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28 Manual do Professor 193 167. As forças atuantes e suas medidas são: Representando as forças num sistema de eixos ortogonais: e como o sistema está em equilíbrio, temos: ⇒ T1 � cos � � T2 � cos � � 0 ⇒ T1 � T2 � T (I) ⇒ T1 � sen � � T2 � cos � � P � 0 De (I), temos: 2T � sen � � P ⇒ T � Sendo P � 30 N e sen � � � 0,60 (figura acima), temos: T � ⇒ T � 25 N Resposta: alternativa e. 168. O centro de gravidade está num eixo de simetria do corpo, dividindo-o em duas partes de mesmo peso. Logo, os pesos das partes I e II são iguais. Resposta: alternativa a. 169. a) Veja a figura: Como o sistema está em equilíbrio, a resultante é nula. Logo, � 0. Portanto: NA � NB � P � M � 0 (I) Sendo NA � 200 N (reação em A); P � 200 N (peso da viga) e M � 400 N (peso do menino), temos: 200 � NB � 200 � 400 � 0 ⇒ NB � 400 N b) Se o menino vai de B a C, o módulo da reação em A diminui, porque o momento do peso M==== do menino em relação ao apoio B aumenta e tem o mesmo sentido que o momento de N==== A (horário). Se NA diminui, NB aumenta, pois ambos soma- dos equilibram o peso da viga e do menino. A situação-limite ocorre quando NA � 0. A partir daí, se o menino avançar a viga vira. Nesse caso, de (I) podemos concluir que: NB � P � M ⇒ NB � 200 � 400 ⇒ NB � 600 N Podemos calcular a posição x em que isso ocorre pela segunda condição de equilíbrio: � 0 ⇒ � � � � 0 ⇒ ⇒ 0 � P � 6 � NB � 9 � Mx � 0 ⇒ �200 � 6 � 600 � 9 � � 400x � 0 ⇒ x � ⇒ x � 10,5 m Logo, a partir dessa posição, se o menino prosseguir, a viga vai virar em torno de B. 170. Nesse caso, podemos determinar os momentos de cada força utilizando diretamente as distâncias das correspondentes linhas de ação ao ponto C. Veja a figura: Como o momento da força resultante F ==== R é igual à soma dos momentos dos componentes, em relação a qualquer ponto, podemos escrever: � � � ⇒ ⇒ � �F1d1 � F2d2 � F3d3 ⇒ ⇒ � �10 � 0,20 � 20 � 0,20 � 20 � 0,10 ⇒ ⇒ � �2,0 � 4,0 � 2,0 ⇒ � 0 Resposta: alternativa a. 171. Da segunda condição de equilíbrio, 1ª verificação: � ⇒ � (I) P � � = T2= T1= 40 cm 50 cm 30 cm � P = T1= T2= y x�� �Fx 0� �Fy 0� P 2 sen � � ----------------------- 30 50 -------- 30 2 0,6 � ----------------- NA= NB= P = M= A 9 m 6 m 6 m 3 m B C �F =y NA= NB= 9 m x � � 6 m P = M �MF A MNA A MP A MNB B MM A 4 200 400 -------------- C d1 d2 d3 0,20 m 0,20 m 0,10 m F3= F1= F2= MFR C MF1 C MF2 C MF3 C MFR C MFR C MFR C MFR C �M0 0.� mxg�1 m1g�2 mx m1 --------- �2 �1 -------- MP_Gaspar_190a200 Page 193 Thursday, January 24, 2008 9:29 AM Sendo P 30 N e sen 0,60 (figura acima), temos:30 50 -------- 29 194 200 Questões de Vestibular 2ª verificação: � ⇒ � (II) Igualando-se as equações (I) e (II), obtemos: � ⇒ � m1m2 ⇒ mx � Resposta: alternativa c. 172. a) Estando o sistema em equilíbrio, temos � 0. Esco- lhendo O no ponto de aplicação da força C ====, temos: Sendo P � mg, vem: P � 2,0 � 10 ⇒ P � 20 N Então: � � � 0 ⇒ 0 � Fd � Pa � 0 ⇒ ⇒ F � 0,04 � 20 � 0,3 ⇒ F � 150 N b) Da primeira condição de equilíbrio, podemos escrever: � 0 ⇒ F � C � P � 0 ⇒ C � F � P ⇒ ⇒ C � 150 � 20 ⇒ C � 130 N 173. Vamos decompor a força F ==== em seu componente horizontal (F = � cos �) e vertical (F = � sen �). Colocando todas as forças que atuam no corpo chegamos ao diagrama abaixo: Na figura, N==== é a reação normal exercida pelo solo e mg==== é o peso do caixote. f ==== a é a força de atrito cinético e, portanto, vale, em módulo: f � �CN. (I) Como o sistema se move com velocidade constante (a =x � 0) na direção x e está em repouso na direção y, a resultante das for- ças nos componentes x e y é nula. Logo, temos: • na direção x: F � cos � � fa � 0 ⇒ F � cos � � fa ⇒ F � cos � � N� ⇒ ⇒ N � (II) • na direção y: N � F � sen � � mg � 0 ⇒ N � F � sen � � mg ⇒ ⇒ N � mg � F � sen � (III) De (II) e (III), temos: mg � F � sen � � ⇒ ⇒ mg � F[sen � � ⇒ ⇒ mg � ⇒ ⇒ F � (IV) De (IV), substituindo em (III), obtemos: N � mg � ⇒ ⇒ N � (V) Observação: Foram consideradas corretas pela banca exami- nadora as expressões III, IV ou V. 174. Supondo os asteróides de mesma densidade, d, a razão entre a massa, mi, do asteróide imaginário, mostrado no filme, e a mas- sa, mr, do asteróide real, é igual à razão entre os seus volumes. Supondo ainda que os asteróides sejam aproximadamente esféricos, pode-se dizer que os seus volumes são diretamente proporcionais aos seus diâmetros elevados ao cubo. Podemos então escrever: di � ⇒ mi � diVi ⇒ mi � dk � 10003 dr � ⇒ mr � drVr ⇒ mr � dk � 103 Logo: � ⇒ � (102)3 ⇒ � 106 175. O cubo mergulhado desloca um volume de água igual ao seu próprio volume; portanto, Vcubo maciço � 30 cm3. Como a sua mas- sa é de 450 g, concluímos que a densidade da liga metálica é: dliga � ⇒ dliga � ⇒ dliga � 15 g/cm3 O cubo oco flutua com de aresta submersa, então: � ⇒ dcubo oco � g/cm3 Mas dcubo oco � Portanto, mliga � 22,5 g. Logo: dliga � ⇒ 15 � ⇒ Vliga � 1,5 cm3 Resposta: alternativa a. 176. Como 1 libra corresponde a 0,5 kg, o peso de um corpo de massa 1 libra é, aproximadamente. P � mg ⇒ P � 0,5 � 10 ⇒ P � 5 N m2g�1 mxg�2 m2 mx -------- �2 �1 -------- mx m1 --------- m2 mx --------- mx 2 m1m2 �MF O a d O F = C = P = � � MC O MF O MP O �Fy � m F = fa= F � sen �= F � cos �= mg= N= y x F cos � � � ---------------------- F cos � � �C ---------------------- cos � �C ---------------] F �C ---------[�C sen � cos �]�� �Cmg �C sen � cos � �� --------------------------------------------- �Cmg sen �� �C sen � cos � �� --------------------------------------------- mg cos �� �C sen � cos � �� ---------------------------------------------- mi Vi ------- mr Vr ------- mi mr -------- [ 1 000 10 --------------]3 mi mr -------- mi mr -------- m V ----- 450 30 ---------- 3 4 ----- dcubo oco dágua ----------------- 3 4 -----h h ----------- 3 4 ----- mliga Vcubo oco ------------------ . mliga Vliga ------------ 22,5 Vliga ------------ MP_Gaspar_190a200 Page 194 Thursday, January 24, 2008 9:29 AM 174. Supondo os asteroides de mesma densidade, d, a razão entre a massa, mi, do asteroide imaginário, mostrado no filme, e a mas- sa, mr, do asteroide real, é igual à razão entre os seus volumes. Supondo ainda que os asteroides sejam aproximadamente esféricos, pode-se dizer que os seus volumes são diretamente proporcionais aos seus diâmetros elevados ao cubo. Podemos então escrever: dliga ⇒ 15 ⇒ Vliga 1,5 cm3 mliga Vliga ------------ 22,5 Vliga ------------ 30 Manual do Professor 195 Portanto, a pressão de vale: p � 25 � ⇒ p � 2 � 105 Pa ⇒ p � 2 atm Resposta: alternativa a. 177. Da definição de pressão, p � podemos escrever p � em que P é o peso do bloco. Então: P � mg ⇒ P � 800 � 10 ⇒ P � 8 000 N ⇒ P � 8,0 � 103 N Sendo p � 5,0 � 104 Pa, vem: p � ⇒ 5,0 � 104 � ⇒ S � ⇒ ⇒ S � 1,6 � 10�1 m2 Se a área da face do cubo é 0,16 m2, a aresta � será: � � ⇒ � � 0,4 m ⇒ � � 40 cm Resposta: alternativa c. 178. Da definição de pressão, p � sendo F o módulo do peso do tijolo, constante, temos: • Área SI ⇒ maior • Área SII ⇒ intermediária • Área SIII ⇒ menor Então, SI � SII � SIII. (I) Nas situações I, II e III, temos pI � pII � e pIII � Sendo F constante, concluímos que pI � pII � pIII. Resposta: alternativa b. 179. Como a vedação foi completa, a ação da pressão atmosférica só se dá pela saída do chuveiro. Como a altura da água é de 4,0 m � 2,0 m � 6,0 m, e a pressão atmosférica equivale a uma altura de 10 m de água, a água não sai. Resposta: alternativa d. 180. A pressão devida exclusivamente ao líquido é dada por � d�gh�, em que d� (densidade do líquido) � 1 g/cm3 � � 1,0 � 103 kg/m3, g � 10 m/s2 e h � �h � 0,80 m. Portanto: p� � 1,0 � 103 � 10 � 0,8 ⇒ p� � 8 000 Pa Resposta: alternativa c. 181. O nível nos dois ramos é o mesmo porque o líquido é o mesmo (a água)e a pressão externa também é a mesma. Nesse caso, a pressão depende apenas da profundidade em relação à superfície. Resposta: alternativa d. 182. A força F ==== com que a pressão do ar externo empurra um lado da caixa com o outro, em módulo, é dada por: em que �p é a diferença entre a pressão atmosférica, externa, p0 � 1,0 � 105 Pa, e a pressão interna, pi � 0,1 atm � 1,0 � 104 Pa, e S é a área das faces correspondentes às metades abertas; lo- go, S � (0,3 m)2 � 0,09 m2. Portanto: F � (1,0 � 105 � 1,0 � 104)0,09 ⇒ F � 8100 N Essa é uma força equivalente ao peso de um corpo de 810 kg (um automóvel, por exemplo). Certamente duas pessoas comuns não seriam capazes de separar as duas metades. Observação: A força �F ==== que atua na outra metade não se soma à força F ====. Ela atua como se fosse uma força de reação que impediria a caixa de ser empurrada para a esquerda. É como se a caixa estivesse encostada numa parede. Veja a figura: De qualquer lado cada homem deve fazer uma força de módulo maior ou igual a F ====. Uma para anular F ====, outra para anular �F ====. No esquema acima, um tiraria uma metade da caixa, o outro ti- raria o apoio da parede que sustenta a outra metade. 183. a) Durante a subida do mecanismo as forças que atuam no con- junto hastes-êmbolo são representadas na figura, em que: • F ==== 1 é a força que o ar, a pressão atmosférica p0, que penetra em B, exerce sobre S1; • P==== é o peso do conjunto hastes-êmbolo; • F ==== C é a força de reação que o mecanismo externo exerce sobre o conjunto hastes-êmbolo. Para determinar F1, podemos aplicar a definição de pressão ao êmbolo S1. Temos então: p0 � ⇒ F1 � p0S1 ⇒ F1 � 1,0 � 105 � 1,2 ⇒ ⇒ F1 � 1,2 � 105 N (I) 25 lb pol2 ----------- 5 N (25 10 3� )2 � ---------------------------- S � P = F S ----- , P S ----- , P S ----- 8,0 103 � S --------------------- 8 103� 5 104 � ------------------ 0,16 F S ----- , F SI ------- , F SII ------- F SIII -------- . patmosférica 2,0 m 4,0 m p� �F = F = �p � ⇒ F � �pS F S ----- �F = F = força exercida pela pressão do ar força exercida pela parede p0 S1 B S2 F1= Fc= P = � F1 S1 ------- MP_Gaspar_190a200 Page 195 Thursday, January 24, 2008 9:29 AM