Prévia do material em texto
FILIPE RAMOS OLIVEIRA COISA JULGADA SOBRE QUESTÕES PREJUDICIAIS LIMITES OBJETIVOS E SUBJETIVOS Londrina/PR 2021 Diagramação e Capa: Editora Thoth Revisão: Maria Rita Zacché Editor chefe: Bruno Fuga Coordenador de Produção Editorial: Thiago Caversan Antunes Diretor de Operações de Conteúdo: Arthur Bezerra de Souza Junior Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Índices para catálogo sistemático 1. Direito Processual Civil : 341.46 Proibida a reprodução parcial ou total desta obra sem autorização. A violação dos Direitos Autorais é crime estabelecido na Lei n. 9.610/98. Todos os direitos desta edição são reservados pela Editora Thoth. A Editora Thoth não se responsabiliza pelas opiniões emitidas nesta obra por seus autores. © Direitos de Publicação Editora Thoth. Londrina/PR. www.editorathoth.com.br contato@editorathoth.com.br Oliveira, Filipe Ramos. Coisa julgada sobre questões prejudiciais: limites objetivos e subjetivos / Filipe Ramos Oliveira. – Londrina, PR: Thoth, 2021. 488 p. Bibliografias: 465-488 ISBN 978-65-5959-186-2 1. Direito Processual Civil. 2. Coisa Julgada. I. Título. CDD 341.46 SOBRE O AUTOR FILIPE RAMOS OLIVEIRA Doutorando em Direito Processual Civil pela Universidade de São Paulo (USP), Mestre em Direito Processual e Graduado em Direito pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). E-mail para contato: filipero@gmail.com NOTA DO AUTOR E AGRADECIMENTOS Este livro é a versão comercial da dissertação que apresentei como conclusão do mestrado em Direito Processual na Universidade Federal do Espírito Santo. O trabalho foi produzido sob a orientação do Prof. Dr. Marcelo Abelha e aprovado, em sessão pública, pela banca formada pelos Professores Dr. Thiago Siqueira, Dr. Heitor Sica e Drª. Clarisse Leite. A partir das indagações feitas pelos arguidores, pontos daquele trabalho receberam maior desenvolvimento, acrescentando-se algumas passagens em resposta às questões formuladas. Foram integralmente mantidas, porém, as premissas, a linha argumentativa e as conclusões da dissertação. Outras tantas alterações são fruto do próprio amadurecimento do trabalho e, em certo sentido, da quarentena a que todos fomos submetidos em boa parte de 2020: não fosse publicado, o texto continuaria a mudar, como mudamos todos nós. Afirmar que trabalhos como este são obras coletivas é um lugar- comum do qual é impossível fugir, pois é uma verdade bastante significativa. Os agradecimentos, portanto, são muitos e cobririam páginas e páginas para que fossem minimamente justos. Em prol da concisão, deixo de lado essa pretensão, correndo o risco da injustiça. Cinco pessoas, porém, devem vir em primeiro lugar, porque foram essenciais para que a dissertação ganhasse uma versão comercial: meu orientador, Prof. Dr. Marcelo Abelha Rodrigues, que acompanhou cada passo da pesquisa com atenção, paciência e o carinho que é sua marca; a Prof. Dra. Clarisse Leite, que, com generosidade imerecida de minha parte, continuou a debater o trabalho, incentivando, também, meu ingresso no doutorado; o Prof. Dr. Thiago Siqueira, que, sendo uma autoridade no assunto, cedeu-me “seu tema”, incendivando-me a todo momento; o Prof. Carlos Frederico Pereira, amigo que nunca deixou de insistir para que eu buscasse a publicação da dissertação; e, finalmente, Daniela Bermudes Lino, que conhece este trabalho tanto quanto eu e foi minha primeira arguidora. Além desses cinco, agradeço, especialmente ao Prof. Dr. Heitor Sica, que avaliou o trabalho com rigor e honestidade intelectual, provocando reflexões posteriormente adicionadas ao texto final. Suas provocações ainda me inquietam e servem de estímulo à continuidade de meus estudos. Também sou imensamente grato ao Prof. Dr. Flávio Cheim Jorge, pelas contribuições que deu ainda durante o mestrado, o constante apoio e o gentil convite para que eu o assistisse em disciplinas da graduação, pós- graduação e em projetos de extensão, particularmente, na preparação dos alunos que tanto orgulharam a UFES nas edições da Competição Brasileira de Processo. Escrever uma monografia é algo que não se faz sem amigos, especialmente aqueles que passam pela mesma provação. Por isso, seja pelas discussões, pelos desabafos ou pelo consolo nos dias difíceis, agradeço aos amigos Hector Cavalcante Chamberlain, Vinícius Sant’Anna, Brígida Roldi Passamani, Paulo Sato, Sara Miranda e Guilherme Thompson. Dedico este trabalho a minha família. Leila, Marcelo, Clara e Cléber, vocês são tudo o que importa para mim. Agradeço, por fim, ao meu querido Leopoldo, que, agora, como estava no dia em que comecei a escrever, dorme ruidosamente sob a escrivaninha, fazendo muito por mim, mesmo sem saber de nada. Vitória, julho de 2021. APRESENTAÇÃO Com enorme honra e alegria, apresento ao público a obra de Filipe Ramos Oliveira intitulada Coisa julgada sobre questões prejudiciais: limites objetivos e subjetivos. Um belo edifício da ciência processual. Tive a fortuna de ser convidada pelos Professores Thiago Siqueira e Marcelo Abelha, seu orientador, para a banca de exame da dissertação de mestrado de Filipe, defendida perante a Universidade Federal do Espírito Santo. Vitória é minha cidade natal e, embora tenha estudado e me estabelecido em São Paulo, sempre tive grande afeição e admiração pela Escola Capixaba de Direito Processual. Integrar aquela banca, de que também participou o querido e admirado amigo Professor Heitor Sica, era já para mim motivo de enorme satisfação. Satisfação ainda maior porque, depois de ter estudado o tema da prejudicialidade em minha própria dissertação de mestrado, tinha a oportunidade retomar o estudo em profundidade da matéria, após a alteração legislativa, por meio da pesquisa e das ideias de Filipe. Na construção que nos apresenta, Filipe vale-se de matéria-prima de primeira qualidade, apoiando-se em rica bibliografia. A partir dela, começa passando em revista o sempre desafiador tema da coisa julgada. A segurança da edificação requer fundações sólidas. Filipe mostra-nos como as teorias material e processual da coisa julgada trabalharam, ambas, com a conjugação de fenômenos diversos – eficácia e estabilidade –, cuja identidade própria veio a ser iluminada por Liebman. Explica o desenvolvimento que o instituto teve entre nós e deixa clara a sua posição acerca do conceito de coisa julgada em nosso sistema: “situação jurídica produzida em razão do trânsito em julgado de uma decisão judicial, caracterizada pela proibição de modificação do conteúdo decisório”. Como quem finca pilares sólidos, Filipe lança as bases para a compreensão do regime da coisa julgada sobre a solução das questões prejudiciais, examinando as diversas formas com que os Códigos de 1939 e de 1973 lidaram com os limites objetivos da coisa julgada e com a regra da congruência, a conectar a demanda, o objeto do processo, o decisum e os limites objetivos da coisa julgada. Passa então a expor as ideias sobre o regime especial da coisa julgada, que se forma sobre a solução de questões prejudiciais, em contraposição ao regime comum, em que a estabilidade se limita ao objeto da decisão. Ao fazê-lo, amarra afirmações como se amarram vergalhões. Este é daqueles trabalhos em que, logo após anotar uma crítica, encontramos, no parágrafo seguinte ou no rodapé, a resposta para aquilo que pensávamos ser uma ponta solta. Filipe amarra-as todas. Sobre essa estrutura segura, vem a alvenaria. Filipe deixa claro que os requisitos dos §§ 1º e 2º do art. 503 do Código de Processo Civil dizem respeito à formação da coisa julgada, e não à validade da decisão. E defende a adoção de critérios objetivos na interpretação dos complexos requisitos, limitando propositalmente o alcance da novidade em prol da segurança jurídica. Adota então a posição de que o “regime especial da coisa julgada, não se explicando como ampliação do objeto do processo ou do objeto de julgamento, devede Mesquita. Notas a respeito do regime jurídico das obrigações solidárias e seus reflexos sobre os limites subjetivos da coisa julgada. In: Revista de Processo, vol. 239, São Paulo: Revista dos Tribunais, 2015 LEITE, Clarisse Frechiani Lara. Prejudicialidade no processo civil. São Paulo: Saraiva, 2012 LEITE, Clarisse Frechiani Lara. Evicção e processo. São Paulo: Saraiva, 2013 LENT, Friedrich. Diritto processuale civile tedesco - vol. I. Napoli: Morano, 1962. LEONEL, Ricardo Barros. Causa de pedir e pedido: o direito superveniente. São Paulo: Método, 2006 LEONEL, Ricardo Barros. Tutela jurisdicional diferenciada. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2010 LIEBMAN, Enrico Tullio. L’azione nella teoria del processo civile. In: Problemi del processo civile. Nápoles: Morano, 1962, p. 22-53 LIEBMAN, Enrico Tullio. Ancora sulla sentenza e sulla cosa giudicata. In: Rivista di Diritto Processuale Civile, 1936, III, p. 205-214 LIEBMAN, Enrico Tullio. L’eccezione revocatória e il sue significato procesuale. In: Problemim del processo civile. Nápoles: Morano, 1962, p. 76-87 LIEBMAN, Enrico Tullio. Sul riconocimento della domanda. In: Problemi del processo civile. Nápoles: Morano, 1962, p. 177-215 LIEBMAN, Enrico Tullio. L´ordine dele questioni e l´eccezioni di prescriozione. In: Rivista di diritto processuale, vol. XXII, s. II. Padova: CEDAM, 1967, p. 539-542 LIEBMAN, Enrico Tullio. Embargos do executado: oposições de mérito no processo de execução. 2ª ed., São Paulo: Saraiva, 1968 LIEBMAN, Enrico Tullio. Eficácia e autoridade da sentença e outros escritos sobre a coisa julgada. 2. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1981 LIEBMAN, Enrico Tullio. Ainda sobre a sentença e a coisa julgada. In: Eficácia e autoridade da sentença e outros escritos sobre a coisa julgada. 2. ed., Rio de Janeiro: Forense, 1981, p. 170-192 LIEBMAN, Enrico Tullio. Efeitos da sentença e coisa julgada. In: Eficácia e autoridade da sentença e outros escritos sobre a coisa julgada. 2. ed., Rio de Janeiro: Forense, 1981, p. 286-287 COISA JULGADA SOBRE QUESTÕES PREJUDICIAIS limites objetivos e subjetivos 476 LIEBMAN, Enrico Tullio. Eficácia da sentença penal no processo civil. In: Eficácia e autoridade da sentença e outros escritos sobre a coisa julgada. 4ª ed., Rio de Janeiro: Saraiva, 2006, p. 252-265 LIEBMAN, Enrico Tullio. Limites objetivos da coisa julgada. In: Estudos sobre o processo civil brasileiro. São Paulo: Saraiva, 1947 LIEBMAN, Enrico Tullio. Despacho saneador e julgamento do mérito. In: Estudos sobre o processo civil brasileiro. São Paulo: Saraiva, 1947 LIEBMAN, Enrico Tullio. Manual de direito processual civil - vol. I, 3 ed., São Paulo: Malheiros, 2005 LIMA, Paulo Roberto de Oliveira. Contribuição à teoria da coisa julgada. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 1997 LINO, Daniela Bermudes. Conexão e afinidade: critérios para compreensão dos artigos 55, §3º e 69, §2º, II e VI do Código de Processo Civil. Dissertação (Mestrado em Direito Processual) - Universidade Federal do Espírito Santo, 2020 LOPES, Bruno Vasconcelos Carrilho. Limites objetivos e eficácia preclusiva da coisa julgada. São Paulo: Saraiva, 2012 LOPES, Bruno Vasconcelos Carrilho. Estabilização da tutela antecipada e coisa julgada. In: Tutela provisória ao novo CPC: dos 20 anos de vigência do art. 273 do CPC/1973 ao CPC/2015. Coord.: BUENO, Cassio Scarpinella [et al]. 2. Ed, São Paulo: Saraiva, 2018 LOPES, Bruno Vasconcelos Carrilho. O conteúdo da sentença e os limites objetivos e subjetivos da sua eficácia e da coisa julgada. In: Estudos de direito processual civil em homenagem ao Professor José Rogério Cruz e Tucci. Coord: YARSHELL, Flávio Luiz [et al.]. Salvador: Jus Podivm, 2018 LOPES, João Batista. Ação declaratória. 5ª ed, São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002 LUCAS, Jo D.. To direct and collateral estoppel efects of alternative holdings. In: University of Chicago Law Review, vol. 50. 1983, p. 701-730 LUCCA, Rodrigo Ramina. Mérito do processo e condições da ação. In: Revista de processo, n. 188, São Paulo: Revista dos Tribunais, 2010 LUCCA, Rodrigo Ramina de. Inexequibilidade das sentenças declaratórias. In: Revista dialética de direito processual, v. 92. São Paulo: Dialética, 2010, p. 108-121 LUCCA, Rodrigo Ramina de. Os limites objetivos da coisa julgada no novo código de processo civil. In: Revista de processo, vol. 252, São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016, p. 79-110. LUCCA, Rodrigo Ramina de. Disponibilidade processual: a liberdade das partes no processo. São Paulo: Thomson Reuters Brasil, 2019 477 • FILIPE RAMOS OLIVEIRA LUCCA, Rodrigo Ramina de. O dever de motivação das decisões judiciais: Estado de direito, segurança jurídica e teoria dos precedentes. 3ª ed., Salvador: Juspodivm, 2019 LUISO, Francesco P.. Diritto processuale civile – vol I: principi generali. 10ª ed., Milano: Giuffrè, 2019 LUISO, Luigi P. Diritto processuale civile – vol. II: il processo di cognizione. 10ª ed., Milano: Giuffrè, 2019 MACÊDO, Lucas Buril de. Precedentes judiciais e o direito processual civil. 2ª ed., Salvador: Juspodivm, 2017 MACÊDO, Lucas Buril de. Coisa julgada sobre mero fato? Análise comparativa com o collateral estoppel de sua possibilidade de lege lata ou de lege ferenda. In: Coisa julgada e outras estabilidades processuais. DIDIER JR., Fredie; et. al. (Coord.). Salvador: Juspodivm, 2018, p. 385-432 MACÊDO, Lucas Buril de. Objeto dos recursos cíveis. Salvador: Juspodivm, 2019 MACHADO, Marcelo Pacheco. A correlação no processo civil: relações entre demanda e tutela jurisdicional. Salvador: Juspodivm. 2015 MARINONI, Luiz Guilherme. Tutela contra o ilícito: inibitória e de remoção: art. 497, parágrafo único, CPC/2015. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2015 MARINONI, Luiz Guilherme Marinoni; ARENHART, Sérgio Cruz. Prova e convicção: de acordo com o CPC de 2015. 3 ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2015 MARINONI, Luiz Guilherme. A intangibilidade da coisa julgada diante da decisão de inconstitucionalidade: art. 525, §12, 13, 14 e 15, do CPC/2015. 4ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016 MARINONI, Luiz Guilherme; ARENHART, Sérgio Cruz. Comentários ao código de processo civil – vol. IV. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016 MARINONI, Luiz Guilherme; ARENHART, Sérgio Cruz; e MITIDIERO, Daniel. Novo curso de direito processual civil – vol. II [livro digital]. 2ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016 MARINONI, Luiz Guilherme; ARENHART, Sérgio Cruz; e MITIDIERO, Daniel. Novo curso de direito processual civil: teoria do processo civil – vol. I [livro digital]. 3ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2017 MARINONI, Luiz Guilherme; ARENHART, Sérgio Cruz; e MITIDIERO, Daniel. Novo curso de direito processual civil – vol. II [livro digital]. 3ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2017 MARINONI, Luiz Guilherme; MITIDIERO, Daniel. Ação rescisória: do juízo rescindente ao juízo rescisório. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2017 COISA JULGADA SOBRE QUESTÕES PREJUDICIAIS limites objetivos e subjetivos 478 MARINONI, Luiz Guilherme. Coisa julgada sobre questão, inclusive em benefício de terceiros. In: Revista de processo, vol. 259. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016 MARINONI, Luiz Guilherme. Incidente de resolução de demandas repetitivas: decisão de questão idêntica x precedente. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016 MARINONI, Luiz Guilherme. Coisa julgada sobre questão. São Paulo: Thomson Reuters Brasil. 2018 MARQUES, José Frederico. Instituições de direito processual civil – vol. III. 3ª ed., Rio de Janeiro: Forense, 1966 MAZZEI, Rodrigo. Honorários de advogado judiciais: alguns problemas da fixação sem fundamentação (omissão de motivação decisória) na perspectiva do CPC/15. In: Grandes temas do novo CPC, vol. 2: Honorários advocatícios. Coord. COÊLHO, Marcos Vinícius Furtado; et. al.. Salvador: Juspodvm, 2015, p. 313- 335 MEDINA, José Miguel Garcia de. Possibilidade jurídica do pedido e mérito. In: Revista de processo, n.93, São Paulo: Revista dos Tribunais, 1999; MEDINA, José Miguel Garcia. Prequestionamento, repercussão geral da questão constitucional, relevância da questão federal: admissibilidade, processamento e julgamento dos recursos extraordinário e especial. 7ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2017 MELLO, Marcos Bernardes de. Teoria do fato jurídico: plano da eficácia: 1ª parte. 10 ed., São Paulo: Saraiva, 2015 MELLO, Marcos Bernardes de. Teoria do fato jurídico: plano da validade. 14ª ed., São Paulo: Saraiva, 2015 MELLO, Marcos Bernardes de. Teoria do fato jurídico: plano da existência. 21 ed., São Paulo: Saraiva, 2017 MENCHINI, Sergio. I limiti oggettivi del giudicato civile. Milano: Giuffrè, 1987 MENCHINI, Sergio. Sospensione del processo civile. In: Enciclopedia del diritto – vol. XLIII. Milano: Giuffrè, 1990 MENCHINI, Sergio. Il processo litisconsortile: struttura e potere delle parti – vol. I. Milano: Giuffrè, 1993 MENCHINI, Sergio. Regiudicata civile. In: Digesto delle discipline privatistiche: sezione civile – tomo XVI. Torino: UTET, 1997 MENCHINI, Sergio; MOTTO, Alessandro. Art. 2909 – Cosa giudicata. In: Materiali sulla cosa giudicata. VILLATA, Stefano A. (Coord.). Milano: Wolters Kluwer, 2017, p. 2-162. MENESTRINA, Francesco. La prejudiciale nel processo civile. Viena: Manz, 1906. 479 • FILIPE RAMOS OLIVEIRA MINAMI, M. Y.; PEIXOTO, Ravi. Da questão prejudicial constitucional no STF e o novo regime de coisa julgada. In: Revista de Processo, v. 263. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016 MILHOMENS, Jonatas. Manual de prática forense (civil e comercial) - vol. II. 4ª ed., Rio de Janeiro: Forense. 1960 MITIDIERO, Daniel. Colaboração no processo civil: do modelo ao princípio. 4ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2019 MITIDIERO, Daniel. Antecipação da tutela: da tutela cautelar à técnica antecipatória. 3ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2017 MOURA, Mário Aguiar. A causa de pedir na investigação de paternidade. In: Doutrinas essenciais família e sucessões, vol. 4. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2011, p. 137-148 MOURÃO, Luiz Eduardo Ribeiro. Coisa julgada. Belo Horizonte: Editora Forum, 2008 MOURÃO, Luiz Eduardo Ribeiro. Coisa julgada, Constituição Federal e o novo Código de Processo Civil. In: Revista Brasileira de Direito Processual – RBDPro, Belo Horizonte, ano 23, n. 90, p. 385-388, abr./jun. 2015 MOUSSALLEM, Tárek Moysés. Fontes do direito tributário. 2ª ed., São Paulo: Noeses, 2006 MOUZALAS, Rinaldo. Duplicidade da ação declaratória. In: Revista de Processo, vol. 237, São Paulo: Revista dos Tribunais, 2014, p. 115-135. MOUZALAS, Rinaldo. Sentença de improcedência: apresentação e análise dos principais argumentos favoráveis e contrários à sua executividade. In: Revista de Processo, vol. 232, São Paulo: Revista dos Tribunais, 2014, p. 121-164 MOUZALAS, Rinaldo. Executividade das decisões de improcedência de acordo com o código de processo civil de 2015. In: Revista de Processo, vol. 283, São Paulo: Revista dos Tribunais, 2018, p. 319-360 NEVES, Celso. Coisa julgada civil. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1971 NEVES, Daniel Amorim Assumpção. Ações probatórias autônomas. São Paulo: Saraiva, 2008 NERY JR., Nelson. Teoria geral dos recursos [livro eletrônico]. São Paulo: Revista dos Tribunais. 2014 OLIVA SANTOS, Andrés de la. Objeto del processo y cosa juzgada em el proceso civil. Cizur Menor: Arazadi, 2005 OLIVEIRA, Carlos Alberto Álvaro de. O juiz e o princípio do contraditório. In: Revista de processo, vol. 71. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1993 COISA JULGADA SOBRE QUESTÕES PREJUDICIAIS limites objetivos e subjetivos 480 OLIVEIRA, Carlos Alberto Alvaro de. Tutela declaratória executiva?. In: Revista Páginas de Direito, Porto Alegre, ano 6, nº 441, 2006. Disponível em: https://www. paginasdedireito.com.br/index.php/artigos/88-artigos-jun-2006/5445-tutela- declaratoria-executiva OLIVEIRA, Bruno Silveira de. Conexidade e efetividade processual. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2007 OLIVEIRA, Bruno Silveira. O juízo de identificação de demandas e de recursos no processo civil. São Paulo: Saraiva, 2011 OLIVEIRA, Marco Antonio Perez de. Coisa julgada sobre sentença genérica coletiva. São Paulo: Saraiva, 2014 OLIVEIRA, Pedro Miranda de. Comentários aos arts. 1.029 a 1.035 In: WAMBIER, Teresa Arruda Alvim; et. al. (Coord.). Breves comentários ao novo código de processo civil [livro eletrônico]. 2ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016 PACÍFICO, Luiz Eduardo Boaventura. Ações concorrentes. São Paulo: Quartier Latin, 2016 PEIXOTO, Ravi. Os caminhos e descaminhos do princípio do contraditório: a evolução histórica e a situação atual. In: Revista de processo, vol. 294. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2019, p. 121-145 PEREIRA, Carlos Frederico Bastos. Norma fundamental do processo civil brasileiro: aspectos conceituais, estruturais e funcionais. In: Civil procedure review. Vol. 9, n.1, jan.-abr. 2018, p. 101-124 PEREIRA, Carlos Frederico Bastos. Interpretação extensiva, analogia e o rol do art. 1.015 do código de processo civil. In: Revista de processo, vol. 282. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2018, p. 267-284 PEREIRA, Carlos Frederico Bastos. Fundamentação das decisões judiciais: o controle da interpretação dos fatos e do direito no processo civil. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2019 PEREIRA, Carlos Frederico Bastos. Sobre a eficácia probatória da sentença. In: Revista de processo, vol. 299. São Paulo: Revista dos tribunais, 2020, p. 95-123 PICCININNI, Leo. L’eccezione di giudicato nel processo civile. Nápoles: Jovene, 2016 PINTO, Nelson Luiz. Ação de usucapião. 2ª ed, São Paulo: Revista dos Tribunais, 1991 PINTO, Marcos Vinicius. Dilemas sobre a questão prejudicial no NCPC e o controle de constitucionalidade nas ações coletivas. In: Revista brasileira da advocacia, vol. 3. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016, 481 • FILIPE RAMOS OLIVEIRA PISANI, Andrea Proto. Dell’esercizio dell’azione. In: Commentario del codice di procedura civile. vol. 1, t. II. Diretto da Enrico Allorio. Torino: Utet diretto da Enrico Allorio. Torino: UTET, 1973 PISANI, Andrea Proto. Sulla tutela giurisdizionale differenziata. In: Rivista di dirito processuale. 1979, p. 536-538 PISANI, Andrea Proto. Le tutele giurisdizionali dei diritti: studi. Nápoles: Jovene, 2003 PISANI, Andrea Proto. Lezioni di diritto processuale civile. 6ª ed., Nápoles: Jovene Editore, 2014 PONTES DE MIRANDA, Francisco Cavalcanti. Comentários ao código de processo civil – T. V - arts. 444-475. Rio de Janeiro: Forense, 1974 PONTES DE MIRANDA, Francisco Cavalcanti. Tratado da ação rescisória das sentenças e de outras decisões. 5ª ed., São Paulo: Forense, 1976 PORTO, Guilherme Athayde. Formação da coisa julgada e prova produzida: uma perspectiva do processo coletivo para o individual. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2015 PORTO, Sérgio Gilberto. Da tutela coletiva e do CPC: indagações e adaptações. In: Revista da AJURIS, n. 57. Porto Alegre, 1993, p. 136-148 PORTO, Sérgio Gilberto. Coisa julgada civil. 4 ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2011 PUGLIESE, Giovanni. Res judicata pro veritate accipitur. In: Rivista trimestrale di diritto e procedura civile. Milano: Giuffrè, 1967 PUGLIESE, Giovanni. Giudicato civile. In: Enciclopedia di diritto, XVIII. Milano: Giuffrè, 1969 RECCHIONI, Stefano. Pregiudizialità processuale e dipendenza sostanziale nella cognizione ordinária. Milano: CEDAM, 1999 REDENTI, Enrico. Il giudizio civile con pluralitá di parti. Milano: Giuffrè, 1960 REDONDO, Bruno Garcia. Réplica, tréplica, quadruplica no direito processual civil: esmiuçando o estudo de relevantes institutos desprestigiados. In: Revista de processo, vol. 215. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2013, p. 87-98 REDONDO, Bruno Garcia. Questões prejudiciais e limites objetivos da coisa julgada no novo CPC. In: Revista de processo, vol. 248. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2015, p. 43-67 REGO, HermenegildoSouza. Os motivos da sentença e a coisa julgada (em especial os arts. 810 e 817 do CPC). In: Revista de processo, vol. 35. 1984, p. 7-23 COISA JULGADA SOBRE QUESTÕES PREJUDICIAIS limites objetivos e subjetivos 482 RESCHKE, Pedro Henrique. A expansão dos limites objetivos da coisa julgada. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2019. REZENDE FILHO, Gabriel José Rodrigues. Curso de direito processual – vol. II. 5ª ed., São Paulo: Saraiva, 1960 REZENDE FILHO, Gabriel José Rodrigues. Curso de direito processual civil - vol. III. 5ª ed., São Paulo: Sarava, 1960 RICCI, Gian Franco. “Individuazione” o “sostanziazione” nella reforma del processo civile. In: Rivista trimestrale di diritto i procedura civile. Milano: Giuffrè, 1995, p. 1227-1251. RODRIGUES, Daniel Colnago; SOUZA, Gelson Amaro. Ausência de provas e falsa improcedência. In: Grandes temas do novo cpc, v. 4: improcedência. Coord.: DIDIER JR., Fredie; et. al.. Salvador: Juspodivm, 2015, p. 299-314 RODRIGUES, Marco Antonio dos Santos. A modificação do pedido e da causa de pedir. Rio de Janeiro: GZ Editora, 2014 ROSENBERG, Leo. Tratado de derecho procesal civil – t. 2, Buenos Aires: EJEA, 1955 ROSSONI, Igor Bimkowski. Recursos extraordinários e ação rescisória por ofensa à norma jurídica. Salvador: Juspodivm, 2019 SATTA, Salvatore. Accertamento incidentale. In: Enciclopedia del diritto – vol. I. Milano: Giuffrè, 1958, p. 243-245 SATTA, Salvatore. Domanda giudiziale (diritto processuale civile). In: Enciclopedia del diritto, vol. XIII. Milano: Giuffrè, 1964 SATTA, Salvatore. Diritto processuale civile. 13ª ed. (a cura di Carmine Punzi), Milano: CEDAM, 2000 SASSANI, Bruno. Lineamenti del processo civile italiano: tutela giurisdizionale, procedimenti di cognizione, cautele esecuzione. 6ª ed., Milano: Giuffrè, 2017 SAVIGNY, Friedrich Carl von. Sistema del derecho romano actual - t. V. Madrid: F. Góngorra y Compañia, 1879 SENRA, Alexandre. A coisa julgada no código de processo civil de 2015: premissas, conceitos, momento de formação e suportes fáticos. Salvador: Juspodivm, 2017 SHAPIRO, David L.. Civil procedure: preclusion in civil actions. Nova Iorque: Foundation Press, 2001 FERNANDES, Antônio Scarance. Prejudicialidade: conceito, natureza jurídica, espécies de prejudiciais. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1988 SCHENK, Leonardo Faria. Cognição sumária: limites impostos pelo contraditório no processo civil. São Paulo: Saraiva, 2013 483 • FILIPE RAMOS OLIVEIRA SCHMITZ, Leonard Ziesemer. Fundamentação das decisões judiciais: a crise na construção de respostas no processo civil [livro eletrônico]. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2015 SCHMITZ, Leonard Ziesemer. Raciocínio probatório por inferências - critérios para o uso e controle das presunções judiciais. Tese (Doutorado). São Paulo: PUC, 2018 SCHWAB, Karl Heinz. El objeto litigioso en el proceso civil. Buenos Aires: EJEA, 1968 SICA, Heitor Vitor Mendonça. Preclusão processual civil. São Paulo: Atlas, 2006 SICA, Heitor Vitor de Mendonça. O agravo e o “mito de Prometeu”: considerações sobre a Lei 11.187/2015. In: Aspectos polêmicos e atuais dos recursos cíveis e assuntos afins – vol. 1. ALVIM, Teresa Arruda; et al. (Org.). São Paulo: Revista dos Tribunais, 2006, p. 193-219 SICA, Heitor Vitor de Mendonça. O direito de defesa no processo civil brasileiro: um estudo sobre a posição do réu. São Paulo: Atlas, 2011 SICA, Heitor Vitor de Mendonça. Tutela meramente declaratória vista pela jurisprudência do STJ. In: O papel da jurisprudência do STJ [livro eletrônico]. GALOTTI, Isabel; et. al. (Coord.). São Paulo: Revista dos Tribunais, 2014 SICA, Heitor Vitor Mendonça. Recorribilidade das interlocutórias e sistema de preclusões no novo CPC: primeiras impressões. In: Revista Magister de direito civil e processual civil, n. 65. Porto Alegre: Magister SICA, Heitor Vitor Mendonça. Doze problemas e onze soluções quanto à chamada ‘estabilização da tutela antecipada’. In: Revista do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, n. 55, 2015; SICA, Heitor Vitor Mendonça. Evolução legislativa da fase de organização e saneamento do processo. In: Revista de Processo, vol. 255. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016, p. 435-460 SICA, Heitor Vitor Mendonça. Três velhos problemas do processo litisconsorcial à luz do CPC/2015. In: Revista de processo, n. 256, São Paulo: Revista dos Tribunais, jun./2016, p. 65-86 SICA, Heitor Vitor Mendonça. Cognição do juiz na execução civil. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2017 SICA, Heitor Vitor de Mendonça. Comentários ao código de processo civil – vol. X: arts. 674-718. 2ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2018 SILVA, Beclaute Oliveira. A (in)consistência do plano da validade na teoria pontiana – ato jurídico inválido: argumento ou artifício?. In: Revista Eletrônica do Mestrado em Direito da UFAL, vol. 1. 2010 SILVA, Beclaute Oliveira. A cognição no mandado de segurança sob o prisma dialógico de Mikhail Bakhtin. Tese (doutorado). Recife: UFPE, 2011 COISA JULGADA SOBRE QUESTÕES PREJUDICIAIS limites objetivos e subjetivos 484 SILVA, Beclaute Oliveira. O autor pede… o réu também! Ou da improcedência como procedência. In: Grandes temas do novo cpc, v. 4: improcedência. Coord.: DIDIER JR., Fredie; et. al.. Salvador: Juspodivm, 2015, p. 48-60 SILVA, Ovídio Baptista da. Eficácias da sentença e coisa julgada. In: Sentença e coisa julgada (ensaios e pareceres). 4. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2006 SILVA, Ovídio Baptista da. Conteúdo da sentença e coisa julgada. In: Sentença e coisa julgada (ensaios e pareceres). 4. ed., Rio de Janeiro: Forense, 2006 SILVA, Ovídio Baptista da. Conteúdo da sentença e mérito da causa. In: Sentença e coisa julgada (ensaios e pareceres). 4. ed., Rio de Janeiro: Forense, 2006 SILVA, Ovídio Baptista da. Limites objetivos da coisa julgada no atual direito brasileiro. In: Sentença e coisa julgada (ensaios e pareceres). 4ª ed, Rio de Janeiro: Forense, 2006 SILVA, Ricardo Alexandre da.; LAMY, Eduardo. Comentários ao código de processo civil: artigos 539-673 – vol. IX [livro eletrônico]. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016 SILVA, Ricardo Alexandre da. A nova dimensão da coisa julgada. São Paulo: Thomson Reuters Brasil, 2019 SIQUEIRA, Cleanto Guimarães. A defesa no processo civil. 3ª ed, São Paulo: Saraiva, 2008 SIQUEIRA, Thiago Ferreira. A responsabilidade patrimonial no novo sistema processual civil. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016 SIQUEIRA, Thiago Ferreira. Limites objetivos da coisa julgada: objeto do processo e questões prejudiciais. Salvador: Juspodivm, 2020 TALAMINI, Eduardo. Tutela monitória: ação monitória – Lei 9.079/95. São Paulo: Revista dos Tribunais. 1997 TALAMINI, Eduardo. Saneamento do processo. In: Revista de processo, vol. 86. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1997 TALAMINI, Eduardo. Coisa julgada e sua revisão. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2005 TALAMINI, Eduardo. “Sentença que reconhece obrigação”, como título executivo: CPC, art. 475-N, I – acrescido pela Lei 11.232/2005. In: Revista Jurídica, v. 54, n. 334. Porto Alegre, 2006, p. 19-43 TARUFFO, Michelle. “Collateral estoppel” e giudicato sulle questioni - p. I. In: Rivista di diritto processuale, vol. XXVI. Padova: CEDAM, 1971, p. 651-687. TARUFFO, Michelle. “Collateral estoppel” e giudicato sulle questioni - p. II. In: Rivista di diritto processuale, vol. XXVII, s. II, Padova: CEDAM, 1972, p. 272-300 485 • FILIPE RAMOS OLIVEIRA TARUFFO, Michele. A motivação da sentença civil. São Paulo: Martial Pons, 2015 TARUFFO, Michele. Uma simples verdade: o juiz e a reconstrução dos fatos. São paulo: Marcial Pons, 2016 TARZIA, Giuseppe. Appunti sulle domande alternativi. In: Problemi del processo civile di cognizione. Padova: CEDAM, 1989, p. 127-185 TEMER, Sofia. Incidente de resolução de demandas repetitivas. 3ª ed., Salvador: Juspodivm, 2018 TEMER, Sofia. Participação no processo civil: repensando o litisconsórcio, intervenção de terceiros e outras formas deatuação. Salvador: Juspodivm, 2020 TESHEINER, José Maria. Eficácia da sentença e coisa julgada no processo civil. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001 TIRONI, Rommero Cometti. Prejudicialidade e limites objetivos da coisa julgada. In: Revista de processo, vol. 281. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2018, p. 187- 215 THEODORO JR., Humberto. Processo cautelar. 17ª ed., São Paulo: LEUD, 1998 TRAMMELL, Alan M.., Transactionalism cost. In: Virginia law review, vol. 100. 2014, p. 1211-1269 UZEDA, Carolina. Interesse recursal. Salvador: Juspodivm, 2018 VERDE, Giovanni. Considerazioni inattuali su giudicato e poteri del giudice. In: Rivista di Diritto Processuale. Padova: CEDAM, 2017, vol. I. VERDE, Giovanni. Diritto processuale civile – vol. 2: processo di cognizione. 5ª ed., Torino: Zanichelli, 2017 VESTAL, Allan D.. Preclusion / Res judicata: judgement for the claimant. In: Nortwestern University Law Review, vol. 62, 1967 VESTAL, Allan D., Restatement (Second) of Judgments: A Modest Dissent. In: Cornell law review, vol. 66, 1981, p. 464-509 VILANOVA, Lourival. As estruturas lógicas e o sistema do direito positivo. 4 ed., São Paulo: Noeses, 2010 VOLPINO, Diego. L’oggetto del giudicato nell’esperienza americana. Milano: CEDAM, 2007 WATANABE, Kazuo. Cognição no processo civil [livro eletrônico]. 4ª ed., São Paulo: Saraiva, 2012 YARSHELL, Flávio Luiz. Ação rescisória: juízos rescindente e rescisório. São Paulo: Malheiros, 2005 COISA JULGADA SOBRE QUESTÕES PREJUDICIAIS limites objetivos e subjetivos 486 YARSHELL, Flávio Luiz. Tutela jurisdicional. 2ª ed., São Paulo: DPJ Editora, 2006 YARSHELL, Luiz Flávio. Antecipação da prova sem o requisito da urgência e direito autônomo à prova. São Paulo: Malheiros, 2009 YARSHELL, Flávio Luiz. Breves notas sobre a disciplina da ação rescisória no CPC 2015. In: O novo código de processo civil: questões controvertidas. GRINOVER, Ada Pellegrini; et.al. São Paulo: Atlas, 2015, p. 155-169 YARSHELL, Flavio Luiz; SETOGUTI, Guilherme; RODRIGUES, Viviane Siqueira. Comentários ao código de processo civil – vol. V. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016 ZANETI JR., Hermes. A teoria circular dos planos (direito material e direito processual). In: Polêmica sobre ação, a tutela jurisdicional na perspectiva das relações entre direito e processo. AMARAL, Guilherme Rizzo; et al.[org.]. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2006 ZANETI JR., Hermes. Comentários aos arts. 926 a 946 do CPC/2015. In: CABRAL, Antonio do Passo; et. al. (Coord.). Comentários ao novo código de processo civil [livro eletrônico]. Rio de Janeiro: Forense, 2015 ZANETI JR., Hermes. O valor vinculante dos precedentes. 3ª ed., Salvador: Juspodivm, 2017 ZAVASCKI, Teori Albino. Título executivo e liquidação. 2ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001 ZAVASCKI, Teori Albino. Executividade das sentenças de improcedência em ações declaratórias negativas.In: Revista de Processo, vol. 208, São Paulo: Revista dos Tribunais, 2012, p. 13-20 ZAVASCKI, Teori Albino. Jurisdição constitucional do superior tribunal de justiça. In: Revista de Processo, vol. 212. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2012, p. 13-23ser compreendido como uma expansão dos limites da coisa julgada para além daqueles, a abarcar, portanto, elementos da fundamentação (questões incidentais, em suma), aos quais o legislador decidiu conferir relevância externa ao processo”. Liebmaniano, reconhece a distinção entre eficácia e estabilidade, mas acompanha a proposta doutrinária que vê no art. 503 a ampliação tanto da área coberta pela coisa julgada como do conteúdo preceptivo das decisões de mérito. Aqui temos uma boa discordância, que ensejou reflexão, debates e crescimento recíproco. Demonstrando maturidade incomum, Filipe recebe com serenidade a crítica e com ela dialoga. É o que faz de sua construção não apenas sólida, mas extremamente rica e agradável. Ao final do percurso, Filipe converte-se em arquiteto. Cria, com sobriedade e elegância, o regime da coisa julgada sobre a solução de questão prejudicial para muito além do que até então se ocupara a doutrina, demonstrando como a matéria deverá ser enfrentada no processo subsequente. Nessa tarefa, vale-se de profundo conhecimento sobre os limites objetivos da coisa julgada no regime comum, aplicando-os ao regime especial, com o cuidado e as adaptações necessárias. E constata, de forma perspicaz, que a estabilização das questões prejudiciais pode servir a prestar tutela jurisdicional mais ampla ao réu, funcionando como “eficaz contrapeso à opção política traduzida na adoção da substanciação e da tríplice identidade como referências para a identificação de demandas”. Como disse em sua banca, esta é, sem dúvida, uma das melhores dissertações de mestrado que já li. E, como são as boas construções doutrinárias, também a de Filipe serviu-me de base para seguir, eu mesma, construindo. Sou extremamente grata pelo aprendizado adquirido a partir da pesquisa e das ideias de Filipe, e, mais ainda, pelo diálogo acadêmico que entre nós se estabeleceu. Parabéns, Filipe Ramos Oliveira. Parabéns à Escola Capixaba de Direito Processual, que recebe, entre seus notáveis e queridos membros, o também notável e querido Filipe. Em especial, parabéns aos Professores Marcelo Abelha e Thiago Siqueira, pela orientação e apoio na pesquisa. E parabéns à Editora Toth, por enriquecer seu acervo com essa bela e importante obra da ciência processual. Clarisse Frechiani Lara Leite Doutora em Direito Processual Civil pela Universidade de São Paulo. PREFÁCIO Foi com muita honra que recebemos o convite de Filipe Ramos Oliveira para prefaciar o presente livro, versão comercial da dissertação com a qual o autor conquistou o título de mestre junto ao Programa de Pós-Graduação em Direito Processual da UFES. Embora já conhecêssemos Filipe há anos – o primeiro prefaciador, por ter sido seu professor no curso de Graduação da em Direito da UFES, e o segundo por ter sido seu contemporâneo na faculdade -, não podemos esconder a grata surpresa que foi a participação do autor no Mestrado. Desde as primeiras aulas, Filipe demonstrou inúmeras qualidades, todas elas refletidas no livro ora prefaciado. Antes de tudo, o autor possui uma capacidade analítica singular, o que permite a discussão dos mais diversos temas com profundidade e com foco nos problemas que efetivamente precisam ser enfrentados. Era nítida, ainda, a preocupação do autor em estudar de forma profunda cada um dos temas propostos nas disciplinas, com especial atenção à leitura dos processualistas clássicos que ajudaram a formar o arcabouço teórico necessário ao entendimento de cada instituto. Com isso, Filipe pôde agregar uma sólida base em direito processual à igualmente sólida base em teoria do direito que já demonstrava possuir. Todos esses atributos permitiam ao autor transitar com segurança entre os vários assuntos colocados em discussão durante as aulas e questionar, com maturidade, as lições tradicionalmente repetidas pela doutrina. Não foi à toa que, em uma geração de ótimos alunos de nosso Mestrado, que produziu excelentes dissertações, Filipe tenha sido destaque absoluto, tornando-se uma clara referência positiva para seus colegas. Não temos receio de arriscar afirmar que o autor foi, sem dúvidas, um dos alunos mais marcantes com os quais já tivemos a felicidade de conviver no PPGDIR. A todos esses notáveis predicados do autor enquanto estudioso do direito processual, somam-se, ainda, grandes qualidades como tirocínio, dedicação e raciocínio lógico invulgares. Não bastasse, Filipe sempre agiu de forma cordial e respeitosa com seus colegas e professores, sendo companhia agradável e querida no seio acadêmico, ainda que seus pontos de vista pudessem ser diferentes dos que estavam sendo discutidos. Ínsito em si o respeito à democracia e à divergência de opiniões. Tem inteligência para extrair das diferenças os pontos que aprimoram seu pensamento. Com todas essas qualidades, fizemos questão de convidar o autor para atuar como nosso assistente nas disciplinas que temos ministrado no Mestrado desde que ele concluiu o curso. Hoje, mais do que um ex-aluno, Filipe é, mesmo que informalmente, nosso Colega na Universidade, além de um caríssimo amigo dentro e fora dela. Todas essas virtudes, como dissemos, estão refletidas na obra ora prefaciada. Como é de conhecimento de todos os que se aventuram no estudo do processo civil, o tema escolhido – limites objetivos da coisa julgada - não poderia ser mais desafiador. Trata-se de assunto clássico, mas sempre atual, que passou por relevantíssima mudança com o advento do Código de Processo Civil de 2015. Como costuma ocorrer com temas clássicos, a bibliografia disponível a respeito da coisa julgada é verdadeiramente inesgotável. São inúmeros os livros, artigos e verbetes de consulta obrigatória para quem deseja estudar o tema de forma séria, o que torna grande o desafio de escrever uma monografia a seu respeito. O desafio, porém, foi cumprido com maestria por Filipe: a leitura do trabalho demonstra o desenvolvimento de pesquisa ampla e profunda a respeito da coisa julgada, com análise exauriente da doutrina nacional e estrangeira, clássica e contemporânea, a respeito do tema. Chama a atenção, ainda, a desenvoltura com a qual o trabalho trata de outros institutos além de seu objeto central, sempre que necessário para desenvolver algum aspecto relevante referente aos limites objetivos da coisa julgada: temas como objeto do processo, princípio da demanda, litisconsórcio e prejudicialidade são abordados de forma precisa e profunda, com base em excelente pesquisa. O trabalho foi estruturado em cinco capítulos. No primeiro deles, o autor estabelece premissas a respeito da coisa julgada, necessárias para que, adiante, possa tratar de seus limites objetivos. São analisadas, assim, as mais relevantes teorias já desenvolvidas para explicar a coisa julgada, justificando, o autor, sua adesão às ideias de Barbosa Moreira. Ainda no primeiro capítulo, Filipe expõe algumas noções fundamentais a respeito da distinção entre coisa julgada formal e material, sobre seus efeitos positivos e negativos e, ainda, sobre seus limites subjetivos. Já no segundo capítulo, o livro trabalha a relação – essencial para o entendimento do tema – entre demanda, objeto do processo, objeto da decisão e coisa julgada. Assim, após revisitar a forma pela qual os limites objetivos da coisa julgada eram tratados nos Código de Processo Civil de 1939 e 1973, o autor demonstra que, no sistema atualmente vigente, há um duplo regime em relação aos requisitos necessários à formação da coisa julgada, que varia conforme se trate de elementos analisados na decisão de mérito em caráter principal (“regime comum”) ou em caráter incidental (“regime especial”). Cada um desses regimes, então, é analisado nos dois capítulos seguintes: no terceiro capítulo, é estudada a coisa julgada em seu regime comum, ou seja, a coisa julgada que se forma sobre o julgamento das demandas deduzidas pelas partes. Já no quarto capítulo, são estudados os requisitos necessáriosà formação da coisa julgada sobre as questões prejudiciais incidentais, que constituem seu regime especial. Finalmente, o quinto e último capítulo é dedicado a estudar aquilo que Filipe denomina de “operatividade” da coisa jugada sobre a questão prejudicial incidental. Primeiramente, examina a competência para a decisão a respeito da formação de coisa julgada no regime especial, bem como a forma por meio da qual deve ocorrer a referida decisão. Em seguida, o autor desenvolve as projeções da coisa julgada formada sobre as questões prejudiciais incidentais sobre os demais aspectos da coisa julgada, buscando explicar como atuam, neste caso, suas funções negativa e positiva, sua eficácia preclusiva e seus limites subjetivos. Em que pese a qualidade de todo o livro, não poderíamos deixar de destacar que, a nosso ver, é nestes últimos tópicos que reside a maior das contribuições do trabalho, que desenvolve de forma verdadeiramente inédita, e com admirável criatividade, as referidas projeções. Com todos estes predicados, não foi surpresa que a dissertação ora vertida em livro tenha sido aprovada com distinção em banca formada por estes dois prefaciadores, e pelos professores Heitor Vitor Sica e Clarisse Frechiani Lara Leite, autores de importantes trabalhos a respeito dos temas aqui abordados. A bem da verdade, como manifestaram alguns dos membros da banca naquela ocasião, o trabalho é uma das melhores dissertações que já tivemos a oportunidade de examinar. Por todas essas razões, parabenizamos Filipe e a Editora Toth pela publicação, que certamente deverá se tornar referência obrigatória no estudo da coisa julgada entre nós. Trata-se, como verá o leitor, de obra fundamental para a compreensão de um tema fundamental. A melhor notícia, porém, é que este é apenas o primeiro livro publicado por Filipe, que recentemente ingressou no Programa de Pós- Graduação em Direito Processual da Universidade de São Paulo para cursar o Doutorado. Considerando todas as qualidades do presente trabalho, e as características pessoais do prefaciado, podemos afirmar que são grandes as expectativas com o que está por vir. Marcelo Abelha Rodrigues Thiago Ferreira Siqueira Professores de Direito Processual Civil nos cursos de Graduação e Mestrado da Universidade Federal do Espírito Santo. SUMÁRIO SOBRE O AUTOR .......................................................................................................7 NOTA DO AUTOR E AGRADECIMENTOS .....................................................9 APRESENTAÇÃO .....................................................................................................11 PREFÁCIO ..................................................................................................................15 INTRODUÇÃO ..........................................................................................................25 CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES ACERCA DA COISA JULGADA ..31 1.1 Introdução, limites e objetivos do capítulo ........................................................31 1.2 Coisa julgada: em busca de elementos para uma definição .............................32 1.2.1 Teorias materiais .................................................................................................33 1.2.2 O deslocamento do estudo da coisa julgada do direito material para o processual ......................................................................................................................38 1.2.3 Teorias processuais .............................................................................................39 1.2.4 Coisa julgada como eficácia da declaração .....................................................41 1.2.5 A teoria de Enrico Tullio Liebman: a separação entre a coisa julgada e a eficácia da sentença ......................................................................................................44 1.2.6 Críticas de Enrico Allorio..................................................................................48 1.2.7 Crítica de Barbosa Moreira e sua proposta para aperfeiçoamento da definição: a coisa julgada como imutabilidade do conteúdo da sentença ...........50 1.2.8 A crítica de Ovídio Baptista e o diálogo com Barbosa Moreira..................52 1.2.9 Balanço das concepções de Ovídio Baptista e Barbosa Moreira ................53 1.3 Adesão à teoria de Barbosa Moreira, definição de coisa julgada, coisa julgada material e suas funções ................................................................................................55 1.3.1 A coisa julgada é um fenômeno de direito processual..................................55 1.3.2 A coisa julgada é uma situação jurídica ...........................................................57 1.3.3 Coisa julgada material e coisa julgada formal .................................................61 1.3.4 Funções negativa e positiva da coisa julgada ..................................................67 1.4 Limites subjetivos da coisa julgada .....................................................................71 CAPÍTULO II O DUPLO REGIME DE FORMAÇÃO DA COISA JULGADA NO CPC/2015 E SUA RELAÇÃO COM O ENCADEAMENTO LÓGICO ENTRE A DEMANDA E OS LIMITES OBJETIVOS DA COISA JULGADA...............81 2.1 Introdução, limites e objetivos do capítulo ........................................................81 2.2 Primeira aproximação: demanda, objeto do processo, objeto da decisão ou do julgamento, conteúdo da decisão e limites objetivos ..............................................82 2.3 Limites objetivos da coisa julgada: do CPC/1939 ao CPC/2015 ..................85 2.3.1 A confusa disciplina dos limites objetivos no CPC/1939 ............................85 2.3.2 A precisão do CPC/1973 e o fim da controvérsia ........................................88 2.3.2.1 A ação declaratória incidental no CPC/1973..............................................89 2.3.3 O duplo regime de formação da coisa julgada no CPC/2015 ....................92 2.4 Demanda, dispositivo decisório e coisa julgada ................................................94 2.4.1 Regra da congruência: correlação entre a demanda e a decisão de mérito 96 2.4.2 Objeto da decisão de mérito e limites objetivos da coisa julgada no regime comum: a coisa julgada recai sobre o dispositivo independentemente de sua incongruência ............................................................................................................ 103 2.4.2.1 Excurso: ainda assim, a importância da demanda e da vontade das partes para os limites objetivos da coisa julgada................................................................109 2.4.3 Objeto da decisão de mérito e coisa julgada: a quebra da relação entre dispositivo decisório e os limites objetivos da coisa julgada .............................. 111 CAPÍTULO III CONTEÚDO DA DEMANDA E LIMITES OBJETIVOS DA COISA JULGADA NO REGIME COMUM ................................................................... 121 3.1 Introdução limites e objetivos do capítulo ..................................................... 121 3.2 Identificação da demanda e do objeto do processo: critérios para delimitação do objeto de julgamento .................................................................................................. 122 3.2.1 Tríplice identidade, elementos objetivos da demanda e objeto do processo.......................................................................................................................126 3.2.2 Objeto do processo e objeto da cognição do juiz ...................................... 127 3.2.3 Objeto do processo e pretensão processual: pedido identificado pela causa de pedir ....................................................................................................................... 133 3.2.4 Pedido ................................................................................................................ 141 3.2.5 Causa de pedir ..................................................................................................149 3.2.5.1 Causa de pedir: entre a substanciação e a individualização .................... 151 3.2.5.2 Causa de pedir, substanciação e a indisponibilidade do direito objetivo..158 3.2.5.3 Causa de pedir, iura novit curia e a relatividade dos fatos essenciais .......160 3.2.5.4 Causa de pedir e limites objetivos da coisa julgada em seu regime comum de formação.................................................................................................................166 3.2.6 Da (ir)relevância da defesa na delimitação do objeto do processo .......... 167 3.2.7 Objeto do processo e sua estrutura mínima................................................ 184 3.3 Limites objetivos e eficácia preclusiva da coisa julgada ................................ 189 3.4 Conclusão parcial: limites objetivos da coisa julgada no regime comum ... 202 CAPÍTULO IV REGIME ESPECIAL: LIMITES OBJETIVOS E PRESSUPOSTOS DE FORMAÇÃO DA COISA JULGADA SOBRE A RESOLUÇÃO DE QUESTÕES PREJUDICIAIS INCIDENTAIS ................................................. 205 4.1 Introdução, objetivos e limites do capítulo ..................................................... 205 4.2 Regime especial: críticas à rigidez do sistema do CPC/1973 e a experiência estrangeira ................................................................................................................. 206 4.2.1 A crítica ao pensamento de Chiovenda e à coisa julgada limitada ao dispositivo decisório ................................................................................................. 207 4.2.2 A experiência estadunidense da issue preclusion ........................................ 212 4.2.3 Síntese conclusiva ............................................................................................ 225 4.3 Regime especial: considerações preliminares ................................................. 227 4.3.1 Requisitos da formação da coisa julgada ou de validade da decisão? ...... 227 4.3.2 Eficácia da solução de questões incidentais e coisa julgada ...................... 230 4.3.2.1 Questões incidentais e eficácia constitutiva................................................233 4.3.2.2 Questões incidentais e eficácia condenatória............................................244 4.3.2.3 Da exequibilidade da declaração incidental................................................245 4.3.2.4 Síntese: questões incidentais e eficácia da decisão....................................246 4.4 Panorama geral dos requisitos .......................................................................... 248 4.4.1 A segurança jurídica como cânone interpretativo: cognoscibilidade, confiabilidade e calculabilidade do regime especial de formação da coisa julgada..........................................................................................................................249 4.5 Requisitos intrínsecos ......................................................................................... 256 4.5.1 Prejudicialidade jurídica: a questão prejudicial ............................................ 257 4.5.2 Questão incidental: ausência de pedido (mesmo implícito)......................... 275 4.5.3 Decisão expressa: negação do julgado implícito ......................................... 279 4.5.4 Questão de cuja resolução dependa o mérito (art. 503, §1º, I) ................. 289 4.5.5 Questão prejudicial autônoma: a aptidão para ser objeto de um processo.297 4.5.5.1 Coisa julgada sobre questão preponderantemente de fato ou de direito..300 4.6 Requisitos extrínsecos ........................................................................................ 311 4.6.1 Questão sobre a qual tenha havido contraditório prévio e efetivo em processo em que não tenha havido revelia (art. 503, §1º, II) ............................. 312 4.6.1.1 Questão afirmada por uma das partes sobre a qual tenha havido contraditório prévio e efetivo...................................................................................312 4.6.1.2 Matérias cognoscíveis de ofício e o cumprimento do requisito do art. 503, §1º, II, do CPC/2015.................................................................................................326 4.6.1.3 Ausência de revelia (art. 503, §1º, II)..........................................................331 4.6.1.4 Síntese conclusiva e proposta para exame do requisito: resistência na primeira oportunidade................................................................................................335 4.6.2 Competência para solução da questão incidental como se “principal” fosse (art. 503, §1º, III) ....................................................................................................... 336 4.6.3 Impossibilidade de formação de coisa julgada sobre questões prejudiciais incidentais cuja análise tenha sido impedida, em sua plenitude, por restrições probatórias ou limitações à cognição ..................................................................... 339 4.7 Excurso: reflexos do regime especial sobre o sistema processual ............... 350 4.7.1 A ação declaratória incidental persiste no CPC/2015? .............................. 350 4.7.2 Regime especial e relações entre demandas: um olhar sobre o conflito prático entre decisões estáveis ................................................................................. 352 4.7.3 Regime especial e interesse recursal .............................................................. 359 4.7.4 Regime especial e litisconsórcio necessário ................................................. 366 4.8 Conclusões parciais ............................................................................................ 382 CAPÍTULO V OPERATIVIDADE DA COISA JULGADA SOBRE QUESTÃO PREJUDICIAL INCIDENTAL: EXAME DE SUA FORMAÇÃO E OBJEÇÃO DE COISA JULGADA ..................................................................... 385 5.1 Introdução, limites e objetivos do capítulo ..................................................... 385 5.2 Regime especial e uma necessária releitura da atuação da coisa julgada .... 386 5.2.1 Funções negativa, positiva e eficácia preclusiva da coisa julgada ............. 386 5.3 A objeção de coisa julgada: a coisa julgada como fato jurídico ................... 388 5.4 Competência e forma do exame da formação de coisa julgada no regime especial ........................................................................................................................ 395 5.4.1 Dinâmica da objeção de coisa julgada ou de sua suscitação de ofício.......407 5.5 O exame da existência de coisa julgada no regime especial: conteúdo ...... 421 5.5.1 Limites objetivos da coisa julgada sobre questão incidental ..................... 424 5.5.1.1 Limites objetivos no regime especial e função negativa da coisa julgada..430 5.5.1.2 Limites objetivos no regime especial: eficácia preclusiva da coisa julgada, função negativa e positiva.........................................................................................432 5.5.2 Coisa julgada sobre questão prejudicial incidental e limites subjetivos da coisa julgada ............................................................................................................... 445 5.6 Coisa julgada sobre questões prejudiciais incidentais e ação rescisória ...... 450 CONCLUSÕES ........................................................................................................ 459 BIBLIOGRAFIA ...................................................................................................... 465 INTRODUÇÃO O objetivo deste trabalho é analisar o regime especial de formação da coisa julgada no Código de Processo Civil de 2015. Para tanto, explicita-se, desde já, o corte metodológico que restringe esta pesquisa ao estudo das decisões de mérito proferidas no módulo cognitivo do processo civil individual e contencioso. Põem- se de fora, portanto, considerações acerca de decisões de inadmissão da demanda; as proferidas na execuçãoou no cumprimento de sentença; no processo penal; em processos de natureza coletiva; em controle abstrato de constitucionalidade; e em sede de jurisdição voluntária. A análise da intersecção do regime especial com cada um desses temas demandaria a prévia incursão em peculiaridades que mereceriam estudos monográficos, sob pena de muito se perder em profundidade e objetividade. O estudo do tema deste trabalho deve partir, necessariamente, do confronto entre a ambiguidade do Código de Processo Civil de 1939 e a precisão do Código de Processo Civil de 1973. Uma das pretensões de Buzaid era um código com rigor científico capaz de superar as polêmicas havidas sob o CPC/1939, dentre as quais se destacava, justamente, a que recaiu sobre os limites objetivos da coisa julgada. Para alcançar esse objetivo, o CPC/1973 restringiu, de forma clara, a coisa julgada ao dispositivo das decisões de mérito, consagrando, na lei, o pensamento de Chiovenda1. Essa opção legislativa, porém, permitia que todos os fundamentos decisórios fossem novamente examinados em processos futuros, mesmo quando, por sua estrutura e relação com o dispositivo, constituíssem-se em questões prejudiciais daquelas que, por vontade das partes, poderiam ser objeto de uma demanda declaratória incidental2. 1. CHIOVENDA, Giuseppe. Sobre la cosa juzgada. In: Ensayos de derecho procesal civil – T. III. Buenos Aires: EJEA, 1932, p. 203-204. Para a referência à pretensão de Alfredo Buzaid, são conhecidas as palavras da Exposição de Motivos do projeto apresentado em 1972: “Um Código de Processo é uma instituição eminentemente técnica.”. 2. BARBOSA MOREIRA, José Carlos. Limites objetivos da coisa julgada no sistema do novo código civil. Temas de direito processual. São Paulo: Saraiva, 1977, passim; FABRÍCIO, Adroaldo Furtado. A ação declaratória incidental. Rio de Janeiro: Forense, 1976, p. 92-93. COISA JULGADA SOBRE QUESTÕES PREJUDICIAIS limites objetivos e subjetivos 24 O passar dos anos fez acumularem-se críticas à restrição da coisa julgada ao dispositivo, construindo-se, especialmente a partir do sistema processual dos Estados Unidos da América, propostas ampliativas3 que, ao fim, inspiraram a disciplina dos limites objetivos no CPC/2015. A partir da comparação com o CPC/1973, pode-se chamar de especial o regime de formação da coisa julgada previsto no art. 503, §§1º e 2º, do CPC/2015: recai sobre um objeto distinto – as questões prejudiciais solucionadas na motivação da decisão – e apenas quando presentes requisitos específicos. A coisa julgada, segundo a disciplina do CPC/2015, forma-se, portanto, segundo dois regimes diferentes: o comum – cujos contornos são os mesmos desde o CPC/1973 – e o especial. Dentre diferentes caminhos teóricos pelos quais se poderia explicar o regime especial, optou-se por seu estudo à luz da teoria do objeto do processo, o que se justifica ante a percepção de que, ao contrário do que defendem muitos processualistas4 e do que possa indicar um exame superficial, a formação da coisa julgada sobre a solução de questões prejudiciais, por não corresponder a um pedido (uma demanda), não amplia o objeto do processo ou o objeto da decisão5. A inovação, portanto, constitui-se em uma quebra do encadeamento lógico que ligava a demanda à decisão e aos limites objetivos da coisa julgada, o que, se não é uma novidade absoluta, era muito raro antes do CPC/2015. A adoção dessa premissa decorre de duas teses de doutorado, principais influências deste trabalho. A primeira, de Bruno Vasconcelos 3. É célebre o ensaio de Taruffo em que se põe a criticar o pensamento de Chiovenda e louvar o sistema dos EUA (TARUFFO, Michelle. “Collateral estoppel” e giudicato sulle questioni - p. I. In: Rivista di diritto processuale, vol. XXVI. Padova: CEDAM, 1971; TARUFFO, Michelle. “Collateral estoppel” e giudicato sulle questioni - parte II. In: Rivista di diritto processuale, vol. XXVII, s. II, Padova: CEDAM, 1972). Embora não cuide especificamente do sistema brasileiro, esse ensaio muito influenciou o modo como as críticas se construíram no Brasil e, mais recentemente, na própria interpretação da inovação legislativa. No Brasil, veja-se, com proveito: CABRAL, Antonio do Passo. Coisa julgada e preclusões dinâmicas: entre continuidade, mudança e transição de posições processuais estáveis. 3. ed. Salvador: JusPodivm, 2018, p. 184 e ss. 4. É o que defendem, a partir de diferentes premissas, duas relevantes monografias, versões comerciais de teses de doutoramento, que tomaram o regime especial de formação da coisa julgada como objeto: SILVA, Ricardo Alexandre da. A nova dimensão da coisa julgada. São Paulo: Thomson Reuters Brasil, 2019, p. 227-230; CAVALCANTI, Marcos de Araújo. Coisa julgada & questões prejudiciais: limites objetivos e subjetivos. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2019, p. 379-380. 5. Isso foi bem percebido por Dinamarco (DINAMARCO, Cândido Rangel. Instituições de direito processual civil - vol. III. 8ª ed., São Paulo: Malheiros, 2019, n. 1.142, p. 293), que tanto contribuiu para a compreensão do objeto do processo em seu artigo, que é referência no tema: DINAMARCO, Cândido Rangel. O conceito de mérito em processo civil. In: Fundamentos do processo civil moderno - Vol. I. 5ª ed., São Paulo: Malheiros, 2002, p. 232-273. 25 • FILIPE RAMOS OLIVEIRA Carrilho Lopes6, antecipou boa parte das discussões que surgiram com o regime especial no CPC/2015 e representa um primeiro olhar à possibilidade de formação de coisa julgada sobre a solução de questões na motivação. A segunda, de Thiago Ferreira Siqueira7, é posterior ao novo código e firmou as bases para a compreensão da interação entre o objeto do processo, a prejudicialidade entre questões e o regime especial. Não se trata de uma opção arbitrária, senão da percepção de que é a melhor forma de compatibilizar o princípio dispositivo – o conjunto de garantias da liberdade dos sujeitos antes, durante e depois do processo8 – e a eficiência que se quer imprimir ao sistema com a ampliação da área coberta pela coisa julgada. Isso porque, voltando-se o regime especial à imutabilização de questões que não correspondem, senão indiretamente, aos pedidos formulados, essa inovação legislativa acaba por reduzir o controle que as partes exercem sobre os destinos do processo e, particularmente, sobre os limites objetivos da coisa julgada. Some-se a isso a criação de uma série de requisitos cumulativos como pressupostos da formação de coisa julgada no regime especial e, com clareza, percebe-se que o CPC/2015 impõe séria insegurança aos limites da coisa julgada9, não se podendo antecipar quais serão, no momento em que se ajuíza uma demanda. Essa incerteza no ato de ajuizamento prolonga-se, de forma inevitável, durante todo o processo e projeta-se para além dele, reproduzindo-se nos processos futuros, em que existência de coisa julgada sobre um determinado elemento constitua questão essencial para o julgamento do mérito, seja porque o impede, seja porque influencia seu conteúdo. Segundo se pretende demonstrar, toda essa incerteza pode ser contrabalanceada pela percepção de que a formação de coisa julgada sobre questões prejudiciais incidentais é um subproduto do processo judicial, que continua preordenado à produção de uma resposta aos pedidos das partes, isto é, à apreciação do mérito10. 6. LOPES, Bruno Vasconcelos Carrilho. Limites objetivos e eficácia preclusiva da coisa julgada. São Paulo: Saraiva, 2012. 7. SIQUEIRA, Thiago Ferreira. Limites objetivos da coisa julgada: objeto do processo e questões prejudiciais. Salvador: Juspodivm, 2020. 8. A influência, nesse ponto, é de Rodrigo Ramina de Lucca, que tratou do princípio dispositivo em sua tese de doutoramento: LUCCA, Rodrigo Ramina de. Disponibilidade processual: a liberdade das partes no processo. São Paulo: Thomson Reuters Brasil, 2019. 9. Preocupação que se vê muito claramente em: LUCCA, Rodrigo Ramina de. Os limites objetivosda coisa julgada no novo código de processo civil. In: Revista de processo, vol. 252, São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016, p. 79-110. 10. LOPES, Bruno Vasconcelos Carrilho. O conteúdo da sentença e os limites objetivos e subjetivos da sua eficácia e da coisa julgada. In: Estudos de direito processual civil em homenagem COISA JULGADA SOBRE QUESTÕES PREJUDICIAIS limites objetivos e subjetivos 26 Três são, por isso, os objetivos deste trabalho: (a) confirmar a premissa de que o regime especial não se explica como uma ampliação do objeto do processo e da decisão; (b) conferir uma interpretação segura aos requisitos de formação da coisa julgada no regime especial, recuperando o valor do princípio dispositivo como garantia de segurança; (c) estudar a forma como o exame da formação de coisa julgada sob o regime especial se insere em processos futuros. Para atingir esses objetivos, o trabalho é dividido em cinco capítulos. No Capítulo I, reconstruiu-se a definição de coisa julgada, suas funções e limites subjetivos, tomando por guias a monografia de Liebman11, seus desdobramentos, as críticas e os aprimoramentos que sofreu, especialmente, a partir dos estudos de Barbosa Moreira12. Este capítulo, ao fim, é uma justa homenagem a esses gigantes, ombreados por Dinamarco, Celso Neves, Ovídio Baptista, Ada Pellegrini Grinover e Botelho de Mesquita. No Capítulo II, após relembrar a disciplina dos limites objetivos da coisa julgada nos Códigos de Processo Civil de 1939 e 1973, estudou-se a relação entre o duplo regime criado pelo CPC/2015 e a regra da congruência, buscando-se firmar e confirmar a premissa de que o regime especial não se explica como uma ampliação do objeto do processo ou da decisão. No Capítulo III, foi traçada a definição do objeto do processo, algo essencial a partir das premissas fixadas neste trabalho, afinal, a adoção de teorias mais amplas ou mais restritas quanto àquele resultam, inversamente, em uma redução ou aumento da massa de questões cuja solução pode se sujeitar ao regime especial. É, também, a partir das ideias firmadas a respeito da identificação das demandas segundo o pedido e a causa de pedir que, ao fim, buscou-se um critério seguro para que o mesmo se faça com a solução de uma questão prejudicial. No Capítulo IV, foram analisados em detalhes os requisitos da formação de coisa julgada no regime especial, sempre à luz do princípio da segurança jurídica e do princípio dispositivo, fazendo-se, também, uma breve comparação com o sistema estadunidense do issue preclusion e, ao fim, um apanhado de alguns reflexos do regime especial sobre o sistema processual. ao Professor José Rogério Cruz e Tucci. Coord: YARSHELL, Flávio Luiz [et al.]. Salvador: Jus Podivm, 2018, p. 93; SIQUEIRA, Thiago Ferreira. Limites objetivos da coisa julgada..., p. 385- 386; DINAMARCO, Cândido Rangel. Capítulos de sentença. 7ª ed., São Paulo: Malheiros, 2021, p. 39. 11. Consultada para este trabalho, em sua segunda edição, na tradução de Alfredo Buzaid e Benvindo Aires, com comentários de Ada Pellegrini Grinover: LIEBMAN, Enrico Tullio. Eficácia e autoridade da sentença e outros escritos sobre a coisa julgada. 2. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1981. 12. Particularmente: BARBOSA MOREIRA, José Carlos. Ainda e sempre a coisa julgada. In: Direito processual civil (ensaios e pareceres). Rio de Janeiro: Borsoi, 1971, p. 133-146. 27 • FILIPE RAMOS OLIVEIRA No Capítulo V, estudou-se a forma como a coisa julgada opera sobre processos do futuro, abordagem feita à luz da objeção de coisa julgada e seu objeto, com a atenção voltada ao regime especial e suas peculiaridades. Enfrentaram-se não apenas as dúvidas em relação a quem incumbe o exame do cumprimento dos requisitos do regime especial, mas, notadamente, os limites objetivos que confinam a solução de uma questão prejudicial, sua articulação com a eficácia preclusiva da coisa julgada, com os limites subjetivos de sua eficácia e da própria coisa julgada. BIBLIOGRAFIA ABELHA, Marcelo. Manual de direito processual civil. 6ª ed., Rio de Janeiro: Forense, 2016 ABELHA, Marcelo. Manual de execução civil. 7ª ed., Rio de Janeiro: Forense, 2019 ALLORIO, Enrico. La cosa giudicatta rispetto ai terzi. Milano: Giuffrè, 1935 ALVES, Gustavo Silva. Ações coletivas e casos repetitivos: a vinculação das decisões no processo coletivo. Salvador: Juspodivm, 2018 ALVIM, Arruda. Manual de direito processual civil - vol. 2: processo de conhecimento. 11ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2007 ALVIM, Arruda. Manual de direito processual civil [livro eletrônico]: teoria geral do processo e processo de conhecimento. 3ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2019 ALVIM, Arruda; ALVIM, Thereza; ALVIM, Eduardo Arruda; SOUZA, James J. Martins de. Código do consumidor comentado e legislação correlata. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1991 AMARAL, Francisco. Direito civil: introdução. 6ª ed., Rio de Janeiro: Renovar, 2006 AMARAL SANTOS, Moacyr. Da reconvenção do direito brasileiro. 4ª ed., São Paulo: Max Limonand, 1973 AMARAL SANTOS, Moacyr. Primeiras linhas de direito processual civil - vol. 3. 10 ed., São Paulo: Saraiva, 1989 AMERICANO, Jorge. Comentários ao código de processo civil do Brasil - 1º Vol. - arts. 1 a 290. São Paulo: Saraiva. 1940 AMORIM FILHO, Agnelo. Critério científico para distinguir a prescrição da decadência e para identificar as ações imprescritíveis. In: Revista Forense Comemorativa – 100 anos, t. 5. BARBOSA MOREIRA, José Carlos (Coord.). Rio de Janeiro: Forense, 2006, 97-136 ARAGÃO, Egas Dirceu Moniz de. Sentença e coisa julgada. Rio de Janeiro: Aide, 1992 COISA JULGADA SOBRE QUESTÕES PREJUDICIAIS limites objetivos e subjetivos 464 ARAGÃO, Egas Dirceu Moniz de. Comentários ao código de processo civil: lei nº 5.689, de 11 de janeiro de 1973 - vol. II: arts. 154-269. Brasília: Forense, 1974 ARAGÃO, Egas Dirceu Moniz de. Comentários ao código de processo civil - vol. II arts. 154-269. 10ª ed., Rio de Janeiro: Forense, 2005 ARAÚJO, José Aurélio de. Cognição sumária, cognição exaustiva e coisa julgada. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2017 ARENHART, Sérgio Cruz. Reflexões sobre o princípio da demanda. In: Processo e Constituição: estudos em homenagem a José Carlos Barbosa Moreira. FUX, Luiz; et. al. (Coord.) São Paulo: RT, 2006, p. 587-603. ARIETA, Giovanni; DE SANTIS, Francesco; MONTESANO, Luigi. Corso base di diritto processuale civile. 2. Ed., Milano: CEDAM, 2005 ARRUDA ALVIM, Teresa. Distinção entre questão de fato e questão de direito para fins de cabimento de recurso especial. In: Revista de processo, vol. 92. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1998, p. 52-70. ALVIM, Teresa Arruda; MEDINA, José Miguel Garcia. O dogma da coisa julgada: hipóteses de relativização. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2003 ARRUDA ALVIM, Teresa. Nulidades do processo e da sentença [livro eletrônico]. 3ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2019 ARRUDA ALVIM, Teresa; CONCEIÇÃO, Maria Lúcia Lins. Ação rescisória e querela nullitatis: semelhanças e diferenças [livro eletrônico]. São Paulo: Thomson Reuters Brasil, 2019 ASSIS, Araken. Cumulação de ações [livro eletrônico]. 5ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2019 ASSIS, Araken de. Reflexões sobre a eficácia preclusiva da coisa julgada. In: Revista da AJURIS, n. 44, Porto Alegre, 1988, p. 25-44 ASSIS, Araken de. Eficácia civil da sentença penal. 2ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2000 ASSIS, Araken de. Breve contribuição ao estudo da coisa julgada nas ações de alimentos. In: Doutrina e prática do processo civil contemporâneo. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001 ASSIS, Araken de. Processo civil brasileiro – vol. I – parte geral: fundamentos e distribuição dos conflitos. 2ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016 AUFIERO, Mario Vitor. Questões prejudiciais e coisa julgada. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2019 BADARÓ, Gustavo Henrique. Correlação entre acusação e sentença [livro eletrônico]. 4 ed.,São Paulo: Thomson Reuters Brasil, 2019 465 • FILIPE RAMOS OLIVEIRA BADARÓ, Gustavo Henrique. Epistemologia judiciária e prova penal. São Paulo: Thomson Reuters Brasil, 2019, p. 132-135 BARBI, Celso Agrícola. Ação declaratória principal e incidente. 4ª. ed., Rio de Janeiro: Forense, 1976 BARBOSA MOREIRA, José Carlos. Questões prejudiciais e coisa julgada. Rio de Janeiro: Borsoi, 1967 BARBOSA MOREIRA, José Carlos. O juízo de admissibilidade no sistema dos recursos civis. In: Revista de Direito da Procuradoria Geral. Rio de Janeiro, 1968, p. 76-222 BARBOSA MOREIRA, José Carlos. Ação declaratória e interesse. In: In: Direito processual civil (ensaios e pareceres). Rio de Janeiro: Borsoi, 1971, p. 9-20 BARBOSA MOREIRA, José Carlos. Ainda e sempre a coisa julgada. In: Direito processual civil (ensaios e pareceres). Rio de Janeiro: Borsoi, 1971, p. 133-146. BARBOSA MOREIRA, José Carlos. Coisa julgada: extensão subjetiva; litispendência; ação de nulidade de patente. In: Direito processual civil (ensaios e pareceres). Rio de Janeiro: Borsoi, 1971, p. 273-293 BARBOSA MOREIRA, José Carlos. A eficácia preclusiva da coisa julgada no sistema do processo civil brasileiro. In: Direito processual civil (ensaios e pareceres). Rio de Janeiro: Borsoi, 1971, p. 97-109 BARBOSA MOREIRA, José Carlos. Coisa julgada e declaração. In: Temas de direito processual - São Paulo: Saraiva, 1977 BARBOSA MOREIRA, José Carlos. Reflexões críticas sobre uma teoria da condenação civil. In: Temas de direito processual - São Paulo: Saraiva, 1977 BARBOSA MOREIRA, José Carlos. Limites objetivos da coisa julgada no sistema do novo código civil. Temas de direito processual. São Paulo: Saraiva, 1977 BARBOSA MOREIRA, José Carlos. Eficácia da sentença e autoridade da coisa julgada. In: Temas de direito processual: terceira série. São Paulo: Saraiva, 1984 BARBOSA MOREIRA, José Carlos. Ação rescisória: objeto do pedido de rescisão. In: Temas de direito processual: terceira série. São Paulo: Saraiva, 1984, p. 137-143 BARBOSA MOREIRA, José Carlos. Item do pedido sobre o qual não houve decisão - possibilidade de reiteração noutro processo. In: Temas de direito processual: segunda série. 2ª ed., São Paulo: Saraiva, 1988 BARBOSA MOREIRA, José Carlos. O problema da “divisão de trabalho” entre juiz e partes: aspectos terminológicos. In: Temas de direito processual: quarta série. São Paulo: Saraiva, 1989 COISA JULGADA SOBRE QUESTÕES PREJUDICIAIS limites objetivos e subjetivos 466 BARBOSA MOREIRA, José Carlos. Conteúdo e efeitos da sentença: variações sobre o tema. In: Temas de direito processual: quarta série. São Paulo: Saraiva, 1989 BARBOSA MOREIRA, José Carlos. Correlação entre o pedido e a sentença. In Revista de Processo, vol. 83. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1996, p. 207-215 BARBOSA MOREIRA, José Carlos. O que deve e o que não deve figurar na sentença. In: Temas de direito processual - oitava série. São Paulo: Saraiva, 2004 BARBOSA MOREIRA, José Carlos. Tutela de urgência e efetividade do direito. In: Temas de direito processual: oitava série. São Paulo: Saraiva, 2004 BARBOSA MOREIRA, José Carlos. Comentários ao código de processo civil, vol. V: arts. 476 a 565. Rio de Janeiro: Forense, 2006 BARBOSA MOREIRA, José Carlos. Considerações sobre a chamada relativização da coisa julgada material. In: Temas de direito processual civil: nona série. São Paulo: Saraiva. 2007, p. 235-265 BARBOSA MOREIRA, José Carlos. O novo processo civil brasileiro. 28ª ed., Rio de Janeiro: Forense, 2010 BARIONI, Rodrigo. Ação rescisória e recursos para os tribunais superiores. 2ª ed., Sâo Paulo: Revista dos Tribunais, 2013 BEDAQUE, José Roberto dos Santos. Os elementos objetivos da demanda à luz do contraditório. In: Causa de pedir e pedido no processo civil: questões polêmicas. CRUZ E TUCCI, José Rogério; BEDAQUE, José Roberto dos Santos (Coord.). São Paulo: Revista dos Tribunais. 2002 BEDAQUE, José Roberto dos Santos. Efetividade do processo e técnica processual. 3ª ed., São Paulo: Malheiros, 2010 BEDAQUE, José Roberto dos Santos. Direito e processo: influência do direito material sobre o processo. 6ª ed., São Paulo: Malheiros, 2011 BENEDUZI, Renato Resende. De concurrentibus actionibus e o concurso de demandas. Dissertação [Mestrado em Direito Processual] - Faculdade de Direito, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011 BENEDUZI, Renato Rezende. Comentários ao código de processo civil – vol. II [livro eletrônico]. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016 BETTI, Emilio. Cosa giudicata e ragione fatta valere in giudizio. In: Rivista del diritto commerciale e del diritto generale delle obbligazioni. vol. XXVII, parte I, Milano: Casa Editrice Dottor Francesco Vallardi, 1929 BONATO, Giovanni. Algumas considerações sobre coisa julgada no novo código de processo civil brasileiro: limites objetivos e eficácia preclusiva. In: Revista de processo comparado, vol. 2. São Paulo: Revista dos tribunais, 2015, p. 121-143. 467 • FILIPE RAMOS OLIVEIRA BONDIOLI, Luiz Guilherme Aidar. Reconvenção no processo civil. São Paulo: Saraiva, 2009 BONDIOLI, Luiz Guilherme Aidar. Comentários ao código de processo civil – vol. XX. 2ª ed., São Paulo: Saraiva, 2017 BONOMO JR., Aylton; ZANETI JR., Hermes. Mandado de segurança individual e coletivo. Salvador: Juspodivm, 2019 BARIONI, Rodrigo. Comentários aos arts. 966 a 975. In: In: WAMBIER, Teresa Arruda Alvim; et. al. (Coord.). Breves comentários ao novo código de processo civil [livro eletrônico]. 2ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016 BOMFIM, Daniela Santos. Comentários aos arts. 430 a 432. In: In: WAMBIER, Teresa Arruda Alvim; et. al. (Coord.). Breves comentários ao novo código de processo civil [livro eletrônico]. 2ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016 BOTELHO DE MESQUITA, José Ignácio. Na ação do consumidor, pode ser inútil a defesa do fornecedor, in: Revista do Advogado, n. 33, 1990 BOTELHO DE MESQUITA, José Ignácio. A coisa julgada. In: Coisa julgada. Rio de Janeiro: Forense, 2004, p. 1-19. BOTELHO DE MESQUITA, José Ignácio. A coisa julgada no código do consumidor. In: Coisa julgada. Rio de Janeiro: Forense, 2004, p. 21-42. BOTELHO DE MESQUITA, José Ignácio. A autoridade da coisa julgada e a imutabilidade da motivação da sentença. In: Teses, estudos e pareceres de processo civil - Vol. 2. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2005 BRAGA NETTO, Felipe Peixoto. Teoria dos ilícitos civis. Belo Horizonte: Del Rey, 2003 BRESOLIN, Umberto Bara. Revelia e seus efeitos. São Paulo: Atlas, 2016 BROWNEWELL, Monica R.. Rethinking the restatement view (again!): Multiple independent holdings and the doctrine of issue preclusion. In: Valparaiso University Law Review, vol. 37. 2003, p. 879-928 BUENO, Cassio Scarpinella. Curso sistematizado de direito processual civil: procedimento comum: ordinário e sumário, vol. 2, t. I. 6ª ed., São Paulo: Saraiva, 2013 BUENO, Cassio Scarpinella. Curso sistematizado de direito processual civil: procedimento comum: ordinário e sumário, vol. 2. 8ª ed., São Paulo: Saraiva, 2019 BUZAID, Alfredo. Do agravo de petição no sistema do código de processo civil. 2ª ed., São Paulo: Saraiva, 1956 BUZAID, Alfredo. A ação declaratória no direito brasileiro. 2ª ed., São Paulo: Saraiva, 1986 COISA JULGADA SOBRE QUESTÕES PREJUDICIAIS limites objetivos e subjetivos 468 CABRAL, Antonio do Passo. Coisa julgada e preclusões dinâmicas: entre continuidade, mudança e transição de posições processuais estáveis. 1.ed., Salvador: Juspodivm, 2013 CABRAL, Antonio do Passo. Comentários aos arts. 502 a 508. In: WAMBIER, Teresa Arruda Alvim; DIDIER JR., Fredie; TALAMINI, Eduardo; DANTAS, Bruno. (Coord.). Breves comentários ao novo código de processo civil [livro eletrônico]. 2ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016 CABRAL, Trícia Navarro Xavier. Ordem pública processual. Brasília: Gazeta Jurídica, 2015 CABRAL, Antonio do Passo. Coisa julgada e preclusões dinâmicas: entre continuidade, mudança e transiçãode posições processuais estáveis. 3. ed. Salvador: Juspodivm, 2018 CALAMANDREI, La senteza civile come mezzo di prova. In: Rivista di diritto processuale civile, vol. 15, p. I. Milano: CEDAM, 1938, p. 108-129 CALAMANDREI, Piero. Verdad y verosimilitud en el proceso. In: Estudios sobre el proceso civil - vol. II. Buenos Aires: EJEA, 1966 CALAMANDREI, Piero. Apuntes sobre la sentencia como hecho juridico. In: Estudios sobre el proceso civil - vol. II. Buenos Aires: EJEA, 1966 CALAMANDREI, Piero. Il conceto di “lite” nel pensiero di Francesco Carnelutti. In: Opere giuridiche – vol. I. Roma: Roma Tre-Press, 2019 CALAMANDREI, Piero. Limiti fra giurisdizione e amministrazione nella sentenza civile. In: Opere giuridiche – vol I. Roma: Roma Tre-press, 2019 CALAMANDREI, Piero. Instituizioni di diritto processuale civile. In: Opere giuridiche – vol. IV, Roma: Roma Tre-press, 2019 CALMON DE PASSOS, José Joaquim. Comentários ao código de processo civil - vol. X, t. I. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1984 CALMON DE PASSOS, José Joaquim. A causa de pedir na ação de investigação de paternidade e o art. 363 do CC. In: Revista de processo, vol. 45. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1987, p. 182-194 CALMON DE PASSOS, José Joaquim. Comentários ao código de processo civil, Lei nº 5.869, de 11 de janeiro de 1973, vol III: arts. 270 a 331. 7ª ed., Rio de Janeiro: Forense, 1994 CÂMARA, Alexandre Freitas. Será o fim da categoria “condições da ação”? Uma resposta a Fredie Didier Junior. In: Revista de processo, n. 197, São Paulo: Revista dos Tribunais, 2011 CÂMARA, Alexandre Freitas. Limites objetivos da coisa julgada no código de processo civil de 2015. In: Revista da EMERJ, v. 20, n. 1. Rio de Janeiro, 2018 469 • FILIPE RAMOS OLIVEIRA CAMBI, Eduardo. Causa de pedir, prova e coisa julgada na ação de investigação de paternidade: apontamentos críticos. In: Revista de processo, vol. 122. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2005, p. 63-79. CAMPOS, Ronaldo Cunha. Limites objetivos da coisa julgada. 2 ed., Rio de Janeiro: Aide, 1988 CANOVA, Augusto Cerino. La domanda giudiziale ed il suo contenuto. In: Commentario del Codice di Procedura Civile, vol. 2, t. I. Diretto da Enrico Allorio. Torino: Utet, 1980 CARNELUTTI, Francesco. Efficacia, autorità e immutabilità della sentenza. In: Rivista di Diritto Processuale Civile, 1935, III, p. 205-214 CARNELUTTI, Francesco. La prueba civil. Buenos Aires: Arayu, 1955 CARNELUTTI, Francesco. Instituciones del processo civil – vol. I. Buenos Aires: EJEA, 1959 CARNELUTTI, Francesco. Sistema de direito processual civil. 1.ed. São Paulo: Classic Book, 2000 CARNEIRO, Athos Gusmão. Intervenção de terceiros. 13. Ed., São Paulo: Saraiva, 2001 CARVALHO, Paulo de Barros. Teoria da norma tributária. 3 ed., São Paulo: Max Limonand, 1998 CASAD, Robert C.; CLERMONT, Kevin M.. Res judicata: a handbook on its theory, doctrine and practice. Durham: Carolina Academic Press, 2001 CAVALCANTI, Marcos de Araújo. Incidente de resolução de demandas repetitivas (IRDR). São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016, p. 193. CAVALCANTI, Marcos de Araújo. Coisa julgada & questões prejudiciais: limites objetivos e subjetivos. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2019 CHIOVENDA, Giuseppe. Sobre la cosa juzgada. In: Ensayos de derecho procesal civil – T. III. Buenos Aires: EJEA, 1932, 193-206. CHIOVENDA, Giuseppe. Cosa juzgada y preclusión In: Ensayos de derecho procesal civil – T. III. Buenos Aires: EJEA, 1932, p. 223-290. CHIOVENDA, Giuseppe. Sobre el litisconsorcio necesario. In: Ensayos de derecho procesal civil – T. III. Buenos Aires: EJEA, 1949, p. 293-328 CHIOVENDA, Giuseppe. Instituições de direito processual civil - vol. I. 2ª ed., São Paulo: Saraiva, 1965 CHIOVENDA, Giuseppe. Instituições de direito processual civil - vol. II. São Paulo: Saraiva, 1965 COISA JULGADA SOBRE QUESTÕES PREJUDICIAIS limites objetivos e subjetivos 470 CIMARDI, Cláudia Aparecida. Proteção processual da posse. 2ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008. CINTRA, Lia Carolina Batista. Assistência no processo civil brasileiro. Dissertação (Mestrado em Direito Processual) - Faculdade de Direito, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012 CINTRA, Lia Carolina Batista. Comentários aos arts. 113 a 118 do CPC/2015. In: Comentários ao código de processo civil. Coord: BUENO, Cassio Scarpinella. São Paulo: Saraiva, 2017 COMOGLIO, Luigi Paolo. Il principio di economia processuale - t. II. Padova: CEDAM, 1982 CONSOLO, Claudio. Oggetto del giudicato e principio dispositivo – dei limiti oggettivi del giudicato constitutivo. In: Rivista trimestrale di diritto e procedura civile. Milano: Giuffré, 1991, p. 215-290. CONSOLO, Claudio. Domanda giudiziale. In: Digesto delle discipline privatistiche: sezione civile, vol. VII. Torino: UTET, 1998 CONSOLO, Claudio. Spiegazioni di diritto processuale civile – vol. I. 11ª ed., Torino: G. Giappichelli Editore, 2017 CONSOLO, Claudio. Spiegazioni di diritto processuale civile – vol. II. 11ª. ed., Torino: G. Giapichelli Editore, 2017 COSTA, Moacyr Lobo da. Confissão e reconhecimento do pedido. Revista da Faculdade de Direito, Universidade de São Paulo, v. 62, n. 2. 1966, p. 167-212 CRUZ E TUCCI, José Rogério. Sobre a eficácia preclusiva da decisão declaratória de saneamento. In: Saneamento do processo: estudos em homenagem ao Prof. Galeno Lacerda. Porto Alegre: Sérgio Antônio Fabris Editor, 1989, p. 275-290. CRUZ E TUCCI, José Rogério. A causa petendi no processo civil. 2ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001 CRUZ E TUCCI, José Rogério Cruz e. Limites subjetivos da eficácia da sentença e da coisa julgada civil. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2007 CRUZ E TUCCI, José Rogério. Comentários ao código de processo civil – vol. VIII: arts. 485 ao 538. 2ª ed., São Paulo: Thomson Reuters Brasil, 2018 CRUZ E TUCCI, José Rogério; AZEVEDO, Luiz Carlos de. Lições de história do processo civil romano. 2 ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2013 CUNHA, Alcides Munhoz da. Comentários ao código de processo civil – vol. 11: do processo cautelar arts. 796 a 812. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001 CUNHA, Leonardo Cordeiro da. Será o fim da categoria “condições da ação”? Uma intromissão no debate travado entre Fredie Didier Junior e Alexandre 471 • FILIPE RAMOS OLIVEIRA Freitas Câmara. In: Revista de processo, n. 198, São Paulo: Revista dos Tribunais, 2011 DAGUANO JR., Oswaldo. Limites objetivos da coisa julgada e litispendência. In: Coisa julgada e outras estabilidades processuais. DIDIER JR., Fredie; et. al. (Coord.). Salvador: Juspodivm, 2018 DENTI, Vittorio. Questioni pregiudiziali: diritto processuale civile. In: Novissimo digesto italiano – vol. XV. Torino: UTET, 1969 DENTI, Vittorio. “Flashes” su accertamento e condanna. In: Rivista di diritto processuale. Padova: CEDAM, 1985, p. 265-277. DIAS, Maria Berenice. Investigação de paternidade e a questão da prova. In: Revista de processo, vol. 95. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1999, p. 97-99 DIDIER JR., Fredie. Será o fim da categoria “condição da ação? Um elogio ao projeto do novo código de processo civil”. In: Revista de processo, n. 197, São Paulo: Revista dos Tribunais, 2011 DIDIER JR., Fredie. Contradireitos, objeto litigioso do processo e improcedência. In: Revista de Processo, vol. 223, São Paulo: Revista dos Tribunais, 2013 DIDIER JR., Fredie. Contradireitos, objeto litigioso e improcedência no CPC- 15. In: Grandes temas do novo cpc, v. 4: improcedência. Coord.: DIDIER JR., Fredie; et. al.. Salvador: Juspodivm, 2015, p. 61-91 DIDIER JR., Fredie. Curso de direito processual civil – vol. I: introdução ao direito processual civil, parte geral e processo de conhecimento. 22ª ed., Salvador: Juspodivm, 2020 DIDIER JR., Fredie; BRAGA, Paula Sarno; OLIVEIRA, Rafael Alexandre. Curso de direito processual civil: teoria da prova, direito probatório, ações probatórias, decisão, precedente, coisa julgada e antecipação dos efeitos da tutela– vol. II. 14 ed., Salvador: Jus Podivm, 2019 DIDIER JR., Fredie; CUNHA, Leonardo Carneiro da. Curso de direito processual civil – vol. III: meios de impugnação às decisões judiciais e processos nos tribunais. 17ª ed., Salvador: Juspodivm, 2020 DINAMARCO, Cândido Rangel. Litisconsórcio. 5ª ed., São Paulo: Malheiros, 1997 DINAMARCO, Cândido Rangel. O conceito de mérito em processo civil. In: Fundamentos do processo civil moderno - Vol. I. 5ª ed., São Paulo: Malheiros, 2002, p. 232-273 DINAMARCO, Cândido Rangel. Polêmicas do processo civil. In: Fundamentos do processo civil moderno – vol. I, 5ª ed., São Paulo: Malheiros, 2002, p. 277-301. DINAMARCO, Cândido Rangel. A função das cortes supremas na américa latina. In: Fundamentos do processo civil moderno – vol. II. 5ª ed., São Paulo: Malheiros, 2002, p. 779-796 COISA JULGADA SOBRE QUESTÕES PREJUDICIAIS limites objetivos e subjetivos 472 DINAMARCO, Cândido Rangel. Electa una via non datur regressus ad alteram. in: Fundamentos do processo civil moderno - vol. II. 5ª ed., São Paulo: Malheiros, 2002, p. 905-925 DINAMARCO, Cândido Rangel. Causa de pedir e ônus de afirmar. In: Fundamentos do processo civil moderno – vol. II. 5ª ed., São Paulo: Malheiros, 2002, p. 929-937. DINAMARCO, Cândido Rangel. Momento de eficácia da sentença constitutiva. In: Fundamentos do processo civil moderno – t. II. 5ª ed., São Paulo: Malheiros, p. 1.081-1.098 DINAMARCO, Cândido Rangel. Brevíssimas considerações sobre a ação declaratória. In: Fundamentos do processo civil moderno - vol. II. 5ª ed., São Paulo: Malheiros, 2002, p. 1440-1442 DINAMARCO, Cândido Rangel. Instituições de direito processual civil – vol. III, 5ª ed. São Paulo: Malheiros, 2005 DINAMARCO, Cândido Rangel. Capítulos de sentença. 7ª ed., São Paulo: Malheiros, 2021 DINAMARCO, Cândido Rangel. A instrumentalidade do processo. 14ª ed., São Paulo: Malheiros, 2009 DINAMARCO, Cândido Rangel. Fraude contra credores alegada nos embargos de terceiro. In: Fundamentos do direito processual moderno – t. II. 6ª ed., São Paulo: Malheiros, 2010, p. 1470-1515 DINAMARCO, Cândido Rangel. Instituições de direito processual civil - vol. II, 7 ed, São Paulo: Malheiros Editores, 2017 DINAMARCO, Cândido Rangel. Instituições de direito processual civil - vol. III. 8ª ed., São Paulo: Malheiros, 2019 DINAMARCO, Cândido Rangel. Instituições de direito processual civil – vol. IV. 4ª ed., São Paulo: Malheiros, 2019 DINAMARCO, Cândido Rangel; LOPES, Bruno Vasconcelos Carrilho. Teoria geral do novo processo civil. 3ª ed., São Paulo: Malheiros, 2018 DINAMARCO, Cândido Rangel. Coisas julgadas conflitantes. In: Memórias de um processualista. São Paulo: Malheiros, 2021, p. 98-116 ECHANDIA, Hernando Devis. Teoria general de la prueba judicial - t. I. Buenos Aires: Victor P. de Zavalía Editor, 1972 EID, Elie Pierre. Litisconsórcio unitário: fundamentos, estrutura e regime. São Paulo: Revista dos tribunais. 2016 FABRÍCIO, Adroaldo Furtado. A ação declaratória incidental, Rio de Janeiro: Forense, 1976 473 • FILIPE RAMOS OLIVEIRA FABRÍCIO, Adroaldo Furtado. Extinção do processo e mérito da causa. In: Revista de processo, n. 58, São Paulo: Revista dos Tribunais, 1990 FABRÍCIO, Adroaldo Furtado. A coisa julgada nas ações de alimentos. In: Revista de processo, n. 62, São Paulo: Revista dos Tribunais, 1991, p. 9-27. FARIAS, Rodrigo. A coisa julgada sobre questões prejudiciais enquanto pedido implícito e suas consequências. In: Revista de processo, vol. 278. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2018, p. 165-190 FAZZALARI, Elio. Cosa giudicata e convalida di sfratto. In: Rivista trimestrale di diritto e procedura civile. Milano: Giuffrè, 1956 FAZZALARI, Elio. Il camino della sentença e della “cosa giudicata”. In: Rivista di diritto processuali - Vol. XLIII. Padova: CEDAM, 1988 FAZZALARI, Elio. Instituições de direito processual. Campinas: Bookseller, 2006 FENOLL, Jordi Nieva. Coisa julgada. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016 FONSECA, João Francisco Naves da. A interpretação da sentença civil. In: Revista dialética de direito processual, vol. 62. São Paulo: Dialética, 2008 FONSECA, João Francisco Naves da. Exame dos fatos nos recursos extraordinário e especial. São Paulo: Saraiva, 2012 FONSECA, João Francisco Naves da. A profundidade do efeito devolutivo nos recursos extraordinário e especial: o que significa a expressão “julgará o processo, aplicando o direito” (CPC/2015, art. 1.034). In: Revista do Advogado, n. 126. São Paulo, 2015, p. 124-130 FONSECA, João Francisco Naves da. Comentários ao código de processo civil - vol. IX (arts. 485-508). São Paulo: Saraiva, 2017 FUX, Luiz; FUX, Rodrigo.Comentários aos arts. 113 a 118. In: WAMBIER, Teresa Arruda Alvim; et. al. (Coord.). Breves comentários ao novo código de processo civil [livro eletrônico]. 2ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2016 GAMA, João Felipe Calmon Nogueira da. A coisa julgada e os seus limites objetivos no Código de Processo Civil de 2015. Dissertação (mestrado), Vitória: UFES, 2016 GANACIN, João Cánovas Botazzo. Capítulos de sentença no código de processo civil de 2015. In: Revista de processo, vol. 304. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2020 GHIRGA, Maria Francesca. Sull’accertamento della nulità contrattuale. In: Rivista di diritto processuale, n. 6. Milano: CEDAM, 2019, p. 1638-1660 GIDI, Antonio. Coisa julgada e litispendência em ações coletivas. São Paulo: Saraiva, 1995 GOLDSCHMIDT, James. Derecho procesal civil. Barcelona: Labor, 1932. COISA JULGADA SOBRE QUESTÕES PREJUDICIAIS limites objetivos e subjetivos 474 GONÇALVES, Tiago Figueiredo. Notas iniciais sobre a disciplina dos honorários advocatícios no novo código de processo civil (Lei 13.105/2015). In: Grandes temas do novo CPC, vol. 2: Honorários advocatícios. Coord. COÊLHO, Marcos Vinícius Furtado; et. al.. Salvador: Juspodvm, 2015, p. 359-370. GUASTINI, Riccardo. Das fontes às normas. São Paulo: Quartir Latin, 2005 GUIMARÃES, Luiz Machado. Preclusão, coisa julgada e efeito preclusivo. In: Estudos de direito processual civil., Rio de Janeiro - São Paulo: Editora Jurídica e Universitária, 1969 GRADI, Marco. Il contrasto teorico fra giudicati. Bari: Cacucci Edittore, 2020 GRECO, Leonardo. A teoria da ação no processo civil. São Paulo: Dialética, 2003 GRECO, Leonardo. Cognição sumária e coisa julgada. In: Revista eletrônica de direito processual civil, vol. X. 2012 GRINOVER, Ada Pellegrini. Ação declaratória incidental. São Paulo: USP e Revista dos Tribunais, 1972 GRINOVER, Ada Pellegrini. Notas - Ações concorrentes - Pluralidade de partes legítimas à impugnação de um único ato. In: LIEBMAN, Enrico Tullio. Eficácia e autoridade da sentença. 2ª ed., Rio de Janeiro: Forense, 1981 GRINOVER, Ada Pellegrini. Coisa julgada e terceiros. In: Revista Magister de direito civil e processual civil, vol. 12. Porto Alegre: Magister, 2006 HAZARD; Geoffrey C.; TARUFFO, Michele. La giustizia civile negli Stati Uniti. Bolonha: Il Mulino, 1993 HESS, Burkhard; JAUERING, Othmar. Manual de derecho procesal civil. Madrid: Marcial Pons, 2015 HOFFMAN JUNIOR, Lírio. Eficácia preclusiva da coisa julgada. Salvador: Juspodivm, 2019 JORGE, Flávio Cheim. Chamamento ao processo. 2ª ed., São Paulo: Revista dos tribunais, 1999 JORGE, Flávio Cheim. Teoria geral dos recursos cíveis. 8ª ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2017 KEMMERICH, Clóvis Juarez. A interpretação da sentença judicial no processo civil (livro eletrônico). Porto Alegre: edição do autor, 2016 KISCH, Wilhelm. Elementos de derecho procesal civil. Santiago: Ediciones Olejnik, 2018 LACERDA, Galeno. Comentários ao código de processo civil – Vol. VIII, t. I. 3ª ed., Rio de Janeiro: Forense, 1982 475 • FILIPE RAMOS OLIVEIRA LACERDA, Galeno. Despacho saneador. 3ª ed., Porto Alegre: Fabris, 1990 LAMY, Eduardo de Avelar. Condições da ação na perspectiva dos direitos fundamentais. In: Revista de processo, n. 128, São Paulo: Revista dos Tribunais, 2009; LAUX, Francisco