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Questionário
Título:
Curso:
Disciplina:
Módulo:
Tipo:
Atividade Avaliativa-Investigação Criminal-Profº Marcos Blank Aldrighi
Direito Penal e Processo Penal
Investigação Criminal
Módulo 3
AA
		 1. 
	A infiltração de agentes como modo de investigação é procedimento respaldado na lei de organizações criminosas, a qual prescreve que esse procedimento poderá ocorrer:
		
	Para condutas criminosas consideradas graves, mediante prévia autorização judicial e desde que preenchidos determinados requisitos.
		
	Sem ordem judicial nos casos considerados gravíssimos.
		
	Quando a prova da infração puder ser produzida por outros meios.
		
	Por agentes de polícia ou particulares.
		 2. 
	O juiz formará sua convicção pela livre apreciação da prova produzida em contraditório judicial, não podendo fundamentar sua decisão exclusivamente nos:
		
	Elementos isolados, apenas se a investigação tiver como objeto crimes hediondos ou equiparados.
		
	Elementos isolados e em conjunto com as provas produzidas no processo.
		
	Nenhuma das anteriores.
		
	Elementos informativos colhidos na investigação.
		 3. 
	Segundo o sistema inquisitorial, o que ele afirma em relação ao investigador?
		
	Existe a figura do juiz inquisidor.
		
	Afirma que o investigador busca a verdade real.
		
	O acusado não é sujeito de direitos, mas sim um mero objeto do processo.
		
	O contraditório não é respeitado.
		 4. 
	Quando pode haver interceptação telefônica?
		
	Cumprimento do mandado de busca e apreensão regularmente expedido pelo magistrado competente, no interior de uma residência, durante o dia, sem o consentimento do morador.
		
	Abordagem de um suspeito de roubo em via pública.
		
	Apreensão de um veículo utilizado por marginais para o tráfico ilícito de drogas.
		
	Esta é decretada para a investigação de determinado crime e no decorrer das conversas captadas é descoberto outro.
		 5. 
	A doutrina majoritária afirma que os meios probatórios, não obstante produzidos validamente em momento posterior, encontram-se afetados pelo vício da ilicitude originária e são considerados ilícitos; com base na teoria:
		
	Do encontro fortuito.
		
	Da fonte independente.
		
	Dos frutos da árvore envenenada.
		
	Da descoberta inevitável.
		 6. 
	Vale ressaltar que, doutrinariamente falando, o conceito de investigação criminal se confunde com o de inquérito policial, afinal, os fins deste se confundem com os daquele. Tal fato se dá pelo:
		
	Pois, a investigação criminal é uma espécie de inquérito policial.
		
	Pois, pois ambos os institutos são realmente sinônimos.
		
	Pois, o inquérito policial é mais abrangente que a investigação criminal.
		
	Escasso número de obras literárias que tratam o tema.
		 7. 
	A característica da oficiosidade significa que:
		
	Todas as peças do IP serão, em uma só, processadas e serão reduzidas a termo.
		
	Independentemente de qualquer espécie de provocação, o delegado de polícia é obrigado a instaurar o competente inquérito, desde que a ação penal seja incondicionada.
		
	O delegado de polícia jamais poderá arquivar os autos do IP.
		
	O IP é uma atividade investigatória e realizada por órgãos policiais, mesmo que a titularidade da ação seja do MP.
		 8. 
	Já no início da quarta aula, traçamos oito diferenças entre crime e contravenção. Das características abaixo, qual delas não se aplica ao crime.
		
	Não se pune a tentativa de contravenção (LCP, art. 4.).
		
	É punível a tentativa de crimes. (CP, art. 14,II).
		
	Os crimes são compatíveis com o erro de tipo (CP, art. 20) e com o erro de proibição (CP, art. 21).
		
	Os crimes podem ser dolosos, culposos ou preterdolosos (CP, art. 18 e 19). d) Os crimes são compatíveis com o erro de tipo (CP, art. 20) e com o erro de proibição (CP, art. 21).
		 9. 
	Daniel Barcelos (2017) afirma que a investigação não é exclusiva dos órgãos policiais, mas sim atividade inerente a todo e qualquer pesquisador em qualquer área de atuação humana. Essa afirmação se refere ao conceito de:
		
	Investigação administrativa.
		
	Investigação de sentido estrito.
		
	Investigação em sentido amplo.
		
	Investigação globalizada.
		 10. 
	“É produzida em determinado processo a ele destinada, depois transportada, por traslado, certidão ou qualquer outro meio autenticatório, para produzir efeito como prova em outro processo”. Capez está se referindo à prova:
		
	Prova legal.
		
	Prova emprestada.
		
	Prova nominada.
		
	Prova antecipada.

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