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<p>ATIVIDADE 06</p><p>NOME: STÉFANI AIMAI DE LIMA</p><p>RA: 1291815896</p><p>PEÇA PRÁTICO-PROFISSIONAL</p><p>Otávio Marques recebe mandado de citação para apresentação de defesa. Trata-se de ação de reparação de danos movida por Henrique Saibro, alegando que teve seu veículo avariado em decorrência de acidente de trânsito ocorrido em 08/05/2024, momento em que Otávio estaria conduzindo seu veículo (Honda Civic) em alta velocidade, ultrapassando sinal vermelho e colidindo na Corsa de Henrique. Postula indenização por dano material no valor de R$25.000,00; bem como lucros cessantes por aduzir laborar como motorista de aplicativo de dano de ordem moral. O benefício de gratuidade de justiça foi deferido a Henrique.</p><p>Você é contratado por Otávio Marques, que relata situação diversa. Ou seja, que na verdade foi Henrique Saibro que ultrapassou o sinal de vermelho e ocasionou o acidente. Informa ainda que Henrique atua como professor em instituição de ensino, e não labora como Uber. O conserto do veículo de Otávio, consoante menor orçamento é de R$55.000,00. Elabore a peça processual para defesa dos interesses de seu cliente.</p><p>EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA ___ VARA CÍVEL DA COMARCA DE [NOME DA CIDADE]:</p><p>OTÁVIO MARQUES, nacionalidade, estado civil, profissão, portador do RG nº ........ e inscrito no CPF sob o nº ........, residente e domiciliado ........, por intermédio de seu advogado infra-assinado, nos autos da Ação de Reparação de Danos movida por HENRIQUE SAIBRO, vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência apresentar sua CONTESTAÇÃO pelos motivos de fato e de direito a seguir expostos:</p><p>1 – DOS FATOS:</p><p>O autor, Henrique Saibro, alega que seu veículo foi avariado em um acidente de trânsito ocorrido em 08/05/2024, imputando a responsabilidade a Otávio Marques, afirmando que este conduzia seu Honda Civic em alta velocidade e ultrapassou o sinal vermelho.</p><p>Contudo, ao contrário do que foi alegado, Otávio não cometeu qualquer infração. Na verdade, foi Henrique quem ultrapassou o sinal vermelho, ocasionando a colisão. Tal fato será comprovado através de testemunhas e provas documentais que serão apresentadas em momento oportuno.</p><p>2 - DO DIREITO:</p><p>Conforme estabelece o Código Civil, a responsabilidade civil por danos se dá quando há comprovação do ato ilícito, do dano e do nexo de causalidade. No presente caso, não há que se falar em responsabilidade de Otávio, uma vez que ele não foi o causador do acidente.</p><p>Ademais, a indenização postulada por Henrique é desproporcional e infundada, uma vez que o valor de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais) pleiteado por danos materiais não condiz com os fatos.</p><p>3- DOS DANOS:</p><p>Além de contestar as alegações de Henrique, é importante ressaltar que Otávio também sofreu danos em decorrência do acidente, uma vez que o conserto de seu veículo Honda Civic está orçado em R$ 55.000,00 (cinquenta e cinco mil reais), conforme orçamentos que poderão ser apresentados. Assim, Otávio também tem o direito de pleitear a reparação pelos danos materiais que sofreu.</p><p>4-DOS PEDIDOS</p><p>A) A total improcedência da ação movida por Henrique Saibro, diante da ausência de responsabilidade de Otávio Marques pelo acidente;</p><p>B) A condenação do autor ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios;</p><p>C) A produção de prova testemunhal e pericial para comprovar os fatos alegados;</p><p>D) A contrariedade dos pedidos de Henrique, com a análise da responsabilidade dele no acidente e a devida reparação pelos danos sofridos por Otávio;</p><p>Dá à causa o valor de R$ ......000 (mil reais)</p><p>Nestes termos pede deferimento</p><p>Local, data</p><p>(Advogado) OAB/UF XXX.XXX</p><p>QUESTÕES:</p><p>QUESTÃO 01- Otávio, no meio da noite, foi acordado por ruidoso estrondo. Imediatamente, levantou-se e conseguiu observar da janela de seu apartamento que dois pesados halteres esportivos haviam caído de outra unidade e atingiram em cheio seu veículo, que estava estacionado no pátio do edifício, resultando no amassamento do teto e no estilhaçamento do vidro frontal.</p><p>Na manhã seguinte, ao analisar a cena de destruição e as imagens das câmeras de vigilância do prédio, constatou que a única explicação possível e lógica para o acidente fora a de que os halteres haviam caído de uma unidade residencial do edifício em que mora, e que não era possível identificar a origem. Diante dessa não identificação precisa da unidade, Otávio decidiu, então, ingressar com demanda indenizatória por danos materiais em face do condomínio, a qual foi ajuizada no Juizado Especial Cível do local do imóvel.</p><p>A respeito do caso de Otávio, responda aos itens a seguir.</p><p>A) Seria o condomínio responsável pelos danos materiais experimentados por Otávio? Em caso afirmativo, qual a natureza dessa responsabilidade? Justifique a respeito do caso de Otávio, responda aos itens a seguir.</p><p>R: Sim. Tendo em vista que não foi possível determinar com exatidão a unidade de onde os halteres haviam caído o condomínio responderá de forma objetiva, conforme o disposto no Art. 938 do Código Civil.</p><p>B) Considerando que as partes obtenham a conciliação em audiência e o condomínio isente Otávio do pagamento de três cotas condominiais, qual deverá ser o procedimento judicial adotado pelo juízo? Justifique.</p><p>R: De acordo com o Art. 22, §1º, da Lei nº 9.099/1995, havendo conciliação durante a audiência, os termos do acordo serão registrados por escrito e homologados pelo juiz togado por meio de sentença, conferindo-lhes natureza e eficácia de título executivo.</p><p>QUESTÃO 02 - Maria Lima, 65 anos, aposentada, viúva, não convivente em união estável e sem filhos, celebrou contrato de doação do seu único imóvel, em favor de Thiago Correia Lima, 31 anos, e Beatrice Correia Lima, 29 anos, seus sobrinhos.</p><p>Pelo referido contrato, Maria Lima doou seu único imóvel para os sobrinhos com reserva de usufruto vitalício, constando que os donatários deveriam realizar alguns reparos na parte elétrica do imóvel em até 45 dias da aceitação da doação. Passados 120 dias da celebração do contrato, Thiago e Beatrice, além de não terem providenciado os reparos devidos, passaram a residir no imóvel, sob a alegação de que eram os proprietários, não obstante os reiterados pedidos de Maria Lima para que não residissem no local enquanto ela lá vivia. Além disso, passaram a dar festas no local, ignorando a presença de Maria na casa, o que a deixou muito aborrecida.</p><p>Diante da situação, Maria procura Tereza, amiga de infância e pede apoio para a resolução do problema, afirmando que se arrependeu da doação e que deveria ter doado o imóvel para Tereza. Tereza, vendo a aflição da amiga e interessada em ser beneficiada com o imóvel, indica você, na qualidade de advogado(a), para orientá-la sobre o que pode ser feito.</p><p>A)Há algo que Maria possa fazer para que o imóvel doado retorne à sua propriedade, não mais beneficiando os sobrinhos? Justifique.</p><p>R: Sim, Maria pode revogar a doação devido ao descumprimento do encargo, conforme o disposto no Art. 562 ou no Art. 555 do Código Civil.</p><p>B) Qual a medida judicial que Maria deverá adotar para que seus sobrinhos não sejam mais os proprietários do bem? Tereza, considerando sua amizade e seu interesse jurídico, pode promover a referida medida judicial, caso Maria não o faça? Justifique</p><p>R: Maria deverá ajuizar a ação de revogação da doação, sendo a única com legitimidade para propor tal ação, que é personalíssima, conforme o disposto no Art. 18 do Código de Processo Civil.</p><p>image1.png</p><p>image2.png</p><p>image3.png</p>

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