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Questões resolvidas

Reinaldo move em face de Fernanda ação de execução fundada em título extrajudicial que é objeto de ação anulatória contra ele ajuizada por Fernanda. Distribuídos a juízos distintos da mesma comarca e ainda não sentenciados, esses processos
a) deverão ser reunidos perante o juízo prevento, assim considerado aquele para o qual tiver sido distribuída em primeiro lugar a petição inicial de qualquer uma das ações.
b) deverão ser reunidos perante o juízo prevento, assim considerado aquele que houver despachado em primeiro lugar qualquer uma das ações.
c) não deverão ser reunidos, pois entre eles não existe conexão.
d) somente serão reunidos se forem ajuizados embargos à execução, em relação a aos quais se estabelece conexão com a ação anulatória.
e) deverão ser reunidos perante o juízo prevento, assim considerado aquele perante o qual tiver sido aperfeiçoada a primeira citação válida.

De acordo com o novo Código de Processo Civil, o juiz nomeará curador especial
a) ao preso, seja ele autor ou réu.
b) ao réu preso, desde que revel.
c) a todo réu revel.
d) ao réu revel citado por edital, mas não ao revel citado com hora certa.
e) a toda pessoa menor de 18 anos, seja ela autora ou ré.

De acordo com o novo Código de Processo Civil, o processo será suspenso pela convenção das partes por prazo máximo
a) de 30 dias.
b) de 06 meses.
c) de 1 ano.
d) de 05 anos.
e) igual ao de prescrição ou decadência da pretensão ou direito em causa.

Acerca dos procuradores no processo, considere: I – Salvo disposição expressa em sentido contrário constante do próprio instrumento, a procuração outorgada na fase de conhecimento é ineficaz para a fase de cumprimento de sentença. II – A procuração geral para o foro habilita o advogado a praticar todos os atos do processo, inclusive receber citação, confessar, desistir, firmar compromisso e assinar declaração de hipossuficiência econômica, que não precisam constar de cláusula específica. III – O advogado não será admitido a postular em juízo sem procuração, salvo para evitar preclusão, decadência ou prescrição, ou para praticar ato considerado urgente, caso em que deverá, independentemente de caução, exibir a procuração no prazo de 15 dias, prorrogável por igual período por despacho do juiz. IV – A procuração para o foro pode ser assinada digitalmente, na forma da lei, devendo conter, obrigatoriamente, o nome do advogado, seu número de inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil e endereço completo. V – A parte será representada em juízo por advogado regularmente inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil ou em órgão equivalente dos países com os quais o Brasil tenha firmado acordo de cooperação internacional. De acordo com o novo Código de Processo Civil, está correto o que consta APENAS em
a) I e II.
b) I e V.
c) II e IV.
d) III e V.
e) III e IV.

Em ação de indenização por danos morais movida por Cláudio contra Amélia, foi concedida ao autor a gratuidade da justiça.
Nesse caso, vindo o pedido a ser julgado totalmente improcedente, o autor
(A) não deverá ser condenado ao pagamento das despesas processuais e de honorários, exceto se for reputado litigante de má-fé.
(B) não deverá ser condenado ao pagamento das despesas processuais e de honorários, nem mesmo se for reputado litigante de má-fé.
(C) não deverá ser condenado ao pagamento das despesas processuais, mas poderá ser condenado ao pagamento de honorários se for reputado litigante de má-fé.
(D) deverá ser condenado ao pagamento das despesas processuais e de honorários, mas as obrigações decorrentes de sua sucumbência ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade.
(E) deverá ser condenado ao pagamento das despesas processuais e de honorários de sucumbência, mas as obrigações decorrentes de sua sucumbência não poderão jamais ser exigidas.

Anderson ajuizou ação de execução de título extrajudicial contra Paulo e seu irmão Renato, que foram regularmente citados pelo correio, sendo que o Aviso de Recebimento − A.R. da carta de citação entregue a Paulo foi juntado aos autos no dia 02/08/2017 e o A.R. da carta de citação entregue a Renato foi juntado aos autos em 08/08/2017.
Nesse caso, considerando que os executados são representados por advogados distintos, o prazo para Paulo opor embargos à execução
(A) será contado em dobro, considerando-se dia do começo a data da juntada aos autos do aviso de recebimento da sua própria carta de citação.
(B) não será contado em dobro, considerando-se dia do começo a data da juntada aos autos do aviso de recebimento da sua própria carta de citação.
(C) será contado em dobro, considerando-se dia do começo a data da juntada aos autos do aviso de recebimento da carta de citação de Renato.
(D) não será contado em dobro, considerando-se dia do começo a data da juntada aos autos do aviso de recebimento da carta de citação de Renato.
(E) será contado em dobro, considerando-se dia do começo a data em que recebida a carta de citação, independentemente da data da juntada aos autos do respectivo aviso de recebimento.

Em julho de 2016, Carlos ajuizou ação contra Paula, que foi definitivamente condenada ao cumprimento da obrigação de entregar-lhe determinado imóvel. Na fase de cumprimento de sentença, depois de expedido o mandado de imissão na posse, Paula requereu que fosse respeitado o direito de retenção por conta de benfeitorias necessárias, úteis e voluptuárias que havia realizado no imóvel, pretensão que não fora deduzida na contestação que ofereceu na fase de conhecimento.
Nesse caso, de acordo com o novo Código de Processo Civil, o juiz
(A) não poderá acolher o pedido, que deveria ter sido deduzido na contestação, na fase de conhecimento.
(B) poderá acolher o pedido apenas quanto às benfeitorias necessárias ou úteis, ainda que o mandado já tenha sido cumprido.
(C) poderá acolher o pedido, inclusive quanto às benfeitorias voluptuárias, desde que o mandado ainda não tenha sido cumprido.
(D) não poderá acolher o pedido, que somente poderia ter sido deduzido até a expedição do mandado.
(E) poderá acolher o pedido apenas quanto às benfeitorias necessárias ou úteis, mas desde que o mandado ainda não tenha sido cumprido.

Acerca da prova documental, considere:
De acordo com o novo Código de Processo Civil, está correto o que se afirma APENAS em
I. O documento feito por oficial público incompetente ou sem a observância das formalidades legais, mesmo que subscrito pelas partes, não tem eficácia probatória alguma.
II. Considera-se autor do documento particular aquele que, mandando compô-lo, não o firmou porque, conforme a experiência comum, não se costuma assinar, como livros empresariais e assentos domésticos.
III. Quando se tratar de impugnação da autenticidade do documento, incumbe o ônus da prova à parte contra a qual ele foi produzido, independentemente de quem o apresentou.
IV. A nota escrita pelo credor em qualquer parte de documento representativo de obrigação, ainda que não assinada, faz prova em benefício do devedor.
V. A escrituração contábil é divisível, de modo que, se dos fatos que resultam dos lançamentos, uns forem favoráveis ao interesse de seu autor e outros contrários, caberá ao juiz lhe atribuir a força probatória que merecer, segundo o seu livre convencimento.
(A) I e II.
(B) I e III.
(C) II e IV.
(D) III e V.
(E) IV e V.

A União foi condenada em ação judicial ao pagamento de indenização por danos emergentes e lucros cessantes, em montante a ser apurado na fase de cumprimento de sentença, mediante procedimento de liquidação. Nesse caso, de acordo com o novo Código de Processo Civil, a sentença estará sujeita ao duplo grau de jurisdição, mediante remessa necessária,
a) apenas se o valor atribuído à causa for superior a 100 salários-mínimos, salvo se estiver fundada em súmula de tribunal superior, acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos repetitivos, entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de assunção de competência, ou entendimento coincidente com orientação vinculante firmada no âmbito administrativo do próprio ente público, consolidada em manifestação, parecer ou súmula administrativa.
b) apenas se o valor atribuído à causa for superior a 500 salários-mínimos, salvo se estiver fundada em súmula de tribunal superior, acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos repetitivos, entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de assunção de competência, ou entendimento coincidente com orientação vinculante firmada no âmbito administrativo do próprio ente público, consolidada em manifestação, parecer ou súmula administrativa.
c) apenas se o valor atribuído à causa for superior a 1.000 salários-mínimos, salvo se estiver fundada em súmula de tribunal superior, acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos repetitivos, entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de assunção de competência, ou entendimento coincidente com orientação vinculante firmada no âmbito administrativo do próprio ente público, consolidada em manifestação, parecer ou súmula administrativa.
d) independentemente do valor atribuído à causa, mesmo se estiver fundada em súmula de tribunal superior, acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos repetitivos, entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de assunção de competência, ou entendimento coincidente com orientação vinculante firmada no âmbito administrativo do próprio ente público, consolidada em manifestação, parecer ou súmula administrativa.
e) independentemente do valor atribuído à causa, salvo se estiver fundada em súmula de tribunal superior, acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos repetitivos, entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de assunção de competência, ou entendimento coincidente com orientação vinculante firmada no âmbito administrativo do próprio ente público, consolidada em manifestação, parecer ou súmula administrativa.

Paulo ajuizou ação de cobrança contra uma sociedade limitada, julgada procedente por sentença transitada em julgado para o fim de condenar a ré ao pagamento de R$ 1.000,00. Na fase de cumprimento de sentença, o autor requereu a instauração de incidente de desconsideração da personalidade jurídica, a fim de viabilizar a penhora dos bens dos sócios da empresa executada. Nesse caso, de acordo com o novo Código de Processo Civil, a instauração do incidente de desconsideração da personalidade jurídica
a) deverá ser liminarmente indeferida caso o valor atualizado da dívida seja inferior a 10 salários mínimos.
b) deverá ser liminarmente indeferida caso não tenham sido esgotadas as diligências ordinárias para a localização de bens penhoráveis da própria sociedade.
c) somente poderá ser admitida caso os sócios tenham sido citados na fase de conhecimento.
d) implicará a suspensão do processo.
e) será decidida por sentença, recorrível por meio de apelação.

Paula foi vítima de acidente de trânsito provocado por Renato, que conduzia veículo automotor de propriedade de Fernando. Por conta disso, ajuizou ação de indenização por danos morais contra Fernando, que, em contestação, requereu a denunciação da lide a Renato. A denunciação foi admitida pelo juiz, que determinou a citação de Renato. Nesse caso, de acordo com o novo Código de Processo Civil,
(A) ainda que Renato conteste o pedido formulado por Paula, ele não integrará o polo passivo da ação principal, não se estabelecendo litisconsórcio entre ele e Fernando.
(B) se Renato for revel, Fernando deverá prosseguir com sua defesa na ação principal, não podendo se abster de recorrer de eventual sentença desfavorável, sob pena de não poder exigir de Renato o reembolso do que vier a pagar a Paula.
(C) se Renato confessar os fatos alegados por Paula, Fernando não poderá prosseguir com sua defesa na ação principal, cabendo-lhe apenas pedir a procedência da ação de regresso.
(D) se Fernando for vencedor na ação principal, a ação de denunciação não terá o seu pedido examinado, caso em que Fernando não poderá ser condenado ao pagamento das verbas de sucumbência em favor de Renato.
(E) se o pedido formulado na ação principal for julgado procedente, Paula poderá, se for o caso, requerer o cumprimento da sentença também contra Renato, nos limites da condenação deste na ação regressiva.

Sobre as provas, segundo as normas do novo Código de Processo Civil, considere:
I. É assegurado à parte requerer o próprio depoimento pessoal, assim como o da parte contrária.
II. A confissão judicial faz prova contra o confitente e em prejuízo dos litisconsortes, caso se trate de litisconsórcio unitário.
III. Cabe à parte que alegar direito municipal, estadual, estrangeiro ou consuetudinário provar-lhe-á o teor e a vigência, independentemente de determinação do juiz.
IV. Quando contiver declaração de ciência de determinado fato, o documento particular prova a ciência, mas não o fato em si, incumbindo o ônus de prová-lo ao interessado em sua veracidade.
V. A nota escrita pelo credor em qualquer parte de documento representativo de obrigação, ainda que não assinada, faz prova em benefício do devedor.
(A) I e V.
(B) II e III.
(C) IV e V.
(D) II e IV.
(E) I e III.

Ronaldo ajuizou ação de obrigação de fazer contra Luciano visando a compeli-lo a prestar determinado serviço. Contra a decisão que concedeu a tutela antecipada, foram interpostos embargos de declaração, os quais
(A) interrompem o prazo para a interposição de outro recurso e suspendem automaticamente a eficácia da decisão embargada.
(B) interrompem o prazo para a interposição de outro recurso, mas não suspendem automaticamente a eficácia da decisão embargada.
(C) suspendem o prazo para a interposição de outro recurso, bem como suspendem automaticamente a eficácia da decisão embargada.
(D) suspendem o prazo para a interposição de outro recurso, mas não suspendem automaticamente a eficácia da decisão embargada.
(E) não interrompem nem suspendem o prazo para a interposição de outro recurso, mas suspendem automaticamente a eficácia da decisão embargada.

Acerca da jurisdição e da ação,
a) carece de interesse o autor da ação que se limita a pleitear a declaração da autenticidade de documento.
b) é permitido pleitear direito alheio em nome próprio, independentemente de autorização normativa, desde que demonstrado interesse.
c) é inadmissível a ação meramente declaratória caso tenha ocorrido a violação do direito.
d) o interesse do autor pode se limitar à declaração do modo de ser de uma relação jurídica.
e) havendo substituição processual, ao substituído não será admitido intervir como assistente litisconsorcial.

Em ação de cobrança de valor estimado e não irrisório, seu autor, na fase de conhecimento, formulou petição na qual deliberadamente alterou a verdade dos fatos. Essa conduta é considerada
a) litigância de má-fé, podendo ser apenada com multa de até 1% do valor corrigido da causa.
b) litigância de má-fé, podendo ser apenada com multa, que deverá ser superior a 1% e inferior a 10% do valor corrigido da causa.
c) litigância de má-fé, podendo ser apenada com multa de até 20% do valor corrigido da causa.
d) ato atentatório à dignidade da justiça, podendo ser apenada com multa de até 1% do valor corrigido da causa.
e) ato atentatório à dignidade da justiça, podendo ser apenada com multa de até 20% do valor corrigido da causa.

Acerca da coisa julgada, considere:
I – Denomina-se coisa julgada formal a autoridade que torna imutável e indiscutível a decisão de mérito não mais sujeita a recurso.
II – A verdade dos fatos faz coisa julgada, quando estabelecida como fundamento da sentença.
III – A sentença faz coisa julgada às partes entre as quais é dada, e em relação a terceiros juridicamente interessados.
IV – Os motivos não fazem coisa julgada, ainda que importantes para determinar o alcance da parte dispositiva da sentença.
V – Transitada em julgado a decisão de mérito, consideram-se formuladas e rejeitadas todas as defesas que a parte poderia opor tanto ao acolhimento quanto à rejeição do pedido.
a) I e III.
b) I e IV.
c) II e III.
d) II e V.
e) IV e V.

Com relação à prova documental, a legislação processual civil sobre a matéria estabelece:
a) Quando intimada para se manifestar sobre documento constante dos autos, poderá a parte impugná-lo como meio de prova, o que significa alegar sua falsidade.
b) Nos casos em que a lei exigir documento público como da substância do ato, se a prova legal existir validamente, o juiz poderá admitir outros meios de prova, em atenção ao princípio do livre convencimento motivado.
c) Quando o documento particular contiver declaração de ciência de determinado fato, incumbirá ao signatário o ônus de provar a veracidade ou não do fato contido no documento.
d) Caso haja arguição de falsidade de documento juntado com a inicial, independentemente de pedido de declaração de falsidade incidental, será feito o exame pericial pertinente, ainda que o autor concorde em retirar o documento dos autos, no prazo de réplica.
e) Incumbe ao réu instruir a contestação com os documentos destinados a provar suas alegações e, a critério do juiz, após expressa justificativa do motivo de impedimento de apresentação anterior, avaliar a possibilidade de juntada de documentos em momento posterior.

Com relação à prova testemunhal, a legislação processual civil sobre a matéria estabelece:
a) O juiz inquirirá primeiro as testemunhas do autor e depois as testemunhas do réu, podendo essa ordem ser alterada pelo juiz de modo justificado, independentemente da concordância de ambas as partes.
b) É inadmissível sobre fato objeto de documento impugnado pela parte adversa àquela que o apresentou nos autos, bem como sobre fato provado por confissão da parte que afaste vício formal do documento.
c) Os condenados por falso testemunho, assim considerados indignos de fé, são considerados suspeitos para depor como testemunha, por expressa disposição legal.
d) O respeito à intimidade da testemunha prepondera sobre o dever de dizer a verdade no processo, quando os fatos acarretarem grave dano à testemunha ou sobre os quais deva guardar sigilo, por estado ou profissão.
e) O juiz da causa arrolado como testemunha e que tenha ciência de fatos que possam influir na decisão deverá depor e, em seguida, declarar seu impedimento para prosseguir na instrução e julgamento do feito.

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Questões resolvidas

Reinaldo move em face de Fernanda ação de execução fundada em título extrajudicial que é objeto de ação anulatória contra ele ajuizada por Fernanda. Distribuídos a juízos distintos da mesma comarca e ainda não sentenciados, esses processos
a) deverão ser reunidos perante o juízo prevento, assim considerado aquele para o qual tiver sido distribuída em primeiro lugar a petição inicial de qualquer uma das ações.
b) deverão ser reunidos perante o juízo prevento, assim considerado aquele que houver despachado em primeiro lugar qualquer uma das ações.
c) não deverão ser reunidos, pois entre eles não existe conexão.
d) somente serão reunidos se forem ajuizados embargos à execução, em relação a aos quais se estabelece conexão com a ação anulatória.
e) deverão ser reunidos perante o juízo prevento, assim considerado aquele perante o qual tiver sido aperfeiçoada a primeira citação válida.

De acordo com o novo Código de Processo Civil, o juiz nomeará curador especial
a) ao preso, seja ele autor ou réu.
b) ao réu preso, desde que revel.
c) a todo réu revel.
d) ao réu revel citado por edital, mas não ao revel citado com hora certa.
e) a toda pessoa menor de 18 anos, seja ela autora ou ré.

De acordo com o novo Código de Processo Civil, o processo será suspenso pela convenção das partes por prazo máximo
a) de 30 dias.
b) de 06 meses.
c) de 1 ano.
d) de 05 anos.
e) igual ao de prescrição ou decadência da pretensão ou direito em causa.

Acerca dos procuradores no processo, considere: I – Salvo disposição expressa em sentido contrário constante do próprio instrumento, a procuração outorgada na fase de conhecimento é ineficaz para a fase de cumprimento de sentença. II – A procuração geral para o foro habilita o advogado a praticar todos os atos do processo, inclusive receber citação, confessar, desistir, firmar compromisso e assinar declaração de hipossuficiência econômica, que não precisam constar de cláusula específica. III – O advogado não será admitido a postular em juízo sem procuração, salvo para evitar preclusão, decadência ou prescrição, ou para praticar ato considerado urgente, caso em que deverá, independentemente de caução, exibir a procuração no prazo de 15 dias, prorrogável por igual período por despacho do juiz. IV – A procuração para o foro pode ser assinada digitalmente, na forma da lei, devendo conter, obrigatoriamente, o nome do advogado, seu número de inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil e endereço completo. V – A parte será representada em juízo por advogado regularmente inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil ou em órgão equivalente dos países com os quais o Brasil tenha firmado acordo de cooperação internacional. De acordo com o novo Código de Processo Civil, está correto o que consta APENAS em
a) I e II.
b) I e V.
c) II e IV.
d) III e V.
e) III e IV.

Em ação de indenização por danos morais movida por Cláudio contra Amélia, foi concedida ao autor a gratuidade da justiça.
Nesse caso, vindo o pedido a ser julgado totalmente improcedente, o autor
(A) não deverá ser condenado ao pagamento das despesas processuais e de honorários, exceto se for reputado litigante de má-fé.
(B) não deverá ser condenado ao pagamento das despesas processuais e de honorários, nem mesmo se for reputado litigante de má-fé.
(C) não deverá ser condenado ao pagamento das despesas processuais, mas poderá ser condenado ao pagamento de honorários se for reputado litigante de má-fé.
(D) deverá ser condenado ao pagamento das despesas processuais e de honorários, mas as obrigações decorrentes de sua sucumbência ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade.
(E) deverá ser condenado ao pagamento das despesas processuais e de honorários de sucumbência, mas as obrigações decorrentes de sua sucumbência não poderão jamais ser exigidas.

Anderson ajuizou ação de execução de título extrajudicial contra Paulo e seu irmão Renato, que foram regularmente citados pelo correio, sendo que o Aviso de Recebimento − A.R. da carta de citação entregue a Paulo foi juntado aos autos no dia 02/08/2017 e o A.R. da carta de citação entregue a Renato foi juntado aos autos em 08/08/2017.
Nesse caso, considerando que os executados são representados por advogados distintos, o prazo para Paulo opor embargos à execução
(A) será contado em dobro, considerando-se dia do começo a data da juntada aos autos do aviso de recebimento da sua própria carta de citação.
(B) não será contado em dobro, considerando-se dia do começo a data da juntada aos autos do aviso de recebimento da sua própria carta de citação.
(C) será contado em dobro, considerando-se dia do começo a data da juntada aos autos do aviso de recebimento da carta de citação de Renato.
(D) não será contado em dobro, considerando-se dia do começo a data da juntada aos autos do aviso de recebimento da carta de citação de Renato.
(E) será contado em dobro, considerando-se dia do começo a data em que recebida a carta de citação, independentemente da data da juntada aos autos do respectivo aviso de recebimento.

Em julho de 2016, Carlos ajuizou ação contra Paula, que foi definitivamente condenada ao cumprimento da obrigação de entregar-lhe determinado imóvel. Na fase de cumprimento de sentença, depois de expedido o mandado de imissão na posse, Paula requereu que fosse respeitado o direito de retenção por conta de benfeitorias necessárias, úteis e voluptuárias que havia realizado no imóvel, pretensão que não fora deduzida na contestação que ofereceu na fase de conhecimento.
Nesse caso, de acordo com o novo Código de Processo Civil, o juiz
(A) não poderá acolher o pedido, que deveria ter sido deduzido na contestação, na fase de conhecimento.
(B) poderá acolher o pedido apenas quanto às benfeitorias necessárias ou úteis, ainda que o mandado já tenha sido cumprido.
(C) poderá acolher o pedido, inclusive quanto às benfeitorias voluptuárias, desde que o mandado ainda não tenha sido cumprido.
(D) não poderá acolher o pedido, que somente poderia ter sido deduzido até a expedição do mandado.
(E) poderá acolher o pedido apenas quanto às benfeitorias necessárias ou úteis, mas desde que o mandado ainda não tenha sido cumprido.

Acerca da prova documental, considere:
De acordo com o novo Código de Processo Civil, está correto o que se afirma APENAS em
I. O documento feito por oficial público incompetente ou sem a observância das formalidades legais, mesmo que subscrito pelas partes, não tem eficácia probatória alguma.
II. Considera-se autor do documento particular aquele que, mandando compô-lo, não o firmou porque, conforme a experiência comum, não se costuma assinar, como livros empresariais e assentos domésticos.
III. Quando se tratar de impugnação da autenticidade do documento, incumbe o ônus da prova à parte contra a qual ele foi produzido, independentemente de quem o apresentou.
IV. A nota escrita pelo credor em qualquer parte de documento representativo de obrigação, ainda que não assinada, faz prova em benefício do devedor.
V. A escrituração contábil é divisível, de modo que, se dos fatos que resultam dos lançamentos, uns forem favoráveis ao interesse de seu autor e outros contrários, caberá ao juiz lhe atribuir a força probatória que merecer, segundo o seu livre convencimento.
(A) I e II.
(B) I e III.
(C) II e IV.
(D) III e V.
(E) IV e V.

A União foi condenada em ação judicial ao pagamento de indenização por danos emergentes e lucros cessantes, em montante a ser apurado na fase de cumprimento de sentença, mediante procedimento de liquidação. Nesse caso, de acordo com o novo Código de Processo Civil, a sentença estará sujeita ao duplo grau de jurisdição, mediante remessa necessária,
a) apenas se o valor atribuído à causa for superior a 100 salários-mínimos, salvo se estiver fundada em súmula de tribunal superior, acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos repetitivos, entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de assunção de competência, ou entendimento coincidente com orientação vinculante firmada no âmbito administrativo do próprio ente público, consolidada em manifestação, parecer ou súmula administrativa.
b) apenas se o valor atribuído à causa for superior a 500 salários-mínimos, salvo se estiver fundada em súmula de tribunal superior, acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos repetitivos, entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de assunção de competência, ou entendimento coincidente com orientação vinculante firmada no âmbito administrativo do próprio ente público, consolidada em manifestação, parecer ou súmula administrativa.
c) apenas se o valor atribuído à causa for superior a 1.000 salários-mínimos, salvo se estiver fundada em súmula de tribunal superior, acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos repetitivos, entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de assunção de competência, ou entendimento coincidente com orientação vinculante firmada no âmbito administrativo do próprio ente público, consolidada em manifestação, parecer ou súmula administrativa.
d) independentemente do valor atribuído à causa, mesmo se estiver fundada em súmula de tribunal superior, acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos repetitivos, entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de assunção de competência, ou entendimento coincidente com orientação vinculante firmada no âmbito administrativo do próprio ente público, consolidada em manifestação, parecer ou súmula administrativa.
e) independentemente do valor atribuído à causa, salvo se estiver fundada em súmula de tribunal superior, acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos repetitivos, entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de assunção de competência, ou entendimento coincidente com orientação vinculante firmada no âmbito administrativo do próprio ente público, consolidada em manifestação, parecer ou súmula administrativa.

Paulo ajuizou ação de cobrança contra uma sociedade limitada, julgada procedente por sentença transitada em julgado para o fim de condenar a ré ao pagamento de R$ 1.000,00. Na fase de cumprimento de sentença, o autor requereu a instauração de incidente de desconsideração da personalidade jurídica, a fim de viabilizar a penhora dos bens dos sócios da empresa executada. Nesse caso, de acordo com o novo Código de Processo Civil, a instauração do incidente de desconsideração da personalidade jurídica
a) deverá ser liminarmente indeferida caso o valor atualizado da dívida seja inferior a 10 salários mínimos.
b) deverá ser liminarmente indeferida caso não tenham sido esgotadas as diligências ordinárias para a localização de bens penhoráveis da própria sociedade.
c) somente poderá ser admitida caso os sócios tenham sido citados na fase de conhecimento.
d) implicará a suspensão do processo.
e) será decidida por sentença, recorrível por meio de apelação.

Paula foi vítima de acidente de trânsito provocado por Renato, que conduzia veículo automotor de propriedade de Fernando. Por conta disso, ajuizou ação de indenização por danos morais contra Fernando, que, em contestação, requereu a denunciação da lide a Renato. A denunciação foi admitida pelo juiz, que determinou a citação de Renato. Nesse caso, de acordo com o novo Código de Processo Civil,
(A) ainda que Renato conteste o pedido formulado por Paula, ele não integrará o polo passivo da ação principal, não se estabelecendo litisconsórcio entre ele e Fernando.
(B) se Renato for revel, Fernando deverá prosseguir com sua defesa na ação principal, não podendo se abster de recorrer de eventual sentença desfavorável, sob pena de não poder exigir de Renato o reembolso do que vier a pagar a Paula.
(C) se Renato confessar os fatos alegados por Paula, Fernando não poderá prosseguir com sua defesa na ação principal, cabendo-lhe apenas pedir a procedência da ação de regresso.
(D) se Fernando for vencedor na ação principal, a ação de denunciação não terá o seu pedido examinado, caso em que Fernando não poderá ser condenado ao pagamento das verbas de sucumbência em favor de Renato.
(E) se o pedido formulado na ação principal for julgado procedente, Paula poderá, se for o caso, requerer o cumprimento da sentença também contra Renato, nos limites da condenação deste na ação regressiva.

Sobre as provas, segundo as normas do novo Código de Processo Civil, considere:
I. É assegurado à parte requerer o próprio depoimento pessoal, assim como o da parte contrária.
II. A confissão judicial faz prova contra o confitente e em prejuízo dos litisconsortes, caso se trate de litisconsórcio unitário.
III. Cabe à parte que alegar direito municipal, estadual, estrangeiro ou consuetudinário provar-lhe-á o teor e a vigência, independentemente de determinação do juiz.
IV. Quando contiver declaração de ciência de determinado fato, o documento particular prova a ciência, mas não o fato em si, incumbindo o ônus de prová-lo ao interessado em sua veracidade.
V. A nota escrita pelo credor em qualquer parte de documento representativo de obrigação, ainda que não assinada, faz prova em benefício do devedor.
(A) I e V.
(B) II e III.
(C) IV e V.
(D) II e IV.
(E) I e III.

Ronaldo ajuizou ação de obrigação de fazer contra Luciano visando a compeli-lo a prestar determinado serviço. Contra a decisão que concedeu a tutela antecipada, foram interpostos embargos de declaração, os quais
(A) interrompem o prazo para a interposição de outro recurso e suspendem automaticamente a eficácia da decisão embargada.
(B) interrompem o prazo para a interposição de outro recurso, mas não suspendem automaticamente a eficácia da decisão embargada.
(C) suspendem o prazo para a interposição de outro recurso, bem como suspendem automaticamente a eficácia da decisão embargada.
(D) suspendem o prazo para a interposição de outro recurso, mas não suspendem automaticamente a eficácia da decisão embargada.
(E) não interrompem nem suspendem o prazo para a interposição de outro recurso, mas suspendem automaticamente a eficácia da decisão embargada.

Acerca da jurisdição e da ação,
a) carece de interesse o autor da ação que se limita a pleitear a declaração da autenticidade de documento.
b) é permitido pleitear direito alheio em nome próprio, independentemente de autorização normativa, desde que demonstrado interesse.
c) é inadmissível a ação meramente declaratória caso tenha ocorrido a violação do direito.
d) o interesse do autor pode se limitar à declaração do modo de ser de uma relação jurídica.
e) havendo substituição processual, ao substituído não será admitido intervir como assistente litisconsorcial.

Em ação de cobrança de valor estimado e não irrisório, seu autor, na fase de conhecimento, formulou petição na qual deliberadamente alterou a verdade dos fatos. Essa conduta é considerada
a) litigância de má-fé, podendo ser apenada com multa de até 1% do valor corrigido da causa.
b) litigância de má-fé, podendo ser apenada com multa, que deverá ser superior a 1% e inferior a 10% do valor corrigido da causa.
c) litigância de má-fé, podendo ser apenada com multa de até 20% do valor corrigido da causa.
d) ato atentatório à dignidade da justiça, podendo ser apenada com multa de até 1% do valor corrigido da causa.
e) ato atentatório à dignidade da justiça, podendo ser apenada com multa de até 20% do valor corrigido da causa.

Acerca da coisa julgada, considere:
I – Denomina-se coisa julgada formal a autoridade que torna imutável e indiscutível a decisão de mérito não mais sujeita a recurso.
II – A verdade dos fatos faz coisa julgada, quando estabelecida como fundamento da sentença.
III – A sentença faz coisa julgada às partes entre as quais é dada, e em relação a terceiros juridicamente interessados.
IV – Os motivos não fazem coisa julgada, ainda que importantes para determinar o alcance da parte dispositiva da sentença.
V – Transitada em julgado a decisão de mérito, consideram-se formuladas e rejeitadas todas as defesas que a parte poderia opor tanto ao acolhimento quanto à rejeição do pedido.
a) I e III.
b) I e IV.
c) II e III.
d) II e V.
e) IV e V.

Com relação à prova documental, a legislação processual civil sobre a matéria estabelece:
a) Quando intimada para se manifestar sobre documento constante dos autos, poderá a parte impugná-lo como meio de prova, o que significa alegar sua falsidade.
b) Nos casos em que a lei exigir documento público como da substância do ato, se a prova legal existir validamente, o juiz poderá admitir outros meios de prova, em atenção ao princípio do livre convencimento motivado.
c) Quando o documento particular contiver declaração de ciência de determinado fato, incumbirá ao signatário o ônus de provar a veracidade ou não do fato contido no documento.
d) Caso haja arguição de falsidade de documento juntado com a inicial, independentemente de pedido de declaração de falsidade incidental, será feito o exame pericial pertinente, ainda que o autor concorde em retirar o documento dos autos, no prazo de réplica.
e) Incumbe ao réu instruir a contestação com os documentos destinados a provar suas alegações e, a critério do juiz, após expressa justificativa do motivo de impedimento de apresentação anterior, avaliar a possibilidade de juntada de documentos em momento posterior.

Com relação à prova testemunhal, a legislação processual civil sobre a matéria estabelece:
a) O juiz inquirirá primeiro as testemunhas do autor e depois as testemunhas do réu, podendo essa ordem ser alterada pelo juiz de modo justificado, independentemente da concordância de ambas as partes.
b) É inadmissível sobre fato objeto de documento impugnado pela parte adversa àquela que o apresentou nos autos, bem como sobre fato provado por confissão da parte que afaste vício formal do documento.
c) Os condenados por falso testemunho, assim considerados indignos de fé, são considerados suspeitos para depor como testemunha, por expressa disposição legal.
d) O respeito à intimidade da testemunha prepondera sobre o dever de dizer a verdade no processo, quando os fatos acarretarem grave dano à testemunha ou sobre os quais deva guardar sigilo, por estado ou profissão.
e) O juiz da causa arrolado como testemunha e que tenha ciência de fatos que possam influir na decisão deverá depor e, em seguida, declarar seu impedimento para prosseguir na instrução e julgamento do feito.

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Direito Processual Civil
DIREITO PROCESSUAL CIVIL
847. (2017/TRT 21ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) Reinaldo move 
em face de Fernanda ação de execução fundada em título extrajudicial que é objeto 
de ação anulatória contra ele ajuizada por Fernanda. Distribuídos a juízos distintos 
da mesma comarca e ainda não sentenciados, esses processos
a) deverão ser reunidos perante o juízo prevento, assim considerado aquele para o 
qual tiver sido distribuída em primeiro lugar a petição inicial de qualquer uma das 
ações.
b) deverão ser reunidos perante o juízo prevento, assim considerado aquele que 
houver despachado em primeiro lugar qualquer uma das ações.
c) não deverão ser reunidos, pois entre eles não existe conexão.
d) somente serão reunidos se forem ajuizados embargos à execução, em relação 
aos quais se estabelece conexão com a ação anulatória.
e) deverão ser reunidos perante o juízo prevento, assim considerado aquele peran-
te o qual tiver sido aperfeiçoada a primeira citação válida.
848. (2017/TRT 21ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) De acordo com o 
novo Código de Processo Civil, o juiz nomeará curador especial
a) ao preso, seja ele autor ou réu.
b) ao réu preso, desde que revel.
c) a todo réu revel.
d) ao réu revel citado por edital, mas não ao revel citado com hora certa.
e) a toda pessoa menor de 18 anos, seja ela autora ou ré.
849. (2017/TRT 21ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) De acordo com o 
novo Código de Processo Civil, o processo será suspenso pela convenção das partes 
por prazo máximo
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Direito Processual Civil
a) de 30 dias.
b) de 06 meses.
c) de 1 ano.
d) de 05 anos.
e) igual ao de prescrição ou decadência da pretensão ou direito em causa.
850. (2017/TRT 21ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) Acerca dos pro-
curadores no processo, considere: 
I – Salvo disposição expressa em sentido contrário constante do próprio instru-
mento, a procuração outorgada na fase de conhecimento é ineficaz para a 
fase de cumprimento de sentença. 
II – A procuração geral para o foro habilita o advogado a praticar todos os atos do 
processo, inclusive receber citação, confessar, desistir, firmar compromisso e 
assinar declaração de hipossuficiência econômica, que não precisam constar 
de cláusula específica. 
III – O advogado não será admitido a postular em juízo sem procuração, salvo 
para evitar preclusão, decadência ou prescrição, ou para praticar ato consi-
derado urgente, caso em que deverá, independentemente de caução, exibir a 
procuração no prazo de 15 dias, prorrogável por igual período por despacho 
do juiz. 
IV – A procuração para o foro pode ser assinada digitalmente, na forma da lei, 
devendo conter, obrigatoriamente, o nome do advogado, seu número de ins-
crição na Ordem dos Advogados do Brasil e endereço completo. 
V – A parte será representada em juízo por advogado regularmente inscrito na 
Ordem dos Advogados do Brasil ou em órgão equivalente dos países com os 
quais o Brasil tenha firmado acordo de cooperação internacional. 
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Direito Processual Civil
De acordo com o novo Código de Processo Civil, está correto o que consta APENAS 
em
a) I e II.
b) I e V.
c) II e IV.
d) III e V.
e) III e IV.
851. (2017/TRF 5ª REGIÃO/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) Em ação 
de indenização por danos morais movida por Cláudio contra Amélia, foi concedida 
ao autor a gratuidade da justiça. Nesse caso, vindo o pedido a ser julgado total-
mente improcedente, o autor
a) não deverá ser condenado ao pagamento das despesas processuais e de hono-
rários, exceto se for reputado litigante de má-fé.
b) não deverá ser condenado ao pagamento das despesas processuais e de hono-
rários, nem mesmo se for reputado litigante de má-fé.
c) não deverá ser condenado ao pagamento das despesas processuais, mas pode-
rá ser condenado ao pagamento de honorários se for reputado litigante de má-fé.
d) deverá ser condenado ao pagamento das despesas processuais e de honorários, 
mas as obrigações decorrentes de sua sucumbência ficarão sob condição suspen-
siva de exigibilidade.
e) deverá ser condenado ao pagamento das despesas processuais e de honorários 
de sucumbência, mas as obrigações decorrentes de sua sucumbência não poderão 
jamais ser exigidas.
852. (2017/TRF 5ª REGIÃO/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) Anderson 
ajuizou ação de execução de título extrajudicial contra Paulo e seu irmão Renato, 
que foram regularmente citados pelo correio, sendo que o Aviso de Recebimento − 
A.R. da carta de citação entregue a Paulo foi juntado aos autos no dia 02/08/2017 e 
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Direito Processual Civil
o A.R. da carta de citação entregue a Renato foi juntado aos autos em 08/08/2017. 
Nesse caso, considerando que os executados são representados por advogados 
distintos, o prazo para Paulo opor embargos à execução
a) será contado em dobro, considerando-se dia do começo a data da juntada aos 
autos do aviso de recebimento da sua própria carta de citação.
b) não será contado em dobro, considerando-se dia do começo a data da juntada 
aos autos do aviso de recebimento da sua própria carta de citação.
c) será contado em dobro, considerando-se dia do começo a data da juntada aos 
autos do aviso de recebimento da carta de citação de Renato.
d) não será contado em dobro, considerando-se dia do começo a data da juntada 
aos autos do aviso de recebimento da carta de citação de Renato.
e) será contado em dobro, considerando-se dia do começo a data em que recebida 
a carta de citação, independentemente da data da juntada aos autos do respectivo 
aviso de recebimento.
853. (2017/TRF 5ª REGIÃO/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) Em julho 
de 2016, Carlos ajuizou ação contra Paula, que foi definitivamente condenada ao 
cumprimento da obrigação de entregar-lhe determinado imóvel. Na fase de cum-
primento de sentença, depois de expedido o mandado de imissão na posse, Paula 
requereu que fosse respeitado o direito de retenção por conta de benfeitorias ne-
cessárias, úteis e voluptuárias que havia realizado no imóvel, pretensão que não 
fora deduzida na contestação que ofereceu na fase de conhecimento. Nesse caso, 
de acordo com o novo Código de Processo Civil, o juiz
a) não poderá acolher o pedido, que deveria ter sido deduzido na contestação, na 
fase de conhecimento.
b) poderá acolher o pedido apenas quanto às benfeitorias necessárias ou úteis, 
ainda que o mandado já tenha sido cumprido.
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c) poderá acolher o pedido, inclusive quanto às benfeitorias voluptuárias, desde 
que o mandado ainda não tenha sido cumprido.
d) não poderá acolher o pedido, que somente poderia ter sido deduzido até a ex-
pedição do mandado.
e) poderá acolher o pedido apenas quanto às benfeitorias necessárias ou úteis, 
mas desde que o mandado ainda não tenha sido cumprido.
854. (2017/TRF 5ª REGIÃO/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) Acerca da 
prova documental, considere: 
I – O documento feito por oficial público incompetente ou sem a observância 
das formalidades legais, mesmo que subscrito pelas partes, não tem eficácia 
probatória alguma. 
II – Considera-se autor do documento particular aquele que, mandando compô-
-lo, não o firmou porque, conforme a experiência comum, não se costuma 
assinar, como livros empresariais e assentos domésticos.
III – Quando se tratar de impugnação da autenticidade do documento, incumbe 
o ônus da prova à parte contra a qual ele foi produzido, independentemente 
de quem o apresentou.a arrecadação dos bens, o juiz mandará expedir 
edital, com os requisitos previstos em lei; passado um ano da primeira publicação 
do edital e não havendo herdeiro habilitado nem habilitação pendente, será a he-
rança declarada vacante.
d) processar-se-á como procedimento de jurisdição voluntária a homologação de 
autocomposição extrajudicial, desde que limitada a valor equivalente a quarenta 
salários mínimos.
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e) o divórcio consensual, a separação consensual e a extinção consensual de união 
estável, não havendo nascituro ou filhos incapazes e observados os requisitos le-
gais, poderão ser realizados por escritura pública que deverá ser homologada judi-
cialmente para constituir título hábil para atos de registro, bem como para levanta-
mento de importância depositada em instituições financeiras.
904. (2017/TJPR/JUIZ SUBSTITUTO) No tocante à tutela específica nas obrigações 
de fazer ou não fazer concernentes às relações consumeristas,
a) em caso de litigância de má-fé a associação autora e os diretores responsáveis 
pela propositura da ação serão subsidiariamente condenados em honorários advo-
catícios, nas custas e nas despesas processuais, estas e aquelas em dobro, sem 
prejuízo da responsabilidade por perdas e danos.
b) a conversão da tutela específica em perdas e danos poderá ser livremente de-
terminada pelo juiz, independentemente da impossibilidade de obtenção daquela 
ou do resultado prático equivalente.
c) uma vez formulado o pedido de tutela específica, é defeso convertê-lo em per-
das e danos, pois o fato caracterizaria uma decisão extra petita.
d) nas ações coletivas visando à obtenção da tutela específica só haverá adianta-
mento de custas ou emolumentos, mas não de honorários periciais ou quaisquer 
outras despesas, salvo se caracterizada má-fé processual.
e) para a tutela específica ou para a obtenção do resultado prático equivalente, 
poderá o juiz determinar as medidas necessárias, tais como busca e apreensão, 
remoção de coisas e pessoas, desfazimento de obra, impedimento de atividade no-
civa, além de requisição de força policial.
905. (2017/TRT 11ª/TÉCNICO JUDICIÁRIO – ÁREA ADMINISTRATIVA) Se ocorrer o 
falecimento do único advogado do réu, o juiz determinará que este constitua novo 
mandatário no prazo de 15 dias. Decorrido esse prazo sem a constituição de novo 
mandatário, o juiz
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Direito Processual Civil
a) suspenderá o processo pelo prazo de 1 ano.
b) extinguirá o processo sem resolução de mérito.
c) suspenderá o processo pelo prazo de 3 meses.
d) ordenará o prosseguimento do processo à revelia do réu.
e) nomeará outro advogado para o réu, apesar de não ser beneficiário da Justiça 
Gratuita.
906. (2017/TRT 11ª/TÉCNICO JUDICIÁRIO – ÁREA ADMINISTRATIVA) Na ação de 
desapropriação,
a) a transmissão da propriedade, decorrente de desapropriação amigável ou judi-
cial, ficará sujeita ao imposto de lucro imobiliário.
b) é incabível a imissão provisória na posse dos bens.
c) a instância interrompe-se no caso de falecimento do réu.
d) não serão atendidas, no valor da desapropriação, o valor das benfeitorias neces-
sárias feitas após a desapropriação.
e) a contestação só poderá versar sobre vício do processo judicial ou impugnação 
do preço.
907. (2017/TRE SP/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) O incidente de 
desconsideração da personalidade jurídica, disciplinado pelo novo Código de Pro-
cesso Civil,
a) pode ser instaurado de ofício.
b) é cabível no cumprimento de sentença, mas não na execução fundada em título 
executivo extrajudicial.
c) não suspende o processo se instaurado na fase de cumprimento de sentença.
d) é resolvido por sentença.
e) é cabível em todas as fases do processo de conhecimento.
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908. (2017/TRE SP/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) Acerca dos impe-
dimentos e suspeições do juiz, segundo o novo Código de Processo Civil, considere: 
I – Há suspeição do juiz quando promover ação contra a parte ou seu advogado. 
II – Há impedimento do juiz que for amigo íntimo ou inimigo de qualquer das 
partes ou de seus advogados. 
III – Há impedimento do juiz quando qualquer das partes for sua credora ou de-
vedora, de seu cônjuge ou companheiro ou de parentes destes, em linha reta 
até o terceiro grau, inclusive. 
IV – Há impedimento do juiz no processo em que figure como parte cliente do es-
critório de advocacia de seu cônjuge, companheiro ou parente, consanguíneo 
ou afim, em linha reta ou colateral, até o terceiro grau, inclusive.
V – Há suspeição do juiz interessado no julgamento do processo em favor de 
qualquer das partes. 
Está correto o que consta APENAS em
a) I e III.
b) I e II.
c) II e IV.
d) III e V.
e) IV e V.
909. (2017/TRE SP/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) Ao disciplinar a 
tutela provisória, o novo Código de Processo Civil estabelece que
a) a tutela de urgência não poderá ser concedida sem justificação prévia, salvo se 
prestada caução idônea, caso em que poderá ser concedida liminarmente.
b) a tutela antecipada requerida em caráter antecedente torna-se estável se da 
decisão que a conceder não for interposto o respectivo recurso, caso em que o pro-
cesso será extinto.
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c) para a concessão da tutela de evidência, exige-se, dentre outros requisitos, a 
demonstração de perigo de dano ou de risco ao resultado útil do processo.
d) efetivada a tutela cautelar requerida em caráter antecedente, o pedido principal 
terá de ser formulado pelo autor no prazo de 15 dias, em ação própria, cujos autos 
deverão ser apensados aos do pedido cautelar.
e) é vedada, em qualquer caso, a concessão liminar de tutela de evidência, antes 
da oitiva da parte contrária.
910. (2017/TRE SP/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA ADMINISTRATIVA) É requisito 
da petição inicial a formulação de pedido, com suas especificações. De acordo com 
o novo Código de Processo Civil,
a) na ação que visar ao cumprimento de obrigação em prestações sucessivas, 
essas só serão consideradas incluídas no pedido mediante declaração expressa do 
autor.
b) é permitida a formulação de pedido genérico em reconvenção nas mesmas hi-
póteses em que seria cabível em ação principal.
c) o pedido poderá ser aditado até a citação, desde que haja consentimento do réu.
d) é lícita a cumulação, em um único processo, contra o mesmo réu, de vários pe-
didos, desde que entre eles haja conexão.
e) é vedada a cumulação de pedidos se para cada um deles corresponder tipo di-
verso de procedimento, ainda que o autor empregue o procedimento comum.
911. (2017/TRE SP/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA ADMINISTRATIVA) Sobre o 
mandado de segurança, considere: 
I – Quando o direito ameaçado ou violado couber a várias pessoas, a utilização 
do mandado de segurança depende do seu ajuizamento conjunto por todas 
elas, em litisconsórcio ativo. 
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II – O direito de requerer mandado de segurança extinguir-se-á decorridos 90 
dias, contados da ciência, pelo interessado, do ato impugnado. 
III – O titular de direito líquido e certo decorrente de direito, em condições idên-
ticas, de terceiro poderá impetrar mandado de segurança a favor do direito 
originário, se o seu titular não o fizer, no prazo de 30 dias, quando notificado 
judicialmente. 
IV – É cabível mandado de segurança contra os atos de gestão comercial pratica-
dos pelos administradores de empresas públicas, de sociedade de economia 
mistae de concessionárias de serviço público. 
V – Das decisões em mandado de segurança proferidas em única instância pelos 
tribunais cabe recurso especial e extraordinário, nos casos legalmente pre-
vistos, e recurso ordinário, quando a ordem for denegada. 
É correto o que consta APENAS em
a) I e II.
b) I e III.
c) II e IV.
d) III e V.
e) IV e V.
912. (2017/TRT 24ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA – OFICIAL DE 
JUSTIÇA E AVALIADOR) Paulo ajuizou ação indenizatória contra Moisés em decor-
rência de um acidente de trânsito que envolveu ambas as partes. Recebida a peça 
inicial o Magistrado, verificando desde logo a ocorrência da prescrição, poderá
a) julgar liminarmente improcedente o pedido, após a oitiva obrigatória da parte 
contrária, e Paulo poderá questionar a sentença por meio de recurso de apelação, 
sem possibilidade de retratação pelo Magistrado.
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b) indeferir a petição inicial, cabendo a Paulo, se não se conformar, interpor recur-
so de apelação, com possiblidade de retratação pelo Magistrado em 5 dias.
c) julgar liminarmente improcedente o pedido, cabendo a Paulo, se não se confor-
mar, interpor agravo de instrumento, com possibilidade de retratação pelo Magis-
trado.
d) julgar liminarmente improcedente o pedido, cabendo a Paulo, se não se confor-
mar, interpor recurso de apelação, com possibilidade de retratação pelo Magistrado 
em 5 dias.
e) indeferir a petição inicial, cabendo a Paulo, se não se conformar, interpor agravo 
de instrumento, com possiblidade de retratação pelo Magistrado.
913. (2017/TRT 24ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA – OFICIAL DE 
JUSTIÇA E AVALIADOR) Miguel ajuizou ação de cobrança contra a empresa X, con-
seguindo demonstrar sua pretensão exclusivamente pela prova documental anexa-
da com a inicial, cuja matéria é objeto de súmula vinculante editada pelo Supremo 
Tribunal Federal. Neste caso, à luz do Código de Processo Civil, o juiz,
a) liminarmente, desde que o autor demonstre o perigo de dano ou o risco ao re-
sultado útil do processo, poderá conceder a tutela da evidência.
b) poderá conceder a tutela de evidência, após ouvir obrigatoriamente a parte 
contrária, independentemente da demonstração de perigo de dano ou de risco ao 
resultado útil ao processo.
c) liminarmente, independentemente da demonstração de perigo de dano ou de 
risco ao resultado útil ao processo, poderá conceder a tutela da evidência.
d) poderá conceder a tutela de evidência, após ouvir obrigatoriamente a parte 
contrária, desde que o autor demonstre o perigo de dano ou o risco ao resultado 
útil do processo.
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e) poderá conceder a tutela de urgência, após ouvir obrigatoriamente a parte con-
trária, desde que o autor comprove a probabilidade do direito e o perigo de dano 
ou o risco ao resultado útil do processo.
914. (2017/TRT 24ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA – OFICIAL DE 
JUSTIÇA E AVALIADOR) Os embargos de declaração, nos termos preconizados pelo 
Código de Processo Civil, serão opostos em petição dirigida ao juiz no prazo de
a) 10 dias, sem efeito suspensivo e interrompendo o prazo para a interposição de 
recurso.
b) 10 dias, possuindo efeito suspensivo, e suspendendo o prazo para a interposi-
ção de recurso.
c) 3 dias, possuindo efeito suspensivo e interrompendo o prazo para a interposição 
de recurso.
d) 5 dias, possuindo efeito suspensivo e suspendendo o prazo para a interposição 
de recurso.
e) 5 dias, sem efeito suspensivo e interrompendo o prazo para a interposição de 
recurso.
915. (2017/TRT 24ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA – OFICIAL DE 
JUSTIÇA E AVALIADOR) José é credor de Joaquim da quantia de R$ 50.000,00 
decorrente de contrato de empréstimo particular assinado pelas partes e por duas 
testemunhas. Vencido o prazo de um ano estabelecido para pagamento e inadim-
plida a obrigação José propõe ação de execução de quantia certa contra Joaquim 
com o escopo de receber o seu crédito, com juros e correção monetária. Ao despa-
char a inicial o juiz fixará, de plano, os honorários advocatícios de
a) 10%, a serem pagos pelo executado, que serão reduzidos pela metade no caso 
de integral pagamento da dívida no prazo de 5 dias.
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b) 10% a 20%, a serem pagos pelo executado, que serão reduzidos pela metade 
no caso de integral pagamento da dívida no prazo de 5 dias.
c) 20%, a serem pagos pelo executado, que serão reduzidos pela metade no caso 
de integral pagamento no prazo de 5 dias.
d) 20%, a serem pagos pelo executado, que serão reduzidos pela metade no caso 
de integral pagamento no prazo de 3 dias.
e) 10%, a serem pagos pelo executado, que serão reduzidos pela metade no caso 
de integral pagamento da dívida no prazo de 3 dias.
916. (2017/TRT 24ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA – OFICIAL DE 
JUSTIÇA E AVALIADOR) Sobre o julgamento antecipado parcial do mérito, à luz do 
Código de Processo Civil,
a) a decisão que julgar parcialmente o mérito poderá reconhecer a existência de 
obrigação líquida, vedado o reconhecimento da obrigação ilíquida.
b) a liquidação e o cumprimento da decisão que julgar parcialmente o mérito pode-
rão ser processados em autos suplementares, a requerimento da parte ou a critério 
do juiz.
c) a decisão que julgar parcialmente o mérito é impugnável através de recurso de 
apelação.
d) a parte poderá executar desde logo a obrigação reconhecida na decisão que jul-
gar parcialmente o mérito, devendo, em regra, prestar caução no caso de recurso 
contra essa decisão pendente de julgamento.
e) o juiz só poderá decidir parcialmente o mérito quando um ou mais dos pedidos 
formulados ou parcela deles mostrar-se incontroverso ou o réu for revel.
917. (2017/TRT 24ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA – OFICIAL DE 
JUSTIÇA E AVALIADOR) Sobre as ações possessórias, à luz do Código de Processo 
Civil, é correto afirmar:
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COLETÂNEA DE QUESTÕES 2017 – FCC
Direito Processual Civil
a) a pendência de ação possessória o autor e o réu poderão, em regra, propor ação 
de reconhecimento de domínio.
b) O prazo para o réu apresentar contestação na ação de reintegração de posse é 
de cinco dias.
c) O juiz deverá designar audiência de mediação antes de apreciar a medida li-
minar em caso de litígio coletivo pela posse de imóvel, quando o esbulho houver 
ocorrido há mais de ano e dia.
d) O possuidor indireto que tenha justo receio de ser molestado na posse não po-
derá se valer do interdito proibitório.
e) A alegação de propriedade ou de outro direito sobre a coisa obsta a manutenção 
ou a reintegração de posse.
918. (2017/TRT 24ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA – OFICIAL DE 
JUSTIÇA E AVALIADOR) Sobre a competência interna, de acordo com o Código de 
Processo Civil, é correto afirmar:
a) Prorrogar-se-á a competência relativa se o réu não alegar a incompetência em 
preliminar de contestação.
b) A ação possessória imobiliária será proposta no foro de situação da coisa, po-
dendo o autor, contudo, optar pelo foro do domicílio do réu ou de eleição.
c) Tramitando processo de recuperação judicial na Justiça Estadual, os autos serão 
remetidos ao juízo federal competente no caso de intervenção de uma determinada 
empresa pública federal.
d) O foro da Capital do Estado é competente para as causas em que seja autora a 
União.
e) A citação válida torna prevento o juízo e, ainda quando ordenada por juiz in-
competente, constitui em mora o devedor e interrompe a prescrição.
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COLETÂNEA DE QUESTÕES 2017 – FCCDireito Processual Civil
919. (2017/TRT 24ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) Sobre a inter-
venção de terceiros, nos termos preconizados pelo Código de Processo Civil,
a) na denunciação da lide, se o denunciante for vencedor, a ação de denunciação 
não terá o seu pedido examinado, sem prejuízo da condenação do denunciante ao 
pagamento das verbas de sucumbência em favor do denunciado.
b) a assistência do terceiro juridicamente interessado é admitida em qualquer pro-
cedimento até a prolação da sentença de primeiro grau.
c) na denunciação da lide, feita a denunciação pelo réu, se o denunciado for revel, 
o denunciante não pode deixar de prosseguir com sua defesa, eventualmente ofe-
recida.
d) a assistência simples obsta que a parte principal transija sobre direitos contro-
vertidos.
e) a decisão do juiz que solicita ou admite a participação de pessoa jurídica como 
amicus curiae em demanda com repercussão social da controvérsia pode ser im-
pugnada por meio de agravo de instrumento.
920. (2017/TRT 24ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) À luz do Código 
de Processo Civil, sobre os prazos, é correto afirmar:
a) Nos processos em autos eletrônicos, a juntada de petições não ocorrerá de for-
ma automática e dependerá de ato de serventuário da justiça.
b) O prazo para o juiz prolatar sentença é de 15 dias, prorrogáveis por mais dez 
dias havendo motivo justificável.
c) Em regra, considera-se o dia do começo do prazo o dia útil seguinte à consulta 
ao teor da citação ou da intimação ou ao término do prazo para que a consulta se 
dê, quando a citação ou a intimação for eletrônica.
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COLETÂNEA DE QUESTÕES 2017 – FCC
Direito Processual Civil
d) Nos processos físicos, os litisconsortes que tiverem diferentes procuradores, 
ainda que do mesmo escritório de advocacia, terão prazos contados em dobro para 
todas as suas manifestações, em qualquer juízo ou tribunal, independentemente 
de requerimento.
e) É lícito ao juiz reduzir em caráter excepcional algum prazo peremptório inde-
pendentemente de anuência das partes.
921. (2017/TRT 24ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) Renato ajuizou 
ação indenizatória contra Moisés que tramitou por meio eletrônico em uma das va-
ras cíveis da comarca de São Paulo. Após o regular processamento a ação é julgada 
improcedente pelo Magistrado competente. Inconformado, Renato apresenta re-
curso de apelação sem, contudo, recolher qualquer valor a título de preparo. Neste 
caso, de acordo com o Código de Processo Civil, o juiz deverá
a) intimar Renato, na pessoa de seu advogado, para realizar o recolhimento do 
valor do preparo e do porte de remessa e de retorno, sob pena de deserção.
b) aplicar imediatamente a pena de deserção a Renato.
c) intimar Renato, na pessoa de seu advogado, para realizar o recolhimento em do-
bro do valor do preparo e do porte de remessa e de retorno, sob pena de deserção.
d) intimar Renato, na pessoa de seu advogado, para realizar o recolhimento em 
dobro do valor do preparo, exclusivamente, sob pena de deserção.
e) intimar Renato, na pessoa de seu advogado, para realizar o recolhimento do 
valor do preparo, exclusivamente, sob pena de deserção.
922. (2017/TRT 24ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) No que con-
cerne à Reclamação, na sistemática do Código de Processo Civil, e consoante en-
tendimento jurisprudencial do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de 
Justiça, é correto afirmar:
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Direito Processual Civil
a) O cabimento da reclamação proposta perante o Supremo Tribunal Federal para 
garantir a autoridade de decisão proferida sob a sistemática da repercussão geral 
está condicionado ao esgotamento da instância ordinária.
b) É admissível a reclamação proposta após o trânsito em julgado da decisão re-
clamada.
c) A inadmissibilidade ou o julgamento interposto contra a decisão proferida pelo 
órgão reclamado prejudica a reclamação.
d) Ao despachar a reclamação, o relator, dentre outras providências, determinará 
a citação do beneficiário da decisão impugnada, que terá prazo de 10 dias para 
apresentar sua contestação.
e) Não é permitido a qualquer interessado impugnar o pedido do reclamante.
923. (2017/TRT 11ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA – ESPECIALIDA-
DE: OFICIAL DE JUSTIÇA AVALIADOR FEDERAL) Considere: 
I – Desnecessidade de instrução probatória. 
II – Prévia garantia do juízo através de depósito do valor da execução. 
III – Matéria arguida conhecível de ofício pelo juiz. 
IV – Prova pré-constituída da alegação. 
Incluem-se dentre os requisitos de admissibilidade da exceção de pré-executivida-
de os indicados APENAS em
a) II, III e IV.
b) I, III e IV.
c) II e III.
d) I e II.
e) I, II e IV.
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Direito Processual Civil
924. (2017/TRT 11ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA – ESPECIALIDA-
DE: OFICIAL DE JUSTIÇA AVALIADOR FEDERAL) A respeito dos prazos processuais, 
é correto afirmar que
a) inexistindo preceito legal ou determinação judicial, será de 3 dias o prazo para 
a prática de ato processual a cargo da parte.
b) na contagem de prazo em dias computar-se-ão os dias úteis, os domingos e 
feriados.
c) ao juiz é vedado reduzir prazos peremptórios sem anuência das partes.
d) se considera como data de publicação o dia da disponibilização da informação 
no Diário da Justiça eletrônico.
e) salvo disposição em contrário, os prazos serão contados incluindo o dia do co-
meço e excluindo o dia do vencimento.
925. (2017/TRT 11ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA – ESPECIALIDA-
DE: OFICIAL DE JUSTIÇA AVALIADOR FEDERAL) José ajuizou procedimento co-
mum, mas a petição inicial foi indeferida por conter pedidos incompatíveis entre si. 
Nesse caso, dessa decisão
a) caberá agravo de instrumento.
b) caberá apelação.
c) caberá agravo interno.
d) caberá recurso especial.
e) não caberá recurso.
926. (2017/TRT 11ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA – ESPECIALIDA-
DE: OFICIAL DE JUSTIÇA AVALIADOR FEDERAL) A respeito do procedimento co-
mum, considere:
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Direito Processual Civil
I – Incumbe ao réu, na contestação, antes de discutir o mérito, alegar a incom-
petência absoluta ou relativa.
II – Proposta a reconvenção, o autor será citado pessoalmente para apresentar 
contestação no prazo de 10 dias.
III – Ao réu revel será lícita a produção de provas, contrapostas às alegações do 
autor, desde que se faça representar nos autos em tempo de praticar os atos 
processuais indispensáveis à sua produção.
Está correto o que se afirma APENAS em
a) II.
b) I e II.
c) II e III.
d) I.
e) I e III.
927. (2017/TRT 11ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) A respeito dos 
honorários advocatícios, é correto afirmar que
a) os honorários advocatícios não podem exceder 5% do valor da condenação, nas 
causas em que a Fazenda Pública for parte.
b) os honorários fixados na sentença não podem ser cumulados com os honorários 
arbitrados na fase recursal.
c) não são devidos honorários no cumprimento de sentença contra a Fazenda Pú-
blica que enseje a expedição de precatório, desde que não tenha sido impugnada.
d) não são devidos honorários advocatícios no cumprimento provisório de sentença.
e) não são devidos honorários advocatícios nos casos de perda de objeto.
928. (2017/TRT 11ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) A tutela de ur-
gência, presentes os demais requisitos legais,
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Direito Processual Civil
a) só pode ser concedida após justificação prévia e sempre com caução.
b) pode ser concedida quando houver perigo de dano, ou orisco ao resultado útil 
do processo.
c) será concedida quando houver perigo de irreversibilidade dos efeitos da decisão.
d) não pode ser efetivada através de arrolamento de bens, quando for de natureza 
cautelar.
e) só pode ser concedida se o requerente oferecer caução real ou fidejussória idô-
nea.
929. (2017/TRT 11ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) A respeito dos 
recursos, é correto afirmar:
a) os embargos de declaração tem efeito suspensivo e, em alguns casos, tem efei-
to interrupto dos prazos recursais.
b) a renúncia do direito de recorrer depende a anuência da outra parte.
c) cabe agravo de instrumento dos despachos.
d) o recorrente só poderá desistir do recurso com a anuência do recorrido e dos 
litisconsortes.
e) cabe agravo de instrumento da decisão que julgar o incidente de desconsidera-
ção da personalidade jurídica.
930. (2017/DPE/DEFENSOR PÚBLICO) Sobre os prazos no Código de Processo Ci-
vil, é correto afirmar:
a) O cumprimento definitivo da sentença, no caso de condenação em quantia cer-
ta, far-se-á mediante requerimento do exequente, sendo o executado intimado a 
pagar o débito em quinze dias úteis.
b) Os litisconsortes que tiverem diferentes procuradores, desde que de escritórios 
distintos, terão prazos contados em dobro para todas as suas manifestações, tra-
tando-se de autos físicos.
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Direito Processual Civil
c) O prazo para resposta, em caso de citação por edital, inicia-se quando finda a 
dilação assinalada pelo juiz, ainda que em dia não útil.
d) Considera-se dia do começo do prazo o dia subsequente à data em que efetiva-
mente o oficial de justiça realizou a citação com hora certa.
e) O prazo para cada um dos executados embargar, quando houver mais de um, 
conta-se a partir da juntada do respectivo comprovante de citação, ainda que côn-
juges ou companheiros.
931. (2017/DPE/DEFENSOR PÚBLICO) Sobre a competência, o procedimento co-
mum e a intervenção de terceiros, considere: 
I – A reconvenção admite ampliação subjetiva, ou seja, o ingresso de terceiro. 
Porém, o Código de Processo Civil veda a formação de litisconsórcio ativo, ad-
mitindo-o somente em relação ao polo passivo da demanda reconvencional. 
II – Em demanda de saúde, por se tratar de obrigação solidária, segundo juris-
prudência do STF, é admitido o chamamento ao processo de ente federativo 
para formar litisconsórcio passivo visando ao exercício do direito de regresso. 
III – A intervenção de amicus curiae é admitida em qualquer processo, desde que 
se trate de causa relevante, de tema específico ou que tenha repercussão 
social, e exige representação adequada, a qual não pressupõe concordância 
unânime daqueles a quem representa. 
IV – As testemunhas arroladas pela Defensoria Pública serão intimadas pela via 
judicial, não podendo exceder ao número de dez, e, dentro deste número, 
somente é admitido, no máximo, três para a prova de cada fato, podendo 
o juiz limitar este quantitativo em virtude da complexidade da causa e dos 
fatos individualmente considerados. 
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Direito Processual Civil
V – Segundo o STJ, mesmo que extinta a medida protetiva de urgência em vir-
tude de homologação de acordo entre as partes, é de competência da Vara 
Especializada de Violência Doméstica ou Familiar contra a Mulher julgar ação 
de divórcio fundada na mesma situação de agressividade vivenciada pela ví-
tima e que fora distribuída por dependência à medida extinta. 
De acordo com a orientação jurisprudencial e doutrinária, está correto o que se 
afirma APENAS em
a) III e IV.
b) I e V.
c) II, III e IV.
d) III, IV e V.
e) I e II.
932. (2017/DPE/DEFENSOR PÚBLICO) Com base no Código de Processo Civil de 
2015, a respeito da tutela provisória, é correto afirmar:
a) É vedada a exigência de recolhimento de custas para apreciar requerimento de 
tutela provisória incidental, cuja decisão, se assim subordiná-lo, é recorrível por 
meio de agravo de instrumento.
b) A tutela provisória de urgência, assim como a tutela provisória de evidência, 
pode ser concedida em caráter antecedente ou incidente.
c) É cabível ação rescisória no prazo decadencial de dois anos da decisão que es-
tabiliza os efeitos da tutela antecipada.
d) A tutela de evidência prescinde de risco ao resultado útil do processo e do perigo 
de dano, e poderá ser concedida de maneira liminar quando ficar caracterizado o 
abuso do direito de defesa.
e) Na denunciação da lide, fica vedada a concessão de tutela provisória quando o 
denunciante for o réu.
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Direito Processual Civil
933. (2017/DPE/DEFENSOR PÚBLICO) O Novo Código de Processo Civil
a) exige do juiz, sempre que inverter o ônus da prova, que dê oportunidade à parte 
para se desincumbir do ônus que lhe tenha atribuído.
b) prevê que a distribuição diversa do ônus da prova também pode ocorrer por 
convenção das partes, desde que celebrada durante o processo.
c) extingue a ação cautelar de produção antecipada de provas, não sendo mais 
possível a dilação probatória em caráter antecedente.
d) adota com exclusividade a distribuição dinâmica do ônus da prova.
e) admite a utilização de prova produzida em outro processo, devendo o juiz, con-
tudo, atribuir a ela o mesmo valor dado no processo originário.
934. (2017/DPE/DEFENSOR PÚBLICO) A respeito da disciplina do agravo de instru-
mento, segundo o Código de Processo Civil,
a) não caberá agravo de instrumento contra decisão terminativa que diminui ob-
jetivamente a demanda.
b) caberá agravo de instrumento da decisão sobre a competência absoluta ou re-
lativa.
c) as decisões interlocutórias não impugnáveis por agravo de instrumento tor-
nam-se irrecorríveis, não podendo ser impugnadas em nenhum outro momento 
processual.
d) caberá agravo de instrumento da decisão que indefere a produção de prova 
pericial.
e) caberá agravo de instrumento da decisão que redistribui o ônus da prova.
935. (2017/DPE/DEFENSOR PÚBLICO) Vulnerabilidade processual é a suscetibili-
dade do litigante que o impede de praticar atos processuais em razão de uma limi-
tação pessoal involuntária. Deste modo,
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Direito Processual Civil
a) para dirimir a suscetibilidade daquele que foi vulnerável na relação de direito 
material, o magistrado poderá em qualquer momento processual afastar de ofício 
a cláusula de eleição de foro.
b) reconhecendo a vulnerabilidade da mulher em face do homem na relação con-
jugal, sendo ainda uma realidade brasileira a sua submissão a práticas familiares 
patriarcais, o novo CPC manteve a prerrogativa do foro da esposa para ações de 
divórcio.
c) apesar de o novo CPC não conceituar o termo vulnerabilidade, tal vocábulo apa-
rece no diploma em dispositivo que versa sobre a possibilidade de o juiz controlar 
a convenção das partes acerca de alteração em procedimento.
d) verificada a suscetibilidade de umas das partes em face da outra, não poderá o 
magistrado dilatar os prazos processuais em benefício dela, pois deve assegurar às 
partes igualdade de tratamento.
e) há regra específica para a superação da vulnerabilidade geográfica a qual prevê 
que na comarca, seção ou subseção judiciária, onde for difícil o transporte, o juiz 
poderá prorrogar os prazos por até um mês.
936. (2017/DPE/DEFENSOR PÚBLICO) Acerca do incidente de resolução de de-
mandas repetitivas e dos recursos, considere: 
I – É admitida a revisão de tese jurídica firmada em incidente de resolução de 
demandas repetitivas – IRDR, cuja legitimidade de deflagrá-la é outorgada 
somente ao mesmo Tribunal, de ofício, ou ao Ministério Público e à Defenso-
ria Pública. 
II– Segundo a doutrina, o terceiro prejudicado pode interpor apelação em face 
da sentença deduzindo fatos novos e apresentando provas tendentes a com-
prová-los, inclusive com a possibilidade de pleitear outras provas em grau 
recursal. 
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Direito Processual Civil
III – Assim como a parte que sucumbiu parcialmente, o terceiro prejudicado e o 
Ministério Público podem interpor recurso adesivo quando intimados para 
apresentar contrarrazões de apelação. 
IV – O legislador permite o exercício do juízo de retratação no recurso de apelação 
somente nos casos de sentença de indeferimento da inicial, de improcedên-
cia liminar do pedido e da que reconhecer a existência de perempção, de 
litispendência ou de coisa julgada. 
V – Representa violação ao princípio do juízo natural a alteração da qualificação 
jurídica sobre os contornos fáticos informados na sentença, cuja apelação, se 
assim interposta, não deverá ser conhecida.
Está correto o que se afirma APENAS em
a) III e IV.
b) II e V.
c) I e II.
d) I, II, III e IV.
e) I.
937. (2017/DPE/DEFENSOR PÚBLICO) A respeito dos procedimentos especiais, do 
sistema de precedentes e do cumprimento de sentença, é correto:
a) A ação monitória, inspirada no direito italiano, tem lugar para o exercício de 
direito subjetivo, vislumbrado a partir de prova escrita sem eficácia de título execu-
tivo, em desfavor de devedor capaz, cuja cognição judicial se limita ao pagamento 
de quantia em dinheiro e à entrega de coisa fungível ou infungível ou de bem móvel 
ou imóvel.
b) Embora o STJ possua orientação de que constitui mera detenção a ocupação 
por particular de área pública sem autorização expressa e legítima do titular do 
domínio, entende cabível o manejo dos interditos possessórios em face de outros 
particulares para a defesa da posse.
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c) Quando versar sobre levantamento de dinheiro, o cumprimento provisório de 
sentença impugnada por recurso desprovido de efeito suspensivo se sujeita a cau-
ção suficiente e idônea. Contudo, até o limite de sessenta salários mínimos, a cau-
ção será dispensada quando o credor demonstrar sua necessidade e o crédito for 
de natureza alimentar.
d) O incidente de resolução de demandas repetitivas – IRDR tem natureza jurídica 
de incidente processual e foi inspirado no sistema de common law norte-america-
no. Cuida-se de inovação no mecanismo de uniformização da jurisprudência bra-
sileira e visa firmar entendimento sobre matéria de direito material ou processual.
e) O débito alimentar que autoriza a prisão civil do devedor de alimentos é aquele 
que compreende até as três prestações anteriores ao ajuizamento da execução e 
as que se vencerem no curso do processo, sendo a única sanção admitida em de-
corrência do inadimplemento, enquanto forma de se evitar o bis in idem.
938. (2017/DPE/DEFENSOR PÚBLICO) Ao julgar a concessão de ordem liminar na 
Ação Popular no 0013857- 51.2017.4.02.5101, cujo pedido era a sustação de ato 
de nomeação para cargo em comissão pelo Chefe do Executivo, a autoridade ju-
diciária, na motivação de sua decisão, expôs um pedido de desculpa por decidir 
contrariamente à autoridade administrativa com fundamento no que esta autorida-
de escreveu enquanto doutrinador. Em referido caso judicial, como em outros de 
natureza similar, houve uma afetação da espera política por uma decisão judicial, 
a qual teve que ser combatida por outra decisão judicial para restabelecimento da 
decisão política. Segundo a lição de Niklas Luhmann, o sistema “processo judicial” 
é marcado pela diferenciação com o ambiente, consolidando limites com este e, 
assim, existindo com autonomia. Dentre os mecanismos que permitem a operacio-
nalização deste sistema está a adoção de papéis por seus atores. Desse modo, é 
correto afirmar:
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Direito Processual Civil
a) Ainda que se exija do juiz impessoalidade, há um acréscimo de legitimidade no 
procedimento se o motivo da sentença for pessoal, desde que fundado no princípio 
democrático.
b) Não há perda de legitimidade um procedimento judicial conduzido por um juiz 
que, numa conferência pública, afirmar que, por ser magistrado de carreira, pode 
fundamentar uma decisão em tudo o que quisesse.
c) O dever de impessoalidade estende-se a todos os atores do processo, inclusive 
às testemunhas e às partes, sob pena de perda de legitimidade da decisão.
d) Com a complexificação das sociedades democráticas, os procedimentos de es-
colha política terão maior legitimidade se ocorrem via sistema judicial.
e) Há redução de legitimidade do procedimento judicial quando há confusão do 
papel de “juiz” com o papel de “estudante”, pois ocorre indesejada pessoalização 
do primeiro.
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	Direito Processual CivilIV – A nota escrita pelo credor em qualquer parte de documento representativo 
de obrigação, ainda que não assinada, faz prova em benefício do devedor. 
V – A escrituração contábil é divisível, de modo que, se dos fatos que resultam 
dos lançamentos, uns forem favoráveis ao interesse de seu autor e outros 
contrários, caberá ao juiz lhe atribuir a força probatória que merecer, segun-
do o seu livre convencimento. 
De acordo com o novo Código de Processo Civil, está correto o que se afirma APE-
NAS em
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Direito Processual Civil
a) I e II.
b) I e III.
c) II e IV.
d) III e V.
e) IV e V.
855. (2017/TRF 5ª REGIÃO/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) A União 
foi condenada em ação judicial ao pagamento de indenização por danos emergen-
tes e lucros cessantes, em montante a ser apurado na fase de cumprimento de 
sentença, mediante procedimento de liquidação. Nesse caso, de acordo com o novo 
Código de Processo Civil, a sentença estará sujeita ao duplo grau de jurisdição, me-
diante remessa necessária,
a) apenas se o valor atribuído à causa for superior a 100 salários-mínimos, salvo 
se estiver fundada em súmula de tribunal superior, acórdão proferido pelo Supremo 
Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos 
repetitivos, entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repeti-
tivas ou de assunção de competência, ou entendimento coincidente com orientação 
vinculante firmada no âmbito administrativo do próprio ente público, consolidada 
em manifestação, parecer ou súmula administrativa.
b) apenas se o valor atribuído à causa for superior a 500 salários-mínimos, salvo 
se estiver fundada em súmula de tribunal superior, acórdão proferido pelo Supremo 
Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos 
repetitivos, entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repeti-
tivas ou de assunção de competência, ou entendimento coincidente com orientação 
vinculante firmada no âmbito administrativo do próprio ente público, consolidada 
em manifestação, parecer ou súmula administrativa.
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c) apenas se o valor atribuído à causa for superior a 1.000 salários-mínimos, salvo 
se estiver fundada em súmula de tribunal superior, acórdão proferido pelo Supremo 
Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos 
repetitivos, entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repeti-
tivas ou de assunção de competência, ou entendimento coincidente com orientação 
vinculante firmada no âmbito administrativo do próprio ente público, consolidada 
em manifestação, parecer ou súmula administrativa.
d) independentemente do valor atribuído à causa, mesmo se estiver fundada em 
súmula de tribunal superior, acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou 
pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos repetitivos, entendi-
mento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de assunção 
de competência, ou entendimento coincidente com orientação vinculante firmada 
no âmbito administrativo do próprio ente público, consolidada em manifestação, 
parecer ou súmula administrativa.
e) independentemente do valor atribuído à causa, salvo se estiver fundada em 
súmula de tribunal superior, acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou 
pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos repetitivos, entendi-
mento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de assunção 
de competência, ou entendimento coincidente com orientação vinculante firmada 
no âmbito administrativo do próprio ente público, consolidada em manifestação, 
parecer ou súmula administrativa.
856. (2017/TST/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) Paulo ajuizou ação 
de cobrança contra uma sociedade limitada, julgada procedente por sentença tran-
sitada em julgado para o fim de condenar a ré ao pagamento de R$ 1.000,00. Na 
fase de cumprimento de sentença, o autor requereu a instauração de incidente de 
desconsideração da personalidade jurídica, a fim de viabilizar a penhora dos bens 
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dos sócios da empresa executada. Nesse caso, de acordo com o novo Código de 
Processo Civil, a instauração do incidente de desconsideração da personalidade 
jurídica
a) deverá ser liminarmente indeferida caso o valor atualizado da dívida seja infe-
rior a 10 salários mínimos.
b) deverá ser liminarmente indeferida caso não tenham sido esgotadas as diligên-
cias ordinárias para a localização de bens penhoráveis da própria sociedade.
c) somente poderá ser admitida caso os sócios tenham sido citados na fase de 
conhecimento.
d) implicará a suspensão do processo.
e) será decidida por sentença, recorrível por meio de apelação.
857. (2017/TST/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) Paula foi vítima de 
acidente de trânsito provocado por Renato, que conduzia veículo automotor de 
propriedade de Fernando. Por conta disso, ajuizou ação de indenização por danos 
morais contra Fernando, que, em contestação, requereu a denunciação da lide a 
Renato. A denunciação foi admitida pelo juiz, que determinou a citação de Renato. 
Nesse caso, de acordo com o novo Código de Processo Civil,
a) ainda que Renato conteste o pedido formulado por Paula, ele não integrará o 
polo passivo da ação principal, não se estabelecendo litisconsórcio entre ele e Fer-
nando.
b) se Renato for revel, Fernando deverá prosseguir com sua defesa na ação prin-
cipal, não podendo se abster de recorrer de eventual sentença desfavorável, sob 
pena de não poder exigir de Renato o reembolso do que vier a pagar a Paula.
c) se Renato confessar os fatos alegados por Paula, Fernando não poderá prosse-
guir com sua defesa na ação principal, cabendo-lhe apenas pedir a procedência da 
ação de regresso.
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d) se Fernando for vencedor na ação principal, a ação de denunciação não terá o 
seu pedido examinado, caso em que Fernando não poderá ser condenado ao paga-
mento das verbas de sucumbência em favor de Renato.
e) se o pedido formulado na ação principal for julgado procedente, Paula poderá, 
se for o caso, requerer o cumprimento da sentença também contra Renato, nos 
limites da condenação deste na ação regressiva.
858. (2017/TST/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) Sobre as provas, se-
gundo as normas do novo Código de Processo Civil, considere: 
I – É assegurado à parte requerer o próprio depoimento pessoal, assim como o 
da parte contrária. 
II – A confissão judicial faz prova contra o confitente e em prejuízo dos litiscon-
sortes, caso se trate de litisconsórcio unitário. 
III – Cabe à parte que alegar direito municipal, estadual, estrangeiro ou consue-
tudinário provar-lhe-á o teor e a vigência, independentemente de determi-
nação do juiz. 
IV – Quando contiver declaração de ciência de determinado fato, o documento 
particular prova a ciência, mas não o fato em si, incumbindo o ônus de pro-
vá-lo ao interessado em sua veracidade. 
V – A nota escrita pelo credor em qualquer parte de documento representativo 
de obrigação, ainda que não assinada, faz prova em benefício do devedor. 
Está correto o que consta APENAS em
a) I e V.
b) II e III.
c) IV e V.
d) II e IV.
e) I e III.
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859. (2017/TST/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) Ronaldo ajuizou ação 
de obrigação de fazer contra Luciano visando a compeli-lo a prestar determinadoserviço. Contra a decisão que concedeu a tutela antecipada, foram interpostos em-
bargos de declaração, os quais
a) interrompem o prazo para a interposição de outro recurso e suspendem auto-
maticamente a eficácia da decisão embargada.
b) interrompem o prazo para a interposição de outro recurso, mas não suspendem 
automaticamente a eficácia da decisão embargada.
c) suspendem o prazo para a interposição de outro recurso, bem como suspendem 
automaticamente a eficácia da decisão embargada.
d) suspendem o prazo para a interposição de outro recurso, mas não suspendem 
automaticamente a eficácia da decisão embargada.
e) não interrompem nem suspendem o prazo para a interposição de outro recurso, 
mas suspendem automaticamente a eficácia da decisão embargada.
Considere o novo Código de Processo Civil para responder às questões de números 
860 a 864.
860. (2017/TRF 5ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA – ESPECIALIDA-
DE: OFICIAL DE JUSTIÇA AVALIADOR FEDERAL) Acerca da jurisdição e da ação,
a) carece de interesse o autor da ação que se limita a pleitear a declaração da au-
tenticidade de documento.
b) é permitido pleitear direito alheio em nome próprio, independentemente de au-
torização normativa, desde que demonstrado interesse.
c) é inadmissível a ação meramente declaratória caso tenha ocorrido a violação do 
direito.
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d) o interesse do autor pode se limitar à declaração do modo de ser de uma relação 
jurídica.
e) havendo substituição processual, ao substituído não será admitido intervir como 
assistente litisconsorcial.
861. (2017/TRF 5ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA – ESPECIALIDADE: 
OFICIAL DE JUSTIÇA AVALIADOR FEDERAL) Em ação de cobrança de valor estima-
do e não irrisório, seu autor, na fase de conhecimento, formulou petição na qual 
deliberadamente alterou a verdade dos fatos. Essa conduta é considerada
a) litigância de má-fé, podendo ser apenada com multa de até 1% do valor corri-
gido da causa.
b) litigância de má-fé, podendo ser apenada com multa, que deverá ser superior a 
1% e inferior a 10% do valor corrigido da causa.
c) litigância de má-fé, podendo ser apenada com multa de até 20% do valor cor-
rigido da causa.
d) ato atentatório à dignidade da justiça, podendo ser apenada com multa de até 
1% do valor corrigido da causa.
e) ato atentatório à dignidade da justiça, podendo ser apenada com multa de até 
20% do valor corrigido da causa.
862. (2017/TRF 5ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA – ESPECIALIDADE: 
OFICIAL DE JUSTIÇA AVALIADOR FEDERAL) São incumbências do Oficial de Justiça
a) executar as ordens do juiz a que estiver subordinado, bem como auxiliar o juiz 
na manutenção da ordem; no entanto, não lhe cabe fazer pessoalmente prisões, 
providência que incumbe somente à polícia.
b) praticar, de ofício, os atos meramente ordinatórios, bem como entregar o man-
dado em cartório após seu cumprimento; no entanto, só lhe cabe fazer avaliações 
quando não houver na comarca perito habilitado a realizá-las.
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c) fazer pessoalmente citações, penhoras, arrestos, bem como auxiliar o juiz na 
manutenção da ordem; no entanto, não lhe cabe certificar, em mandado, eventual 
proposta de autocomposição apresentada pela parte, por se tratar de ato privativo 
de advogado.
d) fazer pessoalmente prisões, bem como certificar, em mandado, proposta de 
autocomposição apresentada por qualquer das partes; no entanto, não lhe cabe 
redigir os mandados e as cartas precatórias, providência que incumbe ao escrivão 
ou ao chefe de secretaria.
e) fornecer certidão de qualquer ato ou termo do processo, independentemente de 
despacho, bem como efetuar avaliações, quando for o caso; no entanto, não lhe 
cabe fazer pessoalmente prisões, providência que incumbe somente à polícia.
863. (2017/TRF 5ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA – ESPECIALIDADE: 
OFICIAL DE JUSTIÇA AVALIADOR FEDERAL) Ao receber ação de consignação em 
pagamento formulada por Pedro contra André, o juiz indeferiu a petição inicial, por 
entender ausente o interesse de agir. Nesse caso, Pedro poderá interpor
a) apelação, sendo facultado ao juiz, no prazo de 5 dias, retratar-se da sentença; 
se não houver retratação, o juiz mandará citar André para responder ao recurso, 
para só então determinar a remessa do feito ao Tribunal.
b) agravo, sendo facultado ao juiz, no prazo de 5 dias, retratar-se da decisão; se 
não houver retratação, o juiz mandará citar André para responder ao recurso, para 
só então determinar a remessa do feito ao Tribunal.
c) apelação, caso em que o juiz deverá, independentemente de juízo de admis-
sibilidade, determinar a imediata remessa do feito ao Tribunal, sem possibilidade 
de retratação, pois com a prolação da sentença se encerra a jurisdição de primeiro 
grau.
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Direito Processual Civil
d) agravo, caso em que o juiz deverá, independentemente de juízo de admissibili-
dade, determinar a imediata remessa do feito ao Tribunal, sem possibilidade de re-
tratação, pois com a prolação da sentença se encerra a jurisdição de primeiro grau.
e) interpor apelação, sendo facultado ao juiz, no prazo de 5 dias, retratar-se da 
sentença; se não houver retratação, o juiz deverá, independentemente de juízo de 
admissibilidade, determinar a imediata remessa do feito ao Tribunal, sem ordenar 
a citação do réu.
864. (2017/TRF 5ª/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA – ESPECIALIDADE: 
OFICIAL DE JUSTIÇA AVALIADOR FEDERAL) Acerca da coisa julgada, considere: 
I – Denomina-se coisa julgada formal a autoridade que torna imutável e indiscu-
tível a decisão de mérito não mais sujeita a recurso. 
II – A verdade dos fatos faz coisa julgada, quando estabelecida como fundamen-
to da sentença.
III – A sentença faz coisa julgada às partes entre as quais é dada, e em relação a 
terceiros juridicamente interessados.
IV – Os motivos não fazem coisa julgada, ainda que importantes para determinar 
o alcance da parte dispositiva da sentença.
V – Transitada em julgado a decisão de mérito, consideram-se formuladas e re-
jeitadas todas as defesas que a parte poderia opor tanto ao acolhimento 
quanto à rejeição do pedido.
Está correto o que se afirma APENAS em
a) I e III.
b) I e IV.
c) II e III.
d) II e V.
e) IV e V.
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Direito Processual Civil
865. (2017/TST/TÉCNICO JUDICIÁRIO – ÁREA ADMINISTRATIVA) A Empresa D 
ingressou com Recurso Ordinário, sendo que na guia de depósito recursal, preen-
cheu e pagou equivocadamente o valor de R$ 9.186,00, quando o correto seria R$ 
9.189,00. Neste caso, em consonância com o entendimento sumulado do TST,
a) o recolhimento insuficiente das custas e do depósito recursal, ainda que a dife-
rença em relação ao quantum devido seja ínfima, referente a centavos, é causa de 
deserção do recurso.
b) somente haverá deserção do recurso, se, concedido o prazo de dez dias previsto 
no § 2º do art. 1007 do CPC de 2015, o recorrente não complementar e comprovar 
o valor devido.
c) somente haverá deserção do recurso, se, concedido o prazo de cinco dias pre-
visto no § 2º do art. 1007 do CPC de 2015, o recorrente não complementar e com-
provar o valor devido.
d) haverá deserção do recurso, pois a aplicação do disposto no § 2º do art. 1007 
do CPC de 2015 somente se refere a complementação das custas processuais e não 
do depósito recursal.
e) haverá deserção do recurso, pois não é possível a aplicação subsidiária e nem 
supletiva do disposto pelo CPC de 2015 nesta matéria.
866. (2017/DPE/ANALISTA – ÁREA ARQUIVISTA) De acordo com o Código de Pro-
cessoCivil (Lei n. 13.105/2015),
a) o documento feito por oficial público incompetente ou sem a observância das 
formalidades legais, mesmo que subscrito pelas partes, deixa de ter a eficácia pro-
batória do documento particular.
b) os dados representados por imagem ou som gravados em arquivos eletrônicos 
não poderão constar de ata notarial.
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c) fazem a mesma prova que os originais os traslados e as certidões extraídas por 
oficial público de instrumentos ou documentos lançados em suas notas.
d) não é lícito às partes juntar aos autos documentos novos, quando destinados a 
fazer prova de fatos ocorridos depois dos articulados ou para contrapô-los aos que 
foram produzidos nos autos.
e) as reproduções dos documentos particulares, fotográficas ou obtidas por outros 
processos de repetição, valem sempre como certidões, dispensando a verificação 
de sua conformidade com os originais.
867. (2017/DPE/ANALISTA – ÁREA PROCESSUAL) Julio, representado por seu ad-
vogado contratado Paulo, ajuizou ação indenizatória contra Maria, esta última hi-
possuficiente representada pela Defensoria Pública. Designada audiência de ins-
trução pelo Magistrado que preside o feito, Julio arrola três testemunhas: Manoel, 
Manoela e Ricardo, este último o juiz da causa. Já Maria arrola as testemunhas 
Roberta e Paola. Os autos do processo são eletrônicos. Especificamente sobre a 
prova testemunhal, de acordo com o Código de Processo Civil,
a) colhido o depoimento por meio de gravação e havendo recurso o depoimento 
deverá ser, em regra, digitado, antes da remessa dos autos à segunda instância.
b) o juiz da causa Ricardo, arrolado como testemunha, deverá declarar-se impedi-
do, ainda que não saiba nada sobre os fatos tratados no processo.
c) o juiz deverá obrigatoriamente inquirir as testemunhas apresentadas antes da 
inquirição feita pelas partes.
d) a testemunha pode requerer ao juiz o pagamento da despesa que efetuou para 
comparecimento à audiência, pagamento este que será realizado ao final do pro-
cesso, após o trânsito em julgado, pela parte vencida.
e) em regra, caberá ao advogado de Julio informar ou intimar as testemunhas Ma-
noel e Manoela acerca do dia, da hora e do local da audiência designada, dispen-
sando-se a intimação do juízo.
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868. (2017/DPE/ANALISTA – ÁREA PROCESSUAL) Não está sujeita ao duplo grau 
de jurisdição e, portanto, poderá produzir efeito imediatamente sem a necessidade 
de confirmação pelo tribunal, a sentença
a) condenatória proferida contra o Estado do Rio Grande do Sul de valor certo e 
líquido de 1.000 salários mínimos.
b) fundada em entendimento firmado em incidente de resolução de demandas re-
petitivas ou de assunção de competência.
c) condenatória proferida contra autarquia estadual de valor líquido e certo de 700 
salários mínimos.
d) condenatória proferida contra a União de valor certo e líquido de 1.500 salários 
mínimos.
e) condenatória proferida contra o Município de Porto Alegre de valor certo e líqui-
do de 700 salários mínimos.
869. (2017/DPE/ANALISTA – ÁREA PROCESSUAL) Sobre os embargos de declara-
ção, que podem ser interpostos pelas partes contra qualquer decisão judicial para 
esclarecer obscuridade ou eliminar contradição, suprir omissão de ponto ou ques-
tão sobre o qual devia se pronunciar o juiz de ofício ou a requerimento, ou ainda 
para corrigir erro material é correto afirmar:
a) Os embargos de declaração suspendem o prazo para a interposição o recurso.
b) Os embargos de declaração serão opostos, no prazo de 10 dias, em petição di-
rigida ao juiz, com indicação do erro, obscuridade, contradição ou omissão, e não 
se sujeitam a preparo.
c) O juiz decidirá os embargos de declaração opostos sem manifestação previa do 
embargado, ainda que o eventual acolhimento dos embargos possa ensejar modi-
ficação da decisão questionada.
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d) Na reiteração de embargos de declaração manifestamente protelatórios, a mul-
ta será elevada a até dez por cento sobre o valor atualizado da causa, e a inter-
posição de qualquer recurso ficará, em regra, condicionada ao depósito prévio do 
valor da multa.
e) Quando manifestamente protelatórios os embargos de declaração, o juiz ou o 
tribunal, em decisão fundamentada, condenará o embargante a pagar ao embarga-
do multa não excedente a um por cento sobre o valor atualizado da causa.
870. (2017/DPE/ANALISTA – ÁREA PROCESSUAL) No tocante à Defensoria Pública, 
de acordo com o Código de Processo Civil, é correto afirmar:
a) A Defensoria Pública é obrigada a manter cadastro nos sistemas de processo 
em autos eletrônicos, para efeito de recebimento de citações e intimações, as quais 
serão efetuadas preferencialmente por esse meio.
b) O Código de Processo Civil veda o início de procedimento de jurisdição voluntá-
ria por provocação da Defensoria Pública.
c) A Defensoria Pública atua na defesa do assistido mediante apresentação do ne-
cessário instrumento de mandato devidamente assinado pelo representado.
d) Nos processos físicos, a retirada dos autos do cartório em carga pela Defensoria 
Pública não implicará intimação de qualquer decisão contida no processo retirado.
e) Aplica-se o ônus da impugnação especificada dos fatos ao Defensor Público na 
contestação.
871. (2017/TST/JUIZ DO TRABALHO SUBSTITUTO) O art. 485 do Código de Pro-
cesso Civil estabelece as hipóteses em que o juiz não resolverá o mérito. À luz do 
artigo em questão, considere:
I – A desistência da ação poderá ser apresentada até a conclusão dos autos para 
prolação de sentença.
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II – A extinção do processo por abandono de causa poderá ocorrer de ofício até 
o oferecimento da contestação.
III – A ausência de legitimidade ou de interesse processual pode ser conhecida de 
ofício pelo magistrado em instância extraordinária.
IV – A retratação do magistrado poderá ocorrer somente nas hipóteses de indefe-
rimento da petição inicial e improcedência liminar do pedido.
Está correto o que se afirma APENAS em
a) I e IV.
b) II e IV.
c) I e II.
d) III e IV.
e) II e III.
872. (2017/TST/JUIZ DO TRABALHO SUBSTITUTO) Quanto às regras que tratam 
das partes, dos procuradores e da intervenção de terceiros, o Código de Processo 
Civil estabelece que
a) a alienação a título particular da coisa ou do direito litigioso por ato entre vivos 
altera a legitimidade das partes e o adquirente ou cessionário poderá ingressar em 
juízo, como sucessor, independentemente de consentimento da parte contrária.
b) o juiz, desde que haja requerimento da parte ou do Ministério Público, quando 
lhe couber intervir no processo, condenará o litigante de má-fé a pagar multa, que 
deverá ser superior a 1% e inferior a 10% do valor corrigido da causa, bem como 
a indenizar a parte contrária pelos prejuízos que esta sofreu e a arcar com os ho-
norários advocatícios e com todas as despesas que efetuou.
c) o incidente de desconsideração da personalidade jurídica, inclusive a hipótese 
de desconsideração inversa, será instaurado de ofício ou a requerimento da parte 
ou do Ministério Público, quando lhe couber intervir no processo.
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d) o incidente de desconsideração é cabível em todas as fases do processo de co-
nhecimento, no cumprimento de sentença e na execução fundada em título exe-
cutivo extrajudicial, sendo dispensada sua instauração se for requerida na petição 
inicial,caso em que será citado o sócio ou a pessoa jurídica, com suspensão do 
processo.
e) a concessão de gratuidade não afasta a responsabilidade do beneficiário pelas 
despesas processuais e pelos honorários advocatícios decorrentes de sua sucum-
bência, que ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade e somente poderão ser 
executados se, nos cinco anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão que 
as certificou, o credor demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência 
de recursos que justificou a concessão de gratuidade, extinguindo-se, passado esse 
prazo, tais obrigações do beneficiário.
873. (2017/TST/JUIZ DO TRABALHO SUBSTITUTO) Com relação à prova docu-
mental, a legislação processual civil sobre a matéria estabelece:
a) Quando intimada para se manifestar sobre documento constante dos autos, po-
derá a parte impugná-lo como meio de prova, o que significa alegar sua falsidade.
b) Nos casos em que a lei exigir documento público como da substância do ato, se 
a prova legal existir validamente, o juiz poderá admitir outros meios de prova, em 
atenção ao princípio do livre convencimento motivado.
c) Quando o documento particular contiver declaração de ciência de determinado 
fato, incumbirá ao signatário o ônus de provar a veracidade ou não do fato contido 
no documento.
d) Caso haja arguição de falsidade de documento juntado com a inicial, indepen-
dentemente de pedido de declaração de falsidade incidental, será feito o exame 
pericial pertinente, ainda que o autor concorde em retirar o documento dos autos, 
no prazo de réplica.
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e) Incumbe ao réu instruir a contestação com os documentos destinados a provar 
suas alegações e, a critério do juiz, após expressa justificativa do motivo de impe-
dimento de apresentação anterior, avaliar a possibilidade de juntada de documen-
tos em momento posterior.
874. (2017/TST/JUIZ DO TRABALHO SUBSTITUTO) Com relação à prova testemu-
nhal, a legislação processual civil sobre a matéria estabelece:
a) O juiz inquirirá primeiro as testemunhas do autor e depois as testemunha do 
réu, podendo essa ordem ser alterada pelo juiz de modo justificado, independente-
mente da concordância de ambas as partes.
b) É inadmissível sobre fato objeto de documento impugnado pela parte adversa 
àquela que o apresentou nos autos, bem como sobre fato provado por confissão da 
parte que afaste vício formal do documento.
c) Os condenados por falso testemunho, assim considerados indignos de fé, são 
considerados suspeitos para depor como testemunha, por expressa disposição legal.
d) O respeito à intimidade da testemunha prepondera sobre o dever de dizer a ver-
dade no processo, quando os fatos acarretarem grave dano à testemunha ou sobre 
os quais deva guardar sigilo, por estado ou profissão.
e) O juiz da causa arrolado como testemunha e que tenha ciência de fatos que 
possam influir na decisão deverá depor e, em seguida, declarar seu impedimento 
para prosseguir na instrução e julgamento do feito.
875. (2017/TST/JUIZ DO TRABALHO SUBSTITUTO) Com relação ao julgamento de 
improcedência liminar do pedido,
a) provido eventual recurso interposto pelo autor, havendo necessidade de dilação 
probatória, os autos serão devolvidos à instância ordinária para que siga seu curso 
normal, quando o réu será citado.
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b) no caso de vários pedidos e em que apenas um diga respeito a entendimento 
firmado em incidente de resolução de demanda repetitiva, o juiz poderá indeferir a 
petição inicial quanto ao pedido repetido e determinar a citação do réu com relação 
aos demais.
c) o texto normativo em análise, por estar localizado dentro do procedimento ordi-
nário comum do Livro do processo de conhecimento, não se aplica às ações que se 
processam por rito especial, a exemplo do mandado de segurança.
d) a hipótese retratada pode ser de julgamento com resolução do mérito ou sem 
resolução do mérito, como no caso de impossibilidade jurídica do pedido.
e) no caso de julgamento parcial de algum dos pedidos cumulados na petição 
inicial, prosseguindo o processo quanto aos demais pleitos, o recurso cabível pelo 
autor será o de apelação.
876. (2017/TST/JUIZ DO TRABALHO SUBSTITUTO) A respeito do julgamento con-
forme o estado do processo, do saneamento e da audiência de instrução e julga-
mentos, a legislação processual civil estabelece:
a) Na audiência de instrução e julgamento, o juiz fica dispensado de tentar a con-
ciliação, se a autocomposição já restou frustrada na audiência específica de con-
ciliação ou se todas as partes já manifestaram expressamente o desinteresse pela 
autocomposição.
b) Se o juiz verificar a existência de coisa julgada, poderá fazer o julgamento con-
forme o estado do processo, proferindo sentença sem resolver o mérito, desde que 
o faça em relação a todo o processo.
c) O juiz julgará antecipadamente o mérito do pedido, quando não houver ne-
cessidade de produção de outras provas ou quando o réu for revel e presumir-se 
verdadeiras as alegações de fato formuladas pelo autor e, ainda, o réu não houver 
formulado requerimento de provas contrapostas às alegações do autor, o que deve 
fazer por representação nos autos a tempo de praticar os atos processuais indis-
pensáveis a essa produção.
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d) No caso de um ou mais dos pedidos formulados ou parcela deles mostrar-se in-
controverso, o juiz decidirá parcialmente o mérito, podendo a parte liquidar ou exe-
cutar, desde logo, a obrigação reconhecida, independentemente de caução, desde 
que não haja recurso de agravo de instrumento interposto contra a decisão.
e) Na decisão de saneamento e organização do processo, deverá também o juiz, 
quando necessário, delimitar as questões de fato sobre as quais recairá a ativida-
de probatória, especificando os meios de prova admitidos e a distribuição do ônus 
da prova, caso em que obrigatoriamente deverá designar audiência de instrução e 
julgamento.
877. (2017/TST/JUIZ DO TRABALHO SUBSTITUTO) Sobre os atos processuais, nu-
lidades e valor da causa, o Código de Processo Civil estabelece:
a) A nulidade dos atos deve ser alegada na primeira oportunidade em que couber à 
parte falar nos autos, sob pena de preclusão, que não ocorrerá quanto às nulidades 
que o juiz deva decretar de ofício ou provando a parte legítimo impedimento para 
alegação oportuna.
b) A nulidade por ausência de intimação do Ministério Público para acompanhar o 
feito em que deveria intervir pode ser decretada independentemente de sua mani-
festação sobre a inexistência de prejuízo, que sempre se presume.
c) Ao pronunciar a nulidade, o juiz declarará que atos são atingidos e ordenará as 
providências necessárias a fim de que sejam repetidos ou retificados, mesmo quan-
do não prejudicar a parte.
d) O valor da causa será, na ação de cobrança de dívida, a soma monetariamente 
corrigida do principal, dos juros de mora vencidos e de outras penalidades, se hou-
ver, até a data de propositura da ação, e, na ação indenizatória, inclusive a fundada 
em dano moral, o valor pretendido, cabendo ao juiz, desde que por requerimento 
da parte contrária, corrigir o valor da causa quando verificar que não corresponde 
ao conteúdo patrimonial em discussão ou ao proveito econômico perseguido.
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Direito Processual Civil
e) O valor da causa será, na ação de cobrança de dívida, a soma monetariamente 
corrigida do principal, dos juros de mora vencidos e de outras penalidades, se hou-
ver, até a data de propositura da ação, e, na açãoindenizatória, inclusive a fundada 
em dano moral, o valor pretendido, cabendo ao juiz, desde que por requerimento 
da parte contrária, corrigir o valor da causa quando verificar que não corresponde 
ao conteúdo patrimonial em discussão ou ao proveito econômico perseguido.
878. (2017/TST/JUIZ DO TRABALHO SUBSTITUTO) Sobre formação, suspensão e 
extinção do processo, a legislação processual civil estabelece:
a) A ação é considerada proposta quando do protocolo da petição inicial, mas 
somente a citação válida induz litispendência, torna litigiosa a coisa e constitui o 
devedor em mora, inclusive no caso de inadimplemento de obrigações decorrentes 
de ato ilícito.
b) Havendo morte do autor, sendo transmissível o direito em litígio e não tendo 
sido ajuizada a ação de habilitação, o juiz determinará a suspensão do processo e 
a intimação de seu espólio, de quem for o sucessor ou, se for o caso, dos herdei-
ros, pelos meios de divulgação que reputar mais adequados, para que manifestem 
interesse na sucessão processual e promovam a respectiva habilitação no prazo 
designado, sob pena de extinção do processo sem resolução de mérito.
c) Durante a suspensão do processo é vedado praticar qualquer ato processual, 
podendo o juiz, mesmo no caso de arguição de impedimento e de suspeição, deter-
minar a realização de atos urgentes a fim de evitar dano irreparável.
d) Se o conhecimento do mérito depender de verificação da existência de fato de-
lituoso, o juiz deverá determinar a suspensão do processo até que se pronuncie a 
justiça criminal, pelo prazo máximo de um ano, ao final do qual incumbirá ao juiz 
cível examinar incidentemente a questão prévia.
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Direito Processual Civil
e) Havendo falecimento de qualquer das partes, proceder-se-á à habilitação, na 
instância em que estiver, suspendendo-se, a partir de então, o processo para pro-
cessamento da habilitação, com citação dos requeridos e, se necessário, dilação 
probatória, que, independentemente da espécie, será feita nos autos do processo 
principal.
879. (2017/TST/JUIZ DO TRABALHO SUBSTITUTO) Em conformidade com as re-
gras do Código de Processo Civil, a propositura de ação rescisória
a) não é cabível para rescindir decisão judicial com trânsito em julgado que estiver 
baseada em erro de fato capaz de ser verificado a partir da análise dos autos do 
processo judicial.
b) não é cabível para rescindir decisão judicial com trânsito em julgado que não 
enfrente o mérito da demanda.
c) não é cabível para rescindir apenas um capítulo da decisão judicial com trânsito 
em julgado.
d) é cabível por violação manifesta de norma jurídica, contra decisão judicial com 
trânsito em julgado, fundamentada em entendimento sumulado ou julgado pelo 
regime de casos repetitivos, se o juiz não considerou a ocorrência de distinção.
e) é cabível por violação manifesta de norma jurídica contra decisão judicial com 
trânsito em julgado que, sem reconhecer a distinção, aplica súmula ou entendi-
mento firmado em casos repetitivos, dispensando o autor do ônus da demonstra-
ção da distinção.
880. (2017/TST/JUIZ DO TRABALHO SUBSTITUTO) Considerando as normas fun-
damentais do processo civil, de acordo com a Parte Geral do Código de Processo 
Civil, é correto afirmar:
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a) A legislação atual assegura às partes o direito de obtenção, em lapso temporal 
razoável, da plena resolução meritória da demanda judicial, excluída a atividade 
satisfativa, isto é, de cumprimento ou execução.
b) É possível decidir questão de ofício sem oportunizar a manifestação das partes 
sobre o fundamento adotado quando a decisão judicial estiver sendo tomada no 
âmbito jurisdicional dos tribunais superiores.
c) O juiz não deve proferir decisão contra uma das partes sem que lhe seja dada 
oportunidade de se manifestar, ainda que a decisão seja proferida em ação moni-
tória, quando evidente o direito do autor.
d) Mesmo em questões a respeito das quais o magistrado está legalmente autori-
zado a decidir de ofício, o juiz não está autorizado a proferir decisão sem oportu-
nizar que as partes tenham assegurado o direito de manifestação a fim de poder 
influenciar no julgamento.
e) O dever de todos os sujeitos processuais, inclusive o perito, cooperarem para 
buscar a obtenção de decisão que julgue o mérito da demanda judicial, em tempo 
razoável, de modo justo e efetivo, não está previsto nas normas fundamentais do 
processo civil no Brasil.
881. (2017/TST/JUIZ DO TRABALHO SUBSTITUTO) Quanto à execução no Proces-
so Civil, a legislação sobre a matéria estabelece:
a) A penhora de crédito representado por letra de câmbio, nota promissória, du-
plicata, cheque ou outros títulos far-se-á exclusivamente pela apreensão do docu-
mento, podendo o juiz determinar, como medida preparatória do ato, a intimação 
do terceiro devedor para que não pague ao executado, seu credor e do executado, 
credor do terceiro, para que não pratique ato de disposição do crédito.
b) Não constitui violação dos deveres da parte a conduta do executado que, inti-
mado, não indica ao juiz bens sujeitos à penhora.
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c) Na execução por quantia certa, os honorários advocatícios de 10% serão fixa-
dos de plano pelo juiz ao despachar a petição inicial, cujo valor será reduzido pela 
metade se o executado pagar integralmente o valor, no prazo de três dias da cita-
ção ou poderá ser elevado a 20% quando rejeitados os embargos à execução ou, 
quando não opostos, levando-se em conta o trabalho realizado pelo advogado do 
exequente, conforme se constatar ao final do procedimento executivo.
d) Antes de adjudicados ou alienados os bens, o executado pode, a todo tempo, 
remir a execução, pagando ou consignando a importância atualizada da respectiva 
avaliação, acrescida das despesas decorrentes do leilão, inclusive honorários do 
leiloeiro.
e) São absolutamente impenhoráveis os vencimentos, subsídios, soldos, salários, 
remunerações, proventos de aposentadoria, pensões, pecúlios e montepios, bem 
como as quantias recebidas por liberalidade de terceiro e destinadas ao sustento do 
devedor e de sua família, os ganhos de trabalhador autônomo e os honorários de 
profissional liberal, exceto para pagamento de prestação alimentícia, independen-
temente de sua origem.
882. (2017/TST/JUIZ DO TRABALHO SUBSTITUTO) Sobre execução no Processo 
Civil, é correto afirmar:
a) Caso a penhora recaia sobre estabelecimento comercial, o juiz nomeará admi-
nistrador-depositário para dar continuidade ao negócio, podendo as partes ajustar 
a forma de administração, mas não a escolha do depositário.
b) Ocorrendo penhora das quotas ou das ações de sócio em sociedade simples ou 
empresária, o juiz poderá determinar o leilão judicial quando não haja interesse 
dos demais sócios no exercício de direito de preferência, não ocorra a aquisição 
das quotas ou das ações pela própria sociedade e a liquidação seja excessivamente 
onerosa para a sociedade.
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c) O executado poderá requerer a substituição do bem penhorado, devendo com-
provar que a substituição lhe será menos onerosa, bem como indicar onde se en-
contram os bens sujeitos à execução, exibir a prova de sua propriedade e a certidão 
negativa ou positiva de ônus, bem como abster-se de qualquer atitude que dificulte 
ou embarace a realização da penhora, caso em que a substituição pode ser deferida 
ainda que haja prejuízo ao exequente.
d) Havendo penhora de pedras e metais preciosos, o juiz não poderá determinar a 
alienação antecipadados bens, ainda que comprovada manifesta vantagem para a 
execução.
e) O juiz poderá ordenar a penhora de percentual de faturamento de empresa se 
o executado não tiver outros bens penhoráveis ou se, tendo-os, esses forem de di-
fícil alienação ou insuficientes para saldar o crédito executado, caso em que fixará 
percentual que propicie a satisfação do crédito exequendo em tempo razoável, mas 
que não torne inviável o exercício da atividade empresarial, n unca inferior a dez 
ou superior a trinta por cento.
883. (2017/TST/JUIZ DO TRABALHO SUBSTITUTO) Conforme as regras previstas 
no Código de Processo Civil, s obre o incidente de resolução de demandas repeti-
tivas,
a) é obrigatória a exigência de custas processuais para que o incidente de resolu-
ção de demandas repetitivas seja instaurado.
b) não é obrigatória a intervenção do Ministério Público no incidente de resolução 
de demandas repetitivas instaurado em que não seja o requerente.
c) não é obrigatória a ocorrência de repetição de demandas judiciais envolvendo a 
mesma questão de direito para que o incidente de resolução de demandas repeti-
tivas seja instaurado.
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d) é obrigatório que não haja afetação de recurso repetitivo no Superior Tribunal 
de Justiça ou no Supremo Tribunal Federal sobre a mesma questão de direito para 
que o incidente de resolução de demandas repetitivas seja instaurado.
e) é obrigatória a ocorrência de repetição de processos envolvendo a mesma ques-
tão de fato ou de direito para que o incidente de resolução de demandas repetitivas 
seja instaurado.
884. (2017/TJSC/JUIZ SUBSTITUTO) Examine os enunciados seguintes, concer-
nentes aos recursos: 
I – A apelação devolverá ao tribunal o conhecimento da matéria impugnada; já 
o capítulo da sentença que confirma, concede ou revoga a tutela provisória 
não é impugnável na apelação, mas por meio de interposição de agravo au-
tônomo. 
II – Caberá agravo de instrumento contra decisões interlocutórias proferidas na 
fase de liquidação de sentença ou de cumprimento de sentença, no processo 
de execução e no processo de inventário. 
III – Nos embargos de divergência, entre outras hipóteses, é embargável o acór-
dão de órgão fracionário que em recurso extraordinário ou em recurso es-
pecial, divergir do julgamento de qualquer outro órgão do mesmo tribunal, 
sendo um acórdão de mérito e outro que não tenha conhecido do recurso, 
embora tenha apreciado a controvérsia.
IV – Caso o acolhimento dos embargos de declaração implique modificação da de-
cisão embargada, o embargado que já tiver interposto outro recurso contra a 
decisão originária tem o direito de complementar ou alterar suas razões, nos 
exatos limites da modificação, no prazo de dez dias, contado da intimação da 
decisão dos embargos de declaração.
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Direito Processual Civil
Está correto o que se afirma APENAS em
a) II e III.
b) II e IV.
c) I, II e III.
d) I, III e IV.
e) II, III e IV.
885. (2017/TJSC/JUIZ SUBSTITUTO) No que se refere à comunicação dos atos 
processuais, é correto que
a) para a eficácia e existência do processo é indispensável a citação do réu ou do 
executado, com a ressalva única de indeferimento da petição inicial.
b) o comparecimento espontâneo do réu ou do executado supre a falta ou a nulida-
de da citação, fluindo a partir desta data o prazo para apresentação de contestação 
ou de embargos à execução.
c) a citação válida, salvo se ordenada por juízo incompetente, induz litispendência, 
torna litigiosa a coisa e constitui em mora o devedor.
d) a citação será sempre pessoal, por se tratar de ato personalíssimo e, portanto, 
intransferível.
e) como regra geral, a citação será feita por meio de mandado a ser cumprido por 
oficial de justiça; frustrada esta, far-se-á pelo correio.
886. (2017/TJSC/JUIZ SUBSTITUTO) Em relação à forma dos atos processuais, é 
correto afirmar:
a) Compete privativamente aos tribunais regulamentar a prática e a comunicação 
oficial de atos processuais por meio eletrônico, velando pela compatibilidade dos 
sistemas, disciplinando a incorporação progressiva de novos avanços tecnológicos 
e editando, para esse fim, os atos que forem necessários.
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b) Os atos e termos processuais são em regra formais, considerando-se nulos os 
que tenham sido praticados em desrespeito a essa premissa.
c) A desistência da ação produzirá efeitos imediatos nos autos, embora seja possí-
vel discutir os ônus sucumbenciais se não houver anuência da parte adversa ao ato.
d) Apenas decisões interlocutórias e sentenças devem ser publicadas no Diário de 
Justiça Eletrônico, já que despachos, por não causarem gravames, não necessitam 
de publicação.
e) Versando o processo sobre direitos que admitam autocomposição, é lícito às 
partes plenamente capazes estipular mudanças no procedimento para ajustá-lo às 
especificidades da causa e convencionar sobre os seus ônus, poderes, faculdades e 
deveres processuais, antes ou durante o processo.
887. (2017/TJSC/JUIZ SUBSTITUTO) Mário propõe ação reivindicatória contra João 
Roberto, a quem acusa de ter invadido ilicitamente área imóvel de sua propriedade. 
Após a citação de João Roberto e oferecimento de sua contestação, ingressa nos 
autos José Antônio, alegando que o imóvel não é de Mário nem de João Roberto e 
sim dele, juntando documentos e pedindo a retomada do imóvel para si. A inter-
venção processual de José Antônio denomina-se
a) litisconsórcio.
b) chamamento ao processo.
c) denunciação da lide.
d) assistência litisconsorcial.
e) oposição.
888. (2017/TJSC/JUIZ SUBSTITUTO) No tocante à sentença e à coisa julgada, é 
correto afirmar que:
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a) publicada a sentença, o juiz só poderá alterá-la para correção de inexatidões 
materiais ou erros de cálculo, por meio de embargos de declaração ou para reexa-
minar matérias de ordem pública.
b) a sentença faz coisa julgada às partes entre as quais é dada, não prejudicando 
terceiros, sendo vedado à parte discutir no curso do processo as questões já deci-
didas a cujo respeito se operou a preclusão.
c) a sentença deve ser certa, a não ser que resolva relação jurídica condicional.
d) na ação que tenha por objeto a emissão de declaração de vontade, a sentença 
que julgar procedente o pedido produzirá de imediato todos os efeitos da declara-
ção não emitida.
e) denomina-se coisa julgada material a autoridade que torna imutável e indiscutí-
vel a decisão, de mérito ou não, que não mais se encontre sujeita a recurso.
889. (2017/TJSC/JUIZ SUBSTITUTO) Em relação à prova, é correto afirmar que:
a) como regra, há hierarquia entre as provas previstas normativamente, embora 
não exista hierarquia entre as provas admitidas consuetudinariamente.
b) os fatos ocorridos, sobre os quais se tenha estabelecido controvérsia, prescin-
dem de prova.
c) a existência e o modo de existir de algum fato podem ser atestados ou docu-
mentados, a requerimento do interessado, mediante ata lavrada por tabelião; da-
dos representados por imagem ou som gravados em arquivos eletrônicos poderão 
constar da ata notarial.
d) para que o juiz determine as provas necessárias ao julgamento do mérito é 
preciso sempre que a parte as requeira, tendo em vista o princípio da inércia juris-
dicional.
e) o ônus da prova não admite ser convencionado em sentido contrário ao da norma 
jurídica, salvo unicamente nas relações consumeristas, se em prol do consumidor.
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890. (2017/TJSC/JUIZ SUBSTITUTO) Em uma ação de despejo por falta de paga-
mento julgada procedente, o locatário interpõe apelação, à qual se nega provimen-
to por maioria de votos. Nesse caso
a) o julgamento terá prosseguimento em sessão a ser designada com a presença 
de outros julgadores, que serão convocados nos termos previamente definidos no 
regimento interno, em número suficiente para garantir a possibilidade de inversão 
do resultado inicial, assegurado às partes e a eventuais terceiros o direito de sus-
tentar oralmente suas razões perante os novos julgadores, entretanto, sendo pos-
sível prosseguimento do julgamento dar-se-á na mesma sessão.
b) não haverá prosseguimento do julgado, uma vez que a maioria negava provi-
mento ao apelo; somente se fosse dado provimento ao apelo, por maioria, é que 
necessária e automaticamente ocorreria o prolongamento do julgamento.
c) não haverá prosseguimento do julgado, uma vez que a maioria negava provi-
mento ao apelo; somente se fosse provido o apelo, por maioria, e a requerimento 
expresso da parte, é que ocorreria o julgamento estendido do processo.
d) haverá o prosseguimento do julgamento, pois atualmente não mais se exige o 
provimento majoritário do apelo; no entanto, será preciso requerimento expresso 
da parte a quem beneficiaria a reversão do julgado.
e) não haverá o prosseguimento do julgamento, pois foram extintos os embargos 
infringentes, cabendo apenas a oposição de embargos de declaração e, julgados 
estes, a interposição de recursos especial e extraordinário.
891. (2017/TJSC/JUIZ SUBSTITUTO) Em relação à ação rescisória,
a) não é cabível, por violação manifesta à norma jurídica, contra decisão baseada 
em enunciado de súmula ou acórdão proferido em julgamento de casos repetitivos, 
que não tenha considerado a existência de distinção entre a questão discutida no 
processo e o padrão decisório que lhe deu fundamento.
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b) só se pode ajuizá-la de decisões que tenham resolvido o mérito e transitadas 
em julgado.
c) há erro de fato quando a decisão rescindenda admitir fato inexistente ou quan-
do considerar inexistente fato efetivamente ocorrido, sendo dispensável que o fato 
não represente ponto controvertido sobre o qual o juiz deveria ter-se pronunciado.
d) pode ter por objeto apenas um capítulo da decisão.
e) sua propositura impede como regra o cumprimento da decisão rescindenda, até 
seu final julgamento.
892. (2017/TJSC/JUIZ SUBSTITUTO) No tocante aos procedimentos especiais de 
jurisdição contenciosa,
a) quando o cônjuge ou companheiro defendam a posse de bens, próprios ou de 
sua meação, não serão considerados terceiros para a finalidade de ajuizamento dos 
embargos correspondentes.
b) a consignação em pagamento será requerida no domicílio do credor da obriga-
ção, cessando para o devedor, por ocasião da aceitação do depósito, os juros e os 
riscos, salvo se a demanda for julgada improcedente.
c) na ação de exigir contas, a sentença deverá apurar o saldo, se houver, mas só 
poderá constituir título executivo judicial em prol do autor da demanda.
d) na pendência de ação possessória é permitido, tanto ao autor quanto ao réu, 
propor ação de reconhecimento do domínio, salvo se a pretensão for deduzida em 
face de terceira pessoa.
e) entre outros fins, a ação de dissolução parcial de sociedade pode ter por objeto 
somente a resolução ou a apuração de haveres.
893. (2017/TJSC/JUIZ SUBSTITUTO) Em relação às tutelas provisórias, de urgên-
cia e da evidência, considere os enunciados seguintes: 
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I – A tutela provisória de urgência, se cautelar, só pode ser concedida em caráter 
antecedente, podendo a qualquer tempo ser revogada ou modificada. 
II – A tutela de urgência de natureza cautelar pode ser efetivada mediante arres-
to, sequestro, arrolamento de bens, registro de protesto contra alienação de 
bem e qualquer outra medida idônea para asseguração do direito. 
III – Entre outros motivos, a tutela da evidência será concedida, independente-
mente da demonstração de perigo de dano ou de risco ao resultado útil do 
processo, se se tratar de pedido reipersecutório fundado em prova documen-
tal adequada do contrato de depósito, caso em que será decretada a ordem 
de entrega do objeto custodiado, sob cominação de multa.
IV – Para a concessão da tutela de urgência, o juiz deve, conforme o caso, exigir 
caução real ou fidejussória idônea para ressarcir os danos que a outra parte 
possa vir a sofrer, só podendo a garantia ser dispensada se os requerentes 
da medida forem menores ou idosos com mais de sessenta anos. 
Está correto o que se afirma APENAS em
a) II e III.
b) I e II.
c) I, II e IV.
d) II, III e IV.
e) I, II e III.
894. (2017/TRE PR/ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA JUDICIÁRIA) Em matéria de 
litisconsórcio, é correto afirmar:
a) O litisconsórcio é simples quando, pela natureza da relação jurídica, o juiz tiver 
de decidir o mérito de modo uniforme para todos os litisconsortes.
b) No litisconsórcio unitário os atos e omissões de um dos litisconsortes, benéficos 
ou prejudiciais, estendem-se aos demais litisconsortes.
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c) O litisconsórcio necessário por força de lei é sempre unitário.
d) Nos casos de litisconsórcio passivo necessário, o juiz, se o caso, determinará ao 
autor que requeira a citação de todos que devam ser litisconsortes, dentro do prazo 
que assinar, sob pena de extinção do processo.
e) Os litisconsortes que tiverem diferentes procuradores, de escritórios de advo-
cacia distintos, terão prazos contados em quádruplo para todas as suas manifesta-
ções, em qualquer juízo ou tribunal, independentemente de requerimento.
895. (2017/DPE/DEFENSOR PÚBLICO SUBSTITUTO) A respeito da sentença, da 
fundamentação das decisões judiciais e da coisa julgada na sistemática do atual 
Código de Processo Civil,
a) o atual conceito de sentença é finalístico, pois leva em consideração exclusiva-
mente o efeito do ato, ou seja, somente pode ser sentença o ato do juiz que coloca 
fim ao processo ou à fase cognitiva do procedimento comum.
b) denomina-se coisa julgada material a eficácia, que torna imutável e indiscutível 
a sentença, não mais sujeita a recurso ordinário ou extraordinário.
c) a autoridade da coisa julgada somente se estende às questões decididas no dis-
positivo de uma decisão de mérito, não alcançando os motivos que determinaram 
o julgamento.
d) a decisão que concede tutela de urgência concedida em caráter antecedente, 
caso não seja impugnada tempestivamente, produz coisa julgada e só pode ser 
afastada por meio de ação rescisória, no prazo de dois anos.
e) a fundamentação referenciada (per relationem) é autorizada expressamente 
pelo novo Código de Processo Civil, desde que emanada da mesma autoridade jul-
gadora.
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896. (2017/DPE/DEFENSOR PÚBLICO SUBSTITUTO) Na hipótese de ser concedida 
gratuidade da justiça quando do recebimento da petição inicial, o réu poderá im-
pugnar esta decisão
a) em preliminar de contestação, sem a instauração de incidente apartado.
b) por agravo de instrumento, sob pena de preclusão.
c) mediante petição própria que instaura incidente apartado de impugnação à con-
cessão da gratuidade da justiça.
d) por simples petição, no prazo de quinze dias a partir da data da citação, sob 
pena de preclusão.
e) por simples petição e a qualquer tempo do processo, uma vez que o deferimen-
to da gratuidade não gera preclusão.
897. (2017/DPE/DEFENSOR PÚBLICOSUBSTITUTO) A respeito do direito probató-
rio à luz das disposições do Novo Código de Processo Civil, considere as assertivas 
abaixo.
I – É inadmissível a prova de negócios jurídicos de valor superior a 10 salários 
mínimos por meio de prova exclusivamente testemunhal.
II – Quando a lei exige expressamente forma escrita para a prova de um deter-
minado negócio jurídico, é possível suprir a ausência deste documento por 
meio de prova testemunhal se houver início de prova escrita.
III – Quando a lei exige instrumento público como da essência do ato, outro meio 
de prova não poderá ser utilizado.
IV – Quando a perícia for solicitada por parte beneficiária da justiça gratuita, ela 
deverá ser custeada com recursos alocados no orçamento do ente público ou 
por meio de recursos do fundo de custeio da Defensoria Pública.
V – A parte que impugnar a autenticidade de um documento tem o ônus de com-
provar a falsidade por ele arguida.
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Direito Processual Civil
Está correto o que se afirma APENAS em
a) II e V.
b) II e III.
c) II, III e V.
d) I e II.
e) III e IV.
898. (2017/DPE/DEFENSOR PÚBLICO SUBSTITUTO) De acordo com o entendi-
mento do Superior Tribunal de Justiça, o consumidor pode exigir judicialmente a 
exibição de contrato bancário
a) como forma de produção antecipada de provas, de modo que é imprescindível 
que demonstre a urgência do pedido, caracterizada pelo fundado receio de que 
venha a tornar-se impossível ou muito difícil a verificação de certos fatos na pen-
dência da ação.
b) desde que comprove de forma inequívoca a existência de relação jurídica com o 
fornecedor, fato que não é objeto de inversão legal do ônus da prova, mas não cabe 
ao consumidor o ônus de provar que houve recusa injustificada ou pagamento de 
taxa, em razão dos princípios protetivos consumeristas.
c) com fundamento nas regras protetivas das relações consumeristas, de modo 
que não cabe ao consumidor a prova da existência de relação jurídica com o forne-
cedor, por se tratar de hipótese que impõe a inversão do ônus do prova.
d) desde que demonstre interesse processual, caracterizado somente se o con-
sumidor provar a existência da relação jurídica, o pedido administrativo válido, o 
pagamento da taxa correspondente, além da recusa injustificada por parte do for-
necedor.
e) desde que comprove a existência de relação jurídica com o fornecedor e a recu-
sa injustificada por parte deste, mas é abusiva a exigência de pagamento de taxa, 
cabendo ao Poder Judiciário requisitar a apresentação do documento independen-
temente do pagamento de taxa.
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899. (2017/DPE/DEFENSOR PÚBLICO SUBSTITUTO) De acordo com o entendimen-
to jurisprudencial consolidado em Súmula não revogada pelo Superior Tribunal de 
Justiça:
a) é impenhorável o único imóvel residencial do devedor que esteja locado a ter-
ceiros, desde que a renda obtida com a locação seja revertida para a subsistência 
ou a moradia da sua família.
b) para fins do art. 105, III, a, da Constituição Federal, é cabível recurso especial 
fundado em alegada violação de enunciado de súmula.
c) em ação monitória fundada em cheque prescrito ajuizada contra o emitente, é 
indispensável a menção ao negócio jurídico subjacente à emissão da cártula.
d) é inadmissível o recurso especial interposto antes da publicação do acórdão dos 
embargos de declaração, sem posterior ratificação.
e) é nula a penhora de bem de família pertencente a fiador de contrato de locação.
900. (2017/DPE/DEFENSOR PÚBLICO SUBSTITUTO) João Haroldo procura a defen-
soria pública com a finalidade de deduzir pretensão de danos materiais e morais em 
face de uma empresa de cartões de crédito e do banco que comercializa o cartão, 
em razão de cobranças indevidas. O defensor ajuíza, por meio eletrônico, petição 
inicial que segue o procedimento comum. A empresa de cartões foi citada, sendo 
a carta com aviso de recebimento juntada aos autos no dia 23 de janeiro de 2017 
(segunda- feira). O banco, por seu turno, foi citado e houve juntada do compro-
vante postal no dia 02 de fevereiro de 2017 (quinta-feira). No dia 1º de março de 
2017 (quarta-feira), a empresa de cartões protocolou petição manifestando desin-
teresse na realização de audiência de tentativa de conciliação. Em 12 de maio de 
2017 (sexta-feira), ocorreu a audiência de tentativa de conciliação, que contou com 
a participação do autor e do banco, ausente a administradora de cartões, sendo 
ao final infrutífera a tentativa de autocomposição. Os demandados contam com 
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advogados de escritórios distintos. Considerando os prazos previstos no atual CPC, 
considerando a situação hipotética de inexistência de qualquer feriado (nacional ou 
local) no decurso do prazo, é correto dizer que o último dia do prazo para a resposta 
da administradora de cartões foi
a) 22 de março de 2017.
b) 23 de junho de 2017.
c) 13 de fevereiro de 2017.
d) 2 de junho de 2017.
e) 23 de fevereiro de 2017.
901. (2017/DPE/DEFENSOR PÚBLICO SUBSTITUTO) O autor de uma ação deixou 
de comparecer à audiência de tentativa de conciliação, razão pela qual o juiz im-
pôs-lhe multa. Diante desta decisão,
a) há previsão expressa de cabimento de apelação contra tal decisão, de modo que 
cabe ao interessado o ônus de recorrer no prazo de quinze dias a partir da intima-
ção da decisão que impôs a multa, sob pena de preclusão.
b) não há previsão expressa de recurso imediato, mas não haverá preclusão ime-
diatamente, de modo que a questão poderá ser suscitada em preliminar de apela-
ção contra a decisão final, ou nas contrarrazões.
c) é irrecorrível e, assim, também não se submete a preclusão e pode ser revista 
em qualquer momento do processo, inclusive em recursos ordinários, por meio de 
simples petição.
d) há previsão expressa de cabimento de agravo de instrumento, de modo que 
cabe ao interessado o ônus de recorrer no prazo de quinze dias a partir da intima-
ção desta decisão, sob pena de preclusão.
e) não há previsão expressa de recurso imediato, mas não haverá preclusão, de 
modo que a decisão poderá ser suscitada em preliminar de apelação contra a deci-
são final e desde que esta seja desfavorável ao autor.
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902. (2017/DPE/DEFENSOR PÚBLICO SUBSTITUTO) De acordo com as disposições 
do novo Código de Processo Civil, quanto ao inventário,
a) o juiz deve remeter às vias ordinárias a análise de questões que demandam 
qualquer outro meio de prova que não seja a documental.
b) é vedada a nomeação de herdeiro menor como inventariante.
c) o foro da situação dos bens imóveis é estabelecido como regra geral de compe-
tência para promover o inventário.
d) o juiz determinará, de ofício, que se inicie o inventário, se nenhum dos legitima-
dos o requerer no prazo legal.
e) na sucessão testamentária pode ser realizada extrajudicialmente o inventário, 
mesmo havendo herdeiros incapazes.
903. (2017/TJPR/JUIZ SUBSTITUTO) No tocante aos procedimentos especiais de 
jurisdição voluntária:
a) declarada a ausência nos casos previstos em lei, o juiz mandará arrecadar os 
bens do ausente, nomeando-lhe curador e determinando a publicação de editais na 
rede mundial de computadores; findo o prazo de um ano, poderão os interessados 
requerer a abertura da sucessão definitiva, observando-se as normas pertinentes.
b) a interdição pode ser proposta privativamente pelo cônjuge ou companheiro 
do interditando ou, se estes não existirem ou não promoverem a interdição, pelo 
Ministério Público.
c) na herança jacente, ultimada

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