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<p>ANATOMIA GERAL</p><p>Prezado(a) aluno(a),</p><p>O conhecimento da anatomia humana é essencial para desenvolver as</p><p>habilidades e competências dos profissionais de saúde. Para isso, é relevante</p><p>o estudo do corpo humano através de diferentes abordagens da anatomia,</p><p>levando em consideração os níveis de organização do corpo e a nomenclatura</p><p>específica aplicada a este estudo e sua posição anatômica.</p><p>Neste contexto, é essencial entender a importância do conhecimento</p><p>da anatomia humana e suas especialidades, além de conhecer a linguagem</p><p>de descrição da abordagem ao estudo do corpo humano e suas partes.</p><p>Nesta aula abordaremos a nomeclatura e a posição anatômica,</p><p>direções e planos,o detalhamento e a caracterização das cavidades do</p><p>organismo.</p><p>Bons estudos!</p><p>AULA 2 – RECONHECIMENTO DA</p><p>NOMECLATURA E POSIÇÃO</p><p>ANATÔMICA.</p><p>2 RECONHECIMENTO DA NOMENCLATURA E POSIÇÃO ANATÔMICA</p><p>Fonte: https://bit.ly/3KBF2ni</p><p>Para entender a anatomia do corpo humano, é necessário conhecer seus</p><p>componentes, dos menores aos maiores, geralmente divididos em níveis</p><p>organizacionais:</p><p> Nível químico: consiste em átomos e moléculas, como hidrogênio, oxigênio,</p><p>carbono e nitrogênio. Os átomos interagem entre si para formar compostos</p><p>tridimensionais com propriedades específicas.</p><p> Nível celular: moléculas se combinam para formar estruturas de nível celular.</p><p>As células são unidades básicas de estrutura e função do corpo, dentre elas,</p><p>podemos citar, células sanguíneas, células cardíacas, músculos, fígado e</p><p>nervos.</p><p> Nível tecidual: as células, por sua vez, constituem os tecidos e desempenham</p><p>funções para executar uma ou mais funções específicas. Esses tecidos</p><p>existentes no corpo estão conectados com nervos, músculos e epitélio.</p><p> Nível orgânico: os órgãos que interagem para execar certas funções,como os</p><p>intestinos o qual desempenham várias funções digestivas são constituídos por</p><p>diversos tipos de tecidos.</p><p> Nível sistêmico: Um sistema é formado por órgãos interagidos entre si. Dois</p><p>tipos gerais de estudos anatômicos são amplamente considerados: a anatomia</p><p>microscópica e macroscópica. A anatomia microscópica estuda estruturas não</p><p>visíveis a olho nu, usando equipamentos como lupas e microscópios ópticos e</p><p>eletrônicos. A anatomia macroscópica é a que você está prestes a conhecer</p><p>agora, considerando estruturas visíveis a olho nu e inclui formas de estudo</p><p>como a anatomia de superfície, topográfica (ou regional) e sistêmica.</p><p>Essas formas de pesquisa se complementam e criam a perspectiva mais ampla</p><p>para o conhecimento. A anatomia envolve algumas formas de pesquisa que se</p><p>complementam e criam uma gama ampla de conhecimentos. Tais formas de pesquisa</p><p>compreendem:</p><p> Anatomia superficial: considera pontos ou áreas da superfície do corpo, sem</p><p>recorrer a metodologias de dissecação, por palpação ou observação.</p><p> Anatomia topográfica: estuda as características internas e externas de uma</p><p>área específica do corpo, como tórax, abdômen e membros superiores e</p><p>inferiores.</p><p> Anatomia sistêmica: estudo por sistema corporal; por exemplo, sistema</p><p>ósseo, muscular, nervoso e digestório. Considera as identidades anatômicas</p><p>de um grupo de órgãos que trabalham juntos para criar efeitos coordenados.</p><p>Além dos métodos descritos acima, eles ainda podem ser aplicados por meio</p><p>das seguintes formas de aprendizagem:</p><p> Anatomia do desenvolvimento ou embriologia: acompanhar o</p><p>desenvolvimento humano desde a concepção até a maturidade física;</p><p> Anatomia clínica: incluindo características anatômicas encontradas nas</p><p>patologias.</p><p> Anatomia comparada: relacionada à estrutura anatômica de outros animais</p><p>com processo de desenvolvimento similar ao humano;</p><p> Anatomia por imagem ou radiológica: cria o conhecimento de anatomia</p><p>através da visualização e interpretação de imagens radiológicas, como as da</p><p>radiografia, tomografia computadorizada, de ressonância magnética.</p><p>As imagens de raios-X podem ser úteis não apenas em estudos anatômicos do</p><p>corpo humano normal, mas também para que você possa conhecer variações</p><p>anatômicas, patológicas e diferenças morfológicas em recém-nascidos, crianças,</p><p>jovens, adultos e idosos.</p><p>A anatomia é uma ciência que usa, principalmente, a observação e a descrição</p><p>do que é visto. Durante séculos, os anatomistas estudaram o corpo humano e</p><p>tentaram descrever o que eles encontram e visualizam; para isso, eles precisam de</p><p>um vocabulário peculiar, traduzindo imagens em linguagem. Esta linguagem deriva</p><p>basicamente, de termos e etimologias do grego e latim. Por exemplo, palavras</p><p>intermodais incluem as expressões do latim inter, significa “entre” e costo significa</p><p>“costelas”; então, o conceito de intercostal remete a algo que fica “entre as costelas”,</p><p>como os músculos intercostais.</p><p>Essa linguagem anatômica clínica é amplamente aplicada na área da saúde, e</p><p>você tem que usá-la para se comunicar na graduação e na sua vida profissional. Ter</p><p>uma nomenclatura associada a regiões e referências é fundamental para descrever</p><p>com precisão as estruturas do corpo humano. Existem termos anatômicos específicos</p><p>que são utilizados para identificar partes do corpo, como músculos, ossos, órgãos e</p><p>sistemas.</p><p>Esses termos ajudam a estabelecer uma linguagem comum entre profissionais</p><p>da saúde e pesquisadores, permitindo uma comunicação clara e precisa. Além disso,</p><p>o uso de marcadores de superfície corporal, como pontos de referência anatômicos</p><p>palpáveis, facilita a localização e orientação das estruturas internas do corpo.</p><p>Dessa forma, a nomenclatura anatômica e os termos associados são</p><p>essenciais para o estudo e a compreensão da complexidade do organismo humano</p><p>(VANPUTTE, REGAN, RUSSO, 2016; TORTORA, DERRICKSON, 2017). Você</p><p>saberá que esses termos são, necessariamente, assimilados para construir uma</p><p>linguagem anatômica. O corpo humano está posicionado em dois planos diferentes:</p><p>A região inguinal refere-se ao corpo localizado na parte anterior e posterior da</p><p>virilha. Todos os elementos relacionados a essa área são considerados nessa região,</p><p>incluindo estruturas anatômicas específicas e termos modificadores. Por exemplo, o</p><p>ligamento inguinal e a hérnia inguinal são nomes atribuídos a estruturas e condições</p><p>que estão localizadas nessa região do corpo. Essa denominação auxilia na</p><p>identificação e compreensão das características anatômicas e patológicas</p><p>relacionadas à região inguinal.</p><p>O termo posição anatômica é uma convenção para estudar o corpo de forma</p><p>organizada e metodológica. Este termo requer localização do seguinte modo: corpo</p><p>humano ereto (na vertical), olhos direcionados na linha do horizonte, palmas voltadas</p><p>para a frente (em decúbito dorsal), os membros superiores e inferiores estendidos e</p><p>os pés são ligeiramente separados.</p><p>Dessa forma, ao ter esse termo definido, não é necessário visualizar uma</p><p>imagem, mas sim imaginar a posição do corpo dessa maneira. Ao representar o corpo</p><p>em movimento, é importante utilizar uma expressão de referência geral a partir da qual</p><p>todos os movimentos são iniciados. Isso permite uma compreensão e descrição mais</p><p>precisa dos movimentos corporais em diversas atividades (BEHNKE, 2014).</p><p>Os movimentos partem da posição anatômica. Além disso, ela serve como</p><p>referência para a localização dos músculos, por exemplo, músculos mediais do braço</p><p>e músculos laterais da coxa. Em última análise, isso facilita a identificação de</p><p>quaisquer alterações musculoesqueléticas no paciente, se houver. Além dos termos</p><p>relacionados à anatomia superficial, também existem termos que se referem à área</p><p>do abdômen.</p><p>Novamente, esta é a convenção padronizada para comunicar e descrever a</p><p>anatomia no setor da saúde. Duas formas são comumente aplicadas ao abdômen: a</p><p>repartição em 4 e 9 quadrantes. Esta divisão do</p><p>abdome é usada para facilitar a</p><p>descrição da posição anatômica e também é muito utilizada para investigar distúrbios</p><p>funcionais e patológicos. Cada quadrante condiz com certos órgãos e/ou estruturas</p><p>internas, abdômen e pelve.</p><p>2.1 Direções e planos anatômicos</p><p>Para restringir um corpo no espaço, precisamos desenhar planos tocar este</p><p>corpo até o seu limite físico. Para conseguir isso, os planos tangentes são chamados</p><p>de anterior ou ventral, posterior ou dorsal, superior, inferior, laterais, esquerda e</p><p>direita. Essa nomenclatura se aplica a qualquer objeto de estudo em anatomia, seja</p><p>uma estrutura, um órgão ou o próprio corpo humano. Se aprendermos todo o corpo</p><p>humano, o plano anterior ou ventral será a frente, onde temos rosto e barriga.</p><p>O dorso ou plano dorsal limitará o corpo na parte de trás. O plano superior será</p><p>o mais restritivo ao corpo na parte externa e interna na cúpula do crânio e no plano</p><p>inferior limitará o corpo na sola dos pés. Os planos laterais são limitados à direita e à</p><p>esquerda, e este lado sempre pertencerá ao objeto estudado e não ao observador.</p><p>Além dos planos tangentes, há direções anatômicas, como craniocaudal, para</p><p>localização lateral-medial e proximal-distal.</p><p> Direção do crânio: referindo-se à proximidade com o crânio ou no final da</p><p>coluna, ou área inferior do corpo.</p><p> Direção lateral-medial: para usar esses termos, deve-se desenhar uma linha</p><p>imaginária vertical e horizontal entre o corpo. As referências mais perto desta</p><p>linha serão consideradas mediais e as que forem longe ou opostas a esta linha</p><p>forem laterais (significa fora). Por exemplo: As clavículas têm duas extremidades,</p><p>uma articula-se com o osso esterno, o qual é extremidade medial, e uma</p><p>articulação com a escápula, o qual é a extremidade lateral.</p><p> Direção proximal-distal: este termo se aplica quando a referência é coluna</p><p>vertebral, em uma de suas partes. Acompanhando a linha articulações até</p><p>chegar à coluna vertebral, uma estrutura será proximal ou distal da coluna</p><p>vertebral. Por exemplo, se compararmos a tíbia com o fêmur, a tíbia é distal em</p><p>comparação ao fêmur, pois está mais longe da coluna em relação ao fêmur.</p><p>Todas as estruturas em anatomia podem ser estudadas mediante seções ou</p><p>chamados plano seccionais. Precisamos estudar os elementos anatômicos internos</p><p>e, para isso, três tipos de cortes ou seções. Os planos seccionais são os seguintes:</p><p> Plano horizontal (seção transversal): forma um ângulo reto com o eixo</p><p>longitudinal da área ou parte do corpo a ser estude e divida-o em partes superiores</p><p>e inferiores. No campo da radioatividade, este plano é chamado de axial.</p><p> Plano frontal (corte coronal ou frontal): dividir o corpo ou área em parte</p><p>anterior e posterior.</p><p> Plano sagital (corte sagital ou sagital mediano): divide o corpo em partes</p><p>iguais, direita e esquerda, ou seja, ao longo da linha mediana, possuindo metades</p><p>de tamanho igual. Os cortes parassagitais são linhas de corte que caminham ao</p><p>longo de linhas paralelas à linha mediana e divide o corpo em um mesmo sentido</p><p>longitudinal, porém tamanhos distintos.</p><p>Estudos anatômicos em cortes podem ser feitos a partir de imagens</p><p>radiológicas, por meio da interpreta��ão diagnóstica do exame tomográfico e</p><p>ressonância magnética. Se você tem a habilidade ao observar essas imagens de</p><p>raios-X peça por peça, você praticará anatomia topográfica, pois observará estruturas</p><p>e órgãos de diferentes sistemas corporais em um corte. Além disso, você poderá</p><p>praticar imaginando uma estrutura tridimensional a partir de uma imagem</p><p>bidimensional.</p><p>2.2 Cavidades do organismo</p><p>O corpo é constituído internamente por cavidades, que funcionam de forma</p><p>para proteger os órgãos até o descolamento e sustentá-los. As cavidades ventrais são</p><p>as cavidades torácica, abdominal e pélvica; as dorsais são as cavidades craniana e</p><p>vertebral. A cavidade torácica é composta por duas câmaras menores: compartimento</p><p>do pericárdio, que é um lugar cheio de líquido que envolve o coração, e a cavidade</p><p>pleural, que envolve os pulmões e também é preenchida com líquido.</p><p>A área central da cavidade torácica é o mediastino, um espaço que contém</p><p>todas as estruturas torácicas, exceto os pulmões. No mediastino, encontram-se, por</p><p>exemplo, o coração, os vasos da base do coração, extremidade da traqueia, esôfago</p><p>e timo. O diafragma é um músculo em forma de cúpula que separa o peito para fora</p><p>da cavidade abdominal.</p><p>A cavidade abdominal é composta por vários órgãos e se estende desde do</p><p>diafragma para a região inguinal. Ao contrário do limite físico entre tórax e diafragma,</p><p>a cavidade abdominal não é separada ou limitada à cavidade pélvica. Cavidade</p><p>pélvica, formada pela junção da pelve e das vértebras sacrais, contendo órgãos</p><p>sexuais masculinos e femininos e bexiga urinária, entre outras estruturas vasculares</p><p>e nervosas. A cavidade craniana contém o cérebro, protegido pelos ossos do crânio</p><p>neural. A cavidade vertebral, formada pelo empilhamento dos forames vertebrais das</p><p>vértebras da coluna vertebral, contendo a medula espinhal e os nervos caudais.</p><p>Antes de entrar na definição de eixos e seus movimentos gerados, é necessário</p><p>estudar os termos dados para os movimentos das partes do corpo.</p><p> Flexão: neste movimento, a articulação é dobrada; por exemplo, quando você</p><p>dobra o cotovelo, dizemos que você o flexiona.</p><p> Extensão: é o movimento de estender ou esticar; só pensar que você está</p><p>estendendo o cotovelo antes flexionado.</p><p> Hiperextensão: é quando estendemos um membro em 180 graus.</p><p> Abdução: é o movimento dos membros que está longe da linha mediana do</p><p>corpo; por exemplo, quando você abre os braços, falamos que foram</p><p>abduzidos.</p><p> Adução: é o oposto de abdução, refere-se ao movimento dos membros em</p><p>direção à linha média; por exemplo, quando fechamos os braços, falamos que</p><p>foram aduzidos.</p><p> Circundação: é o movimento circular de segmentos, como o tronco e</p><p>membros; é uma combinação de movimentos de flexão, abduções, extensão e</p><p>adução.</p><p> Rotação: refere-se à rotação do corpo ou membro interno em torno de seu eixo</p><p>vertical; pode ser classificada como rotação lateral quando um segmento vira</p><p>de lado, isto é, longe da linha medial e rotação medial, quando o membro gira</p><p>perto da linha mediana do organismo.</p><p> Flexão Lateral: refere-se ao movimento de inclinação do tronco cujo acontece</p><p>em um plano em torno de um eixo. Existem três planos e três eixos com dois</p><p>movimentos fundamentais possíveis em cada plano.</p><p>No plano sagital, são possíveis movimentos fundamentais denominados flexão</p><p>e extensão. A flexão é conceituada como a diminuição do ângulo feita pelos ossos da</p><p>articulação. Ao flexionar a articulação do cotovelo, o ângulo entre o bíceps e</p><p>antebraços diminuiu. A expansão é uma ampliação no ângulo de articulação. Voltar</p><p>uma articulação para a posição anatômica é considerada uma extensão.</p><p>A extensão adicional, além da localização anatômica, é denominado de</p><p>hiperextensão. As estruturas envolvidas no movimento são conhecidas (ossos,</p><p>ligamentos, músculos), bem como os termos usados para descrevê-los, será</p><p>analisada a linguagem comum que explica os movimentos realizados por essas</p><p>estruturas. Ao descrever o movimento humano, existe um ponto anatômico comum</p><p>aceita como a posição a partir da qual todos, o início do movimento:</p><p>Posição anatômica: nesta posição, todas as juntas são consideradas na</p><p>posição neutra, ou seja, em 0.º, sem movimento agora. Num sentido, ocasionalmente,</p><p>o termo também pode ser encontrado posição fundamental. Observe cuidadosamente</p><p>a diferença única entre as duas posições. Posição anatômica preferencial para</p><p>qualquer discussão sobre movimento humano, devido à posição da mão na posição</p><p>fundamental impossibilita movimento dos membros superiores. Nas seções a seguir,</p><p>a descrição de cada movimento começa em posição anatômica; no módulo seguinte</p><p>analisaremos</p><p>também detalhadamente os planos, eixos e conceitos sobre a</p><p>construção geral do corpo humano.</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>BEHNKE, R. S. Anatomia do movimento. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.</p><p>TORTORA, G. J.; DERRICKSON, B. Corpo humano: fundamentos de anatomia e</p><p>fisiologia. 10. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017.</p><p>VANPUTTE, C.; REGAN, J.; RUSSO, A. Anatomia e fisiologia de Seeley. 10. ed.</p><p>Porto Alegre: AMGH, 2016.</p>

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