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<p>ATIVIDADE 2</p><p>Segurança em Instalações e Serviços de Eletricidade estabelece</p><p>as diretrizes e garante as condições mínimas de segurança dos</p><p>empregadores que trabalham em instalações elétricas, em todas as suas</p><p>etapas. Ela ajuda a combater os riscos existentes, protegendo a saúde e</p><p>segurança do trabalhador, reduzindo os acidentes com a eletricidade.</p><p>A função do eletricista deve ser executada por um profissional</p><p>qualificado, habilitado e autorizado. É fundamental o treinamento e o</p><p>conhecimento para prevenção dos acidentes. Afinal, existem muitos riscos</p><p>nas tarefas realizadas na rede elétrica e o trabalhador precisa ficar</p><p>atento para evitar os acidentes e proteger a sua vida.</p><p>O profissional responsável deve estar protegido contra riscos elétricos,</p><p>para isso é necessário o uso de capacetes de segurança, botinas, luvas</p><p>isolantes, manga isolante, cinto de segurança, protetor facial contra arco</p><p>elétrico, vestimentas especiais. Afim de se evitar acidentes que envolvam</p><p>eletricidade faz-se necessidade de, sempre que possível for trabalhar com</p><p>circuitos sem a presença de eletricidade, o termo que define esse processo é a</p><p>desenergizarão, somente serão consideradas desenergizadas as instalações</p><p>elétricas liberadas para trabalho, mediante os procedimentos apropriados,</p><p>obedecida a sequência abaixo:</p><p>a) seccionamento;</p><p>O seccionamento é o ato de pro mover a descontinuidade</p><p>elétrica total, obtida mediante o acionamento de dispositivo apropriado</p><p>(chave seccionadora, interruptor, disjuntor), acionado por meios manuais ou</p><p>automáticos. Este termo é o que normalmente é confundido com a</p><p>desenergizarão, mas para que a mesma esteja completa os itens</p><p>abaixo também devem ser realizados para garantir total segurança na atividade</p><p>b) impedimento de reenergização;</p><p>É o estabelecimento de condições que impedem a reenergização</p><p>do circuito ou equipamento desenergizado, assegurando ao trabalhador</p><p>o controle do seccionamento. Uma reenergização inesperada pode</p><p>provocar um choque elétrico de consequências graves.</p><p>c) constatação da ausência de tensão;</p><p>É a verificação da efetiva ausência de tensão nos condutores</p><p>do circuito elétrico. Este passo é extremamente importante e de única</p><p>responsabilidade do eletricista que irá realizar a intervenção no circuito.</p><p>Existem diversos equipamentos no mercado para que seja realizada</p><p>detecção de tensão de forma segura. O método mais utilizado, no</p><p>entanto, é o uso de multímetro para detecção de tensão.</p><p>d) instalação de aterramento tempo raio com equipotencialização</p><p>dos condutores dos circuitos;</p><p>Constatada a inexistência de tensão, os condutores deverão ser</p><p>ligados à haste terra do conjunto de aterramento temporário e realizado</p><p>a equipotencialização das fases. A proteção por aterramento é a união</p><p>de todas as partes que não fazem parte do circuito, mas que, devido</p><p>a ocorrências de falhas de isolação, poderão tornar-se condutoras com</p><p>aterra. A medida preventiva é obtida por meio de um curto-circuitamento</p><p>da tensão de contato, efetuando-se uma ligação condutora de baixo</p><p>valor resistivo entre a parte da instalação e a terra.</p><p>e) proteção dos elementos energizados existentes na zona controlada;</p><p>Área em torno da parte desenergizada, cuja aproximação só é</p><p>permitida a profissionais autorizados, podendo ser feito com cones, fitas,</p><p>barreiras, etc.</p><p>As barreiras são os dispositivos que impedem todo e qualquer contato</p><p>direto das pessoas com as partes energizadas das instalações elétricas.</p><p>Elas tanto servem para enclausurar equipamentos como para isolar</p><p>áreas, quadros de distribuição de energia e pontos de acesso privativo</p><p>da pessoa autorizada, no momento de realizar o serviço nas instalações</p><p>elétricas. Os invólucros são os envoltórios das partes energizadas</p><p>destinados a impedir qualquer contato direto de suas partes internas</p><p>com partes do corpo humano. Eles são os boxes (caixas) e as</p><p>coberturas de carcaça que envolvem completamente os dispositivos</p><p>elétricos e suas conexões, impedindo o contato de qualquer parte do</p><p>corpo com as partes “vivas” do circuito.</p><p>f) instalação da sinalização de impedimento de reenergização.</p><p>Destinada à advertência e à identificação da razão de</p><p>desenergizarão e informações do responsável. Esta e tapa além de</p><p>conter informações importantes sobre a atividade serve para avisar que</p><p>alguém está intervindo em um circuito elétrico e que o mesmo não deve ser</p><p>religado.</p><p>Um fator de grande risco ao trabalhador é a fuga de corrente</p><p>elétrica este é um problema comum que pode causa r todos os tipos</p><p>de danos, desde pequenos choques a acidentes g raves. Esse problema</p><p>geralmente é causado pela deterioração do próprio equipamento elétrico,</p><p>mas também são comuns em instalações elétricas, como fios expostos,</p><p>secagem da camada de isolamento ou exposição a agentes corrosivos.</p><p>As consequências da corrente de fuga podem ser graves e causar</p><p>danos irreversíveis. Para evitar tal interferência, quando a possibilidade</p><p>de danos ainda é pequena, é necessário utilizar o instrumento correto</p><p>para monitorar e proteger o circuito e detectar preventivamente o</p><p>vazamento de corrente. Ao descobrir rapidamente o problema, você</p><p>pode encontrar o componente que causou o vazamento e tomar medidas</p><p>para resolver o problema para evitar consequências mais graves.</p><p>No caso do acidente em Recife, se o profissional tivesse feito</p><p>todos os processos de planejamento de execução do projeto e o uso</p><p>de EPIs a tragédia não teria acontecido. Foram o somatório de fatores</p><p>que o levou a óbito, todo projeto bem planejado será bem executado!</p>