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3 UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR ANHANGUERA SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM RADIOLOGIA MARIA APARECIDA MOREIRA ATIVIDADE PRÁTICA MAMOGRAFIA E DENSITOMETRIA ÓSSEA MURIAÉ 2023 MURIAÉ 2023 MARIA APARECIDA MOREIRA ATIVIDADE PRÁTICA MAMOGRAFIA E DENSITOMETRIA ÓSSEA Relatório de Aula Prática apresentado como requisito obrigatório para a obtenção da pontuação necessária na disciplina de Mamografia e Densitometria Óssea. TUTOR A DISTÂNCIA: MARCELLE DOROTHEA MARQUES LOURENÇO SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 3 2 DESENVOLVIMENTO 4 2.1 ATIVIDADE 1 – PROCESSOS TÉCNICOS E OPERACIONAIS DA AQUISIÇÃO DE IMAGENS EM MAMOGRAFIA. 4 2.1.1 Sistema Quadrante 4 2.1.2 Incidências Básicas nas Rotinas de Mamografia 4 2.1.3 Posicionamentos em Mamografia 5 2.1.4 Posicionamento Angular Perfil Lateromedial (PLM) 6 2.1.5 Análise de Tecidos da Mamografia 6 2.2 ATIVIDADE 2 – PROCESSOS TÉCNICOS E OPERACIONAIS DA AQUISIÇÃO DE IMAGENS EM densitometria óssea 7 2.2.1 Protocolo de Posicionamento de Densitometria Óssea da Coluna Lombar (DXA) ...................................................................................................................... 7 2.2.2 Interpretação do T-Score 7 2.2.3 Posicionamento de Paciente em Protocolo de Densitometria Óssea de Fêmur (DXA) ................................................. 8 3 CONCLUSÃO 10 REFERÊNCIAS 11 1 INTRODUÇÃO A presente Atividade Prática, será realizada de acordo com as orientações contidas no manual de Aula Prática para a disciplina de Mamografia e Densitometria Óssea do curso de Radiologia. As etapas a serem desenvolvidas me conduzirão a conhecer e ser capaz de identificar os processos técnicos e operacionais da aquisição de imagens em mamografia, bem como; realizar o posicionamento e protocolos de aquisição de imagens em densitometria óssea. 2 DESENVOLVIMENTO 2.1 ATIVIDADE 1 – PROCESSOS TÉCNICOS E OPERACIONAIS DA AQUISIÇÃO DE IMAGENS EM MAMOGRAFIA. 2.1.1 Sistema Quadrante Figura 1. Sistema Quadrante Mama Direita Mama Esquerda Fonte: Maria Aparecida Moreira(autora da Atividade Prática) QSL = Quadrante Superior Lateral ou QSE (Quadrante Superior Externo) QIL = Quadrante Inferior Lateral ou QIE (Quadrante Inferior Externo) QSM = Quadrante Superior Medial ou QSI (Quadrante Superior Interno) QIM = Quadrante Inferior Medial ou QII (Quadrante Inferior Interno) 2.1.2 Incidências Básicas nas Rotinas de Mamografia O posicionamento da mama é o fator chave em uma mamografia. Se for tomado cuidado durante o posicionamento, ele maximiza a quantidade de tecido mamário que está sendo fotografado, elimina a maioria dos artefatos e aumenta a sensibilidade da mamografia. Portanto, para a incidência de rotina crânio caudal, a paciente deve ser posicionada: - De frente para o receptor. - A paciente deve ser orientada a virar a cabeça para o lado oposto da mama examinada, solicitar a paciente que o ombro fique para trás, ou o braço alinhado ao corpo. - Objetivando melhor exposição dos quadrantes superiores da mama, deve-se o sulco infra mamário deve ser elevado próximo a região do tórax. - O mamilo deve estar paralelo ao filme, e a mama centralizada ao Bucky. - É fundamental que as mamas estejam posicionadas de maneira simétrica - O lado lateral da mama deve ser tracionado para o lado externo, com o intuito de eliminar possíveis dobras que possam gerar sobreposição dos quadrantes externos. A incidência do Raio X é perpendicular da parte superior para a parte inferior, enquanto na médio lateral oblíqua a incidência é lateral. 2.1.3 Posicionamentos em Mamografia As visualizações bilaterais craniocaudal (CC) e médio lateral oblíqua (MLO), são os posicionamentos padrão que compreendem a mamografia de rastreamento de rotina. As visualizações geralmente são usadas para todos os clientes de triagem de rotina. Ou seja, a menos que haja contraindicação, as mamografias de rastreamento consistem nessas visualizações. No posicionamento crânio caudal é possível avaliar a camada de gordura, o tecido glandular e em alguns casos o músculo peitoral dependendo da anatomia da paciente. Enquanto que, no posicionamento médio lateral obliqua, é possível observar a parte do tecido junto a parede do tórax, a área superior do tecido da mama, além da cauda axilar. A vista crânio caudal deve contemplar praticamente toda a estrutura da mama, exceto a parte mais lateral e axilar. De acordo com a European Comission (2006), as áreas descritas para a obtenção da imagem são o tecido mamário; músculo peitoral ao nível do mamilo; papila mamária perfilada. 2.1.4 Posicionamento Angular Perfil Lateromedial (PLM) O posicionamento do aparelho no perfil absoluto lateromedial (PLM), o granty é colocado na posição vertical nas laterais das mamas e o grau de angulação do tubo padrão é de 90º, partindo o feixe da região medial para a lateral. Porém, este ângulo pode variar dependendo do hábito corporal do paciente. Pacientes magros requerem angulação mais acentuada do que pacientes mais pesados. O tamanho correto do detector ou da pá de compressão é necessário para evitar o alongamento do músculo peitoral maior. 2.1.5 Análise de Tecidos da Mamografia Figura 2 – incidência MLO (médio lateral oblíqua) Fonte: Manual de Atividade Prática, (2023) Observa-se na figura 2, a incidência média obliqua lateral (MLO), e os seguintes tecidos observados: 1- Tecido Glandular ou Fibroso 2- Tecido Adiposo (Gordura) 2.2 ATIVIDADE 2 – PROCESSOS TÉCNICOS E OPERACIONAIS DA AQUISIÇÃO DE IMAGENS EM densitometria óssea 2.2.1 Protocolo de Posicionamento de Densitometria Óssea da Coluna Lombar (DXA) Para o correto posicionamento do paciente para exame de Densitometria Óssea da Coluna Vertebral, o paciente deve ficar em decúbito dorsal, e os braços em extensão paralelos ao tronco. As pernas do paciente devem ser apoiadas sobre um bloco de espuma, de maneira que a coluna vertebral fique retilínea. Figura 3 – Posicionamento Paciente - Densitometria Óssea da coluna vertebral Fonte: Hospital do Câncer Fundação Cristiano Varella(2023) 2.2.2 Interpretação do T-Score Figura 4 – Resultados Obtidos em Densitometria Óssea Fonte: Manual de Atividade Prática 2023 Tabela 1 – Classificação T-Score OMS Fonte: Pesquisa na web feita por mim(2023) A tabela 2, demonstra a classificação de densidade mineral óssea. Comparando a tabela com os resultados obtidos no exame a interpretação é de Osteoporose Severa. 2.2.3 Posicionamento de Paciente em Protocolo de Densitometria Óssea de Fêmur (DXA) Figura 5 – Posição do paciente no densitômetro Fonte: Centro de Diagnósticos Sedim(2023) A aquisição de imagens deste procedimento deverá incluir as seguintes regiões: · colo de fêmur, · trocanter maior · e a região do Triângulo de Wards 3 CONCLUSÃO Através do desenvolvimento desta atividade prática fica evidenciado a importância que desempenha a imagiologia no rastreio do câncer da mama, na classificação e amostragem de anomalias não palpáveis da mama, bem como na definição da extensão dos tumores da mama, tanto localmente, loco-regionalmente e em locais distantes. Na segunda etapa evidencia-se que o teste de densidade óssea é um procedimento não invasivo para medir a força de seus ossos. É uma maneira eficaz de diagnosticar problemas de saúde relacionados aos ossos, como a osteoporose, e avaliar o risco de desenvolvê-los. O teste é frequentemente recomendado para pessoas com mais de 50 anos ou para aquelas com risco aumentado de desenvolver uma doença óssea. Deste modo, foi de suma importância o aprendizado aqui adquirido na minha formação futura como Tecnologa de Radiologia. REFERÊNCIAS Centro Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia. Densitometria Óssea: para que serve? Disponível em: https://medicinaortopedica.com/2021/01/25/densitometria-ossea/ EUROPEAN COMISSION. European guidelines for quality assurance in breastcancer screening and diagnosis. 4. ed. Luxembourg: European Communities, 2006. 432 p. LOPES, Aimar Aparecida. Guia Prático de Posicionamento em Mamografia. Editora Senac. São Paulo. 2000. POPLI, MB. TEOTIA, R. NARANG, M. Breast Positioning during Mammography: Mistakes to be Avoided. Breast Cancer (Auckl). 2014 QSL QSM QIL QIM QSM QSL QIM QIL image2.png image3.png image4.png image5.png image6.png image23.png image1.png