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SISTEMAS DE FORMAS
Materiais e Tecnologia de Construção 2
O QUE VOCÊ VAI APRENDER
Entender os principais sistemas de formas empregados na construção civil e o processo de 
execução para edifícios com estrutura reticular de concreto armado
TÓPICOS
Introdução
Processo de execução de estruturas de concreto armado
Importância do Sistemas de Formas
Principais terminologias 
Materiais empregados
Sistemas de Formas
Estratégia de execução
Processo de execução
INTRODUÇÃO
https://www.mapadaobra.com.br/negocios/parede-de-concreto-in-loco/
TIPOS DE PEÇAS ESTRUTURAIS
Blocos – os três comprimentos principais são da 
mesma ordem de grandeza, ou seja, L1 = L2 = L3
Folhas ou estruturas de superfície – nesse caso, 
têm-se L1 = L2 > L3
Cascas: quando a superfície é curva
Placas ou chapas: quando a superfície média é 
plana
Placas: carregamento perpendicular ao seu plano 
(Ex.: lajes)
Chapas: carregamento paralelo ao mesmo (Ex.: 
paredes) 
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
TIPOS DE PEÇAS ESTRUTURAIS
Barras – uma das dimensões predomina sobre as 
demais, ou seja, L1 = L2 L2 
> L3).
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
ELEMENTOS ESTRUTURAIS
Elementos Descrição
Laje Elemento estrutural bidimensional (placa), geralmente horizontal, constituindo os pisos de
compartimentos; suporta diretamente as cargas verticais do piso; é solicitada
predominantemente à flexão;
Viga Elemento unidimensional (barra), geralmente horizontal, que vence os vãos entre os pilares
dando apoio às lajes, às alvenarias e, eventualmente, a outras vigas; é solicitada
predominantemente à flexão; e
Pilar Elemento unidimensional (barra), geralmente vertical, que garante o vão vertical dos
compartimentos (pé direito), fornecendo apoio às vigas; é solicitado predominantemente à
compressão
BÁSICOS
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
ELEMENTOS ESTRUTURAIS
Elementos Descrição
Escada, reservatório de 
água, muro de arrimo, 
etc.
São os elementos que completam a estrutura do edifício e que, normalmente, são
formados por uma combinação dos elementos estruturais básicos.
COMPLEMENTARES
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
SISTEMAS ESTRUTURAIS
RETICULADO
Com vigas em uma direção
Com vigas em duas 
direções
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
SISTEMAS ESTRUTURAIS
COM LAJE PLANA
Sem capitéis Com capitéis 
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
SISTEMAS ESTRUTURAIS
COM LAJE PLANA
Sem capitéis Com drop anel
https://www.belgo.com.br/pro/semvigas.pdf OLIVEIRA, L.J.G J de. Análise de tipologias de lajes empregadas em edifícios- estudo de caso: edifício em alvenaria estrutural. São 
Carlos. São Carlos, 2009. Trabalho de Conclusão de Curso. Departamento de Engenharia Civil, Universidade Federal de São Carlos 
SISTEMAS ESTRUTURAIS
LAJE NERVURADA
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
OLIVEIRA, L.J.G J de. Análise de tipologias de lajes empregadas em edifícios- estudo de caso: edifício em alvenaria estrutural. São 
Carlos. São Carlos, 2009. Trabalho de Conclusão de Curso. Departamento de Engenharia Civil, Universidade Federal de São Carlos 
SISTEMAS ESTRUTURAIS
PAREDES MACIÇAS
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
http://supraconstrutorainc.com.br/Publicacao.aspx?id=70392
PROCESSO DE EXECUÇÃO DE 
ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO
https://www.mapadaobra.com.br/negocios/parede-de-concreto-in-loco/
PRODUÇÃO ECA: VISÃO GERAL
Recebimento do 
aço
Corte e 
dobra
Montagem da 
armação dos 
pilares
Recebimento 
dos materiais 
de forma
Confecção dos 
painéis de 
forma
Montagem das 
formas dos 
pilares
Produção ou 
recebimento do 
concreto
Montagem das 
formas das vigas e 
lajes
Lançamento e 
adensamento do 
concreto dos pilares
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
PRODUÇÃO ECA: VISÃO GERAL - CONTINUAÇÃO
Montagem da 
armação da laje
Pré-montagem ou 
montagem da armação 
das vigas
Desforma 
das vigas e 
lajes
Desforma dos 
pilares
Cura
Posicionamento 
dos elementos 
embutidos nas 
vigas e lajes
Lançamento, adensamento, 
nivelamento e acabamento do 
concreto das vigas e lajes
Peças 
prontas
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE 
FORMAS
https://www.mapadaobra.com.br/negocios/parede-de-concreto-in-loco/
EVOLUÇÃO DO SISTEMA DE FORMAS
Até década de 60 Década de 60 A partir da década de 
70
A partir da década de 
90
Não era difundida a 
prática de estudo e 
projeto de formas
Utilização de chapas de 
madeira no lugar das 
tábuas corridas
Dificuldade de matéria-
prima
Associação de diversos
componentes 
(escoramentos 
metálicos)
Dimensionamento
econômico: binômio 
concreto x aço
Racionalização da 
execução
Execução atribuída aos 
mestres de obras ou 
encarregados de 
carpintaria
Consequências
Superdimensionamento 
(material + mão de obra)
1º passo para a 
racionalização
Sistemas estudados e 
projetados no lugar dos 
empíricos
Aumento da 
produtividade
Subdimensionamento
(acidentes)
Industrialização
Paulo Assahi
IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE FORMAS
Decomposição dos custos de estrutura de concreto armado para edificação de
múltiplos pavimentos (CONCRETE SOCIETY, 1995)
Item Custo do
material
(%)
Custo da mão-
de-obra (%)
Participação no
custo da estrutura
(%)
Concreto 12 8 20
Aço 19 6 25
Fôrmas e escoramentos 8 27 35
Outros (embutidos,
distanciadores etc.)
13 7 20
TOTAL 52 48 100
COMPOSIÇÃO DE CUSTOS
Fôrmas: 35% do total da estrutura
Estrutura: 20% do custo total do 
edifício
Fôrma = 7% do custo total doedifício
HOMENS-HORA
Fôrmas: 60% Hh
40% restantes, atividades de 
armação e concretagem
DESPERDÍCIOS
ECONÔMICA
Paulo Assahi
IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE FORMAS
Material + mão de obra para 
fabricação = US$ 23,00/m2
Mão de obra para 
montagem/desmontagem = 
US$ 3,80/m2
Número de 
reaproveitame
nto
Material (%) Mão de 
obra(%)
Total (%)
4 6 4 10
6 4 4 8
10 2,4 4 6,4
15 1,6 4 5,6
20 1,2 4 5,2
CONSTRUTIBILIDADE
Paulo Assahi
IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE FORMAS
• Caminho crítico
TECNOLÓGICA
FUNÇÕES DO SISTEMA DE FORMAS
https://www.mapadaobra.com.br/negocios/parede-de-concreto-in-loco/
FUNÇÕES DO SISTEMA DE FORMAS
1. moldar o concreto;
2. conter o concreto fresco e sustentá-lo até que tenha resistência suficiente para se 
sustentar por si só; e
3. proporcionar à superfície do concreto a textura requerida.
4. Porém, cabem também ao sistema algumas outras atribuições. Entre elas, pode-
se citar:
1. servir de suporte para o posicionamento da armação, permitindo a colocação de 
espaçadores para garantir os cobrimentos;
Sistema de fôrmas consiste em um conjunto de elementos combinados em harmonia 
com o objetivo de atender às funções a ele atribuídas, quais sejam:
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
FUNÇÕES DO SISTEMA DE FORMAS
2. servir de suporte para o posicionamento de elementos das instalações e outros itens 
embutidos; 
3. servir de estrutura provisória para as atividades de armação e concretagem, devendo resistir 
às cargas provenientes do seu peso próprio, além das de serviço, tais como pessoas, 
equipamentos e materiais; 
4. proteger o concreto novo contra choques mecânicos; 
5. limitar a perda de água do concreto, facilitando a cura.
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
CARGAS ATUANTES
Carregamento vertical
Deformações resultantes do carregamento vertical
a)
b)
LAJES
FREIRE, 2001
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
CARGAS ATUANTES
Carregamento
vertical
Carregamento
horizontal
Deformações resultantes dos
carregamentos vertical e horizontal
a)
b)
VIGAS
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
CARGAS ATUANTES
PILARES
Carregamento horizontal
Deformações resultantes do
carregamento horizontal
a) b)
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
CARGAS ATUANTES
PILARES
Carregamento horizontal Deformações resultantes do
carregamento horizontal
a) b)
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
TERMINOLOGIA
https://www.mapadaobra.com.br/negocios/parede-de-concreto-in-loco/
TERMINOLOGIA
É a parte do sistema que dá a forma à peça, entrando em contato 
com a superfície do concreto. Normalmente é composto por painéis, 
que podem ser estruturados ou não. 
a. Painéis estruturados são os que possuem peças 
complementares para o enrijecimento fixadas permanentemente; 
b. Painéis não estruturados não possuem nenhum elemento fixado 
permanentemente.
Molde
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
TERMINOLOGIA
É o conjunto de elementos que absorve ou transfere para um local
seguro as cargas que atuam nas formas. Pode ser dividido em quatro
grupos:
a) escoramento: peças verticais sujeitas aos esforços de compressão;
b) vigamento: peças horizontais sujeitas aos esforços de flexão originados pelos
carregamentos verticais;
c) travamento: peças verticais ou horizontais sujeitas aos esforços de tração e/ou
flexão originados pelos carregamentos horizontais; e
d) mãos-francesas: peças inclinadas para contenção horizontal.
Cimbramento
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
TERMINOLOGIA
É o conjunto de peças que auxiliam o desempenho das outras.
Acessórios
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
TERMINOLOGIA
PAINEL 
ESTRUTURADO
Possui elementos 
permanentes para o 
enrijecimento
PAINEL NÃO 
ESTRUTURADO
Não possui elementos 
permanentes para o 
enrijecimento
VIGAMENTO
Resiste à flexão 
(carregamentos 
verticais), composto 
por peças horizontais
ESCORAMENTO
Resiste à compressão 
(carregamentos 
verticais), composto por 
peças verticais
TRAVAMENTO
Resiste à tração e/ou 
flexão (carregamentos 
horizontais), 
composto por peças 
verticais e horizontais
MÃO-FRANCESA
Contém horizontalmente 
os moldes verticais
MOLDE
CIMBRAMENTO
ACESSÓRIOS
Auxiliam os demais 
elementos a cumprirem 
as suas funções
SISTEMA DE 
FORMAS
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
TERMINOLOGIA: PILARES
Gastalho
Vigas de
travamento
Barras de
ancoragem
Pontalete
Sarrafo
Travamento
Painéis não
estruturados
Porca da barra de
ancoragem
Painéis
estruturados
Travamento
Molde
Mão-francesa
Barras de
ancoragem
Gastalho
Vigas de
travamento
Porca da barra de
ancoragem
Gastalho maluco
Tensor
“Perereca”
Travamento
Acessório
Sarrafo
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
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TERMINOLOGIA: VIGAS
Molde
Painéis laterais
(estruturados)
Painel de fundo
(estruturado)
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
TERMINOLOGIA: VIGAS
(a) (b)
(c)
Mão-francesa
Sarrafo
Sarrafo de
pressão
Barra de
ancoragem
Sarrafo de
pressão
Gastalho
Travamento
Travamento
Painéis não
estruturados
Molde
Vigamento
Escoramento
Sarrafo
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologiase formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
TERMINOLOGIA: VIGAS
Gastalho
maluco
Mão-francesa
Garfo
Cunha
Escoramento
e travamento
Acessórios
Sarrafo
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
TERMINOLOGIA: LAJES
Escoramento
Vigamento
inferior
Vigamento
superior
Painel não
estruturado em chapa
de compensado
Molde
Vigamento
Pontaletes
com cruzeta
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
TERMINOLOGIA: SISTEMA COMPLETO
Molde
Escora
metálica
Cruzeta
Torre metálica
Vigamento
superior
Vigamento
inferior
Forcado
Escoramento
Acessórios
Vigamento
Gastalho
Tensor
Viga de
travamento
Travamento
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
MATERIAIS EMPREGADOS
https://www.mapadaobra.com.br/negocios/parede-de-concreto-in-loco/
MATERIAIS EMPREGADOS
Escoramento de madeira 
(obras de pequeno porte)
http://www.utfpr.edu.br/reuni/fotosTD-C/2010.12/Escoramento%20da%20laje%20de%20cobertura.JPG/view
MATERIAIS EMPREGADOS
Escoramento metálico e forma de poliestireno expandido (EPS) 
(laje treliçada)
http://www.mecamil.com.br/aluguel-escoramento-metalico-lajes http://www.dimacol.com.br/empresas/premoldados/isopor-eps/
MATERIAIS EMPREGADOS
http://www.lajesromanini.com.br/montagemlajes.html
Escoramento de madeira e forma de lajota cerâmica 
(laje treliçada)
http://www.jmveronezi.com.br/lajes_pre_fabricadas_trelicada.html
MATERIAIS EMPREGADOS
Molde e cimbramento de madeira
http://vivercon.com.br/concreto.asp http://fotos.habitissimo.com.br/foto/escoramento-de-laje_205673
MATERIAIS EMPREGADOS
Molde de madeira e 
cimbramento metálico
http://www.comunidadedaconstrucao.com.br/sistemas-construtivos/2/formas/execucao/31/formas.html
MATERIAIS EMPREGADOS
Molde plástico e cimbramento metálico
http://www.portaldosequipamentos.com.br/emp/cont/m/forma-e-escoramento-para-laje-nervurada-oferecem-agilidade-e-economia-de-20-_1120_5183
MATERIAIS EMPREGADOS
Molde plástico sobre assoalho 
de madeira
http://tecnicoedifica.blogspot.com.br/2014/04/lajes-nervuradas-com-cubas-plasticas.html
MATERIAIS EMPREGADOS
Molde plástico (BubbleDeck)
http://www.estilovia.com.br/um-jeito-inovador-e-sustentavel-de-fazer-lajes/
Esferas plásticas produzidas com polipropileno
MATERIAIS EMPREGADOS
Molde plástico (BubbleDeck)
http://www.estilovia.com.br/um-jeito-inovador-e-sustentavel-de-fazer-lajes/
Esferas plásticas produzidas com polipropileno
MATERIAIS EMPREGADOS
Molde plástico e 
cimbramento metálico
http://www.comunidadedaconstrucao.com.br/sistemas-construtivos/2/formas/execucao/31/formas.html
MATERIAIS EMPREGADOS
Molde e cimbramento
metálicos
http://www.comunidadedaconstrucao.com.br/sistemas-construtivos/2/formas/execucao/31/formas.html
MATERIAIS EMPREGADOS
Plastificadas Resinadas
SISTEMAS DE FORMAS
https://www.mapadaobra.com.br/negocios/parede-de-concreto-in-loco/
SISTEMAS DE FORMAS
Sistema tramado
Possuem uma quantidade maior de peças
associadas ao vigamento e travamento, sendo
associados a painéis sem padronização
dimensional, confeccionados especialmente para
uma determinada utilização.
Sistema modular
Associado a painéis estruturados fabricados
em metal ou plástico, com pouco
cimbramento e altamente industrializado.
ESTRUTURAS DE CONCRETO 
ARMADO
PILARES E PAREDES LAJES E VIGAS
Elementos verticais Elementos horizontais
SISTEMA 
TRAMADO
SISTEMA 
MODULAR
SISTEMA 
TRAMADO
SISTEMA 
MODULAR
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias
e formas de gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
SISTEMAS DE FORMAS TRAMADO
Fôrmas de pilar com grade de madeira, vigas de travamento 
metálicas, barras de ancoragem e mãos-francesas em 
cantoneiras metálicas.
Fôrmas de pilar com grade de madeira, vigas de travamento 
metálicas, barras de ancoragem e mãos-francesas em 
cantoneiras metálicas.
Elementos verticais
SISTEMA TRAMADO
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para
edificações: caracterização das principais tecnologias e formas de gestão adotadas em
São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica,
Universidade de São Paulo.
SISTEMAS DE FORMAS TRAMADO
Elementos verticais
SISTEMA TRAMADO
Travamentos de fôrma de pilar: pontaletes verticais 
associados a vigas de travamento de madeira e 
barras de ancoragem.
Travamentos de fôrma de pilar: sarrafos verticais 
associados a vigas de travamento de madeira maciça e 
fios de aço e sargentos amarrando as vigas.
Travamentos de fôrma de pilar: sarrafos verticais 
associados a vigas de travamento de madeira maciça e 
fios de aço e sargentos amarrando as vigas.FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para
edificações: caracterização das principais tecnologias e formas de gestão adotadas em
São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica,
Universidade de São Paulo.
SISTEMAS DE FORMAS MODULAR
Elementos verticais
SISTEMA MODULAR
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para
edificações: caracterização das principais tecnologias e formas de gestão adotadas em
São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica,
Universidade de São Paulo.
SISTEMAS DE FORMAS TRAMADO
Elementos horizontais: vigas
SISTEMA TRAMADO
Painéis estruturados com sarrafos, travamento com viga 
sanduíche e barras de ancoragem, além do 
prolongamento das pernas dos garfos, e escoramento 
com garfos de madeira
Painéis estruturados com sarrafos, travamento com viga 
sanduíche e barras de ancoragem, além do 
prolongamento das pernas dos garfos, e escoramento 
com garfos de madeira
Painéis estruturados com sarrafos e escoramento com 
escoras pontuais com cruzetas
Painéis estruturados com sarrafos e escoramento com 
escoras pontuais com cruzetas
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para
edificações: caracterização das principais tecnologias e formas de gestão adotadas em
São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica,
Universidade de São Paulo.
SISTEMAS DE FORMAS TRAMADO
Elementos horizontais: lajes
SISTEMA TRAMADO
Sistema tramado para lajes: sistema com molde em 
chapa de compensado, vigamentos superior e 
inferior constituído de sarrafos e vigas sanduíche de 
madeira e escoramento com pontaletes com 
cruzetas
Sistema tramado para lajes: sistema com molde em 
chapa de compensado, vigamentos superior e 
inferior constituído de sarrafos e vigas sanduíche de 
madeira e escoramento com pontaletes com 
cruzetas
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para
edificações: caracterização das principais tecnologias e formas de gestão adotadas em
São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica,
Universidade de São Paulo.
SISTEMAS DE FORMAS MODULAR
Elementos horizontais: lajes
SISTEMA MODULAR
Cabeças descendentes para escora: 
cabeça na posição superior, com os 
painéis de laje apoiados em suas abaslaterais
Cabeças descendentes para escora: 
cabeça na posição superior, com os 
painéis de laje apoiados em suas abas 
laterais
Cabeças descendentes para escora: 
cabeça na posição inferior, após a 
desforma da laje.
Cabeças descendentes para escora: 
cabeça na posição inferior, após a 
desforma da laje.
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para
edificações: caracterização das principais tecnologias e formas de gestão adotadas em
São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica,
Universidade de São Paulo.
SISTEMAS DE FORMAS MODULAR
Elementos horizontais: lajes
SISTEMA MODULAR
Montagem dos painéis (laje)Montagem dos painéis (laje) Vista inferior
(painéis montados)
Vista inferior
(painéis montados)FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in loco, para
edificações: caracterização das principais tecnologias e formas de gestão adotadas em
São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica,
Universidade de São Paulo.
SISTEMAS DE FORMAS MODULAR
Fornecedores de sistemas 
modulares
ESTRATÉGIAS DE EXECUÇÃO
https://www.mapadaobra.com.br/negocios/parede-de-concreto-in-loco/
ESTRATÉGIA DE EXECUÇÃO
Várias opções:
Função:
• prazo de execução
• disponibilidade de matéria-prima
• tipologia da estrutura
• porte da estrutura
ESTRATÉGIA DE EXECUÇÃO
• Produzir as formas do pavimento-tipo, rebater nos atípicos e 
complementar com chapas de madeira resinada
• Utilizar chapas de madeira resinada nos atípicos e chapas de 
madeira compensada plastificada nos pavimentos-tipo
• Meio jogo de chapas de madeira resinada para os atípicos
PROCESSO DE EXECUÇÃO
https://www.mapadaobra.com.br/negocios/parede-de-concreto-in-loco/
PROCESSO DE EXECUÇÃO
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
MONTAGEM DESMONTAGEM
FLUXOGRAMA DOS PROCESSOS
EXECUÇÃO: RECEBIMENTO
Verificações e ensaios:
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
Para uma quantidade pedida de até 500 chapas retire 13 unidades para inspeção (conforme 
norma NBR 5426 - Plano de amostragem e procedimento na inspeção por atributos). 
Para cada uma das amostras deve-se verificar o atendimento às especificações:
Dimensões:
rr
• largura e comprimento: medir com trena aproximadamente no meio da chapa.
rr
• espessura: medir com paquímetro em um ponto aproximadamente no meio da chapa.
rr
• diagonais: medir as duas diagonais com a trena.
http://www.comunidadedaconstrucao.com.br/sistemas-construtivos/3/formas-aquisicao/execucao/51/formas-aquisicao.html
EXECUÇÃO: RECEBIMENTO
Verificações e ensaios:
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
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Número de lâminas:
• contagem visual pela borda da chapa
Aspecto visual:
• não deve apresentar bolhas, furos, rachaduras ou arranhões na superfície da chapa
• as bordas devem estar seladas e não apresentar descolamento das lâminas.
EXECUÇÃO: RECEBIMENTO
Verificações e ensaios:
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Resistência à água:
Método:
Imergir em água 10 (dez) corpos de prova de 10x10cm por 12 horas. Deixar secar ao sol por 
12 horas e imergi-las novamente por 12 horas. Pode-se, também, substituir este teste por 
fervura das chapas em água por 10 minutos. Após o término das imersões ou da fervura, as 
chapas não devem apresentar descolamento das lâminas
Aceitação:
Lote será aceito se 9 dos 10 corpos de prova não apresentarem descolamento das lâminas
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
EXECUÇÃO: RECEBIMENTO
Verificações e ensaios:
http://www.comunidadedaconstrucao.com.br/sistemas-construtivos/3/formas-aquisicao/execucao/51/formas-aquisicao.html
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
Critérios de aceitação: (dimensões, número de lâminas e aspectos visuais)
Para aceitar o lote inteiro não deve haver nenhuma chapa defeituosa nas 13 inspecionadas.
Se houver 04 (quatro) ou mais unidades com defeitos, das 13 inspecionadas, o lote é 
reprovado.
Se encontradas até 03 (três) chapas defeituosas, das 13 inspecionadas, retirar mais 13 peças 
para inspeção.
Para aceitar o lote, neste último caso, o total de chapas defeituosas, nas duas amostragens, deve 
ser menor ou igual a 03 (três).
EXECUÇÃO: ESTOCAGEM
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RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
• Local fechado, coberto e apropriado para evitar a ação da água, 
extravio ou roubo
• Próximo ao uso ou equipamento de transporte vertical
• As chapas devem ser empilhadas na posição horizontal sobre 3 
pontaletes de madeira, posicionados no centro da chapa e a 10 cm de 
cada uma das bordas
• Em lajes usuais, a pilha não deve exceder a 40 cm de altura
• Planejar a data de entrega e o local de estocagem de forma a evitar a 
pré-estocagem em locais inadequados
EXECUÇÃO: PROCESSAMENTO INTERMEDIÁRIO
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Fabricação das formas
• superfícies de cortes devem ser planas e lisas, sem apresentar serrilhas
• identificar os painéis (em 2 pontos distintos) com a numeração prevista no projeto (tinta a óleo)
• marcação na forma das posições do cimbramento (cores distintas, de acordo com o elemento)
• topos de chapas devem ser selados com tinta a óleo ou selante à base de borracha clorada, 
tão logo as peças sejam serradas na bancada
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
EXECUÇÃO: PROCESSAMENTO INTERMEDIÁRIO
http://www.comunidadedaconstrucao.com.br/sistemas-construtivos/3/formas-aquisicao/execucao/51/formas-aquisicao.html
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
Número de reaproveitamento e de jogos de fôrma
• Previsão do número de reaproveitamento (chapas plastificadas):
• Tipo A: 20 a 25;
• Tipo B: 14 a 15;
• Tipo C: 8
• Cimbramento de madeira: recomenda-se o uso de Pinho do Paraná (o uso de pinus não é recomendado).
IMPORTANTE:
Fabricar, no mínimo, dois jogos de formas de fundo de viga e de tiras de escoramentos 
remanescentes das lajes.
EXECUÇÃO: PROCESSAMENTO FINAL
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
Locação ou 
transferências dos 
eixos
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in
loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias e formas de
gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação
(Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
EXECUÇÃO: PROCESSAMENTO FINAL
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
Locação dos gastalhos
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in
loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias e formas de
gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação
(Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
EXECUÇÃO: PROCESSAMENTO FINAL
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
Locação dos gastalhos
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in
loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias e formas de
gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação
(Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
EXECUÇÃO: PROCESSAMENTO FINAL
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
Locação dos gastalhos
Pintar o gastalho com uma cor de 
destaque (branco ou amarelo) 
Gastalho maluco
FREIRE, T.M. Produção de estruturas deconcreto armado, moldadas in
loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias e formas de
gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação
(Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
SOUZA, R. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obra. 
2ª ed. São Paulo: Pini, 1996
EXECUÇÃO: PROCESSAMENTO FINAL
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
Montagem das formas dos pilares
• Apicoar o concreto da base dos pilares, removendo a nata de cimento depositada na 
superfície
• Passar desmoldante nas faces internas das formas com pincel, broxa ou rolo
• montar 3 faces dos pilares
• Posicionar a armadura, conferindo os espaçadores (cobrimento das armaduras) e 
posicionando as galgas (impedir o estrangulamento da seção interna da forma)
• Pilares com mais de 2,5 m de altura, prever janela de inspeção
• Montar última face do pilar
SOUZA, R. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obra. 
2ª ed. São Paulo: Pini, 1996
EXECUÇÃO: PROCESSAMENTO FINAL
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
Desmoldante
http://www.comunidadedaconstrucao.com.br/sistemas-
construtivos/3/formas-aquisicao/execucao/51/formas-
aquisicao.html
EXECUÇÃO: PROCESSAMENTO FINAL
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
Montagem das formas dos pilares
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in
loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias e formas de
gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação
(Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
EXECUÇÃO: PROCESSAMENTO FINAL
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
Montagem das formas das vigas
• Passar desmoldante
• Lançar os fundos de viga a partir das “cabeças” dos pilares, apoiando-os diretamente em alguns 
garfos do vão (estas posições poderão estar demarcadas com tinta)
• Passar uma linha de náilon unindo dois pilares, a uma altura de aproximadamente 1 m do fundo da 
viga
• Nivelar os fundos de vigas com cunhas de madeira aplicadas na base dos garfos
• Posicionar os painéis laterais
IMPORTANTE: o encaixe dos fundos de viga entre pilares deve ser perfeito)
SOUZA, R. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obra. 
2ª ed. São Paulo: Pini, 1996
EXECUÇÃO: PROCESSAMENTO FINAL
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
Montagem das formas das vigas
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in
loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias e formas de
gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação
(Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
EXECUÇÃO: PROCESSAMENTO FINAL
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
Montagem das formas das lajes
• Pregar sarrafos-guia na lateral dos garfos a uma distância igual a altura da longarina, medida a 
partir do fundo do assoalho
• Posicionar as longarinas devidamente escoradas
• Lançar o assoalho da laje do andar superior sobre as longarinas, segundo a identificação do 
projeto
• Pode-se pintar a posição das paredes no assoalho da laje, a fim de facilitar o trabalho e evitar erros 
na locação de tubulações e gabaritos de furação
• para facilitar a desforma, deve-se pregar uma alça de corda na 1a. Chapa do assoalho a ser 
desformada
• Pregar o assoalho nos sarrafos laterais das formas das vigas
• Pregar o restante do assoalho nas longarinas
SOUZA, R. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obra. 
2ª ed. São Paulo: Pini, 1996
EXECUÇÃO: PROCESSAMENTO FINAL
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
Montagem das 
formas das 
lajes
SOUZA, R. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obra. 
2ª ed. São Paulo: Pini, 1996
EXECUÇÃO: PROCESSAMENTO FINAL
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
• Nivelar os panos de laje e verificar a contra-flecha (ajustar a altura das escoras de apoio 
da fôrma por meio de cunha ou copo das escoras metálicas
• Conferir nivelamento com auxílio de uma linha de náilon colocados na parte superior ou 
inferior da fôrma, ou com aparelho de nível a laser na parte superior da fôrma
• Verificar o esquadro da laje (medidas das diagonais)
• Passar desmoldante em toda a superfície do assoalho
• Fixar os gabaritos de furação elétrica e hidráulica
CUIDADO:
prego de duas 
cabeças, não!!
Montagem das formas das lajes
SOUZA, R. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obra. 
2ª ed. São Paulo: Pini, 1996
EXECUÇÃO: PROCESSAMENTO FINAL
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
Montagem 
das formas 
das lajes
Linha de
referência
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in
loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias e formas de
gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação
(Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
EXECUÇÃO: PROCESSAMENTO FINAL
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
Montagem das 
formas das lajes
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in
loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias e formas de
gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação
(Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
EXECUÇÃO: PROCESSAMENTO FINAL
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
Montagem das formas das escadas
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loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias e formas de
gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação
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EXECUÇÃO: PROCESSAMENTO FINAL
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
Desforma
• Inicia-se pelos pilares
• Retirar chupetas ou as mangueiras para reaproveitamento posterior
• Manter as escoras remanescentes das vigas em locais previamente marcados nas fôrmas
• Retirar os sarrafos-guia e remover as cunhas laterais e da base dos garfos
• Desformar as laterais das vigas
• Manter o escoramento remanescente nas tiras do assoalho da laje, conforme marcação na 
forma
• Retirar os painéis da laje, começando pela peça munida de alça
• Usar cordas ou rede, de maneira a amortecer os impactos
• Limpar os painéis
SOUZA, R. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obra. 
2ª ed. São Paulo: Pini, 1996
EXECUÇÃO: PROCESSAMENTO FINAL
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
Desforma
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in
loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias e formas de
gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação
(Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
EXECUÇÃO: PROCESSAMENTO FINAL
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
Desforma
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in
loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias e formas de
gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação
(Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
EXECUÇÃO: PROCESSAMENTO FINAL
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
Desforma
FREIRE, T.M. Produção de estruturas de concreto armado, moldadas in
loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias e formas de
gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação
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EXECUÇÃO: PROCESSAMENTO FINAL
RECEBIMENTO ESTOCAGEM
PROCESSAMENTO 
INTERMEDIÁRIO
PROCESSAMENTO 
FINAL
Desforma
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loco, para edificações: caracterização das principais tecnologias e formas de
gestão adotadas em São Paulo. São Paulo, 2001. 325p. Dissertação
(Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.

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