica e aritmética serve para efetuar</p><p>operações de soma, subtração, multiplicação, etc.</p><p>Possui também a capacidade lógica que permite testar</p><p>várias condições de processamento.</p><p>Os fabricantes de</p><p>computadores pessoais</p><p>com freqüência</p><p>equivocadamente</p><p>descrevem como CPU o</p><p>computador pessoal inteiro,</p><p>chamando-o de a unidade</p><p>de sistema ou algumas</p><p>vezes a caixa branca,</p><p>incluindo o gabinete do</p><p>computador e os componentes sólidos (termo genérico</p><p>"hardware" em inglês) que ele contém. Corretamente, a</p><p>CPU, como unidade funcional, é aquela parte do</p><p>computador que realmente executa as instruções.</p><p>A CPU tem duas funções principais:</p><p>Controlar e supervisionar todo o sistema de</p><p>processamento – UC (Unidade de Controle);</p><p>Efetuar, com os dados, operações lógicas e</p><p>aritméticas – ULA (unidade Lógica e Aritmética).</p><p>A unidade de controle (UC) gerencia todo o sistema.</p><p>Nela são executados os comandos que envolvem o</p><p>controle das unidades de entrada e a transferência dos</p><p>dados para a memória, desta transferindo os dados</p><p>computados para as unidades de saída (busca a próxima</p><p>instrução, decodifica e executa a instrução).</p><p>CPU Controlador de</p><p>D i sco</p><p>M em óri a</p><p>Controlador de</p><p>I m pr esso ra</p><p>Controlador de Memória</p><p>Controlador de</p><p>unidade de fita</p><p>1.3.1 CPU (microprocessador)</p><p>ENTRADA DE</p><p>DADO S</p><p>REG ISTRADO R</p><p>UNIDADE DE CONTROLE</p><p>UNIDADE LÓGICA E ARITMÉTICA</p><p>MEMÓRIA</p><p>SAÍDA DE DADOS</p><p>Figura 5 - Esquema de um processador.</p><p>Unidade de Controle - UC</p><p>Unidade Lógica e Aritmética – ULA</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 5</p><p>Fabricantes de CPU</p><p>Velocidade da CPU – Clock</p><p>Processadores de Múltiplos Núcleos</p><p>Processadores que apresentam mais de um núcleo</p><p>trabalham como se fossem vários processadores</p><p>diferentes. Os processadores com múltiplos núcleos</p><p>permitem a divisão de tarefas, o que significa que os</p><p>núcleos não precisam de uma grande velocidade para</p><p>aumentar a eficiência do computado. A tecnologia Dual</p><p>Core, por exemplo, possuem dois núcleos, ou seja, são</p><p>dois processadores reais. Sendo assim existem duas</p><p>unidades de execução que possibilitam em média, um</p><p>ganho de 40% em relação aos processadores de um</p><p>único núcleo. São exemplos de processadores Dual:</p><p>Intel Core 2 Duo, Athlon 64 X2.</p><p>Atualmente a Intel comercializa processadores com</p><p>quatro núcleos de execução. Podemos citar o</p><p>processador Intel Core 2 Quad e o Core i7.</p><p>O clock é um dispositivo, localizado na placa-mãe, que</p><p>gera pulsos elétricos síncronos em um determinado</p><p>intervalo de tempo (sinal de clock). A quantidade de</p><p>vezes que este pulso se repete em um segundo define</p><p>a freqüência de clock. O sinal de clock é utilizado pela</p><p>unidade de controle para a execução das instruções.</p><p>A freqüência do clock de um processador é medida em</p><p>Hertz (Hz), que significa o número de pulsos elétricos</p><p>Atualmente existem dois grandes fabricantes de CPU</p><p>que brigam pelo mercado de microprocessadores. São</p><p>as empresas Intel e AMD.</p><p>AMD (Advanced Micro Devices): fabricante dos</p><p>processadores Sempron, Athlon 64, Phenon X3,</p><p>Phenon X4, etc.;</p><p>Intel (Integrated Electronics): fabricante dos</p><p>processadores Celeron, Pentium 4, Core 2 Duo,</p><p>Core 2 Quad, Core i7 e Centrino Duo.</p><p>O Overclock é uma técnica que permite aumentar a</p><p>freqüência do processador fazendo com que ele</p><p>funcione mais rapidamente. Através dele, podemos fazer</p><p>com que um processador Core 2 Duo de 2 GHz trabalhe</p><p>a 2.4 GHz</p><p>Esse processo consegue, com segurança, aumentos até</p><p>30% na freqüência original de fábrica.</p><p>Cooler</p><p>Com os processadores atingindo clocks cada vez</p><p>maiores, é cada vez mais importante nos preocuparmos</p><p>com a sua correta refrigeração, já que quanto maior o</p><p>clock do processador, mais ele esquenta.</p><p>O calor que o processador gera em sua operação deve</p><p>ser dissipado, para que o processador não se queime. E</p><p>isso realmente pode ocorrer caso um processador seja</p><p>instalado sem dissipador de calor, já que seus</p><p>minúsculos circuitos literalmente derretem quando o</p><p>processador se aquece além de seu limite.</p><p>gerados em um segundo de tempo. A freqüência</p><p>também pode ser utilizada como unidade de</p><p>desempenho entre diferentes processadores, pois</p><p>quanto maior a freqüência, mais instruções podem ser</p><p>executadas pela CPU em um mesmo intervalo de tempo.</p><p>O Megahertz significa milhões de instruções por</p><p>segundo e o Gigahertz equivale a 1000 MHz ou um</p><p>bilhão de instruções por segundo. Realizar mais</p><p>instruções por segundo é uma das indicações que pode</p><p>determinar se um computador é mais rápido que outro.</p><p>Mas cuidado, a memória, a arquitetura do processador,</p><p>os barramentos de comunicação e outras tecnologias</p><p>também interferem na velocidade final de um</p><p>computador.</p><p>Overclocking</p><p>Quando um processador é comprado, ele vem de</p><p>fábrica com sua freqüência já definida. Contudo, é</p><p>possível alterar o clock de um processador através de</p><p>um processo técnico chamado OVERCLOCKING.</p><p>Figura 6 – Processador com quatro unidades de</p><p>execução.</p><p>Figura 7 - Sistema de refrigeração para</p><p>Overclocking.</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 6</p><p>Microprocessador Bits internos Bits Externos</p><p>8088 16 8</p><p>8086 16 16</p><p>80286 16 16</p><p>80386SX 32 16</p><p>80386DX 32 32</p><p>80486 32 32</p><p>Pentium 32 64</p><p>Pentium IV 32 64</p><p>Core 2 Duo 64 64</p><p>Athlon 64 64 64</p><p>Core i7 64 64</p><p>Phenon 2 X4 64 64</p><p>Uma nova geração de CPUs de 64 bits está tomando</p><p>conta do mercado. Mais qual é a diferença entre estes</p><p>novos</p><p>processadores e o Pentium IV? O barramento</p><p>externo do Pentium IV trabalha a 64 bits. Internamente</p><p>o seu funcionamento é de 32 bits. Estes valores estão</p><p>Figura 8 - Cooler.</p><p>O conjunto de dissipação térmica do processador é</p><p>chamado cooler. O cooler é formado por dois</p><p>dispositivos: um dissipador de calor, que é um pedaço</p><p>de alumínio recortado, e uma ventoinha, que é um</p><p>pequeno ventilador colocado sobre o dissipador de</p><p>calor.</p><p>Bits Internos e Externos</p><p>Os atuais microprocessadores disponíveis no mercado</p><p>manipulam quantidades diferentes de bits internos</p><p>(“dentro” do processador) e externo (usado para o</p><p>processador se comunicar com a memória RAM).</p><p>Os processadores CISC (Complex Instruction Set</p><p>Computers – Computador de conjunto Complexo de</p><p>Instruções) já possuem instruções complexas que são</p><p>interpretadas por micro programas. O número de</p><p>registradores é pequeno e qualquer instrução pode</p><p>referenciar a memória principal. São exemplos de</p><p>processadores CISC o VAX (DEC), 80x86 e o Pentium</p><p>(Intel), e o 68xxx (Motorola). São processadores mais</p><p>lentos que os RISC.</p><p>Os registradores são dispositivos de alta velocidade,</p><p>localizados fisicamente na CPU, para armazenamento</p><p>temporário de dados. O número de registradores varia</p><p>em função de arquitetura de cada processador (bits</p><p>internos). Alguns registradores são de uso específico e</p><p>têm propósitos especiais, enquanto outros são ditos de</p><p>uso geral. O processador Pentium IV, por exemplo,</p><p>possui 32 registradores, ou seja, manipula palavras de</p><p>32 bits.</p><p>relacionados com a quantidade de cálculos que o</p><p>processador consegue executar (no caso bit interno ou</p><p>barramento interno). Um processador de 32 bits, por</p><p>exemplo, consegue lidar com até 4.294.967.296 (232</p><p>bytes= 4.294.967.296 bytes).</p><p>Um processador com arquitetura RISC (Reduced</p><p>Instruction Set Computer – Computador de conjunto</p><p>Reduzido de Instruções) se caracteriza por possuir</p><p>poucas instruções de máquina, em geral bastante</p><p>simples, que são executadas diretamente pelo</p><p>hardware. Na sua maioria, estas instruções não acessam</p><p>a memória principal, trabalhando principalmente com</p><p>registradores que, neste tipo de processador, se</p><p>apresentam em grande número. Como exemplo de</p><p>processadores RISC pode citar: o Sparc (SUN), RS-6000</p><p>(IBM), PA-RISC (HP), Alpha (DEC). Tabela 2 - Relação de microprocessadores com bits</p><p>internos e externos.</p><p>Figura 9 - Arquitetura CISC.</p><p>Registradores</p><p>Arquitetura RISC, CISC e CRISC</p><p>Memória</p><p>Principal</p><p>1</p><p>ULA</p><p>Registradores</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>2 3 4</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 7</p><p>O barramento local é dividido em três sub-</p><p>barramentos:</p><p>Barramento de Dados: Serve para enviar e</p><p>receber dados entre processador, memória e</p><p>periféricos.</p><p>Barramento de Endereços: Serve para</p><p>identificar qual interface quer transmitir ou receber</p><p>dados e determina que posição de memória dados</p><p>deva ser escritos/lidos (endereçamento de</p><p>memória).</p><p>Barramento de Controle: Serve para controlar o</p><p>tráfego de dados no barramento de dados.</p><p>Já os processadores RCISC (Complex and Reduced</p><p>Instructions Set Computers – Computador de Conjunto</p><p>Complexo e Reduzido de Instruções utilizam um núcleo</p><p>RISC transformando instruções CISC em RISC, através</p><p>de técnicas de execução dinâmica. Os Processadores</p><p>Pentium Pro, Pentium II, III e IV são exemplos desta</p><p>arquitetura.</p><p>Barramentos</p><p>Para que haja comunicação entre processador,</p><p>memória, dispositivos de entrada e saída, é usado o</p><p>barramento local, localizado na placa-mãe, por isso ela</p><p>é a base principal, é o “alicerce” do PC, pois ela é quem</p><p>permite a comunicação entre todos esses dispositivos</p><p>mencionados, incluindo também as placas de expansão,</p><p>discos, unidades leitoras ópticas, etc.</p><p>Memória é um dispositivo capaz de armazenar</p><p>informações de forma codificada. Existem três</p><p>tecnologias de memória utilizadas para armazenamento</p><p>de dado:</p><p>Memórias Semicondutoras: são aquelas em</p><p>que as informações são armazenadas em chips</p><p>através, normalmente, da existência de corrente</p><p>elétrica. Ex.: memória RAM, ROM, EPROM,</p><p>memória Cache, memória Flash, entre outras.</p><p>Memórias Magnéticas: são utilizadas para</p><p>armazenar dados em sua superfície magnetizável.</p><p>As memórias são classificadas em três tipos: memória</p><p>principal, secundária e intermediária.</p><p>A memória principal, também conhecida como memória</p><p>primária ou real, é o local onde os dados são</p><p>inicialmente guardados, esperando o momento de</p><p>sofrerem um processamento e cujos resultados serão</p><p>também armazenados. São controladas diretamente</p><p>pela CPU.</p><p>A memória principal armazena os dados procedentes de</p><p>uma unidade de entrada, os envia dados juntamente</p><p>com instruções à Unidade Central de Processamentos</p><p>(CPU), e em seguida recebe dados processados sob</p><p>forma de resultados e os direciona a uma unidade de</p><p>saída.</p><p>As informações são, na verdade, pulsos</p><p>magnéticos de pequenos ímãs existentes na</p><p>memória. Ex.: disquete, fitas K7,discos rígidos.</p><p>Memórias Ópticas: são as memórias que</p><p>guardam os dados na forma de materiais capazes</p><p>de refletir a luz. Todos os discos que usam laser</p><p>para a leitura de dados são memórias ópticas. Ex.:</p><p>CD, DVD, Blue Ray.</p><p>Memórias Permanente e Volátil</p><p>As memórias podem ser permanentes (os dados não se</p><p>apagam quando há ausência de energia elétrica) ou</p><p>volátil (cortando a energia elétrica, os dados serão</p><p>apagados). Na figura abaixo temos alguns exemplos.</p><p>Não se esqueça que dispositivos como disco rígido,</p><p>CDs, entre outros, também são um tipo de memória</p><p>permanente.</p><p>Figura 10 - Barramento Local. Figura 11 - Memórias permanente e volátil.</p><p>1.4 Memória</p><p>1.4.1 Memória Principal</p><p>Firmware é a união de software</p><p>(lógica) com hardware (meio</p><p>concreto). O BIOS e o setup são</p><p>programas gravados em uma</p><p>memória ROM, sendo dessa forma</p><p>firmwares.</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 8</p><p>Atualmente existem dois tipos de memória principal:</p><p>RAM e ROM. Ambas, são dispositivos na forma de</p><p>chips de silício.</p><p>As SRAM são geralmente utilizadas em memórias cache</p><p>L2. Esse tipo de memória serve para acelerar o</p><p>desempenho do processador, e atualmente a L2 está</p><p>embutida no próprio processador. São construídas com</p><p>circuitos bi-estáveis denominados Flip-Flop. Esse tipo de</p><p>RAM não necessita de regravações periódicas para</p><p>manter os dados gravados, operação conhecida como</p><p>refresh. Possui um desempenho muito superior</p><p>quando</p><p>A memória RAM composta por unidades de acesso</p><p>chamadas células, sendo cada célula composta por um</p><p>determinado número de bits (binary digit). O bit é a</p><p>unidade básica de memória, podendo assumir o valor 0</p><p>ou 1. Atualmente, a grande maioria dos computadores</p><p>utiliza o byte (8 bits) como tamanho de célula. Podemos</p><p>concluir, então, que a memória é formada por um</p><p>conjunto de células, onde cada célula possui um</p><p>determinado número de bits.</p><p>O acesso ao conteúdo de uma célula é realizado</p><p>através de especificações de um número chamado</p><p>endereço. O endereço é uma referência única, que</p><p>podemos fazer a uma célula de memória. Quando um</p><p>programa deseja ler ou escrever um dado em uma</p><p>célula, deve primeiro especificar qual endereço de</p><p>memória desejado, para depois realizar a operação.</p><p>Tipos de Memória RAM</p><p>No sentido eletrônico podemos ter vários tipos de</p><p>memória RAM: SRAM e DRAM. A DRAM é dividida em</p><p>subcategorias e atualmente as mais comuns são:</p><p>SDRAM DDR, SDRAM DDR2 e SDRAM DDR3.</p><p>Há vários tipos de chips ROM, onde alguns têm o seu</p><p>conteúdo gravado durante o processo de fabricação;</p><p>outros, através de luz ultravioleta, e há aqueles onde</p><p>os dados são gravados eletricamente.</p><p>PROM (ROM Programável)</p><p>Memória vendida vazia (virgem). Pode ser gravada uma</p><p>vez por equipamentos gravadores especiais (chamados</p><p>de gravadores de PROM).</p><p>EPROM (ROM apagável e programável)</p><p>É fabricada vazia e pode ser gravada e apagada por</p><p>meio de luz ultravioleta.</p><p>comparada as memórias DRAM, porém, são muito caras.</p><p>DRAM – RAM Dinâmica</p><p>São memórias mais baratas que as SRAM, por isso são</p><p>largamente utilizadas nos PCs. As memórias DRAM são</p><p>inventou)</p><p>(agente: o professor lecionou)</p><p>Complementos nominais:</p><p>O amor ao pai também é especial.</p><p>A invenção da internet mudou o mundo.</p><p>(paciente: o pai é amado)</p><p>(paciente: a internet foi inventada)</p><p>A leitura da bíblia é instigante. (paciente: a bíblia é lida)</p><p>17 | Página</p><p>O adjunto adverbial é o termo que denota a circunstância do fato expresso pelo verbo</p><p>ou intensifica o sentido de um VERBO, ADJETIVO OU ADVÉRBIO.</p><p>Morfologicamente, o adjunto adverbial é representado por ADVÉRBIO OU LOCUÇÃO</p><p>ADVERBIAL:</p><p>Ele escolhia calmamente os presentes.</p><p>L advérbio</p><p>Ele escolhia com calma os presentes,</p><p>L locução adverbial</p><p>Adjunto adverbiais mais cobrados em provas.</p><p>Tempo (quando?) — agora, depois, sempre, hoje, ontem, nunca, jamais, à noite, às</p><p>vezes etc.</p><p>Exemplo: Amanhã sairei somente à noite.</p><p>Modo (como?) — assim, depressa, devagar, com calma, às pressas etc.</p><p>Exemplo: O diretor tomou posse sem formalidades.</p><p>Causa (por quê? em virtude de quê? em razão de quê?):</p><p>Exemplo: O jovem poeta morreu de tuberculose.</p><p>Meio:</p><p>Exemplo: Viajaremos de avião.</p><p>Fim, finalidade:</p><p>Eles não estavam preparados para o jogo.</p><p>Concessão:</p><p>Apesar de pobre, ele não é miserável.</p><p>18 | Página</p><p>APOSTO</p><p>O aposto é o termo que repete a função sintática de outro termo fundamental da</p><p>oração. Se retirarmos o termo fundamental ao qual o aposto se refere, este passará a</p><p>exercer a função do termo retirado. Observe:</p><p>"Maria, a esposa do infeliz , abriu finalmente a porta." (Fernando Sabino)</p><p>L sujeito L aposto</p><p>A esposa do infeliz abriu finalmente a porta.</p><p>L sujeito</p><p>Aposto explicativo — traduz ou amplia o significado do termo fundamental.</p><p>Aparece entre VÍRGULAS, TRAVESSÕES OU PARÊNTESES:</p><p>Carlos Drummond de Andrade, o maior poeta brasileiro, nasceu em Itabira.</p><p>Aposto especificativo — liga-se, SEM VÍRGULA, a um substantivo de sentido genérico</p><p>para indicar a espécie a que pertence:</p><p>O poeta Vinícius de Moraes gravou belas canções.</p><p>VOCATIVO</p><p>O vocativo é uma forma linguística independente da estrutura sintática da frase, isto é,</p><p>não pertence nem ao sujeito nem ao predicado. É usado para chamar ou interpelar</p><p>alguém ou algo personificado, podendo aparecer antecedido de interjeição de apelo: ó,</p><p>ô, olá etc.</p><p>"Você é um bicho, Fabiano." (Graciliano Ramos)</p><p>"Por que de mim te vais, ó filho caro?" (Camilo Castelo Branco)</p><p>"Ó máquina, orai por nós!" (Cassiano Ricardo)</p><p>“Ó vida futura! nós te criaremos." (Carlos Drummond de Andrade)</p><p>ESTRUTURAS DO PERÍODO COMPOSTO DUAS OS MAIS ORAÇÕES (VERBOS)</p><p>19 | Página</p><p>Coordenação – orações sintaticamente independentes, isto é, não exercem função</p><p>sintática em relação a verbos, nomes ou pronomes de outra oração.</p><p>“Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.” (Fernando Pessoa)</p><p>Subordinação – orações são sintaticamente dependentes, ou seja, uma exerce função</p><p>sintática em relação a um verbo, nome ou pronome de uma outra oração.</p><p>[O compositor me disse] [QUE eu cantasse distraidamente essa canção] (Gilberto Gil)</p><p>L 1ª oração L 2ª oração</p><p>Aqui, uma oração depende sintaticamente da outra.</p><p>Ainda é possível em um mesmo período termos ambos os casos: coordenação e</p><p>subordinação.</p><p>["A recordação de uns simples olhos basta] [para fixar outros]</p><p>L 1ª oração L 2ª oração</p><p>[que os recordem] [e se deleitem com a imaginação deles."] (Machado de Assis)</p><p>L 3ª oração L 4ª oração</p><p>A 2ª oração se subordina ao verbo bastar, que é a principal. 3ª e a 4ª são coordenadas</p><p>entre si, mas são dependentes do pronome OUTROS da 2ª oração.</p><p>Para separar as orações de um período composto, temos de prestar atenção a dois</p><p>elementos fundamentais: os verbos (ou locuções verbais) e os conectivos (conjunções</p><p>ou pronomes relativos geralmente o QUE).</p><p>Período composto por coordenação.</p><p>Podem ser separadas por vírgulas, ponto final ou ponto e vírgula (são ASSINDÉTICAS)</p><p>Podem ser ligadas por conjunção coordenativas. Nesse caso, são SINDÉTICAS.</p><p>["Subi devagarinho,] [colei o ouvido à porta da saia de Damasceno,]</p><p>1ª oração 2ª oração</p><p>20 | Página</p><p>L L L 1ª oração 2ª oração 3ª oração</p><p>[MAS nada mais ouvi."] (Machado de Assis)</p><p>3ª oração</p><p>Entre a primeira e a segunda – assindética, usou VÍRGULA para separar.</p><p>A terceira coordena-se à segunda por meio da conjunção coordenativa MAS, havendo,</p><p>portanto, uma coordenação sindética.</p><p>CONECTIVOS COORDENATIVOS</p><p>Qual a ideia introduzida?</p><p>ADIÇÃO</p><p>ALTERNATIVA</p><p>e; não só..., mas também; nem; bem como</p><p>ou...ou; ora...ora; quer...quer; seja...seja</p><p>ADVERSATIVA mas; contudo; todavia; entretanto; não obstante; ainda sim</p><p>EXPLICATIVA</p><p>CONCLUSIVA</p><p>pois (antes do verbo); porquanto; ou seja, na verdade</p><p>logo; pois (depois do verbo); portanto; assim; na verdade</p><p>CONECTIVOS SUBORDINATIVOS</p><p>Qual a ideia introduzida?</p><p>CONCESSÃO</p><p>CONFORMIDADE</p><p>CAUSA</p><p>CONSEQUÊNCIA</p><p>CONDIÇÃO</p><p>COMPARAÇÃO</p><p>FINALIDADE</p><p>TEMPO</p><p>PROPORCIONALIDADE</p><p>Embora, conquando, apesar de</p><p>conforme, segundo, como, consoante</p><p>porque, uma vez que, sendo que, visto que, porquanto</p><p>de forma que, de modo que</p><p>se, caso, contanto que, a menos que</p><p>como, tal qual, assim como</p><p>a fim de que, para</p><p>quando, enquanto, sempre, nunca</p><p>à medida que, à proporção que</p><p>Orações subordinadas substantivas</p><p>Exercem funções próprias de um substantivo.</p><p>Aguardamos a sua visita.</p><p>L substantivo.</p><p>O substantivo visita exerce a função de núcleo do objeto direto do verbo aguardar. Em</p><p>seu lugar podemos usar uma oração com função sintática equivalente:</p><p>21 | Página</p><p>Aguardamos que você nos visite.</p><p>L or. subord. substantiva</p><p>É importante que saibamos escolher bem os candidatos. (Isso é importante.)</p><p>L or. subord. subst. subjetiva L sujeito</p><p>Bizu, faça a pergunta ao pronome QUE, aguardamos o que? ISSO. Aguardamos isso,</p><p>quem aguarda, aguarda algo. Assim o QUE, exercerá a função de OBJETO DIRETO na</p><p>frase. Assim por diante, conforme a função que o QUE vai exercer na frase.</p><p>É importante que saibamos escolher bem os candidatos. (Isso é importante.)</p><p>L or. subord. subst. subjetiva L sujeito</p><p>IMPORTANTE!</p><p>As orações subordinadas substantivas também podem ser conectivas:</p><p>Conectivas — são introduzidas pelas conjunções subordinativas integrantes QUE ou SE:</p><p>Dizem que haverá novos aumentos de impostos. SUBSTITUA por ISSO. Dizem o que?</p><p>ISSO.</p><p>Não sei se poderei sair hoje à noite. SUBSTITUA por ISSO. Não sei o que? Não sei ISSO.</p><p>DICA: Conforme as funções que exercem, as orações subordinadas substantivas são</p><p>classificadas como subjetivas, objetivas diretas, objetivas indiretas, completivas</p><p>nominais, predicativas e apositivas.</p><p>OBJETIVAS INDIRETAS</p><p>Funcionam como objeto indireto de um verbo transitivo indireto ou transitivo direto e</p><p>indireto da oração principal:</p><p>Insisto em seu regresso. (analise o verbo, quem insiste, insiste em algo)</p><p>L OI</p><p>22 | Página</p><p>ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS</p><p>As orações subordinadas adjetivas desempenham a função própria de um adjetivo</p><p>(adjunto adnominal ou, raras vezes, aposto explicativo). Observe:</p><p>Os trabalhadores grevistas foram demitidos,</p><p>adjetivo</p><p>O adjetivo “grevistas” exerce a função de adjunto adnominal do substantivo</p><p>trabalhadores.</p><p>Podemos substituí-lo por uma oração de igual função:</p><p>Os trabalhadores que fizeram greve foram demitidos,</p><p>L or. subord. adjetiva</p><p>Essas orações são introduzidas por pronomes relativos (QUE (principal usado nas</p><p>BANCAS), o qual, a qual, os quais, as quais, cujo, cuja, cujos, cujas etc.).</p><p>As orações subordinadas adjetivas podem acrescentar ao substantivo ou pronome de</p><p>outra oração uma ideia de maior ou menor importância para o sentido do período todo,</p><p>daí receberem a classificação de restritivas ou explicativas.</p><p>RESTRITIVAS</p><p>Especificam ou limitam a significação do termo antecedente, acrescentando-lhe um</p><p>elemento indispensável ao sentido; não é possível suprimi-las sem prejudicar o sentido</p><p>do período. Por essa razão, não são isoladas por vírgulas:</p><p>A doença que surgiu recentemente ainda é incurável.</p><p>No período acima, a oração adjetiva "que surgiu recentemente" é restritiva,</p><p>extremamente lentas, o que torna indispensável o</p><p>cache de memória. Este tipo de memória necessita de</p><p>regravações periódicas dos dados (refresh). Isto é</p><p>devido à forma como os dados são gravados: através</p><p>de um método capacitivo.</p><p>Entre as memórias DRAM existem alguns subtipos, o</p><p>mais comum é o SDRAM – DDR (RAM dinâmica</p><p>síncrona) ou simplesmente chamada memória DDR</p><p>(Dupla Taxa de Dados). É justamente ai que está o</p><p>segredo, em questões de prova geralmente ela aparece</p><p>como a memória mais rápida por trabalhar a uma dupla</p><p>taxa de transferência.</p><p>Memória ROM – Read Only Memory</p><p>A memória ROM (Ready Only Memory – memória</p><p>somente para leitura) do PC, é um tipo de memória que</p><p>já vem gravada de fábrica, de onde se conclui que ela</p><p>não é volátil, isto é, desligando o micro, o seu conteúdo</p><p>não será perdido. O BIOS, o setup e o programa de</p><p>diagnóstico ficam gravados em uma memória ROM.</p><p>SRAM – Static RAM (Memória Estática)</p><p>Memória RAM – Random Acess Memory</p><p>EEPROM (ROM apagável e programável</p><p>eletricamente)</p><p>Fornece armazenamento temporário para os dados que o</p><p>microprocessador manipula (é o bloco de rascunho do</p><p>microprocessador). Nessa área ficarão os programas ou dados</p><p>criados pelo programas. Porém, ela é volátil e quando</p><p>desligamos o microcomputador os dados são perdidos.</p><p>Figura 12 - Pentes de memória DRAM - DDR2.</p><p>Figura 13 - ROM BIOS.</p><p>Lembre-se, a memória RAM estática</p><p>(SRAM) é mais rápida que a RAM</p><p>dinâmica (DRAM), e também mais cara.</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 9</p><p>Enquanto os atuais processadores tornaram-se quase 10</p><p>mil vezes mais rápidos desde o 8088 (o processador</p><p>usado no PC-XT, primeiro computador pessoal da IBM),</p><p>a memória RAM, sua principal ferramenta de trabalho,</p><p>pouco evoluiu em desempenho.</p><p>Quando foram lançados os processadores 386,</p><p>percebeu-se que as memórias não eram mais capazes</p><p>de acompanhar o processador em velocidade, fazendo</p><p>com que muitas vezes ele tivesse que ficar “esperando”</p><p>os dados serem liberados pela memória RAM para</p><p>poder concluir suas tarefas, perdendo muito</p><p>desempenho. Os processadores entravam no chamado</p><p>Estado de Espera (Wait State).</p><p>Memória fabricada vazia e pode ser gravada e apagada</p><p>por meio de aumento da tensão elétrica em seus</p><p>conectores.</p><p>Memória Flash (FEPROM)</p><p>Parecida com a EEPROM, mas consome menos energia</p><p>elétrica e não necessita do aumento de tensão para ser</p><p>apagada/gravada. É muito usada em cartões de</p><p>memória de máquinas fotográficas digitais.</p><p>BIOS</p><p>BIOS (Basic Input Output System – Sistema Básico de</p><p>Entrada e Saída), é um programa gravado de fábrica,</p><p>fica armazenado em uma memória ROM, também</p><p>conhecido como ROM BIOS. O ROM BIOS é a</p><p>“biblioteca” de referência do PC, pois sempre que é</p><p>ligado, o BIOS “ensina” ao processador a operar com os</p><p>dispositivos básicos do PC.</p><p>A BIOS também é responsável pelo processo de POST e</p><p>BOOT (BOOTSTRAP). O POST (Power On Self Test) é o</p><p>auto-teste que o micro executa sempre em que é ligado</p><p>(contagem de memória, etc.). Já o BOOT é o processo</p><p>de inicialização da máquina, onde é lido primeiramente</p><p>os dados da BIOS e em seguida carregado o sistema</p><p>operacional e programas.</p><p>Setup</p><p>Setup significa configuração, ajuste. É um firmware que</p><p>contém todas as informações sobre o hardware do</p><p>computador. É através do setup que realizamos</p><p>configurações para o correto funcionamento do PC.</p><p>Para acessar o setup basta apertar a tecla DEL durante</p><p>a inicialização do PC.</p><p>CMOS</p><p>A memória CMOS (Complementary Metal-Oxide</p><p>Semicinductor) serve para guardar as configurações do</p><p>PC. Ela fica em funcionamento permanente, mesmo</p><p>com o micro desligado, pois é alimentada por uma</p><p>bateria. É em seu interior que fica um relógio e uma</p><p>pequena área de memória RAM suficiente para guardar</p><p>as configurações do setup.</p><p>Para exemplificar, imagine que você está escrevendo um</p><p>relatório e precisasse de informações adicionais. Se</p><p>estas informações estão na gaveta de sua mesa,</p><p>rapidamente você teria acesso à informação. Agora</p><p>imagine se tal informação estivesse em um armário em</p><p>outra sala. Você perderia mais tempo para obter as</p><p>informações desejadas. A gaveta de sua mesa seria a</p><p>memória cache e o armário em outra sala a memória</p><p>RAM.</p><p>Níveis de cache</p><p>De acordo com a proximidade da memória cache com o</p><p>processador são atribuídos níveis de cache. Assim, a</p><p>memória cache mais próxima da CPU recebe o nome</p><p>de</p><p>cache L1 (do inglês "level 1" ou nível 1). Se houver</p><p>outro cache mais distante da CPU este receberá o</p><p>nome de cache L2 e assim por diante.</p><p>Para solucionar este problema, começou a ser usada a</p><p>memória cache, um tipo extremamente rápido de</p><p>memória que serve para armazenar os dados mais</p><p>usados pelo processador, evitando na maioria das vezes</p><p>que ele tenha que recorrer à lenta memória RAM. Sem</p><p>ela, o desempenho do sistema ficará limitado à</p><p>velocidade da memória, podendo cair em até 95%.</p><p>Cache Hit x Cache Miss</p><p>Se o processador precisa de uma informação e ela está</p><p>no cache, a informação é acessada e o desempenho</p><p>é</p><p>alto. Quando isso acontece, chamamos de cache “hit”</p><p>("acerto"), a busca pela informação na cache foi</p><p>bem-</p><p>sucedida. Porém se a informação não estiver no</p><p>cache,</p><p>ela vai ter que ser lida da memória RAM, o que é um</p><p>processo mais lento. Este evento é chamado de</p><p>cache</p><p>“miss” ("erro").</p><p>1.4.2 Memória Intermediária</p><p>(Memória Cache)</p><p>Figura 14 - Cache Hit x Cache Miss.</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 10</p><p>Figura 15 - Níveis de memória cache.</p><p>Figura 16 - Esquema de funcionamento de memória</p><p>virtual.</p><p>Na época do 8088 e 80286 era raro encontrar um micro</p><p>com memória cache. Mas com o surgimento do 80386</p><p>começaram a surgir micros com placas-mãe que</p><p>possuíam memórias cache. Naquela época quase ao era</p><p>usado a nomenclatura de caches por níveis. Falava-se</p><p>simplesmente “memória cache” se referindo à memória</p><p>que estava na placa-mãe.</p><p>Atualmente a maior parte dos processadores incorpora</p><p>a memória cache em seu chip propriamente dito e por</p><p>isso a nomenclatura cache L1, L2, L3, etc.</p><p>Cache Externa</p><p>São embutidas na placa-mãe e podem ser retiradas</p><p>para fazer uma atualização. A cache L3, em regra geral,</p><p>é externa. O processador Intel Pentium IV com</p><p>tecnologia HT – Extreme Edition possui cache L2 de</p><p>512KB e um cache L3 de 2MB.</p><p>Cache de Disco</p><p>Cache de Disco, também conhecido como Buffer, é uma</p><p>pequena porção de memória localizada no disco rígido</p><p>e que é usada durante a transferência de dados</p><p>externa. Quando efetuamos uma transferência de</p><p>dados, as informações são transferidas para o buffer, e</p><p>só depois envia para o processador. Bons discos</p><p>rígidos têm buffer entre 16 e 32 MB.</p><p>Memória Virtual</p><p>A memória virtual é uma espécie de simulação de</p><p>memória RAM no disco rígido. Pode ser habilitada ou</p><p>desabilitada pelo usuário do PC, bem como ter o seu</p><p>tamanho alterado.</p><p>Todo gerenciamento da memória virtual é feito pelo</p><p>sistema operacional. Sua principal função é melhorar o</p><p>desempenho do sistema, armazenando dados menos</p><p>usados pela CPU em um arquivo conhecido como swap</p><p>file (swap = troca, file = arquivo), cujo nome pode ser</p><p>WIN386.SWP, 386PART.PAR ou PAGEFILE.SYS (o nome</p><p>vai depender unicamente do sistema operacional. Esse</p><p>arquivo “engana” o processador, fazendo-o “pensar”</p><p>que esta área é realmente uma área de memória RAM.</p><p>A partir do momento que o arquivo estiver no swap file</p><p>for solicitado, haverá uma troca: outro arquivo que não</p><p>estiver sendo usado irá para o seu lugar no swap file, e</p><p>ele será colocado na RAM.</p><p>(Dispositivos de Armazenamento de Dados –</p><p>Memória de Massa)</p><p>As memórias secundárias são um meio permanente</p><p>(não volátil) de armazenamento de programas e dados.</p><p>Enquanto a memória principal precisa estar sempre</p><p>energizada para manter suas informações, a memória</p><p>secundária não precisa de alimentação. A maioria das</p><p>memórias secundárias também são classificadas com</p><p>dispositivos de entrada e saída de dados, devido a sua</p><p>capacidade de transporte de dados entre micros.</p><p>Os principais Dispositivos</p><p>de Armazenamento de Dados</p><p>são:</p><p>Disquetes e Discos Rígidos;</p><p>Drives de CD-ROM, CDs, Gravadores e DVDs;</p><p>Pen Drive;</p><p>Cartões de Memória;</p><p>Fita DAT e DLT.</p><p>Disquete</p><p>Disco Flexível ou Disquete – apesar de obsoletos, são</p><p>discos usados para armazenar e transportar pequenas</p><p>quantidades de dados. Este tipo de disco é</p><p>normalmente encontrado no tamanho 3 ½ polegadas</p><p>com capacidade de armazenamento de dados de</p><p>1.44MB.</p><p>Cada disquete possui duas faces. Quando inserido em</p><p>um compartimento chamado de "Unidade de Disquetes"</p><p>ou "Drive", faz a leitura/gravação de dados, através de</p><p>CPU</p><p>MEMÓRIA RAM</p><p>TROCA DE</p><p>ARQUIVO</p><p>SWAP FILE</p><p>1.4.2 Memória Secundária</p><p>Cuidado para não confundir</p><p>memória virtual com memória</p><p>cache. A memória virtual não existe</p><p>fisicamente, ela é simulada em uma</p><p>área vazia do disco rígido. Já a</p><p>memória cache é uma memória do</p><p>tipo SRAM, encapsulada dentro da</p><p>CPU.</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 11</p><p>São círculos concêntricos (que têm o mesmo centro),</p><p>próximas uma das outras. Os setores são divisões de</p><p>trilhas em várias partes.</p><p>duas cabeças de leitura. Sua característica é a baixa</p><p>capacidade de armazenamento e baixa velocidade no</p><p>acesso aos dados, porém, podem ser usados para</p><p>transportar os dados de um computador a outro com</p><p>grande facilidade.</p><p>O “padrão de disquete utilizado atualmente possui a</p><p>dimensão 3 1/2” (polegadas) e capacidade de 1.44 MB,</p><p>esta é o que nós chamamos de capacidade nominal,</p><p>mas na verdade a sua capacidade de armazenamento é</p><p>de 1.38 MB.</p><p>Disquete de 3 ½” Capacidade</p><p>1.44 MB Nominal</p><p>1.38 MB Armazenamento</p><p>0.06 MB FAT</p><p>80 Trilhas</p><p>18 Setores</p><p>2 Faces</p><p>FAT – File Alocation Table</p><p>A Tabela de Alocação de Arquivos é uma espécie de</p><p>tabela de endereçamento onde ficam gravados os</p><p>setores que estão disponíveis e quais possuem dados</p><p>gravados.</p><p>Quando um disco é formatado, todos os setores e</p><p>trilhas ficam disponíveis. Quando um arquivo é</p><p>gravado, a FAT vai sendo atualizada para indicar os</p><p>setores e trilhas ocupados por arquivos. Um disquete</p><p>de 3 ½” quando formatado, o mesmo é mapeado em</p><p>80 trilhas e 18 setores.</p><p>Formatação de disco (flexível ou rígido) é o</p><p>procedimento de mapear trilhas, dividir cada trilha em</p><p>setores, agrupar os setores em clusters e criar a FAT.</p><p>Diz-se que um disco é virgem quando ele não está</p><p>formatado.</p><p>Cluster</p><p>Um cluster (também chamado de agrupamento) é a</p><p>menor parte reconhecida pelo sistema operacional, e</p><p>pode ser formado por vários setores. Um arquivo com</p><p>um número de bytes maior que o tamanho do cluster,</p><p>ao ser gravado no disco, é distribuído em vários</p><p>clusters. Porém um cluster não pode pertencer a mais</p><p>de um arquivo.</p><p>Disco Rígido (Winchester)</p><p>Disco Rígido, Hard Disk (HD) ou Winchester, é uma</p><p>memória física, não-volátil, retendo as quando o</p><p>computador é desligado.</p><p>O disco rígido é um sistema lacrado contendo discos de</p><p>alumínio ou vidro, recobertos por material magnético</p><p>onde os dados são gravados através de cabeçotes de</p><p>escrita/leitura. Externamente é revestido por uma caixa</p><p>metálica que é presa ao gabinete do computador por</p><p>parafusos. É neste dispositivo que geralmente</p><p>gravamos dados e a partir dele lançamos e executamos</p><p>nossos programas mais usados.</p><p>Este sistema é necessário porque o conteúdo da</p><p>memória RAM é apagado quando o computador é</p><p>desligado. Desta forma, temos um meio de executar</p><p>novamente programas e carregar arquivos contendo os</p><p>dados. O disco rígido é também chamado de memória</p><p>de massa ou ainda de memória secundária. Nos</p><p>sistemas operacionais mais recentes, o disco rígido é</p><p>também utilizado para expandir a memória RAM,</p><p>através da memória virtual, conforme vimos</p><p>anteriormente.</p><p>Como funciona o Disco Rígido</p><p>Para ler e gravar dados no disco, são empregadas</p><p>cabeçotes de leitura eletromagnéticas que são presas a</p><p>um braço móvel, o que permite o seu acesso a todo o</p><p>disco. Um dispositivo especial, chamado de atuador,</p><p>coordena o movimento das cabeças de leitura.</p><p>Figura 17 - Formatação: Trilhas e Setores.</p><p>Tabela 3 - Capacidade de armazenamento de dados</p><p>de um disquete de 3 1/2". Figura 18 - Detalhes físicos de um disquete.</p><p>Trilhas e Setores</p><p>Formatação</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 12</p><p>Para que o sistema operacional seja capaz de gravar e</p><p>ler dados no HD, é preciso que sejam criadas estruturas</p><p>que permitam gravar os dados de maneira organizada,</p><p>para que eles possam ser encontrados mais tarde. Este</p><p>processo é chamado de formatação.</p><p>Existem dois tipos de formatação, chamados de</p><p>formatação física e formatação lógica. A formatação</p><p>física é feita apenas na fábrica ao final do processo de</p><p>fabricação, e consiste em dividir o disco virgem em</p><p>trilhas, setores e cilindros. Estas marcações funcionam</p><p>como as faixas de uma estrada, permitindo à cabeça de</p><p>leitura saber em que parte do disco está, e onde ela</p><p>deve gravar dados. A formatação física é feita apenas</p><p>uma vez, e não pode ser desfeita ou refeita através de</p><p>software.</p><p>Porém, para que este disco possa ser reconhecido e</p><p>utilizado pelo sistema operacional, é necessária uma</p><p>nova formatação, chamada de formatação lógica. Ao</p><p>contrário da formatação física, a formatação lógica não</p><p>altera a estrutura física do disco rígido, e pode ser</p><p>desfeita e refeita quantas vezes for preciso.</p><p>Sistema de Arquivos</p><p>Quando um disco é formatado, ele simplesmente é</p><p>organizado “do jeito” do sistema operacional,</p><p>preparado para receber dados. A esta organização</p><p>damos o nome de “sistema de arquivos”. Um sistema</p><p>de arquivos é um conjunto de estruturas lógicas e de</p><p>rotinas que permitem ao sistema operacional controlar</p><p>o acesso ao disco rígido. Diferentes sistemas</p><p>operacionais usam diferentes sistemas de arquivos.</p><p>Os sistemas de arquivos, usados atualmente são o</p><p>FAT16, compatível com o DOS e todas as versões do</p><p>Windows, FAT32, compatível com o Windows 98,</p><p>Windows 2000 e Windows XP e Windows Vista, e o</p><p>NTFS, suportado pelo Windows 2000, Windows XP e</p><p>Windows Vista. Outros sistemas operacionais possuem</p><p>seus próprios sistemas de arquivos; o Linux usa</p><p>geralmente o EXT2, EXT3 e ReiserFS.</p><p>Tabela 4 - Sistemas de Arquivos</p><p>Sistema de Arquivos Sistema Operacional</p><p>FAT 16 DOS E Windows 95</p><p>FAT 32 Win 98, 2000, NT, XP</p><p>NTFS Win NT, 2000 e XP</p><p>Setor de Boot</p><p>No setor de boot é registrado qual sistema operacional</p><p>está instalado, com qual sistema de arquivos o disco foi</p><p>formatado e quais arquivos devem ser lidos para</p><p>inicializar o micro. Um setor é a menor divisão física do</p><p>disco, e possui sempre 512 bytes. O setor de boot</p><p>também é conhecido como “trilha MBR”, “trilha 0”, etc.</p><p>Como dito, no disco rígido existe um setor chamado</p><p>MBR (Master Boot Record), que significa “Registro de</p><p>Inicialização Mestre”, onde é encontrada a tabela de</p><p>partição do disco que dará boot. O MBR é lido pelo</p><p>BIOS, que interpreta a tabela de partição e em seguida</p><p>carrega um programa chamado “bootstrap”, que é o</p><p>responsável pelo carregamento do Sistema Operacional.</p><p>Sistema óptico de leitura em</p><p>CDs já existe a um bom tempo</p><p>nos PCs. A leitura é feita por</p><p>um feixe laser (uma linha que</p><p>parte de um centro luminoso)</p><p>que incide sobre uma superfície</p><p>reflexiva. A tecnologia utilizada</p><p>na leitura dos CD-ROM foi</p><p>baseada em CDs de áudio.</p><p>Velocidade</p><p>Os CDs de áudio utilizavam uma velocidade chamada</p><p>mono ou básica, que é a velocidade de 1X com taxa</p><p>de transferência de 150KB/s perfeitamente suficiente</p><p>para áudio, porém, para transferência de dados é</p><p>insuficiente. A solução é o aumento da velocidade:</p><p>2X, 3X. Atualmente encontramos drives com</p><p>velocidades de 52X ou 56X. Observe a tabela abaixo:</p><p>Tabela 5 - Velocidade dos drives de CD.</p><p>Velocidade Taxa</p><p>1X 150 KB/s</p><p>2X 300 KB/S</p><p>16X 2.400 KB/s</p><p>32X 4.800 KB/s</p><p>48X 7.200 KB/s</p><p>52X 7.800 KB/s</p><p>56X 8.400 KB/s</p><p>60X 9.000 KB/s</p><p>64X 9.600 KB/s</p><p>Drives de CD-ROM e CDs</p><p>Figura 19 - Detalhes do cabeçote de um HD.</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 13</p><p>Espaço de Armazenamento</p><p>DVDs (Digital</p><p>Versatile Disk)</p><p>Os DVDs são os substitutos oficiais dos CD-ROM,</p><p>principalmente pela capacidade de armazenamento de</p><p>dados muito superior as CDs.</p><p>Capacidade de Armazenamento dos DVDs</p><p>No mercado existem quatro padrões, observe o quadro</p><p>abaixo:</p><p>Tabela 7 - Padrões de DVDs.</p><p>Especificação Características Tamanho</p><p>DVD 5 1 face, 1 camada 4,7 GB</p><p>DVD 9 1 face, 2 camadas 8,5 GB</p><p>DVD 10 2 faces, 1 camada 9,4 GB</p><p>DVD 18 2 faces, 2 camadas 17 GB</p><p>Vale lembrar que similar aos CDs, os DVDs seguem as</p><p>regras quanto aos tipos de mídias: DVD-ROM (somente</p><p>Até o ano de 2005, os CD-ROM possuíam a capacidade</p><p>para 650 MB. Logo foram substituídos pelos de 700</p><p>MB ou 80 minutos de áudio.</p><p>Gravadores de CD</p><p>Os gravadores de CD são dispositivos com capacidade</p><p>de gravar informações em um CD “virgem”. Essa</p><p>gravação se dá através da incidência de um laser</p><p>sobre uma camada reflexiva de um CD-R (Recordable)</p><p>ou CD- RW (Rewritable), resultando em micro-pontos,</p><p>os quais serão mais tarde interpretados como</p><p>informação.</p><p>para leitura), DVD-R (Recordable), DVD-RW</p><p>(Rewritable).</p><p>Blue Ray</p><p>Blu-Ray, também conhecido como BD (de Blu-ray Disc)</p><p>é um formato de disco óptico da nova geração de 120</p><p>mm de diâmetro (igual ao CD e ao DVD) para vídeo de</p><p>alta definição e armazenamento de dados de alta</p><p>densidade. É considerado sucessor do DVD.</p><p>O disco Blu-Ray faz uso de um laser de cor violeta de</p><p>405 nanômetros permitindo gravar mais informação</p><p>num disco do mesmo tamanho (o DVD usa um laser de</p><p>cor vermelha de 650 nanômetros).</p><p>Blu-ray obteve o seu nome a partir da cor azul do raio</p><p>laser ("blue ray" em inglês significa "raio azul"). A letra</p><p>"e" da palavra original "blue" foi eliminada porque, em</p><p>alguns países, não se pode registrar, para um nome</p><p>comercial, uma palavra comum. Este raio azul mostra a</p><p>longitude de onda curta de 405 nm e, conjuntamente</p><p>com outras técnicas, permite armazenar</p><p>substancialmente mais dados que um DVD ou um CD.</p><p>Blu-ray</p><p>A Blu-ray Disc Association (BDA) é responsável pelos</p><p>padrões e o desenvolvimento do disco Blu-ray.</p><p>Os discos BD vem em diferentes formatos de disco.</p><p>BD-ROM: Um disco que é só de leitura.</p><p>BD-R: Disco gravável.</p><p>BD-RW: Disco regravável.</p><p>Um disco de camada única (Single Layer em inglês)</p><p>Blu-Ray pode conter cerca de 25 GB de dados ou cerca</p><p>de 6 horas de vídeo de alta definição mais áudio, e, no</p><p>modo de dupla camada (Double Layer), este espaço é</p><p>duplicado, podendo conter, aproximadamente, 50 GB.</p><p>Tabela 6 - Tipos de Mídias de CDs.</p><p>Figura 20 - Um disco</p><p>típico Blue Ray.</p><p>CD-R</p><p>CD-RW</p><p>Dispositivo</p><p>CD-ROM</p><p>Características</p><p>Disco que já vem gravado com</p><p>informações de fábrica. A superfície</p><p>do CD-ROM é montada numa chapa</p><p>na fábrica, normalmente em vidro</p><p>“esculpido”. Um CDROM não pode ser</p><p>gravado pelos usuários, ele é gravado</p><p>no momento da construção. A sigla</p><p>CD-ROM significa CD Somente para</p><p>Leitura.</p><p>Também chamado “CD virgem”, é um</p><p>disco que apresenta uma camada de</p><p>resina na superfície. Essa camada de</p><p>resina é “queimada” durante a</p><p>gravação e, portanto, não pode ser</p><p>usada para uma segunda gravação.</p><p>Chamado CD Regravável é um disco</p><p>que permite sucessivas gravações,</p><p>pela resina em sua superfície. O CD-</p><p>RW é o potencial substituto do</p><p>disquete, devido ao custo de</p><p>fabricação, à capacidade e ao fato de</p><p>permitir diversas gravações.</p><p>Cuidado: é comum encontrarmos em</p><p>provas ou anúncios de jornal sobre DVD</p><p>e CD-RW(COMBO). Trata-se de um</p><p>dispos2usado para leitura e gravação de</p><p>CDs, permitindo a leitura de DVDs.</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 14</p><p>Figura 25 - Mouse.</p><p>Figura 24 - Fita DAT produzida pela HP.</p><p>Figura 21 - Blue Ray Drive.</p><p>Pen-Drive</p><p>O Pen Drive é um dispositivo parecido com um pequeno</p><p>chaveiro, usado para transporte de informações (alguns</p><p>são à prova d’água, outros tocam MP3, WMA e WAV,</p><p>gravadores de voz, etc.). O mesmo é ligado a uma</p><p>porta USB do PC que é reconhecido automaticamente</p><p>(PnP) pelo Sistema Operacional.</p><p>Quanto à capacidade de</p><p>armazenamento,</p><p>encontramos Pen Drives</p><p>com capacidade de 128,</p><p>256, 512MB, 1, 2, 4GB.</p><p>A velocidade de</p><p>gravação depende do</p><p>barramento USB, mas</p><p>geralmente trabalham</p><p>Figura 22 - Touchpad. na casa dos 12 MB/s.</p><p>Os cartões de memória são</p><p>um meio de armazenamento</p><p>de dados, não voláteis. Os</p><p>cartões de memória não</p><p>necessitam de alimentação</p><p>elétrica para manterem os</p><p>dados da mesma forma que Figura 23 - Cartão</p><p>ocorre nos Pen Drives. de Memória.</p><p>Mas afinal, o que é um Cartão de Memória?</p><p>Os cartões de memória, da mesma forma que os Pen</p><p>Drive, usam um tipo de chip de memória chamada</p><p>memória Flash, que foi inventada pela Toshiba nos</p><p>anos 80. Esse tipo de memória é baseado na</p><p>EEPROM (Electrally-Erasable Programmable Read</p><p>Only Memory) e armazena os dados sem necessitar</p><p>de uma fonte de energia. A gravação é realizada</p><p>eletricamente, o que quer dizer que não existe</p><p>trabalho mecânico para realizar processos de leitura</p><p>e gravação.</p><p>Fitas Magnéticas</p><p>Fita magnética (ou banda magnética) é uma mídia de</p><p>armazenamento não-volátil que consiste em uma fita</p><p>plástica coberta de material magnetizável. A fita pode</p><p>ser utilizada para registro de informações analógicas</p><p>ou digitais, incluindo áudio, vídeo e dados de</p><p>computador.</p><p>São dispositivos responsáveis pela interpretação de</p><p>dados que são enviados para a memória, onde serão</p><p>codificados, processados e registrados, formando</p><p>informações de saída.</p><p>Em outras palavras, é o equipamento que lê os dados</p><p>de um meio portador e os transmite, eletronicamente,</p><p>para a CPU.</p><p>Principais Dispositivos de Entrada de Dados são:</p><p>Mouse;</p><p>Teclado;</p><p>Scanner</p><p>Mouse</p><p>O mouse é um dispositivo de</p><p>entrada de dados com dois ou</p><p>três botões de controle, que é</p><p>movido numa superfície plana,</p><p>DLT (acrônimo para Digital Line Tape) é um tipo de fita</p><p>magnética desenvolvido pela Digital Equipment</p><p>Corporation em dezembro de 1984 (atualmente</p><p>Hewlett-Packard).</p><p>A fita DLT possui capacidade mito superior a fita DAT,</p><p>podendo chegar a 250 GB de espaço de</p><p>armazenamento.</p><p>A utilização destas mídias é geralmente empregada para</p><p>realização de cópias de segurança (BACKUP). Os tipos</p><p>mais conhecidos de fitas magnéticas são: Fitas DAT e</p><p>DLT.</p><p>Fita DAT</p><p>Originalmente foi um padrão criado para gravar áudio</p><p>digital, com qualidade de CD em fitas magnéticas</p><p>especiais. Em 1988 Sony e HP aperfeiçoaram o</p><p>padrão, que passou a ser usado também para gravar</p><p>dados nas mesmas fitas. Hoje em dia as fitas DAT</p><p>ainda são muito utilizadas para fazer backup, pois são</p><p>relativamente baratas e armazenam até 40 GB de</p><p>dados.</p><p>Cartões de Memória</p><p>DLT</p><p>1.5 Dispositivos de Entrada de</p><p>Dados</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 15</p><p>É uma superfície de contato que, ao deslizar o dedo</p><p>sobre ele, gera o movimento do cursor. O próprio</p><p>Touch-Pad pode ser usado como botões ao se</p><p>pressionar com maior firmeza a sua superfície.</p><p>com a própria mão, tornando-se indispensável sua</p><p>utilização em conjunto com sistemas operacionais que</p><p>utilizam uma interface gráfica com o usuário.</p><p>Ao movimentarmos (arrastar) o mouse, seus</p><p>movimentos são transmitidos para o ponteiro que se</p><p>movimenta ao mesmo tempo na tela do monitor,</p><p>simultaneamente.</p><p>Existem três tipos de mouse quanto à tecnologia</p><p>utilizada:</p><p>Mecânico: Possui uma esfera de metal ou</p><p>borracha que rola em todas as direções ativando</p><p>os sensores mecânicos;</p><p>Óptico-mecânico: Similar ao mecânico, porém</p><p>utiliza sensores ópticos par detectar o movimento</p><p>da esfera;</p><p>Óptico: Possui tecnologia que permite maior</p><p>controle e precisão durante a operação, graças a</p><p>um sensor óptico que substitui à tradicional</p><p>"esfera" que, passível a acúmulo de resíduos,</p><p>prejudica a precisão do mouse. Mouse óptico</p><p>possui resolução de 400 dpi.</p><p>Laser: Existe uma variação de mouses ópticos que</p><p>utiliza um emissor de raio laser (inofensivo à saúde</p><p>e invisível aos olhos humanos) ao invés de LED.</p><p>Esses mouses são conhecidos como mouses a</p><p>laser, embora não deixem de ser ópticos. A</p><p>utilização de laser é mais vantajosa porque</p><p>proporciona melhor precisão nos movimentos,</p><p>oferece maior velocidade de resposta, permite o</p><p>uso do mouse em determinadas superfícies em que</p><p>mouses com LED não funcionam bem (vidros, por</p><p>exemplo), entre outros.</p><p>Existem dispositivos com as mesmas funções de um</p><p>mouse,como o Trackball e o Touchpad.</p><p>TrackBall</p><p>Funciona exatamente como</p><p>um mouse só que de forma</p><p>inversa. A esfera fica</p><p>posicionada na parte superior</p><p>e o usuário utiliza o dedo</p><p>indicador para mover o</p><p>ponteiro na tela do</p><p>monitor.</p><p>Figura 27 - Touchpad.</p><p>O Touch-Pad geralmente possui maior utilização em</p><p>computadores portáteis, exigindo menor adaptação por</p><p>parte do usuário do que o TrackBall, no entanto, devido</p><p>ao deslizar inconstante do dedo, é difícil atingir a</p><p>precisão desejada.</p><p>Teclado</p><p>O teclado é usado para a entrada de dados</p><p>(caracteres), que são interpretados pelos programas</p><p>que são executados no microcomputador.</p><p>Figura 28 - Teclado.</p><p>Existe um modelo de teclado com forma ergonômica,</p><p>também conhecido como Natural Keyboard. Este</p><p>teclado possui um layout na disposição das teclas</p><p>criado para diminuir a fadiga das articulações e prevenir</p><p>a Lesão por Esforço Repetitivo (L.E.R.), mantendo</p><p>sempre os pulsos apoiados e retos, eliminando assim o</p><p>risco de causar tendinites em pessoas que trabalham</p><p>com muita digitação.</p><p>Principais teclas:</p><p>SHIFT – Desempenha a mesma função que o fixador</p><p>de maiúsculos da máquina de escrever e é usado para</p><p>obter alguns caracteres especiais que aparecem na</p><p>parte superior de algumas teclas.</p><p>CONTROL – Esta tecla é sempre utilizada em conjunto</p><p>com alguma outra, gerando controles especiais. A</p><p>utilização destes controles especiais depende do</p><p>programa em uso.</p><p>ESC – O uso da tecla (ESCape) varia de programa para</p><p>programa. Normalmente é usada para “sair” de um</p><p>procedimento iniciado por acidente ou por correções.</p><p>ALT - A tecla (ALTernate) funciona como uma segunda</p><p>tecla de controle de seu micro. Ela também gera</p><p>Touch-pad</p><p>Figura 26 - Trackball.</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 16</p><p>caracteres de especial significado em alguns</p><p>programas.</p><p>ENTER – São utilizados executar um comando ou</p><p>procedimento, ou seja, informa ao microcomputador:</p><p>“pronto esses são os dados para serem processados”.</p><p>Figura 29 - Scanner de mesa da HP.</p><p>Mesa Digitalizadora</p><p>A Mesa Digitalizadora é um periférico capaz de</p><p>converter em dados numéricos, para introdução direta</p><p>no microcomputador, dados, originalmente</p><p>apresentados em forma gráfica, como desenhos e</p><p>mapas. O papel com o gráfico é colocado sobre a</p><p>prancheta ou mesa especial, sobre o qual se desloca</p><p>um cursor ou caneta.</p><p>Através de uma interface, esse dispositivo é conectado</p><p>ao microcomputador e envia a ele as coordenadas X e</p><p>Y dos pontos sucessivos do gráfico, em relação aos</p><p>eixos de referência da própria mesa sobre o qual está</p><p>se movendo.</p><p>Encontramos opções de dispositivos de entrada de</p><p>dados (Teclado e Mouse) sem fio, onde as informações</p><p>são transmitidas por raios infra-vermelhos.</p><p>Scanner</p><p>É um equipamento que registra entrada de dados</p><p>(imagens em papel, filmes e outras mídias) e as</p><p>converte em formato digital.</p><p>Podemos classificar os scanners em dois tipos:</p><p>Scanner de mão – Utilizado em caixas de</p><p>supermercados para leitura de código de barras dos</p><p>produtos. Existem alguns modelos de scanner de mão</p><p>que possuem as mesmas características dos scanners de</p><p>mesa.</p><p>Scanner de Mesa – Utilizado em aplicações gráficas e</p><p>comportam reprodução de páginas encadernadas,</p><p>livros, revista, etc.</p><p>Dispositivos de Saída de Dados são responsáveis pela</p><p>interpretação de dados digitais provenientes CPU e</p><p>memória, ou seja, equipamentos que recebem,</p><p>eletronicamente, os dados já processados pela CPU e</p><p>os envia para um periférico de saída.</p><p>Os principais Dispositivos de Saída são:</p><p>Monitore e Placa de Vídeo;</p><p>Impressora;</p><p>Spekears.</p><p>As primeiras placas de vídeo utilizavam o padrão MDA</p><p>(Monochrome Display Adapter) apresentavam apenas</p><p>caracteres com uma só cor, enquanto as SVGA (Super</p><p>Video Graphics Array) suportam todas as resoluções</p><p>anteriores de padrões de vídeo obsoletos (MDA, CGA,</p><p>EGA, VGA), além de atingirem 1024x768 pixels e 256</p><p>cores (8 bits).</p><p>O papel da placa de vídeo é definir como será a imagem</p><p>na tela do monitor. O processador não é capaz de fazer</p><p>esse trabalho, pois ele não gera imagens. Ele apenas</p><p>envia dados relativos da imagem para a interface de</p><p>vídeo, ou seja, dados que definem como é a imagem. A</p><p>placa de vídeo por sua vez transfere a imagem para</p><p>monitor.</p><p>Tecnologia Wireless empregada em Teclado</p><p>e Mouse</p><p>Padrões</p><p>Figura 30 - Mesa Digitalizadora.</p><p>Figura 31 - Processo de geração de imagens.</p><p>1.6 Dispositivos de Saída de Dados</p><p>1.6.1 Monitor e Placas de Vídeo</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 17</p><p>Tabela 8 - Relação entre resolução e memória de</p><p>vídeo.</p><p>Figura 32 - Placa de vídeo de última geração: muita</p><p>e memória e altíssimo desempenho.</p><p>Figura 33 - Dot Pitch e Grille Pitch.</p><p>Tabela 9 - Relação entre medida indicada, área</p><p>visível e resolução recomendada dos</p><p>monitores.</p><p>Figura 34 - Tamanho da tela: TRC x LCD.</p><p>Quanto maior a resolução e a quantidade de cores que</p><p>uma placa de vídeo reproduz, maior será a quantidade</p><p>de memória requerida.</p><p>Resolução Memória de Vídeo</p><p>640 x 480 1 MB</p><p>800 x 600 2 MB</p><p>1280 x 1024 4 MB</p><p>Atualmente novos padrões de vídeo vem tomando</p><p>conta do mercado, como o SXGA (Super Extended</p><p>Graphic Array) possibilitando uma resolução de</p><p>1280x1024 pixels.</p><p>Pixel</p><p>O pixel é a menor unidade de vídeo cuja cor ou brilho</p><p>pode ser controlada.</p><p>Resolução</p><p>A resolução é a quantidade de pixels que a tela pode</p><p>exibir. Por exemplo 1024 x 768 significa 1024 pixels na</p><p>horizontal e 768 pixels na vertical. Aumentando a</p><p>quantidade de pixels, aumentamos a qualidade de</p><p>resolução de exibição das imagens.</p><p>Dot Pitch</p><p>Outro parâmetro que determina a qualidade de uma</p><p>imagem, e que na maioria das vezes não é levado em</p><p>conta. O Dot Pich é a distância entre pontos na tela. A</p><p>tela do monitor é formada por minúsculos pontos (os</p><p>pixels) em três cores: vermelha, verde e azul (RGB –</p><p>Red, Green, Blue), formando assim uma tríade</p><p>(agrupamento de três pontos).</p><p>Aperture Grille</p><p>Alguns monitores trabalham com a tecnologia aperture</p><p>grille, que consiste em uma técnica de saída de cores</p><p>utilizando-se faixas paralelas nas cores RGB. O Grille</p><p>Pitch é o equivalente ao Dot Pitch nesses monitores.</p><p>Quanto menor à distância, ou seja, quanto menor o Dot</p><p>Pitch ou o Grille Pitch, maior será a resolução.</p><p>Tamanho</p><p>Total</p><p>14”</p><p>15”</p><p>Tamanho</p><p>Visível</p><p>13,2”</p><p>13,8”</p><p>Resolução</p><p>Adequada</p><p>800x600</p><p>800x600</p><p>O tamanho informado pelos fabricantes é a medida de</p><p>ponta a ponta, ou seja, é considerado o gabinete do</p><p>monitor (área não visível da tela). Essa medida não</p><p>vale para os monitores LCD que conta apenas a área</p><p>da tela visível. Observe a tabela abaixo referente aos</p><p>monitores de tubo (CRT).</p><p>O barramento do PC é quem irá determinar a velocidade</p><p>de transmissão de dados entre a CPU, memória e placa</p><p>de vídeo. Atualmente os barramentos utilizados são:</p><p>PCI, AGP e PCI Express. O PCI Express é o melhor</p><p>barramento para transferência de dados, o que acelera</p><p>a reprodução gráfica gerada nos monitores.</p><p>Monitor</p><p>O monitor é considerado o principal dispositivo de saída</p><p>de dados de um computador. Possui características que</p><p>definem sua qualidade como tamanho da tela, taxa de</p><p>atualização e tecnologia de fabricação, além das</p><p>características vistas anteriormente (resolução,</p><p>quantidade de cores, dos PT).</p><p>Barramento</p><p>Tamanho da Tela</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 18</p><p>17” 16” 1024x768</p><p>19” 18” 1280x1024</p><p>21 “ 19,7” 1600x1200</p><p>Taxa de Atualização</p><p>Refere-se à varredura vertical (Refresh Rate), que é a</p><p>medida de quantas vezes a imagem da tela é referida</p><p>por segundo. A taxa de atualização é medida em Hertz</p><p>(Hz) e, quanto maior, melhor.</p><p>Atualmente, usamos interfaces gráficas exibindo</p><p>milhares de cores, jogos 3D, imagens</p><p>de alta definição,</p><p>e tudo isso exige uma taxa de atualização de 70Hz a 85</p><p>Hz para combater a fadiga visual.</p><p>Tecnologias</p><p>As principais tecnologias de monitores disponíveis no</p><p>mercado são: TRC e LCD.</p><p>Monitores TRC</p><p>Os monitores TRC (tubo de Raios Catódicos) ou</p><p>simplesmente monitores de tubo, vem sendo</p><p>gradualmente substituídos pelos monitores LCD. A</p><p>tecnologia utilizada é a mesma em televisores de tubo,</p><p>chamado de tubo de imagens. Esse tubo contém um</p><p>canhão de elétrons e uma máscara metálica coberta</p><p>por uma camada de fósforo dentro de um invólucro</p><p>fechado a vácuo. Quando o feixe de elétrons atinge a</p><p>camada de fósforo, um ponto irá brilhar na tela.</p><p>LCD quer dizer Liquid Crystal Display – tela de cristal</p><p>líquido. Sua principal característica é a ausência do tubo</p><p>de imagens. Os cristais líquidos são substâncias quase</p><p>transparentes, que exibem propriedades comuns aos</p><p>sólidos e aos líquidos. A luz que passa por um cristal</p><p>líquido segue o alinhamento das moléculas e, se</p><p>aplicarmos uma carga elétrica a um cristal líquido, sua</p><p>orientação molecular será alterada assim como o padrão</p><p>de luz.</p><p>As principais características do LCD são:</p><p>Tela realmente plana;</p><p>Área útil do monitor equivalente ai informado;</p><p>Consome menos energia que os TRC;</p><p>Não apresenta problemas de taxa de atualização.</p><p>Novas Tecnologias: monitores de Plasma</p><p>São monitores voltados para exibição, ou seja, para</p><p>serem usados como painéis. As telas são grandes, de</p><p>40’, 42’, 43’ ou até 60’. Essa tecnologia é concorrente</p><p>direta dos LCDs.</p><p>Funcionamento</p><p>Cada pixel na tela de plasma cria a sua própria luz, e</p><p>para conseguir isso são usados eletrodos carregados</p><p>entre painéis de cristal. Sendo assim, é feita uma</p><p>sobrecarga de alta tensão que irá excitar uma mistura</p><p>de gases (como Helio e o xenônio) que irão reagir com</p><p>a luz ultravioleta, excitando os fósforos vermelho, verde</p><p>e azul de cada pixel, fazendo-os brilhar. Por isso é certo</p><p>dizer que um monitor de plasma é formado por alguns</p><p>milhões de minúsculas lâmpadas fluorescentes.</p><p>Monitores LCD</p><p>Figura 35 - Diagrama de funcionamento de um</p><p>TRC.</p><p>Figura 36 - Monitor LCD.</p><p>Figura 37 - Monitor de Plasma.</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 19</p><p>Novas Tecnologias: Monitores OLED</p><p>Impressoras Laser</p><p>Figura 38 - OLED: Monitores ultra-finos.</p><p>Uma das principais características da tela orgânica é</p><p>que ela possui luz própria. Com isto não necessita de</p><p>luz de fundo ou luz lateral, (backlight ou sidelight) e</p><p>ocupa menos espaço, dois fatores que tornam a</p><p>tecnologia muito interessante para uso em</p><p>computadores de mão e notebooks. Outra importante</p><p>característica é que por emitir luz própria cada OLED</p><p>quando não polarizado torna-se obscuro obtendo-se</p><p>assim o "preto real", diferentemente do que ocorre com</p><p>LCDs que não conseguem obstruir completamente a luz</p><p>de fundo e ainda neste caso não há consumo de</p><p>energia para a modulação de luz de fundo.</p><p>Dispositivo de Saída de dados que gera documentos</p><p>impressos em papel. Ela é usada para documentar e</p><p>registrar documentos e relatórios. As impressoras</p><p>podem ser encontradas em duas classes:</p><p>Impressoras de Impacto – Através de uma fita com</p><p>tinta, ocorre o impacto de um caractere ou de uma</p><p>agulha. Trata-se das impressoras matriciais</p><p>Impressoras de Não-Impacto – Não ocorre impacto</p><p>direto das agulhas sobre o papel. São velozes e</p><p>silenciosas. Imprimem figuras com alta qualidade de</p><p>Diodo Orgânico Emissor de Luz ou foto-emissor (Organic</p><p>Light-Emitting Diode) é uma tecnologia criada pela</p><p>Kodak em 1980 que possibilita telas planas muito mais</p><p>finas, leves e baratas que as atuais telas de LCD. A idéia</p><p>é usar diodos orgânicos, compostos por moléculas de</p><p>carbono que emitem luz ao receberem uma carga</p><p>elétrica. A vantagem é que ao contrário dos diodos</p><p>tradicionais, essas moléculas podem ser diretamente</p><p>aplicadas sobre a superfície da tela, usando um método</p><p>de impressão. Acrescentados os filamentos metálicos</p><p>que conduzem os impulsos elétricos a cada célula, está</p><p>pronta uma tela a um custo extremamente baixo.</p><p>A Impressora Laser tem como ancestral a máquina foto</p><p>copiadora, pois usa um módulo de impressão que usa o</p><p>mesmo pó negro das máquinas Xerox. Apesar disso, as</p><p>impressoras laser apresentam o mais alto grau de</p><p>tecnologia de impressão, incluindo o tratamento de</p><p>imagens por laser, a movimentação precisa do papel e</p><p>um microprocessador que controla todas essas tarefas.</p><p>resolução. Não fazem cópias em papel carbono. Tipos</p><p>existentes: Jato de Tinta, Laser e Térmica.</p><p>Impressoras Matriciais</p><p>As Impressoras Matriciais são necessárias para as</p><p>tarefas que exigem impressão em formulários com mais</p><p>de uma via, algo que a impressora a laser não pode</p><p>executar de forma alguma. Embora algumas matriciais</p><p>possam interpretar comandos PostScript ou de</p><p>alguma</p><p>outra linguagem de descrição de página, a maior parte</p><p>das impressoras de impacto são projetadas para</p><p>trabalhar com tipos Bitmap controlados pelo código</p><p>ASCII enviados do PC para a impressora. A cabeça de</p><p>impressão de uma</p><p>matricial possui de 9</p><p>a 48 agulhas,</p><p>também chamadas</p><p>pinos de impressão</p><p>alinhadas</p><p>verticalmente. Essas</p><p>cabeças</p><p>movimentam-se em</p><p>direção ao papel e</p><p>tocam uma fita de Figura 39 - Impressora</p><p>tinta que projeta o Matricial.</p><p>caractere no papel.</p><p>Impressoras Jato de Tinta</p><p>As Impressoras a Jato de Tinta possuem resolução tão</p><p>boa quanto à impressão de uma Laser, mas se</p><p>assemelham a uma matricial: ambas possuem cabeças</p><p>de impressão que percorrem toda a extensão da</p><p>página, colocando uma linha de texto completa a cada</p><p>passada. A grande diferença entre as impressoras a</p><p>jato de tinta e suas duas primas está na cabeça de</p><p>impressão. Utilizando uma tecnologia especial a</p><p>impressora Jato de Tinta espalha pequenas gotas de</p><p>tinta no papel.</p><p>Figura 40 - Impressora Jato de Tinta.</p><p>1.6.2 Impressoras</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 20</p><p>Também conhecidos como Caixas Acústicas, os</p><p>Speakers são dispositivos de saída de dados, onde</p><p>transmitem as informações, no formato de áudio, do</p><p>microcomputador para o usuário.</p><p>A impressão laser possui altíssima qualidade gráfica e</p><p>funciona realizando os seguintes processos: ela</p><p>interpreta os sinais vindos do computador, convertendo</p><p>tais sinais em instruções que controlam o movimento</p><p>do feixe de laser; movimenta o papel e vai polarizando-</p><p>o com o laser o papel de forma que ele atraia o toner</p><p>negro que irá compor a imagem e fundir o toner já</p><p>polarizado no papel.</p><p>O resultado é uma impressão excelente. A Impressora</p><p>Laser não só produz cópias mais rapidamente que a</p><p>impressora matricial, como as páginas são também</p><p>mais fielmente detalhadas que as produzidas em</p><p>matriciais.</p><p>Impressora Térmica</p><p>Embora sejam mais rápidas, mais econômicas e mais</p><p>silenciosas do que outros modelos de impressoras, as</p><p>impressoras térmicas</p><p>praticamente só são</p><p>utilizadas hoje em dia</p><p>em aparelhos de fax e</p><p>máquinas que</p><p>imprimem cupons</p><p>fiscais e extratos</p><p>bancários. O grande</p><p>problema com este</p><p>método de impressão,</p><p>todavia, é que o papel</p><p>térmico utilizado</p><p>Figura 41 - Impressora desbota com o</p><p>Térmica. tempo, obrigando ao</p><p>utilizador fazer uma</p><p>fotocópia do mesmo.</p><p>Plotters</p><p>Utilizadas na execução de gráficos, mapas e desenhos</p><p>de engenharia. Com a evolução da tecnologia de</p><p>impressão e a redução de seu custo, vem sendo</p><p>utilizada para impressão de grandes cartazes na</p><p>editoração eletrônica.</p><p>São equipamentos capazes de receber dados de meios</p><p>externos, transformá-las em sinal digital e enviá-los</p><p>para a CPU e receber informações do</p><p>microcomputador e enviá-los para o meio externo.</p><p>Dispositivo responsável por realizar a conversão de</p><p>sinais digitais para analógicos, através de um conversor</p><p>digital/analógico chamado DAC (</p><p>conversion), localizada na placa de som e sinais</p><p>analógicos para digital, através de um conversor</p><p>analógico/digital chamado ADC (</p><p>conversion).</p><p>A placa de som envia sons para os alto falantes e</p><p>amplificadores ou recebe esses sinais de</p><p>instrumentos</p><p>musicais, microfone, etc.</p><p>Dispositivo de entrada e saída de dados desenvolvido</p><p>para permitir a comunicação entre computadores à</p><p>longa distância, como por exemplo, acesso à</p><p>Internet.</p><p>O modem é um Modulador/Demodulador. A</p><p>comunicação a distância utiliza linhas telefônicas, onde</p><p>o envio e o recebimento dos dados é feito através de</p><p>um meio originalmente construído para a transmissão</p><p>de sinais analógicos. Sendo assim, o modem é</p><p>empregado para converter sinais digitais em sinais</p><p>elétricos (modulação) e reconverte os sinais elétricos</p><p>em sinais digitais (demodulação).</p><p>digital-to-analog</p><p>analog-to-digital</p><p>Figura 42 - Plotter.</p><p>Figura 43 - Placa de som.</p><p>1.6.3 Speakers (Caixas de Som)</p><p>1.7.2 Modem</p><p>1.7.1 Placa de Som</p><p>1.7 Dispositivos de Entrada e Saída</p><p>de Dados</p><p>Atenção: a maioria dos modens atuais</p><p>incorporam recursos para permitir</p><p>enviar e receber fax do PC. Por isso os</p><p>modens podem ser chamados também</p><p>por fax modens.</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 21</p><p>Figura 45 - Modem ADSL.</p><p>Figura 44 - Funcionamento do modem.</p><p>Figura 46 - Cable Modem.</p><p>A conexão é feita por uma linha telefônica, com a</p><p>vantagem de ficar conectado 24 horas por dia e 7 dias</p><p>por semana sem se preocupar com a conta telefônica,</p><p>pois não é cobrado o pulso telefônico. Além disso, a</p><p>linha fica desocupada para falar ao telefone, mesmo se</p><p>o usuário estiver navegando na Internet.</p><p>ADSL 2</p><p>A tecnologia ADSL 2 nada mais é do que a evolução do</p><p>ADSL e possui as seguintes características:</p><p>A transferência no modem é medida em bps (bits por</p><p>segundo). Um modem de 56K é um modem com taxa</p><p>de 56 Kbps (o mesmo que 56.000 bps).</p><p>Os modems convencionais de 56 Kbps são construídos</p><p>a partir de dois padrões que definem as regras de</p><p>transmissão de dados analógicos: V.90 e V.92. Esses</p><p>números referem-se aos padrões internacionais</p><p>definidos pela ITU (</p><p>Union), que desenvolve e padroniza as</p><p>telecomunicações no mundo.</p><p>ADSL</p><p>O ADSL (Asymmetric Subscriber Line) é a tecnologia</p><p>de</p><p>acesso à Internet banda larga, que utiliza centrais</p><p>telefônicas digitais para o tráfego de dados, através da</p><p>rede de pares de fios telefônicos.</p><p>Esse tipo de conexão é oferecido pelas operadoras de</p><p>telefonia e recebe nomes diferentes: Turbo – Brasil</p><p>Telecom, Turbonet – GVT, Velox – Telemare Speedy da</p><p>Telefônica.</p><p>Taxas de Transmissão de dados (ADSL):</p><p>Download: até 8 Mbps</p><p>Upload: até 1 Mbps A conexão à Internet banda larga via cabo, que também</p><p>pode ser chamado de Cable modem, permite atingir</p><p>velocidades acima de 256 Kbps, Neste tipo também não</p><p>pagamos pulso e podemos ficar 24 horas conectados. O</p><p>serviço é oferecido por empresas de TV a cabo, por</p><p>exemplo, TVA e NET.</p><p>Mais eficiente quanto a interferências causadas por</p><p>ondas de rádio e melhor consumo de energia;</p><p>Melhor modulação de sinal que o ADSL;</p><p>Taxa de Transmissão de Dados:</p><p>ADSL2 12 Mbit/s (download) 1.0 Mbit/s (upload)</p><p>ADSL2 12 Mbit/s (download) 3.5 Mbit/s (upload)</p><p>ADSL 2+</p><p>Evolução da tecnologia ADSL 2, possui as seguintes</p><p>características:</p><p>Melhor desempenho que o ADSL2, porém atinge</p><p>distâncias menores;</p><p>Depende das características e qualidade dos</p><p>equipamentos, instalações e fiações da linha</p><p>telefônica.</p><p>Taxa de Transmissão de Dados:</p><p>ADSL2+ 24 Mbit/s (Download) 1.0 Mbit/s (upload)</p><p>ADSL2+ 24 Mbit/s (Download) 3.5 Mbit/s (upload)</p><p>Uma placa de rede (NIC), ou adaptador de rede, oferece</p><p>capacidades de comunicações nos dois sentidos entre a</p><p>rede e um computador pessoal. Em um sistema de</p><p>computação desktop, é uma placa de circuito impresso</p><p>que reside em um slot na placa-mãe e provê uma</p><p>interface de conexão ao meio de rede</p><p>Placa de Rede permite a comunicação a curta distância</p><p>entre computadores através de um meio metálico,</p><p>óptico ou radiofreqüência , formando uma rede local</p><p>(LAN).</p><p>InternationalTelecomunications</p><p>Cable Modem</p><p>1.7.3 Placa de Rede</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br</p><p>Página 22</p><p>Figura 47 - Placa de Rede.</p><p>Figura 48 - Placa de Rede Sem-Fio.</p><p>Figura 49 - Monitor Touchscreen.</p><p>Figura 51 - Impressora Multifuncional.</p><p>Figura 50 - Placa de Captura de Vídeo.</p><p>1.7.4 Placas de Rede Sem-Fio</p><p>1.7.5 Outros dispositivos de Entrada</p><p>e Saída de Dados</p><p>Alguns monitores podem ser considerados como sendo</p><p>periféricos tanto de entrada como de saída. São os</p><p>chamados sensíveis ao toque (touchscreen), muito</p><p>utilizados em caixas de auto-atendimento na área</p><p>bancária.</p><p>Qualquer equipamento que utilize os padrões IEEE</p><p>802.11b ou 802.11g pode acessar a nossa rede sem</p><p>fios. Estes padrões são conhecidos pelo "apelido"</p><p>comercial WiFi.</p><p>Para computadores de mesa, deve ser instalada uma</p><p>placa de rede WiFi tipo PCI.</p><p>Para computadores portáteis, deve ser instalada uma</p><p>placa de rede WiFi tipo PCMCIA. Todos os notebooks</p><p>possuem embutido o circuito WiFi, tornando</p><p>desnecessária a placa PCMCIA.</p><p>Muitos equipamentos de mão tipo PDA (Palm e</p><p>similares) também já possuem a opção de acesso sem</p><p>fio WiFi.</p><p>Com equipamentos do padrão IEEE 802.11b a</p><p>velocidade nominal chega a 11 Mb/s. No padrão IEEE</p><p>802.11g a velocidade nominal é de 54 Mb/s.</p><p>São placas de vídeo com entrada de captura de sinais</p><p>de vídeo provenientes de câmeras digitais, TV a cabo,</p><p>etc. Estas placas possuem saída de vídeo (RGB, VGA,</p><p>S- Vídeo, etc.).</p><p>Multifuncional</p><p>Um equipamento multifuncional é aquele que possui</p><p>múltiplas utilidades. Geralmente consiste de um</p><p>equipamento integrado por digitalizador (ou Scanner),</p><p>impressora, copiadora e fax (geralmente através de</p><p>software).</p><p>Atualmente este tipo de equipamento conta com</p><p>características mais avançadas no tratamento e</p><p>informações tais como: enviar imagens colocadas no</p><p>digitalizador diretamente para uma pasta (scan to</p><p>folder), para um endereço eletrônico (scan to e-mail),</p><p>entre outros.</p><p>Monitores Touchscreen</p><p>Placas de captura de vídeo</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 23</p><p>1.8 Placa-Mãe (Motherboard)</p><p>Figura 52 – Placa mãe padrão ATX.</p><p>Figura 53 - Fonte de alimentação padrão ATX.</p><p>Atualmente, é possível encontrar à venda tanto placas</p><p>no formato AT, já obsoleto, quanto no formato ATX, o</p><p>mais atual. Os dois padrões diferenciam-se</p><p>basicamente pelo tamanho. O padrão ATX possui um</p><p>projeto de disposição de componentes mais</p><p>inteligente, possibilitando circulação de ar e</p><p>refrigeração da CPU mais inteligentes. Os gabinetes</p><p>para placas ATX também são maiores, o que facilita a</p><p>montagem e acesso aos componentes internos.</p><p>Outra vantagem é que nas placas ATX, as portas seriais</p><p>e paralelas, assim como conectores para o teclado,</p><p>portas USB e PS/2, formam um painel na parte traseira</p><p>da placa, minimizando problemas de mau contato.</p><p>Fonte de alimentação</p><p>Além do tamanho e da disposição mais prática dos</p><p>encaixes das portas seriais, paralelas, PS/2 e USB,</p><p>outra grande diferença do padrão ATX sobre o antigo</p><p>padrão AT, é a fonte de alimentação. Enquanto no AT a</p><p>fonte é “burra” limitando-se a enviar corrente ou</p><p>interromper o fornecimento quando o botão liga-desliga</p><p>Apesar de o processador ser o principal componente de</p><p>um computador, temos no PC vários componentes</p><p>como memórias, HDs e placas de vídeo, que sob seu</p><p>comando desempenham várias funções essenciais. A</p><p>função da placa mãe é justamente criar meios para que</p><p>o processador possa comunicar-se com todos estes</p><p>componentes com a maior velocidade e confiabilidade</p><p>possível.</p><p>O suporte a novas tecnologias, as possibilidades de</p><p>atualização e, até certo ponto, a própria performance</p><p>do equipamento, são determinados pela placa mãe.</p><p>é pressionado, no padrão ATX é utilizada uma fonte</p><p>inteligente. A fonte ATX recebe ordens diretamente da</p><p>placa mãe, o que permite vários recursos novos, como a</p><p>possibilidade de desligar o micro diretamente pelo</p><p>sistema operacional, sem a necessidade de pressionar o</p><p>botão liga-desliga, programar o micro para ligar ou</p><p>desligar sozinho em um horário pré-programado, entre</p><p>outros.</p><p>O próprio funcionamento do botão liga-desliga num</p><p>gabinete ATX também é diferente.</p><p>Primeiramente, o</p><p>botão não é ligado na fonte, como no padrão AT, mas</p><p>sim ligado ao conector “ATX Power Switch”, um</p><p>conector de dois pinos da placa mãe, que fica próximo</p><p>aos conectores para as luzes do painel do gabinete. O</p><p>comportamento do botão ao ser pressionado também é</p><p>diferente. Estando o micro ligado, apenas um toque no</p><p>botão faz o micro entrar em modo suspenso. Para</p><p>realmente cortar a eletricidade, é preciso manter o</p><p>botão pressionado por mais de 4 segundos.</p><p>1.8.1 Formatos</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 24</p><p>1.8.2 Barramento</p><p>O barramento AGP (Acelerated Graphics Port) é um</p><p>barramento criado exclusivamente para placas</p><p>aceleradoras gráficas, que possibilitam uma taxa de</p><p>transferência entre placa-mãe e a placa de vídeo muito</p><p>superior, pois possui uma largura de banda 4 vezes</p><p>maior que o barramento PCI, podendo atingir 2.112</p><p>MB/s (padrão AGP 8x).</p><p>Barramento PCI Express</p><p>Substituto dos barramentos PCI e AGP, o PCI Express é</p><p>destinado a todas as plataformas de PCs e oferece</p><p>suporte a praticamente todas as placas disponíveis,</p><p>como modems, placas de rede, vídeo e som, entre</p><p>outras.</p><p>É o conjunto de vias que conectam diferentes partes do</p><p>PC, permitindo dessa forma que haja uma comunicação</p><p>entre os mesmos, principalmente entre o processador e</p><p>vários outros circuitos. As partes que compõem o PC se</p><p>comunicam a todo o momento. Essa comunicação</p><p>sendo feita através de sinais, impulsos elétricos, que</p><p>devem ser transmitidos através de um meio físico, que</p><p>é o barramento.</p><p>Podemos dividir os barramentos em duas categorias:</p><p>barramento local e barramento de expansão. O</p><p>barramento local é dividido em três sub-barramentos:</p><p>dados, endereços e controle, conforme comentado em</p><p>na página 7. Os barramentos de expansão são</p><p>disponíveis através de slots onde conectamos as placas</p><p>de expansão (dispositivos internos). Os principais</p><p>barramentos são: PCI, AGP e PCI Express, IDE, SATA e</p><p>SCSI. A comunicação com dispositivos externos é feito</p><p>através dos barramentos Serial, Paralelo, PS/2 USB e</p><p>Firewire.</p><p>Barramento PCI</p><p>O barramento PCI (Peripheral Component Interconect)</p><p>foi desenvolvido para superar o barramento ISA</p><p>(obsoleto).</p><p>Encontramos placas PCI de 32 bits que transferem</p><p>dados a 133 MB/s e PCI de 64 bits, transferindo dados a</p><p>266 MB/s. Também possui suporte ao padrão PnP (Plug</p><p>and Play), tecnologia que possibilita ao Sistema</p><p>Operacional reconhecer automaticamente a conexão de</p><p>novas placas a máquina. Todas as tecnologias de</p><p>barramento desenvolvidas depois do PCI foram</p><p>padronizadas no padrão PnP.</p><p>Barramento AGP</p><p>O barramento PCI Express utiliza uma taxa de</p><p>transmissão de dados serial (os barramentos citados até</p><p>agora utilizam barramento paralelo).</p><p>O PCI Express pode realizar mais de uma transmissão</p><p>serial simultânea, pois pode utilizar mais de um canal</p><p>ou Lanes. Cada canal é composto por um par</p><p>(transmissão/recepção). Cada canal opera com uma</p><p>freqüência de 2,5GHz e possui uma taxa de</p><p>transmissão de dados de 250 Mbps. Podemos encontrar</p><p>sistemas PCI Express com 1, 2, 4, 8, 16 e 32 canais ou</p><p>Lanes.</p><p>Na tabela a seguir comparamos as taxas de</p><p>transferências dos barramentos PCI, AGP e PCI Express.</p><p>Tabela 10 - Tabela comparativa de desempenho.</p><p>Barramento Taxa de Transferência</p><p>PCI 133 MB/s</p><p>AGP 2x 533 MB/s</p><p>AGP 4x 1.066 MB/s</p><p>AGP 8x 2.133 MB/s</p><p>PCI Express 1x 250 MB/s</p><p>PCI Express 2x 500 MB/s</p><p>PCI Express 4x 1.000 MB/s</p><p>PCI Express 16x 4.000 MB/s</p><p>PCI Express 32x 8.000 MB/s</p><p>A figura abaixo ilustra os slots dos principais</p><p>barramentos de expansão.</p><p>Figura 54 - Slot PCI.</p><p>Figura 55 - Slot AGP.</p><p>Figura 56 - Tipos de slots PCI Express.</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 25</p><p>Figura 57- Slots de expansão.</p><p>Figura 58 - Cabo IDE de 80 vias.</p><p>Barramento IDE</p><p>Barramento SATA</p><p>Figura 59 - Conectores IDE primário e</p><p>secundário.</p><p>Geralmente as placas mãe possuem dois conectores:</p><p>IDE Primário e IDE Secundário. Cada conector suporta</p><p>dois dispositivos. Para a conexão entre os dispositivos é</p><p>utilizado um Flat Cable de 40 ou 80 vias.</p><p>Barramento utilizado para conexão de placa-mãe e disco</p><p>rígido ou drive de CD/DVD. Possui uma largura de</p><p>banda de 32 bits.</p><p>Figura 60 - Cabo SATA e SATA II.</p><p>Barramento SCSI</p><p>SCSI é sigla para Small Computer System Interface.</p><p>Trata-se de uma tecnologia criada para acelerar a taxa</p><p>de transferência de dados entre dispositivos de um</p><p>computador, desde que tais periféricos sejam</p><p>compatíveis com a tecnologia. O padrão SCSI é muito</p><p>utilizado para conexões de HD (disco rígido), scanners,</p><p>impressoras, CD-ROM ou qualquer outro dispositivo que</p><p>necessite de alta transferência de dados.</p><p>Figura 61 - Controladora SCSI.</p><p>As vantagens do SCSI não se resumem apenas à</p><p>questão da velocidade, mas também da compatibilidade</p><p>e estabilidade. Sendo o processador o dispositivo mais</p><p>rápido do computador, o uso do padrão SCSI permite</p><p>que essa velocidade seja aproveitada e assim,</p><p>aumentar-se de forma considerável o desempenho do</p><p>computador. Isso deixa claro que o SCSI é aplicado</p><p>principalmente em servidores e em aplicações de</p><p>missão crítica. Em gráficas, o uso de scanners</p><p>SATA (Serial ATA, S-ATA ou Serial Advanced Technology</p><p>Attachment)</p><p>É uma tecnologia de transferência de dados entre um</p><p>Disco Rígido (Hard Disk) e a Placa Mãe (Motherboard).</p><p>É o sucessor da tecnologia ATA (Advanced Technology</p><p>Attachment também conhecido como IDE ou Integrated</p><p>Drive Electronics) que foi renomeada para PATA</p><p>(Parallel ATA) para se diferenciar de SATA.</p><p>Diferentemente dos Discos Rígidos IDE, que</p><p>transmitem os dados através de cabos de 40 ou 80 fios</p><p>paralelos, o que resulta num cabo enorme, os Discos</p><p>Rígidos SATA transferem os dados em série em apenas</p><p>4 fios em um único cabo, o que permite usar cabos</p><p>com menos diâmetro que não interferem na ventilação</p><p>do gabinete.</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 26</p><p>A diferença principal, é que numa porta serial apenas</p><p>um pino é usado para a transmissão de dados, sendo</p><p>os bits transmitidos um a um, em série, dai o nome</p><p>serial. Já nas portas paralelas, são usadas oito vias de</p><p>dados, permitindo o envio de 8 bits de cada vez, o que</p><p>as torna muito mais rápidas que as seriais. No caso de</p><p>placas mãe que não trazem slots ISA (obsoleto), e</p><p>conseqüentemente não possuem este barramento, as</p><p>portas são conectadas diretamente ao barramento PCI.</p><p>poderosos poderia ser inviável se o computador não</p><p>conseguisse processar as imagens rapidamente, devido</p><p>à baixa taxa de transferência. O padrão SCSI consegue</p><p>resolver essa questão.</p><p>Adaptadores Wide SCSI e Narrow SCSI</p><p>É possível encontrar adaptadores Wide SCSI e Narrow</p><p>SCSI. Ambos permitem uma velocidade maior no</p><p>barramento (de 5 a 10 MHz). No entanto, o Wide SCSI</p><p>usa um cabo adicional de 16 ou 32 bits de largura para</p><p>enviar dados, o que permite o dobro ou quádruplo da</p><p>velocidade, respectivamente. Já o Narrow SCSI usa</p><p>somente 8 bits de largura. A tabela abaixo mostra o</p><p>comparativo entre esses adaptadores:</p><p>Tabela 11- Variações da Tecnologia SCSI.</p><p>Tipo de SCSI Wide SCSI Narrow SCSI</p><p>(MB/s) (MB/s)</p><p>SCSI-1 10 5</p><p>SCSI-2 20 10</p><p>Ultra-SCSI 40 20</p><p>Ultra-2 SCSI 80 40</p><p>Ultra-3 SCSI 160 80</p><p>Barramento Serial e Paralelo</p><p>Tanto as portas seriais, quanto as portas paralelas, ou</p><p>de impressora, são portas de comunicação que</p><p>compartilham o canal de dados do barramento ISA. A</p><p>princípio, o funcionamento de ambas é bem parecido.</p><p>São usados alguns pinos para a transmissão de dados e</p><p>outros para controle de fluxo e checagem.</p><p>As primeiras portas paralelas eram capazes apenas de</p><p>transmitir dados, e não de receber, sendo seu uso</p><p>geralmente restrito à conexão de impressoras. Foram</p><p>posteriormente criados vários outros padrões para</p><p>portas paralelas, que além de serem mais rápidos,</p><p>permitem a comunicação bidirecional, como o ECP e o</p><p>EPP.</p><p>As portas seriais (interfaces RS-232) também</p><p>evoluíram. As primeiras portas eram capazes de</p><p>transmitir dados numa velocidade de apenas 9,600 bits</p><p>por segundo, enquanto as mais recentes podem</p><p>transmitir a até 115,000 bits por segundo.</p><p>Usado para conectar mouse e teclado. Esse barramento</p><p>suporta a tecnologia plug and play, ou seja,</p><p>equipamentos instalados neste barramento são</p><p>reconhecidos pelo sistema operacional.</p><p>Barramento USB</p><p>O USB é a tentativa bem sucedida de criar um novo</p><p>padrão para a conexão de periféricos externos.</p><p>Suas principais armas são a facilidade de uso e a</p><p>possibilidade de se conectar vários periféricos a</p><p>uma única porta USB.</p><p>Com exceção do PCMCIA, o USB é o primeiro</p><p>barramento para micros PC realmente Plug-and-Play.</p><p>Podemos conectar periféricos mesmo com o micro</p><p>ligado (Hot Plug), bastando fornecer o Drive do</p><p>dispositivo para que tudo funcione sem ser necessário</p><p>reinicializar o micro. A controladora USB também é</p><p>suficientemente inteligente para perceber a desconexão</p><p>de um periférico.</p><p>Existem no mercado vários periféricos USB que vão de</p><p>mouses e teclados às placas de rede, passando por</p><p>scanners, impressoras, gravadores de CD, modems,</p><p>câmeras de videoconferência e muitos outros.</p><p>Inicialmente cada porta USB permite uma taxa de</p><p>transferência de 12 Mbps, ou cerca de 1.5 MB/s (USB</p><p>1.1), cerca de 100 vezes mais do que a permitida por</p><p>um porta serial, e um pouco mais do que a permitida</p><p>por uma porta paralela ECP.</p><p>Atualmente encontramos no mercado a versão 2.0 do</p><p>barramento USB, que possui uma taxa de transferência</p><p>Barramento PS/2</p><p>Figura 62 - Cabo Paralelo e os conectores macho e</p><p>fêmea.</p><p>Figura 63 - Cabo Serial.</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 27</p><p>de dados de 480 Mbps. Cada porta USB pode receber</p><p>até 127 conexões de dispositivos periféricos.</p><p>Padrão desenvolvido pela Apple na década de 80, o Fire</p><p>Wire (IEEE 1394) é um barramento de grande</p><p>desempenho com muitas semelhanças ao barramento</p><p>USB (PnP e Hot Plug), porém com um desempenho</p><p>superior.</p><p>A versão mais recente do barramento Fire Wire é o</p><p>IEEE 1394b, que transfere 800 Mbps e vem sendo</p><p>empregados em muitas filmadoras, câmeras digitais,</p><p>impressoras e scanners.</p><p>Este barramento é utilizado principalmente em Notebook</p><p>e handhelds onde, na maioria das vezes, é o único meio</p><p>de conectar placas de expansão. A principal vantagem</p><p>dos dispositivos PCMCIA é o tamanho: todos possuem</p><p>dimensões um pouco menores que as um cartão de</p><p>crédito, apenas mais espessos. Atualmente é possível</p><p>encontrar praticamente qualquer tipo de dispositivos na</p><p>forma de placas PCMCIA: modems, placas de som,</p><p>placas de rede, placas decodificadoras de DVD, cartões</p><p>de memórias SRAM e memórias Flash e, até mesmo,</p><p>discos rígidos removíveis.</p><p>Chipset é o nome dado ao conjunto de chips (set</p><p>significa “conjunto”, daí o seu nome) localizados na</p><p>placa-mãe com a finalidade de controlar dispositivos e</p><p>prover uma interface entre o processador e demais</p><p>componentes do micro.</p><p>Nos primeiros PCs, a placa-mãe usava circuitos</p><p>integrados discretos. Com isso, vários chips eram</p><p>necessários para criar todos os circuitos necessários</p><p>para fazer um computador funcionar.</p><p>Após algum tempo os fabricantes de chips começaram</p><p>a integrar vários chips dentro de chips maiores. Como</p><p>isso, em vez de usar uma dúzia de pequenos chips,</p><p>uma placa-mãe poderia ser construída usando apenas</p><p>meia dúzia de chips maiores.</p><p>O processo de integração continuou e em meado dos</p><p>anos 90 as placas-mãe eram construídas usando</p><p>apenas dois ou até mesmo um único chip grande.</p><p>Com o lançamento do barramento PCI, um novo</p><p>conceito, que ainda hoje em dia é utilizado, pôde ser</p><p>empregado pela primeira vez: a utilização de pontes.</p><p>Geralmente as placas-mãe possuem dois chips grandes:</p><p>uma chamada ponte norte e outra chamada ponte sul.</p><p>Às vezes, alguns fabricantes de chip podem integrar a</p><p>ponte norte e a ponte sul em um único chip; neste caso</p><p>a placa-mãe terá apenas um circuito integrado grande.</p><p>Ponte Norte (Northbridge)</p><p>O chip ponte norte, também chamado de MCH</p><p>(Memory Controller Hub, Hub Controlador de Memória)</p><p>é conectado diretamente ao processador e possui</p><p>basicamente as seguintes funções:</p><p>Controlador de Memória (*);</p><p>Controlador do barramento AGP;</p><p>Tabela 12 - Variação dos conectores USB.</p><p>Tabela 13 - Variação de conectores Firewire.</p><p>Figura 64 - Placa de rede sem fio padrão PCMCIA.</p><p>Barramento PCMCIA</p><p>Barramento Fire Wire</p><p>Personal Computer Memory Card International Association</p><p>1.8.3 Chipset</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 28</p><p>Controlador do barramento PCI Express.</p><p>Interface para transferência de dados com a ponte sul</p><p>(*) Exceto para processadores da AMD, como é o caso</p><p>do Athlon 64 e Processadores Phenon, já que nesses</p><p>processadores o controlador de memória está localizado</p><p>no próprio processador, e não na ponte norte.</p><p>Ponte Sul (Southbridge)</p><p>O chip ponte sul, também chamado ICH (I/O Controller</p><p>Hub, Hub Controlador de Entrada e Saída) é conectado</p><p>à ponte norte e sua função é basicamente controlar os</p><p>dispositivos on-board e de entrada e saída tais como:</p><p>Discos Rígidos (Paralelo e Serial ATA);</p><p>Portas USB;</p><p>Som on-board;</p><p>Rede on-board;</p><p>Barramento PCI;</p><p>Barramento ISA (se disponível);</p><p>Relógio de Tempo Real (RTC);</p><p>Memória de configuração (CMOS);</p><p>Dispositivos antigos, como controladores de</p><p>interrupção e de DMA</p><p>A ponte sul é também conectada a dois outros chips</p><p>disponíveis na placa-mãe: o chip de memória ROM,</p><p>mais conhecido como BIOS, e o chip Super I/O, que é o</p><p>responsável por controlar dispositivos antigos como</p><p>portas seriais, porta paralela e unidade de disquete.</p><p>Enquanto que a ponte sul pode ter alguma influência</p><p>no desempenho do disco rígido, este componente não é</p><p>tão crucial no que se refere ao desempenho geral do</p><p>micro quanto à ponte norte. Na verdade, a ponte sul</p><p>tem mais a ver com as funcionalidades da sua placa-</p><p>mãe do que com o desempenho. É a ponte sul que</p><p>determina a quantidade (e velocidade) das portas USB</p><p>e a quantidade e tipo (ATA ou Serial ATA) das portas</p><p>do disco rígido que sua placa-mãe possui, por exemplo.</p><p>Começando do básico, os endereços de IRQ são</p><p>interrupções de hardware, canais que os dispositivos</p><p>podem utilizar para chamar a atenção do processador.</p><p>Apesar de podermos rodar muitos programas ao mesmo</p><p>tempo, os processadores são capazes de fazer apenas</p><p>uma coisa de cada vez. A multitarefa surge de um</p><p>chaveamento muito rápido entre os aplicativos abertos,</p><p>dando a impressão de que todos realmente estão sendo</p><p>executados ao mesmo tempo.</p><p>Mas, o que fazer quando o processador está ocupado,</p><p>processando qualquer coisa e você digita um caractere</p><p>do teclado, o modem precisa transmitir dados para o</p><p>processador, ou qualquer coisa do gênero? É neste</p><p>AMR (Audio Modem Riser), CNR (Communications and</p><p>Network Riser) e ACR (Advanced Communications</p><p>Riser) são slots que você pode encontrar em sua</p><p>placa- mãe e que possuem o mesmo objetivo: permitir</p><p>que dispositivos HSP (Host Signal Processing) sejam</p><p>instalados no micro. Estes dispositivos podem ser</p><p>modems, placas de som e placas e rede.</p><p>Os dispositivos HSP são controlados pelo processador</p><p>do micro. Como resultado, os dispositivos HSP são</p><p>baratos, já que não possuem nenhum circuito</p><p>complexo. Por outro lado, o micro perde um pouco do</p><p>seu desempenho, já que o tempo do processador será</p><p>utilizado para controlar estes dispositivos. Os</p><p>dispositivos HSP são também conhecidos como “soft</p><p>modems” ou “win modems”.</p><p>Figura 65 - Processador Core 2 Duo e o Conjunto</p><p>de Chips (Chipset) Ponte Norte e Ponte Sul.</p><p>Figura 66 - Diagrama de blocos do Chipset.</p><p>Dispositivos AMR, CNR e ACR</p><p>1.8.4 Pedido de Interrupção (IRQ)</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 29</p><p>ponto que entram os endereços de IRQ. Ao ser avisado</p><p>através de qualquer um destes canais, o processador</p><p>imediatamente pára qualquer coisa que esteja fazendo</p><p>e dá atenção ao dispositivo, voltando ao trabalho logo</p><p>depois.</p><p>Normalmente o único componente que acessa a</p><p>memória RAM da máquina é o processador. O recurso</p><p>DMA permite que outros componentes</p><p>também acessem</p><p>a memória RAM diretamente, como discos rígidos, o que</p><p>aumenta o desempenho na transferência de grande</p><p>quantidade de dados.</p><p>Nos primeiros PCs havia um circuito chamado</p><p>controlador de DMA (originalmente este circuito era o</p><p>8237 e posteriormente este circuito passou a estar</p><p>integrado no chipset da placa-mãe, em um circuito</p><p>chamado ponte sul), que era responsável por gerenciar</p><p>estas comunicações.</p><p>Nos sistemas baseados no barramento PCI, este</p><p>recurso é nativamente suportado pelo barramento PCI</p><p>(neste barramento o DMA é também chamado de Bus</p><p>Mastering), não necessitando mais de um controlador a</p><p>parte como nos primeiros PCs. Cada periférico pode, se</p><p>quiser, acessar diretamente a memória RAM usando</p><p>esta técnica.</p><p>01. Sobre o hardware do computador, todas as</p><p>alternativas estão corretas, exceto a:</p><p>a) O setup é o programa de configuração da</p><p>máquina. Através dele é selecionada a</p><p>configuração do disco rígido e outras opções</p><p>relacionadas ao hardware do sistema.</p><p>b) HD (Hard Disk) é um sistema lacrado, contendo</p><p>discos magnéticos de alta capacidade, onde dados</p><p>e programas são armazenados. Também é</p><p>chamado de memória de massa ou de memória</p><p>secundária.</p><p>c) USB (Universal Serial Bus) é o caminho de</p><p>comunicação do processador com o chipset da</p><p>placa-mãe, conhecido em português como</p><p>"barramento externo".</p><p>d) PCI (Peripheral Component Interconnect) é um</p><p>tipo de slot criado pela Intel para a instalação de</p><p>periféricos no PC que transfere dados a 32 bits por</p><p>vez.</p><p>02. Em computadores do tipo PC, a comunicação</p><p>com periféricos pode ser realizada por meio de</p><p>diferentes interfaces. Acerca desse assunto,</p><p>julgue os seguintes itens.</p><p>I. A comunicação entre a CPU e o monitor de vídeo</p><p>é feita, na grande maioria dos casos, pela porta</p><p>serial.</p><p>II.Alguns tipos de mouse se comunicam com o</p><p>computador por meio de porta serial.</p><p>Indique a opção que contenha todas as afirmações</p><p>verdadeiras.</p><p>a) somente a I</p><p>b) I e II</p><p>C) somente a II</p><p>03. Com relação às especificações acima e a</p><p>conceitos de hardware e software de</p><p>computadores do tipo PC, julgue os itens</p><p>seguintes.</p><p>I. Para o funcionamento adequado do computador,</p><p>a quantidade de memória RAM a ser instalada</p><p>deve ser dimensionada em função do tipo de</p><p>operações/processamento que ele deverá</p><p>executar. O conteúdo armazenado na memória</p><p>RAM é perdido quando o computador é</p><p>desligado.</p><p>II. O teclado ABNT, também conhecido como</p><p>DVORAK, é o mais popular em uso atualmente</p><p>no Brasil e tem algumas vantagens com relação</p><p>ao teclado ABNT2, pois, ao contrário deste,</p><p>contém teclas com caracteres específicos da</p><p>língua portuguesa, como a tecla Ç</p><p>Indique a opção que contenha todas as afirmações</p><p>verdadeiras.</p><p>a) somente a I</p><p>b) I e II</p><p>C) somente a II</p><p>04. Analise as seguintes afirmações relativas à</p><p>UCP – Unidade Central de Processamento, ou</p><p>processador, de um computador.</p><p>I. Um processador, além da capacidade de realizar</p><p>leituras e gravações na memória, deve ser capaz de</p><p>comunicar-se com o usuário. Ele deve ser capaz de ler</p><p>dados provenientes do teclado, mouse e outros</p><p>dispositivos de saída de dados, bem como transferir</p><p>dados para o vídeo, impressora e outros dispositivos de</p><p>entrada de dados.</p><p>II. O processador possui um barramento de dados,</p><p>através do qual trafegam os dados que são</p><p>transmitidos ou recebidos pelo barramento de</p><p>endereços.</p><p>III. O processador utiliza o barramento de endereços</p><p>para indicar qual é a posição de memória a ser</p><p>acessada.</p><p>IV. Os processadores possuem, além do barramento de</p><p>dados e de endereços, o barramento de controle.</p><p>Indique a opção que contenha todas as afirmações</p><p>verdadeiras.</p><p>a) I e II b) II e III c) III e IV</p><p>d) I e III e) II e IV</p><p>1.8.5 DMA – Direct Memory Access</p><p>– Acesso Direto à Memória</p><p>Questões de</p><p>Concursos Públicos</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 30</p><p>05. Na seguinte especificação de um computador</p><p>– Core 2 Duo 2,2 Ghertz, 4 GB, HD de 500 GB,</p><p>Cache 4 MB - é correto afirmar que</p><p>a) 2,2 Ghertz refere-se à BIOS</p><p>b) HD de 500 GB refere-se ao processador</p><p>c) Core 2 Duo refere-se ao clock</p><p>d) 4 GB refere-se à memória RAM</p><p>e) Cache de 4 MB refere-se ao disco rígido</p><p>06. Qual, dentre os dispositivos periféricos</p><p>listados abaixo, é o único que serve apenas como</p><p>dispositivo de entrada?</p><p>a) Alto falante</p><p>b) Impressora</p><p>c) Monitor</p><p>d) Pen drive</p><p>e) Teclado</p><p>07. Analise as seguintes afirmações relativas a</p><p>componentes básicos de um computador.</p><p>I. O chipset (conjunto de chips) controla o sistema e</p><p>seus recursos. Todos os componentes comunicam-se</p><p>com o processador por meio do chipset - a central de</p><p>todas as transferências de dados. O chipset utiliza o</p><p>controlador DMA e o controlador do barramento para</p><p>organizar o fluxo contínuo de dados pelo qual ele é</p><p>responsável.</p><p>II. O cache é um bloco de memória de alta velocidade,</p><p>no qual os dados são copiados ao serem acessados da</p><p>RAM. Esse armazenamento de instruções permite a</p><p>melhoria do desempenho do processador.</p><p>III. A tecnologia Intel® MMX™ foi desenvolvida para</p><p>acelerar os aplicativos de multimídia e de</p><p>comunicações. Devido a sua elevada velocidade de</p><p>processamento, os processadores Intel® MMX™ não</p><p>incorporam cachês Nível 1 (L1, Level 1) e Nível 2 (L2,</p><p>Level 2).</p><p>IV. Uma entrada USB (Universal Serial Bus) é um</p><p>recurso disponível para os PCs que permite a conexão</p><p>exclusiva de periféricos de captura de imagens tais</p><p>como câmaras digitais e scanners.</p><p>Indique a opção que contenha todas as afirmações</p><p>verdadeiras.</p><p>a) I e II b) II e III c) III e IV d) I e III e) II e IV</p><p>08. Quando a memória RAM de um</p><p>microcomputador não comporta todo o programa</p><p>de uma única vez, o computador carrega para a</p><p>memória apenas as partes essenciais. Quando ele</p><p>necessita de outras partes do programa, ele</p><p>utiliza um artifício denominado:</p><p>a) Overclock</p><p>b) Swap</p><p>c) Multitarefa</p><p>d) Multiprocessamento</p><p>e) Crashing</p><p>09. O termo barramento refere-se aos contatos</p><p>físicos que transportam sinais entre o</p><p>processador e qualquer dispositivo periférico.</p><p>Atualmente, existe um padrão de barramento de</p><p>dados que permite a conexão de vários</p><p>periféricos externos ao computador, através de</p><p>uma única interface e um único protocolo,</p><p>eliminando a necessidade de instalação e</p><p>configuração de placas extras. Trata-se do</p><p>barramento</p><p>a) PCI b) USB c) SCSI</p><p>d) DDR e) ISA</p><p>10. Considerando o hardware do computador,</p><p>todas as alternativas estão corretas, exceto a:</p><p>a) USB (Universal Serial Bus) é um barramento</p><p>externo ao PC que serve para a conexão de</p><p>periféricos externos, tais como mouses, teclados e</p><p>câmeras digitais.</p><p>b) PCI (Peripheral Component Interconnect) é um</p><p>tipo de slot criado pela Intel exclusivamente para a</p><p>instalação de placas de vídeo ao micro.</p><p>c) A fonte do tipo ATX possui um recurso chamado</p><p>power-on, de forma que o comando de ligar ou</p><p>desligar a fonte é enviado pela placa-mãe.</p><p>d) O circuito de memória RAM pode ser construído</p><p>com uma enorme gama de tecnologias, tais como</p><p>EDO, SDRAM e DDR-SDRAM.</p><p>11. As informações contidas nos periféricos de</p><p>entrada de um computador são transferidas para</p><p>serem manipuladas no processador por meio do:</p><p>a) barramento de endereços.</p><p>b) barramento de dados.</p><p>c) BIOS – Basic Input/Output System.</p><p>d) Firewall.</p><p>e) Cluster.</p><p>12. Analise as seguintes afirmações relativas a</p><p>componentes básicos de um computador.</p><p>I. A memória RAM pode ser lida ou gravada pelo</p><p>computador e outros dispositivos.</p><p>II. A memória virtual é utilizada para armazenamento</p><p>temporário, visando à execução de programas que</p><p>precisam de mais memória, além da principal.</p><p>III. Paginar significa mover as partes da memória ROM</p><p>usadas com pouca freqüência como memória de</p><p>trabalho para outra mídia armazenável, geralmente</p><p>o CDROM.</p><p>IV. As memórias ROM e Cache têm a mesma</p><p>velocidade de acesso em computadores mais</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 31</p><p>modernos, desde que o processador tenha sido</p><p>configurado para utilizar a memória virtual como</p><p>intermediária entre a memória RAM e o HD.</p><p>Indique a opção que contenha todas as afirmações</p><p>verdadeiras.</p><p>a) I e II</p><p>b) II e III</p><p>c) III e IV</p><p>d) I e III</p><p>e) II e IV</p><p>13. Com relação a hardware de computadores do</p><p>tipo PC, a periféricos e a equipamentos</p><p>associados a esse tipo de computador, julgue os</p><p>itens a seguir. (certo e errado)</p><p>a) Uma configuração típica dos computadores</p><p>pessoais atuais com melhor desempenho é a</p><p>seguinte: Microprocessador Pentium 4 com clock</p><p>de 3 kHz, disco rígido de 1 megabyte, memória</p><p>RAM de 512 gigabytes, 1 porta USB, 1 porta serial,</p><p>1 teclado, 1 mouse USB e 1 leitor de CD-ROM.</p><p>b) Os dispositivos de armazenamento de dados</p><p>comumente denominados pen drives têm</p><p>capacidade de armazenamento de dados, por</p><p>unidade, superior aos disquetes de 3½".</p><p>Entretanto, mesmo os pen drives de maior</p><p>capacidade têm, atualmente, capacidade de</p><p>armazenamento bastante inferior à dos CD-ROM</p><p>mais utilizados.</p><p>14. Com relação ao hardware da plataforma</p><p>IBM-PC, a:</p><p>a) A interface PCI é um dispositivo do tipo E/S,</p><p>concebido especificamente para aperfeiçoar a</p><p>conexão gráfica das placas de vídeo com o</p><p>monitor.</p><p>b) RAM, ao contrário da memória ROM, é uma</p><p>memória de armazenamento definitivo e seu</p><p>conteúdo somente é alterado ou apagado através</p><p>de comandos específicos.</p><p>c) RAM é uma memória de armazenamento</p><p>temporário, enquanto a memória ROM é um tipo</p><p>de memória que não perde informações, mesmo</p><p>quando a energia é desligada.</p><p>d) Unidade de Aritmética e Lógica passou a ocupar o</p><p>mesmo chipset da cache L1, com o objetivo de</p><p>aumentar a velocidade de processamento nos</p><p>microcomputadores atuais.</p><p>e) ordem de busca realizada pela CPU para alocar os</p><p>dados para processamento inicia-se na memória</p><p>principal, em seguida na Cache L1 e por último na</p><p>Cache L2.</p><p>15. Analise as seguintes afirmações relacionadas</p><p>a conceitos básicos sobre hardware, software e</p><p>Sistema Operacional Windows 2000.</p><p>I. O USB (Universal Serial Bus, barramento serial</p><p>universal) é um barramento que dá suporte à</p><p>instalação Plug and Play. Usando o USB pode-se</p><p>conectar e desconectar dispositivos sem desligar ou</p><p>reiniciar o computador. É possível usar uma única porta</p><p>USB para conectar vários dispositivos periféricos.</p><p>II. Um Driver de Dispositivo é um programa que</p><p>permite que um dispositivo, como uma placa de rede,</p><p>se comunique com o Sistema Operacional. Para os</p><p>dispositivos ativados no Sistema Operacional, os</p><p>drivers de dispositivo são carregados automaticamente</p><p>quando o computador é inicializado.</p><p>III. A memória em um computador é organizada em</p><p>uma hierarquia que, considerando-se o tempo de</p><p>acesso da mais rápida para a mais lenta, é ordenada</p><p>como: Memória principal; Registradores; Cache;</p><p>Armazenamento secundário em discos rígidos (HD);</p><p>Armazenamento secundário em unidades de rede</p><p>compartilhadas; Armazenamento secundário que</p><p>utilizam acesso USB; Armazenamento secundário em</p><p>CD-ROM e Armazenamento off-line (fitas).</p><p>V. Com relação à memória de acesso aleatório</p><p>(Random Access Memory – RAM), o termo</p><p>“aleatório” significa que o processador, ao buscar</p><p>um dado, deve varrer aleatoriamente todas as</p><p>células de memória existentes no computador, até</p><p>encontrar o dado desejado.</p><p>Indique a opção que contenha todas as afirmações</p><p>verdadeiras.</p><p>a) II e IV b) II e III c) III e IV</p><p>d) I e III e) I e II</p><p>Os programas POST e BIOS encontram-se situados em</p><p>um determinado tipo de memória dos</p><p>microcomputadores. Essa memória é conhecida como:</p><p>a) RAM</p><p>b) Virtual</p><p>c) Cache</p><p>d) ROM</p><p>e) DRAM</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 32</p><p>2 Software e Sistemas Operacionais</p><p>2.1 Software</p><p>Conjunto de informações e ordens que são transmitidas para que o computador execute, ou seja, são os</p><p>programas propriamente dito. É a parte abstrata do sistema computacional. As instruções dadas ao</p><p>computador para que uma tarefa seja executada.</p><p>Quanto a sua aplicação, podemos classificar os o usuário paga uma taxa de licenciamento para poder</p><p>softwares em quatro tipos: utilizar.</p><p>Software Básico – É um programa que gerencia</p><p>o computador e são necessários para o correto</p><p>funcionamento do sistema computacional.</p><p>Exemplo: BIOS e Sistemas Operacionais;</p><p>Softwares Aplicativos – É um programa de</p><p>computador que executam aplicações específicas</p><p>utilizadas pelo usuário. Exemplo: Planilha de</p><p>Cálculos, Editor de Textos, Banco de dados,</p><p>Multimídia;</p><p>Software Utilitário - Utilitário, é um programa</p><p>utilizado para suprir deficiências dos sistemas</p><p>operacionais. São utilizados para: compactação de</p><p>dados, aumento de desempenho de máquinas</p><p>(overclock), limpeza de discos rígidos, acesso à Figura 67 - MS Word 2007. Exemplo de programa</p><p>internet, etc.; comercial.</p><p>Linguagens de programação – Ferramenta É importante observar que, de acordo com o modelo de</p><p>usada para criar novos programas. Uma linguagem licenciamento de software comercial, o que o usuário</p><p>de programação é um método padronizado para adquire quando paga pelo software é o direito de</p><p>expressar instruções para um computador. É um utilizá-lo segundo as regras definidas por seu contrato</p><p>conjunto de regras sintáticas e semânticas usadas de licenciamento de uso. Uma analogia pode ser feita</p><p>para definir um programa de computador. Uma com livros: quando se compra um livro está se</p><p>linguagem permite que um programador adquirindo a mídia impressa, mas o direito autoral do</p><p>especifique precisamente sobre quais dados um conteúdo é do autor ou da editora.</p><p>computador vai atuar, como estes dados serão</p><p>armazenados ou transmitidos e quais ações devem As duas restrições mais comuns nas licenças comerciais</p><p>ser tomadas sob várias circunstâncias. Servem são:</p><p>para desenvolver softwares básicos ou aplicativos. O direito de redistribuição, por exemplo,</p><p>realizar uma cópia dele e repassá-la para outro</p><p>De maneira geral são classificadas como usuário. A cópia de softwares em desacordo</p><p>linguagens de baixo ou alto nível (ou ambos), com sua licença comercial é considerada uma</p><p>exemplo: Java, C++, Assembly, Cobol, etc. cópia ilegal e esta prática é conhecida pelo</p><p>o Baixo nível: (assembly) termo pirataria.</p><p>- Usa todos recursos dos dispositivos O direito de alterar o funcionamento do</p><p>- gera programas eficientes e rápidos software, adaptando-o para um fim específico.</p><p>- difícil aprendizagem e leitura de código Como o software comercial raramente é</p><p>o Alto Nível: (basic, Cobol, Pascal) distribuído com seu código fonte, para alterá-</p><p>- mais próxima do idioma humano lo seria necessário utilizar a prática da</p><p>- ocupam mais espaço na memória engenharia reversa, o que costuma ser</p><p>- facilitam o aprendizado terminantemente proibido por esse tipo de licença.</p><p>Os softwares ainda são classificados quanto a sua</p><p>forma de distribuição (licença de uso): A Licença Comercial define também, em muitos casos,</p><p>os serviços que a empresa que vende o software</p><p>Programas Comerciais disponibiliza para os usuários que adquirem seu direito</p><p>O termo Licença Comercial é normalmente associado a de uso, tais como suporte, correção de erros de</p><p>contratos de licenciamento de uso de software. Os funcionamento, atualização periódica e acesso a</p><p>softwares chamados comerciais são aqueles pelos quais documentação de uso e outros materiais - normalmente</p><p>via Internet.</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 33</p><p>Programas Gratuitos</p><p>Um software gratuito é um programa de computador</p><p>gratuito para o público, ou seja, não é preciso pagar</p><p>por algum tipo de licença de uso para utilizá-lo. Por outro</p><p>lado, também a sua comercialização, direta ou incluída</p><p>em pacotes pagos, não é permitida pelo autor. Pode ser</p><p>utilizado por período indeterminado (não deixa de</p><p>funcionar ou perde parcialmente sua funcionalidade após</p><p>transcorrido certo período).</p><p>É diferente de software livre ou open source, pois ser</p><p>software gratuito não implica que possa ser modificado</p><p>ou que se possa utilizar qualquer parte do programa</p><p>em um programa próprio.</p><p>Um exemplo</p><p>já que sem</p><p>ela o período ficaria sem sentido.</p><p>EXPLICATIVAS</p><p>23 | Página</p><p>informe-se do que aconteceu. (or. subord. subst. objetiva indireta)</p><p>L OI oracional</p><p>"Não nos esqueçamos de que o bem-estar social nasceu da ilustração." (Alexandre</p><p>Herculano). LOI oracional</p><p>Não imitam o termo antecedente; elas simplesmente acrescentam uma explicação</p><p>sobre alguma qualidade peculiar do antecedente. Funcionam como uma espécie de</p><p>informação acessória, podendo ser suprimidas sem prejudicar o sentido do período:</p><p>Minha mãe, que é muito católica, vai à missa todos os domingos.</p><p>Nesse período, a oração adjetiva "que é muito católica" é explicativa. Se eia for retirada,</p><p>o significado do período não sofrerá alterações.</p><p>Toda oração adjetiva explicativa aparece ISOLADA POR VÍRGULAS.</p><p>O emprego ou não da vírgula nas orações adjetivas é de fundamental importância na</p><p>escrita. Às vezes, o significado de uma frase pode mudar, de acordo com o emprego da</p><p>vírgula. Observe:</p><p>Ele visitará o irmão que mora em Recife.</p><p>(Ele tem mais de um irmão; apenas um deles mora em Recife — restritiva.)</p><p>Ele visitará o irmão, que mora em Recife.</p><p>(Ele tem apenas um irmão, e este mora em Recife — explicativa.)</p><p>As orações subordinadas adjetivas podem aparecer de forma reduzida. Basta eliminar o</p><p>pronome relativo e empregar o verbo no particípio, no gerúndio ou, mais raramente,</p><p>no infinitivo. Veja os exemplos:</p><p>Conheci as garotas chegadas da Itália. (= que chegaram da Itália)</p><p>(or. subord. adjetiva restritiva reduzida de particípio)</p><p>Naquela esquina há crianças pedindo esmolas. (= que pedem esmolas)</p><p>(or. subord. adjetiva restritiva reduzida de gerúndio)</p><p>Meu vizinho possui um cão de meter medo. (= que mete medo)</p><p>(or. subord. adjetiva restritiva reduzida de infinitivo)</p><p>DICA DE OURO: reStritiVa – Sem Vírgulas. expliCativaS – Com Vírgulas. Se aparecer o</p><p>pronome QUE COM E SEM VÍRGULAS. Vai ALTERAR O SENTIDO.</p><p>QUE: DISTINÇÃO ENTRE PRONOME RELATIVO E CONJUNÇÃO INTEGRANTE</p><p>24 | Página</p><p>25 | Página</p><p>• Quando pronome relativo, como vimos, introduz oração subordinada adjetiva.</p><p>Relaciona-se a um termo antecedente e corresponde a o qual, a qual, os quais, as quais:</p><p>Termo antecedente</p><p>Feliz é o homem</p><p>or. subord. Adj.</p><p>que encontra o que procura.</p><p>(que — pronome relativo = o qual)</p><p>• Quando conjunção integrante, introduz oração subordinada substantiva. Não</p><p>corresponde a o qual, a qual, os quais, as quais:</p><p>Oração principal or. subord. Subst.</p><p>Desejo que vocês sejam muito felizes.</p><p>(que — conjunção integrante, insubstituível por o qual)</p><p>IMPORTANTE! As conjunções integrantes (só existem duas: QUE E SE) NÃO exercem</p><p>função sintática na oração de que participam. São meros conectivos entre a oração</p><p>subordinante e a subordinada que encabeçam.</p><p>OUTRAS ABORDAGENS QUE AS BANCAS COSTUMAM COBRAR SOBRE O PRONOME</p><p>RELATIVO QUE</p><p>Funções sintáticas dos pronomes relativos</p><p>Os pronomes relativos têm dupla função no período: a de conectivo, pois ligam duas</p><p>orações, e a de termo da oração adjetiva que introduzem.</p><p>A função sintática do pronome relativo pode ser facilmente reconhecida quando o</p><p>substituímos por seu termo antecedente. Feita a substituição, o pronome relativo</p><p>assumirá a mesma função QUE O TERMO ANTECEDENTE apresentar na frase substituta.</p><p>Observe:</p><p>termo</p><p>antecedente</p><p>Vi crianças</p><p>sujeito (QUE), aqui o “QUE” retoma o sujeito: CRIANÇAS.</p><p>que passavam fome.</p><p>L Crianças passavam fome.</p><p>26 | Página</p><p>Sujeito</p><p>Perceba nessa oração que o pronome QUE “assumiu” a função de SUJEITO DA ORAÇÃO.</p><p>O QUE É O MAIS COBRADO PELAS BANCAS.</p><p>1. Que — o pronome relativo “que” refere-se a coisas ou pessoas e pode exercer as</p><p>seguintes funções:</p><p>a) sujeito</p><p>O homem que é honesto dorme com tranquilidade.</p><p>L sujeito (= O homem é honesto.)</p><p>b) objeto direto</p><p>Cresceram as roseiras que mamãe plantou no jardim.</p><p>L OD (= Mamãe plantou as roseiras no jardim.)</p><p>c) objeto indireto</p><p>Estas são as informações de que você necessita. Observe primeiro o VERBO.</p><p>L OI (= Você necessita das informações.)</p><p>Assumindo a função de Objeto Indireto, observe que quem necessita, necessita de algo,</p><p>de alguma coisa.</p><p>d) complemento nominal</p><p>Surpreendem-nos as loucuras de que ele é capaz.</p><p>L complemento nominal (= Ele é capaz de loucuras.)</p><p>e) predicativo do sujeito</p><p>Não confio no hipócrita que você é.</p><p>L predicativo do sujeito (= Você é hipócrita.)</p><p>f) agente da passiva</p><p>Aquele é o cão por que fui mordido.</p><p>L ag. da passiva (= Fui mordido pelo cão.)</p><p>g) adjunto adverbial</p><p>Aquele é o hospital em que nasci.</p><p>L adj. adv. de lugar (= Nasci no hospital.)</p><p>2. Quem — o pronome relativo quem deve ser empregado somente em relação a</p><p>pessoas e sempre aparece preposicionado:</p><p>Chegaram os convidados a quem esperávamos.</p><p>L ODPr (= Esperávamos os convidados.)</p><p>Aquelas são as senhoras a quem devemos obedecer.</p><p>L OI (= Devemos obedecer às senhoras.)</p><p>3. Cujo — o pronome relativo cujo tem valor possessivo. Concorda em gênero e número</p><p>com o ser a que se refere, exercendo sempre a função de adjunto adnominal:</p><p>O incêndio, cujas origens estão investigando, causou bastante prejuízo.</p><p>L adj. adn. (- Estão investigando suas origens.)</p><p>4. Onde — o pronome relativo onde tem sentido locativo, isto é, indica lugar. Exerce,</p><p>portanto, a função de adjunto adverbial de lugar:</p><p>BIZU PARA AS BANCAS: ELAS VÃO TROCAR PRONOMES POR ONDE, A MAIORIA DAS</p><p>VEZES NÃO INDICA LUGAR. DESSA FORMA, A QUESTÃO ESTARÁ ERRADA.</p><p>GRAVE ISSO: ONDE SÓ SE REFERE A LUGAR.</p><p>Visitarei a fazenda onde moram meus avós.</p><p>L adj. adv. de lugar (= Meus avós moram na fazenda.)</p><p>27 | Página</p><p>5. Quanto — o pronome relativo quanto tem por antecedentes os pronomes indefinidos</p><p>tudo, todo, todos, todas:</p><p>Isso contraria tudo quanto aprendemos.</p><p>L OD (= Aprendemos tudo.)</p><p>6. Como — é pronome relativo quando tem por antecedente uma expressão que indica</p><p>modo:</p><p>Não gosto da maneira como você me trata.</p><p>L adj. adv. de modo (= ... você me trata dessa maneira.)</p><p>7. Quando — é pronome relativo, exercendo a função de adjunto adverbial de tempo:</p><p>Espere o momento quando devemos falar.</p><p>L adj. adv. de tempo {= ...devemos falar no momento.)</p><p>Orações subordinadas adverbiais</p><p>As orações subordinadas adverbiais exprimem uma circunstância relativa a um fato</p><p>expresso em outra oração. Têm, portanto, função idêntica à do adjunto adverbial. Veja:</p><p>À noite, visitaremos o museu,</p><p>L locução adverbial</p><p>A locução adverbial à noite, que exerce a função de adjunto adverbial, pode ser</p><p>expressa por uma oração com a mesma função:</p><p>Assim que anoitecer, visitaremos o museu.</p><p>L or. subord. adverbial</p><p>Observe mais este exemplo:</p><p>Deveremos viajar de manhã.</p><p>L adjunto adverbial.</p><p>Deveremos viajar quando amanhecer.</p><p>L oração subordinada adverbial.</p><p>28 | Página</p><p>A PALAVRA SE</p><p>Morfologicamente, a palavra se pode ser:</p><p>SUBSTANTIVO</p><p>Como substantivo, aparece antecedida de determinante ou especifica outro</p><p>substantivo:</p><p>O se exerce várias funções sintáticas.</p><p>Esse se está mal colocado na frase.</p><p>Vamos analisar a palavra se.</p><p>CONJUNÇÃO</p><p>Como conjunção, a palavra se é sempre subordinativa. Possui os seguintes valores:</p><p>a) Conjunção subordinativa integrante - introduz uma oração subordinada substantiva:</p><p>Não sei se poderemos viajar no mesmo voo.</p><p>L or. subord. subst. objetiva direta</p><p>Verifique se os convidados já chegaram.</p><p>L or. subord. subst. objetiva direta</p><p>b) Conjunção subordinativa causal — equivale a já que, uma vez que:</p><p>Se você tem medo de escuro, não ande por aquelas ruas.</p><p>c) Conjunção subordinativa condicional — pode ser substituída por caso não:</p><p>Se não chover, iremos à praia amanhã.</p><p>PRONOME</p><p>Empregada como pronome pessoal oblíquo, a palavra se pode ser:</p><p>a) Pronome apassivador — liga-se a verbos transitivos diretos ou transitivos diretos e</p><p>indiretos na voz passiva sintética. Uma maneira prática para reconhecer</p><p>esse caso é tentar construir a voz passiva analítica equivalente. Observe:</p><p>29 | Página</p><p>Como sujeito de um infinitivo, a palavra</p><p>de software gratuito e muito importante</p><p>no mundo atual é o Adobe Acrobat Reader um dos mais</p><p>famosos leitores de PDF.</p><p>Programas Livres</p><p>Software livre, segundo a definição criada pela Free</p><p>Software Foundation é qualquer programa de</p><p>computador que pode ser usado, copiado, estudado,</p><p>modificado e redistribuído com algumas restrições. A</p><p>liberdade de tais diretrizes é central ao conceito, o qual</p><p>se opõe ao conceito de software proprietário, mas não</p><p>ao software que é vendido</p><p>almejando lucro (software</p><p>comercial). A maneira usual</p><p>de distribuição de software</p><p>livre é anexar a este uma</p><p>licença de software livre, e</p><p>tornar o código fonte do</p><p>programa disponível.</p><p>Um software é considerado como livre quando atende</p><p>aos quatro tipos de liberdade para os usuários do</p><p>software definidas pela Free Software Foundation:</p><p>A liberdade para executar o programa, para</p><p>qualquer propósito (liberdade nº 0);</p><p>A liberdade de estudar como o programa funciona,</p><p>e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade</p><p>nº 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito</p><p>para esta liberdade;</p><p>A liberdade de redistribuir cópias de modo que</p><p>você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2);</p><p>A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os</p><p>seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a</p><p>comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso</p><p>ao código-fonte é um pré-requisito para esta</p><p>liberdade;</p><p>Para que seja possível estudar ou modificar o software</p><p>(para uso particular ou para distribuir) é necessário ter</p><p>acesso ao código-fonte. Por isso a disponibilidade</p><p>desses arquivos é pré-requisito para a liberdade do</p><p>software. Cada licença determina como será feito o</p><p>fornecimento do fonte para distribuições típicas, como é</p><p>o caso de distribuições em mídia portátil somente com</p><p>os códigos binários já finalizados (sem o fonte). No</p><p>caso da licença GPL, o fonte deve ser disponibilizado</p><p>em local de onde possa ser acessado, ou deve ser</p><p>entregue ao usuário, se solicitado,</p><p>adicionais (exceto transporte e mídia).</p><p>sem custos</p><p>Para que essas liberdades sejam reais, elas devem ser</p><p>irrevogáveis. Caso o desenvolvedor do software tenha</p><p>o poder de revogar a licença, o software não é livre.</p><p>Tais liberdades não fazem referência aos custos</p><p>envolvidos. É possível que um software-livre não seja</p><p>gratuito. Quando gratuito, empresas podem explorá-lo</p><p>comercialmente através do serviço envolvido</p><p>(principalmente suporte).</p><p>A maioria dos softwares livres é licenciada através de</p><p>uma licença de software livre, como a GNU GPL, a mais</p><p>conhecida.</p><p>Venda de Software Livre</p><p>As licenças de software livre permitem que eles sejam</p><p>vendidos, mas estes em sua grande maioria estão</p><p>disponíveis gratuitamente.</p><p>Uma vez que o comprador do software livre tem direito</p><p>as quatro liberdades listadas, este poderia redistribuir</p><p>este software gratuitamente ou por um preço menor</p><p>que aquele que foi pago.</p><p>Como exemplo poderíamos citar o Red Hat Enterprise</p><p>Linux que é comercializado pela Red Hat, a partir dele</p><p>foram criados diversos clones como o CentOS que pode</p><p>ser baixado gratuitamente.</p><p>Muitas empresas optam então por distribuir o mesmo</p><p>produto sobre duas ou mais licenças, geralmente uma</p><p>sobre uma licença copyleft e gratuita como a GPL e</p><p>outra sobre uma licença proprietária e paga.</p><p>Programas de Código Aberto</p><p>Open source em inglês, foi criado pela OSI (Open</p><p>Source Initiative) e se refere ao mesmo software</p><p>também chamado de software livre, ou seja, aquele</p><p>que respeita as quatro liberdades definidas pela Free</p><p>Software Foundation. Qualquer licença de software livre</p><p>é também uma licença de código aberto, a diferença</p><p>entre os dois está no discurso.</p><p>FSF – Leva em conta questões éticas</p><p>OSI – Ponto de vista puramente Técnico</p><p>Figura 68 - BR Office Calc. Exemplo de Software</p><p>Livre.</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 34</p><p>2.1.2 Arquivos</p><p>2.1.3 Arquivo texto e binário</p><p>É onde gravamos nossos dados. Um arquivo pode</p><p>conter um texto, uma música, programa, planilha, etc.</p><p>Cada arquivo deve ser identificado por um nome, assim</p><p>ele pode ser encontrado facilmente quando desejar</p><p>usá-lo. Um arquivo pode ser binário ou texto.</p><p>Quanto ao tipo, um arquivo pode ser de texto ou</p><p>binário:</p><p>Texto</p><p>Seu conteúdo é compreendido pelas pessoas. Um</p><p>arquivo texto pode ser uma carta, um script, um</p><p>programa de computador escrito pelo programador,</p><p>arquivo de configuração, etc.</p><p>Binário</p><p>Seu conteúdo somente pode ser entendido por</p><p>computadores. Contém caracteres incompreensíveis</p><p>para pessoas normais. Um arquivo binário é gerado</p><p>através de um arquivo de programa (formato texto)</p><p>através de um processo chamado de compilação.</p><p>Compilação é basicamente a conversão de um programa</p><p>em linguagem humana para a linguagem de máquina.</p><p>Tamanho de arquivos</p><p>A unidade de medida padrão nos computadores é o bit.</p><p>A um conjunto de 8 bits nós chamamos de byte. Cada</p><p>arquivo/diretório possui um tamanho, que indica o</p><p>espaço que ele ocupa no disco e isto é medido em</p><p>bytes. O byte representa uma letra. Assim, se você criar</p><p>um arquivo vazio e escrever o nome Linux e salvar o</p><p>arquivo, este terá o tamanho de 5 bytes. Espaços em</p><p>branco e novas linhas também ocupam bytes.</p><p>Tabela de Conversão</p><p>1 bit Digito binário representado</p><p>por 1 ou 0</p><p>1 KILOBYTE 1024 BYTES</p><p>1 MEGABYTE 1024 KB</p><p>1 GIGABYTE 1024 MB</p><p>1 TERABYTE 1024 GB</p><p>1 PETABYTE 1024 TB</p><p>Software básico que atua como intermediário entre o</p><p>usuário e o hardware de um computador. O propósito</p><p>de um sistema operacional é fornecer um ambiente</p><p>no qual o usuário possa executar programas. O</p><p>principal objetivo de um sistema operacional é,</p><p>portanto, tornar</p><p>Um sistema operacional possui as seguintes funções:</p><p>Gerenciamento de processos;</p><p>Gerenciamento de memória;</p><p>Sistema de arquivos;</p><p>Gerenciamento de entrada e saída de dados.</p><p>Gerenciamento de Processos</p><p>O sistema operacional multitarefa é preparado para dar</p><p>ao usuário a ilusão que os processos estão em</p><p>execução simultânea no computador. Na verdade, cada</p><p>processo recebe uma fatia do tempo e a alternância</p><p>entre vários processos é tão rápida que o usuário pensa</p><p>que sua execução é simultânea.</p><p>o uso do sistema computacional conveniente. Uma</p><p>meta secundária é usar o hardware do computador de</p><p>forma eficiente.</p><p>Do ponto de vista do computador, o sistema</p><p>operacional que viabiliza o seu funcionamento e a</p><p>execução de todos as aplicações (processos) e gerencia</p><p>recursos de processamento, memória e periféricos de</p><p>entrada e saída de dados. Enfim, o sistema operacional</p><p>funciona como um intermediário entre um programa e</p><p>o hardware do computador. Ele entra em ação toda vez</p><p>que digitamos uma letra, salvamos um arquivo,</p><p>imprimimos um documento ou executamos um arquivo.</p><p>Existem vários sistemas operacionais; entre eles, os</p><p>mais utilizados no dia a dia são o Windows, Linux, Unix</p><p>e Mac OS.</p><p>Objetivos de um sistema operacional:</p><p>Executar os programas dos usuários de forma mais</p><p>simples;</p><p>Tornar o sistema do computador conveniente</p><p>(mais “próximo”) à utilização do usuário;</p><p>Usar o Hardware do computador de maneira</p><p>eficiente.</p><p>2.3 Sistema Operacional</p><p>Figura 69 - Relação entre Hardware, Sistema</p><p>Operacional, Aplicações e o Usuário.</p><p>Informática para Concursos Públicos</p><p>www.andrecardia.pro.br Página 35</p><p>São utilizados algoritmos para determinar qual processo</p><p>será executado em determinado momento e por quanto</p><p>tempo.</p><p>Os processos podem comunicar-se, isto é conhecido</p><p>como IPC (Inter-Process Communication). Os</p><p>mecanismos geralmente utilizados são:</p><p>Sinais;</p><p>Pipes;</p><p>Named pipes;</p><p>Memória compartilhada;</p><p>Soquetes (sockets);</p><p>Semáforos;</p><p>Trocas de mensagens;</p><p>O sistema operacional, normalmente, deve possibilitar o</p><p>multiprocessamento Simétrico (SMP), que permite a</p><p>distribuição de tarefas entre dois ou mais</p><p>processadores. Para essa tarefa, ele deve ser</p><p>reentrante e interrompível, o que significa que pode ser</p><p>interrompido no meio da execução de uma tarefa.</p><p>Gerenciamento de Memória</p><p>O sistema operacional tem acesso completo à memória</p><p>se liga-se a verbos como: deixar, sentir, fazer</p><p>etc. seguidos de um objeto direto em forma de oração reduzida de infinitivo:</p><p>oração principal or. subord. subst. objetiva direta</p><p>O rapaz deixou-se dominar peio medo.</p><p>VTD SUJ. DO INFINITIVO "DOMINAR"</p><p>Anulou-se uma questão. (= Uma questão foi anulada.)</p><p>Anularam-se várias questões. (= Várias questões foram anuladas.)</p><p>b) Índice de indeterminação do sujeito — liga-se a verbos intransitivos, transitivos</p><p>indiretos ou de ligação, sempre conjugados na 3ª pessoa do singular. Identifica-se</p><p>facilmente esse caso porque a palavra se pode ser substituída por alguém ou ninguém:</p><p>Vive-se muito bem no interior. (= Alguém vive muito bem no interior.)</p><p>Precisa-se de carpinteiros. (= Alguém precisa de carpinteiros.)</p><p>Não se é feliz sem amor. (= Ninguém é feliz sem amor.)</p><p>c) Parte integrante do verbo — a palavra se faz parte de verbos essencialmente</p><p>pronominais, ou seja, verbos que só se conjugam acompanhados de pronome pessoal</p><p>oblíquo. Tais verbos quase sempre denotam sentimentos ou atitudes próprias do</p><p>sujeito: indignar-se, vangloriar-se, queixar-se, arrepender-se, orgulhar-se, suicidar-se</p><p>etc.:</p><p>O técnico vangloriava-se com o sucesso do time.</p><p>Aquela mulher sempre se queixou da estupidez do marido.</p><p>d) Pronome reflexivo — dependendo da predicação verbal, o pronome se pode exercer</p><p>a função de objeto direto, objeto indireto ou sujeito de um infinitivo.</p><p>Nesses casos, o se tem o valor de a si mesmo:</p><p>O operário feriu-se com a serra.</p><p>L VTD OD</p><p>Ela sempre se atribuiu muito valor.</p><p>30 | Página</p><p>L</p><p>L L L OI</p><p>REFLEXIVO</p><p>VTDI OD</p><p>Os noivos deram-se os braços.</p><p>e) Pronome reflexivo recíproco — nesse caso, o pronome se corresponde a um ao outro</p><p>e pode, também, funcionar como objeto direto ou objeto indireto:</p><p>Os dois lutadores encaravam-se friamente.</p><p>f) Partícula de realce ou expletiva — o pronome se como partícula de realce pode ser</p><p>retirado da frase sem que haja prejuízo de sentido. Liga-se a verbos intransitivos,</p><p>enfatizando uma ação ou atitude do sujeito: AS BANCAS ADORAM ESSA UTILIZAÇÃO</p><p>DO PRONOME, ATENÇÃO A ELA.</p><p>Os convidados já se foram embora.</p><p>Aquela garota morre-se de amores por meu irmão.</p><p>31 | Página</p><p>VTDI OI OD</p><p>RECÍPROCO</p><p>VTD OD</p><p>RECÍPROCO</p><p>1</p><p>Os sinais de pontuação são sinais gráficos empregados na língua escrita para tentar</p><p>recuperar recursos específicos da língua falada, tais como: ENTONAÇÃO, JOGO DE</p><p>SILÊNCIO, PAUSAS, etc.</p><p>DIVISÃO E EMPREGO DOS SINAIS DE PONTUAÇÃO:</p><p>- Ponto ( . )</p><p>a) indicar o final de uma frase declarativa.</p><p>Ex.: Lembro-me muito bem dele.</p><p>b) separar períodos entre si.</p><p>Ex.: Fica comigo. Não vá embora.</p><p>c) nas abreviaturas</p><p>Ex.: Av.; V. Ex.ª</p><p>2 - Dois-pontos ( : )</p><p>a) iniciar a fala dos personagens:</p><p>Ex.: Então o padre respondeu:</p><p>- Parta agora.</p><p>b) antes de apostos ou orações apositivas, enumerações ou sequência de palavras que</p><p>explicam, resumem ideias anteriores.</p><p>Ex.: Meus amigos são poucos: Fátima, Rodrigo e Gilberto.</p><p>c) antes de citação</p><p>Ex.: Como já dizia Vinícius de Morais: “Que o amor não seja eterno posto que é chama,</p><p>mas que seja infinito enquanto dure.”</p><p>3 - Reticências ( ... )</p><p>32 | Página</p><p>EMPREGO DOS SINAIS DE PONTUAÇÃO.</p><p>a) indicar dúvidas ou hesitação do falante.</p><p>Ex.: Sabe... eu queria te dizer que... esquece.</p><p>b) interrupção de uma frase deixada gramaticalmente incompleta.</p><p>Ex.: - Alô! João está?</p><p>- Agora não se encontra. Quem sabe se ligar mais tarde...</p><p>c) ao fim de uma frase gramaticalmente completa com a intenção de</p><p>sugerir prolongamento de ideia.</p><p>Ex.: “Sua tez, alva e pura como um foco de algodão, tingia-se nas faces duns longes cor-</p><p>de-rosa...” (Cecília - José de Alencar)</p><p>d) indicar supressão de palavra (s) numa frase transcrita.</p><p>Ex.: “Quando penso em você (...) menos a felicidade.” (Canteiros - Raimundo Fagner)</p><p>4- Parênteses ( ( ) )</p><p>a) isolar palavras, frases intercaladas de caráter explicativo e datas.</p><p>Exemplos:</p><p>Na 2ª Guerra Mundial (1939-1945), ocorreu inúmeras perdas humanas.</p><p>"Uma manhã lá no Cajapió (Joca lembrava-se como se fora na véspera), acordara</p><p>depois duma grande tormenta no fim do verão.” (O milagre das chuvas no Nordeste-</p><p>Graça Aranha)</p><p>DICAS: os parênteses também podem substituir a vírgula ou o travessão.</p><p>5- Ponto de Exclamação ( ! )</p><p>a) Após vocativo</p><p>Ex.: “Parte, Heliel!” (As violetas de Nossa Srª. - Humberto de Campos)</p><p>b) Após imperativo</p><p>Ex.: Cale-se!</p><p>33 | Página</p><p>34 | Página</p><p>c) Após interjeição</p><p>Ex.: Ufa! Ai!</p><p>d) Após palavras ou frases que denotem caráter emocional</p><p>Ex.: Que pena!</p><p>6- Ponto de Interrogação ( ? )</p><p>a) Em perguntas diretas</p><p>Ex.: Como você se chama?</p><p>b) Às vezes, juntamente com o ponto de exclamação</p><p>Ex.: - Quem ganhou na loteria?</p><p>- Você.</p><p>- Eu?!</p><p>7 - Vírgula ( , )</p><p>É usada para marcar uma pausa do enunciado com a finalidade de nos indicar que os</p><p>termos por ela separados, apesar de participarem da mesma frase ou oração, não</p><p>formam uma unidade sintática.</p><p>Ex.: Lúcia, esposa de João, foi a ganhadora única da Sena.</p><p>DICAS: podemos concluir que quando há uma relação sintática entre termos da oração, não se</p><p>pode separá-los por meio de vírgula.</p><p>Não se separam por vírgula:</p><p>a) predicado de sujeito;</p><p>b) objeto de verbo;</p><p>c) adjunto adnominal de nome;</p><p>d) complemento nominal de nome;</p><p>e) predicativo do objeto do objeto;</p><p>f) oração principal da subordinada substantiva (desde que esta não seja apositiva nem</p><p>apareça na ordem inversa)</p><p>A vírgula no interior da oração:</p><p>É utilizada nas seguintes situações:</p><p>a)</p><p>separar o vocativo.</p><p>Exemplos:</p><p>Maria, traga-me uma xícara de café.</p><p>A educação, meus amigos, é fundamental para o progresso do país.</p><p>b) separar alguns apostos.</p><p>Ex.: Valdete, minha antiga empregada, esteve aqui ontem.</p><p>c) separar o adjunto adverbial antecipado ou intercalado.</p><p>Exemplos:</p><p>Chegando de viagem, procurarei por você. As pessoas, muitas vezes, são falsas.</p><p>d) separar elementos de uma enumeração.</p><p>Ex.: Precisa-se de pedreiros, serventes, mestre-de-obras.</p><p>e) isolar expressões de caráter explicativo ou corretivo.</p><p>Ex.: Amanhã, ou melhor, depois de amanhã podemos nos encontrar para acertar a</p><p>viagem.</p><p>f) separar conjunções intercaladas.</p><p>Ex.: Não havia, porém, motivo para tanta raiva.</p><p>g) separar o complemento pleonástico antecipado.</p><p>Ex.: A mim, nada me importa.</p><p>h) isolar o nome de lugar na indicação de datas.</p><p>Ex.: Belo Horizonte, 26 de janeiro de 2001.</p><p>i) separar termos coordenados assindéticos.</p><p>Ex.: "Lua, lua, lua, lua, por um momento meu canto contigo compactua..." (Caetano</p><p>Veloso)</p><p>j) marcar a omissão de um termo (normalmente o verbo).</p><p>Ex.: Ela prefere ler jornais e eu, revistas. (omissão do verbo preferir)</p><p>35 | Página</p><p>36 | Página</p><p>DICAS: termos coordenados ligados pelas conjunções: e, ou, nem dispensam o uso da vírgula.</p><p>EXEMPLOS:</p><p>Conversaram sobre futebol, religião e política.</p><p>Não se falavam nem se olhavam.</p><p>Ainda não me decidi se viajarei para Bahia ou Ceará.</p><p>Entretanto, se essas conjunções aparecerem repetidas, com a finalidade de dar ênfase, o uso da</p><p>vírgula passa a ser obrigatório.</p><p>Ex.: Não fui nem ao velório, nem ao enterro, nem à missa de sétimo dia.</p><p>A vírgula entre orações:</p><p>É utilizada nas seguintes situações:</p><p>a) separar as orações subordinadas adjetivas explicativas.</p><p>Ex.: Meu pai, de quem guardo amargas lembranças, mora no Rio de Janeiro.</p><p>b) separar as orações coordenadas sindéticas e assindéticas (exceto as iniciadas pela</p><p>conjunção “e”).</p><p>Exemplos:</p><p>Acordei, tomei meu banho, comi algo e saí para o trabalho. Estudou muito, mas não foi</p><p>aprovado no exame.</p><p>ATENÇÃO:</p><p>Há três casos em que se usa a vírgula antes da conjunção E:</p><p>1) quando as orações coordenadas possuírem sujeitos diferentes.</p><p>Ex.: Os ricos estão cada vez mais ricos, e os pobres, cada vez mais pobres.</p><p>b) separar orações coordenadas muito extensas ou</p><p>2)</p><p>(polissíndeto).</p><p>quando a conjunção “e” vier repetida com a finalidade de dar ênfase</p><p>Ex.: E chora, e ri, e grita, e pula de</p><p>alegria.</p><p>3) quando a conjunção “e” assumir valores distintos que não retratarem</p><p>sentido de adição (adversidade, consequência, por exemplo)</p><p>Ex.: Coitada! Estudou muito, e ainda assim não foi aprovada.</p><p>c) separar orações subordinadas adverbiais (desenvolvidas ou</p><p>reduzidas), principalmente seestiverem antepostas à oração principal.</p><p>Ex.: "No momento em que o tigre se lançava, curvou-se ainda mais; e fugindo com o</p><p>corpo apresentou o gancho." (O selvagem - José de Alencar)</p><p>d) separar as orações intercaladas.</p><p>Ex.: "- Senhor, disse o velho, tenho grandes contentamentos em estar plantando-a...”</p><p>DICAS: essas orações poderão ter suas vírgulas substituídas por duplo travessão.</p><p>Ex.: "Senhor - disse o velho - tenho grandes contentamentos em estar plantando-a...”</p><p>e) separar as orações substantivas antepostas à principal.</p><p>Ex.: Quanto custa viver, realmente não sei.</p><p>8- Ponto e vírgula ( ; )</p><p>a) separar os itens de uma lei, de um decreto, de uma petição, de uma sequência, etc.</p><p>Ex.: Art. 127 – São penalidades disciplinares:</p><p>I- advertência;</p><p>II- suspensão;</p><p>III- demissão;</p><p>IV- cassação de aposentadoria ou disponibilidade;</p><p>V- destituição de cargo em comissão;</p><p>VI- destituição de função comissionada. (cap. V das penalidades referentes ao Direito</p><p>Administrativo)</p><p>orações</p><p>37 | Página</p><p>38 | Página</p><p>coordenadas nas quais já tenham utilizado a vírgula.</p><p>Ex.: “O rosto de tez amarelenta e feições inexpressivas, numa quietude apática, era</p><p>pronunciadamente vultuoso, o que mais se acentuava no fim da vida, quando a bronquite</p><p>crônica de que sofria desde moço se foi transformando em opressora asma cardíaca; os</p><p>lábios grossos, o inferior um tanto tenso (...) " (O visconde de Inhomerim - Visconde de</p><p>Taunay)</p><p>9- Travessão ( — )</p><p>a) dar início à fala de um personagem</p><p>Ex.: O filho perguntou:</p><p>— Pai, quando começarão as aulas?</p><p>b) indicar mudança do interlocutor nos diálogos</p><p>Ex.: - Doutor, o que tenho é grave?</p><p>- Não se preocupe, é uma simples infecção. É só tomar um antibiótico e estará bom</p><p>c) unir grupos de palavras que indicam itinerários</p><p>Ex.: A rodovia Belém-Brasília está em péssimo estado.</p><p>DICAS: também pode ser usado em substituição à virgula em expressões ou frases explicativas.</p><p>Ex.: Xuxa — a rainha dos baixinhos — será mãe.</p><p>10- ASPAS ( “ ” )</p><p>a) isolar palavras ou expressões que fogem à norma culta, como gírias, estrangeirismos,</p><p>palavrões, neologismos, arcaísmos e expressões populares.</p><p>Exemplos:</p><p>Maria ganhou um apaixonado “ósculo” do seu admirador. A festa na casa de Lúcio estava</p><p>“chocante”.</p><p>Conversando com meu superior, dei a ele um “feedback” do serviço a mim requerido.</p><p>b) indicar uma citação textual</p><p>Ex.: “Ia viajar! Viajei. Trinta e quatro vezes, às pressas, bufando, com todo o sangue na</p><p>face, desfiz e refiz a mala”. (O prazer de viajar - Eça de Queirós)</p><p>39 | Página</p><p>DICAS: se dentro de um trecho já destacado por aspas, se fizer necessário a utilização de novas</p><p>aspas, estas serão simples. (' ')</p><p>IMPORTANTE!</p><p>NÃO se usa vírgula: as bancas amam esse tema.</p><p>a) entre sujeito e predicado, mesmo que o sujeito seja extenso:</p><p>"A sua compleição robusta / ostenta-se nesta ocasião em toda a plenitude. "</p><p>sujeito predicado</p><p>(Euclides da Cunha)</p><p>b) entre o verbo e o complemento, mesmo que o objeto indireto se anteponha ao</p><p>objeto direto:</p><p>Pagarei ao farmacêutico a conta. (Quem paga, paga algo a alguém)</p><p>OI OD</p><p>c) entre o nome e o adjunto adnominal ou complemento nominal:</p><p>As ruas da cidade amanheceram alagadas,</p><p>nome adj. adn.</p><p>Todos aguardam o seu retorno à cidade.</p><p>nome compl. nom.</p><p>d) entre oração principal e oração subordinada substantiva:</p><p>" E todos asseguramos / que aquilo efetivamente era atroz." (Graciliano Ramos)</p><p>or. principal or. subord. subst.</p><p>OBSERVAÇÃO!</p><p>As orações subordinadas substantivas apositivas podem aparecer antecedidas de</p><p>vírgula ou de dois-pontos: MUITAS QUESTÕES PERGUNTAM SE PODEMOS FAZER ESSA</p><p>TROCA.</p><p>DICA DE OURO.</p><p>TEXTO CESPE 2020</p><p>Num tempo ainda anterior à minha infância, suponho que a resposta mais comum...</p><p>“Zygmunt Bauman. A modernidade como história do tempo. In: Modernidade líquida. Plínio Dentzien</p><p>(Trad.). Rio de Janeiro: Zahar, 2001 (com adaptações).”</p><p>Em questões como esta, a banca usa o seguinte raciocínio: se o adjunto adverbial de</p><p>tempo é de longa extensão: 3 ou mais palavras, VIRGULA OBRIGATÓRIA. Se for de</p><p>curta extensão 1 ou 2 palavras, VIRGULA FACULTATIVA.</p><p>Num tempo ainda anterior à minha infância, esse trecho é de longa extensão, logo a</p><p>VÍRGULA É OBRIGATÓRIA.</p><p>40 | Página</p><p>ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS</p><p>41 | Página</p><p>EMPREGO DAS CLASSES DE PALAVRAS.</p><p>CLASSES DE PALAVRAS VARIÁVEIS</p><p>SUBSTANTIVO: designa seres reais ou imaginários. Ex: casa, cachorro, fada.</p><p>Variam em número e grau.</p><p>Na sintaxe, geralmente, são OS SUJEITOS da frase ou oração.</p><p>Dividem-se em:</p><p>Simples — apresentam apenas um elemento:</p><p>casa, livro, pedra, árvore, planeta</p><p>Compostos — apresentam mais de um elemento:</p><p>pombo-correio, guarda-sol, passatempo, rodapé, petróleo</p><p>Comuns — nomeiam os seres de uma espécie em sua totalidade:</p><p>cão; homem, cidade, planeta</p><p>Próprios — nomeiam um ser específico entre todos os de uma espécie:</p><p>Lulu, Pedro, Roma, Marte</p><p>Primitivos — não provêm de outra palavra:</p><p>Árvore, fruta, terra, flor</p><p>Derivados — advêm de uma palavra primitiva:</p><p>Arvoredo, fruteira, terreno, floricultura</p><p>Concretos — referem-se a um ser, REAL OU IMAGINÁRIO:</p><p>Pedra, estante, saci, fada</p><p>42 | Página</p><p>Abstratos — referem-se a uma ação, qualidade ou estado:</p><p>Beijo (de beijar), fuga (de fugir), beleza (de belo), cegueira (de cego), frieza (de frio).</p><p>Flexão dos substantivos</p><p>Os substantivos podem apresentar flexão de gênero, número e grau.</p><p>Observe:</p><p>a) gênero o aluno (masculino) — a aluna (feminino).</p><p>b) número: aluno (singular) — alunos (plural).</p><p>c) grau: gatinho(diminutivo) gatão (aumentativo).</p><p>ARTIGO: são as palavras: O, A, OS, AS, UM, UMA, UNS, UMAS.</p><p>Podem ser definidos e indefinidos:</p><p>Definido: seres determinados. Ex: o índio teria despido o português.</p><p>Indefinido: indica seres de maneira vaga, generalizada. Ex: um homem vai devagar.</p><p>ATENÇÃO! podem se combinar com as preposições formando: AO, DO, NOS, NUM,</p><p>NUMA.</p><p>Omissão do artigo, CAÍ MUITO. Depois do pronome CUJO.</p><p>Ex: este é o livro CUJO autor desconheço.</p><p>este é o livro CUJO O autor desconheço. (ERRADO)</p><p>NÃO se combina com preposição o artigo que integra o nome de jornais, revistas, obras</p><p>literárias etc.:</p><p>Li essa notícia no Globo. (errado)Li :essa notícia em O Globo. (correto)</p><p>ADJETIVO: caracteriza o substantivo. Atribuindo-lhe qualidade, estado ou especificação.</p><p>43 | Página</p><p>Ex: as misteriosas pálpebras doloridas.</p><p>Flexão: gênero, número e grau.</p><p>Quanto ao gênero, os adjetivos podem ser uniformes e biformes:</p><p>Uniformes — possuem uma única forma que se aplica tanto a substantivos masculinos</p><p>como a femininos:</p><p>Marido fiel</p><p>Menino feliz</p><p>Homem pobre</p><p>Esposa fiel</p><p>Menina feliz</p><p>Mulher pobre</p><p>Biformes — possuem uma forma para o masculino e outra para o feminino:</p><p>Período confuso</p><p>Senador honrado</p><p>Leite pura</p><p>Ideia confusa</p><p>Senadora honrada</p><p>Água pura</p><p>NÚMERO DO ADJETIVO</p><p>Adjetivo simples</p><p>Em geral, o adjetivo simples faz o plural seguindo as mesmas regras do substantivo:</p><p>Branco</p><p>Gentil</p><p>Veloz</p><p>Brancos</p><p>Gentis</p><p>Velozes</p><p>Cortês</p><p>Amável</p><p>Azul</p><p>Corteses</p><p>Amáveis</p><p>Azuis</p><p>Adjetivo composto</p><p>No adjetivo composto devemos observar os seguintes procedimentos para a formação</p><p>do plural:</p><p>Somente o último elemento deve ser flexionado:</p><p>Guerras greco-romanas</p><p>Salas médicos-cirúrgicas</p><p>Crises político-econômicas</p><p>Blusas amarelo-escuras</p><p>Casacos castanho-claros</p><p>Exceções: azul-marinho, azul-celeste e verde gaio (invariáveis); e surdos-mudos (variam</p><p>os dois elementos).</p><p>44 | Página</p><p>GRAU DO ADJETIVO</p><p>ADJETIVO GRAU</p><p>COMPARATIVO</p><p>melhor</p><p>pior</p><p>maior</p><p>menor</p><p>superior</p><p>inferior</p><p>GRAU SUPERLATIVO</p><p>bom</p><p>mau</p><p>grande</p><p>pequeno</p><p>alto</p><p>baixo</p><p>ótimo</p><p>péssimo</p><p>máximo</p><p>mínimo</p><p>supremo</p><p>ínfimo</p><p>LOCUÇÃO ADJETIVA</p><p>Dá-se o nome de locução adjetiva ao conjunto de preposição e substantivo empregado</p><p>com valor de adjetivo.</p><p>Às vezes, é possível substituir a locução adjetiva por um adjetivo de igual significado,</p><p>outras vezes, isso é impossível:</p><p>Doença do coração doença cardíaca</p><p>Perímetro da cidade perímetro urbano</p><p>Colega de turma (não há adjetivo equivalente)</p><p>Cabelo de milho (não há adjetivo equivalente)</p><p>NUMERAL é a palavra que exprime quantidade, ordem, fração ou multiplicação dos</p><p>seres. Assim, os numerais podem ser</p><p>muitiplicativos:</p><p>Ambos é chamado numeral dual, já que sempre se refere a dois seres, podendo ser</p><p>empregado, com reservas, de maneira enfática: ambos os dois, ambos a dois, ambos</p><p>de dois, a ambos dois:</p><p>“O certo é que ambos os dois monges caminhavam juntos." (Alexandre Herculano)</p><p>"De ambos de dois a fronte coroada." (Luís de Camões)</p><p>TABELA DOS NUMERAIS</p><p>cardinais, ordinais, fracionários ou</p><p>CARDINAIS</p><p>ORDINAIS</p><p>Indicam uma quantidade exata de seres: um, dois, três etc.</p><p>indicam a ordem numérica em que se localizam os seres numa</p><p>série: primeiro, segundo, terceiro etc.</p><p>45 | Página</p><p>SINGULAR</p><p>PLURAL</p><p>FRACIONÁRIOS indicam o número de vezes em que os seres são divididos: meio</p><p>ou metade, um terço, um quarto etc.</p><p>indicam o número de vezes em que os seres são multiplicados:</p><p>duplo ou dobro, triplo, quádruplo etc.</p><p>MULTIPLICATIVOS</p><p>PRONOME é a palavra que substitui ou acompanha o substantivo, relacionando-o às</p><p>três pessoas do discurso.</p><p>Pessoas do discurso/ Retos</p><p>pronomes pessoais</p><p>1ª pessoa</p><p>2ª pessoa</p><p>3ª pessoa</p><p>1ª pessoa</p><p>2ª pessoa</p><p>3ª pessoa</p><p>Oblíquos</p><p>átonos</p><p>me</p><p>te</p><p>Se, o, a, lhe</p><p>nos</p><p>vos</p><p>Se, os, as, lhes</p><p>Oblíquos tônicos</p><p>Eu</p><p>tu</p><p>ele</p><p>nós</p><p>vós</p><p>Eles</p><p>Mim, comigo</p><p>Ti, contigo</p><p>Si, consigo, ele, ela</p><p>Nós, convosco</p><p>Vós, convosco</p><p>Si, consigo, eles,</p><p>elas</p><p>Pronomes pessoais retos</p><p>Geralmente exercem a função sintática de sujeito:</p><p>Eu e ela somos apenas, bons, amigos.</p><p>Onde nós jantaremos naquela cidade?</p><p>IMPORTANTE! Os pronomes EU E TU NUNCA podem ser regidos de PREPOSIÇÃO.</p><p>Devemos substituí-los pelos pronomes MIM E TI, respectivamente:</p><p>Nunca houve nada entre MIM E ELA.</p><p>Sempre confiei EM TI.</p><p>CAÍ MUITO! Os pronomes O(S), A(S) exercem a função de objeto direto, substituindo</p><p>um complemento verbal NÃO regido de preposição obrigatória:</p><p>Comprei este casaco em Londres. Comprei-o em Londres.</p><p>Os pronomes O(S), A(S) assumem as formas LO(S), LA(S) após as formas verbais</p><p>terminadas em R, S OU Z, OU depois da partícula EIS:</p><p>Devemos analisaR esse caso. Devemos analisá-LO.</p><p>ConsideramoS grave a situação do país. Consideramo-LA grave.</p><p>46 | Página</p><p>Aquela região produZ ótimas frutas. Aquela região produ-LAS.</p><p>"E ei-la, a morte, e ei-lo, o fim!" (Olavo Bilac)</p><p>Após as formas verbais terminadas em som nasal, os pronomes o(s), a(s) assumem as</p><p>formas no(s), na(s):</p><p>Cassaram o mandato de alguns corruptos Cassaram-NO.</p><p>Os carneiros dão a lã Os carneiros dão-NA.</p><p>Os pronomes ME, TE, SE, NOS E VOS, dependendo da regência verbal, funcionam como</p><p>OBJETO DIRETO ou OBJETO INDIRETO:</p><p>Meus filhos sempre ME respeitaram.</p><p>L VTD L OD</p><p>Meus filhos sempre ME obedeceram.</p><p>L OI L VTI</p><p>CAÍ MUITO! Como complemento verbal, LHE(S) SEMPRE funciona como OBJETO</p><p>INDIRETO:</p><p>Seus filhos sempre lhe obedeceram.</p><p>L OI L VTI</p><p>Pronomes possessivos</p><p>b) O emprego de SEU, SUA, SEUS, SUAS pode causar duplo sentido em certas frases:</p><p>A mãe proibiu o filho de sair com seu carro. (carro de qual dos dois?)</p><p>Para evitar o duplo sentido, usamos as formas dele(a):</p><p>A mãe proibiu o filho de sair com ó carro dele. (ou dela).</p><p>47 | Página</p><p>Em relação à fala ou à escrito</p><p>Este (s), esta (s), isto</p><p>Indica o que AINDA VAI ser</p><p>falado.</p><p>48 | Página</p><p>Pronomes demonstrativos</p><p>Os pronomes demonstrativos indicam a posição dos seres no tempo ou no espaço,</p><p>tendo como referência as TRÊS PESSOAS DO DISCURSO.</p><p>Variáveis</p><p>Pessoa Masculino Feminino Invariáveis</p><p>Singular</p><p>Este</p><p>Esse</p><p>Aquele</p><p>Plural</p><p>Estes</p><p>Esses</p><p>Aqueles</p><p>Singular</p><p>Esta</p><p>Essa</p><p>Aquela</p><p>Plural</p><p>Estas</p><p>Essas</p><p>Aquelas</p><p>1º</p><p>2º</p><p>3º</p><p>Isto</p><p>Isso</p><p>Aquilo</p><p>Em relação ao espaço</p><p>Exemplo</p><p>Eu guardo ESTA caneta há</p><p>anos</p><p>Exemplo</p><p>Este (s), esta (s), isto Próxima a pessoa que fala</p><p>Esse (s), essa (s), isso Próxima a pessoa com</p><p>quem se fala</p><p>ESSE livro (que está</p><p>contigo) é raro.</p><p>Exemplo</p><p>Aquele</p><p>aquilo</p><p>(s), aquela (s), Ser distante a pessoa com AQUELE livro (ali) me</p><p>quem se fala pertence.</p><p>Em ralação ao tempo</p><p>Exemplo</p><p>Jamais Este (s), esta (s), isto Indicam o presente em relação</p><p>ao emissor.</p><p>esquecerei ESTE</p><p>momento</p><p>Exemplo</p><p>Jamais Esse (s), essa (s), isso Tempo passado ou futuro</p><p>relativamente próximo</p><p>esquecerei ESSE</p><p>momento.</p><p>Exemplo</p><p>Jamais esquecerei AQUELE</p><p>momento</p><p>Aquele (s), aquela (s), aquilo Indicam o tempo distante em</p><p>relação ao momento que o</p><p>emissor fala</p><p>Exemplo</p><p>Os assuntos da próxima</p><p>reunião serão ESTES:</p><p>indisciplina e evasão</p><p>de alunos</p><p>Exemplo</p><p>49 | Página</p><p>Esse (s), essa (s), isso Indica o que já FOI FALADO. Indisciplina e evasão de</p><p>alunos: ESSES foram os</p><p>assuntos da última reunião.</p><p>Aquele (s), aquela (s), aquilo Os pronomes ESTE E AQUELE Exemplo</p><p>referem-se</p><p>MENCIONADOS na faia ou na</p><p>a elementos JÁ Literatura e Matemática me</p><p>fascinam:</p><p>desenvolve</p><p>ESTA me</p><p>raciocínio, escrita.</p><p>próximo;</p><p>distante:</p><p>Este indica o mais o</p><p>aquele, o mais AQUELA, a sensibilidade.</p><p>Os pronomes o(s), a(s), mesmo(s), mesma(s), próprio(s), semelhante(s), tal e tais</p><p>também são considerados DEMONSTRATIVOS:</p><p>Já não sei mais O QUE fazer. (= AQUILO) CAÍ DEMAIS.</p><p>Ouvimos O MESMO comentário ontem. (= ESSE)</p><p>Não diga mais SEMELHANTE asneira. (=ESSA)</p><p>Já ouvi TAIS boatos. (=ESSES)</p><p>Pronomes relativos.</p><p>Pronomes relativos são OS QUE RETOMAM, na oração seguinte, um termo já expresso</p><p>na oração anterior (termo antecedente).</p><p>Recebam bem os atletas. OS ATLETAS representaram nossa cidade.</p><p>[Recebam bem os atletas] [QUE representaram nossa cidade.]</p><p>No exemplo acima, o pronome QUE retoma o termo OS ATLETAS da 1ª oração,</p><p>exercendo a função de SUJEITO na 2ª oração.</p><p>Variáveis Invariáveis</p><p>O qual, a qual, os quais, as</p><p>quais, cujo, cuja, cujos, cujas,</p><p>quanto, quantos, quantas.</p><p>Que, quem, onde, como,</p><p>quando</p><p>0 pronome relativo QUE pode ter como antecedentes os demonstrativos O(S), A(S):</p><p>É verdadeiro O QUE lhe afirmo.</p><p>AS QUE estão à direita do palco serão homenageadas.</p><p>O relativo CUJO (e flexões) equivale a um PRONOME POSSESSIVO e sempre se posiciona</p><p>ANTES DE UM SUBSTANTIVO. Concorda em gênero e número com o substantivo a que</p><p>se refere, não admitindo a posposição de um determinante:</p><p>Ex: Esse é um escritor com cuja obra sempre me encantei.</p><p>O bairro por cujas ruas caminho à noite é pouco policiado.</p><p>Pronome ONDE equivale a EM QUE E NO(A) QUAL, sendo empregado para INDICAR</p><p>LUGAR:</p><p>EX: visitarei a cidade ONDE nasci.</p><p>COMO é pronome reativo apenas quando equivale a conforme, o qual, pelo qual, sendo</p><p>empregado para indicar modo:</p><p>EX: observem o jeito COMO ela se veste.</p><p>Muitos desconhecem o processo COMO o som se propaga.</p><p>VERBOS</p><p>Um dos tópicos mais extensos da gramática.</p><p>Indicam ação, estado ou fenômeno da natureza.</p><p>Vamos ao que mais cai em concursos.</p><p>FLEXÕES DOS VERBOS</p><p>FLEXÕES</p><p>Número</p><p>FINALIDADES EXEMPLOS</p><p>O verbo deve variar de O gato dorme sob o sofá.</p><p>acordo com o sujeito a que As crianças dormem cedo.</p><p>se refere.</p><p>Indica as três pessoas do Trabalho de sol a sol. (eu)</p><p>circuito de comunicação Não voltes tarde. (tu) Pessoa</p><p>(emissor,</p><p>referente)</p><p>INDICATIVO — exprime Os brasileiros gostam de</p><p>receptor ou Papai decidiu viajar. (ele)</p><p>um fato certo, concreto,</p><p>positivo.</p><p>futebol.</p><p>Modo Talvez eu viaje com você.</p><p>Se ela voltasse para mim.</p><p>50 | Página</p><p>Tempo</p><p>Tempo</p><p>SUBJUNTIVO — exprimem Façam silêncio!</p><p>um fato hipotético ou Ajudem-me, por favor!</p><p>optativo.</p><p>IMPERATIVO — exprime</p><p>ordem, pedido, súplica.</p><p>PRESENTE – indica um fato A violência cresce em todo</p><p>que se processa no tempo o mundo.</p><p>atual.</p><p>Em 1958, a seleção</p><p>a PRETÉRITO PERFEITO – brasileira conquistou</p><p>indica um fato totalmente</p><p>concluído no passado.</p><p>copa.</p><p>PRETÉRITO MAIS</p><p>PERFEITO – indica um fato mandara</p><p>QUE O povo sabia quem</p><p>aquela armar</p><p>passado, mas concluído</p><p>antes de outro também já</p><p>passado.</p><p>confusão.</p><p>PRETÉRITO IMPERFEITO – Ele foi preso quando</p><p>tentava pular o muro da expressa</p><p>interrompido</p><p>um fato</p><p>ou mansão.</p><p>continuado no passado.</p><p>FUTURO DO PRESENTE – Não se sabe quem vencerá</p><p>indica um fato vindouro as próximas eleições.</p><p>em relação ao presente.</p><p>FUTURO DO PRETÉRITO –</p><p>exprime um fato posterior mais,</p><p>Se tivéssemos estudado</p><p>conseguiríamos</p><p>a um acontecimento aprovação.</p><p>passado.</p><p>51 | Página</p><p>Os particípios regulares são, geralmente, empregados na voz ativa, com os VERBOS</p><p>AUXILIARES TER E HAVER:</p><p>O veneno HAVIA MATADO as baratas.</p><p>O diretor TINHA SUSPENDIDO as aulas.</p><p>Na voz passiva, empregam-se os particípios irregulares, com os verbos irregulares SER E</p><p>ESTAR.</p><p>As aulas FORAM suspensas pelo diretor.</p><p>AUXILIARES</p><p>São verbos que se combinam com um outro, chamado principal, que pode estar no</p><p>Infinitivo, particípio ou gerúndio. Os mais comumente utilizados na língua portuguesa</p><p>são: SER, ESTAR, TER E HAVER.</p><p>PRONOMINAIS</p><p>52 | Página</p><p>São verbos que aparecem acompanhados de PRONOMES OBLÍQUOS da mesma pessoa</p><p>do sujeito.</p><p>“QUEIXOU-SE duma dor de cabeça que o torturava” (Eça de Queiroz)</p><p>FORMAS NOMINAIS DO VERBO.</p><p>INFINITIVO, GERÚNDIO E PARTICÍPIO.</p><p>INFINITIVO</p><p>IMPESSOAL:</p><p>maneira imprecisa.</p><p>GERÚNDIO PARTICÍPIO</p><p>verbo de Apresenta o resultado do</p><p>verbal.</p><p>Também</p><p>resultado</p><p>apresenta o</p><p>processo</p><p>verbal. Suas terminações</p><p>processo do</p><p>Ex:</p><p>importante.</p><p>ESTUDAR é Terminação -NDO</p><p>são -DO(S), -DA(S).</p><p>Quando NÃO forma tempo</p><p>composto (tenho</p><p>estudado), tem valor de</p><p>adjetivo, podendo receber</p><p>flexão de gênero, número</p><p>e grau.</p><p>Exemplo:</p><p>Ele é um homem honrado.</p><p>São pessoas honradas.</p><p>PESSOAL:</p><p>acordo com as pessoas do</p><p>discurso.</p><p>conjugado de NÃO estando numa</p><p>(estou locução</p><p>estudando), tem</p><p>valor de advérbio ou de</p><p>adjetivo:</p><p>Exemplo:</p><p>Estudando,</p><p>verbal</p><p>É</p><p>ESTUDARES.</p><p>importante (tu)</p><p>aprenderás</p><p>mais. (estudando = com</p><p>estudo)</p><p>VERBOS IMPESSOAIS CAEM DEMAIS EM PROVA.</p><p>Os verbos impessoais só apresentam a 3ª PESSOA DO SINGULAR, já que NÃO possuem</p><p>sujeito. São os que indicam FENÔMENOS DA NATUREZA: chover, garoar, ventar,</p><p>trovejar etc.; HAVER, indicando existência, ocorrência ou exprimindo tempo</p><p>decorrido, e os verbos FAZER E ESTAR na indicação de TEMPO OU CLIMA. Veja os</p><p>exemplos:</p><p>"Chovia quando foste embora." (Ribeiro Couto)</p><p>"Há numa vida humana cem mil vidas” (Olavo Bilac)</p><p>Hoje de manhã fez um nevoeiro forte.</p><p>53 | Página</p><p>Já está muito tarde.</p><p>CONJUGAÇÃO COM PRONOMES OBLÍQUOS ÁTONOS</p><p>Na conjugação de um verbo com pronomes oblíquos, deve-se observar o seguinte:</p><p>a) quando o verbo termina em vogal oral, empregam-se normalmente as formas O, A,</p><p>OS, AS.</p><p>Esta casa/comprei-A para os meus filhos.</p><p>b) quando o verbo termina em sílaba nasal (-am, -em, -ão), os pronomes assumem</p><p>as formas NO, NA, NOS, NAS:</p><p>— Prendam-NA! — disse o delegado.</p><p>"... e o comendador... põe-NO a pontapés no olho da rua." (Artur Azevedo)</p><p>c) quando o verbo termina em -r, -s ou -z, estas consoantes desaparecem, e os pronomes</p><p>assumem as formas Io, Ia, los, Ias:</p><p>d) quando o verbo está no futuro do presente ou no futuro do pretérito, as formas</p><p>Io, Ia, los, Ias aparecem intercaladas:</p><p>e) os pronomes me, te, se, nos, vos NÃO sofrem aliteração:</p><p>"Canta-me cantigas, manso, muito manso..." (Guerra Junqueira)</p><p>"Dizer-TE que acho medonho</p><p>O mundo é nada dizer-TE" (Guimarães Passos)</p><p>"Encontrando a filha sozinha, abriu-LHE o coração." (Camilo Castelo Branco)</p><p>VOZES DO VERBO</p><p>Parte mais importante desse tema.</p><p>São quatro as vozes verbais: ativa, passiva, reflexiva e reflexiva recíproca.</p><p>54 | Página</p><p>ATIVA</p><p>O sujeito é o agente, isto é, pratica a ação.</p><p>A multidão aplaudia os jogadores.</p><p>L sujeito agente</p><p>Os cidadãos elegerão novos governantes.</p><p>L sujeito agente</p><p>PASSIVA</p><p>Ocorre quando o sujeito é paciente, ou seja, RECEBE A AÇÃO EXPRESSA pelo verbo:</p><p>Os jogadores eram aplaudidos pela multidão.</p><p>L sujeito paciente.</p><p>Novos governantes serão eleitos pelo povo.</p><p>L sujeito paciente</p><p>Existem DUAS possibilidades de voz passiva:</p><p>1. Voz passiva analítica — é formada com o auxílio de um verbo auxiliar conjugado</p><p>seguido de um verbo transitivo direto ou transitivo direto e indireto no particípio:</p><p>Esta questão foi anulada pela banca examinadora. Particípio – ada.</p><p>L sujeito paciente</p><p>As correspondências foram entregues ao contribuinte pelo carteiro.</p><p>sujeito paciente</p><p>55 | Página</p><p>L</p><p>VOZ REFLEXIVA Ocorre quando o sujeito pratica e recebe a ação verbal</p><p>simultaneamente. Nesse caso,</p><p>o verbo é sempre acompanhado de um pronome oblíquo da mesma pessoa do sujeito</p><p>a que ele se refere: O jardineiro feriu-se com a enxada. (ou seja: feriu a si próprio)</p><p>L sujeito agente e paciente</p><p>VOZ REFLEXIVA RECÍPROCA</p><p>2. Voz passiva sintética — é formada com verbo transitivo direto ou transitivo direto e</p><p>indireto na 3º pessoa do singular ou do plural (conforme o sujeito paciente seja singular,</p><p>plural ou composto) mais o pronome apassivador SE:</p><p>Anulou-SE esta questão. Quem anula, anula algo. VTD</p><p>L sujeito paciente</p><p>Entregaram-SE as correspondências ao contribuinte. Verbo entregar é VTDI.</p><p>L sujeito paciente</p><p>56 | Página</p><p>de + o(s) = do(s)</p><p>de + a(s) = da(s)</p><p>em + o(s) = no(s)</p><p>em + a(s) = na(s)</p><p>Ocorre quando a ação é mútua entre os elementos do sujeito. Nesse caso, o pronome</p><p>oblíquo equivale a um ao outro, uns aos outros:</p><p>Os boxeadores encaravam-se friamente. (ou seja: encaravam um ao outro)</p><p>sujeito agente e paciente.</p><p>CLASES DE PALAVRAS INVARIÁVEIS</p><p>Preposições</p><p>Interjeições</p><p>Conjunção</p><p>Advérbio</p><p>PREPOSIÇÕES -</p><p>É a palavra invariável que liga duas outras, subordinando a segunda à primeira,</p><p>estabelecendo uma certa relação de dependência entre elas.</p><p>Ele veio de Portugal</p><p>(a preposição de estabelece uma relação de lugar entre as duas palavras)</p><p>O poço secou com o calor.</p><p>(a preposição com estabelece uma relação de causa entre as duas palavras)</p><p>Preposições essenciais</p><p>São palavras que funcionam basicamente como preposição: A, ANTE, ATÉ, APÓS, DE,</p><p>DESDE, EM, ENTRE, COM, CONTRA, PARA, POR, PERANTE, SEM, SOB E SOBRE.</p><p>Contração das preposições</p><p>57 | Página</p><p>L</p><p>em + ele(s) = nele(s)</p><p>em + ela(s) = nela(s)</p><p>de + ali = dali</p><p>de + ele(s) = dele(s)</p><p>de + ela(s) = dela(s)</p><p>a + a(s) = à(s) (com crase)</p><p>a + aquele(s) = àquele(s) (com crase)</p><p>a + aquela(s) = àquela(s) (com crase)</p><p>a + aquilo = àquilo (com crase)</p><p>CONJUNÇÃO</p><p>Conjunção é a palavra invariável que liga duas orações ou duas palavras que tenham a</p><p>mesma função na oração.</p><p>Observe os exemplos:</p><p>Nosso lema é este: ordem E progresso.</p><p>Você tem bom gênio, MAS seu irmão é um impulsivo.</p><p>Não sabemos SE ele é uma pessoa confiável.</p><p>CONECTIVOS COORDENATIVOS</p><p>Qual a ideia introduzida?</p><p>ADIÇÃO</p><p>ALTERNATIVA</p><p>e; não só..., mas também; nem; bem como</p><p>ou...ou; ora...ora; quer...quer; seja...seja</p><p>ADVERSATIVA mas; contudo; todavia; entretanto; não obstante; ainda sim</p><p>EXPLICATIVA</p><p>CONCLUSIVA</p><p>pois (antes do verbo); porquanto; ou seja, na verdade</p><p>logo; pois (depois do verbo); portanto; assim; na verdade</p><p>CONECTIVOS SUBORDINATIVOS</p><p>Qual a ideia introduzida?</p><p>CONCESSÃO Embora, conquanto, apesar de</p><p>58 | Página</p><p>NÃO OBSTANTE</p><p>NÃO OBSTANTE</p><p>ADVERSATIVO</p><p>Quando trocado por MAS</p><p>CONCESSIVO</p><p>Quando trocado por “EMBORA”</p><p>ADVÉRBIO</p><p>Advérbio é a palavra que MODIFICA O VERBO, O ADJETIVO, OUTRO ADVÉRBIO ou até</p><p>mesmo uma frase toda:</p><p>Circunstâncias</p><p>Afirmação</p><p>Advérbios e locuções adverbiais</p><p>sim, certamente, realmente, deveras, efetivamente,</p><p>por certo, de</p><p>fato, sem dúvida etc.</p><p>acaso, porventura, possivelmente, provavelmente,</p><p>quiçá, talvez</p><p>etc.</p><p>assaz, bastante, bem, demais, mais, menos, muito,</p><p>pouco, tão, quase, quanto, demais, meio, todo, apenas,</p><p>demasiadamente,</p>