Prévia do material em texto
<p>ANATOMIA DO CAULE</p><p>Biologia Vegetal I - UEZO</p><p>Prof. Cristiane P. Victório</p><p>Crescimento</p><p>primário do caule</p><p>meristema apical do caule</p><p>Bresinsky et al., 2011</p><p>Tratado de Botânica</p><p>Sistema vascular</p><p>Sadava et al., “A Vida”, vol. 3, 8ª</p><p>Sistema vascular</p><p>PROCÂMBIO</p><p>Sistema vascular das Angiospermas</p><p>CAULE</p><p>Monocotiledônea</p><p>Zea mays</p><p>Monocotiledônea</p><p>Apresentam geralmente os feixes vasculares dispersos de maneira</p><p>difusa no interior do caule (estelo). Disposição chamada</p><p>ATACTOSTÉLICA.</p><p>Estelo representa a coluna</p><p>central do caule e da raiz em</p><p>estrutura primária, formada</p><p>por tecidos vasculares e</p><p>parenquimático associado.</p><p>Bamboo (Fargesia sp.), autoria Eckhard Völcker</p><p>Caule Aspargus sp.</p><p>Monocotiledônea</p><p>Caule de Eudicotiledônea</p><p>Ricinus communis (Euphorbiaceae)</p><p>Eudicotiledônea</p><p>Sistema vascular das Angiospermas</p><p>CAULE</p><p>Tratado de Botânica</p><p>Bresinsky et al.</p><p>Urtica dioica, 10x (rizoma), autoria Eckhard Völcker</p><p>Corte transversal do broto de Aesculus hippocastanum</p><p>(castanha-da-india), autoria Eckhard Völcker</p><p>http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0CAcQjRw&url=http%3A%2F%2Fwww.homeoint.org%2Fseror%2Fcowperthwaite%2Faesculus.htm&ei=WPjUVM3uBYP7ggTr0oEQ&bvm=bv.85464276,d.cWc&psig=AFQjCNHohW5Y6E_PS8Q86-ocqvILA_WwIg&ust=1423329698377925</p><p>Corte transversal do pedúnculo da flor de Dalia sp. (10x),</p><p>autoria Eckhard Völcker</p><p>http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0CAcQjRw&url=http%3A%2F%2Fvasconcelosacosta.zip.net%2F&ei=JP_UVNeNC4a4ggSC-IGwDQ&bvm=bv.85464276,d.cWc&psig=AFQjCNHJ-xjYjLFg7paEPtAocZ7T5C6mUw&ust=1423331447404861</p><p>Corte transversal Papaver rhoeas</p><p>(Papaveraceae), papoula, autoria Eckhard Völcker</p><p>Fruto verde, fornece o ópio (latex0 de onde se</p><p>extrai os alcalóides: morfina (do ópio),</p><p>codeina, papaverina.</p><p>http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0CAcQjRw&url=http%3A%2F%2Fen.wikipedia.org%2Fwiki%2FPapaver_rhoeas&ei=NQLVVJT9OoygNqmUgKAJ&bvm=bv.85464276,d.cWc&psig=AFQjCNHZKR7b6PV80JZOF2DKIVoG6MS53A&ust=1423332249222384</p><p>http://en.wikipedia.org/wiki/File:Papaver_rhoeas_-_K%C3%B6hler%E2%80%93s_Medizinal-Pflanzen-101.jpg</p><p>Corte transversal Trifolium pratense (10x), autoria Eckhard Völcker</p><p>http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0CAcQjRw&url=http%3A%2F%2Fluirig.altervista.org%2Fschedenam%2Ffnam.php%3Ftaxon%3DTrifolium%2Bpratense&ei=HAbVVMOCDoGWNq7UgYAN&bvm=bv.85464276,d.cWc&psig=AFQjCNG7rO4GxU9mziferxjewLT_-K7xHA&ust=1423333263580610</p><p>Corte transversal do pedúnculo da flor de Rosa sp. (10x),</p><p>autoria Eckhard Völcker</p><p>Corte transversal caule Lantana camara, mostrando tricomas</p><p>glandulares e tectores, autoria Eckhard Völcker</p><p>Eudicotiledônea</p><p>Gimnospermas e Eudicotiledôneas apresentam feixes vasculares</p><p>com organização do tipo EUSTÉLICA.</p><p>SinfonosteloEustelo</p><p>X</p><p>F</p><p>Colaterais: (xilema pra dentro e floema pra fora)</p><p>Bicolaterais (duas camadas de floema envolvendo o</p><p>xilema). Este último caso é comum em Cucurbitaceae.</p><p>Anfivasais nos quais o xilema envolve o floema.</p><p>Biconcêntricos, nos quais o xilema forma dois anéis</p><p>concêntricos separados por um anel de floema.</p><p>Feixes vasculares</p><p>BICOLATERALCOLATERAL FECHADO</p><p>BICONCÊNTRICO ANFIVASAL</p><p>Rizoma de Dennstaedtia punctilobula</p><p>La estela se caracteriza por un único</p><p>haz con médula en el centro y una</p><p>porción xilemática en forma de anillo</p><p>encerrada por dos bandas floemáticas,</p><p>una en el exterior y otra en el</p><p>interior: sifonostela anfifloemática.</p><p>Sistema vascular das Angiospermas</p><p>XILEMA (lenho)</p><p>Elementos traqueais</p><p>Traqueídes</p><p>Elementos de vaso</p><p>(placa de perfuração)</p><p>Fibras</p><p>Parênquima</p><p>Axial</p><p>Radial</p><p>traqueides</p><p>fibras</p><p>Sistema vascular das Angiospermas</p><p>XILEMA</p><p>Elementos traqueais*</p><p>Traqueídes(Gimnosperma e Angiosperma)</p><p>Elementos de vaso</p><p>*células traqueais</p><p>em Pteridófitas e</p><p>Gimnospermas</p><p>Fibras</p><p>Sistema vascular das Angiospermas</p><p>XILEMA Fibrotraqueíde Fibra libriforme</p><p>transversal</p><p>longitudinal</p><p>Sistema vascular das Angiospermas</p><p>XILEMA</p><p>Parênquima</p><p>Axial</p><p>Radial</p><p>longitudinal</p><p>Adansonia sp.,</p><p>Malvaceae (baobá, Savanas</p><p>Africa , e Australia)</p><p>Cavanillesia arborea,baobá</p><p>brasileiro – Bombacaceae,</p><p>Caatinga</p><p>A formação de aerênquimas está associada ao aumento</p><p>do diâmetro na base do caule, que pode estar</p><p>relacionado ao crescimento radial de células do córtex.</p><p>O aumento das células e dos espaços intercelulares</p><p>facilita a difusão descendente do oxigênio e ascendente</p><p>de produtos tóxicos, como etanol, acetaldeído e etileno.</p><p>Elodea sp.</p><p>Seção transversal caule</p><p>PLANTA AQUÁTICA</p><p>FOLHAS</p><p>Xilema</p><p>Sistema vascular das Angiospermas</p><p>FLOEMA (líber)</p><p>Elementos crivados</p><p>Elementos de tubo crivado</p><p>(Obs.: Gimno têm cel. crivadas, diferente</p><p>do tubo crivado)</p><p>Esclerênquima</p><p>Parênquima</p><p>Fibras</p><p>Esclereídes</p><p>Sistema vascular das Angiospermas</p><p>FLOEMA</p><p>Sistema vascular das Angiospermas</p><p>FLOEMA</p><p>Elementos crivados</p><p>Elementos de tubo crivado</p><p>+ cél. companheira</p><p>+ cél. Albuminosa/ Strassburger (Gimnosperma)</p><p>Bresinsky et al., 2011</p><p>Tratado de Botânica</p><p>CC – núcleo, citoplasma denso e muitas mitocôndrias - associação ontogênica, anatômica e</p><p>fisiológica</p><p>CC (comuns): células de transferência e células intermediárias, cloroplastos com tilacóides</p><p>desenvolvidos, parede celular lisa, facilitar recepção de solutos vindo apoplasto.</p><p>CC (transferência): invaginações para facilitar troca/recepção de solutos vindo do apoplasto.</p><p>CC (intermediária): numerosos plasmodesmas o que facilita o aporte de solutos via simplasto, e</p><p>pequenos vacúolos, tilacóides pouco desenvolvidos e ausência de cloroplastos e outros plastídios,</p><p>incluindo grãos de amido.</p><p>Células</p><p>companheiras</p><p>O carregamento do floema pode ser via</p><p>apoplástica e a simplástica com</p><p>aprisionamento de polímeros e simplástica</p><p>passiva. Não ocorre da mesma forma em</p><p>todas as plantas. Em regiões de clima</p><p>temperado e de clima árido predomina o</p><p>carregamento apoplástico, em clima tropical</p><p>úmido o simplástico (Kerbauy, 2004).</p><p>Sistema vascular das Angiospermas</p><p>FLOEMA</p><p>Esclerênquima</p><p>Fibras</p><p>Esclereídes</p><p>Crescimento Vegetal</p><p>*O crescimento</p><p>vegetal se dá devido a</p><p>presença de tecidos</p><p>meristemáticos -</p><p>indiferenciados e em</p><p>constante divisão.</p><p>O crescimento do vegetal corresponde ao processo de</p><p>divisão celular, aumento do volume celular e da própria</p><p>massa do vegetal.</p><p>Mitose de células de cebola</p><p>DIVISÃO CELULAR</p><p>Crescimento Vegetal</p><p>EXPANSÃO CELULAR</p><p>Meristemas</p><p>apicais</p><p>CRESCIMENTO VEGETAL</p><p>Campbell et al., 2010.</p><p>*Crescimento longitudinal</p><p>Crescimento primário</p><p>Meristema fundamental</p><p>Meristemas apicais</p><p>Protoderme Procâmbio</p><p>Epiderme Câmbio</p><p>Parênquima</p><p>Colênquima</p><p>Esclerênquima</p><p>Fonte:</p><p>www.panetabio.com</p><p>Meristemas apicais</p><p>Crescimento longitudinal</p><p>*divisões celulares</p><p>“Evolução das plantas ocorreu no fim do</p><p>Devoniano (390-360 Ma), associado ao</p><p>crescimento secundário, que permitiu o</p><p>desenvolvimento de um tronco com a</p><p>capacidade de transporte de água para a copa</p><p>das plantas. No Carbonífero (360-300 Ma),</p><p>período seguinte, aparecem as grandes</p><p>florestas tropicais (...) A maior parte das árvores</p><p>contemporâneas evoluíram a partir deste passo</p><p>dado pelas plantas com sementes.”</p><p>Crescimento Secundário</p><p>O surgimento do caule com um câmbio, xilema, floema e periderme</p><p>constituiu-se na estrutura base para as plantas invadirem os habitats mais</p><p>secos dos continentes.</p><p>Mus eu Nacional/ UFRJ )</p><p>https://chc.org.br/historia-das-plantas/</p><p>S- Siluriano</p><p>D – De voniano</p><p>C – Carbonífe ro</p><p>P – Pe rm iano</p><p>Tr- Triássico</p><p>J – Juassico</p><p>K – Cre tace o</p><p>Ce n – Ce nozoicohttps://didatico.igc.usp.br/fosseis/paleobotanica1/</p><p>Crescimento secundário</p><p>Procâmbio</p><p>Xilema primário</p><p>Floema primário</p><p>*Crescimento em espessura a partir do câmbio e felogênio.</p><p>Feloderme</p><p>Suber</p><p>Meristemas laterais</p><p>Cambio vascular</p><p>Xilema secundário</p><p>Floema secundário</p><p>FelogênioProcâmbio Periciclo</p><p>tecidos primários</p><p>Crescimento secundário</p><p>Gimnospermas</p><p>Angiospermas Monocotiledôneas*</p><p>Eudicotiledôneas</p><p>Tipos de caules com crescimento secundário</p><p>Caules</p><p>Raízes</p><p>Folhas</p><p>Arbóreo e arbustivo</p><p>O crescimento secundário é limitado ou ausente.</p><p>Gimnospermas</p><p>Ginko biloba L. (Ginkgoaceae)</p><p>* ”fóssil vivo”</p><p>* hábito arbóreo</p><p>*usos: memória, fluxo sanguineo,</p><p>antioxidante, problemas cardiovasculares.</p><p>*sementes nuas</p><p>Angiospermas Monocotiledôneas</p><p>O crescimento secundário é bastante restrito.</p><p>* hábito herbáceo</p><p>*estudos etnofarmacológicos</p><p>*atividade hipotensora</p><p>Alpinia zerumbet</p><p>(Zingiberaceae)</p><p>*sementes e fruto</p><p>> 2m</p><p>Dracena</p><p>Sicília, Italia 2014</p><p>Crescimento secundário</p><p>CAULE</p><p>Monocotiledônea</p><p>Bresinsky et al., 2011</p><p>Tratado de Botânica</p><p>Draceana sp.</p><p>FEIXES</p><p>Câmbio</p><p>fascicular</p><p>Dracaena sp.</p><p>(Monocotiledóneas) en</p><p>seção transversal</p><p>Aloe sp. em seção</p><p>transversal</p><p>Crescimento</p><p>secundário</p><p>EudicotiledôneasAngiospermas</p><p>Plantas Medicinais – Cerrado</p><p>*hábito arbóreo</p><p>*Hipoglicemiante (tratamento diabetes)</p><p>*kaempferitrina (folhas) – marcador químico,</p><p>controle de qualidade da droga.</p><p>Bauhinia forficata</p><p>(Fabaceae)</p><p>*pata-de-vaca</p><p>CAULE - Eudicotiledônea</p><p>Corte transversal</p><p>Fonte:</p><p>www.panetabio.com</p><p>Xilema – interna</p><p>Floema – externa</p><p>Eustélica</p><p>1 – súber</p><p>2 – felogênio</p><p>3 – feloderme</p><p>4 – floema primário</p><p>5 – floema secundário</p><p>6 – câmbio</p><p>7 – xilema secundário</p><p>8 – xilema primário</p><p>Câmbio</p><p>xilema floemaXilema primário</p><p>Zona cambial</p><p>Floema primário</p><p>Câmbio</p><p>Xilema 1 e 2</p><p>Floema 2 e 1</p><p>Início atividade</p><p>Rubus rosaefolius</p><p>Corte transversal</p><p>Câmbio em atividade</p><p>Crescimento secundário</p><p>(Gimnospermas e maioria das Eudicotiledôneas)</p><p>Iniciais radiais</p><p>e fusiformes</p><p>Divisões anticlinais das iniciais aumentam o câmbio em circunferência.</p><p>Periclinais – em direção ao centro (xilema) e periferia (floema)</p><p>Anticlinais - acompanha o crescimento em espessura do órgão.</p><p>Atividade cambial</p><p>Corte transversal através do caule de uma</p><p>dicotiledônea (Prunus lusitanica) na região do</p><p>câmbio vascular.</p><p>Corte transversal</p><p>Estágio avançado do caule - MADEIRA</p><p>Evidencia o crescimento secundário</p><p>Casca: floema secundário, feloderme, felogênio e súber.</p><p>A formação dos anéis de crescimento requer a existência de um período de</p><p>estresse fisiológico durante o ano, associado a climas temperados, com</p><p>formação bem definida dos anéis. A atividade cambial do lenho (xilema) é muito</p><p>intensa durante a primavera (anel primaveril, paredes finas e mais claro) e o</p><p>verão (estival, paredes espessas, mais escuro), e diminui progressivamente no</p><p>outono até cessar por completo no inverno (repouso fisiológico).</p><p>Anéis de Crescimento Cambial</p><p>Corte ampliado de uma</p><p>madeira porosa,</p><p>mostrando os vasos</p><p>condutores, os feixes de</p><p>fibras e a diferenciação</p><p>entre anéis anuais.</p><p>Anéis de Crescimento</p><p>Cambial</p><p>medula</p><p>Sadava et al., 2011.</p><p>MADEIRA</p><p>ALBURNO – mais externo, próximo ao cambio, ativo no transporte</p><p>CERNE* – mais interno e antigo, inativo no transporte (duro)</p><p>ALBURNO+CERNE = LENHO</p><p>INICIAL - CLARO</p><p>TARDIO - ESCURO</p><p>(deposição substâncias)</p><p>*As parenquimáticas também são mortas, devido intensa impregnação das</p><p>células por diversas substâncias, como antissépticos, taninos, pigmentos, óleos,</p><p>resinas, gomas e lignina. Função sustentação.</p><p>CERNE</p><p>(xilema morto)</p><p>ALBURNO</p><p>(xilema vivo)</p><p>MADEIRA</p><p>Gimnosperma:</p><p>madeira homogênea,</p><p>facil de manipula, ex.</p><p>para fabricação de</p><p>papel.</p><p>Angiosperma: em</p><p>geral mais dura, mais</p><p>fibras lignificadas.</p><p>O xilema não funcional, em um grande</p><p>número de plantas, apresenta</p><p>invaginações de células</p><p>parenquimatosas através dos poros dos</p><p>vasos lenhosos, chamadas tilos, que</p><p>podem muitas vezes ocupar totalmente</p><p>o lúmen (espaço circundado pela</p><p>parede da célula) do vaso, obstruindo-</p><p>o.</p><p>CERNE (xilema morto)</p><p>Lúmen de um vaso invadido por tilos: (X) Seção transversal; (T)</p><p>seção axial tangencial.</p><p>Dérmico ou de revestimento</p><p>PERIDERME</p><p>Sistemas fundamentais das Angiospermas</p><p>Campbell, 2010.</p><p>Periderme SUBERIZADA</p><p>LENTICELAS (sem suberina)</p><p>Bresinsky et al., 2011</p><p>Tratado de Botânica</p><p>Ritidoma</p><p>Ritidoma</p><p>Cescimento secundário do broto de Salix sp.</p><p>(Salicaceae), 10x, autoria Eckhard Völcker</p><p>http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0CAcQjRw&url=http%3A%2F%2Frasadniksmaragd.com%2Fproizvodi%2Fliscari%2F&ei=pQfVVOiQLsmqggTjh4PoCQ&bvm=bv.85464276,d.cWc&psig=AFQjCNEq_4bDBjDMiAj9O5GfHpVT72W-nw&ust=1423333657460779</p><p>Tecidos vegetais</p><p>Relacionados ao crescimento secundário</p><p>→Tecidos vasculares: xilema e floema secundários</p><p>→ Periderme (feloderme, felogênio e suber)</p><p>→ Fibras, esclereídes, traqueídes</p><p>Tecidos vasculares</p><p>XILEMA (lenho)</p><p>FLOEMA (líber)</p><p>*não possuem protoplasto na</p><p>maturidade</p><p>*células mortas/obstrução (cerne)</p><p>*posição interna</p><p>*conduz seiva bruta: H2O e sais</p><p>minerais</p><p>*traqueídes e elementos de vaso.</p><p>*mais resistentes</p><p>*fibras</p><p>*células - protoplastos vivos</p><p>*externo</p><p>*conduz seiva elaborada</p><p>*células crivadas e elementos</p><p>crivados.</p><p>*fibras</p><p>Xilema secundário: órgãos secretores de mucilagem, óleos ou látex.</p><p>Floema: laticíferos primários.</p><p>Floema e xilema secundário: ductos secretores de látex (laticíferos</p><p>secundários).</p><p>Fibras do floema</p><p>uso econômico</p><p>Linum usitasimum</p><p>(Linaceae)</p><p>Fibras do floema do</p><p>caule de Linnum sp -</p><p>teste com lugol.</p><p>Menezes, N. L</p><p>Linhaça (sementes)</p><p>óleos (ácido α-linolênico),</p><p>produtos alimentícios</p><p>Têxtil, linho</p><p>Pau-brasil</p><p>(Caesalpinia echinata Lam.)</p><p>Pau-brasil - árvore símbolo, lei de 1978, primeiro</p><p>recurso natural explorado pelos portugueses.</p><p>CERNE VERMELHO</p><p>RESINA VERMELHA</p><p>CASCA, canais resiníferos</p><p>Esquizógena – resulta de divisões e separações celulares.</p><p>Bresinsky et al., 2011</p><p>Tratado de Botânica</p><p>Pinus sp, Gimnosperma</p><p>Canais</p><p>resiníferos</p><p>Ilha de Socotra, Iêmen</p><p>clima semi-árido, ventos de até 43km/h</p><p>Canais resiníferos</p><p>Dracena cinnabari</p><p>(sangue de dragão,</p><p>endêmica remanescente</p><p>na ilha)</p><p>cinábrio, resina vermelha</p><p>http://3.bp.blogspot.com/-IAMJ6K52xSM/UnqTtAj5-aI/AAAAAAAAVD4/syhxZ008CP4/s1600/pinacotecasbc0075b25d.jpg</p><p>Seringueira</p><p>Hevea brasiliensis Muell. Arg.</p><p>(Euphorbiaceae)</p><p>LATEX - borracha</p><p>CASCA, canais laticíferos</p><p>Não pode atingir os meristemas do câmbio.</p><p>Chico Mendes</p><p>Google 15/12/15</p><p>Canais</p><p>laticíferos</p><p>Casca de Abies sp. (Pinaceae), 10x. Details of the bark in</p><p>polarized light, autoria Eckhard Völcker</p><p>http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0CAcQjRw&url=http%3A%2F%2Fwww.pfaf.org%2Fuser%2FPlant.aspx%3FLatinName%3DAbies%2Bnordmanniana&ei=nAHVVOj5C8KrNsqBgYAH&bvm=bv.85464276,d.cWc&psig=AFQjCNHdBKbabHoq_GL1CKd1HUbX2HLXGQ&ust=1423332115692927</p><p>Feloderme</p><p>Células vivas que são produzida pelo</p><p>felogênio em direção ao interior do</p><p>caule, mais internas que o súber.</p><p>Súber</p><p>*suberina</p><p>Células mortas também produzidas a</p><p>partir do felogênio no sentido para fora,</p><p>externas a feloderme. Tecido elástico</p><p>que protege o floema, impermeável a</p><p>água e ar.</p><p>Esclereídes</p><p>Células do floema secundário que resultam do processo de</p><p>esclerificação de partes mais velhas. Presentes mais</p><p>comumente nas Angiospermas.</p><p>O súber constitui uma</p><p>proteção para o</p><p>floema e a feloderme</p><p>funciona como tecido</p><p>de reserva.</p><p>CASCA</p><p>longitudinal transversal</p><p>Bresinsky et al., 2011</p><p>Tratado de Botânica</p><p>Mpingo, também conhecido como jacarandá-africano, madeira negra</p><p>africana ou pau-preto, em Moçambique (Dalbergia melanoxylon, Fabaceae)</p><p>CORTIÇA</p><p>Quersus suber L. (Fagaceae)</p><p>Após 20 anos, e a cada</p><p>10 anos, nova cortiça a</p><p>partir do felogênio.</p><p>Quersus suber L.</p><p>Bresinsky et al., 2011</p><p>Tratado de Botânica</p><p>“...Mesmo as árvores – para</p><p>as quais o fogo geralmente</p><p>não traz benefícios –</p><p>desenvolveram defesas</p><p>adaptativas, como as grossas</p><p>cortiças que recobrem o</p><p>tronco e funcionam como</p><p>isolante térmico.”</p><p>(Vânia Regina Pivello –USP, FAPESP</p><p>2013)</p><p>CERRADO E CASCA</p><p>ADAPTAÇÃO AO FOGO</p><p>Caules tortuosos – efeito do fogo no</p><p>desenvolvimento.</p><p>A madeira é utilizada em marcenarias e a</p><p>casca, os ramos, as folhas e as flores</p><p>possuem propriedades medicinais. A</p><p>espécie ainda não é cultivada em escala</p><p>comercial, sendo considerada planta</p><p>em</p><p>domesticação e de exploração extrativa.</p><p>A imagem evidencia o canal radial no</p><p>plano longitudinal tangencial. A estrutura</p><p>anatômica da madeira se conserva</p><p>perfeitamente no carvão e permite a</p><p>identificação da árvore que queimou.</p><p>Estudos paleoecológicos e</p><p>paleoetnobotânicos dependem de</p><p>descrições da madeira de espécies atuais</p><p>bem conhecidas, para comparação.</p><p>Através da identificação de restos de</p><p>carvão conservados em solos ou em sítios</p><p>arqueológicos, a antracologia permite a</p><p>reconstituição da paisagem e do uso da</p><p>madeira no passado.</p><p>Anatomia da madeira carbonizada</p><p>de Spondias mombin L. (carvão</p><p>de cajazeiro)</p><p>UFRJ - Imagem obtida por meio de microscopia eletrônica</p><p>de varredura (1000x) com metalização em ouro.</p><p>RESUMO – Crescimento secundário</p><p>*Crescimento primário – longitudinal a partir de meristemas apicais.</p><p>*Crescimento secundário – espessura (radial) a partir de meristemas</p><p>laterais: câmbio vascular e felogênio.</p><p>*As cascas são tecidos oriundos do crescimento secundário do</p><p>caule, formadas pelo floema secundário, felogênio, feloderme e</p><p>súber.</p><p>*Crescimento secundário é comum em algumas Gimnospermas e em</p><p>muitas Angiospermas arbutivas e/ou arbóreas.</p><p>*Câmbio vascular → xilema e floema secundário.</p><p>*Felogênio → feloderme e súber</p><p>Bibliografia para consulta</p><p>Raven, Biologia Vegetal, 2007.</p><p>Bresinsky et al. Tratado de Botânica de Strasburger, 2011.</p><p>Campbell; Reece. Biologia, 2010.</p><p>Oliveira, F.; Saito, M.L. Práticas de morfologia vegetal. Editora Atheneu, São Paulo. 115p., 1991.</p><p>♦Bresinsky et al. Tratado de Botânica, 2011.</p><p>David Sadava et al. Vida: A Ciência da Biologia - v. 1. Célula e Hereditariedade. 8ª Ed., 2011.</p><p>Anelli, L.E.; Leme, J.M.; Oliveira, P.E.; Fairchild, T,R. Paleontologia. Guia de aulas práticas, uma</p><p>introdução ao estudo dos fósseis. Universidade de São Paulo, Instituto de Geociências, 8a ed., 104p. 2020</p><p>Número do slide 1</p><p>Número do slide 2</p><p>Número do slide 3</p><p>Número do slide 4</p><p>Número do slide 5</p><p>Número do slide 6</p><p>Número do slide 7</p><p>Número do slide 8</p><p>Número do slide 9</p><p>Caule de Eudicotiledônea �Ricinus communis (Euphorbiaceae)</p><p>Número do slide 11</p><p>Número do slide 12</p><p>Número do slide 13</p><p>Número do slide 14</p><p>Número do slide 15</p><p>Número do slide 16</p><p>Número do slide 17</p><p>Número do slide 18</p><p>Número do slide 19</p><p>Número do slide 20</p><p>Número do slide 21</p><p>Número do slide 22</p><p>Número do slide 23</p><p>Número do slide 24</p><p>Número do slide 25</p><p>Número do slide 26</p><p>Número do slide 27</p><p>Número do slide 28</p><p>Número do slide 29</p><p>Número do slide 30</p><p>Número do slide 31</p><p>Número do slide 32</p><p>Número do slide 33</p><p>Número do slide 34</p><p>Número do slide 35</p><p>Número do slide 36</p><p>Número do slide 37</p><p>Número do slide 38</p><p>Número do slide 39</p><p>Número do slide 40</p><p>Número do slide 41</p><p>Número do slide 42</p><p>Número do slide 43</p><p>Número do slide 44</p><p>Número do slide 45</p><p>Número do slide 46</p><p>Número do slide 47</p><p>Número do slide 48</p><p>Número do slide 49</p><p>Número do slide 50</p><p>Número do slide 51</p><p>Número do slide 52</p><p>Número do slide 53</p><p>Número do slide 54</p><p>Número do slide 55</p><p>Número do slide 56</p><p>Número do slide 57</p><p>Número do slide 58</p><p>Número do slide 59</p><p>Número do slide 60</p><p>Número do slide 61</p><p>Número do slide 62</p><p>Número do slide 63</p><p>Número do slide 64</p><p>Número do slide 65</p><p>Número do slide 66</p><p>Número do slide 67</p><p>Número do slide 68</p><p>Número do slide 69</p><p>Número do slide 70</p><p>Número do slide 71</p><p>Número do slide 72</p><p>Número do slide 73</p><p>Número do slide 74</p><p>Número do slide 75</p><p>Periderme SUBERIZADA</p><p>Número do slide 77</p><p>Número do slide 78</p><p>Número do slide 79</p><p>Número do slide 80</p><p>Número do slide 81</p><p>Número do slide 82</p><p>Número do slide 83</p><p>Número do slide 84</p><p>Número do slide 85</p><p>Número do slide 86</p><p>Número do slide 87</p><p>Número do slide 88</p><p>Número do slide 89</p><p>Número do slide 90</p><p>Número do slide 91</p><p>Número do slide 92</p><p>Número do slide 93</p><p>Número do slide 94</p><p>Número do slide 95</p><p>Número do slide 96</p><p>Número do slide 97</p><p>Número do slide 98</p><p>Número do slide 99</p>