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<p>NOÇÕES BÁSICAS</p><p>DE</p><p>GINECOLOGIA</p><p>CENTRO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU</p><p>CURSO DE FISIOTERAPIA</p><p>PROF. CARLA LEÃO</p><p>GINECOLOGIA</p><p>• Estuda a fisiologia e as patologias do aparelho reprodutor femininos em situação não</p><p>gestante.</p><p>• Tratamento dos aspectos relacionados com a função reprodutora e sexual das</p><p>mulheres.</p><p>• Fisioterapia: ajudar a mulher a ajustar-se às mudanças físicas do começo ao fim da</p><p>gravidez e do puerpério de modo que o estresse possa ser minimizado.</p><p>ASSOALHO PÉLVICO</p><p>DISFUNÇÕES DO ASSOALHO PÉLVICO</p><p>• A prevalência de prolapsos em mulheres entre 20 e 59 anos é estimada em torno de 30 a 32%;</p><p>• Estima-se um crescimento na demanda por serviços voltados para cuidados em distúrbios do AP;</p><p>• Oferecer um tratamento adequado à mulher portadora dessa disfunção;</p><p>• A abordagem deve ser multidisciplinar, envolvendo ginecologistas, urologistas, proctologistas,</p><p>fisioterapeutas, entre outros.</p><p>DISFUNÇÕES DO ASSOALHO PÉLVICO</p><p>CLASSIFICAÇÃO</p><p>Incontinência</p><p>urinária</p><p>(incontinência de</p><p>esforço, urge-</p><p>incontinência ou</p><p>incontinência</p><p>urinária mista)</p><p>Incontinência</p><p>fecal</p><p>Prolapso dos</p><p>órgãos</p><p>pélvicos</p><p>(POP)</p><p>Disfunções</p><p>defecatórias</p><p>Anormalidades</p><p>sensoriais e de</p><p>esvaziamento do</p><p>trato urinário</p><p>baixo</p><p>Disfunções</p><p>sexuais</p><p>Dores</p><p>pélvicas</p><p>crônicas.</p><p>FATORES DE RISCO</p><p>• O relaxamento pélvico é comum em mulheres e tende a aumentar com a idade;</p><p>• Perda do suporte dado pelo tecido conjuntivo, pelos ligamentos e pela fáscia;</p><p>• Combinação de diferentes fatores que podem ser divididos em extrínsecos e intrínsecos;</p><p>FATORES DE RISCO</p><p>• Hereditários;</p><p>• Etnia;</p><p>• Tecido conjuntivo;</p><p>• Alterações neurológicas;</p><p>• Alterações esqueléticas;</p><p>FATORES</p><p>INTRÍNSECOS</p><p>• Gravidez e parto;</p><p>• Tabagismo;</p><p>• Obesidade;</p><p>• Constipação intestinal crônica;</p><p>• Exercícios e trabalho físico;</p><p>• Atividade física;</p><p>• Trauma cirúrgico.</p><p>FATORES</p><p>EXTRÍNSECOS</p><p>AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA DE MULHERES</p><p>COM DISFUNÇÕES DO ASSOALHO PÉLVICO</p><p>• ENTREVISTA</p><p>• EXAME FÍSICO</p><p>• EXAMES COMPLEMENTARES</p><p>AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA DE MULHERES</p><p>COM DISFUNÇÕES DO ASSOALHO PÉLVICO</p><p>• ENTREVISTA</p><p>- Início da incontinência (ou outra DAP) = ocorrência e gravidade com fatores desencadeadores.</p><p>- Deficiências da função urinária</p><p>- Deficiências de defecação (esforço para evacuar e frequência evacuatória )</p><p>- Deficiências da função sexual (dor à penetração vaginal ou sensação de vagina larga)</p><p>- Histórico: infecção urinária de repetição, constipação intestinal; lombalgias, hérnia de disco e</p><p>condições que provoquem aumento da pressão intra-abdominal : tosse e espirro crônicos.</p><p>AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA DE MULHERES</p><p>COM DISFUNÇÕES DO ASSOALHO PÉLVICO</p><p>• ENTREVISTA</p><p>- Limitações nas atividades e restrições na participação social: mobilidade, autocuidado, tarefas domésticas,</p><p>interações pessoais e relacionamentos, educação, trabalho e emprego, vida econômica, vida cívica, social e</p><p>comunitária.</p><p>- Facilitadores e barreiras decorrentes de fatores pessoais, como os psicológicos e as estratégias de</p><p>enfrentamento; prática de atividade física (frequência, intensidade, tipo de atividade).</p><p>- Facilitadores e barreiras para o cumprimento da rotina diária de atividades pessoais, familiares, laborais etc.</p><p>ESCALA FUNCIONAL ESPECÍFICA PARA O PACIENTE (EFEP)</p><p>AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA DE MULHERES</p><p>COM DISFUNÇÕES DO ASSOALHO PÉLVICO</p><p>• EXAME FÍSICO:</p><p>- Exame postural com foco no alinhamento pélvico</p><p>- Palpação dos músculos lombopélvicos para detectar pontos dolorosos e deficiência de tônus</p><p>muscular</p><p>- Exame da estabilidade lombopélvica</p><p>- Inspeção e palpação do assoalho pélvico para exame</p><p>de suas funções musculares.</p><p>EXAME DA ESTABILIDADE LOMBOPÉLVICA</p><p>Teste do “Super-homem em 4 apoios”</p><p>Teste da ponte</p><p>Teste de Trendelenburg</p><p>INSPEÇÃO E PALPAÇÃO</p><p>• https://www.youtube.com/watch?v=edD3ur5HBMc</p><p>• https://www.youtube.com/watch?v=0e5FROk8Kqk</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=edD3ur5HBMc</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=0e5FROk8Kqk</p><p>EXAMES COMPLEMENTARES</p><p>• Destinados a complementar os dados da entrevista e do exame físico para a confirmação das</p><p>hipóteses diagnósticas.</p><p>• Para avaliação das funções sensoriais, das estruturas e funções musculares, urinárias, sexuais e de</p><p>defecação em mulheres com DAP.</p><p>• Escala de classificação numérica: DOR</p><p>EXAME DAS FUNÇÕES SENSORIAIS E MUSCULARES DO ASSOALHO PÉLVICO</p><p>(EFSMAP)</p><p>EXAME DAS FUNÇÕES SENSORIAIS E MUSCULARES DO ASSOALHO PÉLVICO</p><p>(EFSMAP)</p><p>ESCALA DE OXFORD MODIFICADA (EOM)</p><p>ELETROMIOGRAFIA (EMG)</p><p>• É o registro extracelular da atividade bioelétrica gerada pela despolarização das fibras musculares.</p><p>• Pode ser realizada usando eletrodos de superfície ou agulha.</p><p>não são seletivos por causa de sua grande área de superfície.</p><p>• Técnicas de EMG:</p><p>- Intramuscular: inserção de um fio ou eletrodo de agulha no músculo para registrar potenciais de ação da</p><p>unidade motora</p><p>- De superfície: eletrodos colocados na pele do abdome, do períneo, de outros grupos musculares ou</p><p>dentro da uretra, da vagina ou do reto.</p><p>ELETROMIOGRAFIA (EMG)</p><p>• Durante uma contração voluntária dos MAP, a intensidade do sinal eletromiográfico deve aumentar; e, quando</p><p>a paciente é solicitada a sustentar a contração, pode-se observar sustentação ou até maior intensidade do sinal.</p><p>• EMG não é uma medida direta da força muscular, mas sim da atividade elétrica do músculo.</p><p>• A EMG de superfície pode também ser utilizada como recurso terapêutico para fornecer feedback à paciente</p><p>durante o treinamento muscular.</p><p>MANOMETRIA</p><p>• A manometria vaginal possibilita o registro do valor da pressão vaginal com os MAP em repouso e também</p><p>da pressão gerada pelos músculos durante sua contração máxima (força muscular) e sustentada (resistência</p><p>muscular)</p><p>• O manômetro é conectado a um sensor de pressão inserido no canal vaginal, anal ou na uretra e registra os</p><p>valores em mmHg, hPa ou cmH2O.</p><p>• O Peritron® é um manômetro para medida das</p><p>funções musculares do AP.</p><p>Sonda vaginal ou anal</p><p>Manômetro</p><p>DINAMOMETRIA</p><p>• É o instrumento que mede a força muscular de maneira</p><p>direta, em newtons.</p><p>• É realizada utilizando-se um espéculo conectado a</p><p>células de carga (dinamômetro), que é inserido no canal</p><p>vaginal.</p><p>• O procedimento para mensuração da força muscular</p><p>deve respeitar a abertura vaginal máxima possível sem</p><p>induzir desconforto, de modo a não influenciar a</p><p>validade da medida.</p><p>• Ultrassonografia para exame dos músculos do assoalho pélvico e descenso de órgãos</p><p>pélvicos</p><p>• Ressonância Magnética</p><p>• Pelvic Organ Prolapse Quantification (POP-Q)</p><p>EXAMES COMPLEMENTARES</p><p>FUNÇÕES URINÁRIAS</p><p>• Na CIF, as funções urinárias são definidas como as funções de eliminação da urina da bexiga urinária.</p><p>• Examinar:</p><p>- Continência</p><p>- Urgência</p><p>- Frequência</p><p>- Sensação de esvaziamento incompleto</p><p>TESTE DO ABSORVENTE (pad test)</p><p>• É um instrumento que viabiliza a detecção e a quantificação da perda de urina, independentemente da</p><p>causa da incontinência urinária.</p><p>• Peso dos absorventes usados durante um período preestabelecido</p><p>• Portanto, ele é indicado para medida da gravidade da incontinência urinária, ou seja, da quantidade de</p><p>urina perdida.</p><p>• O teste pode ser realizado com durações distintas (menos de 1 h, 1 h, 24 h* e 48 h).</p><p>• A mediana da umidade vaginal das mulheres continentes brasileiras é de 4,4 g.</p><p>TESTE DO ABSORVENTE (pad test)</p><p>DIÁRIO MICCIONAL</p><p>• Diário vesical ou gráfico frequência/volume, realizado em um período de 24 ou 48 h.</p><p>• A paciente deve anotar, por um período de 24 ou 48 h, a hora e o volume da urina, as situações de urgência</p><p>e/ou perdas urinárias, além de horário, volume e tipo de líquido ingerido.</p><p>• Fornece ao examinador os seguintes dados:</p><p>- Volume total urinado</p><p>- Volume médio urinado</p><p>- Volume mínimo urinado</p><p>- Volume total de líquido ingerido</p><p>- Frequência miccional em 24 h</p><p>- Frequência miccional noturna</p><p>- Número de perdas urinárias.</p><p>FICHA DE AVALIAÇÃO</p><p>FICHA DE AVALIAÇÃO</p><p>FICHA DE AVALIAÇÃO</p><p>FICHA DE AVALIAÇÃO</p><p>FICHA DE AVALIAÇÃO</p><p>FICHA</p><p>DE AVALIAÇÃO</p><p>FICHA DE AVALIAÇÃO</p><p>FICHA DE AVALIAÇÃO</p><p>FICHA DE AVALIAÇÃO</p><p>CIRURGIAS EM GINECOLOGIA</p><p>• INCISÕES ABDOMINAIS: transversais e verticais</p><p>CIRURGIAS EM GINECOLOGIA</p><p>• CIRUGIA MINIMAMENTE INVASIVA:</p><p>- Laparoscopia</p><p>- Histeroscopia</p><p>CIRURGIAS EM GINECOLOGIA</p><p>• MIOMECTOMIA</p><p>É o nome que se dá à retirada cirúrgica de leiomiomas do miométrio adjacente. Sangramento uterino anormal,</p><p>dor pélvica, infertilidade e abortamentos espontâneos recorrentes são algumas das indicações.</p><p>CIRURGIAS EM GINECOLOGIA</p><p>• HISTERECTOMIA</p><p>- Cirurgia de retirada do útero.</p><p>- Indicações benignas mais comuns: leiomiomas sintomáticos, prolapso de órgão pélvico, sangramento uterino</p><p>anormal, endometriose e dor crônica.</p><p>- Pode ser realizada pelas vias abdominal, vaginal ou laparoscópica.</p><p>CIRURGIAS EM GINECOLOGIA</p><p>• HISTERECTOMIA</p><p>- Cirurgia de retirada do útero.</p><p>- Indicações benignas mais comuns: leiomiomas sintomáticos, prolapso de órgão pélvico, sangramento uterino</p><p>anormal, endometriose e dor crônica.</p><p>- Pode ser realizada pelas vias abdominal, vaginal ou laparoscópica.</p><p>CLIMATÉRIO</p><p>CLIMATÉRIO</p><p>• O termo “climatério” se origina do grego, klimaktêr,</p><p>que significa “ano crítico” ou “época de crise ou</p><p>mudança”.</p><p>• É um período de transição, do estágio reprodutivo para</p><p>o não reprodutivo, passando pela menopausa. Esta, por</p><p>sua vez, é o fim do período menstrual, um evento</p><p>fisiológico e natural que, na maioria das brasileiras,</p><p>ocorre por volta dos 50 anos de idade.</p><p>• Nessa etapa, as mulheres apresentam uma complexa e</p><p>variável sintomatologia, a síndrome climatérica.</p><p>CLIMATÉRIO</p><p>• A vida da mulher pode ser dividida, didaticamente, em três amplas fases: reprodutiva, transição</p><p>da menopausa e pós-menopausa. Cada uma dessas fases é subdividida em etapas:</p><p>CLIMATÉRIO</p><p>• O climatério se caracteriza pela progressiva redução da produção de hormônios ovarianos,</p><p>particularmente do estrogênio e da progesterona, resultando em modificações substanciais que, por vezes,</p><p>resultam em alterações físicas e psíquicas contundentes para a qualidade de vida da mulher.</p><p>CLIMATÉRIO</p><p>• O climatério se caracteriza pela</p><p>progressiva redução da produção de hormônios</p><p>ovarianos, particularmente do estrogênio e da</p><p>progesterona.</p><p>CLIMATÉRIO</p><p>SINTOMAS E SINAIS ASSOCIADOS COM A REDUÇÃO DOS NÍVEIS DE ESTRADIOL</p><p>Brasil. Ministério da Saúde. Manual de atenção à mulher no climatério/menopausa. 2023.</p><p>RISCOS DE EVENTOS ADVERSOS PARA A SAÚDE DA MULHER</p><p>Brasil. Ministério da Saúde. Manual de atenção à mulher no climatério/menopausa. 2008.</p><p>PREVALÊNCIA DE DISTÚRBIOS UROGENITAIS</p><p>Brasil. Ministério da Saúde. Manual de atenção à mulher no climatério/menopausa. 2008.</p><p>CLIMATÉRIO E OSTEOPOROSE</p><p>Federação Brasileira das Associações e Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). Climatério: manual de orientação. FEBRASGO; 2010.</p><p>CLIMATÉRIO E DOENÇA CARDIOVASCULAR</p><p>Federação Brasileira das Associações e Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). Climatério: manual de orientação. FEBRASGO; 2010.</p><p>CLIMATÉRIO E IMPACTOS</p><p>• Evidências indicam que parte dos sintomas e dos problemas da saúde da mulher no climatério</p><p>refletem circunstâncias sociais e individuais, não apenas eventos biológicos da menopausa.</p><p>• A desigualdade de gênero, que interfere nas relações sociais e culturais, pode fazer com que</p><p>as mulheres no climatério e menopausa venham a se sentir limitadas ou incapazes de</p><p>desempenhar normalmente suas atividades ou de empreenderem novos projetos de vida</p><p>Brasil. Ministério da Saúde. Manual de atenção à mulher no climatério/menopausa. 2008.</p><p>DÚVIDAS</p><p>LEITURA DO AVA</p><p>Unidade 1:</p><p>Abordagem Interdisciplinar das disfunções do assoalho pélvico.</p><p>Assista ao vídeo sobre o conteúdo.</p><p>Slide 1: NOÇÕES BÁSICAS DE GINECOLOGIA</p><p>Slide 2: GINECOLOGIA</p><p>Slide 3: ASSOALHO PÉLVICO</p><p>Slide 4: DISFUNÇÕES DO ASSOALHO PÉLVICO</p><p>Slide 5: DISFUNÇÕES DO ASSOALHO PÉLVICO</p><p>Slide 6: FATORES DE RISCO</p><p>Slide 7: FATORES DE RISCO</p><p>Slide 8: AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA DE MULHERES COM DISFUNÇÕES DO ASSOALHO PÉLVICO</p><p>Slide 9: AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA DE MULHERES COM DISFUNÇÕES DO ASSOALHO PÉLVICO</p><p>Slide 10: AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA DE MULHERES COM DISFUNÇÕES DO ASSOALHO PÉLVICO</p><p>Slide 11: ESCALA FUNCIONAL ESPECÍFICA PARA O PACIENTE (EFEP)</p><p>Slide 12: AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA DE MULHERES COM DISFUNÇÕES DO ASSOALHO PÉLVICO</p><p>Slide 13: EXAME DA ESTABILIDADE LOMBOPÉLVICA</p><p>Slide 14: INSPEÇÃO E PALPAÇÃO</p><p>Slide 15: EXAMES COMPLEMENTARES</p><p>Slide 16: EXAME DAS FUNÇÕES SENSORIAIS E MUSCULARES DO ASSOALHO PÉLVICO (EFSMAP)</p><p>Slide 17</p><p>Slide 18: ESCALA DE OXFORD MODIFICADA (EOM)</p><p>Slide 19: ELETROMIOGRAFIA (EMG)</p><p>Slide 20: ELETROMIOGRAFIA (EMG)</p><p>Slide 21: MANOMETRIA</p><p>Slide 22: DINAMOMETRIA</p><p>Slide 23: EXAMES COMPLEMENTARES</p><p>Slide 24: FUNÇÕES URINÁRIAS</p><p>Slide 25: TESTE DO ABSORVENTE (pad test)</p><p>Slide 26: TESTE DO ABSORVENTE (pad test)</p><p>Slide 27: DIÁRIO MICCIONAL</p><p>Slide 28: FICHA DE AVALIAÇÃO</p><p>Slide 29: FICHA DE AVALIAÇÃO</p><p>Slide 30: FICHA DE AVALIAÇÃO</p><p>Slide 31: FICHA DE AVALIAÇÃO</p><p>Slide 32: FICHA DE AVALIAÇÃO</p><p>Slide 33: FICHA DE AVALIAÇÃO</p><p>Slide 34: FICHA DE AVALIAÇÃO</p><p>Slide 35: FICHA DE AVALIAÇÃO</p><p>Slide 36: FICHA DE AVALIAÇÃO</p><p>Slide 37: CIRURGIAS EM GINECOLOGIA</p><p>Slide 38: CIRURGIAS EM GINECOLOGIA</p><p>Slide 39: CIRURGIAS EM GINECOLOGIA</p><p>Slide 40: CIRURGIAS EM GINECOLOGIA</p><p>Slide 41: CIRURGIAS EM GINECOLOGIA</p><p>Slide 42: CLIMATÉRIO</p><p>Slide 43: CLIMATÉRIO</p><p>Slide 44: CLIMATÉRIO</p><p>Slide 45: CLIMATÉRIO</p><p>Slide 46: CLIMATÉRIO</p><p>Slide 47: CLIMATÉRIO</p><p>Slide 48: SINTOMAS E SINAIS ASSOCIADOS COM A REDUÇÃO DOS NÍVEIS DE ESTRADIOL</p><p>Slide 49: RISCOS DE EVENTOS ADVERSOS PARA A SAÚDE DA MULHER</p><p>Slide 50: PREVALÊNCIA DE DISTÚRBIOS UROGENITAIS</p><p>Slide 51: CLIMATÉRIO E OSTEOPOROSE</p><p>Slide 52: CLIMATÉRIO E DOENÇA CARDIOVASCULAR</p><p>Slide 53: CLIMATÉRIO E IMPACTOS</p><p>Slide 54: DÚVIDAS</p><p>Slide 55: LEITURA DO AVA</p>