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<p>SSPC-SP 11</p><p>SSPC: The Society for Protective Coatings 19 de julho de 2012</p><p>1</p><p>SSPC: The Society for Protective Coatings</p><p>SSPC: The Society for Protective Coatings</p><p>Surface Preparation Standard No. 11</p><p>Power-Tool Cleaning to Bare Metal</p><p>Norma de Preparação de Superfície SSPC-SP 11 - Julho 2012</p><p>Tratamento Mecânico ao Metal Nu</p><p>1. Objetivo</p><p>1.1 Esta norma contém os requisitos para tratamento mecânico ao metal nu com perfil de rugosidade mínimo</p><p>de 25 µm (1,0 mil).</p><p>1.2 Esta norma é adequada onde se requer uma superfície rugosa, limpa, superfície ao metal nu, sem</p><p>contaminantes visíveis como óleo, graxa, sujidades, corrosão, pintura velha, óxidos, carepa de laminação,</p><p>produtos de corrosão e outros materiais estranhos e onde o jateamento abrasivo não seja exequível ou</p><p>permitido (ver Notas 8.1 e 8.2).</p><p>1.3 Esta norma difere de SSPC-SP 3, Limpeza de Superfície com Ferramentas Mecânicas que visa a remoção</p><p>de materiais com pouca aderência e não tem como objetivo expor a superfície ao aço nu e nem produzir perfil</p><p>de rugosidade.</p><p>1.4 Esta norma difere de SSPC-SP 15, Tratamento Mecânico Comercial que permite a presença de manchas</p><p>residuais na superfície enquanto o SSPC-SP 11 expõe o metal nu sem manchas.</p><p>2. Definições</p><p>2.1 É considerada uma superfície metálica limpa mediante Tratamento Mecânico ao Metal Nu, quando</p><p>examinada a olho nu, seja livre de contaminantes visíveis como óleo, graxa, poeira, corrosão, pintura velha,</p><p>óxidos, carepa de laminação, produtos de corrosão e outros materiais estranhos. Leve resíduo de corrosão e</p><p>pintura é permitido em fundo de alvéolos ou pites se a superfície original apresentar este tipo de corrosão (ver</p><p>Notas 8.1 e 8.3).</p><p>2.2 São aceitáveis variações em aparência que não afete a limpeza da superfície como definido na Seção 2.1</p><p>incluindo variações causadas pelo tipo de aço, condição original da superfície, a espessura da chapa, tipo de</p><p>metal da solda, marcas de fabricação, tratamento com calor, zonas afetadas termicamente ou de textura</p><p>provocada pela ferramenta mecânica.</p><p>2.3 O perfil de rugosidade desta norma deve ser no mínimo de 25 µm (1,0 mil). Os picos e vales da rugosidade</p><p>devem ser contínuos sem regiões lisas na superfície.</p><p>NT: Este material é uma tradução não oficial que tem por objetivo facilitar o entendimento daqueles que não dominam</p><p>o idioma inglês e deve ser entendido que o material é uma contribuição para o conhecimento de quem trabalha</p><p>com pintura e revestimento industrial e deve ser usado somente para fins de conhecimento.</p><p>SSPC-SP 11</p><p>SSPC: The Society for Protective Coatings 19 de julho de 2012</p><p>2</p><p>SSPC: The Society for Protective Coatings</p><p>SSPC: The Society for Protective Coatings</p><p>2.4 O perfil de rugosidade deve ser medida de acordo com a norma ASTM D 4417 Método B, a não ser que</p><p>outro método seja especificado (ver Notas 8.4, 8.5 e 8.6)1.</p><p>2.5 Os padrões fotográficos para limpeza com ferramentas mecânicas encontrados na norma SSPC-VIS 3 são</p><p>complementadas com definição em texto descritivo. Em qualquer disputa, a definição descritiva é mandatória</p><p>em relação aos padrões fotográficos. Informações adicionais sobre padrões fotográficos são encontradas na</p><p>Nota 8.3.</p><p>3. Referências Normativas</p><p>3.1 Sempre utilizar a última edição, revisão ou emenda das normas a não ser que outras normas sejam</p><p>especificados e devem ser indicadas com asterisco (*) referenciados nas Notas e que não sejam requisitos desta</p><p>norma.</p><p>3.2 Havendo conflitos entre os requisitos de quaisquer normas citadas e esta norma, prevalecem sempre os</p><p>requisitos desta norma.</p><p>3.3 NORMAS SSPC</p><p>*PA 2 Procedure for Determining Conformance to Dry Coating Thickness Requirements</p><p>SP 1 Solvent Cleaning</p><p>SP 3 Power-Tool Cleaning</p><p>*SP 5/NACE Nº 1 White Metal Blast Cleaning</p><p>SP 15 Commercial Grade Power-Tool Cleaning</p><p>VIS 3</p><p>Guide and Reference Photographs for Steel Surfaces Prepared by Power and Hand</p><p>Tool Cleaning</p><p>3.4 NORMAS ASTM INTERNACIONAL2</p><p>D 4285 Method for Indicating the Presence of Oil or Water in Compressed Air</p><p>D 4417</p><p>Standard Test Methods for Field Measurement of Surface Profile of Blast-Cleaned</p><p>Steel</p><p>*D 7127</p><p>Standard Test Method for Measurement of Surface Roughness of Abrasive Blast</p><p>Cleaned Metal Surfaces Using a Portable Stylus Instrument</p><p>(1) Embora a norma ASTM 4417 e ASTM D 71267 indiquem em seus títulos que estas normas descrevem métodos para</p><p>superfície de aço que foram tratadas com jateamento abrasivo, nestas normas não constam métodos para medição de</p><p>perfil de rugosidade em superfícies tratadas com ferramentas mecânicas. Padrões comparadores visuais usados em</p><p>ASTM D 4417 Método A representa superfícies preparadas com jateamento abrasivo e são inadequados para superfícies</p><p>tratadas com ferramentas mecânicas. O método com a fita réplica conforme norma ASTM D 4417 Método C não oferece</p><p>precisão na medição de perfil de rugosidade produzido por certas ferramentas mecânicas. Recomenda-se a confecção</p><p>de área testemunha na obra que sirva para avaliar, tanto a limpeza quanto ao perfil de rugosidade para o</p><p>acompanhamento da obra em escala de produção.</p><p>(2) ASTM International – visite a website www.astm.org ou consulte ASTM Atendimento ao Cliente pelo service@astm.org.</p><p>http://www.astm.org/</p><p>SSPC-SP 11</p><p>SSPC: The Society for Protective Coatings 19 de julho de 2012</p><p>3</p><p>SSPC: The Society for Protective Coatings</p><p>SSPC: The Society for Protective Coatings</p><p>4. Ferramentas e Métodos para o Tratamento Mecânico ao Metal Nu</p><p>4.1 Ferramentas Mecânicas: Quaisquer ferramentas mecânicas, pneumática ou elétrica, que possua os meios</p><p>capazes de remover os contaminantes e descritos nos itens 4.1.1 e 4.1.2 operados de acordo com as instruções</p><p>do fabricante e que atinja a limpeza descrita no item 2.1 é aceitável (veja itens 8.7.1, 8.7.2, 8.8 e 8.9). Os itens</p><p>4.1.1 e 4.1.2 descrevem as duas categorias de ferramentas mecânicas. É possível uma ferramenta mecânica</p><p>alterar a rugosidade existente na superfície.</p><p>4.1.1 Ferramentas de Desgaste: Ferramentas de desgaste que tem o meio contendo grãos abrasivos colados</p><p>para corte e remoção, aplicados sobre superfície com corrosão e que incluem entre outros, a lixadeira rotativa</p><p>e discos rotativos, descritos no item 8.6.1.</p><p>4.1.2 Ferramentas de Impacto: Ferramentas de impacto usa meio que colide repetidamente contra a superfície</p><p>podendo ser rotativo de impacto ou tipo agulheiro conforme descrito no item 8.6.2.</p><p>4.2 O uso de diferentes tipos de ferramentas mecânicas que atendam aos requisitos descritos nos itens 4.1,</p><p>4.1.1 e 4.1.2 pode ser necessário para atingir o padrão superfície ao metal nu em conformidade com os itens</p><p>2.1 e 2.3 (ver item 8.7 e sub-itens).</p><p>4.3 A preparação de superfície com ferramentas mecânicas em substrato pintado requer que as bordas sejam</p><p>tratadas para melhorar a aparência do acabamento e também promover melhor aderência sobre a pintura</p><p>existente.</p><p>5. Procedimentos Antes do Tratamento Mecânico</p><p>5.1 Antes da preparação de superfície com ferramentas mecânicas, contaminações visíveis como óleo, graxa</p><p>e outros estranhos que possam interferir na aderência devem ser removidos de acordo com a norma SSPC-SP 1</p><p>(Limpeza com Solventes) ou outro método especificado.</p><p>5.2 Imperfeições de superfícies como cantos vivos, respingos de solda, dupla laminação ou escória de solda</p><p>devem ser removidos da superfície antes do tratamento mecânico conforme especificação de projeto (veja item</p><p>8.10).</p><p>5.3 Para ferramentas pneumáticas, a limpeza do ar comprimido deve ser verificada de acordo com os</p><p>procedimentos descritos na norma ASTM D 4285.</p><p>6. Procedimentos Após o Tratamento Mecânico e Antes da Pintura</p><p>6.1 Contaminantes visíveis como óleo, graxa ou outros contaminantes, devem ser removidos de acordo com</p><p>a norma SSPC-SP 1 (Limpeza com Solventes) ou outro método especificado.</p><p>6.2 Poeira</p><p>e resíduos soltos devem ser removidos com escova manual; soprar com ar comprimido limpo e</p><p>seco conforme item 5.3; passar aspirador de pó; ou outro método especificado no projeto da obra.</p><p>SSPC-SP 11</p><p>SSPC: The Society for Protective Coatings 19 de julho de 2012</p><p>4</p><p>SSPC: The Society for Protective Coatings</p><p>SSPC: The Society for Protective Coatings</p><p>6.3 Após o tratamento mecânico, quaisquer imperfeições de superfície remanescente como descrito no item</p><p>5.2 (exemplo: cantos vivos, respingos de solda, porosidades, fluxo de solda, etc.) devem ser removidas.</p><p>Quaisquer danos no perfil de rugosidade causado na operação de remoção das imperfeições de superfície</p><p>devem ser corrigidos conforme requisitos do item 2.3 (ver Nota 8.10).</p><p>6.4 Imediatamente antes da aplicação da tinta, toda superfície a ser pintada deve atender os requisitos</p><p>constantes no item 2.1 e 2.3 (ver Notas 8.11 e 8.12).</p><p>7. Reclamações</p><p>7.1 Tendo em vista que todas as precauções foram tomadas para assegurar que as informações contidas nas</p><p>normas SSPC e as especificações sejam tão precisas, completa e útil quanto possível, SSPC não pode assumir</p><p>responsabilidade ou incorrer em qualquer obrigação resultante do uso de materiais, tintas ou métodos</p><p>especificados aqui ou de especificação ou padrões utilizados.</p><p>7.2 Esta norma também não direciona para problemas de segurança associados ao seu uso. O usuário desta</p><p>norma assim como de produtos e práticas descritas aqui, é responsável pela prática segura de segurança e saúde</p><p>ocupacional conforme regulamentações governamentais.</p><p>8. Observações</p><p>Estas observações não são requisitos desta norma.</p><p>8.1 Função: O tipo de preparação por tratamento mecânico descrito nesta norma remove material</p><p>firmemente aderido, produzindo superfície livre de corrosão, carepa de laminação ou pintura velha. E também</p><p>produzir um perfil de rugosidade mínimo de 25 µm (1,0 mil). O grau de limpeza por tratamento mecânico ao</p><p>metal nu tem a qualidade melhor que o tratamento feito conforme SSPC-SP 3 utilizando ferramentas mecânicas</p><p>que não remove material firmemente aderido e melhor também que a preparação conforme SSPC-SP 15 que é</p><p>o grau de limpeza com ferramentas mecânicas comercial, que permite que permaneça na superfície tratada,</p><p>33% de manchas visíveis. O tratamento mecânico ao metal nu deve ser utilizado para esquema de pintura que</p><p>requeira uma superfície muito bem limpa.</p><p>Esta norma de limpeza deve ser utilizado onde o jateamento abrasivo não seja possível ou permitido e que os</p><p>requisitos de preparação de superfície seja de limpeza total com perfil de rugosidade. Porém, a preparação de</p><p>superfície com tratamento mecânico ao metal nu não deve ser comparada com tratamento com jateamento</p><p>abrasivo. Embora este método produza superfície semelhante ao jateamento ao metal branco (SSPC-SP 5), com</p><p>exceção de permitir resíduos em fundos de alvéolos, a preparação de superfície com tratamento mecânico ao</p><p>metal nu não deve ser considerado equivalente ao jateamento abrasivo. As partes contratantes devem estar de</p><p>acordo com respeito ao grau de limpeza com este método para receber o sistema de pintura especificado.</p><p>A seleção das ferramentas mecânicas deve ser baseada em:</p><p>a) A condição da superfície antes da preparação;</p><p>b) A extensão da limpeza requerida;</p><p>c) O perfil de rugosidade requerido.</p><p>SSPC-SP 11</p><p>SSPC: The Society for Protective Coatings 19 de julho de 2012</p><p>5</p><p>SSPC: The Society for Protective Coatings</p><p>SSPC: The Society for Protective Coatings</p><p>A norma SSPC-SP COM (Surface Preparation Commentary) fornece informações adicionais sobre assuntos</p><p>relativos a limpeza com ferramentas mecânicas. As recomendações contidas em SSPC-SP COM representam</p><p>uma boa prática, porém não devem ser consideradas como requisitos desta norma.</p><p>8.2 Manutenção e Pintura de Reparo: Quando esta norma é utilizada para pintura de manutenção, instruções</p><p>específicas devem ser preparadas referente a extensão da área a ser tratada, se deve ser removida toda pintura</p><p>velha, fazer acabamento nas bordas das regiões tratadas e se o tratamento é localizado.</p><p>8.3 Padrões Visuais e Comparadores: Observe que o uso de padrões visuais e comparadores em conjunto</p><p>com os requisitos desta norma só devem ser utilizados se estiver especificado no projeto da obra. É importante</p><p>que o uso destes comparadores visuais seja mandatório no projeto da obra.</p><p>SSPC-VIS 3 fornece fotos padrões comparativos adequados para SSPC-SP 3, SSPC-SP 11 e SSPC-SP 15. Entretanto,</p><p>as fotos padrões para jateamento abrasivo (exemplo: SSPC-VIS 1) não é adequado para o uso em tratamento</p><p>mecânico. Devido ao tratamento mecânico ser uma operação de baixa produção, é aconselhável preparar uma</p><p>área testemunha de 1 m² para grandes extensões ou uma área de 30 x 30 cm para tratamento localizado e</p><p>proteger com um verniz bem transparente para preservar o grau de limpeza durante o processo de preparação</p><p>de superfície. Também pode ser preparado um corpo de prova de 30 x 30 cm como referência. Alternativamente</p><p>ao verniz, pode ser aplicado um inibidor de corrosão e este corpo de prova deve ser mantido em envelope</p><p>plástico selado e usar quando necessário.</p><p>8.4 Perfil de Rugosidade: O perfil criado por qualquer meio de limpeza vai depender de muitos fatores</p><p>incluindo a composição e a dureza do aço, a presença e profundidade da rugosidade existente e dureza e</p><p>espessura de qualquer pintura existente.</p><p>A capacidade de produzir rugosidade ou manter a rugosidade existente depende de características físicas como</p><p>dureza, angularidade ou agudeza, tamanho e massa; espaçamento; velocidade de impacto; e a capacidade de</p><p>fraturar a pintura e alterar a superfície de aço.</p><p>As ferramentas indicadas no item 4.1.1 são capazes de produzir perfil de 12,5 µm (0,5 mil) em estrutura de aço</p><p>carbono, enquanto que as ferramentas do item 4.1.2 são capazes de produzir perfil de 25 µm (1,0 mil) ou maior.</p><p>A mesma ferramenta pode não produzir o mesmo tamanho de perfil de rugosidade em outros metais como aço</p><p>inox, soldas etc. Esta capacidade de produzir rugosidade vai depender se a ferramenta for usada por operador</p><p>experiente.</p><p>AS ferramentas mecânicas também são capazes de reduzir o perfil existente pela remoção parcial dos picos do</p><p>perfil especialmente se utilizado esmeril, lixadeira rotativa ou escova especial rotativa e de impacto. Em caso de</p><p>pressão excessiva ou a permanência da ferramenta trabalhando muito tempo no mesmo local, pode criar</p><p>rebarbas ou cantos vivos no aço. Uma escova rotativa ao contrário, pode polir a superfície. Ferramentas de</p><p>impacto podem causar rebarbas e goivas.</p><p>É importante determinar antes de começar o trabalho, se as ferramentas selecionadas vão produzir o perfil</p><p>especificado ou se está adequado para o esquema de pintura. Se a ferramenta é adequada para atingir o padrão</p><p>especificado, deve ser definida com o assistente técnico do fabricante da ferramenta, antes de iniciar os</p><p>trabalhos.</p><p>SSPC-SP 11</p><p>SSPC: The Society for Protective Coatings 19 de julho de 2012</p><p>6</p><p>SSPC: The Society for Protective Coatings</p><p>SSPC: The Society for Protective Coatings</p><p>8.5 Espessura de Filme Seco: É importante que o esquema de pintura a ser aplicado após tratamento</p><p>mecânico, cubra os picos da rugosidade. A espessura de filme seco sobre os picos do perfil deve ser aquela</p><p>especificada. Se a espessura de filme seco sobre picos for inferior, falhas ou corrosão podem aparecer na</p><p>pintura. Os procedimentos para medição de espessura de filme seco devem ser de acordo com a norma SSPC-</p><p>PA 2 para assegurar a correta proteção.</p><p>8.6 Ferramentas Mecânicas Adequadas: As ferramentas citadas nos textos desta norma servem apenas como</p><p>um guia para o usuário atingir o grau de limpeza especificado. As ferramentas citadas não incluem todos os</p><p>instrumentos, dispositivos ou produtos disponíveis no mercado nem que suas menções</p><p>na norma constitui</p><p>endosso por parte do SSPC. A presença de material tóxico na pintura, a ferramenta ou a própria área de trabalho</p><p>pode ter restrições para os métodos de limpeza permitidos.</p><p>8.6.1 Ferramentas de Desgaste: Qualquer ferramenta rotativa que utiliza meio com abrasivos colados para</p><p>cortar e produzir superfícies conforme os requisitos dos itens 2.1, 2.2 e 2.3. Isto inclui, porém não se limita a,</p><p>lixadeira rotativa, lixadeira orbital ou outro instrumento rotativo que possuam panos com abrasivo, discos, etc.</p><p>8.6.2 Ferramentas de Impacto: Qualquer ferramenta rotativa que utiliza impacto repetitivo para atingir o</p><p>padrão de limpeza conforme os requisitos dos itens 2.1, 2.2 e 2.3. Isto inclui, mas não se limita a, agulheiro,</p><p>marteletes, escova de impacto, etc.</p><p>8.7 Seleção de Ferramentas e Meios</p><p>8.7.1 Seleção de Ferramentas: As ferramentas mecânicas devem ser selecionadas com passe no tamanho e a</p><p>taxa de velocidade do meio. Estes requisitos podem diferir de um meio para outro e pode ser que necessite mais</p><p>de um tipo de meio para o processo de limpeza. As ferramentas mecânicas devem ser selecionadas em função</p><p>da produção e eficiência. A fadiga causada ao operador também deve ser considerada.</p><p>8.7.2 Seleção de Meios: Quando uma ferramenta mecânica está sendo utilizada para tratar superfície com</p><p>corrosão, é importante evitar que ocorra a incorporação da ferrugem no substrato. Usar mais de um tipo de</p><p>meio pode ser necessário para atingir o resultado desejado.</p><p>Escovas rotativas ou lixadeiras rotativas quando usado sozinho pode não produzir o perfil desejado e pode</p><p>remover ou degradar o perfil existente para um nível indesejado. Corrosão em placa deve ser removida</p><p>previamente e posteriormente deve ser feito a inspeção estrutural para verificar se a espessura da estrutura</p><p>não está comprometida (exemplo: ASME – códigos para vasos de pressão).</p><p>8.8 Cuidados: O uso incorreto de uma ferramenta mecânica pode causar danos à superfície que está sendo</p><p>tratada. Pressão excessiva ou muito tempo no mesmo local pode provocar rebarbas ou goivas. Ferramentas</p><p>mecânicas podem também reduzir perfil existente e em caso extremo pode até queimar a superfície pelo</p><p>superaquecimento. Sempre recomendável discutir com a assistência técnica do fabricante das ferramentas para</p><p>utilizar a ferramenta correta para atingir o grau de limpeza desejado.</p><p>8.9 Tratamento Mecânico de Áreas de Difícil Acesso: O SSPC define como área de difícil acesso, regiões com</p><p>configuração estrutural de difícil acesso à ferramenta mecânica. Métodos de limpeza alternativos devem ser</p><p>considerados para tais áreas.</p><p>SSPC-SP 11</p><p>SSPC: The Society for Protective Coatings 19 de julho de 2012</p><p>7</p><p>SSPC: The Society for Protective Coatings</p><p>SSPC: The Society for Protective Coatings</p><p>8.10 Imperfeições de Superfície: Imperfeições de superfície podem causar falhas prematuras quando exposto</p><p>em ambientes agressivos. Geralmente a tinta não atinge espessura em cantos vivos e protuberâncias deixando</p><p>o aço com proteção inadequado. Outras imperfeições de superfície são frestas, porosidades, dupla laminação,</p><p>etc. Contaminantes com fraca aderência como fluxo de solda, salpico de solda e pequena dupla laminação</p><p>devem ser removidos durante a limpeza com tratamento mecânico. Outras imperfeições não são tão visíveis e</p><p>evidentes até o término do tratamento mecânico. Entretanto deve ser feito um plano para reparos das</p><p>imperfeições de superfície e que pode ser feito ante, durante ou após o processo de tratamento mecânico.</p><p>8.11 Reoxidação: A reoxidação ocorre quando uma superfície tratada fica exposta em condições de alta</p><p>umidade relativa do ar, a contaminantes ou a ambientes agressivos. O intervalo entre o tratamento mecânico e</p><p>o aparecimento da reoxidação pode variar muito dependendo de um ambiente para outro. Em umidade relativa</p><p>média, a pintura deve ser feita no mesmo dia. Em ambientes mais agressivos, a pintura da área tratada deve ser</p><p>feita o mais rápido para evitar a ocorrência da reoxidação. Para ambientes controlados (exemplo:</p><p>desumidificador) o prazo pode ser estendido. Em nenhuma circunstância deve ser permitida a presença de</p><p>reoxidação antes da pintura, independente do prazo de exposição da área tratada.</p><p>8.12 Ponto de Orvalho: A umidade do ar condensa sobre qualquer superfície que tenha a temperatura mais</p><p>baixa que o ponto de orvalho. Recomenda-se que a temperatura da superfície esteja pelo menos 3º C acima do</p><p>ponto de orvalho durante o trabalho de tratamento mecânico. É aconselhável inspeções periódicas para verificar</p><p>a temperatura do ponto de orvalho e temperatura da superfície. Esta medição periódica deve continuar também</p><p>durante a aplicação da tinta para que não haja pintura sobre superfície condensada, a não ser que a tinta</p><p>especificada seja tolerante a superfície úmida.</p>

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