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<p>Mirar-se no exemplo daquelas mulheres de Tebas: Antígona e a piedade na Filosofia do</p><p>Direito de Hegel</p><p>Marloren Lopes Miranda</p><p>Handout</p><p>1. Epígrafe:</p><p>Elas não têm gosto ou vontade</p><p>Nem defeito, nem qualidade</p><p>Têm medo, apenas</p><p>Mulheres de Atenas, Chico Buarque</p><p>2. §166 da Filosofia do Direito, de Hegel</p><p>HEGEL, G. W. F. Linhas Fundamentais da Filosofia do Direito. Trad. Marcos Lutz Müller. São Paulo, Editora</p><p>34, 2022.</p><p>§166 Por isso, um sexo é o elemento-espiritual enquanto se cindindo na autonomia pessoal sendo para si e no</p><p>saber e querer da livre universalidade, na autoconsciência do pensamento conceitualizante e no querer do fim</p><p>último objetivo – o outro é o elemento-espiritual que se mantém na união enquanto saber e querer do substancial</p><p>na forma da singularidade concreta e do sentimento; aquele, na relação voltada para fora, é o potente e atuante,</p><p>este, o passivo e subjetivo. Por essa razão, o homem tem a sua vida substancial efetiva no Estado, na ciência e</p><p>semelhantes e, afora isso, no trabalho e na luta com o mundo externo e consigo mesmo, de sorte que só a partir</p><p>da cisão ele conquista a união consigo que é autônoma; ele tem a intuição serena dessa união e a eticidade</p><p>subjetiva do sentimento na família, na qual a mulher tem a sua destinação substancial e, nessa piedade, a sua</p><p>disposição de ânimo ética.</p><p>Por isso, a piedade, numa das suas mais sublimes apresentações, na Antígona de Sófocles, é enunciada</p><p>prioritariamente como a lei da mulher e apresentada enquanto lei da substancialidade subjetiva do</p><p>sentimento, da interioridade que não atingiu ainda a sua efetivação perfeita, enquanto lei dos antigos deuses,</p><p>do reino subterrâneo, enquanto lei eterna que ninguém sabe de onde surgiu, em oposição à lei manifesta, à</p><p>lei do Estado – uma oposição que é a suprema oposição ética e, por isso, a suprema oposição trágica,</p><p>individualizada nessa peça na oposição entre feminilidade e virilidade; cf. FE, pp. 383 ss., 417ss.</p><p>Adendo (H, G). As mulheres podem, certamente, ser cultivadas, mas não são feitas para as ciências mais elevadas</p><p>e para certas produções de arte que exigem o universal. As mulheres podem ter ideias inventivas, gosto,</p><p>gracilidade, mas não têm o ideal. A diferença entre o homem e a mulher é a que há entre o animal e a planta: o</p><p>animal corresponde mais ao caráter do homem, a planta, mais ao da mulher, pois ela é mais um tranquilo</p><p>desdobrar que mantém a união mais indeterminada do sentimento como seu princípio. Se mulheres estão à testa</p><p>do governo, o Estado está em perigo, pois elas não agem segundo as exigências de universalidade, mas segundo</p><p>a inclinação e a opinião contingentes. A formação das mulheres ocorre não se sabe como, quase graças à</p><p>jrafa</p><p>jrafa</p><p>atmosfera de representação, mais graças à vida do que pela aquisição de conhecimentos, ao passo que o homem</p><p>alcança a sua posição somente pela conquista do pensamento e por muitos esforços técnicos1.</p><p>HEGEL, G. W. F. Filosofia do Direito. Trad. Agemir Bavaresco et. al. Porto Alegre, Editora Fundação Fênix,</p><p>2021.</p><p>§166 O primeiro [aspecto], por isso, é o espiritual, enquanto se cinde na autonomia pessoal sendo para si e no</p><p>saber e querer da universalidade livre, na autoconsciência do pensamento conceitualizante e no querer do fim</p><p>último objetivo; – o outro [aspecto] é o espiritual que se mantém na unidade enquanto saber e querer do</p><p>substancial, na forma de singularidade concreta e de sentimento; – aquele, em relação ao de fora, o potente e o</p><p>ativo; esse, o passivo e o subjetivo. Por isso o homem tem sua vida substancial efetiva no Estado, na ciência e em</p><p>coisas semelhantes, e também no trabalho e no combate com o mundo exterior e consigo mesmo, de modo que</p><p>ele é somente a partir da cisão que conquista a unidade autônoma consigo, de maneira que possui a intuição</p><p>tranquila e a eticidade subjetiva, que sente na família, na qual a mulher tem sua determinação substancial e nessa</p><p>piedade tem sua disposição de espírito.</p><p>A piedade torna-se, por isso, numa de suas mais eminentes representações[;] a Antígona de Sófocles é</p><p>enunciada como a lei da mulher e enquanto a lei da substancialidade subjetiva sensitiva, a interioridade que</p><p>ainda não alcançou sua realização perfeita, enquanto a lei dos antigos deuses, do subterrâneo, enquanto lei</p><p>eterna da qual nada sabe quando aparece e representa na oposição contra a lei manifesta, a lei do Estado; –</p><p>uma oposição ética mais elevada e, por conseguinte, a oposição trágica mais elevada, e nela a feminilidade</p><p>e a masculinidade são individualizadas; cf. Fenomenologia do Espírito, p. 183 s. e p. 417 s.</p><p>HEGEL, G. W. F. Grundlinien der Philosophie des Rechts. Hamburg, Felix Meiner Verlag, 2009.</p><p>§166 Das eine [Geschlecht] ist daher das Geistige, als das sich Entzweiende in die für sich seiende persönliche</p><p>Selbständigkeit und in das Wissen und Wollen der freien Allgemeinheit, [in] das Selbstbewußtsein des</p><p>begreifenden Gedankens und Wollen des objektiven Endzwecks; - das andere das in der Einigkeit sich erhaltende</p><p>Geistige als Wissen und Wollen des Substantiellen in Form der konkreten Einzelheit und der Empfindung; - jenes</p><p>im Verhältnis nach außen das Mächtige und Betätigende, dieses das Passive und Subjektive. Der Mann hat daher</p><p>sein wirkliches substantielles Leben im Staate, der Wissenschaft und dergleichen, und sonst im Kampfe und der</p><p>Arbeit mit der Außenwelt und mit sich selbst, so daß er nur aus seiner Entzweiung die selbständige Einigkeit mit</p><p>sich erkämpft, deren ruhige Anschauung und die empfindende subjektive Sittlichkeit er in der Familie hat, in</p><p>welcher die Frau ihre substantielle Bestimmung und in dieser Pietät ihre sittliche Gesinnung hat.</p><p>Die Pietät wird daher in einer der erhabensten Darstellungen derselben, der Sophokleischen Antigone,</p><p>vorzugsweise als das Gesetz des Weibes ausgesprochen und als das Gesetz der empfindenden subjektiven</p><p>Substantialität, der Innerlichkeit, die noch nicht ihre vollkommene Verwirklichung erlangt, als das Gesetz</p><p>der alten Götter, des Unterirdischen, als ewiges Gesetz, von dem niemand weiß, von wannen es erschien,</p><p>und im Gegensatz gegen das offenbare, das Gesetz des Staates dargestellt - ein Gegensatz, der der höchste</p><p>sittliche und darum der höchste tragische und in der Weiblichkeit und Männlichkeit daselbst individualisiert</p><p>ist; vgl. Phänomenologie des Geistes, S. 383 fr., 417 fr.</p><p>1 Sobre Eduard Gans, que compilou os adendos a partir das anotações dos alunos, textos que nem sempre são traduzidos</p><p>ou nem sempre constam em algumas edições dos textos originais, ver: Waszek, Norbert. Eduard Gans sobre a pobreza e</p><p>o debate constitucional. Revista Eletrônica Estudos Hegelianos, ano. 16, Nº 28 (2019), pp. 90-122.</p><p>jrafa</p><p>HEGEL, G. W. F. Outlines of the Philosophy of Right. Transl. by Knox, T. M., ed. by Houlgate, S. New York,</p><p>Oxford University Press, 2008.</p><p>166. Thus one sex is spirit in its self-diremption into personal self-subsistence for itself and the knowledge and</p><p>volition of free universality, i.e. the self-consciousness of conceptual thought and the volition of the objective</p><p>final end. The other sex is spirit maintaining itself in unity as knowledge and volition of the substantial, but</p><p>knowledge and volition in the form of concrete individuality and feeling. In relation to externality, the former is</p><p>powerful and active, the later passive and subjective. It follows that man has his actual substantial life in the state,</p><p>in learning [Wissenschaft], and so forth, as well as in labour and struggle with the external world and with himself</p><p>so that it is only out of his diremption that he fights his way to self-subsistent unity with himself. In the family he</p><p>has a tranquil intuition of this unity, and there he lives a subjective ethical life on the plane of feeling. Woman,</p><p>on the other hand, has her substantial vocation in the family, and</p><p>her ethical disposition is to be imbued with</p><p>family piety.</p><p>For this reason, family piety is declared in Sophocles’ Antigone—one of the most sublime presentations of</p><p>this virtue—to be principally the law of woman and the law of a substantiality at once subjective and on</p><p>the plane of feeling, the law of the inward life, a life which has not yet attained its full actualization; it is</p><p>declared to be the law of the ancient gods, the gods of the underworld, na everlasting law of which no one</p><p>knows whence it appeared. This law is there displayed as a law opposed to public law, to the law of the</p><p>state. This is the supreme opposition in ethics and therefore in tragedy; and it is individualized in the same</p><p>play in the opposing natures of man and woman.</p><p>HEGEL, G. W. F. Elements of the Philosphy of Right. Transl. by Nisbet, H. B., Ed. by Wood, A. W. Cambridge,</p><p>Cambridge University Press, 1991.</p><p>§166. The one [sex] is therefore spirituality which divides itself up into personal self-sufficiency with being for</p><p>itself and the knowledge and volition of free universality, i.e. into the self-consciousness of conceptual thought</p><p>and the volition of the objective and ultimate end. And the other is spirituality which maintains itself in unity as</p><p>knowledge and volition of the substantial in the form of concrete individuality [Einzelheit] and feeling</p><p>[Empfindung]. In its external relations, the former is powerful and active, the latter passive and subjective. Man</p><p>therefore has his actual substantial life in the state, in learning [Wissenschaft], etc., and otherwise in work and</p><p>struggle with the external world and with himself, so that it is only through his division that he fights his way to</p><p>self-sufficient unity with himself. In the family, he has a peaceful intuition of this unity, and an emotive</p><p>[empfindend] and subjective ethical life. Woman, however, has her substantial vocation [Bestimmung] in the</p><p>family, and her ethical disposition consists in this [family] piety.</p><p>In one of the most sublime presentations of piety - the Antigone of Sophocles - this quality is therefore</p><p>declared to be primarily the law of woman, and it is presented as the law of emotive [empfindend] and</p><p>subjective substantiality, of inwardness which has not yet been fully actualized, as the law of the ancient</p><p>gods and of the chthonic realm [des Unterirdischen] as an eternal law of which no one knows whence it</p><p>came, and in opposition to the public law, the law of the state - an opposition of the highest order in ethics</p><p>and therefore in tragedy, and one which is individualized in femininity and masculinity in the same play;</p><p>cf. Phenomenology of Spirit, pp. 383ff. And 417ff.</p><p>3. Outras citações</p><p>a. “Se, por um lado, Hegel deriva daí as referidas oposições tradicionais de gênero, por outro, a</p><p>fundamentação especulativa e sistemática da diferença sexual em sua racionalidade a partir dos</p><p>momentos do espírito pode relativizar e subverter a caracterização tradicional dos papéis masculinos</p><p>e femininos, juntamente com a sua base normativa. Com efeito, como momentos constitutivos do</p><p>espírito, tanto a unidade substancial quanto a sua cisão são igualmente constitutivos do homem e da</p><p>mulher enquanto indivíduos ético-espirituais, para além dos papéis histórico-culturais que a</p><p>diferença sexual assume em cada época. [...] Essa perspectiva pode ser reforçada com a</p><p>consideração da igualdade de direitos e deveres entre o homem e a mulher (§167), com a fundação</p><p>ético-espiritual da monogamia na “entrega mútua indivisa” (ibid.) dos cônjuges, com a crítica</p><p>hegeliana à poligamia, à família patriarcal, ao culto idealizado da mulher na lírica cavalheiresca, à</p><p>libertinagem na “galantaria” vigente nos Estados absolutistas [...] e, inclusive, com a crítica não só</p><p>da procriação consanguínea, mas também do incesto (§168)”. Nota 349 de Marcos Müller em:</p><p>HEGEL, G. W. F. Linhas Fundamentais da Filosofia do Direito. São Paulo, Editora 34, 2022, pp.</p><p>421-422.</p><p>b. “Mas na medida em que a piedade é legítima, ela abandona a forma dessa região do sentimento, tão</p><p>logo ela sai da esfera interna e entra na luz do dia da ideia em seu desdobramento e em sua riqueza</p><p>revelada, e traz do seu culto divino interno a veneração por uma verdade sendo em si e por si e por</p><p>leis elevadas acima da forma subjetiva do sentimento”. HEGEL, G. W. F. Linhas Fundamentais da</p><p>Filosofia do Direito. São Paulo, Editora 34, 2022, p. 132. Grifos meus.</p><p>c. “Se a religiosidade se quisesse se fazer valer no Estado tal como está habituada a ser no seu próprio</p><p>terreno, ela subverteria a organização do Estado, pois as diferenças têm no Estado a amplitude de</p><p>serem exteriores umas às outras; na religião, ao invés disso, tudo está sempre referido à totalidade.</p><p>Se, agora, essa totalidade quisesse se apoderar de todas as relações do Estado, isso seria fanatismo;</p><p>ela iria querer encontrar o todo em cada particular e não o poderia encontra-lo senão pela destruição</p><p>do particular, pois o fanatismo consiste somente em não conceder as diferenças particulares. [...] É</p><p>igualmente coerente com isso quando a piedade [Frömmigkeit] deixa a consciência moral, a</p><p>interioridade, decidir, e quando ela não é determinada por razões. Essa interioridade não se</p><p>desenvolve no sentido de dar razões e não presta contas de espécie alguma a si mesma. Se, portanto,</p><p>a devoção [Frömmigkeit] deve valer como a efetividade do Estado, então todas as leis são</p><p>atropeladas e o sentimento subjetivo é quem legisla. [...] A religião enquanto tal não tem o direito</p><p>de ser a instância que governa”. HEGEL, G. W. F. Linhas Fundamentais da Filosofia do Direito.</p><p>São Paulo, Editora 34, 2022, p. 576. Grifos do autor.</p><p>4. Outras referências bibliográficas do texto</p><p>Beauvoir, Simone de. O Segundo Sexo. Vol. 2. A Experiência Vivida. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2019.</p><p>Benhabib, Seyla. “On Hegel, Women, and Irony”. In: Mills, P. J. (Org). Feminist interpretations of G.W.F.</p><p>Hegel. University Park, Pennsylvania State University Press, 1996, pp. 25-44</p><p>Butler, Judith. Gender Trouble: Feminism and the Subversion of Identity. New York, Routledge,</p><p>2010.</p><p>CERQUEIRA, Sofia; SARTORI, Caio. Pesquisa inédita mostra como o voto das mulheres pode</p><p>definir a eleição. Disponível em: https://veja.abril.com.br/politica/pesquisa-inedita-mostra-como-o-</p><p>voto-das-mulheres-pode-definir-a-eleicao, acesso em 05 de junho de 2024.</p><p>Federici, S. Calibã e a Bruxa: Mulheres, Corpo e Acumulação Primitiva. São Paulo, Editora Elefante,</p><p>2017.</p><p>GRANJEIA, Julianna. Quem ora junto vota junto? Eleitoras disputadas por candidatos, evangélicas</p><p>ficam lado a lado na fé, mas se dividem na política. Disponível em:</p><p>https://www.uol.com.br/universa/reportagens-especiais/como-votam-as-mulheres-evangelicas/,</p><p>acesso em 05 de junho de 2024.</p><p>GRIMM, Jacob; GRIMM, Wilhelm. Deutsches Wörterbuch von Jacob Grimm und Wilhelm Grimm.</p><p>Versão digitalizada em: Wörterbuchnetz des Trier Center for Digital Humanities, Version 01/23,</p><p>, acesso em 24 de janeiro de</p><p>2023.</p><p>HEGEL, G.W.F. Cursos de Estética, vol. IV. São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo, 2000.</p><p>____________. Fenomenologia do Espírito. Petrópolis, Editora Vozes, Editora Universitária São</p><p>Francisco, 2005.</p><p>_____________. Vorlesungen über die Philosophie der Religion, Teil 2: Die bestimmte Religion.</p><p>Hamburg, Felix Meiner Verlag, 1994.</p><p>HAUSER, Richard. “Pietas II”. In: RITTER, Joachim; GRÜNDER, Karlfried (eds). Historisches</p><p>Wörterbuch der Philosophie. Basel, Schwabe AG Verlag. 1989. Vol. 7 (P-Q), p. 971-972.</p><p>IRIGARAY, Lucy. “The Eternal Irony of the Community”. In: Mills, P. J. (Org). Feminist</p><p>interpretations of G.W.F. Hegel. University Park, Pennsylvania State University Press, 1996, pp. 45-</p><p>58.</p><p>KELLER-HÜSCHEMENGER, Max. “Fromm, Frömmigkeit I”. In: RITTER, Joachim (ed.).</p><p>Historisches Wörterbuch</p><p>der Philosophie. Basel, Schwabe AG Verlag, 1989, vol. 2 (B-F), p. 1123-</p><p>1124</p><p>MILLS, Patricia. J. “Hegel's Antigone”. In: Mills, P. J. (Org). Feminist interpretations of G.W.F.</p><p>Hegel. University Park, Pennsylvania State University Press, 1996, pp. 59-89.</p><p>MIRANDA, Marloren Lopes. Um desdobrar não tão silencioso: Algumas observações feministas</p><p>sobre o § 166 da Filosofia do Direito e a noção de modernidade de Hegel. Verifiche, v. Anno LII, p.</p><p>83-102, 2023.</p><p>PASSARINHO, Nathalia. 3 fatores que explicam por que mulheres serão decisivas na eleição de</p><p>2022. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-61557464, acesso em 05 de junho de</p><p>2024.</p><p>PEELS, Saskia. Hosios: A Semantic Study of Greek Piety. [Mnemosyne. Supplements; volume 387].</p><p>Leiden, Koninklijke Brill, 2016.</p><p>RIEKS, Rudolf. “Pietas I”. In: RITTER, Joachim; GRÜNDER, Karlfried (eds). Historisches</p><p>Wörterbuch der Philosophie. Basel, Schwabe AG Verlag. 1989. Vol. 7 (P-Q), p. 971.</p><p>ROSENFIELD, Kathrin H. Antígona, Intriga e Enigma: Sófocles lido por Hölderlin. São Paulo,</p><p>Perspectiva, 2016.</p><p>SAADAWI, Nawal El. 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