Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

15
UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ
CURSO DE BACHARELADO – EDUCAÇÃO FISICA
Edson Cardozo Arrabal Fernandes 
202202277193 - Turma 9001
Giovanna Cellis Guedes Mendes 
202002644133 - Turma 9002
Jean Carlos Viverrer Acioly Santos de Oliveira 
202103057144 - Turma 9004
Lucas Vicente Kalli 
202109040243 - Turma 9004
A IMPORTÂNCIA DA PSICOMOTRICIDADE NA NATAÇÃO PARA CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
Rio de Janeiro - RJ
2024
EDSON CARDOZO ARRABAL FERNANDES
GIOVANNA CELLIS GUEDES MENDES
JEAN CARLOS VIVERRER ACIOLY SANTOS DE OLIVEIRA
LUCAS VICENTE KALLI
A IMPORTÂNCIA DA PSICOMOTRICIDADE NA NATAÇÃO PARA CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado junto à Universidade Estácio de Sá, como requisito parcial para a obtenção de notas no oitavo semestre do curso de Bacharelado em Educação Fisica
Rio de Janeiro - RJ
2024
SUMÁRIO
	INTRODUÇÃO............................................................................................
	04
	1. REFERENCIAL TEÓRICO...............................................................
	05
	1.1. CONCEITO DE AUTISMO..........................................................
	05
	1.2. CAUSA E DIAGNÓSTICO..........................................................
	07
	1.3. A NATAÇÃO E A CRIANÇA AUTISTA.......................................
	07
	1.4. O PAPEL DO EDUCADOR FISICO EM CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA................................
	
10
	1.5. BENEFÍCIOS DA NATAÇÃO PARA CRIANÇAS COM TEA.............................................................................................
	
12
	1.6. PSICOMOTRICIDADE NA EDUCAÇÃO.....................................
	15
	1.7. COORDENAÇÃO MOTORA DA CRIANÇA COM TEA NA NATAÇÃO...................................................................................
	
16
	2. METODOLOGIA..............................................................................
	17
	2.1. POPULAÇÃO E AMOSTRA........................................................
	18
	2.2. COLETA DE DADOS..................................................................
	18
	3. RESULTADOS E DISCUSSÕES.....................................................
	19
	4. CONSIDERAÇÕES FINAIS............................................................
	19
	REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...........................................................
	21
	ANEXOS.....................................................................................................
	22
OLIVEIRA, Jean calos Viverrer Acioli santos; KALLI, Lucas Vicente. FERNANDES, Edson Cardozo Arrabal. MENDES, Giovana Cellis Guedes A importância da psicomotricidade na natação para crianças com Transtorno do Espectro Autista, Trabalho de conclusão de curso de Educação Física – Universidade Estácio de Sá, Rio de Janeiro, 2024.
RESUMO
Este estudo aborda a relação entre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e o uso da natação infantil como uma possível intervenção terapêutica, explorando a importância da psicomotricidade na natação para crianças autistas. Inicialmente a pesquisa discute a complexidade do TEA, suas características e comorbidades, com ênfase no diagnóstico precoce, acompanhamento familiar e médico. Por conseguinte, caracteriza a natação na fase do desenvolvimento infantil que já vem sendo utilizada em crianças com o transtorno do espectro autista (TEA). Sendo representados por estudos que destacam o benefício da natação para crianças com transtorno do espectro autista e, também, com algum tipo de deficiência intelectual, incluindo melhoras no comportamento social, na coordenação motora e cognição. A metodologia utilizada nos estudos é descritiva, incluindo revisões bibliográficas e estudos experimentais. Com isso, os resultados mostraram uma relevância e tende, positivamente, na utilização da natação como ferramenta terapêutica, ressaltando a importância da ludicidade e da psicomotricidade em grande parte das atividades mediante a esse contexto.
Palavras chaves: Psicomotricidade; Natação; TEA, Desenvolvimento infantil. 
	
	
INTRODUÇÃO:
A natação dentre as modalidades desportivas é que trazem benefícios ao desenvolvimento do indivíduo, em decorrência desta pode ser praticada sem restrições desde o nascimento, dinamizando assim o potencial psicomotor do ser humano. Podendo ser compreendida uma prática estruturada a partir de sua técnica, ritmo e regulamentação. Dessa forma seus conceitos acerca das atividades aquáticas potencializando as relações entre o indivíduo e o meio líquido, com vistas à sua potencialização.
Vários autores chamam a atenção para as contribuições das atividades aquáticas em crianças acometidas pelo Autismo. Devido água ser muita atrativa e possibilitar uma variedade de ações que pode ajudar no desenvolvimento dessas crianças. 
Onde a prática da natação, propicia a melhoria no desenvolvimento de crianças com Autismo, dentre vários aspectos tanto no social, verbal, não verbal, motor e de interesses. Como se vê não há como negar os benefícios da natação para indivíduos com Autismo, tal como as próprias características da água possibilitam uma pluralidade de exercícios com maior segurança.
A psicomotricidade é mais do que uma simples relação entre movimento e psique, é uma simbiose entre corpo e alma, um caminho que pode conduzir ao desenvolvimento integral da criança. 
O tema abordado nesse trabalho visa uma melhor qualidade de vida para essas crianças, e explanar os benefícios psicomotores no desenvolvimento da criança com TEA através da prática regular da natação.
Portanto a Justificativa deste trabalho, se dá por podermos verificar o estimulo e desenvolvimento que a prática da natação trás para crianças com Transtorno do espectro autista e os benefícios da natação para estas crianças, apresentando o uso da natação como forma de tratamento para a criança autista.
O objetivo geral do trabalho é descobrir qual a importância da prática da natação para crianças com transtorno do espectro autista. Seus objetivos específicos são identificar as características do autismo e descrever como a natação serve para auxílio e como ajuda no desenvolvimento psicomotor. 
1. REFERENCIAL TEÓRICO
1.1. CONCEITO DE AUTISMO
Oficialmente o termo “autismo” surgiu pela primeira vez em 1975 pelo o CID 9 (Classificação Internacional de Doenças), e foi categorizado como uma psicose da infância. Até então, o DSM I e o DSM II, respetivamente em 1952 e 1968, referiam-se apenas à esquizofrenia de tipo infantil.
Araújo (2009, p. 12) conceitua o Autismo como sendo um transtorno do desenvolvimento, caracterizado por alterações na comunicação, interação social e padrões repetitivos de comportamento. Tais sintomas comprometem alguns aspectos motores e corporais do indivíduo.
Fadem e Simring (1998, p. 45) conceitua o autista como o indivíduo que apresenta dificuldade de comunicação, com problemas significativos para estabelecer relações sociais e comportamentos repetitivos. 
Algumas dessas dificuldades manifestam-se tanto ao nível da linguagem expressiva e compreensiva que abrange o comunicar e entender as informações que são repassadas. 
Em relação aos prejuízos da comunicação e interação social Kranner identificou e caracterizou o comportamento da criança autista que se apresenta desde a idade mais tenra.
Identificou crianças que apresentavam prejuízo nas áreas de comunicação do comportamento e interação social. E caracterizou essa condição como única e não pertencente ao grupo das crianças com deficiência mental. Propôs o nome de Autismo, para chamar a atenção para o prejuízo severo na interação social que era muito evidente desde do início da vida dos pacientes. (KRANNER,1943, p.17).
Orrú (2015) apud (GILLBERG, 1990, p. 56) diz que o “autismo” é uma síndrome comportamental com pesquisas múltiplas no que concerne ao distúrbio de desenvolvimento. Tem como característica sintomática a tendência ao isolamento. 
Para a ASA - Autism Society of América, (1999, p. 78),"o autismo é um distúrbiode desenvolvimento, permanente e severamente incapacitante". No entanto, a autora ressalta que embora haja limitações e inabilidades que dificulta as relações do indíviduo autista, este antes de tudo é um ser humano.
Segundo Sousa (2014) o autismo é um transtorno global do desenvolvimento de acordo com o Código Internacional de Doenças. Atualmente, o autismo é classificado como um transtorno invasivo do desenvolvimento que envolve graves dificuldades ao longo da vida nas habilidades sociais e comunicativas – além daquelas atribuídas ao atraso global do desenvolvimento – e também comportamentos e interesses limitados e repetitivos (BOSA, 2006). 
De acordo com Smith (2010), o TEA é uma desordem do desenvolvimento neurológico, e deve estar presente desde o nascimento ou começo da infância, mas pode não ser detectado antes, por conta das demandas sociais mínimas na mais tenra infância, e do intenso apoio dos pais ou cuidadores nos primeiros anos de vida. 
De acordo com os atuais estudos cerca de 1% das crianças nascem com o transtorno do espectro autista, que por ventura manifesta-se antes dos três anos, e a pessoa autista apresenta dificuldades em interação social, na comunicação e atenção restrita, assim como, movimentos repetitivos. 
O trabalho com a criança autista não é fácil, pode-se dizer que é um desafio, porém não é impossível de ser realizado e os resultados são perceptíveis de se acompanhar (SMITH, 2010). 
Não existe uma causa para o autismo, as pesquisas têm mostrado que os transtornos do espectro autista estão associados a alterações no desenvolvimento do cérebro, causado por uma combinação de fatores genéticos, ambientais e biológicos (diz respeito ao funcionamento de células, moléculas, proteínas de cada indivíduo).
Embora ainda não haja confirmação científica, acredita-se que vários fatores ambientais contribuem para a causa do autismo. São considerados fatores ambientais: exposição durante a gestação a 6 alguns agentes tóxicos como atalidomida, misoprostol e ácido valpróico; idade das mães acima de 35 anos à época da gestação; baixo peso da criança ao nascimento; asfixia perinatal; infecções perinatais como rubéola (SOUSA, 2014). 
Contudo, é importante salientar que várias pessoas passam por esses fatores de risco e não irão desenvolver o transtorno do espectro autista. É importante estar consciente de que a maioria das crianças autistas não apresenta déficits em todas as áreas de desenvolvimento e que muitas possuem um ou mais comportamentos disfuncionais por breves períodos de tempo ou em situações específicas. Além disso, há outros aspectos também importantes tais como o funcionamento familiar e suporte social (LORD e RUTTER, 2002).
1.1. CAUSA E DIANÓSTICO
Não se tem uma causa especifica para o autismo, já que pesquisas mostram que os autistas estão associados a alterações no desenvolvimento do cérebro, causado por um conjunto de combinações de fatores genéticos, biológicos e ambientais, referindo-se ao funcionamento de células, moléculas, proteínas de cada indivíduo. 
É um grande desafio trabalhar com crianças autista, mas não sendo impossível de ser realizados e os resultados, são satisfatórios no seu acompanhamento (SMITH, 2010).
O diagnóstico preciso não é uma tarefa fácil para o profissional, já que pode haver problemas para distinguir entre crianças com autismo e crianças não-verbais com déficits de aprendizado ou prejuízo da linguagem. No entanto, aos três anos de idade, as crianças tendem a preencher os critérios de autismo em uma variedade de medidas diagnósticas (LEAL, 2009). 
O diagnóstico precoce é importante para facilitar no tratamento da criança autista, o conhecimento ajuda a família, a escola e os profissionais de saúde a detectarem o problema mais cedo. 
É interessante salientar que cada autista é diferente, uma pessoa pode apresentar algumas dessas características e não ter necessariamente do TEA. Por outro lado, a pessoa com autismo não precisa ter todas essas características (LEAL, 2009).
Todavia, esses sinais servem apenas como alerta para que seja procurado um médico psiquiatra ou neurologista para uma melhor avaliação. O diagnóstico do autismo é clínico, feito através de observação direta do comportamento e de uma entrevista com os pais ou responsáveis. Os sintomas costumam estar presentes antes dos 3 anos de idade, sendo possível fazer o diagnóstico por volta dos 18 meses de idade (BRENTANI, 2013).
Os TEAs referem-se a um grupo de transtornos caracterizados por um espectro compartilhado de prejuízos qualitativos na interação social, associados a comportamentos repetitivos e interesses restritos pronunciados. Os TEAs apresentam uma ampla gama de severidade e prejuízos, sendo frequentemente a causa de deficiência grave, representando um grande problema de saúde pública. Há uma grande heterogeneidade na apresentação fenotípica do TEA, com relação à configuração e severidade dos sintomas comportamentais (GESCHWIND, 2009).
1.2. A NATAÇÃO E A CRIANÇA AUTISTA
"A natação é um esporte completo", é uma das frases mais conhecidas pela população em geral. A natação é atualmente um dos esportes mais praticados no país (LIMA, 2008). 
Segundo Silva (2010), a natação ocupa o 20º lugar na preferência da população brasileira. Essa prática é acompanhada de um aumento do número de academias e escolas de natação em todo país, bem como da preocupação dos pais em relação a importância dessa modalidade para o desenvolvimento da criança. 
Ao mesmo tempo em que se observa um aumento do número de crianças envolvidas no processo de iniciação da aprendizagem existe um número razoável dessas crianças que são envolvidas no processo de treinamento precoce da modalidade natação. 
Segundo Lima (2008), durante muito tempo a natação foi realizada de modo mecanista e detalhista, visando mais o plano técnico do que o pedagógico, onde as crianças eram supervisionadas por técnicos os quais tinham como meta ensinar os estilos para formação de novos atletas em pouco tempo. 
A criança bem encaminhada desde os primeiros passos nos facilitará o trabalho e constituirá o elemento mais elevado de aptidão psicomotora, necessários para as grandes performances (SILVA, 2010). 
A natação age como um pré-estímulo motor, pois, antes mesmo de a criança tentar deslocar-se fora da água, já o consegue dentro da água, porque ela fica muito leve, conseguindo, assim, executar movimentos que muitas vezes não consegue fora da água. A criança realiza os movimentos de acordo com sua idade e seu nível de desenvolvimento (PRASS, 2007).
A natação ajuda, a aprender, a respirar, desenvolver o respeito pelos limites, desenvolvimento da lateralidade e coordenação de movimento conjunto de grupos musculares, mas também é um agente facilitador no processo de socialização na criança autista (SOUSA, 2014). 
Para Bruce (2013), as crianças autistas são capazes de executar ações motoras intencionais estabelecendo a propulsão na água, através das técnicas alternadas da natação, provocando o nado. O efeito na melhoria do humor e na motivação em autistas é altamente significativo, na natação, pelo ambiente facilitador e harmonioso que oferece. 
No meio aquático, é possível estimular um aumento das capacidades cardíaca, respiratória e metabólica, bem como uma melhoria da circulação periférica, alívio da dor e do espasmo muscular. O meio aquático favorece, ainda, a interação, comunicação e verbalização, fatores essenciais ao desenvolvimento afetivo e social da criança (PETTER e MASALAZAR, 2011). 
A natação, a partir das suas características particulares solicita ativamente os receptores cutâneos de todo o corpo do indivíduo, efetuando assim uma intensa estimulação proprioceptiva e exterioceptiva, possibilitando a integração de informação proveniente do meio exterior e a vivência de experiências corporais complexas e próprias deste meio. 
De acordo com Sousa (2014), através da natação, a criança aprende, a respirar, desenvolver o respeito pelos limites, na sua lateralidade, há um desenvolvimento, sendo um processo facilitador de socializaçãoe ajuda na coordenação dos grupos musculares, no seu movimento. 
A natação se torna um meio facilitador e harmonioso, gerando um efeito na melhoria do humor. Promove, também o fortalecimento da musculatura, o desenvolvimento das habilidades motoras, auxiliando na postura, promovendo o relaxamento e a independência na mobilidade, de acordo com Rodrigues (1997).
Sendo importante a natação, em certos aspectos do desenvolvimento no domínio motor, cognitivo ou socio emocional, como um meio de facilitação ou desbloqueio. 
A prática da natação é um exercício completo, com uma extensa gama de benefícios, que vão além do desenvolvimento motor da criança. As crianças com TEA, a natação influencia diretamente na sua qualidade de vida, saindo de um estado sedentário, pra uma vida ativa, mais saudável, trabalhando seu sistema motor, cognitivo, lateralidade, agilidade, flexibilidade, relações sociais, autoconfiança. 
As aulas sempre devem ser prazerosas e divertidas, através de brincadeiras e materiais adequados, respeitando o limite de cada criança e realizando o convívio, entre elas, buscando o seu desenvolvimento motor e bem-estar.
Pode-se, portanto, admitir que o meio aquático é facilitador e promotor do desenvolvimento da cognição, visto que favorece aspectos relacionados com a comunicação e, consequentemente, estimula a aquisição da linguagem por parte da criança (COLETA, 2002). 
A natação de uma forma geral, além de se tornar benéfico para as crianças com autismo ao nível dos vários fatores psicomotores, perceptivo-motor, afetivo e social, revela-se também como um importante elemento facilitador da aprendizagem da criança autista (BOSA, 2006). 
Segundo Ozonoff (2005), o processo de aprendizagem da natação traduz-se numa disciplina passível de ser ensinada e assimilada por indivíduos com autismo. 
A natação ajuda a aprender a respirar, desenvolver o respeito pelos limites, desenvolvimento da lateralidade e coordenação de movimento conjunto de grupos musculares, mas também é um agente facilitador no processo de socialização na criança autista. 
As crianças autistas são capazes de executar ações motoras intencionais estabelecendo a propulsão na água, através das técnicas alternadas da natação, provocando o nado. O efeito na melhoria do humor e na motivação em autistas é altamente significativo, na disciplina de natação, pelo ambiente facilitador e harmonioso que oferece (GALLAHUE, 2007).
1.3. O PAPEL DO EDUCADOR FISICO EM CRIANÇAS COM TEA
Na prática da atividade física, o professor tem um papel crucial, já que acompanha a criança no decorrer do seu desenvolvimento, realizando as atividades, planejamentos e avaliações dos alunos. Para se trabalhar com a criança autista, o professor tem que ter conhecimento desse transtorno e conhecer suas características. 
Sendo assim, um professor que não tem capacidade e a escola que não tem estrutura para trabalhar com crianças autista, podem vim prejudica o desenvolvimento dessa criança, tendo ela um regresso no seu desenvolvimento e aprendizado. 
Segundo Hollerbusch (2001), são poucos os professores que tem formação e experiência de ensino, para crianças autistas, como muitos profissionais na área da saúde. 
É através do professor que a criança vai ter um processo de desenvolvimento, motivação métodos adequados, sendo o professor o principal personagem, nesse desenvolvimento, propondo uma estratégia de abordagem corporal e intervenção pedagógica, percebendo formas corporal e ajudando a criança a superar as dificuldades e não só ajudando a organizar os espaços materiais e objetos disponibilizados (CHICON, 2014). 
De acordo com Hollerbusch (2001), diz que profissional que trabalhar com crianças autista, tem que ter uma relação da teoria com a prática, tendo uma posição filosófica atuante, na sua intervenção metodológica educativa. 
Tendo um ajustamento do seu comportamento próprio e criando uma relação entre ele e o aluno. Através do uso da piscina pelas crianças, a favorecendo e o aumento da confiança, da inteligência, com a aproximação dos professores. Desenvolvendo aspectos físicos, psicológicos, afetivos, a reintegração social e o melhorando o lado afetivo e do aprendizado (VELASCO,2004). 
Os professores realizam atividades com prática lúdica, envolvendo os pais dos alunos. O ensino mais indicado é o global e o parcial. Global que envolvem todos, no conjunto de método, que se orientam de todos participarem e o parcial, em partes ou etapas de acordo com o objetivo a ser alcançados. Sendo, que todos os professores dão feedback para os alunos, envolvendo os pais, quase sempre nessas atividades e realizando festivais. 
Sempre interagindo os professores e pais em relação aos alunos, para o desenvolvimento melhor dos alunos. Ante o ensino da natação para alunos autistas, era um modelo mecanicista, usada por técnicos desportistas de acordo com Caetano (2013). 
Com os estudos e o tempo isso foi modificando, levando em consideração diversos aspectos individuais dos alunos, como a individualidade biológica. Os métodos de ensino se modificaram com o tempo, antes eram natação se aprofundaram adequando cada aluno levando em consideração diversos aspectos tais como a individualidade biológica.
A natação é considerada uma etapa da alfabetização aquática, na fase de introdução do meio liquido. Sendo nessa fase que o aluno adquira confiança e possa dominar o meio liquido, realizando deslocamento e movimentos dentro da piscina de forma livres, espontânea e facilitada. 
Nas condições do educador físico, deve-se atentar aos movimentos e as interações afetivas nos espaços de aprendizagem, reorganizando a sua relação com o saber e buscando a capacitação de um plano de educação e inclusão no desenvolvimento cognitivo, motor e sensorial de cada aluno (CUNHA, 2011).
1.4. BENEFÍCIOS DA NATAÇÃO PARA CRIANÇAS COM TEA
A divulgação das primeiras informações sobre o autismo feitas por Kanner, (1943), e mais tarde Hans Asperger, que diziam ser uma perturbação do desenvolvimento, com um déficit motor associado. 
O autismo é um transtorno global do desenvolvimento de acordo com o CID-10 que é o Código Internacional de Doenças. Manifesta-se antes dos três anos. Segundo a Associação Americana de Autismo (ASA-American Society for Autism) a cada mil nascimentos ocorrem dois casos (SOUSA, 2009, p. 78).
Há esse tipo de perturbação foi estabelecida uma tríade que consiste num espectro de perturbações com um tronco comum de áreas afetadas, são elas: 
1) relacionamento social;
2) comunicação, e 
3) comportamentos e atividades estereotipadas e repetitivas (WING, 1988, p. 67).
Reforçando a palavras do referido autor Sousa (2009) diz que a pessoa autista apresenta dificuldades em interação social, na comunicação e atenção restrita, assim como, movimentos repetitivos. O trabalho com a criança autista não é fácil, pode-se dizer que é um desafio, porém não é impossível de ser realizado e os resultados são perceptíveis e fantásticos de se acompanhar.
Portanto a natação vem corroborar para o desenvolvimento motor de crianças afetadas pelo autismo. Pois de acordo Schuink, (2011, p. 34) quem pratica este esporte, melhora além do físico, o cognitivo e muitas patologias pautadas como social, portanto, a natação é considerada um esporte completo, de extrema valia para quem possui a característica do autismo.
Dentre os todos os benefícios atribuídos a natação é importante dar atenção ao desenvolvimento motor que representa um aspecto do processo desenvolvimentista total e está intrinsecamente inter-relacionado às áreas cognitivas e afetivas do comportamento humano, sendo influenciado por muitos fatores. 
A importância do desenvolvimento motor ideal não deve ser minimizada ou considerada como secundária em relação a outras áreas do desenvolvimento. Portanto, o processo do desenvolvimento motor revela-se basicamente por alterações no comportamento motor, do bebê ao adulto, é um envolvido no processo permanente de aprender a mover-se eficientemente, em reação ao que enfrentamos diariamente em um mundo em constante modificação,(GALLAHUE; OZMUN, 2002, apud BALBÉ, 2004).
Assim Schuink, et al, (2011, p. 45) relata que levando em conta o aspecto comunicativo e sociológico, é possível que quando um indivíduo autista estando inserido em aulas de natação com os demais alunos sejam eles iguais ou diferentes a ele, está de forma direta ou indireta criando vínculos afetivos. 
É como cita Shephard (1991) apud Tsutsumiet al (2004) criando novas amizades e de certa forma aumentando sua autoestima e, por conseguinte uma melhora na qualidade de vida.
“Na natação também, são solicitados os canais exteroceptivos, propriorecepticos e interoceptivo, em diversos graus de importância. Estes, por sua vez, permitem ao indivíduo captar os estímulos advindos do meio ambiente, bem como definir a posição do corpo no espaço, a posição dos segmentos em relação a ele, o grau de tensão muscular, o equilíbrio, além de fornecer informações sobre certas necessidades do corpo” (DAMASCENO, 1992, p. 32).
Os benefícios que a prática de atividade física, se manifestam em todos os aspectos dos organismos, deste do ponto de vista musculoesquélito, fortalecimento dos ossos, auxilia na melhora da força e do tônus muscular e da flexibilidade das articulações. Uma das atividades que se desenvolve um trabalho corporal completo é a natação (SOUSA, 2014). 
Para a pessoa autista, a natação oferece possibilidades de estímulos e desenvolvimento necessário, proporcionado a utilizar as suas habilidades, por meio da atividade motora, com isso desenvolvendo suas capacidades máximas físicas e intelectuais. (VELASCO, 2004). 
Tendo a criança autista dificuldade na organização espaço temporal, então através de objetos utilizados em aula, como música, brinquedo, usado no tempo certo com seus exercícios, fica mais fácil conseguir sua atenção (SOUSA, 2014). 
A natação, na fase da criança oferece possibilidades de estímulos e desenvolvimento necessário a uma pessoa autista, ela funciona como um possível tratamento complementar, como incorporação em um ambiente social, como reabilitação física e mental. 
Sendo ingeridas aos poucos e tendo o cuidado com as futuras mudanças, no decorrer da aula. Iniciando com o seu espaço temporal, entrada e saída da piscina. Aprendendo a desloca-se na piscina, refletindo no seu dia-a-dia. Procurando desenvolver o máximo a sua independência, objetivando essa independência dentro e fora da piscina (SOUSA, 2014). 
Assim, ela irá aprender a se deslocar pela piscina e terá certa independência na água, refletindo assim no seu dia-a-dia. Todo trabalho realizado com o autista precisa ter o objetivo de desenvolver o máximo a independência da criança com este transtorno (SOUSA, 2014). 
A natação para crianças com TEA é um possível tratamento complementar de reabilitação física e mental. O uso dela na reabilitação física, decorre dos movimentos dos nados. Os movimentos realizados pela criança autista, gera uma semelhança com os movimentos diários, exemplo (andar). 
É, portanto, um trabalho de conhecimento do próprio corpo, pois exige a participação dele por inteiro, trabalhando e desenvolvendo uma melhor coordenação física, a postura, o ritmo, o equilíbrio, a flexibilidade, o tônus muscular e a auto aceitação (VELASCO, 2004). 
O contato da criança com a piscina, os colegas e com o professor, permite trabalhar aspectos como a afetividade, a auto confiança e a criatividade. Desenvolvendo-se atividades físicas, psicológicas, de aprendizagem e afetivas, facilitando a reintegração social da criança (VELASCO, 2004).
1.5. PSICOMOTRICIDADE NA NATAÇÃO
A prática da estimulação psicomotora junto com o auxílio dos pais junto com a natação tem a finalidade de ensinar a criança, através da motricidade, a exercer sua função de ajustamento, individualmente ou com outras crianças. Na natação, a prioridade constitui a atividade motora lúdica, fonte de prazer, permitindo à criança prosseguir na organização de sua “imagem de corpo”, servindo de ponto de partida na sua organização prática em relação ao desenvolvimento de suas atitudes de análise perceptiva (FONSECA, 2004). 
A prática psicomotora, portanto, deve ser entendida como um processo de ajuda que acompanha a criança em seu próprio percurso maturativo, que vai desde a expressividade motora e do movimento até o acesso à capacidade de descontração (SÁNCHEZ, 2003 p 28). 
A natação desenvolve um trabalho corporal global. Campion (2000) afirma que a prática de atividade aquática surte efeito de amplificar a experiência de movimento das crianças e estimula o desenvolvimento. 
Além disso, a natação promove a ativação das células cerebrais que faz a criança desenvolver sua psicomotricidade, sociabilidade e o sistema cardiovascular, além do papel formativo da criança em idade pré-escola, auxiliando na formação da personalidade e inteligência (MOREIRA, 2009).
Com base nesses aspectos, é visto que a natação não se resume apenas a ensinar a criança a nadar. Mas, sim, ajudar no desenvolvimento da psicomotricidade e reforçar o desenvolvimento do início da personalidade (BORGES, 2020). 
Portanto, reforça-se que para que o processo de desenvolvimento infantil seja melhor aproveitado em todos os benefícios, é necessário respeitar todas as fases do processo pedagógico (BORGES, 2020)
O transtorno do espectro autista, exige um acompanhamento permanente por causa de suas funções características, sendo assim, é necessário estratégias de intervenções que deem respostas às necessidades e aos déficits apresentados. 
Entre diversas alternativas de intervenções, encontra-se a psicomotricidade relacional, a qual tem como função ajudar o déficit da criança com TEA e pode atingir os sintomas de maneira mais profunda, como a raiz psicoemocional, as desordens relacionais e as demandas afetivas (FERREIRA, 2016). 
Para Simeão (2016) o psicomotricista relacional também precisa estar apto a comunicação não verbal, e estabelecer um diálogo corporal com uma carga afetiva positiva, para que a criança possa transferir a ele os seus sentimentos e sentir-se protegida nas sessões. 
Em função da sua dificuldade na comunicação, a criança autista não é compreendida pelo outro, e para tanto é necessário propor atividades 19 sensório-motoras para que a criança possa vivenciar no corpo a sua condição tônica, na relação com o outro no mundo, onde estas vivências irão desenvolver o seu potencial cognitivo-afetivo (BOATO, 2013). 
Geralmente crianças autistas são marcadas por estigmas, rejeição, abandono, negação ou superproteção. Na relação com o psicomotricista é possível ressignificar estes conflitos, possibilitando a criação e desenvolvimento de novas maneiras de sair ou permanecer nas relações de forma mais afetiva e positiva (SIMEÃO, 2016). 
Desta forma, considerando as características do Transtorno do Espectro Autista, a mediação corporal feita pela psicomotricidade relacional, fornece à criança um “tempo e um espaço no qual ela possa mostrar-se em sua inteireza, através da espontaneidade do brincar, buscando facilitar o seu desenvolvimento o desenvolvimento global, a sua afetividade e a interação social” (COSTA e DANTAS, 2014, p. 5).
1.6. COORDENAÇÃO MOTORA DA CRIANÇA COM TEA NA NATAÇÃO.
O conjunto de processo de mudanças durante toda a vida, no desenvolvimento acentuada da infância e adolescência, que temos durante toda a vida é o desenvolvimento do sistema motor. Esse processo de mudança, teremos ao longo do clico da vida. 
Sendo de acordo com a idade, sexo e classe social que esse processo de conhecimento das capacidades físicas, vem desenvolvendo, através da sua aplicação na performance das várias habilidades motoras que a criança, venha a ter. 
Essas mudanças e habilidades te a relação entre as necessidades das atividades e tarefas, formação biológica do indivíduo e as condições do meio ambiente (BARREIROS e NETO, s/data; UMEKI, 2005). 
Na sequência do sistema motor, se tem três aspectos basicamente:
- A velocidade varia de criança para criança, mas a sequência é a mesma;
- Existe habilidades que são os alicerces para que toda a aquisição e aprendizagemposterior seja possível e mais efetiva, daí existe a afirmação de uma interdependência, nessas mudanças das habilidades básicas;
- Através dessa sequência a criança pode aprender, não apenas aquilo que é ensinado, mas especialmente o que se refere às suas necessidades. 
Na criança autista a natação é apontada como uma atividade física, que favorecer e melhorar a criança, no seu desenvolvimento e aprendizado da lateralidade, orientação espacial, coordenação motora, fortalecimento da musculatura e do equilíbrio, capacidade vascular aumentada e a água lhe proporcionar movimentos de amplitude, fazendo o autista conhecer o seu corpo e o espaço a sua volta (PEREIRA E ALMEIDA,2017). 
O humor e a motivação, são proporcionados pela natação, como supre as necessidades de movimentos da criança e descarrega suas tensões (ADEMIAS, SANTOS, 2014)
2. METODOLOGIA
O presente estudo foi elaborado através de Pesquisas Bibliográficas, que segundo Gil (2002, p. 17) “A pesquisa é requerida quando não se dispõe de informação suficiente para responder ao problema, ou então quando a informação disponível se encontra em tal estado de desordem que não pode ser adequadamente relacionada ao problema”. 
Portanto, o estudo foi elaborado a partir de materiais já existentes, como artigos científicos, revistas eletrônicas, livros etc. A pesquisa foi realizada nas bases de dados eletrônicos como, SciELO, PUCRS, Portal Capes, acessadas através do site de busca google acadêmico, tendo um caráter exploratório e descritivo com base nos dados dos artigos científicos. 
As buscas foram conduzidas utilizando os seguintes descritores: Natação, autismo, desenvolvimento, crianças, psicomotricidade, onde foram utilizados, os operadores lógicos AND, OR e NOT para auxiliar os descritores e os demais termos utilizados para localização dos artigos. 
Fazendo a análise do material bibliográfico utilizado os artigos de maior relevância que atendem os critérios de inclusão: artigos publicados no período de 2000 até 2020, de língua portuguesa.
2.1. POPULAÇÃO E AMOSTRA
A população a ser investigada será através de pesquisas realizadas pelos artigos, alguns pesquisados em sites, resumos de livros que abordam o assunto escolhido em uma revisão bibliográfica. Após leitura minuciosa dos resumos o autor selecionou as referências levando-se em conta os critérios estabelecidos.
2.2. COLETA DE DADOS
O período de coleta aconteceu entre fevereiro a outubro de 2024 e o material coletado foi revisado e estudado para assim chegar nas considerações finais, de acordo com a natação infantil, os fundamentos psicomotores que inclui o processo didático pedagógico de atividades aquáticas, como também, a sua contribuição para o desenvolvimento fisiológico e psicológico de crianças com TEA.
Nesse estudo foi necessário a utilização de artigos com descrição de atividades e observação de crianças com (TEA) praticantes da natação com diferentes idades e níveis. 
A etapa de coleta de dados dessa pesquisa foi realizada em três níveis, sendo eles: 
1. Leitura exploratória do material selecionado 
2. Leitura seletiva e sistemática 
3. Registros das informações extraídas das fontes em instrumento específico 
Diante disso, foi realizada uma leitura analítica com a finalidade de ordenar e resumir as informações contidas nas fontes de pesquisa de forma que as etapas possibilitem a obtenção de respostas ao problema do estudo.
3. RESULTADOS E DISCUSSÕES
Quando falamos de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), esse caminho se torna ainda mais significativo. O TEA, com suas tempestades de desafios sociais, comportamentais e motores, encontra no ambiente aquático um refúgio, onde o movimento não é apenas físico, mas também emocional e cognitivo (LE BOULCH, J., 1984).
A natação, com seu abraço aquático, oferece um cenário único para o desenvolvimento psicomotor. Na água, o peso do mundo desaparece, e a criança pode flutuar livremente, explorando novas maneiras de se mover e se conectar com seu corpo e mente (FRAGALA-PINKHAM, et al., 2014)
Crianças com TEA frequentemente enfrentam dificuldades no desenvolvimento motor e social. Essas dificuldades podem ser mitigadas através de intervenções psicomotoras como a natação, que contribui para a melhoria do comportamento social e cognitivo. 
O ambiente aquático, suave e acolhedor, permite que o corpo se mova com liberdade. A natação, com seu ritmo cadenciado e repetitivo, transforma-se em uma terapia viva, onde o movimento gera não apenas no desenvolvimento físico, mas também abre portas para a socialização e a cognição (EGAN, R.J; LANE, A., 2017).
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Diante de tudo que foi discutido, pôde-se concluir que a natação é facilitadora no processo de desenvolvimento psicomotor da criança autista, sendo assim, este estudo buscou oferecer conhecimento abrangente, e mostrar o quanto a natação é fundamental na melhoria da capacidade psicomotora dessas crianças, principalmente nos primeiros anos de vida delas. 
Por isso a natação é reconhecida no processo de tratamento e aprendizagem de socialização dessas crianças. Por tanto foi devidamente comprovado, através dessa revisão bibliográfica que a natação é um esporte bastante importante para a vida de uma criança portadora do TEA.
De acordo com os resultados obtidos através das pesquisas, conclui-se que a natação entra como um meio muito importante para as crianças autistas, pois, pode ser uma estratégia para o desenvolvimento da habilidade motora e sociais do mesmo, especialmente por possibilitar a participação em contextos sociais diferentes do seu repertório diário. 
O indivíduo tende a possuir atividades solitárias, manipulativas e repetitivas dependendo do seu grau, mas com a prática de atividade física, esse comportamento desenvolvido pelo autismo pode diminuir. Constatou-se que no decorrer dos embasamentos científicos que a natação não é apenas para o desenvolvimento físico da criança, mas também para a formação de personalidade e inteligência. 
Com base nisso, ao longo do processo deste artigo, conclui-se através dos resultados que foi visto uma evolução significativa na maioria das crianças com TEA durante as aulas de natação e sendo acompanhadas por terapeutas. Essas crianças diminuíram o grau e começaram a ter certas liberdades e independências, principalmente com atividades básicas do dia a dia.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. D.S.M. IV _ Manual de diagnóstico e estatístico das perturbações mentais, 4º. Lisboa: Climepsi, 1996.
AMERICAN SOCIETY FOR AUTISM. C.I.D.-10 (10º Classificação internacional de doenças). Lisboa: Organização Mundial de Saúde. 1991.
ARAÚJO, Daniela Caetano da Silva de. INSTITUIÇÕES DE PORTO ALEGRE COM PRÁTICAS CORPORAIS PARA AUTISTAS. Curso de Licenciatura Plena em Educação Física. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Educação Física. Porto Alegre, 2009.
ASA - Autism Society of América. Autism. Departament of Health ando Human Services. Public Health Service National Institutes of Health. U.S.: 1999.
BOSA, C. A. As relações entre autistas e atividade física, Comportamento Social e Função Executiva. Vol. 14, Ed.: Supl. I, p. 281-287, 2006. 
BOATO, C.A. Revista brasileira de psiquiatria. Autismo: intervenções psicoeducacionais. Vol. 28, ed.: Supl. I, p. 47-53, 2013. 
BOUCH, W. Guia prático para quem trabalha com crianças autistas. 3ª edição. Rio de Janeiro: Atheneu, 1984. 
BRENTANI, E. P. Reabilitação de crianças com necessidades especiais. Rio de Janeiro: Pitanga, 3ª edição, p.180, 2013.
CAETANO, JR. Aspectos fisiológicos do desempenho da natação para pessoas com deficiência. Med Sci Sports Exerc. 2013
COLETA, M. Autismo: Sinais precoces. Fórum sociológico, São Paulo: Manole, 1ª edição, p. 25-31, 2002.
DAMASCENO, L. G. Natação, psicomotricidade e desenvolvimento. Brasília: Secretaria dos Desportos da Presidência da República, 1992
FADEM, B. & SIMRING, S. Autoavaliação em Psiquiatria. Lisboa: Climepsi, 1998
GILLBERG, C. Infantile autism diagnosis and treatment.Acta Psycbiat. Scand., 1990.
GALLAHUE, D. Autism: Explaining the enigma. Oxford: Black Well, p. 54-57, 2007.
GESCHWIND, Q.F. Epidemiologia da saúde. São Paulo: Phorte, 3ª edição, p.75, 2009.
KANNER, L. (1943). Autistic Disturbances of Affective Contact. Nervous child, 2, 217-250.
LEAL, R. Emergência de significados e relação precoce. Revista Portuguesa de Psiquiatria, 2ª edição, p.19-44, 2009. 
LIMA, S. R. Manual da natação. Rio de Janeiro: Sprint, p. 26, 2008.
LORD, C, RUTTER, M. Autism and pervasive developmental disorders. 4ª ed, oxford, UK: Blackwell Publishing, p. 69-93, 2002.
ORRÚ, Sílvia Ester. A formação de professores e a educação de autistas. Fundação de Encino Octavio Bastos, Brasil. Disponível em: http://www.rieoei.org/deloslectores/391Orru.pdf. Acesso em: set. 2024.
PRASS, V. Psicomotricidade. São Paulo: Martins Fontes, 2007. 
PETTER, I. C; MASALAZAR, P. Principais causa para o desenvolvimento do autismo: Manual para pais. Rio de Janeiro: abril, p. 44, 2011. 
SILVA, D. B. P. M, Programa Específico de Natação para Crianças Autistas. Lisboa: Escola Superior de Educação Almeida Garrett, p. 13, 2010. 
SMITH, J. Autismo: o significado como processo central. Lisboa: Secretaria de Reabilitação e Integração das pessoas com deficiência, p.42, 2010. 
SCHUINK, Elisiana, GABRIEL, Bruno José, JÚNIOR, Miguel Archanjo de Freitas. Natação x autismo: benefícios da natação para o autismo. 2011.
SILVA, Edna Lúcia da / MENEZES, EsteraMuszkat. Metodologia da Pesquisa e Elaboração de Dissertação. 3a edição revisada e atualizada. Universidade Federal de Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção. Laboratório de Ensino a Distância. 2001. 121 páginas.
SOUZA, Valdênya; MENEZES, Larianne; AMORIM, Marília. Os benefícios de exercícios aquáticos (natação) para deficientes físicos. 2014--. Disponível em: http://www.webartigos.com/artigos/os-beneficios-de-exercicios-fisicos-aquaticos-natacao-para-deficientes-fisicos/26879. Acesso em: set. 2024
VELASCO, G. Natação segundo a Psicomotricidade. Rio de Janeiro: Atheneu, 2ª ed, 2004.
WING, L. The autistic continuum. In: Wing (org) Aspects of autism: Biological Research. London: Royal college of psifchiatrist & the national austistic society, 1988.
image2.png
image3.jfif
image4.jfif
image5.jfif
image6.jfif
image1.jpg

Mais conteúdos dessa disciplina