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A
AA – Abreviatura da Associação dos Alcóolicos
Anônimos.
AAS – Abreviatura de ácido acetilsalicílico.
Abasia – Incapacidade de marcha por incoorde-
nação motora.
Abaulamento – Aumento na convexidade de uma
região ou órgão.
Abdome – Região do tronco situada entre o tó-
rax e a pelve.
Abdome agudo – Síndrome caracterizada pela apa-
rição brusca de uma dor intensa no abdome.
Abdominal – Referente ao abdome.
Abdomino-perineal – Relativo ao abdome e ao
períneo.
Abdução –Termo utilizado para designar o mo-
vimento de distanciamento do plano sagital
mediano.
Aberração – Fenômeno, idéia ou acontecimen-
to extravagante, inusitado ou inesperado. De-
feito ou deformidade.
Aberração Cromossômica – Qualquer mudan-
ça no número ou na estrutura dos cromos-
somos de uma espécie que produz doenças de
gravidade variada.
Abiose – Ausência de vida.
Ablactação – Desmame, parada da lactação.
Ablação – Exérese de qualquer órgão do corpo
por meio de uma amputação ou incisão cirúr-
gica. Ressecção.
Ablefaria – Ausência congênita das pálpebras.
Ablepsia – Cegueira.
Ablução – Banho.
ABO, Grupos Sangüíneos – Sistema de classi-
ficação do sangue humano segundo os com-
ponentes antigênicos das hemácias. O grupo
sangüíneo é identificado pela presença ou au-
sência de dois antígenos diferentes, A ou B,
na superfície da hemácia. Se nenhum deles
está presente, o sangue é do tipo O.
Abdome
Esterno
Costelas
Músculo
reto do
abdome
Intestino
delgado
AA ABO
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Abortamento – Morte e perda do feto antes de
180 dias de gestação.
Abortar – Perda do feto antes que tenha condi-
ções de viabilidade; dar à luz antes do perío-
do normal de gestação.
Aborto – Interrupção da gravidez antes que o
feto tenha se desenvolvido o suficiente para
ser viável.
Aborto habitual – Condição clínica na qual a
mulher tem mais de três abortos espontâneos.
As principais causas são alterações dos
cromossomos do feto e certas doenças como
o hipotiroidismo, o diabetes ou alterações gra-
ves da estrutura do útero.
Aborto infectado – Interrupção espontânea ou
induzida de uma gravidez em que o produto
da concepção sofre uma infecção.
Abrasão – Erosão, desprendimento da superfí-
cie da pele por fricção, como conseqüência
de um traumatismo.
Abruptio placentae – Condição clínica na qual
há desprendimento da placenta que normal-
mente se instala em uma gravidez de 20 ou
mais semanas ou durante o parto, antes da
expulsão do feto. Quando a separação da
placenta é completa, ocorre morte do feto.
Os principais sintomas são: dores abdomi-
nais, hipersensibilidade uterina e contração
do útero.
Abscesso – Acúmulo de pus, decorrente de uma
infecção.
Abscesso cutâneo – Acúmulo de pus em uma
região da pele que aparece inchada, dolorida,
vermelha e quente. Um abscesso não tratado
de modo correto pode ocasionar uma grave
infecção no sangue conhecida como septice-
mia.
Abscesso dentário – Acúmulo de pus em alvéo-
lo dental como conseqüência de cáries. Pro-
duz uma intensa dor que aumenta quando se
faz pressão sobre o dente, por vezes acompa-
nhada por edema de face.
Abscesso frio – Abscesso de evolução lenta, sem
febre, vermelhidão, com pouca ou nenhuma
dor. Localiza-se geralmente em linfonodo ou
articulação e é de natureza tuberculosa.
Abscesso periamidaliano – Abscesso que se
desenvolve em tecidos próximos das tonsilas
palatinas. É uma complicação grave da
amidalite e requer tratamento cirúrgico.
Abscesso pulmonar – Acúmulo de pus no pul-
mão pela ação de um agente infeccioso que
destrói parte do tecido. Seu tratamento é feito
à base de antibióticos e, ocasionalmente, ci-
rurgia de drenagem da cavidade pleural.
Absorção – Penetração de líquido ou de outras
substâncias pela pele ou pelas mucosas. Fa-
culdade da pele, das membranas serosas e das
mucosas de se deixarem atravessar por gases,
líquidos e substâncias nutritivas. Pele e mem-
branas absorvem medicamentos aplicados em
sua superfície. O sistema digestivo faz o mes-
mo com os alimentos.
Absorção intestinal – Passagem de água e subs-
tâncias oriundas da digestão do interior do
intestino para o sangue e os vasos linfáticos.
A superfície de absorção do intestino é enor-
me graças à existência de vilosidades intesti-
nais, projeções da mucosa que forram o inte-
rior do intestino em forma de dedo. A maioria
dos nutrientes passa rapidamente para os va-
sos mesentéricos e, em seguida, é transporta-
da ao fígado pela veia porta.
Absorvente – Diz respeito à capacidade de ab-
sorção de líquidos por proximidade. Produto
utilizado pelas mulheres na época da mens-
truação para conter o fluxo de sangue.Abscesso
Gengiva
Abscesso
Osso
alveolar
ABORTAMENTO ABSORVENTE
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A
Absorventes para a incontinência do adulto –
Produtos em forma de fraldas infantis para
evitar o contato com a urina em pessoas inca-
pazes de controlar a bexiga urinária.
Abstêmio – Pessoa que se mantém afastada do
uso de substâncias.
Absterger – Diz respeito à limpeza de uma úlce-
ra ou ferida; desobstruir.
Abstinência – Síndrome decorrente da privação
de substância ou de ação habitual do indiví-
duo. Em relação à dependência das drogas, de-
nomina-se Síndrome de abstinência.
 Abragenia – Ausência congênita dos membros
superiores.
Abrupção – Fratura transversal de um osso.
Abulia – Incapacidade de tomar decisões; dimi-
nuição da força de vontade. É característico
de certas doenças mentais.
Abuso – Uso excessivo. Emprego de fármaco com
objetivo não terapêutico e sem prescrição mé-
dica. Também sinônimo de violação sexual.
Acalasia – Perda da capacidade de relaxamento
de um músculo ou esfíncter. Doença caracte-
rizada pela diminuição do peristaltismo do
esôfago. Há dificuldade de passagem dos ali-
mentos para o estômago, portanto, estes per-
manecem mais tempo no esôfago, o qual au-
menta de diâmetro.
Acalculia – Perda da capacidade de realizar cál-
culos aritméticos; condição decorrente de
distúrbios cerebrais.
Acalmia – Período de diminuição dos sinais ou
sintomas no curso de uma infecção ou doen-
ça aguda.
Acamado – Pessoa incapaz de sair do leito.
Acampsia – Rigidez de uma articulação ou de
todo um membro.
Acantose – Condição clínica de espessamento
da epiderme.
Acantose nigricans – Condição de hiperpig-
mentação das dobras cutâneas do corpo.
Acantocéfalos – Ordem dos vermes Nematel-
mintos desprovidos de tubo digestivo, que
parasitam o intestino do homem.
Acantócitos – Hemácia malformada. Observa-
se em preparados projeção de espinhos ou
espículas, que conferem à célula aspecto es-
pinhoso ou areolado.
Acantóide – Semelhante a um espinho.
Ação Opsônica – Em Imunologia, diz-se de uma
substância que potencializa a atividade
imunológica de outra.
Acapnéia – Condição na qual há diminuição de
gás carbônico no sangue.
Acarbose – Substância denominada oligos-
sacarídeo aminado, que funciona como um
inibidor competitivo da alfaglucosidase. É utili-
zado no tratamento do diabetes mellitus tipo 2.
Acardia – Ausência congênita do coração. Anato-
micamente denominada monstruosidade e,
como tal, incompatível com a vida.
Acaríase – Sarna, escabiose.
Ácaros – Pequenos parasitas, da família dos
Aracnídeos, que vivem em plantas, animais e
pessoas. No ser humano, produzem lesões
irritativas ou transmitem doenças tropicais.
Ácaros encontrados no pó das casas, nos tra-
vesseiros eapatia.
Apêndice vermiforme – Parte do ceco, locali-
zado do lado inferior direito do abdome, ou
fossa ilíaca direita, mede 7 a 14 cm de com-
primento e 0,8 cm de diâmetro. Sua inflama-
ção denomina-se apendicite.
Apendicectomia – Retirada do apêndice vermi-
forme.
Apendicite – Inflamação do apêndice vermi-
forme que, se não diagnosticada, pode evo-
luir para perfuração e peritonite. O sintoma
mais comum desse quadro é dor intensa na
fossa ilíaca direita, pode ser acompanhada de
vômitos, febre branda, leucocitose, rigidez ab-
dominal, e diminuição dos ruídos intestinais.
O tratamento da apendicite consiste na
extirpação cirúrgica nas primeiras 24-48 ho-
ras da aparição dos sintomas, evitando perfu-
ração e complicações posteriores.
Apendicolitíase – Presença de cálculos no inte-
rior do apêndice.
Apetite – Desejo de alimentos no intervalo entre
refeições. O apetite pode estar sujeito a im-
pulsos desregrados, constituindo-se em com-
pensação por perdas ou frustrações, para cha-
mar a atenção dos mais velhos.
Apgar, escala de – Sistema de avaliação dos re-
cém-nascidos, que utiliza critérios respirató-
rios, circulatórios e neurológicos.
Apical – Referente ao ápice.
Ápice cardíaco – Ponta do coração.
Apinealismo – Ausência da glândula pineal.
Apiogênico – Que não produz pus.
Apirético – Pessoa que não tem febre.
Apirexia – Sem febre.
Apituitarismo – Falta de atividade da glândula
hipófise.
Aplacentário – Sem placenta.
Aplasia – Falta de desenvolvimento normal de
um órgão ou de uma parte do corpo.
Aplástico – Com desenvolvimento deficiente.
Apnéia do sono – Transtorno do sono que se pro-
duz, pois o indivíduo deixa de respirar durante
uns segundos enquanto dorme. Deve-se procu-
rar especialista para indicação de exame especi-
al durante o sono, denominado polissonografia.
Apófise – Acidente ósseo que determina uma
saliência.
Apofisite – Inflamação de uma apófise.
Aponeurorrafia – Sutura de uma aponeurose.
Aponeurose – Membrana de tecido conjuntivo
que envolve os músculos.Apêndice vermiforme
Colo transverso
Colo
descendente
Reto
Colo
ascendente
AORTOGRAFIA APONEUROSE
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Aponeurosite – Inflamação de uma aponeurose.
Apoplexia – Rompimento de um vaso arterial
provocado por doenças ou traumatismos
acompanhados da saída de certa quantidade
significativa de sangue dos tecidos, provocan-
do sua destruição.
Apoptose – Em genética, morte celular progra-
mada.
Apósito – Tecido limpo ou estéril que se aplica di-
retamente sobre uma lesão ou ferida para prote-
ger a região, absorver a possível secreção, deter
a hemorragia ou veicular uma medicação.
Apostema – Abscesso.
Apraxia – Incapacidade para fazer o uso ade-
quado de objetos.
Apresentação – Em obstetrícia, parte do feto que,
do estreito superior da pelve, tende a encai-
xar-se. Apresentação cefálica: quando a primei-
ra região do feto a apresentar-se é a cabeça.
Aproctia – Ausência ou imperfuração do ânus.
Aptialismo – Falta de secreção salivar.
Aqueilia – Ausência de lábios.
Aquiles, tendão de – Forte tendão dos músculos
sóleo e gastrocnêmio.
Aquilia – Falta ou deficiente formação de quilo.
Aquilodinia – Dor no tendão aquileu.
Aquimia – Falta de quimo.
Ar residual – Ar que permanece no pulmão após
expiração.
Aracnidismo – Envenenamento pelas toxinas da
aranha.
Aracnodactilia – Dedos excessivamente longos.
Aracnóide – Uma das três meninges, membra-
nas que cercam o encéfalo e a medula espinal.
Também denominada leptomeninge.
Aracnoidite – Inflamação da aracnóide.
Arco senil – Anel cinza que se observa na borda
da íris. Decorrente do depósito de gordura na
união da córnea com a esclerótica. Vê-se com
mais freqüência em pessoas mais velhas e
aquelas com doenças do metabolismo lipídico.
Arejamento – Renovação do ar ou ventilação.
Aréola mamária – Região das mamas de forma
arredondada que cerca o mamilo. Também se
diz aréola para um círculo avermelhado ao
redor de um ponto inflamado.
Areolar – Relativo à aréola.
Argêntico – Diz-se de substância que contém prata.
Argilofagia – Vício de comer terra. Observa-se
em certas parasitoses intestinais; também de-
nominada geofagia.
Argiria – Descoloração da pele em decorrência
da deposição de prata.
Argirismo – Intoxicação por sais de prata.
Aritenóide – Cartilagem do esqueleto da larin-
ge. Significa: em forma de concha.
Aritenoidite – Inflamação da cartilagem
aritenóide.
Arranhadura de gato, febre por – Doença
causada pelo arranhadura ou mordida de um
gato sadio, a qual produz uma inflamação e
formação de pústulas na pele ferida. Ao fim
de duas semanas, sobrevém aumento de ta-
manho dos linfonodos no pescoço, na viri-
lha, ou na axila.
Arreflexia – Abolição de reflexos.
Arrenoblastoma – Tumor ovariano constituído
de células produtoras de testosterona, e pode
haver aparecimento de caracteres sexuais se-
cundários.
Arrinia – Ausência congênita de nariz.
Estrutura do sistema condutor do coração
Nodo
sinoatrial
Nodo atrioventricular Fascículo
atrioventricular
(Feixe de His)
Ramos direito e esquerdo do fascículo
APONEUROSITE ARRINIA
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Arritmia – Alteração do ritmo cardíaco normal
em sua formação e/ou condução.
Arsenicismo – Intoxicação causada pela ingestão
ou inalação de arsênio, podendo cursar com
insuficiência renal e choque.
Arterectomia – Retirada de parte de uma ar-
téria.
Artéria – Vaso sangüíneo que sai do coração em
direção aos tecidos e possui ramos para os di-
versos órgãos.
Artéria lusória – Qualquer ramo anômalo da
crossa da aorta, decorrente de um erro no de-
senvolvimento dos arcos aórticos durante a
vida embrionária.
Artéria pulmonar – Tronco da artéria pulmo-
nar que emerge na saída do ventrículo direito
em direção aos pulmões e pertence à circula-
ção pulmonar.
Arterialização – Transformação do sangue ve-
noso em arterial.
Arterioectasia – Dilatação de uma artéria.
Arteriografia – Exame radiográfico de uma
região do corpo humano após injeção arte-
rial, diretamente ou por um cateter, de um
líquido opaco aos raios X. Pode ser digital
ou convencional. Muito útil nas doenças
arteriais agudas ou crônicas para diagnós-
tico ou precedendo uma intervenção endo-
vascular.
Arteriografia cerebral – Exame radiográfico do
crânio obtido após injeção de contraste nas ar-
térias cerebrais.
Arteríola – Artéria de pequeno calibre.
Arteriomalácia – Amolecimento da túnica mus-
cular da artéria.
Arteriopatias – Doenças das artérias.
Arterioplasia – Falta de desenvolvimento de uma
artéria.
Arterioplastia – Cirurgia reparadora de uma ou
mais artérias.
Arteriografia
ARRITMIA ARTERIOPLASTIA
Artéria
Artéria subclávia direita
Artéria
radial direita
Artéria
femoral direita
Arco da aorta
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Arteriosclerose – Compreende um grupo de do-
enças que tem como característica comum o
endurecimento da parede arterial, incluindo as
seguintes entidades: arteriolosclerose,
esclerose calcificante da camada média e
aterosclerose. Esta última é uma afecção de
artérias de grande e médio calibre caracteri-
zada por lesões com aspecto de placas segun-
do sua fase evolutiva.
Arteriotomia – Incisão em uma artéria.
Arteriótomo – Instrumento para praticar
arteriotomia.
Arterite – Nome genérico dado a lesões arteri-
ais de origem inflamatória ou degenerativa,
chegando ao espessamento de suas paredes,
algumas vezes à dilatação ou à obliteraçãodo vaso.
Articulação – Estrutura anatômica pertencente
ao sistema esquelético, compreendida entre
dois ou mais ossos do corpo. Quanto à mobi-
lidade, classificam-se em móveis, semi-mó-
veis e imóveis. Quanto ao tipo de tecido inter-
posto, classificam-se em: fibrosas, cartila-
ginosas e sinoviais. O joelho é uma articula-
ção do tipo móvel e sinovial.
Artrite séptica – Infecção bacteriana aguda de uma
articulação, causada por traumatismo, ferida
penetrante ou chegada de bactérias por meio da
corrente sangüínea de foco de infecção em qual-
quer ponto do organismo até a articulação.
Artrocentese – Manobra pela qual se evacua o con-
teúdo articular, ou parte deste, geralmente me-
diante punção direta no espaço articular.
Artroclasia – Operação para fraturar a articula-
ção anquilosada a fim de tentar restaurar os
movimentos.
Artrodese – Fixação de uma articulação altera-
da por alguma doença crônica mediante ope-
ração.
Artrodinia – Dor na articulação.
Artrogripose múltipla congênita – Doença con-
gênita caracterizada por enrijecimentos arti-
culares múltiplos, mais ou menos simétricos,
geralmente em flexão, evidentes desde o nas-
cimento e não progressivos.
Artropatia – Doença articular.
Artroplastia total – Consiste na substituição de
uma articulação por outros elementos artifi-
ciais.
Artrópode – Organismo invertebrado de um gru-
po muito numeroso do reino animal em que
se incluem pulgas carrapatos, piolhos e ou-
tros parasitas humanos.
Artrotomia – Incisão em uma articulação.
Artrose – Nome sob o qual são designadas as
afecções crônicas degenerativas não inflama-
tórias das articulações, caracterizadas, anato-
micamente, pela lesão, depois destruição de
cartilagem com produção de lesões cartila-
ginosas.
ASA – Classificação de candidatos a operações
conforme risco previsível.
Asbestose – Doença que afeta os pulmões pela
inalação de pó ou outros materiais proceden-
tes do asbesto.
Ascaricida – Que mata os áscaris.
Ascaridíase – Infecção causada no Homem pelo
verme Ascaris lumbricoides ao ingerir seus
ovos em alimentos contaminados.
Ascaris lumbricoides – Verme parasita longo e
cilíndrico que infesta o intestino, provocando
Artralgia – Dor na articulação.
Artrectomia – Retirada parcial ou total de uma
articulação.
Artrite – Inflamação de uma ou mais articulações.
Artrite reumatóide – Doença reumática crôni-
ca de origem auto-imune, caracterizada pela
inflamação das articulações. Além da infla-
mação, ocorre destruição progressiva das ar-
ticulações e estruturas adjacentes, assim como
lesões de outros órgãos.
Articulação
Cabeça do
fêmur
Cabeça do
úmero
ARTERIOSCLEROSE ASCARIS
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a Ascaridíase. Fixa-se no intestino e alimenta-
se do quimo intestinal.
Ascite – Acúmulo de líquido livre na cavidade
peritoneal. A causa mais freqüente é a insufi-
ciência hepática e hipertensão portal.
Asclépios – Na mitologia grega, o deus da Me-
dicina ou Esculápio.
Asfixia – Supressão da hematose por qualquer
causa que impeça a entrada de oxigênio nos
pulmões, obstruindo as vias respiratórias ou
pressionando-as desde o exterior.
Asilos – Locais que acolhem idosos. Aplicação
prática do ser humano em viver em grupo.
Acolhem-se pessoas com problemas ou que,
sem a ajuda de um grupo, não poderia viver.
Apresentam-se como serviço que cobre carên-
cias de acolher, no seio de um grupo, as pes-
soas que necessitam desse serviço. Estabele-
cimentos que servem de moradia permanente
para anciãos, aos quais se presta uma atenção
integral continuamente.
ASLO (antiestreptolisina O) – Anticorpo que
aparece no organismo após contato com o ger-
me causador da febre reumática, o Streptococo
betahemolítico do grupo A. Pode-se detectar
em pessoas sadias e doentes.
Asma brônquica – Doença inflamatória crôni-
ca das vias respiratórias que se caracteriza por
resposta exacerbada da árvore brônquica a es-
tímulos diversos, que produzem redução do
calibre das vias aéreas, ocasionando episódio
de estreitamento geral das vias respiratórias e
obstrução do fluxo aéreo, que podem cessar
espontaneamente ou com tratamento. Partici-
pam dessa doença mastócitos e eosinófilos
Asma cardíaca – Crises noturnas de dispnéia em
pacientes com insuficiência cardíaca.
Aspartame – Adoçante sintético. É dipeptídeo
derivado do ácido aspártico.
Asperger, síndrome de – Variedade de autismo
infantil associada a performances excepcionais
em certos domínios como a memória. Segun-
do estudos recentes, o artista Michelangelo
Buonarroti seria portador destas doença.
Aspergillus – Fungo que pode causar doenças.
Aspergilose – Doença crônica dos pulmões, pro-
duzida pelo Aspergillus fumigatus e que tem
sinais e sintomas muito parecidos com os da
tuberculose pulmonar.
Aspermatismo – Falta de espermatozóides no
líquido seminal, ou azoospermia.
Aspermia – Falta de formação ou ejaculação do
sêmen.
Aspiração – Retirada de líquido de uma cavida-
de mediante aspirador ou seringa.
Assepsia – Técnica que consiste em prevenir
contaminação de ambientes e pessoas.
Assexual – Sem sexo. Não sexual.
Assexualização – Sinônimo de Castração. Reti-
rada dos testículos ou dos ovários.
Assialia – Ausência de saliva.
Assiderose – Ausência de ferro.
Asma
ASCITE ASSIDEROSE
Mucosa
Luz da via aérea
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Assinclitismo – Apresentação oblíqua da cabeça
do feto no estreito superior da bacia.
Assinergia – Falta de coordenação entre grupos
musculares.
Assintomático – Paciente que se apresenta sem
sintomas.
Assistentes sociais – Profissionais com diplo-
ma universitário que pesquisam as causas que
comprometem o equilíbrio físico, psicológi-
co, econômico ou moral de um indivíduo, fa-
mília ou grupo e qualquer ação possível de
ajudá-lo.
Assistolia – ausência de contração do miocárdio,
denominada sístole.
Astasia – Incoordenação motora que torna im-
possível permanecer de pé.
Astasia-abasia – Impossibilidade de ficar de pé
e de andar.
Asteatose – Deficiência de secreção sebácea.
Astenia – Fraqueza generalizada do corpo hu-
mano. Depressão do estado geral, que causa
insuficiências funcionais múltiplas. Designa
igualmente o enfraquecimento das funções de
um órgão ou sistema.
Astenopia – Cansaço ou enfraquecimento dos
olhos, causado pela fadiga de músculos espe-
cíficos.
Astigmatismo – Transtorno ocular que ocorre
quando a córnea não tem uma superfície re-
gular e quando não se vê nitidamente a partir
de nenhuma distância por causa de distorções
da imagem refletida na retina.
Atadura gessada – Atadura embebida de
gesso.
Ataque – Termo utilizado vulgarmente para de-
signar epilepsia e, até mesmo, alterações car-
díacas. Acesso repentino e grave de uma do-
ença, seguido ou não de convulsões.
Atavismo – Conjunto de potenciais hereditários
da raça.
Ataxia – Transtorno caracterizado pela diminui-
ção da coordenação dos movimentos. Produz
andar cambaleante e desequilíbrio postural
decorrente de lesões na medula espinal ou no
cerebelo.
Ataxia locomotora progressiva – Conhecida
também por Tabes dorsalis, alteração da co-
luna vertebral de origem luética.
Ataxia-telangiectasia–Imunodeficiência com
infecções repetitivas e alterações endócrinas
como diabetes mellitus.
Atelectasia – Colapso de parte do pulmão que
dificulta a troca respiratória de gases.
Ateroma – Acúmulo de substâncias na luz ar-
terial que vão, progressivamente, ocluindo
o vaso.
Ateromatose – Doença que se caracteriza pela
formação de placas de colesterol na luz in-
terna dos grandes vasos sangüíneos, endu-
recendo-os e dificultando a irrigação. Ver
arteriosclerose.
Atetose – Doença neuromuscularcaracteriza-
da por movimentos lentos, contínuos e
involuntários na paralisia cerebral e em ou-
tras doenças neurológicas.
Atitude escoliótica – Falsa escoliose, na qual
não existe fratura vértebral, mas tendência
a desvio da coluna sem alteração estrutural.
Atlas – A primeira vértebra cervical. Nome
atribuído a um Titã na Mitologia Grega.
Atonia – Perda de tônus muscular.
Atopia – Fenômeno de hipersensibilidade hu-
mana, no qual há dilatação de vasos sangüí-
neos; inflamação; coceira; estreitamento do
diâmetro dos brônquios, decorrente da ex-
posição de estímulos.
Atópico – Pessoa portadora de atopia.
Ato reflexo – Movimento involuntário de um
órgão de parte do corpo em resposta a um
estímulo.
Atoxicidade – Característica de uma substân-
cia de não ser tóxica.
Atrabile – Substância escura proveniente
da deterioração após a morte da medula
adrenal.
Atrepsia – Caquexia em crianças.
Atresia – Ausência ou estreitamento de uma
passagem natural. Fechamento de um con-
duto.
Atresia biliar – Ausência congênita das estru-
turas biliares que causa icterícia e lesão he-
pática.
ASSINCLITISMO ATRESIA
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Átrio do coração – Câmara cardíaca com pa-
rede muscular fina, cranial ao ventrículo
com o qual se comunica pelo óstio atrio-
ventricular.
Aurículas – Pavilhão da orelha. Parte pequena
de cada átrio do coração.
Aurismo – Intoxicação crônica pelos sais de ouro.
Auscultação – Modo de escutar os sons proveni-
entes do interior do organismo, que permite co-
nhecer o estado de diversos órgãos do corpo.
Ausência – Perda passageira de memória e, até
mesmo, da consciência, por causa de fadiga,
intoxicação ou problema passageiro de circu-
lação cerebral.
Autismo – Define-se como alteração significa-
tiva e global da relação social, alteração grave
da linguagem e presença de condutas
ritualistas e compulsivas.
Auto-anticorpos – Anticorpos contra estruturas
próprias.
Autoclave – Aparelho esterilizador com base no
vapor d’água sob pressão a altas temperaturas.
Auto-exame das mamas – Procedimento de exa-
me das mamas em busca de qualquer altera-
ção indicativa da possível existência de um
tumor. É muito importante para todas as mu-
lheres após a adolescência.
Autógeno – Produzido dentro do próprio orga-
nismo.
Auto-hemoterapia – Tratamento pelas injeções
de sangue do próprio doente.
Auto-imune – Existência de resposta anormal do
sistema de defesa contra tecidos e estruturas
próprias.
Auto-imunidade – Condição na qual certos te-
cidos de um indivíduo são afetados pelo pró-
prio sistema imunológico.
Aurículas
ÁTRIO AUTO&IMUNIDADE
Átrios do coração
Átrio
direito
Átrio
esquerdo
Atrofia – Diminuição do tamanho de um órgão
ou parte do corpo. Pode ocorrer por falta de
uso, falta de nutrientes imprescindíveis; ou por
puro envelhecimento.
Atrófico – Quando ocorre atrofia.
Audição – Um dos cinco sentidos: ação de ou-
vir, escutar. Percepção de uma imagem.
Atropina – Alcalóide da beladona, planta da fa-
mília das Solanáceas, com ação vagolítica.
Audífonos – Aparelhos utilizados para combater
a surdez. Constituídos de um fone anatômico
unido a um amplificador dotado de um inter-
ruptor e um comando de volume.
Audiograma – Gráfico resultante de uma audio-
metria.
Audiometria – Exame diagnóstico para avaliar
e medir a perda da audição.
Aura – Sensação subjetiva passageira que precede
o ataque de epilepsia. Essa sensação é muito
variável e pode ser vinculada aos cinco senti-
dos, cutânea, abdominal, cefálica ou psíquica.
Fossa triangular
Concha
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Auto-infecção – Infecção por germes existentes
no próprio corpo.
Auto-intoxicação – Intoxicação por toxinas pro-
duzidas no interior do próprio corpo.
Autolisado – Produto de autólise.
Autólise – Digestão das células ou dos tecidos
por substâncias existentes em seu âmago.
Auto-observação – Observação praticada sobre
si mesmo.
Autópsia – Exame minucioso de um cadá-
ver. Sinônimo de necropsia, termo mais
adequado.
Autotransfusão – Transfusão de sangue capta-
do no ato operatório e reprocessado por meio
de máquinas específicas.
Autovacina – Vacina preparada com antígenos
retirados do próprio doente.
Auxograma – Sistema de coordenadas que, uti-
lizando os dados de idade cronológica, idade
altura, idade peso, idade óssea, idade mental
e idade genital, contribui para o diagnóstico
de distúrbios do crescimento.
Avascular – Sem vasos.
AVC – Iniciais de acidente vascular cerebral.
Avirulento – Não virulento.
Avitaminose – Falta de vitamina.
Avulsão – Saída completa do órgão de seu local
original por trauma ou amputação cirúrgica.
Axial – Refere-se a eixo. O esqueleto axial é com-
posto por ossos do crânio, da coluna verte-
bral, do esterno e das costelas.
Axila – Região na parte inferior da junção entre
braço e ombro.
Axis – A segunda vértebra cervical.
Axônio – Prolongação única e alongada do cor-
po do neurônio que participa da transmissão
de estímulos elétricos.
Azeite mineral – Laxante amolecedor das fezes;
emoliente.
Azia – Um tipo de dor no qual se sente ardor
no meio do peito ou no epigástrio. Pode es-
tar associada à hérnia de hiato, gastrite e
esofagite.
Azidotimidina – Substância antiviral, vizinha
da timidina, e que substitui esta na cópia
do ADN pela transcriptase reversa do HIV,
que ela vai então bloquear. Utilizada desde
1987 no tratamento da infecção pelo HIV.
Ázigos – Ímpar. Que só existe de um lado.
Azoospermia – Consiste na ausência de
espermatozóides no esperma. Pode ser natu-
ral ou adquirida.
Azotemia – Presença, no sangue, de produtos de
excreção nitrogenados, decorrente de insufi-
ciência renal.
Azotúria – Aumento da uréia na urina.
Axônio
AUTO&INFECÇÃO AZOTÚRIA
Dendritos
Corpo celular
Bainha de Mielina
Telodendro
Axônio
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Bacilemia – Invasão de bacilos no sangue.
Bacilífero – Pessoa transmissora de bacilos.
Bacilogênico – Originada de bacilos.
Bacilos – Bactérias em forma de bastonetes.
Bacilose – Doença causada por bacilos.
Bacilúria – Presença de bacilos na urina.
Bacitracina – Antibiótico que pode ser empre-
gado em aplicações locais contra bactérias
gram positivas e gram negativas.
Baço – Órgão localizado na cavidade abdominal.
Serve como filtro de sangue, destruindo pla-
quetas, glóbulos vermelhos e brancos envelhe-
cidos ou defeituosos e fabrica anticorpos como
parte do sistema linfático. Mede 13 cm de com-
primento e pesa 200 gramas em adultos.
Bactéria – Microrganismo unicelular. Algumas
provocam doenças no Homem, enquanto outras
intervêm em diversos ciclos biológicos como o
ciclo do nitrogênio. Existem diversos tipos de
bactérias, classificadas conforme características
de seu crescimento: aeróbicas ou anaeróbicas;
por sua capacidade de absorção de corantes es-
peciais: gram positivas ou gram negativas; ou
por sua forma: bacilos, cocos, espiroquetas.
Bactericida – Substância ou condição que pro-
picia a morte de bactérias.
Bacteremia – Condição na qual há presença de
bactérias no sangue.
Bacteriófago – Tipo de vírus que coloniza bac-
térias.
Bacteriologia – Ramo da Ciência que se preo-
cupa com bactérias.
Bacterioscopia – Exame que procura bactérias.
Bacteriostático – Substância que tem como fun-
ção paralisar o crescimento de bactérias.
Bagassose – Doença decorrente de inalação do
pó da cana-de-açúcar.
Balanite – Inflamação da glande, regiãoanatô-
mica na extremidade do pênis.
Bálano-postite – Inflamação da glande e do pre-
púcio.
Balsâmico – Relativo ao bálsamo.
Bálsamo – Termo que designa diversas substân-
cias como pomadas e linimentos.
Banco de Sangue – Local onde há coleta, depó-
sito e classificação de sangue e hemoderivados
para transfusões posteriores, sob supervisão
de um médico Hematologista.
Bandagem – Peça ou faixa de tecido. Serve para
mobilizar estruturas osteoarticulares.
Banho de assento – Imersão da pelve em
uma bacia para limpeza do períneo e ad-
jacências.
Banhos de contraste – Técnica que consiste em
introduzir, de modo alternado, em banhos de
água quente e água fria, os membros superio-
res ou inferiores. Esse método facilita a dimi-
nuição da inflamação e a realização de movi-
mentos articulares.
Bactéria
BACILEMIA BANHOS
Membrana
plasmática
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celular
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Basófilo – Célula granulosa que se cora com
corantes básicos, cujo núcleo é em forma
de S, retorcido e irregular.
BAV – Abreviatura de bloqueio atrioventricular,
doença do coração.
BRD – Bloqueio de ramo direito do sistema con-
dutor do coração.
BRE – Bloqueio de ramo esquerdo do sistema
condutor do coração.
BCG – Iniciais que designam o bacilo tubercu-
loso de origem bovina atenuado, utilizado para
vacinação antituberculosa.
Beijo da vida – Técnica de ventilação pulmonar
de emergência na qual os lábios se tocam, mais
conhecida como respiração boca-a-boca.
Beladona – Planta que contém atropina.
Benigno – Diz-se de doenças que não cursam
com risco iminente de morte, com evolução
favorável.
Benzodiazepínicos – Medicamentos com ação
ansiolítica e anticonvulsionante. São drogas
ansiolíticas em baixas doses e hipnóticas em
altas doses.
Beribéri – Doença dos nervos periféricos decor-
rente da falta de tiamina.
Beriliose – Doença provocada pelo contato com
o berílio.
Betabloqueadores – Grupo de medicamentos
que atuam em receptores adrenérgicos, tornan-
do-os insensíveis à ação da adrenalina e de
derivados.
Betaestimulante – Drogas que excitam recepto-
res adrenérgicos.
Betalactamase – Enzima produzida por bactérias.
Betaterapia – Modalidade de terapia por raios
beta ou isótopos radioativos.
Bexiga urinária – Órgão muscular que serve de
reservatório para a urina. Situada na pelve.
Bezoar – Corpos estranhos encontrados no estô-
mago. Tricobezoar: cabelos ingeridos por pes-
soas com transtornos mentais que formam um
bolo no estômago, podendo obstruí-lo.
Bibalismo – Doença com extensão muscular exa-
gerada decorrente de movimentos invo-
luntários, violentos e desordenados em am-
bos os dimídios do corpo.
Barbitúrico – Substância derivada do ácido bar-
bitúrico ou maloniuréia, com ação no sistema
nervoso central.
Barbiturismo – Intoxicação pelos derivados do
ácido barbitúrico.
Baritose – Doença profissional decorrente de
inalação prolongada de sulfato de bário.
Bário – Metal radiopaco, utilizado como con-
traste em exames radiológicos.
Barodontalgia – Dor de dente decorrente de va-
riação na pressão atmosférica.
Baronarcose – Anestesia realizada por inalação
de uma mistura cuja pressão é superior à pres-
são atmosférica.
Barorreceptor – Órgão ou região do corpo sen-
sível a variações de pressão.
Baroterapia – Tratamento por mudança na pres-
são atmosférica.
Barotrauma – Lesão provocada por variações na
pressão atmosférica. Pode ocorrer em mergulha-
dores que descem a grandes profundidades ou que
não usam técnica e equipamentos adequados.
Bartolinite – Processo inflamatório bacteriano
da glândula vestibular ou de Bartholin.
Base do crânio – Região anatômica localizada
inferiormente no crânio.
Basiotripsia – Operação dramática que tem por
objetivo triturar, durante a gestação, o segmen-
to cefálico do feto morto.
Baso-celular – Termo que designa a camada pro-
funda ou basal da epiderme. Carcinoma baso-
celular: tipo de tumor epidérmico.
Basofilia – Condição na qual há acúmulo de po-
limorfonucleares basófilos no sangue.
Barbeiro – Inseto transmissor da doença de
Chagas
Barbeiro
BARBEIRO BIBALISMO
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Bíceps – Etimologicamente, designa um múscu-
lo com duas origens ou cabeças e dois ten-
dões de inserção.
Bigonadismo – Detecção de dois tipos de gôna-
das na mesma pessoa.
Biguanida – Grupo de drogas que auxiliam no
tratamento do diabetes mellitus.
Bilateral – Termo que designa ocorrências em
ambos os lados do corpo.
Bile – Líquido secretado pelo fígado, armazena-
do na vesícula biliar e excretado no duodeno
pelas vias biliares, com importante função na
digestão das gorduras.
Bilharziase – Infestação por bilharzia, verme tro-
pical, que pode infectar o homem. Possui ciclo
vital complexo, parte do qual vive como parasi-
ta dentro de um caracol de água doce. Em outra
fase de seu desenvolvimento, é parasita do ser
humano, produzindo febre, dor abdominal e de-
bilidade. Sinônimo de esquistossomose.
Bico de papagaio – Nome popular dado a alte-
rações nos corpos vertebrais denominados
osteófitos.
Bicorno – Termo que designa uma estrutura com
duas pontas e duas cavidades. O mesmo que
Útero bicorno.
Bicúspide – Termo que designa a valva átrio-ven-
tricular esquerda do coração, composta por
duas válvulas ou cúspides.
Bifocal – Lente corretiva que apresenta dois fo-
cos, para leitura em duas distâncias diversas.
Bigeminia – Alteração no ritmo cardíaco normal
do coração.
Bexiga urinária
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Bico de papagaio
Vértebra
Disco
intervertebral
Bicúspide
Bíceps
BÍCEPS BILHARZIASE
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Biliar – Relativo à bile. Sinônimo de Bilioso
Bilirrubina – Pigmento de cor amarela, contido
na bile, produzido pela destruição da hemo-
globina contida nas hemácias. O acúmulo des-
se pigmento causa a icterícia.
Bilirrubinemia – Quantidade de bilirrubina no
sangue.
Bilirrubinúria – Quantidade de bilirrubina na
urina.
Biliverdina – Um dos pigmentos da bile.
Bilogia – Malformação cardíaca rara com comu-
nicação interventricular e estenose da artéria
pulmonar.
Bimastoidiano – Diâmetro da cabeça fetal.
Bimanual – Uso das duas mãos.
Binaural – Uso dos dois ouvidos.
Binocular – Relativo aos dois olhos.
Binovular – Sinônimo de Bivitelino. Fecunda-
ção de dois óvulos ao mesmo tempo.
Biodisponibilidade – Quantidade de medica-
mento aproveitável pelo corpo humano.
Bioética – Estudo da Ética, da Moral e de suas
correlações com a atividade médica; a saú-
de individual, coletiva e as pesquisas cien-
tíficas.
Biofeedback – Mecanismo fisiológico pelo qual
um órgão ou uma glândula emite resposta a
determinado estímulo.
Biologia – Ciência que estuda os seres vivos.
Biologia molecular – Ramo da Morfologia que
estuda estruturas moleculares; só existe pelo
avanço tecnológico recente.
Biólogo – Profissional que estuda os seres
vivos.
Biomédico – Profissional da área da saúde com
grau universitário formado para a docência e
pesquisa.
Biometria – Métodos de mensuração de seres
vivos ou de suas divisões.
Biópsia – Retirada de fragmento de tecido para
diagnóstico.
Bioquímica – Aplicação da química ao estudo
dos fenômenos dos organismos.
Biorritmo – Variação circadiana de alterações
fisiológicas, estudadas pela Cronobiologia.
Biotecnologia – Ramo do conhecimento que es-
tuda aplicações industriais dos conhecimen-
tos adquiridos por meio de pesquisas.
Biotina – Vitamina hidrossolúvel.
Biótipo –Conjunto de características morfoló-
gicas externas do ser humano que permite uma
organização de indivíduos, a qual tem em co-
mum determinados aspectos.
Biotipologia – Estudo científico dos biótipos
humanos.
Bípara – Mulher que pariu duas vezes.
Biparietal – Diâmetro do segmento cefálico no
feto que passa pelos ossos parietais.
Bipolar – Diz respeito a dois pólos.
Birrefringência – Propriedade de cristais trans-
parentes em dividir ao meio um raio luminoso.
Bisacromial – No feto, diâmetro transverso de
um acrômio a outro.
Bismutismo – Doença decorrente de intoxica-
ção pelo bismuto. Pode apresentar-se como
estomatite, alterações digestivas e albumi-
núria.
Bissexual – Alteração morfológica e funcional
na qual o indivíduo denominado hermafrodi-
ta apresenta caracteres de ambos os sexos.
Bisturi elétrico – Instrumento cirúrgico de aço
inoxidável ligado a um aparelho de diatermo-
coagulação.
Bitemporal – No feto, diâmetro que passa por
duas suturas fronto-parietais.
Bitrocantérico – No feto, diâmetro transverso
que se estende de um trocanter maior do fê-
mur a outro.
Blastema – Em embriologia, grupo de células
mesoblásticas cujo desenvolvimento forma um
órgão ou uma parte do corpo.
Blasto – Em embriologia, designação de uma
célula jovem.
Blastocisto – Em Embriologia, blástula dos ma-
míferos.
Blastômero – Em embriologia, após a fecunda-
ção, conjunto de células originadas nas pri-
meiras divisões.
Blastomicose – Infecção por fungos.
BLEB – Vesícula cuja ruptura provoca acúmulo
de ar na cavidade pleural, denominado pneu-
motórax.
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Blefarite – Inflamação na pálpebra.
Blefaroftalmia – Inflamação nas pálpebras e
conjuntiva.
Blefaroplastia – Operação para reparar pálpe-
bras alteradas.
Blefaroplegia – Paralisia de pálpebras.
Blefarorrafia – Operação para suturar a fenda
palpebral.
Blefarospasmo – Contração do músculo orbicu-
lar da pálpebra.
Blefarotomia – Incisão na pálpebra.
Blenorragia – Doença sexualmente transmissí-
vel por uma bactéria denominada Neisseria
gonorreae. Sinônimo de gonorréia.
Blenorréia – Presença de secreção abundante de
mucosas, especialmente da vagina e uretra.
Blenúria – Denominação de muco na urina.
Bloco cirúrgico – Local de um Hospital que con-
tém centro cirúrgico, obstétrico, de recupera-
ção pós-anestésica e salas anexas.
Bloqueio – Interrupção súbita.
Bloqueio articular – Incapacidade de flexão e
extensão de uma articulação.
Bloqueio atrioventricular – Alteração do ritmo
cardíaco caracterizado pelo distúrbio de con-
dução elétrica entre átrios e ventrículos.
Bloqueio de ramo – Alteração elétrica no siste-
ma condutor do coração.
Bloqueio ganglionar – Procedimento cirúrgico
que visa à diminuição de estímulos do sistema
nervoso simpático, em casos de exagerada su-
dorese nas mãos, denominada hiperhidrose
palmar e outras doenças similares em outros
locais do corpo. O objetivo é a interrupção da
condução nervosa nas sinapses dos gânglios.
Pode ser provocada por produtos químicos.
Bobath – Técnica de reeducação neuromuscular
de deficiências motoras cerebrais e hemiple-
gias. Inibem-se movimentos reflexos e posi-
ções anormais espásticas pelas posturas que
diminuem a hipertonia e facilitam movimen-
tos coordenados e voluntários por exercícios
progressivos.
Boca-a-boca – Método de introdução de ar em
pacientes inconscientes com parada cardior-
respiratória, quando necessário.
Bocejo – Abertura involuntária da boca acompa-
nhada de profunda inspiração.
Bochecha – Parte lateral da cavidade da boca.
Bócio – Aumento do tamanho da glândula tireóide
visível ou palpável, com ou sem alterações
na produção hormonal da tireóide. Deve-se
procurar o médico especialista, endocrino-
logista.
Bolha – Vesícula de grande dimensão.
Bolhosos – Uma das etapas do exame físico de
um paciente consiste na ausculta. Com esse
método pode detectar-se sons, chamados es-
tertores, indicativos de determinadas doenças.
Há inúmeras variedades de estertores subcre-
pitantes e cavernosos por oposição aos ester-
tores secos ou sonoros. Os bolhosos se encai-
xam nos subcrepitantes.
Bolo histérico – Sensação freqüentemente viven-
ciada por pessoas histéricas. Referem-se como
sendo uma bola que sobe do epigástrio, desce
para a laringe, sufocando-as.
Bolsa – Termo que designa um elemento anatô-
mico em forma de saco.
Bolus – Termo que designa injeção intravenosa
rápida de um medicamento ou contraste.
Boca-a-boca
BLEFARITE BOLUS
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Boqueira – Sinônimo de queilite angular são ra-
chaduras nas comissuras labiais.
Borborigmo – Som abdominal produzido pelo
peristaltismo intestinal exagerado.
Borra de café – Aspecto escurecido do vômito
ou das fezes por conter sangue.
Borreliose – Nome do grupo de doenças provo-
cadas pelas diversas variedades de Borrelia.
Bota – Órtese que envolve o membro inferior
abaixo do joelho.
Boticário – Antiga denominação de farmacêu-
tico.
Botriocéfalo – Verme parasita intestinal da
ordem dos cestódeos, transmitido ao ho-
mem por meio de peixes de água doce mal
cozidos.
Botriomicoma – Tumor benigno pediculado,
comparado a framboesa, que sangra facil-
mente.
Botulina – Toxina produzida por uma bactéria
nas carnes e nos produtos enlatados.
Botulismo – Doença infecciosa causada pela
botulina. Constituída de paralisia motora
que afeta os nervos até as extremidades, po-
dendo causar paralisia descendente e simé-
trica evoluindo para parada respiratória e
morte.
Bovarismo – Comportamento observado em
mulheres insatisfeitas que, com uma mistura
de vaidade, imaginação e ambição, têm aspi-
rações acima de suas condições reais, princi-
palmente na área sentimental.
Braço – Região do membro superior entre om-
bro e cotovelo.
Bradiarritmia – Arritmia que causa ritmo car-
díaco anormalmente lento.
Bradicardia – Alteração no ritmo do coração em
que este bate de maneira mais lenta.
Bradicinesia – Lentidão em movimentos.
Bradicinina – Polipeptídeo cujos efeitos são aná-
logos aos de outras cininas.
Bradifagia – Ato de comer lentamente.
Bradifasia – Lentidão na pronúncia de palavras.
Bradipepsia – Digestão lenta.
Bradipnéia – Respiração lenta.
Bradipsiquia – Lentidão do processo psíquico.
Bradisfigmia – Lentidão dos batimentos do co-
ração.
Branquioma – Conjunto de tumores mistos do
pescoço.
Braquialgia – Dor no braço.
Braquicefalia – Forma do crânio quando ele é
menor na região occipital.
Braquiclinodactilia – Malformação que associa
braquidactilia e clinodactilia, aspecto curto e
desviado de um ou vários dedos.
Braquidactilia – Malformação dos dedos que
não tem seu comprimento normal.
Braquifalangia – Falanges curtas.
Braquignatia – Mandíbula curta.
Braquimetatarsia – Metatarso curto.
Braquioníquia – Unha anormalmente curta.
Braquiotomia – Procedimento cirúrgico para
desarticulação do ombro, no feto, em deter-
minados partos difíceis.
Braquipnéia – Movimentos respiratórios em
número menor que o esperado.
Braço
Braço
antebraço
BOQUEIRA BRAQUIPNÉIA
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Braquisquelia – Desenvolvimento insuficiente
dos membros inferiores, com alongamento
exagerado dos membros superiores.
Braquissindactilia – Malformação dos dedos,
os quais se apresentam anormalmente curtos
e unidos.
Braquiterapia – Terapia específica por radiação
com raios gama ou beta aplicável em nume-
rosos casos de tumores.Bregma – Local de união das suturas coronária
e sagital, do crânio.
Breu – Doença profissional decorrente da mani-
pulação de resíduo do alcatrão, empregado na
fabricação de ladrilhos. Manifesta-se pela sen-
sação de picadas e ardência na face e que pode
evoluir ao câncer.
Brevilíneo – Em Biotipologia, diz-se do indi-
víduo com membros curtos e tórax largo e
curto, estatura diminuta e ângulo de Louis
fechado.
Bricomania – Hábito de ranger os dentes.
Brida – Aderência fibrosa decorrente de operações.
Bromatologia – Estudo dos alimentos.
Bromismo – Intoxicação pelo bromo. Há dispep-
sia, bronquite e erupções cutâneas.
Bromocriptina – Substância derivada do espo-
rão do centeio com efeitos análogos aos da
dopamina.
Bromodermia – Doença causada pelo bromo e
por seus compostos.
Bromomenorréia – Menstruação fétida.
Bromopnéia – Hálito fétido.
Broncoalveolite – Inflamação dos bronquíolos
e alvéolos adjacentes.
Broncoaspiração – Procedimento para retirada
de líquidos anormalmente acumulados nos
brônquios. Acidente no qual a secreção da ár-
vore respiratória pára nos brônquios, obstru-
indo-os.
Broncocele – Dilatação brônquica localizada.
Broncoconstrictor – Substância com proprieda-
de de contrair os brônquios.
Broncodilatador – Substância com propriedade
de dilatar os brônquios.
Broncofonia – Sinal fornecido pela auscultação
e que consiste em uma forte ressonância da
voz no interior do peito.
Broncografia – Exame radiográfico de uma parte
da árvore brônquica previamente injetada com
um líquido opaco aos raios X.
Broncograma – Imagem obtida pela broncografia.
Broncodilatadores – Medicamentos que aumen-
tam o calibre dos brônquios estreitados e di-
minuem a obstrução para a passagem do ar.
Em geral, são administrados em forma de ina-
ladores (sprays) ou por via oral (comprimi-
dos ou xaropes). Às vezes, em caso de urgên-
cia, é necessário usá-los em injeção subcutâ-
nea ou nebulizados.
Broncoespasmo – Reação dos brônquios a di-
versos estímulos que causa um intenso es-
treitamento destes, produzindo dificuldade
respiratória sobretudo ao expulsar o ar.
Broncopneumonia – Inflamação generalizada das
vias respiratórias de condução do ar sobretudo
dos brônquios mais finos (brônquios terminais
e respiratórios), de uma zona ampla do pulmão
(ou todo ele). Um germe típico que produz esse
tipo de infecção é o estafilococo. Trata-se de uma
situação em que pode ser grave sobretudo se são
afetados pacientes debilitados ou idosos, exigin-
do um tratamento antibiótico agressivo.
Broncopulmonar – Referente aos brônquios e
pulmões.
Broncorragia – Hemorragia nos brônquios.
Broncorréia – Escoamento exagerado de muco
pelos brônquios.
Broncoscopia – Técnica diagnóstica que consis-
te em introduzir um tubo de fino calibre pela
via respiratória para visualizar possíveis alte-
rações no interior da árvore respiratória
Broncospasmo – Contração anormal dos brôn-
quios.
Broncotomia – Incisão no brônquio.
Bronquiolite – Infecção viral aguda das vias res-
piratórias inferiores que afeta lactentes.
Bronquiectasia – Dilatação anormal dos brôn-
quios.
BRAQUISQUELIA BRONQUIECTASIA
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Brônquios – Ramificações da traquéia.
Bronquíolos terminais – Ramificações finais
dos brônquios de um lobo pulmonar.
Brônquios lobares – Ramificações dos brônqui-
os principais direito e esquerdo.
Brônquios principais – Formados pela divisão
da traquéia em dois condutos, um para cada
pulmão.
Brucelose – É sinônimo de febre de Malta e cau-
sada pela Brucella, afeta Homens e animais.
É considerada doença profissional, pois afeta
pessoas em contato com gado.
Bruxismo – Rangido e fricção noturnos dos den-
tes.
Bubão – Linfonodo com tamanho aumentado por
inflamação, localizado na axila ou região in-
guinal. Costuma estar associado às doenças
como o cancróide, linfogranuloma venéreo e
peste.
Bucal – Relativo à boca e cavidade da boca.
Bucinador – Músculo cutâneo situado na face.
Bulbo – Sinônimo de medula oblonga, pertence
ao sistema nervoso central.
Bulimia – Transtorno alimentar oposto à ano-
rexia.
Bursite – Inflamação de uma bolsa sinovial.
By-pass coronário – Termo na língua inglesa que
indica a revascularização do miocárdio por
doença arterial coronária.
BZD – Abreviatura de benzodiazepínico.
BRÔNQUIOS BZD
Bucinador
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Cabeça – Região superior do corpo, unida ao
tronco pelo pescoço.
Cabeça de medusa – Acentuação anormal da
circulação venosa subcutânea periumbilical
com dilatação dos vasos, observada na cirro-
se hepática.
Cabeça do músculo – Extremidade proximal de
um músculo estriado esquelético.
Cabelo – Anexo da pele
Cacografia – Alteração da escrita com deforma-
ção das palavras e erros de sintaxe decorrente
de doenças neurológicas.
Cacofonia – Voz anormal.
Cacosmia – Alteração do olfato que leva as pes-
soas afetadas a gostar de odores desagradá-
veis ou fétidos.
Cacostomia – Mau cheiro na boca.
Cadáver – Denominação do corpo humano após
a morte.
Cadeia respiratória – Seqüência de reações quí-
micas que ocorrem nas mitocôndrias.
Caduca – Decídua. Brinco usado por bailarinas
hindus.
Caduceu – Bastão com duas serpentes enrosca-
das e com duas asas em sua extremidade su-
perior. Na Mitologia, insígnia do deus Mer-
cúrio, mensageiro dos deuses. A partir do séc.
XVI, foi adotado como símbolo da Medicina.
Cafeína – Alcalóide encontrado no café e chá.
Cãibra – Contração espasmódica e dolorosa de
músculos.
Calafrio – Sinônimo popular de arrepio. Con-
tração involuntária dos músculos voluntários,
Cabelo
Glândula sebácea
Folículo piloso
Músculo eretor
do pêlo
Epiderme
Cabeça
CABEÇA CALAFRIO
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acompanhada de palidez cutânea e sensação
de frio. Tremor e bater de dentes, acompanha-
do de frio, antes de um acesso febril.
Calasia – Relaxamento de um esfíncter. Desig-
na doença da região cárdica e esôfago abdo-
minal.
Calázio – Pequeno tumor na pálpebra.
Calcâneo – Osso do pé.
Calcáreo – Designa objeto que contém sais de
cálcio.
Calciferol – Vitamina D2, conhecida como anti-
raquítica.
Calcificação – Depósito de sais de cálcio no es-
queleto durante o processo de ossificação.
Deposição de cálcio em qualquer parte do or-
ganismo e de carbonato de cálcio nas paredes
celulares, que se tornam rígidas.
Calcinose – Fenômeno que se caracteriza pela
deposição de sais de cálcio em diversos teci-
dos do organismo.
Calcitonina – Hormônio produzido pela tireóide
que reduz o nível de cálcio no sangue.
Calciúria – Presença de cálcio na urina.
Cálculos biliares – Doença decorrente de acú-
mulo anormal de colesterol e outras substân-
cias na vesícula biliar ou nas vias biliares.
Cálculos renais – Depósitos de cristais de oxa-
lato de cálcio e fosfato.
Calentura – Estado mórbido produzido pelo ca-
lor, sem exposição direta aos raios solares;
termoplegia.
Calibrar – Programar um instrumento para um
determinado padrão.
Cálice renal – Cavidade em forma de taça.
Calmante – Sedativo, substância que diminui a
excitação.
Calmodulina – Proteína do citoplasma celular
para regulação do metabolismo de cálcio.
Caloria – Quantidade de calor necessária para
elevar de 14,5°C a 15,5°C a temperatura de
um grama de água e que é igual a 4,1855 jou-
les. Um centésimo da quantidade de calor ne-
cessária para elevar de 0º a 100ºC, sob pres-
são de uma atmosfera, a temperatura deum
grama de água e que é igual a 4,1897 joules;
caloria média. Unidade de medida de energia
igual, por definição, a 4,1868 joules; caloria
internacional. Unidade de medida de energia
igual, por definição, a 4,1840 joules; caloria
termoquímica.
Calorífico – Que produz calor.
Calosidade – Endurecimento da pele formado
em determinado ponto por compressão ou fric-
ção contínua; tiloma. Calo ósseo.
Calvície – Estado de quem ou do que é calvo,
sinônimo de alopecia.
Camisa de força – Espécie de camisa com man-
gas largas e que se junta na parte posterior para
evitar a mobilidade dos braços, empregada
para controlar pacientes violentos.
Camisinha – Sinônimo de preservativo. Dis-
positivo ou substância utilizada para evitar
concepção e doenças sexualmente transmis-
síveis. Envoltório fino, de borracha, resis-
tente, para recobrir o pênis durante a cópu-
la, impedindo, pela retenção do esperma, a
fecundação e protegendo o homem e a mu-
lher de possíveis infecções, algumas muito
graves, como a AIDS, transmissíveis pela
relação sexual.
Campímetro – Aparelho para medir o campo
visual.
Campomélica – Conjunto de malformações ca-
racterizado por encurvamento dos ossos dos
membros inferiores.
Canabismo – Distúrbio psíquico produzido pelo
uso impróprio de canabis ou cânhamo india-
no conhecido como Cannabis sativa, haxixe,
maconha.
Canal alimentar – Sinônimo de tubo digestivo.
Canal anal – Região final do tubo digestivo, par-
te do sistema digestório.
Canal auditivo – Canal do ouvido.
Canal do parto – Percurso que o feto atravessa
durante o parto normal.
Canal inguinal – Canal que vai do anel inguinal
interno ao externo.
Canal iônico – Pequeno poro localizado na mem-
brana celular, pelo qual os íons atravessam.
Canalículo – Pequeno canal.
Câncer – Designação genérica de qualquer
tumor maligno, blastoma maligno, neoplas-
CALASIA CÂNCER
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ma maligno. Consiste na proliferação de-
sordenada de um grupo de células que não
respondem aos mecanismos normais de
controle.
Câncer de colo uterino – Câncer mais freqüen-
te nas mulheres. O diagnóstico é feito medi-
ante exame de citologia, denominado Papani-
colau, que deve ser realizado uma vez ao ano.
Câncer de cólon – Tumor intestinal.
Câncer de endométrio – Tumor maligno do en-
dométrio, camada mucosa do útero.
Câncer de escroto – Mais propriamente deno-
minado bolsa testicular; o escroto pode ser
sede de tumor maligno, que aparece inicial-
mente em forma de pequena úlcera.
Câncer de estômago – Tumor maligno do estô-
mago. Sua incidência é maior nos homens
entre os 50 e 60 anos de idade.
Câncer de laringe – Doença neoplásica ma-
ligna do tipo epitelial localizada na larin-
ge. É mais freqüente no homem do que na
mulher.
Câncer de mama – Tumor maligno mais fre-
qüente na mulher, afetando apenas 2% dos
homens.
Câncer de ovário – Tumor maligno de diver-
sas origens celulares que se instala no ová-
rio. É uma das principais causas de morte
em mulheres.
Câncer de pele do tipo melanoma maligno –
Tumor maligno constituído por massas de cé-
lulas pigmentárias cutâneas que tende a for-
mar metástases.
Câncer de próstata – Tumor maligno da prós-
tata, que ocorre somente em homens entre
os 60 e 70 anos.
Câncer de pulmão – Tumores malignos pulmo-
nares são mais freqüentes no sexo masculino
e alguns tipos associados ao tabagismo.
Câncer de tireóide – Tumor maligno na glân-
dula tireóide.
Câncer de útero – Os tumores malignos são pro-
venientes uma proliferação das células e pos-
teriormente um carcinoma.
Câncer oral –Tumor maligno do lábio ou da
boca.
Canceriforme – Com a forma de um caran-
guejo ou que se comporta como um tumor
maligno.
Cancerização – Transformação em câncer.
Cancerofobia – Temor exagerado de um câncer.
Cancro – Úlcera de evolução rápida. Se for di-
agnosticado como cancro duro, é a lesão típi-
ca que marca o aparecimento da sífilis, entre
sete e noventa dias após o contágio.
Cancro mole – Úlcera genital decorrente de doen-
ça venérea causada pelo Hemophilus Ducreyi.
Cancróide – Semelhante ao câncer.
Candida albicans – Fungo microscópico que
se encontra normalmente nas membranas
mucosas da boca, do intestino, da vagina e
da pele de pessoas sãs. Em determinadas
circunstâncias, pode causar infecções super-
ficiais, geralmente leves. São freqüentes na
boca e vagina.
Candidíase vaginal – Doença da vagina causa-
da pela candida albicans.
Canhota – Pessoa com predomínio motor do lado
esquerdo do corpo.
Canino – Dente situado lateralmente ao incisivo
lateral. Serve para perfurar.
Cannabis – Produto psicoativo derivado da
planta Cannabis sativa. Existe grande con-
trovérsia social e sanitária em torno dessa
droga. Essa droga, consumida especialmente
por adolescentes, afeta negativamente a saú-
de, adaptação social e produtividade. No
entanto, há estudos que divulgam o uso te-
rapêutico em pacientes terminais pelo su-
posto efeito de melhora no estado geral e
apetite. Alguns estudos sugerem que o uso
dessa droga seria uma porta de entrada, ou
seja, abriria caminho para outras drogas.
Diversos estudos na literatura médica de-
monstraram que o uso prolongado do can-
nabis altera negativamente a personalidade
e leva a conseqüências graves para a saúde
física e mental.
Cantáridas – Espécie de mosca.
Cantaridismo – Intoxicação pelas cantáridas.
Cantectomia – Excisão de uma parte da pál-
pebra.
CÂNCER CANTECTOMIA
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Cantite – Inflamação de parte do olho.
Cantólise – Incisão cirúrgica que causa afasta-
mento do canto do olho.
Cantorrafia – Sutura do canto do olho.
Cantotomia – Incisão do canto do olho.
Capacidade inspiratória – Volume máximo de
ar que pode ser inalado a partir do nível de
uma expiração normal.
Capacidade pulmonar total – Volume de ar nos
pulmões ao final de uma inspiração máxima.
Capacidade vital – Quantidade máxima de ar
que movemos em cada respiração, desde a
inspiração até a expiração, aproximadamente
4,5 litros na maioria das pessoas.
Capelina – Bandagem em forma de um capuz
para cotos de amputação.
Caracteres sexuais – Elementos individualiza-
dores do sexo da pessoa. Na puberdade, apa-
recem os caracteres sexuais e a aquisição da
capacidade de reprodução.
Caráter – Qualidade inerente a uma pessoa, o
que a distingue de outra pessoa, outro animal
ou outra coisa. Conjunto dos traços particula-
res, o modo de ser de um indivíduo, ou de um
grupo; índole, natureza, temperamento. Con-
junto das qualidades, boas ou más, de um in-
divíduo e que lhe determinam conduta e con-
cepção moral.
Carbogênio – Mistura de oxigênio e gás carbô-
nico, utilizado contra as asfixias.
Carboidrato – Glicídio.
Carbúnculo – Infecção causada pelo Bacillus
antraci.
Carcinogênese – Capacidade de produção de
câncer.
Carcinogênico – O que produz câncer.
Carcinóide, tumor – Tumor raro situado na ex-
tremidade do apêndice vermiforme, jejuno ou
íleo.
Carcinógeno – Substâncias ou microorganismos
com poder de induzir ao câncer.
Carcinoma – Tumor maligno de origem epiteli-
al que tende a invadir os tecidos circundantes
e a causar metástases nas regiões distantes no
organismo.
Carcinoma basocelular – Tumor mais freqüen-
te na pele, originando-se na epiderme ou em
seus anexos.
Carcinoma broncogênico – Tumor originado nos
brônquios, relacionado ao tabagismo.
Carcinoma cervical – Tumor maligno do colo
do útero que constitui uma das formas mais
freqüentes de câncer feminino.
Carcinoma de ovário – Tumor maligno do ovário.
Carcinoma espinocelular – Tumor maligno ori-
ginado no queratinócito.
Carcinoma in situ – Tumor maligno que não in-
vadiua membrana basal e, por isso, não se
estendeu além de sua localização inicial.
Carcinoma oculto – Tumor de pequeno tamanho
que não produz sintomas que o manifeste.
Carcinoma renal – Tumor maligno do rim.
Capilar – Estrutura que une arteríolas e vênulas.
Capilaridade – Qualidade do que é capilar.
Conjunto de fenômenos que se passam quan-
do, num capilar, se forma uma interface lí-
quido-gás.
Capitato – Osso do carpo.
Cápsula – Membrana que envolve um órgão.
Cápsula articular – Membrana que envolve uma
juntura sinovial.
Capsulotomia – Incisão de uma cápsula.
Capsulótomo – Instrumento para incisão da
cápsula.
Caquexia – Estado de desnutrição profunda pro-
duzida por diversas causas.
Capilar
CANTITE CARCINOMA
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Carcinomatose – Grande número de tumores por
todo corpo.
Carcinossarcoma – Tumor maligno que compor-
ta elementos epiteliais e mesenquimatosos.
Cárdia – Região do estômago, inferior à parte
abdominal do esôfago. O mesmo que região
cárdica.
Cardíaco – Termo que se refere ao coração ou
às estruturas adjacentes.
Cardiectomia – Retirada cirúrgica da parte cár-
dica do estômago.
Cardiocentese – Punção do coração.
Cardiodinia – Dor no coração.
Cardioestenose – Estenose das valvas ou válvu-
las do coração.
Cardiografia – Exame do coração.
Cardiógrafo – Aparelho que registra os batimen-
tos cardíacos.
Cardiograma – Modo de apresentação do exa-
me executado pelo cardiógrafo.
Cardio-inibitório – Substância ou manobra que
inibe a atividade do coração.
Cardiolipina – Fosfolipídeo extraído do coração
de boi.
Cardiólise – Operação que separa o pericárdio
da parede torácica.
Cardiologia – Especialidade médica que estuda
o coração e suas doenças.
Cardiomalácia – Doença em que se observa as-
pecto amolecido do miocárdio.
Cardiomegalia – Aumento do tamanho do cora-
ção.
Cardiomioplastia – Operação sobre o miocár-
dio, que utiliza um músculo esquelético do
paciente que é transplantado, para fornecer
uma cobertura para o ventrículo.
Cardiopatia – Nome das doenças do coração.
Cardiopatia congênita – Alteração da estrutura
ou do funcionamento cardíaco ou dos grandes
vasos presentes no momento do nascimento.
Cardiopatia isquêmica – Doença cardíaca se-
cundária ao desequilíbrio entre a oferta e a
demanda de oxigênio pelo miocárdio.
Cardiopatia reumática – Lesão do músculo car-
díaco e das válvulas por causa de episódios
freqüentes de febre reumática.
Cardiopericardite – Inflamação do pericárdio e
de outros tecidos do coração.
Cardiomioplastia – Operação na parte terminal
do esôfago e da cárdia, destinada a remediar
o espasmo ou a estenose.
Cardioplegia – Parada dos batimentos cardía-
cos. Ela pode ser induzida durante operações.
Cardiopulmonar – Relativo ao coração e aos
pulmões.
Cardiorrafia – Sutura do coração.
Cardiosclerose – O mesmo que miocardioesclero-
se. Processo de envelhecimento do miocárdio.
Cardioscópio – Instrumento que permite ilumi-
nar e inspecionar as cavidades.
Cardiospasmo – Contração espasmódica da cár-
dia que se opõe à passagem dos alimentos do
esôfago para o estômago.
Cardiotomia – Incisão cirúrgica no coração.
Cardiotônico – Substância que aumenta a toni-
cidade do músculo cardíaco.
Cardiotorácico, índice – Proporção entre diâ-
metro do coração e tórax, geralmente mensu-
rada em radiografia simples de tórax.
Cardiovascular – Diz-se do que concerne o co-
ração e os vasos sangüíneos.
Cardioversão – Aplicação de uma descarga elé-
trica sincronizada no tórax.
Cardite – Inflamação do coração.
Carência – Ausência ou insuficiência, no orga-
nismo, de um de vários elementos indispen-
sáveis ao seu equilíbrio.
Carência afetiva – Falta; ausência; privação;
necessidade; precisão de afetos.
Carga viral – Expressão quantitativa das unida-
des virais presentes no plasma.
Cárie dental – Doença caracterizada por uma sé-
rie de reações químicas e microbiológicas que
provocam o amolecimento dos tecidos duros
dentários e, posteriormente, a destruição do
dente, avançando da superfície ao interior.
Carina – Ponto no qual a traquéia se bifurca.
Cariólise – Estado de morte do núcleo da célula
durante o qual não se fixa mais os corantes,
difundindo-se a cromatina no citoplasma.
Cariótipo – Representação, em um diagrama,
do conteúdo dos cromossomos de um indi-
CARCINOMATOSE CARIÓTIPO
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víduo, distribuídos em pares de maior a
menor tamanho.
Carminativo – Substância que combate flatulên-
cia e distensão abdominal.
Carnitina – Betaína trimetílica do ácido beta-
hidroxil-beta-aminobutírico. Intervém no me-
canismo dos ácidos graxos.
Carnívoro – Animal ou pessoa que come carne,
em oposição ao vegetariano.
Carotenase – Enzima que transforma a pró-
vitamina A em vitamina A.
Carotenemia – Presença de caroteno no sangue
que produz uma coloração anormal amarela-
da no plasma e na pele.
Caroteno – Pigmento de cor vermelha alaranja-
do que se encontra em cenouras, batatas, cla-
ra de ovo, vegetais de folha verde, espinafres,
brócolis e cítricos.
Carótida – Artéria localizada na cabeça e pes-
coço, muito importante para a circulação ce-
rebral.
Carpo – Conjunto dos ossos do punho.
Carpoptose – Queda do punho.
Carro de emergência – Carrinho para transpor-
tar o equipamento médico de emergência.
Cartilagem – Variedade de tecido conjuntivo cujos
elementos celulares e fibrosos estão contidos em
substância fundamental compacta e avascular.
Carotídeo – Relativo a artéria carótida.
Carpal – Relativo ao carpo, região da mão.
Carpectomia – Ressecção total ou parcial dos
ossos do carpo.
Cartilagem tarsal – Cartilagem palpebral.
Cartilaginoso – Da natureza da cartilagem.
Castração – Operação que tem por finalidade
privar um indivíduo da capacidade de repro-
duzir-se. Esse termo é empregado significan-
do a ablação dos dois testículos ou ovários.
Carúncula – Pequena formação córnea.
Carúnculas mirtiformes – Pequena elevação no
canal vaginal, restos do hímen gestado. Sinô-
nimo de carúnculas himenais.
Carvão ativado – Substância que se utiliza como
antídoto em diversas intoxicações. Base de
alguns tipos de curativos para feridas em ex-
tremidades.
Casas de repouso – Estabelecimentos que propor-
cionam uma assistência completa a pessoas com
mais de 60 anos, nas quais, por alguma razão,
não podem permanecer em seu próprio lar.
Caseificação – Transformação em substância
caseosa.
Caseína – Composto albuminoso do leite.
Caseoso – Semelhante a queijo.
Caspa – Exfoliação seca da pele, do pêlo dos
animais ou das plumas dos pássaros, a qual
pode produzir alergia em alguns indivíduos.
Catabolismo – Parte do metabolismo dedicado
à divisão das moléculas grandes em seus com-
ponentes básicos ou em outras moléculas me-
nores com a finalidade de produzir energia.
Ramos da artéria carótida
Cartilagem
Cartilagem
hialina
Cartilagem fibrosa
Cartilagem
elástica
CARMINATIVO CATABOLISMO
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Cataclisma – Hemorragia muito violenta.
Cataforese – Introdução de substâncias na pele
por meio de corrente elétrica.
Catalase – Enzima oxidante capaz de decompor
a água oxigenada com desprendimento de oxi-
gênio.
Catalepsia – Estado anormal caracterizado por
uma rigidez postural junto a um baixo nível
de consciência. Ocorre durante a hipnose e em
transtornos psiquiátricos, como a esquizofre-
nia, a epilepsia ou a histeria.
Catalisador – Substânciaque produz catálise.
Catálise – Influência na realização de uma rea-
ção por substâncias chamadas “catalíticas”,
que não se alteram com essas mesmas reações.
Catamenial – Referente à menstruação.
Catamênio – Menstruação.
Cataplasma – Aplicação quente e úmida, feita
com farinha de linhaça, farinha de mandioca
e outros ingredientes.
Cataplexia – Doença caracterizada pela perda
súbita, mais ou menos completa, do tônus, sob
influência de emoção.
Catapora – Nome popular da varicela.
Catarata – Doença ocular que pode evoluir para
opacidade do cristalino ou de sua cápsula.
Cataratas – Opacidade do cristalino que produz
uma perda da visão lenta e gradual, em anos,
a uma velocidade variável em cada pessoa.
Catarro – Inflamação de mucosa em órgãos do
sistema respiratório com aumento da secre-
ção.
Catarse – Evacuações repetidas por aumento do
peristaltismo intestinal. Em Psicanálise, pro-
cesso de liberação para o plano consciente de
idéias e sentimentos reprimidos mediante a
técnica de associação livre ou hipnose e ad-
ministração de medicamentos hipnóticos.
Catártico – Agente farmacológico que favorece
a catarse.
Catatonia – Transtorno neurológico caracteriza-
do por imobilidade e rigidez muscular extre-
ma. É sinal freqüente na esquizofrenia catatô-
nica.
Catecolamina – Nome sob o qual designam-se
as aminas vasopressoras simpaticomiméticas,
assim como seus precursores e produtos deri-
vados ativos ou não.
Categute – Tipo de fio de sutura reabsorvível.
Cateter – Tubo oco fabricado de plástico flexí-
vel ou borracha flexível para fins terapêutico
e diagnóstico.
Cateterismo – Introdução de um cateter por um
vaso sangüíneo, uma artéria, uma veia; ou
de um cateter para fins diagnósticos ou tera-
pêuticos.
Cauda eqüina, síndrome – Apresenta-se como
distúrbios motores, sensitivos, tróficos e es-
fincterianos, e o nome relaciona-se à região
terminal da medula espinhal.
Caudal – Termo utilizado para designar a estru-
tura próxima ao plano inferior no tronco.
Causalgia – Síndrome caracterizada por sen-
sação de queimação aguda com hipereste-
sia cutânea e alteração da pele, a qual se apre-
senta vermelha e brilhante.
Cauda eqüina
CATACLISMA CAUSALGIA
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Caústico – Diz-se de qualquer substância quí-
mica que danifica tecidos.
Cautério – Dispositivo que produz queimadura
e cicatrização da pele por meio de calor.
Caverna – Escavação nos pulmões decorrente de
processo infeccioso, geralmente localizada nos
ápices.
Caxumba – Parotidite epidêmica.
Ceco – Região inicial do intestino grosso, que se
comunica com o íleo e o colo ascendente. O
apêndice vermiforme o prolonga para baixo.
Cefalosporinas – Derivado semi-sintético de
antibiótico obtido, originalmente, do micro-
organismo Cephalosporium acremonium.
Cego – Pessoa cuja acuidade visual é nula ou in-
ferior a um vigésimo da normal.
Cegueira – Privação da visão.
Cegueira noturna – Diminuição anormal da vi-
são no escuro. Sinônimo de nictalopia.
Celíaco – Termo que designa estrutura do abdo-
me. O tronco celíaco é um dos ramos da arté-
ria aorta no abdome. Enfraquecimento e até
mesmo desaparecimento ou lentificação do
pulso radial registrado no esfigmomanômetro,
quando a mão deprime a parede do abdome.
Celioscopia – Exame visual direto da cavidade
abdominal, previamente distentida por um
pneumoperitônio, por meio de aparelho intro-
duzido na parede abdominal ou no fundo de
saco. Sinônimo de laparoscopia.
Celoma – Em Embriologia, cavidade compreen-
dida entre os dois folhetos do mesoderma no
embrião.
Célula – Unidade estrutural e funcional dos se-
res vivos.
Cecotomia – Abertura cirúrgica do ceco.
Cefaléia – Dor de cabeça.
Cefaléia tensional – Uma das mais freqüentes
dores de cabeça, causada por um esforço físi-
co ou estresse emocional.
Cefálico – Termo relacionado à cabeça.
Cefalohematoma – Tumor formado por efusão
sangüínea entre os ossos do crânio e seu pe-
riósteo. Observado apenas no recém-nasci-
do, após um traumatismo acidental ou ope-
ratório.
Células do tipo Natural Killer (NK) – Tipo de
linfócito, chamado “linfócito não T não B” ou
terceira população de linfócitos, com tamanho
grande e grânulos em seu interior, linfócitos
granulares grandes, que se encarregam de eli-
minar aquelas células que contenham anticor-
pos em sua superfície.
Ceco
Intestino
grosso
Intestino
delgado
Célula
Ceco
CAÚSTICO CÉLULAS
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Células-tronco – Célula embrionária, indiferen-
ciada, primordial ou de origem. São as mais
jovens das linhagens formadoras das células
do sangue; encontram-se, normalmente, em
órgãos hematopoiéticos onde se renovam e
diferenciam-se.
Celulite – Inflamação do tecido celular subcutâ-
neo.
Centrífuga – Instrumento de laboratório que ser-
ve para separação da partículas sólidas manti-
das em suspensão em um líquido.
Centro cirúrgico – Parte de um estabelecimen-
to hospitalar onde se localizam salas destina-
das a intervenções cirúrgicas.
Centrômero – Parte do cromossomo que, no mo-
mento da divisão celular, une duas cromáti-
des, ou seja, os dois elementos originados pela
divisão longitudinal desse cromossomo, que
formarão os dois cromossomos filhos.
Centrossomo – Nódulo existente, algumas vezes,
no citoplasma da célula, ao lado do núcleo.
Contém um ou dois centríolos e é circundado
por uma massa de protoplasma de onde par-
tem filamentos dispostos em raros, o áster. Esse
conjunto desempenha papel importante na di-
visão da célula.
Cenurose – Infestação por larvas de um cestó-
deo, a Taenia multiceps, que vive na fase adulta
no cão.
Ceratite – Inflamação da córnea.
Ceratocone – Alteração da curvatura da córnea,
que, embora ainda transparente, toma uma for-
ma cônica.
Ceratodermia – Dermatose quer congênita ou
hereditária, secundária à infecção ou intoxi-
cação por uma outra doença da pele, quer pri-
mitiva.
Ceratomegalia – Aumento das dimensões da
córnea.
Ceratose – Lesão da pele caracterizada por uma
hipertrofia das camadas córneas da epiderme,
acompanhada ou não de hipertrofia das papi-
las da derme.
Cercária – Estágio final dos trematódeos. Livre
e móvel, graças à sua cauda, abandona seu
hospedeiro intermediário, um molusco, e
encista na superfície de um vegetal aquátio,
em seguida, penetra em um segundo hospe-
deiro intermediário, peixe ou crustáceo, ou di-
retamente no hospedeiro definitivo. A forma
encistada é uma metacercária.
Cereais – O amido é fonte importante de hidra-
tos de carbono, responsável pelo alto valor
energético do cereal. A proteína se encontra
no núcleo amiláceo e é pobre em aminoácido
lisina.
Cerebelar – Termo relacionado ao cerebelo.
Cerebelo – Órgão do encéfalo situado próximo
ao osso occipital. Controla o equilíbrio e a
coordenação dos movimentos.
Cerebral – Termo que se relaciona ao cérebro.
Cérebro – Região maior e mais elevada do encé-
falo, dividida por um sulco central em dois he-
misférios, esquerdo e direito, sendo que am-
bos se comunicam pelo corpo caloso. Cada um
dos hemisférios possui um córtex cerebral ex-
terno de substância cinza, que abriga, em seu
interior, a substância branca e os gânglios basais.
A superfície do cérebro apresenta circunvoluções
e lóbulos, cada um dos quais recebe o nome do
osso do crânio sobre o qual se encontra.
Cerebelo
Cérebro
(Telencéfalo)
Cerebelo
Cérebro
Medula oblonga
Cérebro
CÉLULAS CÉREBRO
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Cerúmen – Secreção de cera de cor amarelada
ou parda produzida pelas glândulas sudorípa-
ras do conduto auditivo externo.
Cervical – Termo que tem relação com a região
do pescoço ou colo uterino e sua cavidade ou
do fêmur.
Cervicite – Inflamação aguda ou crônica do colo
do útero.
Cervicopexia – Fixação de um colo.
Cervicotomia – Incisão cirúrgica praticada no
pescoço ou em um colo.
Cervix – Ou colo do útero. Região anatômica do
colo que se comunica com a vagina. Local de
coleta do exame de Papanicolau.
Cetoacidose diabética – Complicação aguda
característica do diabetes tipo I, que se mani-
festa com hiperglicemia marcada pelo apare-
cimento de corpos cetônicos na urina. Geral-
mente desencadeada por infecções ou pela
interrupção do tratamento com insulina.
Chagas, doença de – Doença tropical e subtro-
pical própria das Américas Central e do Sul.
A contaminação se faz por meio do mosquito
do gênero Triatoma, vulgarmente conhecido
como “barbeiro”. O protozoário flagelado res-
ponsável pela doença, o Trypanosoma Cruzi,
que fica nas fezes dos referidos mosquitos, de-
pois de penetrar no organismo humano, toma
formas intracelulares, infectando, principal-
mente, células do cérebro e do coração. Nes-
te, ele atinge as fibras musculares e provoca
uma miocardite chagásica extremamente gra-
ve, podendo levar à morte. Essa doença foi
descoberta pelo pesquisador brasileiro Carlos
Chagas. A única forma de preveni-la é a pul-
verização de inseticidas nas paredes das casas
nas zonas em que a doença é endêmica, espe-
cialmente nas casas de barro da zona rural, já
que os barbeiros se escondem em fendas nas
paredes.
Chagoma – Cancro de inoculação da doença de
chagas.
Chalação – Pequeno tumor na pálpebra produ-
zido pela obstrução de uma glândula, com re-
tenção de secreção em seu interior. Caso não
suma espontaneamente, pode-se abri-lo por
intervenção cirúrgica.
Charcot, tríade de – Grupo de três sintomas
evocativos do diagnóstico de esclerose em
placas: nistagmo, tremor intencional e fala
escandida.
Charlatão – Vendedor público de drogas, cujas
virtudes apregoa com exagero. Explorador da
boa-fé do público. Impostor, embusteiro, tra-
paceiro, pessoa que exerce a Medicina ilegal-
mente.
Chicotada – Dor brutal, como um açoite.
Chlamydia – Microorganismo patogênico.
Chopart – Conjunto de duas articulações me-
diotársicas no pé.
Cesariana – Intervenção cirúrgica que consiste
em retirar o feto pelo abdome por meio de uma
incisão em sua parede e no útero. Recebe esse
nome, pois o grande romano Júlio César teria
nascido por esse procedimento.
Cestóides – Vermes platelmintos.
Cetoacidose – Acidose acompanhada de um acu-
mulo de acetona no organismo, resultado de
um metabolismo defeituoso dos açúcares e
carboidratos. Ocorre, fundamentalmente,
como uma complicação do diabetes mellitus
e caracteriza-se por hálito característico, con-
fusão mental, dispnéia, náuseas, vômitos, de-
sidratação, perda de peso e, se não tratada com
urgência, termina em coma.
Cervix
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Tuba uterina
Cervix
CERÚMEN CHOPART
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Choque – Síndrome em que há deficiência da
chegada de sangue rico em oxigênio aos teci-
dos do corpo, por causa da diminuição signi-
ficativa de volume sangüíneo, como na hemor-
ragia; grandes perdas de líquidos; grandes di-
arréias; distúrbios do funcionamento cardía-
co e vascular. Alteração brusca do sistema ner-
voso caracterizada por estupor, hipotermia, co-
lapso cardiovascular, convulsões com perda de
consciência, podendo evoluir para a morte ou
cura rápida.
Choque anafilático – Choque após a anafila-
xia.
Choque cardiogênico – Choque originário da fa-
lência cardíaca.
Choque elétrico – Corrente elétrica externa de
intensidade aplicada no tórax, a qual provo-
ca descarga completa e uniforme de todas as
fibras cardíacas, para restabelecer o ritmo
cardíaco normal. Sinônimo de cardioversão,
exceto no caso da fibrilação ventricular,
quando se chama desfibrilação e o aparelho,
desfibrilador.
Choque hipovolêmico – Choque no qual o co-
lapso ocorre em decorrência da brusca e sig-
nificativa diminuição do volume sangüíneo.
Chupeta – Objeto em forma de mamilo utiliza-
do pelos lactantes e crianças pequenas para
chupar.
Cianocobalamina – Vitamina B12.
Cianopsia – Distúrbio da percepção das cores,
em que os objetos parecem azulados.
Cianótico – Diz-se da cianose apresentada pelo
corpo ou por uma de suas partes.
Cianose – Coloração azulada da pele e das
membranas mucosas, que se percebe, espe-
cialmente, ao redor dos lábios e debaixo das
unhas, por causa do excesso de hemoglobi-
na não oxigenada no sangue. Ocorre em
várias doenças cardíacas ou respiratórias
que interferem na oxigenação pulmonar ade-
quada. Sua presença é um dado que indica
doença respiratória ou cardiovascular, uma
vez que não chega sangue suficiente ou este
não está suficientemente oxigenado. Deve-
se ao fato de o pigmento sangüíneo trans-
portador de oxigênio, a hemoglobina, adqui-
rir uma coloração escura quando contém
pouco oxigênio.
Ciática – Dor por compressão do nervo isquiático.
Cíbalo – Massa fecal dura e seca.
Cicatriz – Neoformação de tecido conjuntivo que
repara a perda de substância pós-traumática,
inflamatória ou neoplásica na derme, na hi-
poderme ou nos tecidos profundos.
Cicatriz hipertrófica – Cicatriz larga e anties-
tética, por localizar-se em zonas de grande
tensão cutânea.
Cicatrização por primeira intenção – Quando
não há contaminação, os bordos da ferida se
unem, quase não fica cicatriz, o restabeleci-
mento é rápido.
Cicatrização por segunda intenção – Quando
há contaminação na ferida, há reação infla-
matória e infecção, os bordos se unem irregu-
larmente.
Ciclamato – Adoçante.
Ciclite – Inflamação do corpo ciliar.
Ciclo – Sucessão de eventos encadeados.
Ciclo cardíaco – Ciclo de fenômenos que ocor-
rem quando o impulso elétrico, originado
no átrio direito, é conduzido por meio de
umas fibras especializadas incluídas no mús-
culo cardíaco, provocando a contração do mi-
ocárdio. A contração muscular coincide com
um fenômeno elétrico chamado despolariza-
ção nas fibras musculares. Depois, produz,
se uma repolarização das fibras durante a
qual as cavidades cardíacas se enchem de san-
gue novamente.
Ciclo de Krebs – Parte da cadeia da glicólise,
quando ocorre destruição de moléculas de gli-
cose para conseguir energia que se inicia em
um composto denominado piruvato e finaliza
com a produção de anidrido carbônico, água
e 38 moléculas de ATP.
Ciclo menstrual – Processo normal de funci-
onamento de órgãos do sistema genital fe-
minino. Sua duração é muito variável, de 21
a 35 dias. A hemorragia menstrual determi-
na o final de cada ciclo; dura de dois a sete
dias. Durante cada ciclo menstrual ocorre,
CHOQUE CICLO
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no ovário, maturação de um óvulo, seguida
de sua expulsão para a tuba uterina na me-
tade do ciclo. Por sua vez, o ovário produz
as mudanças uterinas por meio de variações
dos dois hormônios sexuais femininos: o es-
trógeno e a progesterona. Esse ciclo se re-
pete mensalmente durante toda a idade fér-
til da mulher.
Ciclooxigenase – Enzima de degradação do áci-
do araquidônico cuja ação é bloqueada por
antiinflamatórios não-hormonais.
Ciclopexia – Intervenção cirúrgica destinada a
fixar o corpo ciliar.
Ciclopia – Malformação caracterizada pela fu-
são das duas órbitas e a existência de um úni-
co olho.
Cicloplegia – Paralisia do músculo ciliar.
Ciclosporina – Polipeptídeo produzido por um
fungo isolado, de uma amostra de solo da No-
ruega, atuando como antibiótico.nos colchões produzem sintomas
alérgicos nas pessoas mais sensíveis.
Acatalepsia – Condição clínica na qual o paci-
ente apresenta incerteza ou falta de compre-
ensão.
Acéfalo ou Anencéfalo – Feto sem encéfalo:
constituído pelo cérebro, cerebelo e tronco
encefálico.
Acesso – Diz respeito à condição de ter-se uma
via para administração de medicamentos; se
for por meio de uma venóclise, denomina-se
acesso venoso. Em Psiquiatria, significa repe-
tição periódica de um fenômeno, com apareci-
mento agudo.
Acetábulo – Cavidade do osso ilíaco que se coa-
duna com a cabeça do fêmur.
Acetaminofeno – Analgésico e antitérmico, pos-
sível substituto do ácido acetilsalicílico (AAS),
quando este não pode ser empregado.
Acetato de Alumínio – Substância adstringente,
que pode ser utilizada em compressas úmidas
destinadas ao tratamento de afecções da pele.
Acetilcisteína – Droga utilizada no tratamento
de bronquites, asma, enfisema, broncopneu-
monias e outras.
ABSORVENTES ACETILCISTEÍNA
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Acetilcolina – Substância responsável pela trans-
missão dos impulsos de fibras pré-ganglio-
nares, produzindo estímulos em neurônios
pós-ganglionares; age também diretamente
sobre as células da musculatura lisa e partici-
pa na transmissão dos impulsos nervosos na
placa motora.
Acetona – Substância solvente incolor e volátil.
Pode acumular-se no organismo do diabético,
bem como em organismos com outros distúr-
bios metabólicos.
Acetonúria – Presença de cetonas na urina.
Acianoblepsia – Os portadores dessa condição
não percebem a cor azul dos objetos.
Aciclovir – Substância caracterizada como um
nucleosídeo acíclico derivado da guanina ativo
contra os vírus do herpes simples, da varíola e
do herpes zoster.
Acidemia – Condição na qual há aumento de
ácidos no sangue com baixa do potencial
hidrogeniônico (pH).
Acidente isquêmico transitório (AIT) – Doença
na qual há transtorno focal da função cerebral,
com início abrupto. Provoca alterações neuro-
lógicas que podem durar minutos, porém há
recuperação em, no máximo, 24 horas.
Acidente vascular cerebral (AVC) – É doença
produzida por alterações nos vasos
sangüíneos que irrigam o cérebro, popular-
mente denominada derrame. Na maioria dos
casos, ocorre oclusão de um vaso importan-
te para o aporte sangüíneo, com conseqüen-
te diminuição no aporte de sangue e dimi-
nuição de oxigênio para uma parte do cére-
bro. Esta última denomina-se isquemia cere-
bral e é responsável pelos danos neuronais
ocasionados. Em alguns casos, há hemorra-
gia por ruptura do vaso dentro do próprio
encéfalo e denomina-se acidente vascular
cerebral hemorrágico (AVCh). A literatura
disponível também confere a sigla DVE (dis-
túrbio vascular encefálico).
Acidentes domésticos – Acidentes que ocorrem
no interior de residências ou domicílios; são
fonte importante de lesões ou mortes na in-
fância. Os mais comuns são traumatismos por
quedas, queimaduras, descargas elétricas, in-
toxicações por ingestão ou inalação de subs-
tâncias. Medicamentos guardados em casa e
ao alcance de crianças são fontes comuns de
acidentes.
Acidentes infantis – Um dos motivos mais co-
muns de atendimento a crianças nos pronto-
socorros hospitalares e a primeira causa de
mortalidade infantil. Os acidentes mais fre-
qüentes são feridas e traumatismos, de ori-
gem não automobilísticos, seguidos por
traumatismos cranioencefálicos. Sua preven-
ção é importante.
Acidez gástrica – Estado normal do conteúdo
do estômago caracterizado por alta quantida-
de de íons hidrogênio, a qual pode ser medida
por meio de escala logarítmica denominada
pH. Algumas doenças são produzidas pelo ex-
cesso de ácido no estômago ou pelo refluxo
deste ao esôfago.
Acidimetria – Mensuração do grau de acidez.
Ácido – Composto contendo hidrogênio e que for-
ma sais com a substituição deste por um metal.
Alguns são produzidos pelo corpo humano, que
os elimina. Entre os ácidos minerais estão o
clorídrico, o nítrico e o sulfúrico; entre os or-
gânicos, os ácidos cítrico, láctico e úrico.
Ácido acético – Líquido incolor contido no vi-
nagre. Em concentrações adequadas, pode ser
empregado de modo terapêutico.
Ácido acetilsalicílico – Substância com ações:
antiinflamatória, antitérmica, anti-reumática e
antiagregante plaquetária. Denominado AAS.
Ácido ascórbico – Denominação química da
Vitamina C. Composto orgânico presente em
sucos e frutas cítricas, couve, brócolis, toma-
tes e morangos. Essencial para o desenvolvi-
mento dos dentes, ossos e capilares; sua au-
sência produz doença denominada escorbuto.
Ácido azótico – Ácido nítrico.
Ácido barbitúrico – Composto do qual derivam
centenas de sedativos e hipnóticos.
Ácido bórico – Substância que se apresenta em
forma de escamas ou cristais incolores, ou pó
branco e cristalino dissolvido em água. Pode
ser utilizado como anti-séptico.
ACETIL ÁCIDO
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Ácido butírico – Produto da fermentação de subs-
tâncias graxas como manteiga, suor e fezes.
Ácido cianídrico – Ácido prússico, veneno po-
tente.
Ácido clorídrico – Composto de hidrogênio e
cloro que é secretado no estômago. É o com-
ponente principal do suco gástrico.
Ácido desoxirribonucléico (ADN ou DNA) –
Molécula de ácido nucléico, principal com-
ponente dos cromossomos no núcleo celular.
O ADN é o responsável por toda informação
genética das células vivas de uma espécie.
Ácido diacético – Ácido aceto-acético, que apare-
ce na urina em certos casos de diabetes mellitus.
Ácido fênico – Fenol, ácido carbólico.
Ácido fólico – Componente do complexo vita-
mínico B e que tem poderosa ação antianêmica.
Essencial para todas as células, colabora na
síntese dos ácidos nucléicos, da colina e de
todas as enzimas indispensáveis para multi-
plicação celular. Ele regula o desenvolvimen-
to das células neurológicas do feto; seu uso
tem mostrado redução da incidência de lesões
no tubo neural. É indispensável para a matu-
ração do glóbulo vermelho associado à vita-
mina B12.
Ácido inorgânico – Ácido que não contém car-
bono em sua molécula.
Ácido málico – Ácido que existe na maçã e em
outros frutos.
Ácido nicotínico – Também denominado vita-
mina PP. É componente do complexo B, e sua
falta produz a doença pelagra.
Ácido orgânico – Ácido cuja molécula contém
um grupo carboxila COOH.
Ácido pantotênico – Vitamina hidrossolúvel ne-
cessária para a síntese de lipídios que formam
parte da coenzima A. Está amplamente distri-
buído nos alimentos, e não há descrição de ne-
nhuma enfermidade carencial pela sua falta.
Ácido pícrico – Substância utilizada antigamente
nas queimaduras e também conhecido como
ácido amargo.
Ácido resistente – Diz-se de bactérias que não
descoram pelos ácidos, como os bacilos da
tuberculose, da hanseníase e outros.
Ácido tânico – O mesmo que tanino.
Ácido úrico – Produto do metabolismo das pro-
teínas. Encontrado na urina humana e animal.
O aumento no sangue é denominado gota.
Acidófilo – Que retém corantes ácidos.
Ácidos graxos – Ácidos que combinam com
glicerol formando sabões.
Acidose – Aumento anormal da concentração de
íons de hidrogênio no organismo, por causa
do acúmulo de ácidos ou da perda de bases.
Pode ser respiratória ou metabólica. Há per-
turbação do equilíbrio ácido-básico do orga-
nismo com predominância de acidez.
Acidular – Tornar ácido.
Acídulo – Ligeiramente ácido.
Acinesia – Incapacidade de movimentos volun-
tários, paralisia.
Acinetobacter – Bactéria do gênero de diplobacilos
gram negativos da família das Neisseriaceae
amplamente disseminados e patogênicos.
Ácino – Pequenina formação de células em for-
ma deCiclotimia – Forma ligeira de psicose maníaco-
depressiva, com fases de depressão e excita-
ção.
Ciese – Sinônimo de gestação.
Cifose – Alteração da anatomia da coluna verte-
bral, caraterizada por aumento da convexida-
de para trás.
Ciliar – Parte espessa da membrana vascular do
olho, intermediária à coróide e à íris, em for-
ma de anel triangular na parte superior, no
cume posterior.
Cilindróide – Em forma de cilindro.
Cilindroma – Tumor de tecidos múltiplos situa-
do, geralmente, na face.
Cimitarra – Conjunto das malformações do
pulmão direito, dos brônquios e dos vasos
da base.
Cinase – Enzima que catalisa a formação de uma
outra enzima, a partir de seu precursor.
Cineangiografia – Registro de imagens de va-
sos opacificados por substância de contraste.
Cineangiocoronariografia – Registro das ima-
gens radiológicas das artérias coronárias opa-
cificadas por substância de contraste.
Cineplastia – Operação cirúrgica reparadora pra-
ticada nos amputados para permitir-lhes mo-
vimentação de sua prótese, utilizando os mús-
culos e os tendões que foram inseridos na parte
amputada.
Cinéreo – Cinzento.
Cinese – Movimento.
Cinesioterapia – Tratamento de reabilitação ba-
seado no exercício.
Cinestesia – Sentido do movimento muscular.
Cinético – Relativo ao movimento.
Cíngulo – Feixe de substância branca unindo os
lobos frontal e temporal do cérebro.
Cingulotomia – Destruição terapêutica do cín-
gulo com papel importante na gênese das
emoções. Preconizada como tratamento das
dores crônicas rebeldes com componente emo-
cional significativo.
Cintilografia ou mapeamento – Exame subsi-
diário no qual a substância radioativa vai con-
centrar-se em determinado órgão que será ana-
lisado por aparelho especial denominado cin-
tilógrafo ou gama-câmara.
Cintura – Sinônimo de Cíngulo. Região de união
entre os esqueletos: axial e apendicular. No
corpo humano, são duas: superior ou escapu-
lar e inferior ou pélvica.
Circadiano – Termo que se refere a uma dura-
ção de cerca de 24 horas.
Circinado – Relativo a lesões elementares da
pele.
Circulação – Ato ou efeito de circular. Movimen-
to contínuo; curso; marcha. Deriva de circu-
latório e significa relativo ao ato de circular;
tem sua origem no latim e provavelmente se
referia ao movimento circular de incautos ao
redor de um vendedor ambulante. Circulação
sangüínea é o movimento regular do sangue
por meio do coração e dos vasos sanguíneos.
Circulação colateral – O conjunto das ramifi-
cações que seguem, mais ou menos, o trajeto
do tronco vascular de onde se originam.
Circulação extracorpórea – Técnica emprega-
da em cirurgia cardíaca para operar o cora-
ção.
Circulação pulmonar – Sinônimo de pequena
circulação. Circulação do coração aos pul-
mões.
CICLOOXIGENASE CIRCULAÇÃO
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Circular de cordão – Envolvimento do cordão
umbilical em torno do pescoço do feto durante
o parto.
Circuncisão – Sinônimo de Postectomia. Técni-
ca cirúrgica que se emprega para o tratamento
da fimose, ainda que, em algumas culturas, se
realize de forma ritual após o nascimento.
Consiste na extirpação total do prepúcio me-
diante um corte circular, que deixará, perma-
nentemente, a glande descoberta.
Circundução – Movimento da articulação do
ombro que corresponde à soma dos movimen-
tos de adução e abdução, flexão e extensão,
pronação e supinação.
Circunflexo – Com a forma de um arco, encur-
vado.
Circunscrito – Bem delimitado.
Circunvalado – Cercado por um muro.
Circunvolução – Dobras que conformam a su-
perfície cerebral dando-lhe um aspecto simi-
lar à noz.
Cirrose – Doença crônica do fígado caracteriza-
da pela associação de lesão dos hepatócitos,
desenvolvimento excessivo de tecido conjun-
tivo e formação de nódulos de regeneração.
Cirsóide – Semelhante a varizes.
Cirurgia – Ramo da Medicina que trata doenças
ou contribui para diagnosticá-las, por meio de
operações. Os recentes avanços em suas téc-
nicas permitem considerável melhora dos re-
sultados. Deriva de seus radicais que signi-
ficam trabalho manual.
Cirurgia maior – Qualquer intervenção cirúrgi-
ca realizada sob anestesia geral ou com assis-
tência respiratória. Em geral, trata-se de um
procedimento complexo que requer, igualmen-
te, alguns procedimentos pós-operatórios es-
pecializados.
Cirurgia menor – Qualquer intervenção cirúr-
gica que não requer anestesia geral nem as-
sistência respiratória. Trata-se de um procedi-
mento simples, praticado na superfície do or-
ganismo sob anestesia local, do qual não re-
sultam possíveis complicações significativas
nem são necessários maiores cuidados pós-
operatórios.
Cirurgia plástica – Procedimento cirúrgico pelo
qual se substitui, se altera ou se restaura a zona
visível do organismo com o objetivo de corri-
gir um defeito estético ou estrutural.
Cirurgião – Médico especializado em cirurgia. O
médico após a graduação de seis anos deve pas-
sar por um treinamento em serviço, que se cha-
ma Residência Médica ou estágio, por um pe-
ríodo variável de dois a sete anos dependendo
da especialidade escolhida. Um cirurgião vas-
cular, por exemplo, deve passar por um perío-
do de quatro anos, em média, após a faculdade
para especializar-se.
Cisão – Divisão.
Cissiparidade – Esquisogênese.
Cistalgia – Dor na bexiga urinária.
Cistectasia – Dilatação da bexiga.
Cistectomia – Operação para ressecção total ou
parcial da bexiga.
Cisterna – Reservatório de água das chuvas.
Poço, cacimba. Cisterna cerebral: região alar-
gada dos espaços subaracnoídeos que contém
o líquido cefalorraquidiano, denominado lí-
quor. Cisterna do quilo: dilatação sacular si-
tuada na origem do duto torácico.
Cisticercose – Infecção por larvas do verme do
porco, a Tenia solium. Após ingerir carne de
porco contaminada, os ovos se abrem no in-
testino humano, e as larvas invadem vários ór-
gãos distantes. Os sintomas durante a fase de
invasão são febre, mal-estar geral, dor mus-
cular e eosinofilia. Quando o cérebro é afeta-
do, ocorrem alterações da personalidade e, às
vezes, epilepsia após vários anos.
Cisternografia – Radiografia das cisternas da
base do crânio. O ar ou um líquido opaco aos
raios X é injetado por punção lombar, e seu
trajeto intracraniano é acompanhado por ra-
diografias em série.
Cístico – Relativo a um cisto. Relativo à bexiga
urinária. Relativo ao ducto cístico.
Cisticotomia – Incisão no ducto cístico.
Cistinúria – Eliminação de cistina pela urina
associada a cólicas nefréticas.
Cistite – Inflamação aguda ou crônica da bexiga
urinária.
CIRCULAR CISTITE
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Cisto – Doença formada por uma cavidade que
não se comunica com o exterior. Contém subs-
tância líquida, mole ou raramente sólida, ou
então um gás, cuja parede não tem relação
vascular com o conteúdo. .
Cisto do ovário – Cisto com conteúdo líquido
desenvolvido a partir do ovário.
Cisto hidático – Cisto que contém um verme em
sua forma larvar de cisticerco.
Cistocele – Hérnia da bexiga urinária.
Cistorragia – Hemorragia vesical.
Cistos – Lesões de qualquer localização, forma-
das por cavidades epiteliais diminutas ou mui-
to volumosas, por vezes esféricas, com con-
teúdo líquido ou semi-sólido.
Cistoscopia – Método diagnóstico para visuali-
zação direta da via urinária mediante a inser-
ção de um aparelho óptico chamado cistoscó-
pio na uretra.
Cisto sebáceo – Tumor formado por bolsa de-
senvolvida a partir de glândula sebácea e pre-
enchido por células epiteliais.
Cisto sinovial – Bolsa com parede própria e con-
teúdo viscoso, geralmente situada no punho e
que se desenvolve.
Cistocele – Hérnia da bexigaurinária, pode fa-
zer saliência maior ou menor para dentro da
vagina.
Cistos epidérmicos – Tumor arredondado de
conteúdo líquido ou semi-sólido, localizado
na derme. Localiza-se com maior freqüência
no couro cabeludo, na face, no pescoço e no
tronco.
Cistohisteropexia – Operação praticada por via
abdominal, em caso de prolapso uterino, que
consiste em suturar o fundo vesical previamen-
te descolado, a face anterior do istmo do úte-
ro; e fixar a matriz na parede abdominal.
Cistolitotomia – Abertura cirúrgica da bexiga
urinária para extrair cálculos.
Cistopexia – Fixação da parede anterior da be-
xiga na parede abdominal acima da sínfise
púbica.
Cistorrafia – Sutura da bexiga urinária.
Cistocóspio – Instrumento utilizado para cistos-
copia.
Cistossarcoma – Tumor complexo que pode ser
encontrado na maior parte dos tecidos com
cavidades císticas.
Cistostomia – Operação que consiste em abrir a
parede abdominal para permitir passagem de
urina ao meio externo.
Citocina – Mediador de natureza lipoprotéica, o qual
permite que algumas células se comuniquem.
Citocospolscopia – Exame de microscopia de um
esfregaço coletado no colo do útero durante
uma colposcopia e serve para pesquisa de cé-
lulas cancerosas.
Citocromo – Pigmento protéico que contém
o ferro e desempenha papel essencial na
respiração celular. É transportador de elé-
trons.
Citodiagnóstico – Método subsidiário para con-
tagem e classificação das células dos líquidos
orgânicos para fins diagnósticos.
Citogenética – Ramo da genética que estuda as
relações entre a transmissão dos caracteres
hereditários dos indivíduos e os aspectos das
células específicas da hereditariedade, cro-
mossomos e genes. Permite estabelecer o ca-
riótipo e a classificação das aberrações cro-
mossômicas.
Citólise – Destruição da célula.
Citologia – Ramo da Morfologia que estuda a
célula do ponto de vista da sua constituição
íntima, forma e evolução.
Citomegalovírus – Vírus que causa infecção
generalizada que afeta seres humanos de to-
das as idades.
Citômetro – Instrumento para contagem ce-
lular.
Citopatologia – Estudo das doenças da célula.
Citosqueleto – Conjunto de estruturas agrupa-
das em feixes ou retículos que formam o ar-
cabouço da célula e dá-lhe sua forma, plasti-
cidade e mobilidade.
Citostático – Que interrompe a multiplicação das
células.
Citotoxicidade – Capacidade de destruição das
células: pode ser provocada pelo complemen-
to em presença de anticorpos dirigidos contra
as células.
CISTO CITOTOXICIDADE
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Citotóxico – Substância tóxica para a célula.
Citrobacter – Gênero de bactéria da família das
Enterobacteriaceae, habitante do tubo diges-
tivo humano.
Clamídia – Parasita intracelular que produz di-
ferentes transtornos. Há duas espécies de cla-
mídias, ambas patogênicas para o homem: a
Chlamidia tracomatis, que produz infecção
conjuntiva no olho, no epitélio da uretra e no
colo do útero, sendo responsável pela conjun-
tivite de inclusão, pelo linfogranuloma vené-
reo e tracoma; e a Chlamidia psittaci, que pode
causar um tipo especial de pneumonia.
Clarificante – Substância empregada para tor-
nar límpida uma solução.
Classe econômica, síndrome da – Edema de
membros inferiores e outras complicações das
longas viagens aéreas, em que a falta de lugar
impõe aos passageiros da classe econômica
uma posição sentada por um período prolon-
gado. Pode evoluir para trombose venosa dos
membros inferiores.
Classificação de Landsteiner – Classificação
dos tipos sangüíneos adotada pela Organiza-
ção Mundial de Saúde-OMS. Compreeende
os quatro tipos A, B, AB e O, além de subti-
pos.
Claudicação – Marcha irregular que pode ter
inclinação assimética do corpo. Pode ser de-
corrente de estenose ou obstrução das artéri-
as de um membro.
Claudicação intermitente – Sintoma de obstru-
ção arterial crônica nas extremidades, que se
caracteriza por dor muscular decorrente de
isquemia que aparece ao caminhar, obrigando
o paciente a parar. Aumenta com a velocidade
do caminhar e a distância percorrida. Em ca-
sos avançados, a dor aparece até com o repou-
so e, predominantemente, à noite, associando-
se à isquemia crítica do membro afetado.
Claustrofobia – Medo incontrolado de ficar pre-
so em espaços restritos.
Clavícula – Osso horizontal longo na região an-
terior do tórax, cranialmente às costelas.
Cleptofobia – Receio obscessivo e mórbido de
cometer um roubo.
Cleptomania – Necessidade compulsiva de
furtar.
Clidectomia – Retirada cirúrgica da clavícula.
Clido – Relativo à clavícula.
Clidocostal – Relativo à clavícula e às costelas.
Clidotomia – Secção cirúrgica da clavícula.
Climatério – Período da vida da mulher em que
há transição paulatina do estado reprodutivo
ao não-reprodutivo. Os limites dessa etapa são
alguns anos antes da menopausa.
Climatologia – Estudo dos climas em relação ao
tratamento das doenças.
Clindamicina – Antibiótico derivado da linco-
micina.
Clínico – Médico que exerce sua profissão na
cabeceira do leito de seus pacientes. Termo
relacionado ao que concerne o ensino da prá-
tica médica junto ao leito do paciente, que
pode ser efetuado, ou constatado pelo médi-
co, sem o recurso de instrumentos ou de téc-
nicas de laboratório.
Clinocefalia – Deformação do crânio como um
achatamento ou encurvamento da calota, com-
parável a forma de uma sela.
Clinodactilia – Desvio dos quirodáctilos ou po-
dodáctilos em direção à face dorsal, palmar,
plantar ou lateral.
Clique – Ruído produzido por valvas do co-
ração.
Clavícula
CITOTÓXICO CLIQUE
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Clister – Introdução de água ou líquido gliceri-
nado no reto, pelo ânus, por meio de seringa
ou instrumento similar para livrar uma pessoa
da obstipação intestinal.
Clitoridectomia – Exérese do clitóris.
Clitóris – Órgão do sistema genital feminino,
situado anterior à vulva, entre os lábios
maiores.
Clitorite – Inflamação do clitóris.
Cloaca persistente – Anomalia congênita carac-
terizada quando os condutos digestivo, uriná-
rio e reprodutor finalizam em uma cavidade
comum em conseqüência da falta de forma-
ção do tabique urorretal durante o desenvol-
vimento fetal.
Cloasma – Manchas de cor castanho e bordas
nítidas que aparecem em forma simétrica nas
bochechas e na fronte.
Clomifeno – Medicamento antiestrógeno não-
esteróide que estimula a ovulação.
Clonagem – Método de engenharia genética que
consiste na produção de um clone. A partir de
um modelo único, pode ser produzido um con-
junto de numerosas cópias idênticas que pos-
suem o mesmo código genético. Pode tratar-
se de células de grande utilidade na modali-
dade terapêutica.
Clone – Grupo de indivíduos ou de células com
o mesmo código genético, originado, por re-
produção assexuada, de um único indivíduo
ou uma única célula.
Clônica – Contração irregular e curta.
Clônico – Contração muscular alternada com
relaxamento.
Clonorquíase – Doença parasitária decorrente
de infestação por trematódeos da China.
Cloração – Procedimento de purificação das
águas destinadas ao consumo, por meio do
cloro líquido misturado à água.
Clorado – Impregnado de cloro.
Cloralismo – Intoxicação pelo cloro.
Cloranfenicol – Antibiótico produzido por um
fungo, o Streptomyces venezuelae, e dotado
de grande atividade na febre tifóide e salmo-
neloses, em infecções por bacilos.
Cloremia – Quantidade de cloro no sangue.
Cloreto de sódio – Sal de cozinha.
Clorofórmio – Agente volátil que foi o primeiro
anestésico por inalação.
Cloroformização – Anestesia geral pelo cloro-
fórmio.
Cloroma – Doença própria das crianças e carac-
terizada pelo desenvolvimentode nódulos lin-
fáticos esverdeados situados, normalmente, na
superfície dos ossos planos.
Cloroníquia – Coloração esverdeada de uma
unha.
Cloropsia – Sinônimo de Cloropia. Perturbação
visual na qual os objetos parecem esverdeados.
Clororraquia – Presença de cloro ou cloretos
no líquido cefalorraquidiano.
Clortetraciclina – Antibiótico da família das te-
traciclinas produzido por um fungo, o Strep-
tomyces aureofaciens.
Clostridium – Bactéria da família das Bacillace-
ae, que compreende germes gram positivos,
esporogênicos, anaeróbios estritos e, geral-
mente, móveis.
Clostridium botulinum – Bacilo anaeróbio Gram
positivo e cujos esporos são particularmente
resistentes ao calor. Essa espécie bacteriana é
encontrada em embutidos deteriorados e nas
conservas mal preparadas. A toxina que ele
secreta determina o botulismo.
Clostridium tetani – Bacilo do tétano.
Clostridium welchii – Bacilo da gangrena gasosa.
Clownismo – Atitudes grotescas que se obser-
vam na histeria.
Coagulabilidade – Propriedade que possuem lí-
quidos biológicos de desencadear a cascata da
coagulação.
Coagulação – Transformação de uma substân-
cia orgânica líquida em uma massa sólida ou
semi-sólida ou mole e gelatinosa por meio de
uma série de reações denominadas cascata da
coagulação.
Coagulação intravascular disseminada –
Doença grave produzida pelo acúmulo exces-
sivo de processos de coagulação e anticoagu-
lação simultâneos.
Coagulante – Substância capaz de desencadear
a cascata da coagulação.
CLISTER COAGULANTE
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Coágulo – Massa esponjosa formada pela fibri-
na do sangue. Essa massa retém, em suas ma-
lhas, os glóbulos vermelhos que lhe dão colo-
ração vermelha.
Coagulopatia – Doença caracterizada pela alte-
ração da coagulação normal.
Coalescência – União de duas ou mais partes
que se achavam separadas.
Coaltar – O mesmo que Alcatrão. Produto da
destilação do carvão de pedra ou carvão mi-
neral.
Coanas – Passagens posteriores da cavidade na-
sal que a comunicam com a parte nasal da fa-
ringe.
Coaptação – Adaptação recíproca de fragmen-
tos de um osso fraturado.
Coarctação – Estenose de um conduto natural.
Coarctação da aorta – Defeito congênito cardí-
aco caracterizado por estreitamento da aorta.
Cobalamina – Sinônimo de vitamina B12; atua
no metabolismo e é absorvida no intestino del-
gado. Pode ser encontrada em ovos, peixes e
carne.
Cobaltoterapia – Método utilizado no tratamen-
to do câncer, de radiações emitidas pelo co-
balto 60, isótopo radioativo do cobalto.
Cocaína – Alcalóide extraído das folhas de uma
planta sul-americana Erytroxylon coca , dota-
da de propriedades anestésicas locais e sim-
paticomiméticas.
Cocainismo – Intoxicação crônica pela cocaína.
Cocainomania – Distúrbio mental acarretado
pela aspiração crônica de cocaína.
Coccídia – Parasita unicelular da classe dos es-
porozoários, observado, principalmente, no fí-
gado do coelho onde ele determina lesões tanto
císticas como de aparência neoplásica.
Coccidinia – Dor localizada no cóccix.
Coccidiomicose – Doença caracterizada por um
simples episódio febril de alguns dias, às ve-
zes acompanhado de leve comprometimento
pulmonar. Essa doença é provocada por um
fungo, Coccidioides immitis, cujos esporos são
inalados com a poeira.
Coccigectomia – Exérese do cóccix.
Coccigeo – Relativo ao cóccix.
Cóccix – Conjunto de ossos da coluna vertebral,
triangular, situado sob o sacro e constituído
de 4 ou 5 ossos soldados.
Cóccix
Sacro
Cóccix
Cóclea – Órgão localizado na orelha interna, res-
ponsável pelo equilíbrio do corpo humano.
Cóclea
Canais
semicirculares
Vestíbulo
Cóclea
Coclear – Referente à cóclea.
Cocos – Bactérias arredondadas que, de acordo
com a coloração em laboratório, dividem-se
em Gram positivas e Gram negativas.
Codeína – Um dos alcalóides do ópio com pro-
priedades analgésicas.
Códex – Farmacopéia. Formulário oficial. Con-
junto de tabulas.
COÁGULO CÓDEX
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Código genético – Conjunto das informações
hereditárias inscritas, como um plano deta-
lhado, nas longas cadeias de DNA cromos-
sômico: informações que são necessárias
para realizar, durante toda a vida do indiví-
duo, em uma ordem imutável e predetermi-
nada, a síntese de proteínas celulares. A es-
colha e o agenciamento dos aminoácidos
que a constituem são determinados pelo
encadeamento rigoroso dos pares de bases
nitrogenadas do DNA.
Códon – Unidade do código genético do DNA
cromossômico que tem, sob sua dependên-
cia, a síntese de um único aminoácido; ele é
constituído por um grupo de 3 pares de nu-
cleotídeos do ADN. As moléculas de ARN
(RNA) compreendem os códons, formados,
cada um, de 3 nucleotídeos. Um conjunto de
várias códons é necessário para a elaboração
de numerosos aminoácidos que formam uma
proteína.
Coenzima – Grupamento protético das enzimas
heteroproteínicas. É parte desprovida de es-
pecificidade da enzima: participa da reação
catalisada por essa enzima e é recuperada, in-
tegralmente, no final da reação. Conforme o
caso, é conhecida sob o nome de cocarboxila-
se, codesidrase ou codesidrogenase.
Co-fator – Substância cuja ação reforça a de um
outro princípio ativo.
Cognição – Conjunto dos processos psíquicos
que terminam pelo conhecimento. Ato de co-
nhecer.
Cogumelo – Vegetal talófito, desprovido de clo-
rofila e de flor e que vive como parasita ou
saprófito. Os cogumelos inferiores podem
causar micoses, e a ingestão dos cogumelos
venenosos pode causar intoxicações.
Coiloniquia – Concavidade anormal nas unhas,
que pode ser um doença familiar, porém de-
notada mais freqüentemente a presença de uma
anemia ferropriva ou doença de Raynaud.
Coito – Ato sexual.
Cola biológica – Cola utilizada para tratar dis-
secções aórticas, varizes esofágicas rompidas
e dilacerações miocárdicas.
Colagenase – Enzima capaz de quebrar o tecido
colágeno.
Colágeno – Uma das escleroproteínas do tecido
conjuntivo.
Colágeno, doenças do – Conjunto de doenças com
aparências diferentes, essencialmente o lúpus eri-
tematoso agudo disseminado, a dermatomiosite,
a esclerodermia e a periarterite nodosa. Essas do-
enças estão todas relacionadas por uma caracte-
rística em comum: o comprometimento difuso
do colágeno que sofre degeneração mucóide; de-
pois fibrinóide, em seguida reações alérgicas.
Colagogo – Método ou substância que aumenta
o fluxo da bile.
Colangiectasia – Dilatação das vias biliares.
Colangiocarcinoma – Tumor maligno das vias
biliares intra-hepáticas.
Colangiografia – Técnica de diagnóstico radio-
lógico que permite visibilizar vias biliares
principais.
Colangiograma – Radiografia do sistema biliar.
Colangio-jejunostomia – Operação que visa à
implantação de canal biliar no jejuno. Opera-
ção praticada quando os canais colédoco e
hepático estão obstruídos.
Colangioma – Variedade de tumor de fígado de-
senvolvido a partir das células dos canalícu-
los biliares intra-hepáticos. Pode ser de natu-
reza benigna ou maligna.
Colangioscopia – Exame subsidiário direto das
vias biliares por meio de um endoscópio es-
pecial, o coledoscópio introduzido por via re-
trógada transpapilar, trans-hepática ou cole-
docotomia per-operatória.
Colangite – Inflamação das vias biliares provo-
cada pela invasão bacteriana ou obstrução da
árvore biliar decorrente da presença de um tu-
mor ou cálculo.
Colapso – Sinônimo de Síncope.
Colar – Aparelho que serve para imobilizar, par-
cialmente, a coluna vertebral.
Colchicina – Alcalóide de uma liliácea, o Col-
chium autumnale, utilizada no tratamento da
crise aguda de gota e, mais recentemente, no
tratamentoda doença periódica e de diversas
afecções do tecido conjuntivo.
CÓDIGO COLCHICINA
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Cole – Prefixo que significa “bile”.
Colecalciferol – Vitamina D3 anti-raquítica sin-
tetizada na derme sob ação da irradiação ul-
travioleta B.
Colecistectomia – Exérese cirúrgica da vesícula
biliar.
Colecistite – Inflamação da vesícula biliar.
Colecistografia – Exame radiológico da vesícu-
la biliar após ingestão ou aplicação intraveno-
sa de um produto de contraste iodado.
Colelitíase – Litíase biliar. Cálculos na vesícula
ou nas vias biliares.
Colecistopatia – Nome das doenças da vesícula
biliar.
Colecistostomia – Formação de abertura da ve-
sícula biliar para o exterior.
Colecistotomia – Incisão da vesícula biliar.
Colectomia – Retirada total ou de parte do có-
lon.
Colédoco – Ducto terminal da via de excreção
da bile, originado da confluência dos condu-
tos hepático comum e cístico.
Coledocoduodenostomia – Operação para for-
mação de comunicação cirúrgica entre o duc-
to colédoco e o duodeno.
Coledocoenterotomia – Operação para abertu-
ra cirúrgica do ducto colédoco ao intestino.
Coledocolitotomia – Incisão do ducto colédoco
para retirada de um cálculo.
Coledocolitotripsia – Esmagamento de um cál-
culo dentro do canal colédoco.
Coledocostomia – Abertura cirúrgica do canal
colédoco para escoamento.
Coledocotomia – Incisão do canal colédoco.
Coledoctomia – Retirada total ou de parte do
canal.
Coléico – Relativo à bile.
Colelitíase – Presença de cálculos na vesícula
biliar.
Colélito – Cálculo biliar.
Colêmese – Vômito de bile.
Colemia – Presença de pigmentos biliares no
sangue.
Cólera – Infecção aguda provocada pelo vírus
Vibrio cholerae. O homem se contagia pela
ingestão de água e alimentos contaminados.
Há vômitos e diarréia aquosa com deposições
muito freqüentes e abundantes.
Cólera infantil – Diarréia de verão das crianças.
Colerético – Substância que estimula a secreção
de bile.
Colérico – Pessoa afetada pela cólera.
Coleriforme – Semelhante à cólera.
Colerina – Forma leve e esporádica do cólera.
Colestase – Diminuição ou parada do escoamen-
to da bile.
Colesteatoma – Tumor cístico composto de cé-
lulas epiteliais e colesterol que se situa no
ouvido médio, de origem congênita ou secun-
dária à otite média crônica.
Colesterol – Variedade de esterol presente nos
tecidos e líquidos do organismo, tem origem
mista: endógena e exógena.
Colesterolemia – Quantidade de colesterol no
sangue.
Colesterol
Colete – Aparelho de contenção ou suporte de
parte do tronco
Coletores – Produtos semelhantes a um preser-
vativo que se prendem no pênis e que podem
ter utilidade nos homens com incontinência
sem retenção urinária e naqueles nos quais
fracassaram outros tratamentos para incon-
COLE COLETORES
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tinência. Aumentam o risco de infecção da
urina, mas em menor proporção do que as
sondas.
Colibacilose – Infecção generalizada pelo coli-
bacilo.
Cólica – Termo aplicado em dores que têm
sede na maior parte das vísceras abdomi-
nais.
Cólica biliar – O mesmo que Cólica hepática.
Cólica de chumbo – Cólica saturnina, into-
xicação pelo chumbo (freqüente entre os
gráficos).
Cólica dos pintores – Cólica de chumbo, cólica
saturnina.
Cólica hepática – Síndrome que compreende
uma dor no hipocôndrio direito, irradiando-
se para o ombro, acompanhada de constipa-
ção e vômitos, algumas vezes seguida de icte-
rícia. É decorrente da contração da vesícula
biliar sobre um cálculo ou um corpo estranho
do qual ela determina a migração por meio
das vias biliares.
Cólica menstrual – Dor forte durante a mens-
truação.
Cólica nefrética – Síndrome que compreende
uma violenta dor na região, que se irradia para
a bexiga e a coxa, acompanhada de constipa-
ção, vômitos e, freqüentemente, de tenesmo
vesical. É decorrente da migração de um cál-
culo ou de um corpo estranho, do rim para a
bexiga, por meio dos ureteres.
Cólica saturnina – Cólica de chumbo.
Cólica uterina – Dor paroxística no útero, por
ocasião da menstruação. Cólica menstrual.
Cólicas do lactante – Choro excessivo, incon-
trolável e sem causa aparente, que ocorre
nos lactantes sadios com crescimento e de-
senvolvimento normais, normalmente até os
três meses de vida. Afeta cerca de 10%-20%
de todos os lactantes e pode começar a qual-
quer momento após o nascimento, melho-
rando por volta dos três meses de idade. O
choro pode durar mais que duas horas e ha-
bitualmente ocorre na mesma hora do dia,
especialmente no entardecer. Gera grande
ansiedade tanto no bebê como nos pais.
Cólico – Referente ao cólon.
Coliforme – Bactéria semelhante ao colibacilo ou
Scherichia coli. Bacilo Gram negativo, de origem
fecal, que pode contaminar a água de beber.
Colina – Álcool nitrogenado classificado en-
tre as vitaminas do grupo B. Combate a in-
filtração gordurosa do fígado nos animais
submetidos a um regime muito rico em li-
pídeos.
Colinérgico – Que desprende acetilcolina. Que
age como acetilcolina.
Colinesterase – Enzima que hidrolisa a acetilcoli-
na no sangue e nos tecidos, tornando-a inativa.
Coliquativo – Com liqüefação.
Colírio – Medicamento líquido que se utiliza nas
infecções dos olhos e aplica-se em gotas na
conjuntiva.
Colite – Inflamação do cólon. A colite aguda
é causada pela colonização infecciosa do
trato intestinal, normalmente autolimitada
e com bom prognóstico. As colites crôni-
cas costumam ser motivadas ou por um
cólon irritável ou uma doença inflamató-
ria crônica e progressiva. O cólon irritável
caracteriza-se por aparecimento de dor ab-
dominal e episódios de diarréia, prisão de
ventre coincidentes com o estresse emoci-
onal. Seu tratamento é complexo e baseia-
se em modificações da dieta, evitando ali-
mentos irritantes, e em procedimentos (in-
cluindo Medicamentos) que diminuam o
estresse. A doença inflamatória se carac-
teriza pela formação de abscessos no có-
lon, diarréias graves com hemorragias e ul-
cerações da mucosa intestinal, que produ-
zem um emagrecimento, importantes do-
res e piora do estado geral do paciente. Seu
tratamento é baseado na administração de
corticóides e outros medicamentos imu-
nossupressores. Nesse grupo de doenças se
incluem as doenças de Crohn e a colite ul-
cerosa.
Colo – A parte mais estreita de um órgão.
Coloboma – Malformação que consiste em uma
fissura situada nas pálpebras, na íris, na co-
róide ou na retina. Ela pode envolver a face e
COLIBACILOSE COLOBOMA
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estender-se, verticalmente, do lábio superior
à pálpebra inferior. Malformação do cristali-
no que consiste em entalhe periférico único
ou múltiplo.
Colódio – Piroxilina dissolvida em álcool e
éter.
Coloenterite – Enterocolite, inflamação do có-
lon e do intestino delgado.
Coloidal – Que se refere a uma substância co-
lóide.
Colóide – Cola, que parece geléia. Degeneração
colóide: transformação das células de tumo-
res malignos em um tipo de geléia.
Colóide – Estado físico-químico de não-eletró-
litos em solução. Não atravessam as membra-
nas semipermeáveis.
Cólon – Intestino grosso. Começa na válvula
ileocecal, comporta 4 partes: o cólon ascen-
dente, o transverso, o esquerdo e o sigmóide.
Estende-se pelo reto.
Cólon irritável – Alteração que se caracteriza
por períodos de contração intestinal que pro-
duz uma dor do tipo espasmódica, a qual se
alivia com a defecação ou comos gases. As
fezes são, em geral, duras, e a prisão de ven-
tre se alterna com leves diarréias. É um dos
males intestinais mais freqüentes, e, em um
grande número de casos, sua origem é do
tipo psicológica, como irritabilidade, tensão
ou neurose. Esse mal exige seu diagnóstico
diferenciado de outros processos mais gra-
ves, como a intolerância à lactose, as enfer-
midades inflamatórias intestinais e infec-
ções. Outros doentes se beneficiam de uma
dieta com agentes que aumentam o volume
fecal. Os medicamentos antidiarréicos são
úteis, às vezes, para diminuir a freqüência
das evacuações. Quando predomina a dor
abdominal, são utilizados medicamentos an-
tiespasmódicos. Às vezes são administrados
tranqüilizantes ou antidepressivos suaves
para evitar a ansiedade ou depressão asso-
ciadas.
Coloncentese – Punção do cólon.
Colônia – Grupo de microorganismos proceden-
tes do crescimento de um só germe. Tem dife-
rentes aspectos e tamanhos (lisa, rugosa, etc.)
na placa de cultivo.
Colonoscopia – Consiste em visualizar a luz do
cólon, mediante um sistema óptico. É o mé-
todo fundamental para diagnosticar o câncer
de cólon e, na maioria das vezes, permite
extrair uma amostra como biópsia para ser
analisada.
Colopexia – Fixação cirúrgica do colo uterino.
Coloptose – Queda do colo uterino.
Colorímetro – Instrumento para verificar o grau
de coloração de um líquido.
Colorrafia – Sutura do cólon.
Coloscópio – Instrumento que se introduz pelo
ânus, munido de uma lâmpada e um espelho,
para exame do cólon.
Colostomia – Abertura cirúrgica que se faz na
parede abdominal. Por meio dela, o conteúdo
intestinal pode sair para o exterior, em vez de
seguir o trânsito habitual até o reto. Portanto,
as fezes não seguem o percurso normal, mas
terminam em uma bolsa de plástico que as
recolhe. Essa operação se realiza quando há
uma obstrução persistente, freqüentemente por
tumor, para a passagem das fezes ao longo do
cólon.
Colostro – Líquido leitoso que as glândulas ma-
márias segregam dias antes e depois do parto.
Primeiro leite que sai dos seios, caracterizan-
do-se por ser um líquido amarelado e claro.
Trata-se de um leite muito rico em proteínas e
com baixo conteúdo de gordura, sendo muito
recomendado para o recém-nascido.
Colostomia
COLÓDIO COLOSTRO
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Colo uterino – Uma das três partes anatômicas
em que se pode dividir o útero ou matriz: colo,
corpo e trompas. Tem forma de funil, e por
ele comunica-se a cavidade uterina com o exte-
rior por meio da vagina. O orifício cervical se
encontra normalmente coberto de muco, cuja
missão é dupla: impedir a passagem de ger-
mes do exterior e facilitar a subida dos esper-
matozóides em seu caminho para a fecunda-
ção do óvulo. Para isso, suas características
mudam ao longo do ciclo menstrual. O co-
nhecimento dessas modificações é a base da
chamada “anticoncepção natural”. No colo
uterino, instalam-se duas importantes doen-
ças femininas: a cervicite, geralmente de trans-
missão sexual, e o câncer, diagnosticado a
partir de fases muito precoces com uma téc-
nica bastante simples.
Colpalgia – Dor na vagina.
Colpectomia – Ablação da vagina. Ela é, as ve-
zes, praticada para corrigir o prolapso do úte-
ro e consiste nas suturas, entre elas, das pare-
des vaginais após ablação prévia de sua mu-
cosa. A colpectomia pode ser total ou, mais
freqüentemente, subtotal.
Colpeurinter – Bolsa de borracha para dilata-
ção da vagina.
Colpite – Inflamação da vagina.
Colpocele – Protuberância feita na vagina pelo
reto, que repousa na parede vaginal posterior
ou pela bexiga, que repousa na parede vaginal
anterior.
Colpocistocele – Hérnia da bexiga por meio da
vagina.
Colpocistopexia – Operação para enurese (in-
continência de urina) e que consiste em ligar
o colo da bexiga e a parede vaginal.
Colpocitologia – Estudo das células epiteliais da
vagina coletadas por esfregaço.
Colpo-histerectomia – Ablação do útero por via
vaginal ou abdominal.
Colpoperineoplastia – Cirurgia plástica da va-
gina e do períneo.
Colpoperineorrafia – Operação reparadora em
torno da vagina e do períneo.
Colpoplastia – Operação plástica na vagina.
Colpoptose – Queda da vagina.
Colporrafia – Reparo cirúrgico ao redor da va-
gina.
Colporragia – Hemorragia vaginal.
Colporréia – Leucorréia, secreção vaginal mu-
cosa e esbranquiçada.
Colposcopia – Consiste em visualizar interna-
mente a vagina e o colo do útero, mediante
um sistema óptico para localizar zonas anor-
mais, como metaplasia, displasia, que neces-
sitem de biópsia para realizar um diagnóstico
precoce do câncer cervical.
Colposcópio – Instrumento para exame visual
da vagina.
Colpotomia – Incisão da vagina.
Coluna vertebral – Conjunto formado pelas
doze vértebras dorsais, sete cervicais, cinco
lombares, o sacro e o cóccix.
Colúria – Bile na urina.
Colutório – Medicamento destinado a agir sobre
as gengivas e as paredes da cavidade bucal.
Coma – Estado mórbido caracterizado por um
torpor profundo com perda total ou parcial da
consciência e da vigilância, da sensibilidade
e da motilidade com, salvo nas formas mais
graves, conservação das funções respiratória
e circulatória.
Coma diabético – Transtorno grave que põe em
risco a vida do paciente, como complicação
de um diabetes por um tratamento inadequa-
COLO COMA
Colposcopia
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do ou qualquer situação que aumente as ne-
cessidades de insulina no paciente (infecções,
cirurgia, traumatismo ou qualquer outro es-
tresse). A falta de insulina para metabolizar a
glicose faz com que a energia seja obtida a
partir das gorduras, produzindo-se cetose e
acidose. Os mecanismos que tentam compen-
sar essa acidose no organismo produzem o es-
vaziamento da reserva alcalina com perda de
sódio, cloro, potássio e água. O paciente tem
uma eliminação urinária aumentada, uma res-
piração profunda (respiração de Kussmaul) e
sofre uma desidratação e uma hipoxia gene-
ralizada. Os sintomas de alarme de um coma
diabético são dor de cabeça, fadiga, sede in-
tensa, dor epigástrica com náuseas e vômitos,
secura dos lábios, afundamento dos olhos e
avermelhamento facial. O tratamento urgente
consiste na administração de insulina junto
com líquidos e eletrólitos que corrijam a aci-
dose e a desidratação. Por tudo isso, o pacien-
te deve ser internado em um hospital.
Coma hepático – Manifestação neurológica e
psiquiátrica da insuficiência hepática grave
causada por vários transtornos (cirrose, hepa-
tite aguda, etc.). Deve-se ao fato de que pro-
dutos tóxicos para o cérebro, endógenos ou
exógenos, não são neutralizados pelo fígado
antes de passar para a circulação periférica.
Além disso, o fígado doente não sintetiza
substâncias imprescindíveis para a função ce-
rebral. O coma hepático produz uma altera-
ção variável do nível de consciência (letargia,
estupor e coma). Ocorrem sintomas premoni-
tórios do coma hepático, apresentando o pa-
ciente tremor nas mãos, alterações da perso-
nalidade, perda da memória, hiper-reflexia e
hiperventilação. A evolução e o prognóstico
do coma hepático depende da doença que o
causa e das possibilidades de tratamento des-
sa doença. Este se realiza mediante clisteres
de limpeza, restringindo as proteínas da dieta
e melhorando a hidratação mediante a infu-
são intravenosa de líquidos.
Coma hiperosmolar – Complicação aguda do dia-
betes mellitus, que ocorre com desidratação e di-
minuição do nível de consciência motivadas pelo
déficit de insulina e pelas conseqüências de uma
hiperglicemia mantida. Caracteriza-se por uma
hiperglicemia muito elevada que produz um au-
mento da osmolaridadeno sangue, mas sem ce-
tose. É desencadeada por doenças intercorrentes;
ingestão inadequada de líquidos e medicamen-
tos; e interrupção do tratamento com insulina. É
mais freqüente nos do tipo II. Necessita de um
tratamento urgente em hospital, já que requer a
reposição de líquidos e insulina.
Coma vigil – Coma em que, de vez em quando,
o doente delira.
Comadre – Recipiente achatado que se desliza
sob os quadris de um paciente acamado para
recolher seus excrementos.
Comatose – Estado de coma.
Comatoso – Em estado de coma.
Comedão – Lesão das glândulas sebáceas, ca-
racterizada por uma pequena saliência es-
branquiçada marcada, no centro, por um pon-
to negro. Ela situa-se, de preferência, na face
e, especialmente, no nariz. Coexiste, orgina-
riamente, com outras variedades da acne e
com a seborréia.
Cominutivo – Reduzido a pequenos fragmentos.
Comissura – Ponto de junção de dois elementos
anatômicos análogos. Entrecruzamento de fi-
bras nervosas situado sobre a linha média.
Comissurotomia – Secção cirúrgica das comis-
suras.
Comoção – Abalo de um órgão por um choque
ou uma violência, que afeta uma parte afasta-
da ou próxima. Ela abole as funções do órgão
de modo temporário ou permanente sem des-
truir seu tecido.
Compartimental (síndrome) – Isquemia de um
grupo muscular dos membros, por compres-
são em um compartimento osteoaponeuróti-
co inextensível.
Compatibilidade sangüínea – Relações entre os
sangues de dois indivíduos, de modo que uma
transfusão seja possível de um ou outro sem
acidente, não sendo as hemácias de um des-
truídas pelo plasma do outro.
Compensação – Supressão dos efeitos desagra-
COMA COMPENSAÇÃO
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dáveis de uma lesão ou de um desequilíbrio
humoral, pelas modificações secundárias do
organismo que tendem a restabelecer o equi-
líbrio humoral, pelas modificações secundá-
rias do organismo que tendem a restabelecer
o equilíbrio fisiológico.
Compensado – Diz-se de uma lesão cujos efei-
tos desagradáveis foram suprimidos.
Complacência – Relação entre o volume de um
reservatório elástico e a pressão do fluido que
ele contém. Suas variações permitem obser-
var as possibilidades de distensão e flexibili-
dade desse reservatório.
Complementar – Que se une a um outro ele-
mento para formar um todo.
Complemento – Sistema complexo de proteínas
presente em qualquer soro sangüíneo fresco.
É destruído por uma temperatura de 55-56˚C
mantida durante meia hora.
Complexo imune – Combinação de um antíge-
no e de um anticorpo específico, formado lo-
calmente ou circulante, capaz de fixar o com-
plemento.
Complicação – Fenômeno que sobrevêm no cur-
so de uma doença, distinta das manifestações
habituais desta e, como conseqüência, das le-
sões provocadas por ela.
Compressa – Pedaço de gaze utilizado em cirur-
gia, principalmente como curativo. No passa-
do, pequeno rolo de fios de linho, do tamanho
de uma noz, destinado a absorver o pus de uma
ferida profunda. Atualmente, pequeno rolo de
gaze estéril colocado sobre uma sutura cirúr-
gica quando se quer obter uma hemostasia do
tecido celular por compressão. Ele é mantido
no lugar por uma série de pontos amarrados
sobre ele.
Comprimido – Preparação farmacêutica obtida
por compressão de um pó composto da subs-
tância ativa e do excipiente, podendo ser re-
vestido.
Compulsão – Desejo irredutível sentido por al-
guns neuropatas de cumprir ações, ritos de-
terminados para aliviar o medo angustiante do
que poderia acontecer se não os cumprisse.
Comunicação interauricular – Malformação do
coração, caracterizada pela existência de um
orifício anormal entre as duas aurículas, de-
corrente uma parada ou distúrbio do desen-
volvimento do septo interauricular.
Comunicação interventricular – Malformação
do coração, caracterizada pela existência de um
orifício no septo interventricular, decorrente de
um defeito parcial do desenvolvimento do sep-
to fibroso ou muscular; ela faz, em estado puro,
um shunt esquerda-direita. Pode ser isolada,
comportando aspectos diversos conforme o
calibre do orifício e o fato de ser acompanhada
ou não de hipertensão arterial pulmonar.
Concentração iônica do plasma – Taxa no plas-
ma sangüíneo, dos diferentes íons. Ela regula
a pressão osmótica e o equilíbio ácido-básico
do plasma; é representada por um ionograma.
Côndilo – Superfície articular arredondada e sa-
liente, que se adapta, em geral, a uma cavida-
de glenóide.
Condiloma – Pequeno tumor cutâneo situado no
ânus ou nos órgãos genitais.
Condom – Preservativo masculino. Fina pelícu-
la de látex com a qual se reveste o pênis,
destinada a evitar a concepção.
Condrioma – Conjunto de formações que salpi-
cam o protoplasma das células. Apresenta-se
sob a forma de grãos isolados ovóides ou agru-
pados em rosários ou em bastonetes e desem-
penham um papel muito importante na ativi-
dade celular; ele é sede de reações químicas
capazes de liberar energia e de efetuar a sínte-
se de proteínas.
Condromalácia – Amolecimento das cartilagens.
Acontece nas artroses ou após um trauma, ou
uma fase de condrite edematosa.
Condrossarcoma – Tumor maligno misto que
apresenta, com o tecido cartilaginoso, elemen-
tos embrionários. Os condromas podem trans-
formar-se em condrossarcomas.
Condução aberrante – Aberração ventricular,
bloqueio do ramo funcional. Trajeto anormal
da onda de excitação no músculo cardíaco, cau-
sando uma modificação do eletrocardiograma.
Condutor – Diz-se de um indivíduo de aparên-
cia sadia, porém portador, em um dos cromos-
COMPENSADO CONDUTOR
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somos de um par, de um gene anormal reces-
sivo e capaz de transmitir, a seus filhos, o tra-
ço correspondente.
Confusão mental – Síndrome psíquica caracte-
rizada por uma dissolução mais ou menos
completa da consciência com estado de estu-
por, ideação difícil e obnubilação intelectual.
Em geral, passageira e seguida de uma amné-
sia lacunar.
Conjuntiva – Mucosa fina, transparente, que re-
veste a face posterior das pálpebras e a face
anterior do bulbo ou globo ocular.
Conjuntivite – Nome dado a todas as inflama-
ções da conjuntiva quaisquer que sejam suas
causas: irritação por um corpo estranho ou pela
luz forte, ou infecção microbiana.
Consangüíneo – Nascido do mesmo pai. Casa-
mento consangüíneo – casamento de indiví-
duos mais ou menos aparentados, seja do lado
do pai, ou do lado da mãe.
Consciência – Percepção imediata dos eventos e
de sua própria atividade psíquica.
Consciente – Conjunto das informações imedi-
atamente acessíveis ao conhecimento.
Consolidação – Restauração. Constituição de um
calo resistente no ponto de localização de uma
fratura.
Constipação – Lentificação do trânsito intesti-
nal que causa um retardo e uma rarefação da
emissão de fezes desidratadas.
Consulta – Exame de uma paciente ambulatori-
al no consultório médico.
Contágio – Causa material do contágio: subs-
tâncias orgânicas como escamas, exsudatos
que servem como vetores para os micróbios.
Transmissão de uma doença, de um doente a
uma pessoa saudável.
Contaminação – Infecção por germes patogêni-
cos, vírus ou quaisquer contaminantes. Apli-
ca-se aos objetos e aos seres vivos.
Continência – Abstenção de relações sexuais.
Oclusão perfeita de um orifício.
Contração – Modificação na forma de tecidos
sob influência de excitações diversas.
Contracepção – Prevenção da fecundação ou,
de modo mais geral, da gravidez.
Contraceptivo – Que impede a fecundação ou,
de um modo geral, a gravidez. Os contra-
ceptivos podem ser orais, como as pílulas,
que são compostos de esteróides sintéticos;
e contraceptivos locais,que compreendem
os preservativos masculinos e femininos.
Contra-indicação – Circunstância que impede
a aplicação do tratamento que parecia, a prin-
cípio, adequado à doença.
Contralateral – Dor provocada do lado doente,
nos casos de ciática, em um dos pontos de
Valleix, quando se flexiona fortemente a per-
na sadia ou quando a ela se imprime um mo-
vimento de adução.
Contratilidade – Propriedade vital que possu-
em células e, sobretudo, a fibra muscular, de
reduzir uma ou mais de suas dimensões, efe-
tuando um trabalho ativo.
Contratransferência – Conjunto das reações
inconscientes do psicanalista face a seu pa-
ciente, provocadas pela transferência deste
último.
Contratura – Contração prolongada e involun-
tária de um ou vários músculos e sem lesão
de fibra muscular.
Contusão – Lesão produzida pela pressão ou pelo
choque de um corpo rombo, com ou sem dila-
ceração dos tegumentos.
Convalescença – Período mais ou menos lon-
go que ocorre no final da doença e durante
o qual se restabelece, progressivamente, o
funcionamento normal dos diversos órgãos
e aparelhos.
Conversão – Transformação de um conflito psí-
quico em sintomas somáticos motores ou sen-
sitivos duráveis.
Contraceptivo
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Útero
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Convulsão – Contrações involuntárias e instan-
tâneas, determinando movimentos localizados
em um ou vários grupos musculares ou gene-
ralizados a todo o corpo. Elas podem ser de
origem cerebral ou medular, anóxica, tóxica
ou psíquica.
Cooper – Prova de esforço para o esporte que
consiste em percorrer, a pé, a maior distância
possível em 12 min.
Coorte – Grupo de indivíduos que, tendo em co-
mum uma particularidade estatística, se pres-
tam a um estudo epidemiológico longitudinal.
Coprocultura – Semeadura de uma pequena
quantidade de matéria fecal em meio de cul-
tura para identificar germes.
Coprofagia – Ação de comer os excrementos.
Coprofilia – Tendência de doentes mentais em
se comprazerem no contato com os excre-
mentos.
Coprolalia – Mania blasfematória.
Coprólito – Concreções formadas de materiais
endurecidos encontrados nas fezes.
Copromania – Tendência a sujar-se com excre-
mentos.
Copulação – Mais particularmente, é o proces-
so pelo qual os elementos sexuais masculinos
são postos em contato com os elementos se-
xuais femininos no interior dos órgãos geni-
tais correspondentes.
Coprologia clínica – Exame detalhado das fe-
zes para diagnóstico.
Coprostase – Acumulação de fezes no intestino.
Cópula – Coito, congresso sexual, ato sexual.
Coquetel analgésico – Mistura individualizada
de medicamentos utilizada para diminuir a dor
em síndromes específicas. Informalmente,
conhece-se como coquetel lítico o composto
anestésico formado pela cloropromacina, a
meperidina e a prometacina. Essa mistura blo-
queia o sistema nervoso autônomo, deprime
o sistema circulatório e induz a uma neuro-
plexia.
Cor bovinum – Coração hipertrofiado, coração
de boi.
Cor pulmonale – Transtorno cardíaco caracteri-
zado pelo crescimento do ventrículo direito
como conseqüência de uma excessiva tensão
nos vasos pulmonares, originada por uma al-
teração no parênquima pulmonar ou em seu
sistema vascular. Na maioria dos pacientes que
padecem de cor pulmonale (85%), a causa é a
pneumopatia obstrutiva crônica (EPOC). Em
conseqüência da vasoconstrição do leito vas-
cular pulmonar e da obstrução bronquial, ocor-
re uma diminuição do calibre dos vasos e,
portanto, um aumento da resistência vascular
pulmonar. O ventrículo direito se dilata e hi-
pertrofia-se numa tentativa de superar o obs-
táculo da passagem de sangue pelos pulmões.
Por sua parte, a medula óssea, para compen-
sar a falta de oxigênio no sangue, aumenta a
produção de hemácias, dando lugar a uma eri-
trocitose (excesso de hemácias). O aumento
da viscosidade do sangue agrava a hiperten-
são pulmonar e sobrecarrega ainda mais o
ventrículo direito, produzindo-se um círculo
vicioso que piora o processo. Esse mal é a cau-
sa de 25% de todas as insuficiências cardía-
cas. Especialmente freqüente na população de
pacientes fumantes e bronquíticos crônicos.
Em crianças pequenas trata-se de um trans-
torno muito pouco freqüente, quase sempre
associado a uma rara doença conhecida como
muscoviscidose (fibrose cística). As manifes-
tações da cor pulmonale são tosse crônica,
dispnéia com o esforço, fadiga, arquejo e de-
bilidade. À medida que a infecção avança, apa-
recem outros sintomas como respiração rápi-
da, fadiga ao deitar-se na cama, edemas nas
pernas, inchaço das veias do pescoço, taqui-
cardia, hipotensão e pulso fraco. Os pacientes
também podem ter sonolência e inconsciên-
cia passageiras. O diagnóstico definitivo des-
sa doença se dá por meio da medição da pres-
são das artérias pulmonares mediante um ca-
teter. Outros achados na ecografia, radiogra-
fia de tórax e eletrocardiograma são muito ca-
racterísticos para suspeitar do processo. O
prognóstico costuma ser mau porque a causa
fundamental, como o EPOC, costuma ser ir-
reversível. Aconselha-se repouso em cama, ad-
ministração de medicamentos digitálicos,
CONVULSÃO COR
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diuréticos, anticoagulantes e uma enérgica in-
tervenção terapêutica contra a infecção respi-
ratória. Os pacientes costumam precisar de oxi-
genoterapia com uma máscara ou cânula nasal
de forma contínua e extrações sangüíneas oca-
sionais para tentar reduzir o hematócrito.
Coqueluche – Doença infecciosa epidêmica e con-
tagiosa causada pelo bacilo de Bordet e Gengou,
Bordetella pertussis. É caracterizada, no perío-
do de estado, por acessos de tosse espasmódica,
na forma de quintas, sendo estas separadas por
uma inspiração longa e sibilante denominada re-
prise. Afeta, sobretudo, as crianças.
Coração – Órgão muscular oco cujas contrações
permitem a circulação do sangue. Situado no
mediastino, ele é formado por três túnicas: en-
docárdio, miocárdio e pericárdio. Comporta
dois átrios e dois ventrículos, direitos e esquer-
dos, separados por um septo.
Corcunda – Também chamada giba é a eleva-
ção anormal das costas associada à curvatu-
ra lateral (escoliose) ou da coluna vertebral
(cifose), causada pela deformação das coste-
las, levando-as a se sobressaírem pelas cos-
tas. A correção da deformação das costas é
possível durante a infância, realizando-se
exercícios físicos para a conservação da po-
sição ereta da coluna e, também, estiramen-
tos das costas, porém, passado o período de
crescimento, somente é possível sua corre-
ção com cirurgia.
Corda vocal – Faixas de tecido elástico locali-
zadas no interior da laringe e recobertas por
uma membrana denominada prega vocal.
Mediante seu fechamento e sua vibração se
produz o processo da fonação.
Coração artificial – Aparelho implantável des-
tinado a substituir o coração enfraquecido seja
temporária ou definitivamente.
Coração de atleta – Coração aumentado de ta-
manho, próprio dos atletas que treinam muito.
Caracteriza-se por lentas batidas (bradicardia),
aumento da capacidade de bombeamento e um
aporte de oxigênio aos músculos do esqueleto
superior ao normal. Não é nenhuma doença,
mas sim um mecanismo compensatório do
exercício freqüente.
Coracóide – Que se assemelha ao bico do cor-
vo. Processo coracóide: excrescência em for-
ma de dedo semiflexionado, implantada na
face superior do colo da escápula.
Cordão espermático – Cordão deferente. Conjunto
constituído de canal deferente, artérias, veias e
nervos. O cordão segura o testículo no abdome.
Cordão umbilical – Durante a gravidez, é o ele-
mento de união entre o feto e a placenta.Pin-
ça-se no momento do nascimento, comprovan-
do-se que tem três vasos, correspondentes a
duas artérias e uma veia, já que a existência
de apenas dois vasos está associada a malfor-
mações congênitas. Para evitar a infecção, os
cuidados do cordão começam desde esse mo-
mento e terminam quando a região está total-
mente cicatrizada.
Cordialgia – Dor no coração.
Cordiforme – Em forma de coração.
Cordite – Inflamação da corda vocal.
Coração
Ramos da coronária Ventrículos Corda vocal
Pregas
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Cordoma – Tumor mais freqüentemente malig-
no desenvolvido a partir dos restos do corda.
Sua sintomatologia varia com seu ponto de
desenvolvimento craniano, vertebral ou sacro-
coccígeo.
Cordotomia – Secção cirúrgica dos cordões da
medula.
Coréia – Movimentos involuntários, bruscos,
rápidos e irregulares, que vão de uma parte
do corpo à outra, podendo afetar uma ou várias
extremidades.
Corectasia – Dilatação da pupila; midríase.
Coreiforme – Semelhante à coréia.
Coreoatetósico – Que participa, ao mesmo tem-
po, da coréia e da atetose.
Coreoplastia – Reparação plástica da pupila.
Coretomia – Incisão da íris.
Coroíde-irite – Inflamação da coróide e da íris.
Cório – A membrana mais externa que envolve
o ovo.
Coriocarcinoma – Epitelioma que se desenvol-
ve as custas da parte fetal da placenta, surgin-
do, mais freqüentemente, depois de uma ges-
tação patológica (mola hidatiforme) e chegan-
do, espontânea e rapidamente, à morte por he-
morragia, infecção ou generalização metastá-
tica.
Coriônico – Relativa ao cório.
Coriza – Rinite a vírus. Doença caracterizada por
uma obstrução nasal com corrimento, espir-
ros e leve dor de garganta.
Cornagem – Termo originado na medicina vete-
rinária para designar um silvo laríngeo forte o
bastante para ser ouvido à distância. Ele tra-
duz uma dificuldade, a princípio inspiratória,
da passagem do ar nas vias aéreas superiores.
Córnea – Cobertura transparente da região anterior
dos olhos, por meio da qual entra luz em seu inte-
rior. A nitidez visual depende em grande medida
da transparência e curvatura dessa região.
Córneo – Da dureza de um chifre.
Córneo-irite – Inflamação da córnea e da íris.
Cornetos nasais – Sinônimo de conchas nasais.
São três dilatações localizados nas paredes in-
ternas das fossas nasais, que intervêm nos me-
canismos de limpeza e acondicionamento
térmico do ar que se inala, causando turbulên-
cias no ar ao passar pelo nariz, de forma que
as partículas contaminantes se projetem e fiquem
aderidas ao muco nasal.
Corniculado – Que se assemelha a um corno.
Cornificação – Ato de ficar duro ou córneo.
Corno – Qualquer excrescência córnea.
Coroa – Parte branca dos dentes que é recoberta
pelo esmalte e que sobressai do alvéolo.
Coróide – Membrana sita na parte posterior do
globo ocular, funciona como uma câmara es-
cura fotográfica.
Coroideciclite – Inflamação da coróide e do cor-
po ciliar.
Coróide-retinite – Inflamação da coróide e da
retina.
Coroidite – Inflamação da coróide ocular.
Coroidose – Degeneração da coróide.
Coronal – Relativo à coroa. Sutura coronal: ar-
ticulação do osso frontal e dos parietais.
Coronariano – Que se refere aos vasos coro-
nários.
Coronárias – Artérias que nascem na raiz aórti-
ca (na saída da aorta do coração) e que irri-
gam o coração. São duas, direita e esquerda,
que, por sua vez, dão vários ramos às diferen-
tes partes desse órgão. Sua obstrução acarreta
uma diminuição de fluxo sangüíneo para o
coração podendo, assim, ocorrer de uma an-
gina (isquemia) a um infarto do miocárdio (ne-
crose ou morte do tecido cardíaco afetado).
Coronário – Que se refere aos vasos coronários
ou à coroa dentária.
Coronariografia – Radiografia das artérias in-
jetadas com um líquido opaco aos raios X.
Córnea
Íris
Pupila
Lente
(Cristalino)
Câmara vítrea
Retina
Córnea
CORDOMA CORONARIOGRAFIA
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Pode ser global, quando o produto de contras-
te é injetado acima das válvulas aórticas, ou
seletiva, quando esse produto é enviado dire-
tamente para cada uma das artérias coronárias
cujo orifício foi cateterizado.
Coronariopatia – Doença das artérias coronárias.
Coronários (vasos) – Artérias e veias que nu-
trem o miocárdio.
Coronavírus – Gênero de vírus ARN monocate-
nar, com simetria helicoidal, cujo envelope
apresenta uma coroa que lembra as pétalas de
uma flor. Os coronavírus são os agentes das
rinites e das rinofaringites dos adultos jovens.
Coronóide – Semelhante a uma coroa.
Corpo amarelo (ou corpo lúteo) – Substância glan-
dular que se forma no local de onde se despren-
deu um óvulo e que produz a progesterona.
Corpo cavernoso – Formação erétil do pênis e
do clitóris. Órgãos pares e simétricos. Eles
unem-se e apóiam-se sobre a linha mediana.
Corpo esponjoso – Formação erétil e mediana
do pênis embainhando a uretra, alojada na go-
teira inferior dos corpos cavernosos e cujas
extremidades dilatadas formam adiante a glan-
de e atrás o bulbo do pênis.
Corpo caloso – Importante comissura transver-
sal que une os 2 hemisférios cerebrais. Está
situado no fundo da cisura inter-hemisférica,
acima dos ventrículos laterais, e comporta uma
extremidade anterior encurvada ou joelho, um
tronco e uma extremidade posterior dilatada.
Corpo estranho – Qualquer objeto ou substân-
cia normalmente presente em um órgão ou
tecido que habitualmente não o contêm, como
pó no interior dos olhos, alimento no interior
da traquéia ou uma substância nutritiva no in-
terior do sistema digestório.
Corpo lúteo – Corpo amarelo do ovário.
Corpos cetônicos – Produtos de degradação das
gorduras. São produzidos quando, no interior
das células, não há glicose suficiente para ser
utilizada como fonte de energia; então se re-
Corpo amarelo (ou corpo lúteo)
Folículo
primário
Ovário
Antro
Ovócito
Óvulo
Corpo caloso
Corpo caloso
Cerebelo
Bulbo
Ponte
Corpo cavernoso
Corpo cavernoso
Corpo esponjoso
Uretra peniana
Corpo esponjoso
Próstata
Corpo
cavernoso
Testículo
Ducto deferente
reto
Bexiga
urinária
Corpo
esponjoso
CORONARIOPATIA CORPOS
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corre aos depósitos de gordura, que não são o
“combustível” mais adequado. Aparecem em
jejum prolongado e na descompensação de
algumas formas de diabetes.
Corpo vítreo – Massa gelatinosa esbranquiçada
que preenche o globo ocular, por trás do crista-
lino e a frente da retina.
Corpos mamilares – Par de relevos arredonda-
dos situados no hipotálamo perto da linha
média, diante dos pedúnculos cerebrais e pos-
terior à hipófise.
Córtex renal – Membrana externa suave e gra-
nulada dos rins que contém milhões de tubos
renais de onde são excretados, do organismo,
os produtos residuais em forma de urina.
Córtex supra-renal – Porção maior da glândula
supra-renal que produz mineralocorticóides,
andrógenos e glicocorticóides, três tipos de
hormônios essenciais para o metabolismo.
Cortical – Referente ao córtex (geralmente ao
córtex cerebral).
Córticodependente – Que depende dos hor-
mônios corticossupra-renais. Diz-se de uma
doença que não pode ser tratada senão com a
ajuda desses hormônios ou de um indivíduo
afetado por tal doença.
Córtico-espinal – Referente ao córtex cerebral
e à medula.
Corticóides – Hormônios esteróideos produzi-
dos no organismo pelo córtex supra-renal.
Existem dois grupos: glicocorticóides, que
participamno metabolismo de açúcares, gor-
duras e proteínas, e mineralocorticóides, que
participam na regulação da água e dos eletró-
litos. Têm múltiplos usos, entre eles como an-
tiinflamatórios, antineoplásicos, no tratamen-
to de patologias hormonais e em doenças do
sistema imunológico.
Corticóides tópicos – Constituem o grupo de
medicamentos mais úteis nas lesões de pele
pelo seu alto poder antiinflamatório. Existe um
grande número de substâncias com diferentes
graus de potência e com múltiplas indicações,
devendo ser utilizadas somente por indicação
médica. Em geral, utilizam-se formas líqui-
das suaves, se a lesão a ser tratada for úmida e
exsudativa, e cremes e pomadas mais poten-
tes, se forem lesões crônicas, secas e desca-
mativas. Não há nenhum problema no seu uso
intenso durante períodos curtos de tempo
(7-10 dias). O uso prolongado e ocasional de
forma repetida pode ser contra-indicado por
seus freqüentes efeitos secundários (atrofia cu-
tânea, telangiectasias, acne, etc.)
Corticospinal – Relativo ao córtex e à medula
espinal.
Costicosterona – Um dos 11 oxicorticosteróides.
Corrente alternada – Corrente que muda a di-
reção, a cada momento, para um lado e para o
oposto, pela ação de um alternador.
Corrente contínua – Corrente constante na mes-
ma direção.
Corrente de lesão – Corrente elétrica produzida
em repouso, por um músculo lesado, resultan-
te da diferença de potencial patológica existente
entre a parte sã e a parte alterada do músculo.
Corretivo – Substância que se junta para corri-
gir o gosto de um medicamento.
Corroborante – Medicamento fortificante.
Corrugação – Enrugamento da pele como con-
sequência da contração do tecido subcutâneo
subjacente.
Corsé – Em Medicina, bandagem de gesso rígi-
do para a imobilização da coluna vertebral.
Córtex – Parte superficial de órgãos.
Córtex cerebral – Membrana exterior do cére-
bro composta, fundamentalmente, por uma
massa cinza.
Corpos mamilares
Corpo
mamilar
CORPO COSTICOSTERONA
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Corticoterapia – Emprego terapêutico dos cor-
ticóides e do ACTH.
Corticotrófico – Que tem afinidade pela subs-
tância cortical da glândula supra-renal.
Corticotrofina – ACTH, hormônio da hipófise
anterior, tem ação anti-reumática e antialér-
gica.
Corticotrópico – Polipeptídeo secretado por um
centro nervoso situado no hipotálamo, que
chega ao lobo anterior da hipófise pelo siste-
ma porta hipofisário e regula a secreção do
hormônio corticotrópico.
Cortisol – Hormônio do córtex supra-renal.
Cortisona – Derivado do cortisol por ação do
fígado, atuando no metabolismo dos hidratos
de carbono. A hipófise realiza sua regulação.
Corynebacterium – Gênero das bactérias Gram
positivas com extremidades dilatadas classifi-
cadas, algumas vezes, na família das Acti-
nomycetaceae ou, outras vezes, em uma outra
família da ordem dos Actimomycetales, e que
compreende as variedades anaeróbia e aeróbia.
Cosmético – Medicamento para reparar ou con-
servar a beleza da pele, dos cabelos, etc.
Cosmetologia – Estudo dos cuidados com o cor-
po e das técnicas destinadas a embelezar.
Costal – Relativo às costelas.
Costectomia – Ressecção costal.
Costela – Osso plano que, em número de 24,
compõem a caixa torácica. Estão colocadas
doze de cada lado, e as cinco últimas denomi-
nam-se costelas falsas.
Costela cervical – Crescimento da sétima vérte-
bra cervical que vai atingir a costela abaixo.
Costela flutuante – Costela que não se prende
ao osso esterno; falsa costela. São em número
de cinco.
Costela verdadeira – A que se prende ao osso
esterno por meio de ligamentos. São sete.
Costoclavicular – Relativo às costelas e à claví-
cula.
Costocondral – Relativo às costelas e às cartila-
gens.
Costoesternal – Relativo às costelas e ao ester-
no.
Costotomia – Ressecção de costelas.
Costótomo – Instrumento para cortar costelas.
Costureiro – Músculo da coxa que ao contrair-se
faz dobrar a coxa sobre a perna como no ato de
sentar-se; remete-se ao nome dado à posição
dos alfaiates e costureiros.
Cotilédones – As partes em que se divide a pla-
centa.
Cotilóide – Em forma de taça.
Cotovelo – Na nova terminologia, criada pela Fe-
deração Internacional de Anatomia, o ter-
mo cotovelo, que indicava articulação do osso
do braço (úmero) com os do antebraço (ulna e
rádio) passou a ser chamado Cúbito.
Cotovelo de tenista (epicondilite) – Inflamação
causada pela irritação do periósteo e dos ten-
dões nas projeções do osso (côndilos) do bra-
ço, na parte externa do cotovelo, ponto de in-
serção dos músculos que estendem a mãos e aCostela
Esterno
Costela
Vértebra
Cotovelo
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Rádio
CORTICOTERAPIA COTOVELO
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munheca e giram o antebraço. Afeta, sobre-
tudo, os tenistas, mas também pode afetar
qualquer pessoa que realize uma atividade
prolongada, como fazer crochê, usar a cha-
ve de fenda, etc. É dolorosa, especialmen-
te quando se contrai os músculos, e os sin-
tomas se assemelham a uma inflamação
reumática.
Couro cabeludo – Pele que recobre a cabeça
excluindo o rosto e as orelhas. Os tratamen-
tos das doenças do couro cabeludo se apli-
cam habitualmente em forma de xampu,
cremes, ungüentos ou loções.
Couve-flor – Vegetação com brotações múltiplas,
de origem venérea, situada sobre uma mucosa.
Cow pox – Vacínia, doença dos bovinos que
corresponde à varíola no homem. É das le-
sões do cow pox que se extrai a linfa vací-
nica para a imunização contra a varíola.
Cowper (glândula de) – Glândulas sitas na ure-
tra masculina, adiante da próstata.
Cowperite – Inflamação da glândula de Cowper.
Coxa – Segmento proximal do membro infe-
rior que se estende do quadril até o joelho.
se diminui, aproximando-se do ângulo reto e
tornando-se, algumas vezes, até agudo.
Coxite – Inflamação da articulação do quadril.
CPK – Creatinocinase.
Craniectomia – Ablação de um segmento do
crânio.
Crack – Nome comum de um derivado do
hidrocloreto de cocaína que é fumado por
viciados.
Craniectomia – Operação proposta no pas-
sado para permitir o desenvolvimento do
cérebro em caso de ossificação prematura
das suturas cranianas. Consistia em retirar
as lâminas ósseas das regiões frontoparie-
tais ou, para alguns, uma grande parte da
calota craniana, que se regeneraria sob pro-
teção temporária de uma cobertura. Atual-
mente, esse termo designa a remoção com-
pleta de uma placa óssea que pode ser re-
colocada sem modificação ou mais ou me-
nos remodelada.
Crânio – Parte pôstero-superior da cabeça. Sua
cavidade contém o encéfalo e suas membra-
nas. Suas paredes ósseas compreendem uma
calota e uma base. Os ossos do crânio são o
frontal à frente, os dois parietais e temporais
lateralmente, o occipital atrás e o etmóide e o
esfenóide embaixo.
Coxa valga – Diz-se de um quadril em que o ân-
gulo defalocercicodiafisário é maior do que o
normal. Resulta de um alongamento do mem-
bro inferior.
Coxa vara – Desvio do membro inferior em adu-
ção e rotação interna, por conseqüência da fle-
xão do colo femoral cujo ângulo com a diáfi-
Cranioclasia – Esmagamento da cabeça fetal.
Craniometria – Mensuração do crânio.
Cranioplastia – Operação plástica no crânio.
Crânio-raquísquise – Fenda congênita no crâ-
nio e na raque.
Craniosquise – Malformação do crânio decor-
rente da falta de ossificação da linha média.
Coxa
Coxa
Joelho
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Fossa
poplítea
Crânio
Crânio
COURO CRANIOSQUISE
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Craniostose – Ossificação prematura das sutu-
ras craniais que se fecham antes ou pouco
depois do nascimento, geralmente associada
a outras alterações esqueléticas. Se não se
corrige de forma cirúrgica, o crescimento do
crânio será deficiente, deformando-se a ca-
beça e podendo ser lesionados também os
olhos e o encéfalo. Também se denomina
craniosinostose.
Craniotabes – Debilidade congênita benigna da
zona superior e posterior do crânio em uma
criança recém-nascida. Deve-se ao fato de que
no último mês da gravidez o crescimento do
encéfalo se realiza de forma mais rápida do
que a calcificação do crânio que o cobre. Os
ossos se apresentam frágeis à pressão com um
dedo. Em geral, é um transtorno que desapa-
rece com o crescimento normal se a criança
recebe uma boa nutrição, ainda que possa per-
sistir nas crianças com raquitismo (deficiên-
cia de vitamina D).
Craniotomia – Operação que consiste em secci-
onar os ossos do crânio, no adulto ferido na
cabeça ou acometido por tumor cerebral; no
teto, em casos de distocia.
Craniótomo – Instrumento para craniotomia.
Craurose – Estado de secura e enrugamento.
Cravagem do centeio – Fungo (Claviceps pur-
pura) que cresce sobre alimentos armaze-
nados e que costuma contaminar o centeio
e outros cereais. É de interesse da saúde por-
que contém alcalóides de uso farmacológi-
co médio. Entre eles está a ergotamina, er-
gonovina e outros derivados. Alguns deles
têm uma eficácia oxitócica enorme e são
empregados por via oral ou venosa para ob-
ter-se a contração uterina pós-parto e para
completar um aborto incompleto ou retar-
dado. Outros são utilizados no tratamento
da enxaqueca. O uso prolongado ou exces-
sivo desses alcalóides pode provocar into-
xicação.
Creatina – Substância nitrogenada presente, par-
ticularmente, nos músculos, nos quais sua
combinação com o fósforo constitui uma im-
portante reserva de energia.
Creatinemia – Excesso de creatina no sangue.
Creatinina – Substância resultante do metabo-
lismo da creatina, que se encontra no sangue,
na urina e nos tecidos musculares. O nível de
creatinina no sangue dá uma idéia aproxima-
da do funcionamento renal (aumenta nos ca-
sos de insuficiência renal).
Creatinocinase – Enzima que catalisa a reação
adenosina-trifosfato + creatina adenosina di-
fosfato + creatina fosfato. Ela existe apenas
nas células dos músculos.
Cremação – Combustão e redução a cinzas dos
cadáveres.
Cremáster – Músculo que suspende os testí-
culos.
Crematório – Parte da câmara funerária des-
tinada à incineração dos corpos ou à cre-
mação.
Crenologia – Estudo das águas minerais.
Crenoterapia – Tratamento pelas águas minerais.
Crepitação – Sinal clínico traumatológico pró-
prio de algumas fraturas, possível de ser per-
cebido por meio da pele, apalpando a zona
e tendo uma sensação de crepitação, como
se a pele estalasse, sugerindo ao tato a mes-
ma sensação que produz o pisar ou apertar
a neve. É produzida por roçamentos ósseos
desencadeados ao se mobilizar a pele.
Crescimento atrasado – Transtorno causado
em crianças nas quais a maturação e o cres-
cimento estão atrasados em relação à idade
cronológica. A velocidade do crescimento é
normal ainda que sofra um atraso nas fases.
O tamanho final costuma ser normal.
Crescimento escasso patológico – Transtor-
no causado em crianças com velocidade de
crescimento anormal, o que conduz a um ta-
manho final baixo. Os crescimentos baixos
patológicos correspondem a uma grande va-
riedade de crianças com alterações de dife-
rente natureza que incluem a maioria das
doenças orgânicas crônicas (cardiopatias,
doença renal, diabetes, etc.) doença celía-
ca, alterações cromossômicas (síndrome de
Turner), doenças ósseas, transtornos endó-
crinos (déficit de hormônio do crescimen-
CRANIOSTOSE CRESCIMENTO
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to, hipotireoidismo, excesso de corticóides).
Também se apresenta diante de situações de
risco vital como o câncer ou a má nutrição
extrema, na qual a natureza freia o cresci-
mento para que todos os seus esforços se
concentrem em manter o organismo vivo.
Na maioria dos transtornos patológicos do
crescimento, as curvas de crescimento da
criança estarão situadas abaixo do percentil
1, e a velocidade de crescimento estará, em
algum momento ou durante todo o cresci-
mento, abaixo do normal.
Crescimento infantil – Entende-se como tal
não somente o aumento da estatura, mas
também todas as modificações nas propor-
ções corporais e a maturação dos sistemas
ósseo, visceral, bioquímico e neuropsíqui-
co da criança. É um fenômeno evolutivo
que se inicia na vida intra-uterina e pro-
longa-se até o final da adolescência. Cada
período vital no desenvolvimento da cri-
ança apresenta algumas peculiaridades.
Existem os denominados períodos críticos
que correspondem a momentos de máximo
crescimento no tamanho e no número das
células, nos quais o organismo é muito mais
vulnerável se ocorre qualquer alteração. O
crescimento está determinado genetica-
mente, mas é modulado por um amplo gru-
po de fatores. Esses fatores são nutricio-
nais, ambientais, endócrinos, etc. A norma-
lidade de todos esses fatores origina o ta-
manho normal determinado, geneticamen-
te, para cada indivíduo.
Cretinismo – Estado do organismo caracteri-
zado pela ausência quase completa das fa-
culdades intelectuais; da parada do desen-
volvimento do corpo e, em particular dos
órgãos genitais; e da lentidão de diversas
funções.
Cretino – Indivíduo afetado por cretinismo.
Cretinóide – Semelhante ao cretino.
Crialgesia – Dor provocada pelo frio.
Criança a termo – Criança que nasce ao fi-
nal da trigésima sétima semana e no início
da quadragésima terceira semana de ges-
tação, isto é, depois de uma gravidez de
duração normal. Essa criança, geralmente,
mede 48 a 53 cm e pesa entre 2.700 e 4 kg.
Criança azul – Recém-nascido que apresenta,
no momento do nascimento, uma intensa cia-
nose (coloração azulada da pele por falta de
hemoglobina oxigenada), como conseqüência
de uma cardiopatia congênita grave. As mais
comuns são a transposição dos grandes vasos
e a tetralogia de Fallot. Todos esses transtor-
nos devem ser corrigidos imediatamente me-
diante cirurgia cardíaca.
Cribriforme – Cheio de furos, como o raio de
um irrigador.
Cricóide – Cartilagem ímpar e anular da laringe
situada sob a cartilagem tireóide.
Cricoidectomia – Ablação da cartilagem cri-
cóide.
Cricotomia – Incisão da cricóide.
Criestesia – Sensibilidade anormal ao frio.
Criobiologia – Estudo do efeito das baixas tem-
peraturas sobre os seres vivos.
Criocautério – Aparelho em forma de cautério
que utiliza, com objetivo terapêutico, o frio
obtido pela evaporação do CO
2
 sólido.
Criocirurgia – Aplicação de agentes a tempera-
turas inferiores às de congelamento celular
para destruir diferentes tecidos. Utiliza-se em
cirurgia dermatológica, oftalmológica, gine-
cológica e outras. As células congeladas se
desidratam, rompem suas membranas e necro-
sam-se. Em geral, a criocirurgia se aplica sem
necessidade de anestesia. É um tratamento
muito comum para a eliminação de verrugas
vulgares, papilomas, condilomas acuminados,
queratose actínicas e outras lesões cutâneas.
Após a aplicação do produto congelador na
pele, ocorre uma bolha que se elimina destru-
indo a lesão. A operação pode repetir-se se
for necessário.
Crioconservação – Conservação em baixa tem-
peratura.
Crioglobulina – Crioglobulinemia.
Crioglobulinemia – Presença, no plasma san-
güíneo, de um ou vários tipos de gamaglobu-
lina que pertencem, quase sempre, ao grupo
CRESCIMENTO CRIOGLOBULINEMIA
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○cachos.
Acloridria gástrica – Ausência de ácido clorí-
drico nas secreções gástricas.
Acne – Doença inflamatória crônica do folículo
polissebáceo, que afeta quase 80% dos ado-
lescentes. A causa básica é desconhecida, mas
alguns fatores estão claramente relacionados
com sua origem: desequilíbrios hormonais,
obstrução dos folículos sebáceos por altera-
ções da queratina e proliferação da flora
bacteriana.
Acne
Acne
Acne
Epiderme
Derme
Lipoderme
Glândula
sebácea
Folículo
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Acne papulosa – Forma grave de acne na qual
se formam abscessos e cicatrizes. Afeta a face,
o tórax, as nádegas e os músculos.
Acne rosácea – Afecção semelhante à acne co-
mum. Caracteriza-se pela vermelhidão do ros-
to, especialmente em torno do nariz, embora
essa vermelhidão possa estender-se também
à região frontal e ao pescoço.
Acocoramento – Postura em que crianças aco-
metidas de doença cianótica têm de sentar
sobre os calcanhares para descansar e buscar
o alívio para a dispnéia.
Acolia – Ausência de pigmento biliar.
Acolúria – Ausência de pigmento biliar na urina.
Acomodação – Fenômeno pelo qual o cristali-
no pode aumentar sua potência como lente,
ajustar e enfocar percebendo uma imagem
nítida de diferentes distâncias do objeto.
Músculos específicos são responsáveis por
esse fenômeno.
Acondroplasia – Afecção congênita transmi-
tida por herança dominante ou recessiva,
decorrente de um gene mutante. Caracteri-
za-se por uma parada de crescimento dos os-
sos em comprimento, em conseqüência do
predomínio da ossificação do periósteo so-
bre a ossificação da cartilagem. Clinicamen-
te, manifesta-se por nanismo, afetando os
membros.
Acoria – Ausência congênita de pupila.
Acre – De gosto ácido.
Acreção – Modo de crescimento por justaposição.
Acro – Prefixo que indica extremidade. Acrocia-
nose, membros de coloração azulada.
Acroangiomatose – Afecção caracterizada por
angiomas múltiplos localizados nas extremi-
dades.
Acrobraquicefalia – Variedade da craniostenose
caracterizada pela soldadura precoce da sutu-
ra coronal e pelo achatamento antero-posterior
do crânio com protuberância significativa da
região bregmática.
Acrocefalia – Malformação craniana decorrente
da soldadura precoce das suturas sagital e
coronal. A base do crânio também está defor-
mada. O vértice pode ser plano ou pontiagudo.
Acrocefalopolissindactilia – Conjunto de mal-
formações esqueléticas hereditárias que asso-
cia acrocefalossindactilia e existência de de-
dos supranumerários.
Acrocefalossinanquia – Associação da soldadu-
ra prematura das suturas cranianas e da fusão
dos ossos do cotovelo.
Acrocelafossindactilia – Anomalia de formação
do esqueleto, caracterizada, por um lado, pela
malformação da cabeça, que é achatada da
frente para trás e muito desenvolvida em altu-
ra, e por numerosas anomalias da face e, por
outro lado, pela sindactilia das quatro extre-
midades.
Acrocianose – Síndrome caracterizada pela cia-
nose permanente das mãos, algumas vezes, das
pernas e, mais raramente, das orelhas, do na-
riz, das maçãs do rosto e da face posterior dos
braços, observada sobretudo nas mulheres jo-
vens. É exacerbada no tempo frio e úmido e
parece ocorrer por causa de alterações do sis-
tema nervoso autônomo.
Acrocolose – Sensação permanente de calor nas
extremidades com hipertermia local.
Acrocordão – Variedade rara de epitelioma
cutâneo.
Acrodermatite – Inflamação da pele localizada
nas extremidades.
Acrodinia – Doença caracterizada por tumefa-
ção fria, úmida e cianótica das mãos e dos pés
e, freqüentemente, também do nariz e da face,
acompanhada de prurido e de crises de sudo-
rese, algumas vezes de alterações nervosas ou
alterações cardiovasculares.
Acrodisplasia – Variedade de osteocondrodis-
plasia na qual as lesões osteocartilaginosas es-
tão localizadas nas extremidades sobretudo nas
mãos.
Acrofobia – Temor de alturas.
Acromatopsia – Ausência de percepção das cores.
Acromegalia – Afecção caracterizada por hiper-
trofia das extremidades superiores, inferiores
e da extremidade cefálica; hipertrofia dos ossos
das extremidades e das extremidades dos ossos,
do nariz, das orelhas e da língua.
Acromegálico – Portador de acromegalia.
ACNE ACROMEGÁLICO
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Açúcar – Termo sinônimo de sacarose.
Açúcar no sangue – Termo popular indicativo
da glicemia ou quantidade de glicose no san-
gue. Normalmente é de 80 a 110 mg por 100
ml. Hiperglicemia é o termo que designa o
aumento de açúcar no sangue. Diabetes
Mellitus a doença decorrente de hiperglicemia.
Acúfenos – Tinidos ou zumbidos. Percepção de
um som não musical dentro do ouvido, que
ocorre em muitas doenças do ouvido.
Acuminado – Instrumento sem ponta; condiloma
acuminado; doença conhecida como verruga
genital.
Acupuntura – Antiga arte curativa de origem
chinesa. Atualmente, no Brasil, uma das es-
pecialidades médicas. A técnica é baseada na
aplicação de agulhas em certos pontos do cor-
po e deve ser indicada e praticada por médi-
cos habilitados.
Acutenáculo – Também conhecido dos cirurgiões
como porta-agulhas. Instrumento de ope-
rações no qual se seguram as agulhas para
suturas.
Acromelalgia – Síndrome caracterizada por do-
res paroxísticas mais freqüentemente notur-
nas, nas extremidades dos membros.
Acromia – Diminuição ou desaparecimento com-
pleto da pigmentação normal da pele.
Acromicria – Síndrome oposta à acromegalia,
que se caracteriza por parada de desenvolvi-
mento dos membros e, algumas vezes, da ca-
beça; nanismo e adipose.
Acrômio – Acidente ósseo da escápula.
Acropatia – Denominação genérica das doen-
ças de extremidades.
Acropoiquilotermia – Síndrome caracterizada
pelo resfriamento simétrico das extremidades.
Acrossoma – Região anterior do espermatozóide
(capuz), que recobre o núcleo.
ACTH – Abreviatura do hormônio adreno-
corticotrópico secretado pela hipófise.
Actínico – Relativo à ação química de feixes lu-
minosos.
Actinomiceto – Bactéria que causa a actino-
micose, doença do gado e do Homem.
Actinomicose – Doença causada pelo Actinomyces
israelii. Provoca formação de abcessos crônicos.
Actinoterapia – Termo que designa todos os
métodos terapêuticos que utilizam as radia-
ções de diversas naturezas; é principalmente
empregado, atualmente, para designar aque-
les que utilizam feixes luminosos. Acrômio
Acromegalia
Crescimemento
anormal do nariz
Escápula
Clavícula
ACROMELALGIA ACUTENÁCULO
Acrômio
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Adamantinoma – Tumor do maxilar.
Adamkiewicz, artéria – Artéria que irriga os 2/3
anteriores da medula espinal e origina-se mais
freqüentemente de artérias espinais.
Adaptação – Em oftalmologia: acomodação ou
capacidade que a retina possui de habituar-se
em diferentes níveis de intensidade de luz.
Adelgaçar – Tornar fino, reduzir em tamanho.
Adenectomia – Exérese de uma tonsila faríngea.
Adenina – Base nitrogenada que entra na com-
posição dos ácidos nucléicos.
Adenoma – Tumor benigno de um epitélio glan-
dular.
Adenomas hipofisários – Tumores benignos da
hipófise cerebral.
Adenomas pleomórficos – Tumores benignos
mais conhecidos das glândulas salivares.
Adenomas tireóideos – Tumores benignos mais
conhecidos da tireóide.
Adenomas tireotóxicos – Tumores que produzem,
de modo autônomo, o hormônio da tiróide.
Adenopatia – Doença que afeta os linfonodos.
Estes se encontram aumentados○
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das IgG ou das IgM, as quais precipitam ou
solidificam-se pelo resfriamento e dissolvem-
se pelo aquecimento.
Criopatia – Termo que designa o conjunto das
afecções provocadas pelo frio.
Crioprecipitado – Complexo insolúvel de pro-
teínas formado sob influência do resfriamen-
to.
Crioscopia – Método utilizado em química bi-
ológica para determinar o peso molecular das
substâncias dissolvidas. Baseia-se na medida
do ponto de congelamento de uma dissolução
e comparação desse ponto com o ponto de con-
gelamento do líquido dissolvente.
Crioterapia – Técnica de tratamento de lesões
cutâneas baseada na aplicação, de forma con-
trolada, de uma substância que congela as cé-
lulas, produzindo uma queimadura superfici-
al. O material mais utilizado é o nitrogênio
líquido, que congela a –160ºC, mas existem
outros produtos com ponto de congelamento
mais alto que são úteis para lesões benignas,
como o dietermetilpropano (–60ºC). O con-
gelamento produz um incômodo tolerável ao
paciente (coceira, ardor, etc.) seguido de uma
inflamação progressiva que destrói a epider-
me e forma uma bolha. Quando esta cai ou é
eliminada, ocorre a cura.
Cripta – Pequeno saco, cavidade glandular.
Criptite – Inflamação de uma cripta.
Criptococcose – Doença oportunista grave provo-
cada pelo desenvolvimento de uma levedura.
Criptorquidia – Descida incompleta ou in-
correta de um ou de ambos os testículos.
Embora possa ser bilateral, o mais freqüen-
te é que afete o testículo direito. No desen-
volvimento do feto, os testículos começam
a formar-se dentro do abdome, de onde ini-
ciam a descida no sétimo ou oitavo mês da
gravidez até sua posição definitiva na bol-
sa escrotal. A criptorquidia afeta cerca de
2% de todos os recém-nascidos homens,
ainda que em prematuros chega próximo
aos 10%. Embora a causa desse transtorno
costume ser desconhecida, sua presença em
irmãos ou pais sugere uma origem genéti-
ca. Em outras ocorrências, a causa é um
obstáculo no trajeto de descida, como uma
hérnia inguinal. O testículo que fica deti-
do fora de sua situação normal (testículo
ectópico) pode sofrer alterações importan-
tes. Por isso é importante detectar esse pro-
blema precocemente, estando atentos pais
e pediatras, visto que o tratamento antes
dos dois anos pode evitar essas complica-
ções. Se existe uma criptorquidia bilateral,
é preciso averiguar, primeiro, se existem
os testículos com o teste do hormônio go-
nadotrofina humana (se ao injetá-lo não au-
mentam os níveis de testosterona, é por que
não existem os testículos). O tratamento da
criptorquidia deve ser feito a partir de um
ano de idade, de forma hormonal ou medi-
ante cirurgia. Se não tratada, o testículo que
fica suspenso na cavidade abdominal cor-
re o risco de infectar-se e existem mais pos-
sibilidades de infertilidade futura no por-
tador.
Criptosporidiose – Doença infecciosa provoca-
da por um protozoário, o Cryptosporidium.
Esse gênero de parasita, responsável por en-
terites observadas, a princípio, nos ovinos e
caprinos, foi identificada no homem, princi-
palmente no curso de uma síndrome de imu-
nodeficiência adquirida.
Crise – Mudança rápida que se produz no estado
de um doente e, quase sempre, prenuncia a cura.
A crise se manifesta por fenômenos específi-
cos: queda brusca de temperatura, diurese e
suores abundantes. Acidente que acontece em
estado de boa saúde aparente ou agravamento
brusco no curso de um estado crônico.
Crisol – Crucíbulo. Instrumento de laboratório
para altas temperaturas e fusão de substâncias.
Crisoterapia – Tratamento pelos sais de ouro.
Crista – Borda afiada de um osso.
Cristais – Substâncias sólidas de formas geomé-
tricas definidas.
Cristalino – Estrutura ocular transparente fecha-
da em uma cápsula que a delimita formando
uma espécie de lente. Situa-se entre a íris e o
humor vítreo da parte posterior do olho. A elas-
CRIOPATIA CRISTALINO
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ticidade do cristalino permite os fenômenos
de acomodação e enfoque visuais. Na criança
e no adulto, é completamente transparente,
enquanto nos anciãos pode ficar mais denso e
tornar-se opaco, o que é conhecido como ca-
tarata senil.
Cristalite – Inflamação do cristalino.
Cristalização – Formação de cristais que pas-
sam pelas membranas animais e que podem
cristalizar.
Cristalóide – Fina membrana que envelopa o
cristalino, composta de duas partes: anterior e
posterior.
Cristalúria – Presença de cristais na urina.
Cristas de galo – Vegetações de origem vené-
rea, situadas na incisura balanoprepucial.
Crítico – Que tem relação com a crise de uma
doença.
Cromafínico – Diz-se das células que se coram
em castanho pelos sais de cromo. Elas con-
têm as catecolaminas.
Cromatina – Substância basofílica disposta em
rede no núcleo celular e composta, essencial-
mente, de ácido desoxirribonucléico, mas tam-
bém de diversas proteínas. A cromatina se trans-
forma em cromossomos na divisão celular e
constitui, então, o suporte da hereditariedade.
Cromatografia – Separação dos componentes de
uma mistura pelas suas propriedades físicas.
ou amarelo, sob influência de diversos fato-
res, tóxicos ou não. Ela se distingue da dis-
cromatopsia, que é um defeito inato da per-
cepção de uma ou mais das cores fundamen-
tais.
Cromatose – Pigmentação anormal.
Cromidrose – Distúrbio das glândulas sudorí-
paras, sobretudo das glândulas da axila, ca-
racterizado pela secreção de suor corado mais
freqüentemente de negro ou de marrom escu-
ro, porém algumas vezes em azul, amarelo ou
vermelho.
Cromófilo – Que possui uma afinidade pelos co-
rantes.
Cromófobo – Diz-se dos elementos figurados di-
ficilmente coráveis.
Cromóforo – Grupamento químico que confere
uma cor a um composto orgânico por modifi-
cação de seu espectro de absorção.
Cromossomo – Nome dado aos bastonetes que
aparecem no núcleo da célula em via de di-
visão e resultantes da segmentação do retí-
culo sobre o qual estaria concentrada a cro-
matina. Sua forma varia conforme o estágio
da mitose.
Cromatopsia – Visão das cores. Distúrbio ad-
quirido da visão das cores em que os objetos
aparecem tingidos de verde, azul, vermelho
Cromossomo sexual – Responsável pela deter-
minação genética do sexo da prole, já que leva
genes que transmitem caracteres e possíveis
alterações ligadas ao sexo. Nos humanos, exis-
tem dois cromossomos sexuais: o X e o Y.
Estes combinam-se de forma XX nas mulhe-
res e XY nos homens.
Cromoterapia – Aplicação terapêutica da luz co-
lorida.
Crônico – Referente a uma doença ou a um trans-
torno que se desenvolve lentamente e persiste
Cromossomo
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durante um longo período de tempo, com
freqüência por toda a vida do paciente.
Crossa da aorta – Curvatura da aorta, onde
nascem a carótida e a subclávia.
Crossectomia – Ressecção da crossa da safe-
na interna e de seus afluentes, preconizada
como tratamento das varizes dos membros
inferiores.
Crosta – Camada externa, de matéria sóli-
da, formada pela solidif icação das secre-
ções.
Crosta láctea – Dermatite seborréica muito
freqüente em lactantes caracterizada pela
formação de umas escamas grossas, gor-
durosas e amareladas no couro cabeludo.
Estas são eliminadas mediante seu amole-
cimento com óleos ou ungüentos e lavagens
freqüentes.
Crostas – Concressões secas de cerosidade,
pus, sangue e detritos epidérmicos ou suas
combinações, produzidas sobre as feridas
abertas e expostas ao exterior durante seu
tratamento. Seu aspecto e sua cor variam
(finas, delicadas, amareladas ou espessas).
Após a curado mal que cobrem, despren-
dem-se deixando uma marca de cicatriz va-
riável.
Cruciforme – Em forma de cruz.
Cruento – Superfície desprovida de seu revesti-
mento que deixa sair o sangue.
Crúor – Sangue coagulado.
Crupe – Aplica-se à difteria laríngea, na qual as
falsas membranas obstruem as vias aéreas,
provocando a asfixia.
Crupe laríngeo – Infecção viral aguda do tra-
to respiratório que afeta a crianças peque-
nas e os lactantes, geralmente entre os três
meses e os três anos de idade. Caracteriza-
se por febre, rouquidão, tosse áspera e me-
tálica, ruído durante a respiração, grau va-
riável de dif iculdade respiratória pela
obstrução da laringe. Trata-se de uma infec-
ção viral que, nos casos leves, pode ser tra-
tada no próprio domicílio, com medidas que
diminuam o espamo dos músculos laríngeos
e fluidifiquem as secreções (vaporizadores,
umidificadores, banho de vapor produzido
ao deixar cair a água quente da ducha em
um banheiro fechado, etc.). Em crianças de
pouca idade, com febre e dificuldade respi-
ratória, é necessária a internação em hospi-
tal com administração de oxigênio e, nesse
caso, entubação endotraqueal. Existem pos-
sibilidades de administrar medicações de
forma nebulizada para o alívio dos sinto-
mas graves.
Crural – Relativo à coxa.
Crus – Em latim: perna.
Cruz Vermelha – Instituição de socorro nas guer-
ras e nas calamidades. A Cruz Vermelha In-
ternacional foi fundada em 1863, a brasileira,
em 1908.
Cryptosporidium – Gênero de coccidas respon-
sável por enterites descritas, a princípio, no
bezerro, depois, mais recentemente, no curso
da Aids no homem.
C.T.I. – Centro de tratamento intensivo.
Cubital – Ulnar. Relativo ao cúbito ou ao ante-
braço.
Cúbito – Denominação antiga para o osso do
antebraço que se articula na extremidade
próxima ao rádio e ao úmero e, em seu ex-
tremo distal, com o rádio. É longo, par e
simétrico. Agora é chamado ulna.
CROSSA CÚBITO
Cromossomo sexual
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Cubitus valgus – Exagero da ligeira abdução que
o antebraço apresenta normalmente. É encon-
trado, principalmente, nas mulheres.
Culdocentese – Punção do fundo de saco de Dou-
glas.
Culex – Gênero de insetos que abrange os mos-
quitos.
Cúlmen – Lóbulo superior do vérmis.
Cultivo – Procedimento para conseguir o cresci-
mento de colônias de microorganismos e iden-
tificar o agente causador de uma infecção. Para
isso, colhe-se uma pequena amostra obtida do
paciente em um ou mais meios de cultivo, já
que os diferentes microorganismos utilizam
nutrientes diferentes e crescem melhor ou
pior segundo o pH específico. Após um pe-
ríodo de crescimento em estufa ou a tempe-
ratura ambiente, observa-se o crescimento de
diferentes colônias no interior ou na superfí-
cie do meio de cultivo. Identificados os pa-
tógenos, podem-se realizar diferentes exames
para selecionar o melhor antibiótico para uma
determinada infecção.
Cultura – Em Microbiologia, arte de cultivar os
microorganismos em meios artificiais.
Cumarina – Composto aromático bicíclico pre-
sente em diversos vegetais, utilizado em per-
fumaria e em farmácia. Alguns de seus deri-
vados são anticoagulantes.
Cumprimento terapêutico – Grau em que o paci-
ente segue a prescrição ordenada pelo médico,
seja de um medicamento, uma dieta ou uma mu-
dança de comportamento. A maior parte dos fra-
cassos terapêuticos é decorrente da falta de cum-
primento. No caso dos medicamentos, o mau cum-
primento se deve ao fato de que não se tomam
todas as doses ou tomam-se mais doses do que o
indicado, ou, também, não seguem o tratamento
de maneira contínua durante o tempo necessário.
Cuneiforme – Em forma de cunha. Nome dos 3
ossos da parte anterior do tarso. Os adjetivos
cuneiforme e esfenóide são sinônimos, mas
eles designam estruturas anatomicamente di-
ferentes.
Cura – Tratamento e, mais particularmente, tra-
tamento bem-sucedido.
Curare – Veneno extraído de cipós da América
do Sul e que paralisa os nervos motores.
Curativo compressivo – Curativo nas feridas que
sangram.
Curativo frouxo – Curativo em feridas que su-
puram.
Curativo seco – Curativo feito apenas com gaze.
Curativo úmido – Quando há aplicação de me-
dicamentos líquidos ou úmidos.
Cureta – Instrumento cirúrgico em forma de
colher ou pá que permite raspar e eliminar
material anômalo em um tecido ou uma su-
perfície. O procedimento cirúrgico realizado
com a cureta é conhecido como curetagem.
Curetagem – Operação que consiste em raspar,
com o dedo ou com um instrumento, o interi-
or de uma cavidade natural ou acidental, re-
movendo os produtos mórbidos que ela pode
conter e sua mucosa doente, se necessário.
Curie – Unidade de radioatividade.
Cushigóide – Que se assemelha à doença de
Cushing.
Cushing – Síndrome que acomete, principalmen-
te, a mulher jovem, caracterizada por obesida-
de localizada na face, no pescoço e no tronco;
hipertensão arterial; amiotrofia com astenia;
osteoporose; insuficiência genital; vergões púr-
pura; hipertricose facial; às vezes hiperglice-
mia; e poliglobulia discretas.
Cúspide – Ponta aguda e alongada.
Cutâneo – Referente à pele.
Cutícula – Epiderme. Película que se destaca da
pele em torno das unhas.
Cutícula
Unha
Panículo
Falange
Cutícula
Cuticulares (músculos) – São os músculos da
mímica, que dão expressão à fisionomia.
Cutificação – Formação de pele.
Cútis – Derma.
Cutite – Dermatite, inflamação da pele.
CV – capacidade vital. Campo visual.
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Dacriadenite – Inflamação da glândula lacrimal.
Dacriagogo – Substância que aumenta a secre-
ção lacrimal.
Dacriocele – Hérnia do saco lacrimal.
Dacriocistite – Infecção do saco lacrimal.
Dacriocistorrinostomia – Operação para comuni-
cação entre o saco lacrimal e a cavidade do nariz.
Dacrio-hemorragia – Presença de lágrimas com
sangue.
Dacriolitíase – Presença de cálculos nos órgãos
lacrimais.
Dacriólito – Cálculo lacrimal.
Dacrioma – Tumor benigno dos órgãos lacrimais.
Dactilite – Inflamação de um dedo.
Dactilogripose – Doença em que se observa en-
curvamento dos dedos.
Dactilologia – Linguagem mímica dos deficien-
tes da fala.
Dactiloscopia – Exame das impressões digitais.
Daltonismo – Doença congênita da visão, em que
há redução da percepção do verde e alguns não
percebem cor.
Dapsona – Substância com propriedade bacterio-
estática utilizada no tratamento da hanseníase.
Dartos – Camada de fibras musculares lisas
da face interna da bolsa testicular.
Darwinismo – Teoria de Darwin ou sobre a
evolução das espécies.
Débil mental – Pessoa com diminuição da
capacidade intelectual.
Decíduo – Temporário.
Decípara – Mulher que deu à luz dez vezes.
Declínio – Período de diminuição dos sinto-
mas e sinais de uma doença.
Decrepitude – Qualidade de decrépito, mui-
to idoso, enfraquecido e desgastado fisi-
camente.
Decúbito – Posição de quem está deitado.
Dedos em martelo – Deformidade dos dedos
dos pés, que ficam flexionados.
Dedos em baquetas de tambor – Deformi-
dade pelo engrossamento anormal da fa-
lange distal dos dedos, quando o diâme-
tro transversal da ponta do dedo é maior
do que o diâmetro da articulação entre a
segunda e terceira falanges.
Defecação – Evacuação de fezes.
Deferente – Ducto (ou canal) que conecta o epi-
dídimo à uretra e permite que os espermato-
zóides se encaminhem a ela. Estrutura que é
seccionada e ligada na vasectomia.
Deferente
Vesícula
seminal
Próstata
DACRIADENITE DEFERENTE
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Deferentectomia – Exérese do canal deferente.
Deferentite – Inflamação do ducto deferente.
Déficit de lactose – Doença causada por de-
ficiência congênita ou adquirida de enzi-
mas intestinais que participam na digestão
da lactose.
Degeneração caseosa – Caseificação.
Deglutição – Ato de deglutir.
Deglutir – Engolir.
Dejeção – Evacuação de fezes.
Delírio – Transtorno psiquiátrico no qual existe
grave alteração da percepção da realidade com
ilusões ou alucinações.
Delirium ou síndrome confusional – Deterio-
ração da função cerebral decorrente de doen-
ça aguda, normalmente originada em um lu-
gar fora do encéfalo. Deve ser tratado como
urgência médica.
Delirium tremens – Reação psicótica aguda,
por vezes fatal, decorrente de abstinência
alcoólica prolongada após longo período de
consumo.
Delivramento – Expulsão da membrana e pla-
centa após o parto.
Deltóide – Músculo do ombro, com a forma da
letra D.
Demente – Que ou quem apresenta demência.
Louco; insensato.
Dendritos – Extensões do corpo neuronal envol-
vidas na recepção dos estímulos.
Dengue – Enfermidade causada por vírus e trans-
mitida ao homem pela picada do mosquito
Aedes egypti.
Densitometria – Exame subsidiário para deter-
minar a densidade mineral dos ossos. Aplica-
se, fundamentalmente, no diagnóstico e acom-
panhamento de doenças ósseas.
Demência – Alteração da função cerebral, nor-
malmente irreversível e progressiva, que per-
siste durante muito tempo e altera a persona-
lidade, o trabalho e as relações com os demais.
A causa mais freqüente é a doença de Alzhei-
mer, e os infartos cerebrais repetidos são tam-
bém importantes causas.
Dente do siso – Último molar.
Dente ou peça dentária – Cada uma das peque-
nas estruturas duras do maxilar e da mandí-
bula que intervém na função da mastigação e
quebra dos alimentos.
Dente permanente – Qualquer dos 32 dentes que
aparecem a partir dos seis anos e duram até a
velhice.
Deltóide
Dente permanente
Esmalte
Dentina
Osso alveolar
Dente
DEFERENTECTOMIA DENTE
Densitometria
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Dentição – Conjunto de dentes. No ser humano
existem duas: a primária e a definitiva.
ção da atividade, da iniciativa; e paralisação
da decisão.
Depressor – Substância que reduz a atividade
funcional.
Depurativo – Substância que depura o corpo de
outras nocivas.
Dermatite – Transtorno inflamatório da pele.
Dermatófito – Fungo parasita da pele.
Dermatologia – Ramo da Medicina que estuda
a pele e suas doenças.
Dermatoma – Tumor da pele.
Dermatomalácia – Amolecimento da pele.
Dermatotomia – Incisão na pele.
Dermatomicose – Doenças cutâneas causadas
por fungos.
Dermatoplastia – Cirurgia plástica da pele.
Dermatopolimiosite – Doença do tecido conjun-
tivo, com alterações degenerativas nos mús-
culos e, freqüentemente, na pele, que pode pro-
duzir debilidade e atrofia muscular.
Dermatorréia – Hipersecreção das glândulas da
pele.
Dermatose – Doença da pele.
Dermatótomo – Instrumento cirúrgico para in-
cisão da pele.
Derme – Região da pele.
Dentina – Substância branco-amarelada de con-
sistência óssea do dente.
Deontologia – Tratado dos deveres e da ética.
Depilação – Extração do pêlo de forma tempo-
rária ou permanente. Pode ser realizada antes
de alguns procedimentos cirúrgicos.
Depilado – Sem pêlos.
Depressão – Transtorno do humor que causa
prostração emocional e tristeza, com diminui-
Dérmico – Relativo à pele.
Dermografismo – Condição da pele na qual há
estrias vermelhas e salientes.
Dentina
Dentina
Derme
Terminação nervosa
Glândula sebácea
Terminação
nervosa
Epiderme
Músculo
eretor do
pêlo
Derme
Hipoderme
Folículo pilosoGlândula
sudoripara
DENTIÇÃO DERMOGRAFISMO
 Dentição
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Dermopatia – Doença da pele.
Dermorragia – Hemorragia da pele.
Derrame – Acúmulo de líquidos fora dos va-
sos sangüíneos em uma cavidade.
Desarticulação – Amputação realizada no pla-
no de uma juntura.
Desbridamento – Ato cirúrgico para desbridar
uma ferida.
Desbridar – Retirar corpos estranhos, sujeira,
tecido necrótico para evitar infecção e facili-
tar a cicatrização.
Descalcificação – Perda de sais de cálcio dos
ossos e dentes decorrente de má nutrição,
má absorção ou outros fatores.
Descamação – Processo fisiológico pelo qual as
camadas mais externas da epiderme se des-
prendem.
Descapsulização – Remoção da cápsula de um
órgão.
Descarboxilação – Isolamento e eliminação de
uma molécula de gás carbônico no curso da
degradação de alimentos.
Descerebrado – Doente com lesão cerebral. Sem
cérebro.
Descolamento da retina – Doença decorren-
te da separação de dois folhetos da retina,
com interposição do líquido sub-retiniano.
Pode ser traumática, decorrente de um tu-
mor, de doença vascular ou de inflamação.
Descompensado – Termo que se refere à fase de
uma doença com rompimento da homeostase.
Descompressão – Doença produzida pela for-
mação de bolhas de nitrogênio nos tecidos
submetidos a ambiente de alta pressão.
Descongestionante – Medicamento que eli-
mina ou reduz a congestão nas infecções
de vias respiratórias.
Decorticação – Procedimento cirúrgico para sepa-
ração, em um órgão, de seu envelope fibroso.
Desdobramento aórtico – Característica radio-
lógica anormal da crossa da aorta vista em po-
sição oblíqua anterior esquerda decorrente da
aterosclerose.
Desdobramento da personalidade – Coexistên-
cia, em um mesmo indivíduo, de dois tipos de
comportamento.
Desenvolvimento psicomotor – Aquisição pro-
gressiva de habilidades, atividades mental e
muscular em crianças.
Desequilíbrio – Perda da capacidade de manter
homeostasia ou equilíbrio do corpo.
Desfibrilação – Procedimento de urgência, de
descarga elétrica ou química, para reversão de
arritmia cardíaca.
Desfibrinação – Condição que leva ao desapa-
recimento da fibrina no sangue, que se torna
incoagulável.
Desfrenação – Secção de nervos depressores da
pressão arterial ou denervação de zonas va-
sossensíveis que desencadeiam hipertensão
arterial forte e durável com taquicardia.
Desidrase – Enzima capaz de ativar o hidrogê-
nio das moléculas orgânicas.
Desidratação – Desequilíbrio produzido pela
diminuição do volume de água do corpo.
Deidroandrosterona – Hormônio masculi-
no extraído da urina e semelhante à an-
drosterona.
Desidrogenação – Oxidação de uma substância
por saída de hidrogênio.
Desinfecção – Técnica para livrar as mãos, o
campo operatório, as paredes de uma sala,
as roupas, os tapetes e os papéis de micro-
organismos.
Desinfetante – Substância para a desinfecção.
Deslocação – Lesão de uma articulação de-
corrente da troca de lugar ou deslocamen-
to de uma das extremidades do osso.
Desmaio – Perda de forças, sentidos; desfa-
lecimento; abatimento; desânimo.
Desmame – Ação de privar uma criança do lei-
te materno para dar-lhe um outro tipo de ali-
mento. Por analogia, privação mais ou me-
nos rápida do tóxico habitual em uma cura
de desintoxicação ou ação de retirada grada-
tiva de um paciente da ventilação mecânica.
Desmielinização – Processo de destruição e eli-
minação da bainha de mielina de nervos ou
fibras nervosas.
Desmolase – Enzima capaz de deslocar cadeias
carbonadas das moléculas, liberando grandes
quantidades de energia.
DERMOPATIA DESMOLASE
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Desmossomo– Placa discóide de ligação inter-
celular nos tecidos epiteliais, observada ao
microscópio de luz ou eletrônico.
Desnaturação – Alteração de substância por
meios químicos e físicos.
Desnutrição – Deficiência ou falta de nutrição;
enfraquecimento.
Desobliteração – Retirada de uma obstrução que
pode ocluir uma artéria ou veia.
Desodorante – Substância que elimina ou subs-
titui odores da transpiração.
Desorientação – Alteração da mente que afeta
noções de tempo e espaço.
Desoxirribonucléico, ácido – Abreviatura: ADN
ou DNA. Molécula gigante sob forma de uma
dupla cadeia espiralada formada de grupamen-
to açúcar e fosfato alternados; as espirais das
duas cadeias, unidas de espaço a espaço por
grupamentos de bases nitrogenadas: purínicas
ou pirimidínicas. Essas macromoléculas cons-
tituem os cromossomos, e seus diferentes seg-
mentos formam os genes, suportes dos carac-
teres hereditários.
Desproporção céfalo-pélvica – Alteração obs-
tétrica causada por desequilíbrio entre a cabe-
ça do feto e o canal do parto.
Desrepressão – Inibição dos genes que, normal-
mente, impedem a síntese de substância no
corpo.
Desrotação – Operação ortopédica destinada a
corrigir a posição de membros com rotação
interna irredutível.
Destro – Pessoa com habilidade relacionada ao
dimídio direito, ou a metade direita do corpo.
Situado à direita.
Desvanecimento – Sensação de incapacidade para
manter o equilíbrio, ou perda da consciência.
Desvio à esquerda – Designação de exame sub-
sidiário sangüíneo denominado leucograma,
no qual se descreve predomínio de formas ima-
turas dos leucócitos. Encontra-se em proces-
sos infecciosos e hemólise.
Deterioração cognitiva – Alteração de uma ou
mais funções mentais.
Detrito – Resto, resíduo.
Detrusor – Músculo da pelve próximo à bexiga
urinária.
Deuteranomalia – Leve anomalia da visão do
verde.
Deuteranópico – Termo que designa um olho
incapaz de ver o verde.
Deuteropatia – Doença decorrente de outra.
Dextrano – Polissacarídeo obtido pela ação do
Leoconostoc mesenteroides sobre a sacarose.
É utilizado em solução aquosa como substitu-
to do plasma.
Dextrina – Glicídio isômero do amido.
Dextrocardia – Anomalias congênitas estão co-
locadas em posição inversa à normal de tal
forma que as do lado direito se situam na es-
querda e as do lado esquerdo na direita.
Dextrocular – Relativo ao olho direito.
Dextropédio – Que emprega preferentemente o
pé direito.
Dextrose – Glicose disponível em solução para
administração intravenosa. Pode-se adminis-
trar para corrigir hipoglicemia.
Dextroversão – Posição voltada para a direita.
Diabetes – Termo que designa várias doenças
Despersonalização – Alteração da mente que cau-
sa perda da identidade própria, podendo levar
ao extremo de a pessoa não se reconhecer.
Descolamento prematuro da placenta – Abre-
viatura: DPP. É a separação da placenta antes
do parto; pode ser muito grave.
Desoxirribonucléico, ácido
Bases nitrogenadas
Grupos fosfóricos
e pentose
Modelo em hélice dupla
DESMOSSOMO DIABETES
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metabólicas de origem genética ou hormonal.
Há aumento de glicose no sangue ou outras
alterações danosas aos tecidos.
Diabético – Pessoa afetada pelo diabetes.
Diabétide – Manifestação cutânea do diabetes.
Diabetogênico – Substância que provoca o dia-
betes. Hormônio hipofisário anterior com ação
hiperglicemiante que se opõe à da insulina.
Um dos hormônios pancreáticos, o glucagon,
com as mesmas propriedades.
Diacinese – Fase da divisão celular, mais especi-
ficamente a primeira prófase da meiose du-
rante a qual os cromossomos estão fortemen-
te espiralados.
Diadococinésia – Capacidade de fazer movimen-
tos rápidos e alternados. A alteração dessa ca-
pacidade denomina-se desdiadococinesia.
Diáfano – Que permite passar luz.
Diafiltração – Procedimento de depuração fora
do rim que utiliza a hemofiltração precedida
de diluição do sangue por solução salina fisi-
ológica.
Diáfise – Região média de um osso longo.
Diaforético – Substância ou condição que pro-
duz sudorese.
Diafragma vaginal – Método anticonceptivo de
barreira de uso vaginal, que consiste em um
segmento de esfera de borracha com uma bor-
da circular, formada por aro metálico.
Diagnóstico – Estudo de um paciente mediante
o qual se esclarece qual é a doença que pade-
ce uma pessoa e quais suas causas; permite
propor tratamento mais adequado.
Dialisador – Dispositivo para realizar diálise.
Diálise – Procedimento que permite trocar mo-
léculas dissolvidas em líquidos diferentes se-
parados por membrana semipermeável, utili-
zado em diversos procedimentos para depu-
ração extra-renal.
Diafisite – Inflamação da diáfise.
Diafragma – Músculo que separa a cavidade to-
rácica da abdominal.
Diafragmatocele – Passagem de vísceras abdomi-
nais por meio de uma abertura no diafragma.
Diaforese – Eliminação profusa de suor ocorri-
da durante a febre elevada, a realização de
exercício físico, a exposição à temperatura ex-
cessiva, o estresse mental e emocional. Diafragma
Diáfise
Diáfise
Epífise
Epífise
Diálise
Tórax
DIABÉTICO DIÁLISE
Abdome
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Diâmetro biparietal – Distância que existe en-
tre as protuberâncias de ambos os ossos parie-
tais do crânio no feto.
Diapasão – Instrumento metálico de exame clí-
nico que produz som contínuo de diferentes
tons. Utiliza-se para realizar exames de au-
dição.
Diapedese – Processo de migração dos leucóci-
tos para fora dos capilares.
taxe imperfeita, erros na pronunciação, repe-
tição e modificações fonéticas.
Diclonia – Mioclonia que afeta os dois mem-
bros superiores ou dois inferiores.
Dicotomia – Divisão em duas metades.
Dicromasia – Doença de um indivíduo dicro-
mata.
Dicromata – Pessoa com olho que só vê duas
das 3 cores fundamentais.
Dictioma – Variedade rara de neuroepitelioma
ciliar em criança.
Dicumarol – Derivado da cumarina que possui
ação anticoagulante.
Didáctilo – Pessoa que só tem dois dedos.
Dideoxicitidina – Molécula sintética que possui
propriedades anti-retroviais e proposta para o
tratamento da infecção por HIV; inibe a trans-
criptase reversa.
Dideoxiinosina – Molécula sintética que possui
propriedades anti-retrovirais e proposta para
o tratamento da infecção por HIV; inibe a
transcriptase reversa.
Dídimo – Gêmeo.
Dielétrico – Material não condutor de eletrici-
dade.
Diencefalite – Inflamação do diencéfalo.
Diencéfalo – Região posterior do prosencéfalo
que une mesencéfalo e hemisférios cerebrais.
É composto pelo tálamo, hipotálamo e epi-
tálamo.
Diencefalopatia – Doença do diencéfalo.
Diérese – Parte inicial de uma operação que sig-
nifica cortar.
Dieta – Parte da prescrição médica que indica
qual tipo de aporte nutricional o paciente
deve receber. Ingestão de alimentos habitu-
ais ou aquela que se faz visando preencher
necessidades específicas de um indivíduo,
incluindo ou excluindo itens de sua alimen-
tação.
Dietética – Estudo da higiene e terapêutica ali-
mentares.
Dietoterapia – Técnica de tratamento que analisa
modificações que deve sofrer a alimentação.
Dífalo – Anormalidade muito rara: presença de
dois pênis.
Diapneusia – Pequeno nódulo conjuntivo, reco-
berto por mucosa normal, desenvolvido no
bordo da língua em hiato da arcada dentária
na qual se aloja.
Diarréia – Aumento da quantidade de fezes ou
da freqüência das evacuações.
Diartrose – Juntura que se movimenta livremente.
Diástole – Relaxamento do miocárdio.
Diatermia – Energia radiante por meio de ondas.
Diastematomielia – Desdobramento da medula
espinhal abaixo da quinta vértebra lombar.
Diatermocoagulação – Coagulaçãopor meio da
alta temperatura.
Diátese – Característica física que predispõe a
transtornos ou doenças. Homens apresentam
maior susceptibilidade por estarem ligados ao
gene Y.
Diátese hemorrágica – Tendência a doenças da
coagulação, como púrpura e hemorragias.
Dicefalia – Monstruosidade fetal caracterizada
pela existência de duas cabeças.
Dicêntrico – Cromossomo que possui dois cen-
trômeros.
Dicção infantil – Padrão de linguagem com sin-
Diapedese
Meio intravascular
Diapedese
Parede do capilar
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Difilobotriase – Infecção causada por ingestão
de peixe cru que contenha o Diphilobotrium,
produz incômodos abdominais leves. É mais
freqüente em países escandinavos.
Difluente – Diz-se de tecidos amolecidos com
consistência quase líquida.
Difteria – Doença causada pela bactéria Cory-
nebacterium diphtheriae. O contágio ocor-
re por meio do ar, por umas pequenas gotas
que o doente expele. O período de incuba-
ção oscila entre três e sete dias. Nos casos
leves, apresenta-se uma inflamação catarral
com pouca febre; é possível que, passados
alguns dias, a supuração nasal contenha san-
gue. Nos casos graves, apresenta-se uma fa-
ringite, febre alta, rouquidão e tosse.
Difusão alveolar – Troca de gases que ocorrem
entre o ar que chega ao alvéolo e o sangue
pulmonar por meio de uma membrana, cha-
mada membrana respiratória, formada pelas
paredes dos alvéolos e paredes capilares.
Digástrico – Músculo da cabeça que abaixa a
mandíbula.
Digestão – Fenômenos físicos e químicos pe-
los quais passam alimentos ingeridos, para
torná-los assimiláveis pelo organismo.
Digestivo – Substância que facilita a digestão.
Digital – Medicamento derivado da planta Digi-
talis purpurea utilizado para aumentar a for-
ça de contração do miocárdio.
Digitalismo – Intoxicação pelos digitálicos.
Digitalização – Administração de digital.
Diidroergotamina – Substância alfa-simpatico-
lítica derivada do ergot do centeio, emprega-
da no tratamento da enxaqueca.
Dilaceração – Divisão abrupta e extensa de tecidos.
Dilacerar – Rasgar.
Dilatação cervical – Diâmetro da abertura do
colo uterino durante o parto, medido por exa-
me vaginal e expressado em centímetros. A
dilatação é completa quando o diâmetro do
colo cervical mede 10 cm.
Diluente – Medicamento que torna as secre-
ções mais líquidas. Substância que dilui
outra.
Dímero D – Um dos produtos de degradação da
fibrina. Sua presença no plasma pode indicar
existência de trombo em via de fibrinólise.
Dinamia – Energia vital.
Dinamômetro – Instrumento de medida de força.
Dioptria – Poder de refração de uma lente na
distância de 1 metro; unidade de medida do
poder de refração.
Dióptrica – Estudo dos raios luminosos desvia-
dos por uma ou várias refrações.
Dióxido – Composto que contém dois átomos
de oxigênio.
Dióxido de carbono – Gás incolor e inodoro origi-
nado pela oxidação total do carbono. No orga-
nismo, é produzido durante a respiração celular;
após isso é transportado pelo sangue até os pul-
mões onde é eliminado com o ar exalado.
Dipeptidase – Enzima secretada pela mucosa in-
testinal e que tem o efeito de decompor os
dipeptídeos.
Diplacusia – Percepção simultânea, por um ou
pelos dois ouvidos, de dois tons que diferem
de um terceiro.
Diplegia – Paralisia bilateral de partes semelhan-
tes situadas em lados opostos do corpo.
Diplococo – Bactéria em forma de coco duplo.
Diploe – Tecido ósseo esponjoso localizado en-
tre duas lâminas de tecido compacto que for-
mam os ossos do crânio.
Diplogênese – Nome genérico dado a todas as
monstruosidades duplas resultantes da fusão
de dois feto ou da fecundação de um único
ovo por dois espermatozóides e da formação
de dois centros embrionários.
Diplóico – Referente a díploe.
Diplóide – Constituição das células, que possu-
em o número normal de cromossomos 2n: 23
pares no homem.
 Dinamômetro
DIFILOBOTRIASE DIPLÓIDE
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Diplopia – Visão dupla.
Dipsogênico – Substância ou condição que pro-
voca a sede.
Dipsomania – Tendência incontrolável, habi-
tualmente periódica, ao consumo de líquidos
tóxicos, geralmente alcoólicos.
Disacromelia – Grupo de manifestações mórbi-
das caracterizadas pela hipertofia das extre-
midades dos membros e pelas anomalias de
seu periósteo que sobrevém quase sempre no
curso de doenças torácicas.
Disartria infantil – Alteração na articulação da
linguagem, com mudança na pronúncia de um
fonema por causa motora.
Disautonomia –Alteração no funcionamento do
sistema nervoso autônomo.
Disbasia – Dificuldade nos movimentos.
Discal – Referente a um disco intervertebral.
Discalemia – Alteração da taxa do potássio san-
güíneo.
Discartrose – Alteração degenerativa vertebral
caracterizada por pinçamento da interlinha
discal com condensação dos platôs vertebrais
adjacentes e produção de osteófitos.
Discectomia – Exérese de um disco intervertebral.
Discefalia – Malformação da cabeça.
Discinesia – Dificuldade na movimentação.
Discite – Inflamação de um disco intervertebral.
Discografia – Radiografia do núcleo do disco
intervertebral.
Disco intervertebral – Juntura cartilagínea lo-
calizada entre cada duas vértebras ao longo
de toda a coluna vertebral.
Discoria – Alteração das pupilas.
Discrasia sangüínea – Alteração de quaisquer
constituintes normais do sangue.
Discromatopsia – Impossibilidade de distinguir
cores.
Discromia – Anomalia da pigmentação.
Discronometria – Distúrbio da motilidade que afeta
a velocidade e a duração dos movimentos.
Disectasia – Dificuldade de abertura do colo
vesical, causa mais freqüente da retenção de
urina. É decorrente da lesão orgânica do colo
ou de distúrbios nervosos.
Disematopoiese – Distúrbio na formação dos
glóbulos sangüíneos.
Disembrioma – Tumor desenvolvido a partir de
fragmentos embrionários.
Disembrioplasia – Malformação de um órgão.
Disenteria – Infecção aguda epidêmica por in-
flamação e ulceração do intestino.
Disenteria amebiana – Inflamação intestinal ori-
ginada pelo parasita Entamoeba histolytica.
Disepatoma – Cisto hepático epitelial.
Disestesia – Alteração na sensibilidade.
Disfagia – Dificuldade para engolir alimentos ou
líquidos.
Disfasia – Transtorno da fala.
Disfibrinogenemia – Anomalia qualitativa do
fibrinogênio plasmático.
Disfonia infantil congênita – Alteração da fala
sem lesão neurológica conhecida.
Disforia – Instabilidade do humor, mal-estar, an-
siedade e, às vezes, reações coléricas.
Disfunção – Distúrbio no funcionamento de um
órgão.
Disfunção erétil – Também chamada impotên-
cia. Desconformidade com o tamanho ou a
rigidez do pênis durante a ereção ou com a
duração desta.
Disfunção sexual na mulher – Dificuldade para
chegar à excitação sexual ou para mantê-la,
orgasmo muito rápido, dificuldade ou inca-
pacidade para chegar ao orgasmo, incapaci-
dade de relaxar, falta de interesse pelo sexo,
desagrado ou repulsão pelo sexo.
Disgamaglobulinemia – Anomalia das gamaglo-
bulinas sangüíneas.
Discomicose – Doença causada por um fungo que
pertence ao gênero Discomyces e caracteriza-
da pela produção de numerosos abcessos.
Discondrosteose – Condrodistrofia genotípi-
ca autossômica dominante caracterizada por
nanismo.
Disco intervertebral
Disco intervertebral Medula espinal
DIPLOPIA DISGAMAGLOBULINEMIA
Vértebra
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Disgenesia epifisária – Anomalia dedesenvolvi-
mento dos núcleos de ossificação epifisária.
Disgerminona – Tumor de ovário.
Disgeusia – Alteração na percepção dos sabores.
Disglobulinemia – Anomalia do plasma sangüí-
neo.
Disgnósia – Agnosia atenuada ou temporária.
Disgrafia – Transtorno na capacidade de escrever.
Disgranulopoiese – Anomalia de produção de
polimorfonucleares.
Disgravidia – Gestação anormal.
Dislalia – Dificuldade na pronúncia das palavras.
Dislexia – Transtorno da capacidade de leitura.
Dislipemia – Alteração da taxa de triglicerídeos
no sangue.
Dislipidemia – Alteração da taxa de lipídeos to-
tais.
Dislogia – Nome genérico de todos os distúrbios
da linguagem causados por déficit de inteli-
gência.
Dismegalopsia – Incapacidade de avaliar a dis-
tância ou o tamanho dos objetos que parecem
maiores do que são.
Dismenorréia – Menstruação dolorosa.
Dismetria – Incapacidade para medir corretamen-
te as distâncias e controlar ação muscular ade-
quada.
Dismetria de membros – Existência de diferen-
ça de medida entre duas extremidades.
Dismetrópsia – Incapacidade de avaliar a dis-
tância e o tamanho dos objetos.
Dismorfobia – Parte do corpo acometida por essa
alteração psiquiátrica que parece deformada.
A pessoa acometida se queixa para impressi-
onar desfavoravelmente os outros.
Disontogênese – Desenvolvimento defeituoso do
indivíduo.
Disopia – Defeito na visão.
Disopsia – Disopia.
Disortografia – Dificuldade de aprendizagem
da ortografia.
Disosmia – Perturbação do olfato.
Disostose – Distúrbio do desenvolvimento ósseo.
Dispareunia – Dor durante o ato sexual na mulher.
Dispermia – Penetração de dois espermatozói-
des no mesmo óvulo.
Displasia – Anomalia do desenvolvimento de
tecidos, órgãos, que acontece antes do nasci-
mento e causa malformações ou deformações
ou, ainda, monstruosidades.
Disovaria – Distúrbio da função ovariana.
Disovarismo – Disovaria.
Dispareunia – Dor genital repetitiva e persistente
associada às relações sexuais, tanto no homem
quanto na mulher. Pode ser decorrente de do-
enças ou causas psicológicas.
Dispensário – Lugar onde se dá assistência a doentes
com distribuição de medicamentos ou alimentos.
Dispepsia – Sensação de mal-estar no estômago
depois da refeição.
Displasia cervical – Lesão do colo do útero que
consiste em pequenas alterações das células
que o recobrem habitualmente, detectada me-
diante a citologia e que tem importância por
ser precursora do câncer de colo uterino.
Dispnéia – Dificuldade na respiração.
Dispnéia paroxística noturna – Transtorno ca-
racterizado pelo aparecimento súbito de disp-
néia, que ocorre várias horas depois de inicia-
do o sono noturno na cama.
Dispnéico – Pessoa com dispnéia.
Disponibilidade biológica dos medicamentos
– Quantidade do princípio ativo que alcança
os receptores e a velocidade com que esse fe-
nômeno acontece.
Dispositivo intra-uterino – Abreviatura: DIU.
Método de evitar-se uma gestação com a co-
locação, dentro do útero, de um dispositivo.
Disquesia – Defecação difícil e dolorosa.
Disrafia – Distúrbio na coalescência das rafes
medianas ou laterais, causando malformações,
tais como lábio leporino, úvula bífida, abóba-
da palatina ogival, hérnia umbilical.
Disritmia – Distúrbio do ritmo.
Dissecação – Método de pesquisa da Anatomia.
Aristóteles, considerado pai da Anatomia
Comparativa, praticava-a em animais. Consis-
te em separar, metodicamente diferentes ór-
gãos, por camadas ou por inteiro, para estu-
dá-los em suas relações e seus aspectos ma-
croscópicos. Somente a dissecação metódica
e dedicada leva ao conhecimento da Anato-
DISGENESIA DISSECAÇÃO
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mia, imprescindível a todos os profissionais da
área da saúde e, em especial, aos cirurgiões.
Dissecar – Dividir; separar em partes.
Disseminado – Semeado ou espalhado por mui-
tas partes; difuso.
Dissolução – Ato de uma substância desapare-
cer em outra sem perder suas propriedades.
Dissônia – Distúrbio do sono.
Dissolvente – Substância que dissolve outra.
Distal – Termo utilizado para designar uma es-
trutura afastada da raiz de um membro, por
exemplo, falange distal.
Distensão – Estiramento traumático de um ór-
gão. Alongamento terapêutico por tração.
Distimia – Conjunto das perturbações do humor.
Distoma – Verme da ordem dos Trematódeos,
parasita de numerosos mamíferos e do homem.
Distocia – Parto anormal decorrente de uma ou vá-
rias das seguintes causas: estreitamento ou obs-
trução do canal do parto; falta de ação muscular
uterina ou alterações no tamanho, na posição ou
na forma do feto.
Distopia – Anormalidade da localização de um
órgão.
Distriquíase – Presença de dois pêlos no mes-
mo folículo.
Distrofia – Distúrbio da nutrição de um órgão
ou uma região.
Distrofia muscular – Grupo de doenças genéti-
cas caracterizadas pela atrofia progressiva dos
músculos esqueléticos simétricos, sem que
exista uma alteração nervosa.
Distúrbio respiratório do recém-nascido – Doen-
ça pulmonar aguda da criança recém-nascida que
se caracteriza pela falta de ventilação nos alvéo-
los, pelos pulmões não-elásticos, pela freqüência
respiratória maior do que 60 respirações por mi-
nuto, pelos batimentos das asas do nariz, pela re-
tração intercostal e pelo edema periférico.
Disúria – Dificuldade ao urinar.
Ditócia – Parto duplo.
Diurese – Eliminação urinária.
Diurético –Medicamento destinado a aumentar
a diurese.
Diuturno – Durante a noite e o dia.
Divergente – Mudança em direção diferente.
Diverticulectomia – Retirada cirúrgica de diver-
tículo do tubo digestivo.
Divertículo – Cavidade patológica terminada em
fundo de saco e que se comunica com um con-
duto natural.
Diverticulite – Inflamação de um ou mais diver-
tículos que pode ocasionar uma perfuração
intestinal ou a formação de abscessos.
Divertículos – Pequenas dilatações saculares da
mucosa intestinal.
Divulsão – Separação violenta; arranco; ruptu-
ra; rotura.
Dizigoto – Gêmeos com placentas separadas,
provenientes de dois óvulos diferentes.
DNA – Ácido desoxirribonucléico, constituinte
do núcleo das células e dos genes. O modelo
de dupla hélice do DNA Humano foi descrito
por Watson e Crick em 1953.
Doador universal – Nome dado às pessoas que
pertencem ao grupo sangüíneo O. Podem doar
sangue a pessoas de outros grupos sangüíneos.
Dobutamina – Betaestimulante empregado para
tratamento do choque.
Docimasia – Termo que designa as diversas provas
às quais são submetidos os órgãos de um cadá-
ver para determinar circunstâncias da morte.
Docimasia hidrostática – Exame do pulmão do
feto morto para saber se houve movimento
respiratório ou não, isto é, se nasceu vivo ou
morto.
Doença – Alteração do estado de saúde; muitas
vezes se manifesta por sintomas e sinais.
Doença azul – Cianose. Mistura do sangue rico
em oxigênio com o pobre em oxigênio.
Doença celíaca – Doença crônica causada por
uma intolerância permanente ao glúten.
Doença congênita – Doença com a qual se nas-
ceu; doença hereditária ou adquirida durante
os três primeiros meses da vida intra-uterina.
Doença contagiosa – Transmissível por contá-
gio direto.
DNA
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Doença da membrana hialina – Caracteriza-se
por ser uma insuficiência respiratória que apa-
rece no recém-nascido imaturo, por déficit de
substância sulfactante.
Doença de Addison – Doença decorrente de fa-
lha na glândula supra-renal.
Doença de carência – Doença decorrente de falta
de substâncias, indispensáveis à nutrição.
Doença de Chagas ou tripanossomíase america-
na – Doença causada pelo Trypanosoma cruzi.
Doença de Ébola – Doença pouco freqüente cau-sada pelo vírus Ébola, cujos últimos casos
foram notificados na África em 1996, tendo
reaparecido alguns casos em 2001 e 2002.
Produz um quadro grave com uma mortalida-
de de 50% a 80%. Não existe tratamento es-
pecífico nem vacinação.
Doença de Parkinson – Transtorno degenerati-
vo do sistema nervoso central, decorrente de
perda progressiva dos neurônios do tronco do
encéfalo.
Doença de Wilson – Doença congênita, na qual se
produz uma alteração do metabolismo do cobre
com acúmulo desse metal no organismo, em es-
pecial no fígado e no sistema nervoso.
Doença do Legionário – Pneumonia aguda cau-
sada pela bactéria Legionella pneumofila.
Caracteriza-se por um início similar ao da gri-
pe, e desenvolve-se um quadro respiratório
com tosse seca e dor pleural.
Doença do sono ou tripanossomíase africana –
Doença tropical causada pelo Trypanosoma gam-
biense e transmitida ao homem pela picada da
mosca tsé-tsé. Predomina na faixa subsaariana.
Os sintomas mais típicos são a tendência ao sono
durante o dia e insônia noturna junto com mu-
danças na personalidade e no comportamento.
Doença do soro – Reação alérgica que costuma acon-
tecer após uma semana ou mais da administração
de soro estranho ou medicamentos. Caracteriza-
se por febre, dores articulares, erupção cutânea e
inflamação ganglionar. O tipo de reação envolvi-
da é de hipersensibilidade do tipo III e do tipo I.
Normalmente, é de curso autolimitado e só re-
quer tratamento para aliviar os sintomas.
Doença dos papagaios – Psitacose.
Doença endêmica – Quando existe um risco es-
pecífico e alto de contrair a doença pelo fato
de viver-se num determinado lugar.
Doença familiar – Doença que acomete, sem
mudar de forma, vários membros de uma mes-
ma família, e cujo caráter genético não é con-
firmado.
Doença funcional – Doença sem lesão orgânica.
Doença granulomatosa crônica – Doença he-
reditária, associada a infecções de repetição,
com formação de granulomas generalizados
na pele, nos pulmões e nos gânglios.
Doença idiopática – Doença sem causa conhecida.
Doença industrial – Doença profissional, que
aparece em conseqüência da ocupação habi-
tual dos pacientes, como, por exemplo, a pneu-
moconiose dos mineiros, etc.
Doença infecciosa – Doença transmissível.
Doença inflamatória intestinal – Dois tipos de
doenças que produzem inflamação crônica do
intestino: colite ulcerosa e doença de Crohn.
Doença mitral – Insuficiência da válvula mitral.
Doença orgânica – Doença com lesão manifesta.
Doença inflamatória pélvica – Infecção de ór-
gãos pélvicos decorrente da subida de bacté-
rias procedentes da vagina e do colo uterino.
Doença pilonidal – Aparecimento de uma cavi-
dade situada na região sacrococcígea que con-
tém pêlos e restos de pele e comunica-se com
a pele mediante uma fístula. A complicação
mais habitual é a infecção.
Doença pulmonar obstrutiva crônica – Altera-
ção pulmonar cuja característica fundamental
é a redução do fluxo do ar que pode ser expul-
so em expiração máxima. Doença crônica, de
evolução lenta e progressiva até a insuficiên-
cia respiratória
Doença secundária – Doença decorrente de outra.
Doença venérea – Doença infecciosa contraída
por meio de relações sexuais.
Doenças auto-imunes – Doenças causadas quan-
do o organismo fabrica anticorpos contra suas
substâncias próprias, pois as reconhece como
estranhas e que atacam os tecidos.
Doenças sexualmente transmissíveis – Doenças
contagiosas contraídas em relações sexuais.
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Doenças exantemáticas – Doenças infecciosas
infantis, caracterizadas por produzir algum
tipo de erupção cutânea ou mucosa como sa-
rampo, rubéola e escarlatina.
Dolente – Que dói.
Dolicocefalia – Forma do crânio quando ele é
alongado da frente para trás.
Dolicocolia – Alongamento de um segmento do có-
lon que pode ser acompanhado de aumento de
calibre.
Dolicomegalia – Alongamento e dilatação de um
vaso ou uma parte do tubo digestivo.
Dolicopélvico – Pessoa com a pelve anormalmen-
te longa.
Dopamina – Neurotransmissor distribuído am-
plamente por todo o organismo, que partici-
pa no controle da postura e do movimento
voluntário. Sua falta produz a doença de Pa-
rkinson, um problema degenerativo próprio
da idade avançada, caracterizada por imobi-
lidade, rigidez e tremores.
Doppler – Efeito físico utilizado em exames sub-
sidiários para estudo da circulação sangüínea
por meio de uma sonda emissora de ultra-som.
Dor – Sensação decorrente de estimulação dos
terminais sensitivos de algum órgão ou tecido
por processo patológico.
Dor referida – Dor sentida em uma localização
diferente daquela da lesão que a produz.
Dor torácica – Sintoma físico que exige uma ava-
liação médica imediata já que pode ser decor-
rente de uma doença cardíaca grave, como a
angina de peito, o infarto de miocárdio ou a pe-
ricardite, ou de uma doença pulmonar, como
pneumonia, embolia ou infarto pulmonar.
Dorso – Região posterior do tronco.
Dosagem – Ação de dosar.
Dose – Quantidade de um remédio ou de outra
substância que se administra de uma só vez.
A dosagem de um medicamento é o regime
que determina a quantidade, a freqüência e o
número de doses do agente terapêutico que
deve administrar-se ao paciente.
Dose letal – Dose que causa morte.
Dose máxima – Dose máxima de medicamento
que pode ser administrada com segurança.
Drágea – Pílula ou comprimido revestido de ver-
niz e açúcar.
Drástico – Purgativo irritante e violento.
Drenagem – Procedimento para retirada de lí-
quidos de uma cavidade corporal ou de ferida
por diferentes métodos.
Dreno – Tubo de metal, borracha, vidro ou fios
para assegurar a saída de líquidos de uma ca-
vidade ou ferida.
Droga – Substância natural ou sintética com ca-
pacidade para alterar funções mentais, produ-
zindo modificações da percepção, orientação
e consciência.
Ducha – Jato de água para irrigar o corpo, ou
parte dele, ou uma cavidade.
Ducto biliar – Conjunto de vias que conduzem
a bile formada no fígado ao duodeno, no in-
testino delgado.
Duodenectomia – Ressecção cirúrgica parcial.
Duodenite – Inflamação do duodeno.
Duodeno – Constitui a primeira parte do intesti-
no delgado, fundamental para uma digestão efi-
caz dos alimentos. Tubo de uns 25cm de com-
primento, continuação do estômago, com for-
mato de ferradura e curvado ao redor da cabe-
ça do pâncreas, onde desembocam ductos com
secreções, a vesícula biliar e o pâncreas.
Duodenocolecistotomia – Abertura de comuni-
cação entre duodeno e vesícula biliar.
Duodenojejunostomia – Operação que consiste em
colocar em comunicação o duodeno e o jejuno.
Duodenotomia – Incisão do duodeno.
Duplo cego – Termo que designa método de in-
vestigação experimental.
Dura-máter – A membrana mais externa das me-
ninges; envoltórios do sistema nervoso central.
Ducto biliar
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biliares
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Eburnação – Aumento da densidade de um osso,
do qual uma parte mais ou menos extensa tor-
na-se compacta como o marfim.
Eclâmpsia – Em Obstetrícia, forma convulsiva
de toxemia gravídica, podendo ou não termi-
nar em coma ou, até mesmo, em morte, e cuja
tríade sintomática é constituída de edema, hi-
pertensão e proteinúria.
Ecocardiografia – Exame subsidiário que cons-
ta de exploração do coração, por meio da ul-
tra-sonografia.
Ecografia – Exame subsidiário que consta de
exploração de órgãos ou regiões do corpo, por
meio de ultra-som.
Ecolalia – Repetição automática de frases ou
palavras de outra pessoa.
Econdroma – Nome dado às saliências forma-
das nas articulações, nas costelas e na laringe
pela proliferaçãodo tecido cartilaginoso.
Ecstasy – Termo popular que designa uma anfe-
tamina, a 3,4 metileno-dioxi-metanfetamina,
droga alucinógena, hepatotóxica e extrema-
mente perigosa.
Ectasia – Dilatação de um órgão ou vaso.
Ectasia vascular antral – Doença rara observa-
da na mulher após os 70 anos, caracterizada
por um aspecto fibroscópico elevado e erite-
matoso das pregas do antro gástrico conver-
gindo para o piloro.
Ectima – Erupção pustulosa produzida por bac-
térias piogênicas.
Ectoantígeno – Antígeno situado no exterior da
bactéria.
Ectoderme – Folheto externo do blastoderma que
formará o revestimento cutâneo e os órgãos
dos sentidos por um lado, e o sistema nervoso
central e os nervos periféricos, por outro.
Ectoenzima – Enzima intermembranal que age
no exterior da célula.
Ectoparasita – Parasita externo.
Ectopia – Posição anormal.
Ectópico – Órgão que não está no lugar correto
ou normal; qualquer órgão que está fora de
sua localização por um defeito do desenvolvi-
mento embrionário ou, no caso da gestação,
por desenvolver-se fora do útero.
Ectoderme
Ecografia
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Ectrodactilia – Ausência congênita de um ou
vários dedos.
Ectrogenia – Ausência congênita de um órgão
ou uma parte do corpo.
Ectrópio – Reviramento da borda palpebral para
fora, pode ser no colo uterino ou em outros
órgãos.
Ectroqueira – Ausência congênita total da mão,
ou de parte dela.
Eczema – Reação de intolerância cutânea por
diferentes agentes exógenos agressivos e
outros fatores endógenos.
Efélides – Sardas.
Efêmero – Passageiro.
Eferente – Aquilo que se afasta ou sai de um
órgão.
Efervescência – Liberação de gás com forma-
ção de bolhas.
Eficácia vacinal – Grau de proteção contra uma
determinada infecção conferido pela vacina.
Efidrose – Distúrbio da sudorese, caracterizado
por aumento dessa secreção em um ponto lo-
calizado do corpo.
Eflorescência – Erupção da pele.
Eflúvio – Queda excessiva dos cabelos.
Efusão – Derrame; extravasamento.
Egocêntrico – Em Psiquiatria, diz respeito à pes-
soa que considera o próprio “eu” como cen-
tro, objeto e norma de todas as experiências e
não levam em conta as necessidades, as idéias,
as atitudes ou o interesse dos demais.
Egofonia – Voz caprina, fanhosa e trêmula.
Ejaculação – Eliminação do esperma.
Ejaculação precoce – Incapacidade para contro-
lar, constantemente, o reflexo ejaculatório.
Ejaculação retrógrada – Transtorno no qual a
válvula da base da bexiga urinária não se fe-
cha durante a ejaculação, e esta é emitida para
trás e para dentro da bexiga.
Elastina – Uma das escleroproteínas do tecido
conjuntivo constituindo suas fibras elásticas.
Elastoma – Tumor cutâneo formado pelo acú-
mulo de elastina.
Elastose – Aumento do tecido elástico na pele.
Elefantíase – Aumento considerável do volume
de um membro ou de uma parte do corpo, cau-
sado pela filariose.
Eczema marginado – Infecção da pele por fun-
gos causada pelo Tinea cruris, que se caracte-
riza pela formação de lesões eritematosas e in-
flamatórias nas dobras da pele dos músculos.
Eczema na zona da fralda – Irritação cutânea
infantil causada pelo contato das fezes e da
urina com a pele e pela oclusão decorrente da
fralda.
Edema – Infiltração serosa de diversos tecidos
e, particularmente, do tecido conjuntivo do re-
vestimento cutâneo ou mucoso.
Edematoso – Pessoa portadora de edema.
Édipo (complexo de) – Em Psiquiatria, atração amo-
rosa pela mãe e hostilidade em relação ao pai.
Edulcorante – Adoçante, que adoça.
Efetor nervoso – Órgão encarregado de execu-
tar as respostas que elaboram os centros ner-
vosos após receber as informações dos recep-
tores nervosos.
Efedrina – Alcalóide da planta Ephedra vulga-
ris e de ação semelhante à da adrenalina ou
epinefrina: estimulante do sistema nervoso
central.
Efeito secundário de medicamentos – Reação
indesejável ou nociva do medicamento quan-
do administrado em doses normais.
Eczema
Eczema
 Elefantíase
ECTRODACTILIA ELEFANTÍASE
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Eletrocardiografia – Exame subsidiário que se
utiliza da aplicação de método gráfico para o
estudo das correntes elétricas que acompa-
nham as contrações cardíacas.
Eletrocardiograma – Método diagnóstico de dis-
túrbios do coração.
Eletroencefalograma – Representação gráfica
da atividade elétrica cerebral.
Eletrocautério – Instrumento aquecido por ele-
tricidade que se usa para a destruição por ca-
lor dos tecidos, como a eliminação de verru-
gas ou tumorações superficiais cutâneas.
Eletrochoque ou terapia eletroconvulsiva –
Técnica terapêutica psiquiátrica que utiliza
corrente elétrica sobre a cabeça para produzir
uma convulsão.
Eletrocirurgia – Cirurgia baseada no uso de ins-
trumentos elétricos que funcionam com cor-
rentes de alta freqüência. Os tipos específicos
de eletrocirurgia são: a eletrocoagulação e a
eletrodissecação.
Eletrocoagulação – Método de eletroterapia que
utiliza forte calor desenvolvido em um tecido
e circunvizinhanças de eletrodo puntiforme,
quando por ele se faz passar uma corrente al-
ternada de alta freqüência, sendo o outro ele-
trodo bem grande.
Eletrocução – Morte pela eletricidade.
Eletrodiagnóstico – Todos os exames de diag-
nóstico que estudam diferentes atividades elé-
tricas normais ou anormais do organismo. A
maioria se baseia no emprego de aparelhos
que, por meio de sensores específicos coloca-
dos em contato com o paciente, produzem um
registro gráfico da atividade elétrica em uma
tela ou uma tira de papel.
Eletrodo – Instrumento com uma ponta ou su-
perfície pela qual descarrega eletricidade para
o corpo do paciente.
Eletroforese – Exame subsidiário de transporte
em direção aos eletrodos de partículas eletri-
camente carregadas, em solução ou em sus-
pensão em um líquido.
Eletrólise – Decomposição química produzida
pela passagem da corrente elétrica por meio
do composto.
Eletrolítico – Referente à eletrólise.
Eletrólito – Substância capaz de dissociar-se em
íons quando é colocada em solução.
Eletroneuromiografia – Registro das correntes
elétricas que acompanham a atividade mus-
cular, com a ajuda de eletrodos que detectam
em repouso ou em caso de atividade muscular
espontânea.
Eletropuntura – Passagem da corrente elétrica
em agulhas introduzidas no organismo.
Eletrocardiograma
Eletroencefalograma
 Eletroforese
ELETROCARDIOGRAFIA ELETROPUNTURA
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Eletroretinograma – Registro gráfico da ativi-
dade elétrica da retina.
Eletroterapia – Técnica de reabilitação baseada nos
efeitos da corrente elétrica e do calor no corpo.
Eletrotropismo – Propriedade do protoplasma
de ser excitado ou colocado em repouso pela
eletricidade.
Eliminação – Expulsão de substâncias indeseja-
das ou resíduos do corpo.
Elixir – Preparação farmacêutica constituída de
álcool, água, açúcar e essência.
Elongação – Alongamento traumático de um
órgão. Estiramento terapêutico por tração.
Emasculação – Castração no homem. Amputa-
ção do pênis e retirada dos testículos.
Embolectomia – Em Cirurgia Vascular, a remo-
ção cirúrgica de um trombo de dentro do vaso
sangüíneo.
Embolia – Oclusão de um vaso sangüíneo por
um coágulo sangüíneo. Também pode ser for-
mado por tecido gorduroso, elementos calcá-
rios procedentes de um vaso sangüíneo e pe-
quenas bolhas de ar. É ocorrência grave que
deve ser tratada com urgência.
Êmbolo –Fragmento de placa de ateroma ou
coágulo na corrente sangüínea. Parte poste-
rior de uma seringa.
Embrião – Produto da fecundação durante os três
primeiros meses; a partir do 4º mês denomi-
na-se feto.
feto morto, com ajuda de instrumento deno-
minado embriótomo.
Embrocação – Aplicação de um medicamento
por meio de fricção.
Emenagogo – Substância que estimula a mens-
truação. Sinônimo de Emenogênico.
Emenologia – Estudo da menstruação.
Emese – Ato de vomitar.
Emético – Medicamento que produz vômito.
Emetina – Alcalóide extraído da ipecacuanha,
utilizado como medicamento e poderoso emé-
tico.
Emetismo – Intoxicação pela emetina.
Emetocartártico – Vomitivo e purgativo.
Emetocatarse – Ocorrência de vômito simulta-
neamente à evacuação intestinal.
Emetropia – Refração normal do olho.
Emétropo – Pessoa com refração normal.
Emissão – Expulsão de líquidos ou de gases do
corpo.
Emoção – Resposta do corpo a sensações.
Emolientes – Substâncias que relaxam e amole-
cem tecidos inflamados.
Emotividade – Capacidade de cada indivíduo
para reagir mais ou menos intensamente a
impressões percebidas.
Empiema – Coleção purulenta situada em cavi-
dade natural.
Empírico – Método baseado na prática médica
diária. Diz-se de conhecimento que provém, sob
perspectivas diversas, da experiência racional.
Empirismo – Doutrina ou atitude que admi-
te, quanto à origem do conhecimento, que
este provenha unicamente da experiência,
seja negando a existência de princípios pu-
ramente racionais, seja negando que tais
princípios possam, independentemente da
experiência, levar ao conhecimento da ver-
dade. Opõe-se ao racionalismo. Certo tipo
de charlatanismo.
Emplastro – Técnica para uso externo; ligeira-
mente amolecido no calor brando e que se tor-
na, então, aderente.
Emprostótono – Espasmo muscular com con-
trações tônicas, em que o corpo se encurva
para frente.
Embriogênese – Desenvolvimento do embrião.
Embriologia – Ramo da Morfologia que estuda
o desenvolvimento desde a fecundação.
Embriopatia – Malformações decorrentes de
ações exercidas sobre o produto da concep-
ção durante o período embrionário da vida
intra-uterina.
Embriotomia – Todas as operações que consis-
tem em esmagar ou retalhar a cabeça de um
Embrião
ELETRORETINOGRAMA EMPROSTÓTONO
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Emulsão – Líquido de aparência leitosa que traz,
em suspensão, uma substância gordurosa fi-
namente dividida.
Emulsionante – Substância que se mistura às
gorduras.
Enantema – Manchas vermelhas mais ou me-
nos extensas, observadas nas mucosas.
Encefalite – Inflamação dos hemisférios cere-
brais, do cerebelo e do tronco encefálico.
Deve-se à doença viral em outra região do or-
ganismo ou à invasão direta de um microor-
ganismo.
Encéfalo – Parte do sistema nervoso central que está
situado dentro do crânio e é composto pelo cére-
bro, cerebelo, protuberância e bulbo espinhal.
Encefalorrafia – Malformação caracterizada por
um defeito de fechamento da parte do tubo
neural correspondente ao encéfalo.
Encefalocele – Ectopia, na face externa do crâ-
nio, de uma parte do cérebro ou de suas mem-
branas.
Encefalografia – Exame subsidiário para explo-
ração radiográfica do encéfalo.
Encefalomalácia – Amolecimento cerebral.
Encefalomeningite – Inflamação do encéfalo e
das meninges.
Encefalomielite – Inflamação do neuroeixo que
se manifesta por cefaléia; rigidez da nuca e
distúrbios visuais, psíquicos e motores, obser-
vados, algumas vezes, no decurso de febres
eruptivas e que termina, quase sempre, pela
cura com ou sem seqüelas.
Encefalopatia – Conjunto de distúrbios do en-
céfalo que causam infecções, alterações do es-
tado geral ou intoxicações e que correspon-
dem a alterações anatômicas severas e varia-
das de diversas etiologias.
Encefalorragia – Hemorragia no encéfalo.
Encistamento – Formação de uma camada de
tecido conjuntivo denso, ou em torno de um
corpo estranho, ou de uma produção patoló-
gica que se encontra, portanto, isolada do te-
cido circundante.
Encoprese – Transtorno caracterizado pela falta
de controle do esfíncter anal, produzindo-se
uma incontinência fecal.
Endarectomia – Em Cirurgia Vascular, técnica
praticada nos casos de oclusão ou estenose de
uma artéria, para restabelecer a permeabili-
dade do vaso.
Endarterite – Inflamação da túnica interna de
uma artéria. Pode coexistir com inflamação
das outras túnicas.
Endemia – Doença transmissível que existe em
grande número, em uma determinada região.
Endêmico – Relacionado a uma endemia.
Endoaminoscopia – Exame visual do feto in
utero por meio de um fibroscópio introduzi-
do no útero após laparotomia.
Endocárdico – Referente ao endocárdio, cama-
da interna do coração.
Endocárdio – Camada interna das cavidades
cardíacas, a qual é formada por uma só cama-
da de células e está em contato direto com o
sangue que o coração bombeia.
Endocardite – Inflamação do endocárdio.
Endocavitário – Situado no interior de uma ca-
vidade.
Endocervicite – Inflamação da mucosa do canal
cervical uterino.
Endocitose – Penetração, no interior do fagóci-
to, de partículas estranhas: fragmentos celu-
lares, hemácias alteradas e bactérias.
Endocolpite – Inflamação da mucosa vaginal.
Endócrino – Glândula de secreção interna que
lança seu produto diretamente no sangue.
Endocrinologia – Ramo da Medicina que es-
tuda glândulas de secreção interna e hor-
mônios.
Endocrinopatia – Doença das glândulas endó-
crinas.
Endoftalmia – Inflamação do conteúdo ocular.
Endogástrico – Situado dentro do estômago.
Endógeno – Formado no próprio organismo.
Endolinax – Pequena ameba não-patogênica que
vive no intestino grosso.
Endolinfa – Líquido que existe no labirinto, ore-
lha interna.
Endoluminal – Termo que se relaciona ao inte-
rior de um vaso ou um canal.
Endometrial – Termo que se refere à mucosa
uterina.
EMULSÃO ENDOMETRIAL
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Endométrio – Camada que recobre o útero na
parte interna.
Endometrioma – Variedade nodular circunscri-
ta de endometriose que pode estar incluída no
miométrio ou constituir pólipo situado na ca-
vidade uterina.
Endometriose – Em Ginecologia, é o desenvol-
vimento, fora de sua localização habitual, de
endométrio normal. Situa-se, mais freqüente-
mente, no corpo do útero, próximo à cavida-
de, com aprofundamento de pequenos diver-
tículos no músculo uterino, seja na própria es-
pessura deste ou do peritônio.
Endometrite – Inflamação do endométrio.
Endomiocardite – Inflamação simultânea do
endocárdio e do miocárdio.
Endomísio – Membrana de tecido conjuntivo que
envolve cada fibra muscular estriada.
Endoneuro – Bainha conjuntiva que envolve
cada axônio no interior de um feixe nervoso.
Endoparasito – Parasita interno do animal ou
vegetal.
Endopericardite – Inflamação do pericárdio e
do endocárdio.
Endoprótese – Colocação, no interior do orga-
nismo, de uma peça de metal ou plástico, des-
tinada a substituir, de modo permanente, um
osso, uma articulação, uma válvula cardíaca
ou reestabelecer o fluxo adequado de um vaso
sangüíneo.
Endorfina – Uma das morfinas endógenas for-
mada por grandes cadeias protéicas.
Endoscopia – Exame subsidiário de cavidades
internas, mediante uma sonda rígida ou flexí-
vel, que contém fibra de vidro transmissora
de luz, produzindo imagem em visor ou em
terminal similar às telas de televisão.
Endoscopia digestiva – Endoscopia na qual o
aparelho é introduzido pela boca ou pelo ânus
e permite visualizar o tubo digestivo além de
obter amostras para biópsia ou conter san-
gramento.
Endoscópio – Instrumento para examinar super-
fícies internas.
Endossalpingiose– Anomalia congênita ou ad-
quirida da tuba uterina.
Endosmose – Nome dado à corrente osmótica
que, por meio de uma membrana semiper-
meável, penetra em um sistema fechado, cujo
conteúdo é hipertônico em relação ao meio.
Endotelina – Peptídeo fortemente vasconstritor
e broncoconstritor, composto de 21 aminioá-
cidos e produzido pelas células endoteliais a
partir de 2 precursores sucessivos inativos, a
pro-endotelina depois a bigendotelina.
Endotélio – Camada mais interna dos vasos em
contato direto com o sangue; formado por uma
única camada de células.
Endotelioma – Tumor desenvolvido a partir das
células endoteliais. Endotelioma intravascu-
lar: tumor muito raro, desenvolvido a partir
do endotélio dos capilares sangüíneos, forma-
do por um sistema de cavidades tubulares que
se comunicam entre elas, contendo sangue e
revestido de células volumosas, cúbicas ou ci-
lindrocônicas.
Endotoxina – Toxina contida no interior do cor-
po das bactérias Gram negativas e que não se
difunde nos meios de cultura.
Endovírus – Retrovírus cujo genoma apresen-
ta uma homologia muito grande ou com-
pleta com algumas partes do genoma da cé-
lula não infectada, hospedeiro natural des-
se vírus.
Enema – Injeção de líquido no reto para ajudar a
expulsão das fezes. Com finalidades diagnós-
ticas, introduz-se contraste radiológico para
ver a forma e mobilidade do intestino grosso.
Enervação – Retirada ou secção de um nervo ou
de um grupo de nervos que inervam uma re-
gião do corpo.
Enfaixe – Bandagem, curativo com ataduras.
Enfermo – Doente.
Enfisema – Infiltração gasosa difusa do tecido
celular.
Enfisema pulmonar – Doença do pulmão, ca-
racterizada por dilatação e destruição dos
bronquíolos respiratórios e elementos conjun-
tivo-elásticos da parede dos alvéolos.
Enjôo cinético – Quadro de náuseas e vômitos
que pode apresentar-se nos deslocamentos por
mar e ar e nas viagens em automóvel e trem.
ENDOMÉTRIO ENJÔO
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Enoftalmia – Posição anormal do globo ocular
que se encontra na órbita em uma posição mais
profunda do que estaria em estado normal.
Enolismo – Forma de alcoolismo provocada pelo
abuso quase exclusivo de vinho e que se tra-
duz, sobretudo, por distúrbios digestivos, he-
páticos e nervosos.
Enostose – Tumor num osso.
Ensaio clínico – Tipo de estudo de investigação
que é utilizado para provar a relação causa-efei-
to entre diferentes variáveis. Nele, incluem-se
um grupo experimental de pacientes, no qual
se ensaia uma intervenção de interesse, e outro
grupo de controle, no qual se comparam os re-
sultados obtidos com a intervenção. Os pacien-
tes que entram em um ou outro grupo de inves-
tigação devem ser selecionados aleatoriamen-
te. A legislação atual exige dos investigadores
de ensaios clínicos que dêem exaustiva infor-
mação aos pacientes, que obtenham seu con-
sentimento informado e a adoção de garantias
legais (seguro de responsabilidade civil, direito
ao abandono da experiência a pedido próprio,
etc.). Para evitar excessos, os ensaios clínicos
devem ser autorizados, previamente, por um co-
mitê ético do qual não participe o investigador
e nenhuma pessoa relacionada com o ensaio.
Ensiforme – Em forma de espada.
Entamoeba histolytica – Parasita que causa a di-
senteria amebiana e a amebíase em geral.
Enteral – Intestinal.
Enteralgia – Dor intestinal.
Enterectomia – Excisão de parte do intestino.
Entérico – Relativo ao intestino.
Enterite – Inflamação da mucosa intestinal.
Entero-entero anastomose – Técnica cirúrgica
de ligação de duas partes do intestino, sem pra-
ticar a ressecção prévia.
Enterobacter – Gênero bacteriano que pertence
à família das Enterobacteriaceae.
Enterobiase – Também recebe o nome de oxiuría-
se. É infecção intestinal do homem que se ca-
racteriza por uma intensa coceira anal noturna
causada pela saída das fêmeas do verme entero-
bius vermicularis, as quais parasitam no intesti-
no, na margem anal para depositar seus ovos.
Enterocistocele – Hérnia cujo saco contém o in-
testino e parte da bexiga urinária.
Enteróclise – Enteroclisma, lavagem intestinal.
Introdução no intestino, pelo canal anal, de
grande quantidade de água pura ou com me-
dicamento.
Enteroclisma – Enteróclise, lavagem intestinal.
Enterococo – Bactéria ovóide não-hemolítica,
encontrada no intestino do homem e respon-
sável por infecções urinárias e endocardites
subagudas.
Enterocolite – Inflamação simultânea do intes-
tino delgado e do cólon.
Entero-hepatocele – Hérnia umbilical embrio-
nária que contém fígado e alças intestinais.
Enteróide – Apresenta estrutura semelhante à do
intestino.
Enterólito – Cálculo no intestino.
Enterologia – Estudo do intestino.
Enterologista – Especialista em Enterologia.
Enteropatia – Denominação genérica de doen-
ças do intestino.
Enteropatogênico – Agente responsável por do-
ença intestinal.
Enteropexia – Fixação do intestino.
Enteroptose – Prolapso do intestino.
Enterorrafia – Sutura de parte do intestino.
Enterorragia – Hemorragia de origem intestinal.
Enterostomia – Formação de uma abertura co-
municando o intestino com o exterior.
Enterotomia – Incisão do intestino.
Enterotoxina – Toxina de origem intestinal.
Enterovírus – Nome genérico de numerosos ví-
rus ARN (RNA) descobertos no tubo digesti-
vo humano.
Entorse – Lesão dos ligamentos que sujeitam e
estabilizam uma articulação por um esforço
que ultrapasse a mobilidade normal desta, ten-
sionando demais os ligamentos e podendo le-
var à sua ruptura parcial.
Entranhas – Vísceras abdominais.
Entrevado – Pessoa confinada ao leito por sua
doença.
Entrópio – Alterações da posição normal da bor-
da da pálpebra inferior, que está voltada para
dentro.
ENOFTALMIA ENTRÓPIO
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Entubação duodenal – Introdução de sonda
no intestino, pela boca, para colher bile para
exame.
Entubação orotraqueal – Introdução de um tubo
no interior da luz traqueal, por meio da glote.
Enucleação – Descapsulização de um tumor ou
órgão para extração.
Enurese – Emissão involuntária e insconsciente
de urina, que acontece em ausência de lesão
do sistema urinário, em geral à noite, em cri-
anças de mais ou menos cinco anos.
Envelhecimento – Conjunto de modificações
morfofisiológicas e psicossociais, decorren-
tes da passagem do tempo com diminuição da
capacidade de sobrevivência.
Envenenamento – Intoxicação pela ingestão ou
absorção de um veneno.
Enxaqueca – Dor de cabeça intensa, pulsátil e
de origem vasomotora. Deve-se procurar um
médico Neurologista.
Enxerto – Implante de uma parte de tecido ou
órgão coletada dele mesmo, ou de outro.
Enzima – Substância de natureza protéica ela-
borada por um ser vivo e capaz, por suas pro-
priedades catalíticas, de ativar uma reação quí-
mica definida.
Eosina – Corante ácido muito utilizado para cor-
tes histológicos.
Eosinócito – Célula que se cora pela eosina.
Eosinofilia – Afinidade pelos reativos em que o
ácido é o agente corante, particularmente a
eosina.
Eosinófilo – Que apresenta afinidade pela eosina.
Eosinófilo – Célula sangüínea. Tipo de glóbulo
branco. Sua principal característica morfoló-
gica é a presença de grânulos citoplasmáticos
acidófilos, os lisossomos.
Epêndima – Membrana que recobre o canal cen-
tral da medula espinal e dos ventrículos.
Ependimite – Inflamação do canal do epêndima.
Ependimoma – Tumor em geral, histologicamente
benigno, observado na criança, situado nos ven-
trículos cerebrais ou no interior da medula.
Epicanto – Prega cutânea que vai do nariz ao
supercílio, na pálpebra, na raça amarela.
Epicárdio – Membrana de tecido conjuntivo que
recobreem razão
de um processo inflamatório, infeccioso ou
tumoral.
Adenossarcoma – Tumor que se desenvolve a
partir de elementos de uma glândula.
Adenosina desaminase (ADA) – Enzima cuja
deficiência se associa à perda da capacidade
de proliferação de linfócitos.
Adenite – Inflamação aguda ou crônica dos
linfonodos.
Adenocarcinoma – Tumor epitelial maligno que
se localiza nas glândulas.
Adenofleigmão – Inflamação dos linfonodos
produz supuração.
Adenóide – Massa de tecido linfóide, em forma
de lóbulos, denominada tonsila faríngea.
Adenoidectomia – Extirpação cirúrgica do teci-
do linfóide da nasofaringe, das tonsilas farín-
geas ou das adenóides. O motivo mais comum
para realizar-se essa operação é a infecção crô-
nica das adenóides.
Adenoidite – Infecção das tonsilas faríngeas que
se inflamam, aumentam de tamanho e obstru-
em a passagem do ar das fossas nasais para a
garganta. Também pode obstruir as aberturas
das tubas auditivas e dificultar a passagem de
ar para os ouvidos. Em crianças, pode provo-
car sono agitado e enurese.
Adenóide
Adenina
Conchas nasais
Faringe
ADAMANTINOMA ADENOSINA
Adenóide
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Adenotomia – Incisão em uma glândula.
Adenovírus – Qualquer vírus que pertença à
família dos Adenoviridae. Possui sime-
tria cúbica, é desprovido de envelope e agen-
tes de considerável número de doenças do
Homem.
Aderência – Faixa de tecido cicatricial que une
duas superfícies, normalmente separadas en-
tre si. Pode aparecer depois de operação, in-
flamação ou trauma. Caso a aderência en-
volva parte do intestino, pode desenvolver-
se obstrução de sua luz, com bloqueio do
trânsito intestinal. Se o quadro de dor de-
corrente de aderências intestinais perdurar
mais do que 6 horas, denomina-se abdome
agudo.
Adesão – Capacidade de união estável entre ob-
jetos, células ou organismos.
Adesivo – Objeto com propriedade de adesão.
Pode ser associado a medicamentos. O espa-
radrapo é um adesivo conhecido.
Adiaforese – Falta ou diminuição acentuada de
sudorese.
Adianocinesia – Impossibilidade de fazer movi-
mentos rápidos e alternados.
Adiastolia –Ausência de capacidade de relaxa-
mento do miocárdio.
Adição – Dependência de uma substância.
Adicto – Diz-se de quem é dependente de qual-
quer tipo de droga, ou drogadicto.
Adinamia – Pessoa acometida da sensação de
fraqueza muscular.
Adipose – Acúmulo excessivo de gordura no
corpo. Sinônimo de adiposidade.
Aditivos alimentares –Substâncias utilizadas
para alterar características dos alimentos.
São eles: conservantes, colorantes, aroma-
tizantes, emulsificantes, vitaminas e mine-
rais.
Adjuvante – Substância secundária em prepara-
ção farmacêutica ou tratamento. As terapias
adjuvantes no câncer são a quimioterapia, ra-
dioterapia ou braquiterapia.
Adoção – Processo pelo qual se transfere aos pais
adotivos todos os direitos e deveres dos pais
naturais, de uma forma irrevogável e perma-
nente.
Adolescência – Período de desenvolvimento cuja
principal característica é o rápido crescimen-
to físico e psicológico. A OMS (Organização
Mundial de Saúde) estabelece como limites
de idades dos 10 aos 19 anos, em ambos os
sexos.
Adrenal – Antigamente denominada glândula
supra-renal, localizada sobre os rins.
Adrenalectomia – Exérese de uma ou de ambas
adrenais.
Adrenalina – Hormônio produzido na adrenal,
no sistema nervoso central e nas terminações
nervosas. Sua principal função é facilitar a
transmissão do impulso nervoso. Estimula a
ação cardíaca, eleva a pressão sangüínea e
tem ação relaxadora nos músculos ligados aos
brônquios. Sinônimo de epinefrina.
Adrenogenital, síndrome – Doença endócrina
decorrente de atividade anormal do córtex
adrenal, que produz quantidades inferiores de
cortisol e superiores de andrógenos. Caracte-
riza-se por uma puberdade precoce nos ho-
mens e masculinização dos genitais externos
em mulheres, denominando-se pseudo-
hermafroditismo.
Adsorção – Aderência de uma substância à su-
perfície de outra.Adenovírus
ADENOTOMIA ADSORÇÃO
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Aeróbio – Organismo ou processo químico que
necessita de oxigênio.
Aerocolia – Acúmulo de gases no interior dos
intestinos.
Aerocolpos – Distensão da vagina decorrente de
acúmulo de ar.
Aerofagia – Presença de ar no esôfago e no es-
tômago.
Aerofobia – Medo de correntes de ar, vento for-
te; observada freqüentemente na raiva.
Aerogastria – Presença de ar no estômago.
Aerossol – Gás pressurizado que contém subs-
tância finamente nebulizada para tratamentos
inalatórios.
Afacia – Ausência congênita do cristalino.
Áfaco – Termo que designa o olho com afacia.
Afagia – Inaptidão para deglutição.
Afasia – Incapacidade para comunicar-se por
meio da linguagem falada. Pode ser decorrente
de doenças ou traumas.
Afebril – Pessoa que se apresenta sem febre.
Afecção – Doença, enfermidade.
Aferente – De direção centrípeta, para um cen-
tro. Fibras nervosas aferentes são sensitivas.
Afeto – Reação psíquica diante de certas situações.
Afibrinogenia – Ausência total de fibrinogênio
no plasma.
Afinidade – Sinônimo de atração.
Aflegmático – Não inflamatório.
Afogamento – Asfixia por imersão em líquido,
geralmente água.
Afonia – Diminuição da voz.
Afrodisia – Apetite sexual exagerado.
Afta – Ulceração superficial situada na mucosa
da boca.
Adução – Movimento de um membro ou de um
segmento de membro cujo resultado é
aproximá-lo do plano mediano do corpo, opos-
to à abdução.
Adução
Adulteração – Alteração ou diluição da pureza
de uma substância pela adição de material es-
tranho. É um procedimento comum na mani-
pulação de drogas ilegais, às quais se acres-
centam substâncias variadas e perigosas.
Adutor – Denominação de um músculo que
movimenta parte do corpo em direção ao pla-
no sagital mediano. Adutor magno, músculo
da região medial da coxa.
Aedes – Gênero de mosquito presente em regiões
tropicais. Algumas das espécies podem ser
intermediárias e transmitir doenças ao Ho-
mem, como o Aedes egypti na dengue.
Aeração – Troca de sangue com alto teor de gás
carbônico por sangue com alto teor de oxigê-
nio no processo denominado hematose.
Plano mediano do corpo
Adução
Afta
Afta
ADUÇÃO AFTA
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Aftose – Doença caracterizada pela presença de
aftas nas mucosas da boca e genitália.
Afusão – Aspersão. Jato de água sobre o corpo
para obter diminuição de temperatura.
Agalactia – Ausência de secreção de leite após o
parto.
Ágar ou Ágar-ágar – Alga da família das Florí-
deas, comum nos mares do Japão. Contém
produto colóide, utilizado para fazer meios de
culturas sólidos.
Agastria – Ausência de estômago decorrente de
ressecção total.
Agenesia – Ausência de desenvolvimento de cer-
tas partes do corpo.
Agenitalismo – Indivíduo privado da secreção
de glândulas sexuais.
Ageusia – Perda da gustação.
Aglossia – Ausência congênita da língua.
Agranulocitose – Doença grave que produz
acentuada diminuição dos leucócitos e ma-
nifesta-se por úlceras na faringe, nos intes-
tinos ou na pele.
Alérgeno – Substância ou organismo causador
de reações alérgicas.
Aglutinação – Características de determinadas
células, como bactérias ou glóbulos sangüíneos,
em suspensão, de aglutinar-se quando se trata
essa suspensão com soro imune. Essa proprie-
dade é básica para certas provas laboratoriais
para diagnóstico de inúmeras doenças.
Aglutinina – Substância que temo miocárdio.
Epicondilalgia – Dor no epicôndilo.
Epicrânio – Couro cabeludo.
Epicrise – Uma segunda crise.
Epicrítico – Que sobrevém a uma crise. Sensi-
bilidade táctil e térmica fina e discriminativa.
Epidemia – Doença que surge rapidamente num
lugar e acomete, a um tempo, um grande nú-
mero de pessoas. Surto de agravação de qual-
quer endemia.
Epidemiologia – Ramo da Medicina que estuda
diferentes fatores que intervêm no apareci-
mento e na evolução das doenças, quer esses
fatores dependam do indivíduo ou do meio que
o circunda.
Epiderme – Camada superficial da pele forma-
da por um epitélio estratificado pavimentoso
queratinizado que compreende uma camada
profunda constituída desde a profundidade até
a superfície pela camada basal.
 Eosinófilo Epiderme
Epiderme
ENTUBAÇÃO EPIDERME
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Epidermização – Enxerto cutâneo; ato de co-
brir uma região com retalhos de pele.
Epidermófito – Dermatófito, fungo parasita da
pele.
Epidermóide – Semelhante à epiderme.
Epidermólise – Destruição da epiderme.
Epididimite – Inflamação do epidídimo.
Epidídimo – Órgão alongado localizado na bol-
sa testicular, responsável por armazenar es-
permatozóides produzidos no testículo.
Epiglote – Peça cartilaginosa mediana, achata-
da, móvel, que pode fechar a glote e situada
atrás da raiz da língua. Protege a laringe.
Epidural (método) – Técnica anestésica de in-
trodução de uma substância medicamentosa
no espaço epidural.
Epífise – Extremidade de um osso longo. Glân-
dula pineal.
Epifisite – Inflamação de uma epífise.
Epifora – Lacrimejamento contínuo.
Epigastralgia – Dor no epigástrio.
Epigástrio – Região superior e mediana do ab-
dômen, enquadrada, lateralmente, pelos hipo-
côndrios e correspondente ao estômago e lobo
esquerdo do fígado.
Epilação – Depilação; remoção dos pêlos.
Epilatório – Depilatório.
Epilepsia – Doença crônica caracterizada pela
repetição de paroxismos decorrentes de des-
cargas epilépticas; ativação súbita, simultâ-
nea e anormalmente intensa de um grande
número de neurônios cerebrais.
Epileptiforme – Semelhante à epilepsia.
Epileptogênico – Que determina a crise de
epilepsia.
Epimastigoto – Estágio de tripanossomas quan-
do eliminados nas fezes dos insetos.
Epimísio – Bainha conjuntiva que circunda um
músculo estriado.
Epinefrina – Adrenalina.
Epinefrite – Inflamação da glândula supra-
renal.
Epinefroma – Tumor da glândula supra-renal.
Epineurectomia – Retirada da bainha de um nervo.
Epiploíte – Inflamação aguda ou crônica de uma
parte do epíploo.
Epíploo – Dobra do peritônio, de tecido adipo-
so, que flutua livre no abdome, indo do estô-
mago aos órgãos adjacentes.
Epiplóico – Relativo ao epíploo.
Epiplopexia – Fixação do epíploo à parede ab-
dominal.
Episcleral – Situado sobre a esclerótica ocular.
Epidídimo
Epifisite
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Cavidade oral
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EPIDERMIZAÇÃO EPISCLERAL
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Episclerite – Inflamação do tecido celular que
cerca a esclerótica; é mais freqüente que a es-
clerite e apresenta características semelhantes.
Episiorrafia – Sutura do períneo.
Episiorragia – Hemorragia perineal.
Episiotomia – Incisão cirúrgica que se realiza no
períneo durante o parto, um pouco antes da sa-
ída do feto ou quando se vai usar o fórceps.
Epispádias – Abertura da uretra no dorso do pênis.
Epistasia – Interação entre dois genes não ale-
los, na qual um impede o outro de exprimir-
se. É um fenômeno análogo à dominância que
se exerce entre dois genes alelos.
Epistaxe – Sangramento do nariz.
Epitálamo – Região dorsal do diencéfalo que in-
clui corpo pineal e habênula.
Epistótono – Contrações musculares generali-
zadas com encurvamento do corpo para a
frente.
Epitélio – Tecido de revestimento da pele e de
mucosas, por exemplo.
ções nervosas do nervo estatoacústico, tudo
coordenado pelo cérebro.
Equimose – Extravazamento de sangue sob a
pele, causado por um traumatismo que rompe
vasos sangüíneos cutâneos.
Equinococose – Infecção que afeta vários teci-
dos. O homem se infecta ao entrar em contato
com as fezes dos cachorros com ovos do ver-
me Equinococco granulosus; as larvas do ver-
me atravessam o tubo digestivo e produzem
cistos no fígado ou em outros órgãos.
Ereção – Endurecimento do pênis por conges-
tão ou afluxo de sangue.
Eretismo – Irritabilidade, sensibilidade exage-
rada.
Ereutofobia – Temor angustiante e mórbido
de enrubescer, acompanhado de um rubor
efetivo.
Ergastoplasma – Retículo endoplasmático gra-
nuloso
Ergometria – Também chamada prova de esfor-
ço, já que se realiza enquanto o paciente rea-
liza um esforço físico planificado, para com-
provar sua tolerância ao exercício.
Ergonomia – Ciência que estuda e analisa o tra-
balho humano e sua influência sobre fatores
anatômicos, psicológicos e funcionais.
Ergosterol – Esterol contido no ergot do centeio
e na levedura da cerveja.
Ergotina – Extrato hidroalcoólico de esporão de
centeio.
Ergotismo – Intoxicação pela ergotina.
Erisipela – Inflamação aguda da pele e do teci-
do celular subcutâneo causada por estrepto-
cocos, que produz placa avermelhada rígida
bem delimitada, depois de causar pequena ero-
são na pele, picada ou úlcera. Há dor intensa e
aumento de temperatura local.
Erisipelóide – Doença infecciosa causada por
uma bactéria que afeta quase que exclusi-
vamente a pele de pessoas que, por seu tra-
balho, manipulam produtos animais, sejam
ou não comestíveis, por meio de feridas na
pele.
Eritema –Vermelhidão mais ou menos intensa
da pele que desaparece após pressão.
Epitelioma – Tumor maligno formado pela pro-
liferação desordenada de um epitélio, não ten-
do o tecido neoformado tendência de repro-
duzir órgão definido.
Epônimo – Termo anatômico que utiliza nome
de pessoa.
Epúlide – Tumor da gengiva, do periósteo ou
do maxilar.
Equilíbrio – Função do aparelho vestibular que
garante a orientação do homem no espaço.
As forças aceleradoras atuam sobre o apare-
lho vestibular provocando mudanças em seus
líquidos internos, o que estimula as células
neurossensoriais que contêm, provocando
correntes nervosas que passarão às termina-
Epitélio
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Eritrasma – Doença de pele que se apresenta
sob a forma de placa amarelo amarronzado
seca, descamando pouco, não pruriginosa.
Eritremia – Doença de causa desconhecida, ca-
racterizada, clinicamente, por coloração ver-
melha dos tegumentos com predominância na
face, por dilatação das veias subcutâneas e das
veias do fundo do olho, por uma esplenome-
galia, dores de cabeça, vertigens e dores nos
membros inferiores.
Eritroblasto – Célula nucleada da linhagem dos
glóbulos vermelhos presente na medula óssea,
intermediária entre o pró-eritroblasto e o reti-
culócito.
medula óssea para garantir uma produção nor-
mal de hemácias.
Erogênico – Que provoca desejo sexual.
Erógeno – Erogênico.
Erosão – Áreas desnudadas na pele por uma per-
da de substância que afeta a camada mais su-
perficial da pele.
Erótico – Relativo à libido.
Erotismo – Manifestações sociais, artísticas ou
interpessoais que tentam despertar o instinto
sexual.
Eructação – Ato de expulsar ar do estômago com
um som característico.
Erupção – Rápido desenvolvimento de uma le-
são cutânea.
Eruptivo – Caracterizado por erupção.
Escabiose – Sarna, acaríase.
Escafocefalia – Malformação cranianacaracte-
rizada pela forma elevada, bastante alongada,
da frente para trás, e bem achatada lateralmen-
te, do crânio, que apresenta o tipo dolicocéfa-
lo exagerado. É decorrente de soldadura pre-
matura da sutura sagital.
Escafóide – Em forma de barco.
Escala de Glasgow – Escala de avaliação clínica
destinada a medir o nível de consciência dos
pacientes.
Escaleno – Conjunto de três músculos que se deno-
minam escaleno anterior, médio e posterior, que
se estendem da apófise transversa das vérte-
bras cervicais às duas primeiras costelas.
Escalpelo – Instrumento cortante destinado às
dissecções.
Escalpo – Arrancamento acidental do couro ca-
beludo, na totalidade ou em parte.
Escamas – Grupo de células queratinizadas, que
se desprendem em pequenas acumulações vi-
síveis, brancas ou cinzas.
Escápula – Osso da cintura superior.
Escapulalgia – Dor na escápula.
Escapuloclavicular – Referente à escápula e cla-
vícula.
Escara – Ferida que se forma por necrose teci-
dual de origem isquêmica com crosta escura
mais ou menos espessa, a qual tende a ser eli-
minada e infectar-se.
Eritroblastose fetal – Tipo de anemia hemolíti-
ca que ocorre na criança recém-nascida com
incompatibilidade de grupo sangüíneo entre
mãe e filho.
Eritrócito – Hemácia; glóbulo vermelho jovem.
Eritrocitose – Aumento anormal no número de
hemácias circulantes; situação inversa à ane-
mia.
Eritrodermia – Pele avermelhada.
Eritrofobia – Tipo especial de fobia social que
se caracteriza por um temor irracional de mos-
trar vergonha ou enrubescer em situações so-
ciais.
Eritromelalgia – Doença caracterizada por aces-
sos de dores acompanhadas de inchaço e ver-
melhidão dos tegumentos, localizados nas
extremidades e, particularmente, nos pés.
Eritromicina – Antibiótico.
Eritropoiese – Processo de produção das hemá-
cias desde seus precursores medulares, que
ocorre na medula óssea.
Eritropoietina – Hormônio produzido nos rins
que provoca um estímulo necessário sobre a
 Eritroblasto
ERITRASMA ESCARA
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Escara de decúbito – Úlcera perfurante na re-
gião lombar das pessoas imobilizadas pela
paralisia ou pelo estado de coma.
Escarificação – Incisão superficial feita com um
bisturi, uma navalha ou um aparelho especial,
denominado escarificador, e destinada a fa-
zer uma sangria local.
Escarificador – Instrumento para fazer escari-
ficações.
Escarlatina – Infecção estreptocócica aguda que
afeta, especialmente, as crianças. Causa febre,
inflamação na garganta e erupção na pele em
forma de manchas vermelhas que cobrem o
corpo.
Escarlatiniforme – Semelhante à escarlatina.
Escherichia coli – Espécie bacteriana da família
das Enterobacteriaceae, normalmente encon-
trada no intestino do homem e dos animais,
onde vive em parasitismo.
Esclerectomia – Ressecção da esclerótica prati-
cada no glaucoma crônico.
Esclerite – Inflamação da esclerótica.
Esclerodactilia – Esclerodermia limitada aos
dedos.
Esclerodermia ou esclerose sistêmica progres-
siva – Doença de causa desconhecida, evolu-
ção crônica, mas de origem auto-imune, ca-
racterizada por fibrose, alterações degenera-
tivas e anomalias nos vasos sangüíneos da pele,
das articulações e dos órgãos internos.
Escleroiridectomia – Retirada de um fragmen-
to de esclerótica e íris, destinada a corrigir
glaucoma.
Esclerólise – Ação resolutiva exercida por subs-
tâncias ou medicações sobre as produções
patológicas de tecido fibroso.
Escleroma – Placa de endurecimento.
Escleromiosite – Extensão da esclerose aos mús-
culos subjacentes nas regiões atingidas por
esclerodermia.
Esclerosado – Com esclerose.
Esclerosante – Que produz esclerose.
Esclerose lateral amiotrófica (ELA) – Doen-
ça neurológica degenerativa dos neurônios
motores, que produz uma atrofia dos múscu-
los das extremidades e que se propaga até
afetar a maior parte do corpo. Seu mecanis-
mo é a degeneração dos neurônios motores
da medula espinal.
Esclerose múltipla – Degeneração da mielina,
impedindo a transmissão dos centros nervo-
sos. A mielina é uma substância branca que
protege as fibras dos neurônios, recobrindo-
as, e sua progressiva destruição permite que
os diferentes órgãos do corpo deixem de exer-
cer suas funções.
Esclerótica – Membrana opaca e resistente que
reveste a zona mais externa do olho, exceto
em sua parte anterior, substituída pela córnea.
Escleroticotomia – Incisão da esclerótica para
aliviar o glaucoma.
Esclerotomia – Escleroticotomia.
Escoliose do escolar e adolescente – Curvatura
real na coluna pela existência de uma gibosi-
dade, o desnivelamento da pélvis e o desequi-
líbrio do nível das escápulas ao inclinar-se para
frente.
Escoliose infantil – Presença de uma ou mais
curvas laterais da coluna vertebral da criança.
Escoliose na primeira infância – Presença de
hemivértebras anormais que, afetando seg-
mentos mais ou menos longos, causam defor-
mação intensa, na qual o lactante manifesta
uma tendência a manter o tronco e a cabeça
para o lado da concavidade.
Escoliótico – Referente à escoliose.Escápula
Escápula
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Escoliótomo – Instrumento para cortar ossos ou
tecidos duros.
Escopofilia – Prazer sexual que se obtém pela
observação de cenas sexualmente estimulan-
tes ou os genitais de outras pessoas. Também
chamado voyeurismo.
Escorbuto – Doença originada pela falta de vi-
tamina C ou ácido ascórbico.
Escoriação – Erosão, perda superficial dos tecidos.
Escorpião – Aracnídeo venenoso que apresenta
uma estrutura capaz de puncionar, que tem
bolsa de veneno.
Escotoma – Ponto escuro no campo visual.
Escotoma cintilante – Pontos luminosos no campo
visual.
Escrófula – Tuberculose ganglionar.
Escrofulodermia – Tuberculose da pele.
Escrofulose – Tuberculose ganglionar.
Escrotal – Relativo ao escroto.
Escrotite – Inflamação do escroto.
Escroto – Pele que recobre testículos e epidídimos.
Esfenocefalia – Malformação do crânio carac-
terizada por um aspecto triangular com vérti-
ce posterior; uma variedade de craniostenose,
inversa à trigonocefalia.
Esfenoidal – Referente ao osso esfenóide.
Esfenóides – Osso ímpar que se articula com
todos os ossos do crânio.
Esferócito – Glóbulo vermelho de forma es-
férica.
Esfígmico – Relativo ao pulso.
Esfigmocardiógrafo – Aparelho que registra,
graficamente, os movimentos do pulso.
Esfigmograma – Traçado do pulso.
Esfigmanômetro – Instrumento utilizado para
medir a pressão arterial.
Esfíncter – Faixa circular de fibras muscula-
res que fecham uma abertura normal do or-
ganismo.
Esfincteralgia – Dor no esfíncter.
Esfincteroplastia – Reparação cirúrgica de um
esfíncter.
Esfincterotomia – Divisão dos músculos de um
esfíncter.
Esfoliação – Desprendimento das camadas mor-
tas da superfície da pele.
Esfregaço – Material espalhado numa lâmina de
vidro para exame. Amostra de laboratório para
o exame microscópico que se prepara esten-
dendo uma fina película de tecido sobre uma
porta de vidro transparente.
Esfregaço cervical – Esfregaço das secreções
mucosas do colo do útero.
Esmalte – Camada externa dos dentes.
Esmagamento, síndrome de – Traumatismo
significativo que esmaga e destrói grande
quantidade de tecido muscular e ósseo,
acompanhado de hemorragia, perda de lí-
quidos.
Esmegma – Secreção das glândulas sebáceas,
espessa e branca, de odor desagradável no
sulco bálano-prepucial e na base dos peque-
nos lábios, junto ao clitóris.
Esofagismo – Espasmo do esôfago.
Esofagite – Inflamação da mucosa interna do
esôfago, geralmente pelo refluxo de suco gás-
trico procedente do estômago.
Escrotocele – Hérnia do escroto.
Esculápio– Na Mitologia grega, Deus da Medi-
cina. Segundo a lenda, Esculápio, filho de
Apolo, foi ensinado na arte da cura pelo cen-
tauro Quirón. Conseguiu um domínio de tal
ciência que não somente curava os doentes.
Zeus, temeroso de que Esculápio ensinasse aos
mortais a escapar da morte, matou-o com um
raio. Esculápio considerava sagradas as ser-
pentes, daí deriva o símbolo da Medicina mo-
derna, isto é, um báculo com uma serpente
enrolada em volta dele.
Esfacelodermia – Gangrena da pele.
Escroto
Escroto
ESCOLIÓTOMO ESOFAGITE
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Esôfago – Segmento do tubo digestivo que liga
a faringe ao estômago.
Esofagocele – Hérnia do esôfago.
Esofagomalácia – Amolecimento do esôfago.
Esofagoplastia – Operações destinadas a corri-
gir defeitos do esôfago.
Esofagoptose – Prolapso do esôfago.
Esofagoscópio – Instrumento para exame visual
do esôfago.
Esofagostenose – Estreitamento do esôfago.
Esofagostomia – Abertura de comunicação en-
tre o esôfago e o exterior.
Esofagotomia – Incisão do esôfago.
Esotropia – Estrabismo convergente.
Espaço linfático – Espaço microscópico entre
as células.
Espaniomenorréia – Alongamento do intervalo
que separa as regras.
Esparadrapo – Emplastro adesivo.
Espasmo – Contração involuntária e espontânea
de um músculo de qualquer localização.
Espasmódico – Rígido; com espasmo.
Espasmolítico – Medicamento que combate es-
pasmo.
Espástico – Em estado espasmódico.
Espátula – Espécie de faca de madeira, de metal ou
de outro material achatada e sem lâmina cortante.
Especialista – Médico que, após os seis anos da
graduação, dedica mais dois a seis anos para
adquirir conhecimento e técnicas relacionadas
ao diagnóstico e tratamento das doenças. Tal
especialidade depende da realização de um
programa credenciado e/ou reconhecimento
por Sociedades de Especialistas.
Espécie – Grupo de animais ou de vegetais que
têm as mesmas características.
Específico – Medicamento que age de maneira
especial curando determinada doença.
Espéculo – Instrumento que se usa para separar
e retrair as paredes de uma cavidade orgânica
a fim de facilitar seu exame.
Espelho frontal – Espelho circular que o médico
prende à sua testa e que, mediante reflexão do
raio luminoso, permite uma série de exames.
Esperma – Líquido formado pelos espermato-
zóides e pelas secreções da próstata e vesícu-
las seminais.
Espermatite – Deferentite, inflamação do ducto
deferente.
Espermatocele – Cisto em uma parte do epidídimo.
Espermatocistite – Inflamação da vesícula seminal.
Espermatogênese – Processo de formação do es-
perma.
Espermatogonia – Célula germinal masculina,
contida no testículo, a partir da qual se produ-
zem os espermatozóides mediante o processo
de espermatogênese.
Espermatorréia – Incontinência de esperma.
Espermatozóides – Células haplóides masculi-
nas produzidas no testículo e eliminadas du-
rante o processo de ejaculação.
Esôfago
Esôfago
Espermatúria – Presença de esperma na urina.
Espermicida – Agente químico que tem a capa-
cidade de destruir os espermatozóides e é uti-
lizado com finalidade anticonceptiva.
Espermograma – Estudo de laboratório do pro-
duto da ejaculação.
Espermatozóide
Capuz
Cabeça
Cauda
ESÔFAGO ESPERMOGRAMA
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Espícula – Fragmento de um osso.
Espinha bífida – Fissura congênita dos arcos
vertebrais.
Espinha bífida oculta – Fechamento defeituoso
da coluna vertebral na região lombosacra não
acompanhada de protrusão herniária da me-
dula espinhal nem das meninges.
Espiral – Bandagem em forma de caracol.
Espiral reversa – Enfaixe de um membro.
Espirometria – Exame para o diagnóstico da
função pulmonar.
Espirômetro – Aparelho que mede a capacida-
de respiratória dos pulmões.
Espiroqueta – Tipo de bactérias móveis em for-
ma de espiral como o treponema da sífilis, a
leptospira e o agente causador da febre recor-
rente.
Espirro – Expulsão forçada, involuntária e súbi-
ta de ar por meio da boca e nariz.
Esplancnocele – Hérnia de uma víscera ou de
parte dela.
Esplâncnico – Relativo às vísceras.
Esplancnoptose – Queda de uma ou mais vísceras.
Esplenectomia – Retirada cirúrgica do baço.
Esplenectopia – Queda do baço.
Esplenelcose – Ulceração do baço.
Esplênico – Relativo ao baço.
Esplenite – Inflamação do baço.
Esplenização – Ato de adquirir consistência se-
melhante à do baço.
Esplenocele – Hérnia do baço.
Esplenodínia – Dor no baço.
Esplenomalácia – Amolecimento do baço.
Esplenomegalia – Aumento do tamanho do baço.
Esplenopatia – Denominação genérica de toda
doença do baço.
Esplenopexia – Fixação cirúrgica do baço.
Esplenopneumonia – Pneumonia com espleni-
zação do pulmão.
Esplenoptose – Queda do baço.
Esplenotomia – Incisão no baço.
Espondilalgia – Dor nas vértebras.
Espondilartrite – Inflamação das articulações
vertebrais.
Espondilite – Inflamação de uma vértebra nos
corpos vertebrais.
Espondilite anquilosante – Doença inflamató-
ria crônica, especialmente na coluna vertebral,
que acaba evoluindo até a fusão final das arti-
culações afetadas.
Espondiloartrose – Doença que afeta as articu-
lações posteriores das vértebras.
Espondilose – Doença que afeta os discos que
separam as vértebras.
Esponjoso – Cheio de pequenos orifícios ou ca-
vidades.
Esporádico – Disperso, espalhado, acidental,
casual, raro; doenças não endêmicas nem epi-
dêmicas, que atacam, acidentalmente, um ou
outro indivíduo.
Esporão calcâneo – Crescimento ósseo anormal,
em forma de bico, que aparece na superfície
inferior do calcâneo.
Esporão de centeio – Excrescência que se for-
ma no centeio quando atacado por um fungo,
o Claviceps purpurea. De onde se extraem as
ergotinas e derivados.
Esporicida – Agente desinfetante capaz de des-
truir os esporos bacterianos.
Esporões – Relevos laterais de osso na articula-
ção, parte do envelhecimento.
Esporos – Células reprodutoras especiais de mi-
cróbios.
Esporulação – Reprodução pela formação de
esporos.
Espru – Doença de carência do tubo digestivo, com
anemia macrocítica e outras manifestações.
Espuma de fibrina – Substância seca extraída
da fibrina humana e que facilita a coagulação
do sangue, empregada em algumas operações.
Esputo ou escarro – Material expulso dos pul-
mões, formado pelo produto da expectoração.
Esqueleto – Conjunto de ossos e articulações do
corpo. A região axial do esqueleto, da cabeça
e do tronco se constitui de 74 ossos. As extre-
midades compreendem outros 126 ossos.
Esquistossomose – Doença parasitária causada
por esquistossomos, que são vermes platel-
mintos denominados esquistossomas, como o
Schistossoma mansoni, S. saponicum, S. hae-
matobium. A doença é adquirida ao banhar-
se, pescar ou trabalhar com os pés descalços
ESPÍCULA ESQUISTOSSOMOSE
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em águas contaminadas; as larvas atravessam
a pele e, por meio da circulação sangüínea che-
gam ao fígado, onde se convertem em vermes
adultos que migram até a bexiga e o intestino
principalmente.
prio entorno e reage de forma contrária à con-
duta normal.
Estafiledema – Edema da úvula.
Estafilite – Inflamação da úvula.
Estafilococemia – Presença de estafilococos no
sangue.
Estafilococos – Bactérias em forma de cacho de uvas.
Estafiloma – Protusão da córnea ou esclerótica
em caso de inflamação.
Estafilorrafia – Sutura da úvula.
Estágios do câncer – Sistema de classificação
que permite descrever o grau de extensãode
um tumor maligno e suas metástases.
Estapedectomia – Retirada cirúrgica do estribo da
orelha média com implante de enxerto e prótese.
Estapédico – Relativo ao estribo.
Estase – Estagnação de um líquido.
Esteapsina – Fermento contido no suco pancre-
ático e que digere gorduras.
Esteatoma – Lipoma, tumor de tecido gorduroso.
Esteatorréia – Aumento da quantidade de gor-
dura contida nas fezes.
Esteatose – Degeneração gordurosa.
Estênico – Forte, vigoroso.
Estenosado – Estreitado.
Estenose – Estreitamento ou diminuição do ca-
libre de um conduto, uma cavidade ou uma
víscera oca, dificultando a passagem de líqui-
dos ou de outras substâncias por seu interior.
Estenose aórtica – Doença obstrutiva ou estrei-
tamento da válvula aórtica.
Esqueleto
Esquizofrenia – Grave transtorno mental carac-
terizado pela desconexão da realidade.
Estado de mal – Crises contínuas.
Estado de mal asmático – Ataque severo de
asma que dura mais de 24 horas e impede a
respiração.
Estado epiléptico – Sucessão de ataques epilép-
ticos graves.
Estado onírico – Alteração da consciência na
qual a pessoa afetada não reconhece seu pró-
 Esquistossomose
Larva
Estenose aórtica
ESQUIZOFRENIA ESTENOSE
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Estenose do piloro – Estreitamento do esfíncter
pilórico na saída do estômago.
Estenose mitral – Lesão obstrutiva da valva mi-
tral.
Estercoral – Sinônimo de Fecal.
Estercorária – Diz respeito aos excrementos.
Estereoagnosia – Impossibilidade de reconhe-
cer os objetos pelo tato.
Estereognosia – Reconhecimento de um corpo
pelo tato.
Estereotaxia – Operação destinada a acessar uma
região do cérebro.
Estereotipia – Exagero do automatismo no cur-
so de doenças do sistema nevoso.
Estéril – Incapaz de conceber ou de fecundar.
Em Cirurgia, asséptico, livre de microorganis-
mos.
Esterilidade – Condição de uma pessoa de não
poder reproduzir. Processo de destruição de
microorganismos que existem na superfície
ou na espessura de um objeto qualquer, por
meios físicos ou químicos.
Esterilização – Ato pelo qual se incapacita uma
pessoa de reproduzir-se por métodos cirúrgi-
cos.
Esternal – Relativo ao osso esterno.
Esternalgia – Dor no esterno.
Esterno – Osso chato vertical e mediano situado
na face anterior da parede torácica.
Esternocleidomastóideo – Forte músculo do
pescoço.
Esternotomia – Secção cirúrgica do esterno.
Esternutação – Espirro.
Esternutatório – Que provoca espirro.
Esteróides – Grupos de hormônios cuja fórmula
química deriva da estrutura tetracíclica que
caracteriza os esteróis e que são formados a
partir do colesterol.
Esteróide anabolizante – Compostos derivados
da testosterona ou preparados sintéticos que
fomentam o crescimento geral do corpo e pos-
suem efeitos virilizantes.
Esterol – Esteróide com um grupo alcoólico,
como a cortisona.
Estertor – Sons respiratórios anormais que se
escutam durante a auscultação torácica.
Estesia – Sensibilidade.
Estesiômetro – Instrumento destinado a medir a
sensibilidade táctil.
Estetoscópio – Instrumento que se utiliza na aus-
culta.
Estigmata – Orifício microscópico que as célu-
las migradoras produzem ao perfurar as célu-
las endoteliais, quando elas saem de um capi-
lar por diapedese. Marca deixada por uma fe-
rida cicatrizada. Nome dado a sinais perma-
nentes que permitem o diagnóstico de doen-
ças como a sífilis, porém difíceis de identifi-
car.
Estilóide – Semelhante a uma pena ou um estilete.
Estimulante – Que acelera uma função.
Estimulante difusivo – Estimulante que tem efei-
to rápido e passageiro.
Estomacal – Relativo ao estômago.
Estômago – Parte dilatada do tubo digestivo que
secreta o suco gástrico, situado abaixo do dia-
fragma, no epigástrio.
Estetoscópio
Estômago
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Estômago
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Estomatite – Edema inflamatório de toda a mu-
cosa da cavidade bucal que pode causar dores
e/ou prurido.
Estomato – Orifício microscópico que as células
migradoras produzem afastando as células en-
doteliais, quando atravessam o revestimento ou
quando saem de um capilar por diapedese.
Estomatocitose – Hiper-hidratação das hemácias
observada em anemias hemolíticas heredi-
tárias.
Estomatologia – Especialidade médica que se
dedica ao tratamento das doenças da boca e
de suas alterações.
Estomatorragia – Hemorragia da boca.
Estomia – Sufixo que designa uma intervenção
cirúrgica de derivação.
Estomite – Inflamação da mucosa do estômago
na boca de uma gastrenterosmia.
Estomizado – Portador de uma derivação exter-
na para a urina ou as fezes.
Estrabismo – Perda do paralelismo normal na
posição de ambos os olhos.
Estradiol – Substância semelhante à estrona, bem
mais ativa que esta e que é considerada como
o verdadeiro hormônio feminino.
Estrangulamento – Interrupção da respiração
por compressão e obstrução da laringe ou tra-
quéia.
Estrangúria – Micção dolorosa.
Estratificado – Em camadas.
Estratigrafia – Princípio de construção do
corpo humano que o estudo por meio de
camadas.
Estrato – Camada.
Estreito – Nome dado aos estreitamentos da ba-
cia óssea.
Estreptocinase – Enzima que dissolve os coá-
gulos de fibrina.
 Estreptococcia – Doenças decorrentes de uma
infecção pelo estreptococo.
Estreptococo B-hemolítico – Bactéria da fa-
mília das lactobacteriáceas que se caracte-
riza por produzir uma substância ou exo-
toxina que destrói os glóbulos vermelhos
do sangue e é causadora de doenças de ori-
gem reumática.
Estreptococos – Microorganismos esféricos do
gênero Streptococcus que se agrupam, carac-
teristicamente, em cadeias. Causam uma
grande quantidade de doenças no homem, in-
cluindo febre reumática, escarlatina, pneu-
monias e septicemias, amigdalite e faringite.
Estreptomicina – Antibiótico da família dos
aminosídeos elaborado pelo Streptomyces gri-
seus; dotado, in vitro e in vivo, de atividade
antibacteriana contra o bacilo de Koch e nu-
merosos germes Gram negativos.
Estresse – Estado reacional de um organismo
submetido à ação de um excitante qualquer.
Estresse pós-traumático – Transtorno mental
caracterizado pelo aparecimento de ansieda-
de como resposta emocional a um fenômeno
traumático ou a uma situação de intenso es-
tresse ambiental.
Estria – Sulcos finos que aparecem, por exem-
plo, na pele do abdome em conseqüência de
rupturas na derme quando este não pode
adaptar-se aos aumentos de volume do cor-
po na gestação.
Estribo – Osso da orelha interna.
Estricnina – Alcalóide de grande toxicidade, ex-
traído das sementes de Strychnos nux vomica,
estimulante do sistema nervoso central e con-
vulsivante.
Estricnismo – Intoxicação crônica pela estricnina.
Estridor – Ruído respiratório anormal de alta
freqüência, produzido por uma obstrução na
traquéia ou laringe. Ocorre durante a inspira-
ção e costuma ser sintomático de doenças
como asma, difteria, edema de glote.
Estrídulo – Que causa ruído agudo como um
assobio.
Estriturotomia – Incisão de uma estenose.
Estro – Período de atividade sexual no animal.
Estrogênico – Hormônio que provoca o estro na
mulher e nas fêmeas de mamíferos.
Estrógenos – Hormônios sexuais femininos pro-
duzidos, fundamentalmente, nos ovários. São
várias moléculas distintas, entre as quais a
mais importante é o estradiol. Sua produção
varia segundo as fases do ciclo menstrual, sen-
do máxima no momento da ovulação.
ESTOMATITE ESTRÓGENOS
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Estroma – Em histologia, trama de um órgão,
formado, em geral, de tecido conjuntivo cujas
malhas sustentam as células e formações ce-
lulares.
Estrongiloidíase – Parasitose provocada pelo ver-
me Strongiloides. A infecção se adquire com
a penetração do parasita pela sola dos pés, pas-
sando para a circulação sangüínea e chegan-
do aos pulmões, onde produz tosse e irritação
das vias respiratórias. Às vezes, são degluti-
dos e passam para o intestino, onde são pro-
duzidos os ovos que são eliminados com as
fezes, favorecendo o contágio quando se anda
descalço por lugares infectados.
Estrumectomia – Retirada cirúrgica de um bócio.
Estrumite – Inflamação da glândula tireóide.
Estupefaciente – Entorpecente; narcótico.
Estupor – Estado de falta de resposta a estímu-
los externos e de letargia, que se caracteriza
pela desconexão do paciente de seu entorno.
Estuporoso – Que se liga ao estado de estupor.
Eterização – Anestesia pelo éter.
Eteromania – Embriaguez habitual pela inala-
ção de éter.
Etilismo – Alcoolismo.
Etilista – Alcoólatra.
Etiologia – Estudo das causas das doenças.
Etmóide – Um dos ossos da base do crânio que
forma o teto das fossas nasais.
Étnico – O que concerne à raça ou depende dela.
Etnologia – Estudo das origens, misturas e migra-
ções das diferentes raças com a ajuda da história
da lingüística e dos dados da etnografia.
Etologia – Estudo do comportamento dos ani-
mais.
Eucariota – Organismo composto por uma ou
mais células que possuem núcleo distinto,
envolvido por membrana nuclear.
Eucromatina – Parte da cromatina que quase
não se cora durante a interfase e que, contra-
riamente à heterocromatina, seria portadora
dos genes.
Euforia – Sentimento anormal ou exagerado
de bem-estar físico e emocional, sem uma
base real.
Euforizante – Substância que tende a produzir
certo estado de euforia, como o LSD, a mes-
calina, a maconha e outros alucinógenos.
Eugenesia – Cruzamentos cujos produtos ou
mestiços são indefinidamente fecundos tanto
entre eles como com os indivíduos das duas
raças-mães.
Eugenia – Ramo espúrio da ciência que se pro-
põe a estudar as condições mais favoráveis ao
melhoramento qualitativo da raça humana e a
fixar as regras de uma boa reprodução; visa
essencialmente evitar o nascimento de crian-
ças afetadas por doenças hereditárias.
Eunuco – Indivíduo de quem se retiram os ór-
gãos genitais.
Eupéptico – Que auxilia a digestão.
Euploidia – Estado de células euplóides.
Eupnéia – Ritmo respiratório normal.
Eutanásia – Morte serena, sem sofrimento. Prá-
tica, sem amparo legal, pela qual se busca abre-
viar, sem dor ou sofrimento, a vida de um do-
ente reconhecidamente incurável.
Eutócia – Parto natural.
Eutrofia – Nutrição e desenvolvimento perfeitos
e regulares de todas as partes do organismo.
Evacuante – Medicamento que produz evacua-
ção, a partir de um órgão, seja purgativo, vo-
mitivo, diurético ou outro.
Evaginação – Saída anormal de um órgão.
Evanescente – Passageiro, efêmero.
Eventração – Hérnia do intestino na parede ab-
dominal.
Eversão – Destruição; ruína; reviramento para
fora.
Evisceração – Saída dos órgãos abdominais pro-
vocada pela abertura ou pelo rompimento de
uma incisão cirúrgica.
Evitação – Mecanismo psicológico defensivo
consciente ou inconsciente, pelo qual o indi-
víduo tenta evitar estímulos, conflitos ou sen-
timentos desagradáveis.
Evolução – Desenvolvimento de um órgão de um
ser ou de um grupo de organismos.
Exacerbação – Agravação dos sintomas.
Exame antropométrico – Inclui todas as medi-
ções, como peso, altura, envergadura, dobras
cutâneas e perímetros.
ESTROMA EXAME
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Exame de esforço – Eletrocardiograma obtido
enquanto o paciente faz exercícios caminhan-
do depressa sobre uma esteira rolante. Empre-
ga-se para detectar isquemia miocárdica du-
rante o esforço, que se reflete no registro ele-
trocardiográfico. Serve para avaliar se uma dor
torácica deve-se ou não a uma enfermidade
coronária, para determinar a severidade e o
prognóstico de uma angina e para avaliar a
eficácia do tratamento e a capacidade funcio-
nal do indivíduo.
Exames de laboratório – Técnicas ou procedi-
mentos realizados em laboratório para detec-
tar, identificar ou quantificar substâncias, ava-
liar o grau de uma função orgânica ou deter-
minar a origem de uma doença. Os exames de
laboratório são de grande ajuda ao médico para
confirmar um diagnóstico e ajudar no contro-
le das doenças.
Exame da mama – Processo de observação e
apalpação das mamas e de suas estruturas
acessórias com o objetivo de descartar a pre-
sença de alterações indicativas de uma doen-
ça maligna.
Exame do manguito – Exame clínico destinado
à determinação da possível fragilidade capi-
lar do paciente.
Exame físico – Investigação dos diferentes sis-
temas do corpo para determinar seu estado de
saúde ou doença mediante técnicas manuais
ou instrumentais: inspeção, palpação, percus-
são e ausculta.
Exames alergênicos – Quaisquer procedimen-
tos utilizados para identificar alergênicos es-
pecíficos aos quais um paciente é sensível.
Exames de coagulação – Análises do sangue
destinadas a conhecer as possíveis alterações
da coagulação sangüínea.
Exantema – Erupção visível ou palpável da su-
perfície da pele, geralmente no contexto de
uma doença infecciosa.
Exaustão – Esgotamento da energia.
Excipiente – Veículo inerte para uma fómula far-
macêutica.
Excisão – Corte ou retirada de um órgão ou parte
dele.
Excitabilidade – Capacidade de reagir a um
estímulo.
Excitante – Estimulante, que excita.
Excreção – Ato fisiológico em virtude do qual o
produto das secreções de uma glândula é ver-
tido para fora dessa glândula por meio de ca-
nais especiais, denominados dutos excretores.
Excrescência – Tumor, mais ou menos volumo-
so, sobre a superfície de qualquer órgão.
Excreta – Resíduos eliminados do corpo.
Exencéfalo – Monstro caracterizado pela locali-
zação do encéfalo por trás do crânio, faltando
a parede superior deste, assim como a parede
posterior do canal vertebral.
Exérese – Extirpação cirúrgica.
Exfoliação – Desprendimento de partes do osso,
do tendão, da cartilagem, em lâminas, conse-
qüente à necrose.
Exibicionismo – Transtorno mental psicosse-
xual que costuma afetar o homem e que se
caracteriza pela tendência repetitiva de mos-
trar os genitais a mulheres ou meninas des-
conhecidas em situações socialmente inacei-
táveis, como forma de conseguir gratifica-
ção sexual.
Exocervite – Lesões observadas na superfície do
colo uterino.
Exocitose – Presença nas lesões epidérmicas
do eczema, de células mononucleares, lin-
fócitos e histiócitos, vindos da derme; ela
acompanha a exosserose. Processo de secre-
ção celular.
Exócrino – Que tem relação com a secreção de
produtos eliminados diretamente, seja nos te-
gumentos externos ou em uma mucosa.
Exodontia – Extração de dentes.
Exoesqueleto – Esqueleto externo em animais,
o Homem possui esqueleto interno.
Exoftalmia – Protusão dos globos oculares para
o exterior, decorrente do aumento do volume
do conteúdo da órbita.
Exógeno – De causa externa.
Exostose – Projeção óssea para fora da superfí-
cie do corpo.
Exotoxina – Toxina externa.
Expectante – Ato de deixar a doença seguir seu
curso natural, limitando-se a atenuar sintomas.
EXAME EXPECTANTE
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Expectoração – Expulsão de muco, catarro ou
líquido procedente da traquéia ou dos pulmões
por meio da tosse.
Expectorante – Medicamento que facilita a
eliminação do muco ou de outros exsudatos
dos pulmões, dos brônquios e da traquéia,
reduzindo a viscosidadede determinadas se-
creções ou diminuindo sua aderência às vias
respiratórias.
Experimental – Fundado na experiência ou em
experiências.
Expiração – Saída de ar dos pulmões mediante
processo passivo.
Expressão – Ato de espremer.
Exsangue – Sem sangue.
Exsanguinotransfusão – Substituição total do
sangue de um doente, obtida por uma transfu-
são maciça, feita ao mesmo tempo que a retira-
da de uma quantidade de sangue equivalente.
Exsanguinotransfusão no recém-nascido – In-
tercâmbio da maioria do sangue circulante de
um recém-nascido mediante extrações repeti-
das de pequenas quantidades de sangue e subs-
tituição destas com quantidades iguais de san-
gue de um doador.
Exsudato – Líquido orgânico seroso, fibrinoso
ou mucoso, rico em proteínas, que resulta de
uma superfície inflamada.
Extensão – Estender um osso afastando-o de outro,
por exemplo, abrir o braço, estender a perna, etc.
Extensor – Músculo que provoca uma extensão.
Extirpação – Retirada completa.
Extra-articular – Do lado de fora da articulação.
Extradural – Fora da dura-mater.
Extrapiramidal – Sistema do sistema nervo-
so central cuja lesão causa hipertonia mus-
cular permanente generalizada decorrente
do comprometimento da via motora extra-
piramidal. Conjunto dos núcleos cinzentos
motores e das fibras eferentes e eferentes
situadas nas regiões subcorticais e subtalâ-
micas, com exclusão da via piramidal e do
cerebelo.
Extrasístoles – Contrações prematuras do mio-
cárdio.
Extra-uterino – Situado fora da cavidade uteri-
na. Fixação e desenvolvimento do ovo fecun-
dado fora da cavidade uterina.
Extrínseco – Provém de fora.
Extrofia – Vício de conformação de órgão mem-
branoso cuja mucosa se encontra descoberta.
Extroversão – Reviramento para fora.
Extrovertido – Pessoa cujos interesses se vol-
tam para o exterior.
Exulceração – Ulceração leve ou superficial.
Exumação – Ato de desenterrar um cadáver para
exames.
Ex-vivo – Quando um tecido ou órgão é retirado
do corpo, depois reincorporado.
EXPECTORAÇÃO EX
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Fabela – Osso sesamóide localizado na região
posterior do joelho.
Face – Região anterior da cabeça, situada abai-
xo da linha dos supercílios. Superfície de um
órgão.
Facial – Relativo à face. Sétimo par de nervos
cranianos, nervo motor dos músculos cutâ-
neos da face e do pescoço.
Facies – Expressão fisionômica.
Facilitação – Em Fisiologia, processo pelo qual
um reflexo se estabelece mais facilmente
quanto maior a freqüência com que se repe-
tem excitações que o desencadeiam.
Facólise – Em Oftalmologia, operação que con-
siste na dissolução do cristalino por enzimas.
Facomalacia – Amolecimento do cristalino.
Facomatose – Pequenos tumores ou cistos situa-
dos em diversos pontos do corpo e, em parti-
cular, no sistema nervoso.
Facosclerose – Esclerose do cristalino.
Fadiga – Estado de esgotamento ou perda da
força que se observa após exercício físico in-
tenso.
Fagedênico – Que destrói tecidos vizinhos.
Fagócito – Célula que tem a propriedade de en-
globar outras células ou corpos estranhos.
Fagocitose – Fenômeno que consiste no englo-
bamento e na destruição, pelos fagócitos, de
partículas sólidas organizadas ou inertes.
Falange – Cada um dos 14 ossos que compõem
os dedos da mão, denominados quirodáctilos,
e dos pés, denominados pododáctilos.
Falciforme – Em forma de foice. Termo aplicado
à doença dos glóbulos vermelhos do sangue.
Falo – Pênis.
Falso negativo – Resultado errôneo de um exa-
me de diagnóstico sobre um paciente, no qual
é indicada, falsamente, uma normalidade que
não é verdadeira. Todo exame diagnóstico tem
porcentagem de pacientes nos quais não se de-
tecta o transtorno.
Família – Unidade de classificação, em Biolo-
gia situada entre a ordem e o gênero.
Familiar – Que afeta vários membros de uma
mesma família.
FAN – abreviação de fator antinuclear.
Fanatismo – Auge do zelo por uma crença ou
causa.
Fantasia – O mundo da imaginação.
FABELA FANTASIA
Fagocitose
Pseudópodes
Fagossomo
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Faringe – Conduto que transporta o ar da cavi-
dade do nariz até a laringe. É um órgão que
pertence ao sistema respiratório e digestório.
Faringectomia – Retirada cirúrgica da faringe.
Faringite – Inflamação da faringe.
Faringoamigdalite – Inflamação infecciosa das
tonsilas palatinas e da faringe.
Faringodinia – Dor na faringe.
Faringoplegia – Paralisia dos músculos da fa-
ringe.
Faringoscópio – Instrumento para exame da fa-
ringe.
Faringotomia – Incisão da faringe.
Farmacêutico – Graduado em um curso superior
de Farmácia e Bioquímica. Não pode prescre-
ver medicamentos, ato exclusivo de Médicos.
Farmacocinética – Ação que o organismo exer-
ce sobre um remédio. Inclui o processo de
absorção do remédio, sua distribuição pelo
organismo, sua transformação em outras subs-
tâncias e sua eliminação.
Farmacodinâmica – Parte da farmacologia que
tem por objeto o estudo da ação exercida pe-
los medicamentos.
Farmacogenética – Ciência que estuda a influ-
ência dos fatores genétricos sobre as reações
do organismo aos medicamentos.
Farmacognosia – Parte da farmacologia que trata
das drogas ou substâncias medicinais antes de
serem submetidas a qualquer manipulação.
Farmacologia – Estudo da preparação, das pro-
priedades, das aplicações e das ações dos me-
dicamentos.
Farmacomania – Vontade imperiosa que pesso-
as sentem de tomar medicamentos.
Farmacopéia – Livro oficial em que se reúnem
fórmulas e preceitos relativos à preparação de
medicamentos, identificação, e se arrolam os
medicamentos aprovados pelo Estado. Coleção
ou repositório de receitas de medicamentos
básicos ou gerais. Livro que serve de padrão
para o preparo e a análise dos medicamentos.
Fascia – Aponeurose. Faixa de tecido conjuntivo
que envolve o músculo.
Fasciculação – Contração localizada, incoordena-
da e incontrolável de pequeno grupo muscular.
Fasceíte – Inflamação de uma fáscia.
Fasceíte necrotisante – Infecção das fáscias; ne-
crose com edema de evolução rápida, resul-
tando em amplas placas hemorrágicas e bo-
lhas, acompanhada de estado de choque.
Fastígio – O ponto mais elevado.
Fatal – Mortal; letal.
Fator de coagulação – Fatores presentes no san-
gue cuja interação é responsável pela coagu-
lação sangüínea.
Fator reumatóide – Auto-anticorpos do tipo
imunoglobulinas denominadas IgM contra
imunoglobulinas próprias.
Fator Rh – Rh é a abreviatura de Rhesus. Os
seres humanos Rh positivos possuem agluti-
nógeno especial, uma aglutinina, em seus gló-
bulos vermelhos.
Fatores de risco – Fatores que estabelecem uma
relação causa-efeito com relação a uma doen-
ça. O fator de risco deve preceder a doença e
variar com ela. Podem ser características pró-
prias da pessoa ou fatores externos.
Febre – Síndrome caracterizada pela elevação da
temperatura central do corpo em repouso para
acima de 37.5º, pela manhã; e 37.8º, à noite.
Febre amarela – Uma das doenças virais tropi-
cais mais perigosas. É endêmica na África
Central e em regiões da América do Sul. É
produzida pelo flavivirus e transmitida pela
picada do mosquito. Há quadro grave de fe-
FARINGE FEBRE
Faringe
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Ovócito
 Fecundação
Espermatozóides
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bre, dores articulares, icterícia e hemorragia
na pele e nos órgãos internos, com alta morta-
lidade. Não existe tratamento específico,por
isso a prevenção com a vacinação e o controle
de mosquitos é fundamental.
Febre artificial – É uma elevação da temperatu-
ra corporal causada por medidas artificiais
tentando simular uma febre verdadeira. Anti-
gamente se usava como tratamento de algu-
mas doenças que melhoravam com a febre,
como a tuberculose. Pode ser verificada em
doentes simuladores ou pacientes com trans-
tornos mentais que pretendem obter algum
ganho indireto com a presença da febre.
Febre botonosa – Doença causada por Rickett-
sia conorii transmitida ao ser humano pela
picada de um carrapato.
Febre do feno – Rinite alérgica estacional com
conjuntivite, lacrimejamento, espirros, secre-
ção nasal aquosa e coceira.
Febre entérica – Febre tifóide.
Febre eruptiva – Qualquer doença febril acom-
panhada de erupção na pele.
Febre intermitente – Alternâncias de febre e
temperatura normal como na malária.
Febre por flebótomos – Infecção aguda causa-
da por um vírus bastante leve, de cura espon-
tânea. Transmite-se ao Homem pela picada da
fêmea da mosca Phlebotumus, que pica so-
bretudo à noite.
Febre Q – Doença infecciosa aguda causada por
uma rickettsia, que se caracteriza por um co-
meço brusco de febre, cefaléia, mal-estar, de-
bilidade, pneumonia e, às vezes, doença he-
pática e cardíaca. É adquirida pelo Homem
ao inalar o pó infectado, ao manejar material
infectado ou ingerir leite infectado de ovelhas,
cabras ou vacas.
Febre recorrente – Grupo de infecções caracte-
rizadas por ciclos repetidos de febre elevada,
separados por intervalos assintomáticos de
aparente recuperação. Pode ser transmitida por
carrapatos e piolhos.
Febre renitente – Febre que apresenta melhoras
ou diminuição, mas sem desaparecer.
Febre reumática –Transtorno imunológico que
ocorre depois de faringite por um tipo especial
de estreptococo; há resposta imune despropor-
cionada, lesionando-se tanto as valvas quanto
as articulações, a pele, o sistema nervoso e o
tecido celular subcutâneo.
Febre tifóide – Doença causada por bactérias que
pertencem ao gênero salmonella. Essas bac-
térias têm como hóspedes Homens e animais,
em cujo intestino se reproduzem, e a partir do
qual se disseminam por meio das fezes, con-
taminando águas e alimentos, em especial, os
de origem animal como ovos, leite e carnes.
Febrícula – Aumento leve da temperatura do
corpo, entre 37 ˚C e 38 ˚C. Pode ocorrer em
situações não patológicas ou ser o início de
uma doença.
Fecalóide – Com odor e aspecto de fezes.
Fecaloma – Massa dura e compacta de fezes no
cólon. É freqüente em pessoas de idade avan-
çada, com obstipação intestinal crônica e al-
terações do estado mental.
Feculúria – Emissão, pela uretra, de matérias fe-
cais misturadas com a urina, em razão exis-
tência de uma fístula enterovesical.
Fecundação – União de um gameta masculino e
um gameta feminino com formação de um
zigoto.
Fecundação in vitro – Técnica de reprodução
assistida que se usa como tratamento da este-
rilidade e infertilidade quando houve fracas-
FEBRE FECUNDAÇÃO
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so da inseminação artificial. Consiste em pôr
em contato o óvulo e os espermatozóides fora
do corpo humano.
Fecundidade – Também denominada fertilida-
de, é a capacidade de ter descendentes.
Feiticismo – Fetichismo. Perversão sexual e men-
tal; o indivíduo transfere para um objeto o de-
sejo sexual pelo sexo oposto.
Feixe – Grupamento de fibras.
Fel – Bile.
Feminização – Desenvolvimento de caracterís-
ticas femininas em um indivíduo de genótipo
masculino. A feminização deve-se a uma in-
capacidade dos tecidos para responder aos
andrógenos endógenos ou ao excesso de se-
creção de estrógenos.
Fêmur – Osso da coxa, o maior do corpo.
Fenolização – Tratamento pelo fenol, como anti-
sepsia.
Fenômeno de Raynaud – Espasmo arterial pa-
roxístico que produz crises de palidez e fri-
aldade dos dedos das mãos, seguido de ru-
bor e calor, e que, se avançar, poderá provo-
car lesões atróficas por isquemia crônica. O
fator desencadeante costuma ser a exposição
ao frio e, com menos freqüência, o estímulo
emocional.
Fenótipo – Conjunto de características observá-
veis em um indivíduo, como traços anatômi-
cos, fisiológicos, bioquímicos e comporta-
mentais. O fenótipo é determinado pela inte-
ração do genótipo e de fatores ambientais que
rodeiam o indivíduo.
Feocromocitoma – Tumor que secreta catecola-
minas: adrenalina e noradrenalina.
Ferida cirúrgica – Incisão cirúrgica.
Ferida infectada – Aquela em que há micró-
bios.
Ferida séptica – Ferida infectada.
Ferida supurada – Que apresenta pus.
Fermentação acética – Transformação de uma
solução alcoólica em vinagre.
Fermentação alcoólica – Fermentação com pro-
dução de álcool.
Fermentação amoniacal – Decomposição da
uréia com formação de amônia.
Fermentação butírica – Transformação do leite
em ácido butírico.
Fermentação láctea – Degradação do leite pelo
ácido láctico.
Fermento de cerveja – Levedura de cerveja, se-
gregada pelo Saccharomyces cerevisiae.
Ferormônio – Substância hormonal que, secre-
tada por um indivíduo, provoca uma respos-
ta particular em outro indivíduo da mesma
espécie.
Ferropenia – Carência de ferro com diminuição
de seus níveis sangüíneos e de suas proteínas
transportadoras.
Ferropriva – Provocada pela falta de ferro.
Ferrugem – Óxido de ferro. Ferro oxidado.
Ferruginoso – Que contém ferro.
Fertilidade – Aptidão para fecundação.
Fenestração – Intervenção cirúrgica destinada a
fazer uma abertura na camada íntima e média
de uma artéria, como a aorta, que sofreu dis-
secção. Procedimento destinado a devolver a
audição dos indivíduos acometidos de otos-
pongiose, abrindo, no canal semicircular ex-
terno, uma janela que é recoberta por um en-
xerto cutâneo delgado em continuidade com
a membrana do tímpano.
Fenestrado – Com aberturas ou janelas.
Fenilcetonúria – Doença congênita na qual há
acúmulo de fenilalanina, provocando atraso
mental e vômitos. Por isso, realizam-se exa-
mes de detecção precoce em todos os recém-
nascidos mediante a prova do pezinho.
Fenitoína – Substância dotada de propriedades
antiepilépticas e antiarrítmicas cardíacas.
Fenol – Ácido fênico.
FECUNDIDADE FERTILIDADE
Fêmur
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Fertilização – Fecundação.
Festinação – Tendência a acelerar o passo para
evitar queda antes.
Fetal – Relativo ao feto.
Fetichismo – Perversão sexual obsecante e im-
pulsiva conferindo a um objeto ou a uma par-
te do corpo o poder exclusivo de produzir or-
gasmo.
Feto – Nome que se dá ao embrião a partir de
nove semanas de gestação.
Feto a termo – Feto em condições de nascer, com
aproximadamente 280 dias de gestação.
Fibrilação atrial – Arritmia cardíaca mais fre-
qüente depois das extra-sístoles decorrentes
de contrações isoladas dos átrios.
Fibrilação ventricular – Alteração do ritmo dos
ventrículos que impede o bombeamento efe-
tivo do sangue ao organismo em razão de uma
contração ventricular caótica e desordenada,
que equivale a uma parada circulatória.
Fibrina – Proteína filamentosa insolúvel que
proporciona seu caráter semi-sólido ao coá-
gulo sangüíneo.
Fibrinogênio – Proteína plasmática essencial
para a coagulação do sangue que é convertida
em fibrina pela ação da trombina.
Fibrinúria – Presença de fibrina na urina.
Fibroadenoma – Adenoma com tecido fibroso.
Fibrocartilagem – Cartilagem com tecido fi-
broso.
Fibroma – Tumor benigno composto, em sua
maior parte, de tecido fibroso ou conjuntivo
totalmente desenvolvido.
Fibrinólise – Dissolução da fibrina e de um co-
águlo sangüíneo. É um fenômeno que surge
normalmente alguns dias ou algumas sema-nas após a formação do coágulo, pode provo-
car hemorragias pré ou pós-operatórias.
Fibrinolítico – Que dissolve a fibrina e os coá-
gulos sangüíneos.
Fibroma – Tumor benigno formado unicamente
por tecido fibroso, ou seja, feixes de tecido
conjuntivo, no meio dos quais se observam cé-
lulas de natureza conjuntiva.
Fibromatose – Desenvolvimento de tumores fi-
brosos em vários pontos do organismo, situa-
dos no tecido celular subcutâneo.
Fibromialgia – Polialgia idiópatica difusa.
Fibroscópio – Instrumento flexível constituído
de fibra óptica transmissora da luz, utilizado
para visualização de estruturas internas do
organismo, desenhado para o exame de cada
cavidade ou órgão particular do corpo.
Fibrose – Transformação fibrosa de diversos te-
cidos.
Fibrose cística ou muscoviscidose – Erro inato
do metabolismo; doença hereditária, de cará-
ter autossômico recessivo que afeta um a cada
Feto papiráceo – Feto morto, comprimido pela
ação de um feto vivo.
Fetoscopia – Observação direta do feto no útero
por meio de um fetoscópio, introduzido por
uma pequena incisão do abdome, com anes-
tesia local.
Fezes – Conjunto de materiais não digeridos,
gorduras, pigmentos biliares, células descama-
das, bactérias, toxinas e água.
Fibra – Elemento filamentoso que constitui os
tecidos vegetais e animais.
Fibra dietética – Conjunto de polissacarídeos
que o tubo digestivo não é capaz de digerir e
absorver, por carecer de enzimas específicas.
Fibrila – Pequena fibra.
Fibrilação – Contração isolada de uma fibra
muscular.
FERTILIZAÇÃO FIBROSE
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dois mil recém-nascidos. Há alteração de qua-
se todas as glândulas exócrinas do organismo,
mas com uma intensidade muito variável, acu-
mulação de uma secreção mucosa anormal, que
origina uma obstrução dos condutos excreto-
res e uma subseqüente dilatação da glândula.
Com o tempo, as glândulas são destruídas e
aparece uma fibrose secundária. O pâncreas foi
o primeiro órgão onde se constatou esse tipo
de lesão. Lesões similares podem ser desco-
bertas nos brônquios e na vesícula biliar.
Fibrosite – Inflamação do tecido fibroso carac-
terizada por um conjunto de sintomas mal
definidos, entre os quais se destacam a dor e a
rigidez do pescoço, dos ombros e de diversos
pontos do tronco.
Fibroso – Composto de fibras.
Fíbula – Osso da parte lateral da perna.
Fígado – Maior órgão sólido do corpo, situado
no abdome, do lado direito, denominado hi-
pocôndrio direito. É uma glândula exócrina e
endócrina anexa do tubo digestório que secreta
bile e intervém em numerosos metabolismos.
Filaríase linfática – Doença tropical causada
pelas filárias, pequenos vermes que vivem
no sistema linfático e cujas fêmeas produ-
zem milhões de microfilárias que são libera-
das no sangue. A infecção é transmitida ao
homem pela picada de um mosquito que in-
troduz as microfilárias. Produz inflamação
dos vasos linfáticos e edemas linfáticos crô-
nicos que acabam produzindo elefantíase nas
extremidades.
Filaricida – Que mata as filárias.
Filariose – Nome reservado a doença determi-
nada pela filária do sangue. Manifesta-se por
acessos febris com nevralgia, hematúria, qui-
lúria, adenolinfocele e elefantíase.
Filaxia – Proteção, defesa.
Filiforme – Em forma de fio.
Filodérmico – Que conserva a maciez da pele.
Filtração – Passagem por meio de um filtro para
clarificação ou esterilização.
Filtrado – Líquido que passou por um filtro.
Filtro – Dispositivo introduzido em uma veia
cava por cateterismo, destinado a bloquear a
migração dos coágulos provenientes das vei-
as dos membros a fim de evitar a constituição
ou a recidiva de embolias pulmonares. Esses
filtros são, na maioria dos casos, colocados
dentro da veia cava inferior.
Fimose – Estreitamento congênito ou acidental do
prepúcio, impedindo a exposição da glande.
Filamento – Fibrila.
Filancia – Consistência clara, elástica e típica
do muco cervical durante a ovulação. Nessa
fase do ciclo menstrual, o muco lembra a cla-
ra do ovo, e isso constitui um sinal muito vali-
oso de que a mulher se encontra no período
máximo de fertilidade.
Filária – Nome dado a parasitas da ordem dos
Nematódeos comparáveis a um fio por seu
comprimento.
Fisiatria – Ramo da Medicina que estuda a rea-
bilitação.
Físico – Cientista versado na ciência da Física.
FIBROSITE FÍSICO
Fígado
Lobo direito
Lobo esquerdo
Fimose
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Fisiologia – Ramo da Biologia que tem por ob-
jetivo estudar as funções e propriedades dos
órgãos e tecidos dos seres vivos.
Fisioterapeuta – Profissional graduado em cur-
so superior que pratica a reabilitação.
Fisioterapia – Tratamento de doenças por meio
de exercícios e agentes físicos.
Fissura – Ulceração alongada e superficial, ge-
ralmente muito dolorosa, localizada nas pre-
gas radiadas do ânus.
Fissura anal – Alteração da mucosa anal, geral-
mente causada pela passagem de fezes duras.
Causa, dor e sangramento com a deposição, e
a dor pode demorar horas para desaparecer.
Fissura palatina – Malformação congênita que
se caracteriza pela falta de união das duas re-
giões do palato durante a vida embrionária.
Fissuras pulmonares – Sulcos que dividem cada
pulmão em partes menores chamadas lobos
pulmonares. São visíveis na superfície pulmo-
nar.
Fístula – Trajeto congênito ou acidental, dando
passagem a um líquido fisiológico ou patoló-
gico e mantido pelo próprio escoamento des-
se líquido.
Fístula anorretal – Úlcera em forma de canal
estreito e profundo entre a mucosa anal e a
pele que rodeia o ânus. Aparece de forma es-
pontânea ou secundariamente à drenagem de
um abscesso.
Fístula cega – Fístula em que uma das extremi-
dades é fechada.
Fistulótomo – Instrumento para incisão de fís-
tulas.
Fitobezoar – Corpo estranho do estômago, for-
mado por resíduos vegetais de origem alimen-
tar.
Fitofotodermatite – Doença cutânea caracteri-
zada por uma erupção bolhosa decorrente de
contato com plantas, exposição ao sol e umi-
dade da pele.
Fitoterapia –Terapêutica pelas plantas.
Fixação esquelética – Método para manter uni-
dos os fragmentos de um osso fraturado me-
diante utilização de arames, pregos, placas,
gesso ou pinos.
Fixador externo – Hastes metálicas colocadas
distantes do foco da fratura para manter e imo-
bilizar os fragmentos ósseos.
Flacidez – Ausência de tonicidade; moleza.
Flagelados – Protozoários que apresentam um
ou mais flagelos nas extremidades.
Flagelo – Cílio semelhante a pêlo e que algumas
bactérias apresentam.
Flambagem – Ato de imergir o objeto em álcool
e atear fogo.
Flato – Ar ou gases no intestino.
Flatulência – Produção de gases gastrintestinais,
causando uma dilatação mais ou menos con-
siderável do estômago ou do intestino.
Flebectasia – Dilatação venosa. Variz.
Flebectomia – Ressecção de um segmento mais
ou menos extenso de uma veia.
Flebite – Inflamação de uma veia.
Flebóclise – Injeção intravenosa de grande quan-
tidade de líquido.
Flebodinia – Dor venosa.
Fleboedema – Edema decorrente de dificuldade
na circulação venosa.
Flebografia – Registro radiográfico de uma veia
após injeção, nessa veia, de um produto opa-
co aos raios X. Permite diagnóstico de doen-
ças do sistema venoso dos membros. Vem sen-
do substituída por outras técnicas.
Flebólito – Concreção calcária que, algumas ve-
zes, forma incrustações nas paredes das veias
varicosas.
Flebologia – Ramo da Medicina que estuda as
veias e suas doenças.
Flebopatia – Doença das veias.
Fleborrexe – Ruptura de uma veia.
Flebosclerose – Transformação esclerosa das
paredes das veias, análoga a arteriosclerose.
Flebospasmo – Contraçãoespasmódica das pa-
redes de uma veia.
Flebotomia – Procedimento cirúrgico por disse-
cação de uma veia para infusão de fluidos ou
extração de sangue.
Flebótomo – Inseto díptero hematófago da fa-
mília dos Psychodidae.
Flegmão – Inflamação do tecido conjuntivo su-
perficial ou profundo perivisceral.
FISIOLOGIA FLEGMÃO
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Flegmasia – Inflamação.
Fleigmão – Supuração do tecido conjuntivo.
Flexão – Movimento de uma articulação sinovi-
al no qual há diminuição do ângulo entre dois
ossos.
Flictena – Levantamento da epiderme, cheio de
serosidade transparente. Esse termo designa,
ao mesmo tempo, a vesícula e a bolha.
Flictênula – Pequena flictena da córnea na cera-
tite flictenular.
Flictenular – Com flictenas.
Flogístico – Inflamatório.
Flogogênico – Que provoca inflamação.
Flogose – Inflamação.
Flora – Conjunto de vegetais.
Flora intestinal – Conjunto de bactérias que exis-
tem normalmente no intestino.
Fluidificante – Que torna fluido; que amolece.
Fluido – Líquido.
Fluidoterapia parenteral – Administração in-
travenosa mediante infusão de soluções para
manter uma hidratação adequada, restabele-
cer o volume sangüíneo, compensar a perda
de sais eletrolíticos ou prover nutrição.
Fluoroscópio – Tela fluorescente que mostra as
imagens pelos raios X. Radioscópio.
Flutter atrial– Arritmia cardíaca que se carac-
teriza por contrações irregulares dos átrios e
pelo ritmo rápido, mas regular, do coração.
Flutter – Distúrbio do ritmo cardíaco caracteri-
zado por um seqüência de contrações regula-
res e rápidas, sem nenhuma pausa.
Flutuação – Movimento ondulatório que se co-
munica com um líquido contido em uma ca-
vidade do organismo, deprimindo ou percu-
tindo a parede desta com uma das mãos, en-
quanto a outra é colocada de modo a perceber
esse movimento.
Fluxo – Escoamento de um líquido.
Fobia – Nome dado a apreensões irracionais,
angustiantes, que acontecem em determina-
das circunstâncias, sempre as mesmas para
cada pessoa.
Fobia social – Transtorno nervoso caracterizado
por um desejo compulsivo de evitar situações
nas quais o indivíduo pode ser submetido ao
juízo dos demais, como falar, comer, utilizar
lavabos ou transportes públicos.
Focal – Crise de epilepsia localizada, pelo me-
nos no começo; a descarga elétrica nasce de
um foco cortical.
Foco – Sede principal de uma doença.
Fogarty – Cateter utilizado em procedimento de
desobstrução arterial, o qual consiste em in-
troduzir uma sonda especial na artéria, a mon-
tante da zona obliterada, munido de um balo-
nete em sua extremidade. A sonda é introdu-
zida o mais longe possível a jusante da obs-
trução, com o balonete vazio, depois é puxa-
da, e o balonete é inflado.
Fogo selvagem – O mesmo que Pênfigo foliáceo.
Foice – Parte da dura-máter que forma divisão
mediana entre hemisférios cerebrais.
Fólico, ácido – Dotado de importante poder an-
tianêmico; existe nos extratos de fígado, nas
leveduras, nas películas do arroz e nos espi-
nafres.
Foliculite – Inflamação dos folículos e, em par-
ticular, dos folículos pilosos.
Folículo – Pequeno elemento anatômico em for-
ma de saco.
Folículo piloso – Depressão que contém a raiz
do pêlo.
Fonação – Emissão de sons por meio do fecha-
mento das cordas vocais.
Fonética – Estudo dos sons da fala, especialmente
no que diz respeito à sua produção, transmis-
são e recepção.
Fonético – Relativo à fonética.
Fônico – Fonético.
Fontanela – Espaço membranoso compreendido
entre os ossos do crânio dos recém-nascidos.
FLEGMASIA FONTANELA
 Fontanela
Fontanela
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Forame – Orifício, abertura.
Fórceps – Instrumento de obstetrícia em forma
de pinça de diferentes tamanhos, constituído
de duas pás que podem ser articuladas pelo
centro para auxiliar a extração do feto du-
rante a fase expulsiva do parto.
tismo, a osteomalácia e a doença de Paget,
assim como transtornos hepáticos e a obstru-
ção biliar, causam aumento da concentração
sérica dessa enzima.
Fosfátide – Lipóide que contém fósforo.
Fosfato – Sal do ácido fosfórico.
Fosfatúria – Presença de fosfatos na urina.
Fosfolipide – Fosfátide.
Fosfolipídios – Lipídios complexos estruturais
que formam parte das membranas celulares e
nervos. Em geral, por suas características,
permitem a passagem de outras gorduras, mas
não de água.
Fosfonecrose – Necrose da mandíbula; doença
rara nos operários que manipulam fósforo.
Fossa – Depressão rasa num osso.
Fossa oval – Depressão situada na face direita
do septo interauricular, no local onde se en-
contrava o forame oval.
Fotobiologia – Estudo dos efeitos da luz sobre a
vida.
Fotofobia – Temor da luz, mais freqüentemente
por causa da impressão penosa e dolorosa que
ela provoca. Esse sintoma é encontrado nas
afecções oculares e também em afecções ce-
rebrais.
Fotômetro – Instrumento para medir a intolerân-
cia à luz.
Fotopletismografia – Procedimento que permi-
te avaliar a vascularização cutânea. Um raio
luminoso é refletido pelos tecidos superfici-
ais e recolhido por uma célula fotoelétrica.
Esse método é preconizado nos diversos dis-
túrbios tróficos, para avaliar o prognóstico.
Fotoquímica – Estudo dos efeitos da luz sobre
as reações químicas.
Fotossensibilidade – Clinicamente, sensibilida-
de aumentada que algumas pessoas têm sob
os efeitos da luz. Ela pode ser causada por
agentes externos ou por agentes intrínsecos ao
próprio organismo.
Fototerapia – Método do tratamento que utili-
za a ação da luz, seja branca ou colorida. Por
extensão, também é aplicado aos tratamen-
tos pelos raios ultravioleta, infravermelho e
pelo laser.
Fórceps obstétrico – Fórceps para apreender o
feto e apressar ou facilitar o parto.
Forcipressão – Compressão por pinças.
Forense – Relativo ao foro judicial.
Formaldeído – Formol.
Formol – Aldeído fórmico, anti-séptico utiliza-
do como desinfetante e para fixar as peças
anatômicas.
Fórmula – Prescrição; receita.
Formulário – Lista de remédios na qual se in-
clui uma quantidade grande e extensa com a
informação necessária para permitir ao médi-
co prescrição correta dos tratamentos.
Fórnix – Termo que designa estrutura arciforme
ou abobadada.
Forno de Pasteur – Forno fechado em que se
eleva a temperatura para esterilizar os objetos
ali colocados.
Fosfatase – Enzima que pertence ao grupo das
hidrolases e libera fosfatos inorgânicos por
hidrólise dos fosfatos orgânicos; existe na
maior parte dos tecidos, mas, sobretudo, no
osso; desempenha papel importante na mi-
neralização do esqueleto.
Fosfatase alcalina – Enzima que intervém na
mineralização óssea. A maior parte da fosfa-
tase alcalina circulante do soro procede do
osso, mas também se produz no fígado e em
outros tecidos. Doenças ósseas como o raqui-
FORAME FOTOTERAPIA
 Fórceps
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Fototerapia do recém-nascido – Tratamento que
consiste em expor a pele da criança a uma luz
fluorescente intensa para conseguir a decom-
posição do excesso de bilirrubina por foto-
oxidação, facilitando sua eliminação.
Fotótipos – Diferentes tipos de pele dependen-
do do grau de pigmentação natural que se
possui.
Fóvea – Depressão em cúpula.
Fratura – Ruptura total ou em parte de um osso.
São completas quando o osso está quebrado
em duas ou mais partes, e incompletas quan-
do a continuidade do osso não está totalmente
destruída.
Fratura cominuta – Fratura em que um osso,
geralmentecurto, fica reduzido a fragmentos
de pequenos tamanhos.
Fratura em vara verde – Fratura em que um
lado é fraturado e o outro indene.
Fratura espontânea – Fratura produzida por um
traumatismo mínimo ou, na ausência deste, re-
sultante da debilidade do osso em conseqüên-
cia de algum tumor.
Fratura exposta – Fratura com lesão dos teci-
dos adjacentes e ruptura da pele que expõe o
próprio foco da fratura ao exterior.
Freio – Prega mucosa, que limita a mobilidade
de um órgão.
Frêmito – Sensação particular percebida pela
mão aplicada sobre um aneurisma arteriove-
noso, comparável ao tremor das vidraças de
uma casa abalada pela passagem de um veí-
culo pesado.
Frenalgia – Inflamação no diafragma.
Frênico – Relativo ao diafragma.
Frenologia – Estudo do caráter pela conforma-
ção do crânio.
Frenopatia – Doença do diafragma.
Freqüência cardíaca – Número de contrações
do coração por unidade de tempo.
Freqüência cardíaca fetal – Número de batidas
cardíacas do feto por unidade de tempo. Con-
sidera-se normal entre 100 e 160 batidas por
minuto.
Freqüência respiratória – Número de movimen-
tos respiratórios pela unidade de tempo.
Friável – Que se rompe facilmente.
Frigidez – Falta de desejo sexual na mulher que
mostra uma atitude indiferente nas relações
sexuais e não chega ao orgasmo.
Frigoterapia – Tratamento pelo frio.
Frontal – Termo que designa estruturas no plano
anterior do corpo humano. Osso frontal do
crânio. Conjunto de sintomas provocados por
uma lesão do lobo frontal cerebral que deter-
mina transtornos motores em toda a metade
do corpo oposta à lesão.
Frustração – Decepção mental.
Frutose – Açúcar simples com 6 átomos de car-
bono, que entra na composição da sacarose.
FOTOTERAPIA FRUTOSE
 Fratura
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Frutosemia – Presença de frutose no sangue.
Frutosúria – Presença de frutose na urina.
Ftiríase – Dermatose provocada pela presença,
em uma parte do corpo ou em toda a sua su-
perfície, de grande número de parasitas per-
tencentes a uma das três variedades.
Fuga – Reação psicológica dissociativa caracte-
rizada por amnésia e fuga física de uma situa-
ção intolerável.
Fulguração – Nome dado à ação do raio sobre o
corpo do homem e ao conjunto de acidentes
causados pela eletricidade.
Fulgurante – Que vai e vem como um relâm-
pago.
Fulminante – De evolução rápida e fatal.
Fumante passivo – Aquele que, não fumante,
convive no círculo familiar ou no trabalho com
pessoas fumantes e que inala a fumaça dos
cigarros, cachimbos ou charutos, que fumam
seus acompanhantes. A quantidade de fuma-
ça ambiental inalada por um fumante passivo
é pequena se comparado com o inalado pelos
verdadeiros fumantes. No entanto, existem da-
dos fidedignos do risco de doenças respirató-
rias, tumorais e cardiovasculares, aumentado
nos acompanhantes habituais de fumantes.
Fumigação – Produção, em espaço fechado e a
partir de substâncias medicamentosas, de fu-
maças ou de vapores cujas propriedades tera-
pêuticas se pretende utilizar.
Funcional – Relativo à função. Às vezes, pode
designar manifestação mórbida, geralmente
benigna e reversível, que não aparece em ra-
zão da perturbação da atividade de um órgão
sem que nele haja lesão, anatomicamente de-
tectável.
Fundo de saco – Cavidade fechada numa extre-
midade.
Fundoplicatura – Operação para hérnia de hia-
to esofágico. Consiste no enrolamento do fun-
do gástrico em torno do esôfago para preve-
nir o refluxo gastroesofágico.
Fundo do útero – Região do útero.
Fungicida – Que mata os fungos.
Fúngico – Relativo aos fungos.
Fungiforme – Em forma de cogumelo.
Fungo – Microorganismo unicelular ou pluri-
celular, que se classifica no reino vegetal.
Alguns são responsáveis por infecções no
homem e nos animais, outros produzem into-
xicações, e outros são comestíveis.
Fungo do centeio – Fungo denominado Cla-
viceps purpura que cresce sobre alimentos
armazenados e que costuma contaminar o
centeio e outros cereais. É importante por-
que contém alcalóides de uso médico como
a ergotamina, ergonovina e outros derivados.
Fungóide – Semelhante aos fungos.
Fungos – Nome dado aos tumores que apresen-
tam o aspecto macroscópico de uma esponja
ou de um cogumelo.
Funicular – Relativo ao funículo espermático.
Funiculite – Inflamação do funículo espermá-
tico.
Furfuráceo – Com aspecto de farelo.
Furúnculo – Inflamação circunscrita da pele cuja
sede é o aparelho pilossebáceo. É caracteriza-
do por uma tumefação acuminada e a forma-
ção de uma pequena escara.
Furunculose – Aparecimento de vários furún-
culos.
Fusiforme – Em forma de fuso.
FRUTOSEMIA FUSIFORME
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GABA – Ácido gama-aminobutírico. É um neu-
rotransmissor. Muitos dos hipnóticos mais uti-
lizados, como os benzodiazepínicos, atuam so-
bre os receptores desses neurotransmissores
induzindo o sono.
Galactagogo – Substância medicamentosa ou ali-
mentar que favorece a secreção láctea.
Galactocele – Cisto contendo leite mais ou me-
nos modificado, que se forma no curso da lac-
tação.
Galactoforite – Inflamação dos canalículos ga-
lactóforos.
Galactogênio – Que determina a secreção lác-
tea.
Galactopoiético – Lactagogo. Que aumenta a
secreção de leite.
Galactorréia – Escoamento abundante de leite
em uma mulher em lactação. Escoamento de
leite fora das condições ordinárias de lacta-
ção.
Galactosemia – Doença produzida por um trans-
torno do metabolismo intermediário dos hi-
dratos de carbono, que se manifesta no recém-
nascido com vômitos, icterícia e baixa taxa
de glicose no sangue. Pode produzir atraso
mental e do desenvolvimento.
Galactosúria – Presença de galactose na urina.
Gálea aponevrótica – Faixa fibrosa em forma
de capacete, moldando a abóbada craniana. É
recoberta pelo couro cabeludo e reúne as par-
tes anteriores e posteriores do músculo fron-
to-occipital.
Galenismo – Doutrina histórica de Galeno que
atribuia uma ação preponderante sobre a saú-
de a quatro humores cardinais. Preponderou
durante séculos até que novas descobertas a
partir do século XVI, em especial de Andréas
Vesalius e seus discípulos, estabeleceram no-
vos rumos ao conhecimento médico.
Galope – Triplo ruído do coração constituído pelo
acréscimo, aos dois tempos normais, de um
terceiro tempo.
Galvanismo – Utilização em terapêutica da cor-
rente elétrica direta.
Galvanização – Aplicação das correntes con-
tínuas de baixa tensão, com finalidade an-
tálgica.
Galvanoterapia – Uso terapêutico das corren-
tes contínuas de baixa tensão.
Gamacismo – Vício de pronúncia caracterizado
pela dificuldade ou impossibilidade de pro-
nunciar a letra g.
Gamaglobulina – Fração das proteínas séricas
que, no curso da eletroforese, desloca-se mais
lentamente. Essa parte das globulinas compre-
ende as imunoglobulinas, suporte dos anticor-
posséricos.
Gamagrafia – Procedimento diagnóstico da
medicina nuclear, baseado na administração
de substâncias radioativas, denominadas
radioisótopos, ao paciente antes do estudo.
Gamapatia – Transtorno caracterizado por um
aumento nos níveis de gamaglobulinas no san-
gue. Podem ser gamapatias monoclonais, cau-
sadas pelo aumento de um só tipo de imuno-
globulina, ou gamapatias policlonais, nas
quais se aprecia um aumento proporcional de
todas as classes de imunoglobulinas.
GABA GAMAPATIA
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Gameta – Célula haplóide, denominada óvulo
na mulher, e espermatozóidea propriedade
de aglutinar bactérias ou hemácias.
Agnosia – Incapacidade de reconhecimento de
objetos.
Agonia – Período final da vida e próximo à morte,
caracterizado por diminuição da circulação que,
por sua vez, causa irrigação insuficiente do cére-
bro e diminuição ou abolição do entendimento.
Agorafobia – Sensação de angústia produzida
ao freqüentar grandes lugares públicos cheios
de gente, onde se tem a sensação de que é di-
fícil sair ou conseguir ajuda.
Agrafe – Pequeno grampo metálico utilizado nas
suturas da pele.
Agrafia – Incapacidade de transformar pensa-
mentos em escrita organizada.
Agranulocitose – Alteração sangüínea caracte-
rizada por diminuição do número de granu-
lócitos.
Agripino, parto – Parto no qual se apresenta,
em primeiro lugar, as nádegas.
Água – Substância composta de hidrogênio e oxi-
gênio, essencial em toda matéria viva e em to-
dos os processos vitais. Possuímos de 50% a
70% de água em massa corpórea. A deficiên-
cia de ingesta de água ou o excesso da perda de
água produz desidratação.
Aguda, doença – Doença caracterizada pela du-
ração relativamente curta dos sintomas. As do-
enças agudas podem evoluir para recuperação
integral do paciente, fase crônica ou morte.
Agulha hipodérmica – Agulha fina e oca que se
conecta a seringa para injetar medicamentos
abaixo da pele ou no interior dos vasos san-
güíneos e também para extrair amostras de
sangue para análise.
AIDS – Doença causada pelo vírus da imuno-
deficiência humana (HIV). Esse vírus afeta
os linfócitos, que são células envolvidas na
resposta imune. A infecção provoca destrui-
ção dessas células e, conseqüentemente, di-
minuição da capacidade do organismo de
defender-se. Em português, usa-se a sigla
SIDA, que significa Síndrome da Imunode-
ficiência Adquirida.
Ainhum – Afecção de alguns países quentes,
caracterizada por amputação espontânea de
um pododáctilo, geralmente o quinto. Obser-
vado somente na raça negra e só afeta o sexo
masculino.
AINH – Iniciais de antiinflamatório não hor-
monal.
AIE – Iniciais de antiinflamatório esteroidal.
AIT – Abreviatura de acidente isquêmico cere-
bral transitório.
Alantíase – Intoxicação por ingestão de alimen-
tos enlatados, botulismo.
Alarém – Medicamento antimalárico. Também
denominada cloroquina.
Alastrim – Doença contagiosa cujos sintomas
lembram, ao mesmo tempo, os da varíola e
varicela.
AFTOSE ALASTRIM
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Albinismo – Doença causada por um erro congê-
nito do metabolismo dos aminoácidos pela
tiroxina, necessária para a síntese de melanina.
A pele torna-se branca, e pode haver alterações
oculares e infecções na pele. Não constitui do-
ença e é hereditário.
Albino – Indivíduo afetado pelo albinismo.
Albumina – Proteína sangüínea, dissolve-se em água
e coagula com o calor. É o principal alimento da
maioria dos tecidos animais e vegetais e também
a parte principal do soro sangüíneo ou plasma.
Albuminúria – Presença de albumina na urina.
Alça de Henle – Unidade fundamental do rim, loca-
liza-se entre os túbulos proximal e distal e divide-
se em duas partes: descendente e ascendente.
Alcalemia – Alcalinidade anormal do sangue,
com pH acima de 7,5.
Álcali – Os álcalis são quimicamente hidróxidos
de metais alcalinos e, por extensão, os sais com
reação alcalina.
Alcalimetria – Dosagem de álcalis.
Alcalino – Que tem propriedades de álcali. O pH
é acima de 7,0.
Alcalinos, intoxicação por – Estado tóxico cau-
sado pela ingestão de um álcali como o amo-
níaco, a cândida e certos detergentes em pó.
Alcalóide – Substância orgânica de origem ani-
mal ou vegetal, que se comporta como base e
forma sais com os ácidos. Ex: morfina, atro-
pina, quinina.
Alcalose – Estado anormal dos líquidos corpo-
rais, produzido por aumento de pH, excesso
de bicarbonato ou deficiência de ácido.
Álcool – Solução de álcool etílico utilizado como
anti-séptico e dissolvente. É líquido claro e
incolor obtido por destilação de soluções fer-
mentadas de açúcar, cereais ou substâncias que
contêm amido.
Alcoolepilepsia – Variedade de epilepsia causa-
da diretamente pelo álcool etílico.
Alcoolismo – Síndrome da dependência do ál-
cool, produzida depois do consumo prolon-
gado e excessivo da substância. É um trans-
torno crônico de conduta manifestado pela
ingestão repetida de bebidas alcoólicas
num grau que interfere na vida cotidiana e
na saúde.
Aldosterona – Hormônio secretado pela glân-
dula adrenal, regula o equilíbrio de sódio e
potássio.
Aleitamento – Alimentação importante de um
lactente.
Alérgeno – Substância capaz de produzir reação
alérgica no organismo.
Alergia – Qualquer modificação do organismo
provocada por uma substância capaz de com-
portar-se como um antígeno.
Alcoolismo Mecanismo imunológico da alergia
Alérgenos
Anticorpos
Mastócito
Complexo AA
(antígeno-anticorpo)
ALBINISMO ALERGIA
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oclusão arterial na artéria radial ou na arté-
ria ulnar.
Allen (tríade de) – Dispnéia, taquicardia e fe-
bre.
Alodinia – Dor percebida após estímulo não
nociceptivo.
Aloenxerto – Enxerto ou transplante entre indi-
víduos de uma mesma espécie, mas genetica-
mente diferentes.
Alopatia – Modo de tratamento tradicional
que procura efeito inverso ao provocado
pela doença.
Alopecia – Queda do pêlo de qualquer zona da
pele. A alopecia androgenética denominada
calvície comum, afeta muitos homens e algu-
mas mulheres com predisposição familiar.
Alopecia areata – Doença de causa desconheci-
da, que produz placas de calvície delimitadas
no couro cabeludo e em outras zonas do cor-
po providas de pêlo.
Alopecia universal – Ausência de pêlo em toda
a superfície do corpo, de causa desconhecida.
Aloplastia – Prótese. Substituição de uma parte
do corpo por material estranho.
Alquimia – Expressão externa da filosofia her-
mética aplicada por meio da magia sobre os
seres da natureza, excluindo os animais, na
qual o homem atuava sobre os minerais e ve-
getais. Prosperou no século XVI com gran-
de entusiasmo e, ao mesmo tempo, reserva.
Passou a ser totalmente desacreditada no sé-
culo XVIII, sendo, hoje, referência história
de grande valia.
Alteração da conduta – Padrões de conduta
anormais que se produzem especialmente em
crianças e adolescentes, como excessiva
agressividade, hiperatividade, crueldade,
destrutividade, mentiras, desobediência, au-
sência sem permissão, perversões sexuais,
criminalidade, alcoolismo e vício em drogas.
O tratamento, por especialista, deve ser feito
com psicoterapia, aconselhamento familiar e,
se necessário, medicação.
Alterações provocadas pelo desuso – Conjunto
de fenômenos físicos e psicológicos decorren-
tes da falta de uso de uma parte do corpo ou de
Alérgico – Que se refere à alergia.
Alergia medicamentosa – Hipersensibilidade a
um agente farmacológico.
Alergia por alimentos – Estado de hipersen-
sibilidade decorrente da ingestão de um
antígeno alimentar específico.
Alexia – Forma de afasia na qual não há reco-
nhecimento nem compreensão de palavras
escritas.
Alfabloqueadores – Medicamentos que agem
bloqueando, de forma seletiva, os receptores
de alfa 1, provocando dilatação em artérias e
veias. São utilizados para controle da pressão
arterial e outras doenças.
Alfafetoproteína – Variedade de substância
glicoproteinada tipo alfa-1-globulina normal-
mente sintetizada apenas durante a vida fetal.
Algia – Dor.
Álgico – Que causa dor.
Algidez – Resfriamento das extremidades com
tendência ao colapso.
Álgido – Diz-se de uma doença ou de uma
síndrome que é acompanhada de algidez.
Algofilia – Busca mórbida por sensações dolo-
rosas, observadano homem.
ficas ou vaginoses bacterianas; é um pequeno
bacilo Gram negativo.
Gargarejo – Medicamento líquido destinado a
ser agitado dentro da boca e na garganta. Sua
ação é, ao mesmo tempo, tópica e mecânica.
Garrote – Ligadura elástica disposta em torno
de um membro, de maneira a interromper a
circulação venosa ou arterial.
Gameticida – Substância ou procedimento que
destrói gametas.
Gamofabia – Medo mórbido do casamento.
Gangarismo – Gargarejo.
Gânglio – Amontoado de células formando in-
tumescimento situado no trajeto.
Gânglio de Gasser – Gânglio da raiz sensitiva
do 5º par craniano, o trigêmeo, situado no crâ-
nio e que, às vezes, precisa ser operado em
caso de nevralgia intratável do trigêmeo.
Gânglio estrelado – Gânglio do sistema nervo-
so simpático situado no pescoço.
Ganglioplégico – Substância que paralisa gân-
glios nervosos.
Gangrena – Necrose de um tecido ou parte do
corpo. Quando a infecção é a conseqüência
da morte do tecido denomina-se gangrena
úmida, e a área afetada apresenta umidade e
cheira mal devido à infecção. O tecido morto
deve ser retirado para evitar que a infecção se
estenda.
Gangrena gasosa – Necrose acompanhada pela
formação de bolhas de gás nos tecidos moles,
que ocorre após uma intervenção cirúrgica ou
traumatismo. Deve-se à inoculação de germes
da espécie dos Clostridios, em especial os
Clostridium perfringens ou outros.
Gardnerella vaginalis – Gênero bacteriano pre-
sente nas secreções das vaginites não especí-
Gasometria – Análise especial destinada à de-
terminação do nível de gases dissolvidos no
sangue arterial como oxigênio e dióxido de
carbono e pH sangüíneo.
GASP – respiração repentina, ampla e ruidosa
observada no fim da agonia.
Gastralgia – Dor no estômago.
Gastrectomia – Ressecção total ou parcial do
estômago.
Gástrico – Diz respeito ao estômago.
Gastrina – Hormônio secretado pelas células do
antro pilórico quando elas são estimuladas pela
presença de alimentos no estômago, pela dis-
tensão do antro ou, segundo alguns, pela ex-
citação do nervo vago.
Gastrinemia – Presença de gastrina no sangue.
Gastrinoma – Tumor que secreta gastrina.
Gastrite – Inflamação da mucosa interna do es-
tômago. As formas crônicas constituem um
grupo de doenças de diferente significado,
relacionadas com processos auto-imunes, atró-
ficos ou degenerativos.
Gastrite erosiva – Transtorno inflamatório da
mucosa do estômago caracterizado pela for-
mação de múltiplas erosões superficiais.
Gastroanastomose – Anastomose entre duas re-
giões do estômago.
Gastrocele – Hérnia do estômago.
Gastrocolite – Inflamação simultânea do estô-
mago e do cólon.
GAMETA GASTROCOLITE
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Gastrocolostomia – Formação de uma anasto-
mose entre o estômago e o cólon.
Gastroscópio – Instrumento para examinar o
interior do estômago mediante a introdução
de um foco luminoso e um espelho pelo esô-
fago.
Gastrodínia – Dor no estômago.
Gastroduodenectomia – Ressecção dos dois ter-
ços inferiores do estômago e da primeira par-
te do duodeno.
Gastroduodenite – Inflamação do estômago e
duodeno.
Gastroduodenostomia – Operação que consis-
te em conectar o estômago ao duodeno secci-
onando o piloro.
Gastroenterite – Desarranjo intestinal, em con-
seqüência de uma infecção, que provoca a in-
flamação da mucosa do estômago e do intes-
tino. Pode ser causado também por vírus, bac-
téria ou substâncias tóxicas.
Gastroenterologia – Ramo da Medicina que es-
tuda as doenças que afetam o sistema diges-
tório.
Gastroenterostomia – Comunicação artificial,
criada mediante uma intervenção cirúrgica
entre o estômago e uma região do intestino
delgado, geralmente o jejuno.
Gastroesofagectomia – Ressecção do terço in-
ferior do estôfago e da metade superior do
estômago, seguida de anastomose gastroeso-
fágica, intratorácica.
Gastrofibroscopia – Método de exploração vi-
sual do estômago por meio de um fibroscópio
introduzido pelo esôfago.
Gastrohepático – Relativo ao estômago e ao fí-
gado.
Gastroileostomia – União entre o íleo e estô-
mago.
Gastrojejunostomia – Operação que consis-
te em pôr em comunicação o estômago e o
jejuno.
Gastrólito – Presença de cálculo no estômago.
Gastroparesia – Diminuição da amplitude e
movimentos do estômago.
Gastropatia – Toda doença do estômago.
Gastropexia – Operação para fixação do estômago.
Gastroplastia – Operação que altera a arquite-
tura normal do estômago.
Gastroplegia – Paralisia do estômago.
Gastroptose – Prolapso do estômago.
Gastrorrafia – Sutura do estômago.
Gastrorragia – Hemorragia da face interna do
estômago, traduzindo-se, muitas vezes, por he-
matêmese ou melena.
Gastrorréia – Secreção excessiva pelo estô-
mago.
Gastroscopia – Técnica que consiste na intro-
dução de um tubo pela boca para ver-se o es-
tômago.
Gastrostomia – Operação que consiste em esta-
belecer uma abertura permanente que põe em
comunicação o estômago e a parede abdomi-
nal e que permite absorver alimentos, por meio
de uma sonda, quando a parte superior do tubo
digestivo está obstruída.
Gastrostomia – Abertura no estômago.
Gastrotomia – Incisão do estômago.
Gastrótomo – Instrumento para gastrotomia.
Gaze – Tecido de algodão entrançado de dife-
rentes graus de finura, utilizado para a rea-
lização de bandagens e nas intervenções ci-
rúrgicas. Na cirurgia, utiliza-se gaze estéril,
por sua capacidade absorvente de sangue e
líquidos, ou empapada em uma solução anti-
séptica.
Gel – Colóide de consistência firme que contém
uma grande quantidade de líquido, utilizado
como preparado farmacêutico e veículo de me-
dicamentos farmacológicos.
Geladura – Lesão produzida pelo frio.
Geléia de petróleo – Vaselina.
Gelose – Ágar-ágar, substância mucilaginosa ex-
traída de algas marinhas.
Gemelar – Que é relativo aos gêmeos.
Gemelípara – Mãe de gêmeos.
Gêmeos – Casal de irmãos, nascidos da mesma
gestação, desenvolvidos a partir de um só ovo
ou de dois óvulos liberados simultaneamente
pelos ovários e fecundados ao mesmo tempo.
Essa situação ocorre em uma de cada 80 gesta-
ções. Os diversos tipos de gêmeos são: mono-
zigóticos, dizigóticos, siameses e diferentes.
GASTROCOLOSTOMIA GÊMEOS
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Gêmeos impactados – Posição intra-uterina de
gêmeos na qual o pescoço de um impacta com
o do outro durante a apresentação, tornando-
se inviável o parto por via vaginal. Ocorre
quando a apresentação de um deles é de náde-
gas e a do outro cefálica.
Geminado – Aos pares.
Genal – Relativo à bochecha.
Gene – Partícula situada em um ponto definido
de um cromossomo e da qual depende a trans-
missão e o desenvolvimento dos caracteres
hereditários do indivíduo. Os genes são for-
mados de segmentos de ácido desoxirribonu-
cléico, capazes de dar origem a alguns genes
idênticos por replicação; eles também podem
sofrer mutações.
Gene A1 – Gene responsável pela síntese de re-
ceptores dopaminérgicos, relacionado com
algumas formas de obesidade.
Gene mutante – Gene que experimentou mu-
dança na seqüência de suas bases (perda, gan-
ho ou intercâmbio de material genético), o
que influi na transmissão normal e na expres-
são do caráter daquele que é responsável. Os
genes mutantes podem ser inativos ou mos-
trar atividade.
Gene ob – Gene responsável pela síntese da lep-
tina, relacionado com formas de obesidade.
Gene recessivo – Membro de um par de genes
que não tem capacidade para expressar-se por
si mesmo em presença de um alelo mais do-
minante. Somente se expressa em estado de
homozigose.
Genética – Ramo da ciência que estuda a here-
ditariedade. Estudo dosdurante delírios e durante a
melancolia.
Algofobia – Medo da dor.
Algogênico – Que produz dor.
Algomania – Mania de dor; propensão de algu-
mas pessoas para dor.
Algomenorréia – Menstruações dolorosas.
Algor – Sensação de frio.
Alienação – Psicopatia. Perturbação mental em
geral e incapacidade para a vida social.
Alienia – Ausência congênita de baço.
Alienista – Psiquiatra.
Alimentação complementar – Qualquer tipo de
alimento sólido ou líquido não lácteo que se
dá ao recém-nascido, em alguns casos.
Alimento dietético – Alimento com poucas calorias
que, em geral, contém edulcorantes artificiais.
Alinfocitose – Doença congênita rara, here-
ditária recessiva, caracterizada por dimi-
nuição considerável da taxa de linfócitos
no sangue.
Allen – Manobra que permite localizar uma
ALÉRGICO ALTERAÇÕES
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um sistema corporal. Ocorre de forma caracte-
rística em pacientes submetidos a isolamento e
imobilidade prolongados. Os idosos mal nutri-
dos e com maior imobilidade são mais suscetí-
veis de padecer de úlceras por pressão. Como
conseqüência do desuso e da debilidade dos
músculos abdominais, necessários para a eva-
cuação intestinal, ocorre também prisão de ven-
tre. Os cuidados com a dieta e nutrição, postu-
ra adequada e movimentação regular do paci-
ente, junto a uma higiene escrupulosa da pele,
minimizam os problemas da imobilização.
Alucinação – Percepção anômala por meio de
quaisquer órgãos dos sentidos.
Alucinose – Estado caracterizado por aluci-
nações múltiplas, ora semiconscientes, ora
inconscientes.
Aluminose – Pneumoconiose provocada pela
inalação de pó de argila.
Alveolite – Inflamação do alvéolo dental ou do
alvéolo pulmonar.
Alvéolos – Estruturas microscópicas em forma
de saco, localizadas na região mais periférica
da árvore respiratória.
Amálgama – Liga de mercúrio e pó de prata uti-
lizada para obturar dentes.
Amarílico – Relativo à febre amarela.
Amargos – Medicamentos que estimulam a
secreção do suco gástrico e, conseqüente-
mente, o apetite.
Amassamento – Movimento de beliscar, enro-
lar e pressionar que se utiliza para a massa-
gem muscular.
Amaurose – Aparição de cegueira súbita transi-
tória e indolor, num dos olhos.
Ambidestro – Quem tem habilidade em ambas
as mãos.
Ambivalência – Coexistência, em uma mesma
pessoa, de sentimentos opostos e contraditó-
rios. Pode constituir sintoma de esquizofrenia.
Ambliopia – Dificuldade de visão.
Ambulatória (Febre) – Modalidade de infecção
em que o doente, mesmo febril, apresenta bom
estado geral e não se deita.
Ambulatório – Local de prestação de atendimen-
to médico, odontológico e laboratorial para
consultas e exames.
Ameaça de aborto – Conjunto de sintomas em
uma grávida que anunciam a possibilidade de
um aborto próximo.
Ameba – Organismo microscópico, monocelular,
dotado de movimentos. Algumas espécies pro-
duzem doenças no Homem.
Amebíase – Infecção do intestino grosso produ-
zida pela Entamoeba histolytica. A doença é
adquirida por meio da ingestão de água ou ali-
mentos contaminados com fezes contendo a
forma cística do parasita, podendo também
ocorrer pela transmissão sexual.
Amelia – Deformidade congênita, caracterizada
pela ausência dos quatro membros.
Amenorréia – Ausência de menstruação.
Amenorréia primária – Também denominada
falta de menarca. Consiste na ausência de
episódios de sangramento uterino espontâneo
e atraso na aparição dos sinais sexuais secun-
dários, aos 16 anos.
Ametria – Ausência de útero.
Ametropia – Defeito visual de enfoque ocular
pelo qual os raios de luz não formam imagem
Alzheimer, doença de – Descrita como a varie-
dade mais freqüente de demência pré-senil,
caracterizada, anatomicamente, por atrofia
do córtex cerebral.
Alvéolos
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na retina. Existem dois tipos de ametropia: a
hipermetropia e a miopia.
Amicrobiano – Sem bactérias e fungos.
Amígdala – Tonsila palatina.
Amigdalectomia – Extirpação cirúrgica das
tonsilas palatinas, para evitar a repetição de
amidalites estreptocócicas e o risco de ocor-
rência de febre reumática.
Amigdalite – Inflamação das tonsilas palatinas
causadas por vírus ou bactérias.
Amido – Sinônimo de Amilo, Polvilho.
Amiláceo – Que tem amido, que tem estrutura
do amido.
Amilase – Enzima que decompõe o amido em
substâncias mais simples.
Amilóide – Infiltração de diferentes órgãos e te-
cidos pela substância amilóide.
Aminoácido – Base estrutural das proteínas. Há
dois tipos: aqueles que o organismo não pode
sintetizar por si só e que, portanto, deve-se
obter da dieta; e os que ele pode sintetizar a
partir de outros. Os primeiros são chamados
essenciais, e os segundos, não-essenciais.
Aminoacidopatias – Também conhecidas como
erros inatos do metabolismo dos aminoácidos,
doenças produzidas pela deficiência congênita
de enzimas necessárias no metabolismo dos
aminoácidos. As mais comuns são: fenilce-
tonúria, albinismo, tirosinemia, homocis-
tinúria e outras, como doença de Hartnup.
Aminoácidos essenciais – Base estrutural de
proteínas.
Aminoacidúria – Presença de aminoácidos na
urina.
Amiodarona – Fármaco utilizado no tratamento
antiarrítmico.
Amiotrofia – Atrofia muscular.
Amnésia – Perda parcial ou total da memória.
Âmnio – A membrana fetal mais interna, que
forma a bolsa d’água.
Amniocentese – Retirada por punção de peque-
na quantidade de líquido amniótico durante a
gestação para exames.
Amniorrexe – Ruptura da bolsa amniótica.
Amnioscopia – Exame do líquido amniótico por
transiluminação de membranas.
Amniótico – Relativo ao âmnio.
Amônia – Hidróxido de amônio.
Amoníaco – Amônia. Solução aquosa de
hidróxido de amônio.
Amorfo – Sem forma.
Amplificação Gênica – Técnica de análise do
ácido desoxirribonucléico que se presta à
automatização e utiliza conceitos de biologia
molecular.
Ampola – Denominação anatômica de dilatação
de canais do corpo humano, exemplo por am-
pola retal.
Amputação – Retirada cirúrgica de parte do cor-
po, de um membro ou decorrente de trauma
violento.
Amusia – Distúrbio da capacidade musical.
Anabolismo – Parte do metabolismo dedicado a
formar moléculas, geralmente com o objetivo
de armazenar ou constituir parte de determi-
nadas estruturas orgânicas.
Anabolizante – Substância que propicia o
anabolismo.
Anaeróbio – Organismo que não necessita de
oxigênio para sobreviver. Reação química que
prescinde de oxigênio para acontecer.
Anaerobiose – Condição de existência de deter-
minados organismos sem oxigênio.
Amniocentese
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Anafilaxia – Sensibilidade do organismo a subs-
tância ou microorganismo.
Anaforese – Diminuição da atividade de glân-
dulas sudoríparas.
Analéptico – Medicamentos e alimentos que res-
tabelecem as forças e estimulam o funciona-
mento dos diferentes órgãos.
Analergia – Ausência de alergia.
Analérgico – Que não produz alergia.
Analgesia – Diminuição da sensibilidade à dor.
Analgésico – Qualquer substância ou método
para aliviar ou diminuir a dor. Existem vários
tipos: aspirina, paracetamol, outros
antiinflamatórios não hormonais (AINH),
codeína e derivados, analgésicos opióides
maiores como a morfina.
Analgia – Ausência de dor.
Análise de bioquímica hemática – Exames des-
tinados a medir certas substâncias químicas
do sangue. Podem fornecer importantes infor-
maçõespara elucidação diagnóstica.
Análise de sangue hemograma – Estudo das dife-
rentes células do sangue quanto a seu tamanho,
sua contagem, suas anomalias, entre outros.
Análise hormonal – Os hormônios mais freqüen-
tes são: hormônios de tireóide, cortisol e
hormônios sexuais como testosterona, estró-
geno, progesterona e prolactina.
Análises clínicas – Exame de amostras, obtidas
de um indivíduo, que constitui, em determi-
nados casos, auxílio diagnóstico. As análises
mais comuns de sangue estudam células
sangüíneas; substâncias químicas; diversos
anticorpos; marcadores de doenças infeccio-
sas, reumáticas, tumorais; e hormônios. Diz-
se comumente que a clínica é soberana. No
entanto, um exame subsidiário bem indicado
e executado pode ser muito útil.
Analista – Um profissional que analisa. Ao ana-
lisar a mente, chama-se psicanalista.
Anamnese – Informações prestadas pelo paci-
ente ou acompanhante; vários aspectos do pro-
blema ou da doença, como início, duração dos
sintomas, fatores de melhora e piora, medica-
mentos em uso, até o momento em que ele se
encontra sob observação médica. É de impor-
tância capital. Deve-se prestar o maior núme-
ro de informações ao médico que assiste.
Anaplasia – Processo no qual células perdem
parte de suas características próprias, diferen-
ciando-se.
Anasarca – Edema ou acúmulo de líquido de
modo anormal no corpo.
Anastomose – Comunicação entre dois vasos,
duas artérias ou veias. Pode ser realizada ci-
rurgicamente para restabelecer a circulação.
Anastomose
Anatomia – Ciência dedicada ao estudo da for-
ma, arquitetura e estrutura dos seres vivos e
das coisas. Etimologicamente, tem origem
grega anatome, ana-distributivo em partes, e
tomein-cortar ou cortes. A associação signi-
fica dissecação, ato ou técnica de cortar, or-
denadamente, um objeto; no caso humano, o
cadáver, para conhecer sua arquitetura e es-
trutura. Sinônimo de Morfologia. Pode distin-
guir a Biomorfologia, Zoomorfologia e Fitomor-
fologia. Não há Medicina sem Anatomia. A
Anatomia Sistêmica possui conteúdos valio-
síssimos, constituídos de um complexo vasto
de conhecimentos, que nos familiarizam com
os mais diminutos pormenores do maravilho-
so organismo humano. A Anatomia seria uma
ciência de alto valor, mesmo se considerásse-
mos somente esse ponto de vista, pois ela é o
fundamento de todas as outras ciências da área
da saúde, as quais não poderiam subsistir sem
a Anatomia. Além das aplicações na área da
saúde e das várias formas de estudo da Anato-
mia, existe uma leitura anatômica nas diver-
sas áreas da atividade humana como Anato-
Anastomose
ANAFILAXIA ANATOMIA
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mia Artística, Matemática, Antropológica,
Constitucional, Comparativa e Filosófica. Na
área médica: Anatomia Sistêmica, Topográ-
fica, Aplicada, Radiológica e a Nipiologia.
A Anatomia em um sentido amplo ou a Mor-
fologia cobre todas as idades, em todos os ní-
veis estruturais, desde o microscópico até o
subcelular, molecular e atômico.
Anatomia patológica – Ramo da Medicina que
estuda as alterações dos diferentes tecidos do
corpo humano em cada uma das doenças.
Anatoxina – Toxina microbiana reduzida em po-
der tóxico e que conserva um poder imunizante.
Ancilostomíase duodenal – Infestação intesti-
nal causada pelo Ancylostoma duodenale, que
se desenvolve, principalmente, no Homem ou
em outros animais. Constitui-se no Brasil, jun-
to com o Necator americanus, em doença
endêmica de significativa importância pela sua
freqüência, especialmente em zonas rurais.
Ancôneo – Relativo ao cotovelo.
Andador – Sistema de adaptação para quem pos-
sui dificuldades para andar. Consiste em uma
estrutura metálica com quatro pernas e uma
adaptação para segurá-la com as mãos.
Androgênico – Susbtância que estimula ou pro-
duz os caracteres sexuais masculinos
Andrógenos – Hormônios masculinos. O prin-
cipal deles, chamado testosterona, é fabrica-
do no testículo e circula no sangue.
Androginia – Malformação congênita na qual
os órgãos sexuais externos se parecem com
os de um sexo, ao passo que as gônadas
correspondem ao sexo oposto; também cha-
mada pseudo-hermafroditismo.
Andrógino – Diz-se da pessoa que tem alguma
das características do sexo masculino, indepen-
dente do sexo determinado geneticamente.
Andróide – Semelhante ao homem.
Andrologia – Estudo do Homem e, mais parti-
cularmente, das doenças que só ocorrem em
homens; também chamada Urologia.
Andromorfo – Com forma de Homem.
Andropausa – Conjunto das manifestações or-
gânicas e psíquicas que sobrevêm aos homens
entre 50 e 70 anos.
Androsterona – Hormônio sexual masculino.
Anéfrico – Ausência de rins.
Anelitria – Ausência congênita de vagina.
Anemia – Diminuição do número de glóbulos
vermelhos ou da quantidade de hemoglobina
do sangue para níveis abaixo do normal.
Anemia aplásica – Alterações na produção das
hemácias, nas quais o defeito está na própria
medula óssea, órgão onde se realiza a
eritropoiese.
Anemia hemolítica do recém-nascido – Anemia
de alguns recém-nascidos decorrente da pas-
sagem, pela placenta, de anticorpos maternos
que costumam produzir-se por incompatibili-
dade do grupo sangüíneo da mãe e do feto.
Anemia ferropriva – Falta de glóbulos verme-
lhos por carência de ferro.
Anemia perniciosa – Conseqüência mais fre-
qüente do déficit de vitamina B12.
Anemias macrocíticas – Redução do número de
hemácias, estando, ainda, seu volume ou ta-
manho aumentado.
Anemias microcíticas – Redução do número de
hemácias, estando seu volume ou tamanho
reduzido.
Anergia – Déficit do sistema imunológico em
reagir a antígenos.
Anérgico – Pessoa com anergia.
Anestesia – Procedimento no qual se almeja re-
dução total ou parcial da sensibilidade.
Anestesia geral – Procedimento médico no qual
se planejam ações para diminuição de sensi-
bilidade e consciência.
Anestesia local – Procedimento no qual se pla-
neja a administração direta de um anestésico
Anestesia geral
ANATOMIA ANESTESIA
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local sobre um tecido para provocar a ausên-
cia de sensações de dor em uma região deli-
mitada.
Anestesia peridural – Método de anestesia que
consiste em injetar anestésicos diretamente no
espaço epidural.
Anestesia regional – Método anestésico no qual
se almeja perda da sensibilidade dolorosa em
uma região do corpo, obtida mediante a inje-
ção de um anestésico local na proximidade do
trajeto de um ou vários nervos.
Anestesiologia – Estudo dos procedimentos anes-
tésicos utilizados em Medicina, uma especia-
lidade médica.
Anestesiologista – O médico que se especializou
em anestesia e anestesiologia.
Anestesista – Médico especializado em aneste-
siologia.
Aneurina – Vitamina B1, cloridrato de tiamina.
Aneurisma – Doença dos vasos sangüíneos que
apresentam dilatação permanente; localizada
ou focal, se for uma artéria; com, pelo menos,
50% de aumento, comparado ao diâmetro nor-
mal esperado para a artéria em questão. Esses
vasos podem ser isolados ou múltiplos e deri-
vam de enfraquecimento da parede ou de es-
tresse anormal na estrutura da artéria, sendo a
aterosclerose sua causa mais freqüente. Podem
ser verdadeiros, cujas paredes do aneurisma
são constituídas pelas próprias paredes das
artérias e pelos falsos ou pseudo-aneurismas,
derivados de rotura completa da parede arte-
rial. Quanto à forma, podem ser divididos em:
saculares, fusiformes e dissecantes. Os aneu-
rismas venosos são raros, devendo ser trata-
dos por cirurgiões vasculares.
Aneurisma aórtico – Aneurisma da artéria aorta.
É de tratamento cirúrgico quando diagnosti-
cado a tempo.
Aneurisma arteriovenoso– Aneurisma em que
uma artéria e uma veia se comunicam.
Aneurisma cirsóide – Tumor pulsátil constituí-
do por artérias, veias tortuosas e dilatadas,
conseqüentes a múltiplas comunicações
arteriovenosas congênitas.
Aneurisma micótico – Aneurismas arteriais de-
correntes de infecção bacteriana sobre as pa-
redes do vaso.
Aneurisma Ventricular – Dilatação da parede
de um ventrículo cardíaco.
Aneurismectomia – Procedimento de ressecção
de um aneurisma.
Aneurismorrafia – Sutura de um aneurisma.
Aneurismotomia – Incisão em um aneurisma.
Anexite – Inflamação dos órgãos anexos ao úte-
ro, ou seja, ovários e tubas uterinas.
Anexopexia – Operação de fixação dos anexos
do útero.
Anexos cutâneos –Glândulas sudoríparas,
folículos pilossebáceos e unhas.
Anfetamina – Substância estimulante que pro-
duz um aumento da atividade física e psíqui-
ca, diminui a sensação de cansaço e depressão.
Pode causar dependência física.
Anfiartrose – Classificação das articulações que
têm pouca mobilidade.
Angeíte – Inflamação de um vaso sangüíneo.
Angiectomia – Extirpação cirúrgica de um vaso
sangüíneo ou linfático.
Angina de peito – Dor, opressão ou mal-estar
precordial decorrente de isquemia miocárdica
transitória. Relata-se dor em opressão ou
constrição, de início súbito e suspensão gradual;
sintoma que deve ser um alerta para procurar-
se atendimento médico de modo ligeiro.
Angioderma – Reação inflamatória da pele e das
mucosas digestivas e respiratórias, similar à ur-
ticária, porém afeta uma região mais extensa.
Aneurisma
Aneurisma
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Angioespasmo – Espasmo de vasos sangüíneos.
Angiogênese – Processo de formação e desen-
volvimento de vasos.
Angiografia – Procedimento que visa estudar a ana-
tomia dos vasos sangüíneos, após introdução de
um meio de contraste radio-opaco neles.
Angioma – Tumor benigno constituído por va-
sos sangüíneos ou linfáticos. Trata-se de tu-
mores congênitos.
Angioplastia – Procedimento utilizado para tra-
tamento de doenças obstrutivas ateros-
cleróticas, o qual consiste na dilatação da luz
da artéria por meio de cateter-balão, que se
insufla, aumentando o diâmetro interno
naquele ponto. Pode ser realizado nas artérias
coronárias ou em artérias localizadas fora do
coração.
Angiostenose – Estreitamento aterosclerótico de
vasos.
Angústia – Alteração da emoção caracterizada
pela presença de estresse psíquico e sinto-
mas físicos como tremor, suor, palpitações,
inquietude e outros.
Anidro – Substância que não contém água.
Anidrose – Deficiência na sudorese.
Anidrótico – Fármaco ou método que reduz a
sudorese
Anilina – Fenilamina, substância utilizada para
colorir medicamentos.
Anima mobile – Expressão latina que significa
o ser humano.
Anima vili – Expressão latina que significa os
outros animais que não o ser humano.
Aniso – Desigual.
Anisocitose – Desigualdade no tamanho das
hemácias.
Anisocoria – Desigualdade no tamanho das pu-
pilas.
Anisocromia – Desigualdade da coloração.
Anisomelia – Desigualdade nos membros.
Anisometropia – Desigualdade de refração dos
olhos.
Anódio – Eletrodo com carga positiva.
Anomalia – Refere-se a alterações de estruturas
anatômicas que mudam de funções.
Anomalia anorretal – Alteração congênita em
que o ânus e o reto estão alterados, com
exteriorização em outra posição.
Anoniquia – Ausência de unhas.
Anoperineal – Relativo ao ânus e ao períneo.
Anorexia – Inapetência, perda de apetite.
Anorexia nervosa – Doença decorrente de insa-
tisfação com a imagem corporal; há inape-
tência, perda de peso significativa, alterações
nos ciclos menstruais, sem outra doença física.
Anorquidia – Ausência de testículos.
Anorretal – Referente ao ânus e reto.
Anosmia – Perda do sentido do olfato e do gosto
de forma temporária ou permanente.
Anovulatório – Cessação da ovulação.
Anoxemia – Falta de oxigênio no sangue.
Anoxia – Falta de oxigênio nos tecidos.
Anquilose – Perda e movimento de uma articu-
Angio-Ressonância – Exame subsidiário diag-
nóstico de imagens por ressonância magnéti-
ca, sensível ao fluxo e à orientação.
Angiorrafia – Sutura de vasos.
Angiorrexe – Ruptura de um vaso.
Angiosclerose – Esclerose de vasos.
Angioscópio – Variedade de fibroscópio adapta-
do ao exame intravascular.
Angiospasmo – Espasmo dos vasos acompanha-
do de isquemia da área em questão.
Angiossarcoma – Sarcoma de tecido vascular.
Angioplastia
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lação, em geral, decorrente da destruição de
elementos importantes.
Anserina – Aspecto da pele que se torna áspera,
seca, enrugada e assemelha-se à pele de um
ganso. Andar anserino: modo de caminhar de
gestantes que, com o crescimento do útero,
passam a caminhar como gansos.
Ansiedade – Estado emocional de intran-
qüilidade, desconforto e medo.
Ansiolítico – Que acalma a ansiedade ou a an-
gústia.
Ansioso – Pessoa acometida de ansiedade.
Antagonistas do cálcio – Medicamentos que blo-
queiam o fluxo de cálcio por meio das mem-
branas das células, empregados no tratamen-
to de cardiopatia isquêmica, arritmias e hiper-
tensão arterial.
Antálgico – Posição adotada para melhorar a dor.
Ante Cibum – Expressão latina que significa
antes das refeições.
Anteversoflexão do útero – Posição normal do
útero na pelve.
Anti-helmíntico – Medicamento para combate
de vermes.
Ante Mortem – Evento que ocorre antes da morte.
Ante Partum – Período que precede o parto.
Antecedentes pessoais e familiares – Resumo
do estado anterior de uma pessoa até o mo-
mento da entrevista, incluindo dados referen-
tes a traumatismos, alergias, intervenções ci-
rúrgicas, vacinas, internações em hospitais,
doenças relevantes, história obstétrica e psi-
quiátrica. Esses antecedentes obtidos durante
a entrevista inicial do próprio paciente ou de
algum familiar formam a parte da história clí-
nica. Deve-se também informar quais doen-
ças afetam ou afetaram familiares mais pró-
ximos.
Anterior – Termo utlizado para designar estru-
tura próxima ao plano frontal.
Antiácido – Medicamento que impede ou neu-
traliza o desenvolvimento de ácido no estô-
mago e duodeno.
Antiálgico – Medicamento utilizado contra a dor;
Também chamado analgésico.
Antiastênico – Medicamento que restaura forças.
Antibacteriano – Substância que impede o de-
senvolvimento de bactérias.
Antibéquico – Substância contra a tosse.
Antibióticos – Medicamentos destinados a cu-
rar doenças infecciosas do tipo bacterianas.
Não devem ser tomados sem consulta médica.
Anticitotóxico – Que faz diminuir ou cessar a
destruição das células e, teoricamente, retar-
da a velhice.
Anticoagulante – Medicamentos que alteram a
coagulação do sangue.
Anticoagulante lúpico – Anticorpo que atua
contra fosfolipídeos do sistema da coagula-
ção sangüínea, estando associada essa situa-
ção a um risco maior de sofrer trombose ve-
nosa e abortos repetidos. Associa-se a fenô-
menos hemorrágicos.
Anticoagulantes orais – Medicamentos admi-
nistrados por via oral, utilizados para o trata-
mento e a prevenção de problemas relaciona-
dos com um excesso de coagulação. São de-
nominados anti-Vitamina K ou dicumarínicos.
Anticolinérgico – Substância antagonista da
acetilcolina.
Anticoncepção – Processo técnico utilizado para
evitar a gravidez por métodos farmacológicos,
instrumentais ou que alteram ou bloqueiam os
processos reprodutivos, de modo que não ocor-
ra a fecundação.
Anticoncepcionais – Métodos e produtos que
impedem a fecundação.
Anticoncepcionais orais – Métodos e produtos que
impedem a fecundação por meio de preparados
hormonais com a combinação de estrógenosem
doses baixas ou médias e progesterona.
Anticonvulsionante – Medicamento que trata
convulsões.
Anticorpo – Globulinas séricas que tem a pro-
priedade de se combinarem de modo especí-
fico a certas substâncias estranhas solúveis ou
celulares denominadas antígenos.
Antidepressivos – Medicamentos utilizados no
tratamento da depressão que atuam nos
neurônios ou nas células do sistema nervoso,
modificando as conexões entre esssa células
e seus neurotransmissores.
ANSERINA ANTIDEPRESSIVOS
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Antidiabéticos orais – Medicamentos emprega-
dos por via oral para controlar a glicemia no
tratamento do diabetes mellitus.
Antidiarréico – Medicamento capaz de reduzir a
freqüência e (ou) intensidade das evacuações.
Antidiurético hormonal – Hormônio com fun-
ção antidiurética produzido nos núcleos su-
pra-óptico e paraventricular do hipotálamo e
armazenado no lobo posterior da hipófise. Sua
função principal é favorecer a absorção de
água pelo rim.
Antídoto – Medicamento ou substância que se
opõe à ação de outra, tóxica.
Antiefélico – Medicamento utilizado contra as
sardas.
Antiemético – Medicamento ou substância que
diminui ou faz desaparecer vômitos e náu-
seas.
Antiepilético – Medicamento para tratar epi-
lepsia.
Antiescorbútico – Vitamina C ou ácido ascór-
bico.
Antiespasmódico – Medicamento que combate
espasmos intestinais.
Antiestreptolisina – Anticorpo que neutraliza a
estreptolisina O.
Antifebril – Antipirético, medicamento para
abaixar a febre.
Antifosfolipídeo – Anticorpos dirigidos contra
os fosfolipídeos: cardiolipina e anticoagulante
lúpico.
Antiflogístico – Medicamento para tratamento
da inflamação.
Antiftírico – Medicamento contra piolhos.
Antifungicidas – Medicamentos ou substâncias
que destroem fungos ou inibem seu crescimen-
to e sua reprodução.
Antígeno prostático específico (P.S.A.) – Marca-
dor de tumores que são detectados mediante exa-
mes de sangue e que pode indicar presença de
câncer de próstata quando elevados.
Antígenos – Substâncias estranhas que, quando
reconhecidas pelo sistema imune, induzem
resposta.
Antígeno tumoral – Substância presente em te-
cidos cancerosos: antígeno das células leucê-
micas e células sarcomatosas, alfateroproteína
e antígeno carcinoembrionário (CEA).
Anti-helmíntico – Medicamento que destrói ou
impede o desenvolvimento de parasitas.
Anti-hipertensivo – Medicamento para tratar
hipertensão ou pressão alta.
Anti-histamínicos – Medicamentos que se
opõem à ação da histamina.
Antiinflamatórios não esteróides (AINE) – Me-
dicamentos para o tratamento da inflamação.
Antilactagogo – Substância que suprime ou di-
minui a secreção de leite.
Antiluético – Medicamento contra a lues ou sí-
filis.
Antimicóticos – Medicamentos contra fungos.
Antimicrobianos – Medicamentos que impedem
o desenvolvimento de bactérias e fungos.
Antiparkinsoniano – Medicamento que dimi-
nui a rigidez e freqüência dos tremores do
Parkinson.
Anti-oncogenes – Genes normalmente envolvidos
no controle da expressão de oncogenes; estes
regulam o crescimento descontrolado das cé-
lulas; também denominado proto-oncongenes.
Antineoplásico – Medicamento quimioterápico
que controla ou destrói células cancerosas. A
ação desse medicamento para o tratamento do
câncer se baseia na sua ação citotóxica, mais
nociva para as células em divisão que para as
células normais.
Antipalúdicos de síntese – Grupo de medica-
mentos utilizados para o tratamento da malá-
ria ou paludismo.
ANTIDIABÉTICOS ANTIPALÚDICOS
Anticorpo
Anticorpo
Antígeno
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Antiprurídico – Medicamento que combate o
prurido.
Antipsicótico – Medicamento que diminui os
sintomas da psicose.
Anti-raquítico – Medicamento que evita o ra-
quitismo, a vitamina D.
Anti-sepsia – Conjunto de métodos de desinfec-
ção utilizados antes de procedimentos cirúr-
gicos, como a lavagem das áreas a ser opera-
das e das mãos do cirurgião.
Anti-sépticos – Compostos que destroem os
microorganismos, atuando sobre as superfícies
dos tecidos vivos.
Anti-social – Pessoa que procede contra as nor-
mas da sociedade.
Antitérmico – Substância que produz diminui-
ção da temperatura corporal.
Antitussígeno – Qualquer medicamento narcó-
tico ou não narcótico que atua sobre o sistema
nervoso central e periférico para suprimir o
reflexo da tosse.
Antitoxinas – Anticorpos que neutralizam o efei-
to das toxinas ou dos venenos produzidos por
microorganismos.
Antitrago – Proeminência na região inferior do
lóbulo da orelha.
Anti-vitamina K – Substância anticoagulante ati-
va, antagonista da vitamina K. Impede a for-
mação, no fígado, das enzimas necessárias à
coagulação sangüínea, e cuja síntese depende
da vitamina K.
Anti-Xa – Substância dotada de atividade anti-
fator X da coagulação, antitrombótica.
Antiulceroso – Medicamento que trata as doen-
ças pépticas gastrointestinais.
Antracose – Doença pulmonar ou pneumo-
coniose, a qual afeta pessoas que trabalham
nas minas pela inalação de partículas de car-
vão durante tempo prolongado.
Antraz – Doença infecciosa causada pelo
Bacillus anthracis. É uma doença de animais
domésticos, como porcos, ovelhas e gado. As
pessoas podem infectar-se se ingerirem a car-
ne dos animais contaminados.
Antrectomia – Ressecção do antro na região
pilórica do estômago.
Antropofagia – Ato de comer carne humana;
também chamada canibalismo.
Antropofilia – Tendência de insetos em picar o
Homem.
Antropologia – Estudo da humanidade conside-
rado em seu conjunto, em seus detalhes e suas
relações.
Antropóide – Semelhante ao Homem.
Antropometria – Mensuração do corpo huma-
no.
Anular – Em forma de anel.
Anúria – Ausência completa de formação da uri-
na nos rins.
Ânus – Orifício que comunica o canal anal ao
meio externo.
Ânus imperfurado – Anomalia congênita da re-
gião anorretal. Há ausência de ânus ou pre-
sença de fina membrana translúcida que o
cobre.
Aorta – Principal artéria do corpo, sai do
ventrículo esquerdo, no coração, irriga a tota-
lidade do corpo humano.
ANTIPRURÍDICO AORTITE
Aorta à direita – Variação anatômica da crossa
aórtica, formada pelo 4º arco aórtico direito.
A crossa está situada à direita da traquéia, e a
aorta também; a aorta descendente encontra-
se, geralmente, à esquerda, após passar, pos-
teriormente, para o esôfago.
Aortectomia – Retirada de parte da aorta.
Aórtico – Que tem relação com a aorta.
Aortite – Inflamação da aorta.
Aorta
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A
Aortografia – Radiografia da aorta e de seus
ramos após injeção de líquido opaco aos
raios X. Na modalidade translombar, méto-
do antigo, há punção por via posterior. Pode
ser executada por meio de cateterismo de
outra artéria.
Aortoplastia – Reestruturação da parede da aorta
por meio cirúrgico.
Aortotomia – Abertura cirúrgica da aorta.
Aortalgia – Sensação dolorosa na aorta.
Aortite – Inflamação da aorta.
Aortomalácia – Amolecimento das camadas da
aorta.
Aortoptose – Deslocamento da aorta de sua po-
sição normal.
Aortosclerose – Esclerose da aorta.
Artotomia – Incisão em parte da aorta.
Aparelho – Combinação de diferentes sistemas
do corpo humano.
Aparelho extensor do joelho – Conjunto de
músculos e tendões cujos movimentos produ-
zem a extensão da perna.
Aparelho lacrimal – É constituído por glându-
las lacrimais e vias excretoras.
Apatia – Ausência de afetividade.
Apático – Pessoa com