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<p>CONTABILIDADE BÁSICA</p><p>O desenvolvimento da ciência contábil coincidiu com o crescimento da</p><p>atividade comercial e tornou-se crucial para a sobrevivência das empresas. A</p><p>contabilidade é uma ciência social cujo objetivo é controlar as variações</p><p>patrimoniais da entidade, fornecendo informações essenciais para a tomada</p><p>de decisões. Essas informações são registradas por meio de relatórios</p><p>contábeis, que atendem aos usuários de forma geral.</p><p>Nesta aula, você aprenderá sobre a história, as escolas e as doutrinas</p><p>da Contabilidade.</p><p>Bons estudos!</p><p>AULA 2 – A EVOLUÇÃO</p><p>DA CONTABILIDADE</p><p>2 A HISTÓRIA DA CONTABILIDADE</p><p>Luz (2015), expõe que, de certa forma, a história da contabilidade é paralela à</p><p>história da humanidade - o desejo de controlar aquilo que se possui nasceu com o</p><p>próprio homem e por isso não é descabido pensar nas origens da contabilidade desta</p><p>forma - obviamente, antigamente, a contabilidade era feita de forma rudimentar; a</p><p>criação de riqueza individual e a necessidade de se proteger e controlar os bens que</p><p>asseguram a subsistência impulsionou a civilização a buscar métodos de registro e</p><p>controle.</p><p>Com o passar do tempo, o ser humano acumulou riquezas e formou patrimônio</p><p>- termo derivado de patri (pai) e monium (recebido), isto é, o desejo humano voltou-se</p><p>para o acúmulo de riqueza, cujo legado era repassado aos filhos. O controle existia</p><p>para proteger o patrimônio, finalidade assegurada pela qualidade e frequência com</p><p>que eram efetuados. Não bastando o ser humano lembrar o que tinha, pois o volume</p><p>de negócios e posses exigia um controle formal, mesmo que ainda não houvesse um</p><p>conceito que pudesse ser vinculado à contabilidade.</p><p>Segundo o autor, pode-se traçar, em suma, um paralelo entre a história da</p><p>civilização e a evolução dos controles que deram origem à contabilidade, entre a idade</p><p>média, moderna e contemporânea.</p><p> Idade Média - período histórico que vai do século V ao ano de 1453 da Era</p><p>Cristã. Em 1202, Leonardo Fibonacci escreveu Liber Abaci.</p><p> Idade Moderna - intervalo que vai de 1453 a 1789. Em 1458, Benedetto</p><p>Cotrugli publica Della mercatura et del mercante perfetto, uma obra seminal na</p><p>história acadêmica da contabilidade. No mesmo período, foi publicado Summa</p><p>de arithmetica, geometria, proporci et proporcionalità (1494), e seu autor, Frei</p><p>Luca Pacioli, incluiu um capítulo sobre um sistema de contabilidade por partidas</p><p>dobradas, dando início à modernização da contabilidade.</p><p> Idade Contemporânea - período que vai de 1789 até a atualidade, durante o</p><p>qual outra obra promoveu uma extraordinária evolução de conhecimento</p><p>contábil, agora com ênfase na administração da riqueza e não apenas em seu</p><p>controle: La contabilità applicata alle amministrazioni private e pubbliche</p><p>(1840), de Franscesco Villa, estabelece a contabilidade como uma habilidade</p><p>útil e necessária ao capitalista e a eleva ao patamar de conhecimento científico.</p><p>Para Ribeiro (2018), a origem dos procedimentos contábeis como mecanismo</p><p>de controle das transações econômicas envolvendo compras, vendas e investimentos</p><p>realizado pelo homem se esvai com o tempo.</p><p>Como observado no texto acima, a contabilidade se estabeleceu como ciência</p><p>com advento do método das partidas dobradas, no final do século XV.</p><p>O método das partidas dobradas baseia-se na relação débito/crédito, publicado</p><p>pela primeira vez em 1494 na cidade italiana de Veneza pelo padre franciscano Luca</p><p>Pacioli em seu livro Geometria e Aritmética.</p><p>Esse fantástico mecanismo contábil foi utilizado universalmente, chegando até</p><p>os dias atuais como eficiente artefato de controle, que pode ser aplicado tanto aos</p><p>patrimônios de pessoas físicas quanto aos de pessoas jurídicas, sejam eles com fins</p><p>lucrativos ou não.</p><p>2.1 O objeto, o objetivo e a finalidade</p><p>Conforme Ribeiro (2018), o objetivo da contabilidade é proteger o patrimônio</p><p>das entidades econômicas e administrativas. Seu objetivo é permitir o estudo, controle</p><p>e apuração de Resultados perante aos fatos decorrentes da gestão do Patrimônio das</p><p>entidades econômico-administrativas. Já a finalidade, é fornecer informações</p><p>econômicas e financeiras sobre o patrimônio, facilitando as tomadas de decisão por</p><p>parte dos seus usuários.</p><p>As informações de ordem econômica referem-se à movimentação de compras</p><p>e vendas, despesas e receitas, indicando lucros ou prejuízos nas transações da</p><p>empresa. Já as informações financeiras referem-se ao fluxo de caixa (entradas e</p><p>saídas de dinheiro).</p><p>2.2 Técnicas contábeis</p><p>Segundo Ribeiro (2018), a contabilidade emprega uma variedade de técnicas</p><p>para atingir o objetivo final. Confira algumas delas:</p><p> Escrituração: o registro de todos os eventos que ocorrem no cotidiano das</p><p>empresas e causam alterações no patrimônio. Essas ocorrências são</p><p>classificadas como atos ou fatos administrativos, são registradas em livros</p><p>próprios através dos mecanismos de débito e crédito. Os principais livros de</p><p>escrituração utilizados pela contabilidade são o diário e o razão.</p><p> Demonstrações contábeis: quadros técnicos que expõe dados extraídos dos</p><p>registros contábeis da empresa. As demonstrações contábeis mais conhecidas</p><p>são o Balanço Patrimonial e a Demonstração do Resultado do Exercício.</p><p> Auditoria: verificação da exatidão dos dados presentes nas demonstrações</p><p>contábeis, por exame minucioso dos registros contábeis e dos documentos que</p><p>deram origem a eles.</p><p> Análise de balanços: exame e interpretação dos dados contidos nas</p><p>demonstrações contábeis, para transformar esses dados em informações úteis</p><p>aos diversos usuários da contabilidade.</p><p> Consolidação de balanços: unificação das demonstrações contábeis da</p><p>empresa controladora e de suas controladas, buscando apresentar a situação</p><p>econômico-financeira de todo o grupo, como se fosse uma única empresa.</p><p>2.3 Escolas e doutrinas da contabilidade</p><p>Para Luz (2015), pensar a contabilidade, incluindo sua definição, natureza e</p><p>enquadramento, resultou em muitos debates doutrinários ao longo da história. Definir</p><p>algo complexo como contabilidade foi árdua tarefa, resultando em incontáveis</p><p>divergências entre aqueles que buscavam cumprir essa grande missão.</p><p>Entre as escolas que mais merecem ênfase, está o contismo, o personalismo,</p><p>o controlismo, o ziendalismo e o patrimonialismo. Seus pensadores, em menor ou</p><p>maior escala, em diferentes momentos da história, exerceram o relevante papel de</p><p>pensar a contabilidade, enquadrando-a como um objeto merecedor de estudos,</p><p>deixando contribuições na qual, atualmente, entendemos como o conceito e a função</p><p>da contabilidade.</p><p>2.3.1 Contismo</p><p>Como o nome indica, o pensamento contábil contista tinha as contas como</p><p>objeto de estudo. Porém, apesar de ter proposto um entendimento contábil mais</p><p>sofisticado, não foi considerada uma corrente científica. O contismo surgiu a partir da</p><p>apresentação de Degranges da teoria das cinco contas - em 1795, onde o autor</p><p>propôs uma divisão em: (1) mercadorias gerais; (2) caixa; (3) contas a receber; (4)</p><p>contas a pagar; e (5) lucros e perdas.</p><p>No entanto, a falta de aceitação do contismo decorre da simplificação de sua</p><p>fundamentação científica, porque, para muitos doutrinadores da época, a conta não é</p><p>causa, mas efeito ou instrumento que demonstra um componente de riqueza, não</p><p>merecendo, portanto, ser classificada como objeto científico.</p><p>2.3.2 Personalismo</p><p>O desenvolvimento da contabilidade entrou em uma nova fase no século XIX,</p><p>com destaque para várias escolas de contabilidade. Começou, conforme muitos</p><p>doutrinadores, o período científico da contabilidade. Dentre essas escolas, destaca-</p><p>se a personalista, que teve como pensador e figura destacada o professor Francesco</p><p>Marchi (1822-1871).</p><p>O personalismo se opunha à escola contista, porque dava mais importância</p><p>às</p><p>pessoas (personagens) como representativas de elementos patrimoniais, e não às</p><p>contas, tidas como a peculiaridade da escola contista. Para os personalistas, as</p><p>contas deveriam representar as relações de direitos e obrigações, sendo que o dever</p><p>e o haver representavam os débitos (obrigações) e créditos (direitos). Ou seja, essa</p><p>escola tinha como fundamento as relações jurídicas entre gestores, proprietários e a</p><p>riqueza - objeto da contabilidade.</p><p>Segundo Luz (2015), para Francesco Marchi, toda entidade tem um</p><p>proprietário, mesmo que esteja dissociado da figura do administrador, o responsável</p><p>por todos os ativos e passivos. Conforme Marchi, as contas deveriam ser classificadas</p><p>em quatro grupos: consignatários; correspondentes; administradores; e proprietários.</p><p>Com base nessa divisão, a teoria de Marchi classifica os elementos contábeis</p><p>em quatro grandes grupos:</p><p>Luz (2015), aborda que para Giuseppe Cerboni (1827-1917), seguidor da</p><p>escola personalista, a compreensão do pensamento personalista envolve a</p><p>consideração de seis verdades que são as premissas básicas para a compreensão e</p><p>aplicação dessa doutrina.</p><p> Primeira - À administração da azienda (riqueza) estará a cargo do proprietário,</p><p>entretanto, cabe a este estabelecer relações adequadas com agentes e</p><p>correspondentes.</p><p> Segunda - É necessário especificar o papel do proprietário e do administrador,</p><p>ainda que possam unir-se na mesma figura (proprietário, administrador). Deve</p><p>haver clareza na separação entre negócio e família.</p><p> Terceira - O papel do administrador é gerenciar o negócio, sem usar a riqueza</p><p>para benefícios pessoais.</p><p> Quarta - A todo devedor corresponderá um credor e vice-versa.</p><p> Quinta - O proprietário, administrando ou não a azienda, é, de fato, credor da</p><p>substância e devedor das passividades relacionadas àquela riqueza.</p><p> Sexta - A riqueza do proprietário (débito e crédito) modifica conforme os lucros</p><p>e perdas ou acréscimos e decréscimos de capital.</p><p>2.3.3 Controlismo</p><p>Para Luz (2015), o controlismo diz respeito à ciência do controle econômico.</p><p> Contas do proprietário.</p><p> Contas dos gerentes ou administradores,</p><p> Contas dos consignatários.</p><p> Contas dos correspondentes, cuja segmentação</p><p>apresenta a seguinte estrutura:</p><p>a) Contas patronais.</p><p>b) Contas dos agentes.</p><p>c) Contas pessoais ou dos correspondentes.</p><p>Esse era o conceito de contabilidade proposto por Fabio Besta (1845-1922), que</p><p>enfatizou três etapas da administração: a gestão econômica, a direção e o controle.</p><p>O referido doutrinador propôs que a contabilidade teria como funções principais o</p><p>controle antecedente, o concomitante e o consequente.</p><p>Como exemplos de controle antecedente os estatutos, o estudioso indicou os</p><p>contratos, os regulamentos, os inventários e outros elementos que caracterizavam a</p><p>função contábil como um controle formal. Para funções do controle concomitante,</p><p>propôs a divisão de trabalho e o controle sobre quem exerce as funções de autoridade</p><p>e comando. Enquanto no controle consequente, apontou os documentos que serviam</p><p>de suporte para os fatos contábeis, a escrituração contábil e a respectiva prestação</p><p>de contas.</p><p>Concluindo, para Fabio Besta, a contabilidade tem uma função mais ampla que</p><p>registrar os próprios fatos econômicos. Ela deve ser entendida e aplicada como um</p><p>sistema único de controle interno. Fundamentalmente, o controlismo pressupõe um</p><p>controle econômico no qual imperava o registro contábil dos fatos combinado com</p><p>critérios organizacionais de controle conforme a direção que interesse à administração</p><p>da azienda.</p><p>Fabio Besta destaca que a contabilidade pesquisa e enuncia as leis de controle</p><p>econômico das aziendas e define normas para que o controle seja efetivo e completo.</p><p>Do ponto de vista prático da contabilidade, estavam incluídas a função de registro,</p><p>mensuração e controle de fatos econômicos. O controlismo defendia o uso da</p><p>contabilidade de uma forma mais ampla e sofisticada que qualquer outro pensamento</p><p>contábil relacionado.</p><p>Atualmente, conclui-se que a abordagem que os estudiosos adeptos do</p><p>pensamento contábil controlista defendiam era semelhante ao que hoje estudamos e</p><p>aplicamos como controladoria, ou seja, era a ciência do controle econômico (LUZ,</p><p>2015).</p><p>2.3.4 Aziendalismo</p><p>A moderna escola italiana (aziendalismo) surgiu num período em que os</p><p>pesquisadores buscavam uma forma de entender o negócio como objeto científico em</p><p>todas as suas complexidades. Era fundamental que essa ampliação científica não se</p><p>limitasse ao patrimônio.</p><p>Fabio Besta propôs não haver azienda sem riqueza econômica. Entretanto, a</p><p>riqueza se constitui na substância ou no patrimônio da azienda, não sendo azienda</p><p>em si (LUZ, 2015).</p><p>Para avançar com maior clareza, deve-se distinguir entre os conceitos de</p><p>azienda, ente e patrimônio. O ente é uma pessoa física ou jurídica, sujeito de direitos</p><p>e obrigações.</p><p>As entidades são, objetos de estudos Contábeis. Já a azienda configura o</p><p>organismo, o conjunto de bens ou pessoas que serão utilizadas pelo ente para a</p><p>consecução de seus fins. Enquanto a azienda tem uma dimensão econômica, o ente</p><p>configura uma dimensão material (bens) e jurídica (direitos e obrigações).</p><p>É igualmente relevante diferenciar administração de azienda. A administração</p><p>se resume à conduta humana de realizar ações buscando conduzir o ente ao sucesso</p><p>em seus fins, enquanto a azienda pode ser entendida como a organização das</p><p>pessoas e dos bens econômicos. Dessa forma, enquanto os personalistas vinculavam</p><p>a contabilidade ao direito, os aziendalistas aproximaram-na da economia.</p><p>2.3.5 Patrimonialismo</p><p>Para Luz (2015), na escola patrimonialista, o objeto da contabilidade é o</p><p>patrimônio — sua finalidade é a gestão (governo) do patrimônio. Segundo o</p><p>patrimonialismo, a contabilidade é a ciência que estuda o patrimônio à disposição das</p><p>aziendas (riqueza), em seus aspectos estáticos (estrutura patrimonial) e dinâmicos</p><p>(fluxos, de caixa, de rendas, de capital) e em suas variações (comparações entre</p><p>diferentes períodos), para articular os efeitos da administração sobre a formulação e</p><p>distribuição dos resultados por meio de fórmulas racionalmente deduzidas (índices).</p><p>Conforme o autor, esta escola de pensamento contábil foi fundada por</p><p>Vincenzo Masi (1893-1977). Masi propôs em 1923 que o estudo do patrimônio fosse</p><p>dividido em três partes: estática patrimonial, dinâmica patrimonial e levantamento</p><p>patrimonial.</p><p>Mais, acreditava que no campo da estática patrimonial era necessário estudar</p><p>e examinar a estrutura da riqueza aziendal, enquanto na dinâmica patrimonial o foco</p><p>estava nas variações dessa estrutura.</p><p>A contabilidade, de fato, sempre estudou o patrimônio, mas as suas</p><p>investigações se limitavam ao campo teórico, primeiro aos estudos dos instrumentos</p><p>de levantamento patrimonial e consecutivamente aos estudos do objeto de tais</p><p>levantamentos.</p><p>Mais, evidenciava ser preciso dar importância não somente ao aspecto</p><p>quantitativo do patrimônio, mas também ao qualitativo, demonstrando que muito se</p><p>extrai da análise do estado patrimonial se forem observados os aspectos citados</p><p>cumulativamente, não se fazendo distinção entre eles.</p><p>No Brasil, no início do século XX, alguns doutrinadores se destacaram como</p><p>defensores da escola patrimonialista, por exemplo, Francisco D'Auria (1884-1958),</p><p>que publicou suas ideias patrimoniais na obra Tendências positivas em contabilidade</p><p>em 1929, enfatizando que a contabilidade deve dirigir os estudos para o controle da</p><p>administração econômica.</p><p>D'Áuria inspirou outros conhecidos patrimonialistas brasileiros, como Frederico</p><p>Herrmann Júnior, Hilário Franco, Alberto Almada Rodrigues, Américo Matheus</p><p>Florentino e Olívio Kooliver.</p><p>Enfim, os elementos que constituem o patrimônio também são objetos de</p><p>outras ciências - entretanto, considerados</p><p>em seu conjunto, constituem-se em objeto</p><p>da contabilidade.</p><p>2.3.6 A contabilidade no século XXI</p><p>Com a adoção dos pensamentos da escola patrimonialista e surgimentos das</p><p>grandes corporações norte-americanas, o Brasil alinhou-se ao nome da escola a partir</p><p>dos anos 1960. Com a aprovação da Lei n. 6.404, de 15 de dezembro de 1976 - Lei</p><p>das Sociedades por Ações (Brasil, 1976), o país definiu sua opção pelos critérios de</p><p>registro e mensuração de eventos e pela estrutura dos relatórios contábeis que eram</p><p>exclusivos da contabilidade norte-americana. Antes dessa lei, a contabilidade</p><p>brasileira era regulada pelo Decreto n. 2627, de 26 de setembro de 1940, inspirada</p><p>na escolarização europeia.</p><p>A influência norte-americana contribuiu para a interiorização das normas de</p><p>registros contábeis e mensuração de eventos econômicos, que sofreu certo</p><p>desinteresse a partir de 2005, com a formação do Comitê de Pronunciamentos</p><p>Contábeis (CPC) e com a promulgação da Lei n. 11.638, de 28 de dezembro de 2007,</p><p>e, posteriormente, da Lei n. 11.941, de 27 de maio de 2009, que alavancou vários</p><p>ajustes contábeis na finalidade de ajustar a contabilidade brasileira à internacional.</p><p>Dessa forma, o Brasil determinou realizar oficialmente a convergência de sua</p><p>estrutura contábil às normas internacionais de contabilidade (IFRS), regras oriundas</p><p>do International Accounting Standards Board (LASB), órgão europeu de normatização</p><p>contábil. Apesar de filosoficamente possa ser considerado próximo do Financial</p><p>Accounting Standards Board (FASB), órgão americano de normatização contábil, as</p><p>instituições diferem em detalhes (LUZ, 2015).</p><p>REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA</p><p>BRASIL. Lei n. º 6.404, de 15 de dezembro de 1976. Dispõe sobre as Sociedades por</p><p>Ações. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L6404consol.htm.</p><p>Acesso em: 19 abr. 2023.</p><p>LUZ, E. E. Teoria da Contabilidade. 1. ed. Curitiba: Intersaberes, 2015.</p><p>RIBEIRO, O. M. Contabilidade Básica. 4.ed. – São Paulo: Saraiva Educação, 2018.</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L6404consol.htm</p>

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