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Documentos
orientadores
Química
12.º ano
Fernanda Braguez
João Paiva
António José Ferreira
João Vale
Carla Morais
Victor Gil
CADERNO DE APOIO
AO PROFESSOR
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Fichas
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Planificações
Testes
Apoio às atividades
 laboratoriais
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Guiões de recursos
multimédia
Soluções
Objetivos do Caderno 
de Apoio ao Professor ........................................... 3 
Apresentação do Projeto: 
linhas orientadoras ................................................. 4 
Manual ..................................................................... 4 
Atividades laboratoriais ........................................... 5 
Caderno de Exercícios e Problemas ......................... 5 
Exploração de recursos digitais no ensino ............... 5 
Metas Curriculares 
de Química – 12.o ano ............................................ 6 
Introdução ................................................................ 6 
Conteúdos e objetivos gerais ................................... 7 
Metas Curriculares – articulação 
com o Manual ........................................................ 12 
Bibliografia proposta 
no Programa de Química 12.o ano ......................... 19 
Planificações ......................................................... 26 
Calendarização anual ............................................. 27 
Planificação a médio prazo .................................... 29 
Planos de aula ........................................................ 41 
Apoio às atividades 
laboratoriais .................................................... 69 
AL 1 – Um ciclo do cobre ........................................ 70 
APL 1 – Construção de uma pilha 
com determinada diferença 
de potencial elétrico .................................. 73 
AL 2 – A cor e a composição quantitativa 
de soluções com iões metálicos .................. 74 
AL 3 – Funcionamento de um 
sistema tampão ........................................... 76 
AL 4 – Destilação fracionada de uma mistura 
de três componentes .................................. 78 
AL 5 – Determinação da entalpia 
de neutralização da reação 
 .................................. 83 
AL 6 – Determinação da entalpia 
de combustão de diferentes álcoois ........... 84 
 
APL 2 – Produção de um biodiesel a partir 
de óleos alimentares queimados ................ 87 
AL 7 – Síntese de um polímero ................................. 88 
Grelhas de registo e de avaliação de relatórios ........ 91 
Fichas .................................................................... 92 
Ficha de diagnóstico ................................................. 92 
Ficha 1 – Estrutura e propriedades 
dos metais ................................................. 96 
Ficha 2 – Degradação dos metais ............................. 98 
Ficha 3 – Metais, ambiente e vida ......................... 100 
Ficha 4 – Combustíveis fósseis: o carvão, 
o crude e o gás natural ........................... 102 
Ficha 5 – De onde vem a energia 
dos combustíveis .................................... 104 
Ficha 6 – Materiais poliméricos ............................. 105 
Testes .................................................................. 106 
Teste de avaliação 1 ................................................ 106 
Teste de avaliação 2 ................................................ 110 
Teste de avaliação 3 ................................................ 114 
Teste de avaliação 4 ................................................ 119 
Teste de avaliação 5 ................................................ 123 
Teste de avaliação 6 ................................................ 127 
Miniteste sobre a AL 1 ........................................... 131 
Miniteste sobre a AL 3 ............................................ 133 
Miniteste sobre a AL 7 ............................................ 135 
Guia de exploração 
de recursos multimédia .................................... 138 
Soluções ............................................................. 154 
Soluções das Atividades do Novo 12Q .................... 154 
Soluções das fichas formativas ............................... 162 
Soluções dos Minitestes sobre as AL ...................... 165 
Critérios específicos de classificação 
dos Testes de avaliação ................................... 166 
Sugestões de bibliografia 
e sítios na internet ........................................ 199 
 
Índice 
Índice 
 
 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 3 
 
Este Caderno de Apoio ao Professor fornece informação e recursos complementares aos 
Professores que se encontrem a utilizar o manual escolar Novo 12Q, da Texto Editores. 
Os Professores podem aqui encontrar: 
 as linhas orientadoras do Manual; 
 uma tabela que cruza as Metas Curriculares de Química 12.o ano com as páginas do Manual 
onde são trabalhadas; 
 bibliografia útil; 
 planificações a médio prazo e planos de aula relativos ao 1.o domínio das Metas Curriculares 
(os planos de aula relativos ao 2.o e ao 3.o domínios encontram-se em ); 
 apoio às Atividades Laboratoriais (AL) e Atividades de Projeto Laboratorial (APL), incluindo 
respostas às questões pré e pós-laboratoriais do Manual; 
 respostas às Atividades do Manual; 
 uma ficha de diagnóstico; 
 6 fichas formativas (organizadas pelos domínios das Metas); 
 6 testes de avaliação sumativa (dois para cada período escolar); 
 3 minitestes sobre atividades laboratoriais (um para cada período escolar). 
Tanto as fichas formativas como os minitestes sobre atividades laboratoriais têm resoluções 
descritivas. Os testes de avaliação sumativa são acompanhados por critérios específicos de 
classificação, com a respetiva cotação. 
Neste Caderno de Apoio ao Professor encontra-se ainda informação sobre a componente 
multimédia do projeto, nomeadamente uma tabela identificativa de todos os recursos existentes 
para cada capítulo do Manual e um guia com sugestões de exploração dos diferentes recursos. Para 
os simuladores apresentam-se fichas de exploração específicas. 
Por último, incluem-se sugestões de bibliografia, assim como sugestões de sítios atualizados da 
internet. 
Todos os materiais deste Caderno encontram-se disponíveis em formato editável em . 
 
Objetivos do Caderno de Apoio ao Professor 
 
4 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
 
Na elaboração do Novo 12Q guiámo-nos pelas seguintes linhas orientadoras: 
 cumprimento das Metas Curriculares da disciplina de Química, 12.o ano de escolaridade; 
 adequação pedagógica e científica, mantendo simultaneamente uma linguagem rigorosa e 
acessível para os alunos; 
 multiplicidade de atividades, incluindo não apenas atividades comuns no ensino da química, 
como a resolução de exercícios diversificados e a execução de atividades laboratoriais, mas 
também propostas que levam o aluno a interrogar-se e a querer aprender mais e outras que 
incluem a exploração de simulações computacionais; 
 diversidade de opções, para que os professores possam adequar as suas metodologias e 
estratégias às necessidades de cada escola e, dentro desta, às diferentes turmas e alunos; 
 valorização da componente laboratorial, de grande importância para a educação científica e 
para a aprendizagem. 
Manual 
No Manual Novo 12Q merecem especial destaque: 
 o texto claro e sucinto, com destaques de informação essencial; 
 a preocupação em estabelecer relações entre os conteúdos apresentados e exemplos do 
quotidiano, próximos dos interesses dos alunos; 
 a inclusão de questões resolvidas, devidamente intercaladas no texto, para que os alunos se 
familiarizem progressivamente com os vários métodos e técnicas de resolução de questões; 
 cerca de 200 questões propostas, com diferentes graus de dificuldade e de várias 
tipologias, onde se contemplam também questões sobre a componente laboratorial e várias 
questões transversais no final de cada subdomínio; 
 a resolução, no final do Manual, de todas as questões apresentadas, permitindone
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 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 35 
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 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 41 
Escola ________________________________________________________________________________________________________ 
Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Estrutura e propriedades dos metais 
CONTEÚDO: Um outro olhar sobre a Tabela Periódica dos elementos. 
Metas 
curriculares 
1.1.1 Concluir que os metais são uma matéria-prima muito utilizada e discutir a sua 
importância tecnológica e económica. 
Sumário Importância dos elementos metálicos. 
Atividades 
 Propor aos alunos que imaginem o que sucederia se, por exemplo, o ferro deixasse de existir. 
Discutir em aula as respostas para os levar a concluir que estamos muito habituados ao uso 
dos metais e que estes são fundamentais ao quotidiano. 
Mostrar o vídeo de introdução ao domínio «Metais e ligas metálicas» seguido da 
apresentação «Um outro olhar sobre a Tabela Periódica dos elementos». 
 Dialogar com os alunos sobre a importância dos elementos metálicos usando as páginas 10 e 
11 do Novo 12Q. 
 Recorrer ao simulador «Tabela Periódica dos elementos químicos». 
 Em diálogo com os alunos, analisar a Fig. 4 da página 12 do Novo 12Q e recordar que a 
configuração eletrónica dos átomos é estabelecida de acordo com determinadas regras. 
 Utilizar a Questão resolvida 1 da página 12 do Novo 12Q para debate e consolidação de 
conteúdos. 
 Apresentar a Atividade «Aplicações dos metais» da página 13 do Novo 12Q. Solicitar aos 
alunos que respondam às questões propostas. 
 Em diálogo com os alunos, corrigir as respostas. 
 Organizar a turma em grupos de dois elementos. 
 Propor que os vários grupos realizem a tarefa «Pesquisa» inserida na Atividade, autorizando 
o recurso ao computador com acesso à internet. 
 Propor a resolução da +Questão 1 da página 34 do Novo 12Q. 
Recursos
Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 10 a 14).
 Computadores (ligação à internet). 
 : 
Vídeo 
– Metais e ligas metálicas 
Apresentação 
– Um outro olhar sobre a Tabela Periódica dos elementos 
Simulador 
– Tabela Periódica dos elementos 
TPC Caderno de Exercícios e Problemas: págs. 5 a 6. 
Avaliação 
 Observação direta dos alunos na aula. 
 Participação e empenho nas tarefas propostas.
 
Plano de aula n.o 1 90 min. 
42 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Escola ________________________________________________________________________________________________________ 
Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Estrutura e propriedades dos metais 
CONTEÚDOS: Um outro olhar sobre a Tabela Periódica dos elementos químicos – metais de transição: a 
especificidade das orbitais d. 
Metas 
curriculares 
1.1.2 Associar afinidade eletrónica à energia libertada na formação de uma mole de iões 
negativos a partir de uma mole de átomos no estado gasoso. 
1.1.3 Identificar os elementos metálicos como aqueles que apresentam baixa energia de 
ionização e os não metálicos como aqueles que apresentam elevada afinidade eletrónica. 
1.1.4 Relacionar as posições dos elementos metálicos de transição na Tabela Periódica com as 
configurações eletrónicas dos respetivos átomos. 
Sumário Energia de ionização e afinidade eletrónica. Metais de transição. 
Atividades 
 Começar por referir que na última aula se verificou que os metais são uma matéria-prima 
muito utilizada e com elevada importância tecnológica e económica. 
 Questionar: «Por que razão os elementos metálicos ocorrem na natureza em substâncias 
compostas?». Discutir eventuais respostas.
Referir que a energia de ionização e a afinidade eletrónica ajudam a perceber tal situação e 
que são duas propriedades relacionadas com a estrutura eletrónica dos átomos. 
 Abordar os conceitos energia de ionização e afinidade eletrónica usando as páginas 14 a 16 
do Novo 12Q. Por fim, solicitar a um aluno que analise o esquema da página 16 do Novo 
12Q. 
 Utilizar a Questão resolvida 2 do Novo 12Q para esclarecimento e debate de conteúdos. 
 Propor a resolução das +Questões 2, 3, 11, 12 (por exemplo) das páginas 34 e 35 do Novo 
12Q para consolidação. 
 Relembrar o conceito de orbital atómica. 
 Recorrer à Fig. 8 da pág. 17 do Novo 12Q para analisar a representação gráfica de diferentes 
orbitais. 
 Recorrendo à página 17 do Novo 12Q, abordar a posição dos elementos metálicos da 1.a 
série de transição na Tabela Periódica e a sua relação com as configurações eletrónicas dos 
respetivos átomos. 
Recursos Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 14 a 17). 
TPC Caderno de Exercícios e Problemas: págs. 6 a 7. 
Avaliação Observação direta dos alunos na aula. 
 Participação e empenho nas tarefas propostas. 
 
Plano de aula n.o 2 90 min. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 43 
Escola ________________________________________________________________________________________________________ 
Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Estrutura e propriedades dos metais 
CONTEÚDOS: Um outro olhar sobre a Tabela Periódica dos elementos químicos – metais de transição: a 
especificidade das orbitais d; elementos metálicos na Tabela Periódica (blocos s, p, d e f). Ligação metálica. 
Metas 
curriculares 
1.1.4 Relacionar as posições dos elementos metálicos de transição na Tabela Periódica com as 
configurações eletrónicas dos respetivos átomos. 
1.2.1 Interpretar a ligação metálica como resultado da partilha dos eletrões de valência 
deslocalizados pelos átomos do metal, relacionando a estabilidade da ligação com as 
interações entre esses eletrões e os cernes dos átomos do metal. 
Sumário Metais de transição. Elementos metálicos na Tabela Periódica (blocos s, p, d e f). 
Ligação metálica. 
Atividades 
 Relembrar que as posições dos elementos metálicos de transição na Tabela Periódica estão 
relacionadas com as configurações eletrónicas dos respetivos átomos, frisando os elementos 
da 1.a série de transição. 
 Usando a página 18 do Novo 12Q, interpretar as configurações eletrónicas dos elementos da 
1.a série de transição. Solicitar a um aluno que analise, posteriormente, o esquema 
apresentado no final da página. 
 Retomar a ideia de estabilidade acrescida quando o subnível 3d está semipreenchido ou 
completo, tentando que os alunos interroguem este facto. 
 Abordar a explicação ao problema anterior usando a página 19 do Novo 12Q. 
 Adiantar que para além da 1.a série de metais de transição existe uma 2.a série de metais de 
transição. Utilizar como suporte a Fig. 11 da página 19 do Novo 12Q. 
 Utilizar a Questão resolvida 3 da pág. 20 do Novo 12Q para debater e consolidar conteúdos. 
 Utilizando a página 20 do Novo 12Q, apresentar os blocos da Tabela Periódica. 
 Avançar com a consolidação dos conteúdos propondo a resolução das +Questões 13, 14 e 15 
da página 35 do Novo 12Q. 
 Perguntar aos alunos: «O que pensam quanto à maneira como os átomos se encontram 
associados nos metais?». Discutir eventuais respostas. 
 Usando a página 21 do Novo 12Q, abordar a ligação metálica. 
Recursos Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 18 a 21). 
TPC Caderno de Exercíciose Problemas: pág. 8. 
Avaliação 
 Observação direta dos alunos na aula. 
 Participação e empenho nas tarefas propostas. 
 
Plano de aula n.o 3 90 min. 
44 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Escola ________________________________________________________________________________________________________ 
Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Estrutura e propriedades dos metais 
CONTEÚDOS: Ligação química nos metais e noutros sólidos: ligação metálica; propriedades características dos 
metais: condutividade elétrica, brilho, maleabilidade e ductilidade. 
Metas 
curriculares 
1.2.2 Associar a ocorrência de ligação metálica a átomos que apresentam baixa energia de 
ionização, várias orbitais de valência vazias e um número de eletrões de valência menor 
do que o número de orbitais de valência. 
1.2.3 Interpretar as propriedades dos metais (condutividade elétrica, brilho, maleabilidade e 
ductilidade) com base nos eletrões de valência do metal. 
1.2.5 Associar cristal a um material no qual as unidades estruturais se encontram organizadas 
de uma forma repetida e regular no espaço tridimensional, dando exemplos de cristais 
metálicos, iónicos, covalentes e moleculares. 
1.2.7 Identificar os cristais moleculares como substâncias sólidas constituídas por moléculas 
organizadas de maneira regular que se mantêm unidas por ligações intermoleculares. 
1.2.8.i Justificar propriedades físicas de sólidos iónicos e moleculares.* 
Sumário Propriedades características dos metais, sólidos iónicos e sólidos moleculares. 
Atividades 
Relembrar com os alunos os assuntos abordados na aula anterior (1.a e 2.a séries de metais 
de transição, blocos da Tabela Periódica e ligação metálica). 
 Continuar com a abordagem à ligação metálica trabalhando os dois parágrafos da página 22 
do Novo 12Q. Frisar a nota lateral «A ligação metálica ocorre entre átomos…incompletas» 
 Perguntar aos alunos: «Que propriedades apresentarão os sólidos metálicos?» e discutir 
eventuais respostas. 
 Abordar as propriedades dos sólidos metálicos suportando-se nas páginas 22 e 23 do Novo 12Q. 
Solicitar a um aluno que analise, posteriormente, a tabela resumo da página 23 do Novo 12Q. 
 Utilizar a Questão resolvida 4 da pág. 23 para debater e consolidar conteúdos. 
 Efetuar uma introdução à Atividade: «Ligas metálicas» da página 24 do Novo 12Q. 
 Propor a exploração da Atividade: «Ligas metálicas» da página 24 do Novo12Q, 
respondendo às questões propostas. 
 Proceder, oralmente, à correção das questões, promovendo a discussão. 
 Consolidar os conteúdos propondo a resolução das + Questões 21 a 23 da página 36 do 
Novo 12Q. 
 Propor as questões: «Sabemos que existem, para além dos sólidos metálicos, sólidos 
iónicos, moleculares e covalentes. Que propriedades possuem? Que diferentes 
características terão?» 
 Discutir eventuais respostas e utilizar as páginas 25 e 26 do Novo 12Q como suporte para 
abordar os cristais iónicos e os cristais moleculares. 
Recursos Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 22 a 26). 
TPC Caderno de Exercícios e Problemas: pág. 8. 
Avaliação 
 Observação direta dos alunos na aula. 
 Participação e empenho nas tarefas propostas. 
* A meta identificada como 1.1.2.8.i corresponde a parte da meta 1.1.2.8. A parte restante consta na aula n.o 5 
 
Plano de aula n.o 4 90 min. 
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Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Estrutura e propriedades dos metais 
CONTEÚDOS: Ligação química nos metais e noutros sólidos: ligação metálica; propriedades características dos 
metais: condutividade elétrica, brilho, maleabilidade e ductilidade; sólidos metálicos versus outros tipos de 
sólidos (iónicos, covalentes, moleculares); reciclagem de metais. 
Metas 
curriculares 
1.2.8.ii Justificar propriedades físicas de sólidos covalentes (por exemplo dureza do diamante, 
condutividade elétrica na grafite).** 
1.2.4 Distinguir sólidos metálicos de sólidos não metálicos (iónicos, covalentes e moleculares), 
com base no tipo de ligação entre as suas unidades estruturais. 
1.2.6 Identificar a sílica, a grafite, os grafenos e os nanotubos de carbono como exemplos de 
cristais covalentes. 
1.2.9 Relacionar a importância da reciclagem e da revalorização de metais com a limitação de 
recursos naturais e a diminuição de resíduos e de consumos energéticos. 
1.2.10 Associar a possibilidade de reciclar metais de forma repetida e sucessiva com a não 
degradação da estrutura metálica. 
Sumário Propriedades características dos sólidos metálicos e não metálicos. O ambiente e os metais. 
Atividades 
 Rever com os alunos os assuntos abordados na aula anterior (sólidos metálicos, moleculares 
e iónicos). 
Adiantar que, para além dos cristais referidos, existe ainda um outro grupo com 
características distintas dos anteriores: os denominados cristais covalentes.
 Avaliar o que os alunos entendem por «sólidos covalentes» e discutir eventuais respostas. 
 Trabalhar os cristais covalentes usando as páginas 26 e 27 do Novo 12Q. Solicitar a um aluno 
que analise, posteriormente, o esquema resumo da página 27 do Novo 12Q. 
 Utilizar a Questão resolvida 5 da pág. 27 para debater e consolidar conteúdos. Solicitar aos 
alunos que explorem a Atividade: «Metais e supercondutividade» da página 28 do Novo 
12Q, respondendo às questões propostas. 
 Corrigir as respostas, discutindo-as com os alunos. 
 Perguntar: «Reconhecendo a importância dos metais no dia a dia e sabendo que estes são 
extraídos a partir de recursos limitados, que importância assume a reciclagem?». Discutir 
eventuais respostas. 
 Mostrar o vídeo «Reciclagem de metais». 
 Usando a página 29 do Novo 12Q, abordar a reciclagem de metais. 
 Consolidar conteúdos propondo a resolução das +Questões 24 a 29 da página 37 do Novo 
12Q.
Recursos 
 Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 26 a 29). 
 : 
Vídeo 
– Reciclagem de metais 
TPC Caderno de Exercícios e Problemas: pág. 9. 
Avaliação 
 Observação direta dos alunos na aula. 
 Participação e empenho nas tarefas propostas. 
** A meta identificada como 1.1.2.8.ii corresponde a parte da meta 1.1.2.8. A restante parte restante consta na aula n.o 4. 
 
Plano de aula n.o 5 90 min. 
46 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
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Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Estrutura e propriedades dos metais 
CONTEÚDO: Reciclagem de metais. 
Metas 
específicas 
da AL 1 
1. Interpretar e seguir um procedimento que, em condições de segurança, permita realizar uma 
sequência de reações envolvendo a utilização de cobre metálico e sua regeneração. 
2. Identificar diferentes tipos de reações presentes num ciclo de cobre e traduzi-las por 
equações químicas. 
3. Avaliar a qualidade da execução laboratorial através da determinação do rendimento do 
ciclo.
4. Identificar alguns problemas de poluição relacionados com a reciclagem do cobre neste 
processo. 
Sumário AL 1 Um ciclo do cobre (introdução). 
Atividades 
 Abordar a «AL 1 Um ciclo do cobre» questionando: «Como reciclar um metal com um bom 
rendimento?». Incentivar a participação e realçar as contribuições enriquecedoras. 
 Partir das respostas dos alunos para apresentar a atividade laboratorial. Referir, entre 
outros aspetos, que se usará uma certa porção de cobre para transformação em outras 
substâncias e posteriormente a substância cobre será recuperada.
Pedir aos alunos, alternadamente, para lerem alto a página 30 do Novo 12Q. Interromper a 
leitura aquandoda ligação à Fig. 27 da pág. 30 do Novo 12Q, para trocar impressões. 
 Organizar os alunos em grupos para que realizem a atividade laboratorial, de acordo com o 
procedimento fornecido nas páginas 31 e 32 do Novo 12Q, na próxima aula. 
 Propor a resolução das questões pré-laboratoriais da página 31 do Novo 12Q. 
 Mostrar a animação «Um ciclo do cobre». 
 Clarificar o procedimento a seguir tendo como base as páginas 31 e 32 do Novo 12Q. 
Recursos 
 Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 30 a 32). 
 : 
Animação 
– Um ciclo do cobre 
TPC 
 Manual: +Questões 30 a 32, págs. 37 a 38. 
 Caderno de Exercícios e Problemas: pág. 9. 
Avaliação 
 Observação direta dos alunos na aula. 
 Participação e empenho nas tarefas propostas. 
 
Plano de aula n.o 6 90 min. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 47 
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Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Estrutura e propriedades dos metais 
CONTEÚDO: Reciclagem de metais. 
Metas 
específicas 
da AL 1 
1. Interpretar e seguir um procedimento que, em condições de segurança, permita realizar 
uma sequência de reações envolvendo a utilização de cobre metálico e sua regeneração. 
2. Identificar diferentes tipos de reações presentes num ciclo de cobre e traduzi-las por 
equações químicas. 
3. Avaliar a qualidade da execução laboratorial através da determinação do rendimento do 
ciclo. 
4. Identificar alguns problemas de poluição relacionados com a reciclagem do cobre neste 
processo. 
Sumário AL 1 Um ciclo do cobre. 
Atividades 
 Sugerir aos alunos que se organizem de acordo com os grupos definidos na aula anterior e 
que realizem a atividade «AL 1 Um ciclo do cobre». 
 Solicitar aos alunos que efetuem um relatório da atividade. Acrescentar que o relatório deve 
conter as respostas às questões pós-laboratoriais da página 32 do Novo 12Q. 
Recursos 
 Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 30 a 32). 
 Computadores. 
 Equipamento de proteção individual, reagentes e outros materiais, de acordo com o 
mencionado na página 31 do Novo 12Q. 
TPC Concluir o relatório da AL 1. 
Avaliação Grelha de observação das atividades laboratoriais (AL) de química. 
 
Plano de aula n.o 7 90 min. 
48 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Escola ________________________________________________________________________________________________________ 
Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Degradação dos metais 
CONTEÚDOS: Corrosão: uma oxidação indesejada: corrosão como uma reação de oxidação-redução; 
importância do meio nas reações de oxidação-redução. 
Metas 
curriculares 
2.1.1 Indicar que a maioria dos metais de transição apresenta uma grande variedade de estados 
de oxidação e que essa variedade resulta da perda de eletrões de orbitais d. 
2.1.2 Associar a corrosão atmosférica ao processo natural de oxidação dos metais numa 
atmosfera rica em oxigénio que é facilitado por um meio aquoso. 
2.1.3 Relacionar a corrosão dos metais com fenómenos de oxidação-redução que conduzem à 
formação de óxidos, hidróxidos, sulfuretos ou carbonatos (ferrugem, verdetes ou patine). 
2.1.4 Interpretar a sequência de processos físico-químicos que estão na origem da formação de 
ferrugem, identificando as condições ambientais que a favorecem. 
2.1.5 Interpretar o processo de corrosão contínua do ferro com o facto da ferrugem, óxido de 
ferro (III) hidratado, de composição variável ser permeável, permitindo que o ferro 
continue exposto ao ar e à humidade. 
2.1.6 Interpretar o aumento da corrosão de metais pela presença de ácidos ou bases e de 
poluentes como, por exemplo, o dióxido de enxofre (SO2) e ainda meios com iões cloreto 
(C ). 
2.1.7 Interpretar o efeito do pH do meio na corrosão dos metais. 
Sumário Corrosão: uma oxidação indesejada. 
Atividades 
 Relembrar que estamos tão habituados ao uso dos metais que exigiria algum esforço 
imaginar o que sucederia se, por exemplo, o ferro deixasse de existir. 
 Acrescentar que uma das limitações de muitos metais é que, nas condições ambientais 
habituais, eles sofrem corrosão. 
 Mostrar a apresentação «Corrosão: uma oxidação indesejada» e o vídeo «Ferrugem». 
 Questionar sobre o significado da palavra corrosão. 
 Abordar os conceitos: corrosão; metais de transição/estados de oxidação; reações de 
oxidação-redução; semirreação de oxidação; semirreação de redução; oxidante; redutor; 
corrosão atmosférica; corrosão contínua do ferro e corrosão dos metais usando as páginas 40 
a 42 do Novo 12Q. 
 Questionar os alunos sobre o conhecimento de fatores que influenciem a corrosão. Debater 
eventuais respostas. 
 Abordar os fatores de que depende a corrosão, consultando as páginas 42 e 43 do Novo 12Q. 
Solicitar a um aluno que analise, posteriormente, o esquema resumo da página 43 do Novo 
12Q. 
 Utilizar a Questão resolvida 1 da página 43 do Novo 12Q para debater e consolidar 
conteúdos. 
 Praticar estes conteúdos resolvendo as +Questões 1, 2, 3 e 4 da página 66 do Novo 12Q. 
 
Plano de aula n.o 8 90 min. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 49 
 
Recursos 
 Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 40 a 43). 
 : 
Apresentação 
– Corrosão: uma oxidação indesejada 
Vídeo 
– Ferrugem 
TPC Caderno de Exercícios e Problemas: pág. 16. 
Avaliação 
 Observação direta dos alunos na aula. 
 Participação e empenho nas tarefas propostas. 
 
50 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Escola ________________________________________________________________________________________________________ 
Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Degradação dos metais 
CONTEÚDO: Acerto de equações químicas de oxidação-redução. 
Metas 
curriculares 
2.1.8 Acertar equações de oxidação-redução em meio ácido. 
Sumário Acerto de equações químicas de oxidação-redução. 
Atividades 
 Pedir a um aluno que relembre os fatores de que depende a corrosão. 
 Referir que a presença habitual de água nas reações de oxidação-redução justifica que o 
acerto das equações de oxidação-redução se faça recorrendo ao par H2O/H+ em meio ácido. 
 Abordar o acerto de equações de oxidação-redução a estes valores de pH, usando as páginas 
44 e 45 do Novo 12Q. Pedir a um aluno que analise o esquema anterior. 
 Utilizar a Questão resolvida 2 da página 45 para debater e sistematizar conteúdos. 
 Consolidar conteúdos propondo a resolução das +Questões 5 e 6 da página 66 do Novo 12Q. 
 Apresentar a Atividade: «Oxidação do ferro» da página 46 do Novo 12Q. 
 Pedir aos alunos que respondam às questões da Atividade: «Oxidação do ferro» da página 46 
do Novo 12Q. 
 Corrigir oralmente, debatendo as respostas dos alunos 
 Solicitar aos alunos que se organizem em grupos, de acordo, por exemplo, com o realizado 
para a AL 1. 
 Pedir aos alunos que procedam à planificação e realização de uma experiência que lhes 
permita obter ferrugem o mais abundante e rapidamente possível, utilizando os reagentes 
mencionados na página 46 do Novo 12Q. 
 Debater os trabalhos desenvolvidos (como se trata de uma reação que não é muito rápida, 
sugere-se que os vários grupos deixem os materiais em reação durante algumas semanas 
para acompanhar a sua evolução). 
Recursos 
 Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 44 a 46). 
 Equipamento de proteção individual, reagentes e outros materiais, de acordo com o 
mencionado na tarefa experimental da página 46 do Novo 12Q. 
TPC 
 Manual: +Questões 7 e 8, pág. 66 e Questão experimental 2 da pág. 46. 
 Caderno de Exercícios e Problemas: págs. 16 e 17. 
Avaliação 
 Observação direta dos alunos na aula. 
 Participação e empenho nas tarefas propostas. 
 
Plano de aula n.o 990 min. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 51 
Escola ________________________________________________________________________________________________________ 
Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Degradação dos metais 
CONTEÚDO: Pilhas e baterias: uma oxidação útil: pilhas como fonte de energia. 
Metas 
curriculares 
2.2.1 Associar pilha (célula galvânica) a um dispositivo em que é produzida corrente elétrica a 
partir de uma reação de oxidação-redução espontânea. 
2.2.2 Distinguir entre os dois tipos de células eletroquímicas: galvânica e eletrolítica. 
2.2.3 Interpretar a reação da célula eletroquímica com base em duas semirreações (reações de 
elétrodo). 
2.2.4 Relacionar o ânodo de uma célula eletroquímica com o local (ou elétrodo) onde ocorre a 
oxidação e o cátodo com o local (ou elétrodo) onde ocorre a redução. 
2.2.5 Associar o ânodo de uma célula galvânica ao elétrodo negativo e o cátodo ao elétrodo 
positivo. 
2.2.6 Interpretar a função da ponte salina como componente de algumas células galvânicas. 
2.2.7 Indicar e justificar o sentido do fluxo dos eletrões no circuito exterior que liga os elétrodos 
e o sentido dos iões na ponte salina. 
2.2.8 Associar elétrodo inerte a um elétrodo que não é oxidado ou reduzido na reação 
eletroquímica que ocorre na sua superfície. 
2.2.9 Representar uma célula galvânica pelo diagrama de célula.
Sumário Pilhas e baterias: uma oxidação útil. 
Atividades 
 Recordar que uma das limitações de muitos metais é que, nas habituais condições 
ambientais, sofrem oxidação. 
 Perguntar: «Será possível tirar benefício da oxidação de um metal?». Discutir eventuais respostas. 
 Mostrar a apresentação «Pilhas e baterias: uma oxidação útil». 
 Abordar os conceitos destacados na página 47 do Novo 12Q. Solicitar a um aluno que 
analise o esquema resumo apresentado no final da página 47. 
 Levantar a questão: «Como construir uma pilha?». Discutir com os alunos eventuais respostas. 
 Mostrar os vídeos «Células de combustível» e «Pilhas». 
 Abordar os passos/conceitos associados à construção de uma pilha usando as páginas 48 e 
49 do Novo 12Q. 
 Abordar o conceito de diagrama de célula tendo como base a página 50 do Novo 12Q. 
 Debater e consolidar conteúdos, utilizando a Questão resolvida 3 da página 50 do Novo 12Q. 
 Consolidar os conteúdos, propondo a resolução das +Questões, por exemplo, 9, 13, 14 e 15, 
por exemplo, das página 67 e 68 do Novo 12Q.
Recursos 
 Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 47 a 50). 
 : 
Apresentação 
– Pilhas e baterias: uma oxidação útil 
Vídeos 
– Células de combustível 
– Pilhas 
TPC 
 Manual: +Questões 10, 11, 12 e 16, págs. 67 e 68. 
 Caderno de Exercícios e Problemas: pág. 17.
Avaliação 
 Observação direta dos alunos na aula. 
 Participação e empenho nas tarefas propostas.
 
Plano de aula n.o 10 90 min. 
52 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Escola ________________________________________________________________________________________________________ 
Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Degradação dos metais 
CONTEÚDOS: Pilhas e baterias: uma oxidação útil. Pilhas como fonte de energia. Reatividade dos metais e o 
potencial padrão de redução. 
Metas 
curriculares 
2.2.10 Associar a força eletromotriz de uma célula galvânica (ou tensão da célula) à diferença de 
potencial elétrico entre os dois elétrodos, medida num voltímetro. 
2.2.11 Indicar que a diferença de potencial de uma célula galvânica depende da temperatura, da 
natureza dos elétrodos e da concentração dos iões envolvidos na reação. 
2.2.12 Associar a tensão padrão de uma célula galvânica à diferença de potencial medida em 
condições padrão: concentração 1 mol dm–3para as soluções e pressão 1,01 × 105 Pa para 
gases. 
2.2.13 Identificar o par H+/H2 como termo de comparação para potenciais padrão de redução, 
associando-lhe o potencial zero. 
2.2.14 Interpretar o conceito de potencial padrão de redução. 
Sumário Reatividade dos metais e o potencial padrão de redução. 
Atividades 
 Propor a atividade «Pilhas descartáveis e recarregáveis» da página 51 do Novo 12Q, fazendo 
uma breve introdução. 
 Pedir aos alunos que respondam às questões propostas da Atividade «Pilhas descartáveis e 
recarregáveis» da página 51 do Novo 12Q. 
 Corrigir, oralmente, as questões. 
 Relembrar os passos associados à construção de uma pilha. 
 Recordar que o voltímetro integrado no circuito mede uma diferença de potencial elétrico, 
correntemente designada tensão da célula. 
 Acrescentar que a tensão da célula depende da temperatura, da natureza dos elétrodos e 
da concentração dos iões envolvidos. 
 Abordar os conceitos de potencial, células padrão e diferente propensão dos metais para se 
oxidarem, usando as páginas 52 a 54 do Novo 12Q. 
 Utilizar a Questão resolvida 4 da página 54 para debater e consolidar conteúdos. 
Levantar a questão: «Como interpretar a extensão de uma reação de oxidação-redução e 
calcular a tensão de uma pilha em condições padrão?». Debater as eventuais respostas dos 
alunos. 
 Abordar o potencial padrão de redução recorrendo à página 55 do Novo 12Q. 
 Avançar com a consolidação dos conteúdos propondo a resolução das +Questões 17 e 18 da 
página 68 do Novo 12Q. 
Recursos Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 51 a 55). 
TPC 
Avaliação 
 Observação direta dos alunos na aula. 
 Participação e empenho nas tarefas propostas. 
 
Plano de aula n.o 11 90 min. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 53 
Escola ________________________________________________________________________________________________________ 
Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Degradação dos metais 
CONTEÚDOS: Pilhas e baterias: uma oxidação útil. Extensão das reações redox. 
Metas 
curriculares 
2.2.15 Prever a maior ou menor extensão de uma reação de oxidação-redução com base na série 
eletroquímica de potenciais padrão de redução. 
2.2.16 Determinar a força eletromotriz de uma célula eletroquímica em condições padrão a partir 
de valores dos potenciais padrão de redução. 
Sumário Extensão das reações redox. 
Atividades 
 Relembrar a importância dos potenciais padrão. 
 Continuar com a abordagem aos potenciais padrão de redução, iniciada na aula anterior, 
usando as páginas 56 e 57 do Novo 12Q. Solicitar a um aluno que analise o esquema 
resumo apresentado no final da página 57. 
 Utilizar a Questão resolvida 5 da página 58 do Novo 12Q para debater e consolidar 
conteúdos. 
 Apresentar a Atividade «Equação de Nernst» da página 59 do Novo 12Q. 
 Solicitar aos alunos que explorem esta Atividade, respondendo às questões propostas. 
 Proceder à correção das questões partilhando e debatendo respostas de vários alunos. 
 Consolidar os conteúdos propondo a resolução das +Questões 19, 20 e 21 da página 68 do 
Novo 12Q. 
Recursos Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 56 a 59). 
TPC 
 Manual: +Questões 22 a 28, págs. 68 e 69. 
 Caderno de Exercícios e Problemas: págs. 18 e 19. 
Avaliação 
 Observação direta dos alunos na aula. 
 Participação e empenho nas tarefas propostas. 
 
Plano de aula n.o 12 90 min. 
54 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Escola ________________________________________________________________________________________________________ 
Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Degradação dos metais 
CONTEÚDOS: Pilhas e baterias: uma oxidação útil. Pilhas como fonte de energia. Reatividade dos metais e o 
potencial padrão de redução. Extensão das reações redox. 
Metas específicas 
da APL 1 
1. Apresentar e discutir o percurso investigativo concebido.2. Executar o procedimento laboratorial proposto. 
3. Discutir os resultados obtidos com base nas hipóteses de trabalho. 
 Relacionar quantitativamente a força eletromotriz de uma célula eletroquímica, fora 
das condições padrão, com as concentrações dos reagentes e produtos e com a 
temperatura, usando a equação de Nernst. 
 Selecionar um par redox que permita construir uma pilha, com diferença de potencial 
elétrico pré-definida, a partir de potenciais-padrão de redução. 
 Ajustar a concentração das soluções usadas na construção da pilha para obter a 
diferença de potencial elétrico pré-definida, com base nas previsões fornecidas pela 
equação de Nernst. 
 Medir a diferença de potencial elétrico nos terminais da pilha construída e comparar o 
valor obtido com o valor previsto teoricamente, apontando causas de eventuais 
desfasamentos. 
 Relacionar o esgotamento de uma pilha com o estado de equilíbrio do sistema. 
Sumário APL 1 Construção de uma pilha com tensão específica (planificação). 
Atividades 
 Abordar a «APL 1 Construção de uma pilha com tensão específica» questionando: «Como 
construir uma pilha com uma determinada diferença de potencial elétrico?». Incentivar a 
participação e realçar as contribuições enriquecedoras. 
 Partir das respostas dos alunos para apresentar a atividade de projeto laboratorial. Referir, 
entre outros aspetos, que se pretende construir uma pilha, com materiais de uso comum, 
que apresente uma tensão entre 0,5 V e 1,5 V, e que seja selada. 
 Pedir para vários alunos lerem, à vez, a página 62 e os três parágrafos iniciais da página 63. 
Interromper a leitura aquando da ligação à Fig. 16, para dialogar com os alunos sobre as 
características das primeiras pilhas. 
 Mostrar o vídeo «Construção de uma pilha com determinada diferença de potencial elétrico». 
 Promover a discussão entre os alunos sobre alguns tópicos nesta temática como, por 
exemplo: significados de pilha eletroquímica; regras de segurança em laboratórios de 
química. 
 Organizar os alunos em grupos (por exemplo, de acordo com a organização feita para a 
realização da AL 1). 
Sugerir aos grupos que se debrucem sobre o trabalho investigativo sugerido na página 63 do 
Novo 12Q, autorizando o uso de computador para acesso à internet e consulta de manuais 
na biblioteca. Alertar que a realização dos últimos três pontos das «Sugestões» ocorrerá na 
próxima aula. 
 Perto do final da aula, pedir para cada grupo entregar o resultado das suas pesquisas, e para 
partilhar com os restantes grupos e professor como tencionam construir a sua pilha 
(indicando materiais e consumíveis necessários). 
 Depois da participação de todos os grupos, promover uma discussão entre grupos. 
 Discutir com os alunos os tópicos a incluir no relatório desta APL, levando-os a concluir que este 
deve conter obrigatoriamente: o registo de medições (na forma de tabela); a apresentação e 
discussão dos resultados obtidos; as regras de segurança a respeitar no trabalho laboratorial. 
 
Plano de aula n.o 13 90 min. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 55 
Recursos 
 Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 62 e 63). 
 Computadores (acesso à internet). 
 Biblioteca. 
 : 
Vídeo 
– Construção de uma pilha com determinada diferença de potencial elétrico 
TPC Conclusão do trabalho de grupo. 
Avaliação 
 Observação direta dos alunos na aula. 
 Participação e empenho nas tarefas propostas. 
 
56 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Escola ________________________________________________________________________________________________________ 
Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Degradação dos metais 
CONTEÚDOS: Pilhas e baterias: uma oxidação útil. Pilhas como fonte de energia. Reatividade dos metais e o 
potencial padrão de redução. Extensão das reações redox. 
Metas específicas 
da APL 1 
1. Apresentar e discutir o percurso investigativo concebido. 
2. Executar o procedimento laboratorial proposto. 
3. Discutir os resultados obtidos com base nas hipóteses de trabalho. 
Relacionar quantitativamente a força eletromotriz de uma célula eletroquímica, fora das 
condições padrão, com as concentrações dos reagentes e produtos e com a temperatura, 
usando a equação de Nernst. 
Selecionar um par redox que permita construir uma pilha, com diferença de potencial 
elétrico pré-definida, a partir de potenciais-padrão de redução. 
Ajustar a concentração das soluções usadas na construção da pilha para obter a diferença 
de potencial elétrico pré-definida, com base nas previsões fornecidas pela equação de 
Nernst. 
Medir a diferença de potencial elétrico nos terminais da pilha construída e comparar o 
valor obtido com o valor previsto teoricamente, apontando causas de eventuais 
desfasamentos. 
Relacionar o esgotamento de uma pilha com o estado de equilíbrio do sistema. 
Sumário APL 1 Construção de uma pilha com tensão específica (execução). 
Atividades 
 Relembrar aos alunos a APL a realizar e as questões a responder no final da aula. 
 Perguntar por possíveis alterações face à metodologia prevista/idealizada na aula anterior. 
Sugerir aos alunos que trabalhem nos grupos, de acordo com o estipulado na aula anterior, e 
que executem o seu planeamento, construindo a sua pilha. Alertar para a importância de 
verificarem os últimos três pontos das «Sugestões» da página 63 do Novo 12Q e relembrar a 
necessidade de entrega do relatório da atividade na próxima aula.
Recursos 
 Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 62 e 63). 
 Computadores. 
 Equipamento de proteção individual, reagentes e outros materiais, de acordo com o 
procedimento laboratorial proposto por cada grupo. 
TPC Concluir o relatório da APL 1. 
Avaliação 
 Grelha de avaliação da AL. 
 Relatório da APL. 
 
Plano de aula n.o 14 90 min. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 57 
Escola ________________________________________________________________________________________________________ 
Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Degradação dos metais 
CONTEÚDO: Resistência à corrosão. 
Metas 
curriculares 
2.3.1 Identificar alguns metais e ligas metálicas com elevada resistência à corrosão. 
2.3.2 Interpretar o processo de proteção catódica e o papel do ânodo de sacrifício em aplicações 
correntes como, por exemplo, proteção de oleodutos (pipelines), termoacumuladores e 
navios. 
2.3.3 Identificar a galvanoplastia como uma técnica de revestimento para proteção de metais e 
interpretar o processo a partir de série eletroquímica. 
2.3.4 Identificar a anodização do alumínio como um processo que aproveita o facto de o alumínio 
ser naturalmente protegido da oxidação pela formação de uma camada impermeável de 
óxido de alumínio. 
Sumário Proteção de metais. 
Atividades 
 Referir que, em aulas anteriores à APL, se constatou que a corrosão era uma oxidação 
indesejável. Questionar: «Existirão formas de proteção contra a corrosão dos metais?». 
Partilhar e discutir as eventuais respostas dos alunos. 
 Mostrar a apresentação «Proteção de metais». 
 Exemplificar metais e ligas metálicas com elevada resistência à corrosão. 
 Debater o processo de anodização do alumínio e abordar outras técnicas de proteção contra 
a corrosão dos metais usando as páginas 60 e 61 do Novo 12Q. Solicitar a um aluno que 
analise a tabela resumo apresentada no final da página 61 do Novo 12Q. 
 Utilizar a Questão resolvida 6 para debater e consolidar conteúdos. 
 Praticar estes conteúdos propondo a resolução das +Questões 29 a 35 das páginas 69 e 70 
do Novo 12Q. 
Recursos 
 Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 60 e 61). 
 : 
Apresentação 
– Proteção de metais 
TPC 
 Manual: +Questões 36 e 37, págs. 70. 
 Caderno de Exercícios e Problemas: pág. 19. 
Avaliação 
 Observação direta dos alunos na aula. 
 Participaçãoe empenho nas tarefas propostas.
 
Plano de aula n.o 15 90 min. 
58 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Escola ________________________________________________________________________________________________________ 
Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Metais, ambiente e vida 
CONTEÚDOS: Metais, complexos e cor. Complexos e compostos de coordenação. Iões complexos no 
quotidiano. 
Metas 
curriculares 
3.1.1 Caracterizar um complexo com base na sua estrutura: ião metálico central rodeado de 
aniões ou moléculas neutras, designados por ligandos. 
3.1.4 Associar o número de coordenação ao número de átomos dadores que envolvem o átomo 
do metal. 
3.1.3 Interpretar a ligação química que se estabelece entre o metal e os ligandos com base na 
partilha do par de eletrões não ligantes entre o dador e o metal. 
3.1.5 Caracterizar um ligando polidentado, ou quelante, como um ligando que pode coordenar-
se ao ião metálico central por mais do que um átomo dador, identificando-o com base na 
sua estrutura. 
3.1.6 Justificar a utilização do ácido etilenodiaminotetra-acético (EDTA) na complexação de 
metais em situações em que estes são prejudiciais, como, por exemplo, na indústria 
alimentar, em detergentes, e na terapia de envenenamento por metais pesados. 
3.1.7 Identificar, com base em informação selecionada, o papel dos complexos em diversas 
áreas como, por exemplo, em aplicações terapêuticas anticancerígenas (complexos de 
platina), imagiologia médica (complexos de gadolínio e gálio), e sistemas luminescentes 
(complexos de európio). 
Sumário Metais e complexos. 
Atividades 
 Referir que, para além do que se discutiu sobre os metais, uma das características é que os 
seus iões, de carga elétrica positiva, podem associar-se a aniões ou até moléculas, formando 
o que se designa por um complexo. 
 Mostrar a apresentação «Metais, complexos e cor». 
 Abordar os conceitos destacados nas páginas 72 e 73 do Novo 12Q e as aplicações dos 
complexos usando as páginas 73 e 74 do Novo 12Q. 
 Propor a resolução da Questão resolvida 1 da página 73, para partilha de dúvidas e 
consolidação de conteúdos. Para praticar, pedir aos alunos que resolvam as +Questões 1 a 5 
da página 103 do Novo 12Q. 
Recursos
 Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 72 a 74). 
 : 
Apresentação 
– Metais, complexos e cor 
TPC Caderno de Exercícios e Problemas: págs. 26 e 27. 
Avaliação 
 Observação direta dos alunos na aula. 
 Participação e empenho nas tarefas propostas.
 
Plano de aula n.o 16 90 min. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 59 
Escola ________________________________________________________________________________________________________ 
Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Metais, ambiente e vida 
CONTEÚDOS: Metais, complexos e cor. Cor nos complexos. Os metais no organismo humano. A vida e os 
metais essenciais. 
Metas 
curriculares 
3.1.8 Indicar que a cor de complexos está relacionada com transições eletrónicas envolvendo 
eletrões de orbitais d. 
3.2.1 Identificar, a partir de informação selecionada, alguns metais essenciais à vida (Fe, Mg, 
Ca, K, Na, etc.) e indicar a sua função. 
Sumário Cor dos complexos. Os metais essenciais no organismo humano. 
Atividades 
 Solicitar a um aluno que, no quadro, esboce a estrutura do ião complexo diaminoprata. 
 Baseando-se na estrutura anterior, rever os conceitos de: ião complexo, complexo, 
composto de coordenação, número de coordenação, ligação química metal-ligando, ligando 
monodentado/polidentado, átomo dador. 
 Referir que a cor é uma propriedade muito sensível à estrutura dos complexos, 
nomeadamente no caso de metais de transição. 
 Utilizar a página 75 do Novo 12Q para aprofundar conhecimentos sobre a cor dos complexos. 
Exemplificar se a escola tiver alguns destes complexos no laboratório.
Solicitar aos alunos que sintetizem estes conteúdos, tentando chegar ao resumo da página 
75 do Novo 12Q. 
 Questionar os alunos sobre a presença de metais no organismo. Discutir eventuais respostas 
no que concerne, nomeadamente, à sua importância e quantidade. 
 Mostrar a apresentação «Os metais no organismo humano». 
 Analisar em diálogo com os alunos a tabela 2 da página 76. 
 Recordar conceitos abordados em anos anteriores utilizando o Recorde… e consolidar 
conteúdos utilizando a questão resolvida 2 da página 76 do Novo 12Q. 
 Referir a importância dos elementos metálicos cálcio, potássio, sódio, magnésio e ferro 
recorrendo às páginas 77 e 78 do Novo 12Q. Realçar a importância de uma alimentação 
saudável e variada. 
 Propor a resolução das +Questões 6 a 9 das páginas 103 a 104 do Novo 12Q. 
Recursos 
 Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 75 a 78). 
 : 
Apresentação 
– Os metais no organismo humano 
TPC Caderno de Exercícios e Problemas: págs. 27 a 28. 
Avaliação 
 Observação direta dos alunos na aula. 
 Participação e empenho nas tarefas propostas.
 
Plano de aula n.o 17 90 min. 
60 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Escola ________________________________________________________________________________________________________ 
Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Metais, ambiente e vida 
CONTEÚDOS: Metais, complexos e cor. 
Metas específicas 
da AL 2 
1. Aplicar a Lei de Lambert-Beer para determinar a concentração de um ião metálico. 
2. Traçar uma curva de calibração (absorvência em função da concentração). 
3. Determinar a concentração da solução problema a partir da curva de calibração. 
4. Verificar desvios à proporcionalidade descrita pela Lei de Lambert-Beer para soluções muito 
concentradas. 
Sumário AL 2 A cor e a composição quantitativa das soluções com iões metálicos (introdução). 
Atividades 
 Referir que a próxima aula será utilizada para a realização de uma atividade laboratorial. 
 Motivar os alunos para a «AL 2 A cor e a composição quantitativa de soluções com iões 
metálicos» questionando: «Será possível determinar a concentração de uma solução corada 
pela intensidade da sua cor?». Incentivar a participação e realçar as contribuições 
enriquecedoras. 
 Partir das respostas dos alunos para apresentar a atividade laboratorial fazendo uso das 
páginas 93 e 94 do Novo 12Q. 
 Mostrar a animação «A cor e a composição quantitativa de soluções com iões metálicos». 
 Clarificar o procedimento a seguir tendo como base esta animação e as páginas 95 e 96 do 
Novo 12Q. 
 Propor a resolução das +Questões 28 e 29 da página 106 do Novo 12Q. 
 Propor a resolução das +Questões 30 a 32 das páginas 106 e 107 do Novo 12Q e da questão 
38 da página 29 do CEP. 
Recursos 
 Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 93 a 96). 
 : 
Animações 
– A cor e a composição quantitativa de soluções com iões metálicos
TPC 
Avaliação 
 Observação direta dos alunos na aula. 
 Participação e empenho nas tarefas propostas.
 
Plano de aula n.o 18 90 min. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 61 
Escola ________________________________________________________________________________________________________ 
Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Metais, ambiente e vida 
CONTEÚDO: Metais, complexos e cor. 
Metas específicas 
da AL 2 
1. Aplicar a Lei de Lambert---Beer para determinar a concentração de um ião metálico. 
2. Traçar uma curva de calibração (absorvência em função da concentração).
3. Determinar a concentração da solução problema a partir da curva de calibração. 
4. Verificar desvios à proporcionalidade descrita pela Lei de Lambert---Beer para soluções 
muito concentradas. 
5. Identificar e avaliar erros associados a determinaçõescolorimétricas. 
Sumário AL 2 A cor e a composição quantitativa de soluções com iões metálicos. 
Atividades 
 Sugerir aos alunos que se organizem em grupo (utilizando, por exemplo, a organização 
verificada para a AL 1). 
 Propor a resolução das questões pré-laboratoriais da página 95 do Novo 12Q. 
 Sugerir aos alunos que realizem a atividade «AL 2 A cor e a composição quantitativa de 
soluções com iões metálicos» baseando-se nas páginas 95 e 96 do Novo 12Q. 
 Solicitar aos alunos que efetuem um relatório da atividade. Acrescentar que o relatório deve 
conter as respostas às questões pós-laboratoriais da página 96 do Novo 12Q. 
 Pedir para os alunos formarem grupos de dois alunos, e solicitar que cada grupo, na próxima 
aula, se faça acompanhar de um pacote de cereais de pequeno almoço. 
Recursos 
 Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 93 a 96). 
 Computadores. 
 Equipamento de proteção individual, reagentes e outros materiais, de acordo com a página 
96 do Novo 12Q. 
TPC Concluir o relatório da AL 2. 
Avaliação Grelha de avaliação da AL. 
 
Plano de aula n.o 19 90 min. 
62 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Escola ________________________________________________________________________________________________________ 
Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Metais, ambiente e vida 
CONTEÚDOS: Os metais no organismo humano. A vida e os metais tóxicos. Hemoglobina e o transporte de 
gases no sangue. 
Metas 
curriculares 
3.2.2 Relacionar a toxicidade de alguns metais (Pb, Cr, Hg, etc.) com os efeitos no organismo 
humano. 
3.2.3 Indicar que a hemoglobina é uma proteína que contém, por cada molécula, quatro grupos 
hemo, identificando cada um destes grupos como um complexo de ferro. 
3.2.4 Interpretar a ligação da hemoglobina ao oxigénio como cooperativa, concluindo que 
quanto mais oxigénio estiver ligado mais fácil será a incorporação de moléculas adicionais 
de oxigénio e que, inversamente, se estiver presente pouco oxigénio a sua dissociação 
será mais rápida. 
3.2.5 Interpretar a influência do pH do meio na fixação de oxigénio pela hemoglobina. 
3.2.6 Identificar a capacidade da hemoglobina para formar um complexo muito estável com o 
monóxido de carbono por troca com o oxigénio. 
Sumário Metais tóxicos. Hemoglobina. 
Atividades 
 Relembrar que na aula anterior à AL 2 se abordou a importância de vários elementos 
metálicos no organismo humano. 
 Acrescentar que existem outros elementos metálicos que são tóxicos para o organismo 
humano. 
 Relacionar a toxicidade de alguns metais (Pb, Cd, Hg e Cr) com os seus efeitos no organismo 
humano usando a página 78 do Novo 12Q. 
 Apresentar a Atividade «Os metais na alimentação» da página 79 do Novo 12Q. 
 Solicitar aos alunos que explorem esta Atividade e que respondam às questões propostas. 
 Em diálogo com os alunos, corrigir as respostas. 
 Solicitar aos alunos que, organizados nos grupos estipulados na aula anterior, realizem a 
tarefa «Pesquisa» inserida na Atividade, autorizando o recurso ao computador com acesso à 
internet, assim como a «Atividade» experimental proposta. 
 Dialogar com os alunos sobre os resultados alcançados e desafiar os alunos a repetir o 
procedimento em casa, usando outras marcas de cereais. 
 Pedir aos alunos que exponham o que encontraram sobre os aditivos alimentares, 
nomeadamente onde são mais usados e que exemplifiquem alguns dos seus constituintes. 
Destacar a importância dos metais. 
 Relembrar que o elemento ferro constitui os glóbulos vermelhos do sangue; eles extraem o 
oxigénio do ar (nos pulmões) e levam-no a todas as células para aí intervir nas reações de 
oxidação-redução necessárias à vida. 
Abordar a hemoglobina, a ligação hemoglobina-O2 (ligação cooperativa e influência do pH na 
capacidade da hemoglobina fixar oxigénio) e a ligação hemoglobina-CO recorrendo à página 
80 do Novo 12Q. 
 Propor a resolução das +Questões 10 a 12 da página 104 do Novo 12Q. 
Plano de aula n.o 20 90 min. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 63 
Recursos Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 78 a 80). 
TPC Caderno de Exercícios e Problemas: pág. 28. 
Avaliação 
 Observação direta dos alunos na aula. 
 Participação e empenho nas tarefas propostas. 
 
64 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Escola ________________________________________________________________________________________________________ 
Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Metais, ambiente e vida 
CONTEÚDOS: Os metais no organismo humano. O caso do dióxido de carbono (CO2) indispensável – efeito 
tampão: grau de ionização e força de ácidos e bases. Propriedades ácidas ou básicas das soluções de sais. 
Metas 
curriculares 
3.2.7 Interpretar as propriedades básicas ou ácidas de uma solução de um sal com base na 
hidrólise de iões, relacionando-as com os valores das constantes de acidez ou de 
basicidade dos iões do sal. 
3.2.8 Explicitar o significado de grau de ionização de ácidos e bases. 
3.2.9 Relacionar as constantes de acidez e de basicidade com o grau de ionização. 
Sumário Propriedades básicas ou ácidas de uma solução de um sal. Grau de ionização. 
Atividades 
 Relembrar que, tal como o ferro na hemoglobina, os elementos metálicos presentes no 
organismo humano estão na forma de iões e que é, sobretudo, o comportamento do anião 
de cada sal de metal, em solução aquosa, que é o responsável pelas características ácido-
base, designadamente pelo pH do sangue. 
 Abordar os vários exemplos de soluções aquosas de sais, mencionados nas páginas 81 a 83 
do Novo 12Q. Frisar os vários Recorde… para relembrar conceitos lecionados em anos 
anteriores e necessários à temática em estudo. Utilizar as Questões resolvidas 3 e 4 das 
páginas 82 e 83 do Novo 12Q para debate e consolidação de conteúdos. 
 Apresentar os conceitos de grau de ionização e de grau de hidrólise usando a pág. 84 do 
Novo 12Q. 
 Utilizar a Questão resolvida 5 da página 85 do Novo 12Q para debate e consolidação de 
conteúdos. 
 Propor a resolução das +Questões 13 a 20 das páginas 104 e 105 do Novo 12Q. 
Recursos Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 81 a 84). 
TPC Caderno de Exercícios e Problemas: págs. 28 e 29. 
Avaliação 
 Observação direta dos alunos na aula. 
 Participação e empenho nas tarefas propostas. 
 
Plano de aula n.o 21 90 min. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 65 
Escola ________________________________________________________________________________________________________ 
Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Metais, ambiente e vida 
CONTEÚDOS: Os metais no organismo humano. O caso do dióxido de carbono (CO2) indispensável – efeito 
tampão: soluções tampão. Poder tampão do CO2 no sangue. 
Metas 
curriculares 
3.2.10 Associar o efeito tampão de uma solução à capacidade desta manter o seu pH 
sensivelmente constante, mesmo quando se adicionam pequenas quantidades de ácido 
forte ou base forte. 
3.2.11 Interpretar o papel do CO2 como regulador do pH do sangue com base no par CO2/HCO3
–. 
3.2.12 Relacionar o efeito tampão de uma solução com a sua composição. 
Sumário Efeito tampão. 
Atividades 
 Referir que a adição de ácidos ou de bases à água, mesmo em pequena quantidade, pode 
provocar grandes variações de pH. Solicitar exemplos aos alunos e debatê-los. 
 Acrescentar que, contudo, há soluções aquosas em que isso não acontece. 
 Abordar o conceito de efeito tampão e vários pares reguladores do pH recorrendo às páginas 
85 e 86 do Novo 12Q. 
 Utilizar a Questão resolvida 6 da página 86 do Novo 12Q para debate e consolidação de 
conteúdos. 
 Apresentar a Atividade «Reações de ácido-base e a saúde dos dentes» da página 87 do Novo 
12Q.aos alunos 
um estudo mais autónomo e eficaz, uma vez que podem confrontar as suas respostas e 
metodologias de resolução; 
 a apresentação de resumos no final de cada subdomínio para auxiliar os alunos na 
sistematização da informação apresentada ao longo do Manual; 
 a inclusão de atividades que permitem complementar o ensino das Metas previstas para a 
Química do 12.o ano. 
 
Exclusivamente no Manual do Professor, encontra-se ainda: 
 a identificação das questões mais difíceis; 
 a sinalização dos recursos digitais disponíveis para cada conteúdo. 
 
Apresentação do Projeto: linhas orientadoras 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 5 
Atividades laboratoriais 
A estrutura proposta para o desenvolvimento das atividades laboratoriais permite articular as 
componentes teórica e prática, contribuindo para uma melhor compreensão dos processos e 
métodos inerentes ao trabalho laboratorial. 
As orientações propostas para as atividades laboratoriais apresentadas no Novo 12Q visam a 
clarificação das ideias essenciais necessárias para a compreensão da atividade, partindo de questões 
problema ou tarefas que despertem o interesse dos alunos. 
Destacam-se as questões pré-laboratoriais, que permitem uma reflexão prévia e uma melhor 
interiorização dos conceitos e aprendizagens essenciais a aplicar. A reflexão prévia sobre estas 
questões permitirá agilizar as aulas laboratoriais, para as quais se dispõe de apenas 90 minutos. 
As questões pós-laboratoriais orientam o aluno na estruturação, organização e tratamento dos 
resultados, com vista ao estabelecimento de conclusões. 
Questões extra relativas a estas atividades podem ser encontradas quer na rubrica +Questões do 
Manual quer no Caderno de Exercícios e Problemas. 
Caderno de Exercícios e Problemas 
No Caderno de Exercícios e Problemas os alunos têm ao seu dispor resumos e diversas questões 
propostas, incluindo questões relativas às atividades laboratoriais e questões globais (de domínio). 
Exploração de recursos digitais no ensino – 20 Aula Digital 
A exploração de recursos digitais assume um papel relevante no nosso projeto. 
O manual multimédia que acompanha o Novo 12Q, disponível na plataforma , visa 
integrar a utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação e (TIC) no ensino da Química. 
Através dele, professores e alunos podem explorar d iver so s recursos educativos digitais: 
 apresentações de conteúdos em PowerPoint® que terminam com uma atividade simples de 
aplicação e a respetiva resolução; 
 vídeos de introdução de domínio; 
 vídeos temáticos que relacionam a Química com o quotidiano ou apresentam uma perspetiva 
histórica de determinado tema; 
 animações laboratoriais 3D para todas as atividades laboratoriais do manual; 
 simuladores; 
 testes interativos de domínio. 
Neste Caderno de Apoio ao Professor e em 20 Aula Digital dão-se sugestões de exploração para 
os recursos digitais existentes e apresentam-se fichas para exploração de simuladores. 
 
6 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
 
As Metas Curriculares da disciplina de Química, 12.o ano, do curso cientifico-humanístico de 
Ciências e Tecnologias, cujo atual Programa foi homologado em 2004, foram publicadas em 2014. 
Segundo o Despacho n.º 15971/2012, de 14 de dezembro, as Metas Curriculares «identificam a 
aprendizagem essencial a realizar pelos alunos […] realçando o que dos programas deve ser objeto 
primordial de ensino». 
Introdução (p. 2) 
As Metas Curriculares foram definidas a partir de uma seleção criteriosa de conteúdos do 
referido Programa de Química 12.o ano, os quais foram organizados em três domínios, que 
correspondem às unidades temáticas, e em subdomínios, que são subtemas dessas unidades. A 
sequência de domínios, objetivos e descritores respeita a sequência dos conteúdos do Programa de 
2004. Mantêm-se as indicações metodológicas desse mesmo Programa. A referida seleção, 
decorrente da diminuição da carga horária semanal da disciplina, imposta pela portaria n.º 243/2012 
de 10 de agosto, atendeu a uma distribuição de conteúdos pelas três unidades do Programa e à 
relevância destes para a ampliação de conhecimentos e para o prosseguimento de estudos. Foi 
ainda tida em conta a harmonização com o novo Programa de Física e Química A para os 10.o e 11.o 
anos. Fez-se uma seleção de atividades laboratoriais (designadas por AL), tendo-se mantido a 
numeração das mesmas que consta do Programa. Indicam-se sete atividades laboratoriais de 
realização obrigatória e propõem-se duas atividades de projeto laboratorial (designadas por APL), 
devendo ser selecionada uma para realização obrigatória. Recomenda-se uma visita a um Centro de 
Investigação ou Instalação Industrial com laboratórios de Investigação e Desenvolvimento (I&D). 
(…) 
Apresenta-se uma tabela com os domínios e os subdomínios. 
12.o ano 
Química 
Domínios Subdomínios 
Metais e ligas metálicas 
Estrutura e propriedades dos metais 
Degradação dos metais 
Metais, ambiente e vida 
Combustíveis e ambiente 
Combustíveis fósseis: o carvão, o crude e o gás 
natural 
De onde vem a energia dos combustíveis 
Plásticos, vidros e novos materiais 
Os plásticos e os materiais poliméricos 
Polímeros sintéticos e a indústria dos polímeros 
Novos materiais 
 
 
Metas Curriculares de Química – 12.o ano 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 7 
Conteúdos e objetivos gerais (p. 3) 
Apresenta-se a sequência dos conteúdos, incluindo as atividades laboratoriais, por domínio e 
subdomínio. 
 
Metais e ligas metálicas 
 
Estrutura e propriedades dos metais 
Objetivo geral 
Compreender a estrutura e as propriedades dos metais, comparando---as com as de sólidos 
iónicos, moleculares e covalentes. 
 
Conteúdos 
 Um outro olhar sobre a Tabela Periódica dos elementos 
– importância dos metais em ligas e compostos 
– elementos metálicos na Tabela Periódica (blocos s, p, d e f) 
– metais de transição: a especificidade das orbitais d 
 Ligação química nos metais e noutros sólidos 
– ligação metálica 
– propriedades características dos metais: condutividade elétrica, brilho, maleabilidade e 
ductilidade 
– sólidos metálicos versus outros tipos de sólidos (iónicos, covalentes, moleculares) 
– reciclagem de metais 
 AL 1.2 – Um ciclo do cobre 
 
Degradação dos metais 
Objetivo geral 
Consolidar e ampliar conhecimentos sobre reações de oxidação-redução como 
transformações que envolvem transferência de eletrões e energia elétrica. 
 
Conteúdos 
 Corrosão: uma oxidação indesejada 
– corrosão como uma reação de oxidação-redução 
– importância do meio nas reações de oxidação-redução 
 Pilhas e baterias: uma oxidação útil 
– pilhas como fonte de energia 
8 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
– reatividade dos metais e o potencial padrão de redução 
– extensão das reações redox 
 APL 1 – Construção de uma pilha com determinada diferença de potencial elétrico 
 
Metais ambiente e vida 
 
Objetivo geral 
Conhecer e compreender a importância dos metais no ambiente e no organismo humano, 
designadamente na forma de complexos e como catalisadores. 
Conteúdos 
 Metais, complexos e cor 
– complexos e compostos de coordenação 
– iões complexos no quotidiano 
– a cor nos complexos 
 AL 1.5 – A cor e a composição quantitativa de soluções com iões metálicos 
 Os metais no organismo humano 
– a vida e os metais: metais essenciais e metais tóxicos 
– hemoglobina e o transporte de gases no sangue 
– o caso do dióxido de carbono (CO2) indispensável: efeito tampão 
– grau de ionização e força de ácidos e bases 
– propriedades ácidas ou básicas das soluções de sais 
– soluções tampão 
– poder tampão do CO2 no sangue 
 AL 1.6 – Funcionamento de um sistema tampão 
 Os metais como catalisadores 
– importância dos catalisadores na vida e na indústria 
– catalisadores biológicos: enzimas e catálise enzimática 
– catálise homogénea e catálise heterogénea 
 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 9 
Combustíveis,Solicitar aos alunos que explorem esta Atividade e que respondam às questões propostas. 
 Corrigir as respostas promovendo o diálogo estre os alunos. 
 Propor a resolução das +Questões 21 a 24 da página 105 do Novo 12Q. 
Recursos Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 85 a 87). 
TPC Caderno de Exercícios e Problemas: pág. 29. 
Avaliação 
 Observação direta dos alunos na aula. 
 Participação e empenho nas tarefas propostas.
 
Plano de aula n.o 22 90 min. 
66 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Escola ________________________________________________________________________________________________________ 
Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Metais, ambiente e vida 
CONTEÚDO: Soluções tampão. 
Metas específicas 
da AL 3
1. Realizar uma titulação potenciométrica de um ácido forte-base fraca e traçar a respetiva 
curva de titulação. 
2. Identificar zonas tampão e pontos de equivalência. 
3. Explicar a existência das zonas tampão na titulação. 
4. Identificar os pares de espécies químicas responsáveis pelo efeito tampão. 
Sumário AL 3 Funcionamento de um sistema tampão (introdução). 
Atividades 
 Referir que a próxima aula será utilizada para a realização de uma atividade laboratorial 
(uma atividade para cada aula). 
 Apresentar a «AL 3 Funcionamento de um sistema tampão» questionando: «Será possível 
determinar experimentalmente o efeito de sistemas tampão?». Incentivar a participação e 
realçar as contribuições enriquecedoras. 
 Partir das respostas dos alunos para apresentar a atividade laboratorial recorrendo às 
páginas 97 e 98 do Novo 12Q. 
 Mostrar a animação «Funcionamento de um sistema tampão». 
 Clarificar o procedimento a seguir tendo como base esta animação e as páginas 99 e 100 do 
Novo 12Q. 
 Propor a resolução das +Questões 30 a 32 das páginas 106 e 107 do Novo 12Q e das 
questões 39 e 40 da página 30 do CEP. 
Recursos 
 Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 97 a 100). 
 : 
Animação 
– Funcionamento de um sistema tampão 
TPC 
Avaliação 
 Observação direta dos alunos na aula. 
 Participação e empenho nas tarefas propostas.
 
Plano de aula n.o 23 90 min. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 67 
Escola ________________________________________________________________________________________________________ 
Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Metais, ambiente e vida 
CONTEÚDO: Soluções tampão. 
Metas específicas 
da AL 3 
1. Realizar uma titulação potenciométrica de um ácido forte-base fraca e traçar a 
respetiva curva de titulação. 
2. Identificar zonas tampão e pontos de equivalência. 
3. Explicar a existência das zonas tampão na titulação. 
4. Identificar os pares de espécies químicas responsáveis pelo efeito tampão. 
Sumário AL 3 Funcionamento de um sistema tampão. 
Atividades 
 Sugerir aos alunos que se organizem em grupo (por exemplo, segundo a organização 
verificada para a AL 1). 
Propor a resolução das questões pré-laboratoriais da página 99 do Novo 12Q. 
 Sugerir aos alunos que realizem a atividade «AL 3 Funcionamento de um sistema tampão» 
recorrendo ao procedimento das páginas 99 e 100 do Novo 12Q. 
 Solicitar aos alunos que efetuem um relatório da atividade. Acrescentar que o relatório deve 
conter as respostas às questões pós-laboratoriais da página 100 do Novo 12Q. 
Recursos 
 Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 99 a 100). 
 Computadores. 
 Equipamento de proteção individual, reagentes e outros materiais, de acordo com a página 
99 do Novo 12Q. 
TPC Concluir o relatório da AL 3. 
Avaliação Grelha de avaliação da AL. 
 
Plano de aula n.o 24 90 min. 
68 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Escola ________________________________________________________________________________________________________ 
Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ / ________ / ________ 
DOMÍNIO: Metais e ligas metálicas 
SUBDOMÍNIO: Metais, ambiente e vida 
CONTEÚDOS: Os metais como catalisadores. Importância dos catalisadores na vida e na indústria. 
Catalisadores biológicos: enzimas e catálise enzimática. Catálise homogénea e catálise heterogénea. 
Metas 
curriculares 
3.3.1 Associar a importância dos catalisadores em química, bioquímica ou na atividade 
industrial com a necessidade de acelerar reações que se dão em condições de 
temperatura e/ou concentrações comparativamente baixas. 
3.3.2 Identificar as enzimas como catalisadores bioquímicos indispensáveis para que as reações 
químicas em sistemas biológicos ocorram em tempo útil. 
3.3.3 Associar a ação de um catalisador numa reação química à alteração da velocidade da 
reação sem alterar a sua extensão. 
3.3.4 Distinguir catálise homogénea e heterogénea com base no estado físico dos reagentes e 
do catalisador. 
3.3.5 Identificar, com base em informação selecionada, a predominância dos metais de 
transição na composição de catalisadores utilizados para os mais diversos fins.
Sumário Os metais como catalisadores. 
Atividades 
 Relembrar que nas últimas aulas se deu atenção ao comportamento ácido-base, em 
concreto: comportamento ácido-base de soluções de sais; grau de ionização e efeito tampão. 
 Recordar que os elementos metálicos presentes no organismo humano estão na forma de 
iões e que é, sobretudo, o comportamento do anião de cada sal de metal (em solução 
aquosa) que é o responsável pelas características ácido-base, designadamente pelo pH. 
 Acrescentar que os metais (em particular os de transição) desempenham um papel 
determinante na velocidade das reações químicas. 
 Mostrar a apresentação «Os metais como catalisadores». 
 Abordar os conceitos destacados nas páginas 88 e 89 do Novo 12Q bem como a Tabela 4. 
 Abordar os conceitos de catálise homogénea e catálise heterogénea consultando as páginas 
90 e 91 do Novo 12Q.
 Propor a resolução das +Questões 25 a 27 das páginas 105 e 106 do Novo 12Q. 
Recursos 
Manual (apresentação dos conteúdos: págs. 88 a 91).
 : 
Apresentação 
– Os metais como catalisadores 
TPC 
 Caderno de Exercícios e Problemas: pág. 29 
 Manual: Atividade da pág. 92. 
Avaliação 
 Observação direta dos alunos na aula. 
 Participação e empenho nas tarefas propostas.
Os planos de aula relativos aos domínios 2 e 3 encontram-se em 20 Aula Digital. 
Plano de aula n.o 25 90 min. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 69 
 
O manual Novo 12Q inclui propostas para a realização de sete Atividades Laboratoriais (AL) e duas 
Atividades de Projeto Laboratorial (APL), que estão previstas nas Metas Curriculares de Química 12.o Ano. 
As AL estão devidamente articuladas com os temas tratados nos subdomínios em que se inserem. 
Essa articulação faz-se através de uma breve introdução e das questões pré-laboratoriais e pós-
-laboratoriais. 
A componente laboratorial é ainda enriquecida pela inclusão de algumas questões relacionadas 
com as AL em +Questões, quer no Manual, quer no Caderno de Exercícios e Problemas. 
As APL proporcionam aos alunos a possibilidade de realizarem atividades prático-laboratoriais de 
natureza investigativa. Este formato, de pesquisa, permite diversificar e aprofundar os 
conhecimentos e competências desenvolvidos, de tal modo que a formação dos alunos se aproxime 
mais das reais necessidades da atividade científica e tecnológica. Destas duas APL as Metas preveem 
que seja selecionada uma. 
Em estão disponíveis animações laboratoriais com os procedimentos de todas as 
AL e ainda vídeos de apoio às APL. 
Neste Caderno de Apoio ao Professor disponibilizam-se, a partir da página 131, três minitestes 
relativos a três atividades laboratoriais. Estes minitestes estão também disponíveis, em formato 
editável, em . 
Nas páginas seguintes daremos algumas sugestões para as sete AL e as duas APL que constam nas 
MetasCurriculares. 
No Manual as AL possuem Questões pré-laboratoriais e Questões pós-laboratoriais. Parte das 
questões incide sobre a realização da atividade, pelo que a resposta só pode ser obtida após a 
realização da mesma. Para as restantes sugerimos aqui respostas. Optou-se por não facultar as 
respostas no Manual, pois essas questões promovem um esforço de reflexão que poderia ficar 
comprometido se os alunos pudessem consultar imediatamente as soluções. 
Apoio às atividades laboratoriais 
70 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
AL 1 – Um ciclo do cobre (págs. 30 a 32 do Manual)
Corresponde à AL 1.1 do Programa de Química – 12.o Ano. 
Nesta AL propõe-se a realização de um ciclo do cobre, que constitui uma oportunidade para 
recordar vários tipos de reações químicas. É importante valorizar a dimensão de sustentabilidade, 
relacionando o trabalho com a reciclagem de metais. Importa também alertar para a necessidade de 
recuperar e eliminar convenientemente os resíduos. 
No trabalho pode utilizar-se cobre proveniente de fios condutores elétricos, que tem sempre um 
grau de pureza elevado (necessário para garantir a condutividade elétrica que lhe é característica). 
Se o fio não estiver limpo e brilhante, pode ser mergulhado numa solução de ácido clorídrico, lavado 
com etanol e secado com papel. 
 
Procedimentos laboratoriais 2 a 13: 
 
 
 
A adição de solução de ácido nítrico ao cobre (procedimento 3.) deve ser realizada numa hotte, pois 
há libertação de vapores rutilantes, que são tóxicos. 
A adição de solução de hidróxido de sódio (procedimento 4.) deve fazer-se usando uma proveta de 
plástico, já que as provetas de vidro são corroídas, e danificadas, por esta solução concentrada. 
O quadro seguinte apresenta a informação de segurança, de acordo com o sistema GHS, relativa 
aos reagentes e produtos da reação. A resposta dos alunos à questão pré-laboratorial 2. pode incluir 
apenas a indicação da Palavra Sinal e das Advertências de Perigo. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 71 
 
Nome Pictogramas de 
perigo e Palavra sinal
Advertências de Perigo Recomendações de Prudência 
Ácido 
sulfúrico 
6 mol dm–3 
Atenção 
H319 Provoca irritação 
ocular grave. 
H335 Pode provocar irritação 
das vias respiratórias. 
H315 Provoca irritação 
cutânea. 
P280 Usar luvas de proteção, vestuário 
de proteção, proteção ocular, proteção 
facial. 
P305+P351+P338 Se entrar em contacto 
com os olhos: enxaguar cuidadosamente 
com água durante vários minutos. Se usar 
lentes de contacto, retire-as, se tal lhe for 
possível. Continuar a enxaguar. 
P309+P310 Em caso de exposição ou de 
indisposição: contacte imediatamente um 
centro de informação antivenenos ou um 
médico. 
P301+P330+P331 Em caso de ingestão: 
enxaguar a boca. Não provocar o vómito. 
Ácido 
clorídrico 
6 mol dm–3 
Perigo 
H225 Líquido e vapor 
facilmente inflamáveis. 
H218 Provoca lesões 
oculares graves. 
H336 Pode provocar 
sonolência ou vertigens. 
P261 Evitar respirar as poeiras, fumos, 
gases, névoas, vapores, aerossóis. 
P264 Lavar cuidadosamente após 
manuseamento. 
P271 Utilizar apenas ao ar livre ou em 
locais bem ventilados. 
P280 Usar luvas de proteção, vestuário 
de proteção, proteção ocular, proteção 
facial. 
P302+P352 Se entrar em contacto com a 
pele: lavar com sabonete e água 
abundantes. 
Ácido 
nítrico 
16 mol dm–3 
Perigo 
H290 Pode ser corrosivo para 
os metais. 
H314 Provoca queimaduras 
na pele e lesões oculares 
graves. 
P280 Usar luvas de proteção/vestuário de 
proteção/proteção ocular/proteção facial. 
P260 Não respirar as 
gases/vapores/aerossóis. 
P305+P351+P338 Se entrar em contacto 
com os olhos: enxaguar cuidadosamente 
com água durante vários minutos. Se usar 
lentes de contacto, retire-as, se tal lhe for 
possível. Continuar a enxaguar. 
P301+P330+P331 Em caso de ingestão: 
enxaguar a boca. Não provocar o vómito. 
Hidróxido 
de sódio 
3 mol dm–3 
Perigo 
H314 Provoca queimaduras 
na pele e lesões oculares 
graves. 
P260 Não respirar aerossóis. 
P264 Lavar...cuidadosamente após 
manuseamento. 
P280 Usar luvas de proteção, vestuário de 
proteção, proteção ocular, proteção facial. 
P301+P330+P331 Em caso de ingestão: 
enxaguar a boca. Não provocar o vómito. 
P303+P361+P353 Se entrar em contacto 
com a pele (ou o cabelo): despir 
imediatamente toda a roupa contaminada. 
Enxaguar a pele com água/tomar um duche. 
72 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Acetona 
 
Perigo 
H225 Líquido e vapor 
facilmente inflamáveis. 
H319 Provoca irritação 
ocular grave. 
EUH066 Pode provocar pele 
seca ou gretada, por 
exposição repetida. 
H336 Pode provocar 
sonolência ou vertigens. 
P210 Manter afastado do calor, 
superfícies quentes, faísca, chama aberta 
e outras fontes de ignição. Não fumar. 
P233 Manter o recipiente bem fechado. 
P241 Utilizar equipamento elétrico/de 
ventilação/de iluminação/ à prova de 
explosão. 
P303+P361+P353 Se entrar em contacto 
com a pele (ou o cabelo): despir 
imediatamente toda a roupa contaminada. 
Enxaguar a pele com água. 
P304+P340 Em caso de inalação: retirar a 
vítima para uma zona ao ar livre e mantê-
la em repouso numa posição que não 
dificulte a respiração. 
Dióxido de 
nitrogénio 
Perigo 
H314 Provoca queimaduras 
na pele e lesões oculares 
graves. 
H330 Mortal por inalação. 
P260 Não respirar fumos/gases/ 
/névoas/vapores. 
P280 Usar luvas de proteção, vestuário de 
proteção, proteção ocular, proteção facial. 
P304+P340 Em caso de inalação: retirar a 
vítima para uma zona ao ar livre e mantê-la 
em repouso numa posição que não 
dificulte a respiração. Contacte 
imediatamente um centro de informação 
antivenenos ou um médico. 
P305+P351+P338 Se entrar em contacto 
com os olhos: enxaguar cuidadosamente 
com água durante vários minutos; se usar 
lentes de contacto, retire-as, se tal lhe for 
possível. Continue a enxaguar. 
Respostas às questões pré-laboratoriais (pág. 31) 
1. n(NaOH) = c × V = 3,0 × 0,5 = 1,5 mol; 
M(NaOH) = 40,00 g mol-1; m(NaOH) = n × M = 1,5 × 40,00 = 60,00 g 
1. Pesar 60,00 g de NaOH num copo de plástico de 200 mL. 
2. Adicionar cuidadosamente água destilada. 
3. Agitar com uma espátula de metal até dissolução completa. 
4. Transferir a solução para um balão volumétrico de plástico de 500 mL, usando um funil 
de plástico. 
5. Completar o volume do balão volumétrico até ao traço e homogeneizar. 
2. O quadro seguinte indica a informação de segurança mais importante. 
Nome Palavra sinal Advertências de Perigo 
Ácido sulfúrico 
6 mol dm–3 
Atenção 
Provoca irritação ocular grave. 
Pode provocar irritação das vias 
respiratórias. 
Provoca irritação cutânea. 
Ácido clorídrico 
6 mol dm–3 Perigo 
Líquido e vapor facilmente inflamáveis. 
Provoca lesões oculares graves. 
Pode provocar sonolência ou vertigens. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 73 
Nome Palavra sinal Advertências de Perigo 
Ácido nítrico 
16 mol dm–3 Perigo 
Pode ser corrosivo para os metais. 
Provoca queimaduras na pele e lesões 
oculares graves. 
Hidróxido de sódio 
3 mol dm–3 Perigo Provoca queimaduras na pele e lesões 
oculares graves. 
Acetona Perigo 
Líquido e vapor facilmente inflamáveis. 
Provoca irritação ocular grave. 
Pode provocar pele seca ou gretada, por 
exposição repetida. 
Pode provocar sonolência ou vertigens. 
Dióxido de nitrogénio Perigo 
Provoca queimaduras na pele e lesões 
oculares graves. 
Mortal por inalação. 
 
Respostas às questões pós-laboratoriais (pág. 32) 
3. Em 2. mede-se a massa do reagente limitante, com base na qual se calculará o rendimento 
da reação. Em 13. mede-se a massa de produto obtida, também para se calcular o 
rendimento da reação. O rendimento só pode ser calculado com rigor se estas massas forem 
medidas com exatidão. As outras medições feitas durante todo o trabalho envolvem 
reagentes em excesso, pelo que não têm influência no cálculo do rendimento do ciclo. 
4. O produto secundário obtido em 7. é uma solução aquosa de nitrato de sódio, NaNO3 (aq), eo produto obtido em 11. é uma solução aquosa de sulfato de zinco, ZnSO4 (aq). Ambos os sais 
podem ser recuperados por recurso a uma cristalização (por vaporização do solvente). 
APL 1 – Construção de uma pilha com determinada diferença de potencial elétrico 
(págs. 62 e 63 do Manual) 
Nesta Atividade de Projeto Laboratorial (APL) pretende-se construir uma pilha, a partir de 
materiais simples ou reciclados, que tenha determinadas características, nomeadamente um valor 
pré-determinado de diferença de potencial elétrico. Recorde-se que esta diferença de potencial de 
uma célula galvânica é a força eletromotriz, a que chamámos tensão da célula, Ecel (pág. 52 do 
Manual). 
Para ajudar a realização da atividade são fornecidas orientações e sugestões na caixa «Trabalho 
investigativo» (pág. 63 do Manual). 
A atividade inclui a aplicação da equação de Nernst, que permite prever teoricamente a diferença 
de potencial elétrico de uma célula galvânica. A equação de Nernst é explorada também na Atividade 
«Equação de Nernst», na página 59 do Manual. 
 
74 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
AL 2 – A cor e a composição quantitativa de soluções com iões metálicos
(págs. 93 a 96 do Manual) 
Corresponde à AL 1.5 do Programa de Química – 12.o Ano. 
Nesta atividade laboratorial relaciona-se a cor de uma solução com a respetiva composição 
quantitativa. O trabalho laboratorial proposto tem por base uma importante técnica analítica, a 
espetrofotometria, que é aqui usada para determinar a concentração total de ferro numa amostra de 
água. 
A determinação de ferro em água proposta neste trabalho baseia-se na formação de compostos 
corados entre Fe2+ e fenantrolina. Esta técnica permite determinar teores de ferro em águas da 
ordem dos 0,05 a 0,2 mg dm–3. Como os teores de ferro nas águas destinadas a consumo humano 
são habitualmente bastante baixos, recomenda-se o uso de uma água com ferro adicionado, que 
pode ser obtida mergulhando palha-de-aço em água durante algumas horas. 
Uma componente deste trabalho laboratorial envolve a construção de uma curva de 
calibração. Para isso é necessário preparar soluções de ferro (II) de diferentes concentrações, por 
diluição a partir de uma solução-padrão. 
 
Preparação, por diluição, de uma solução padrão: 
 
 
É frequente, neste tipo de trabalhos, os alunos contaminarem as soluções durante a sequência 
de medições (basta, por exemplo, que a ponta da pipeta da solução de fenantrolina encoste ao 
colo do balão volumétrico por onde já tinha escorrido a solução padrão de ferro). Estas situações 
podem ser aproveitadas para realizar uma discussão dos erros associados a procedimentos. 
A construção da reta de calibração pode ser feita em papel milimétrico ou usando uma folha de 
cálculo. Recomendamos a última opção, embora, nesse caso, seja importante explorar todas as 
potencialidades disponíveis, nomeadamente o uso de escalas adequadas nos eixos do gráfico. 
Para traçar uma reta de calibração com o programa Microsoft Excel, proceda como se descreve a 
seguir. 
A. Construa uma tabela com o teor em ferro das soluções A a F, na coluna A, e as absorvências 
correspondentes, na coluna B. 
B. Selecione os valores da tabela e clique no botão Assistente de gráfico na barra de 
ferramentas. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 75 
C. No tipo de gráfico selecione Dispersão XY. 
D. Clique sempre em Seguinte e, no final, em Concluir. Surge um gráfico com pontos. 
E. Clique com o botão do lado direito do rato sobre um dos pontos e selecione Adicionar linha 
de tendência... 
F. Clique na pasta Opções e, em seguida, ative Definir a interseção em: 0 e Mostrar a equação 
do gráfico. Clique em OK. 
G. Selecione o gráfico e imprima-o. 
Pode agora determinar a concentração da solução graficamente ou analiticamente (usando a 
equação da reta). Pode melhorar-se o gráfico ajustando as divisões das escalas dos eixos para 
valores mais adequados. 
 
Respostas às questões pré-laboratoriais (pág. 95) 
1. Fazendo uso de papel indicador de pH ou, em alternativa, um medidor de pH. 
2. O valor 510 nm, correspondente ao máximo de absorção. 
 
Respostas às questões pós-laboratoriais (pág. 96) 
1. Solução A, Fe2+ = 0 mg dm–3 
Solução B Fe2+ = 
10,00 mg dm–3 × 0,0010 dm3
0,0500 dm3 = 0,20 mg dm–3 
Solução C Fe2+ = 
10,00 mg dm–3 × 0,0050 dm3
0,0500 dm3 = 1,00 mg dm–3 
Solução D Fe2+ = 
10,00 mg dm–3 × 0,0100dm3 
0,0500 dm3 = 2,00 mg dm–3 
Solução E Fe2+ = 
10,00 mg dm–3 × 0,0200dm3
0,0500 dm3 = 4,00 mg dm–3 
Solução F Fe2+ = 
10,00 mg dm–3 × 0,0300dm3
0,0500 dm3 = 6,00 mg dm–3 
 
2. Poderá obter-se uma reta de calibração similar à seguinte. 
 
Concentração 
/ mg dm–3 Absorvência 
0,20 0,004 
1,00 0,021 
2,00 0,034 
4,00 0,066 
6,00 0,091 
76 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
3. Fator de diluição para a solução: 
X é 50/1 = 50; Y é 50/5 = 10; Z é 50/10 = 5. 
Se, por exemplo, a concentração da amostra de água diluída Y for 0,357 mg dm–3, então a 
concentração de ferro na água será 10 0,357 mg dm–3 = 3,57 mg dm–3. 
AL 3 – Funcionamento de um sistema tampão (págs. 97 a 100 do Manual) 
Corresponde à AL 1.6 do Programa de Química – 12.o Ano. 
Nesta AL estuda-se a forma como evolui o pH durante uma titulação de um ácido poliprótico. Esta 
evolução é condicionada pela existência de vários sistemas tampão. A atividade pode ser entendida 
como uma oportunidade para a exploração do conceito de solução tampão, uma ocasião para 
aprofundar conhecimentos e levantar questões.
São previsíveis dificuldades na montagem para realização da titulação potenciométrica. A 
construção da montagem para a titulação não é considerada uma aprendizagem essencial, pelo que 
a montagem pode estar preparada no início do trabalho. Isso permitirá poupar tempo e focar a 
atenção em aspetos mais pertinentes para a compreensão do trabalho. 
Montagem laboratorial para a titulação potenciométrica: 
 
Pode utilizar-se um sistema de aquisição de dados por computador, que permitirá obter 
diretamente a curva de titulação no ecrã de um computador, interface ou calculadora. Nesse caso 
deve usar-se a opção de aquisição Evento como entrada, que permite introduzir no gráfico o volume 
de titulante adicionado a cada momento, através do teclado. 
A prática mostra que os resultados obtidos pioram se os incrementos de titulante forem menores 
que 0,5 mL. Isso pode explicar-se por limitações dos medidores de pH habitualmente disponíveis nas 
escolas, pouco vocacionados para medir o pH de soluções pouco tamponadas. Ora a zona de 
variação brusca de pH, na proximidade do ponto de equivalência, é precisamente uma solução não 
tamponada. Assim, esperam-se melhores resultados para incrementos de 1 mL, ou de 0,5 mL, de 
titulante. O traçado da curva de titulação na zona de variação brusca de pH faz-se por interpolação a 
partir de valores de pH do titulado obtidos em zonas mais tamponadas, o que permite obter, em 
geral, uma curva de titulação de qualidade. 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 77 
Respostas às questões pré-laboratoriais (pág. 99) 
1. C. 
2. B., E., C., A., D. 
Respostas às questões pós-laboratoriais (pág. 100) 
1. A curva de titulação obtida deverá ser similar à seguinte. 
 
Volume 
/mL pH Volume 
/mL pH Volume 
/mL pH Volume 
/mL pH Volume 
/mL pH 
0,0 10,7 5,0 9,9 10,0 7,0 15,0 6,0 20,0 2,6 
0,5 10,5 5,5 9,8 10,5 6,8 15,5 5,9 20,5 2,5 
1,0 10,4 6,0 9,7 11,0 6,7 16,0 5,8 21,0 2,4 
1,5 10,4 6,5 9,6 11,5 6,6 16,5 5,7 21,5 2,4 
2,0 10,3 7,0 9,6 12,0 6,5 17,0 5,6 22,0 2,3 
2,5 10,2 7,5 9,5 12,5 6,5 17,5 5,4 22,5 2,3 
3,0 10,1 8,0 9,4 13,0 6,4 18,0 5,0 23,0 2,3 
3,5 10,1 8,5 9,2 13,5 6,3 18,5 3,7 23,5 2,2 
4,0 10,0 9,0 8,7 14,0 6,2 19,0 3,0 24,0 2,2 
4,5 9,9 9,5 7,4 14,5 6,1 19,5 2,7 24,5 2,2 
2. Dois pontos de equivalência, ocorrendo aproximadamente para pH = 8,3 (o primeiro) e pH = 3,8 
(o segundo). 
3. Podem identificar-se duas zonas tampão. Os paresde espécies responsáveis pela zona 
tampão são: CO3
2–/HCO3
– e HCO3
–/H2CO3 
78 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
4. H2CO3 (aq) H2O (l) + CO2 (g) 
5. Pelo facto de existirem no sangue vários sistemas tampão, sendo o mais importante o 
sistema CO2/HCO .
 
AL 4 – Destilação fracionada de uma mistura de três componentes 
(págs. 141 e 142 do Manual) 
Corresponde à AL 2.1 do Programa de Química – 12.o Ano. 
Nesta AL pretende-se simular o processo industrial de separação do petróleo bruto por destilação 
fracionada. Contudo, haverá que realçar que na destilação fracionada do petróleo o número de 
componentes da mistura é muito superior. 
Um dos aspetos a considerar no planeamento desta atividade é o facto de muitas substâncias 
formarem misturas azeotrópicas, isto é, misturas que, para uma certa composição, possuem um 
ponto de ebulição constante e fixo, como se fossem uma substância pura. É por isso que os seus 
componentes não podem ser separados por técnicas de destilação comuns, incluindo a destilação 
fracionada. 
Existem inúmeras misturas com três ou mais componentes que são zeotrópicas (ou não-
azeotrópicas). Contudo estas misturas de três componentes envolvem quase sempre substâncias 
mais ou menos perigosas, incluído substâncias que são tóxicas. Por exemplo, misturas ternárias como 
acetona-metanol-água ou metanol-etanol-água são zeotrópicas, mas o metanol é tóxico por inalação. 
A destilação potencia a formação de vapores destes líquidos que dificilmente ficam confinados, pelo 
que é uma técnica que aumenta o risco de inalação destas substâncias. 
 
Nome Pictogramas de 
perigo e Palavra sinal
Advertências de Perigo Recomendações de Prudência 
Metanol 
 
Perigo 
H225 Líquido e vapor 
facilmente inflamáveis. 
H331 Tóxico por inalação. 
H311 Tóxico em contacto 
com a pele. 
H301 Tóxico por ingestão. 
H370 Afeta os órgãos. 
P280 Usar luvas de proteção, vestuário 
de proteção, proteção ocular, proteção 
facial. 
P210 Manter afastado do calor, 
superfícies quentes, faísca, chama aberta 
e outras fontes de ignição. Não fumar. 
P233 Manter o recipiente bem fechado. 
P309 Em caso de exposição ou de 
indisposição: 
P310 Contacte imediatamente um centro 
de informação antivenenos ou um 
médico. 
P302+P352 Se entrar em contacto com a 
pele: lavar com sabonete e água 
abundante. 
 
Para este trabalho propomos uma destilação envolvendo uma mistura de substâncias menos 
perigosas: éter dietílico (p.e. 34,6 °C), acetona (p.e. 56,1 °C) e água. 
O quadro seguinte apresenta a informação de segurança, de acordo com o sistema GHS, relativa 
aos reagentes e produtos da reação. A resposta dos alunos à questão pré-laboratorial 4. pode incluir 
apenas a indicação da Palavra Sinal e das Advertências de Perigo. 
3
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 79 
Nome 
Pictogramas 
de perigo 
e Palavra sinal 
Advertências de 
Perigo Recomendações de Prudência 
Éter 
dietílico 
 
Perigo 
H224 Líquido e vapor 
extremamente 
inflamáveis. 
H302 Nocivo por ingestão. 
H336 Pode provocar 
sonolência ou vertigens. 
EUH019 Pode formar 
peróxidos explosivos. 
EUH066 Pode provocar 
pele seca ou gretada, por 
exposição repetida. 
P210 Manter afastado do calor/faísca/chama 
aberta/superfícies quentes. Não fumar. 
P261 Evitar respirar as 
poeiras/fumos/gases/névoas/vapores/aerossóis. 
P301+P312 Em caso de ingestão: caso sinta 
indisposição, contacte um centro de informação 
antivenenos ou um médico. 
P303+P361+P353 Se entrar em contacto com a 
pele (ou o cabelo): despir imediatamente toda a 
roupa contaminada. Enxaguar a pele com 
água/tomar um duche. 
P304+P340 Em caso de inalação: retirar a vítima 
para uma zona ao ar livre e mantê-la em 
repouso numa posição que não dificulte a 
respiração. 
P312 Caso sinta indisposição, contacte um 
centro de informação antivenenos ou um 
médico. 
Acetona 
 
Perigo 
H225 Líquido e vapor 
facilmente inflamáveis. 
H319 Provoca irritação 
ocular grave. 
EUH066 Pode provocar 
pele seca ou gretada, por 
exposição repetida. 
H336 Pode provocar 
sonolência ou vertigens. 
P210 Manter afastado do calor, superfícies 
quentes, faísca, chama aberta e outras fontes de 
ignição. Não fumar. 
P233 Manter o recipiente bem fechado. 
P241 Utilizar equipamento elétrico/de 
ventilação/de iluminação/ à prova de explosão. 
P303+P361+P353 Se entrar em contacto com a 
pele (ou o cabelo): despir imediatamente toda a 
roupa contaminada. Enxaguar a pele com água. 
P304+P340 Em caso de inalação: retirar a vítima 
para uma zona ao ar livre e mantê-la em 
repouso numa posição que não dificulte a 
respiração. 
 
Recorde-se que uma boa separação exige que não se perca energia sob a forma de radiação pela 
coluna de fracionamento, por isso deve isolar-se a coluna com folha de alumínio. 
 
80 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Os gráficos seguintes, de temperatura-volume de destilado e de temperatura-tempo, dizem respeito 
à destilação de uma mistura de éter dietílico-acetona-água. 
 
 
 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 81 
Os melhores resultados foram obtidos para gráficos de temperatura-volume de destilado usando 
misturas com volumes consideráveis e com um aquecimento constante e moderado. Um aquecimento 
demasiado rápido não permite uma separação efetiva, pois o estabelecimento de um bom equilíbrio 
líquido-vapor só se consegue após um contacto prolongado entre as duas fases. Por outro lado, se o 
aquecimento for demasiado lento haverá diminuições momentâneas da temperatura, em particular na 
transição para os componentes menos voláteis, devido às perdas de energia, por calor, que ocorrem na 
montagem. 
 
Montagem laboratorial para destilação fracionada: 
 
 
A montagem pode incluir, em vez de um termómetro digital, uma sonda de temperatura ligada a 
um Sistema de Aquisição e Tratamento de Dados, o que permitirá fazer uma monitorização mais 
cuidada da evolução da temperatura. Nesse caso deve usar-se a opção de aquisição Evento como 
entrada, que permite introduzir no gráfico o volume de titulante adicionado a cada momento, 
através do teclado. 
 
A coluna de destilação utilizada na destilação fracionada do petróleo é muito diferente das colunas 
de Vigreux usadas no laboratório. As colunas de destilação industriais dispõem no seu interior de um 
conjunto de patamares, chamados «pratos», situados a diferentes alturas. Os vapores libertados pelo 
petróleo, quando aquecido à temperatura de ebulição, sobem pela coluna através de tubos unidos
aos pratos e cobertos por campânulas, de modo que os vapores são forçados a borbulhar através do 
líquido existente nos pratos. A uma determinada altura da coluna corresponde uma temperatura 
característica, e o líquido condensado em cada prato, a que se chama «fração», tem sempre a mesma 
composição química. 
 
O resíduo que fica na base da coluna de destilação não pode ser submetido a temperaturas ainda 
mais altas para obter as frações ainda existentes neste resíduo. Procedendo desta forma, a 
temperatura promoveria a destruição das frações. Para obter as frações do resíduo, procede-se à sua 
transferência para outra coluna, onde sob uma pressão mais baixa, próxima do vácuo, se consegue a 
vaporização das frações a uma temperatura mais baixa e não destrutiva. A partir deste processo são 
obtidos: óleo diesel, fuelóleo, óleo lubrificante, cera parafínica e asfalto. 
82 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Respostas às questões pré-laboratoriais (pág. 141) 
1. Éter dietílico, acetona, água. 
2. São reguladores de ebulição. Evitam uma ebulição tumultuosa. 
3. Tapar com algodão e colocar o recipiente que contém o destilado numa tina com gelo. 
4. No quadro seguinte indica-se a informação de segurança mais importante. 
 
Nome Palavra sinal Advertências de Perigo 
Éter dietílico Perigo 
Líquido e vapor extremamente 
inflamáveis. 
Nocivo por ingestão. 
Pode provocar sonolência ou vertigens. 
Pode formar peróxidos explosivos. 
Pode provocar pele seca ou gretada, por 
exposiçãorepetida. 
Acetona Perigo 
Líquido e vapor facilmente inflamáveis. 
Provoca irritação ocular grave. 
Pode provocar pele seca ou gretada, por 
exposição repetida. 
Pode provocar sonolência ou vertigens. 
 
Respostas às questões pós-laboratoriais (pág. 142) 
1. O gráfico obtido deverá ser similar ao que se segue. 
 
2. Éter dietílico (p.e. 34,6 °C), acetona (p.e. 56,1 °C) e água (p.e. 100 °C). 
3. Dado que a mistura (petróleo) é composta por frações com pontos de ebulição próximos, 
uma das formas de proceder à sua separação é usando a técnica de destilação fracionada. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 83 
AL 5 – 
(págs. 159 e 160 do Manual) 
Corresponde à AL 2.3 do Programa de Química – 12.o Ano. 
Neste trabalho realiza-se uma titulação termométrica. Neste caso, em vez se de determinar a 
concentração de uma solução desconhecida, o que se pretende é determinar a entalpia de 
neutralização de uma reação de ácido-base. 
O trabalho pode ser orientado numa perspetiva da avaliação dos erros de medição e limitações 
laboratoriais, uma vez que se pode comparar o valor obtido com o valor tabelado: –57,1 kJ mol–1. 
Os resultados poderão ser melhorados se, previamente, se determinar a capacidade térmica do 
calorímetro e caso se tenha em conta esse valor nos cálculos efetuados. 
Recorde-se que, para evitar correções devido à variação de massa provocada pela adição de 
titulante, é preferível usá-lo em solução concentrada e considerar m como sendo a massa inicial do 
titulado. 
 
Montagem laboratorial para a titulação termométrica: 
 
Respostas às questões pós-laboratoriais (pág. 160) 
1. c × V = cNaOH × VNaOH 2,0 mol dm–3 × V = 0,10 × 0,100 V = 0,10 × 0,100 / 2,0 = 
= 0,0050 dm3 = 5,0 cm3
 
2. Tanto quanto possível procura-se assegurar que toda a energia libertada durante a reação é 
utilizada para fazer variar a temperatura do sistema. 
 
84 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Respostas às questões pós-laboratoriais (pág. 160) 
1. Deve ser obtido um gráfico similar a 
 
2. Q = ms × 3,9 × (tmáxima tmínima) em joules.
3. A partir do gráfico (temperatura em função do volume de solução titulante adicionada) 
extraímos o valor do volume de ácido correspondente à temperatura máxima verificada. 
Fazendo uso da relação: c = n / V determinamos a quantidade de matéria, em 
moles, de ácido no ponto de equivalência. 
c = n / V n = 2,0 / V 
Com base na estequiometria da reação de neutralização: 
H3O+ (aq) + OH– (aq) 2 H2O (l) 
podemos determinar a quantidade de água, n, formada. 
A entalpia de neutralização calcula-se por: nH ° = Q / n 
4. Erro absoluto = –57,1 – (– nH °(determinado)); 
Erro relativo = Erro absoluto / nH °(determinado); 
Erro percentual = Erro relativo × 100% 
5. A velocidade de agitação deve ser moderada porque a agitação constitui uma forma de 
fornecer energia ao sistema, sob a forma de trabalho, de acordo com a experiência de 
Joule e o que se pretende, neste caso, é que a energia provenha apenas do combustível. 
Uma agitação mais rápida também facilitaria as transferências de energia por calor através 
das fronteiras do sistema, que se pretende que seja isolado. 
AL 6 – Determinação da entalpia de combustão de diferentes álcoois 
(págs. 161 e 162 do Manual) 
Corresponde à AL 2.5 do Programa de Química – 12.o Ano. 
Nesta AL realça-se, desde logo, a importância dos álcoois como biocombustíveis, procurando-se uma 
relação entre o comprimento da cadeia e a posição do grupo –OH com a eficiência energética do álcool. 
Optou-se, neste trabalho laboratorial, por usar uma nomenclatura que seja mais facilmente 
pronunciável (por exemplo, 1-propanol em vez de propan-1-ol). Embora esta opção não cumpra, em 
bom rigor, as recomendações da IUPAC, continua a ser amplamente utilizada e justifica-se quando se 
pretende privilegiar a comunicação oral. 
Tal como na atividade anterior, também nesta os resultados poderão ser melhorados se, 
previamente, se determinar a capacidade térmica do calorímetro e caso se tenha em conta esse 
valor nos cálculos efetuados. 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 85 
Na proposta de trabalho laboratorial excluiu-se o metanol por ser tóxico. O quadro seguinte 
apresenta a informação de segurança, de acordo com o sistema GHS, relativa aos vários álcoois que 
serão utilizados nesta atividade. 
 
Nome 
Pictogramas 
de perigo 
e Palavra sinal 
Advertências de Perigo Recomendações de Prudência 
Etanol 
 
Perigo 
H225 Líquido e vapor 
facilmente inflamáveis. 
P210 Manter afastado do calor, 
superfícies quentes, faísca, chama aberta 
e outras fontes de ignição. Não fumar. 
P233 Manter o recipiente bem fechado. 
P241 Utilizar equipamento elétrico/de 
ventilação/de iluminação/à prova de 
explosão. 
1-propanol 
 
Perigo 
H225 Líquido e vapor 
facilmente inflamáveis. 
H218 Provoca lesões 
oculares graves. 
H336 Pode provocar 
sonolência ou vertigens. 
P210 Manter afastado do 
calor/faísca/chama aberta/superfícies 
quentes. Não fumar. 
P233 Manter o recipiente bem fechado. 
P241 Utilizar equipamento elétrico/de 
ventilação/de iluminação à prova de 
explosão. 
P243 Evitar acumulação de cargas 
eletrostáticas 
2-propanol 
 
Perigo 
H225 Líquido e vapor 
facilmente inflamáveis. 
H219 Provoca irritação 
ocular grave. 
H336 Pode provocar 
sonolência ou vertigens. 
P243 Evitar acumulação de cargas 
eletrostáticas. 
P261 Evitar respirar gases, vapores, 
aerossóis. 
P271 Utilizar apenas ao ar livre ou em 
locais bem ventilados. 
P303+P361+P353 Se entrar em contacto 
com a pele (ou o cabelo): despir 
imediatamente toda a roupa 
contaminada. Enxaguar a pele com água. 
P304+P340 Em caso de inalação: retirar a 
vítima para uma zona ao ar livre e 
mantê-la em repouso numa posição que 
não dificulte a respiração. 
P305+P351+P338 Se entrar em contacto 
com os olhos: enxaguar cuidadosamente 
com água durante vários minutos. Se 
usar lentes de contacto, retire-as, se tal 
lhe for possível. Continuar a enxaguar. 
1-butanol 
 
Perigo 
H226 Líquido e vapor 
inflamáveis. 
H302 Nocivo por ingestão. 
H315 Provoca irritação 
cutânea. 
H318 Provoca lesões 
oculares graves. 
H335 Pode provocar irritação 
das vias respiratórias. 
H336 Pode provocar 
sonolência ou vertigens. 
P210 Manter afastado do calor, 
superfícies quentes, faísca, chama aberta 
e outras fontes de ignição. Não fumar. 
P233 Manter o recipiente bem fechado. 
P241 Utilizar equipamento elétrico/de 
ventilação/de iluminação/à prova de 
explosão. 
P243 Evitar acumulação de cargas 
eletrostáticas. 
86 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Nome 
Pictogramas 
de perigo 
e Palavra sinal 
Advertências de Perigo Recomendações de Prudência 
1-pentanol 
 
Perigo 
H226 Líquido e vapor 
inflamáveis. 
H332 Nocivo por inalação. 
H335 Pode provocar 
irritação das vias 
respiratórias. 
H315 Provoca irritação 
cutânea. 
P210 Manter afastado do 
calor/faísca/chama aberta/superfícies 
quentes. Não fumar. 
P233 Manter o recipiente bem 
fechado. 
P241 Utilizar equipamento elétrico/de 
ventilação/de iluminação/à prova de 
explosão. 
 
Montagem laboratorial para a determinação da entalpia de combustão: 
 
 
Respostas às questões pós-laboratoriais (pág. 161) 
1. etanol: 
1-propanol: 
2-propanol: 
1-butanol: 
1-pentanol: 
 
Respostas às questões pós-laboratoriais (pág. 162) 
1. Para o etanol: Q = ms × 3,9 × (tmáxima – tmínima); cH°(etanol) = Q/(m(etanol)/M(etanol)) e 
semelhante para os restantes álcoois. 
2. Erro relativo = Erro absoluto/ cH° (determinado). A energia libertada aquando da queima 
do combustível pode não ter sido aproveitada na totalidade para elevar a temperatura da 
água. Existe sempre dissipação de energia. 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 87 
3. O gráfico obtido será semelhante ao seguinte: 
 
4. i) À medida que aumenta o comprimento da cadeia carbonada, diminui a entalpia de 
combustão. 
ii) Nos álcoois com isomeria de posição (do grupo –OH) verifica-se que quanto mais 
próximoo grupo –OH se encontra da extremidade da molécula, maior é o valor da 
entalpia de combustão. 
APL 2 – Produção de um biodiesel a partir de óleos alimentares queimados 
(pág. 163 do Manual) 
Esta Atividade de Projeto Laboratorial (APL) envolve trabalho de pesquisa bibliográfica e laboratorial, 
com o objetivo de realizar uma sequência de processos físicos e químicos que permitam obter biodiesel. 
São apresentadas algumas sugestões na caixa «Trabalho investigativo», da página 163 do Manual, 
que ajudam orientar a investigação. 
A produção de biodiesel envolve uma reação de transesterificação em que as gorduras (triglicéridos) 
e o metanol (ou etanol) originam glicerol e ésteres de cadeia longa. O biodiesel é a mistura final destes 
ésteres. A reação que ocorre pode ser representada pela equação química seguinte: 
 
Triglicéridos Metanol/etanol Glicerol Mono-ésteres 
 
88 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
AL 7 – Síntese de um polímero (págs. 189 e 190 do Manual)
Corresponde à AL 3.6 do Programa de Química – 12.o Ano. 
Pretende-se nesta atividade sintetizar o nylon 6.6, o que corresponde à síntese de um polímero por 
condensação. 
 
Procedimento laboratorial para a síntese do nylon 6.6: 
 
 
 
 
Em 1929, o químico norte-americano Wallace Carothers e o seu colaborador John Hill, a 
trabalharem na firma DuPont, sintetizaram o nylon, mas foi só em 1933 que descobriram a 
capacidade deste polímero (uma poliamida) para formar fios sedosos, muito resistentes, e que, por 
isso, se viriam a tornar excelentes fibras têxteis. 
Em maio de 1940, o nylon começou a ser vendido às fábricas de meias. O nome nylon foi cunhado 
apenas 2 semanas antes do lançamento comercial do produto, depois de várias reuniões no âmbito 
da firma DuPont, embora se tenha criado a ideia popular de que a palavra teria resultado da 
associação de NY e LON, abreviaturas de New York e London, as duas principais cidades que a firma 
DuPont tinha em mira comercial. 
O quadro seguinte apresenta a informação de segurança, de acordo com o sistema GHS, relativa 
aos vários álcoois que serão utilizados nesta atividade. A resposta dos alunos à questão pré-
-laboratorial 2. pode incluir apenas a indicação da Palavra Sinal e das Advertências de Perigo. 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 89 
 
Nome 
Pictogramas 
de perigo 
e Palavra sinal 
Advertências de Perigo Recomendações de Prudência 
Hexano 
 
Perigo 
H225 Líquido e vapor 
facilmente inflamáveis. 
H304 Pode ser mortal por 
ingestão e penetração nas 
vias respiratórias. 
H315 Provoca irritação 
cutânea. 
H336 Pode provocar 
sonolência ou vertigens. 
H361fd Suspeito de afetar a 
fertilidade. Suspeito de 
afetar o nascituro. 
H373 Pode afetar os órgãos 
(sistema nervoso) após 
exposição prolongada ou 
repetida por inalação. 
H411 Tóxico para os 
organismos aquáticos com 
efeitos duradouros. 
P210 Manter afastado do calor, superfícies 
quentes, faíscas, chamas abertas e outras 
fontes de ignição. Não fumar. 
P240 Ligação à terra/equipotencial do 
recipiente e do equipamento recetor. 
P273 Evitar a libertação para o 
ambiente. 
P301+P330+P331 Em caso de ingestão: 
enxaguar a boca. Não provocar o 
vómito. 
P302+P352 Se entrar em contacto com 
a pele: lavar abundantemente com 
sabonete e água. 
P314 Em caso de indisposição, consulte 
um médico. 
P403+P233 Armazenar em local bem 
ventilado. Manter o recipiente bem 
fechado. 
Cloreto de 
hexanodioílo 
Perigo 
H314 Provoca queimaduras 
na pele e lesões oculares 
graves. 
EUH014 Reage 
violentamente em contacto 
com a água. 
P280 Usar luvas de proteção, vestuário de 
proteção, proteção ocular, proteção facial. 
P301+P330+P331 Em caso de ingestão: 
enxaguar a boca. Não provocar o 
vómito. 
P305+P351+P338 Se entrar em contacto 
com os olhos: enxaguar 
cuidadosamente com água durante 
vários minutos. Se usar lentes de 
contacto, retire-as, se tal lhe for 
possível. Continuar a enxaguar. 
P309+P310 Em caso de exposição ou de 
indisposição: contacte imediatamente 
um centro de informação antivenenos 
ou um médico. 
Hexanodiamina 
 
Perigo 
H312 Nocivo em contacto 
com a pele. 
H302 Nocivo por ingestão. 
H335 Pode provocar 
irritação das vias 
respiratórias. 
H314 Provoca queimaduras 
na pele e lesões oculares 
graves. 
P280 Usar luvas de proteção/vestuário de 
proteção/ proteção ocular/ proteção facial. 
P302+P352 Se entrar em contacto com 
a pele: lavar com sabonete e água 
abundantes. 
P301+P330+P331 Em caso de ingestão: 
enxaguar a boca. Não provocar o vómito. 
P305+P351+P338 Se entrar em contacto 
com os olhos: enxaguar 
cuidadosamente com água durante 
vários minutos. Se usar lentes de 
contacto, retire-as, se tal lhe for 
possível. Continuar a enxaguar. 
P309+P310 Em caso de exposição ou de 
indisposição: contacte imediatamente 
um centro de informação antivenenos 
ou um médico. 
90 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
A realização da questão pós-laboratorial 5. envolve uma atividade laboratorial que pode consistir 
simplesmente em enterrar uma parte do nylon obtido em terra e ir observando, e registando, as 
mudanças ocorridas ao longo de várias semanas. Para comparar pode enterrar-se, ao mesmo tempo, 
um fio de algodão, com o mesmo comprimento e espessura. 
 
Respostas às questões pré-laboratoriais (pág. 189) 
1. 
 
2. 
Nome Palavra sinal Advertências de Perigo 
Hexano Perigo 
Líquido e vapor facilmente inflamáveis. 
Pode ser mortal por ingestão e penetração nas vias 
respiratórias. 
Provoca irritação cutânea. 
Pode provocar sonolência ou vertigens. 
Suspeito de afetar a fertilidade. Suspeito de afetar o 
nascituro.
Pode afetar os órgãos (sistema nervoso) após exposição 
prolongada ou repetida por inalação. 
Tóxico para os organismos aquáticos com efeitos 
duradouros. 
Cloreto 
de hexanodioílo Perigo Provoca queimaduras na pele e lesões oculares graves. 
Reage violentamente em contacto com a água. 
Hexanodiamina Perigo 
Nocivo em contacto com a pele. 
Nocivo por ingestão. 
Pode provocar irritação das vias respiratórias. 
Provoca queimaduras na pele e lesões oculares graves. 
 
Respostas às questões pós-laboratoriais (pág. 190) 
1. O nylon é um copolímero. 
2. Monómeros: C OC—(CH2)4—COC e H2N—(CH2)6—NH2 
Motivo: 
3. Poliamidas. 
4. Sintético. 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 91 
Grelhas de registo 
Grelha de observação das aulas laboratoriais de química 
AL: ___________________________________________ Data: _____________ 
Grupo: ________________ 
PARÂMETROS A AVALIAR NA AULA CLASSIFICAÇÃO 
Cumprimento das regras de segurança 
Preparação do trabalho 
Organização do trabalho 
Manuseamento correto de material e reagentes 
Autonomia na execução 
Espírito de observação 
Cooperação com os colegas do grupo 
CLASSIFICAÇÃO GLOBAL 
 
Grelha de avaliação de relatórios 
AL: ___________________________________________ Data (realização): ________ 
Grupo: ________________ 
PARÂMETROS A AVALIAR NO RELATÓRIO CLASSIFICAÇÃO 
Cumprimento dos prazos de entrega 
Apresentação do relatório 
Apresentação dos objetivos do trabalho 
Registo dos cuidados a ter durante o trabalho 
Apresentação de rigor científico/técnico 
Apresentação dos dados obtidos 
Apresentação correta dos algarismos significativos 
Análise dos resultados e conclusões 
Apresentação de bibliografia 
CLASSIFICAÇÃO GLOBAL 
 
92 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Consulte a Tabela Periódica e/ou o formulário sempre que necessário. 
Grupo I 
1. Indique o número de eletrões de valência e a configuração eletrónica de menor energia para 
cada um dos seguintes átomos: 
a) 3Li b) 8O c) 12Mg d) 20Ca 
2. O elemento nitrogénio, também chamado azoto, tem número atómico 7. 
No átomo de nitrogénio no estado fundamental (de menor energia) existem… 
(A) cinco eletrões de valência, distribuídos por duas orbitais. 
(B) três eletrões de valência, distribuídos por quatro orbitais. 
(C) cinco eletrões de valência, distribuídospor quatro orbitais. 
(D) três eletrões de valência, numa orbital. 
3. Relacione a posição na Tabela Periódica do elemento representativo nitrogénio (Z = 7) com a 
configuração eletrónica de valência dos seus átomos no estado fundamental. 
4. Considere o elemento químico enxofre, S, cuja distribuição eletrónica é 1s2 2s2 2p6 3s2 3p4. 
4.1 Complete a frase de modo a obter uma afirmação verdadeira: 
«O enxofre pertence ao grupo … e ao … período da Tabela Periódica: cada um dos seus 
átomos tem … eletrões de valência, os quais se encontram no nível de energia …» 
4.2 Indique, justificando, a que bloco da Tabela Periódica pertence o enxofre. 
5. Uma liga metálica é uma mistura homogénea de um metal com outros metais ou com não 
metais. 
O bronze, uma liga de estanho e cobre, é usado nas medalhas olímpicas. O duralumínio, usado 
em aeronáutica e indústria automóvel por ser um material leve, é uma liga de alumínio e cobre. 
5.1 Indique os elementos metálicos existentes nestas ligas. 
5.2 Qual/quais dos elementos referidos é um metal de transição? 
 
NOME ___________________________________________________ Turma ___________ Número _________ 
 
Ficha de diagnóstico
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 93 
6. Relacione com as posições relativas na Tabela Periódica o facto de a primeira energia de 
ionização do potássio ser 6,9 × 10–19 J/átomo, enquanto a do sódio é 8,2 × 10–19 J/átomo. 
7. Considere átomos dos elementos 12Mg e 20Ca. 
Associe os valores 738 kJ mol–1 e 590 kJ mol–1 às respetivas energias de ionização, relacionando 
com as posições relativas na Tabela Periódica. 
8. Faça a correspondência correta entre as letras da coluna I e os números da coluna II. 
Coluna I Coluna II 
A. Ligação covalente 
B. Ligação iónica 
C. Ligação metálica 
1. Partilha deslocalizada de eletrões 
2. Partilha localizada de eletrões 
3. Transferência de eletrões 
Grupo II 
1. O ião iodato, IO3
– (aq), transforma-se em ião iodito, IO– (aq), ao reagir com brometo de 
hidrogénio, HBr (aq), de acordo com: 
IO3
– (aq) + 2 HBr (aq) IO– (aq) + Br2 (aq) + H2O (l) 
1.1 Qual é a espécie oxidada? 
1.2 Qual é a espécie que cede eletrões? 
1.3 Qual é o agente oxidante? 
1.4 Nesta reação, o número de oxidação do iodo varia: 
(A) (B) (C) de +5 para +3. (D) 
2. Os metais prata, Ag, cobre, Cu, zinco, Zn, e alumínio, A , estão escritos por ordem crescente do 
seu poder redutor. 
Pretende-se reduzir o ião cobre (II), Cu2+, de uma solução usando um metal. 
2.1 Quais destes metais podem ser usados para reduzir o ião cobre (II)? 
2.2 Escreva as equações químicas das reações que ocorrem. 
3. As reações de oxidação-redução representadas a seguir ocorrem extensamente à temperatura 
ambiente. 
I. Ni (s) + Cu2+ (aq) Ni2+ (aq) + Cu (s) 
II. Zn (s) + Ni2+ (aq) Zn2+ (aq) + Ni (s) 
III. Cu (s) + Hg2+ (aq) Cu2+ (aq) + Hg (l) 
Apresente os metais Cu, Ni, Hg e Zn por ordem crescente de poder redutor. 
 
94 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
4. A 25 °C, o pH de uma água engarrafada gaseificada é 7,2. 
4.1 Qual é a concentração de ião H3O+ na água gaseificada? 
4.2 A água é ácida, básica ou neutra? 
5. O valor do pOH corresponde ao simétrico do logaritmo da concentração de ião hidróxido, OH–, em 
solução. 
5.1 Escreva a respetiva expressão matemática. 
5.2 Calcule o pOH de uma solução aquosa cuja concentração em ião hidróxido é 1,0 × 10 mol dm–3. 
5.3 Qual é, a 25 °C, a concentração de H3O+ na solução da questão anterior? 
6. A hidrazina, N2H4, sofre ionização quando é dissolvida em água: 
N2H4 (aq) + H2O (aq) N2H5
+ (aq) + OH– (aq) 
6.1 Escreva os pares conjugados ácido-base para a equação química representada. 
6.2 Indique, justificando, se a hidrazina atua como ácido ou como base. 
Grupo III
1. As figuras seguintes mostram a fórmula de estrutura de quatro moléculas: 
 
1.1 Qual/quais destas moléculas são apolares? 
1.2 Relativamente à polaridade das ligações presentes, podemos afirmar que: 
(A) as ligações C–H são polares, as ligações C–C são apolares e a ligação C–O é polar. 
(B) as ligações C–H são apolares, as ligações C–C são apolares e a ligação C–O é apolar. 
(C) as ligações C–H são polares, as ligações C–C são polares e a ligação C–O é apolar. 
(D) as ligações C–H são apolares, as ligações C–C são polares e a ligação C–O é polar. 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 95 
2. O ácido acetilsalicílico, C9H8O4 (M = 180,2 g mol 1), é sintetizado em laboratório a partir da reação 
entre o ácido salicílico, C7H6O3, e o anidrido acético, C4H6O3. 
Esta reação pode ser descrita pela equação química: 
C7H6O3 + C4H6O3 C9H8O4 + C2H4O2 
A 8,0 g de ácido salicílico (M = 138,1 g mol 1) adicionaram-se 0,020 mol de anidrido acético. 
Determine a massa de ácido acetilsalicílico formada, admitindo que a reação é completa. 
 
96 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
 
Consulte a Tabela Periódica e/ou formulários sempre que necessário. 
Grupo I
1. A seguinte equação química traduz a reação que ocorre entre o potássio, K, e a água, H2O. 
2 K (s) + 2 H2O (l) 2 KOH (aq) + H2 (g) 
1.1 Escreva a equação da reação do lítio, Li, com a água, sabendo que o lítio pertence ao mesmo 
grupo da Tabela Periódica que o potássio. 
1.2 Escreva a configuração eletrónica do átomo de sódio, Na, sabendo que este elemento 
pertence ao mesmo grupo da Tabela Periódica que o potássio (Z = 19) mas ao período 
imediatamente anterior. 
2. A coluna I mostra configurações de valência e a coluna II grupos da Tabela Periódica. Associe as 
diferentes configurações de valência da coluna I, aos grupos da coluna II. 
Coluna I Coluna II 
a) ns2
b) 3s2 3p6 
c) 5s1 
d) ns2 ns5, com n = 2 e 3 
I. Metais alcalinos: grupo 1 
II. Metais alcalino-terrosos: grupo 2 
III. Halogéneos: grupo 17 
IV. Gases nobres: grupo 18 
3. A figura representa a Tabela Periódica, indicando 
os respetivos blocos. 
Localize, com a letra: 
3.1 W, um elemento com 8 eletrões de valência. 
3.2 Y, o elemento que está no grupo 14 e no 
3.o período. 
3.3 Z, um elemento da 2.a série dos metais de 
transição. 
3.4 R, um metal de transição interna. 
3.5 X, o elemento com a configuração eletrónica 1s2 2s2 2p6 3s2 3p5. 
4. Para os elementos flúor, 9F, sódio, 11Na, e magnésio, 12Mg, verifica-se que… 
(A) os átomos de flúor têm nove eletrões de valência. 
(B) a energia de ionização do flúor é igual à do sódio. 
(C) o sódio e o magnésio pertencem a períodos diferentes da Tabela Periódica. 
(D) a energia de ionização do sódio é inferior à do magnésio. 
NOME ___________________________________________________ Turma ___________ Número _________ 
 
Ficha 1 Estrutura e propriedades dos metais 
Domínio 1: Metais e ligas metálicas 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 97 
5. O sódio é um metal e o enxofre um não metal. Podemos dizer que… 
(A) o sódio apresenta baixa energia de ionização e baixa afinidade eletrónica. 
(B) o enxofre apresenta baixa energia de ionização e baixa afinidade eletrónica. 
(C) o sódio apresenta baixa energia de ionização e o enxofre baixa afinidade eletrónica. 
(D) o sódio apresenta elevada energia de ionização e baixa afinidade eletrónica. 
6. O escândio é o primeiro elemento da chamada 1.a série de metais de transição. Os elementos 
desta série apresentam as orbitais … em preenchimento e há estabilidade acrescida quando o 
nível 3d está … 
(A) … s … semipreenchido. (B) … p … completo. 
(C) … d … completo. (D) … d … semipreenchido ou completo. 
Grupo II 
1. A maleabilidade é uma propriedade típica dos metais. Indique outras duas. 
2. Os sólidos iónicos são constituídos por iões positivos e iões negativos em adequada proporção. 
Identifique no sal K2Cr2O7 o catião, o anião e a proporção entre aniões e catiões. 
3. As conchas marinhas são constituídas, na sua maioria, por carbonato de cálcio, CaCO3, um sal 
pouco solúvel em água. Considere a seguinte equação química: 
CaC 2 (aq) + Na2CO3 (aq) CaCO3 + 2 NaC 
3.1 Indique os estadosde agregação (s, l, g ou aq) em que se apresentam os produtos 
desta reação. 
3.2 De entre as seguintes afirmações, selecione a única que é verdadeira. 
(A) Numa solução aquosa de CaC 2 existem três tipos de iões. 
(B) A reação permite obter oito tipos de iões. 
(C) No composto CaCO3 predomina a ligação metálica. 
(D) CaCO3 (s) é um sólido iónico. 
4. Associe os exemplos da coluna I às estruturas da coluna II. 
 
Coluna I Coluna II 
I. Ferro 
II. Óxido de ferro (III) 
III. Grafeno 
IV. Gelo 
V. Sulfato de cobre (II) 
VI. Sílica 
a) Sólidos metálicos 
b) Sólidos moleculares 
c) Sólidos covalentes 
d) Sólidos iónicos 
5. Os minérios são recursos limitados. Refira procedimentos a adotar para garantir a sustentabilidade 
do nosso planeta. 
 
98 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
 
Consulte a Tabela Periódica e/ou formulários sempre que necessário. 
Grupo I 
1. O tratamento de água rica em iões amónio, NH4
+, inclui reações aeróbias (que exigem a presença 
de oxigénio, O2) em tanques especiais, ocorrendo a produção de iões nitrato, NO–, de acordo 
com: 
NH4
+ + 
 
 O2 nitrobactérias
 NO2
– + 2 H+ + H2O 
NO2
– + 
 
 O2 nitrobactérias
 NO– 
1.1 Calcule a variação no número de oxidação do nitrogénio que ocorre na transformação de ião 
NH4
+ a NO– . 
1.2 Indique, justificando, se o elemento nitrogénio sofre oxidação ou redução na transformação 
anterior. 
2. Das reações a seguir apresentadas, identifique a de oxidação-redução. 
(A) HC (g) + NH3 (g) NH4C (s) 
(B) MgO (s) + CO2 (g) MgCO3 (s) 
(C) Hg2(NO3)2 (aq) + 2 KI (aq) Hg2I2 (s) + 2 KNO3 (aq) 
(D) H2 (g) + C 2 (g) 2 HC (g) 
3. Introduziu-se uma lâmina de alumínio numa solução aquosa de sulfato de cobre (II). A cor azul da 
solução foi desaparecendo, ao mesmo tempo que se observava a formação de um depósito de 
cobre metálico sobre a lâmina. 
3.1 Escreva a equação química da reação que ocorreu. 
3.2 Indique, justificando, qual foi o elemento redutor. 
 
NOME ___________________________________________________ Turma ___________ Número _________ 
 
Ficha 2 Degradação dos metais 
Domínio 1: Metais e ligas metálicas 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 99 
4. Na seguinte célula galvânica o elétrodo de ferro, Fe, é negativo. 
 
Podemos afirmar que: 
(A) Os eletrões fluem no condutor metálico de cobre, Cu, para ferro, Fe. 
(B) O ferro é oxidado e o ião cobre (II) é reduzido. 
(C) O poder redutor do ferro é inferior ao do cobre. 
(D) Na ponte salina existem eletrões livres. 
5. Na célula eletroquímica de Daniell, ocorre a reação representada pela equação química: 
Zn (s) + Zn2+ (aq) Cu2+ (aq) + Cu (s) 
Às espécies químicas envolvidas correspondem os seguintes potenciais padrão de redução: 
Eo(Cu2+/Cu) = +0,34 V ; Eo(Zn2+/Zn) = –0,76 V 
Qual é o único valor que pode assumir a tensão da célula de Daniell? 
(A) 1,10 V (B) 0,42 V (C) –0,42 V (D) –1,10 V 
Grupo II 
1. Recorrendo a uma tabela de potenciais padrão de redução, indique qual dos conjuntos de metais 
poderá fazer a proteção catódica do ferro, oxidando-se em vez de ferro, Fe. 
(A) Zn ou Ag. (B) Zn ou Mg. (C) Mg ou Cu. (D) Sn ou Cu. 
2. O processo de proteção catódica (também chamada proteção por sacrifício), utilizado nos cascos 
de navios, aplica-se também na proteção de oleodutos e gasodutos. 
2.1 Transcreva a frase, selecionando as palavras que permitem obter uma afirmação verdadeira. 
«Na proteção catódica o metal de sacrifício funciona como …a)… (cátodo/ânodo) e o metal a 
proteger funciona como …b)… (cátodo/ânodo).» 
2.2 Baseando-se na série eletroquímica ao lado, 
indique, justificando, se, por proteção catódica, o: 
i. zinco pode proteger o ferro. 
ii. chumbo pode proteger o ferro. 
2.3 Como se designa o metal que sofre corrosão em vez do ferro? 
 
100 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
 
Consulte a Tabela Periódica e/ou o formulário sempre que necessário. 
Grupo I 
1. Considere o ião complexo tetraquocobre (II), [Cu(H2O)4]2+. 
1.1 Identifique os ligandos e indique o respetivo número. 
1.2 Qual é o elemento central presente neste ião complexo? Qual é a sua carga? 
1.3 Esboce a estrutura deste ião complexo, evidenciando as ligações covalentes dativas. 
2. O EDTA é um ligando hexadentado. Explique a ação deste ligando quando é usado na terapia de 
intoxicação por chumbo. 
3. O ião complexo hexaquoníquel (II), [Ni(H2O)6]2+, possui cor verde. 
Escreva a equação química que traduz a obtenção deste ião a partir do ião níquel (II) e água. 
4. Misturaram-se 40 cm3 de solução 0,40 mol dm–3 de NH3 com 60 cm3 de solução 0,30 mol dm–3 de 
NH4C . Calcule o pH da solução, a 25 °C. 
Kb(NH3, 25 °C) = 1,75 10–5 
5. Considere uma solução 0,20 mol dm–3 de cloreto de amónio. 
5.1 Justifique que se trate de uma solução ácida. 
5.2 Calcule o pH da solução, a 25 °C, sabendo que Ka(NH4
+) = 5,7 10–10. 
6. Calcule o pH de uma solução 0,10 mol dm–3 de nitrato de amónio, sabendo que Kb(NH3) = 1,75 10–5. 
7. Considere uma solução 0,50 mol dm–3 de acetato de amónio, NH4CH3CO2. 
7.1 Justifique tratar-se de uma solução neutra, sabendo que Ka(CH3COOH) = Kb(NH3) = 1,75 10 5. 
7.2 Encontre uma justificação para o facto de se tratar de uma solução tampão. 
8. Considere uma solução aquosa 0,10 mol dm–3 em NaCH3CO2 e 0,010 mol dm–3 em NaOH. 
8.1 Identifique duas contribuições para [OH–], além da contribuição da auto-ionização da água. 
8.2 Justifique que possa desprezar uma delas no cálculo do pOH. 
8.3 Qual o pH da solução? 
 
NOME ___________________________________________________ Turma ___________ Número _________ 
 
Ficha 3 Metais, ambiente e vida 
Domínio 1: Metais e ligas metálicas 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 101 
9. Considere uma solução 0,10 mol dm–3 de cianeto de potássio (Ka(HCN, 25 °C) = 6,2 10–10). 
9.1 Indique a fórmula química do sal e respetivos iões. 
9.2 Justifique tratar-se de uma solução alcalina. 
9.3 Escreva a equação química da hidrólise. 
9.4 Calcule Kb para a base CN–. 
10. Para uma solução aquosa 0,01 mol dm–3 em HC , indique:
10.1 o grau de ionização de HC . 
10.2 a concentração do ião C –. 
10.3 a concentração de HC . 
Grupo II 
1. O gráfico abaixo diz respeito a uma reação catalisada por uma enzima.
 
1.1 O gráfico mostra que… 
(A) a velocidade da reação aumenta com o aumento da temperatura. 
(B) a velocidade da reação depende da concentração da enzima. 
(C) a enzima nem sempre catalisa a reação. 
(D) existe uma barreira energética entre reagentes e produtos da reação. 
1.2 Qual a temperatura ótima de atuação da enzima? 
2. No processo de Haber-Bosch faz-se a síntese do amoníaco a partir de N2 e H2. A utilização do 
ferro neste processo é determinante. 
2.1 Atendendo ao enunciado, escreva a equação química que traduz a síntese do amoníaco. 
2.2 A extensão da reação aumenta, diminui ou mantém-se com a utilização do ferro? 
2.3 Na reação química o ferro é: 
(A) reagente. 
(B) produto da reação. 
(C) catalisador. 
(D) inibidor. 
102 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
 
Consulte a Tabela Periódica e/ou formulários sempre que necessário. 
Grupo I 
1. Das seguintes afirmações, indique a verdadeira. 
(A) Na destilação fracionada do petróleo, os hidrocarbonetos com menor ponto de ebulição 
condensam na parte inferior da coluna de destilação. 
(B) Uma fração que possua 1 a 4 átomos de carbono por molécula tem menor ponto de ebulição 
do que uma fração com 14 a 18 átomos de carbono. 
(C) O gasóleo é uma fração mais volátil do que a gasolina, pelo que esta última corresponde a 
uma fração de destilado com menor ponto de ebulição. 
(D) A destilação fracionada do petróleo pode ser feita a pressão reduzida para promover a rutura 
das ligações químicas dos hidrocarbonetos. 
2. A Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) investigou onze casos de utilização de 
gás Sarin na Síria, em 2016. A molécula característica deste gás pode ser representada por: 
 
2.1 Diga, justificando,se o gás é um hidrocarboneto. 
2.2 Esboce a fórmula de estrutura evidenciando todos os átomos e ligações existentes. 
3. Escreva o nome dos compostos orgânicos identificados pelas fórmulas de estrutura: 
A. B. 
4. Esboce a fórmula de estrutura dos compostos orgânicos identificados pelos nomes: 
A. Ciclobuteno B. 3-etilpent-1-eno 
5. Os álcoois e os éteres são utilizados em diferentes percentagens na gasolina. O etanol e o MTEB 
(éter metílico e terc-butílico) são dois compostos relevantes. 
5.1 Escreva o nome do éter que é isómero funcional do etanol. 
5.2 Escreva o nome de um álcool de cadeia linear, isómero funcional do MTEB, sabendo que a 
estrutura do MTEB é: 
 
NOME ___________________________________________________ Turma ___________ Número _________ 
 
Ficha 4 Combustíveis fósseis: o carvão, o crude e o gás natural 
Domínio 2: Combustíveis, energia e ambiente 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 103 
6. O monóxido de carbono possui uma afinidade para com a hemoglobina muito superior à do 
oxigénio. 
6.1 Esboce a fórmula de estrutura da molécula de monóxido de carbono, CO, e da molécula de 
oxigénio, O2. 
6.2 Em qual dos casos prevê a existência de uma ligação covalente polar? Justifique. 
Grupo II 
1. A uma altitude de 10 km a pressão atmosférica é cerca de 100 mm Hg e a temperatura –50 °C. A 
essa pressão e temperatura determine o volume que ocuparia uma bola elástica contendo 2,00 g 
de hélio. Admita que o hélio se comporta como um gás ideal. 
2. Considere uma amostra de propano a uma pressão de 1 atm, e à temperatura de –15 °C. A que 
temperatura deve ser sujeita, sem variação de volume, para que a sua pressão duplique? Admita 
que o gás se comporta como um gás ideal. 
3. Um gás de massa molar 80 g mol–1 é submetido a condições PTN num recipiente de capacidade 
igual a 6,0 L. Determine a massa volúmica do gás. Admita que o gás se comporta como um gás 
ideal. 
4. Os óxidos de metais alcalinos reagem com dióxido de carbono, produzindo carbonatos. Podem, 
assim, ser utilizados como absorventes de CO2. Nas viagens espaciais, por ser o menos denso dos 
óxidos alcalinos, utiliza-se Li2O para remover o dióxido de carbono expirado pelos astronautas. 
A reação em causa é representada por: 
Li2O (s) + CO2 (g) Li2CO3 (s) 
Qual é o volume de CO2, em condições normais de pressão e temperatura, que pode ser 
absorvido por 1,00 mol de óxido de lítio, Li2O? 
 
104 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
 
Consulte a Tabela Periódica e/ou formulários sempre que necessário. 
1. O etanol é um combustível alternativo aos combustíveis fósseis. Sabendo que a queima de uma 
mole de etanol liberta 1367 kJ de energia como calor (a pressão constante), determine a massa 
de etanol que é necessário queimar nestas condições para obter 240 × 103 kJ. 
2. Determine a variação de entalpia da reação traduzida por 
Fe2O3 (s) + CO (g) 2 FeO (s) + CO2 (g) 
a partir das seguintes equações termoquímicas: 
2 Fe (s) + 3
2
 O2 (g) Fe2O3 (s) ; H1 = –822 kJ 
CO (g) + 
1
2
 O2(g) CO2 (g) ; H2 = –283 kJ 
Fe (s) + 1
2
 O2 (g) FeO (s) ; H3 = –266 kJ 
3. O besouro bombardeiro é um animal carnívoro que esguicha um jato quando intimidado. No seu 
organismo ocorre a mistura de duas soluções aquosas, sendo uma delas a solução de peróxido de 
hidrogénio, H2O2. A reação envolvida corresponde a 
C6H4(OH)2 (aq) + H2O2 (aq) C6H4O2 (aq) + 2 H2O (l) 
Determine a variação de entalpia da reação a partir das seguintes equações termoquímicas: 
C6H4(OH)2 (aq) C6H4O2 (aq) + H2 (g) ; H1 = +177 kJ mol–1 
H2O (l) + 1
2
 O2 (g) H2O2 (aq) ; H2 = +95 kJ mol–1 
H2O (l) 1
2
 O2 (g) + H2 (g) ; H3 = +286 kJ mol–1 
4. Considere os combustíveis hidrogénio ( cH(298 K) = 286 kJ mol–1) e metano ( cH(298 K) = 890 kJ mol–1). 
Determine a quantidade de energia libertada na combustão de 0,5 kg de cada combustível. 
 
NOME ___________________________________________________ Turma ___________ Número _________ 
 
Ficha 5 De onde vem a energia dos combustíveis 
Domínio 2: Combustíveis, energia e ambiente 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 105 
 
Consulte a Tabela Periódica e/ou formulários sempre que necessário. 
1. O polietileno é sintetizado a partir de um só tipo de monómero, contrariamente ao poliuretano. 
O … é um copolímero e o … um homopolímero. 
(A) … polietieleno … poliuretano … 
(B) … poliuretano … polietileno … 
(C) … polietileno … monómero … 
(D) … poliuretano … monómero … 
2. Considere uma macromolécula de polietileno com 15 000 unidades . 
2.1 Identifique o grau de polimerização. 
2.2 Represente devidamente a macromolécula de polietileno, atendendo ao número de 
unidades estruturais. 
2.3 Determine a massa molar dessa macromolécula. 
3. Em determinadas reações de polimerização, as ligações duplas dos monómeros transformam-se 
em ligações simples no polímero. 
3.1 Por que nome é conhecido esse processo de polimerização? 
3.2 Escreva a equação química referente à síntese do prop-1-eno (propileno). 
4. Os poliésteres são exemplos de polímeros de condensação. Nestes polímeros ocorre… 
(A) mudança de estado físico, quando arrefecidos. 
(B) associação de moléculas com formação simultânea de água além do polímero. 
(C) mudança de estado físico, quando aquecidos. 
(D) associação de moléculas com iões. 
5. A estrutura da cadeia polimérica determina as propriedades físicas dos polímeros. 
Entre cadeias … as interações são mais fracas, obtendo-se um material mais … 
(A) … ramificadas … flexível. 
(B) … lineares … resistente. 
(C) … ramificadas … flexível. 
(D) … lineares … resistente. 
6. É difícil conceber uma diminuição na utilização de plásticos. Daí a importância, por exemplo, da 
reciclagem. Mencione uma vantagem e uma desvantagem de um produto que foi reciclado. 
NOME ___________________________________________________ Turma ___________ Número _________ 
 
Ficha 6 Materiais poliméricos 
Domínio 3: Plásticos, vidros e novos materiais 
106 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
 
 
Consulte a Tabela Periódica, uma tabela de constantes ou o formulário sempre que necessário. 
Nos itens de escolha múltipla escreva a letra da única opção que permite obter uma afirmação correta ou 
responder corretamente à questão colocada. 
Nos itens de construção que envolvam cálculos numéricos é obrigatório apresentar todas as etapas de resolução. 
No final apresenta-se a respetiva cotação. 
Grupo I 
Os elementos de origem natural, quer na Terra quer em qualquer parte do Universo, são 90. 
Os restantes elementos são de origem laboratorial, sendo alguns muito instáveis e existindo em 
quantidades muito pequenas. Todos os elementos se encontram organizados na Tabela Periódica 
em grupos (ou famílias) e períodos. 
1. Compare os elementos metálicos e não metálicos, relativamente à energia de ionização e à 
afinidade eletrónica. 
2. Considere os elementos X, Y e Z (em que as letras não correspondem a símbolos químicos), cujas 
configurações eletrónicas, no estado de menor energia, são: 
X – [Kr] 5s2 
Y – [Kr] 4d1 5s2 
Z – [Kr] 4d5 5s1 
2.1 Em relação a estes elementos pode afirmar-se que... 
(A) os elementos X, Y e Z são metais de transição. 
(B) os elementos X, Y e Z pertencem ao grupo dois da Tabela Periódica. 
(C) o ião mais comum do elemento Y é o ião mononegativo Y –. 
(D) a energia de primeira ionização do elemento Z é superior à do elemento X. 
2.2 Com base na configuração eletrónica do elemento Z: 
i. conclua, justificando, a que grupo, período e bloco pertence este elemento. 
ii. explique por que razão a sua configuração eletrónica, no estado de menor energia, não é 
[Kr] 4d4 5s2. 
2.3 Os elementos V e W têm, respetivamente, a configuração eletrónica [Ar] 4s2 e [Ar] 3d10 4s2. 
Tratando-se de metais, estes dois elementos têm… 
(A) elevada energia de ionização e elevada eletroafinidade. 
(B) elevada energia de ionização e baixa eletroafinidade. 
(C) baixa energia de ionização e baixa eletroafinidade. 
(D)baixa energia de ionização e elevada eletroafinidade. 
NOME ___________________________________________________________ Turma _______ Número _______ 
Estrutura e propriedades dos metais. Degradação dos metais. 
 
Teste de avaliação 1 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 107 
Grupo II 
A estrutura e as propriedades dos sólidos cristalinos, como, por exemplo, ponto de fusão, massa 
volúmica e dureza, são, em grande parte, determinadas pelo tipo de tipo de ligação entre as suas 
unidades estruturais e pelo arranjo espacial que daí advém. 
1. As figuras seguintes representam estruturas de sólidos cristalinos. 
I 
 
III 
 
II
 
IV
 
Qual é o tipo de sólido cristalino que corresponde a cada uma das figuras? 
(A) I – cristal metálico II – cristal covalente III – cristal molecular IV – cristal iónico 
(B) I – cristal iónico II – cristal covalente III – cristal molecular IV – cristal metálico 
(C) I – cristal metálico II – cristal molecular III – cristal covalente IV – cristal iónico 
(D) I – cristal iónico II – cristal molecular III – cristal covalente IV – cristal metálico 
2. Os metais são sólidos cristalinos. A eficácia da ligação metálica (ligação química que ocorre nos 
metais), depende de vários fatores, em que se inclui o número de eletrões de valência 
partilhados e, consequentemente, a carga dos cernes dos átomos. 
2.1 Caracterize a ligação metálica. 
2.2 A figura seguinte representa uma propriedade característica dos metais. Indique o nome 
desta propriedade e explique-a, com base no modelo da ligação metálica. 
 
 
108 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
3. As propriedades físicas dos sólidos podem ser interpretadas em termos da sua estrutura. 
O diamante e a grafite são sólidos cristalinos com a mesma composição (carbono). Na figura 
representam-se as respetivas estruturas. 
 
3.1 Relativamente a algumas características do diamante e da grafite, pode afirmar-se que… 
(A) o diamante é um cristal covalente e a grafite é um cristal molecular. 
(B) o diamante e a grafite apresentam, simultaneamente, elevada dureza e condutibilidade 
elétrica elevada. 
(C) a grafite, contrariamente ao diamante, é um bom condutor elétrico. 
(D) as unidades estruturais do diamante são átomos e as da grafite são moléculas. 
3.2 O diamante é um material extremamente duro e de elevado ponto de fusão (3500 C). 
Explique, com base no tipo de ligação que se estabelece entre os átomos de carbono, estas 
propriedades do diamante. 
4. O cobre, a seguir ao ferro e ao alumínio, é um metal largamente utilizado, nomeadamente na 
área da eletricidade. A extração industrial de cobre metálico, tal como a dos metais, em geral, 
implica problemas de impacto ambiental, durante e após o processo. Cerca de metade do cobre 
utilizado na Europa é reciclado. Salienta-se que não existe diferença de qualidade do material 
reciclado para o metal extraído diretamente do minério (recurso natural). 
4.1 Indique três razões pelas quais a reciclagem de objetos de cobre pode contribuir para a 
sustentabilidade económica e ambiental. 
4.2 Explique porque é possível reciclar metais de forma repetida e sucessiva sem alteração das 
propriedades do metal. 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 109 
Grupo III 
Os metais sofrem naturalmente danos devido à corrosão atmosférica. 
A corrosão de metais – deterioração destes por um processo eletroquímico – causa enormes prejuízos, 
nomeadamente em edifícios, pontes, navios e carros. A ferrugem do ferro, o escurecimento da prata e a 
patine (película verde que se forma sobre o cobre e o bronze) são exemplos de corrosão. 
1. Dos exemplos de corrosão à nossa volta, o mais comum é o da formação de ferrugem, como 
resultado da reação de ferro com o oxigénio gasoso, em presença da água. A formação de 
ferrugem pode ser traduzida pela seguinte equação química global 
4 Fe (s) + 3 O2 (g) + 2x H2O (l) 2 Fe2O3·xH2O (s) 
1.1 Explique como é que o pH do meio influencia o processo de formação da ferrugem. Comece 
por escrever a equação da semirreação de redução. 
1.2 Qual é o efeito na corrosão do ferro quando esta ocorre num ambiente em que se verifique 
a presença de substâncias iónicas, como por exemplo cloreto de sódio, NaC ? 
2. O dicromato de potássio, K2Cr2O7, pode ser usado para determinar o teor de ferro em minérios: o 
minério é dissolvido em ácido clorídrico, o ferro (III) é reduzido a ferro (II) e a solução resultante é 
posteriormente titulada com solução padrão de dicromato. Considere a transformação que 
ocorre na titulação: 
Cr2O7
2 (aq) + Fe2+ (aq) Cr3+ (aq) + Fe3+ (aq) 
2.1 Calcule a variação do número de oxidação do cromo. 
2.2 Acerte a equação química em meio ácido pelo método das semiequações. Apresente todos 
os passos. 
3. A cor verde que algumas estátuas antigas de bronze (liga de cobre e estanho) apresentam deve-se à 
formação natural da patine, camada constituída pelo composto Cu2(OH)2CO3, por corrosão do cobre. 
3.1 Os principais agentes responsáveis pela formação da patine, como resultado da corrosão do 
cobre, são… 
(A) nitrogénio e oxigénio. 
(B) dióxido de carbono e oxigénio. 
(C) nitrogénio, dióxido de carbono e água. 
(D) dióxido de carbono, oxigénio e água. 
3.2 Conclua, justificando, sobre a influência do pH do meio na formação da patine. 
FIM 
 
Cotações 
Grupo I Grupo II Grupo III 
1. 2.1 2.2 i. 2.2 ii. 2.3 1. 2.1 2.2 3.1 3.2 4.1 4.2 1.1 1.2 2.1 2.2 3.1 3.2 
12 8 12 12 8 8 16 16 8 12 12 10 12 12 8 16 8 10 
52 PONTOS 82 PONTOS 66 PONTOS 
110 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
 
 
Consulte a Tabela Periódica, uma tabela de constantes ou o formulário sempre que necessário. 
Nos itens de escolha múltipla escreva a letra da única opção que permite obter uma afirmação correta ou 
responder corretamente à questão colocada. 
Nos itens de construção que envolvam cálculos numéricos é obrigatório apresentar todas as etapas de resolução. 
No final apresenta-se a respetiva cotação. 
Grupo I 
As reações de oxidação-redução envolvem transferência de eletrões. Este facto permite que essas 
reações, quando espontâneas, possam ser usadas para produzir corrente elétrica. Noutros casos utiliza-
-se corrente elétrica para forçar a ocorrência de uma reação de oxidação-redução não espontânea. 
1. Nas figuras seguintes representam-se esquematicamente dois tipos diferentes de células 
eletroquímicas. 
I 
 
II 
 
Com base na informação pode afirmar-se que… 
(A) a célula representada no esquema I é uma célula eletrolítica. 
(B) a célula representada no esquema II é uma célula galvânica. 
(C) na célula representada no esquema I ocorre uma reação de oxidação-redução espontânea. 
(D) na célula representada no esquema II ocorre uma reação de oxidação-redução com 
produção de corrente elétrica. 
2. Na figura representa-se esquematicamente uma 
célula eletroquímica, com um elétrodo padrão de 
hidrogénio ( H = 1 atm, [H+] = 1,0 mol dm–3) e 
uma placa de prata, Ag (s), mergulhada numa 
solução aquosa de nitrato de prata, Ag(NO3) (aq), 
em condições padrão ([Ag+] = 1,0 mol dm–3). 
2.1 Conclua, justificando, qual dos elétrodos é o 
ânodo e qual é o cátodo. 
2.2 Escreva a equação química que traduz a reação global espontânea, responsável pela 
corrente elétrica que se obtém com esta célula. 
NOME ___________________________________________________________ Turma _______ Número _______ 
Degradação dos metais. Metais, ambiente e vida. 
 
Teste de avaliação 2 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 111 
2.3 Uma das funções da ponte salina é assegurar a eletroneutralidade das soluções dos 
elétrodos, durante o funcionamento da célula eletroquímica, através do movimento dos iões 
existentes na ponte salina para as soluções. 
Conclua, justificando, se são os catiões ou os aniões, existentes na ponte salina, que se 
movimentam para a solução aquosa de nitrato de prata, Ag(NO3) (aq). 
2.4 Represente o diagrama da célula eletroquímica em estudo. 
2.5 Em condições padrão, a força eletromotrizenergia e ambiente 
 
Combustíveis fósseis: o carvão, o crude e o gás natural 
 
Objetivo geral 
Compreender processos de obtenção de combustíveis e outros derivados do petróleo na 
indústria petrolífera e relacionar a estrutura de compostos orgânicos com algumas das suas 
propriedades físicas e químicas. 
Conteúdos 
 Do crude ao gás de petróleo liquefeito (GPL) e aos fuéis: destilação fracionada e cracking 
do petróleo 
– destilação fracionada do crude 
– cracking catalítico 
– alcanos, cicloalcanos, alcenos e alcinos: princípios de nomenclatura 
– álcoois e éteres: princípios de nomenclatura 
– benzeno e outros hidrocarbonetos aromáticos 
– isomeria: 
– de cadeia e de posição nos alcanos e nos álcoois 
– de grupo funcional entre álcoois e éteres 
 AL 2.1 – Destilação fracionada de uma mistura de três componentes 
 Os combustíveis gasosos, líquidos e sólidos 
– gases reais e gases ideais 
– equação dos gases ideais 
– forças intermoleculares e o estado físico das substâncias 
– propriedades físicas dos alcanos em função da cadeia carbonada 
 APL 2 – Produção de um biodiesel a partir de óleos alimentares queimados 
 
De onde vem a energia dos combustíveis 
Objetivo geral 
Ampliar conhecimentos sobre conversões e trocas de energia em reações químicas, em 
particular no caso dos combustíveis. 
Conteúdos 
 Energia, calor, entalpia e variação de entalpia 
– entalpia e variação de entalpia numa reação 
– variações de entalpia de reação: condições padrão; entalpia padrão 
10 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
– variações de entalpia associadas a diferentes tipos de reações 
– entalpia de uma reação a partir das entalpias de formação: Lei de Hess 
– energia dos combustíveis e a entalpia de combustão 
– teor de oxigénio na molécula de um combustível versus energia libertada na combustão 
 AL 2.3 – Determinação da entalpia de neutralização da reação NaOH (aq) + HCl (aq) 
 AL 2.5 – Determinação da entalpia de combustão de diferentes álcoois 
 
Plásticos, vidros e novos materiais 
 
Os plásticos e os materiais poliméricos 
Objetivo geral 
Caraterizar os polímeros como uma classe de materiais constituídos por macromoléculas e 
distinguir polímeros naturais, artificiais e sintéticos. 
Conteúdos 
 O que são polímeros: macromolécula e cadeia polimérica 
 Polímeros naturais, artificiais e sintéticos 
 
Polímeros sintéticos e a indústria dos polímeros 
Objetivo geral 
Compreender como se obtêm polímeros sintéticos e reconhecer que a sua estrutura 
determina as suas propriedades. 
Conteúdos 
 Obtenção de polímeros sintéticos: monómeros e reações de polimerização 
 Homopolímeros e co-polímeros 
 Monómeros e grupos funcionais: álcoois, ácidos carboxílicos, cloretos de acilo, aminas, 
amidas, éteres, ésteres, aldeídos e cetonas 
 Polímeros de condensação: reações de polimerização de condensação 
 Polímeros de adição: reações de adição de polimerização 
 AL 3.6 – Síntese de um polímero 
 
Novos materiais 
Objetivo geral 
Conhecer alguns biomateriais e suas aplicações e reconhecer vantagens e limitações da 
utilização de materiais de base sustentável. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 11 
Conteúdos 
 O que são biomateriais e suas aplicações 
 Materiais de base sustentável 
 
Metas Curriculares Química 12.o ano 
 
Apresentam-se em seguida as Metas Curriculares, com a identificação das páginas do 
Manual onde cada descritor é trabalhado. 
Depois, apresenta-se Bibliografia útil constante no Programa de Quimíca 12.o ano. 
 
12 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
 
Metas Curriculares – articulação 
com o Manual 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 13 
 
14 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 15 
 
16 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 17 
 
18 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 19 
 
1 – Bibliografia Essencial 
 Aldridge, S., Johnstone, J. Osborne, C. (Eds.) 
(2000); Cutting edge chemistry. London: Royal 
Society of Chemistry. 
Livro excelente para professores e alunos (mais 
interessados), mostrando os últimos avanços da 
Química ao nível das aplicações. Magnífica 
ilustração. Princípios de Química de forma a 
focar o essencial. Importante para história da 
Química, estrutura da matéria, reações 
químicas, novos materiais. Para todos os 
domínios. 
 American Chemical Society (1993); ChemCom, 
Chemistry in the Community, Second Edition; 
Iowa:, Kendall Hunt Publishing Company. 
Livro para professores e para consulta de 
alunos, que representa um sério esforço para 
promover a literacia científica dos alunos através 
de um curso de Química que enfatiza o impacte 
da Química na sociedade. 
 Atkins, P.W., Beran, J. A. (1992); General 
Chemistry, Second Edition. New York: Scientific 
American Books. 
Livro de Química Geral para professores e para 
consultas pontuais de alunos, que pretende 
desenvolver nos alunos uma atitude científica, 
focando a necessidade de aprender química 
pensando numa maneira pessoal de dar 
resposta aos problemas, colocando questões, 
em vez de aplicar fórmulas. Para todos os 
domínios. 
 Baird, C. (1995); Environmental Chemistry. New 
York: W. H. Freeman & Comp. 
Livro destinado a professores onde poderão 
encontrar informação útil para os vários 
domínios do programa. 
 Beran, J. A. (1994); Laboratory Manual for 
Principles of General Chemistry, Fifth Edition. 
New York: John Wiley & Sons,Inc. 
Obra importante de Química Geral, com uma 
introdução de Segurança e Normas de Trabalho 
em Laboratório, seguida de um manancial de 
experiências no formato de fichas, precedidas do 
suporte teórico necessário. 
 Brady, J. E., Russell, J. W., Holum, J. R. (2000); 
Chemistry, Matter and Its Changes. New York: 
John Wiley & Sons, Inc. 
 
Livro muito completo sobre Química Geral, com 
ilustrações muito elucidativas e aplicações a 
situações do quotidiano. Para todos os 
domínios. 
 Burton, G., Holman, J., Pillin, G., Waddington, 
D. (1994); Salters Advanced Chemistry. Chemical 
Storylines, Chemical Ideas, Teachers Guide, 
Activities and Assessement Pack, 1.a Edição, 
Oxford: Heinemann. 
Obra de orientação CTS, constituída por 4 livros. 
Em Chemical Storylines desenvolvem-se 14 temas 
com repercussões sociais, remetendo-se o leitor 
para o livro dos conceitos, Chemical Ideas para 
aprofundamento. Em Activities and Assessment 
Pack apresentam-se muitas atividades práticas de 
laboratório e outras. O Teacher’s Guide fornece 
orientações preciosas para a gestão do programa. 
Livro para professores e alunos (mais 
interessados), útil para todos os domínios. 
 Campos, L. S., Mourato, M. (2002); Nomenclatura 
dos Compostos Orgânicos, segundo as Regras e as 
Últimas Recomendações da International Union of 
Pure and Applied Chemistry (IUPAC), 2.a Edição. 
Lisboa, Porto: Escolar Editora. 
Livro que apresenta as regras de nomenclatura 
IUPAC de 1979 e as recomendações de alteração 
de 1993, ilustrando com exemplos. Para os 
domínios 2 e 3. 
 Chang, R. (1994); Química, 5.a edição. Lisboa: 
McGraw-Hill de Portugal. 
Os doze capítulos deste livro providenciam 
definições básicas da Química assim como as 
ferramentas necessárias para o estudo de 
muitos e diversificados tópicos. Contempla 
abordagens multidisciplinares de muitas 
questões de interesse tecnológico, social e 
ambiental. Para todos os domínios. 
 Cox, P. A. (1995); The Elements on Earth. Oxford: 
Oxford University Press. 
Livro para professores cujo objetivo é apresentar 
alguns conhecimentos laboratoriais, industriais 
e ambientais dos elementos no contexto de uma 
Química Geral. A segunda parte faz referência a 
alguma química dos elementos dando ênfase a 
aspetos ambientais. 
 
Bibliografia proposta no Programa de Química 12.o ano 
20 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
 Découverte - Revue du Palais de la découverte 
(2004);(ou tensão) da célula eletroquímica em estudo, 
E°, é 0,80 V. 
Com base nesta informação, pode afirmar-se que: 
(A) A prata, Ag (s), reage extensamente com os iões hidrogénio, H+ (aq). 
(B) A prata, Ag (s), tem maior poder redutor que o hidrogénio, H2 (g). 
(C) O potencial padrão de redução do par (H+/H2) é maior do que o do par (Ag+/Ag). 
(D) O potencial padrão de redução do par (Ag+/Ag) tem o valor 0,80 V. 
3. Pretende-se construir uma célula galvânica padrão utilizando, como elétrodos, duas barras 
metálicas (sendo uma delas de chumbo), mergulhadas em soluções dos respetivos iões. 
Considere os seguintes dados: 
Semirreação de redução E° / V 
Ag+ (aq) + e– Ag (s) +0,80 
Cu2+ (aq) + 2 e– Cu (s) +0,34 
Pb2+ (aq) + 2 e– Pb (s) –0,13 
Zn2+ (aq) + 2 e– Zn (s) –0,76 
A 3+ (aq) + 3 e– A (s) –1,66 
3.1 Conclua, justificando, qual dos metais da tabela pode ser usado para a construção de uma 
célula, com maior tensão, quando a barra de chumbo funcionar como: 
i. ânodo. ii. cátodo. 
3.2 Indique os fatores de que depende a tensão de uma célula galvânica. 
Grupo II 
Os metais de transição têm uma tendência particular para formar iões complexos. Estes iões são 
cruciais em muitos processos químicos e biológicos. 
1. Em relação às características estruturais dos iões complexos pode afirmar-se que: 
(A) Os ligandos podem ser moléculas ou iões capazes de mudar o número de oxidação do átomo 
metálico central. 
(B) As ligações que se estabelecem entre o ião metálico e os átomos dos ligandos são ligações 
metálicas. 
(C) O número de coordenação de um ião complexo depende do número de ligações que um 
ligando estabelece com o átomo central. 
(D) A carga de um ião complexo resulta da carga do ião metálico e das cargas dos ligandos, 
ficando repartida por todo o ião complexo. 
112 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
2. Observe as fórmulas de estrutura de alguns complexos. 
A 
 
B 
 
C D 
 
2.1 O ião complexo com a estrutura B apresenta... 
(A) número de coordenação 6, tendo o metal número de oxidação –2. 
(B) número de coordenação 6, tendo o metal número de oxidação +2. 
(C) número de coordenação 4, tendo o metal número de oxidação +6. 
(D) número de coordenação 4, tendo o metal número de oxidação –6. 
2.2 Classifique os ligandos presentes nos complexos apresentados quanto ao número de átomos 
dadores. 
2.3 Os complexos com ligandos polidentados designam-se quelantes. Dos complexos 
apresentados são quelantes: 
(A) A e B. 
(B) B e C. 
(C) A, C e D. 
(D) B, C e D. 
2.4 Muitos complexos têm grandes aplicações na área das ciências médicas, quer nas áreas da 
terapêutica quer nas áreas de diagnóstico. 
O ligando do complexo … é usado na terapia de envenenamento por metais pesados, 
enquanto o complexo … desempenha um papel importante na área da imagiologia médica. 
(A) D … C 
(B) C … D 
(C) A … C 
(D) D … A 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 113 
3. Muitos compostos sólidos dos metais de transição e respetivas soluções aquosas são corados. 
A cor indica absorção de luz visível. 
Com o objetivo de determinar, por espetrofotometria, o teor de ferro total (na forma de Fe2+) no 
efluente aquoso de uma indústria, utilizou-se fenantrolina como agente complexante dos iões Fe2+. 
A fenantrolina ao reagir com os iões Fe2+ origina o complexo [Fe(fen)3]2+, cor de laranja. 
Os valores máximos de absovência, para 4 soluções padrão e para a amostra, foram obtidos para 
um comprimento de onda de 510 nm, com um percurso ótico da radiação incidente de 1 cm. 
Na tabela seguinte apresentam-se os resultados obtidos. 
Concentração de ferro / mg dm–3 Absorvência 
Soluções padrão 
0,00 0,000 
1,00 0,183 
2,00 0,364 
3,00 0,546 
4,00 0,727 
Amostra 0,269 
3.1 Trace a reta de calibração. 
3.2 Determine o teor de ferro total na amostra de água (em mg dm–3), considerando que o fator 
de diluição para a solução preparada a partir do volume de amostra inicial é 5. 
3.3 Abaixo encontra-se o espetro de absorvência no visível do complexo [Fe(fen)3]2+. 
 
Justifique a escolha do valor de comprimento de onda utilizado (510 nm) para traçar a reta de 
calibração. 
3.4 Indique dois erros instrumentais que pudessem afetar os resultados obtidos. 
 
FIM 
 
Cotações 
Grupo I Grupo II 
1. 2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 3.1 i 3.1 ii 3.2 1. 2.1 2.2 2.3 2.4 3.1 3.2 3.3 3.4 
8 16 8 12 10 8 16 16 12 8 8 12 8 8 12 16 10 12 
106 PONTOS 94 PONTOS 
114 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
 
 
Consulte a Tabela Periódica, a tabela de constantes ou o formulário sempre que necessário. 
Nos itens de escolha múltipla escreva a letra da única opção que permite obter uma afirmação verdadeira ou 
responder corretamente à questão. 
Nos itens de construção que envolvam cálculos numéricos é obrigatório apresentar todas as etapas de resolução. 
No final apresenta-se a respetiva cotação. 
Grupo I 
Alguns dos catorze elementos metálicos essenciais à vida são metais de transição. O seu papel nos 
sistemas vivos é devido principalmente à capacidade de formarem complexos com diversos grupos 
dadores presentes nos sistemas biológicos. Embora as quantidades requeridas desses elementos 
pelo organismo sejam pequenas, a deficiência de algum deles pode dar origem a doenças graves. 
1. Os metais … são todos essenciais ao organismo humano. 
(A) Mn, Mo, Hg e Pb 
(B) Cr, Co, Ni e Cd 
(C) Zn, Mo, Pb e Co 
(D) Mg, Zn, Cu e V 
2. O transporte de oxigénio no sangue é feito através da hemoglobina, que na sua constituição 
apresenta … grupos hemo. Estes grupos são complexos em que o ião central é o … e em que uma 
das ligações de coordenação pode ser estabelecida com uma molécula de … 
(A) dois ... magnésio ... água. 
(B) quatro ... ferro (II) ... oxigénio. 
(C) dois ... ferro (II)... oxigénio. 
(D) quatro ... magnésio ... água. 
 
NOME ___________________________________________________________ Turma _______ Número _______ 
Metais, ambiente e vida. 
 
Teste de avaliação 3 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 115 
3. A afinidade da hemoglobina pelo oxigénio depende, entre outros fatores, do pH do meio. O 
gráfico seguinte representa a percentagem de oxigénio, O2, ligado à hemoglobina, Hb, em função 
da pressão parcial de O2, O , para dois valores diferentes de pH. 
 
3.1 Qual é o valor de pH do meio em que é maior a capacidade da hemoglobina se ligar ao 
oxigénio? 
3.2 Considere que num tecido com elevada atividade metabólica (como, por exemplo, o tecido 
muscular) a pressão parcial do oxigénio é 20 mm Hg e o pH do sangue é 7,2, devido a uma 
maior concentração de dióxido de carbono, CO2. 
i. Qual é a percentagem de oxigénio ligado à hemoglobina? 
ii. O facto de o pH do sangue tecidular ser mais baixo facilita a oxigenação das células do 
tecido. Justifique. 
4. A figura apresenta esquematicamente a ligação da hemoglobina, Hb, ao oxigénio, O2. 
 
Justifique a seguinte afirmação: 
«A ligação da hemoglobina ao oxigénio é cooperativa.» 
 
 
116 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Grupo II 
O pH normal do sangue arterial é 7,4 e o do sangue venoso, devido à maior concentração de CO2, 
um pouco inferior. 
A regulação do pH nos líquidos corpóreos é muito importante, pois pequenas variações da 
concentração de H3O+ podem provocar graves problemas de saúde. Nos hospitais faz-se a 
administração intravenosa de soluções salinas para regular este pH. 
O pH das piscinas e dos aquários também é regulado por adição de sais. 
1. A dissolução de sais em água pode originar soluções ácidas, básicas ou neutras. 
1.1 O hipoclorito de cálcio, Ca(C O)2, é um sal de utilização comum no tratamento da água de 
piscinas. Uma solução aquosa deste sal tem características... 
(A) básicas, devido ao facto de o ião Ca2+ (aq) se hidrolisar como base e o ião C O– (aq) não 
se hidrolisar. 
(B) ácidas, devido ao facto de o ião Ca2+ (aq) não se hidrolisar e o ião C O– (aq) se hidrolisar 
como ácido. 
(C) básicas, devido ao facto de o ião Ca2+ (aq) não se hidrolisar e oião C O– (aq) se 
hidrolisar como base. 
(D) ácidas, devido ao facto de o ião Ca2+ (aq) se hidrolisar como ácido e o ião C O– (aq) não 
se hidrolisar. 
1.2 O cianeto de amónio, NH4CN, é um sal que pode ser obtido a partir da reação de neutralização 
de ácido cianídrico, HCN (Ka = 6,2 10–10, a 25 C), com amoníaco, NH3 (Kb = 1,8 10–5, a 25 C). 
Uma solução aquosa de cianeto de amónio, a 25 C, apresenta um caráter... 
(A) fortemente ácido. 
(B) ligeiramente ácido. 
(C) neutro. 
(D) ligeiramente básico. 
Dado: Kw 1,0 10–14 (a 25 C) 
2. Quando se dissolve nitrato de ferro (III) , Fe(NO3)3, em água desionizada, ocorre a dissociação 
do sal em iões Fe3+ (aq) e NO–
 (aq). Os iões Fe3+ (aq) sofrem hidratação, originando iões 
[Fe(H2O)6]3+ (aq). 
Considere que, a 25 C, Ka([Fe(H2O)6]3+ (aq)) = 6,0 10–3 e Kw = 1,0 10–14. 
Conclua, justificando com base na informação apresentada e sem apresentar cálculos, qual é o 
caráter químico da solução aquosa de nitrato de ferro (III) , a 25 C. 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 117 
3. Considere duas soluções de igual concentração (0,15 mol dm–3), uma de hidróxido de sódio, 
NaOH, e outra de acetato de sódio, NaCH3CO2. 
Dados: Kb(CH3CO2
–) 5,6 10–10 (a 25 C); Kw 1,0 10–14 (a 25 C) 
3.1 Conclua, justificando com base na informação apresentada e sem apresentar cálculos, qual 
das soluções apresenta maior valor de pH, a 25 C. 
3.2 Determine o grau de hidrólise do ião acetato na solução de acetato de sódio. 
Apresente todas as etapas de resolução. 
3.3 À solução de acetato de sódio adicionou-se um volume igual de uma solução equimolar de 
ácido acético, CH3CO2H. Preveja, justificando, se se trata de uma solução ácida ou básica. 
4. O pH do sangue é mantido praticamente constante, em parte pela ação do sistema tampão 
CO2/HCO3
– , a que correspondem os equilíbrios 
CO2 (g) + H2O (l) H2CO3 (aq) 
H2CO3 (aq) + H2O (l) HCO3
– (aq) + H3O+ (aq) 
4.1 Os atletas que percorrem distâncias curtas, por exemplo 100 m, têm como prática comum, 
antes de iniciar a corrida, respirar rápida e profundamente (hiperventilar), durante cerca de 
meio minuto, para remover o CO2 dos pulmões. Conclua, justificando, qual é o efeito desta 
prática no pH do sangue. 
4.2 Calcule a razão 
[HCO ]
[H CO ]
 no sangue para que o pH seja 7,4, sabendo que Ka(H2CO3) = 4,3 10–7. 
Grupo III 
A catálise encontra-se em muitos processos industriais e quase todas as funções biológicas são 
suportadas por reações químicas catalisadas por catalisadores biológicos denominados enzimas. 
Muitos metais de transição e alguns dos seus compostos apresentam propriedades catalíticas. 
1. Nas reações biológicas, nomeadamente no organismo humano, é particularmente importante a 
presença de catalisadores. Indique duas razões que justifiquem essa importância. 
2. A ação de um catalisador numa reação química consiste em alterar… 
(A) a extensão da reação sem alterar a sua velocidade. 
(B) o estado de equilíbrio da reação sem alterar a sua extensão. 
(C) a velocidade da reação sem alterar a sua extensão. 
(D) a velocidade e a extensão da reação. 
 
118 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
3. A reação de decomposição do peróxido de hidrogénio, H2O2, em solução aquosa pode ser 
traduzida por 
2 H2O2 (aq) 2 H2O (l) + O2 (g) 
Esta decomposição pode ser catalisada. O catalisador proporciona um caminho alternativo para a 
reação. O mecanismo da reação catalisada é: 
 2 Fe3+ (aq) + H2O2 (aq) O2 (g) + 2 Fe2+ (aq) + 2 H+ (aq) 
 H2O2 (g) + 2 Fe2+ (aq) + 2 H+ (aq) 2 H2O (l) + 2 Fe3+ (aq) 
Reação global: 2 H2O2 (aq) 2 H2O (l) + O2 (g) 
 
Conclua, justificando, qual é o catalisador e se se trata de uma catálise homogénea ou 
heterogénea. 
4. Uma das reações que ocorre nos conversores catalíticos dos automóveis pode ser esquematizada 
como se apresenta a seguir. 
 
Escreva a equação química que traduz a referida reação e conclua, justificando, se se trata de 
uma catálise homogénea ou heterogénea. 
 
FIM 
 
Cotações 
Grupo I Grupo II Grupo III 
1. 2. 3.1 3.2 i. 3.2 ii. 4 1.1 1.2 2. 3.1 3.2 3.3 4.1 4.2 1. 2. 3. 4. 
8 8 10 4 12 12 8 8 16 16 16 16 12 12 10 8 12 12 
54 104 42 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 119 
 
 
Consulte a Tabela Periódica, uma tabela de constantes ou o formulário sempre que necessário. 
Nos itens de escolha múltipla escreva a letra da única opção que permite obter uma afirmação correta ou 
responder corretamente à questão colocada. 
Nos itens de construção que envolvam cálculos numéricos é obrigatório apresentar todas as etapas de resolução. 
No final apresenta-se a respetiva cotação. 
Grupo I 
O petróleo bruto é uma mistura muito complexa de diversos compostos constituídos essencialmente 
por carbono e hidrogénio (hidrocarbonetos). Nas refinarias, o petróleo bruto é submetido a diversas 
técnicas de separação e processos químicos, designadas genericamente por refinação. 
1. Uma das primeiras operações de refinação é uma destilação realizada numa torre de 
fracionamento à pressão atmosférica. A figura representa esquematicamente uma torre de 
fracionamento. 
1.1 Justifique porque se recorre à destilação fracionada 
para se obter as diferentes frações do petróleo bruto. 
1.2 Que frações poderão ser recolhidas em I, II, III e IV? 
(A) Alcatrão, gasolina, gasóleo e gás natural. 
(B) Gás natural, gasóleo, alcatrão e gasolina. 
(C) Gasolina, gás natural, gasóleo e alcatrão. 
(D) Gás natural, gasolina, gasóleo e alcatrão. 
2. Na figura seguinte estão representadas duas possíveis reações (I e II) envolvidas na refinação do 
petróleo. Essas reações processam-se por aquecimento e atuação de catalisadores. 
I 
 
II 
 
2.1 Como se designam as reações I e II representadas? Justifique. 
 
NOME ___________________________________________________________ Turma _______ Número _______ 
Combustíveis fósseis: o carvão, o crude e o gás natural. 
 
Teste de avaliação 4 
120 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
2.2 A fórmula molecular de um dos produtos de I é C3H6. Este composto é um alceno. 
2.2.1 Escreva a fórmula de estrutura e o nome de um cicloalcano que seja isómero desse 
composto. 
2.2.2 O referido composto pode dar origem a álcoois de fórmula molecular C3H8O. 
Escreva o nome e a fórmula de estrutura de um desses álcoois e dos respetivos 
isómeros, indicando, em cada caso, o tipo de isomeria. 
3. Existem vários tipos de gasolina que diferem na sua qualidade. Um dos parâmetros utilizados 
para avaliar a qualidade da gasolina é o «índice de octanas» (ou «número de octanas»). Este 
índice é estabelecido com base numa escala arbitrária em que ao composto I é atribuído o valor 
0 (zero) e ao composto II o valor 100. 
 
Os nomes dos compostos I e II são, respetivamente: 
(A) 1-etil-4-metilbutano e 2,2,4,4-tetrametilbutano. 
(B) heptano e 2,2,4-trimetilpentano. 
(C) 1-metil-4-etilbutano e 1,1,3,3-tetrametilbutano. 
(D) heptano e 2,4,4-trimetilpentano. 
4. Os hidrocarbonetos seguintes podem ser obtidos a partir da refinação do petróleo bruto. 
A – 1,3-dimetilbenzeno B – CH2CHCH2CH3 C – CH3CCCH3 D – etilciclopentano 
4.1 Escreva as fórmulas de estrutura dos compostos A e D e os nome dos compostos B e C. 
Classifique cada hidrocarboneto quanto à família a que pertence. 
4.2 Conclua, justificando, que o composto B apresenta isomeria de cadeia. 
5. O benzeno, C6H6, é um constituinte natural do petróleo bruto, podendo ser obtido a partir da 
refinação do petróleo. 
5.1 Escreva as fórmulas de estrutura de Kekulé para o benzeno (não omita qualquer dos átomos 
existentes na molécula). 
5.2 Explique, com base no conceito de ressonância, o facto de o comprimento de ligação para as 
seis ligações C C na molécula de benzeno ser o mesmo. 
5.3 O comprimento das ligações carbono-carbono na molécula de benzeno é menor do que uma 
ligação simples C C e maior do que o de uma ligação dupla C=C. 
Explique como é que esta observação é coerente com o conceito de ressonância. 
 
I IIEditável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 121 
Grupo II 
As propriedades físicas de um composto orgânico são importantes, pois elas determinam as 
condições sobre as quais este é manuseado e utilizado. 
1. As propriedades físicas dos compostos orgânicos dependem de vários fatores, sendo um deles a 
polaridade das respetivas moléculas. 
1.1 Quanto à polaridade de uma molécula pode afirmar-se que: 
(A) A existência de ligações polares determina que a molécula seja polar. 
(B) Uma molécula diatómica é apolar. 
(C) A polaridade de uma molécula poliatómica é consequência da polaridade das ligações e 
da geometria da molécula. 
(D) Uma molécula poliatómica polar é uma molécula de momento dipolar nulo. 
1.2 Com base na representação dos momentos dipolares das ligações carbono-hidrogénio e na 
geometria da molécula, justifique que a molécula de benzeno, C6H6, não possua momento 
dipolar. 
2. O ponto de ebulição é uma propriedade física das substâncias. A destilação fracionada permite 
separar componentes de uma mistura. 
Com o objetivo de simular a separação dos vários componentes do petróleo bruto, um grupo de 
alunos realizou uma destilação fracionada laboratorial de uma mistura de etanol, propan-1-ol e 
butan-1-ol. 
Na figura seguinte representa-se o processo de separação a que a mistura foi submetida. 
 
 
122 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
2.1 Indique a designação dos materiais assinalados com os números 1, 2, 3, 4, 6 e 7. 
2.2 Indique a função do material assinalado com o número 3. 
2.3 O que representam as setas assinaladas pelo número 5? 
2.4 O gráfico seguinte descreve a evolução ideal da temperatura em função do volume de 
destilado, durante a referida destilação fracionada. 
 
i. O que representam os valores das temperaturas a, b, e c? 
ii. Associe esses valores de temperatura a cada um dos componentes da mistura em estudo, 
sabendo que o etanol é o componente mais volátil e o butan-1-ol é o menos volátil. 
Justifique. 
 
FIM 
 
Cotações 
Grupo I Grupo II 
1.1 1.2 2.1 2.2.1 2.2.2 3 4.1 4.2 5.1 5.2 5.3 1.1 1.2 2.1 2.2 2.3 2.4 i. 2.4 ii. 
12 8 16 10 12 8 12 12 8 12 16 8 12 10 12 10 10 12 
126 PONTOS 74 PONTOS 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 123 
 
 
Consulte a Tabela Periódica, uma tabela de constantes ou o formulário sempre que necessário. 
Nos itens de escolha múltipla escreva a letra da única opção que permite obter uma afirmação correta ou 
responder corretamente à questão colocada. 
Nos itens de construção que envolvam cálculos numéricos é obrigatório apresentar todas as etapas de resolução. 
No final apresenta-se a respetiva cotação. 
Grupo I 
As propriedades dos combustíveis (estado físico, ponto de ebulição e massa volúmica) determinam 
os processos de transporte, de armazenamento e de utilização, incluindo as medidas de segurança. 
1. Os hidrocarbonetos de menor massa molecular que são utilizados como combustíveis são gases 
nas condições PTN. 
1.1 O comportamento de um gás real aproxima-se do comportamento de gás ideal quando 
submetido a: 
(A) altas temperaturas e altas pressões. 
(B) baixas temperaturas e baixas pressões. 
(C) altas temperaturas e baixas pressões. 
(D) baixas temperaturas e altas pressões. 
1.2 A combustão destes hidrocarbonetos, de fórmula geral CnH2n+2, pode ser traduzida pela 
seguinte equação: 
CnH2n+2 (g) + 
(3n+1)
2
 O2 (g) n CO2 (g) + (n+1) H2O (g) 
Nesta combustão completa, em que o hidrocarboneto estava contido num recipiente de 1,0 L, 
à temperatura de 24 C e à pressão de 1 atm, utilizaram-se 5,0 dm3 de oxigénio que estava 
armazenado num recipiente, de capacidade fixa, nas mesmas condições de pressão e 
temperatura. 
Admita que os gases intervenientes nesta reação de combustão têm comportamento de gás 
ideal. 
Determine a fórmula molecular do hidrocarboneto. 
Apresente todas as etapas de resolução. 
1.3 Indique, justificando, que alteração se pode prever na pressão do oxigénio armazenado se 
ocorrer aumento da temperatura. 
 
NOME ___________________________________________________________ Turma _______ Número _______ 
Combustíveis fósseis: o carvão, o crude e o gás natural. 
De onde vem a energia dos combustíveis. 
 
Teste de avaliação 5 
124 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
1.4 O gráfico representa a variação da massa volúmica de 
uma determinada quantidade de um dos 
hidrocarbonetos em função do volume, à temperatura 
de 0 C. Considere que o hidrocarboneto gasoso se 
comporta como gás ideal e que, para o estado A 
representado no gráfico a pressão é 760 mm Hg. 
Determine, apresentando todos as etapas de 
resolução: 
1.4.1 a quantidade de hidrocarboneto gasoso. 
1.4.2 a pressão no estado B. 
1.4.3 a massa molar do hidrocarboneto. 
2. O gráfico seguinte representa o ponto de ebulição de alguns alcanos de cadeia linear (não 
ramificada) em função do número de átomos de carbono na molécula. 
 
Justifique a tendência dos pontos de ebulição representada no gráfico. 
3. Na figura seguinte estão representadas as moléculas de dois hidrocarbonetos isómeros (A e B). 
 
Conclua, justificando com base nas forças intermoleculares existentes entre as moléculas de cada 
um desses hidrocarbonetos, qual deles apresenta maior ponto de ebulição à pressão normal.
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 125 
4. O etanol, o metoximetano e o propan-1-ol têm pontos de ebulição diferentes, à pressão normal. 
Representando por PE o ponto de ebulição normal, pode afirmar-se que: 
(A) PE(etanol) PE(propan-1-ol) PE(metoximetano). 
(B) PE(metoximetano) PE(etanol) PE(propan-1-ol). 
(C) PE(metoximetano) PE(propan-1-o) PE(etanol). 
(D) PE(propan-1-ol) PE(metoximetano) PE(etanol). 
Grupo II 
A maioria das reações químicas ocorre com variações de energia, que frequentemente se 
manifestam na forma de transferência de energia como calor. 
Numa reação química, em determinadas condições, a transferência de energia como calor designa-se 
por variação de entalpia, H. 
1. Para um dado sistema químico, em relação à grandeza entalpia, pode afirmar-se que… 
(A) é uma grandeza característica de cada estado do sistema. 
(B) depende do modo como o sistema evolui de um estado para outro. 
(C) a variação de entalpia da reação é independente do estado dos reagentes e dos produtos. 
(D) a variação de entalpia da reação é o valor do calor de reação a volume constante. 
2. A transferência de energia como calor que ocorre numa reação em que se forma uma mole de 
um composto, a partir das correspondentes substâncias elementares, em condições padrão, 
designa-se por: 
(A) entalpia padrão de combustão. (B) entalpia padrão de dissolução. 
(C) entalpia padrão de neutralização. (D) entalpia padrão de formação. 
3. Uma reação em que há libertação de energia como calor é a reação de neutralização entre 
 (aq), e hidróxido de sódio, NaOH (aq). 
Com o objetivo de determinar a entalpia de neutralização da reação 
 (aq) + NaOH (aq) (aq) + H2O (l) 
um grupo de alunos utilizou soluções aquosas de ácido clorídrico e 
de hidróxido de sódio, ambas de concentração 1,0 mol dm 3, e 
efetuou a montagem laboratorial representada na figura. 
3.1 Indique a designação dos materiais assinalados com os números 
1, 2, 3, 4 e 5. 
 
125
126 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
3.2 Justifique porque é necessário providenciar um sistema reacional adiabático, ou seja, em 
que não haja trocas de calor com o exterior, para realizar uma titulação termométrica. 
3.3 No gráfico seguinte apresentam-se os 
valores da temperatura da mistura 
reacional durante a titulação de 25,0 cm3
 
de solução aquosa de hidróxido de 
sódio, em função do volume de 
solução aquosa de ácido clorídrico 
adicionado. 
 
 
 
 
 
3.3.1 Na titulação termométrica efetuada, até se atingir o ponto de equivalência... 
(A) o pH da mistura reacional aumenta e a temperatura diminui. 
(B) tanto o pH como a temperatura da mistura reacional aumentam. 
(C) o pH da mistura reacional diminuie a temperatura aumenta. 
(D) tanto o pH como a temperatura da mistura reacional diminuem. 
3.3.2 Justifique a evolução da temperatura do sistema reacional até se atingir o ponto de 
equivalência. 
3.3.3 Qual é a situação, no gráfico, que corresponde ao ponto de equivalência da titulação? 
Justifique. 
3.3.4 Com base no gráfico e sabendo que a mistura no ponto de equivalência tem uma 
massa volúmica de 1,037 g cm–3 e capacidade térmica mássica de 3,92 J g–1 C–1, 
calcule o calor libertado na reação de neutralização, em kJ mol–1. 
Apresente todas as etapas de resolução. 
3.3.5 Calcule o erro relativo, em percentagem, da entalpia de neutralização determinada a 
partir dos resultados experimentais. O valor tabelado para a entalpia de neutralização 
é –57,3 kJ mol–1. 
FIM 
 
Cotações 
Grupo I Grupo II 
1.1 1.2 1.3 1.4.1 1.4.2 1.4.3 2 3 4 1 2 3.1 3.2 3.3.1 3.3.2 3.3.3 3.3.4 3.3.5 
8 16 10 10 10 12 16 16 8 8 8 10 10 8 12 12 16 10 
106 PONTOS 94 PONTOS 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 127 
 
 
Consulte a Tabela Periódica, a tabela de constantes ou o formulário sempre que necessário. 
Nos itens de escolha múltipla escreva a letra da única opção que permite obter uma afirmação verdadeira ou que 
responda corretamente à questão. 
Nos itens de construção que envolvam cálculos numéricos é obrigatório apresentar todas as etapas de resolução. 
No final apresenta-se a respetiva cotação. 
Grupo I 
A maioria das reações químicas ocorre com variações de energia, que frequentemente se 
manifestam na forma de transferência de energia como calor. 
A vida atual está dependente das transferências de energia que ocorrem na queima dos 
combustíveis fósseis. 
1. O metano e o metanol são dois combustíveis. As suas reações de combustão são traduzidas por: 
CH4 (g) + 2 O2 (g) CO2 (g) + 2 H2O (g) cH°= –890 kJ mol–1 
CH3OH (g) + 
3
2
 O2 (g) CO2 (g) + 2 H2O (g) 
1.1 A entalpia padrão de combustão do metanol é, em valor absoluto, menor do que a entalpia 
padrão de combustão do metano. Apresente uma razão para este facto. 
1.2 Para conhecer o poder energético de um combustível pode usar-se a respetiva entalpia de 
combustão, cH. Compare o poder energético do metano e do metanol, com base nas 
respetivas entalpias de combustão. 
Dados: fH°(CH3OH) = –238,9 kJ mol–1; fH°(CO2) = –393,5 kJ mol–1; fH°(H2O) = –241,8 kJ mol–1; 
fH°(O2) = 0 kJ mol–1 
1.3 Um dos processos de preparação do metanol parte do metano existente no gás natural, de 
acordo com a seguinte equação química: 
2 CH4 (g) + O2 (g) 2 CH3OH (l) 
Com base nas seguintes equações químicas 
I – CH4 (g) + H2O (g) CO (g) + 3 H2 (l) ; H° = +206,1 kJ 
II – 2 H2 (g) + CO (g) CH3OH (l) ; H° = –128,3 kJ 
III – 2 H2 (g) + O2 (g) 2 H2O (g) ; H° = –483,6 kJ 
calcule a entalpia padrão de formação do metanol. 
 
NOME ___________________________________________________________ Turma _______ Número _______ 
De onde vem a energia dos combustíveis. Os plásticos e os materiais poliméricos. 
Polímeros sintéticos e a indústria dos polímeros. 
 
Teste de avaliação 6 
128 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
2. O etanol, C2H5OH, é um biocombustível que pode ser utilizado, em algumas situações, como 
alternativa aos combustíveis fósseis. 
Considere o diagrama seguinte: 
 
Com base na informação apresentada pode afirmar-se que… 
(A) H2 se refere à entalpia de formação do etanol. 
(B) H3 é a entalpia molar de vaporização da água. 
(C) fH(C2H5OH) é um processo endotérmico. 
(D) H4 é a entalpia de combustão do etanol. 
3. O propano é um combustível versátil, usado, por exemplo, para cozinhar ao ar livre e também em 
acessórios de campismo para aquecimento. 
Com base no diagrama seguinte e nos valores das entalpias de formação do dióxido de carbono e 
da água (como produtos da combustão completa), determine a entalpia de formação do 
propano. 
Dados: H°(CO2 (g)) = –394 kJ mol–1; H°(H2O (l)) = –286 kJ mol–1 
 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 129 
Grupo II 
Os polímeros fazem parte do quotidiano e as suas propriedades, como a temperatura de fusão, 
massa molar, massa volúmica e reatividade química, por exemplo, devem ser consideradas na sua 
produção e aplicação. O desenvolvimento dos processos de fabrico de polímeros sintéticos foi o 
responsável pelo crescimento da indústria química no último século. 
1. A indústria utiliza fibras como a celulose, o nylon, o poliestireno, o poliéster e a viscose. 
1.1 Classifique cada uma destas fibras de acordo com as três categorias de polímeros: polímeros 
naturais, artificiais e sintéticos. 
1.2 Distinga as três categorias de polímeros referidos na questão anterior. 
2. A borracha natural é um polímero formado basicamente por poli-isopreno de cadeia longa, com 
uma massa molar média de 5,0 105 g mol 1. A unidade estrutural que se repete ao longo da 
cadeia (motivo) é 
 
O monómero que dá origem ao poli-isopreno é o isopreno, com fórmula estrutural 
 
2.1 Determine o grau de polimerização da borracha natural. 
2.2 O poli-isopreno é um copolímero ou um homopolímero? Justifique. 
2.3 Indique, justificando, o tipo de polimerização que ocorre na síntese deste polímero. 
2.4 O poli-isopreno é um polímero pertencente à família... 
(A) das poliamidas. (B) das poliolefinas. 
(C) dos poliésteres. (D) dos poliuretanos. 
3. O kevlar é um polímero de alta resistência mecânica e térmica, sendo por isso usado em coletes à 
prova de balas e em roupa contra incêndios. É obtido recorrendo a uma polimerização por 
condensação de uma diamina com um diácido. 
 
130 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
3.1 Escreva as fórmulas estruturais dos monómeros que estão na origem do kevlar, 
identificando os grupos funcionais presentes. 
3.2 Justifique tratar-se de um: 
i. copolímero. 
ii. polímero de condensação. 
3.3 Identifique o nome do grupo funcional assinalado por (I) na estrutura do kevlar. 
3.4 Caso o polímero a sintetizar fosse um poliéster que, do mesmo modo que o kevlar, é um 
copolímero obtido por polimerização de condensação, quais seriam os grupos funcionais dos 
monómeros que estariam na sua origem? 
4. As propriedades físicas dos polímeros dependem da estrutura da cadeia polimérica. 
4.1 Na figura seguinte, a, b e c representam as formas de três cadeias poliméricas. 
 
a b c 
As cadeias representadas designam-se, respetivamente, 
(A) a – ramificada, b – reticulada, c – linear. 
(B) a – linear, b – reticulada, c – ramificada. 
(C) a – ramificada, b – linear, c – reticulada. 
(D) a – linear, b – ramificada, c – reticulada. 
4.2 Com base na estrutura da cadeia polimérica pode afirmar-se que um polímero de cadeia... 
(A) reticulada suporta temperaturas elevadas sem deformação ou fusão. 
(B) ramificada é pouco flexível e de elevada densidade. 
(C) linear tem baixa densidade e é muito flexível. 
(D) reticulada não resiste ao aquecimento, deformando-se facilmente. 
 
FIM 
 
Cotações 
Grupo I Grupo II 
1.1 1.2 1.3 2. 3. 1.1 1.2 2.1 2.2 2.3 2.4 3.1 3.2 i. 3.2 ii. 3.3 3.4 4.1 4.2 
16 12 16 8 16 10 12 12 10 12 8 12 10 12 8 10 8 8 
68 PONTOS 132 PONTOS 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 131 
 
A reciclagem do cobre pode realizar-se por processos físicos, como a fusão, ou por processos 
químicos envolvendo a transformação das espécies químicas em que o metal existe, ou seja, na 
realização e observação de uma sequência de reações envolvendo este elemento, simulando a sua 
reciclagem. 
Na figura está representado um ciclo de transformações químicas do cobre 
 
1. As etapas I, II, IV e V envolvem, respetivamente, a adição de: 
(A) NaOH (aq), HNO3 (aq), H2SO4 (aq) e Zn (s) 
(B) HNO3 (aq), H2SO4 (aq), Zn (s) e NaOH (aq) 
(C) H2SO4 (aq), HNO3 (aq), NaOH (aq) e Zn (s) 
(D) HNO3 (aq), NaOH (aq), H2SO4 (aq) e Zn (s) 
2. A transformação que ocorre na etapa III envolve uma operação que consiste em… 
(A) arrefecer. (B) aquecer. 
(C) centrifugar. (D) destilar. 
3. Na etapa I liberta-se uma substância gasosaque é … , pelo que essa etapa deve ser realizada … 
(A) ... inflamável ... longe de fontes de ignição. 
(B) ... irritante ... em local bem ventilado. 
(C) ... tóxica ... na hotte. 
(D) ... corrosiva ... na hotte. 
 
NOME ___________________________________________________________ Turma _______ Número _______ 
AL 1: Um ciclo do cobre 
 
Miniteste sobre a AL 1 
Domínio 1: Metais e ligas metálicas 
132 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
4. Em que etapas do ciclo do cobre estão envolvidas reações de oxidação-redução? 
(A) I, II, III e IV. 
(B) I, III e V. 
(C) I e II. 
(D) I e V. 
5. Numa das reações do ciclo do cobre, o óxido de cobre (II), CuO, reage com ácido sulfúrico, H2SO4. 
De que tipo é esta reação e que espécie de reagente é o óxido de cobre (II)? 
(A) Oxidação-redução e o CuO é o agente redutor. 
(B) Ácido-base e o CuO é um óxido ácido. 
(C) Oxidação-redução e o CuO é o agente oxidante. 
(D) Ácido-base e o CuO é um óxido básico. 
6. Quando se obtém, no ciclo do cobre, óxido de cobre (II) (sólido negro) e água a partir de hidróxido 
de cobre (II), de que tipo de reação se trata e como se classifica do ponto de vista energético? 
(A) Decomposição, endotérmica. 
(B) Precipitação, exotérmica. 
(C) Ácido-base, exotérmica. 
(D) Oxidação-redução, endotérmica. 
7. Um grupo de alunos utilizou uma amostra de 0,376 g de fio de cobre. No final do ciclo, a massa de 
cobre obtido pelo grupo de alunos foi 0,302 g. 
7.1 O rendimento final do ciclo foi de... 
(A) 81,1%. 
(B) 80,3%. 
(C) 75,0%. 
(D) 78,9%. 
7.2 A massa final de cobre obtido pelo grupo de alunos é inferior à da amostra inicial de cobre. 
Qual das seguintes situações descreve um passo/facto experimental que poderá justificar a 
diferença verificada? 
(A) Adição de ácido sulfúrico em excesso, H2SO4. 
(B) Algum zinco, Zn (s), que não reagiu, não foi completamente removido e permaneceu com 
o produto no final da experiência. 
(C) Algum sólido foi perdido no processo de decantação. 
(D) O cobre obtido no final do ciclo não ficou completamente seco. 
8. Neste ciclo, o cobre (reagente inicial) é transformado em diferentes compostos antes de ser 
recuperado como cobre metálico na última etapa. Escreva as equações químicas que traduzem as 
reações químicas envolvidas em cada uma das etapas do referido ciclo. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 133 
 
A ingestão de alimentos ou bebidas de caráter ácido ou básico muito variado não afeta de modo 
considerável o pH do sangue. Tal deve-se ao facto de o sangue possuir sistemas tampão que 
impedem variações acentuadas do seu pH. Um dos sistemas tampão mais importantes que regulam 
o pH do sangue é o par CO /HCO . 
Grupo I 
Com o objetivo de verificar experimentalmente o efeito de um sistema tampão, um grupo de alunos 
efetuou uma titulação de uma base fraca (CO existente numa solução de carbonato de sódio, 
Na2CO3) por um ácido forte (HC ). Para tal, utilizaram 40,0 cm3 de uma solução de Na2CO3 e uma 
solução de HC 0,240 mol dm–3. 
A seguir apresenta-se a curva de titulação obtida. 
 
1. Com base no gráfico é possível identificar duas zonas tampão. Os valores de pH em que se situam 
essas zonas são: 
(A) 4,0 a 6,0 e 9,0 a 11,0. (B) 4,0 a 6,0 e 7,0 a 9,0. 
(C) 6,0 a 8,0 e 7,0 a 9,0. (D) 6,0 a 8,0 e 9,0 a 11. 
 
2. A qual dos pontos assinalados na curva de titulação corresponde um valor de pH, da mistura 
reacional, em que a espécie predominante é o hidrogenocarbonato de sódio, NaHCO3? 
(A) Ponto A. (B) Ponto B. (C) Ponto C. (D) Ponto D. 
 
NOME ___________________________________________________________ Turma _______ Número _______ 
AL 3: Funcionamento de um sistema tampão 
 
Miniteste sobre a AL 3 
Domínio 1: Metais e ligas metálicas 
134 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
3. Qual é o ponto da curva a que corresponde uma zona tampão em que as espécies responsáveis 
são o par HCO–
/H CO ? 
(A) Ponto A. (B) Ponto B. (C) Ponto C. (D) Ponto D. 
4. Qual é o ponto da curva a que corresponde uma zona tampão em que as espécies responsáveis 
são o par CO –
/HCO ? 
(A) Ponto A. (B) Ponto B. (C) Ponto C. (D) Ponto D. 
5. Qual das seguintes equações químicas traduz a reação global entre a solução de carbonato de 
sódio e o ácido clorídrico? 
(A) Na2CO3 (aq) + HC (aq) NaC (aq) + H2O (l) + CO2 (g) 
(B) Na2CO3 (aq) + 2 HC (aq) 2 NaC (aq) + CO2 (g) 
(C) Na2CO3 (aq) + 2 HC (aq) NaC (aq) + H2O (l) 
(D) Na2CO3 (aq) + 2 HC (aq) 2 NaC (aq) + H2O (l) + CO2 (g) 
6. Considerando os valores dados inicialmente, a concentração da solução de Na2CO3 utilizada na 
titulação foi de… 
(A) 0,30 mol dm–3 (B) 0,15 mol dm–3 (C) 0,075 mol dm–3 (D) 0,60 mol dm–3 
Grupo II 
1. As soluções tampão… 
(A) resistem a variações bruscas de pH provocadas apenas pela adição de ácidos. 
(B) resistem a variações bruscas de pH provocadas apenas pela adição de bases. 
(C) resistem a variações bruscas de pH provocadas pela adição de ácidos ou bases. 
(D) só se encontram nos organismos vivos e fluidos biológicos. 
2. Qual dos seguintes pares de espécies químicas é um sistema tampão importante para a 
manutenção do pH dos líquidos intracelulares? 
(A) H PO /HPO (B) HC /C – (C) H SO /HSO (D) CH3 CO2/CH3CO 
3. O par H CO /HCO desempenha um papel importante na estabilidade do pH do sangue humano. 
3.1. Se o pH do sangue baixa, é de esperar que… 
(A) o HCO atue como ácido e elimine o excesso de iões H O , com formação de H CO . 
(B) a concentração de HCO aumente. 
(C) a concentração de H2CO3 diminua e a concentração de HCO aumente. 
(D) o HCO atue como base e elimine o excesso de iões H O , com formação de H CO . 
3.2. Se o pH do sangue aumenta, é de esperar… 
(A) uma diminuição na concentração de HCO e um aumento na concentração iões H O . 
(B) uma diminuição da concentração de H2CO3 e um aumento da concentração de HCO . 
(C) uma diminuição na concentração de HCO e um aumento na concentração de H2CO3 e de 
iões H O . 
(D) um aumento na concentração de H2CO3 e uma diminuição na concentração de HCO . 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 135 
 
 
Alguns álcoois são combustíveis alternativos aos derivados do petróleo e a sua utilização tem 
menores consequências ambientais. 
Com o objetivo de determinar algumas entalpias de combustão, um grupo de alunos usou etanol, 
propan-1-ol, butan-1-ol e pentan-1-ol como combustíveis. Para o efeito, efetuaram numa hotte a 
montagem laboratorial esquematizada na figura. 
 
Foram utilizadas iguais massas de água submetidas a iguais variações de temperatura. 
1. Os passos seguintes fazem parte do procedimento utilizado pelo grupo de alunos para determinarem 
a entalpia de combustão de cada um dos álcoois. 
1. Suspender o aquecimento, continuar a agitar, e anotar a temperatura mais elevada atingida 
pela água. 
2. Verter o álcool para a lamparina e medir a massa do conjunto. 
3. Colocar 200 cm3 de água destilada no calorímetro e anotar a temperatura da água. 
4. Efetuar os cálculos necessários. 
5. Acender a lamparina e aquecer a água, agitando, até a temperatura se elevar 20 C. 
6. Medir de novo a massa da lamparina para calcular a massa de álcool consumida. 
A sequência correta dos passos do procedimento utilizado é: 
(A) 2, 3, 5, 6, 1 e 4. 
(B) 3, 2, 5, 1, 6 e 4. 
(C) 2, 5, 3, 1, 6 e 4. 
(D) 3, 2, 5, 6, 1 e 4. 
 
NOME ___________________________________________________________ Turma _______ Número _______ 
AL 6: Determinação da entalpia de combustão de diferentes álcoois 
 
Miniteste sobre a AL 6 
Domínio 2: Combustíveis, energia e ambiente 
136 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
2. Para que as entalpias de combustão medidas para os diversos álcoois possam ser comparadas é 
necessário controlar as variáveis em jogo, ou seja, manter as mesmas condições experimentais 
durante os diversos ensaios. Nos diversos ensaios a variável... 
2.1 independente é… 
(A) o tipo de álcool utilizado. 
(B) a massa de água destilada utilizada. 
(C) a variação de temperaturaa que é submetida a água destilada. 
(D) a massa de álcool consumido na combustão. 
2.2 dependente é… 
(A) o tipo de álcool utilizado. 
(B) a massa de água destilada utilizada. 
(C) a variação de temperatura a que é submetida a água destilada. 
(D) a massa de álcool consumido na combustão. 
3. Com os dados recolhidos, foi construído o gráfico com a entalpia de combustão (em valor 
absoluto) em função do número de átomos de carbono na molécula de álcool. 
 
Baseando-se nestes resultados, pode concluir-se que, para um maior número de átomos de 
carbono na molécula do combustível, uma... 
(A) menor energia é necessária para quebrar ligações na molécula. 
(B) maior energia é absorvida na reação de combustão. 
(C) menor quantidade de oxigénio é requerida para a combustão completa. 
(D) maior energia é libertada na reação de combustão. 
4. A equação química que traduz a reação de combustão do etanol, incluindo a respetiva entalpia 
padrão de combustão, é: 
(A) C2H5OH (l) + 3 O2 (g) 2 CO2 (g) + 3 H2O (g); cH° +1368 kJ mol–1 
(B) C2H5OH (l) + 3 O2 (g) 2 CO2 (g) + 3 H2O (g); cH° 1368 kJ mol–1 
(C) C2H5OH (l) 2 C (s) + 3 H2 (g) + O2 (g); cH° = +278 kJ mol–1 
(D) C2H5OH (l) 2 C (s) + 3 H2 (g) + O2 (g); cH° = 278 kJ mol–1 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 137 
5. Na tabela indicam-se os valores das entalpias padrão de combustão do propan-1-ol e do propan-2-ol. 
Álcool cH° / kJ mol–1 
Propan-1-ol 2021 
Propan-2-ol 2006 
5.1 A diferença existente nos valores das entalpias padrão de combustão destes dois combustíveis 
é devida… 
(A) ao tamanho da cadeia carbonada. 
(B) às interações intermoleculares que são mais fortes no propan-1-ol do que no propan-2-ol. 
(C) à posição do grupo funcional –OH na cadeia carbonada. 
(D) à energia das ligações químicas nos produtos formados em cada uma das reações de 
combustão. 
5.2 O valor da entalpia de combustão do propan-1-ol medido pelos alunos é significativamente 
diferente do valor tabelado. A discrepância do resultado poderia ser reduzida… 
(A) utilizando um copo de vidro para aquecer a água. 
(B) diminuindo a massa de água no calorímetro. 
(C) colocando o calorímetro numa posição mais alta em relação à chama da lamparina. 
(D) utilizando um material mais isolante no invólucro que rodeia o calorímetro. 
5.3 O valor da entalpia de combustão do propan-1-ol medido pelos alunos foi 1169 kJ mol–1. 
O erro relativo, em percentagem, do valor da entalpia de combustão é… 
(A) 42%. 
(B) 73%. 
(C) 58%. 
(D) 63%. 
6. No ensaio da combustão do butan-1-ol foram recolhidos os dados seguintes pelo grupo de alunos: 
 Antes da combustão Depois da combustão 
Massa da lamparina + butan-1-ol / g 58,25 57,42 
Temperatura da água / °C 20,7 41,0 (máxima) 
Calcule a variação de entalpia de combustão para o butan-1-ol, admitindo que todo o calor 
libertado na combustão foi absorvido pela água. 
Apresente todas as etapas de resolução. 
Dados: M(butan-1-ol) 74,14 g mol–1; c(água) 4,18 J g–1 C–1 
138 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
 
Novo 12Q 
 
O é uma ferramenta inovadora que possibilita, em sala de aula, a fácil 
exploração do projeto Novo 12Q através das novas tecnologias. Permite o acesso a um vasto 
conjunto de conteúdos multimédia associados ao Manual: 
 
Simuladores 
O projeto Novo 12Q disponibiliza um conjunto de simuladores de apoio às 
atividades propostas no Manual. Os simuladores do Novo 12Q permitem relacionar 
grandezas e explorar as suas variações num determinado sistema. No final podem 
existir atividades de consolidação. 
Serão apresentadas, como exemplo, sugestões e uma ficha de exploração para um simulador. No 
total, os simuladores são 3 e as sugestões e fichas de exploração respetivas serão disponibilizadas 
em 20 Aula Digital. 
 
Animações laboratoriais 
Para as 7 atividades laboratoriais obrigatórias, previstas nas Metas Curriculares, 
foram realizadas animações em cenário 3D em concordância com as imagens 
apresentadas no manual. Nestas animações, as diferentes etapas do procedimento 
são acionadas pelo utilizador, dando maior liberdade de exploração ao professor. 
As animações laboratoriais são constituídas por uma secção com a apresentação do material e 
animação das etapas do procedimento, uma segunda secção com um exemplo de tratamento de 
dados e por fim um conjunto de atividades de consolidação. 
A título de exemplo, apresenta-se mais à frente, um guia de exploração de uma animação 
laboratorial presente na versão de demonstração. 
No total, as animações laboratoriais são 7 e as sugestões de exploração respetivas serão 
disponibilizadas em 20 Aula Digital. 
 
Folhas de cálculo em Excel® 
Algumas atividades laboratoriais (4) são acompanhadas da respetiva folha de 
cálculo, para registo e tratamento dos resultados experimentais, com tabelas, gráficos, 
cálculo automático de grandezas e erros associados. 
 
 
Guiões de exploração de recursos multimédia 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 139 
Apresentações em PowerPoint® 
As apresentações em PowerPoint® contemplam a totalidade dos conteúdos 
abordados no Manual. Podem ser utilizadas quer na abordagem e exploração de novos 
conteúdos quer como ferramenta de consolidação, uma vez que contemplam sempre 
perguntas e atividades (acompanhadas de resolução) sobre os respetivos temas. 
O projeto Novo 12Q disponibiliza, em 20 Aula Digital, 14 apresentações em PowerPoint®. 
Posteriormente apresentam-se, a título de demonstração, sugestões de exploração para 3 dessas 
apresentações. As sugestões de exploração respetivas serão disponibilizadas em 20 Aula Digital. 
 
Vídeos de introdução de domínio 
Os vídeos de introdução de domínio permitem uma breve abordagem e antevisão 
dos temas que se irão iniciar. 
O projeto Novo 12Q disponibiliza vídeos-introdução para os 3 domínios do 12.o ano. 
A título de exemplo, apresenta-se mais à frente, um guia de exploração de um vídeo 
de introdução de domínio. 
No total, os vídeos de introdução de domínio são 3 e as sugestões de exploração respetivas serão 
disponibilizadas em 20 Aula Digital. 
 
Vídeos laboratoriais 
Para as 2 atividades prático-laboratoriais previstas na Metas Curriculares, 
apresentam-se 2 vídeos laboratoriais que poderão apoiar o professor na orientação 
dos seus alunos de forma a encontrar um possível procedimento para a realização da 
componente experimental. 
Os vídeos laboratoriais são constituídos por uma secção com uma breve introdução, uma 
segunda secção com uma atividade de identificação do material e reagentes utilizados na atividade, 
uma terceira secção com o vídeo experimental e por fim um conjunto de atividades de consolidação. 
A título de exemplo, apresenta-se mais à frente, um guia de exploração de um vídeo laboratorial 
presente na versão de demonstração. 
 
Vídeos temáticos 
Os vídeos temáticos permitem relacionar a ciência com o quotidiano ou apresentar 
uma perspetiva histórica de um determinado tema. 
A título de exemplo, apresenta-se mais à frente, guias de exploração para dois 
desses vídeos. 
No total, os vídeos temáticos são 21 e as sugestões de exploração respetivas serão 
disponibilizadas em 20 Aula Digital. 
140 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Testes interativos 
Os testes interativos contemplam a totalidade dos conteúdos abordados. 
No final de cada teste é fornecido um relatório com a indicação das questões que 
acertou/não acertou, sendo possível fazer a comparação entre as respostas dadas e as 
respetivas soluções. 
O projeto Novo 12Q disponibiliza ao professor 3 testes interativos globais de domínio. 
 
Documento (procedimento para as máquinas de calcular Texas® e Casio®) 
Para as atividades laboratoriais obrigatórias, em que é possível utilizar a máquina 
de calcular gráfica, disponibilizam-se ao professor documentos com o procedimento 
de utilização das máquinas de calcular Texas® e Casio®. 
 
 
Link 
Recursos multimédia úteis que se relacionam com os temas abordadosna disciplina. 
Identificam-se de seguida todos os recursos digitais disponíveis no projeto Novo 12Q, organizados 
por domínio e subdomínio. Adicionalmente, em 20 Aula Digital disponibilizam-se todos os conteúdos 
do Caderno de Apoio ao Professor em formato editável. 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 141 
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144 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Guia de exploração do recurso «Simulador: Gases ideais» Pág. 131 
 
Metas 
curriculares 
Combustíveis, energia e ambiente 
Os combustíveis gasosos, líquidos e sólidos: compreender as diferenças 
1.2.1 Interpretar e aplicar a equação de estado dos gases ideais.
1.2.2 Indicar a unidade SI de pressão e outras unidades de uso corrente 
(torricelli, atmosfera e bar), efetuando conversões entre as mesmas. 
1.2.3 Associar o conceito de gás ideal aos gases que obedecem à equação dos 
gases ideais (ou perfeitos) e de gás real aos gases que se afastam daquele 
comportamento, à medida que a pressão aumenta ou a temperatura 
diminui. 
Sugestões 
de exploração 
1.a Secção – Simulador 
É possível: 
 Selecionar o tipo de transformação a estudar (isotérmica, isobárica e 
isocórica).
 Alterar, para cada tipo de transformação, os valores de pressão, volume e 
temperatura e analisar as alterações no sistema isolado. 
 Verificar e analisar os gráficos correspondentes. 
2.a Secção – Atividades 
 Permitem verificar osconhecimentos adquiridos pelos alunos. 
Possíveis 
modalidades 
de aplicação 
 Questionar os alunos e confrontar as suas respostas com os resultados 
obtidos através da interação com o simulador. 
 Pedir aos alunos que resolvam as Atividades (Secção 2), projetando-as para a 
turma. Alternativamente, pedir aos alunos que resolvam as Atividades como 
trabalho de casa. 
Caso disponha de um computador para cada aluno ou grupo de alunos, aceder à 
plataforma para disponibilizar o recurso didático e a respetiva 
ficha de exploração. 
 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 145 
 
 
 
 
 
 
Informações/Indicações operacionais Ecrã do recurso multimédia 
1. Selecionar a transformação 
que se pretende analisar. 
2. Alterar os valores de pressão 
e volume, de temperatura e volume 
e de pressão e temperatura consoante 
a transformação selecionada. 
3. Analisar o que se passa no recipiente 
e no gráfico correspondente. 
 
 
Com a ajuda do simulador, responda às questões. 
 
 
1. Selecione a transformação isotérmica. 
 
1.1 Calcule o valor da pressão quando o volume é 5 dm3 através da equação de estado dos gases ideais. 
1.2 Aumente o valor da pressão. O que prevê que aconteça ao volume? 
1.3 Diminua o valor do volume. O que espera que aconteça no recipiente? Qual a razão para que tal 
aconteça? 
 
2. Selecione a transformação isobárica. 
 
2.1 Varie o valor da temperatura. O gráfico é do mesmo tipo que o anterior? O que pode concluir? 
2.2 Quando aumenta a temperatura para o valor máximo, o que acontece às partículas presentes 
no recipiente? 
 
3. Selecione a transformação isocórica. 
 
3.1 Varie o valor da temperatura. Como varia o valor da pressão correspondente? 
3.1 Selecione o valor máximo para a pressão. Qual o valor correspondente para a temperatura? 
Calcule o valor do volume para esta situação. 
 
 
Nome _________________________________________________ N. o _____________ Turma __________ 12.o Ano 
Ficha de exploração do simulador 
Gases Ideais 
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146 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Guia de exploração do recurso 
«Animação laboratorial: Determinação da entalpia de combustão de diferentes álcoois» Pág. 161 
 
Metas 
curriculares 
Combustíveis, energia e ambiente 
De onde vem a energia dos combustíveis 
AL 6 Determinação da entalpia de combustão de diferentes álcoois 
Objetivo geral: Investigar a influência da posição do grupo OH e do comprimento 
da cadeia carbonada de álcoois na energia libertada durante a combustão. 
1. Calcular a variação de entalpia de combustão para cada um dos álcoois. 
2. Traçar e interpretar o gráfico de variação de entalpia de combustão em função 
do número de átomos de carbono nos álcoois.
3. Identificar erros que possam ter afetado as medições efetuadas. 
4. Concluir qual é a relação entre a variação de entalpia de combustão e a estrutura 
dos álcoois (comprimento da cadeia carbonada e a posição do grupo OH). 
Sugestões 
de exploração 
por secção
1.a Secção – Animação do procedimento experimental 
Visualizar o material necessário para a realização da AL.
 Analisar os procedimentos da experiência. 
 Evidenciar destaques importantes para a correta realização da experiência 
e manuseamento dos equipamentos. 
2.a Secção – Tratamento de dados 
 Analisar um exemplo do tratamento de dados. 
3.a Secção – Atividades
 Consolidar os conhecimentos adquiridos. 
 Avaliar o grau de compreensão dos alunos. 
Possíveis 
modalidades 
de aplicação 
 Projetar o recurso e explorar a simulação da experiência juntamente com os 
alunos, antes da realização da mesma. O procedimento animado permitirá 
evidenciar alguns aspetos relevantes para a execução da atividade laboratorial. 
 Poderá fazer uso dos destaques para evitar possíveis erros durante a realização 
da experiência. 
 Utilizar a secção 2 da Animação laboratorial para mostrar ao aluno um exemplo 
de tratamento de dados. 
 Utilizar as Atividades finais como discussão dos resultados. Esta análise poderá 
ser feita individualmente ou em grupo. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 147 
Guia de exploração do recurso 
«Vídeo laboratorial: Produção de um biodiesel a partir de óleos alimentares queimados» 
Pág. 163 
 
Metas 
curriculares 
Combustíveis, energia e ambiente 
De onde vem a energia dos combustíveis 
 
APL 2 Como produzir um biodiesel a partir de óleos alimentares queimados. 
Objetivo geral: Conceber e fundamentar um percurso investigativo para dar 
resposta à questão problema: Como produzir um biodiesel a partir de óleos 
alimentares queimados? 
1. Apresentar e discutir o percurso investigativo concebido. 
2. Executar o procedimento laboratorial proposto. 
3. Discutir os resultados obtidos com base nas hipóteses de trabalho. 
 Justificar a necessidade de produção de combustíveis alternativos pela 
reciclagem de materiais orgânicos como, por exemplo, óleos alimentares. 
 Elaborar um diagrama sequencial das operações a realizar durante a 
produção de um biodiesel. 
 Identificar as principais reações químicas envolvidas na produção do 
biodiesel. 
Sugestões 
de exploração 
por secção 
1.a Secção – Introdução 
 Breve introdução aos conteúdos tratados na AL. 
2.a Secção – Material e reagentes 
 Através de uma atividade de ligação de pares, identificar o material necessário 
para a realização da AL. 
 Através de uma atividade de ligação de pares, identificar os reagentes 
necessários para a realização da AL. 
3.a Secção – Vídeo 
Analisar os procedimentos da experiência.
 Evidenciar destaques importantes para a correta realização da experiência e 
manuseamento dos equipamentos. 
Possíveis 
modalidades 
de aplicação 
4.a Secção – Atividades 
 Consolidar os conhecimentos adquiridos. 
 Avaliar o grau de compreensão dos alunos. 
 
148 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Guia de exploração do recurso «Apresentação PowerPoint®: Os combustíveis gasosos, 
líquidos e sólidos: compreender as diferenças» 
Pág. 131 
 
Metas 
curriculares 
Combustíveis, energia e ambiente 
Os combustíveis gasosos, líquidos e sólidos: compreender as diferenças 
1.2.1 Interpretar e aplicar a equação de estado dos gases ideais. 
1.2.2 Indicar a unidade SI de pressão e outras unidades de uso corrente 
(torricelli, atmosfera e bar), efetuando conversões entre as mesmas. 
1.2.3 Associar o conceito de gás ideal aos gases que obedecem à equação dos gases 
ideais (ou perfeitos) e de gás real aos gases que se afastam daquele 
comportamento, à medida que a pressão aumenta ou a temperatura diminui. 
1.2.4 Relacionar a massa volúmica de um gás ideal com a pressão e com a 
temperatura, por aplicar da equação de estado de um gás ideal. 
1.2.5 Indicar que, nos estados condensados da matéria (líquido e sólido), ao 
contrário do que acontece nos gases ideais, não se pode desprezar nem o 
tamanho das suas unidades estruturais nem as interações entre elas para 
determinar as suas propriedades. 
1.2.6 Relacionar a variação de algumas propriedades físicas dos alcanos (estado 
físico, ponto de fusão e ponto de ebulição) com o tamanho e forma das 
respetivas moléculas e a intensidade das ligações intermoleculares que se 
estabelecem. 
1.2.7 Relacionar propriedades de combustíveis (estado físico, ponto de ebulição 
e massa volúmica) com processos de transporte, armazenamento e 
utilização, incluindo medidas de segurança. 
Sugestões 
de exploração 
por secção 
Pode ser utilizado como: 
 auxiliar de apresentação e exploração de conteúdos do capítulo 2.1.2 – Os 
combustíveis gasosos, líquidos e sólidos: compreender as diferenças. 
ferramenta de consolidação de conhecimentos, nomeadamente através da 
utilização das atividades e respetiva resolução. 
 auxiliar de sistematização e resumo de conteúdos, dada a organização por 
tópicos, do recurso a esquemas e a quadros resumo. 
Possíveis 
modalidades 
de aplicação 
 Apresentar o PowerPoint® para auxiliar a abordagem dos conteúdos 
programáticos. 
 Fazer uso dos esquemas animadose de animações simples para facilitar 
a aprendizagem dos alunos. 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 149 
Guia de exploração do recurso «Apresentação PowerPoint®: Polímeros sintéticos e a 
indústria dos polímeros» Pág. 178 
 
Metas 
curriculares 
Plásticos, vidros e novos materiais 
Polímeros sintéticos e indústria dos polímeros 
2.1 Caracterizar uma reação de polimerização como uma reação química em 
cadeia entre moléculas de monómeros. 
2.2 Distinguir homo e copolímeros com base no número e no tipo de moléculas 
(monómeros) envolvidas na sua formação. 
2.3 Identificar a unidade estrutural (motivo) de um polímero e relacionar com a 
estrutura do(s) monómero(s). 
2.4 Associar o grau de polimerização ao número de vezes que a unidade estrutural 
(motivo) do polímero se repete. 
2.5 Identificar grupos funcionais de várias famílias químicas de compostos orgânicos: 
ácidos carboxílicos, cloretos de ácido, aminas, amidas, éteres, ésteres, aldeídos e 
cetonas. 
2.6 Distinguir reações de polimerização de adição e de condensação com base na 
estrutura do(s) monómero(s) , e dar exemplos de polímeros. 
2.7 Identificar famílias de polímeros (polioleofinas, poliacrílicos, poliuretanos, 
poliamidas, poliésteres), associando a designação dessas famílias aos grupos 
funcionais dos monómeros.
2.8 Concluir que a estrutura (linear, ramificada ou reticulada) da cadeia polimérica 
determina as propriedades físicas dos polímeros. 
2.9 Discutir, com base em informação selecionada, vantagens e limitações da 
reciclagem de plásticos. 
Sugestões 
de exploração 
por secção 
Pode ser utilizado como: 
 auxiliar de apresentação e exploração de conteúdos do subcapítulo 3.2 – 
Polímeros sintéticos e a indústria dos polímeros 
 ferramenta de consolidação de conhecimentos, nomeadamente através da 
utilização das atividades e respetiva resolução. 
 auxiliar de sistematização e resumo de conteúdos, dada a organização por 
tópicos, do recurso a esquemas e a quadros resumo. 
Possíveis 
modalidades 
de aplicação
 Apresentar o PowerPoint® para auxiliar a abordagem dos conteúdos programáticos. 
 Fazer uso dos esquemas animados e de animações simples para facilitar a 
aprendizagem dos alunos. 
 
150 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Guia de exploração do recurso «Apresentação PowerPoint®: Novos materiais» Pág. 196 
 
Metas 
curriculares 
Plásticos, vidros e novos materiais 
Novos materiais 
3.1 Identificar um biomaterial como um material com aplicações biomédicas que 
implicam interações com estruturas biológicas com as quais apresenta elevada 
compatibilidade. 
3.2 Identificar, com base em informação selecionada, aplicações de biomateriais 
em medicina (cardiologia, ortopedia, oftalmologia e libertação controlada de 
fármacos). 
3.3 Associar materiais de base sustentável àqueles que, sendo economicamente 
viáveis, conjugam as diferentes características: são renováveis, recicláveis e 
biodegradáveis. 
3.4 Pesquisar e analisar informação sobre investigação atual em novos materiais e 
materiais de base sustentável. 
Sugestões 
de exploração 
por secção 
Pode ser utilizado como: 
 auxiliar de apresentação e exploração de conteúdos do subcapítulo 3.3 Novos 
materiais. 
 ferramenta de consolidação de conhecimentos, nomeadamente através da 
utilização das atividades e respetiva resolução. 
 auxiliar de sistematização e resumo de conteúdos, dada a organização por 
tópicos, do recurso a esquemas e a quadros resumo. 
Possíveis 
modalidades 
de aplicação 
 Apresentar o PowerPoint® para auxiliar a abordagem dos conteúdos programáticos. 
 Fazer uso dos esquemas animados e de animações simples para facilitar a 
aprendizagem dos alunos. 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 151 
Guia de exploração do recurso 
«Vídeo de introdução de domínio: Plásticos, vidros e novos materiais» 
Pág. 168 
 
Metas 
curriculares 
Caracterizar os polímeros como uma classe de materiais constituídos por 
macromoléculas e distinguir polímeros naturais, artificiais e sintéticos. 
1.1 Caracterizar um polímero como um material constituído por macromoléculas. 
1.2 Distinguir macromolécula de outras moléculas com número elevado de átomos 
por serem constituídas por muitas unidades pequenas ligadas umas às outras 
por ligações covalentes. 
1.3 Distinguir polímeros naturais, artificiais e sintéticos e dar exemplos destes tipos 
de polímeros. 
Sugestões 
de exploração 
Pode ser utilizado como: 
 auxiliar na introdução dos conteúdos do tema 3 – Plásticos, vidros e novos 
materiais. 
Possíveis 
modalidades 
de aplicação 
 Apresentar o vídeo para auxiliar a abordagem dos conteúdos programáticos. 
 
152 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Guia de exploração do recurso «Vídeo temático: Impacto da tecnologia – nylon» Pág. 172 
 
Metas 
curriculares 
Plásticos, vidros e novos materiais 
Polímeros sintéticos e a indústria dos polímeros 
Compreender como se obtêm polímeros sintéticos e reconhecer que a sua 
estrutura determina as suas propriedades. 
Sugestões 
de exploração 
Exemplo de questões de exploração 
 Por que razão a invenção do nylon foi considerada revolucionária? 
 De que forma é que os materiais sintéticos modificaram os produtos que tem à 
sua disposição? 
 Com que materiais sintéticos tem contacto hoje em dia? Se estes materiais não 
existissem, como seriam compostos esses materiais? 
Possíveis 
modalidades 
de aplicação 
Após a visualização do vídeo 
 Colocar algumas questões de exploração sobre o tema abordado no vídeo. 
 Utilizar as respostas dos alunos para fomentar um debate na sala de aula. 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 153 
Guia de exploração do recurso «Vídeo temático: Uma nova forma de ver o cérebro» Pág. 196 
 
Metas 
curriculares 
Plásticos, vidros e novos materiais 
Novos materiais 
3.1 Identificar um biomaterial como um material com aplicações biomédicas que 
implicam interações com estruturas biológicas com as quais apresenta elevada 
compatibilidade. 
3.2 Identificar, com base em informação selecionada, aplicações de biomateriais 
em medicina (cardiologia, ortopedia, oftalmologia e libertação controlada de 
fármacos). 
3.4 Pesquisar e analisar informação sobre investigação atual em novos materiais e 
materiais de base sustentável.
Sugestões 
de exploração 
Exemplo de questões de exploração 
 Que técnicas para observação do cérebro são usadas neste momento? Quais 
são as suas limitações? 
 Descreva a nova tecnologia inventada. 
 Por que razão os cientistas estão a tentar encontrar uma nova técnica de 
observação do cérebro? 
Possíveis 
modalidades 
de aplicação 
Após a visualização do vídeo 
 Colocar algumas questões de exploração sobre o tema abordado no vídeo. 
 Utilizar as respostas dos alunos para fomentar um debate na sala de aula. 
 
154 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
 
Aqui respondem-se às várias questões inseridas na tipologia Atividade, assim como a tarefas de 
Pesquisa, mais complexas, propostas nestas Atividades. 
 
 
Atividade: Aplicações dos metais 
(pág. 13) 
Questões 
1. Compostos de ouro: Au3+; 
Brometo de prata: Ag+; 
Óxido de cromo (VI): Cr6+; 
Óxido de zinco: Zn2+; 
Sulfato de cobre (II): Cu2+; 
Sulfato de alumínio: A 3+; 
Óxido de ferro (III): Fe3+ 
2. Ouro e prata. Aplicações: joalharia e eletrónica, por exemplo. 
3. (C). 
4. (D). 
 
 
Atividade: Ligas metálicas 
(pág. 24) 
Questões 
1. (B). 
2. Composição de um aço comum: ferro + carbono (0,2% – 2%); 
Composição de um aço inox: ferro + cromo (+ níquel). 
3. A afirmação é verdadeira. 
Quanto à composição qualitativa: analisando a tabela, verifica-se que os elementos adicionais no 
aço comum e no aço inox são diferentes e por conseguinte estes dois materiais terão diferentes 
propriedades. 
Quanto à composição quantitativa: por exemplo, uma liga de ferro e carbono com cerca de 4% 
deste ultimo elemento tem pouco interesse prático, por ser muito quebradiça. Já com umapercentagem de 0,1% de carbono, é possível fabricar arames finos, como sucede com os vulgares 
clipes e agrafos. 
 
Pesquisa 
Consultar, por exemplo: 
http://www.fc.up.pt/pessoas/jpaiva/2008/didqui1/6/1/1F/metais_e_ligas-metalicas.pdf 
 
Soluções das Atividades do Novo 12Q 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 155 
Atividade: Metais e supercondutividade 
(pág. 28) 
Questões 
1. (D). 
2. YBa2Cu3Ox 
3. i) Paul Chu, juntamente com outros três físicos, descobriu o primeiro material supercondutor que 
perde toda a resistência elétrica a 93 K (–180 °C). 
 ii) Os físicos Müller e Bednorz receberam o prémio Nobel da Física pela descoberta da 
supercondutividade, que anunciava a possibilidade futura de grandes economias: no transporte 
de eletricidade, em computadores mais rápidos, em equipamento eletrónico mais pequeno e em 
carros e comboios que se deslocariam por levitação (esta levitação ocorre porque um 
supercondutor, a temperatura baixa, repele materiais magnéticos). 
 
 
Atividade: A oxidação do ferro 
(pág. 46) 
Questões 
1. 2 2 Fe2+ (aq) + 4 OH– (aq) 
4 H+ (aq) + 4 OH– (aq) 4 H2O (aq) 
2 Fe (s) + O2 (g) + 4 H+ (aq) 2 Fe2+ (aq) + 2 H2O (l) 
2. Dividir a última equação por 2. Proceder à soma, membro a membro, desta com as duas 
primeiras. 
 
Atividade 
1. A. – 1. – III.; B. – 2. – I.; C – 3 – II. 
2. Material: gobelés 
Reagentes: cloreto de sódio ou bicarbonato de sódio, água destilada, palha-de-aço ou pregos 
finos, sumo de limão. 
Procedimento: 
1. Dissolver cloreto de sódio ou bicarbonato de sódio em água destilada. 
2. Adicionar à solução anterior sumo de limão e aí mergulhar a palha-de-aço. 
3. Contabilizar o tempo até observar a formação de ferrugem. 
 
 
Atividade: Pilhas descartáveis e recarregáveis 
(pág. 51) 
Questões 
1. Pilhas descartáveis: (B) e (C); 
Pilhas recarregáveis: (A) e (D). 
2. Caso seja pilha de níquel-hidreto metálico, ou pilha de níquel-cádmio: têm de ser descarregadas 
totalmente, pelo menos de vez em quando (têm efeito memória); 
Caso seja pilha de ião lítio: não têm efeito memória e por isso não devem ser totalmente 
descarregadas. 
3. As pilhas têm metais tais como chumbo, mercúrio e cádmio na sua composição, que são tóxicos 
mesmo em concentrações muito baixas. A sua libertação no ambiente (sem tratamento) é, por 
isso, perigosa. As pilhas usadas devem ser sempre recicladas. 
156 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Atividade: Equação de Nernst 
(pág. 59) 
Questões 
1. (B). 
2. 
i) =
,
log 
ii) Para a reação em causa: 0,28 =
,
log log = 9,49 = 10( , ) 
= 3,24 × 10 
iii) =
,
log 
,
,
= 0,021 V 
3. 0,65 =
,
log log = 22,03 = 10( , ) = 9,33 × 10 
 
 
Atividade: Os metais na alimentação 
(pág. 79) 
Questões 
1. Trata-se de ferro metálico em pó, que por reagir com os ácidos do estômago, origina iões Fe2+ ou 
Fe3+ (oxidados). 
2. Não. O ouro é muito estável. A dissolução do ouro só acontece na presença de uma mistura de 
ácido nítrico e ácido clorídrico, o que não existe no organismo. 
 
Pesquisa 
1. Consultar, por exemplo: 
https://www.deco.proteste.pt/alimentacao/seguranca-alimentar 
 
 
Atividade: Reações de ácido-base e a saúde dos dentes 
(pág. 87) 
Questões 
1. É o cálcio, Ca. 
2. 2H (aq) + NaOH (aq) 2Na (aq) + H2O (l) 
2Na possui caráter básico. 
3. a) Hidrólise do ião hidróxido: não ocorre. 
Hidrólise do ião fluoreto: F– (aq) + H2O (l) HF (aq) + OH– (aq) 
b) Significa que para uma solução de pH = 3, por exemplo, adicionar OH– provoca uma maior 
variação do pH do que adicionar igual quantidade de base F– 
4. Substitui parcialmente OH– por F– na hidroxiapatite, constituindo um sal menos solúvel. Para 
além disto, porque F– é uma base mais fraca do que OH , o equilíbrio de solubilidade não é tão 
afetado pelo meio ácido. 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 157 
Atividade: Energia de ativação e interpretação da catálise 
(pág. 92)
Questões 
1. a) i) E = 5,8 kJ mol–1 
ii) E = 28,8 kJ mol–1 
 b) (B). 
2. i) 
 
ii) 
 
 
 
Atividade: Isomeria e índice de octanas 
(pág. 124) 
Questões 
1. 
 
 
2 a) Isomeria de grupo funcional. 
 b) i) Hexan-1-ol 
 
ii) 3-metil-butan-2-ol 
 
158 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Atividade: Teoria das Ligações de Valência e Teoria das Orbitais Moleculares 
(pág. 127) 
Questões 
1. Ordem de ligação = n.
o de eletrões ligantes – n.
o de eletrões antiligantes = – = 1 
2. Ordem de ligação = 3 n.
o de eletrões ligantes – n.
o de eletrões antiligantes = 3 
 n.o eletrões ligantes – n.o de eletrões antiligantes = 6 
Sabendo também que o n.o eletrões ligantes + n.o de eletrões antiligantes = 10, então serão 6 
eletrões ligantes e 4 eletrões antiligantes. 
 
 
Atividade: Simulação computacional de um gás 
(pág. 133) 
Questões 
1. a) A pressão aumenta, a energia cinética das moléculas e a frequência das colisões aumenta. 
 b) A pressão aumenta, a energia cinética das moléculas e a frequência das colisões aumenta. 
 c) A pressão aumenta, a energia cinética das moléculas e a frequência das colisões aumenta. 
2. O aumento da temperatura faz aumentar a energia cinética das moléculas e a frequência das 
colisões. Assim, passam a ocorrer colisões mais intensas fazendo aumentar a pressão (o que 
pode levar ao rebentamento da lata). 
 
Pesquisa 
Lei Variáveis de 
controlo Alteração Resultado Relação Conclusão 
Lei de 
Avogadro 
p = constante 
T = constante 
aumento de n 
diminuição de n 
aumento de V 
diminuição de V 
V
n
 = constante V diretamente 
proporcional a n 
Leis de 
Charles e 
Gay- 
-Lussac 
V = constante 
n = constante 
aumento de T 
diminuição de T 
aumento de p 
diminuição de p 
p
T
 = constante p diretamente 
proporcional a T 
p = constante 
n = constante 
aumento de T 
diminuição de T 
aumento de V 
diminuição de V 
V
T
 = constante V diretamente 
proporcional a T 
Lei de 
Boyle- 
-Mariote 
T = constante 
n = constante 
aumento de V diminuição de p p V = constante p inversamente 
proporcional a V 
 
 
Atividade: Biocombustíveis ou agrocombustíveis 
(pág. 140) 
Questões 
Os biocombustíveis são uma alternativa aos combustíveis fósseis. O biodiesel, por exemplo, 
começou por ser obtido a partir de óleo de frituras usado. 
A grande procura de óleos vegetais para esta produção de biodiesel fez com que também se 
passassem a usar culturas alimentares como fonte de matéria-prima para o fabrico de 
biocombustível. É neste sentido que surge o termo agrocombustível. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 159 
Atividade: Entalpia de combustão e energia das ligações químicas 
(pág. 155) 
Questões 
1. a) 2CH2CH3 (g) + (13/2) O2 (g) 4 CO2 (g) + 5 H2O (g) 
 b) E(butano) = 3 Elig(C–C) + 10 Elig(C–H) = 5148 kJ mol–1; 
E(oxigénio) = Elig(O=O) = 498 kJ mol–1; 
E(dióxido de carbono) = 2 Elig(C=O) = 1598 kJ mol–1; 
E(água) = 2 Elig(O–H) = 924 kJ mol–1 
 c) H = (3 346 + 10 411 + (13/2) 498) – (8 799 + 10 462) = –2627 kJ mol–1 
 
 
Atividade: Energia nuclear 
(pág. 158) 
Questões 
1. A expressão que relaciona a variação da massa com a energia libertada é dada por: 
E = m c2. Sabe-se que para a fissão de um átomo de plutónio 
m = 0,203 u = 0,203 1,66 10–27 kg = 3,37 10–28 kg, pelo que, para cada átomo, 
E = m c2 = 3,37 10–28 kg (3,0 108)2 m2 s–2 = 3,0 10–11 J 
Como 3,00 g de plutónio são 3,00g
239,05g mol–1
=0,0125 mol, o número de átomos 
correspondente é 0,0125 mol 6,02 1023 mol. 
A energia libertada é, portanto, E = 3,0 10–11 0,0125 6,02 1023 1011 J 
 
 
Atividade: Análise de fibras por teste de chama 
(pág. 174) 
Questões 
1. a) Fibras naturais: algodão, lã, linho e seda; 
Fibras sintéticas: poliéster, nylon e acrílico. 
 b) Algodão e o linho. 
 
 
Atividade: Borracha natural e borracha vulcanizada 
(pág. 183) 
Questões 
1. 2-metil-buta-1,3-dieno 
2. 
 
160 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Atividade: Os vidros 
(pág. 187) 
Questões 
1. (C). 
2. Determina-se a quantidade de Na2O em 2000 g de vidron.o 321, Octobre 2004, Chimie des 
Matériaux Biomatériaux, textiles, batteries… De 
quoi seront-ils capables demain ? 
Número temático da revista, coordenado por 
Astrid Aron, dedicado à química de novos materiais 
considerados como materiais do futuro. São quatro 
os artigos de fundo apresentados abordando 
aspetos estruturais, aplicações e implicações, 
especialmente destinados a professores. 
 Emsley, J. (1991); The Elements, 2nd edition, 
Oxford: Oxford University Press. 
Livro de consulta sobre propriedades dos 
elementos químicos e de algumas das substâncias 
elementares e compostos. Importante para 
pesquisa dos alunos. 
 Emsley, J. (1998); Molecules at an Exibition. Oxford: 
Oxford University Press. 
Livro para professores onde se apresenta numa 
linguagem simples, despida de formalismos 
químicos e matemáticos, uma compilação de 
pequenos artigos que o autor foi escrevendo em 
jornais como «The Independent» ou jornais 
científicos como o «Chemistry in Britain», 
abordando de forma contextualizada algumas 
propriedades de moléculas específicas. Pode ser 
útil como fonte de informação para 
contextualização de alguns tópicos. Para todos 
os domínios. 
 Emsley, J. (2001); Nature's Building Blocks, an 
A-Z Guide to Elements. Oxford: Oxford 
University Press. 
Um livro muito importante que apresenta os 
elementos por ordem alfabética, indicando o 
nome, a ocorrência no cosmos, no corpo humano; 
salienta a importância da substância elementar 
correspondente como nutriente, como 
medicamento ao longo do tempo; refere a 
história, o seu papel na guerra, na economia e no 
ambiente; apresenta as principais propriedades, 
reações e isótopos e um uso invulgar da 
substância elementar correspondente; termina 
com a Tabela Periódica. 
 Fortes, M. A., Ferreira, P. J. (editores) (2004); 
Materiais Dois Mil. Lisboa: IST Press. 
Livro que oferece uma panorâmica sobre o 
estado atual da Ciência de Materiais, nos aspetos 
científico, tecnológico social e ambiental. Aborda 
todos os materiais, metais, cerâmicos, polímeros, 
compósitos e biomateriais. Livro de consulta para 
professores. 
 Freemantle, M. (1991); Chemistry in Action. 
London: Macmillan Education, Ltd. 
Livro para professores cujo objetivo é fazer um 
tratamento moderno, compreensivo e 
sistemático dos conceitos nucleares da Química. 
A obra foi também pensada para ajudar a 
desenvolver e estimular o interesse pela 
Química, dando imensos exemplos de Química 
em ação nos países desenvolvidos e em 
desenvolvimento para demonstrar a sua 
importância na indústria, sociedade, ambiente, 
história e literatura. Para todos os domínios. 
 Hall, N. (Ed.) (1999); The age of the molecule. 
London: Royal Society of Chemistry. 
Trata dos avanços da Química em vários 
domínios de aplicação desde a medicina aos 
novos materiais e aos novos desafios que se 
colocam à Química no século XXI. Para 
professores e alunos (mais interessados). Todos 
os domínios. 
 IUPAC Physical Chemistry Division (1993); 
Quantities, Units and Symbols in Physical 
Chemistry, 2nd edition, Oxford: Blackwell Scientific 
Publications. 
Livro de consulta, onde se encontram normas 
para nomes e simbologia de grandezas e 
unidades em Química – Física. Para todos os 
domínios. 
 Jones, A., Clemmet, M., Higton, A., Golding, E. 
(1999); Access to Chemistry. London: Royal 
Society of Chemistry. 
Livro para alunos (e professores) sobre conceitos 
centrais de Química, quer para estudos avançados, 
quer para outros onde a Química é uma disciplina 
subsidiária. Inclui aplicações da Química em 
domínios como a saúde, desporto, indústria e 
outros. Está organizado na perspetiva do auto-
estudo do aluno por módulos. Apresenta objetivos, 
teste para autodiagnóstico do nível de 
compreensão (com respostas adequadas) e ainda 
outras questões (sem resposta). Para todos os 
domínios. 
 Jones, L., Atkins, P. (1999); Chemistry: Molecules, 
matter and change. Basingstoke: Macmillan. 
Livro de Química Geral para professores, que 
contém uma grande riqueza de informação útil, 
ilustrações coloridas, sumários e questões no 
fim de cada capítulo. Contém dois CD, o 
primeiro chamado «Competências para a 
resolução de problemas», o qual contém 
algumas questões úteis, testes e vinte e dois 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 21 
excelentes vídeos de demonstrações 
laboratoriais de reações químicas. O segundo 
CD, chamado «Visualização», contém algumas 
animações e simulações. Para todos os 
domínios. 
 Reger, D., Goode, S., Mercer, E. (1997); Química: 
Princípios e Aplicações. Lisboa: Fundação 
Calouste Gulbenkian. 
Livro de Química Geral para professores, boa 
tradução, contendo algumas aplicações CTS em 
caixas separadas. Para todos os domínios. 
 Science & Vie, Hors Série (2003); Dossier 2003-
2100- Le Siècle du nucléaire. 
Contém uma série de artigos sobre a energia 
nuclear. 
 Selinger, B. (1998); Chemistry in the Marketplace, 
5th Edition. Sidney, Fort Worth, London, Orlando, 
Toronto: Harcourt Brace & Company. 
Tal como o autor a classifica, a obra é «Um guia 
turístico da Química». Tendo como pressupostos 
a necessidade de relevância social no ensino da 
Química, o autor faz uma incursão por temas 
variados de ligação da Química à vida do 
quotidiano Acrescenta ainda dez preciosos 
apêndices. Todos os domínios. 
 Snyder, C. H. (1995); The extraordinary chemistry 
of the ordinary things, second edition. New York, 
Chichester: John Wiley & Sons, Inc. 
Obra que partindo do princípio que vivemos as 
nossas vidas imersos em produtos químicos, 
assume que o modo mais efetivo para ensinar e 
aprender química é examinar produtos do 
quotidiano que afetam as pessoas e o 
ambiente e a partir deles chegar aos conceitos. 
Destinado a alunos e a professores, é muito útil 
para construção de materiais didáticos. Todos os 
domínios. 
 Summerlin R. L., Borgford C. L., Ealy J. B. (1996); 
Demonstrações de Química, Vol 2 - Uma fonte de 
ideias para professores. Lisboa: SPQ. 
Livro para professores. Tradução de uma edição 
da American Chemical Society com a descrição de 
diversas experiências para laboratório de química. 
 Swinfen, K. (Ed.) (2000); Signs, symbols and 
systematics. Hatfield: ASE. 
Livro para professores. Obra de referência sobre 
nomenclatura e unidades; índice e lista de 
substâncias com nomes tradicionais e 
sistemáticos. 
 The World Resources Institute (1992); World 
Resources 1992-93. New York, Oxford: Oxford 
University Press. 
Livro para professores que foca o desen-
volvimento sustentável, em apoio à UNCED 
(United Nations Conference on Environment and 
Development); foca também, em particular, os 
sérios problemas ambientais e de recursos da 
Europa Central, região do mundo que faz uma 
difícil transição para governos mais 
democráticos e para economias de mercado 
mais orientadas. Possui também uma base de 
dados sobre os recursos mundiais. 
 Tito & Canto, (1996); Química na Abordagem do 
cotidiano. S. Paulo: Editora Moderna. 
Livro para professores e alunos, que não sendo 
na linha CTS, apresenta muitos exemplos da 
vida do quotidiano e uma série de exercícios de 
enunciado muito original e atual 
 Zumdahl, S. S. (1997); Chemisty, Forth Edition. 
New York: Houghton Mifflin Company. 
Livro de Química Geral para professores e para 
consultas pontuais de alunos, que apresenta o 
desenvolvimento das teorias e modelos 
científicos com bastante rigor e espírito crítico. 
 
2 – Bibiografia Complementar 
 Bordado, J. C., Gil, M. H., Ferreira, P., Clara, M. N. 
(2004); Síntese de Poliuretanos. Aplicações. Em 
Seixas de Melo, J. S., Moreno, M. J., Burrows, H. 
D., Gil, M. H. (coord.), Química de Polímeros. 
Coimbra: Imprensa da Universidade, pp. 35-62. 
 Flieger, M., Kantorová, A., Prell, A., Rezanka, T., 
Votruba, J. (2003); Biodegradable Plastics from 
Renewable Sources. Folia Microbiol, 48 (1), pp. 27-
–44 (http://www.biomed.cas.cz/mbu/folia/) 
 Gil, M. H., Duarte, M. G, Ferreira, L., Geraldes, C. 
F. G., (2004); Biomateriais poliméricos. Em 
Seixas de Melo, J. S.,e depois a quantidade de Na2SO4 
(considerando-se a reação de decomposição do sulfato de sódio como completa). 
M(SiO2(Na2O)0,08(CaO)0,06) = 68,41 g mol–1; 
n(vidro) = 2000 g
68,41 g mol–1
 = 29,24 mol; 
n(Na2O) = 29,24 0,08 mol = 2,34 mol; 
n(Na2SO4) = 2,34 mol ; M(Na2SO4) = 142,04 g mol–1 
m(Na2SO4) = n(Na2SO4) M(Na2SO4) = 2,34 mol 142,04 g mol–1 = 332,4 g 
 
Pesquisa 
1. 
Tipo de vidro 
Composição 
Propriedades Aplicações 
SiO2 Na2O K2O 2O3 CaO B2O3 MgO PbO 
Vidro de 
quartzo 
 
Dilatação 
térmica muito 
baixa; 
transparência 
elevada 
Investigação; 
veículos 
espaciais 
Borossilicato 
Baixa expansão 
térmica; 
resistência 
química 
Recipientes de 
cozinha (pyrex); 
material de 
laboratório 
Cristal 
Brilhante e 
transparente 
Peças 
decorativas 
(cristal); lentes 
Aluminossilicato 
Capaz de 
suportar altas 
temperaturas 
Lâmpadas de 
halogéneo e de 
tungsténio 
Vitrocerâmica 
Capaz de 
suportar altas 
temperaturas; 
muito 
resistentes 
ao choque 
Placas de 
fogões; portas 
de lareira 
Sódico 
Fácil de 
trabalhar; 
grande 
durabilidade 
Garrafas; 
boiões; janelas; 
lâmpadas 
fluorescentes 
 
2. O vidro laminado utilizado nos para-brisas de automóveis é um vidro que, em caso de acidente, 
evita projeção de estilhaços. Tal sucede porque é constituído como uma verdadeira «sanduíche», 
com camadas alternadas de vidro plano e material polimérico. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 161 
Atividade: Poder revolucionário da nanotecnologia 
(pág. 201) 
Questões 
1. (B). 
 
Pesquisa 
1. Incluem-se na estratégia top-down as tecnologias de fabrico em que se «esculpe» a estrutura em 
foco a partir da «peça» microscópica. Para alcançar este feito, recorre-se à erosão por via 
química ou pulverização catódica, mas também à erosão por feixes moleculares e laser e à 
litografia por feixes ou microscopia de efeito túnel. 
A estratégia bottom-up envolve a construção de nanoestruturas, átomo a átomo ou molécula a 
molécula. Esta estratégia pode ser conseguida por recurso a três técnicas: síntese química, 
automontagem e montagem por posição. 
2. Consultar, por exemplo: 
http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/chemistry/laureates/2016/ 
162 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 11Q 
 
Ficha 1 – Estrutura e propriedades dos metais 
GRUPO I 
1.1 2 Li (s) + 2 H2O (l) 2 LiOH (aq) + H2 (g) 
1.2 Como o sódio se encontra no mesmo grupo que o 
potássio mas no período anterior, o número 
atómico do sódio é 11 (19 – 8). 11Na: 1s2 2s2 2p6 3s1 
2. a) II; b) IV; c) I; d) III 
3. (resposta a 3.1, 3.2, 3.3, 3.4 e 3.5) 
 
4. (D). 
5. (A). 
6. (D). 
Grupo II 
1. Ductilidade e elevada condutividade elétrica. 
2. Catião potássio, K+; anião dicromato, Cr2 O7
2– ; 
proporção entre aniões e catiões: 2 catiões para 1 
anião, ou seja, 2 : 1 
3.1 CaCO3 (s) e NaC (aq) 
3.2 (D). 
4. I. a); II. d); III. c); IV. b); V. d); VI. c) 
5. Reduzir o consumo de materiais, reutilizar e reciclar. 
 
Ficha 2 – Degradação dos metais 
GRUPO I 
1.1 NH : n.o.(N) + 4 × n.o.(H) = +1 n.o.(N) + 4 × (+1) 
= +1 n.o.(N) = –3; 
NO3
–: n.o.(N) + 3 × n.o.(O) = –1 n.o.(N) + 3 × (–2) 
= –1 n.o.(N) = +5; 
Variação do n.o.(N) = +5 – (–3) = +8 
1.2 Oxidação, pois o n.o.(N) aumenta. 
2. (D). 
3.1 2 A (s) + 3 Cu2+ (aq) 2 A 3+ (aq) + 3 Cu (s) 
3.2 Elemento A , pois foi o que se oxidou, obrigando 
Cu2+ a reduzir-se. 
4. (B). 
5. (A). 
GRUPO II 
1. (B). 
2.1 a) ânodo; b) cátodo. 
2.2 i. O zinco pode proteger o ferro porque tem maior 
propensão para se oxidar (maior poder redutor, 
menor poder oxidante do respetivo ião) que o 
ferro; 
ii. O chumbo não pode proteger o ferro porque 
tem menor propensão para se oxidar (menor 
poder redutor, maior poder oxidante do 
respetivo ião) que o ferro. 
2.3 Metal de sacrifício ou ânodo de sacrifício. 
 
Ficha 3 – Metais, ambiente e vida 
GRUPO I 
1.1 4 moléculas de água. 
1.2 Cobre. Carga +2. 
1.3 
 
 
2. O ligando forma um complexo muito estável com o 
iao Pb2+. 
3. Ni2+ (aq) + 6 H2O (l) [Ni(H2O)6]2+ 
4. Para o equilíbrio 
NH4
+ (aq) + H2O (l) NH3 (aq) + H3O+ (aq) 
e considerando o efeito de diluição de cada uma 
das soluções iniciais (volume final, 100 cm3), 
temos: 
NH3 e = 0,40 (40 cm3/100 cm3) = 0,16 e 
NH4
+
e = 0,30 (60 cm3/100 cm3) = 0,18 
Assim, a partir de 
Ka = 5,7 10–10 = 0,18 H3O
+
e / 0,16, vem 
H3O
+
e = 5,1 10–10 , e pH = 9,3. 
5.1 Dos dois iões do sal dissolvido 
NH4C (aq) NH4
+ (aq) + C – (aq) 
só NH4
+ se hidrolisa (C – é uma base extremamente 
fraca por ser conjugada de um ácido muito forte): 
NH4
+ (aq) + H2O (l) NH3 (aq) + H3O+ (aq) 
O ião NH4
+ (aq) comporta-se como ácido. 
5.2 Como =
| | × 
= 5,7 × 10 e sendo 
|NH | = |H O | = , 
|NH | = 0,20 = 0,20 vem: 
x2/0,20 = 5,7 10–10 x = 1,1 10–5 
e pH = –log (1,1 10–5) = 5,0 
Soluções das fichas formativas 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 163 
6. = =
×
, ×
= 5,7 × 10
 
|NH4
+|e = 0,10 – x = 0,10 vem: 
x2/0,10 = 5,7 10–10 x = 7,5 10–6 
e pH = –log (7,5 10–6) = 5,1 
7.1 Trata-se de uma solução em que são iguais as 
concentrações de NH4
+ e CH3CO2
–: 
NH4CH3CO2 NH4
+ (aq) + CH3CO2
– (aq) 
que, por sua vez, são um ácido 
NH4
+ (aq) + H2O (l) NH3 (aq) + H3O+ (aq) 
e uma base, 
CH3CO2
– (aq) + H2O (l) CH3CO2H (aq) + OH– (aq) 
Sucede que, acidentalmente, 
Ka(NH4
+) = 
Kw
Ka(NH3)
 e 
Kb CH3CO
2
–
=
Kw
Ka(CH3CO2H)
 são iguais , já que 
Kb(NH3) = Ka(CH3CO2H) 
Por isso |H3O
+|e = |OH–|e tal como em água pura. 
7.2 Existe uma elevada concentração de um par 
ácido-base, ainda que não seja um par conjugado. 
Uma adição de ácido é mitigada por reação com a 
base CH CO e uma adição de base é 
amortecida por reação com o ácido HH . 
8.1 A da dissociação completa de NaOH e a de 
CH3CO2
– (aq) + H2O (l) 
 CH3CO2H (aq) + OH– (aq) 
8.2 A base acetato é muito fraca: pode-se desprezar a 
respetiva contribuição. 
8.3 pOH = 2,0 e pH = 12 
9.1 Fórmula química do sal: KCN; 
fórmulas químicas dos iões: K+ e CN–. 
9.2 Só o ião CN–, que é uma base, se hidrolisa. 
9.3 CN– (aq) + H2O (l) HCN (aq) + OH– (aq) 
9.4 (1,0 10–14) / (6,2 10–10) = 1,6 10–5 
10.1 100% 
10.2 [C –] = 0,01 mol dm–3 
10.3 [HC ] = 0 mol dm–3 
GRUPO II 
1.1 (C). 
1.2 Aproximadamente 40 °C 
2.1 N2 (g) + 3 H2 (g) 
Fe
 2 NH3 (g) 
2.2 A extensão mantém-se. 
2.3 (C). 
Ficha 4 – Combustíveis fósseis: o carvão, o crude e o 
gás natural 
GRUPO I 
1. (B). 
2.1 Não. Um hidrocarboneto possui unicamente 
átomos de carbono e hidrogénio. 
2.2 
 
3. A. 4-cloropent-1-eno; B. 2,4-dimetil-hex-2,4-dieno 
4. 
 
5.1 Éter dimetílico. 
5.2 Pentan-1-ol. 
6.1 Monóxido de carbono: 
Oxigénio: 
6.2 
 
O átomo de oxigénio é mais eletronegativo do que o 
átomo de carbono. Espera-se uma polaridade no 
sentido C(+) — O(–). 
GRUPO II 
1. 1 atm = 760 mm Hg 100 mm Hg = 0,132 atm; 
n(hélio) = 2,00/4,00 = 0,50 mol; 
=
, × , ×
,
= 69 dm 
2. A temperatura absoluta T deve ser dupla, isto é, 
2 × (273 – 15) = 516 K = (516 – 273) °C = 243 °C 
3. =
×
, ×
= 3,6 g dm
 
4. =
, × , ×
= 22,4 dm 
 
A B 
 
164 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
 
Ficha 5 – De onde vem a energia dos combustíveis 
1. m(etanol) = × × M(etanol)
m(etanol) = × × , = 8,1 kg 
2. H = 822 – 283 – 2 266 = 7 kJ 
3. H = 177 – 95 – 286 = –204 kJ mol–1 
4. Hidrogénio: 
286 ×
 
, 
×
 
 
× 0,50 kg = 7,1 × 10 kJ 
Metano: 
890 ×
 
, 
×
 
 
× 0,50 kg = 2,8 × 10 kJ 
 
Ficha 6 – Materiais poliméricos 
1. (B). 
2.1 1500 
2.2 
2.3 M = 1500 (12,01 2 + 1,01 4) = 42 090 g mol–1 
3.1 Polimerização por reação de adição. 
3.2 
4. (B). 
5. (A). 
6. Vantagem: economia de matéria-prima e energia. 
Desvantagem: produto de menor qualidade. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 165 
 
Miniteste sobre a AL 1: Um ciclo do cobre 
Domínio 1: Metais e ligas metálicas 
Subdomínio 1.1: Estrutura e propriedades dos 
metais 
1. (D). 
2. (B). 
3. (C). 
4. (D). 
5. (D). 
6. (A). Areação envolvida na etapa III é uma reação 
de decomposição térmica, pois o hidróxido de 
cobre (II), por ação do calor, decompõe-se em 
óxido de cobre (II) e água. Classifica-se em 
endotérmica, de acordo com a energia posta em 
jogo na reação. 
7. 
7.1 (B). 
(%) =
Cuobtido
Cuinicial
× 100 =
0,302 g
0,376 g
× 100 = 80,3% 
7.2 (C). Na reação que envolve a adição de ácido 
sulfúrico (etapa IV) este não é o reagente limitante, 
pelo que o excesso deste reagente não interfere na 
massa de cobre obtida. Os factos descritos nas 
opções (B) e (D) iriam contribuir para que a massa 
de produto obtido fosse superior. 
8. Etapa I 
Cu (s) + 4 HNO (aq) 
 Cu(NO ) (aq) + 2 H O (l) + 2 NO (g) 
Etapa II 
Cu(NO ) (aq) + 2 NaOH (aq) 
 Cu(OH) (s) + 2 NaNO (aq) 
Etapa III 
Cu(OH) (s) CuO (s) + H O (l) 
Etapa IV 
CuO (s) + H SO (aq) CuSO (aq) + H O (l) 
Etapa V 
CuSO (aq) + Zn (s) Cu (s) + ZnSO (aq) 
 
Miniteste sobre a AL 3: Funcionamento 
de um sistema tampão 
Domínio 1: Metais e ligas metálicas 
Subdomínio 1.3: Metais ambiente e vida 
GRUPO I 
1. (B). 
2. (B). 
3. (C). 
4. (A). 
5. (D). 
6. (B). 
Na2CO3 (aq) + 2 HC (aq) 
2 NaC (aq) + H2O (l) + CO2 (g) 
HCl = 0,240 mol dm × 0,050 dm = 0,0120 mol 
De acordo com a relação estequiométrica: 
1 mol de Na2CO3 é estequiometricamente equivalente 
a 2 mol de HC 
Pelo que 
Na CO =
0,0120 mol
2
= 0,00600 mol 
 Na CO =
0,00600 mol
0,040 dm 
= 0,15 mol dm 
GRUPO II 
1. (C). 
2. (A). 
3.1 (D). 
3.2 (B). 
Miniteste sobre a AL 6: Determinação da entalpia 
de combustão de diferentes álcoois 
Domínio 2: Combustíveis, energia e ambiente 
Subdomínio 2.2: De onde vem a energia dos 
combustíveis 
1. (B). 
2.1 (A). 
2.2 (D). 
3. (D). 
4. (B). 
5.1 (C). 
5.2 (D). 
5.3 (A). 
% erro =
|1169 2021|
2021
× 100 = 42% 
6. Cálculo da energia transferida para a água 
= = 200 × 4,18 × (41,0 20,7) = 16,97 kJ 
Cálculo da quantidade de butan-1-ol consumido 
durante a combustão 
– – 58,25 57,42 = 0,83 g 
butan-1-ol =
0,83
74,14
= 0,01120 mol 
Cálculo da variação de entalpia de combustão do 
butan-1-ol 
c = =
16,97
0,01120
= 1,52 × 10 kJ mol– 
Soluções dos Minitestes 
166 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Critérios específicos de classificação do Teste de avaliação 1 
Grupo I 
1. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) Os elementos metálicos têm baixas energias de ionização, o que significa que originam 
facilmente iões positivos, e baixas afinidades eletrónicas, o que significa que não originam 
facilmente iões negativos. 
B) Os elementos não metálicos têm elevadas energias de ionização, o que significa que não 
originam facilmente iões positivos, e elevadas afinidades eletrónicas, o que significa que 
originam mais facilmente iões negativos. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
12 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
9 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
6 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
2.1 (D) a energia da primeira ionização do elemento Z é superior à do elemento X. ------------- 8 pontos 
2.2 i ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) O grupo do elemento é determinado pelo número de eletrões de valência ((n – 1)d ns) e o 
período determinado pelo número de níveis de energia pelos quais se distribuem os 
eletrões, o que significa que o elemento Z pertence ao grupo 6 e ao 5.o período. 
B) O bloco da Tabela Periódica é denominado de acordo com o tipo de orbital que está em 
preenchimento ou a última que foi preenchida, o que significa que o elemento Z se localiza 
no bloco d. 
 
Critérios específicos de classificação 
dos Testes de avaliação 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 167 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
12 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
9 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
6 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
2.2 ii ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) Estabilidade adicional para os átomos de um elemento com o semipreenchimento integral 
de um tipo de orbitais (regra de Hund). 
B) Assim, a ocorrência de um estado com seis eletrões com o mesmo spin, um por cada orbital 
de valência, confere particular estabilidade ao elemento Z. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
12 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
9 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
6 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
2.3 (C) baixa energia da ionização e baixa eletroafinidade. --------------------------------------------- 8 pontos 
Grupo II 
1. (C) I – cristal metálico II – cristal molecular III – cristal covalente IV – cristal iónico ----------- 8 pontos 
2.1 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 16 pontos 
Tópicos de referência: 
A) Os eletrões de valência dos átomos dos metais estão pouco atraídos aos núcleos nos 
átomos, o que significa uma maior mobilidade, podendo ficar deslocalizados do átomo 
primitivo, sendo partilhados por mais do que um átomo. 
B) Os eletrões de valência constituem uma nuvem ou «mar» de carga elétrica negativa que 
abrange todo o cristal e onde se inserem os cernes atómicos de carga positiva. 
168 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
C) A estabilidade da ligação metálica resulta das interações (atrações) entre os eletrões de 
valência e os cernes dos átomos do metal, que se sobrepõem às repulsões entre os cernes 
de carga positiva e às dos eletrões de valência partilhados. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
6 A resposta integra os três tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
16 
5 A resposta integra os três tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
13 
4 A resposta integra apenas dois tópicos de referência, com organização 
coerente dos conteúdos e linguagem científica adequada. 
10 
3 A resposta integra apenas dois tópicos de referência, com falhas na 
organização dos conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
8 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
5 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
2.2 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 16 pontos 
Tópicos de referência: 
A) Maleabilidade. Propriedade que permite reduzir os metais a chapas e lâminas bastante finas.B) As ligações entre os átomos de um metal não estão dirigidas entre átomos específicos. 
C) Assim, uma força aplicada pode fazer deslocar as camadas de cernes atómicos umas em 
relação às outras no «mar» de eletrões de valência, sem rutura das ligações. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
6 A resposta integra os três tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
16 
5 A resposta integra os três tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
13 
4 A resposta integra apenas dois tópicos de referência, com organização 
coerente dos conteúdos e linguagem científica adequada. 
10 
3 A resposta integra apenas dois tópicos de referência, com falhas na 
organização dos conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
8 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
5 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
3.1 (C) a grafite, contrariamente ao diamante, é um bom condutor elétrico. ---------------------- 8 pontos 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 169 
3.2 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) O diamante é um cristal covalente em que os átomos de carbono se encontram ligados por 
ligações covalentes. 
B) A ligação covalente entre cada átomo de carbono e outros quatro átomos possibilita a 
formação de uma estrutura contínua e de elevada coesão, o que determina a extrema 
dureza e o elevado ponto de fusão do diamante. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
12 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
9 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
6 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
4.1 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) Não contribui para o consumo/esgotamento dos recursos naturais usados para a obtenção 
do metal cobre. 
B) Permite uma grande economia de consumos energéticos, dado que requer menos energia 
do que a necessária para produzir o metal a partir do minério. 
C) Contribui para a redução de resíduos, minimizando os impactos ambientais negativos. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
3 A resposta integra os três tópicos de referência. 12 
2 A resposta integra apenas dois tópicos de referência. 9 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência. 4 
 
4.2 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 10 pontos 
A estrutura cristalina característica dos metais não se degrada com as transformações a que o 
metal é sujeito durante o processo de reciclagem. 
 
170 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Grupo III 
1.1 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) O2 (g) + 2 H2O (l) + 4 e– 4 OH– (aq) 
B) A redução do oxigénio é favorecida com a diminuição do pH do meio. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
12 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
9 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
6 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
1.2 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) A presença de substâncias iónicas (como NaC ) favorece a corrosão do ferro. 
B) A presença de substâncias iónicas aumenta a condutividade elétrica da solução facilitando 
a migração dos iões. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
12 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
9 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
6 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
2.1 --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 8 pontos 
 n.o.(Cr) = (+3 – (+6)) = –3 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 171 
2.2 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 16 pontos 
Etapas de resolução: 
Acerta a semirreação de oxidação: 
6 Fe2+ (aq) 6 Fe3+ (aq) + 6 e– ------------------------------------------------------------------------- 4 pontos 
Acerta a semirreação de redução: 
Cr2O (aq) + 14 H+ (aq) + 6 e– 2 Cr3+ (aq) + 7 H2O (l) ----------------------------------------- 8 pontos 
Obtém a equação global: 
6 Fe2+ (aq) + Cr2O (aq) + 14 H+ (aq) 6 Fe3+ (aq) + 2 Cr3+ (aq) + 7 H2O (l) --------------- 4 pontos 
3.1 (D) dióxido de carbono, oxigénio e água. --------------------------------------------------------------- 8 pontos 
3.2 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 10 pontos 
A ação oxidante do oxigénio é favorecida com a diminuição do pH do meio. No entanto a 
formação da patine (Cu(OH)2CO3) implica suficiente concentração de OH– e CO3
2–, pelo que a 
formação deste produto de corrosão é favorecida em meios menos ácidos. 
 
172 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Critérios específicos de classificação do Teste de avaliação 2 
Grupo I 
1. (C) na célula representada no esquema I ocorre uma reação de oxidação-redução espontânea. 
 -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 8 pontos 
2.1 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 16 pontos 
Tópicos de referência: 
A) O sentido do movimento dos eletrões é do elétrodo de hidrogénio para o elétrodo de 
prata. 
B) Os eletrões deslocam-se do elétrodo (negativo) onde ocorre a semirreação de oxidação 
para o elétrodo (positivo) onde ocorre a semirreação de redução. 
C) Assim, o elétrodo de hidrogénio funciona como ânodo e o elétrodo de prata funciona 
como cátodo. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
6 A resposta integra os três tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
16 
5 A resposta integra os três tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
13 
4 A resposta integra apenas dois tópicos de referência, com organização 
coerente dos conteúdos e linguagem científica adequada. 
10 
3 A resposta integra apenas dois tópicos de referência, com falhas na 
organização dos conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
8 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
5 
1 A resposta integra apenas um dostópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
2.2 --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 8 pontos 
2 Ag+ (aq) + H2 (g) 2 Ag (s) + 2 H+ (aq) 
2.3 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) Os iões prata, Ag+, da solução de nitrato de prata, sofrem redução, originando a diminuição 
das cargas positivas na solução. 
B) Assim, os catiões da ponte salina deslocam-se para a solução de nitrato de prata, assegurando 
a eletroneutralidade da solução do elétrodo. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 173 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
12 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
9 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
6 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
2.4 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 10 pontos 
Pt (s)|H2 (g), 1 atm|H+ (aq), 1 mol dm–3||Ag+ (aq), 1 mol dm–3|Ag (s) 
2.5 (D) o potencial padrão de redução do por (Ag+/Ag) tem o valor 0,80 V. ------------------------ 8 pontos 
3.1 i. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 16 pontos 
Tópicos de referência: 
A) A barra de chumbo funciona como ânodo, significa que o chumbo sofre oxidação. 
B) Os iões dos metais que poderão funcionar como cátodo têm que ter maior potencial 
normal de redução (potencial de elétrodo) que os iões chumbo, e quanto maior for a 
diferença entre os potenciais de elétrodo maior será a diferença de potencial da célula. 
C) Assim, o metal que deve ser usado como cátodo é a prata. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
6 A resposta integra os três tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
16 
5 A resposta integra os três tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
13 
4 A resposta integra apenas dois tópicos de referência, com organização 
coerente dos conteúdos e linguagem científica adequada. 
10 
3 A resposta integra apenas dois tópicos de referência, com falhas na 
organização dos conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
8 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
5 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
 
174 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
3.1 ii. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 16 pontos 
Tópicos de referência: 
A) A barra de chumbo funciona como cátodo, significa que os iões chumbo sofrem redução. 
B) Os iões dos metais que poderão funcionar como ânodo têm que ter menor potencial 
normal de redução (potencial de elétrodo) que os iões chumbo, e quanto maior for a 
diferença entre os potenciais de elétrodo maior será a diferença de potencial da célula. 
C) Assim, o metal que deve ser usado como ânodo é o alumínio. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
6 A resposta integra os três tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
16 
5 A resposta integra os três tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
13 
4 A resposta integra apenas dois tópicos de referência, com organização 
coerente dos conteúdos e linguagem científica adequada. 
10 
3 A resposta integra apenas dois tópicos de referência, com falhas na 
organização dos conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
8 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
5 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
3.2 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Fatores a indicar: 
Temperatura ----------------------------------------------------------------------------------------------- 4 pontos 
Natureza dos elétrodos ---------------------------------------------------------------------------------- 4 pontos 
Concentração dos iões envolvidos na reação ------------------------------------------------------ 4 pontos 
Grupo II 
1. (D) A carga de um ião complexo, resulta da carga do ião metálico e das cargas dos ligandos, 
ficando repartida por todo o ião complexo. ------------------------------------------------------- 8 pontos 
2.1 (B) número de oxidação 6, tendo o metal número de oxidação +2.------------------------------ 8 pontos 
2.2 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) Os ligandos presentes no complexo A são bidentados. 
B) Os ligandos presentes no complexo B são monodentados. 
C) Os ligandos presentes nos complexos C e D são polidentados. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 175 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
3 A resposta integra os três tópicos de referência. 12 
2 A resposta integra apenas dois tópicos de referência. 9 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência. 4 
 
2.3 (C) A, C e D. ----------------------------------------------------------------------------------------------------- 8 pontos 
2.4 (A) D … C. ------------------------------------------------------------------------------------------------------- 8 pontos 
3.1 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
 
3.2 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 16 pontos 
Etapas de resolução: 
Obtenção da equação que descreve a reta de calibração (A 0,1817 c + 0,0006) ------ 3 pontos 
Determinação da concentração de ferro na solução de amostra preparada 
(c = 0,269 – 0,0006
0,1817
 = 1,48 mg dm–3) ---------------------------------------------------------------------- 8 pontos 
Determinação da concentração total de ferro na amostra de água em estudo 
(c 1,48 mg dm–3 5 7,40 mg dm–3) --------------------------------------------------------------- 5 pontos 
3.3 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 10 pontos 
Para 510 nm ocorre o máximo de absorção para soluções aquosas do complexo [Fe(fen)3]2+. 
3.4 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 10 pontos 
A não utilização de um feixe de luz monocromático e a utilização de células sujas ou com 
superfícies não uniformes. 
 
176 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Critérios específicos de classificação do Teste de avaliação 3 
Grupo I 
1. (D) Mg, Zn, Cu e V ---------------------------------------------------------------------------------------------- 8 pontos 
2. (B) quatro ... ferro (II) ... oxigénio. ------------------------------------------------------------------------- 8 pontos 
3.1 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 10 pontos 
pH 7,4. Observando o gráfico, para qualquer valor de O a percentagem de oxigénioligado é 
sempre maior para pH 7,4 do que para pH 7,2. 
3.2 i. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 4 pontos 
A percentagem de oxigénio ligado à hemoglobina é 20%. 
3.2 ii. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
(A) A afinidade da hemoglobina pelo oxigénio depende do pH do meio. 
(B) Para valores de pH inferiores a afinidade da hemoglobina pelo oxigénio diminui, o que 
facilita a libertação de oxigénio nas células. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
12 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
9 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
6 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
4. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) A ligação de uma molécula de oxigénio num grupo hemo afeta as ligações seguintes, ou 
seja, a primeira ligação aumenta a afinidade da hemoglobina pelo oxigénio nos restantes 
grupos hemo. 
B) Assim, a ligação de uma molécula de oxigénio num grupo hemo aumenta a tendência para 
a ligação no segundo grupo, a do segundo aumenta a tendência para a ligação no terceiro 
e a do terceiro aumenta a tendência para a ligação no quarto. 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 177 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
12 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
9 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
6 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
Grupo II 
1.1 (C) básicas, devido ao facto de o ião Ca2+ (aq) não se hidrolisar e o ião C O– (aq) 
se hidrolisar como base. ----------------------------------------------------------------------------------- 8 pontos 
1.2 (D) ligeiramente básico. ------------------------------------------------------------------------------------- 8 pontos 
2. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 16 pontos 
Tópicos de referência: 
A) O ião nitrato é uma base extremamente fraca (base conjugada de um ácido forte, HNO3), 
pelo que não se hidrolisa. 
B) O ião [Fe(H2O)6]3+ hidrolisa-se como ácido, pois o valor de Ka é superior ao de Kw. 
[Fe(H2O)6]3+ (aq) + H2O (l) [Fe(OH)(H2O)5]2+ (aq) + H3O+ (aq) 
C) Assim, a concentração do ião H3O+ será superior à do ião OH– e, como tal, a solução será 
ácida. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
6 A resposta integra os três tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
16 
5 A resposta integra os três tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
13 
4 A resposta integra apenas dois tópicos de referência, com organização 
coerente dos conteúdos e linguagem científica adequada. 
10 
3 A resposta integra apenas dois tópicos de referência, com falhas na 
organização dos conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
8 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
5 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
178 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
3.1 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 16 pontos 
Tópicos de referência: 
A) O hidróxido de sódio e o acetato de sódio são muito solúveis em água, pelo que se 
encontram totalmente dissociados em solução: 
NaOH (aq) Na+ (aq) + OH– (aq) 
NaCH3CO2 (aq) Na+ (aq) + CH3CO2
– (aq) 
B) O ião sódio não sofre hidrólise (ou não reage com a água), enquanto o ião acetato sofre 
hidrólise, pois o valor de Kb(5,6 10–10) é superior ao de Kw. 
CH3CO2
– (aq) + H2O (l) CH3CO2H (aq) + OH– (aq) 
Na solução de hidróxido de sódio [OH–] [NaOH]; na solução de acetato de sódio 
[OH–] [CH3CO2
–], isto é, [OH–]de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
4.1 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) De acordo com o Princípio de Le Châtelier, a diminuição da concentração de CO2 no 
sangue, devida ao aumento da frequência respiratória, desloca os referidos equilíbrios no 
sentido inverso. 
B) Conclui-se que se deverá verificar uma subida do valor de pH do sangue. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
12 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
9 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
6 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
4.2 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
180 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Etapas de resolução: 
Identificação do equilíbrio a considerar: 
H2CO3 (aq) + H2O (l) HCO3
– (aq) + H3O+ (aq) --------------------------------------------------- 4 pontos 
Determinação da razão 
[HCO ]
[H CO ]
 no sangue: 
HCO–
|H CO |
= 11 (Ka =
HCO–
 × H O
|H CO |
 4,3 × 10–7 =
HCO–
 × , × –
|H CO |
 ) ---------------------- 8 pontos 
Grupo III 
1. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 10 pontos 
Tópicos de referência: 
A) Temperatura baixa. As temperaturas a que ocorrem as reações biológicas, no organismo 
humano, situam-se à volta de 37 C. 
B) Baixas concentrações dos constituintes celulares. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
2 A resposta integra apenas dois tópicos de referência. 10 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência. 5 
 
2. (C) a velocidade da reação sem alterar a sua extensão. ---------------------------------------------- 8 pontos 
3. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) A espécie química que funciona como catalisador é o ião Fe3+, pois participa na reação, mas 
é regenerado na segunda etapa. 
B) Catálise homogénea, pois o catalisador e os reagentes encontram-se na mesma fase. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
12 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
9 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
6 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 181 
4. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) 2 CO (g) + O2 (g) 2 CO2 (g) 
B) Catálise heterogénea, pois o catalisador e os reagentes se encontram em estados físicos 
diferentes: a platina (catalisador) é solida e o monóxido de carbono e oxigénio (reagentes) 
são gasosos. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
2 A resposta integra apenas dois tópicos de referência. 12 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência. 7 
 
182 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Critérios específicos de classificação do Teste de avaliação 4 
Grupo I 
1.1 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) As diferentes frações do petróleo bruto são constituídas por hidrocarbonetos que têm 
diferentes pontos de ebulição. 
B) A técnica mais adequada para proceder à separação das diferentes frações é a da destilação 
fracionada, pois os pontos de ebulição das diferentes frações têm valores próximos. 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
12 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
9 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
6 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
1.2 (D) Gás natural, gasolina, gásoleo e alcatrão. ---------------------------------------------------------- 8 pontos 
2.1 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 16 pontos 
Tópicos de referência: 
A) I – reação de cracking catalítico; II – reação de isomerização. 
B) Nas reações de cracking, moléculas grandes são convertidas em moléculas mais pequenas. 
C) Nas reações de isomerização obtêm-se hidrocarbonetos ramificados a partir de 
hidrocarbonetos lineares. 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
6 A resposta integra os três tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
16 
5 A resposta integra os três tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
13 
4 A resposta integra apenas dois tópicos de referência, com organização 
coerente dos conteúdos e linguagem científica adequada. 
10 
3 A resposta integra apenas dois tópicos de referência, com falhas na 
organização dos conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
8 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
5 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 183 
2.2.1 ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 10 pontos 
Tópicos de referência: 
A) Fórmula estrutural é 
 
B) Ciclopropano. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
2 A resposta integra os dois tópicos de referência. 10 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência. 6 
 
2.2.2 ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) Fórmula de estrutura e nome de um dos álcoois: 
 
B) Fórmula de estrutura e nome do isómero de posição: 
 
C) Fórmula de estrutura e nome do isómero de grupo funcional: 
 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
3 A resposta integra os três tópicos de referência. 12 
2 A resposta integra apenas dois tópicos de referência. 9 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência. 4 
 
Metoxietano 
ou éter etílico e metílico 
Propan-2-ol Propan-1-ol 
Propan-2-ol Propan-1-ol 
184 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
3. (B) heptano e 2,2,4-trimetilpentano ---------------------------------------------------------------------- 8 pontos 
4.1 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A 
 
D 
 
B But-1-eno. Alceno. 
C But-2-ino. Alcino. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os quatro tópicos de referência. 12 
3 A resposta integra apenas três tópicos de referência. 10 
2 A resposta integra apenas dois tópicos de referência. 61 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência. 3 
 
4.2 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) Isomeria de cadeia significa que a cadeia de átomos de carbono tem extensões diferentes. 
B) O composto B apresenta os seguintes isómeros de cadeia: 
 
 
Hidrocarboneto aromático. 
Alcano/Cicloalcano. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 185 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
12 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
9 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
6 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
5.1 --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 8 pontos 
 
5.2 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) É possível escrever duas estruturas de Lewis (ou Kekulé) igualmente válidas para o 
benzeno, o que significa, de acordo com o conceito de ressonância, que a molécula de 
benzeno é um híbrido de ressonância dessas duas estruturas. 
B) Assim, para representar a fórmula de estrutura do benzeno considera-se simultaneamente 
as duas fórmulas de Kekulé, pelo que as seis ligações carbono-carbono são todas idênticas. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
12 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
9 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
6 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
 
186 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
5.3 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 16 pontos 
Tópicos de referência: 
A) Na molécula de benzeno há 30 eletrões de valência, sendo 12 os eletrões responsáveis 
pelas ligações (simples) C–H, e os restantes 18 responsáveis pelas seis ligações carbono-
-carbono. 
B) O benzeno é um híbrido de ressonância, o que significa que as seis ligações carbono-
-carbono são todas idênticas, o que implica um efeito ligante de três eletrões por cada. 
C) Assim, a ligação carbono-carbono no benzeno tem um comprimento de ligação menor 
(ligação mais forte) do que uma ligação simples, mas maior (ligação mais fraca) do que o 
comprimento de uma ligação dupla. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
6 A resposta integra os três tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
16 
5 A resposta integra os três tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
13 
4 A resposta integra apenas dois tópicos de referência, com organização 
coerente dos conteúdos e linguagem científica adequada. 
10 
3 A resposta integra apenas dois tópicos de referência, com falhas na 
organização dos conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
8 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
5 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
Grupo II 
1.1 (C) A polaridade de uma molécula poliatómica é consequência da polaridade das ligações e da 
geometria da molécula -------------------------------------------------------------------------------------- 8 pontos 
1.2 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Etapas de resolução: 
Representação dos momentos dipolares das ligações carbono-hidrogénio --------------- 6 pontos 
 
Determinação do momento dipolar resultante 
( r = + + + + + = 0) ------------------------------------------------ 6 pontos 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 187 
2.1 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 10 pontos 
1 – Manta de aquecimento; 2 – Balão de destilação; 3 – Coluna de Vigreux (ou coluna de 
fracionamento ou coluna de destilação); 4 – Termómetro; 6 – Condensador; 7 – Proveta 
 
Número de designações corretas Cotação 
5 ou 6 10 pontos 
2 ou 4 5 pontos 
0 ou 1 0 pontos 
 
2.2 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) Na coluna de Vigreux o vapor da mistura condensa e evapora em ciclos sucessivos (refluxo). 
B) O refluxo permite a separação do vapor em várias frações (os vários componentes da 
mistura), baseada na diferença de volatilidade dos componentes. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
12 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
9 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
6 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
2.3 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 10 pontos 
A saída e entrada de água. 
2.4 i. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 10 pontos 
Os pontos de ebulição para cada um dos componentes da mistura. 
2.4 ii. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) O componente mais volátil é o de menor ponto de ebulição (primeiro a ser separado) e o 
menos volátil é o de maior ponto de ebulição (último a ser separado). 
B) Assim, a – etanol; b – propan-1-ol e c – butan-1-ol. 
 
188 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
12 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
9 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
6 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 189 
Critérios específicos de classificação do Teste de avaliação 5 
Grupo I 
1.1 (C) altas temperaturas e baixas pressões. --------------------------------------------------------------- 8 pontos 
1.2 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 16 pontos 
Etapas de resolução: 
Determinação das quantidades de hidrocarboneto e de O2 que reagiram, a partir 
da equação dos gases ideais nCnH2n+2 = 0,0410 mol; nO2 = 0,205 mol ---------------------- 4 pontos 
Determinação da quantidade de hidrocarboneto que reage, com base na relação 
estequiométrica nCnH2n+2 = 
0,410
3n+1
mol ----------------------------------------------------------------6 pontos 
Determinação da fórmula molecular a partir do cálculo do coeficiente 
n 0,410
3n+1
mol = 0,0410 mol n = 3 C3H8 ------------------------------------------------------ 6 pontos 
1.3 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 10 pontos 
Sendo a quantidade de gás e o volume constantes, a pressão é diretamente proporcional à 
temperatura absoluta, pelo que a pressão aumenta. 
1.4.1 ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 10 pontos 
Etapas de resolução: 
Determinação do volume do hidrocarboneto no estado A, a partir do gráfico, 
(V 11,2 dm3) e da temperatura em kelvin (T 273 K) ----------------------------------------- 3 pontos 
Determinação da quantidade de hidrocarboneto gasoso, a partir da equação dos 
gases ideais (n 0,5 mol) ------------------------------------------------------------------------------- 7 pontos 
1.4.2 ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 10 pontos 
Etapas de resolução: 
Determinação da relação entre a pressão e o volume do estado A e a pressão e o 
volume do estado B, a partir da equação dos gases ideais 
pAVA = nRT ; pBVB = nRT pAVA = pBVB ------------------------------------------------------- 5 pontos 
Determinação da pressão em B (pB 0,5 atm ou 380 mm Hg) ----------------------------------- 5 pontos 
1.4.3 ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Etapas de resolução: 
Determinação da relação entre a massa volúmica e a massa molar do 
hidrocarboneto, a partir da equação dos gases ideais = 
pM
RT
 ----------------------------- 5 pontos 
Determinação da massa molar do hidrocarboneto 
M =
RT
p
=
2,5 × 0,082 × 273
1
 = 56 g mol–1 ------------------------------------------------------------ 7 pontos 
190 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
2. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 16 pontos 
Tópicos de referência: 
A) De acordo com o gráfico, à medida que aumenta o tamanho da cadeia carbonada 
(aumento do número de átomos de carbono na molécula), aumenta o ponto de ebulição. 
B) As moléculas dos alcanos são apolares, pelo que as interações intermoleculares nestes 
hidrocarbonetos são exclusivamente forças de dispersão de London (interação dipolo 
instantâneo-dipolo induzido). 
C) Assim, com o aumento da cadeia carbonada, aumenta a polarizabilidade das moléculas e, 
consequentemente, as forças de dispersão, o que implica um aumento do ponto de 
ebulição. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
6 A resposta integra os três tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
16 
5 A resposta integra os três tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
13 
4 A resposta integra apenas dois tópicos de referência, com organização 
coerente dos conteúdos e linguagem científica adequada. 
10 
3 A resposta integra apenas dois tópicos de referência, com falhas na 
organização dos conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
8 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
5 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
3. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 16 pontos 
Tópicos de referência: 
A) As interações intermoleculares são exclusivamente forças de dispersão de London 
(interação dipolo instantâneo-dipolo induzido), pois as moléculas são apolares. 
B) A intensidade das forças intermoleculares depende da forma das moléculas dos dois 
isómeros. 
C) A forma esférica das moléculas do composto A ajusta-se melhor pelo que interatuam mais 
eficazmente, e, consequentemente, as forças intermoleculares são mais intensas o que 
implica um aumento do ponto de ebulição. 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 191 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
6 A resposta integra os três tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
16 
5 A resposta integra os três tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
13 
4 A resposta integra apenas dois tópicos de referência, com organização 
coerente dos conteúdos e linguagem científica adequada. 
10 
3 A resposta integra apenas dois tópicos de referência, com falhas na 
organização dos conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
8 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
5 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
4. (B) PE(metoximetano)A) No ponto de equivalência o ácido e a base reagiram completamente de acordo com a relação 
estequiométrica e, sendo a reação exotérmica, ter-se-á libertado o máximo de energia. 
B) Assim, o ponto de equivalência corresponde à temperatura mais elevada (28,9 C) registada no 
decorrer da titulação. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
12 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
9 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
6 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 193 
3.3.4 ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 16 pontos 
Etapas de resolução: 
Determinação da massa de solução (m = × V = 1,037 × 50 = 51,85 g) ------------------- 4 pontos 
Determinação do calor absorvido pela solução (Q = m c t = 1,280 kJ) --------------------- 4 pontos 
Determinação da quantidade de NaOH (ou de HC , ou de H2O) que reagiu 
(n = c V = 0,025 mol) ----------------------------------------------------------------------------------- 4 pontos 
Determinação do calor libertado na reação ( Hneutralização = –Q
n
 = 51,2 kJ mol–1) -------- 4 pontos 
3.3.5 ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 10 pontos 
% erro = 
|51,2 – 57,3|
57,3
 × 100 = 10,6% 
 
194 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Critérios específicos de classificação do Teste de avaliação 6 
Grupo I 
1.1 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 16 pontos 
Tópicos de referência: 
A) Os dois combustíveis têm o mesmo número de átomos de carbono, mas no metanol já existe 
um átomo de oxigénio ligado ao átomo de carbono. 
B) Na reação de combustão de um combustível verifica-se a oxidação dos átomos de carbono. 
C) No caso do metanol, o átomo de carbono já se encontra parcialmente oxidado, pelo que a 
sua combustão fornece menos energia. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
6 A resposta integra os três tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
16 
5 A resposta integra os três tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
13 
4 A resposta integra apenas dois tópicos de referência, com organização 
coerente dos conteúdos e linguagem científica adequada. 
10 
3 A resposta integra apenas dois tópicos de referência, com falhas na 
organização dos conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
8 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
5 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
1.2 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Etapas de resolução: 
Determinação da entalpia de formação dos reagentes 
( fH°(CH3OH) + fH°(O2) = –238,9 kJ) -------------------------------------------------------------- 3 pontos 
Determinação da entalpia de formação dos produtos 
( fH°(CO2) + 2 fH°(H2O) = –877,1 kJ) ------------------------------------------------------------- 3 pontos 
Determinação da entalpia de combustão 
( cH° = –877,1 – (–238,9) = –638,2 kJ mol–1) ------------------------------------------------------- 3 pontos 
Conclusão: o poder energético do metano é maior do que o do metanol, pois tem 
maior entalpia padrão de combustão, em valor absoluto. ------------------------------------- 3 pontos 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 195 
1.3 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 16 pontos 
Etapas de resolução: 
Associação correta dos valores de H°a cada uma das equações químicas que, 
rearranjadas, conduzem à equação da reação de preparação do metanol ---------------- 8 pontos 
Aplicação da Lei de Hess ( rH = 2 H ° + 2 H ° + H ° ) ------------------------------------ 4 pontos 
Cálculo da entalpia padrão da reação de formação do metanol ( fH = 328 kJ) ------- 4 pontos 
2. (D) H4 é a entalpia de combustão do etanol. --------------------------------------------------------- 8 pontos 
3. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 16 pontos 
Etapas de resolução: 
Equação química da formação de CO2 e H2O a partir das respetivas substâncias elementares 
(3 C (s) + 4 H2 (g) + 5 O2 (g) 3 CO2 (g) + 4 H2O (l)) ------------------------------------------ 5 pontos 
Determinação de H1 
( H1 = 3 × fH °(CO2) + 4 × fH °(H2O (l))– 0 = –2326 kJ) -------------------------------------- 6 pontos 
Determinação da entalpia de formação do propano, H2 
( H2 = H1 – H3 = –126 kJ) ----------------------------------------------------------------------------- 5 pontos 
Grupo II 
1.1 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 10 pontos 
Tópicos de referência: 
A) A celulose é um polímero natural e a viscose é um polímero artificial. 
B) Nylon, poliestireno e poliéster são polímeros sintéticos. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
10 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
8 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
5 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
1.2 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) Polímeros naturais são macromoléculas existentes em materiais naturais e os artificiais são 
obtidos a partir de polímeros naturais, por reação química. 
B) Polímeros sintéticos são obtidos por reação de síntese a partir de monómeros. 
196 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
12 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
9 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
6 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
2.1 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Etapas de resolução: 
Determinação da massa molar do motivo (M 68,13 g mol–1) -------------------------------- 6 pontos 
Determinação do grau de polimerização (5,0 105 g mol–1
, l–1
 = 7339) ------------------------------ 6 pontos 
2.2 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 10 pontos 
Tópicos de referência: 
A) Homopolímero. 
B) É obtido a partir de um só tipo de monómero. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada.10 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
8 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
5 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
2.3 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) Polimerização por reação de adição. 
B) Há transformação de ligações duplas C C em ligações simples C C e um aumento do 
número de átomos ligados a um dado átomo de carbono. 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 197 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
12 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
9 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
6 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
2.4 (B) das poliolefinas. ------------------------------------------------------------------------------------------- 8 pontos 
3.1 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) 
 
 
B) 
 
 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
12 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
9 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
6 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
3.2 i ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 10 pontos 
É sintetizado a partir de dois tipos de monómeros. 
 
Grupo carboxilo 
Grupo amina 
198 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
3.2 ii ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 12 pontos 
Tópicos de referência: 
A) O kevlar é obtido a partir da ligação entre grupos funcionais diferentes, presentes nos 
monómeros (um diácido e uma diamina). 
B) Dá origem, em simultâneo, à formação de outras moléculas, neste caso, água. 
 
Níveis Descritores do nível de desempenho Cotação 
4 A resposta integra os dois tópicos de referência, com organização coerente dos 
conteúdos e linguagem científica adequada. 
12 
3 A resposta integra os dois tópicos de referência, com falhas na organização dos 
conteúdos ou na utilização da linguagem científica. 
9 
2 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com linguagem 
científica adequada. 
6 
1 A resposta integra apenas um dos tópicos de referência, com falhas na 
utilização da linguagem científica. 
3 
 
3.3 --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 8 pontos 
Grupo funcional amida. 
3.4 --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 8 pontos 
Grupo carboxilo (diácido) e grupo hidroxilo (diálcool). 
4.1 (B) a – linear, b – reticulada, c – ramificada. ----------------------------------------------------------- 8 pontos 
4.2 (A) reticulada suporta temperaturas elevadas sem deformação ou fusão. -------------------- 8 pontos 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 199 
 
Almeida, B. (2004), Fundamentos de Química 
Orgânica e Inorgânica, Lisboa, Edições Sílabo 
Almeida, G. (2002), Sistema Internacional de 
Unidades, 3.a Ed., Lisboa, Plátano Edições 
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Atkins, P. (2011), Físico-Química – Fundamentos, 
5.a Ed., Rio de Janeiro, LTC Editora 
Atkins, P. W. (2001), O Reino dos Elementos, 
Lisboa, Temas e Debates 
Baird, C. (2002), Química Ambiental, 2.a Ed., Porto 
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Barralis, J.; Maedger, G. (2005), Prontuário de 
Metalurgia, Lisboa, Fundação Calouste 
Gulbenkian 
Brown, H. et al. (2005), Química, a Ciência Central, 
São Paulo, Pearson Education do Brasil 
Calado, J. (2012), Haja Luz! Uma história da 
química através de tudo, Lisboa, IST – 
Instituto Superior Técnico 
Campos, L., M. (2002), Nomenclatura dos 
Compostos Orgânicos, 2.a Ed., Lisboa, Escolar 
Editora 
Carvalho, P. S.; Ferreira, A. J.; Paiva, J.; Sousa, A. S. 
(2012), Ensino Experimental das Ciências: Um 
guia para professores do ensino secundário 
Física e Química, 2.a Ed., Porto, U. Porto 
Editorial 
Cavaleiro, A. M. (2004), Química Inorgânica Básica, 
3.a Ed., Aveiro, Universidade de Aveiro 
Dias, A. R. (2006), Ligação Química, Lisboa, IST 
Press 
Escolval, M. T. (2010), A Ação da Química na Nossa 
Vida, Lisboa, Editorial Presença 
Evans, W.; Lewis, R. (2014), Química, 4.a Ed., 
Lisboa, Nova Guanabara 
Fortes, M. A.; Ferreira, P. J. (2003), Materiais 2000, 
Lisboa, IST Press 
Garritz, A.; Chamizo, J. A. (2003), Química, São 
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Gil, V. M. S. (1996), Orbitais em Átomos e 
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Goldsby, K.; Chang, R. (2012), Química, 11.a Ed., 
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Jones, L., Atkins, P. W. (2011), Princípios de 
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e o meio ambiente, 5.a Ed., Porto Alegre, Bookman 
Reger, et al. (1997), Química: Princípios e 
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Silva, P. F.; Silva, J. L. (2009), A Importância de Ser 
Eletrão: O átomo e as suas ligações: um olhar 
sobre a evolução da Química, Lisboa, Gradiva 
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Químicos e a Vida, Lisboa, IST Press 
Simões, J. A. M. (2000), Guia do Laboratório de 
Química e Bioquímica, Lisboa, Lidel – Edições 
Técnicas 
Smith, W. F. (2003), Princípios de Ciência e 
Engenharia dos Materiais, Lisboa, McGraw-Hill 
 
Endereços da internet (ativos em janeiro de 2017): 
 
Fichas MSDS em português (exemplos de sítios): 
http://www.sigmaaldrich.com/Area_of_Interest/ 
Europe_Home/Portugal.html 
(requer registo gratuito) 
http://chemdat.merck.de/cdrl/catalog/standard/e
n/index_body.html 
(procurar o produto, selecionar «safety data 
sheet», escolher «bandeira portuguesa») 
http://msds.kodak.com/ehswww/external/index.jsp 
CD «Manual de Segurança de Laboratórios 
Escolares» Versão 1.0 2002, DES, Ministério da 
Educação 
http://www.engr.sjsu.edu/WofMatE/ 
Na ausência de literatura especializada, o sítio 
«The World of Materials» constitui uma boa fonte 
de informação sobre materiais (metais e ligas, 
cerâmicos, polímeros, compósitos) e engenharia 
de materiais, sendo também um excelente ponto 
de partida para outros sítios relacionados. 
http://www.dartcontainer.com/Web/Environ.nsf/
Pages/Menu 
Endereço sobre os plásticos e o impacto na vida do 
quotidiano e a contribuição económica dos 
plásticos. 
http://www.umic.pt/index.php?option=com_cont
ent&task=view&id=2795&Itemid=212 
Endereço sobre o Laboratório Ibérico Internacional 
de Nanotecnologia 
http://www.nanotec.org.uk/report/chapter4.pdf 
Endereço sobre nanotecnologia 
http://www.recycle.net/Plastic/index.html 
Endereço muito completo sobre reciclagem de 
quase todos os tipos de plásticos. 
http://www.biopolymer.net 
Endereço muito completo sobre biopolímeros. 
http://www.nobelprize.org 
Endereço dos prémios Nobel.
Sugestões de bibliografia e sítios na internet 
 
 
 
 
www.leya.com www.texto.pt
978-111-11-4399-2Moreno, M. J., Burrows, H. 
D., Gil, M. H. (coord.), Química dos Polímeros. 
Coimbra: Imprensa da Universidade, pp. 641-664. 
 Mohanty, A. K., Misra, M., Drzal, L. T. (2002); 
Sustainable Bio-Composites from Renewable 
Resources: Opportunities and Challenges in the 
Green Materials World. Journal of Polymers and 
the Environment, 10 (1/2), pp. 19-26. 
 
22 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
 Nieto Galán, A. (2002); Colorantes, medicamentos 
y plásticos: Un Paisaje Artificial?. Em Brunet, J. P. 
(compilador), 10 impactos de la ciencia del siglo 
XX. Madrid, México: Fondo de Cultura Económica, 
pp. 113-139. 
 NRC – Board on Chemical Sciences and Technology 
(2003); Beyond the Molecular Frontier. Challenges 
for Chemistry and Chemical Engineering. 
Washington: The National Academies Press. 
 Porro, J. D., Mueller, C. (1993); The Plastic Waste 
Primer. New York: Lyons & Burford. 
 Resolução do Conselho de Ministros n.o 119/2004 
(31-07-2004); Programa Nacional para as 
Alterações Climáticas (DR n.o 179, I-Série-B) 
(http://www.confagri.pt/Ambiente/Legislacao/A
ltClimaticas/Nacional/resconsmin1192004.htm) 
 Reyne, M. (1998); Les plastiques. Paris: Presses 
Universitaires de France. 
 Scott, G. (1999); Polymers and the Environment. 
Cambridge: The Royal Society of Chemistry. 
 Van der Zee, M. (2001); Biodegradation of 
Polymeric Materials. An Overview of Available 
Testing Methods. Em Chiellini, E., Gil, H., 
Braunegg, G., Buchert, J., Gatenholm, P., van der 
Zee, M. (editors), Biorelated Polymers. Sustainable 
Polymer Science and Techonology. New York, 
Boston, Dordrecht, London, Moscow: Kluwer 
Academic / Plenum Publishers, pp. 265-286. 
 Vert, M. (2001); Biopolymers and Artificial 
Biopolymers in Biomedical Applications, an 
Overview. Em Chiellini, E., Gil, H., Braunegg, G., 
Buchert, J., Gatenholm, P., van der Zee, M. 
(editors), Biorelated Polymers. Sustainable 
Polymer Science and Techonology. New York, 
Boston, Dordrecht, London, Moscow: Kluwer 
Academic / Plenum Publishers, pp. 63-79. 
 
3 – Bibiografia Didática 
 AAAS/Project 2061 (1993); Benchmarks for Science 
Literacy. New York, Oxford: Oxford University 
Press. 
Relatório produzido pela American Association 
for the Advancement of Science que visa 
definir como é que as crianças poderão 
alcançar ao longo da sua formação escolar 
(ensino não superior), aquilo que o projeto 
«Ciência para todos os Americanos» havia 
estabelecido em 1989, isto é, aquilo que todos 
os estudantes deveriam saber e serem capazes 
de fazer em ciência, matemática e tecnologia. 
Neste livro especifica-se como é que os alunos 
deveriam progredir para a literacia científica, 
recomendando o que deveriam saber em cada 
nível de escolaridade. 
 Caamaño, A. (2001); Repensar el curriculum de 
química en los inicios del siglo XXI. Alambique, 
29, 43-52. 
 Caamaño, A. (2003); Los trabajos prácticos en 
ciencias. Em M. P. Jiménez Aleixandre (coord.) 
et al, Enseñar Ciencias, pp. 95-118, Barcelona: 
Graó. 
 Cachapuz, A., Praia, J., Jorge, M. (2000); Reflexão 
em torno de perspetivas do Ensino das Ciências: 
contributos para uma nova orientação curricular 
– Ensino por Pesquisa. Revista de Educação, 
Vol. IX (1), 69-79. 
 Cachapuz, A., Praia, J., Jorge, M. (2002); Ciência, 
Educação em Ciência e Ensino das Ciências. 
Lisboa: Ministério da Educação. 
Livro que apresenta uma reflexão crítica sobre 
caminhos atuais da educação em ciência e, em 
particular, sobre o ensino das ciências e de seus 
pressupostos, até à Nova Didática das Ciências 
 Cachapuz, A., Praia, J., Paixão, F., Martins, I. 
(2000); Uma visão sobre o ensino das 
ciências no pós-mudança conceptual. 
Contributos para a formação de professores. 
Inovação, 13 (2-3), 117-137. 
 Canavarro, J. M. (1999); Ciência e Sociedade. 
Coimbra: Quarteto Editora. 
Texto importante para professores e 
responsáveis políticos da educação, com 
implicações diretas para o desenvolvimento 
curricular e para a prática educativa em aulas 
de ciências onde o ensino CTS é valorizado. 
 Carpena, J., Lopesino, C. (2001); Qué contenidos 
CTS podemos incorporar a la enseñanza de las 
ciencias?. Alambique, 29, 34-42. 
 Furió, C., Azcona, R., Guisasola, J. (1999); 
Dificultades conceptuales y epistemológicas del 
profesorado en la enseñanza de los conceptos 
de cantidad de sustancia y de mol. Enseñanza de 
las Ciencias, 17 (3), 359-376. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 23 
 Furió, C., Domínguez, C., Azcona, R., Guisasola, J. 
(2000); La enseñanza y el aprendizaje del 
conocimiento químico. Em F. J. Perales e P. 
Cañal (dir.), Didáctica de las Ciencias experi-
mentales. Teoría y Práctica de la enseñanza de las 
Ciencias, pp. 421-448, Alcoy: Editorial Marfil. 
 García Palácios, E. M., González Galbarte, J. L., 
López Cerezo, J. A., Luján, J. L., Martín Gordillo, 
M., Osorio, C., Valdés, C. (2001); Ciencia, 
Tecnología y Sociedad: una aproximación 
conceptual. Madrid: Organización de Estados 
Iberoamericanos. 
 Gil, D., Vilches, A. (2001); Una alfabetización 
científica para el siglo XXI. Obstáculos y 
propuestas de actuación. Investigación en la 
Escuela, 43, 27-37. 
 Gil-Pérez, D., Vilches, A., Astaburuaga, R., Edwards, 
M. (2000); La atención a la situación del mundo en 
la educación de los futuros ciudadanos y 
ciudadanas. Investigación en la Escuela, 40, 39-56. 
 Gilbert, J. K., de Jong, O., Justi, R., Teagust, D. 
F., van Driel, J. H. (2002); Chemical education: 
towards research-dased practice. Dordrecht, 
Boston, London: Kluwer Academia Publishers. 
 González, E., Miyar, M. C., Artigue, M. B., 
Lozano, M. T., Markina, M. C., Mendizábal, A., 
Rodríguez, M. (2001); La integración del enfoque 
ciencia-tecnología-sociedad en la química de 2.o 
curso de bachillerato. Alambique, 29, 103-110. 
 Graber, W., Nentwig, P., Becker, H-J., Sumfleth, 
E., Pitton, A., Wollweber, K., Jorde, D. (2001); 
Scientific Literacy: From Theory to Practice. Em 
H. Behrendt et al. (editors), Research in Science 
Education – Past, Present and Future, (pp. 61-
70), Dordrecht, Boston, London: Kluwer 
Academic Publishers. 
 Griffiths, A. K. (1994); A critical analysis and 
synthesis of research on student’s chemistry 
misconceptions. In Schmidt, H. J., (editor), Problem 
solving and Misconceptions in Chemistry and 
Physics, pp. 70-99, The International Council of 
Associations for Science Education (ICASE). 
 Hodson, D. (1998); Teaching and Learning Science - 
Towards a personalized approach. Buckingham, 
Philadelphia: Open University Press. 
Este livro apresenta e procura sistematizar os 
debates sobre a investigação acerca da 
educação em ciências. Em particular, no 
capítulo 12, discute-se como o trabalho prático 
pode contribuir para o desenvolvimento da 
compreensão a nível pessoal. 
 Jenkins, E. W. (1999); School science, citizenship 
and the public understanding of science. 
International Journal of Science Education, 21 (7), 
703-710. 
 Leite, L. (2001); Contributos para uma utilização 
mais fundamentada do trabalho laboratorial no 
ensino das ciências. Em Cadernos Didácticos 
de Ciências, Volume 1, 79- 97. 
 Membiela, P. (1997); Una revisión del movimiento 
educativo Ciencia-Tecnología-Sociedad. Enseñanza 
de las Ciencias, 15 (1), 51-57. 
Neste artigo, tal como no de 1995, o autor 
apresenta uma retrospetiva dos principais 
marcos sobre o movimento CTS e suas 
implicações a nível curricular e de sala de aula. 
 Membiela, P. (ed.) (2001); Enseñanza de las 
Ciencias desde la perspectiva Ciencia- Tecnología-
Sociedad. Formación científica para la ciudadanía. 
Madrid: Narcea, S.A. de Ediciones. 
Livro de vários autores, baseado em resultados de 
investigação, abordando aspetos muito 
importantes para fundamentar o ensino das 
ciências orientado para a cidadania, o modo como 
se pode integrar a educação CTS no curriculum 
escolar e a relação entre a prática educativa e 
projetos curriculares de orientação CTS. 
 Millar, R. (1996); Towards a science curriculum 
for public understanding. School ScienceCADERNO
DE APOIO
AO PROFESSOR
12 NOVO
9 7 8 1 1 1 1 1 4 3 9 9 2
De acordo com o artigo 21.o da Lei n.o 47/2006, de 28 de agosto, este 
exemplar destina-se ao órgão da escola competente para a adoção de 
manuais escolares.
AMOSTRA NÃO COMERCIALIZÁVEL
	Capa
	Índice
	Objetivos do Caderno de Apoio ao Professor
	Apresentação do Projeto: linhas orientadoras
	Metas Curriculares de Química – 12. ano
	Planificações
	Apoio às atividades laboratoriais
	Fichas
	Testes
	Guiões de exploração de recursos multimédia
	Soluções
	Critérios específicos de classificação dos Testes de avaliação
	Sugestões de bibliografia e sítios na internet
	ContracapaReview, 77 (280), 7-18. 
Texto que apresenta e discute argumentos a favor 
da educação em ciências, e que aponta vias para a 
construção de currículos que promovam uma 
cultura científica de base nos alunos. 
 Millar, R. (1997); Science Education for 
Democracy: What can the School Curriculum 
Achieve? E. Levinson, R. e Thomas, J. (Eds), 
Science Today: Problem or Crisis?, pp. 87-101, 
London: Routledge. 
Questiona-se o papel do currículo escolar de 
ciências, em particular na função de responder às 
grandes questões que se levantam na sociedade e 
às quais a escola deveria ajudar os alunos a terem 
alguma resposta. Discute-se ainda como é que o 
24 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
ensino das ciências poderá ajudar os alunos acerca 
do conhecimento científico. No fundo procura-se 
justificar que a educação em ciências é uma via 
de educação para a democracia. 
 National Research Council (1996); National 
Science Education Standards. Washington, DC: 
National Academy Press. 
Livro escrito com vista a ajudar a que os EUA 
pudessem concretizar o objetivo de todos os 
estudantes alcançarem a literacia científica, 
no século XXI. Envolvendo uma equipa 
alargada de educadores, técnicos de educação, 
cientistas e decisores políticos, a proposta 
construída aponta para modificações profundas 
nas escolas, quer no modo de ensinar, quer nas 
tarefas promotoras da aprendizagem, quer ainda 
na ligação da escola ao mundo exterior. 
 Nuffield Foundation (1998); Beyond 2000: 
Science Education for the Future. London: 
King’s College London. 
 Pozo, J. I., Gómez Crespo, M. A. (1998); 
Aprender y enseñar ciencia. Del conocimiento 
cotidiano al conocimiento científico. Madrid: 
Ediciones Morata. 
 R. S. C. (2000); Classic Chemistry Experiments 
(compiled by Kevin Hutchings). London: The 
Royal Society of Chemistry. 
 Rutherford, F. J. e Ahlgren, A. (1990); Ciência 
para Todos (tradução de 1995). Lisboa: 
Gradiva, coleção Aprender/Fazer Ciência. 
Obra de referência muito importante para 
professores e decisores políticos, dando relevo 
ao papel social da educação em ciências e 
apontando metas para a educação científica 
em contexto escolar. 
 Sanmartí, N. (2002); Didáctica de las ciencias en 
la educación secundaria obligatoria. Madrid: 
Editorial SÍNTESIS. 
 Santos, M. E. V. M., (1999); Desafios Pedagógicos 
Para o Século XXI. Lisboa: Livros Horizonte. 
Livro muito importante sobre a reconcetualização 
do currículo escolar face aos novos problemas da 
era atual, defendendo a autora a passagem da 
«Conceção de Ensino de Ciência Pura» para a 
«Conceção CTS de Ensino das Ciências». 
 Santos, M-E. (2001); A Cidadania na «Voz» dos 
Manuais Escolares. O que temos? O que 
queremos? Lisboa: Livros Horizonte. 
 Sequeira, M., Dourado, L., Vilaça, M. T., Silva, J. 
L., Afonso, A. S., Baptista, J. M. (org.) (2000); 
Trabalho Prático e Experimental na Educação 
em Ciências. Braga: Dep. Metodologias da 
Educação, Instituto da Educação e Psicologia, 
Universidade do Minho. 
 Silva, M. G. L., Núñez, I. B. (2003); Os saberes 
necessários aos profesores de química para a 
Educação Tecnológica. Revista Electrónica de 
Enseñanza de las Ciencias, 2 (2). Versão 
eletrónica: http://www.saum.uvigo.es/reec/ 
 Turner, T. (2000); The science curriculum: What 
is it for? Em J. Sears, P. Sorensen (ed.) 
Issues in Science Teaching, pp. 4-15. London, New 
York: Routledge Falmer. 
 UNESCO, ICSU (1999); Ciência para o Século 
XXI – Um novo Compromisso. Paris: UNESCO. 
 Vilches, A., Gil, D. (2003); Construyamos un futuro 
sostenible. Diálogos de supervivencia. Madrid: 
Cambridge University Press; Organización de 
Estados Iberoamericanos. 
 Wellington, J. (Ed) (1998); Practical work in School 
Science - which way now? London, New York: 
Routledge. 
Livro muito importante para professores, 
constituído por textos de vários autores 
fundamentando aspetos da organização do 
trabalho prático em aulas de ciências, e da sua 
função educativa. 
 White, R. T. (1996); The link between the 
laboratory and learning. International Journal of 
Science Education, 18 (7), 761-774. 
 Woolnough, B. E. (1997); Motivating Students or 
Teaching Pure Science?. School Science Review, 
78 (285), 67-72. 
 
4 – Bibiografia sobre Trabalho Laboratorial 
– Segurança e Técnicas 
 ASE (1996); Safeguards in the School Laboratory. 
Hatfield: ASE. 
 Bennett, S. W., O'Neale, K. (1999); Progressive 
Development of Practical Skills in Chemistry - a 
guide to early-undergraduate experimental 
work. London: Royal Society of Chemistry. 
 Beran, J. A. (1994); Laboratory Manual for 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 25 
Principles of General Chemistry , 5th edition; 
New York: John Wiley & Sons. 
Obra importante de química geral, com uma 
introdução de segurança e normas de trabalho 
em laboratórios de química, seguida de um 
manancial de experiências no formato de fichas, 
precedidas do suporte teórico necessário. 
 Carvalho, M. F. (1998); Segurança em Laboratórios 
de Ensino ou Investigação em Química. Boletim 
da Sociedade Portuguesa de Química, 69; 7-13. 
 Franco, M. H. (1999); Utilização de Produtos 
Perigosos, Série Divulgação n.o 3. Lisboa: IDCT. 
 IUPAC (1998). Chemical Safety Matters - IPCS 
International Cambridge. 
 Mata, M. M. et al. (1995); Práticas de Química, 
Programa Guia del alumno, Editorial Hesperides. 
Obra de características técnicas, que descreve 
material de laboratório e seu uso, algumas 
operações simples de laboratório com vidro e 
rolha; refere o tratamento e expressão de 
dados experimentais. Trata de preparação de 
soluções e propõe trabalhos experimentais na 
área de ácido-base e oxidação-redução. 
 Simões, J. A. M., Castanho, M. A. R. B., 
Lampreia, I. M. S., Santos, F. J. V., Castro, C. A. 
N., Norberto, M. F., Pamplona, M. T., Mira, L., 
Meireles, M. M. (2000); Guia do Laboratório de 
Química e Bioquímica. Lisboa, Porto, Coimbra: 
Lidel – Edições Técnicas Lda. 
Livro para o professor, essencial para as práticas 
de Laboratório; contém um conjunto rico de 
informações como regras gerais de segurança, 
elaboração de relatórios, caderno de 
laboratórios, aspetos sobre análise e 
tratamentos de erros e normas de construção de 
gráficos e tabelas. Termina com a discussão da 
medida de algumas propriedades cuja 
avaliação e controlo é vulgar em laboratório 
– massa, densidade, temperatura e pressão. 
 
5 – Revistas de Publicação Periódica 
 Alambique – Didáctica de las Ciencias 
Experimentales – publicação da Editorial Graò, 
Barcelona, Espanha, quatro números por ano 
(grao-comercial@jet.es). 
 
 
Revista para professores sobre investigação em 
Didática das Ciências. Os números são temáticos. 
 Chem Matters – publicação da American Chemical 
Society, Washington, EUA, quatro números por 
ano 
(http://www.acs.org/education/curriculum/che
mmat.html). 
Importante para alunos e professores, com 
sugestões didácticas para tratamento de temas 
do dia a dia. 
 Chem 13 News – publicação do Departamento 
de Química, Universidade de Waterloo, 
Ontario, Canada, nove números por ano 
(http://www.science.uwaterloo.ca/chem13news). 
Revista para alunos e professores, com 
sugestões úteis para sala de aula. 
 Chemistry in Action! – publicação da Universidade 
de Limerick, Irlanda, dois números por ano 
(http://www.ul.ie/~childsp). 
Revista para alunos e professores, com 
sugestões úteis para sala de aula, de trabalho 
prático, história da Química e Química-Indústria. 
 Chemistry Review – publicação da Universidade 
de York, UK, quatro números por ano 
(http://www.philipallan.co.uk). 
Revista de cariz CTS que estabelece relações 
muito interessantes entre vários conceitos da 
Química, rigorosamente abordados com 
situações do quotidiano, muito atuais e de 
interesse eminentemente social. Possui 
excelentes ilustrações. Para alunos e Professores 
e para todos os domínios. 
 Education in Chemistry – publicação da Royal 
Society of Chemistry, UK, seis números por ano 
(http://www.chemsoc.org/learning/eic.htm)Revista para professores com notícias da 
actualidade química e artigos sobre temas de 
química ou do seu ensino. 
 Enseñanza de las Ciencias – publicação do Instituto 
de Ciências da Educação da Universidade 
Autónoma de Barcelona, Espanha, três números 
por ano (http://blues.reab.es/ver-ens-ciencias). 
Revista para professores, de investigação em 
Didática das Ciências. 
26 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
Planificações 
A implementação de um Programa implica um trabalho cuidado de planificação e calendarização 
por parte dos Professores. 
Supondo um calendário escolar semelhante ao ano letivo 2016/2017 e assumindo uma turma 
com aulas às segundas e quintas-feiras contabilizam-se 62 aulas de 90 minutos. Reservando 1 aula 
para apresentação e avaliação diagnóstica, 7,5 aulas para avaliação e 3 aulas para auto e 
heteroavaliação, restam 50,5 aulas. Retirando as aulas destinadas às AL (14 aulas) e APL (5 aulas), 
sugere-se a seguinte distribuição de 31,5 tempos de 90 minutos: 
Domínio Subdomínio 
N.o de aulas 
(90 min) 
Metais e ligas 
metálicas 
1.1 Estrutura e propriedades dos metais 5 
1.2 Degradação dos metais 6 
1.3 Metais, ambiente e vida 6 
Combustíveis, 
energia 
e ambiente 
2.1 Combustíveis fósseis: o carvão, o crude e o gás natural 7 
2.2 De onde vem a energia dos combustíveis 2 
Plásticos, 
vidros e 
novos 
materiais 
3.1 Os plásticos e os materiais poliméricos 1 
3.2 Polímeros sintéticos e a indústria dos polímeros 3 
3.3 Novos materiais 1,5 
Sem prejuízo de um certo grau de flexibilidade curricular, apresenta-se a seguir uma calendarização possível. 
 
 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 27 
 
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 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 29 
Planificação a médio prazo 
 
Apresenta-se uma proposta de planificação a médio prazo dos três domínios da Química do 
12.o ano de escolaridade, cujas linhas estruturantes passaram por: 
 Identificar e ordenar os conteúdos, bem como os respetivos descritores das Metas Curriculares que 
lhes correspondem. 
 Identificar os recursos que visam contribuir para a consecução das Metas no Novo 12Q –Manual, 
Caderno de Exercícios e Problemas, Caderno de Apoio ao Professor e . 
 
 
30 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
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32 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
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34 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 12Q 
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